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Pokémon Crystal Guardians

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Pokémon Crystal Guardians

Mensagem por Lawliet em Sex 12 Maio 2017 - 0:33

Pokémon — Crystal Guardians
Notas do Autor:
Eu sou muito ruim com main-posts. Então eu basicamente ''roubei'' o cabeçalho da fanfic do Rush e coloquei aqui <3 Espero que não se importe, Rush.
Inclusive agradeceria se pudesse me ensinar a fazer o pequeno ícone para inserir uma música. Seria bastante útil.
A tendência é das notas aumentarem com o decorrer do tempo.



—XXX —

Era tarde da noite em Newbark. A chuva fina caía fazendo os poucos acordados a bocejar. Luke eram um desses poucos que ainda estavam acordados. O garoto de cabelos castanhos escuros bastante bagunçados comia um miojo sabor churrasco enquanto assistia a cena final de King of Demons no seu SNES. Sentia uma satisfação muito grande em zerar um jogo como esse.

O garoto vestia um pijama com estampas de Pikachu. Sentava num poof igual de um Ditto e comia o seu miojo em meio as pilhas de comida industrializada que lotava a lixeira ao lado de sua televisão. O quarto de Luke era cheio de posters de Rpgs como Final Fantasy VII e Diablo; além de algumas pinturas que sua mãe fez dos Pokémons que tinham em casa.

A chuva de repente se tornou mais forte e pesada. Sua casa, que era próxima à laguna de Newbark era uma das poucas que tinha uma vista tão bonita durante o dia. Porém de repente a atmosfera daquela região estava muito estranha. De repente, o garoto ouviu um barulho de dois bichos se atacando e rolando no chão, com rugidos altos e urros agudos e rasgados. Aquilo chamou muito a sua atenção. Era diferente de qualquer coisa que já tinha ouvido.

- ... Que porra é essa?

Rapidamente o garoto aproximou da janela do seu quarto e levantou devagar a persiana, se agachando e deixando apenas metade da sua cabeça exposta fora da janela. A cena em questão foi algo bem confuso, via dois Pokémons se atacando, mas era com uma velocidade tão grande que via apenas seus traços com bastante dificuldade, pois quase todos os postes estavam apagados.

De repente um raio caiu entre os dois, o que estourou as lâmpadas dos postes que ainda estavm acesos, porém por um milésimo de segundo Luke viu dois Pokémons quadrúpedes de cores diferentes porém com alguma semelhança física. Os dois olharam diretamente para ele nesse segundo, e no outro desapareceram no mesmo momento que a luz do raio cessou.

Assustado, o garoto fechou rapidamente a sua janela e a persiana e correu para o desligar o interruptor com um medo irracional de que as duas feras poderiam entrar no seu quarto e atacá-lo. Porém antes que alcançasse o interruptor, sua mãe abriu a porta com violência, acertando a sua cara, e o derrubando no chão.

- Que diabos você tá fazendo acordado essa hora, menino? — Perguntou a mãe, de mal humor. A Clefairy da família fez a mesma expressão e cruzou os braços. — Esqueceu que amanhã é o primeiro dia da sua jornada? Se não chegar cedo no laboratório do professor Elm não vai conseguir nenhum Pokémon!

- Mãe, tinham dois Pokémons enormes lutando lá fora! — Exclamou Luke, apontando para a janela. — E a propósito, o Vick deve passar aqui pra a gente ir juntos.

A mãe abriu a janela e não viu nada, apenas notou que as lâmpadas estavam queimadas.

- Eu acho que você tá ficando lelé de tanto dormir tão tarde! — A mãe disse ao garoto, que escorregou. — Cleffy, use Sing!

O Pokémon rosinha começou a cantar uma melodia não muito alta, mas as notas e a suavidade de sua voz fez com que o garoto dormisse imediatamente. A mãe e a Clefairy levantaram o garoto e o embrulharam em sua cama.

- Será que eram os guardiões que minha mãe falava? — Se perguntou a mãe de Luke. — Não...

To Be Continued


Última edição por Lawliet em Seg 22 Maio 2017 - 1:40, editado 4 vez(es)
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Re: Pokémon Crystal Guardians

Mensagem por Black~ em Sex 12 Maio 2017 - 13:00

Bem, vamos lá.

Primeiro, devo dizer que é muito legal ver novos autores aqui, já que as outras fanfics ativas são de escritores experientes já, mas enfim. Vamos falar do que importa.

Deu pra perceber que o protagonista será um treinador em busca de insígnias. Todavia, você ainda colocou aquela cena com dois dos cães lendários, que eu achei bem interessante. De acordo com o nome e com o que a mãe do garoto disse, imagino que se trate de uma história mais focada nas lendas de Johto, com os cães lendários, Ho-oh, a Torre de Ecruteak e etc, mas enfim.

Bem, eu realmente não tenho muito o que falar, já que foi só um prólogo e é compreensível o tamanho pequeno e sem grandes acontecimentos relevantes. Só tenho que comentar que achei interessante o fato de a família criar um monte de pokémon em casa; achei curioso, já que pareceram animais domésticos mesmo, mas enfim.

Ah, eu vi que você queria colocar músicas na sua fic, vou pegar aqui o comentário que o Rush fez em outra fic, explicando como se põe vídeo:

@Rush escreveu:
Vou dar uma dica TOTALMENTE DESNECESSÁRIA, mas é algo que eu e -Ice fazemos pois acho que dá uma magia na fic, além de uma assinatura. O que você acha de colocar trilhas sonoras na fic? É só você ir num vídeo no youtube, bem abaixo do "Inscrever-se" tem um "compartilhar". Você clica no "compartilhar" > "incorporar" e vai gerar um código, onde vai ter essas porras aqui:

width="560" height="315"

Você só coloca "65" pra ficar num tamanho maneiro.

Enfim, é isso e estou no aguardo dos próximos capítulos.

É só e boa sorte com a fic.
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Re: Pokémon Crystal Guardians

Mensagem por Lawliet em Dom 14 Maio 2017 - 19:43

Comentários:

@Black~ — Obrigado pelo quote! Vai ajudar bastante no decorrer dos capítulos. Gostei que você notou que se trataram dos cães lendários e acertou sobre o fato que a fic vai ter muito das lendas de johto em paralelo com uma jornada não tão clichê assim.
E assim começa a Crystal Guardians. Com um título clichê de uma jornada não tão clichê assim. Espero que gostem e comentem, pois isso dá uma puta ajuda pra continuar e alimentam meu ímpeto. Talvez eu deva botar uma classificação pra maiores de 16 ou 18 por conta dos palavrões e humor negro, mas não sou o pai de ninguém desse fórum (eu espero).
O primeiro episódio é quase um especial de dia das mães, portanto, feliz dia das mães!

Capítulo 1 — O começo de tudo.
Vick chegou cinco minutos antes do combinado na casa de Luke, o que era uma coisa extraordinária, pois a vida toda ele sempre chegou atrasado pra qualquer coisa. Ele pegou uma pedrinha e jogou na janela do amigo, esperou um tempo e nada. Pegou outra um pouco maior e jogou. Nada. Pegou uma maior ainda e na hora que a pedra ia acertar a janela, Luke abriu a mesma só pra tomar uma pedrada no meio da cara, que o fez cair no chão de seu quarto, que tomou alguns segundos pra levantar com o nariz sangrando.

