Pokémon Mythology
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Search for Sinnoh.

Mensagem por Nawta em Sab 8 Abr 2017 - 0:44

Guia da Fanfic em andamento.
Sinopse:
Cooper Allen nunca quis sair pelo mundo. Não queria ser treinador. Ele apenas queria sentar e estudar para ser alguém no futuro... Mas essa rotina estudiosa muda quando a pessoa que ele mais ama some: Seu pai. Sozinho, ele decide entrar em uma fria jornada atrás do parente, mesmo não estando preparado para seus inimigos. Ele não pode confiar em ninguém, mas precisa de ajuda.

Sinnoh vem se esfarelando pouco a pouco. As duas Equipes estão ameaçando a paz a cada dia. As teorias de seu pai estão se realizando e o colapso vem chegando. Os lendários destroem friamente o que deveriam proteger. E o único que pode diminuir o impacto desaparecera. A jornada de Cooper fica mais difícil com o tempo correndo.
Principalmente quando há traidores ao seu redor, e seu maior rival... é ele mesmo.
Sumário:


Season 01: Catastrophe




Prólogo: Controvérsias - Neste Tópico
Ato 1: Perseguições: Aqui






Prólogo
Controvérsias

Não demorou muito para seu fôlego morrer. Subir um morro correndo não é nada fácil. Não à noite. Não quando há inúmeras pedras no caminho. Não quando tudo estava escorregadio devido à chuva de manhã. Não quando tem alguém te perseguindo.

Zeus escorregou feio em uma das pedras úmidas e cheia de húmus. Acabou batendo o joelho com força nela. Xingou e soltou um grito baixo. Mesmo dolorido e cansado, não podia dar ao luxo de descansar.

O poderoso rugido do perseguidor balançou o ar. Arrepiou até os curtos pelos da nuca de Zeus.

Levantou-se e correu, mesmo mancando. Vendo que não podia mais correr, jogou-se contra um arbusto escondido na sombra de uma alta e aconchegante árvore. Ele ajeitou-se no mato molhado, arrumou o cabelo branco e tentou dobrar a calma e a consciência, mesmo sabendo que aquilo não resultaria em quase nada. Suas roupas estavam com alguns cortes. Sangue manchava a camisa e o rosto do homem de trinta e dois anos.




E quando era pra ele gritar em desespero e chorar para que algum deus fosse ajudá-lo, ele simplesmente sorriu.

Não acredito que esta porra deu certo. — tateou a mochila e tirou uma câmera dela. Ligou-a. A luz dela iluminou tudo ao seu redor. Rasgou a calça com um de seus braços fortes e viu que sua patela havia saído do lugar, mas seu tecido nervoso estava tão apreensivo em tentar escapar do perseguidor, que não deu tanta atenção àquele machucado colossal. Portanto, quanto mais olhava para a grande ferida aberta, ela parecia pulsar e doer ainda mais.

Zeus desligou a luz da câmara ao ouvir passos pesados. A terra tremia.

O homem apontou a câmera pro seu rosto, mesmo com o fato de que não dava para ver absolutamente nada.

— Olá Coop. É mais um dia na minha jornada. Queria ter gravado mais cedo, mas infelizmente um Murkrow a roubou e eu só pude recuperá-la bem mais tarde. Diga ao Neptune que eu o amo. E que deixei algumas balas especiais pra ele na Jubilife Town.

Fechou a câmera, apertou um botão e a jogou longe.

— Nem todos os deuses são simpáticos. — Zeus cuspiu sangue. Os passos do anônimo se aproximavam cada vez mais. — Heh, eram pra ser, pelo menos.

A árvore na qual estava encostado foi arrancada de seu leito e jogada alguns longos metros de distância.

Então você sabe brincar de esconde-esconde, filho da puta? — O homem resmungou, cuspindo mais um pouco de sangue enquanto olhava nas pupilas grotescas de opacas daquilo.

A criatura olhou e rugiu para Zeus. Ali. Parado e ferido, olhando para a silhueta com um sorriso babaca na cara.

E fez o que tinha de fazer.


—⊱✧⊰—


O garoto acordou. O quarto estava totalmente frio, já que dezembro chegara com uma forte chuva e a janela estava aberta.

Pisou no chão de madeira-corrida e teve a sensação de pisar num iceberg.

Neptune! — ele gritou nervoso. A criaturinha azul saiu de debaixo da cama, lugar onde gostava de ficar. — Eu não acredito que você abriu a janela de noite pela terceira vez nesse mês! — espirrou graças à gripe que acabara de entrar em seu corpo.

Toto! — levantou os ombros e as patinhas, com um sorriso que significava um "Fazer o que?"

Cooper foi até ela e a fechou. A sua vizinha que estava do outro lado da rua, olhando pela janela de seu quarto do segundo andar, acabou sorrindo nervosamente e animadamente. Ficou vermelha e preparou para tirar algumas fotos.

Cooper fechou as cortinas na hora. Nenhuma menina boba de quinze anos iria tirar foto dele apenas de samba-canção.

— Droga. — o garoto olhou para seu corpo razoável, com uma quantidade de músculos gradativamente simples.

Andou até o banheiro pra tomar uma ducha quente. Passou pelo seu computador ligado, com a tela preta. Já vira aquela gravação noventa e sete vezes e não parava de assistir. As últimas palavras de seu pai antes de desaparecer ainda o machucavam. Ele já sabia que algo de ruim aconteceria com Zeus, mas não esperava naquele momento. Não na semana de sua formatura do terceiro ano.

Olá Coop. É mais um dia na minha jornada. Queria ter gravado mais cedo, mas infelizmente um Murkrow a roubou e eu só pude recuperá-la bem mais tarde. Diga a seu Totodile que eu o amo. E que deixei algumas balas especiais pra ele na Jubilife Town.

As palavras ainda ecoavam em sua cabeça, tentando fixar-se em alguma parte de seu cérebro que aceitasse que seu pai se fora sem nem mesmo um abraço ou um adeus descente.

Cooper tomou seu banho e demorou tanto que seus dedos pareciam ter envelhecido uns cinquenta anos e quando saiu, descobrira que ficara uma hora em baixo d’água após checar o relógio em formato de Emolga de seu quarto.

O menino não se importou de vestir-se na frente de seu Pokémon — o qual ele tinha desde os dez anos, quando ainda morava em Goldenrod, em Johto.

Aquele dia era especial. O dia em que ele sempre pensara que nunca iria viver. Havia pegado seu cartão de treinador (o qual ele não queria ter) ontem no Centro Pokémon (lugar onde ele nunca quis entrar). Era o dia em que ele decidira procurar o seu pai.

Vestiu algum jeans preto e calçou um par de tênis vans de coloração vinho. Colocou um suéter vermelho-sangue e amarrou seu típico cachecol branco, colocando por cima do suéter um moletom xadrez vermelho. Cooper não se preocupou muito em pentear seus cabelos castanhos, já secos.

Pegou a mochila que preparara fazia alguns dias — tal mochila que ele esperava nunca preparar — e colocou nas costas. Enfiou o celular no bolso e desligou a energia de toda a casa no primeiro andar. A água também. Apenas deixou as câmeras de segurança ligadas e o alarme.

Fechou a casa lá fora e guardou a chave na calha.

— Metade da vizinhança sabe que você guarda a chave aí. Tem certeza que ninguém vai te assaltar? — Uma voz bastante conhecida falou da cerca de sua casa, fazendo um sorriso mínimo aparecer no rosto de Cooper.

— Porque assaltariam uma casa com segurança máxima, Will? — O castanho se virou para seu amigo.

Toto! — Neptune, nos braços do dono, acenou para o amigo. Ele era loiro, com um penteado bagunçado e uma franja repicada caindo em suas sobrancelhas e tapando-as. A pele clara de porcelana ganhara uma espinha na bochecha e os olhos cor-de-mar observavam o garoto. Quando andava com Cooper, criava um contraste estranho, já que o menino tinha cabelos castanhos e olhos amendoados. Willbert Pertyn usava uma jaqueta branca com tons laranjas e de mangas curtas, tênis esportivos brancos e azuis, e para finalizar, um jeans preto enfeitava as pernas do menino, que era apenas dois centímetros mais alto que Cooper.

Cooper fechou a cerca branca da casa — tão pequena que uma criança de cinco anos poderia pulá-la sem nenhuma dificuldade.

— Ainda não acredito que o garoto que tinha repulso da ideia de virar treinador Pokémon está saindo numa jornada.

— A vida dá voltas interessantes, não acha? Uma enorme controvérsia. — Os dois começaram a andar pelas ruas de Twinleaf. Eram largas, bem projetadas e arborizadas. As casas daquele bairro eram quase iguais: Dois andares. Cinzentas. Um enorme jardim. Geralmente algum Snubbull ou Glameow perambulando pelo gramado verde e encharcado devido à chuva da madrugada. O centro da cidade possuía alguns prédios e alguns pontos mais desenvolvidos naquele lugar pacato, mas nada de muito interessante. — Mas e a sua mãe? Deixou você me acompanhar?

— Só até Jubilife. Lá eu tenho de perguntar pro meu pai, pois ele vai estar lá, se eu posso virar treinador. Se ele não deixar, eu vou ficar na casa da minha avó até ano que vem. Ah, e eu tenho de ter alguns dos iniciais de Rowan comigo. Caso contrário...

Eles atravessaram a rua, em direção à rota que daria até a cidade de Sandgem.

— Ainda não acredito que você vai se aventurar nas perigosas rotas de Sinnoh pra enfrentar o ginásio e a Liga!

— Willbert, eu nunca vou enfrentar líderes de ginásio ou participar da Liga. Isso é falta do que fazer da vida.

Will bufou. Esse era o sonho do garoto: Lutar na Liga. Já Cooper era mais pé-firme e rejeitava desde o início de sua existência, a ideia de partir em uma — louca — jornada a procura de uma vitória incerta. Queria fazer a faculdade de medicina e orgulhar o pai e a família. E ele de fato iria fazer a faculdade ano que vem, já que passara no vestibular. O problema é: O desaparecimento de seu pai o fez desistir da vaga da Faculdade Federal de Medicina de Sandgem Town.

— Então pra que você está indo?

— Eu já disse! Já disse quatro vezes: Eu vou procurar meu pai. Vou fazer o que for necessário. Não sou exatamente um treinador.

— Você ainda acha que ele está vivo? — Willbert tocou um assunto frágil. Mas a intimidade que ele havia construído há anos com Cooper já o permitia fazer esse tipo de pergunta — mesmo com o fato de que ele era um ano mais novo.

— Não acho. Tenho certeza. A mensagem que ele deixou na fita foi clara.

— Uma mensagem que ele deixou na fita era seu diário durante a jornada de treinador dele. — Allen parou do nada e segurou os ombros de Willbert, olhando profundamente nos olhos oceânicos do loiro.

