Pokémon Mythology
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Mensagem por -Ice em Dom 23 Abr 2017 - 14:25




Um engenheiro bonitão, um nerd, dois mercenários metidos a russo, uma policial que não gosta de vídeo-game, um velho colecionador, um delegado amigo-da-onça, um motoqueiro suicida, uma esfera chamada Bob.

Uma história reciclada escrita por um ex fan-fic mod metido a besta...
Conheçam os Ratos do Deserto!

personagens:
Fichas de personagem é coisa de babaca. Leiam a fanfic!




RdD#00
Vamos chamar isso de prólogo?

Olá. Bom, eu gostaria de começar me desculpando. Eu sei, você clicou nesse tópico esperando ver uma Fanfic Pokémon. Eu não te culpo, de verdade! A anta quadrada do -Ice postou essa joça na área chamada Fanfics Pokémon.

Você já deve estar se perguntando, e eu vou confirmar: Isso não é uma fanfic pokémon.



NÃO, NÃO, PERAÍ, NÃO SAI DO TÓPICO!!



Garanto que se você ler, você gostará. Sim, eu garanto. A seguir veremos uma história sobre um rapaz bonitão chamado Leon Fooley que vai se meter numa aventura em busca das… peraí, isso é spoiler. Droga.

Sim, eu sou o Leon Folley, dur. Eu sou um protagonista bem legal, e eu vou ser o melhor protagonista da fanfic.

“Ai Leon, o melhor protagonista? Como assim, terá mais de um?”

Sim, caro membro da Pokémon Mythology, terá mais de um. Essa é uma escolha muito idiota do -Ice, afinal, pra que vários pontos de vista? No meu ponto de vista é tudo mais legal.

— Ei, no meu ponto de vista também!

SAI DAQUI PHILL, EU TÔ CONVERSANDO COM O LEITOR!

Desculpa por isso, tem gente que não sabe o que é privacidade. Voltando… Onde estávamos?
Ah, é, isso não é uma fanfic sobre pokémon. Na verdade, eu tenho um Excadrill, o Hakan. Ele é bem legal, mas é meio teimoso. Ter um pokémon faz isso ser uma fanfic de pokémon? Acho que não.

O que eu quero dizer é… Não espere batalhas, capturas, mais batalhas, insígnias, um pescador capturando um inseto de fogo… Sabe, essas coisas de fanfics pokémon? Não espere ver isso aqui.

Deixa eu ver, deve ter mais alguma coisa pra falar… Esse prólogo ainda não deu o número necessário de páginas no word…

AH É! Você já leu Pokémon Project Retype? É uma fanfic meio escrota, eu parei no capítulo dois, mas sei lá, alguns caras comentam e elogiam, mas eu acho que eles só não querem ser grossos com o autor. Voltando, seria interessante frisar que essa fanfic se passa no mesmo universo.

“Ai Leon, estou saindo agora, não quero ter que ler aquela outra fanfic de seis páginas pra conseguir ler a sua.”

Calma, membro, calma aí.

É uma ideia meio escrota do autor, eu sei. Na minha opinião, ele se apegou tanto à história do pescador lá que quer fazer um grande universo marvel na área de fanfics. Graças a Arceus, a minha fanfic…

— Nossa fanfic.

CALA A BOCA PHILL. Como eu estava dizendo, a minha fanfic será independente. Eu e o Phill aqui, junto com todos os outros, vamos operar em uma outra cidade, não vamos interagir com os caras da Project Retype e nem nada do tipo.

Tã-Dã! Você vai conseguir ler essa fanfic maravilhosa sem ter que ler a história de um pescador que empacou em um ginásio elétrico (tá, eu leio às vezes, até que tá interessante agora). É isso aí, espero que se divirtam com a minha fanfic, dêem bastante risadas, chorem, e peçam pro -Ice colocar uma cena de sexo do protagonista com alguma mulher gostosa. Eu mereço né?

Ah, e se você acha que eu vou quebrar a quarta parede durante toda a fanfic, para de ser besta. Você acha mesmo que isso ia render muito mais? Não vai ter quebra de quarta parede, e não fiquem mandando MPs pro -Ice. Não vai ter! Phill, fala pra eles.

— Não vai ter quebra de quarta parede durante a história.

Boa Phill.
Entendido? Espero que gostem bastante, o primeiro capítulo vai sair daqui a cinco dias, se o inútil do autor conseguir cumprir o cronograma. Espero ver todos vocês comentando aqui em! Tchau!!
Fala tchau, Phill.

— Tchau!
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Mensagem por Black~ em Dom 23 Abr 2017 - 14:29

Achei legal isso aí. Espero que você consiga cumprir tanto o cronograma dessa nova quanto o da do Natt #pas

Enfim, fiquei curioso para ver o que esses caras vão fazer. E sim, você acabou de postar e eu acabei de ler. Aliás, gostei da fic ser feita quebrando a quarta parede e espero que você faça isso em outros capítulos, já que é um recurso interessante. Imagino que essa seja mais humorística também, então, sei lá. Só estou enchendo linguiça aqui.

É só e boa sorte com a fic (essa minha frase vale pra esse tópico?)
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Re: → Os Ratos do Deserto ←

Mensagem por Brijudoca em Dom 23 Abr 2017 - 15:04

Extremamente desapontado que Os Ratos do Deserto não se trata de uma trupe de Ratattas de "percentual mais alto" causando o caos em Eyarn.

Legal que vai ter dois pontos de vistas, e eu gosto muito de ler histórias escritas em primeira pessoa. Já deu pra ver que você vai extrapolar as barreiras do humor e tô empolgado em ver isso hein. Também espero que consiga manter o cronograma junto a Project Retype .

Poxa eu queria um guia, como vou ficar cinco dias sem saber o mistério da Esfera chamada Bob =( ay que bestera

boa sorte -Ice, quero ver o que você vai aprontar aqui
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Mensagem por Rush em Dom 23 Abr 2017 - 17:30

Yo, -Ice!

Tenho que dizer que "Os Ratos do Deserto" já me ganhou pela trilha sonora. Led Zeppelin é uma das minhas bandas preferidas, e Immigrant Song combinou perfeitamente com o título, dando aquele ar de um grupo aleatório, cada um com um talento peculiar, partindo para uma jornada épica. Não entendi muito o plot, mas fiquei bastante curioso, e tenho de admitir que concordo bastante com o Brijudoca em questão do guia de personagens. Eles são legais, poxa! hahahah

O uso de quebra da quarta parede no prólogo deu impressão que o protagonista, um deles pelo menos, Leon, é um ator fazendo teaser sobre um trabalho que ele está participando em um filme ou série. Ficou bem interessante, dando um aspecto mais "humano" e lembrando bastante a área de RPG, onde no RPGAwards todos os personagens de todos os jogadores foram à cerimônia como se fosse uma cerimônia ao oscar. Sdds RPG Area.

Bem, tenho que discordar de Leon, pois se ele tem um Excadrill, automaticamente a fic é de Pokémon, já que é no mesmo universo. E bem, não sei porque estou discordando de um personagem. AUEHUAE'

A personalidade de Leon me lembrou um pouco o Lurly pelo egocentrismo. Já o Phill, por ter participado do prólogo e sendo ofuscado pelo protagonista, acabou lembrando a relação do Lurly com John, na fic do Black, embora o Phill não se pareça nada com o John. hahahaha

Fiquei bem ansioso com esse prólogo, ainda mais pela fic se passar no mesmo universo que o Projeto ReType. Pelo visto o seu universo vai ser da Marvel e o meu da DC, porque né. Haja lugar pra tanto personagem! Hahahaha

É isso, meu amigo. A formatação do mainpost, vinda de você, é claro que seria impecável. Adorei o logo também. Agora só resta aguardar o primeiro capítulo!

Até mais, um abraço! <3
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Mensagem por Bakujirou em Ter 25 Abr 2017 - 9:02

Dei uma espiada no seu post -ice assim que soube, eu ri um pouco das conversas que voce colocou nele, ate parece mais um daqueles videos de youtuber que voce ve por aew. Desejo boa sorte pra fiction!

