Pokémon Mythology
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[ARRIBAPLAY] ROPG DE SONICO

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[ARRIBAPLAY] ROPG DE SONICO

Mensagem por Gehrman em Seg 25 Jan 2016 - 2:05



Vocês estão numa base fortificada, e em sua frente, estão dois machos alfa.


- Ei, seus maconhudo.


- Oi, seus pintudo.


- Somos os irmões perdidos do Will Smith.

Vocês estão confusos.



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Re: [ARRIBAPLAY] ROPG DE SONICO

Mensagem por Mori em Seg 25 Jan 2016 - 2:06

mam qo ro bibocpa




























































































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Re: [ARRIBAPLAY] ROPG DE SONICO

Mensagem por dork princess em Seg 25 Jan 2016 - 2:06


O juízo estético é abordado no livro Crítica da Faculdade do Juízo. De acordo com Kant para se ter uma investigação crítica a respeito do belo, devemos estar orientados pelo poder de julgar. E a indagação básica que move essa investigação crítica a respeito do belo é: existe algum valor universal que conceitue o belo e que reivindique que outras pessoas, a partir da minha apreciação de uma forma bela da natureza ou da arte, confirmem essa posição? Ou então somos obrigados a admitir que todo objeto que julgamos como sendo belo é uma valoração subjetiva?


O poder de julgar, pertencendo a todo sujeito, é universal e congraça o julgamento estético, especulativo e prático. Portanto a investigação crítica que Kant se refere diz respeito às possibilidades e limitações das faculdades subjetivas que agem sob princípios formulados e que pertencem à essência do pensamento.




  • Antropologia do ponto de vista pragmático (1798).

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Re: [ARRIBAPLAY] ROPG DE SONICO

Mensagem por Fawqs em Seg 25 Jan 2016 - 2:07



amiiigo

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Re: [ARRIBAPLAY] ROPG DE SONICO

Mensagem por dork princess em Seg 25 Jan 2016 - 2:07


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Re: [ARRIBAPLAY] ROPG DE SONICO

Mensagem por Gehrman em Seg 25 Jan 2016 - 2:10


- Ok. Precisamos que vocês derrotem o malvado Dr. Ovohomem, nosso pai.


- Ele é brutal.


- NOS VAMOS TREINAR VOCES


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Re: [ARRIBAPLAY] ROPG DE SONICO

Mensagem por Mori em Seg 25 Jan 2016 - 2:10

N INJA ninja CLAN





O cubo entra pela porta, cubo usou NIILISMO.




Niilismo (do latim nihil, nada) é um termo filosófico que atinge as mais variadas esferas do mundo contemporâneo (literatura, arte, ciências humanas, teorias sociais, ética e moral) cuja principal característica é uma visão cética radical em relação às interpretações da realidade, que aniquila valores e convicções. É a desvalorização e a morte do sentido, a ausência de finalidade e de resposta ao “porquê”. Os valores tradicionais depreciam-se e os "princípios e critérios absolutos dissolvem-se". "Tudo é sacudido, posto radicalmente em discussão. A superfície, antes congelada, das verdades e dos valores tradicionais está despedaçada e torna-se difícil prosseguir no caminho, avistar um ancoradouro"[1] .

O niilismo pode ser considerado como um movimento “positivo” – quando pela crítica e pelo desmascaramento nos revela a abissal ausência de cada fundamento, verdade, critério absoluto e universal e, portanto, convoca-nos diante da nossa própria liberdade e responsabilidade, agora não mais garantidas, nem sufocadas ou controladas por nada. Mas também pode ser considerado como um movimento “negativo” – quando nesta dinâmica prevalecem os traços destruidores e iconoclastas, como os do declínio, do ressentimento, da incapacidade de avançar, da paralisia, do “tudo-vale” e do perigoso silogismo ilustrado pela frase de Ivan Karamazov, em Os Irmãos Karamazov,personagem de Dostoiévski: "Se Deus está morto, então tudo é permitido" (na verdade trata-se de mera interpretação de um diálogo desenvolvido entre os irmãos Karamazov, com a "intervenção" do Diabo). Entende-se por Deus neste ponto como a verdade e o princípio[carece de fontes]. O niilismo não é, como a princípio pode parecer, uma postura extremada, envolvendo algum tipo de revolta, mas apenas uma visão honesta e imparcial da realidade — uma visão evidenciada em grande parte devido às descobertas científicas modernas.

Índice

   1 Niilismo existencial
   2 Filosofia
       2.1 Concepção nietzschiana de niilismo
   3 Movimento social na Rússia
       3.1 Desenvolvimento
       3.2 Má fama
   4 Niilismo pós-Nietzsche
   5 Referências
   6 Ver também

Niilismo existencial

Mais comumente, o niilismo é apresentado sob a forma de niilismo existencial, que argumenta que a vida é sem sentido objetivo, propósito ou valor intrínseco. No que diz respeito ao universo, o niilismo existencial postula que um único ser humano ou mesmo toda a espécie humana é insignificante, sem propósito e irrisória a ponto de não mudar em nada a totalidade da existência. Dada esta circunstância, a própria existência - toda a ação, o sofrimento e sentimento - é, em última instância sem sentido e vazia.