- Não sabe esperar, filho de uma Miltank?! — Gritou Luke, limpando o sangue do nariz com o lençol.

- Ih, foi mal aí, meu brother. — Disse Vick com sua voz aveludada de nego charmoso.

Vick era um cara deveras alto. Vestia um bermudão camuflado e uma camisa polo preta. Os dois eram amigos desde bem pequenos, e compartilhavam de quase todos os gostos. Hoje seria o dia que ambos sairiam em jornada depois de muito tempo sonhando com as aventuras que gostariam de ter.
Luke mandou Cleffy abrir a porta enquanto se despedia de sua mãe. Ele vestiu um moletom azul marinho e calçou seus vans surrados. Sua mochila estava pronta em cima de sua cama. Ele achou um bilhete no quarto de sua mãe, que dizia que odiava se despedir, então saiu mais cedo pra visitar sua avó e deixou um presente: Uma Poké-Gear azul.

O garoto botou a Pokégear no pulso esquerdo e a configurou enquanto descia as escadas pra encontrar seu amigo.

- Caralho, maluco! Esse modelo novo é muito caro! Onde cê conseguiu dinheiro pra comprar esse Pokégear? — Perguntou Vick, arregalando os olhos.

- Ganhei de presente. — Respondeu Luke, um pouco chateado por sua mãe não se despedir direito. Estava decidido a encontrá-la para dar um abraço depois que pegasse seu Pokémon inicial. —Bora logo, ainda tô puto com essa merda que tu fez.

Os dois saíram então e Luke deu um abraço na sua Cleffairy. Enquanto andavam na rua Vick puxou assunto.

- Tu já decidiu qual Pokémon tu quer? —Desconversou Vick.

- Quero o Cyndaquil. Gosto mais das evoluções dele. — Respondeu Luke. — E tu?

- Quero qualquer um que tiver livre! — Disse Vick, e os dois riram. — Mas se eu puder escolher, quero o Totodile.

- Pode crer.

- Tu acha que algum dia a gente vai ter todas as insígnias? Meu primo tá em jornada faz mais de dois anos e agora que chegou na sexta.

- Rapá, eu não sei tu, mas eu vou pegar todas até o ano que vem. Vou pegar antes que a Liga comece.

- Duvido.

- Quer apostar?

Os dois chegaram na rua do professor Elm, bem perto de uma pracinha. Haviam vários garotos surrados no chão e três de pé felizes por estarem serem os três que pegariam um dos Pokémons iniciais de Johto.

- Eu já esperava essa merda. — Suspirou Luke. Bastou um olhar para os outros perceberem que os dois amigos queriam entrar no laboratório do professor também.
Luke tomou um soco despercebido bem no lugar onde tomou a pedrada mais cedo. Vick puxou o braço do garoto e deu botou a perna por atrás das pernas dele antes de dar um empurrão no peito muito forte, fazendo o garoto cair e bater a cabeça forte no chão. Luke se levantou e deu um chute no estômago do garoto que havia batido na sua cara e depois partiu pra cima dos outros dois junto com seu amigo.

Não deu cinco minutos e a pancadaria ainda rolava solta. Luke havia nocauteado o outro garoto com um chute nas bolas seguido de um gancho de direita. O último garoto sacou um canivete de seu coturno.

- Tenta a sorte, negão! — Disse o moleque de cabeça raspada para Vick.

Antes que pudesse fazer alguma coisa, Luke apareceu na sua frente e deu um tapa na sua mão, derrubando o canivete. Os dois garotos bateram nele até ele ficar parecendo um Gloom de tantos hematomas.

Chegando na porta do laboratório do professor Elm, um garoto baixinho desceu do banco de trás uma Mercedes preta, chegando na porta antes dos dois amigos.

- Só avisando que ninguém vai passar na minha frente! Cheguei antes de vocês! — Disse o baixinho, cruzando os braços.

O garoto era uns vinte centimetros menor que Luke e trinta menor que Vick. Ele vestia uma bermuda azul escura e uma camiseta esportiva.

- Aaaah, tu tá se achando demais, pintor de rodapé. — Brincou Vick.

- Tu viu o tanto de gente que tá no chão que brigou pra poder ser um dos primeiros? — Perguntou Luke.

- É, mas não tem mais ninguém aqui. — Respondeu o baixinho. —A propósito, vai se foder, Zé Piqueno. Não vou brigar com ninguém aqui. Eu cheguei primeiro.

- Coé, escalador de meio-fio?

- Noob Saibot!

- Lenhador de bonsai!

- Picolé de asfalto!

- Meia-foda!

Enquanto Luke apreciava aquele duelo entre cavalheiros. Elm abriu a porta do laboratório e ficou boquiaberto pelos xingamentos proferidos entre os garotos.

- O-oi, garotos! Vejo que são os primeiros esse ano! — Cumprimentou o professor, rindo de nervoso. Ele viu os outros garotos jogados na rua de longe, mas fingiu que não viu, pois conhecia todos os garotos da cidade e sabia que naquela terra de caipiras as coisas se resolviam assim. — Entrem, por favor.

O laboratório do professor Elm era muito maneiro. Tinha muitos computadores, plantas e uma equipe de cientistas trabalhando e fazendo relatórios. Era um longo percurso até a salinha onde o professor tinha as Pokébolas dos iniciais dentro de uma cápsula.

- Ei, pô. Qual o teu nome? — Perguntou Luke enquanto andavam. — O meu é Luke e esse é o Vick.

- Meu nome é Lawrence. Mas podem me chamar de Larry. — Respondeu Larry.

Enquanto Elm falava sobre o mundo Pokémon e provavelmente as mesmas bobagens que falava todos os anos para treinadores que vinham receber um dos iniciais, Vick e Luke praticamente não ouviram nada, ficaram rindo e conversando. Apenas Larry tinha escutado com bastante atenção.

Chegando na sala do professor, se depararam com uma cápsula armazenando três Pokébolas. A do meio era a do Totodile, a da esquerda era do Cyndaquil e da direita a Pokébola da Chikorita.

- Muito bem. Quem foi o primeiro a chegar? — Perguntou Elm.

- Fui eu! — Disse Larry, dando um passo a frente e depois indo em direção a cápsula. — Eu escolho o Totodile!

- Ah não! — Esbravejou Vick. — EU ia escolher esse!

- Ué, problema teu. — Disse Larry, dando de ombros.

- GRRR! Vou pegar a Chikorita, então! — Exclamou Vick, pegando a Pokébola da direita.

- Putz, ainda bem que ninguém pegou o Cyndaquil... — Luke suspirou aliviado pegando a última Pokébola restante, sorrindo para o Pokémon de fogo, que também parecia muito feliz por ter sido escolhido por Luke.

- Boa sorte nas suas jornadas, garotos. — Disse o professor Elm, entregando cinco Pokébolas e uma Pokédex para cada um com a ajuda de um assistente. — Registrem meu número em seus Pokégears caso precisarem tirar alguma dúvida: X08FU9JJ666D.

