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As crônicas de um Gyarados Voador - All ★ Stars!

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Re: As crônicas de um Gyarados Voador - All ★ Stars!

Mensagem por Black~ em Sex 21 Abr 2017 - 20:11

Cacete, finalmente li tudo isso. Foi mal Rush, queria ter lido antes, mas era muita coisa kkk, mas enfim.

Bem, eu vou tentar falar o mais resumido possível, então o comentário vai ser bem genérico, mas é que eu não queria me estender muito no comentário.

Eu gostei da fic, pelo menos você deu um rumo à história do Caio, já que pelo visto ela não ia terminar nunca huahuha (pelo menos o Kyle ainda tem um rumo, enquanto o Lurly caiu no ostracismo, na plataforma do esquecimento), mas enfim. Eu achei bem legal uma fic somente se tratando da Liga Pokémon e gostei de toda a ambientação e todo o clima que você criou antes da Liga, os hotéis, os estudos, o silêncio do local vazio, o tamanho dos estádios, etc. ficou tudo muito bom. Além disso, gostei de você ter primeiro exposto um pouco da personalidade de alguns personagens e depois ter colocado a porradaria.

Você é bem doidão de ter criado 64 negos e ter feito os sprites de todos eles, mas é o tipo de doideira que a gente gosta hhuhuahuhauha, apesar que eu não vou lembrar o nome de mais do que 20.

Falando nos personagens, vi que alguns vão ser apenas passageiros na fic mesmo, enquanto outros você deu mais destaque, colocando-os em POV, como o Kyle e a Karine, óbvio, mas o Lucas, o Luke, o William, o Atilla, etc. Eu só senti falta do Seth. O cara era o maior rival do Kyle e até aqui ele nem sequer apareceu, somente sendo citado pelo narrador ou pelo próprio Kyle. Apesar de não ser mais as Crônicas do Kyle, ele ainda tem um lugar no nosso coração, então o rival dele deveria ter tido pelo menos um trecho de POV, mas você é o autor né huhauha.

Enfim, achei a batalha do Zeus contra o Ezekiel bem fodinha e achei bem daora. Aliás, todas as batalhas foram cheias de reviravoltas intensas, o que eu curti bastante. A batalha do William contra o Kyle foi simplesmente épica; com o Ares tendo que aguentar o que ele não pode devido à estratégia maluca do Kyle, eu realmente achei em alguns momentos da luta que o protagonista ia perder, mas foi bem legal; gostei do fato do Kyle não ter ganhado do modo protagonístico, mas ter ganhado com todo esse drama. Aliás, o Kyle querendo escolher outro pokémon ao invés do Venusaur foi até nostálgico, fazendo lembrar de todas as idiotices que o Kyle fazia no meio da jornada, mas que ele achava estar certo.

Você falou que o humor tinha sido estranho naquele capítulo, mas eu sou especialista em humor de qualidade duvidosa, então eu simplesmente ri demais de você colocando aqueles funks na trilha sonora, principalmente uma torcida gritando um funk em homenagem ao treinador; quando eu verei isso de novo numa fic? uhhauhauhuah. E nem preciso falar da sarrada narutesca né? Mds que coisa bizarra huhauhauh.

Bem, esse capítulo foi bem legal, achei a batalha boa; a Meganium fez o que podia, mas o limite da Meganium é realmente pouco (não sei porque, mas não gosto da Chikorita/afins), porém aquele Frenzy Plant certamente nocautearia o Hitmonlee se o mesmo não tivesse usado o Endure para ter deixado o HP em 1, e depois ter ativado a habilidade, que eu sinceramente nem sei como funciona -q, mas enfim.

De toda forma, achei todo esse mistério da possível manipulação de resultados bem intrigante e achei bem legal você ter colocado, pra variar, mais uma coisa bem realista dessas (dias desses estava com uma ideia bem parecida com essa também, mas de toda forma, achei bem legal isso, dá um toque a mais de realismo). Enfim, quero saber agora se a própria Liga está envolvida nesse escândalo de corrupções e também fiquei intrigado com esse Condor. Acredito que você deva trabalhar mais esse plot, também para não "cansar" apenas falando sobre a Liga, coisa que eu acho bem legal, o fato de dar uma variada nos temas -q, mas enfim.

Bem, vou fazer um comentário mais lixão assim, no próximo capítulo comento melhor. Erros vi um ou outro, nada tão bizarro.

Então é só e boa sorte com a fic o/
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Re: As crônicas de um Gyarados Voador - All ★ Stars!

Mensagem por -Ice em Sab 22 Abr 2017 - 16:02

Caralho, eu realmente me confundi Laughing Não sei porque, mas na minha cabeça o Alex e o Luke são bem parecidos, apesar de eu estar gostando mais do treinador do Haxorus -q E eu também troquei as bolas com os treinadores de Squirtle -q Juan é o que faz as coreografias e vai lutar contra você o Rush, e Lucas é o treinador do Kaigan merecedor do inicial de água e vai lutar contra o cara do Tangela do torneio de Cerulean. Okay, entendi -qq Eu recomendo que você coloque as chaves no main post, já que eu sempre tenho que ir até o capítulo quatro pra ver quem vai batalhar contra quem.

Dae Rush o/

Eu curti pra caramba esse capítulo, eu até diria que ele foi o meu preferido até agora, mas eu sempre digo isso, e o próximo provavelmente vai se tornar o meu preferido também, então deixa quieto.

O começo do capítulo foi legal, mostrando o ponto de vista de Atilla antes de ir jogar rúbgi usando o Kyle como bola -q Depois eu ri demais quando o Luke acordou e viu os dois conversando como se nada tivesse acontecido auhuahae eu ri demais.
Eu inclusive acreditei por alguns momentos que o Luke tivesse sido desclassificado, mas depois ri mais quando percebi que o Kyle estava brincando. Finalmente todo o potencial do caipira de Pallet está sendo aproveitado Laughing

Depois disso apareceram o Graz e a Mabel, e, cara, que personagens fodas. Eu curti pra caramba os dois, e suas personalidades me lembraram bastante os cientistas de To the Moon (Dra. Rosaline e Dr. Watts). Como você disse que jogou o jogo, imagino que tenha tido inspiração aí, já que as personalidades me remeteram aos dois. Se você colocar alguma música do jogo quando os dois aparecerem eu vou ficar bem feliz e feels :')

Depois disso, o capítulo ficou um pouco parecendo com aquelas cenas do anime onde nenhum dos protagonistas vai batalhar mas eles precisam mostrar que o torneio/campeonato continua rolando, então vai aparecendo vários treinadores aleatórios vencendo. No seu caso, ficou mais profissional, já que você se deu ao trabalho de criar cada um dos competidores, e trabalhou até nos que não apareceram ou que perderam na primeira fase para que a história ficasse bem rica em detalhes, e assim você conhece todos os seus 64 personagens. Isso me lembrou bastante a JK Rowling, que também se preocupa com cada informação do background dos livros de Harry Potter, fazendo com que ela conheça o universo todo.