________________


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Re: → Os Ratos do Deserto ←

Mensagem por Slow em Ter 25 Abr 2017 - 13:34

Hey Ice o/

Ahh eu adoro isso, obrigado por fazer uma fic assim -q. Toda essa "rebeldia do personagem usando a quarta parede", até mesmo nas fichas de personagens, me lembrou bastante Gintama. Agora, advinha qual o meu anime de comédia preferido? AUHEAHE.

É, você tem um excadrill, é fanfic Pokémon. A não ser que você seja um chinês que faça um PokeMOM protagonizado por uma mãe com uma TOPeira (é, ta errado) made in China curiosamente parecida com um Excadrill de Pokémon, só que de um jeito ruim. Ou seja, fanfic Pokémon > Plágio "original' -q

Só uma coisinha que não ficou claro para mim, ela se passa em outra cidade de Eyarn ou em um outro continente, mas ainda no mesmo universo da Marvel?

Phill, diz pro -Ice que eu vou voltar aqui no próximo cap, até lá  tchau
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Re: → Os Ratos do Deserto ←

Mensagem por -Ice em Sex 28 Abr 2017 - 11:11

Aqui estão as respostas aos que comentaram no capítulo anterior, se você não comentou nem precisa clicar aqui, vai direto para o capítulo, sério. Se você comentou, clique aqui:

E aqui:

E aqui:

É a última vez, prometo:

Membro com o avatar do Homer Simpson pelado: Dae! Valeu por comentar cara hahah
Só avisando que, como o Leon disse no prólogo, não será quebrada a quarta parede, mas a fic terá sim um humor... excêntrico.
Espero que goste!

Gatinho abraçando um Squirtle que parece ser fã daquela série que tem dragões e muito sexo: E quem disse que Os Ratos do Deserto não são Rattatas de percentual mais alto? É tudo metafórico, cara hsuahsauhsuahs
Bom, apenas te corrigindo um pouquinho, a história, apesar de ter vários pontos de vista, não será em primeira pessoa, e sim em terceira mesmo, mas o narrador vai se limitar ao personagem que estiver sendo narrado, ou seja, tão veremos nada além do que o personagem cujo nome apareceu em baixo do título do capítulo vê. Não sei se todas as histórias com ponto de vista são assim, a minha é -q

Sobre o cronograma, Project Retype ainda é o meu projeto principal, então RdD (Os Ratos do Deserto -q) não terá um cronograma tão perfeito quanto a jornada de Natt. Você vai gostar da esfera chamada Bob.

Até mais, dude.

FFM que escreve os posts em roxo: Eae Rushão! Devo dizer que o Led Zeppelin na trilha sonora foi algo que apareceu de última hora husahs Eu estava procurando por músicas rock retrô, mas estava procurando por alguma desconhecida que combinasse com a aventura que teremos aqui, até que eu desisti e decidi colocar uma música já conhecida. Só o "Ah Ah AAAAh AAAh" do começo já traduz muito do que os Ratos são.

Realmente, eu pensei algo do tipo. Um ator apresentando um trabalho que fez. Ele vai conversar com o público, mas o personagem do filme/série que ele fez não, isso é mais ou menos o que vai acontecer na fic, já que o Leon não falará mais diretamente com vocês. Pelo menos não nos capítulos...

Sobre ser fic de pokémon ou não, não discorde do Leon -q Mas ele não está 100% errado, já que os pokémon terão uma aparição muito, mas muito menor se comparado a Project Retype. Aqui, veremos mais as pessoas vivendo no mundo pokémon, mas sem se interessar pelas tais criaturinhas.

Até mais, um abração ^^

CARALHO UM MODERADOR COMENTANDO AQUI: Eae Baku ^^ O meu principal objetivo é realmente fazer vocês rirem durante as leituras hahah Que bom que gostou, obrigado pelo comentário ^^

Cara que mandou eu não ir chorando pra minha mamãe: Eae Slow o/ Eu nunca assisti esse Gintama, mas depois vou procurar para talvez ter alguma inspiração de como fazer humor -q

Sobre o Excadrill e a fic ser de pokémon, é o que eu falei pro Rush. Volta no comentário dele e lê o que eu disse huasha

Sim, a fanfic se passará em uma outra cidade de Eyarn. O nome dessa cidade vai ser revelado logo no cap1, mas a localização da cidade no mapa que conhecemos no guia de project retype será revelado depois. Mas vocês podem ir teorizando em qual daquelas cidades se passa. (vai ser bem fácil).
O Phill tava dormindo, então nem me avisou nada :/

Até mais o/
Oi, Convidado!

Rufem os tambores, pois Os Ratos do Deserto chegaram! Bom, antes de ir ao capítulo, eu gostaria de dizer que a quarta parede não será quebrada durante a fanfic, mas haverão algumas leves cutucadas nessa barreira, já que eu vou encher de referências e comentários nonsense que alguém no mundo pokémon nunca faira hauahsua
Os três primeiros capítulos serão apenas uma amostra, eu acho que a cosa vai engrenar mesmo no quatro.
Mas eu não escrevi o quatro ainda, então talvez engrene depois.
Vamos lá!!1!!!1




RdD#01
Um motoqueiro suicida nas ruas de El-Eight




— O meu nome é Ash Ketchum, e eu vim da cidade de Pallet junto com o meu amigo Pikachu para me tornar o maior Mestre Pokémon de todos os tempos.
— Qual é, Leon, você não pode simplesmente cooperar dessa vez?

Leon encolheu os ombros, indiferente. Era a quinta vez no mês que ia parar na delegacia, já estava farto. Dessa vez, ao menos, a culpa não tinha sido sua.

Não exatamente.

— Olha, você provavelmente vai ser preso dessa vez. — disse o delegado, passando a mão pela testa suada — Você pode tentar me convencer, como fez todas as outras vezes. Você é bom nisso.

Devido à suas visitas mensais à delegacia, tinha se tornado um grande amigo do delegado Henry Hilbert. Quando não estavam em lados opostos da mesa da delegacia, estavam em lados opostos da mesa do bar, enchendo a cara. Infelizmente, Hilbert seguia uma filosofia estranha que ele sempre dizia nesses momentos: “amigos, amigos, negócios à parte”.

Leon ainda estava meio emburrado, não queria falar muito pois, nesse exato momento, estava de luto. O delegado suspirou, estressado.

— Não vai falar nada?
— Beleza… — cedeu Leon, levantando-se para começar a sua história. Por já conhecer o rapaz, o delegado cruzou os braços, pronto para detectar qualquer mentira. — Tudo começou hoje, às cinco da manhã, eu saí para trabalhar.
— Saiu para vagabundear por aí, procurando coisas preciosas no meio das montanhas de El-Eight. — disse o delegado Hilbert, corrigindo a frase.
— Você me conhece como ninguém.


O Sol ainda nem tinha começado a nascer, e Leon já saía de El-Eight junto de sua incrível moto vermelha, Milla.

Cortando as ruas da cidade em uma velocidade absurda em direção ao sul, não demorou muito para que ele chegasse em sua área preferida do continente de Eyarn: As montanhas de El-Eight.

Há cinco anos, Leon estava fazendo uma trilha pelas montanhas quando achou algumas correntes e pulseiras de ouro que pertenciam aos nativos de Eyarn que moravam naquela área há uns… há muito tempo.

Desde então, ele e seu Excadrill, Hakan, viviam andando pelas montanhas o dia inteiro, procurando por mais artefatos valiosos do povo antigo. Ele sempre vendia tudo, o que era o seu ganha pão desde os seus vinte e um anos.


— Foi quando eu e Hakan descobrimos uma montanha nova. Lá dentro tinha várias coisas legais, parecia uma antiga vila, mas o que realmente chamou a atenção estava lá no centro de tudo. Um pedestal com uma esfera dourada e preta.
— Deixa eu adivinhar, você a roubou para vendê-la? — suspirou o delegado, já começando a desacreditar.

Leon encarou Hilbert, irritado.

— Não interrompe.


— Hakan, olha praquilo!