Em The Dark Side: Thoughts on the Futility of Life (1994), Alan Pratt demonstra que o niilismo existencial, de uma forma ou de outra, tem sido uma parte da tradição intelectual ocidental desde o início, presente em obras de filósofos como Empédocles e Hegésias. Durante o renascimento, William Shakespeare eloquentemente resumiu a perspectiva do niilista existencial quando, nesta famosa passagem perto do fim de Macbeth, ele tem Macbeth a derramar seu desgosto pela vida:

“Apaga-te, apaga-te, chama breve! A vida é apenas uma sombra ambulante, um pobre ator que por uma hora se espavona e se agita no palco, sem que depois seja ouvido; é uma história contada por idiotas, cheia de fúria e barulho, que nada significa.”

O 'nada' revela cada indivíduo como um ser isolado jogado em um universo estranho e sem resposta, impedido para sempre de saber, obrigados a inventar o que significa. É uma situação que é nada menos que um absurdo. Escrevendo a partir da perspectiva iluminada do absurdo, Albert Camus (1913-1960) observou que a situação de Sísifo, condenado à eterna luta inútil, era uma metáfora excelente para a existência humana (O Mito de Sísifo,1942)[2] .

Ao se deparar com o vazio da existência, o indivíduo tem sua vida prática profundamente alterada. Em O Vazio da Máquina(2007), André Cancian descreve o abismo niilista:

É possível que, por meio do pensamento, ao compreendermos nossa condição, venhamos a entrar num estado de luto pela "morte da realidade", por assim dizer, já que para nós a realidade é nossa compreensão da realidade, e a destruição dos alicerces de nossa cosmovisão pode ser algo bastante difícil de administrar, sendo comum que haja episódios de ansiedade e angústia nesse processo indigesto.(...) “O sentimento de que tudo nunca passou de uma fantasia nos esmaga. A vida é um sonho dentro de uma máquina”. Diante disso, ficamos atônitos, perplexos, e 'luto' é a melhor palavra que nos ocorre para descrever esse sentimento de que algo morreu.(...)“A dificuldade central consiste em percorrer uma fase de transição carente de referenciais, em que precisamos realizar uma mudança radical em nós próprios. Nesse estado transitório, o modo como pensamos e encaramos o mundo corresponde exatamente ao niilismo, no qual tudo perde o sentido e a vida fica suspensa no nada, perfeitamente consciente de si mesma e de sua condição precária. A consciência da indiferença da realidade nos chega como algo corrosivo, como um silêncio que escarnece todos os nossos sonhos.” A superação do consequente efeito paralisante é, segundo Cancian, a rendição ao subjetivo. “Não há para onde fugir: temos de encarar nossa condição de existência em nosso elemento, a subjetividade. São nossas pequenas fantasias humanas que apesar de todo o nada, nos permitem levar a vida adiante, ainda que isso não faça sentido algum”[3] .
Filosofia

As primeiras ocorrências do termo remontam à Revolução Francesa quando foram definidos como “niilistas” os grupos “que não eram nem a favor nem contra a Revolução”. Por outro lado, indo além da pretensa paternidade do termo atribuída ao grande escritor russo Turgueniev no livro Pais e Filhos, o primeiro uso propriamente filosófico do conceito pode ser localizado no final do século XVIII, ao longo dos debates e das disputas que caracterizam a fundação do idealismo – mais especificamente na carta, escrita em 1799, de F. H. Jacobi a Johann Fichte na qual o idealismo é acusado de ser um niilismo. Filósofos como Friedrich Schlegel e Hegel intervêm na discussão servindo-se do termo. Na Rússia, uma vez saído do restricto âmbito filosófico e literário para o plano social e político, o niilismo passa a designar um movimento de rebelião contra a ordem estabelecida, o atraso, o imobilismo da sociedade e os seus valores. É com Nietzsche - assinala Professor Rossano Pecoraro - "que a reflexão filosófica sobre o niilismo alcança o seu mais alto grau, com um pensamento radical que mostra as origens mais remotas do fenômeno, como o platonismo e o cristianismo. Assim, não só diagnostica a doença do nosso tempo, como tenta indicar um remédio"[4] . O século XX é, como ele diz claramente, "o século do niilismo que impregna a atmosfera cultural de toda uma época e transforma-se numa “categoria” fundamental no laboratório filosófico contemporâneo". Dentre os autores e movimentos mais significativos que se defrontaram com o conceito, Pecoraro destaca: Martin Heidegger, Ernst Jünger, o renovado pela filosofia nietzschiana na França particularmente as reflexões de Gilles Deleuze, a filosofia "desesperada e negativa" de Emil Cioran, a visão de niilismo como essência do Ocidente de Emanuele Severino, a obra de Jacques Derrida, as reflexões de Jean-Luc Nancy, o “pensamento fraco” e a apologia do niilismo de Gianni Vattimo.
Concepção nietzschiana de niilismo

