Pokémon Mythology
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[Parte 3] Dangan Ronpa: RE - Profanação do Verão

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Re: [Parte 3] Dangan Ronpa: RE - Profanação do Verão

Mensagem por Deidara-Sensei em Sex 4 Set 2015 - 12:53


- Ah, já chega. Chega de discurso. CHEGA DESSA PORRA. - Lee bate forte na parede, deixando o som ecoar por toda a sala - Eu suportei isso o tempo todo por um único motivo. Não matei ninguém por um único motivo. Eu não virei um monstro por um único motivo. Pelo mundo. - Ele encara Ptah como nunca - O MUNDO SEMPRE TENTOU ME MUDAR! ELE TIROU MEU IRMÃO, MINHA NAMORADA, UMA PESSOA INOCENTE DE UMA GRAVADORA! ELE ME FEZ FICAR FORA DE MIM VÁRIAS VEZES, SÓ PRA COMPLETAR O MALDITO OBJETIVO DE ME TORNAR UM MONSTRO! Mas sabe o que é bom? O mundo não conseguiu.

Ele então começa a gargalhar. Seria o modo despair? Mas esse não é o gran finalle?

- Aí eu apareci aqui, e era como se eu tivesse ido embora do mundo. Ele não queria me tornar um monstro. Ele parou de me forçar a fazer as coisas. Ele me deu a chance de escolher me tornar um monstro ou não. Ele apenas deu um pontapé, enviando uma besta maldita e um faraó metido a rico. Ele invocou ursos assassinos. Oh, Deus, como eu odeio ursos! Odeio tanto como o odiava até descobrir que você é real. Meu irmão, que o diabo o tenha.

Ele então começa a caminhar em direção a Ptah.


- Quando eu cheguei aqui, fiz uma promessa. Eu prometi que não iria matar ninguém. Que eu iria sobreviver. Eu chequei cada canto dessa ilha, cada buraco, talvez. E eu devo dizer que achei algo que deixou tudo mais claro, sem importância. Desde então, meu objetivo deixou de ser sobreviver. Meu objetivo foi acabar com o fim pelo começo. E tudo começou por uma única razão. Você.

Ele logo retira uma cimitarra de algum lugar, olhando para Ptah.


- Você pode ser um deus, um faraó, um urso ou até mesmo a merda do urso, mas eu não me importo. O mundo me deu a escolha de ser um monstro após cansar de tentar, após do mundo ser o monstro. E agora, que estou tendo minha segunda chance, vou me tornar esse monstro, por todos aqueles que o mundo levou por minha culpa.

Ele sorri.


- Você se diverte com desespero, não é mesmo? É sua vez de entrar em desespero.

E avança com a cimitarra, pulando e tentando fazer um daqueles críticos desses joguinhos.

Deidara-Sensei
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Re: [Parte 3] Dangan Ronpa: RE - Profanação do Verão

Mensagem por Ele em Sex 4 Set 2015 - 23:48

Shelly encara Ptah com uma expressão de incredulidade.


- Sério que você carrega um recorte de jornal sobre você mesmo no bolso? Isso é bem triste, sabe?

Ela então se vira e observa o monólogo de Lee, em especial as acrobacias perto do fim.


- LEE! O que você está fazendo?! - Ela grita para o músico, mas já era muito tarde.

Ele
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Re: [Parte 3] Dangan Ronpa: RE - Profanação do Verão

Mensagem por dork princess em Sab 5 Set 2015 - 0:11

Ptah enche o peito e olha confiante para uma câmera na parede. Ele estava esperando esse momento desde o começo do programa. - Para entender quem nós somos hoje, preciso contar a triste história do Ptah que originalmente habitava esse corpo sozinho. - A voz dele volta ao seu tom normal e ele recoloca o chapéu. - Eu nasci sob o nome de Joe Stefano, na cidade de Gainax, na Austrália. Minha infância foi... Perturbada, bastante perturbada, pela presença... do... do meu... - Sua voz se enche de ódio. - ... Pai. Minha mãe quase não se encontrava em casa, mas hoje eu sei que ele sabia muito bem o que acontecia comigo. - Agora a voz era algo feliz, se lembrando de uma cândida lembrança.

