Pokémon Mythology
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Lost Courage

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Lost Courage

Mensagem por tenpa999 em Qua 21 Jun 2017 - 17:44

LOST COURAGE











Sinopse:

Tyler é um garoto simples, trabalhador e briguento. Em um certo dia, Tyler acha uma bengala que contem poderes inimagináveis. Em uma briga de gangues, Tyler é preso por causa de uma filmagem feita por uma câmera de segurança, e uma mulher chamada Eddie paga sua fiança em troca de um favor. Eddie explica que trabalha na Global Force, uma organização que protege a sociedade de terrorismo, organizações suspeitas e trafico de drogas e, o favor que ela pede, é que ele entre para a GF. Ela mostra que a bengala, na verdade, é uma espada. Dentro da Global Force só existe uma pessoa com uma espada igual a dele, que é Gomi. Um garoto totalmente diferente de Tyler. Gomi é estudioso e odeia brigas desnecessárias. Em uma das suas missões, Tyler e Gomi conhecem outra pessoa com uma espada dessas chamado Shin. Um garoto com um olhar sombrio e frio. Depois que o maior hospital de Meirin explode, Eddie explica sobre o governo de Brike e, que eles podem ter algo haver com isso. Brike é um país vizinho a New Realus, país onde Tyler e os outros vivem. Shin explica que, quem governa o país de Brike, é um exército chamado Black Taurus, em que todos os integrantes do grupo possuem espadas iguais a deles. Black Taurus têm como principal objetivo,dominar o país de New Realus, para que Black Taurus, possa governar outro país.

















Amanhecer do primeiro dia






     O relógio de algumas pessoas é colocado para despertar as oito horas ou talvez sete horas da manhã, Tyler não era uma exceção. Ele morava com sua mãe em um bairro simples na cidade de Meirin, capital do pais New Realus. Todos na vizinhança o conhecia, porque ele era o único garoto branco no bairro. Os vizinhos de Tyler não o tratavam diferente, muito pelo contrário, todos os vizinhos tinham um grande laço de amizade, por causa das dificuldades que todos sofriam junto. Tyler trabalhava como entregador de encomendas de uma loja de roupas. Todo dia ele saia as sete horas em ponto para trabalhar e sempre encontrava seu amigo Shakin jogando basquete em uma quadra perto de sua casa. Shakin era vizinho de Tyler. Ele possuía dois metros de altura e com dezenove anos de idade, ele não pensava em outra coisa além do basquete, e mesmo assim, ele nunca desistiu de seu sonho de se tornar profissional.


- E aí Tyler. – Disse Shakin com um sorriso no rosto. – Você já está indo para a loja?
- Mas que pergunta Shakin. Você sabe que todo dia eu vou para a loja essa hora.
- Me desculpe. Hoje eu tenho um teste importante no time de Meirin, então eu estou meio nervoso.
- Não se canse demais Shakin. – Disse Tyler dando dois tapinhas nas costas de Shakin. – Eu confio em você.


   Tyler subiu em sua moto e foi direto ao seu local de trabalho. O trabalho de Tyler era simples, ele tinha que fazer entregas atravessando toda a cidade e parando de trabalhar só as dezoito horas. Ele particularmente gostava de seu trabalho. Andar o dia inteiro fazendo entregas e conhecendo pessoas, era uma das coisas favoritas de Tyler. Uma pessoa normal que o vê pela primeira vez se assusta com seu visual desleixado. Seu cabelo todo preto despenteado com uma franja cobrindo quase o olho esquerdo. Quando estava trabalhando, ele se arrumava um pouco para não parecer que um vagabundo.


   Mesmo adorando seu emprego, Tyler se sentia vazio, ele só pensava que crescer era mesmo entediante. Mas o que não deixava Tyler vazio por dentro era participar da torcida organizada de um time de futebol. Isso era a única coisa que deixava ele ligado ao seu passado, onde ele e seus amigos brigavam quase todo dia na escola e, para ele, a participação na torcida era uma coisa que o deixava feliz.