— Pela última vez, Will. Aquilo não era um diário de treinador. Meu pai não era um treinador. Era um cientista.

— Que estava treinando Pokémons.

— Eu só não te explico mais porque você vai esquecer uma hora depois e vai contar pra todo mundo.

— E-Eu não conto nada do que você fala comigo pros outros. — O menino vacilou, sorrindo amarelo. Um dos vizinhos de Cooper passou por eles e os cumprimentou.

— Indo a uma jornada Pokémon, Cooper? — O senhor que passava perguntou.

— Mais ou menos. Como sabe?

— Seu amigo me contou. — O homem grisalho olhou pra Willbert, acenando minimamente. — Desejo a você boa sorte. — O senhor voltou á andar nas ruas até entrar na padaria que ficava na esquina. Cooper apenas olhou pra Willbert com um olhar frio, poupando-o de palavras duras.

Por mais que o castanho fosse completamente o oposto de Willbert, e por mais que o louro fosse fofoqueiro, Cooper não podia ir sozinho ou sequer deixar o garoto mais novo de lado. Precisava dele.

— Eu só falei pra ele porque ele parecia confiável.

Todo mundo pra você parece confiável, Willbert. – Cooper praticamente cuspiu as palavras de uma forma seca e apertou os passos, sendo seguido desajeitadamente pelo pequeno jacaré e por seu amigo — Vamos apenas ficar quietos.

— Ok.

Totodile! — O Inicial Johto também disse um "Ok", levantando um polegar.

Os carros simples passavam de um lado para o outro naquela manhã de sexta-feira e aqueciam o ar gelado.

— Quem ficou com sua herança, AlleBoy? — Willbert não conseguiu ficar mais de dez segundos calado, falando o apelido ridículo — segundo Cooper.

O mencionado sentiu vontade de bater a cabeça num poste e se perguntar por que chamou o amigo naquela “jornada”. Agora sabia por que precisava dele. Precisava jogar Willbert no sanatório mais próximo.

Neptune deu uma patada na testa, também cansado de ouvir a voz daquele carinha.

— Não tenho ninguém para herdar ou alguém que queira herdar, então eles me deixaram ficar com a grana. Mas como eu estou indo procurar por ele, deixei tudo com meu tio Yore, lá de Hoenn. Se eu morrer, não tenho com quem deixar meus bens.

— Credo, Cooper. Aposto um bilhão de dólares que você não vai morrer.

— Ou desaparecer, ser sequestrado, ameaçado e tudo mais. — Cooper falou, seco, fazendo o amigo ficar calado, fitando o nada.

— ...

Dessa vez, Willbert conseguiu ficar quieto. Portanto, ficou meio apreensivo, muito animado e totalmente agitado. Era visível isso, já que ele suavemente estalava os dedos, cerrava os punhos e os dentes e não parava de cantarolar uma música da Ke$ha.

— Bem, aqui estamos. — Will soltou toda sua alegria e empolgação de uma vez, soltando um poderoso grito agudo. Alguns treinadores e ciclistas que passavam por ali lhe encararam, fazendo Cooper esconder sua face em uma das mãos, assim como Neptune, que o imitou de supetão — ROTA 201! PRA SANDGEM!

A rota pra Sandgem era larga, enlameada, cheia de grama e cercada por árvores baixas e só de ver todo aquele barro, Cooper só quis voltar pra dentro das cobertas quentinhas que o aguardava.

Ele calculou cada lugar que ele ia pisar para não sujar-se.

Até o bípede azulado pular de seus braços, se jogar na lama, dar uns saltos e giros, sujando toda a natureza ou ser-vivo que havia a sua volta.

NEPTUNEEEEEEEE! — O menino gritou com ele, completamente frustado. A jaqueta aconchegante de Cooper ficou toda manchada, fazendo-o embolar a vestimenta de qualquer jeito e a enfiar dentro da mochila, ficando apenas com seu suéter cor-de-sangue, que mostrava um pouco de seus músculos, atraindo alguns olhares.

Mas era isso o que teria de enfrentar dali pra frente.

Pelo menos se ele quisesse achar o único parente presente que tinha.





Hey, guys!

Primeiro, obrigada por ler até aqui, se você teve a paciência para chegar até o final. Segundo, nenhum dos Sprites ou a arte da capa (o Feraligatr soltando água lá de cima) foram feitos por mim, os Sprites foram feitos por alguns autores do Deviantart (que por acaso eu esqueci os nomes de usuário deles, mas enfim), então, estou dando os devidos créditos á eles, agora a arte da capa eu realmente não sei quem desenhou/fez, por eu pequei do famigerado Google Images mesmo, mas lembrando que fui eu que editei a capa e editei os Sprites, colocando os Pokémons junto aos Sprites dos treinadores.

Me desculpem pela edição tosca lá do Spoiler do Sumário e aliás, aconselho-vos que não o abra, caso não queira receber nenhum spoiler. E como dito lá no topo, eu estou fazendo o Guia da Fanfic (coisa que talvez demore um pouco, mas vamo lá).

Acho que é só isso mesmo, muito obrigada se leu até aqui ou vai acompanhar, eu gostaria bastaaaante de ter você como leitor(a) — mesmo eu não te conhecendo nem um pouco — e todo aquele nhenhenhe.

Ah, e lembrando que essa fanfic vai sim ter palavrão (vou rodar a baiana nisso aqui) e talvez um pouco de sangue ou machucados, que nem vocês puderam ver lá no início do prólogo.

Whatever, desculpem-me por alguns erros de ortografia (ou até pela escrita tosca, ao ver de alguns).

É só isso mesmo, tchauzin~ tchau

eu amei essa raposinha aaaaaaaaaa


Última edição por Nawta em Sab 15 Abr 2017 - 22:31, editado 2 vez(es)
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Re: Search for Sinnoh.

Mensagem por -Ice em Sab 8 Abr 2017 - 13:31

Olá, Nawta!

Primeiramente, estou muito feliz de ver outra escritora por aqui, ajudando a área de fanfics crescer, espero que se mantenha firme.

Eu curti a fanfic no geral, o prólogo foi bem escrito, a narração está boa, os personagens parecem ser legais e o Comic Sans que você usou até que deu um visual agradável pra tudo isso hahah

Logo de cara eu pude notar um pouco da influência da mitologia greco-romana na hora de bolar os nomes, né? Zeus para o pai do garoto e Neptune para seu Totodile deixaram isso bem claro =P

Não ficou muito bem claro se será uma fanfic de jornada em busca de insígnias ou apenas em busca do pai do garoto, mas creio que Cooper acabará cedendo quando conhecerem o professor Rowan ou chegarem em Jublife (adoro Sinnoh, portanto você já ganhou um ponto comigo -q)

Uma coisa que eu gostaria de destacar é que eu fiquei MUITO confuso em determinada parte da história. Ok, Cooper é o protagonista e Willbert é o amigo dele, isso ficou claro. Mas do nada começaram a aparecer uns outros nomes tipo Barry, Allen (isso foi uma referência? huahsu) e Daniel. Eu li várias vezes para tentar entender se eram outros treinadores, ou sobrenomes dos já apresentados, mas não consegui entender. Acho que faltou um pouco de narração aí, ou vai ver eu que sou retardado mesmo, mas eu não entendi.

A escolha do Totodile como pokémon inicial do protagonista também me agradou. É uma espécie que sempre foi indiferente pra mim, até que eu o coloquei em minha fanfic, e o meu amor por ele aumentou demais, e o banner já nos revela que, hora ou outra, teremos um Feraligatr boladão andando por aí -q

Os únicos erros de gramática que encontrei foram relacionados ao uso de "á" em vez de "a", nada que uma pequena revisão não ajude.

É isso, curti o prólogo e espero que você continue com essa fanfic, um abraço e até mais o/
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Re: Search for Sinnoh.

Mensagem por Brijudoca em Seg 10 Abr 2017 - 12:27

Hey Nawta,

Já tenho que dizer de cara duas coisas que eu amei na sua fic. Não ser uma jornada em busca de insígnias, participar da liga, etc... e sim atrás do pai do protagonista. E outra é o protagonista possuir um Totodile, pois amo demais todos os Pokemon aquáticos.

Curti bastante as referências a mitologia greco-romana, as quais eu gosto muito. Fiquei bem intrigado com a criatura que atacou Zeus, bem violento ele hein? Fiquei em dúvida se ele é ou não um Pokemon. Destaque pra essa frase: "Nem todos os deuses são simpáticos."... deuses no plural então? Essa eu quero ver.

O Cooper parece um protagonista interessante também. Mais velho e focado nos estudos, me pergunto como era o relacionamento com seu pai, já que aparentemente ele era de viajar bastante e de abraçar a loucura como cientista. Em contraste com o colega Will que além de ingênuo tem intenções bem diferentes do rapaz. Interessante que eles não são taaao amigos, pelo menos na visão de Cooper, que só quer ele ao seu lado pra ajudá-lo... pelo menos essa foi a impressão que eu tive né?

Sua escrita é boa e fluída e não me deparei com nenhum erro digno de nota. Só o lembrete de tomar cuidado com o palavrão, já que você disse que pretende rodar a baiana haha, pois eu acho que eles são super necessários pra passar uma sensação de naturalidade e realismo pra história, porém, devemos usá-los com sabedoria pra não ficar nada forçado.

Assim como o -Ice, eu também gosto muito de Sinnoh e espero que você aproveite bastante a região. Pela sinopse já deu pra ver que alguma coisa bem grande tá rolando e você conseguiu me deixar curioso pra descobrir.

É isso, boa sorte com a fic :DD
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Re: Search for Sinnoh.

Mensagem por Slow em Seg 10 Abr 2017 - 17:34

Hey AstroNawta o/

Primeiramente, bem-vinda ao fórum e a área c:

Então, eu vim para terminar de ler e comentar nas fanfics que acompanho e notei que uma nova tinha sido postada, então... sei lá, fiquei curioso. Já estou meio atrasado com isso, mas eles me perdoam -q se você que está lendo é um autor que se identifica, eu comento no máximo até amanhã, juro.

Olha, fiquei realmente impressionado com a fic. Achei a descrição extremamente realista na parte do Zeus todo ferrado. A descrição no geral está muito boa demais, mas essa parte, tipo, achei super muito boa demais. E, talvez infelizmente para mim, meu atual personagem preferido da estória está desaparecido e foi visto pela última vez todo ferrado de frente para um perseguidor provavelmente querendo arrancar a sua cabeça fora!

Sobre os nomes, como já foi comentado e tal sobre a mitologia, o que achei interessante (talvez seja justamente por isso, ou talvez você nem tenha notado, sei lá) é que é justamente na região que tem um foco maior na mitologia do universo Pokémon. Tanto o trio da criação, quanto Arceus são considerados deuses, então imagino que algum deles é que estava perseguindo Zeus. O mais óbvio seria Giratina, mas é muito preconceito com o pobre Pokémon renegado, a Anti-matéria, que por natureza destrói matéria só de tocá-la, então não direi nada. Ninguém manda a matéria ficar no meio. Algo que eu vejo em comum com os prévios leitores, é que Sinnoh é minha região preferida. 