- Meu refugio era a biblioteca local, onde descobri os prazeres da leitura! Aos plenos sete anos já havia lido obras do Julio Verde... Mas meu favorito sempre foi a "Ilha do Tesouro". Uma ilha paradisíaca, no meio do nada, escondida de tudo... Era tudo que eu sonhava. E assim minha vida continuou, e eu prometi para mim mesmo que, quando eu pudesse, eu iria construir uma dessas só para mim. E foi nesse ponto da minha vida que eu conheci "eles". Eu senti como se estivesse ficando louco. -
Ele ri. - Primeiro, eu ouvi a voz de um homem que dizia se chamar de Ptah. Ele me contava que na verdade eu era a reencarnação dele, que morrera num outro universo e outra realidade! Nos primeiros tempos era só ele, mas com o passar do tempo comecei a dividir minha mente com várias outras versões minhas, de outros tempos e outros mundos.

- Quanto mais eu crescia, mais eu entendi que como os outros Ptahs, eu estava destinado a ser algo grande, algo jamais visto. Em vingança da vida de desespero que tinha sofrido até aquele momento... Eu comecei meu plano.... Nós começamos nosso plano! Tinha quinze ou dezesseis anos na época. Eu já havia adotado nossa verdadeira identidade, a de Ptah Shugeb Thot! -
Ele enche o peito outra vez. - E comecei algo que pode ser chamado de religião ou culto. Fui guiado pelos outros Ptahs, compartilhando das experiências deles. É por isso que fomos tão bem sucedidos! Somos o suprassumo da vida, superamos DEUS e o DIABO! O legado de Ptah ultrapassa as barreiras do tempo e da realidade! Eu me lembro de cada um de vocês, de como eram em vidas passadas. Eu lembro de Moe como um belo garoto, com o qual fundei as Pragas! Nessa realidade, Azami era nossa maior inimiga, uma guerreira da esperança. Baboseira! Voltando ao meu culto, eu juntei pessoas que como eu nós, sofreram com a vida. Dei a elas uma esperança melhor, uma esperança verdadeira! O nosso nome era As Pragas. Ou Culto Voodoopunk. E ah, após ganhar a loteria me admitiram como super estudante nível Sortudo na academia da esperança. Muito irônico, não? - Ele ri. - Isso me providenciou com muitos contatos. E conhecer o lugar que todas minhas encarnações conheceram... Digno de um faraó.

- Poucos meses depois nós tinhamos uma grande legião de seguidores... E juntos conseguimos destruir o mundo. Eleger o robô de Shelly como o presidente do Japão! Nossas bonecas salvaram o mundo do capitalismo, da discordia, de todos os sonhos perdidos que vendem como verdade! Das revistas e do sonho americano, destruímos tudo para reconstruir depois, vocês NÃO ENTENDEM? EU, JUNTO DOS OUTROS PTAHS E DE NOSSO SEGUIDORES SALVAMOS A TERRA! MATAMOS PARA QUE AS PESSOAS PODEM RENASCER COMO NOVAS. -
Ele respira fundo. - E vocês! VOCÊS! VOCÊS! VOCÊS! São todos a peça final no meu plano! Todo mundo agora assisti as pequenas crianças da academia da esperança morrendo e se matando, decaindo ao desespero. Vocês foram perfeitos nos papeis que representaram! Vocês deveriam se sentir agraciados, sabe porque? PORQUE TIVERAM O PRAZER DE MORRER NO PARAÍSO DE INFÂNCIA QUE EU CONSTRUI COM TANTO SUOR E SOFRIMENTO! VOCÊS, MERAS CRIANÇAS, TIVERAM O QUE EU NUNCA TIVE NA INFÂNCIA. NÓS PROPORCIONAMOS ISSO A VOCÊS! - Ele retira outra coisa de dentro do casaco, um papel amarelado. Havia um desenho feito em giz de cera... Da ilha central, aquela que eles nunca visitaram. - Gostaram? Eu pintei quando tinha sete anos, um gênio para a idade. - Ele guarda com carinho o papel no bolso. Suor brilhava na sua face, ressaltando o machucado e os olhos verdes muito brilhantes.