Niilismo passivo - Segundo Nietzsche, o niilismo passivo, ou niilismo incompleto, podia ser considerado uma evolução do indivíduo, mas jamais uma transvaloração ou mudança nos valores. Através do anarquismo ou socialismo compreende-se um avanço; porém, os valores demolidos darão lugar para novos valores. É a negação do desperdício da força vital na esperança vã de uma recompensa ou de um sentido para a vida; opondo-se frontalmente a autores socráticos e, obviamente, à moral cristã, nega que a vida deva ser regida por qualquer tipo de padrão moral tendo em vista um mundo superior, pois isso faz com que o homem minta a si próprio, falsifique-se, enquanto vive a vida fixado numa mentira. Assim no niilismo não se promove a determinação de valores fixos, postulados, uma vez que tal determinação é considerada uma atitude negativa.

Niilismo activo - ou niilismo-completo, é onde Nietzsche se coloca, considerando-se o primeiro niilista de facto, intitulando-se o niilista-clássico, prevendo o desenvolvimento e discussão de seu legado. Este segundo sentido segue o mesmo rumo, mas propõe uma atitude mais activa: renegando os valores metafísicos, redirecciona a sua força vital para a destruição da moral. Após essa destruição, tudo cai no vazio: a vida é desprovida de qualquer sentido, reina o Absurdo e o niilista não pode ver alternativa senão esperar pela morte (ou provocá-la). No entanto, esse final não é, para Nietzsche, o fim último do niilismo: no momento em que o homem nega os valores de Deus, deve aprender a ver-se como criador de valores e no momento em que entende que não há nada de eterno após a vida, deve aprender a ver a vida como um eterno retorno, sem o qual o niilismo seria sempre um ciclo incompleto.
Movimento social na Rússia
Desenvolvimento

O fenômeno cultural russo conhecido como niilismo desenvolveu-se durante o reinado de Alexandre II (1881-1885), czar de carácter liberal e reformista. A década de 1860 é considerada a década do niilismo. A perda da Guerra da Crimeia (1854-1856), a abertura do regime ao exterior (abertura não só económica, mas também cultural e ideológica) e as relativas liberdades concedidas pelo czar - por exemplo, na imprensa - propiciaram um ambiente adequado para o desenvolvimento dessa nova subcultura. De carácter fundamentalmente intelectual, o niilismo representou uma reação contra as antigas concepções religiosas, metafísicas e idealistas. Os jovens, retratados como rudes e cínicos, combateram e ridicularizaram as ideias de seus pais. Sua sinceridade atacava a ofensa e o mau gosto, e parece que esta atitude foi o que mais definiu esse movimento. Essa atitude negativa e de desprezo ficou perfeitamente retratada no personagem Bazarov do romance "Pais e Filhos", de Turgueniev.

No extremo sentimentalismo de seus pais esses jovens só viam uma forma de hipocrisia. Observavam como seus românticos pais exploravam seus servos, maltratavam suas esposas e impunham uma disciplina estrita nos seus lares e, paradoxalmente, logo depois se dedicavam a fazer poemas e a exibir um comportamento ridículo, como ilustrou posteriormente o conhecido anarquista Piotr Kropotkin nas suas "Memórias de um revolucionário" (1899). Os niilistas rechaçavam e abandonavam em nome do progresso tudo o que não podia ser justificado cientificamente, como superstições, preconceitos e costumes. Criticavam as posições esteticistas na arte por se regozijarem com a beleza do abstracto e por carecer de uma utilidade social real. Adoptaram também uma postura ética Utilitarismo denominada "egoísmo racional", com base na qual buscaram redefinir as relações sociais em âmbitos como a amizade, o amor e o trabalho.

O niilismo foi um movimento cultural que influenciou a juventude aristocrática russa na segunda metade do século XIX. A maioria dos seus adeptos era a favor de reformas democráticas e da abolição da servidão na Rússia, razões pelas quais foram posteriormente perseguidos. Em suas Memórias de um Revolucionário, Piotr Kropotkin o descreve:

   Em primeiro lugar, o niilista declarou guerra contra o que ele descreveu como "as mentiras convencionais da humanidade civilizada." Sinceridade absoluta era a sua marca registada, e em nome dessa sinceridade ele renunciava, e pedia aos outros que também renunciassem, às superstições, preconceitos, hábitos e costumes que a sua razão não pudesse justificar. Ele recusava a dobrar-se à autoridade excepto à da razão, e na análise de cada instituição social ou hábito ele revoltava-se contra toda sorte de sofisma mais ou menos mascarado.

   Essas pessoas não tinham nenhum ideal de reconstrução social em mente, nenhuma intenção revolucionária. Elas apenas queriam ensinar a massa de camponeses a ler, instruí-los, dar auxílio médico, e ajudá-los de qualquer forma a sair da escuridão e miséria, e aprender ao mesmo tempo quais eram os seus ideais populares de uma melhor vida social.