Dentro da caverna, haviam várias cabanas surradas que pareciam ser muito antigas, além de desenhos primitivos de um povo antigo cultuando um objeto redondo (apesar da dificuldade que o povo antigo parecia ter ao desenhar um círculo).

Ao contrário do que Leon achou, encontrar o objeto não foi muito difícil. Sequer foi difícil. As cabanas estavam todas meio que rodeando um pedestal de mais ou menos um metro e meio de altura, e tinha, em seu topo, uma esfera dourada com detalhes pretos que pareciam aquelas tatuagens tribais de chiclete.

Ele caminhou até o pedestal, tomando cuidado para não pisar em nenhuma armadilha. Ao ficar frente a frente com a tal esfera, ele conseguiu ver o reflexo do próprio rosto na superfície dourada incrivelmente polida. Um rapaz baixo, usando uma jaqueta roxa sobre uma camisa branca, com cabelos lisos e loiros e um olhar encantador. Leon daria um belo galã de filmes.

Em seguida, olhou para todos os lados, para ver se não tinha nada que pudesse ameaçar sua segurança, como uma flecha que poderia ser disparada quando ele pegasse o objeto ou talvez um ninja com uma metralhadora pronto pra atirar, nunca se sabe.

Após fazer todas as verificações necessárias, ele pegou o objeto. Seus olhos brilharam ao ver a esfera em sua mão. Porém, o brilho se apagou ao ver um pedregulho gigante rolando em sua direção, destruindo todas as cabanas por onde passava.

— Merda! Hakan, socorro!

O pokémon sorriu. Enquanto o seu treinador se encolhia no chão, o Excadrill saltou, materializando entre seus dois braços metálicos uma esfera de energia, que aumentava de tamanho enquanto ele respirava lentamente com os olhos fechados, e o pedregulho ia chegando mais perto de Leon.

Enfim, o pokémon lançou a esfera de energia focalizada contra o pedregulho, fazendo com que ela explodisse e a grande pedra se dividisse em vários pedaços pequenos.

Focus Blast!? — exclamou Leon, irritado — Não tinha nenhum ataque mais rápido não? Eu quase morri aqui!


— É claro que não tive nenhuma dificuldade em pegar essa esfera.

O delegado revirou os olhos, entediado. Ainda não entendia como essa situação que Leon estava descrevendo explicava como o rapaz tinha ido parar aí.

— Então eu comecei a pensar… O quanto isso deve valer no Mercado Negro?
— No Mercado Negro? — perguntou Hilbert, inclinando-se em direção à Leon.
— Eu quis dizer no Mercado Livre! — corrigiu o loiro, rapidamente — Eu e Hakan queríamos saber quanto aquilo valia, então fomos perguntar para um grande amigo meu, o Colecionador.
— Você foi para o Colecionador?
— Sim, o Colin. Aquele velho é um grande amigo meu, e respeita muito o meu trabalho.


— O que está fazendo aqui, Leon Fooley, seu pedaço de bosta? — perguntou Colin Lector, enquanto Leon se dirigia ao velho, com o seu sorriso sínico. — Devo lhe lembrar o quanto me deve em dinheiro?

A sala do Colecionador era muito maneira. Era muito grande e coberta por um carpete vermelho, e a parede forrada por um papel preto. No centro da sala, tinham duas poltronas vermelhas com detalhes douradas, uma de cada lado de uma grande mesa de mármore. Ao redor da sala, várias prateleiras de madeira envernizada com muitos artefatos raros. Metade deles Leon tinha vendido para Lector.

Já o Colecionador, entretanto, não tinha uma aparência muito maneira. Era um velho esguio e calvo, seus cabelos grisalhos só se apresentavam ao redor de sua cabeça, deixando a parte de cima descoberta brilhando por aí. Tinha um nariz grande e pontudo e andava com o pescoço curvado. Ele parecia o Sr. Burns dos Simpsons, mas, por algum motivo, ficava muito irritado quando faziam essa comparação.

— Eu vim em paz! — Leon abaixou a cabeça e levantou as duas mãos com as palmas estendidas, tentando fazer Colin Lector entender que ele estava lá apenas para conversar.
— Não existe paz entre nós, seu rato!
— Primeiramente, obrigado por se lembrar do meu nome de caçador de recompensas — disse Leon, feliz. Quando começou a procurar artefatos por aí, na época em que ainda era parceiro de Colin, ele criou uma conta no facebook com o nome de Rato do Deserto, fazendo uma alusão aos Rattatas que viviam na área em que costumava procurar por tesouros. — Segundamente, dá uma olhada nessa parada que eu achei hoje de manhã.

Ainda com a cabeça para baixo, ele tirou do bolso de sua jaqueta roxa um objeto redondo e dourado, que mostrou para o colecionador.

— Onde… Onde você encontrou isso? — perguntou o velho, maravilhado.
— Em uma caverna por aí! — disse Leon, ainda com a cabeça para baixo.
— Levanta essa cabeça, seu idiota! — reclamou.

Leon obedeceu, e olhou nos olhos do Colecionador, que ainda estava perplexo.

— O negócio é… Isso seria o suficiente para quitar as nossas dívidas? — perguntou, sabendo da quantidade incrível de dinheiro que devia para Lector.
— Sim! — o velho sorriu — Mais do que o suficiente!
— Ótimo — Leon guardou o objeto dourado novamente no bolso da jaqueta — Então vale muito dinheiro.

Ele virou as costas para o velho, acenando.

— Até mais, Colinzinho!
— Filho de uma… Fooley, volta aqui, seu desgraçado! — bradou Lector, enquanto Leon saía da sala, saltitando.


— Enfim… No que deu? — perguntou Hilbert.
—Parece que vale bastante dinheiro.

O delegado cruzou os braços, novamente encarando Leon nos olhos.

— Então me diga, Leon Fooley, o que tudo isso tem haver com você estar aqui?
— Não coloque os Shellders na frente dos Slowpokes, Henry. Já tô chegando lá… O negócio é que, depois de dar tudo certo na visita ao colecionador, eu e Hakan saímos de lá, prontos pra ir pra casa, quando algo inesperado aconteceu.


Leon retornou seu Excadrill à pokébola, indo em direção à vaga em que tinha estacionado Milla.

Antes de subir no veículo, entretanto, ele ouviu o barulho de outra moto vindo em sua direção. Um barulho que parecia aumentar cada vez mais, como se estivesse cada vez mais próximo.

Ele olhou para o lado a tempo de ver uma moto negra, com um motoqueiro usando uma jaqueta da mesma cor e um capacete, também preto com o visor igualmente negro. Ao chegar perto dele, o motoqueiro deslizou a moto para o lado, fazendo com que ela virasse noventa graus e parasse exatamente do lado de Milla.

— Ei, o que é isso? — perguntou, aproximando-se do novo cara vestido de preto da cabeça aos pés — Eu te dei permissão para se aproximar assim de Milla? Eu quero que você saia agora e…

Antes que Leon pudesse terminar, tomou um soco no estômago, que derrubou-o no chão. Enquanto ele se contorcia de dor em posição fetal, o motoqueiro colocou a mão coberta por uma luva também preta no ombro do rapaz loiro, e puxou a jaqueta dele, rasgando-a.

Com isso, a esfera dourada caiu do ombro da jaqueta de Leon, rolando até o pé do motoqueiro, que pegou-a e colocou no bolso de sua própria jaqueta (que era preta). Em seguida, subiu em sua moto e acelerou, deixando para Leon apenas um monte de fumaça do escapamento.

— Ah mano, minha jaqueta preferida… — o loiro levantou-se, tirando de vez a jaqueta e jogando-a no chão, ficando apenas com sua camisa branca, que tinha o desenho de um urso bem fofinho na parte de trás. Em seguida, subiu em Milla, colocando o capacete também. — Você já era.

Leon acelerou, de modo que conseguisse colar na parte de trás da moto do cara de preto, que apenas inclinou-se para a direita, fazendo com que Milla passasse reto, e ele conseguisse virar a sua moto completamente para trás, de modo que continuasse em sentido oposto a Leon, na contramão.