 O turno de Tyler teria acabado e era sexta feira, um dia antes da grande final nacional de futebol. Ele não parecia preocupado com a final, ele só pensava em uma cerveja que ele poderá tomar em um bar perto de sua casa. Chegando em sua casa, Tyler avista Shakin saindo de casa com roupas roxas e o que parecia ser um canivete em sua mão.


- Onde você está indo assim, Shakin? - Perguntou Tyler.
- Desculpe Tyler. – Respondeu Shakin. – Mas não é da sua conta.
- Tem razão. Não é da minha conta mesmo, mas, se acontecer algo com você, eu não vou no seu enterro. Você sabe que eu detesto sua participação nessa gangue.
- Digo o mesmo para você e sua torcida organizada. Você acha mesmo que sairá com vida amanhã? Não somos diferentes, Tyler.
- Eu estou indo para brigar, mas você está indo traficar, não acha que você está em uma situação pior?
- Eu não devo satisfações para você.
- Tudo bem, Shakin. Você ainda tem um sonho, não morra antes de realiza-lo. - Depois dessa conversa, ambos seguiram em direções diferentes.


Tyler foi para o bar para encontrar Torres, um cara que apresentou a torcida organizada para ele. O bar onde eles se encontrariam era bem comum. Cadeiras e mesas de plásticos colocados para fora do estabelecimento, mesas de sinucas dentro do bar e muitos homens bebendo e se divertindo. Tyler sentou-se em uma mesa dentro do bar e não demorou muito para Torres chegar.


- Como vai Tyler? – Perguntou Torres.
- Estou como sempre, Torres. – Respondeu Tyler.
- Bom, eu pedi que você viesse aqui porque eu tenho algo a dizer. – Torres fez uma pausa e continuou a falar. – O jogo amanhã não aceitara as torcidas organizadas.
- Como assim não?
- A segurança do estádio decidiu isso. Acho que é para ser um dia feliz para todos lá.
- Meu dia fica feliz se eu soco alguém no nariz.
- Não pense assim, Tyler. Nosso trabalho fica mais difícil.
- Como assim?
- O jogo será no nosso estádio. Qualquer pessoa que a outra torcida ver usando a camisa do nosso time, provavelmente será agredida, tenho medo de isso acontecer hoje mesmo. Então, amanhã vamos para o estádio como torcedores comuns.
- Droga, isto é meio que desanimador, mas por outro lado, torcer para o meu time na final nacional não vai ser tão ruim.
- Ótimo, eu já vou indo então. Amanhã eu darei mais detalhes. - Com isso, os dois se cumprimentaram e foram embora.


Ao caminho de casa, Tyler observa uma pessoa correndo desesperadamente, e logo depois, vê mais cinco pessoas atrás. Tyler não percebera na hora, mas depois, ele percebe que a pessoa fugindo das outras era nada mais e nada menos que Shakin. Tyler esperou os cinco ficarem em uma distância segura para que ele pudesse segui-los. Enquanto ele os seguia, Tyler pensou que não poderia ajudar seu amigo só com as mãos: ele precisava de algo para se proteger. Ele corria de rua em rua olhando para os lados para ver se conseguiria achar pelo menos um pedaço de metal ou talvez um cabo de vassoura, mas ele encontrou algo que não nunca pensaria em achar, ainda mais em um terreno baldio: uma bengala. Tyler entrou no terreno e pegou a bengala o mais rápido possível. Mesmo ficando um pouco para trás, Tyler percebeu que as pessoas tinham parado de correr. Enquanto corria, Tyler ficou olhando como a bengala era estranha. A ponta do cabo cinza, possuía uma cabeça de dragão com os olhos roxos, parecendo que a cabeça estava viva. Tyler chegara mais perto e percebera que o motivo de as pessoas terem parado de correr foi porque Shakin tinha tropeçado e caído. As pessoas eram de uma outra gangue, dava para deduzir isto por causa de suas roupas e apetrechos amarelos. Os cinco começaram a andar em direção ao Shakin, que naquele momento, estava suando frio. Cada um deles tinham um canivete amarelo em suas mãos, e estavam prestes a matar Shakin.