Agora o Connor eu achei bastante interessante, tanto pelo seu linguajar quanto pelo seu diálogo com Darkrai, que mais pareceu um monólogo hahah O personagem me lembrou muito o Negan das HQs de TWD, que também usa palavras de baixo calão para dar ênfase em suas frases, o que acaba fazendo com que ele fale umas coisas icônicas como "Eu poderia ter te colocado de quatro naquelas escadas agora mesmo, e enfiado o meu punho no seu cu. Você seria a porra do meu fantoche de Rick". É claro que no caso do anti-herói de TWD as coisas são muito mais pesadas ahsuahsu

Sobre a última batalha, eu estava torcendo para o Gabriel, mas quando você colocou a narração sobre o ponto de vista de Arthur, eu comecei a torcer muito mais pelo rapaz do Hitmonlee. Eu acho que essa foi a primeira batalha em que eu gosto dos dois personagens em campo, o que faz com que seja muito mais difícil simplesmente torcer para um. Eu curti toda a honra do Arhur, mas também me identifiquei bastante com o Hihill. É sério, apanhar da própria pokébola se parece muito com algo que eu faria se fosse um treinador pokémon Laughing De todo modo, eu gostei do resultado da batalha, e espero ver mais do Arthur.

O final deixou todo esse mistério sobre estar algo maior acontecendo, e sobre esse tal de condor que o Graz é obcecado. Quando ele falou que o Condor já foi da equipe Rocket e essas coisas, eu me lembrei o Morgan, aquele cara que, se eu não me engano, tinha um Pidgeot e fez todo o bang lá para mega evoluir o Scizor na floresta de Veridian. Seria legal ver ele reaparecer.

Enfim Rush, esse capítulo foi muito foda e já estou aguardando o próximo com grande ansiedade. Mantenha o bom trabalho e até mais o/

agora vou ver se consigo ler 54875557 capítulos da fanfic do Black
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Re: As crônicas de um Gyarados Voador - All ★ Stars!

Mensagem por Brijudoca em Dom 23 Abr 2017 - 16:33

Salve Rush =D

Eu comecei a ler esse capítulo no dia que você lançou (quarta-feira eu acho), porém tive que parar na metade, pouco antes da luta de Gabriel e Arthur e acabei enrolando pra voltar aqui e terminar aushahs me perdoa. Eu tava achando que ele terminaria com algum cliffhanger e só saberíamos o resultado da batalha no próximo capítulo, mas gostei que você resolveu tudo nesse mesmo e ainda desenvolveu parte da trama paralela da fic com os novos personagens.

Primeiramente, fiquei aliviado que houve justiça na liga de Kanto e o Luke não foi desclassificado. Deu pra ver que ele ficou muito assustado com as palavras de Kyle e eu também admito que cheguei a acreditar por um segundo. A interação do caipira com o Atilla foi ótima também, já espero ver os dois juntos mais vezes ao longo da fic.

Nossa, o que foi a fodendo discussão do mano do Darkrai? Eu realmente não sabia se dava risada ou ficava assustado com esse Connor, já imagino a loucura que deve ser ele no campo de batalha. Também assimilei ele com o Negan de TWD, o cara tem, provavelmente, a boca mais suja de todo o mundo Pokemon lol A batalha dele com o Luke é a que eu to mais ansioso pra ler junto com a da Karine vs o fodão do Salamance que eu esqueci o nome e to com preguiça de procurar

Bom ver que temos alguém, supostamente, eficiente tentando desvendar o ocorrido com os garotos. Graz e Mabel já ganharam minha simpatia de cara com essa vibe good and bad cop. Não sei até que ponto você irá desenvolver essa trama paralela a liga, mas acredito que os dois serão peças fundamentais na trama. Essa história paralela me lembra os Budokai Tenkaichi de Dragon Ball, que sempre tinha algo rolando por trás dos torneios,

O destaque do capítulo, e da Fan Fic em geral, com certeza é o desenvolvimento de personagens + o grau épico que você transmite nas batalhas. Por mais que tenha sido mais rápida, foi bem legal ver as estratégias do HiHill caírem sob a inteligência do Arthur. Uma pausa pra salientar EM COMO EU RI como o menino se machucando com a pokeball pqp Achei interessante também essa característica do Arthur de ser honrado e ele mencionar (pensar, na verdade) na tradição de lançar o pokemon no centro do campo. Destaque também pela descrição do golpe Frenzy Plant, foi muuuuuuuito massa e passou muito bem a sensação de poder do golpe elemental dos iniciais.

Não imagino o Aaron perdendo na primeira rodada, logo, um embate entre ele e o merecedor do inicial de fogo de Johto também parece inevitável, ta aí outra luta pra eu acrescentar na lista das que eu mais quero ler. Algo incrível da sua fic, é como você consegue dar destaque para tantos personagens e fazer a gente simpatizar e se importar com eles, mesmo nas batalhas mais filler do torneio. São 64 participantes cara, e com a dose de destaque que você deu pra cada um (inclusive criando os Sprites e dando um background), eu não consigo imaginar quem vai prosseguir pras fases finais e muito menos quem vai vencer a liga.

Até o próximo capítulo amigo o/
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Re: As crônicas de um Gyarados Voador - All ★ Stars!

Mensagem por Rush em Seg 8 Maio 2017 - 13:26

@Black~: Sup, Black!

Muito obrigado pelos elogios! Para ser honesto, desses sessenta e quatro participantes, eu não fiz a sprite da maioria. As únicas sprites originais by rush mesmo são as sprites do Kyle, do campeão Herick, do Luke e do Lucas Darkblue. O resto dos sprites foram feito por outros artistas.

Eu fico muito feliz que tenha gostado das batalhas, pois esse é o grande ponto em que eu queria trabalhar. As batalhas terão aquela licença poética de Fics que eu já comentei com o -Ice, mas também seguirá o competitivo. No caso do Hitmonlee, por exemplo, ele fez uma estratégia que eu usava no competitivo. Usar o Endure para ficar com apenas 1 de HP, fazendo com que ele coma a berry que aumenta o ataque em 1 estágio e simultaneamente ative a habilidade Unburden.

A habilidade em especial funciona assim: Toda vez que o item é consumido, a velocidade do usuário DOBRA. Então o combo do Hitmonlee (Não querendo Spoilar, mas esse Arthur Liesel NÃO É QUALQUER TREINADOR) funciona desta forma: Endure (1 de Hp, consome berry) > Liechi Berry (0.25x de Ataque) > Unburden (x2 Speed ) > Reversal (200 de poder por estar com 1 de HP).

Resumindo. Com o combro Endure > Liechi > Unburden, o Hitmonlee que já tem um ataque absurdamente alto, fica com o dobro de velocidade e um ataque que a base power é 200, tirando o aumento de ataque com a Liechi Berry.

Ou seja... Se no competitivo isso é apelão, imagina na Fic? HAHAHAH

Muito obrigado meu amigo, fico muito feliz que tenha voltado ao fórum! Um abraço, continue lendo! <3


@-Ice: Ice-Boy! /o/

Muito obrigado pelos elogios e pelas críticas! Já afirmo para você que irei anexar as chaves no main post para melhor compreensão. Não te culpa pela confusão, afinal, são 64 personagens.