— Aaah, seu bosta! — bradou o rapaz loiro, repetindo o movimento do outro cara, também indo na contramão. Um carro, em sentido oposto, veio à sua direção, mas ele apenas incinou-se para o lado, conseguindo desviar.

Era um pouco mais difícil dirigir em sentido oposto a todos os outros motoristas, mas Leon e Milla conseguiam desviar majestosamente, ainda mirando no pontinho preto a alguns metros de distância.

Não demorou muito para que o som predominante fosse o de buzina de motoristas irritados ao ver alguém dirigindo tão rapidamente na contramão. Em dado momento, Leon não conseguiria desviar de dois carros que vinham em sua direção, então subiu com Milla na calçada, assustando vários pedestres que faziam coisas não tão importantes lá.

Livre de carros que vinham em sua direção, ele conseguiu acelerar, desviando apenas de alguns postes de hidrantes que apareciam em sua frente, e não demorou muito até que ele conseguisse colar novamente no outro motoqueiro.

As duas motos ficaram uma do lado da outra, de modo que emitiam faíscas cada vez que se tocavam. Aproveitando a proximidade, o outro motorista deu uma cotovelada no peito de Leon.

Antes que o loiro pudesse revidar, outro carro veio na direção deles, e os dois se separaram, desviando, um de cada lado do outro automóvel, e então encostaram-se novamente, quando Leon deu um soco no outro cara, mas que provavelmente não doeu tanto graças ao capacete.

— Quer saber… — Leon jogou Milla para o lado do outro cara, inclinando-se de modo que a sua motocicleta caísse sobre a dele, arremessando os dois para uma banca de frutas e deixando os veículos caídos no meio da rua.

Nenhum dos dois se machucaram muito, mas o cara de preto conseguiu cair em pé e saiu correndo, enquanto Leon teve que se levantar em meio aos melões e maçãs. Enquanto o outro motoqueiro se distanciava, ele apenas arremessou um objeto esférico, que grudou na jaqueta negra do outro cara e começou a soltar vários choques elétricos, que o derrubaram.

No meio da rua, todos os carros pararam e começaram a buzinar devido às duas motos que estavam caídas atrapalhando a passagem. Antes que alguém conseguisse tirar os veículos do meio do caminho, ambos começaram a pegar fogo.

— Não!


— Resumindo, depois disso eu peguei essa coisa dourada, mas a polícia parece não ter gostado muito da perseguição e me trouxeram para cá.
— E o outro cara?
— Sei lá, eu já estava muito longe dele na hora. Talvez ele tenha conseguido fugir, mas que ele levou uns choques para aprender, isso sim. — disse Leon, rindo.

O delegado colocou a mão sobre o rosto, suspirando enquanto perguntava para alguém que não o responderia o porquê de ele sempre ter que ficar preso com Leon em uma sala por tanto tempo e ouvindo tanta besteira.

— Então você quer que eu acredite que tem um motoqueiro suicida nas ruas de El-Eight?

Leon deu de ombros. Não tinha porque não acreditar.

— Olha, você pode ir embora, mas eu vou ficar com isso — ele colocou a esfera dourada sobre a mesa. — Suma daqui, Leon.
— É sério que você vai ficar com isso? Eu já perdi Milla hoje, não é o suficiente?
—SUMA! — gritou o delegado, fazendo com que Leon se retirasse da delegacia, resmungando — E espero que você não volte mais aqui!
— Eu nunca mais vou voltar aqui! — gritou Leon, alto o suficiente para que Henry pudesse ouví-lo do lado de fora.






Era madrugada, e Leon voltava para a delegacia. Estava totalmente vestido de preto, pronto para se camuflar e recuperar o objeto que era seu por direito. Aliás, já estava na hora de dar um nome para aquela coisa, já que as palavras para descrevê-lo já estavam ficando enjoativas.

— Vou te recuperar, Bob. — disse, abaixando sobre seu rosto a touca preta de motoqueiro, que ele nunca usava quando ia pilotar sua moto, apenas quando tentava ser furtivo.

Pendurada à sua cintura, estava a pistola que ele tinha construído. Ela disparava uma corda com um gancho na ponta, perfeita para escalar. Ele atirou contra a janela da delegacia, de modo que o gancho conseguisse se prender à grade. Então, ele apertou um botão que fez com que a corda entrasse novamente na pistola, levantando Leon até a grade em que o gancho se prendera.

Ele pendurou-se do lado de fora, vendo um segurança que dormia em uma cadeira de madeira, na frente de uma pequena mesa que guardava a esfera, ou melhor, o Bob em uma gaiola.

Com uma parafusadeira elétrica, ele tirou a grade da janela, que caiu no chão com um barulho maior do que Leon esperava, mas mesmo assim o segurança quase não se mexeu.

Então, o loiro abriu a janela, entrando de fininho no lugar, e se dirigindo até a gaiola que prendia Bob.

— Que merda…

Ele pegou novamente a sua parafusadeira, e começou a desparafusar a gaiola presa à mesa, mas foi interrompido quando sentiu algo batendo em sua nuca com força. Ele caiu desmaiado no chão.






Ainda era madrugada quando Leon acordou, com dor de cabeça. Tinha um outro cara na sala. Era um nerd alto e magro, de cabelos negros e óculos, usando uma blusa college azul com mangas cinzas. Ele usava a parafusadeira de Leon para tirar a gaiola que prendia Bob.

Leon tentou intervir, mas estava amarrado à costa da cadeira em que o segurança também estava amarrado, mas este com uma silver tape na boca.

— Ei, me solta, o que você está fazendo?
— Ganhando dinheiro. — disse o nerd — Me ofereceram dois milhões de pôkens por essa esfera, então desmaiei você e agora estou recuperando isso.

O queixo de Leon caiu.

— Dois milhões? Ei, se você me soltar nós podemos dividir isso, que tal?
— Ou eu posso deixar você preso e ganhar os dois milhões sozinho.
— Que seja.

Leon conseguiu colocar a mão no bolso, pegando um objeto metálico que se parecia com um quadrado plano com círculos em suas quatro extremidades. Ele arremessou o objeto contra o nerd, fazendo com que este se prendesse em sua costa e, em seguida, grudasse no chão, deixando-o preso de costas para o chão, se debatendo.

— Hakan, me solta.

Ele também arremessou a pokébola do seu Excadrill, liberando o pokémon que cortou a corda que amarrava Leon à cadeira em que estava. O nerd continuou se debatendo no chão.

— Ei, acho que podemos dividir sim! É só me soltar daqui!
— Na verdade não posso. O J-805 vai deixar você preso no chão por umas duas horas, depois você sai.

Ele pegou a parafusadeira e voltou a desparafusar a gaiola.

— J-805? — perguntou o nerd — Foi você que fez isso? Você é um engenheiro?
— Claro. Esperava que eu fosse o que? Um pescador?

Leon finalmente conseguiu tirar a gaiola da mesa, guardando Bob no bolso.

— Foi bom te conhecer, até mais!

Porém, antes que ele pudesse sair de lá, a parede da delegacia explodiu, e entraram dois caras. Um deles era grande e musculoso, de cabelo castanho. O outro, esguio, de cabelo negro e comprido e uma barba rala.

— Pode nos dar isso agora, Leon Fooley — disse o grandão. Ele tinha um sotaque russo, apesar de a Rússia não existir no mundo pokémon.

Leon colocou a mão no bolso, fingindo que ia tirar o Bob e dar ao homem, mas, ao tirar a mão do bolso, apenas mostrou o dedo médio para os dois que entraram na sala, deixando-os nervosos.

— Que assim seja. — disse o magricela, arremessando uma pokébola que liberou um Magneton. — Sparkson, use o Thunder Wave!




E amanhã, o retorno de um certo projeto que todos conhecem...
O próximo capítulo de RdD sairá em algum dia até o próximo domingo.
Nos vemos, membros.
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Mensagem por Bravheseer em Sex 28 Abr 2017 - 12:04

Gostei bastante dessa introdução, mas... "será que é um prólogo" =v ahuauha, pretendo fazer minha fic
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Re: → Os Ratos do Deserto ←

Mensagem por Black~ em Sab 29 Abr 2017 - 12:04

Well, c'mon (cansei de escrever sempre a mesma frase no começo, então decidi escrever em inglês -qqq).