- E não pensem que eu parei por aqui! Eu ainda tenho MUITA coisa pra falar! -
Agora ele soava como uma criança animada, mostrando os novos brinquedos para seus amigos!

Nesse momento Lee entra na cena, fala suas coisas e tenta matar Ptah. Num tempo recorde, Shirokuma pula em cima dele, o imobiliza no chão. Lee acaba com a faca enfiada no braço, coitado! Pelo menos não morreu. A cena parece congelada, ninguém tem coragem de dizer mais nada. Nem ao menos Ptah, que está com a boca aberta, no meio de uma frase.



Monokuma pula da sua cadeira e vai até o lugar de Ptah, empurrando Shirokuma para o lado e pulando por cima de um Lee surpreso e imerso em dor. Ptah olha para a criatura com nojo, mas Monokuma não interrompe seu passo. Logo o ursinho está de pé no pódio do mastermind, com os braços abertos e falando abertamente para todos ali.

- Parafraseando o que disseram antes, vocês mantiveram-se firmes e engenhosos em uma atmosfera de extremo pessimismo e todo esse bla bla bla que vocês tanto gostam! - Monokuma cruza os braços e bate com o pé no chão. - Mas cansei! Vocês não se importam de eu executar esse mané, certo?

CONTINUA!!!
QUEM MORRERÁ???
(não postem btw)

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Re: [Parte 3] Dangan Ronpa: RE - Profanação do Verão

Mensagem por dork princess em Sab 5 Set 2015 - 23:44

- Que execução? - Ptah empurra Monokuma para fora da superfície. O ursinho cai em cima do montinho que era Lee e Shirokuma. - Não vai ter nenhuma execução! - Ele olha para Lee. - Não até eu... Nós.... eu... Até NÓS terminamos nosso discurso!

Monokuma se levanta e aponta o dedo em riste para Ptah. - Objeção! A execução não vai ser do Lee!

Os olhos do mastermind se estreitam em ódio e ele agarra as bordas do pódio, se curvando por cima dele. - Que asneira você está dizendo então? Pare de falar disso, é uma ordem do seu capitão!

- Vai ser sua, faraozinho! - Ele coloca as mãos sobre a boca e começa a rir. - Upupupupupu! Vai ser a sua!

- O que... O QUE?!

Nesse momento Kurokuma entra na cena, descendo pelo corrimão da escada e indo até Ptah. - E aí cara? Pronto pra se despedir?

- PAREM COM ISSO JÁ!

- É todo seu, Kuro. - Monokuma diz.

Kurokuma agarra um pé de Ptah e derruba o rapaz no chão, com grande estardalhaço. O farao começa a gritar. - PAREM JÁ COM ISSO! ESPERA! EU NÃO TERMINEI! - Mas o urso negro já arrastava Ptah até a sala de execuções. - EU NÃO TERMINEI, VOCÊS NÃO TEM DIREITO NENHUM DE FAZER ISSO COM CONOSCO. - Ele esperneia e tenta se soltar com toda sua força, mas o urso é mais forte.

Os estudantes observavam toda a cena boquiabertos. Shirokuma seguia o seu irmão, assustado e tremendo.

- Vão ficar aí olhando? Eu preparei uma execução muito legal pra esse mané. - Monokuma agarra o chapéu de Ptah, que havia caído no chão, joga o seu para longe e veste o do rapaz. - Bem melhor agora. - Ele segue a comitiva.

Os estudantes, sem mais opções, também vão até a sala de execuções. Até Lee... Do jeito que podia.