Hahahahaha! Você ainda não viu nada. Kyle e Atilla ainda vão mitar muito juntos, onde o potencial de ambos será bem desenvolvido (Eu espero). Sobre Graz e Mabel, eu admito sim que teve uma pontinha de To the Moon, no entanto, eles não serão 100% fiel aos personagens do jogo. Na real, Mabel será bem diferente da Dra. Rosaline, embora ela seja mais cabeça enquanto Graz é palhação.

Nossa, é uma honra ser comparado a JK Rowling. Eu espero que um dia eu chegue lá! Hahahah' Na real que eu preciso desabafar em não estar tão contente assim. Gostaria de ter explorado mais alguns personagens. No caso, tiveram uns quatro que nem chegaram a aparecer e já foram eliminados, e isso para mim foi um tremendo desperdício de personagem. :/ Mas eu acho que se for explorar um por um, batalha por batalha, a fic ficaria IMENSA.

BROTHER, EU A-M-O O NEGAN. MELHOR VILÃO EVER. Eu nem preciso falar que o Connor teve uma pequena pontinha de Negan, né? Connor vai, inclusive, ser MUITO importante para esse volume e neste capítulo será explicado o motivo disso.

Fico contente que tenha gostado da batalha! Eu particularmente adoro o Arthur Liesel. Como falei pro Black, ele será um dos personagens mais cabulosos da fic inteira, mas não irei spoilar aqui. Infelizmente eu gosto bastante do Gabriel, que não chegou a ser tão explorado aqui mas irá aparecer no futuro novamente.

Muito obrigado, meu querido! Espero que você goste do capítulo! Um abraço! <3


@Brijudoca: Briju! \o/

Muito obrigado pelos elogios! Relaxe, eu sou bem paciente em relação aos comentários, inclusive, já presenciei o completo clima funerário do fórum quando SÓ EU postava nas fics de Pokémon e não recebia nenhum comentário. UHAUEHUA Mas fico contente que tenha gostado do capítulo, tirando em alguns casos extremos, não pretendo cortar a batalha para o próximo capítulo. Acho isso uma covardia mas é necessário ser usado algumas vezes.

Como falei anteriormente, Kyle e Atilla vão aparecer juntos de novo sim. Achei a química dos dois personagens juntos muito bacana de se trabalhar, e mesmo que eu não tivesse planejado isso inicialmente, eu gostei dos dois interagirem desta forma. Já o Connor, se eu falar mais coisas vou acabar spoilando demais! hahahaha Te garanto que terão as quatro batalhas mais épicas da primeira fase, onde será MUITO difícil para ambos os participantes. Uma delas foi de Kyle contra Willian, as outras você já pode imaginar. Talvez Luke contra Connor? Talvez Karine contra Skyfall? Hahaha

Sobre o plot de Graz e Mabel, eles vão ter um papel fundamental no primeiro Volume. Nesse capítulo deixará um pouco mais claro o porque disso.

Eu fico extremamente feliz ao ver que você gostou da batalha da Meganium versus o Hitmonlee. Pra ser honesto, admito ter ficado com um pézinho atrás em relação ao Frenzy Plant. Não soube se consegui transmitir a imagem que tinha em minha cabeça, afinal, é o golpe MAIS APELÃO do tipo Grass, considerando que não terá nenhum tipo de Z-Move na Fic, apenas Alola Forms. Heheh.

Ainda pretendo tentar explorar isso em questão de apenas UM desses SESSENTA E QUATRO ser o campeão. Todos tem seus sonhos e suas histórias e ainda pretendo postar uns Flashbacks depois desse capítulo. Vai me doer bastante ver alguns personagens sendo eliminados. :c

Cara, muito obrigado pelo comentário. Fico muito feliz mesmo em ver que você está curtindo. Espero que continue lendo e tenha uma ótima leitura!




~>x<~




Antes de tudo, gostaria de me desculpar pela imensa demora de quase três semanas em postar o capítulo. Meu teclado para variar deu aquele problema e a procrastinação em arrumar outro bateu bem forte. Além do mais, por algum motivo quando tentei postar o capítulo mais cedo ele cortava pela metade quando eu clicava no "pré-visualizar", o que me desanimou bastante em ter que formatá-lo novamente.

Esse capítulo terá destaque em alguns personagens que ainda não apareceram, alguns que serão bem importantes futuramente.

Antes de tudo, gostaria de fazer uma "enquetezinha". Qual personagem vocês gostariam de ver um flashback? Pretendo postar depois desse capítulo, contanto um pouco sobre o passado e início de jornada. Originalmente pretendia postar o flashback de Zeus, mas acho melhor perguntar para vocês, já que isso será um tanto quanto um filler na cara de pau.

Então é isso! Que flashback vocês gostariam de ver?

Espero que tenham uma ótima leitura!






~>x<~
[Luke Veil Sharpp]


Luke desviava o seu olhar para o lado, tentando tirar a imagem da injeção penetrando em seu braço quebrado da mente. Ao sentir a pontada da agulha entrando na pele, ele sugava o ar pelas narinas, enchendo seus pulmões e segurando o máximo que podia para não transparecer sua dor por meio de gemidos.


— Vamos, Luke. Não seja uma garotinha! — Kyle o incentivava, ou pelo menos tentava, enquanto assistia a cena sentado em sua cama hospitalar, de frente para o amigo. — Não é como se essa injeção doesse mais do que quebrar o braço, sabe.

— Fique quieto. — Luke resmungava mal humorado, olhando para Green com a mesma disposição nos olhos. Ao ver que havia sido grosso, ele fechava os olhos, respirando fundo para se desculpar. — Eu morro de medo de agulhas.


Kyle e Atilla se entreolhavam.


— Não precisa sentir vergonha, jovenzinho. — A voz grossa e alta de Atilla sempre transbordava euforia, como se ele estivesse dando toda sua atenção na conversa. O homem estava deitado em uma cama ao lado a de Kyle. — Eu tenho medo de Beedrills. Insetos em geral. Eles me aterrorizam!

— Nem me diga, cara! — Kyle arregalava os olhos com o desabafo. — Eu tenho medo de Butterfrees! Um Butterfree me mordeu uma vez e doeu pra caralho!

— Oh, pequenas borboletas satânicas servas do capiroto! — Atilla torcia o nariz ao escutar o nome da espécie sendo mencionada. — Deve ter sido traumatizante!


Kyle e Atilla pareciam ter se tornado ótimos amigos, pois sempre estavam conversando um com o outro em um dialogo que parecia nunca ter fim. Sempre que um mencionava alguma coisa, o outro parecia se identificar e complementar o assunto. Luke, no entanto, apenas escutava já que não sentia a necessidade de adicionar algo interessante na conversa.

Ele suspirava ao ver que o tópico da vez era o medo incondicional de ambos os treinadores em relação a Butterfrees. O Pokémon, especificamente, o lembrava de Alice.