Bem, gostei do capítulo, já que esse pelo menos mostrou mais da história em si. Devo dizer que gostei desse Leon, já que eu meio que gosto de protagonistas que não são mocinhos. Pelo que vi do Leon, ele é mais um anti-herói do que um bandido de fato, já que ele só tem um trabalho meio excêntrico, digamos assim. Enfim, gostei de toda forma da relação meio estranha entre o "bandido" e o policial. Imagino que o Henry apesar de não ser corrupto, é aquele tipo de policial bem famoso de filme/série, que fuma, bebe pra caralho, tem problemas com a esposa e com os filhos, etc.

Continuando a falar do Leon, achei ele bem fodão também, já que o cara é um motoqueiro badass, que caça recompensas por aí, sabe verificar armadilhas, etc. além de construir engenhocas super incríveis que derrubam e eletrocutam -q, mas enfim. De toda forma, gostei da utilidade que você deu ao Excadrill. Curti esse fato de você fazer com que na fic as pessoas não se preocupem tanto com pokémons, porém as que usam pokémons não são muito fãs da tradicional batalha, usando-os de outras maneiras, enfim.

Aqueles caras que apareceram no fim do capítulo não sei se algum deles é o Phill, do prólogo, mas pelo visto eles conhecem o protagonista e aparentemente não gostam dele. Enfim, estou curioso para ver mais sobre esses personagens, principalmente o russo, que aparentemente nasceu em lugar nenhum, já que a Rússia não existe no mundo pokémon. De toda forma, pelo golpe que o rapazão mandou o Sparkson (admito que ri do nome, achando-o bem "criativo" huahuah" usar, dá pra perceber que o pessoal da fic não é muito ligado em pokémons, já que o Thunder Wave não vai fazer efeito nenhum no Excadrill. Mas talvez eu esteja só sendo chato e estragando a licença poética que o autor ia usar na fic huahuahuahau, enfim.

Bem, eu acabei rindo de algumas partes, tipo a parte do russo que vem do lugar que não existe, da referência ao Natt quando ele fala com o nerdão. Também ri da parte que o narrador ficou com preguiça de pensar mais algum sinônimo e deu nome de Bob para a esfera, já que estava sem criatividade; entendo como o narrador se sente, afinal, é realmente difícil tentar colocar sinônimos sem repetir huahuah, mas enfim.

De toda forma, espero para ver qual é a dessa pedra e porque ela vale tanto. Também espero para ver mais fodices do protagonista, apesar de que imagino que o próximo capítulo seja feito em outro POV, mas enfim, vamos aguardar.

Você não disse em qual cidade se passa a fic, mas já que você citou o Colecionador imagino que seja a cidade dele, que já apareceu na Project Retype, que eu só não lembro o nome, mas deve ser meio óbvio isso huahuahauh, enfim.

Ah, e só uma chatice do Black (sempre tem que ter), que foi só o mesmo o fato do Facebook. Imagino que eles foram parceiros há bem mais tempo do que o Facebook existe, mas sei lá, talvez seja só eu querendo ser chato, já que não consegui criticar outra parte do capítulo Laughing

Enfim, é só e boa sorte com a fic.
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Re: → Os Ratos do Deserto ←

Mensagem por Brijudoca em Seg 1 Maio 2017 - 15:40

Vamos lá comentar nessa fic que não é uma fic.

Nossa, me iludiu legal escrevendo aquele "prólogo" em primeira pessoa ahaushsush

Sua habilidade de criar personagens carismáticos sempre impressiona menino Ice. O Leon é legal demais, e toda a interação dele com o policial Henry foi muito divertida de ler. O cara é um motoqueiro badass que se aventura numas dungeons atrás de prêmios no maior estilo Indiana Jones. Lembro de tê-lo comparado também a Tomb Raider quando você apresentou o personagem naquela fic Jewels (lembro porra nenhuma, tava vendo as fics antigas e acabei esbarrando lá kkkk), enfim, que bom que você achou outro jeito de dar um rumo para aquela história.

Pela dificuldade em conquistar a Esfera chamada Bob, já era de se esperar que a mesma seria valiosa, mas foi bom ver o Colecionador aqui (embora eu fique imaginando o Benicio del Toro em vez do Sr. Burns), e ainda foi ludibriado pelo Leon hahah

Eu apostaria minhas fichas que o nerd é Phil, nosso outro protagonista. Espero que o próximo capítulo seja um POV dele. Também queria salientar que seu humor é sempre ótimo, mas a parte do sotaque russo arrancou uma risada bem maior que aquela esboçada natural que eu dou normalmente.

E agora, a fanfic que não é de Pokemon está prestes a ter sua primeira batalha pokemon? Ou Leon irá deter Sparkson (ESSE NOME PQP) de uma maneira mais surpreendente? Well, let's see what's going to happen...

Até a próxima brow o/

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Re: → Os Ratos do Deserto ←

Mensagem por Rush em Seg 1 Maio 2017 - 17:12

Hey, -Ice! /o/


Gostei do primeiro capítulo da Fan fiction, principalmente pela sua formatação original a qual nos apresentou a história - no caso, as ações do capítulo até a metade - por formas de flashbacks, enquanto no presente ele conta as mesmas. Isso me deixou bastante curioso, porque por mais que Leon escapasse dos problemas que cada Flashback apresentasse, ele ainda estava na delegacia. Fiquei totalmente preso a história só para saber como ele foi parar lá.

Eu adorei o Leon, por mais que o nome dele me lembre do Keckleon falante da fic do Kirkos. Hahahah' E bem, ele se mostrou como um ótimo protagonista neste capítulo piloto da Fan Fiction. Me pergunto se cada capítulo terá esse tipo de formatação, ou se cada capítulo terá uma formatação diferente. Seria MUITO interessante, já que o humor é o gênero predominante na fic. Este que eu achei semelhante aos desenhos da Adult Swim, como Rick and Morty. (Recomendo esse desenho com bastante urgência.)

O motivo pelo qual me lembrei de Rick and Morty, foi a genialidade de Leon se assemelhar muito a de Rick, construindo bugigangas com o pouco que tem, mas a utilidade das coisas o deixam tão poderoso quanto uma entidade, já que ele consegue escapar de quase qualquer situação usando essa mesma genialidade.

Eu gostei do fato da fic ser no mesmo universo que o projeto re-type, e o primeiro cutucão que temos é da aparição do Colecionador. É impossível falar do Colecionador e esferas com desenhos tribais sem nos lembrarmos da Joia dos Sonhos, então com esse primeiro capítulo, deduzimos que o Colecionador de fato é um criminoso, já que ele comercializa artefatos ilegais no mercado negro. Me pergunto qual a utilidade de Bob e se, de fato, o item tem algo haver com o projeto Re-Type assim como o mistério que envolve a joia dos sonhos. Hmm.

Também não ficou muito claro - embora não fosse um pré-requisito - sobre o tempo pelo qual se passa a fic, se é simultânea à jornada de Natt, se é no passado ou no futuro, o que acho difícil. Pela descrição do Colecionador que compartilha o mesmo nome do Togetic, creio que a fic se passa no presente se não pouquíssimo tempo antes da jornada de Natt.

No final, com a aparição do russo, eu jurava que era Landom. Depois li novamente que os cabelos dele eram castanhos e voltei a ficar calmo. Sé loko, Landom é um dos poucos personagens da área de fic que realmente me deram medo. A aparição dele é como se eu encontrasse o Genesis ou o Pyramede Head, ou até mesmo um Slender Man. Você sabe que vai dar MUITA merda quando ele aparece. HAUEHAU'

Eu adorei o primeiro capítulo. Gostei da referência ao universo do Projeto Re-Type ao mencionar os Rattatas do deserto, que se eu não me engano, Nico possui um. Achei legal usar esse detalhe como uma referência a construir algo bem mais grandioso, como o título da fic que posteriormente era o nome da conta do fb do Leon. AEUHAUEA'

Admito ter rido bastante, me diverti com o Leon protagonizando a fic. Com certeza acompanharei os capitulos seguintes.