É engraçado, esse é o segundo Totodile que eu vejo por aqui como o Ice já disse né, só que esse é tipo, o total oposto do outro. Ta bom que os dois ferram o treinador de vez em quando, só que o Neptune não faz por mal, eu acho. É legal que dá para ver o mesmo Pokémon agindo de duas formas diferentes, deixando-os muito únicos (e até entrando um pouco das Natures dos jogos aqui) e eu os acho fofos cada um de uma maneira diferente :3 Só por ser Totodile já ganha ponto nisso, mas...

Eu não sei direito do que falar sobre o filho do melhor personagem, junto com seu amigo. Ele me pareceu mais fechado e com uma personalidade beeem diferente a de seu pai, seu amigo e até ao Neptune. Will é apenas um jovem inocente que confia em todos, não fofoqueiro, entendam -q. Por falar nisso, gostaria de dizer que eu ri demais com a cena do senhor. Tudo bem que ele meio que só serviu para isso, mas eu ri muito ahusahsuh.

Bom, te vejo seja lá quando você postar o próximo cap e eu resolver comentá-lo (eu sou preguiçoso, mas eu juro que vou comentar ;-; ), até lá
tchau  eu também amo essa ga... raposinhaaaa, vemk
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Re: Search for Sinnoh.

Mensagem por Black~ em Sex 14 Abr 2017 - 17:46

Nawta! o/.

Enfim, vamos lá. Pra começar, posso dizer que gostei bastante da história. Somente o fato de ser uma história de jornada já me agradou de início, porque eu gosto muito de jornadas, ainda mais em Sinnoh, que também é meu continente preferido kkk, enfim. De toda forma, eu achei muito legal a ideia de o carinha sair em jornada, mas para achar o pai perdido.

O fato do protagonista ser contra jornadas tradicionais e de ser um treinador e conseguir insígnias eu já considerei um ponto alto, visto que poucos são tais exemplos; na maioria das vezes, o protagonista de uma fic de jornada é sempre um entusiasta com a carreira de treinador, mas enfim. Todavia, geralmente sempre tem um amigo que é o seu contraponto, nessa história, o Will. Apesar de ser dito no prólogo que o Will só ficará até a cidade de Jubilife, eu imagino que ele seguirá na história junto com o Cooper, e talvez ele seja o responsável pelas batalhas de ginásio no continente de Sinnoh. Acredito que isso será bem legal.

O pai do garoto me deixou bastante intrigado. A tal criatura deu um bom tom de suspense à história e permite vários questionamentos. Além disso, eu achei bastante agradável o nome do pai do protagonista ser Zeus, pois acho bem interessante a mitologia grega. Mas aquela fala que ele diz que os deuses deveriam ser bonzinhos foi o ápice do suspense. Eu fiquei em dúvida se talvez ele fosse um cético, ou se o seu nome realmente traz algo a mais para o personagem (talvez ele seja uma divindade?). Enfim.

Apesar de eu preferir o Cyndaquil, gostei da escolha do Totodile e acho que vai ser bem interessante, visto que o Totodile é um pokémon geralmente alegre e brincalhão, enquanto o seu treinador é bem mais sisudo e até um pouco ranzinza. Mas pelo visto os dois não têm nenhum problema com a relação.

Erros não vi nenhum que fosse importante avisar.

Então é só e boa sorte com a fic.
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Re: Search for Sinnoh.

Mensagem por Nawta em Sab 15 Abr 2017 - 21:49

Search For Sinnoh




Oi, de novo!  tchau

Depois de uma semana sumida, eu voltei, e estou muito feliz pelo apoio de vocês, fico feliz que tenham gostado e estão acompanhando mesmo ela estando muito monótona e méh comparada a algumas por aqui.

Antes de mais nada, os comentários insira dois pontos de exclamação e um emoji de coraçãozinho aqui

Comentários:

@-Ice escreveu:Olá, Nawta!

Primeiramente, estou muito feliz de ver outra escritora por aqui, ajudando a área de fanfics crescer, espero que se mantenha firme.

Eu curti a fanfic no geral, o prólogo foi bem escrito, a narração está boa, os personagens parecem ser legais e o Comic Sans que você usou até que deu um visual agradável pra tudo isso hahah

Logo de cara eu pude notar um pouco da influência da mitologia greco-romana na hora de bolar os nomes, né? Zeus para o pai do garoto e Neptune para seu Totodile deixaram isso bem claro =P

Não ficou muito bem claro se será uma fanfic de jornada em busca de insígnias ou apenas em busca do pai do garoto, mas creio que Cooper acabará cedendo quando conhecerem o professor Rowan ou chegarem em Jublife (adoro Sinnoh, portanto você já ganhou um ponto comigo -q)

Uma coisa que eu gostaria de destacar é que eu fiquei MUITO confuso em determinada parte da história. Ok, Cooper é o protagonista e Willbert é o amigo dele, isso ficou claro. Mas do nada começaram a aparecer uns outros nomes tipo Barry, Allen (isso foi uma referência? huahsu) e Daniel. Eu li várias vezes para tentar entender se eram outros treinadores, ou sobrenomes dos já apresentados, mas não consegui entender. Acho que faltou um pouco de narração aí, ou vai ver eu que sou retardado mesmo, mas eu não entendi.

A escolha do Totodile como pokémon inicial do protagonista também me agradou. É uma espécie que sempre foi indiferente pra mim, até que eu o coloquei em minha fanfic, e o meu amor por ele aumentou demais, e o banner já nos revela que, hora ou outra, teremos um Feraligatr boladão andando por aí -q

Os únicos erros de gramática que encontrei foram relacionados ao uso de "á" em vez de "a", nada que uma pequena revisão não ajude.

É isso, curti o prólogo e espero que você continue com essa fanfic, um abraço e até mais o/

Hey, -Ice!

Antes de mais nada, obrigada pelas boas-vindas, por comentar e continuar acompanhando a fanfiction imagine uma reverência de agradecimento.

Fico feliz que você curtiu a fanfic, já que eu admiro bastante a sua escrita e a fanfic que você escreve aqui no fórum. Confesso que demorei quase meia hora pra tentar achar um visual legal para formatar o texto, eu testei todas as fontes e a única que me agradou realmente foi a Comic Sans, acho que vou continuar com ela ou eu mudo pra padrão se vocês quiserem, wharever.

Eu realmente gosto MUITO de mitologia todas elas, e acho que ficou realmente meio obvio a minha obsessão por isso, lol

Você levantou duas hipóteses legais, mas será que ele vai realmente ceder? (eu também gosto muito de Sinnoh, rs)

Agora sobre esses nomes, acho que MUITA gente ficou confuso, mas deixa eu explicar.

Sobre esses Barrys e Daniels, eram pra ser os nomes deles, mas como eu sou muito indecisa, eu decidi que seriam Willbert e Cooper quando eu tinha terminado de escrever o capítulo aí como eu sou muito cega desligada, acabou passando alguns Daniels e Barrys sem eu ter visto, deixando vocês muito confusos. O Allen que você mencionou, eu coloquei ele porque Allen é o sobrenome do Cooper, saca?

EU AMO MUITO O TOTODILE, ELE É O MEU POKÉMON FAVORITO!!

Olha, o Neptune vai SIM evoluir pra um Feraligatr, mas pode demorar um pouco pra ter um crocodilo gigante de 3 metros andando pra lá e pra cá chutando a bunda de um monte de carinha.

Obrigada por acompanhar, e fico feliz que tenha gostado!

Bye! tchau

@Brijudoca escreveu:Hey Nawta,

Já tenho que dizer de cara duas coisas que eu amei na sua fic. Não ser uma jornada em busca de insígnias, participar da liga, etc... e sim atrás do pai do protagonista. E outra é o protagonista possuir um Totodile, pois amo demais todos os Pokemon aquáticos.

Curti bastante as referências a mitologia greco-romana, as quais eu gosto muito. Fiquei bem intrigado com a criatura que atacou Zeus, bem violento ele hein? Fiquei em dúvida se ele é ou não um Pokemon. Destaque pra essa frase: "Nem todos os deuses são simpáticos."... deuses no plural então? Essa eu quero ver.

O Cooper parece um protagonista interessante também. Mais velho e focado nos estudos, me pergunto como era o relacionamento com seu pai, já que aparentemente ele era de viajar bastante e de abraçar a loucura como cientista. Em contraste com o colega Will que além de ingênuo tem intenções bem diferentes do rapaz. Interessante que eles não são taaao amigos, pelo menos na visão de Cooper, que só quer ele ao seu lado pra ajudá-lo... pelo menos essa foi a impressão que eu tive né?

Sua escrita é boa e fluída e não me deparei com nenhum erro digno de nota. Só o lembrete de tomar cuidado com o palavrão, já que você disse que pretende rodar a baiana haha, pois eu acho que eles são super necessários pra passar uma sensação de naturalidade e realismo pra história, porém, devemos usá-los com sabedoria pra não ficar nada forçado.

Assim como o -Ice, eu também gosto muito de Sinnoh e espero que você aproveite bastante a região. Pela sinopse já deu pra ver que alguma coisa bem grande tá rolando e você conseguiu me deixar curioso pra descobrir.

É isso, boa sorte com a fic :DD

Hey Brique é judoca!

Fico feliz que tenha gostado, eu tô me sentindo muito orgulhosa da minha fanfic por não ter ido pro caminho do clichê, que acho que tá fazendo bastante sucesso por essas bandas. e eu também amo Totodiles

O Cooper realmente é um personagem bastante destacado por não ter os mesmos pensamentos precoces do Willbert, sendo ele mais focado nos estudos, pra conseguir dinheiro desde jovem e orgulhar o pai, já o Willbert só quer ser um carinha que saí por aí pegando aqueles broches, vulgo Insígnias.

Fico alegre que tenha gostado do meu modo de escrever, mas pode ficar tranquilo quanto o assunto dos palavrões, porque eu não pretendo colocar eles desesperadamente de 3 em 3 palavras, o "rodar a baiana" foi só um termo pra dizer que vai sim ter palavrão  Laughing.

Minha tentativa de deixar os leitores curiosos parece que deu certo, mas fique calmo que não vai se desenrolar tãão fácil! pelo visto tem muito gente que gosta de Sinnoh aqui, rç

Obrigada por acompanhar e pelo seu apoio!

Bye! tchau

@Slow escreveu:Hey AstroNawta o/

Primeiramente, bem-vinda ao fórum e a área c:

Então, eu vim para terminar de ler e comentar nas fanfics que acompanho e notei que uma nova tinha sido postada, então... sei lá, fiquei curioso. Já estou meio atrasado com isso, mas eles me perdoam -q se você que está lendo é um autor que se identifica, eu comento no máximo até amanhã, juro.

