Pokémon Mythology
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[DR3] Uma canção de esperança.

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[DR3] Uma canção de esperança.

Mensagem por Rush em Seg 25 Maio 2015 - 12:22

Uma canção de esperança.


DR 3



Capítulo I - Você quer apostar a sua esperança?



[Hanz]











Ainda era cedo, muito cedo. Fazia um tempo que não teria uma noite sem pesadelos - tantos como o de seu passado negro e infame como as mortes grotescas que presenciara nestes aproximadamente três meses que estava dentro dessa maldita casa de abatimento. Por incrível que pareça, as cicatrizes em seu coração cujo eram causadas por um mesmo homem, estavam se curando ao som de pequenas canções feitas de esperança.

Aos poucos superava a culpa de ver Tatsuo morto após humilhá-lo. Aos poucos sua culpa se dissipava por ter induzido Matilda a cometer suicídio durante o julgamento. Aos poucos sua raiva por ver Yunah morta por ácido se amenizava. E aos poucos... A conspiração de ódio que criava por Logan acabava diminuindo drasticamente.

Monokuma havia matado três alunos. Silver, Miranda e Doku. O guitarrista, a gamer e o cantor pop. Mesmo sendo uma tragédia... Eu nunca me senti tão aliviado, sabe? Já que o urso foi executado.

Durante essa uma semana... Pudemos dormir tranquilos.

Mas ainda era cedo, muito cedo. Uma música invadia os corredores o que me fazia acordar com muita dor de cabeça e mau humor.







- Aaaaaaaaaaaaaaalunos! Depois de uma semana legal, algum dos filhos da [palavra censurada] de vocês decidiu matar... ALGUÉM! Que legal pessoal, ainda bem que vocês decidiram parar de brincar de casinha e finalmente fazer o que vieram fazer aqui. O corpo está no quarto número DEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEZ, ouviu Hanz?! No quarto DEZ. UPUPUPUPPUPUPUPUPUPU.




Minha cabeça doía bastante para ser honesto, mas eu ignorava totalmente com a surpresa que eu sentia. Aquela voz, aquela risada, aquilo... A voz de Monokuma fazia meu coração pulsar rapidamente. Ele... Estava vivo? Imediatamente eu pulava da minha cama, minhas mãos não estavam mais enfaixadas, mas ainda estavam cheias de hematomas e bem doloridas.



- Quarto 10?! Mas esse é quarto é de... - Eu dizia em tom baixo para mim mesmo. Eu me levantava da minha cama e saía de meu quarto. No corredor, Tyler, Johnny, Melanie, Selina e Lagosta também já estavam de pé. Eu corria os empurrando, não me importando com eles no momento.



Vestido num pijama e com os cabelos terrivelmente bagunçados, Hanz fazia o curto caminho de seu quarto até o número 10. Suor escorria pela sua face enquanto ele girava a maçaneta de latão da porta. Um grito saltou de sua boca, como se sua voz tentasse fugir para não ter que relatar o que a mente sentia naquele momento. Coco estava largado no chão.

O cabelo totalmente desfeito, uma expressão de descrença no rosto. As suas queridas roupas estavam amassadas e o corpo que cobriam caiu de bruços no chão, um braço embaixo do conjunto que formava Coco... Quem teria capacidade de matar o estilista? QUEM?!



Meu coração parava por um momento. O silêncio tomava conta de todo o universo ao meu redor. Sentia uma gota de suor escorrendo por meu rosto até pingar no chão de madeira do corredor. A porta escancarada mostrava o corpo de... Meu amigo. De Coco.

Eu caía de joelhos. Havia acontecido de novo. Esvaziava meus pulmões com um forte grito.


Eu, ainda de joelhos no chão, apenas ignorava tudo ao meu redor por alguns instantes. Meus olhos azuis fitavam apenas o corpo de Coco. Seus cabelos estavam bagunçados.


- ... Tsc.


Eu me levantava devagar, ignorando tudo e a todos. Dava passos lentos e vagarosos em direção de Coco. Percebia que o pente vermelho estava em sua mão. Delicadamente eu retirava o item e segurava o corpo do estilista em meus braços, o segurando enquanto penteada o seu cabelo, para que ele ficasse tão fabuloso como Coco sempre fez questão de ser.