Um abraço, ice!
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Re: → Os Ratos do Deserto ←

Mensagem por -Ice em Dom 7 Maio 2017 - 13:53

C L I Q U E   A Q U I:

O que, achou que eu ia fazer a brincadeira dos múltiplos spoilers de novo?

COMENTÁRIOS:


Bravheeser (acho que é assim que escreve): Que bom que gostou cara! Tô esperando pra ver a sua fanfic ein

Black: C'mon

Sim, o Leon vai realmente ser um anti-herói, e não um bandido. Na real, acho que nem a palava anti-herói se encaixa pra ele, já que o nosso "protagonista" vai fazer o que for do seu interesse, e talvez isso inclua salvar o mundo ou algo do tipo. E o Henry também não é corrupto, tanto que veremos várias vezes a profissão falando mais alto do que a amizade desses dois. Também acho que fodão e badass não definem o Leon  Laughing

Vamos ver agora quem são esses personagens que aparecem no final -q Fico feliz que você riu em algumas partes, essa era a intenção hahah E o próximo capítulo será sim em outro PoV, mas isso não impede que o Leon apareça um pouquinho. E sobre a cidade, bem, não foi citada em Project Retype, mas nesse primeiro capítulo é dito que ela se chama El-Eight, não sei se isso ficou bem claro -q

E sobre o facebook, bem, a fanfic se passa em 2013, e o facebook foi criado lá pra 2006 se eu não me engano, então é possível sim kkk Mas, qualquer coisa podemos falar que, no mundo pokémon, o facebook foi criado em outra época.

Valeu pelo comentário e até mais o/

Brijudoca: Fala Briju o/

Realmente, foi uma ilusão e tanto aquele prólogo hahah foi mal -q
Gostei de ver que você lembrou de Jewels, por que foi lá que nasceu toda a ideia que foi se desenvolvendo até chegarmos a Ratos do Deserto, sendo que um pouquinho dessa ideia ficou em Project Retype também.

Nesse capítulo dois veremos um pouco mais sobre... a "valiosidade" de Bob, e veremos por que essa esfera está dando tanto problema hahah Eu acho que a imagem do Benício del Toro todo pomposo e de cabelo branco não combina com o Colecionador que temos em Eyarn, eu o vejo mais como o Sr. Burns mesmo. Bom, agora vamos ver se o nerd realmente é o Phill, se teremos um PoV dele, e talz. Espero também manter esse humor estranho.

Let's see what's going to happen... Se you later o/

Rush: Hey Rushito o/

Fico feliz que você tenha notado a ""formatação original" que eu dei para o primeiro capítulo. Como eu te disse há algumas semanas em Project Retype, os flashbacks podem ser usados muito bem em prol da história, e esse primeiro capítulo foi um exemplo disso, e, já adiantando, os primeiros capítulos vão sim compartilhar essa formatação, embora eu ache que ela tenha combinado mais com o Leon, os outros personagens também terão flashbacks interrompendo o presente para mostrar como eles chegaram lá.

E eu também amo o Leon -q E sim, o Colecionador (apresentado lá em PR) foi o primeiro cutucão (não haverão muitos), agora vamos ver onde entra o Bob nessa história toda. E sobre a localização da história no tempo, bem, vamos explicar rapidinho. Project Retype se passa no final de 2013 (a fanfic começou em Setembro e atualmente está em Novembro, cronologicamente), enquanto os Ratos do Deserto se passa em Janeiro de 2014, ou seja, todos os bangues de Project Retype que vocês conhecem já aconteceram (e um pouco mais), e eventos como a reviravolta de Emma são relativamente recentes. Vale a pena lembrar que o Colecionador já está com a Joia dos Sonhos também.

Eu fiquei com um pouco de medo daquele personagem no final ser confundido com o Landom hahah É um personagem bem diferente e bem mais... legal? Não sei. E sim, o Nico possui um Rato do Deserto sim, dos que vivem no sul da cidade que o Leon mora, esse é outro cutucão de uma fanfic para outra -q

Até mais mano o/


E  A Q U I:

RdD#02
Já tentou sair de dentro da blusa?





— Sparkson, use o Thunder Wave!

Das duas figuras que tinham acabado de entrar na delegacia, o treinador do Magneton era um pouco menos assustador. Talvez por ser magricela e ter uma voz falha. Talvez porque o outro era encorpado ao ponto de quase parecer um gigante. Talvez um pouco dos dois.

Phill estava assustado. No momento, estava grudado de costas para o chão da delegacia enquanto estava entre dois caras assustadores e um engenheiro meio gay.

Magneton, o pokémon que era um imã triplo, soltou várias ondas elétricas das suas extremidades, que iriam direto para o engenheiro, se o seu Excadrill não entrasse na frente, parando o golpe graças ao seu corpo formado por sessenta e cinco por cento de terra.

— Hakan, Focus Blast, do jeitinho que você gosta!

O Excadrill de nome excêntrico ainda estava no ar quando recebeu a ordem, e tocando o chão poucos segundos depois, bem perto de Phill, fazendo com que o rapaz se encolhesse, ainda preso ao chão.


A arquitetura de El-Eight era estranha.

Calçadas longas e de tijolos amarelos, casas pintadas das mais diferentes cores, árvores em cada esquina… Aquilo era um estranho bom, era possível ver a influência dos colonizadores Unovianos naquela cidade.

Mesmo com a beleza, Phill ainda sentia-se meio deslocado enquanto andava pelas calçadas amarelas. Estava acostumado demais com sua cidade natal, Ciatteil, e tudo o que desejava era voltar para lá.

Mas as coisas tinham se tornado meio inviáveis depois da supostamente acidental morte da neta do Professor Pokémon na cidade. A polícia, quase que como se sentindo culpada, deixou o resto da cidade totalmente de lado enquanto faziam investigações. A máscara era que estavam procurando um traficante de drogas, mas Phill sabia que a garota tinha sido assassinada, bem de baixo do nariz dos policiais.

Por não ter se acostumado com o seu apartamento, Phill ficava apenas vagando pela cidade durante os dias, e sentia-se confortável apenas com isso. Sabia que era questão de tempo até conseguir um emprego digno, afinal, todos os diplomas que colecionara aperfeiçoando-se profissionalmente em várias áreas ao longo do tempo não serviam só de enfeite.


Hakan, o Excadrill do engenheiro, soltava a esfera de explosão focalizada em direção à Magneton, que era arremessado para trás, caindo desmaiado. O cara magricela, então, retornou seu pokémon para a pokébola.

— Nunca nos saímos bem usando pokémon mesmo. — disse o cara maior, estalando as juntas dos dedos — Temos outras vantagens sobre ele.

Dito isso, ele começou a correr.

Sério, ele saiu correndo como um gorila, deixando o engenheiro sem palavras quando levou um soco no estômago, que o empurrou com uma força incrível contra a parede, fazendo com que saísse de seu bolso um objeto esférico dourado que o grandão pegou.

— Desculpe-me se estava tentando agir de um jeito mais humano — disse o magricela, enquanto o seu parceiro dava para ele a esfera. Os dois deram as costas.
— Ah, não vão! — o engenheiro se levantou. Sangue escorria de sua boca e ele estava com o cabelo loiro todo bagunçado — Hakan, Dig!
— Não faça isso! — Phill tentou avisá-lo, mas já era tarde demais.

O Excadrill assumia a forma de uma escavadeira e começava a girar, cavando um buraco no chão… do terceiro andar.

— Espera aí… — disse o engenheiro, olhando para baixo enquanto o seu pokémon continuava descendo, até finalmente chocar-se contra o chão do primeiro andar.
— É sério? — perguntou o rapaz grandão, com o seu sotaque forte que fazia uma palavra comum ter uns cinco Rs.