Outro suspiro era dado ao lembrar-se da garota. Perguntava-se a respeito do motivo pelo qual ela ainda não havia aparecido no Planalto Índigo. Os pensamentos eram tão distantes e pessoais que o treinador nem sentia a outra injeção que era aplicada em seu braço quebrado.


— Muito bem. — A enfermeira que fazia o procedimento dizia sorrindo. — Apliquei duas dozes de essência do ovo de Chansey. O seu braço deve ficar melhor hoje de noite, mas apenas por prevenção, sua alta só será dada amanhã para evitar qualquer tipo de conturbação.

— Obrigado! — Luke percebia que seu braço ficava extremamente dormente, mas toda sua dor havia ido embora. Por um momento, percebia que a medicina havia adaptado o movimento “Softboiled” para ser usado em seres humanos. Agora entendia a importância que a Chansey tinha para a medicina em geral, não só em Centros Pokémons.

— É normal você não sentir seu braço. O efeito anestésico dura algumas horas, então não se preocupe, você não sentirá nenhuma dor até lá. Qualquer coisa é só me chamar que eu volto correndo aqui, ok?


A enfermeira se despedia com uma reverência e um sorriso sincero no rosto, deixando os três sozinhos novamente. Kyle e Atilla imediatamente se viravam para Luke.


— Cara, espeta sua mão! — Green comentava de forma abrupta assim que a enfermeira não pudesse escutar. — Pega um objeto pontudo e espeta sua mão!

— Porque diabos eu faria isso?! — Luke se assustava com aquele desafio. — Não é porque eu não sinto nada no braço que eu farei isso!

— Então dá um tapa na sua cara! — Atilla sugeria. — Deve ser estranho você sentir a dor no rosto, mas não na mão. É como se você apanhasse de alguém.

— Não!


Luke suspirava irritado. Não aguentava mais a presença de Kyle e Atilla juntos. Os dois eram duas crianças que se esqueceram de amadurecer junto com seus corpos. Os dois ficavam desapontados e cruzavam os braços, olhando para os lados.

Após alguns minutos de silêncio, os três se assustavam com a porta se abrindo, e dela, uma belíssima jovem de cabelos castanhos e curtos entrando. O seu perfume doce se espalhava pelo cômodo, rapidamente tomando conta e, de forma tímida, ela entrava no quarto.


— Oi? Atilla?


Luke demorava, mas finalmente reconhecia a mulher. Era Helena Moore, uma das participantes da Grande Liga, além de ser a treinadora que enfrentaria Atilla na primeira fase.


— Oh! Helena! — Atilla rapidamente se ajeitava em sua cama, ficando sentado em uma postura ereta e pigarreando para limpar a garganta, fazendo sua voz ficar ainda mais poderosa e limpa. — Não esperava vê-la tão cedo.

— Pois é. — Ela ficava tímida se aproximando após cumprimentar Kyle e Luke com um sorriso tímido acompanhado de um aceno com os dedos. — Eu fiquei sabendo do ocorrido e vim correndo para cá. Achei muito... — Ela abaixava o tom de voz para que só Atilla pudesse ouvir, mas Luke tinha certeza que as palavras a seguir foram “Corajoso da sua parte”.


Atilla corava ao escutar as palavras soando em seu ouvido. Talvez o hálito da mulher esquentando sua pele tenha ajudado para que isso acontecesse.


— Bem, não quero te deixar constrangido perto de seus amigos. — Ela ria ao ver que o homenzarrão corava como uma pimenta. — Nossa batalha provavelmente irá acontecer amanhã, já que faltam apenas três batalhas de diferença. Mas eu gostaria de te encontrar antes se possível. — Ela entregava um pedaço de papel com alguns números, que formariam o número de seu celular, rabiscados depressa. — Estarei no restaurante Food’n’Battle às onze horas. Espero que você goste de almoço acompanhado com batalhas.

— Acompanhado por uma moça tão bonita e educada como você? São as três coisas que eu mais gosto. — Atilla sorria, guardando o pedaço de papel.


Helena sorria tímida com a resposta, ficando visivelmente feliz. Ela se levantava então, um pouco nervosa por não saber como se comportar após o convite.


— O-Ok! Eu te espero lá então! — Suas palavras seguravam um gritinho de felicidade enquanto ela ia saindo do quarto, se esbarrando em uma estante e corando ainda mais.


Quando Helena saía do quarto, Kyle e Luke olhavam para o homenzarrão que observava o pedaço de papel em suas mãos.


— O que foi isso? — Luke sorria, feliz pelo novo amigo.

— Me ensine mestre! — Kyle segurava na camisola hospitalar de Atilla, fazendo os três caírem na risada.







As Crônicas de um Gyarados Voador!

- A L L   ★   S T A R S ! -


Volume I - Imensurável

Opening


Capítulo IX – Provocações!








~>x<~
[Graz]



Graz havia acordado cedo hoje, coisa que no fundo de seu coração odiava fazer. O homem caminhava pelas ruas frias do Planalto Índigo com os cabelos bagunçados por alguns fios rebeldes que se recusavam a obedecer ao pente.

Decidiu deixar Mabel dormir em seu quarto e ter seu merecido descanso, afinal, mesmo sendo sua superior e tendo começado como uma simples recruta na policia, assim como ele, a mulher tinha seus méritos quando o assunto é dedicação e esforço. Ele a admirava por essa qualidade.

Enquanto sentia a bruma da manhã beijar seu rosto em forma de uma névoa fria, ele sorria ao reconhecer um jovem correndo em sua direção na rua, fazendo uma corrida matinal enquanto acenava para os fãs que o reconheciam. John Toy, mais conhecido como “Food”, um treinador que conseguia ser uma celebridade teen pelo seu carisma e simpatia, além do seu apetite desumano.


— Hey, Senhor Toy. — Graz o abordava mostrando seu distintivo, mas não o parava já que não tinha intenção de atrapalhar a sua corrida matinal, ao invés disso, Graz começava a trotar ao lado do jovem, acompanhando o seu trajeto. — Eu sou Graz, policial e detetive de Saffron, espero que não se importe em eu te acompanhar, sim?

— Opa! Bom dia, senhor! Pelo contrário, até prefiro. Parece que o Planalto Índigo não é um lugar seguro para treinadores, né? Hahaha! — As palavras de Food saíam como se ele conversasse com um velho amigo.


Graz ria, tentando não mostrar o quão cansado estava só com aquela pequena corridinha que dava para acompanhar o treinador atlético.


— Parece que a notícia se espalhou rápido. — Comentava, arfando enquanto pingos de suor se formavam na testa.

— Mais rápido que fogo em palha. — Food comentava, ainda com aquele sorriso marcante no rosto. — Espero que eu não esteja sendo interrogado por ser um suspeito. Afinal, minha batalha ainda vai demorar a acontecer.