George Kennan, um americano que visitou a Rússia czarista, também se surpreendeu com a ideia de que os niilistas russos eram "arremessadores de bombas", então prevalecente nos países ocidentais. Para ele, aqueles eram apenas cidadãos pacíficos, que sinceramente esperavam que o governo melhorasse a situação de seus súbditos.
Má fama

O governo czarista não discriminava os opositores pacíficos dos adeptos da violência, e a repressão policial sufocou o movimento. Em conexão com o recrudescimento do regime, um grupo chamado de Pervomartovtsi, pertencente ao Naródnaia vólia (Vontade do Povo), assassinou o Czar. Essa acção foi atribuída aos niilistas. Entretanto, esta afirmação não faz sentido: jamais houve uma organização formal que ligasse os niilistas, nem arcabouço teórico que os unificasse, e muito menos líderes tomando decisões como a de assassinar o Czar. O movimento niilista foi espontâneo, e estava muito mais ligado aos valores pessoais do que à actividade política propriamente dita.
Niilismo pós-Nietzsche

Como Nietzsche previra, o assunto ganhou grande atenção, mas só após o advento da Primeira Guerra Mundial e dos avanços científicos. Nesta época, sobrelevaram autores como Spengler e Max Weber. Mas, pouco mais tarde, foram Heidegger e Jürgen Habermas que, discutindo o niilismo, legaram brilhantes reflexões.

Naturalmente, o termo encontrou novas significações e derivações, das quais podemos destacar o niilismo-existencialista, de Sartre, e o niilismo-gnóstico/niilismo-absurdista, de Albert Camus.


Última edição por Mori em Qui 4 Fev 2016 - 23:22, editado 1 vez(es)

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Re: [ARRIBAPLAY] ROPG DE SONICO

Mensagem por Fawqs em Seg 25 Jan 2016 - 2:11



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Re: [ARRIBAPLAY] ROPG DE SONICO

Mensagem por dork princess em Seg 25 Jan 2016 - 2:13



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Re: [ARRIBAPLAY] ROPG DE SONICO

Mensagem por Fawqs em Seg 25 Jan 2016 - 2:13


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Re: [ARRIBAPLAY] ROPG DE SONICO

Mensagem por dork princess em Seg 25 Jan 2016 - 2:15





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Re: [ARRIBAPLAY] ROPG DE SONICO

Mensagem por Fawqs em Seg 25 Jan 2016 - 2:16



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Re: [ARRIBAPLAY] ROPG DE SONICO

Mensagem por Mori em Seg 25 Jan 2016 - 2:16

CUBO ENCARA SUA ALMA



Nihilism (/ˈnaɪ.ᵻlɪzəm/ or /ˈniː.ᵻlɪzəm/; from the Latin nihil, nothing) is a philosophical doctrine that suggests the lack of belief in one or more reputedly meaningful aspects of life. Most commonly, nihilism is presented in the form of existential nihilism, which argues that life is without objective meaning, purpose, or intrinsic value.[1] Moral nihilists assert that morality does not inherently exist, and that any established moral values are abstractly contrived. Nihilism can also take epistemological or ontological/metaphysical forms, meaning respectively that, in some aspect, knowledge is not possible, or that reality does not actually exist.

The term is sometimes used in association with anomie to explain the general mood of despair at a perceived pointlessness of existence that one may develop upon realising there are no necessary norms, rules, or laws.[2] Movements such as Futurism and deconstruction,[3] among others, have been identified by commentators[who?] as "nihilistic".

Nihilism is also a characteristic that has been ascribed to time periods: for example, Jean Baudrillard and others have called postmodernity a nihilistic epoch,[4] and some Christian theologians and figures of religious authority have asserted that postmodernity[5] and many aspects of modernity[3] represent a rejection of theism, and that such rejection of their theistic doctrine entails nihilism.

Contents

1 Forms of nihilism
1.1 Metaphysical nihilism
1.2 Epistemological nihilism
1.3 Mereological nihilism
1.4 Existential nihilism
1.5 Moral nihilism
1.6 Political nihilism
1.6.1 Russian nihilist movement
2 History
2.1 19th century
2.2 Kierkegaard
2.3 Nietzsche
2.4 Heidegger's interpretation of Nietzsche
2.5 Postmodernism
2.6 Transcendental nihilism / methodological naturalism
3 Nihilism and culture
3.1 Dada
3.2 Literature
3.3 Music
3.4 Film
3.5 Video Games
4 See also
5 Notes
6 References
7 External links

Forms of nihilism
This article is written like a personal reflection or opinion essay that states the Wikipedia editor's particular feelings about a topic, rather than the opinions of experts. Please help improve it by rewriting it in an encyclopedic style. (October 2012)
Forms of nihilism Epistemological
Existential
Metaphysical
Mereological
Moral
Political

v t e

Nihilism has many definitions, and thus can describe philosophical positions that are arguably independent.
Metaphysical nihilism
Main article: Metaphysical nihilism

Metaphysical nihilism is the philosophical theory that concrete objects and physical constructs might not exist in the possible world, or that even if there exist possible worlds that contain some concrete objects, there is at least one that contains only abstract objects.