Após registrarem o professor na Pokégear, os três garotos saíram do laboratório e soltaram seus Pokémons na pracinha em frente.

- E aí, Cynda! — Cumprimentou Luke, colocando seu Pokémon no colo, que o abraçou muito contente. — Vamos trabalhar juntos, ok?

*Cyndaquil!*

(Porra, eu queria um Totodile...) — Pensou Vick. — (Vou bater nesse anão e ficar com os dois.)

*Chiko!* — O Pokémon de grama fez carinho no garoto.

- Ai que fofaaaaa! —Exclamou Vick, que desafinou de um jeito muito engraçado.

- Ei, Luke. Tá afim de uma batalha? — Perguntou Larry animado. — É um bom jeito pra testarmos nossos Pokémons!

- Nah, não tô afim, valeu. — Respondeu Luke. — Tenho que ver uma coisa antes. Vamos, Cynda!

Luke correu até a casa de sua mãe, acompanhado por seu recente porém fiel Cyndaquil. Enquanto isso, Vick e Larry estavam decidindo que apelidos iriam botar nos seus Pokémons.

Chegando em casa, ele encontrou sua mãe guardando as compras.

- Oi, filho! Pensei que já havia saído em jornada. — Disse a mãe, enquanto entregava algumas coisas leves para sua Clefairy botar na geladeira. — Gostei do seu novo amiguinho.

- Como eu ia embora sem me despedir de você? — Respondeu Luke, abraçando-a. —Esse é meu Cyndaquil. Ainda não pensei num nome pra ele.

- Entendi, filho. — Disse sua mãe, limpando as lágrimas que já estavam caindo. — Droga, é por isso que eu odeio me despedir.

- Não precisa chorar, mãe. — Disse o garoto, apreensivo. — Vou voltar pra casa sempre que eu puder! E vou voltar com a taça da Liga Johto! Eu prometo!

- Haha! Sabia que eu já fui a campeã de Johto? O único que me derrotou foi seu pai. — Disse a mãe. — Agora vá, antes que eu me arrependa.

- Tá bom. — Disse Luke, após receber um beijo na bochecha. — Vamos, Cynda! Brigado pelo PokéGear!

O garoto saiu de casa acompanhado de seu Cyndaquil e voltaram para a praça.

- Brother, tem problema se o baixinho vir com a gente? — Perguntou Vick.

- Não, ele é de boa. — Respondeu Luke. — Mas bem que seria massa dar um rolezinho de Mercedes, né? Haha.

Os três, então, saíram da cidade. Sabiam que havia um oceano de possibilidade esperando por eles.

TO BE CONTINUED...
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Re: Pokémon Crystal Guardians

Mensagem por Rush em Seg 15 Maio 2017 - 14:20

E aí, Law!

Olha, eu não ligo em você se inspirar no meu mainpost não! Fico até me sentindo lisonjeado. Sobre o player, o Black anexou meu comentário acima, e infelizmente não tem outro jeito mais simples de criar o mesmo.

Irei primeiramente comentar o prólogo que foi nostálgico para mim por algum motivo. scratch Não sei, lembro que em minha primeira Fan Fiction de Pokémon que eu escrevi, embora tivesse sido também em Kanto, eu tive a mesma sensação que você teve para escrever esse prólogo. Descrever a ansiedade, esperança, tudo mesclado com o medo do desconhecido. O conforto da casa em um mundo "perfeito" como este, além de um certo realismo em relação ao bem-estar, como vídeo-games, posters, móveis... Mostrando como o protagonista teve uma ótima infância antes de jornada.

Achei interessante a forma em que a mãe controla o sono do filho com a Clefairy usando Sing. Acho que ter um Pokémon com esse movimento deve ser ótimo para o dia a dia, evitando uma noite de insônia. AUEHUAE'

Sobre o primeiro capítulo, eu tenho que admitir que ri bastante. A forma em como as crianças de New Bark decidem quem vai pegar os iniciais foi no mínimo interessante, além de me deixar pensando se EU não faria o mesmo se estivesse no lugar deles. Não sei se a escolha dos iniciais é de ano a ano, mês em mês... Mas com certeza não iria aguentar esperar e tacaria porrada em qualquer um que estivesse em meu caminho.

A escolha do Cyndaquil como inicial foi manjada, mas em teu lugar, eu faria o mesmo. Embora eu goste mais do Totodile, eu acho que na vida real eu escolheria um Cyndaquil por ele ser fofinho, quentinho e peludinho. Com certeza seria um inicial que eu iria escolher, além do Typhlosion, para mim, ser o inicial de fogo mais badass que já existiu, até mais que o Charizard. Pena que no competitivo não é assim, mesmo que ele aprenda O MOTHERFUCKING ERUPTION, que é um dos ataques mais fortes de fogo, até mais que o Fire Blast.

Não sei porque, mas não fui com a cara do Larry. Talvez seja preconceito meu por ele ser milionário e ter esperado o momento certo para sair de sua mercedes e passar na frente dos protagonistas, escolhendo o Pokemon que Vick queria, mesmo sem saber. Sei lá, sinto que ele ainda vai vacilar ou trair os dois.

No entanto, gostei do Vick e achei bem interessante ele ter um Chikorita. Sei lá, o Chikorita é um dos únicos Pokémons iniciais, assim como aquela lontra da nova geração, que parece ter sido feita para o público feminino. Quer dizer, enquanto em Kanto você realmente FORÇA a cabeça para escolher um dos três iniciais, em johto você só força para escolher o Cyndaquil e o Totodile por serem mais maneiros. Então creio que vai ser interessante ver um negão alto e viril treinando uma Chikorita. UAHEUA'

É isso, meu jovem. Aguardo ansiosamente o próximo capítulo, e admito que me senti curioso em como você vai fugir do clichê, embora tenha achado esse cap um clichê bem inovador e interessante.

Um abraço!


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Re: Pokémon Crystal Guardians

Mensagem por Black~ em Ter 16 Maio 2017 - 17:07

Bem, vamos lá.

Gostei desse capítulo. Obviamente, foi melhor que o prólogo, já que os prólogos geralmente não mostram muito. Mas, de toda forma, gostei da apresentação dos personagens e gostei dos dois protagonistas no geral. Cara, eu ri muito da forma escrota que os moleques pegam os pokémons huhauhauha, saem no soco e o mais forte pega o pokémon. Eu achei bem tosco, mas foi o tosco engraçado -q, afinal é impossível numa cidade com um monte de nego, só três conseguirem pegar os pokémons. Continua sendo três, mas pelo menos no jeito da roça, ninguém acaba perdendo huahua.

Cara, eu ri demais desse humor escrachado da fic. Apesar de eu achar meio exagero colocar algumas coisas na narração, eu não posso reclamar, pois também coloco huahuha. Enfim, de toda forma, eu ri daqueles apelidos de sexta série que os moleques estavam usando.

Como eu disse, gostei dos dois principais, mas achei esse Larry bem lixão, já que não é o tipo de personagem que me agrada, não, mas vamos esperar. Uma coisa que eu também gostei foi o Larry chamando o Luke pra batalhar e o protagonista recusando. Eu achei bem legal isso, porque tipo, é uma das coisas mais idiotas que têm, dois moleques que nem se conhecem (esses dois aparentemente se conheciam) e saem batalhando sem motivo nenhum, apenas por quererem ser rivais. Achei um ponto interessante que torna o teu clichê um pouco inovador.