- Aí pessoal – Gritou Tyler. – Não acham que é muita covardia cinco contra um? Que vergonha de vocês, deve ser por isso que estão em gangues, não sabem fazer nada sozinhos.


Todos os homens ali viraram e olharam para Tyler com um olhar de desgosto e raiva. Tyler era uma pessoa que não sentia medo em horas assim, mas ele ficava muito animado quando o assunto era por sua vida em risco.


- Por favor, peço que venham um de cada vez pedir um autógrafo meu.


Um deles rapidamente foi em direção a Tyler, mas algo estranho aconteceu neste momento: Tyler conseguiu prever o ataque que seria feito contra ele. Em um piscar de olhos, Tyler se moveu para direita e desferiu um golpe com a bengala na cabeça daquele cara. Depois do golpe de Tyler, outros dois foram em direção a ele. Tyler sabia que um deles iria atacar pela direita e outro pela esquerda, mesmo sem eles darem um único passo. Os dois foram em direções opostas como Tyler previu, e rapidamente quando os dois estavam perto dele, Tyler dá um passo para trás, fazendo com que eles ferissem eles mesmos. Todos ali estavam espantados, principalmente Tyler que só conseguia pensar “ o que raios está acontecendo aqui? ”. Outros dois não deram a mínima e foram para cima dele e, com aquela habilidade, ele conseguiu desviar dos dois e, conseguiu deixá-los inconscientes no chão. O outro homem, parado perplexo, tirou uma arma do bolso e apontou para Tyler.


- Dê mais um passo que eu atiro em você. - Disse o homem com um pouco de medo em sua voz.
- Atira agora. Eu quero ver isso. – Antes que ele pudesse puxar o gatilho, Shakin desferiu um golpe contra o pescoço do homem, fazendo com que ele caísse no chão inconsciente. Shakin começou a andar em direção a Tyler e, antes que ele pudesse falar alguma coisa, Tyler deu um tapa em sua cara.
- Você está louco? – Gritou Tyler. – Eu disse que isso era uma má ideia. Meu deus, o que seria de você se eu não tivesse vindo até aqui em?
- Me perdoe, Tyler.
- Eu não quero mais ver sua cara hoje, Shakin. Você me decepcionou hoje, eu só quero ir para casa dormir.
Depois dessas palavras, Tyler seguiu seu caminho até a sua casa. Shakin não se mexeu, ele ficara naquele mesmo lugar por mais uma hora pensando no que tinha acabado de acontecer.


Enquanto Tyler ia para casa, ele não conseguia parar de olhar para aquela bengala. O poder sobrenatural que ele tinha em mãos. Ele não sabia o porquê de aquilo ter acontecido, mas ele sabia que, àquela maldita bengala de dragão era a responsável por tudo isso.
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Segundo Capitulo

Mensagem por tenpa999 em Ter 4 Jul 2017 - 16:03

Amanhecer do segundo dia





 O sábado estava tranquilo e não havia nenhuma nuvem no céu. A grande final nacional de futebol era o único assunto naquele dia. Tyler não imaginava nenhum problema que poderia acabar com o seu dia, mas algo inacreditável acontecerá. Era de manhã e a polícia estava na frente de sua casa. Tyler não havia entendido o porquê de a polícia estar na frente de sua porta, mas a resposta viria imediatamente.

- Pois não? -  Perguntou Tyler um pouco sonolento.

- Você é Tyler Cinis, certo?

- Sim, sou eu. Algum problema?

- Temos um mandato de prisão por agressão. Uma câmera de segurança gravou você agredindo um homem ontem à noite. – Foi só o policial careca falar tais palavras que Tyler acordou por completo.

- Como é?

- Por favor, venha conosco. – Tyler foi escoltado até o carro da polícia e foi levado até a delegacia da cidade, onde Tyler ficara preso por um bom tempo.
 


Depois de um dia inteiro preso, Tyler finalmente é solto por um policial. Tyler estava cansado e meio que enjoado de ficar em uma cela por um dia inteiro. A fome que ele sentia no momento era maior que tudo e o pior era o policial que o escoltava; o policial estava comendo uma rosquinha bem na sua frente.

- Você teve sorte garoto. Uma mulher pagou a sua fiança. – Disse o policial que havia prendido Tyler.