Olha, fiquei realmente impressionado com a fic. Achei a descrição extremamente realista na parte do Zeus todo ferrado. A descrição no geral está muito boa demais, mas essa parte, tipo, achei super muito boa demais. E, talvez infelizmente para mim, meu atual personagem preferido da estória está desaparecido e foi visto pela última vez todo ferrado de frente para um perseguidor provavelmente querendo arrancar a sua cabeça fora!

Sobre os nomes, como já foi comentado e tal sobre a mitologia, o que achei interessante (talvez seja justamente por isso, ou talvez você nem tenha notado, sei lá) é que é justamente na região que tem um foco maior na mitologia do universo Pokémon. Tanto o trio da criação, quanto Arceus são considerados deuses, então imagino que algum deles é que estava perseguindo Zeus. O mais óbvio seria Giratina, mas é muito preconceito com o pobre Pokémon renegado, a Anti-matéria, que por natureza destrói matéria só de tocá-la, então não direi nada. Ninguém manda a matéria ficar no meio. Algo que eu vejo em comum com os prévios leitores, é que Sinnoh é minha região preferida.

É engraçado, esse é o segundo Totodile que eu vejo por aqui como o Ice já disse né, só que esse é tipo, o total oposto do outro. Ta bom que os dois ferram o treinador de vez em quando, só que o Neptune não faz por mal, eu acho. É legal que dá para ver o mesmo Pokémon agindo de duas formas diferentes, deixando-os muito únicos (e até entrando um pouco das Natures dos jogos aqui) e eu os acho fofos cada um de uma maneira diferente :3 Só por ser Totodile já ganha ponto nisso, mas...

Eu não sei direito do que falar sobre o filho do melhor personagem, junto com seu amigo. Ele me pareceu mais fechado e com uma personalidade beeem diferente a de seu pai, seu amigo e até ao Neptune. Will é apenas um jovem inocente que confia em todos, não fofoqueiro, entendam -q. Por falar nisso, gostaria de dizer que eu ri demais com a cena do senhor. Tudo bem que ele meio que só serviu para isso, mas eu ri muito ahusahsuh.

Bom, te vejo seja lá quando você postar o próximo cap e eu resolver comentá-lo (eu sou preguiçoso, mas eu juro que vou comentar ;-; ), até lá
tchau eu também amo essa ga... raposinhaaaa, vemk

Hey, Slowpoke!

Primeiro, obrigada pelas boas vindas! imagine uma reverência de anime

Acho que muita gente ficou bem "whaaat" com a fanfic por ela ser meio que um clichê que não é um clichê (?) e tals, mas whatever, obrigado de qualquer forma, fico feliz que tenha gostado do meu modo de escrever eu me esforcei bastante, isso é um fato, eu também gostei muito de escrever a introdução do melhor personagem Zeus, fico orgulhosa que Zeus já é o seu preferido, acho que ele vai ser o "mais legal" pra muita gente aqui.

A minha obsessão por mitologias vai ficar beem óbvia aqui, tenham paciência, porque eu ainda vou colocar MUITO nome mitológico nessa budega fanfic. Sinnoh pra mim é uma região toda zoada de tanto deus estranho e assustador que eles tem/conhecem, mas eu achei melhor escolher ela porque ela tem justamente os deus mais assustadores e medonhos na minha opinião, então vai ficar mais duvidoso pra vocês descobrirem quem ou o que raptou ou matou o Zeus. O Giratina é uma boa suposição, muuuuuuuuita gente acho que não vai muito na dele, mas ele é um dos meus lendários favoritos mesmo ele sendo uma lacraia gigante de 6 metros com quatro pernas.

Cooper tem de fato, uma personalidade chata pra caralho bem fechada, mas nada que o torne frio ou grosso demais, ele gosta bastante de certas mesmo, só que ele não sabe demonstrar, agora o Willbert é bem mais espontâneo e crianção, mas mesmo assim eles são bons amigos ou não, rs. A cena do senhorzinho também me fez rir enquanto eu escrevia, pretendo colocar bastaaaaaaaaaante comédia mesmo eu sendo um horror com isso

Não se preocupe com os comentários, saber que você está acompanhando já me deixa muuuito feliz!

Bye! tchau aaaaaaaaaaaaaaa essa raposinhaaaa toindo

@Black~ escreveu:Nawta! o/.

Enfim, vamos lá. Pra começar, posso dizer que gostei bastante da história. Somente o fato de ser uma história de jornada já me agradou de início, porque eu gosto muito de jornadas, ainda mais em Sinnoh, que também é meu continente preferido kkk, enfim. De toda forma, eu achei muito legal a ideia de o carinha sair em jornada, mas para achar o pai perdido.

O fato do protagonista ser contra jornadas tradicionais e de ser um treinador e conseguir insígnias eu já considerei um ponto alto, visto que poucos são tais exemplos; na maioria das vezes, o protagonista de uma fic de jornada é sempre um entusiasta com a carreira de treinador, mas enfim. Todavia, geralmente sempre tem um amigo que é o seu contraponto, nessa história, o Will. Apesar de ser dito no prólogo que o Will só ficará até a cidade de Jubilife, eu imagino que ele seguirá na história junto com o Cooper, e talvez ele seja o responsável pelas batalhas de ginásio no continente de Sinnoh. Acredito que isso será bem legal.

O pai do garoto me deixou bastante intrigado. A tal criatura deu um bom tom de suspense à história e permite vários questionamentos. Além disso, eu achei bastante agradável o nome do pai do protagonista ser Zeus, pois acho bem interessante a mitologia grega. Mas aquela fala que ele diz que os deuses deveriam ser bonzinhos foi o ápice do suspense. Eu fiquei em dúvida se talvez ele fosse um cético, ou se o seu nome realmente traz algo a mais para o personagem (talvez ele seja uma divindade?). Enfim.

Apesar de eu preferir o Cyndaquil, gostei da escolha do Totodile e acho que vai ser bem interessante, visto que o Totodile é um pokémon geralmente alegre e brincalhão, enquanto o seu treinador é bem mais sisudo e até um pouco ranzinza. Mas pelo visto os dois não têm nenhum problema com a relação.

Erros não vi nenhum que fosse importante avisar.

Então é só e boa sorte com a fic.

Hey, Black~!

Obrigada pelos elogios, primeiramente! Acho que as pessoas que leram ficaram estranhando um pouco por ser uma jornada atrás do pai do protagonista, não apenas pegando insígnias e lutando contra treinadores, mas sim algo mais profundo e bem mais sério.

Tanta gente aqui gosta de Sinnoh que eu tô ficando até perdida, socorro  Laughing

O Cooper é realmente um personagem bem chato comparado aos carinhas alegres e de bem com a vida que saem por aí tacando Pokébola na cabeça dos bichos, enquanto é acompanhado de um amiguinho supimpa e saltitante. O que no caso não é bem assim com o Willbert e o Cooper. O Willbert vai ter que pedir pro pai pra seguir em uma jornada, e pode ter certeza que se ele não deixar, o Willbert vai escondido.

O Zeus ainda vai render boas hipóteses e vai fazer a cabeça de muita gente aqui trabalhar ou não, pode ter certeza que o caso do Zeus ainda vai ser MUITO trabalhado pelo menos eu espero conseguir trabalhar nele direito.

Totodile com certeza é um dos meus Pokémons preferidos, só perde pro Haxorus, sobre o Cyndaquil, vai ter um personagem que vai ter ele ainda spoileeeer. Neptune e Cooper se dão realmente bem, embora ainda briguem um pouco.

Obrigada por comentar e acompanhar a fanfic!

Bye!  tchau

Tantooos comentário, muito obrigada pelo apoio, de qualquer forma!

Sem mais delongas, vamos para o primeiro capítulo no qual eu acho que ficou um pouco grandinho e um tanto quanto monótono?

Boa leitura!





Ato 01
Perseguições

—⊱✧⊰—

A vida de Cooper Allen estava toda modelada em sua cabeça. Iria se formar em dezembro, seus primos iriam ali visitá-lo com seus tios e tias queridos e seu pai estaria com seu belo terno e tênis de correr. Iria para Sandgem pra estudar cardiologia e se dar bem na vida, montaria um hospital em alguma cidade maior de Sinnoh (ou talvez Johto, já que estava sentido saudades de sua terra natal), casaria com alguma mulher nem tão bonita nem tão feia, teria dois filhos, envelheceria e morreria.

Mas não. Ela teve de virar de cabeça pra baixo quando seu pai desapareceu e os advogados vieram aos montes à sua casa, dando-lhe friamente a notícia que Zeus morrera, nenhuma investigação fora feita, mas eles estavam certos de sua morte, já que o cara deveria ter voltado para a base de ciência de Jubilife Town, coisa que não aconteceu. A única pista que tiveram foi a da fita que Zeus gravou — os advogados afirmaram que foi um dia antes da sua morte, ou talvez mais. Mas o Allen estava concreto que fora alguns segundos antes —, cujo arquivo fora enviado para a base. Mas nem sequer tiveram o interesse de procurar a câmera.

Agora Cooper Allen, ao invés de estar no conforto de seu apartamento em Sandgem, se preparando para estudar, agora estava numa estrada enlameada, escorregando sem parar, com uma colmeia voando atrás dele e de seu amigo, Willbert Sunset. Um cara que conhecera na escola em Twinleaf quando tinha treze anos e se mudou pra Sinnoh.

Vamos morrer, vamos morrer, VAMOS MORRER! — O menino louro corria loucamente entre as árvores daquela densa floresta.

Ele e Cooper se desviavam de troncos caídos, pedras, raízes, galhos, arbustos e poças e mesmo com Neptune entre eles, não havia um manual de como usá-lo.

Os Beedrills se aproximavam com mais rapidez, com um instinto assassino sobre aqueles dois garotos. Quando se mexe no mel de um Beedrill, não se paga com dinheiro. Se paga com sangue.

Eles usaram o Fury Attack, mirando seus ferrões e golpeando o ar repetidas vezes com as duas brocas que tinham no lugar de mãos. No processo eles destruíram árvores com apenas um toque. Isso aumentou ainda mais o desespero de Willbert.

COOPER, USE O NEPTUNE!!

Toto! — até o Totodile temia aquelas criaturas furiosas. O crocodilo fez questão de se prender ao suéter de Cooper, agarrando-o com suas garras. Cooper enfiou a mão no seu suéter e retirou seu inicial de lá. A criatura o mordeu com suas fortes presas, fazendo-o gritar e chamar ainda mais atenção de alguns Bedrills. Parou de correr e se virou para enfrentar a colmeia.

— Nós vamos lutar. — Girou o braço e jogou Neptune no meio do “campo” (uma clareira bem iluminada pelo sol). — Water Gun! — usou um ataque que conhecia, berrando-o para que Neptune conseguisse ouvir mesmo com o barulho das asas das grandes abelhas.