Como o Cyndaquil é um dos meus dois iniciais favoritos (existe esse tipo de ranking? -q), gostei do fato do protagonista tê-lo escolhido. Mas também achei legal o vice-protagonista ser um puta negão lustroso™ e ter uma Chikorita; confesso que achei bem legal e que novamente torna o seu clichê diferente, já que sempre é uma menina que fica com a Chikorita.

Bem, no geral é isso.

É só e boa sorte com a fic o/
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Re: Pokémon Crystal Guardians

Mensagem por Lawliet em Qui 18 Maio 2017 - 0:15

Comentários:

Rush: Eu li Ryuzaki Adventures tantas vezes que eu acho que ficou impregnada no meu subconsciente. Talvez eu tenha me inspirado no prólogo de Ryuzaki sem perceber. A propósito, descobri recentemente que você é o escritor de Ryuzaki Adventures. Gosto muito das suas novas fics though.
Sim, o Cyndaquil é um dos meus iniciais preferidos, juntos com o Charmander e o Bulbasaur. Eu não saberia escrever essa fic e desenvolver os personagens se eu não tivesse uma base no relacionamento do Gold e Explotaro nos mangás e no especial do Raikou no Pokémon Chronicles, que deram uma ajuda em pensar como desenvolver os personagens e como se relacionam com seus Pokémons. Obrigado por comentar. Farei o meu melhor e espero que continue acompanhando.

Black: Sim! Já vivi muito tempo na roça e sei como os moleques resolvem as coisas HUAHAEU' O humor escrachado vai continuar. O Larry é um cuzão, mas um é um cuzão que todo mundo acaba gostando. Espero que continue acompanhando.
Esse capítulo tive um pouquinho mais de dificuldade de fazer porque digamos que não é o meu forte narrar batalhas, então eu fiz como faço quando jogo rpg interpretativo. E acho que funcionou e é similar a como os outros escritores fazem, então, tudo bem. Espero que gostem do capítulo e que mais pessoas comentem com o tempo.

Capítulo 2 — Conflitos e surpresas.

- Fiery, use Ember! — Disse Luke.

O Cyndaquil então lançou de suas costas chamas que acertaram o Rattata com quem estavam batalhando, nocauteando-o.

- Boa, Fiery! — Exclamou o jovem treinador, abraçando seu Pokémon de fogo. —Já é nossa quarta vitória.

Um pouco atrás dos três treinadores haviam outros três Ratattas nocauteados.

- Sério que esse vai ser o nome do seu Cyndaquil? — Indagou Larry.

- Qual o nome do teu Totodile? — Perguntou Luke.

- Crock.

- Porra, e tu ainda quer falar de mim? — Riu Luke. — Qual o nome da tua Chikorita, Vick?

- Rita. — Respondeu Vick.

Mal sabiam Luke e Larry que no bolso traseiro de Vick estava uma listinha com vários possíveis nomes riscados, entre eles: Chikofrita, Chikonigga e Maconha.

Os três garotos já estavam andando na Rota 29 há meia hora. A hora do almoço já estava chegando.
De repente, um Pidgey apareceu, comendo os restos do casulo de um Weedle.

- Crock, use Frustration! — Comandou o garoto baixinho.

O Pokémon de água emanou uma aura vermelha e desferiu multiplos ataques com suas garras no Pidgey, que caiu desamparado, tentando se lavantar.

- Que ataque é esse? — Perguntou Vick, impressionado.

- Quanto menor a ligação do Pokémon com o treinador, mais forte é esse ataque. — Disse Larry, tirando de sua mochila uma pasta cheia de TM's. — A primeira coisa que eu fiz quando peguei o Totodile foi ensiná-lo esse ataque.
Pidgey usou Gust, que empurrou os três treinadores para trás e derrubou Crock, mas ele fincou suas garras no solo para poder se segurar do vento forte do Pidgey.

- Bite. — Larry deu o comando.

O Pokémon crocodilo então usou toda a energia em suas pernas para correr contra a força do vento e dar uma mordida na asa do Pidgey, que deu um grito de dor, caindo nocauteado. Larry jogou a Pokébola e capturou o Pidgey.

- Eu venho de uma família de treinadores de elite. — Disse Larry, pegando a Pokébola no chão, satisfeito com sua captura. — Treino pra ser um mestre Pokémon desde que eu era pequeno.

- Tu quer dizer menor ainda, né? — Vick brincou.

- Vai te foder. — Disse o garoto baixinho. — Quando chegarmos em Cherrygrove vamos almoçar na minha casa. Quero mostrar pra vocês o lugar onde eu treinei.

Não demorou muito para que os três chegassem no fim da Rota 29 e mais pra frente, no início de Cherrygrove City.
Cherrygrove era uma cidade florida e muito bonita. Haviam muitas casas e edifícios, mas uma casa em especial se destacava, casa não, uma verdadeira mansão. Era uma casa de dois andares com azulejos brancos.

Larry colocou sua digital num pequeno display na porta de casa, desbloqueando-a. Chegando lá, foram recepcionados por uma escolta de dois Houndours até a entrada de casa. Uma empregada chegou e Larry mandou que fizesse o almoço enquanto ele levaria os dois para a sua sala de treinamento.

- Caralho, que casa enorme...! — Cochichou Vick para Luke.

Os três pegaram um elevador que ficava na sala de estar e desceram até o subsolo, onde ficava uma sala com muitos livros sobre Pokémons em uma estante e um computador enorme onde colocava hologramas de Pokémons aleatórios para lutarem em um ringue real, tendo como escolher o ataque, o nível e a habilidade especial dos Pokémons.

- Eu treinei aqui a minha vida toda. Já li quase todos os livros dessas prateleiras. — Disse o garoto, com um semblante um pouco sério. — Treinei com os Pokémons da minha família e com os Pokémons da escola pra treinadores, então queria batalhar contra os dois outros treinadores que pegaram os iniciais pra confirmar a diferença de níveis entre nós.

- Agora? — Perguntou Luke. — Eu tô morrendo de fome, pode ser depois?

- A empregada tá fazendo o almoço. — Respondeu Larry, subindo no ringue. — Primeiro você, Vick.

O garoto baixinho soltou seu Totodile e Vick subiu no ringue, soltando sua Chikorita.

- Rita, use Razor Leaf! — Disse Vick.

- Desvie e use Bite.

A Pokémon de grama lançou vários projéteis afiados de sua cabeça, errando vários, mas acertando alguns que Crock não conseguiu desviar, mesmo assim, em um forte impulso Pokémon crocodilo deu uma forte mordida na Chikorita, que caiu no chão de dor.

- Saia dessa situação! Use Growl! — Gritou Vick.

Rita deu um grito em uma frequência estranha, que fez com que o Totodile botasse as duas mãos em seus ouvidos, se distraindo. Aproveitando a situação, a Chikorita deu um Tackle, fazendo-o bater nas cordas do ringue.

- Frustration! — Larry deu o comando.