An extreme form of metaphysical nihilism is commonly defined as the belief that nothing exists as a correspondent component of the self-efficient world.[6] The American Heritage Medical Dictionary defines one form of nihilism as "an extreme form of skepticism that denies all existence."[7] A similar position can be found in solipsism; however, the solipsist affirms whereas the nihilist would deny the self.[8] Both these positions are considered forms of anti-realism.[9]
Epistemological nihilism
Main article: Epistemological nihilism

Epistemological nihilism is a form of skepticism in which all knowledge is accepted as possibly untrue or unable to be known. Additionally, morality is seen as subjective or false.[10]
Mereological nihilism
Main article: Mereological nihilism

Mereological nihilism (also called compositional nihilism) is the position that objects with proper parts do not exist (not only objects in space, but also objects existing in time do not have any temporal parts), and only basic building blocks without parts exist, and thus the world we see and experience full of objects with parts is a product of human misperception (i.e., if we could see clearly, we would not perceive compositive objects).

This interpretation of existence must be based on resolution. The resolution with which humans see and perceive the "improper parts" of the world is not an objective fact of reality, but is rather an implicit trait that can only be qualitatively explored and expressed. Therefore, there is no arguable way to surmise or measure the validity of mereological nihilism. Example: An ant can get lost on a large cylindrical object because the circumference of the object is so large with respect to the ant that the ant effectively feels as though the object has no curvature. Thus, the resolution with which the ant views the world it exists "within" is a very important determining factor in how the ant experiences this "within the world" feeling.
Existential nihilism
Main article: Existential nihilism

Existential nihilism is the belief that life has no intrinsic meaning or value. With respect to the universe, existential nihilism posits that a single human or even the entire human species is insignificant, without purpose and unlikely to change in the totality of existence. The meaninglessness of life is largely explored in the philosophical school of existentialism.
Moral nihilism
Main article: Moral nihilism

Moral nihilism, also known as ethical nihilism, is the meta-ethical view that morality does not exist as something inherent to objective reality; therefore no action is necessarily preferable to any other. For example, a moral nihilist would say that killing someone, for whatever reason, is not inherently right or wrong.

Other nihilists may argue not that there is no morality at all, but that if it does exist, it is a human construction and thus artificial, wherein any and all meaning is relative for different possible outcomes. As an example, if someone kills someone else, such a nihilist might argue that killing is not inherently a bad thing, or bad independently from our moral beliefs, because of the way morality is constructed as some rudimentary dichotomy. What is said to be a bad thing is given a higher negative weighting than what is called good: as a result, killing the individual was bad because it did not let the individual live, which was arbitrarily given a positive weighting. In this way a moral nihilist believes that all moral claims are void of any truth value. An alternative scholarly perspective is that moral nihilism is a morality in itself. Cooper writes, "In the widest sense of the word 'morality', moral nihilism is a morality."[11]
Political nihilism
Main article: Political nihilism

Political nihilism, a branch of nihilism, follows the characteristic nihilist's rejection of non-rationalized or non-proven assertions; in this case the necessity of the most fundamental social and political structures, such as government, family, and law. An influential analysis of political nihilism is presented by Leo Strauss.[12]
Russian nihilist movement
Main article: Nihilist movement

The Russian Nihilist movement was a Russian trend in the 1860s that rejected all authority.[13] Their name derives from the Latin nihil, meaning "nothing". After the assassination of Tsar Alexander II in 1881, the Nihilists gained a reputation throughout Europe as proponents of the use of violence for political change.[citation needed] The Nihilists expressed anger at what they described as the abusive nature of the Eastern Orthodox Church and of the tsarist monarchy, and at the domination of the Russian economy by the aristocracy. Although the term Nihilist was first popularised by the German theologian Friedrich Heinrich Jacobi (1743–1818), its widespread usage began with the 1862 novel Fathers and Sons by the Russian author Ivan Turgenev. The main character of the novel, Eugene Bazarov, who describes himself as a Nihilist, wants to educate the people. The "go to the people – be the people" campaign reached its height in the 1870s, during which underground groups such as the Circle of Tchaikovsky, the People's Will, and Land and Liberty formed. It became known as the Narodnik movement, whose members believed that the newly freed serfs were merely being sold into wage slavery in the onset of the Industrial Revolution, and that the middle and upper classes had effectively replaced landowners. The Russian state attempted to suppress them[who?]. In actions described by the Nihilists as propaganda of the deed many government officials were assassinated. In 1881 Alexander II was killed on the very day he had approved a proposal to call a representative assembly to consider new reforms.
History
19th century

The term nihilism was first used by Friedrich Heinrich Jacobi (1743–1819). Jacobi used the term to characterize rationalism[14] and in particular Immanuel Kant's "critical" philosophy to carry out a reductio ad absurdum according to which all rationalism (philosophy as criticism) reduces to nihilism—and thus it should be avoided and replaced with a return to some type of faith and revelation. Bret W. Davis writes, for example, "The first philosophical development of the idea of nihilism is generally ascribed to Friedrich Jacobi, who in a famous letter criticized Fichte's idealism as falling into nihilism. According to Jacobi, Fichte’s absolutization of the ego (the 'absolute I' that posits the 'not-I') is an inflation of subjectivity that denies the absolute transcendence of God."[15] A related but oppositional concept is fideism, which sees reason as hostile and inferior to faith.