O amigo dele, o magricela, também ia falar algo, mas foi interrompido por uma gigante toupeira em forma de escavadeira saindo do chão e acertando-o. A esfera dourada novamente levantou no ar, sendo pega pelo pokémon, que a entregou na mão do seu treinador.

— Ei, cara, você não pode me ajudar? — Phill perguntou ao engenheiro, já cansado de estar lá, preso de costas para o chão — Tem como diminuir o tempo que eu vou ficar preso aqui?
— Já tentou sair de dentro da blusa?

Por alguns segundos, Phill ficou parado, tentando dar ao engenheiro um motivo para não ter pensado nisso ainda, mas não conseguiu achar nada que justificasse aquilo. Ele apenas abriu o zíper da sua blusa college, levantando e deixando-a no chão, presa ao equipamento que o grudara.

— Quem é você e o que está acontecendo?
— Eu sou o Rato do Deserto. — disse o engenheiro, fazendo algo que parecia ser uma tentativa de pose heróica — E eu só sei que essa parada vale muito dinheiro, então tchau!

Ele virou-se de costas, correndo desajeitadamente junto com seu pokémon, enquanto os dois esquisitões ainda recuperavam-se do ataque do Excadrill.

— Sempre tem que ser do jeito difícil. — disse o magricela, pegando um bumerangue metálico que estava preso ao seu cinto.

Ele arremessou o objeto, que acertou a costa do Rato do Deserto, puxando-o de volta para onde estava acontecendo a batalha principal. Phill não conseguia fazer nada além de desviar de tudo o que estava acontecendo, enquanto tentava bolar um plano para sair dali. Ir atrás do Aegyo não tinha sido uma boa ideia.


Phill chegava em seu pequeno apartamento depois de uma longa caminhada. Limpou o suor de sua testa esfregando-a no ombro. Ele tirou os seus óculos, colocando-os em cima do rack da sala. Ele se jogou no sofá vermelho, pegando o controle da televisão e ligando-a.

Não conseguiu assistir nem dez minutos do campeonato mundial de League of Legends quando a imagem começou a chiar.

— Que bosta! — disse, tentando mudar de canal para ver se conseguia resolver alguma coisa sem precisar levantar.
“Phillip Pauline Stone. Pode me ouvir?”

A voz, alterada digitalmente, estava sendo transmitida da televisão.

— Quem é você? E como sabe o meu nome do meio?

“É um nome de mulher, sabia?”
— Sim, eu sabia. Mas pode me explicar por que estou conversando com a minha televisão?
“Eu tenho uma missão pra você”
— Ah, dá licença.

Ele apertou o botão de power do controle, desligando a televisão. Inesperadamente, o aparelho ligou-se sozinho, minutos depois.

“É sério, Phillip? Eu posso hackear a sua televisão para transmitir uma mensagem através dela, você achou mesmo que eu não conseguiria ligá-la novamente?”

Phill encolheu os ombros.

“Antes de tomar decisões precipitadas, eu gostaria de lhe avisar que essa missão vai lhe render dois milhões de pôkens.”


Não tinha sido uma boa ideia.

— Você, garoto. — disse o grandão, apontando para Phill enquanto o Rato do Deserto e o seu parceiro magrelo se estapeavam — Você está de que lado aqui?
— Do lado de fora, se isso for possível.

Antes de qualquer palavra do grandão, ele foi surpreendido pelo corpo do seu parceiro, que foi arremessado por uma onda de energia avermelhada.

— Whoooo! — gritou o Rato do Deserto, levantando-se. Ele retornou o seu Excadrill e apontou o Aegyo, como se fosse uma arma, contra os dois vilões. A esfera dourada estava rodeada por uma aura vermelha — Tomem cuidado pois o Bob aqui não está para brincadeira.

O grandão e o magricela se entreolharam.

— Ai! Porra, tá quente!

O cara soltou o Aegyo, colocando a mão direita entre as duas pernas. Quando a esfera dourada caiu no chão, uma energia avermelhada foi liberada para todos os lados, e a sala explodiu.


— E o que é esse tal de Aegyo? — perguntava à televisão.
“É algo com um poder fora do nosso conhecimento, Phillip. Algo perigoso demais para estar nas mãos de qualquer um. Um simples círculo dourado que pode destruir todo esse continente.”
— E quando eu pegá-lo? Onde eu te encontro?
“Volte para cá e ligue a televisão.

Houve um minuto de silêncio.

— Tá, agora eu posso assistir o meu LoL?


— Atentado terrorista… Tentativa de furto… Pelo menos as suas faculdades vão lhe render uma cela especial. Lá talvez ninguém tente tatuar um pênis nas suas costas enquanto você dorme. — disse o delegado, dando uma camiseta listrada para Phill.
— Reconfortante…

Phill não conseguia acreditar que estava sendo preso. O pior de tudo, sendo preso por obedecer a sua televisão.

Ele se dirigiu ao banheiro, onde tirou toda a roupa que tinha e colocou-a em uma caixa, que um guarda pegou e levou. Enquanto ele colocava a roupa de presidiário, viu os dois caras que invadiram a delegacia entrando no banheiro também.

— E daí ele disse, “você vai apodrecer aqui” — disse o magrelo, imitando a voz do delegado. Os dois riram.
— Oi. — disse Phill, acenando para os dois, tentando evitar o fato de que estavam pelados no momento — Não nos apresentamos corretamente. Sou Phillip Stone.
— “Sou Phillip Stone” — repetiu o grandão, fazendo uma voz de idiota, seu amigo começou a rir — Escuta, Phillip, nós não somos amigos só porque fomos presos pelo mesmo motivo.

Phill suspirou, irritado. Tinha que tirar algo disso.

— E você nunca dividia as suas coxinhas comigo, Hilbert!

O rato do deserto era empurrado para dentro do banheiro, mostrando o dedo médio para o delegado. Ao entrar, ele olhou para os três que já estavam presentes lá, encarando-o.

— Vão se foder. — disse, tirando a roupa e colocando a de presidiário.
— Igor, não faça nenhuma besteira… — disse o rapaz grandão, colocando a mão sobre o ombro do amigo.

O aviso foi em vão, já que o tal do Igor pulou contra o Rato do Deserto, dando-lhe um soco na boca. O loiro retribuiu, com um gancho no queixo mal raspado do magricela.

— Ei, vocês! — gritou Phill, nervoso — É sério que vão brigar aqui? O Aegyo nem está mais em jogo!
— Que se dane. — Igor jogou o rato do deserto no chão, afastando-se — Não vai demorar muito para escaparmos daqui mesmo.
— Você que pensa. — disse o loiro, levantando-se e limpando o sangue da boca — A prisão de El-Eight tem a melhor segurança de todo o continente. Não é como em Relical que os prisioneiros escapam na cara da polícia.

Igor riu.

— Eu e Gustav aqui já escapamos de prisões piores de continentes piores — disse, cheio de si — Nós vamos recuperar o Aegyo e vendê-lo.
— Ah, então vocês também querem vender o Bob?

Os quatro se entreolharam por um tempo. O cara loiro parecia ter tido uma ideia, e ele provavelmente achava que os outros também tiveram, mas ninguém além dele tinha entendido.

— Acho que temos um objetivo em comum aqui… e se nos juntássemos e…
— Não. — disseram Gustav e Igor.
— Qual é, vocês estão me subestimando. Por que acham que me chamam de Rato do Deserto?
— E quem te chama assim? — perguntou Phill.
— Isso não importa. Para os íntimos, eu sou Leon. E vocês são íntimos né? Acabaram de me ver pelado e…

Ouviram o guarda bater várias vezes na porta do banheiro, apressando-os.

— Quanto iam pagar para vocês? — perguntou Leon, aos cochichos.
— Oitocentos mil pôkens.

Leon e Phill se entreolharam.

— Oitocentos mil? Eu ia vender por dois milhões! — exclamou.
— Viram só? — disse Leon, apoiando o braço em Gustav — Parece que, de repente, todos somos úteis aqui.
— Menos você. — disse Igor.
— Se não fosse por mim o Bob nem ia estar aqui!
— Realmente, ele ia estar em nossas mãos!