O jacaré abriu a boca, grunhindo, e um ciclone saiu dela, atingindo a primeira abelha que apareceu com uma mira perfeita. Repetiu o processo nas demais que apareciam, mas elas eram muitas e ele não podia continuar com aquilo pra sempre. Algumas retornavam e muitas viam de uma vez só.

— Mais algum ataque?! — Cooper olhou pra Willbert, que se mantinha escondido atrás do colega, com as mãos nos ombros de Cooper, estas tremiam incansavelmente.

C-C-C-C-C-C-Como e-eu v-v-vou s-s-s-s-saber?

Você quem acompanha a porra da Liga!! Fala!!

Willbert gaguejou antes de falar, mergulhou o rosto entre suas mãos trêmulas e arregalou ainda os olhos, sentindo algumas lágrimas caírem, o desespero era evidente no louro devido ao sua fobia por ferrões e agulhas. Procurou na memória alguma coisa usável, enquanto suava e cataratas salgadas começava a cair por suas bochechas.

Um dos Beedrils se aproximou dele com o ferrão apontado para seu peito. Daniel pegou sua mochila e a jogou no inseto. Ele caiu no chão com a asa quebrada.

SCARY FACE!! — Willbert berrou com uma voz aguda e falha, enquanto o crocodilo pequeno fez uma careta horrível pra colmeia que se aproximava das árvores. Algumas abelhas se afastaram. Outras diminuíram o vôo, mas continuaram a avançar.

Willbert começou a pegar algumas pedras e a lançar na direção delas enquanto gritava e berrava. Isso as irritou mais.

Maldito Will!! Você tinha que pegar mel delas?!

D-D-Desculpa! Eu amo mel e outras coisas a-a-amarelas! — um dos Beedrills quase o pegou. Mas levou uma pedrada na cabeça.

— Neptune, Scratch! — O Totodile tomou fôlego. Seus jatos d’água já não estavam tão fortes. O pequeno jacaré arranhava os insetos que se aproximaram. Mas não era tão efetivo, já que a maioria estava no ar bem acima dele.

Uma delas conseguiu ferir o jacaré com Fury Attack e uma chuva de agulhas venenosas.

Neptune voltou com Water Gun, mas ainda havia mais inimigos. Uma das grandes abelhas pegou-o por trás e o levou pra cima, jogando-o de lá. E enquanto o bípede caia, os Beedrills o feriam no ar.

Neptune soltou uma exclamação de dor quando bateu com a crista vermelha e as costas no chão duro.

Um deles veio por cima, preparado para fincar a lança de sua mão no corpo de Totodile, mas por pedido de Cooper, ele soltou outro jato d’água que expulsou a abelha pra longe.

Cooper correu até ele e o abraçou, já que estava totalmente ferido. Os Beedrills não se importaram em dar ferroadas no corpo daquele garoto.

— Vamos lá, eu sei que você consegue. — Cooper sussurrou, enquanto apertava o corpo pequeno contra seu peito, sentindo as ferroadas causarem contusões e hematomas em suas costas, nunca tivera tempo ou vontade de treinar Neptune, era tudo culpa sua por não conseguir protegê-los de fracos Bedrills. Sempre estava estudando, e quando não estava não via Neptune como uma máquina de luta, mas sim como um amigo. Arrependeu-se amargamente por nunca ter tido uma luta com o Pokémon — lutara apenas três vezes, mas havia tanto tempo que o Totodile nem deveria se lembrar.

Os olhos do jacaré já estavam se fechando cansados. Sua respiração era fraca.

Cooper! — Willbert gritou e se jogou com os braços abertos na frente do amigo, sentindo toda a extensão de seu tronco inchar e começar a arder. Mais Beedrills vieram com os ferrões apontados para Willbert, que fechou os olhos, enquanto Cooper gritava o nome do louro, ainda com Neptune nos braços.

Já era tarde pra eles.

A jornada mal começara e já ia acabar.

Neptune fechou os olhos e desmaiou. Cooper tentou se levantar para puxar Willbert para o chão e se salvarem dos ferrões, mas não conseguiu. Suas costas doíam demais. E quando tudo iria terminar num desfecho negro e mortal, a terra tremeu e os Beedrills pararam de atacar. Cooper olhou pra todos os cantos, mas não viu nenhum treinador por perto ou outro Pokémon criando aquele leve terremoto, e então ele aproveitou e com muita dor se jogou em cima do menino que tinha o tronco inchado e vermelho, fazendo-o ficar no chão.

Um t-terremoto? — A voz fraca do menino mais novo perguntou, sussurrando.

Não. Não é terremoto. — Cooper respondeu e cheirou o ar. Estava meio molhado e mais gelado.

Olhou para o chão na sua frente. Rachaduras começaram a surgir e gotas geladas de um elemento muito conhecido molharam o ar.

São gêiseres.

Quatro colunas de água surgiram naquela clareira. Não tão altos quanto às árvores, mas bem poderosas, fazendo um estrondo percorrer por toda a floresta. A água molhou a todos. Alguns Beedrills foram atingidos.

Neptune abriu os olhos rapidamente, como se despertasse de um pesadelo.

To...to... — O crocodilo cambaleou, com os olhos opacos e nebulosos.

— Você... Você está bem! — Cooper forçou um sorriso, mesmo com tanta dor.

O jacaré pulou de seus braços, nervoso. Deu um grito rouco e os gêiseres dobraram como se fizessem uma curva. Eles começaram a atingir todos os Beedrills que estavam ali.

Os Beedrills que haviam se aproximado, recuaram e voltaram para seu ninho. E os que já estavam ali no meio da confusão, saíram molhados e bem feridos.

O lugar já estava livre de abelhas-assassinas, mas a água continuou a escorrer.

O bípede azulado tinha uma pose firme e forte, com os ombros levantados, como se tivesse pronto pra dar uns bons socos. Mas então ele finalmente desmaiou e os gêiseres desceram para a terra. O tremor sumiu.

E Cooper e Willbert ficaram ali. Parados, perplexos, com dor e deitados no chão. Sem acreditar no que acabaram de ver.

— Cara... Isso foi tão maneiro. — Willbert falou depois de alguns segundos em silêncio e Cooper não discordou. Mas estava mais assustado do que encantado.

Como um Totodile tão pequeno e nada treinado fizera algo do tipo? Ele buscou alguma explicação nos livros que lera. Mas não se lembrava de nada. Nem sequer tinha a crença de que aquilo foi por sorte ou porque Neptune criou uma ligação interna com o ambiente ou com seu treinador que acabou causando o estouro das águas... Mas para ele tanto faz.

Ambos os garotos se levantaram e começavam a andar para Twinleaf, que não estava muito longe, já que algumas casas e a entrada para a pequena cidade já estava visível. Chegando lá, no entanto, foram atendidos no Centro por alguns médicos, que passaram algumas pomadas e receitaram alguns remédios.

Ele sabia que aquilo tinha a ver com seu pai. E testes passados. Algo que ele não conhecia ou se lembrava... Mas que iria descobrir.





—⊱✧⊰—





LÁ ESTÁ! – Willbert Sunset pregou a cara na janela de vidro do corredor e apontou animadamente para uma casa branca de dois andares com um grande espaço atrás dela. — O LABORATÓRIO DO ROWAN.

— E lá está... — Cooper Allen saiu da sala no qual foi operado, segurando a Pokébola de Totodile com força. Ele olhou para pequena cidade de Sandgem. Não havia nada especial e realmente era mais parada e sem vida que Twinleaf. Sem lojas, sem centros comerciais agitados. Apenas casas e mais casas. E um grande prédio colossal que chamava a atenção de todos. —... A faculdade onde deveria estudar. — Cooper apontou desanimadamente para a grande estrutura de quatro andares, no qual vários alunos uniformizados saíam de lá com cadernos e pastas em seus braços.

— Medicina é uma coisa chata, AlleBoy. — Will resmungou e começou a andar rumo ao balcão para recuperar Pokémons. — Aposto um bilhão de dólares que você iria se irritar com a matéria do tio Zeus.

A neve caia vagarosamente, começando a criar um manto branco em toda a vegetação. O natal estava se aproximando. Mais alguns dias e Sinnoh viraria um iceberg gigantesco no meio do Oceano.

— Vou recuperar o Neptune, ok? — Cooper pediu, revirando os olhos e andando até o balcão. Só fora em um Centro Pokémon uma vez. Ontem, quando decidira pegar seu cartão de treinador e registrar Neptune em sua equipe. Ele apertou o passo, se afastando ainda mais de Willbert.

Cooper andou pelos corredores pavimentados com muitas pessoas andando por aí com ternos e jalecos brancos.

"Isso é uma roça enorme, pra quê tanto médico?" Cooper pensou.

Não demorou nem um minuto para chegar ao balcão. Era tudo tão perto. Suspirou e olhou ao redor. Dois meninos com cara de pivete e quatro menininhas patricinhas que carregavam Skittys e Glameows em seus braços formavam uma pequena fila no balcão. Como em Twinleaf era um lugar aconchegante, havia alguns sofás estofados da cor vermelha espalhados por todo o canto.

Mesas e algumas prateleiras cheias de livros. Uma TV estava ligada e mostrava as notícias de Sinnoh.

Cooper analisou a notícia, esta falava sobre Zeus e alguns velhos barbudos dialogavam sobre as previsões do cientista que tinha desaparecido.

— Tsc, esses babacas.

Zeus previra muito mais coisas. Coisas ruins que aconteceriam no começo do ano e o que iria o marcar. A diferença era que Cooper e Zeus resolveram não contar a ninguém.

— Um treinador Pokémon? — Uma Joy estava no balcão, lendo um jornal.

Cooper olhou pra ela. Ele se aproximou.

— Não. Sou apenas um explorador. — entregou a Pokébola de seu Totodile pra ela.

Cooper sabia que as enfermeiras Joy eram bem parecidas, mas nunca notara que eram bonitas. Aquela ali era mais jovem do que a que conhecera em Twinleaf, mesmo ele não se sentindo atraído por ela.

O que aconteceu com ele? Precisa de cuidados especiais?

— Sim. Esse Totodile não foi treinado e deu tudo de si em uma luta contra Beedrills na floresta.

— Como assim? — Joy perguntou. Cooper notou que ela estava jogando charme pra cima dele.

— Ele “invocou” gêiseres e conseguiu dominá-los por um tempo. Até desmaiar. Não durou muito, mas foi impressionante.

Ela pegou a Pokébola do menino de cabelos castanhos.

— Vou olhá-lo e ver o que consigo achar. Volte daqui duas horas. Não é muito comum esse tipo de comportamento e ataque.

— Em quantas horas mais ou menos ele vai se recuperar? — Cooper levantou a sobrancelha e olhou bem nos olhos dela.