With the popularizing of the word nihilism by Ivan Turgenev, a new Russian political movement called the Nihilist movement adopted the term. They supposedly called themselves nihilists because nothing "that then existed found favor in their eyes".[16]
Kierkegaard
Main article: Philosophy of Søren Kierkegaard
Søren Aabye Kierkegaard

Søren Kierkegaard (1813–1855) posited an early form of nihilism, to which he referred as levelling.[17] He saw levelling as the process of suppressing individuality to a point where the individual's uniqueness becomes non-existent and nothing meaningful in his existence can be affirmed:

Levelling at its maximum is like the stillness of death, where one can hear one's own heartbeat, a stillness like death, into which nothing can penetrate, in which everything sinks, powerless. One person can head a rebellion, but one person cannot head this levelling process, for that would make him a leader and he would avoid being levelled. Each individual can in his little circle participate in this levelling, but it is an abstract process, and levelling is abstraction conquering individuality.
— Søren Kierkegaard, The Present Age, translated by Alexander Dru with Foreword by Walter Kaufmann, 1962, pp. 51–53

Kierkegaard, an advocate of a philosophy of life, generally argued against levelling and its nihilist consequence, although he believed it would be "genuinely educative to live in the age of levelling [because] people will be forced to face the judgement of [levelling] alone."[18] George Cotkin asserts Kierkegaard was against "the standardization and levelling of belief, both spiritual and political, in the nineteenth century [and he] opposed tendencies in mass culture to reduce the individual to a cipher of conformity and deference to the dominant opinion."[19] In his day, tabloids (like the Danish magazine Corsaren) and apostate Christianity were instruments of levelling and contributed to the "reflective apathetic age" of 19th century Europe.[20] Kierkegaard argues that individuals who can overcome the levelling process are stronger for it and that it represents a step in the right direction towards "becoming a true self."[18][21] As we must overcome levelling,[22] Hubert Dreyfus and Jane Rubin argue that Kierkegaard's interest, "in an increasingly nihilistic age, is in how we can recover the sense that our lives are meaningful".[23]

Note however that Kierkegaard's meaning of "nihilism" differs from the modern definition in the sense that, for Kierkegaard, levelling led to a life lacking meaning, purpose or value,[20] whereas the modern interpretation of nihilism posits that there was never any meaning, purpose or value to begin with.
Nietzsche
Main article: Philosophy of Friedrich Nietzsche
Friedrich Wilhelm Nietzsche

Nihilism is often associated with the German philosopher Friedrich Nietzsche, who provided a detailed diagnosis of nihilism as a widespread phenomenon of Western culture. Though the notion appears frequently throughout Nietzsche's work, he uses the term in a variety of ways, with different meanings and connotations, all negative[citation needed]. Karen Carr describes Nietzsche's characterization of nihilism "as a condition of tension, as a disproportion between what we want to value (or need) and how the world appears to operate."[24] When we find out that the world does not possess the objective value or meaning that we want it to have or have long since believed it to have, we find ourselves in a crisis.[25] Nietzsche asserts that with the decline of Christianity and the rise of physiological decadence,[clarification needed] nihilism is in fact characteristic of the modern age,[26] though he implies that the rise of nihilism is still incomplete and that it has yet to be overcome.[27] Though the problem of nihilism becomes especially explicit in Nietzsche's notebooks (published posthumously), it is mentioned repeatedly in his published works and is closely connected to many of the problems mentioned there.

Nietzsche characterized nihilism as emptying the world and especially human existence of meaning, purpose, comprehensible truth, or essential value. This observation stems in part from Nietzsche's perspectivism, or his notion that "knowledge" is always by someone of some thing: it is always bound by perspective, and it is never mere fact.[28] Rather, there are interpretations through which we understand the world and give it meaning. Interpreting is something we can not go without; in fact, it is something we need. One way of interpreting the world is through morality, as one of the fundamental ways that people make sense of the world, especially in regard to their own thoughts and actions. Nietzsche distinguishes a morality that is strong or healthy, meaning that the person in question is aware that he constructs it himself, from weak morality, where the interpretation is projected on to something external. Regardless of its strength, morality presents us with meaning, whether this is created or 'implanted,' which helps us get through life.[29]