— Se você fosse um suspeito, meu amigo, você estaria correndo muito mais rápido. — Graz ria, mesmo que sua resistência em dar aquele trote não fosse boa como eram alguns anos atrás, quando mais jovem. — Para ser franco contigo, eu gostaria de sua ajuda para colaborar com algumas investigações minhas. Em sigilo, é claro, já que civis não podem interferir em investigações criminais.


Nesse exato momento, Food parava de correr, ficando inerte. Ele arregalava os olhos enquanto Graz avançava mais alguns passos cansados antes de parar ofegante.


— Você está querendo que eu te ajude a resolver esse mistério? — Ele perguntava sério, mas ainda em voz baixa para não atrair nenhuma atenção. — Quer ser o Batman e está precisando de mim como o Robin?


Graz não sentia firmeza naquela pergunta, com razão, afinal, ser convidado a ser um Robin deveria ser no mínimo menosprezador para uma celebridade da patente de Food. Quando o detetive abria a boca para mudar suas palavras, Food o interrompia.


— Cara, esse é meu sonho! — Seus olhos brilhavam. — Seremos uma dupla dinâmica! Graz e Food, os agentes mais descolados e maneiros de todo o Planalto Índigo! Ou melhor, de toda Kanto!

— Ou melhor, de todo o mundo. — Graz finalizava, com enorme dificuldade em puxar o ar e acompanhar o coração acelerado. — Mas por favor, mantenha isso em sigilo, sim?

— Minha boca é um Cofagrigus! — Ele respondia com uma piscadela.





~>x<~
[Chloe Stronghold]


— Hoi! Seu emo! — Chloe gritava usando suas mãos como um megafone para ampliar o chamado.


A alguns metros a sua frente, Lucas Darkblue cessava os passos gradativamente, virando o rosto e olhando a autora da voz de soslaio. A garota notava que ela não parecia muito interessado no rumo da situação.


— Yo. — Um cumprimento seco.

— Você deve estar bastante impressionado com minha performance logo na primeira batalha, huh?! Acabei com a raça daquele maluco estranho com máscara de osso. — O orgulho era algo que Chloe não podia esconder em sua voz, ainda mais com os gestos como apontar o polegar para o próprio peito e empinar o nariz.


Lucas ficava em silêncio. Após alguns segundos a encarando de soslaio, ele se virava novamente e começava a caminhar.


— Hoi! Emo! Não seja tão arrogante! — Ela cuspia as palavras de forma ríspida.

— Eu não assisti a batalha. — Lucas respondia seco. — Após a batalha de Alex contra Leonblack, eu fui ao estádio Vulcano assistir a batalha de Arthur Liesel contra o garoto de Johto. — Nem ao menos fazia contato visual com a garota, o que a deixava ainda mais furiosa com a atitude. — Não me agrada assistir crianças orgulhosas em um campo de batalha.


Chloe ficava tão enfurecida que enchia as bochechas para segurar alguns insultos de baixo calão.


— E outra. — Ele finalmente parava e fazia contato visual, mesmo ostentando desinteresse em seu olhar morto e com olhos sonolentos. — Mesmo que tenha vencido essa batalha, você irá enfrentar Alex na próxima fase, e mesmo se por sorte você conseguir vencer, ainda terá de enfrentar Kyle ou Ezekiel na terceira fase. Porque você está enchendo o meu saco ao invés do saco deles? Tenho certeza que nem ao menos iremos nos enfrentar.

— Eu vou vencer a Grande Liga, seu emo. — Chloe fechava os olhos, coçando o ouvido e fingindo estar desinteressada naquele papo comprido e tedioso. — Só acho que deveria impor moral, pois sei que irei enfrentar você nas semifinais ou coisa do tipo.

— Hah. Boa sorte com isso, fedelha. — Lucas se virava e continuava a caminha, ignorando totalmente a garota.

— É sério, seu emo! Eu irei vencer de Alex e depois dos teus amiguinhos. Eventualmente, limparei minha bota com os restos da tua bunda depois de chutar você para fora do Planalto Índigo!


Lucas apenas erguia a mão, se despedindo e ironizando que estava cagando e andando para o que a garota dizia. Ela suspirava decepcionada para assim amenizar o estresse.





~>x<~
[Ezekiel Lyn Vega]


— Se acalme, ‘Zek. Até agora a sua batalha foi de longe a mais controlada. Você manteve Zeus na sua mão o tempo todo.

— Acredite, Victória. Kyle não é nem um pouco como Zeus. Eu já batalhei com ele quando cruzamos nossos caminhos durante a jornada. Ele me conhece melhor que qualquer um daqui.



Ezekiel e Victória estavam juntos sentados dentro de uma banheira cheia e coberta por espumas. A garota estava sentada atrás do rapaz, envolvendo suas coxas grossas na
cintura do loiro, enquanto o mesmo deitado com a nuca em seu tórax. Sentia a maciez de seus seios como um travesseiro na nuca.

Ao mesmo tempo em que conversavam, Victória ensaboava o peitoral de Ezekiel com uma esponja, apoiando o queixo sobre a cabeleira dourada do rapaz.


— E você deve conhecer ele bem também. — Ela comentava, esfregando a pele do amante em movimentos circulares. — Deve saber a estratégia dele e estar um passo a frente.

— Esse é o problema! — Ezekiel se ajeitava ao se levantar e virar suavemente para trás, encarando-a nos olhos enquanto o sabão no corpo da mulher ia lentamente derrubado pela gravidade e revelando seus seios. — Kyle nunca segue a mesma estratégia. Ele não está um passo atrás de mim, ele na verdade está dois a minha frente.


Ezekiel suspirava agonizado com aqueles pensamentos que perturbavam a mente e não o deixavam em paz. Ao sentir o desconforto no parceiro, Victória inclinava o corpo e roubava um beijo ao selar seus lábios aos do garoto.

Quando ambos fechavam os olhos, Ezekiel pode sentir as delicadas mãos da garota acariciarem o seu rosto e lentamente envolverem sua nuca, o convidando a se encaixar mais em seu corpo ao avançar. Cada movimento fazia a água que transbordava na banheira cair e encharcar o piso branco do banheiro.





~>x<~
[Seth Crimson]


Seth estava montado em seu Dodrio enquanto a ave dava passos largos pelas ruas do Planalto Índigo, desfilando uma marcha que impunha o respeito que sua majestosidade merecia.

A cada passo, flashes de câmeras eram disparados e comentários discretos eram trocados por fãs que o reconheciam. Aquilo fazia o seu sorriso malando aumentar em seu rosto, apenas conduzindo seu Dodrio pelas rédeas.


Damn, is good to be king, Ace. — Seth comentava enquanto as três cabeças de seu Dodrio pareciam concordar em sintonia aos passos. — Eu deveria comprar um chapéu de cowboy, porque damn, eu sou o xerife dessa cidade.


Seth escutava os gritos da multidão que o adorava, gritando pelo seu sobrenome marcante e forte. “Crimson! O futuro das batalhas Pokémon!”

A euforia das pessoas que gritavam aquele nome enchia o seu peito com determinação, mesma que iria usufruir para vencer a batalha no dia seguinte, a qual o jovem iria protagonizar.