— Venha buscá-lo depois das oito — e foi mais pra dentro do Centro, ela entregou um bilhete disfarçadamente para o garoto, que o desdobrou.



"Me encontre no beco perto do laboratório, às 20h

ASS: Me chame apenas de Joy, por enquanto
"



Cooper sorriu e soltou um grunhido inaudível enquanto estalava o pescoço. Ele pegou o celular e abriu o bloco de notas, digitando algo nele e o salvando.

"Pegar a Enfermeira (e o Neptune) depois das 20h00min."

Quando se virou, deu de cara com uma criaturinha rosa e redonda. Era uma Chansey totalmente irritada por ter conseguido ler o que foi escrito. Cooper apenas a ignorou e saiu do Centro.

A neve que mal chegara já criara uma paisagem branca gigantesca.

Cooper olhou para os céus cinzentos e esbranquiçados de onde os flocos caíam com maciota. Seus tênis vans de coloração vinho afundaram uns cinco centímetros no tapete de neve da calçada.

— Tch. Meu pai estava correto... Sinnoh vai colapsar em poucos dias.

Zeus, um dos maiores cientistas daquela região, enchera a cabeça de Cooper desde que era bebê com teorias, teses, fatos e tudo mais. O garoto tinha uma cabeça bem mais estruturada e cultural por isso, mas Zeus acabou deixando-o num mundo negro onde a única coisa certa é a morte e a destruição.

"Onde você se meteu, velhote?" A pergunta ecoava pela cabeça de Cooper. Ele não tinha nem mesmo uma pista de onde começar a procurar pelo pai. Bem, na verdade tinha. A gravação de Zeus dizia "... deixei algumas balas na Jubilife Town." E isso significava uma coisa: Havia algo guardado pra Cooper na tal cidade.

Zeus falava em códigos. Muitas pessoas, detetives e as próprias duas Equipes vilãs de Sinnoh estavam atrás do cara. Não podia dizer as coisas normalmente já que muitos estavam com os ouvidos colados na vida dele. Zeus sempre estivera preparado para o pior, colocando toda a sua vida nas mãos do filho.

Enquanto pensava na sua infância e nas coisas que seu pai lhe ensinara, acabara perdendo de vista o laboratório de Rowan. E por azar, acabou parando em frente à grande Faculdade. Seus portões eram cinzentos e pareciam lanças. A escadaria que levava ao prédio estava desaparecida na neve. O edifício era bonito e cheio de estudantes. Não era à toa que consideravam Sandgem Town como "A cidade dos estudantes". Grande parte da população daquele lugar era isso: estudantes, colegiais.

Cooper se apoiou à cerca da faculdade e ficou imaginando.

Seu pai queria que ele seguisse o caminho de cientista, como ele. Mas esse caminho levava à loucura, então Cooper desistiu.

Oh. — acabou acordando de seus sonhos e ilusões. — Preciso achar o Will. — não sabia que caminho tomar. Não sabia onde que era o laboratório, pois não havia olhado pra ele quando Willbert o mostrou.

Olhou para todos os lados e achou apenas um garoto. Foi até ele e este lhe deu a informação de como chegar aonde queria. E então ele foi embora, rumo a casa do pai de Willbert.

O Allen demorou dez minutos para chegar. A neve estava atrapalhando muito. Achou o laboratório não porque ele era igual ao que o desconhecido havia descrito — já que havia mais quatro construções iguais ao do laboratório —, mas sim porque os gritos de animação de seu amigo vinham dele.

Cooper soou a campainha e um dos pesquisadores o acompanhou até Willbert.

O garoto gritava alegre e feliz por ter recebido seu Pokémon.

Cooooooooopeeeeer! — chamou-o. — Você apareceu!!

Cooper o ignorou, passando reto pelo menino. Olhou para o professor mais respeitado do país que se encontrava na frente do menino louro e esbelto que agora jogava uma Pokébola pra cima e para baixo, brincando com ela.

Olá, Rowan.

— Olá, Cooper-kun. Como vai? — O professor o cumprimentou com sua voz de meia idade, trocaram um breve aperto de mãos e deram um sorriso leve. Willbert esqueceu de sua animação e olhou para os dois.

Ei. Espera. Vocês se conhecessem?

Will, eu já disse pra você. Rowan-san já trabalhou pro meu pai.

— O QUÊ? — o loiro soltou mais uns de seus gritos poderosos. — Rowan...? Ele é o cara mais importante de Sinnoh! Porque trabalharia pro seu pai?

— A gravidade da situação está só aumentando... — Rowan coçou sua poderosa e bela barba branca.

— Que situação? O que está aumentando? — Willbert olhava incessantemente Cooper e Rowan, com seus olhos cor-de-mar, que pareciam aflitos para descobrir algo (para fofocar, lógico).

— Então. — Cooper mudou de assunto, colocando uma mão no ombro do amigo, que coçava seus cabelos loiros. — Já ganhou seu Pokémon?

— Sim! Eu achei que não ia ganhar! Rowan disse que apenas treinadores experientes e fortes e confiáveis deveriam ganhar um dos iniciais. — Cooper sorriu amarelo, enquanto uma pálpebra sua tremia. Ele olhou pra Rowan.

Willbert não tem nenhuma dessas qualidades, porque deu um Inicial a ele?

— Essa foi a única coisa que o fez parar de gritar. — Rowan coçou o ouvido. — Mas ele gritou mais ainda.

Cooper! Vamos lutar agora!

— Não estou com o Neptune, Will. Preciso pegá-lo no Centro.

Então vá pegá-lo!

— Só posso depois das oito. — Rebateu, coçando sua bochecha e bufando, tendo que aguentar a gritaria de seu amigo, que grunhiu e praguejou um palavrão bem baixinho, voltando sua atenção para Rowan, assim como Cooper.

— Gostaria de conversar mais a sós? Onde as paredes são anti-som?

— Sim, por favor.

Willbert sorriu sacana e esfregou as mãos, pronto para retirar alguma informação para fofocar. Ele de fato não entendia o que "a sós" significava, porque ele tentou acompanhá-los. Cooper bufou e deu um tapa na nuca do menino, que de supetão voltou em passos apressados para a sala de recepção.

Cooper e Rowan andaram por um corredor e desceram uma escadaria para o porão, onde entraram numa sala mais fechada e reservada. Lá não havia muitas coisas. Algumas cúpulas e balcões cheios de objetos, mas nada demais. As paredes, o chão e o teto revestidos de metal não davam uma sensação de conforto, mas sim como um local de trabalho frio e cinzento.

Rowan se sentou na cadeira da grande escrivaninha cheia de papéis e livros.

Cooper ficou andando pela sala olhando todas as coisas que havia nela. Garras, pedras, fósseis, bombas e várias outras coisas. Nada mudara desde a última vez que estivera ali. E já estava tão familiarizado com as coisas que ficar dando voltas ali era apenas para matar o tempo.

— Soube que está indo procurar o seu pai?

— Quem te contou? — Cooper indagou, levantando uma sobrancelha.

— Os advogados e meus assessores... E Willbert. — Rowan suspirou ao mencionar o último nome.

Cooper não se impressionou com a última pessoa que Rowan mencionou.

— Alguma pista sobre o desaparecimento? — O homem idoso prosseguiu, passando a mão por toda a extensão de sua barba branca.

— Não. Nada. Apenas sei que preciso ir à Jubilife City. Ele pediu isso na gravação que enviou para a base. — Cooper sussurrou no ouvido do homem, com uma mão ao lado de sua boca, dificultando qualquer passagem de som.

"Tolo". O treinador se julgou ao notar o que havia falado. "Não pode sair contando essas coisas pra qualquer um". Ele sabia que Rowan não era qualquer um. Era o homem mais chegado a Zeus e com certeza sabia muito mais segredos dele do que o próprio filho. Mas mesmo assim. Uma pessoa sempre pode mudar de lado.

Rowan sabia que "balas" significa "itens valiosos que com certeza valem a sua vida e que deram anos de trabalho árduo para achá-lo" nos códigos de Zeus. E esse foi um dos recursos usados na gravação que ele também usara.

— Eu estava esperando que você me dissesse, Rowan. Você sempre sabe coisas demais.

— Trabalhei pro seu pai durante anos para tentar inverter a situação desastrosa de Sinnoh. Mas ele nunca me confiou o suficiente para me informar aonde ia. Algumas vezes. E quando falava, a localização era sempre errada.

— Ele nunca deu localização errada... — Cooper rebateu e pegou um broche que estava preso ao seu suéter, cujo este tinha um desenho que era o símbolo de Lugia, uma asa com tonalidades brancas e azuis interligada com o formato da cabeça do grande lendário.

— ...apenas dava localizações com enigmas de onde ele realmente estava. — os dois falaram juntos.

Zeus desconfiava dos outros, mas não do próprio filho. Mas mesmo assim, não era motivo para facilitar as coisas pra ele. O cientista poucas vezes avisava aonde ia para Cooper. E quando avisava, dava uma localização totalmente paralela. Mas nessa localização havia uma pista para onde Zeus realmente estava.

— Seu pai entrou em contato com forças superiores. Creio eu que ele estaria bem mais ao norte. — Rowan coçou a testa, preocupado.

— Também achei o mesmo. Mas o norte é muito grande. — Cooper olhou para o mapa na parede. Sinnoh era uma região bonita, mas totalmente desafiadora. Ele não se sentia preparado para enfrentar tudo aquilo.

— Zeus sempre estava preparado para o dia em que isso iria acontecer. E eu sei que ele queria que você fosse salvá-lo.

— Meu pai é como um gato, tem várias vidas. Mas eu não posso cancelar a minha sempre que ele correr perigo.

Cooper soou frio, mas era verdade. Parecia que Zeus queria brincar com ele. Parecia que seu pai queria que ele desistisse de tudo para que corresse atrás dele.

Rowan sorriu.

Ele já fez isso comigo uma vez. A diferença é que durou apenas uma semana até achá-lo congelado na caverna de Azelf.

— Você diz como se fosse demorar a minha jornada. — Cooper comentou, estalando as costas.

— Desculpe-me, Cooper. Mas a pesquisa de vinte anos de seu pai chegou ao seu fim. Ele não conseguiu impedir o que temia. Ainda há uma chance de consertar tudo, mas ele desapareceu. Pela mão de alguém que não conhecemos. A única chave que pode deter o fim de Sinnoh é ele. — Rowan coçou o queixo e esperou a fala do menino.

— E eu vou achá-lo. Eu já tenho ideia de quem está com ele. — Cooper passou a mão pelos cabelos castanhos, sentindo os fios sedosos escorrerem por entre seus dedos.

Galactic? Omega? Looker? Enfrentá-los novamente vai ser um problema. Não foi um deles que acabou destruindo sua família? — A voz rouca do professor soou fria, enquanto o homem idoso sorria de lado. Cooper mordeu o lábio, segurando uma fala grosseira. Odiava quando falavam de sua mãe.