O Totodile então emanou uma aura vermelha e acertou Rita múltiplas vezes com suas garras, nocauteando-a. Porém, o Pokémon aquático não parou os ataques e Rick teve que retorná-la para sua Pokébola.

- Qual é o teu problema, bicho? Por que não mandou ele parar? — Perguntou Vick, claramente puto.

- Foi mal. Isso é estranho, porque ele tem sido bem disciplinado. — Disse Larry, pensativo. — Talvez o Frustration esteja mudando o seu comportamento.

- Então, não é melhor tirar isso? — Perguntou Luke. — Conforme vocês forem se conhecendo, o Frustration não vai mais fazer efeito.

- Eu não pretendo me relacionar afetivamente com meu Totodile. — Disse Lawrence, o que causou um pouco de espanto nos dois treinadores, e até seu Pokémon, que até então estava com uma expressão apática. — Não nos relacionamos com Pokémons aqui na minha família. Somos mestres e eles são nossos servos. Trabalhamos juntos assim.

- Caralho, tem alguma coisa errada contigo, anão. — Disse Vick.

- Tá vendo aquela capsula ali, na sua direita? Ela serve pra recuperar seu Pokémon, igual o do Centro Pokémon. — Disse Larry. — Agora é sua vez, Luke.

Vick desceu do ringue e colocou a Pokébola de sua Chikorita na capsula. Luke subiu no ringue e soltou seu Cyndaquil.

- Eu não entendo o porque de você querer batalhar com a gente. — Disse Luke. — A diferença de níveis já não está clara o suficiente?

- Talvez você esteja certo. Mas isso não é o bastante pra mim. — Disse Larry, dando uma potion para seu Totodile, curando-o dos ferimentos da batalha passada. — Por favor.

- Fiery, use Tackle! — Disse Luke.

- Frustration! — Mandou Larry.

Fiery avançou em Crock, que partiu ao seu encontro com suas garras atacando incessantemente. O Cyndaquil acertou uma cabeçada, porém foi arranhado pelas garras do Totodile múltiplas vezes.

- Use a Water Gun! — Bradou Larry.

- Seque a água com o Ember!

Crock então, expeliu um jato d'água em Fiery, que lançou brasas de suas costas, que inicialmente se chocou com o jato, mas o jato d'água atravessou as chamas e acertou Fiery, que caiu no chão, muito cansado, porém se levantou com muita raiva.

- Smokescreen! — Bradou Luke.

Fiery soltou uma fumaça preta grande pelos póros de suas costas, cobrindo quase todo o ringue, só poupando os dois treinadores.

- Droga! Não consigo ver nada! — Reclamou o garoto baixinho.

- Heheheh...! —Riu Luke. — (Nem eu.)

O único que conseguia enxergar algo era Fiery, o que não era muito difícil, pois ver uma coisinha azul no meio de fumaça preta era como encontrar um elefante em um armário na sua visão privilegiada de Cyndaquil.

Crock começou a tomar vários Tackles de seu adversário, que acertava ele de todos os lados, dificilmente atacando de dois lugares de uma vez. Larry olhou em sua Pokédex e viu o HP de seu Pokémon no vermelho, quase acabando.

- Crock, use Rage! — Gritou Larry.

O Pokémon de água começou a ficar muito vermelho e começou a atacar com suas garras para todos os lados, porém o Cyndaquil conseguiu desviar de todos. A fumaça já havia se dispersado e o Totodile atacava incessantemente, conseguindo acertar alguns ataques, mas o Pokémon de fogo suportava firme.

- Use Frustration! — Bradou Larry.

Crock não obedeceu. Continuava atacando com o Rage.

- Ué, você não sabia? O Rage só acaba quando o Pokémon vence ou é derrotado. — Disse Luke, sorrindo. — Fiery, use Ember com toda a força!

- Não!

Fiery pulou em um dos pilares do ringue e soltou um jato de chamas por suas costas, atingindo em cheio o Totodile, que mesmo não sendo muito efetivo contra seu tipo, foi o suficiente para fazê-lo desmaiar.

- Boa, Fiery! — Luke pegou seu Pokémon e o abraçou. — Tu não disse que tinha estudado a vida toda sobre os Pokémons e não sabia algo tão manjado?

Larry estava de joelhos. Ele já era pequeno, de joelhos parecia um cotoquinho. Estava de cabeça baixa e tremendo de raiva.

- Saiam.

- Hã? Como assim? E o almoço?

- SAIAM!

Luke e Vick saíram da sala e pegaram o elevador. Foram novamente escoltados pelos Houndours e saíram da mansão.

- Que porra foi essa? — Perguntou Luke, confuso. — Qual o problema dele?

- Aquele anão playboy não sabe perder e ficou putinho, relaxa, meu brother. — Disse Vick, puxando o amigo e dando um mata leão. — Porra, tu é bom mesmo, hein? Vencendo com um Pokémon em desvantagem! Miseravão!

Os dois amigos andaram em direção ao PokéCenter. Enquanto isso, uma garota morena de cabelos pretos corria por Cherrygrove desesperada.

Na recepção do Centro Pokémon, Luke estava prestes a entregar seu Cyndaquil para ser recuperado, quando a garota praticamente deu um tackle nele, tirando-o da fila.

- Que porra é essa?! — Gritou Luke. — Sua gorda arrombada!

- Por favor, recupere o meu Po-po-po-po-pokémon! — Pediu a gordinha, entregando uma Pokébola.

- Ih, ainda é gaga? — Riram os garotos.

- N-n-n-n-não riam! Pa-pa-pa-pa-palhaços! — Gritou a gordinha, muito braba.

A enfermeira Joy colocou o Pokémon da garota junto com a Pokébola do Cyndaquil de Luke. Os dois se olhavam dentro de suas Pokébolas com alguma curiosidade.

- Isso deve demorar algum tempo. — Disse a Joy. — Vocês podem esperar na lanchonete ou na nossa área de lazer?

- C-c-c-claro!

Os três, então, foram para a lanchonete. Luke e Vick pediram um prato caprichado com muita carne e arroz com feijão e praticamente atacaram o prato. Estavam muito famintos. A garota ficou com vontade de perguntar se tinham saído da prisão recentemente, mas não disse nada.

- Qual o seu nome?

- Johanna.

- O que aconteceu? — Perguntou Vick. — Foi atacada por um Rattata?

- Não, pra ela me derrubar assim pra ser a primeira da fila, só pode ter sido atacada por algo mais forte como um Spearow ou um Pidgey! — Brincou Luke.

- S-s-s-seus idiotas! — Esbravejou a garota. — E-e-eu fui ata-c-c-c-c-c...

- Ih, travou... — Disse Vick.

- Eu fui atacada pela Equipe Rocket! — Gritou Johanna.

TO BE CONTINUED
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Re: Pokémon Crystal Guardians

Mensagem por Rukbat em Qui 18 Maio 2017 - 22:48

Oes.
Fazia tanto tempo que não parava pra ler uma fic de pokémon, isso me fez lembrar da época em que eu era ativo na área de HQ.