- Uma mulher?

- Sim, uma mulher. Não deve ser sua mãe eu acho, ela é muito bonita. – Tyler olhou para o policial com um olhar de indignação.

- Engraçado senhor, estou chorando de rir. – Após sair da delegacia, Tyler avistou uma mulher ruiva e alta encostada em um carro. Tyler congelou por dois minutos por causa da beleza da mulher e também ele estava confuso com tudo aquilo.

- Foi você que pagou a minha fiança, não foi? – Perguntou Tyler

- Sim, fui eu. – Respondeu a mulher ruiva

- Ok, te agradeço por isso, mas porque você gastou dinheiro com um desconhecido?

- Eu vou te explicar tudo, entre no carro e a gente vai conversando. – Os dois entraram no carro preto esportivo e saíram da delegacia rumo a casa de Tyler.
Enquanto estavam a caminho da casa de Tyler, a mulher ruiva começou a explicar para Tyler o porquê de ela ter pagado a fiança dele.

- Seguinte, eu trabalho em uma organização mundial anticrimes e nós temos pessoas iguais a você dentro dela.

- Iguais a mim como? – Perguntou Tyler olhando fixamente para o lado de fora do carro.

- Você lembra do objeto que você usou para agredir aquele homem? Então, eu vi a gravação e aquele objeto é uma Zero.

- Zero? Que porcaria é essa? Eu estou em uma pegadinha? – Disse Tyler olhando para um lado e para o outro.

- Quando a gente chegar na sua casa, pegue aquele objeto e traga até mim, por favor. – Tyler começou a lembrar da bengala que ele tinha usado e tudo começou a ficar claro para ele.

- Tudo bem. Eu nem perguntei, qual é o seu nome?

- Eddie. Meu nome é Eddie.

- Prazer em conhece-la, Eddie.

Após chegar em sua casa, Tyler pegou o taco e voltou para o carro. Eddie estava fora do carro esperando ele voltar.

- Pronto, foi essa bengala que eu usei aquele dia. – Disse Tyler mostrando a bengala para Eddie.

- Então esse foi o objeto usado?

- Sim. Foi essa bengala que eu usei.

- Deixe me ver ela direito. – Eddie pegou a bengala e retirou o cabo de cor preta dela.

- Você está louca mulher? Você destruiu a beng.... Mas o que é isso? – Tyler olhou para a bengala e aquilo não se parecia nada com uma bengala. Aquilo era uma espada.

- Bengala? Você é engraçado. Vamos entre no carro, nós vamos para o prédio da nossa organização.


Tyler ficou boquiaberto por dois minutos inteiro, ele não sabia o que havia acontecido e por que daquela bengala ser uma espada de verdade, mas tudo estava fazendo sentido para ele. Quando ele observou direito a espada, ele percebeu que não poderia ser uma bengala normal, mesmo parecendo muito com uma. Ele percebeu que o comprimento da bengala não era normal, era um pouco maior.

- Posso te perguntar uma coisa. – Disse Tyler.

- Claro. O que foi?

- Como ninguém conseguir ver esse troço naquele lugar antes de mim?

- Muitas pessoas não conseguem enxergar essas espadas porque suas auras não estão ligadas a elas.

- E a minha está ligada a estas coisas desde quando?

- Bom, as auras podem estar ligadas desde a bisavós ou, você pode ter encostado em alguma espada sem saber. Você se lembra de ter encostado em uma?

- Não, mas isso faz sentido. – Concordou Tyler fazendo um gesto de sim com a cabeça.

- Nós já estamos chegando no prédio. Chegando lá eu consigo te explicar com mais clareza tudo isso, tudo bem?


Depois de ficarem mais tempo conversando dentro do carro, eles haviam chegado no local. O prédio gigante todo espelhado fazia com que Tyler tivesse alguma lembrança de seu passado que ele não lembrará até um bom tempo. Após entrar no hall de entrada, Tyler ficou impressionado; só havia mulheres trabalhando naquele prédio. Logo que percebeu isto, Tyler achou que estava no céu. Parecia que as mulheres mais bonitas do mundo estavam reunidas trabalhando em um mesmo lugar para algo honrável e memorável talvez.