— Eu não estava pensando apenas nesses oponentes.

— Eles são muitos. E a cada ano, estão cada vez mais fortes. Eles vêm matando e destruindo pessoas, Pokémons e cidades apenas para acabar com provas ou para achar um mero fio de verdade. Eu não sei como você vai conseguir isso, Cooper. Não sozinho.

— Você não vai ajudar? — Cooper perguntou, segurando um suspiro que sairia de supetão.

— Eu já estou velho demais para sair pra procurar alguém que com certeza nem mais nesse continente deve estar. E você sabe bem do que estou falando.

— Ah, então você simplesmente vai ficar aí parado como um idiota nessa cadeira estúpida e distribuindo pokémons e missões importantes para treinadores infantis e bobos que conquistam as coisas aos gritos? — Cooper falou para o professor, usando um tom frio. Rowan se sentiu ofendido, mas manteve a pose firme. — Tsc, sinceramente Rowan, o seu continente está esfarelando. E você vai ir junto com ele.

— Você me entendeu errado. Eu não posso ir com você enfrentar o mundo com os músculos. Já estou velho. Mas eu consigo mandar ajuda. E você vai ver. E pra começar, quero lhe dar isso.

O homem andou até sua escrivaninha, abriu a gaveta e enfiou a mão lá dentro.

— Uma Pokédex?

— Sim. — entregou a ele. — Ela vai ajudar a enfrentar o oponente. Pelo menos um pouco.

— Pegar dados de Pokémons vai me ajudar bem pouco. — Murmurou, mas o professor ainda o ouviu. O homem se moveu até ficar com a cabeça perto do ouvido esquerdo de Cooper.

— Isso é bem mais que uma simples Pokédex, Cooper Allen Scarlatina. — Cooper sentiu um calafrio percorrer por seu corpo quando ouviu o sobrenome de sua mão e o gosto de bile começou a subir por sua garganta.

Rowan se afastou, mascarando seu olhar assustador com um sorriso tranquilizador.

— P-Professor... Tenho uma pergunta a fazer.

— Pois diga.

— Há quanto tempo trabalha pro meu pai?

— Desde que ele chegou à Sinnoh, há cinco anos. Eu tentei trabalhar virtualmente, enviando-lhe informações por computador e tudo mais, mas ele não aceita nada que não seja por via vida social.

— Porque você trabalhou pro meu pai?

— Porque ele é um gênio. E precisa ajuda pra concluir o trabalho dele. — Respondeu, sorrindo e mostrando seus dentes já um pouco amarelos por causa da idade. Cooper apenas ficou em silêncio e já iria sair. Até Rowan fazer a sua pergunta.

Minha vez de perguntar, jovem Allen. — O professor sorriu, enquanto levantava uma maleta preta.

— Pois diga.

Você gostaria de um Inicial de Sinnoh para começar sua jornada?

Não, obrigado. Eu já tenho meu Neptune.

Oi, de novo!

Esse capítulo foi beeeeeeem monótono e méh, mas aguardem que ainda vai vir muita treta por ai ou não, rçrç.

Enfim, não tenho nada demais pra falar aqui, só queria perguntar duas coisas:

Vocês preferem o nome dos ataques em inglês ou em português e se gostam da formatação normal no texto ou querem outra fonte.

Bem, é isso!

Bye~! tchau aaaaaaaaaaaaaaaaaaa essa raposinha


Última edição por Nawta em Dom 16 Abr 2017 - 15:56, editado 4 vez(es) (Razão : Batatas)
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Re: Search for Sinnoh.

Mensagem por SrRinaldi em Seg 17 Abr 2017 - 11:29

Bom, to curtindo a fic, achei que o tamanho ficou legal, apesar de que, na minha, eu prefiro colocar uns capítulos menores e tal. Quanto a fonte e formatação, eu acho que está agradável desse jeito. A Comic Sans não é um negócio que eu goste muito, então esse foi um ponto de avanço desde o prólogo HUAHEUHAEUHEA Também to curtindo a ideia da fic, usando um fato para quebrar o gelo do clichê e deixar Pokémon muito mais sério.

Boa sorte e estarei acompanhando, nhaaaaa
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Re: Search for Sinnoh.

Mensagem por Nymph- em Ter 18 Abr 2017 - 20:56

Olá, Nawta!

Acredito que não tenha ideia de quem eu sou, mas já vou adiantar que sou novo na área, apenas caí aqui acidentalmente enquanto explorava o fórum - até então, novo pra mim. Primeiramente, pode me chamar de Nymph (sem o acento, por favor). Eu estava em procura da área de Fanfics (confesso que sou bastante fissurado com elas, e pretendo escrever uma, mas isto não vem ao caso), e acabei achando ela e confesso que me interessei pela proposta dessa aqui, então, deixa eu comentar ela.

Sua escrita é bem boa, em primeiro lugar, e a formatação está impecável (você usou a Tw Cen MT, isso já me agradou), embora eu percebi que você pegou uma leve inspiração de um usuário que escreve outra fanfic (vulgo Pokémon: Project Retype), mas acho que não foi nada muito sério.

A proposta da sua fanfiction é realmente muito boa, ao invés de seguir o mesmo caminho do clichê, você resolveu centralizar em algo bem mais sério, ou seja, o sumiço do pai do protagonista, que foi pego ou morto por algo ou alguém, acredito que só com esta proposta, acho que você ainda vai atrair muuuuuito leitor curioso, eu te garanto. Também me agradou bastante ver o Totodile como o inicial do Cooper (mesmo os meus favoritos ainda sendo o Haxorus e o Flygon), visto que eu gosto bastante desse Pokémon, então você já ganhou mais alguns pontos comigo.

Agora não vou me prologar muito, deixe-me comentar esse capítulo recente.

Você trabalhou MUITO bem no início do capítulo, conseguiu transmitir muitos sentimentos (e ainda a fobia que o Willbert tem de ferrões e agulhas, deve ter sido bastante ruim pra ele ver aquele monte de espetos assustadores vindo na sua direção), eu até me arrepiei em certas partes, de qualquer forma, parabéns pelo início.

Antes de mais nada, cara, parabéns pela comédia que você sabe inserir na fanfiction sem exagerar em demasiado nela. Não achei nenhum erro muito grave na fanfic, e sua gramática está impecável, assim como na escrita do prólogo.

Bom, acho que é apenas isso, boa sorte com a fanfic.

Um abraço de urso e até o próximo! Smile 2
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Re: Search for Sinnoh.

Mensagem por Brijudoca em Qua 19 Abr 2017 - 8:01

Yo Nawta

Li o capitulo ontem porém só consegui formular um comentário "decente" agora. Foi um capítulo bem grande, coisa que eu gosto e com vários acontecimentos interessantes. Gostei que você conseguiu desenvolver mais da personalidade dos protagonistas durante o ataque dos Beedril e na interação com o Rowan.

No entanto, fiquei com a sensação que ele não teve um bom ritmo sabe? Teve um início bem conturbado enquanto Cooper e Willbert estavam sendo atacados e depois ficou, usando suas palavras, mais monótono. Talvez fosse o caso de estender mais o percurso deles pra Sandgem e deixar a cidade pro próximo capítulo ou encurtar um pouco algum dos trechos, pois acabou ficando um pouco cansativo no final sabe? Parecia que eu tava lendo o começo de algo porém já estava chegando no fim.

Porém, eu gostei demais de como você descreveu o ataque. Foi quase que brutal, várias abelhas homicidas atacados os pobre coitados que só tinham um Totodile sem treinamento para defendê-los. Foi bem bonito ver o Neptune tudo de si para tentar protegê-los apesar do medo que ele estava sentindo. Agora esse terremoto com gêiseres de água voando pros lados foi esquisito hein? Não acredito que tenha sido um golpe do pokemon que tava semi-desmaiado, a menos que ele tenha algo diferente... Vamos ver.

Devo dizer que eu tô bem curioso com o mistério da pesquisa de Zeus. Deu pra ver que o cara era totalmente paranóico, a ponto de não confiar muito nem no próprio filho quem dirá no colega de trabalho. Esse lance todo de Sinnoh colapsar? Vish. Ainda mais estranho essa menção a mãe do rapaz, agora eu quero muito saber mais do passado dele.

Eu tô com muita dificuldade em simpatizar com os personagens. O Cooper é muitooo chato meu deus, o tempo todo reclamando da vida e tratando os outros mal, cruz credo. Já o Willbert é totalmente insuportável gahsushsh esse jeito dele meio Bob Esponja, gritando e falando pelos cotovelos pareceu legal no prólogo, só que agora tá um poquinho "too much", quase que incompatível com a idade que o rapaz deveria ter. Até o Prof. Rowan tava meio esquisito, não sei se era por resposta a atitude fria do AllenBoy ou por algo a mais. Espero que eles comecem a evoluir logo porque tá difícil haha

A descrição de Sandgem como uma cidade universitária foi bem legal também. E devo dizer que eu achei esquisito a Joy dando em cima do Cooper ahaushsh não sei se ele é só porque ele é gato mesmo ou se a enfermeira tem algum motivo por trás, mas a anotação do rapaz sobre o ocorrido foi ótima haha

O que eu acho que faltou mesmo foi um pouco de revisão, pois nesse capítulo encontrei alguns erros gramaticais que você não tinha cometido no prólogo, como falta de vírgula, e algumas palavras usadas de forma equivocadas. Mas principalmente, algumas informações que me deixaram confuso na hora, como o uso do antigo nome do personagem aqui:


Um dos Beedrils se aproximou dele com o ferrão apontado para seu peito. Daniel pegou sua mochila e a jogou no inseto. Ele caiu no chão com a asa quebrada.

E outro que na hora eu fiquei bem perdido, foi esse:


Ambos os garotos se levantaram e começavam a andar para Twinleaf, que não estava muito longe, já que algumas casas e a entrada para a pequena cidade já estava visível. Chegando lá, no entanto, foram atendidos no Centro por alguns médicos, que passaram algumas pomadas e receitaram alguns remédios.

Na hora eu não entendi, tipo, eles voltaram pra Twinleaf wtf. Até que cheguei no outro parágrafo e percebi que você queria dizer Sandgem. São coisas realmente simples, que acredito que você pode consertar facilmente e deixar a fic melhor ainda.

É isso, tentei fazer um bom comentário mas ele pode ter saído meio bosta pois escrevi correndo mas acho que consegui falar tudo que eu queria hauashsh

Espero ansiosamente o próximo capítulo =DD
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Re: Search for Sinnoh.

Mensagem por Slow em Qui 20 Abr 2017 - 1:08

Hey interNawta o/ 

ashuaioshaus, que merda de trocadilho -q acho que vou ficar fazendo isso até acabar, desculpa, é mais forte que eu. O seu com Slowpoke foi ótimo, até usava um gif deles como sign, até bugar. Mas não vim aqui para falar de Slowpokes, vamos lá.