Nietzsche discusses Christianity, one of the major topics in his work, at length in the context of the problem of nihilism in his notebooks, in a chapter entitled "European Nihilism".[30] Here he states that the Christian moral doctrine provides people with intrinsic value, belief in God (which justifies the evil in the world) and a basis for objective knowledge. In this sense, in constructing a world where objective knowledge is possible, Christianity is an antidote against a primal form of nihilism, against the despair of meaninglessness. However, it is exactly the element of truthfulness in Christian doctrine that is its undoing: in its drive towards truth, Christianity eventually finds itself to be a construct, which leads to its own dissolution. It is therefore that Nietzsche states that we have outgrown Christianity "not because we lived too far from it, rather because we lived too close".[31] As such, the self-dissolution of Christianity constitutes yet another form of nihilism. Because Christianity was an interpretation that posited itself as the interpretation, Nietzsche states that this dissolution leads beyond skepticism to a distrust of all meaning.[32][33]

Stanley Rosen identifies Nietzsche's concept of nihilism with a situation of meaninglessness, in which "everything is permitted." According to him, the loss of higher metaphysical values that exist in contrast to the base reality of the world, or merely human ideas, gives rise to the idea that all human ideas are therefore valueless. Rejecting idealism thus results in nihilism, because only similarly transcendent ideals live up to the previous standards that the nihilist still implicitly holds.[34] The inability for Christianity to serve as a source of valuating the world is reflected in Nietzsche's famous aphorism of the madman in The Gay Science.[35] The death of God, in particular the statement that "we killed him", is similar to the self-dissolution of Christian doctrine: due to the advances of the sciences, which for Nietzsche show that man is the product of evolution, that Earth has no special place among the stars and that history is not progressive, the Christian notion of God can no longer serve as a basis for a morality.

One such reaction to the loss of meaning is what Nietzsche calls passive nihilism, which he recognises in the pessimistic philosophy of Schopenhauer. Schopenhauer's doctrine, which Nietzsche also refers to as Western Buddhism, advocates a separating of oneself from will and desires in order to reduce suffering. Nietzsche characterises this ascetic attitude as a "will to nothingness", whereby life turns away from itself, as there is nothing of value to be found in the world. This mowing away of all value in the world is characteristic of the nihilist, although in this, the nihilist appears inconsistent:[36]

A nihilist is a man who judges of the world as it is that it ought not to be, and of the world as it ought to be that it does not exist. According to this view, our existence (action, suffering, willing, feeling) has no meaning: the pathos of 'in vain' is the nihilists' pathos — at the same time, as pathos, an inconsistency on the part of the nihilists.
— Friedrich Nietzsche, KSA 12:9 [60], taken from The Will to Power, section 585, translated by Walter Kaufmann

Nietzsche's relation to the problem of nihilism is a complex one. He approaches the problem of nihilism as deeply personal, stating that this predicament of the modern world is a problem that has "become conscious" in him.[37] Furthermore, he emphasises both the danger of nihilism and the possibilities it offers, as seen in his statement that "I praise, I do not reproach, [nihilism's] arrival. I believe it is one of the greatest crises, a moment of the deepest self-reflection of humanity. Whether man recovers from it, whether he becomes master of this crisis, is a question of his strength!"[38] According to Nietzsche, it is only when nihilism is overcome that a culture can have a true foundation upon which to thrive. He wished to hasten its coming only so that he could also hasten its ultimate departure.[26]

He states that there is at least the possibility of another type of nihilist in the wake of Christianity's self-dissolution, one that does not stop after the destruction of all value and meaning and succumb to the following nothingness. This alternate, 'active' nihilism on the other hand destroys to level the field for constructing something new. This form of nihilism is characterized by Nietzsche as "a sign of strength,"[39] a wilful destruction of the old values to wipe the slate clean and lay down one's own beliefs and interpretations, contrary to the passive nihilism that resigns itself with the decomposition of the old values. This wilful destruction of values and the overcoming of the condition of nihilism by the constructing of new meaning, this active nihilism, could be related to what Nietzsche elsewhere calls a 'free spirit'[40] or the Übermensch from Thus Spoke Zarathustra and The Antichrist, the model of the strong individual who posits his own values and lives his life as if it were his own work of art. It may be questioned, though, whether "active nihilism" is indeed the correct term for this stance, and some question whether Nietzsche takes the problems nihilism poses seriously enough.[41]
Heidegger's interpretation of Nietzsche

Martin Heidegger's interpretation of Nietzsche influenced many postmodern thinkers who investigated the problem of nihilism as put forward by Nietzsche. Only recently has Heidegger's influence on Nietzschean nihilism research faded.[42] As early as the 1930s, Heidegger was giving lectures on Nietzsche’s thought.[43] Given the importance of Nietzsche’s contribution to the topic of nihilism, Heidegger's influential interpretation of Nietzsche is important for the historical development of the term nihilism.