- Eddie, porque só tem mulher aqui dentro? – Perguntou Tyler enquanto esperava Eddie apertar o botão para fechar as portas do elevador.

- As mulheres são muito mais espertas que os homens. Homens só servem para fazer o trabalho braçal enquanto a gente bola planos para vocês não morrerem tão cedo.
- Eu acho isso certo, mesmo assim, não tem nenhuma mulher com uma espada dessas aqui dentro?

- Não acho certo elas batalharem deste jeito. Não as minhas meninas. Elas possuem a aura ligadas as espadas já de nascença. Preciso delas para sentir algo incomum acontecendo aqui no país ou no mundo. – Os dois saíram do elevador e começaram a andar em direção a uma sala de paredes de vidros.

- Entendo, então quem viu as filmagens minhas foram vocês, estou certo?

- Não. Você bateu em uma pessoa bem na câmera de segurança mais usadas para achar pessoas que participam de gangues. – Tyler olhou para Eddie com um olhar desapontado. – Mas gostei da sua observação, a gente poderia ter feito isto.

Enquanto os dois avançavam, Tyler observou que havia doze mesas, mas só quatro mulheres em uma das doze mesas. Na hora ele ficou confuso, mas ele descobrira o motivo pouco depois de entrar na sala.

- Pode se sentar onde você quiser. – Tyler olhou para a mesa retangular que ficava no meio da sala e se sentou em uma cadeira a direita da mesa.

- Desculpa a demora, Eddie. - A pessoa que disse aquilo era Gomi, o único que possuía uma espada igual a de Tyler.

- Quem é o loirinho aí? – Disse Tyler.

- Prazer, meu nome é Gomi. Eu trabalho para a global force
.
- Global oque?

- Global force. – Disse Eddie. – A organização chama-se global force, e este é Gomi, o único que possui uma espada igual a sua.

- Só tem um aqui? – Perguntou Tyler.

- Na verdade tinha três, mas dois morreram e um desapareceu. – Respondeu Gomi.

- Tyler, como você foi preso e eu paguei a sua fiança, você deve um favor a mim não acha? – Falou Eddie.

- Você quer minha espada, não é? Bem, eu não vou dar ela para ninguém não. – Falou Tyler segurando a espada com toda a sua força.

- Na verdade eu quero você. Quero que trabalhe para mim.

- Eu trabalharia, mas, eu tenho um trabalho já.

- Na verdade não mais. – Disse uma loira alta. – Você foi demitido depois de ter sido preso.

- E como você sabe disso garota? – Perguntou Tyler nervoso.

- Eu trabalho para Eddie, e ela me pediu para ficar de ouvidos na sua linha telefônica. Seu antigo chefe te demitiu pela secretaria eletrônica. Que coisa não?

- O meu deus, agora ferrou de vez. Como vou ajudar minha mãe com as contas? E como eu vou contar para ela que eu fui preso? – Tyler estava nervoso e confuso, ele não sabia o que fazer diante daquele problema.

- Trabalhe para nós. Eu posso apagar seu registro onde diz que você foi preso e, além do mais, você vai ganhar o dobro aqui. – Tyler imediatamente arregalou seus olhos azuis com uma extrema felicidade.

- Isso é sério? Que maravilha! O que devo fazer?

- Você deve fazer o trabalho manual para a gente, isso significa que você terá que lutar.

- Por minha vida em risco para ganhar o dobro e acabar com o registro onde diz que eu já fui preso? Eu aceito.

- Gomi passara a treinar você a partir de amanhã.

- Eu vou ter que treinar? – Perguntou Tyler bocejando de preguiça.

- Sim, você irá treinar comigo. – Disse Gomi. – Você precisa aprender a usar a espada de modo correto ou irá morrer.

Depois de uma longa conversa, Eddie levou Tyler de volta para sua casa. Tyler estava exausto, além de ter sido preso por um dia inteiro; ele perdeu metade do outro dia naquele prédio. Ele não pensava em outra coisa além de deitar em sua cama e dormir até o outro dia.
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