Bom, a primeira parte foi basicamente eles quase perdendo a vida pq o Will adora mel. Eu gostei dessa parte pq você colocou o "jogo no modo hard" com um monte de Beedrill, dificultando bastante a vida de dois iniciantes, se é que podemos considerá-los assim naquele momento. Lembra a cena que o Ash foge dos Spearow no anime, só que mais... pontas afiadas e ferrões. Para alguém com pavor de agulhas e afins, deve ser tenso ver uma abelha gigante com um ferrão daquele tamanho e aqueles braços.

Todo esse poder do Neptune foi meio estranho, de uma forma positiva. Não há nenhum ataque assim, não que eu lembre, então você inventou algo que provavelmente terá uma explicação futura e eu quero vê-la, pois me parece que Neptune terá algo especial. Acho que se assemelha no máximo ao Scald, por se tratar de água quente, mas é em forma de várias erupções de geisers. 

Agora, para a segunda parte, a melhor parte do cap para mim, envolve Zeus. Essa parte me fez gostar ainda mais do personagem sem ele nem ter aparecido -q. Eu gostei desses enigmas e linguagens que ele usa. Confesso que, ao ler o vídeo no prólogo, eu imaginei que ele devesse fazer alguma coisa em Jubilife ou que a cidade tivesse algum valor sentimental para eles, mas eu realmente achava que o Neptune ganharia umas balas ahueahue.

Gostei da comédia que você inseriu no cap, em especial a parte do "Pegar a Joy (e o Neptune)". Só estranhei um pouco essa parte pq foi com o Cooper, pelo que vi dele até agora, não achei que ele faria algo do tipo.

Eu iria citar os erros, mas o Brijudoca fez isso por mim. Então, vou dar apenas umas dicas. Eu costumo fazer o personagem bem antes de dar nome a ele, é praticamente a última coisa que faço. Eu até escrevo o capítulo que ele é inserido sem o nome, no máximo o do protagonista é feito antes. Então, como eu faço isso? Boto uns "X", "Y" e tal para substituir onde deveria ser um nome, como uma incógnita. Acontece muito com nomes de cidade também, já que eu faço em continentes criados. A dica é: quando estiver postando o capítulo, aperte Ctrl + F e digite a palavra ("X" no meu caso, "Daniel" no seu) na caixa de texto que aparecerá. Ele irá te mostrar todas as vezes que ela foi usada na página, incluindo quando o Bri (para os íntimos -qq) citou e quando eu citei também. Basta você procurar os que estão apenas no seu texto, se houver, e ai você corrige. É uma forma bem rápida e prática de revisar essas coisas, já que aparentemente aconteceu pela segunda vez.

É isso, até mais e fique com a raposinha  tchau
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Re: Search for Sinnoh.

Mensagem por Black~ em Qui 20 Abr 2017 - 11:02

Bom, eu já tinha lido ontem e feito um comentário, mas o computador travou e eu perdi tudo, então me desculpe se o comentário não sair tão bom, já que me deu um desânimo de comentar tudo de novo, mas enfim, vamos ao que interessa.

Primeiramente, eu até gostei do capítulo, mas eu senti que as duas partes do capítulo não estavam bem "interligadas", já que a primeira parte foi uma violência, ação e sanguinolência e a segunda parte foi bem calmo e até mesmo um tanto monótono, somente esquentando de novo no final -qq. Eu até gosto sim de capítulos que são "divididos" em duas partes, uma mais movimentada e um cliffhanger no meio do mesmo capítulo, mas achei que nesse caso ficou bem desconexo, já que foi MUITO movimentado no começo e MUITO parado no final, mas enfim, talvez eu esteja exagerando um pouco.

Mas, bem, eu gostei do fato de as Beedrills irem para matar mesmo os jovens que mexeram em seu mel, afinal, abelhas não vão para uma batalha coloridinha, onde perdeu vai embora, etc. Elas vão mesmo para matar e eu curti bastante essa realidade da fic, espero que continue com coisas assim, são bem interessantes. Aliás, gostei da batalha, o pobre Neptune fazendo o máximo de esforço possível para tentar salvar os amigos das abelhas, mas não conseguindo fazer muito, já que ele nunca foi treinado pelo seu "treinador" e tentou fazer o máximo. Eu só fiquei um pouco intrigado com aqueles gêiseres, não sei se foram por causa do Totodile ou se foi apenas muita coincidência. De toda forma, achei tocante aquela cena que o Cooper entra na frente do Totodile tentando defendê-lo, se lascando inteiro, depois o seu amigo fazendo o mesmo. Ah, outra coisa que eu achei um tanto estranho foi a rapidez com que eles "sararam" das ferroadas, já que parece que eles quase morreram de ferroada, porém em meia hora já estavam em pé, mas enfim.

Bem, eu gostei da representação que você fez de Sandgem, como, apesar do tamanho (aparentemente menor que Twinleaf), a cidade é a que tem a maior faculdade e de Sinnoh. Achei que isso fosse para Jubilife ou Hearthome, talvez, mas enfim. Achei legal você ter dado essa "importância" a uma cidadezinha pequena.

Agora falando dos personagens, até agora nenhum dos dois me causou grande simpatia, não. O Willbert na verdade está me incomodando com o jeito dele; não lembro se você falou - acredito que sim - a idade deles, mas pelo visto eles têm por volta de 16 ou 17 anos, logo, a personalidade Bob Esponja (vou usar as palavras do Brijudoca) dele faz pouco sentido, apesar de, sim, existirem pessoas nessa idade que são espontâneos, alegres, acho pouco provável que sejam TANTO assim, eu sugeria que você não mudasse muito a personalidade dele, mas o deixasse bem menos infantil do que ele é.

Já o Cooper eu o achei muito frio, mas eu até entendo o lado dele, já que aparentemente ele perdeu a mãe, e supostamente perdeu o pai doidão também, além do fato de ele, aparentemente², ser pressionado desde criança a fazer algo que ele talvez não queira, que seja ser médico, mas vamos ver. E o Rowan eu o achei muito seco, apesar de ele e o Cooper estarem bastante pessimistas com o futuro do país, achei o Rowan bem estranho.

Aliás, falando de futuro do país, eu estou achando isso bastante interessante e estou muito curioso para saber o que vai acontecer em Sinnoh, e o que é tão importante que somente o Zeus sabia, além do Rowan e do Cooper terem conhecimento, realmente é algo que estou esperando. Agora, falando do Zeus, que cara mais doidão, aparentemente ele sabe de tudo que vai acontecer, como vai acontecer e por isso ele está sendo perseguido e fingiu ter morrido, eu acho. Mas se ele sabe tudo ele poderia contar a alguém, mesmo não confiando em ninguém, não sei, são mistérios que só serão resolvidos no decorrer da fic.

Enfim, erros vi um ou outro, mas de destaque só aquele que o Brijudoca citou quando você escreveu "Twinleaf", ao invés de "Sandgem" e quando você escreveu Daniel no lugar de Cooper, mas isso é mais erro de revisão, nada que uma revisadinha básica não resolva. Mas no mais, nenhum erro tão grotesco não.

Bem, talvez o comentário não tenha saído como eu esperava, mas enfim. Boa sorte com a fic o/
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Re: Search for Sinnoh.

Mensagem por -Ice em Sex 21 Abr 2017 - 18:03

Olá Nawta!

Eu sei, eu demorei um pouquinho pra comentar, desculpe por isso. Eu tenho esse lado meio atrasado e costumo aparecer nas fanfics bem depois do capítulo lançado -q Enfim, como eu creio que está perto do lançamento do próximo, cá estou c:

Pra começar, eu não sei se foi inspiração, mas, se foi, devo dizer que estou muito honrado por você ter se baseado no modo como eu formato os capítulos para postar o seu. Novamente, não sei se realmente foi inspirado, mas eu achei legal, apesar de sentir falta do Comic Sans -q

Bom, agora falando do capítulo em si, eu gostei. Você podia muito bem ter começado com o Will mexendo no mel das abelhas ou algo do tipo, mas optou por começar já na perseguição frenética, o que foi muito legal. Esse começo me lembrou bastante o mangá, se todo o capítulo rodasse ao redor das abelhas demoníacas e se chamasse "Vs. Beedrill", eu admito que teria gostado mais =P

Mas isso não significa que eu não gostei, muito pelo contrário. Todo esse "primeiro ato" foi muito interessante, mostrando o perigo do mundo pokémon, e reforçando a frase que sempre dizem nos jogos, para não andar por aí desacompanhado de um pokémon. A única coisa que me incomodou um pouco foi o fato de que não existem Beedrills na rota 201. Eu sei, não tem nada a ver, mas eu joguei tanto os jogos de Sinnoh que só consigo imaginar os Bidoofs e Starlys característicos dessa rota -q

Depois de tudo isso, temos a segunda parte do capítulo onde os protagonistas vão para Sandgem. Eu ia comentar sobre o erro onde você escreveu Twinleaf, mas já falaram lá em cima então só vou dizer para você tomar mais cuidado na revisão. A parte na cidade foi um pouco mais monótona mesmo, e isso poderia ter sido evitado, na minha opinião. Deixa eu explicar.

O capítulo começou com os Beedrills e toda aquela correria, o que meio que o caracterizou como um capítulo de ação, mas de repente houve a transição para Sandgem, com o professor Rowan e tudo mais, tendo mais informação do que ação nessa parte. Como começamos a ler um capítulo de ação, com a emoção lá em cima, conforme o capítulo foi ficando mais calmo, as expectativas foram meio que se descumprindo, e a parte pareceu muito chata por ser calma depois de uma tão movimentada. O que eu recomendo é que você faça capítulos que comecem calmos, depois se tornem movimentados para então terem o seu desfecho. Isso faz com que nós consigamos sentir a progressão do capítulo, sem nenhuma mudança abrupta.

Eu achei interessante todo esse Lance do Zeus ser um gênio, que fala por códigos e essas coisas, deu um ar bem mais interessante ao personagem. Também ficamos sabendo sobre esse desastre que está para acontecer em Sinnoh e essas coisas, o que fazem o papel do personagem ficar ainda mais importante, mesmo que ele esteja possivelmente morto.

Como já citaram lá em cima, a personalidade do Willbert acabou sendo meio forçada. No começo até estava interessante, mas a coisa foi progredindo de um modo que, no final, eu estivesse com vontade de socar a cara dele Laughing Eu sugiro que você dê uma suavizada nisso. Como o Black disse, não precisa mudar, é só diminuir um pouquinho a chatice do personagem -q Já do Cooper eu tô gostando até.

Bom, agora eu fiquei curioso sobre os gêiseres. Eu imaginei que talvez o Zeus tenha feito alguma mudança no Totodile por ele ser um cientista e talz, mas só vendo pra saber -qq

Então é isso, um abraço e até mais o/
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Re: Search for Sinnoh.

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