Como eu já te falei, faz muito tempo que não comento sobre alguma fic, então nem sei o que falar muito, mas eu gostei pakas dos xingamentos à la fundamental.
Foi interessante ter colocado a Chikorita com um dos personagens principais também, como o Black~ disse, sempre deixam a coitada com alguma menina random. E imagino que o Larry não será tão protagonista assim, ou estou enganado? v:
Eu te entendo sobre a dificuldade de narrar uma batalha, eu sempre preferi HQ's exatamente por isso, você não precisa necessariamente narrar, os sprites falam por sí só. q
@Lawliet escreveu:- Ih, foi mal aí, meu brother. — Disse Vick com sua voz aveludada de nego charmoso.
Certamente foi a melhor parte. q

No momento só tenho isso a falar, boa sorte nos próximos capítulos. :3
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Vick Deus

Mensagem por AngusMV em Sex 19 Maio 2017 - 23:27

Primeiramente, Vick Deus. Estou ansioso pra ver como essa Fic vai continuar. Achei os personagens interessantes, especialmente Vick, e achei que a leitura ta fácil e divertida. Cade o Capitulo 3
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Re: Pokémon Crystal Guardians

Mensagem por Slow em Sab 20 Maio 2017 - 13:58

Hey Lawliet o/

Desculpe demorar tanto pra ler, hehe. Enfim, estou aqui, vou tentar fazer um comentário geral do que há até agora.

Bom, começarei sendo chato. Tomarei a liberdade pra isso, mas logo aviso que, apesar de algo acabar parecendo... pesado?, eu curti a estória sim. Primeiramente, você disse que seu forte não é narrar batalhas, mas achei isso bem de boa, os treinadores deram o comando, os Pokémon executaram e você narrou os moves, consequências e tal, acredito que a experiência que disse ter com RPG realmente tenha funcionado. Você conseguiu até mesmo ir além dos games quando colocou Ember vs Water Gun (secar a água, top 10 lógicas auehaihe) ao mesmo tempo, tirando um pouco dos turnos. Não achei nada ruim ai.

Agora, o que eu quero te dizer é o seguinte: como opinião pessoal até que alguém sinta o mesmo, acho que está sendo bem focado no essencial. Pra explicar, vou pegar uma parte como exemplo:

Os três garotos já estavam andando na Rota 29 há meia hora. A hora do almoço já estava chegando. 
De repente, um Pidgey apareceu, comendo os restos do casulo de um Weedle. 

Três garotos andando, o lugar, o tempo da ação e uma estimativa da hora geral.
Um pássaro surge para comer um casulo (aliás, é um Kakuna?).

Isso é o principal do que você quis passar, mas dá para melhorar e enriquecer com mais detalhes, sabe? Algo como o que eles estavam observando (como uma descrição do lugar, por exemplo), pensando (em comida) ou sentindo (fome :v) no momento. Essas coisas também poderiam ajudar a contextualizar melhor o Pidgey e o casulo também. Por exemplo, Luke estava olhando para uma árvore onde tinha um casulo que chamou a atenção dele e, de repente, um pássaro chega de algum lugar pra comer ele. Você até fez algo como isso depois, com a rápida descrição de Cherrygrove antes de dizer "Larry colocou a digital" logo após anunciar a chegada. Basta tentar fazer isso com mais frequência e quando possível.

Como a premissa, eu realmente estou achando as coisas meio clichês, mas o legal é que é de proposito e você tem consciência disso, logo, como também disse, acredito que não vá ser tão clichê assim.

Falarei melhor sobre os personagens no decorrer dos capítulos, mas o Larry me parece interessante. Quer dizer, a indiferença aos Pokémon e alguns detalhes dele são meio clichê ainda, lembrando algumas vezes o próprio Paul (rival do Ash de Sinnoh), mas pode ser bem aproveitado. Gostei também da menina gaga que surgiu, isso já foi algo não clichê pra mim. E ainda veio com um cliffhanger da equipe Rocket,a o que nos deixa curioso sobre o próximo capítulo.

Gostei muito também da batalha que houve, em especial na estratégia do Luke (mais do Fiery do que dele, na verdade, já que o Luke nem ver conseguia direito -q) do Smokescreen + Tackle.

Bom, por enquanto é isso, até a próxima  tchau


Última edição por Slow em Dom 21 Maio 2017 - 20:28, editado 1 vez(es) (Razão : fuck esqueci a raposa <3)
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Re: Pokémon Crystal Guardians

Mensagem por Black~ em Dom 21 Maio 2017 - 20:21

Bem, vamos lá.

Olha, gostei desse capítulo, foi um típico segundo capítulo de fic de jornadas, com alguma captura, rota inicial e coisa do tipo. Mas tenho que dizer que achei legal o fato de quem capturou o pokémon não foi o protagonista principal e também achei interessante ter mostrado esse treinamento que ele fez, matando os Pidgeys e tals, mas enfim -q.

O Vick é o melhor personagem da fic huhauah, rio demais dele, o cara é bem legalzão e ri dos nomes que ele tinha pensado antes de colocar o criativo nome de Rita, aliás, todos os personagens são bem criativos no que tange os nomes né... Fiery, Rita e Crock? huhauahha. Mas enfim, só acho que o negão da massa poderia aparecer mais né?

O Larry eu já imaginei ser meio filho da puta, mas ele no começo se mostrou bem normalzão e tinha até curtido o jeitão nerd dele, de ficar o dia inteiro estudando sobre batalhas, golpes, etc. ele se mostrou bem preparado, e quando ele começou a falar sério, eu pensei que aquele estereótipo de riquinho babaca era só um estereótipo mesmo, mas me surpreendeu - positivamente - o fato de ele ser meio loucão assim e ter toda essa relação estranha com os pokémons, realmente lembrou o Paul, que abandonou o Chimchar, por exemplo, por ser muito fraco, mas enfim. Gostei desse ponto, mas acho o Larry bem fdp huahuah

Bem, eu to gostando e tals e achando bem interessante a fic, mas tenho que dizer que tem algo me incomodando. As coisas estão acontecendo muito rapidamente e sem muito detalhamento, o que fica estranho para quem lê. Você disse acerca de ser ruim em detalhar batalhas, mas concordando com o Slow, você até que narrou razoavelmente bem, mas a narração em outros pontos está meio "seca" e as coisas acontecem muito rápido. Esse fato de as coisas estarem acontecendo muito rápido, inclusive, foi o que me deixou "surpreso" com a revelação da personalidade do Larry, já que eu achei que os diálogos entre todos os participantes foram muito frios, tipo "eu sou do mal, eu chuto velhinhas de bengala na rua e bato em animais" e os outros apenas "ah, ta, vamos batalhar". Além dos diálogos com a Johanna; apesar de ter gostado dos diálogos descontraídos, a parte "séria" acaba ficando meio robotizada. Acredito que você pode trabalhar melhor nas descrições e tentar passar mais emoção nos diálogos, sabe? A fic é promissora e a parte da comédia é muito boa, mas é legal trabalhar também a parte séria. Mas enfim.

De toda forma, achei bem interessante o aparecimento da Equipe Rocket no final, deixando o famoso cliffhanger, nos fazendo esperar ansiosamente o que vai acontecer e tals.