Então os dois começaram a brigar novamente, fazendo Phill desistir de tentar começar algum plano de fuga. Ele saiu do banheiro, enquanto Igor e Leon já estavam socando um ao outro atrás dele.



O próximo capítulo sai em, no máximo, duas semanas. Provavelmente antes. See ya
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Re: → Os Ratos do Deserto ←

Mensagem por Slow em Dom 7 Maio 2017 - 15:04

É, como eu acabei não comentando o anterior, vou fazer o milagre de comentar assim que termino de ler o post e ser o primeiro.

Sim, eu falei algo antes do cumprimento de novo.

Hey Ice o/

Bom, vou falar só umas coisinhas do capítulo anterior a esse. Primeiro, foi só nele que eu notei que você não estava usando Quote pra formatar todo o texto, usando nos Flashbacks. Achei bem legal isso, foi algo que gostei de fazer também, me parece bem mais organizadinho para Flashbacks colocar eles mais "separados" do que umas linhas.

Ah, e eu sou o cara Slow o suficiente para não reconhecer a minha frase pessoal utilizada como "título" para mim, prazer.

Cara, esses nomes auihosdahsdiuah. Eu não sei dizer se você quebrou ou cutucou a quarta parede ao dar nome para o Bob por "falta de sinônimos" e isso me lembra algo tbm -q. Ai tem... Sparkson, sério? fsaiofdhaudhaisdh eles realmente não ligam muito para os Pokémon (nasceram no universo errado), visto as escolhas de Pokémon e moves e... os nomes criativos.

Por falar no Bob, no plot da Retype a gente anda vendo vários itens como... "pedras", digamos assim, como a joia dos sonhos e o que era pra ser um Spiritomb, mas acabou fascinando o Gray. Será que você vai fazer algum crossover rapido utilizando isso? -q

Olha só, então esse é o Phill, o [Palavra censurada pq esse é um comentário de família] que não avisou ao Ice pq tava dormindo. Achei interessante tocar no assunto Emma e ver toda a repercussão que deu na cidade, deve ter sido meio humilhante para os policiais. Eu imagino que o colecionador seja o cara da TV, ou sei lá se estou viajando, mas, quem quer que seja, foi muito [mesma palavra censurada], dane-se a censura, cusão em ter interferido na partida de LoL. Se for em um dos roubos de Barão do Revolta, ai eu ficaria puto de vdd, enfim.

Cara, esse roubo pareceu aquelas cenas do Pica-pau, que ele rouba algo e começa a correr, ai é roubado, ai vai lá e rouba dnv e é roubado no meio do roubo, enfim. No fim, não ficou com ninguém.Acho que o grupo do"s" rato"s" do deserto está começando a se formar, desde que o Leon mostre alguma utilidade. Aparentemente é antes do prólogo, mas, se eu me lembro bem, não tinha um certo policial lá no meio também quando ele disse as personalidades? To com preguiça de voltar :v (na revisão do tópico aqui embaixo não ta aparecendo).

Achei legal também pôr uma frase fora de contexto do capítulo como título. Acho que foi uma falta de criatividade proposital, como Sparkson, e ficou bem legal. Quando cheguei nessa parte do capítulo pensei, "agora faz sentido".

É isso, eu não sou muito bom em comentar comédia, mas estou gostando muito dela em todos os capítulos até agora -q.
Até mais, manda o Phill ir se fuder por mim  tchau
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Re: → Os Ratos do Deserto ←

Mensagem por Black~ em Sex 12 Maio 2017 - 15:19

Well, c'mon.

Bem, tinha esquecido de comentar aqui, mas cheguei -q. Primeiro, eu só queria dizer que gostei do capítulo, mas acabei me confundindo sobre quem era quem. Tive que reler umas três vezes desde o final do capítulo anterior para poder entender. Quero dizer, demorei a entender que o nerd era o Phill e que o Phill não tinha nada a ver com o gordo e o magro, sendo esses, outros personagens, mas enfim. Espero que só eu tenha tido uma confusão ao ler isso -q, mas depois que eu reli, consegui entender o que estava se passando.

Agora entendido, gostei do capítulo. Tenho que falar que achei muito legal o fato dos personagens irem presos. Poucas vezes (nenhuma?) vi os protagonistas indo presos e tendo capítulos passados na prisão. Acredito que eles sairão em breve, mas só o fato de eles ficarem um tempo na cadeia já é interessante. Só espero que não fique monótono.

Gostei do Phillipe Stone, achei um personagem bem interessante e fiquei curioso para saber quem era o homem conversando com ele na TV. Achei bem bacana o fato de você tê-lo interligado à Project Retype, falando do assassinato da Emma =/ e ele tendo que fugir de Ciatteil já que a cidade ficou na bostidão total, com a polícia tentando encobrir que foi a própria polícia que matou a Emma =/. De toda forma, coitado do Phill, estudou tanto pra acabar virando bandido (mas é óbvio que ele vai ganhar roubando do que depois de estudar né *puta crítica social foda*, mas enfim -q), assim como um famoso personagem da cultura pop. Também achei interessante os dois russos, apesar de menos do que o nosso segundo protagonista.

Falando de uma coisa bem tosca, mas que eu fui procurar é que pelas descrição de El-Eight e pela foto do mapa que você postou no escritório da PPR, a cidade de El-Eight deve ser a cidade número 8, ao sul de Central City -q. Então, o nosso querido pescador ainda vai demorar um pouquinho pra chegar lá, e também queria saber se tem ginásio em El-Eight, mas é só bobeira mesmo huahua.

Bem, como o ex-ffm metido a besta já deu o spoiler no main-post da fic, está na cara que os russos, o Rato do Deserto e o nerdão vão se juntar; além do policial meio doido e mais outros que ainda vão aparecer. Bem, já parecia meio óbvio que eles iam se juntar quando foram presos juntos né. Só acho que não vai ser muito bom negócio não. Os russos iam ganhar 800 mil pra vender o negócio e o Phill ia ganhar 2 milhões. Com tanta gente junta pra ir atrás desse negócio, cada um vai acabar ganhando bem pouco né -qq, mas enfim. E também finalmente o nome da fic começou a fazer sentido né, já que todo mundo vai se juntar com o Rato do Deserto huahua, mas enfim²³²³³¹²³

Bem, acho que só tenho isso pra falar.

Então é só e boa sorte com a fic.
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Mensagem por Brijudoca em Ter 16 Maio 2017 - 9:44

hwueudhd sparkson ainda não superei

fala menino Ice

Então chutei certo que o Phil era o nerd? HA ponto pra mim. Me surpreendi pela batalha pokemon, já que supostamente essa não é uma fanfic pokemon, olha aí o Leon se contradizendo.

Esse humor escrachado da fic é ótimo. Não vou dizer que eu rio de todas as bobajadas, mas tem hora que simplesmente não consigo segurar o riso, tipo a voz da tv zoando o nome do meio do Phil, e ele preocupado com o lolzinho hausheeh

O sistema de flashback continuou eficiente aqui. Teremos mais dos outros personagens? Fiquei curioso agora. Inclusive, foi interessante ver que os Ratos do Deserto se formando na prisão. Novamente assimilei com algo meio Guardiões da Galáxia, um grupo de deslocados se unindo na cadeia por um objetivo em comum. Vamos ver se vai dar certo né?

Então Phill saiu da cidade natal depois morte da Emma. Bem, você disse que a morte dela também teria consequências por aqui, então fico imaginando qual o envolvimento do Phil nesse rolê todo, até porque ele parece bem inocente, mas vai que guarda um segredo obscuro...

Well, até a próxima amigo o/
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Mensagem por Bakujirou em Sex 2 Jun 2017 - 20:02

Uhm.
Cheguei atrasado, apenas consegui ler o chapter com o Leon ali em cima e preciso voltar para conferir o outro chapter.
UHmm.

Eu achei bem interessante como desenrola o chapter (na qual li), já que é tudo bem desprentencioso, até dá pra entender porque o hilbert ficou tao irritado, hiahiahiahia. Espero poder voltar novamente. Boa sorte com a fiction

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