No entanto, ao se preparar para cruzar a esquina, ele percebia que uma maré de flashes o afogava em meio à ofuscação de sua visão, o consumindo em uma cegueira que parecia ampliar ainda mais o número de vozes que gritavam “Crimson”. Ele sorria, apenas acenando sem ao menos enxergar nada.


— Obrigado! Eu amo vocês, meu querido povo Kantoniano!

— Oh, é o Seth. — Escutava uma voz desanimada no meio da multidão.

— Ah, é só o Seth, o irmão dela. — Outra vinda de outra direção.


Seth finalmente conseguia recompor sua visão, percebendo que realmente havia uma multidão ainda maior na esquina que prosseguia. O problema, é que todos envolviam uma loira que segurava a risada ao contemplar a embaraçosa cena.

O garoto franzia o cenho ao indignar-se com a situação. Sua irmã, Gabrielle Crimson, avançava os passos enquanto a multidão abria passagem como Moisés cruzando o mar vermelho. Os gritos na verdade eram para ela.


— Olá, irmãozinho. — Ela cumprimentava irônica ao se aproximar.

Hi, bitch. — Ele continuava inconformado. Não acreditava que aquela torcida organizada não estava ali por ele. — Pensei que você estaria dando para algum competidor a esta altura, e não distribuindo autógrafos.

— Uau, que ácido. — Ela continuava sorrindo irônica enquanto alisava seus longos cabelos louros. — Não precisa descontar sua vida sexual frustrada na minha. Sei que não deve ser fácil estar na seca tanto no amor quanto na profissão em relação aos fãs.


Seth praguejava em forma de resmungo. Seu Dodrio arrepiava as penas com a aproximação da beldade loira que se aproximava, tentando transparecer a imagem intimidadora de uma ave furiosa pronta para atacar. No entanto, a mão de Gabrielle acariciava a cabeça da esquerda que fazia uma cara de extremo prazer ao sentir o carinho. As outras duas cabeças encaravam furiosas, cutucando esta com bicadas a repreendendo.

A cabeça menos provida de inteligência ficava chateada.


— Sua batalha vai ser amanhã, não é? — Um sorriso malicioso era formado no rosto da loira. — Seria uma pena se você perdesse logo na primeira fase.

— Ei! Se Kyle conseguiu vencer, eu também consigo. Vai ser fichinha.

— Fichinha para quem sabe o que está fazendo. Você sabe que a Grande Liga está muito longe do seu alcance, irmãozinho. Kyle e eu somos treinadores muito além da sua capacidade em brincar com monstrinhos de bolso.


Seth rangia os dentes diante as provocações da irmã.


— Mas relaxe. Apenas não perca de forma humilhante como Zeus. — Ela ria. — Ele sim está no mesmo nível que você, pensando bem.

— E você está no nível... De um Rattata na rota um!

— Uau, de onde isso veio? — Gabrielle ironizava estar ofendida. — Do colégio?


Os dois se encaravam tão profundamente que raios saíam dos olhos e colidiam um ao outro, eletrizando uma rivalidade primordial que era sustentada pelo ego desde quando se conheciam por gente.


— Sabe, fazendo as contas certinhas, se você vencer todos os treinadores que caírem em sua chave, nós iremos batalhar eventualmente. — Gabrielle continuava a provocar.
— Se você chegar lá saiba que ficarei muito feliz em desqualifica-lo pessoalmente.

— Ah é? Saiba então que eu ficarei muito feliz em enfrentar Kyle depois de vencer de você, sua piranha.


A multidão apenas assistia calada a discussão entre irmãos, adorando aquela rivalidade. Todos, no fundo, torciam para que os dois se enfrentassem.





~>x<~
[Graz]


— Eu já disse, não quero que você prossiga sua investigação sem mim. É uma ordem!


Graz ficava de cabeça baixa enquanto escutava aquele sermão tedioso e já esperado de Mabel.

O policial estava debruçado sobre uma mesa de madeira maciça enquanto seus pensamentos distantes obrigavam sua cabeça fazer movimentos motores decorados, como acenar positivamente com a cabeça quando o tom de voz de sua superiora se tornava sugestivo e balançar negativamente a cabeça quando ela questionava enfurecida.

Pelo longo sermão tedioso e chato de Mabel, Graz nem ao menos ousaria comentar que havia contatado Food para auxiliá-los na investigação.


— Não foi nada demais, Mabel. — Se arrependia de proferir as palavras, vendo que ela se enfurecia ainda mais. Ela inspirava para soltar mais sermão, mas antes que isso acontecesse, ele a cortava. — Os portões do Planalto Índigo apenas foram fechados momentaneamente, para que possamos analisar o CPF de cada pessoa que conseguiu entrar por ingresso. Os responsáveis pela segurança já me afirmaram que não é possível ter sido alguém entre eles, já que eles mesmos tiraram essa conclusão após interrogar funcionário por funcionário. Não tem como invadir o planalto sem o ingresso.

— Pelo amor, Graz! Lógico que eles vão falar isso. Eles querem livrar a cara deles. O que acha que a mídia iria dizer na capa dos jornais se souber que existe um corrupto na segurança do Planalto Índigo?

— Em defesa deles... Quem lê jornal hoje em dia?


Mabel suspirava decepcionada enquanto apertava o septo, desacreditada com os argumentos do parceiro.


— Mas falando sério. Agora Condor não tem saída. — Graz continuava sério desta vez. — Seja a onde é que esteja ele não tem como fugir. É só uma questão de tempo o encontrar.

— Estou te dizendo, Graz. Sua obsessão por este homem está criando tanta expectativa que você irá desmoronar quando perceber que ele não está envolvido neste caso.


Graz bufava, virando os olhos. Ele se levantava furioso por saber que Mabel ainda duvidava de suas teorias.


— Que seja.





~>x<~
[Condor]
???





Fitava seu reflexo no espelho de forma ofegante e inquieta. Não havia tempo de fugir pelos portões do Planalto Índigo quando soube da chegada de dois policiais detetives de Saffron, o que se tornou em um terrível problema chatíssimo de se resolver. Agora, era impossível sair do local.

Nunca havia sido pego pela policia, nem ao menos reconhecido por ela. Tinha essa vantagem, seu rosto nunca havia sido visto. Pelo menos não até agora. Dois treinadores haviam visto quando ele estava acertando as contas com um deles em um banheiro deserto.

Passava uma gilete pelo couro cabeludo, eliminando qualquer indício de cabelo que restava em sua cabeça, deixando nada além de uma lustrosa careca que ficava estranha em seu rosto já acomodado pelos cabelos castanhos.


— Não temos outra escolha. — Ele suspirava para si mesmo. Agora ele passava a lâmina pelo rosto, eliminando os pequenos fios da barba rente que crescia no maxilar. — Teremos que fazer isso de novo. — Ele suspirava.


Sentia um corpo pegajoso e gelado desgrudar levemente de seu rosto, deixando apenas um olho exposto. Uma ameba rosada e sorridente concordava com a cabeça, parecendo não entender o peso da situação em que se encontravam.