Execução 7 - De Plastic Beach até Osíris!
"A pior traição é aquela que custa muito menos que trinta moedas de prata."

Em tempo recorde, a sala de execuções estava totalmente diferente.



Agora era apenas um paredão de metros e metros de largura e comprimento, totalmente decorado com hieróglifos e desenhos em estilo egípcio. Na verdade, eles pareciam representar toda a saga e sofrimento de Ptah: Sua infância, sua adolescência e agora, a morte. Também era representado uma infinidade de Ptahs, acompanhando o que era reconhecido como o mastermind por causa da sua boina.

Shirokuma largou o faraó no centro do paradão, sem cuidado nenhum e logo voltou para o lado das outras pessoas, para assistir a execução. Claro que, Ptah tentou sair correndo, mas correntes logo surgiram do chão e se ataram aos seus pulsos, o impedindo de se levantar do chão. E então, começou!

Vários pedras cortadas em formas de retângulos, coloridas de amarelo claro, começaram a cair rapidamente de cima da sala, preenchendo o espaço do chão, mas nenhuma caiu sobre Ptah. A cada leva de pedras o formato da construção ficava mais aparente: Era... Uma pirâmide? Ou algo como triangulo. Isso se formava ao redor do mastermind, que continuava gritando a plenos pulmões. E chorando também. Patético.

Quanto mais a construção chegava ao seu fim, mais a velocidade de queda das pedras diminuindo, demorando uma lentidão para se terminar uma das camadas mais altas. E agora o que aconteceria com Ptah já estava na cara. Ele olhava para cima, de olhos bem abertos e com o lavado pelas lágrimas e suor. Ele se debatia em desespero, ainda tentando fugir.

E então, surgiu no alto a pedra que caíria bem no meio, em cima dele. É claro que ele viu, ficando quieto na mesma hora. A pedra pairou lá, por longos momentos, esperando alguma coisa ou talvez o momento certo para cair. Mas ele parecia que nunca viria.

E então, Ptah tornou a gritar.

- ESPERA! NÃO TEM TEM TEM PORQUE ME EXECUTAR! EU NEM SOU O MASTERMIND! EU FINGI ESSE TEMPO TODO.

A pedra desceu mais, lentamente.

- NÓS NUNCA, NUNCA, FOMOS ELE!

E mais.

- O VERDADEIRO MASTERMIND É...

E então a pedra caiu, sendo seguida por várias outras numa velocidade incrivel, até cobrir o buraco deixado no centro.

Ptah Shugeb Thot e seu corpo agora eram apenas uma lembrança.

Pintada em vermelho, tristeza e sofrimento.

Monokuma fingiu fungar alto e limpar suas lágrimas. - Acho que ele ficou triste de não ser mumificado! Mas isso salva todo mundo aqui da maldição do faraó, vocês deveriam é me agradecer!

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Re: [Parte 3] Dangan Ronpa: RE - Profanação do Verão

Mensagem por Gehrman em Sab 5 Set 2015 - 23:54

Moe não acreditava no que via. Puta merda, nossa, caralho, se fuder, viado, lixo, corno, puta, escroto, capeta, demônio, retardado, CARALHO! O garoto, que antes estava agressivamente comendo pipoca, jogou a pipoca pela janela que nem alguns dias atrás. Ele logo chegou perto da TV, e começou a gritar que nem um condenado.

- PRODUTORES DE MERDAAAAAAA! HAAAAAAAHAHAHHAHAHAHAHHAHAHAH! - Ele podia estar rindo, mas na realidade, ele nunca esteve tão irritado. - Vocês matam logo o meu mega ultra super husbando dessa merda, hein, caralho?! - Ele começa a balançar a TV como se estivesse jogando uma versão mais agressiva daquele esporte de arremesso de martelo. Ele chacoalha a TV como se não houvesse amanhã, também. - EU VOU É PROCESSAR ESSA VIADAGEM TODA! HAAAAAAAAHAHAHAHHAHAHAHAHHA!