Bem, é só e boa sorte com a fic.
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Re: Pokémon Crystal Guardians

Mensagem por Lawliet em Seg 22 Maio 2017 - 1:36

Comentários:

Rukbat: Opa, e aí mano? Pô cara, eu to pensando no Larry como um personagem principal sim, mas inicialmente vou fazê-lo como um anti-herói. Apesar de ele ter pouca coisa que preste no começo pra não ser um vilão. Vick é realmente um cara mt gala-seca xD

AngusMV: E ae minha fenix. Porra, massa q a leitura tá fácil, provavelmente vou trabalhar mais na descrição agora.

Slow: E aí Slow o/ Pô, mano não achei nada pesado não. Super justo pra falar a verdade. Eu só espero que entenda que esse capítulo 3 eu fiz antes de quase todos os comentários, mas o 4 tentarei trabalhar melhor a descrição dos acontecimentos e da narração pra fic não ficar tão corrida.
Sim, a minha intenção foi fazer uma fic de jornada mesmo, só que numa ótica mais adolescente moderno, saca? Coisa de moleque brasileiro com nome de gringo, vai que nego olha a fic lá fora e traduz? AHEUHAHA seria massa Muitas coisas são escrachadas mesmo por serem coisas que eu imaginaria que eu faria com meus amigos. Espero que acompanhe a fic, eu tô no começo da sua e vou comentar quando terminar tudo.

Black: E ae Black. Po mano, eu saco dessa parada de descrição e uma narração tão curta. Mas vou trabalhar nisso do capítulo 4 pra frente (escrevi o cap 3 antes de postar o 2) e pode apostar que a fic vai evoluir bastante. Espero que continue acompanhando. Abraço.
E ae galera que acompanha a fic. Eu sei que algumas pessoas não gostaram muito da forma como eu tenho narrado (meio corrida até se comparar com o prólogo, que eu fiz com mais capricho, talvez). Mas é algo que eu vou realmente trabalhar, não se preocupem. Eu faço a narração rápida porque na minha cabeça eu escrevo a fic como se estivesse desenhando um mangá (dá pra entender?), então cada quadrado pode ter muita coisa, coisa que eu sei que vocês que não estão imaginando comigo talvez não consigam captar. Então fiquem de boa, vou trabalhar isso a partir do capítulo 4, porque o 3 já foi escrito há uma semana e não queria reescrever xD

O capítulo 3 é mais focado no Vick e talvez seja um pouco corrido com muita coisa acontecendo, mas eu espero que gostem mesmo assim. Quero avisar que muitas coisas na fic vão acontecer em off, por isso não estranhem se algum personagem aparecer com tal Pokémon ou com uma ínsignia do nada, blz?

Capítulo 03 — O resgate.

- Eu fui atacada pela Equipe Rocket!

Vários treinadores chegaram mais perto quando ouviram o nome Equipe Rocket, todos estavam apreensivos e surpresos.

- Equipe Rocket? Mas eles não tinham sido extintos há o quê? Cinco anos atrás? — Perguntou Luke.

- É, m-m-mas eles voltaram. — Disse Johana. — Me bateram e roubaram a minha Ponyta que eu tenho d-d-desde criança...!
Parando pra olhar, Johana tinha alguns cortes nos ombros e perto do pescoço. Alguns treinadores notaram isso e pediram para que as enfermeiras trouxessem gazes e álcool. A garota gemeu quando passaram álcool em suas feridas, o que deixou Vick feliz em um lugar estranho. Devasso.

- Deixa que eu passo! — Disse o nego charmoso, tomando as gazes e o copinho com álcool.

- Onde isso aconteceu? — Perguntou Luke, tentando ignorar a perversão do amigo.

- Na Rota 30. — Disse Johana. — Eu trabalho para o s-Senhor Pokémon. Eu tinha saído pra capturar alguns Pokémons pra ele fazer alguns testes e fui assaltada.

- Bora ajudar ela? — Cochichou Vick para Luke.

- Eu não, deixa a gorda se foder, ela me deu um tackle. — Luke cochichou de volta.

- Porra, ela é gostosinha. — Cochichou Vick.

- Vai tu então, arrombado. — Cochichou Luke.

- Quebra essa pro teu brother. — Cochichou Vick.

- Porra, negão. Tá me devendo uma. — Cochichou Luke.

- Ei, Johanna. Somos treinadores experientes. Vamos te ajudar a recuperar sua Ponyta. — Disse Vick, com a fala mansa.

- M-mesmo?! Muito obrigada! Eu estava enganada sobre vocês, pensei que fossem dois idiotas que não sabiam nada sobre Pokémons. — Disse Johanna sorrindo alegre. — Então, vamos?

- Calma, moça! Deixa a gente terminar o nosso rango. — Disse Vick, comendo a marmita.

(Senhor Pokémon? Que porra de nome é esse?) — Luke se perguntava enquanto comia seu rango.

Depois de uns quinze minutos, os garotos terminaram de comer (eles repetiram o prato) e a Joy chegou com o Cyndaquil de Luke o Hoppip de Johanna.

- Makoto, fiquei tão preocupada...! — Disse Johanna, soltando seu Pokémon e o abraçando. — Te amo muito, eles vão nos ajudar a recuperar a Chihiro.

Luke de repente sentiu um nó na garganta, se sentiu meio culpado por não querer ajudar a garota de primeira, mas engoliu seu orgulho e reconheceu que faria a mesma coisa se tivesse passando pela mesma situação. Johanna não fez aquilo por ela, e sim por seu Pokémon.

Os três então, saíram do Centro Pokémon e seguiram para a Rota 30. Correram bastante, sabiam que não poderiam perder mais tempo, ou os Rockets iriam para outro lugar.

Logo na entrada da rota 30, os três encontraram um garoto chorando com o nariz sangrando no chão.

- Que aconteceu? — Perguntou Vick.

- Uns homens de preto me bateram e roubaram os meus Pokémons! — Disse o garoto, chorando.

- Qual o seu nome? — Perguntou Luke.

- Joey...! — Respondeu o garotinho, que usava shorts azuis e uma camiseta amarela.

- Joey, a gente vai recuperar os seus Pokémons. — Disse Luke, soltando seu Cyndaquil. — Eu prometo.

Os três seguiram em frente correndo junto com seus Pokémons. A rota 30 era bem reta, com poucos desvios. Rapidamente chegaram até uma casinha de madeira, que estava sendo invadida por um Rocket. Suas roupas eram pretas e usava botas cinzas. Ele estava usando um Ekans para atacar o dono da casa, derrubando a mesa de jantar daquela casinha simples.

- Ei, f-f-filho da puta! — Gritou Johanna. — Devolva a minha Ponyta!

- Huh?! Ekans, ataque-os!

- Fiery, use Ember! — Gritou Luke.

- Rita, use Razor Leaf! — Gritou Vick.

Os dois inciais usaram seus ataques especiais, que deixaram o Ekans atordoado e com muita dor.

- É melhor você devolver a Ponyta dela, ou o couro vai comer, parceiro! — Disse Vick, segurando o Rocket pelo colarinho.

- Eu não tenho nenhuma Ponyta! — Disse o Rocket, abrindo o saco cheio de Pokébolas com Pokémons roubados e mostrando.