— Mask, apenas seja rápido. — Ele suspirava receoso, fechando os olhos por saber a terrível dor que iria sentir a seguir.


O Ditto concordava com a cabeça e começava a deslizar pelo seu rosto, o cobrindo como uma máscara. Em seguida, ele contraía o seu tamanho como se diminuísse, moldando perfeitamente o rosto do homem. Sua respiração ficava ofegante ao sentir a ausência de ar e soltava gritos abafados pelo corpo do Ditto que impediam que sua voz saísse. O corpo rosado, ainda colado no rosto do homem, se moldava enquanto deformava sua superfície. O som de seu nariz quebrando e sua mandíbula rompendo eram desesperadores.

A cor rosácea do Ditto tomava um tom de pele mais pálido enquanto ele finalmente sumia, servindo como uma máscara tão realista que o homem até se surpreendia ao se olhar novamente no espelho. Seu novo rosto era mais jovem, logo um suspiro de decepção saía dos lábios ao ver que teria que modificar seu corpo também. Havia se transformado em um garoto de cabelos espetados negros e olhos de íris vermelha. Agora ele era Connor D. Montenegro.


— Após ajustar... — Torcia o nariz em lembrar-se da dor. — Meu corpo, teremos que eliminar Connor.


Sentia sua máscara hiper-realista estremecer, concordando com os comandos de seu treinador.


— Eliminando Connor, perderemos propositalmente a batalha contra Luke. Mataremos dois Bunnelby com uma cajadada só.


Sentia um liquido quente escorrer pelo rosto, por baixo da máscara que o Ditto havia transformado. Um espesso rastro escarlate escorria pelo pescoço, revelando ser sangue, provavelmente do nariz quebrado e de dentes maiores que gengiva. A dor era agonizante, mas era muito melhor do que ser pego pelos policiais.

Se fosse pego, ele saberia que iria desejar a morte como melhor opção. As pessoas para quem trabalhava pagavam muito bem, mas eram muito piores do que a Equipe Rocket com quem era familiarizado e com certeza não iriam deixar quieto se ele pusesse toda a rede de apostas ilegais em risco.

Condor apenas sentia medo de tirar a máscara que era seu Ditto. Seu rosto já estava deformado pelas inúmeras transformações que havia feito no passado, criando máscaras tão perfeitas que ninguém nunca suspeitaria dele, nunca tendo sido reconhecido. Agora, no entanto, teria de eliminar Connor a qualquer custo já que havia se transformado nele.

Aquele era seu passo para manter o queridinho de Kanto na segunda fase e fugir do Planalto Índigo o mais rápido possível, antes que fosse pego pelos policiais ou pelas pessoas com quem trabalhava. Iria receber seu cachê milionário e ainda compensar o vacilo por ter quebrado o braço do jovem, embora não esperasse que isso fosse comprometer seu desempenho durante a batalha.

Só mais dois dias, o necessário para poder concretizar seu plano e sumir dali.





Ending

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Re: As crônicas de um Gyarados Voador - All ★ Stars!

Mensagem por Brijudoca em Qua 10 Maio 2017 - 12:08

Cara eu tava ansioso demais pra mais um capítulo de All Stars, tive a impressão até que demorou mais do que três semanas. Assim que recebi a notificação já corri pra ler, mas óbvio que procrastinei pra vir aqui comentar, porém tamos ae.

Não sei se foi impressão minha, mas esse saiu um pouco maior do que os outros? Não sei se foi devido a intensidade de cads núcleo, mas fiquei bem entretido lendo e nem notei o tempo que fiquei lendo.

Já vou falar logo do final do capítulo e em como eu fiquei HORRORIZADO com esse cara puta que pariu. Toda a descrição que você fez da transformação de Condor foi surreal cara. Tipo, a fusão dele com o Ditto é tão dolorosa que o mano nem tem mais um rosto reconhecível, fiquei numa agonia sem fim enquanto lia sobre a dolorosa transformação. Essa ideia dele conseguir usar o pokemon para mudar sua forma junto dele foi bizarramente genial. Porém o mais bizarro foi ele se transformar logo no menino esquizofrenico, não tenho ideia de como Graz poderia dete-lo.

Falando no mesmo, o personagem ganhou mais pontos comigo nesse capítulo. Sua obsessão com Condor pode ser a salvação dos competidores no fim das contas. A pequena interação dele com o Food foi bacana, fiquei curioso pra ver mais do competidor e de como será a relação Batman e Robin hehe. O mesmo vale pra Kyle e Atillla que já são a melhor dupla dinâmica da fic, sempre que os dois aparecem eu me divirto demais.

Único POV que eu não curti no capítulo foi o da Chloe. Por mais que sempre seja legal ver o emo DarkBlue, não senti muito a necessidade do diálogo entre os dois. Claro que o fato de eu detestar essas crianças irritantes não ajuda, então, espero que essa menina perca o mais rápido possível e não apareça de novo tão cedo. Diferente desse último, o do Seth sim foi uma disputa de provocação bacana de se ler. Disputa de irmãos é sempre complicado, mas eu não consegui deixar de rir do jeito que os dois se tratavam huajsh foi excelente. Eu tô junto com a multidão, quero ver os dois se enfrentando.

E o Zek e a Victoria foi uma cena que eu li inteira com a cara assim ( ͡° ͜ʖ ͡°). Eu acho o personagem muito legal e é triste ver que logo perderemos ou ele ou o Kyle. Sua preocupação com a estratégia pode levar a alguma loucura ao estilo tentar prever o movimento que o adversário tava tentando prever também... porém como prever o imprevisível? Porra, mais uma batalha que eu to ansioso demais pra ler.

Enfim, eu achei bem massa a ideia de usar flashbacks pra gente conhecer mais dos personagens, e logo, sofrer mais com suas derrotas. Tanto por isso que eu pretendo ler a jornada de Kyle também se eu conseguir terminar a do Black um dia hehe, mas não me interesso muito pela história do Zeus não. Como meu personagem favorito é o Luke, seria minha primeira sugestão, mas também queria saber mais do Connor (já que talvez ele venha a perecer nas mãos de Condor).

Valeu Rush, até a próxima o/
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Re: As crônicas de um Gyarados Voador - All ★ Stars!

Mensagem por Black~ em Qui 11 Maio 2017 - 16:01

Fala, Rusha boy.

Bem, primeiro tenho que dizer que finalmente o Seth apareceu, já tava ficando preocupado com o nosso rival favorito do começo da fic -q. Enfim, de toda forma gostei desse capítulo. Eu fiquei com preguiça de ler achando que estava grande, mas me pareceu até menor que os outros, ou talvez eu tenha lido-o rápido demais, mas enfim.

Eu estive lendo alguns capítulos das Crônicas do Kyle e acabei lendo um capítulo em que aparece o Luke. Aí eu lembrei que o Luke era AQUELE Luke, que era/é apaixonado pela Alice, como o próprio lembrou nesse capítulo. Estou ansioso para ver a Alice aparecendo no Platô Índigo, tanto pra ver o Luke, quanto para ver o Kyle Green.