Ele logo joga a TV na direção da janela, irritadíssimo.




Mesmo assim, ele abre o seu armário, e pega outra TV, embora um pouco menor. Ele a conecta, liga, e continua assistindo. O melhor personagem morreu, mas o enredo não. Pelo menos ele sabe disso.

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Re: [Parte 3] Dangan Ronpa: RE - Profanação do Verão

Mensagem por Unit DAN em Dom 6 Set 2015 - 0:04

Antes que a ultima pedra cobrisse a visão de Ptah, Russel acena para o faraó com um sorriso, e diz lentamente para que ele possa ler seus lábios, sorrindo.


-B y e  B y e... Russel logo se vira para traz.


-Bem isso tira um grande peso de minha conciencia... Mas pra ser honesto eu queria ter cortado o pescoço dele. Russel tosse um pouco. -Mas então, quem é o Mastermind afinal?

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Re: [Parte 3] Dangan Ronpa: RE - Profanação do Verão

Mensagem por Ele em Dom 6 Set 2015 - 0:27


- Pobre idiota. - Shelly suspira e então esfrega seus olhos com a ponta dos dedos. - Eu avisei que o ambiente a que os ursos estavam expostos iria corrompê-los mais ainda.


- Monokuma finalmente se voltou contra seu mestre. Os limites éticos dele já foram completamente removidos. Ele agora é seu próprio mestre... Imprevisível e implacável.


- Mas... Agora que Ptah está morto... Quer dizer que ganhamos, certo, Diretor? Estamos livres? Ou antes disso, será que o 'verdadeiro mastermind' tem algo a nos dizer?

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Re: [Parte 3] Dangan Ronpa: RE - Profanação do Verão

Mensagem por dork princess em Dom 6 Set 2015 - 1:59

Monokuma balança a cabeça, concordando com tudo que Shelly tinha a dizer. Ele solta um risinho e começa a responder a garota.

- Você acha que o mastermind tem tempo para falar com vocês? UPUPUPU! - Novamente ele cobre a boca com mãos para rir. - Ele não tem tido muito tempo para falar comigo ultimamente... Não tenho ideia do que aconteceu com ele. Mas, chega disso!

Ele corre rapidamente pelos presentes da sala, apertando as mãos deles e falando vários "parabéns" bastante apressados. Ele até tenta falar com Shirokuma, mas ele está ocupado demais, deitado no chão e olhando para onde estava o corpo de Ptah. Ao terminar, Monokuma tosse e volta para seu tom habitual. - Parabéns! Vocês venceram e estão livres!  Sobreviveram e tudo mais, upupupu. Eu ia servir bolo para vocês, mas acabei comendo tudo. É minha vingança pessoal pelo o que vocês fizeram com meu lobby no primeiro dia. - Monokuma dá um tchauzinho para a câmera e pisca.

Os milhões de espectadores, do mundo todo, acompanhavam grudados nas suas tvs o desenrolar das coisas.

Dia 11 - Carpe diem - FINAL
"Você tem um novo horizonte, é um estilo efêmero."


O dia, para os espectadores, começa com as vistas de todas as cinco ilhas da Plastic Beach, passando pelos lugares mais importantes: Cenas de crimes, locais de cenas marcantes, etc. Termina com os sobrevivente na ilha 5, observando ao longe a ilha principal. Monokuma tomava sol com óculos escuros e uma esteira. Kurokuma matava passarinhos com explosivos. Shirokuma estava boiando na água, pensando sobre a vida, o universo e tudo mais.

Shelly limpa o suor do rosto e franze a testa, olhando para a ilha que era um monte de plástico rosa. - O que fazemos agora?

A câmera lentamente vai focando na ilha central.



A imagem então se escurece e se transforma na foto já conhecida dos estudantes.



E os créditos do programa passam.

"Em homenagem a todos que morreram para que seus ideias pudessem viver para sempre."


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