Heidegger's method of researching and teaching Nietzsche is explicitly his own. He does not specifically try to present Nietzsche as Nietzsche. He rather tries to incorporate Nietzsche's thoughts into his own philosophical system of Being, Time and Dasein.[44] In his Nihilism as Determined by the History of Being (1944–46),[45] Heidegger tries to understand Nietzsche’s nihilism as trying to achieve a victory through the devaluation of the, until then, highest values. The principle of this devaluation is, according to Heidegger, the Will to Power. The Will to Power is also the principle of every earlier valuation of values.[46] How does this devaluation occur and why is this nihilistic? One of Heidegger's main critiques on philosophy is that philosophy, and more specifically metaphysics, has forgotten to discriminate between investigating the notion of a Being (Seiende) and Being (Sein). According to Heidegger, the history of Western thought can be seen as the history of metaphysics. And because metaphysics has forgotten to ask about the notion of Being (what Heidegger calls Seinsvergessenheit), it is a history about the destruction of Being. That is why Heidegger calls metaphysics nihilistic.[47] This makes Nietzsche’s metaphysics not a victory over nihilism, but a perfection of it.[48]

Heidegger, in his interpretation of Nietzsche, has been inspired by Ernst Jünger. Many references to Jünger can be found in Heidegger's lectures on Nietzsche. For example, in a letter to the rector of Freiburg University of November 4, 1945, Heidegger, inspired by Jünger, tries to explain the notion of “God is dead” as the “reality of the Will to Power.” Heidegger also praises Jünger for defending Nietzsche against a too biological or anthropological reading during the Third Reich.[49]

Heidegger's interpretation of Nietzsche influenced a number of important postmodernist thinkers. Gianni Vattimo points at a back-and-forth movement in European thought, between Nietzsche and Heidegger. During the 1960s, a Nietzschean 'renaissance' began, culminating in the work of Mazzino Montinari and Giorgio Colli. They began work on a new and complete edition of Nietzsche's collected works, making Nietzsche more accessible for scholarly research. Vattimo explains that with this new edition of Colli and Montinari, a critical reception of Heidegger's interpretation of Nietzsche began to take shape. Like other contemporary French and Italian philosophers, Vattimo does not want, or only partially wants, to rely on Heidegger for und




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Re: [ARRIBAPLAY] ROPG DE SONICO

Mensagem por dork princess em Seg 25 Jan 2016 - 2:17


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Re: [ARRIBAPLAY] ROPG DE SONICO

Mensagem por Gehrman em Seg 25 Jan 2016 - 2:20


- Porra.

MICHELANGHELO SMITH É EVISCERADO BRUTALMENTE, VOCES ATE ESQUECEM QUE ELE EXISTE


- Vocês são fortes, mas não são páreos a poderosa... Jocaela Jockson! - JOCAEL SE TRANSFORMA EM JOCAELA, PROVANDO QUE ESSE FILHO DA PUTA E UMA ANIME GIRL DELICIOSA



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Re: [ARRIBAPLAY] ROPG DE SONICO

Mensagem por dork princess em Seg 25 Jan 2016 - 2:21

ela morre e se torna A REI GIGANTE



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Re: [ARRIBAPLAY] ROPG DE SONICO

Mensagem por Mori em Seg 25 Jan 2016 - 2:21

Cubo percebe a necessidade da amizade, do companherismo, do escoteirismo e de dividir.

Cubo entrega uma maconho.

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Re: [ARRIBAPLAY] ROPG DE SONICO

Mensagem por Fawqs em Seg 25 Jan 2016 - 2:23

maconho não aqui ag ente só fuma cristo



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Re: [ARRIBAPLAY] ROPG DE SONICO

Mensagem por dork princess em Seg 25 Jan 2016 - 2:24

o meu favorito desse rpg é o smiliguindo

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Re: [ARRIBAPLAY] ROPG DE SONICO

Mensagem por Voidinho em Seg 25 Jan 2016 - 2:25


-eaw eu desafio o masi rpaido de voc-


-EITa oia esse cahorro fumado de bosta so



-isso exige medidas despernasdas



-ATIVANDO PULO DE UNIVERSO PARALELO QUADRUPLO
-ALINHADO COM SUCESSO. INICIANDO...


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Re: [ARRIBAPLAY] ROPG DE SONICO

Mensagem por bluehairghost em Seg 25 Jan 2016 - 2:25

Shdowmadara the hedgehog se aproxima e diz:


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Re: [ARRIBAPLAY] ROPG DE SONICO

Mensagem por Gehrman em Seg 25 Jan 2016 - 2:27


- Valeu pelo maconho. - Jocaela pega seu maconho, e vai embora casualmente, ignorando a vontade de Cristo causada por amigo.

AI

VEM O PRIMEIRO BOSS VERDADEIRO


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Re: [ARRIBAPLAY] ROPG DE SONICO

Mensagem por bluehairghost em Seg 25 Jan 2016 - 2:28

SHADOW MADARA THE HEDGEHOG JOGA 6 FACAS NO DORITO DO HOMEME MLG E GRITA

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Re: [ARRIBAPLAY] ROPG DE SONICO

Mensagem por Fawqs em Seg 25 Jan 2016 - 2:29



hahahaahahahahahaha

amigo



legal

atauque +999 legal

Fawqs
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Re: [ARRIBAPLAY] ROPG DE SONICO

Mensagem por Mori em Seg 25 Jan 2016 - 2:30











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