Luke e Vic bateram tanto no Rocket que por um minuto pensaram que tinham o matado, mas ele só estava desmaiado. Os dois garotos devolveram o Pokémon do homem e arrastaram o Rocket o para fora da casa e mandaram o homem chamar a polícia, que agradeceu e ofereceu caixinhas para guardar frutos, que ele confeccionava.
Com o presente do artesão de Apricorn Cases, os três continuaram a procura do Rocket que havia roubado a Ponyta de Johanna.

Enfrentaram mais alguns Rockets e procurando, até que Johanna tirou a conclusão que os Rockets devem ter ido invadir a casa do sr Pokémon. Os três correram o mais rápido que puderam só pra encontrar o sr Pokémon sendo agredido no chão pelo Rocket responsável pelo roubo da Ponyta e dos outros Pokémons.

- Ei, arrombado! — Gritou Luke, pra chamar a atenção do rocket. — Acabou pra você.

- Que arrombado o quê, seu moleque?! Meu nome é Buck. — Disse o Rocket.

- Ninguém liga pro teu nome. — Disse Luke.

- Não precisa ser tão grosso! — Reclamou o Rocket.

- Grosso é meu pau. Fiery, use Ember nesse palhaço! — Bradou Luke.

- Calma lá! Raticate, use Quick Attack! — Gritou Buck, o rocket, jogando a Pokébola de seu Raticate.

O Pokémon rato acertou Fiery com uma investida que o jogou contra a parede, fazendo uma pequena rachadura. Luke correu para socorrer seu Pokémon.

- Vamos, Makoto! — Gritou Johanna, liberando seu Hoppip. — Stun Spore!

O Hoppip lançou seus esporos amarelos, que atingiram em cheio o Raticate, que ficou paralisado.

- Merda! — Gritou o Buck, desesperado.

- Vamos combinar nossos ataques! — Disse Vick. — Rita, use Razor Leaf!

- Makoto, Bullet Seed! — Gritou Johanna.

- Fiery, Ember! — Bradou Luke.

A Chikorita lançou suas folhas afiadas como navalha, que pegaram fogo quando combinaram com o Ember, acompanhadas das balas de semente lançadas pelo Hoppip de Johanna acertaram o Raticate em cheio, que caiu duro no chão, retornando para a Pokébola de Buck.
Luke, Vick e até o sr Pokémon se aproximaram no Rocket e o espancaram até ele começar a chorar de dor. Johanna encontrou sua amada Ponyta no saco que o Rocket consigo, que ficou muito feliz em reecontrar sua treinadora e se abraçaram.

- Você está bem, sr Pokémon? — Perguntou Johanna.

- Droga, esse maluco chegou aqui e anunciou um assalto. Se vocês não tivessem chegado, eu teria que usar meus golpes de Krav-Magá. — Claramente ele não sabia Krav Magá, o Rocket até esboçou um sorriso em meio as suas lágrimas de dor.
O sr Pokémon ajeitou sua gravata e como se nada tivesse acontecido:

- Obrigado pelo salvamento, pessoal! Posso dar pra vocês um ovo de Pokémon como recompensa.

- Nah, tá de boa. — Disse Vick, fazendo pose pra impressionar a gordinha. — Estávamos procurando pela Ponyta dela e uma coisa foi levando à outra até chegarmos aqui.

- Fale por você! Eu quero! — Exclamou Luke, muito animado com sua recompensa.

O senhor pegou um PokéEgg branco com quadrados azuis e vermelhos em uma grande cápsula e entregou a Luke, que agradeceu e o colocou em sua mochila.

- Valeu, sr Pokémon! — Luke agradeceu. — Mas por que te chamam assim, hein?

- Oras, porque eu sou expert em Pokémons! — Claramente não era expert em Pokémons, apenas um entusiasta. — Droga, vou chamar a polícia.

- E aí, o que vamos fazer agora? — Vick perguntou para Luke.

- Vamos dormir essa tarde pra de noite irmos pra Violet City. — Disse Luke, retornando seu Cyndaquil para a Pokébola. — A gente pega um busão. Meus pés tão me matando.

- E você, Johanna? Vem com a gente? — O nego charmoso corou.

- Não posso. Tenho que terminar meu estágio aqui com o sr P-P-P-Pokémon. — Disse Johanna, partindo o coração de Vick. — Mas vamos nos encontrar em breve.

Os dois garotos então, se despediram de Johanna e do sr Pokémon e saíram da casa, voltando com dois sacos cheios de Pokébolas para devolver aos treinadores que foram assaltados. Depois iriam descansar em Cherrygrove.

- E aí, tá de coração partido? — Luke provocou.

- Rapá, eu sou é preto. — Disse Vick. — Aqui é coração blindado.

TO BE CONTINUED
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Re: Pokémon Crystal Guardians

Mensagem por Black~ em Qua 24 Maio 2017 - 21:29

Bom, vamos lá. Primeiro, desculpa a demora, acabei esquecendo de comentar, mas enfim, vamos lá.

Bem, gostei desse capítulo, já que teve bastante ação, novos pokémons, gente nova, Equipe Rocket, Sr. Pokémon, etc. Teve até romancezinho adolescente, ou seja, teve tudo que se tem direito um capítulo de fanfic -qq. Só que, novamente, achei rápido, mas como você disse que vai melhorar, então nem vou tocar nessa tecla de novo huahuha.

Devo admitir que achei muito interessante você ter colocado um roteiro extremamente parecido com os dos jogos em Johto. Confesso que ri do Youngster Joey, o NPC mais famoso dos jogos e que virou até inspiração para um dos personagens principais de uma fanfic do fórum huahua. Enfim, também achei legal os protagonistas terem ganhado as Apricorns do velhote da Rota, além de ir até o laboratório do professor e ainda ganhar um ovo e Togepi.

Gostei da Johanna (pelo visto, o Vick gostou bem mais huahuaha). Pareceu ser uma menina legalzinha. Confesso que fiquei triste, pois pensei que ela ia mesmo na jornada com os protagonistas, mas não vai =/. Talvez eles acabem se encontrando por aí. De toda forma, achei legal e acredito que ela deva aparecer mais.

Achei deveras satisfatório o trabalho que destes para a Equipe Rocket; usando a mesma essência da Equipe Rocket dos jogos e do anime, de eles quererem apenas roubar os pokémons mesmo. Aliás, gostei que eles desceram o cacete mesmo antes de pegar os pokémons, não criando aqueles balões e objetos mirabolantes que a Jessie e o James criam no anime. De toda forma, só fiquei decepcionado, porque mesmo eles sendo bandidos muito melhores, acabaram igual todos os outros do Mundo Pokémon: derrotados por adolescentes com pokémons em níveis baixos. Trágico huahah.

Mano, o Vick é muito bom huhauahhua. Você falou que ia dar maior destaque a ele nesse capítulo e valeu a pena. Eu rio demais com ele. Inclusive acho ele melhor que o Luke. Acho que o humor do Vick é mais natural e engraçado do que o do Luke. Pior foi o negão todo apaixonado, aí ele se desiludiu com o amor e fala que é coração blindado. To de olho, hein negão -q.

Enfim, é só e boa sorte com a fic.
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