Como eu disse, eu gostei bastante do Seth ter reaparecido e também a Gabrielle ( ͡° ͜ʖ ͡°). Enfim, gostei dos nossos antagonistas mais chatos terem aparecido. Mas, eu realmente fiquei surpreso com o fato do Seth ter ficado um bostão, já que ele antes era o melhor treinador, o mais foda, o mais pica, etc. Ou talvez seja só a Gabrielle provocando-o mesmo, briga de irmão é uma coisa bem legal Laughing

Eu rio demais com o Atilla e o Kyle e naquela cena deles no hospital não foi diferente huahauha. O Luke todo fudido e os dois fazendo graça. Eu ri igual um idiota imaginando uma pessoa se batendo com o braço todo mole. E o Atilla ainda conseguiu um encontro, quem diria. Realmente, é bem estranho um cara do tamanho do Atilla que é mó bobão e ainda é todo educado huahua, enfim. Mais um casal se forma no campeonato. Legal desse lugar é que parece Big Brother, todo dia um casal novo huahuaha, enfim².

Cara, esse Condor é simplesmente surreal. Eu achei ele bem aqueles vilões Disney, sabe? Mas nesse caso, eu até gostei. Apesar de parecer ser aqueles vilões que chutam cachorro só pra falar que são maus, esse aí é bem interessante e eu gostei bastante da cena do Ditto "moldando" (?) a face dele. Achei muito bizarro, mas curti, porque isso é bem diferente e nunca tinha visto numa fic. De toda forma, é esperar pra ver o que o Graz vai fazer pra descobrir como pegar o Condor.

E o Ezekiel e a Victória nem precisa comentar né? huahuahuah. Os dois já estão até tomando banho juntos huahua. Bem, realmente é triste saber que ele vai ser eliminado (sei que o Kyle vai ganhar, então, whatever). Você deu tanta importância pro personagem, que vai ser foda ver ele ou fatalmente (bem fatalmente) o Kyle. Eu devo ter dito isso no outro comentário, mas eu achei ousado, por falta de palavra melhor, você ter colocado alguns "protagonistas" para batalharem logo, como foi o caso do Zeus antes, e agora o mesmo Ezekiel contra o nosso querido amigo do chapéu de palha. Bem, poderia tirar alguns coadjuvantes né hhuahuahuah, enfim.

Concordo que o POV da Chloe foi meio desnecessário, já que ficou parecendo mesmo aquelas crianças de filme americano, que só não conseguem voar por falta de asa. Já que você queria apresentá-la, acho que ficaria melhor da visão do Luke, sei lá. De toda forma, não curti não essa Chloe. Foi uma das poucas que eu não gostei =/. (outros como o William eu não gostei porque ele é babaca mesmo huahua).

Enfim, erro devo ter visto um ou outro, mas nada de mais.

Então, é só e boa sorte com a fic.
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Re: As crônicas de um Gyarados Voador - All ★ Stars!

Mensagem por -Ice em Seg 15 Maio 2017 - 21:08

Fala, Rush!

Eu sei, tô muito atrasado -q Eu ando meio vagabundo ultimamente, eu admito que não estou lá no pique para ler e escrever. Tipo, não que eu tenha desanimado, mas eu sempre fico deixando para depois, embora quando eu comece a escrever/ler eu fique bem animado kkk

Well, capítulo muito bom, cara! Eu acho que superestimei a minha capacidade de se impressionar com tudo um pouco, já que ainda gosto mais do anterior -q Espero que entenda que não estou dizendo que não goste desse, e sim que o anterior está um pouco acima para mim. Meu deus, estou muito explicativo hoje aushaush

Aproveitando que citei o nome do papai do céu, eu admito que achei bem estranho e engraçado ver você usando o Moisés como exemplo para a ação de Gabrielle AHUASHUAS Eu acho que foi só um momento de humor mesmo, e não significa que a mitologia cristã existe no mundo pokémon, pois seria muito estranho Laughing

Ah, e essa referência foi uma referência? Digo, foi proposital? -q Não vou falar qual é pois, se foi, você vai saber do que estou falando -qq
Food'n'Battle? -q

Enfim, vamos falar do capítulo mesmo agora. Ao contrário dos outros, eu gostei de Chloe. Eu tinha achado interessante o sujeito do Marowak lá, mas foi legal ver que ela venceu, tem um Mega Heracross e pá. Eu não acredito que ela vá chegar muito longe, mas foi legal ver uma menininha na liga e com uma personalidade tão forte. E eu tinha esquecido de como gostava do Darkblue -q Aquele badass típico que todo mundo ama.

Já o Seth só decepciona haushausah Eu nunca fui muito com a cara do personagem, acho que ele era um rival válido no começo da jornada, o antipático clichê e talz, mas com o tempo a presença dele foi se tornando menos importante com a aparição de Karen, Lucas e etc. Eu acho que a única coisa que eu cheguei a gostar dele foi a equipe, que tinha o Nidorino, o Vaporeon, o Politoed e o Onix negro. Eu acho improvável que ele vá lutar contra a irmã, mas se sim, eu sou experiente em Rush o suficiente pra saber que ele ia tomar um sacode.

Nem precisa falar do Kyle e do Atilla né? <3 A química dos dois personagens é incrível, e eu ri demais dos dois falando para Luke testar o braço anestesiado. "Deve ser estranho você sentir a dor no rosto, mas não na mão. É como se você apanhasse de alguém." HAUSHAUHSUAHS
Também me identifiquei com o pavor de agulhas que o Luke sente, uma característica que passei para o Natt mas foi bom ver em um personagem que não é meu -q

Bom, o Graz também roubou a cena algumas vezes mas o maior destaque foi para o nosso Condor. Cara, imaginar um Ditto destruindo a sua cara deve ser muito ruim, e ver que ele acha isso melhor do que ser pego pela polícia foi muito perturbador. Tipo, eu sou uma pessoa que simplesmente não tem uma força psicológica forte (que?) o suficiente para me machucar de alguma maneira. Eu não conseguiria. Contudo, imaginar um Ditto geladinho na sua cara foi um pouco gostoso hushaushau Sei lá, eu imagino que deve ser tipo a sensação de encostar em uma amoeba novinha.

Sobre os flashbacks, eu acho que a minha primeira sugestão seria os meus preferidos como Ezekiel, Arthur e Alex, mas acho que talvez fosse melhor começar explorando os menos conhecidos, que já foram eliminados ou que não terão nenhuma participação importante, como o sujeito do Marowak. Imagino que a história dele seja, no mínimo, curiosa.

É isso meu amigo. Aproveitando-me desse comentário, eu gostaria de dizer que vou te mandar uma MP cedo ou tarde sobre aquele negócio das chaves. Mesmo que eu goste do jeito como você fez as suas, é uma honra que você tenha gostado do jeitinho que eu dei (aquilo levou uns vinte minutos) ^^ Até a próxima o/
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Re: As crônicas de um Gyarados Voador - All ★ Stars!

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