Lágrimas escorriam de meus olhos... Mas eu não podia deixar meu amigo ficar daquele jeito. Eu não podia deixá-lo morrer daquela forma... Se ele fosse morrer... Ele teria que estar fabuloso e sambando na cara das inimigas.

Eu não podia mais segurar meu choro, e caía em prantos, empurrando meu rosto no ombro do cadáver de meu melhor amigo.



Melanie corre até o quarto 10 com seus nervos a flor da pele, afinal, era o quarto de Coco, teria Coco matado alguém?

Ao chegar lá ela vê o corpo já sem vida do estilista jogado ao chão, e sobre ele Hanz, aos prantos.

Coco... morreu? - Sua vista fica turva, uma pontada de dor atinge seu estomago com tal intensidade que ela vomita ali mesmo, logo em seguida desmaiando sobre o mesmo, uma cena deploravel atrás da outra.




...


...



...

Johnny chorava como uma criança. Tyler prometia se vingar de Monokuma. Selina se lamentava, se ajoelhando ao lado de Hanz e colocando sua delicada mão em suas costas. Lagosta apenas olhava para a cena sem demonstrar nada além de desgosto. Hanz parava de soluçar enquanto empurrava sua cabeça contra o ombro do falecido amigo, ele se virava olhando com ódio.


- Sua vadia feita de lata... - Rangia seus dentes, se levantando aos poucos. - Você que fez isso, sua vadia...



Lagosta não respondia, apenas ficava em silêncio.


- Você que fez isso, não foi?! Você não possui nem a decência de negar, desgraçada!


Tyler socorria Melanie que se encontrava desmaiada. Johnny limpava as suas lágrimas mas não tentava cortar as acusações de Hanz. De fato, os únicos que tinham coragem de cortar o ruivo era Coco e Melanie, mas o rapaz estava morto e a garota desacordada.

Hanz por impulso soltava um grito de raiva antes de correr e pular em direção de Lagosta. Graças ao peso de seu corpo, ele conseguia derrubar a robô no chão. Em um ato de desespero, ele apertava fortemente o pescoço da mesma com o intuito de sufocá-la. Era em vão, no entanto. Mesmo que ela pudesse respirar, o seu pescoço era feito de um material tão resistente que não iria quebrar apenas com a força bruta de Hanz.



- Você é patético. - Lagosta proferia sem emoção, ainda deitada no chão. Sem dificuldades, ela jogava o ruivo de cima dela e se levantava. - Vocês todos são.



Hanz estava sentado no chão, observando-a dar de costas com ódio misturado de lágrimas em seus olhos.



- Yo! Não dê as costas a mim, sua vadia!



~>x<~



- Não vai ter... Julgamento? - Tyler se questionava. - E onde está o corpo de Coco?!



Monokuma estava bem no meio do ginásio, cujo os pisos eram tão lustrosos que refletiam a imagem dos alunos e do ursinho. A tentação em pular em cima daquele pequeno urso de pelúcia e destruí- era muito grande, mas sabiam que isso seria suicídio. A grande dúvida era saber em como Monokuma estava vivo ou.. A onde o corpo de Coco estava.

Melanie e Hanz estavam sentados na terceira fileira de bancos das arquibancadas, enquanto Johnny, Selina, Tyler e Lagosta estavam no campo onde os esportes eram praticados.



- Upupu! Não, seu insolente! - Ele pulava dando risadas - Veja, as execuções só são válidas para os alunos se graduarem. Upupupu! E a Lagosta não é uma aluna!

- Isso não é justo, Monokuma. - Tyler rangia seus dentes, apontando para o pequeno. - Lagosta merece ser julgada e punida!

- Você é surdo ou idiota? - Dizia, sem emoção. - Ele acabou de explicar que a execução só é válida se o aluno morr-

- Essa é uma jogada ilegal! - Johnny a interrompia aos gritos, usando aqueles trocadilhos de jogador de xadrez.


Monokuma começava a ficar bravo enquanto continuava a discussão com os alunos. Era incrível em como Tyler se posicionava como o líder dos estudantes.


- Yo. Como ele... Sobreviveu? - Hanz se perguntava em tom alto, que podia ser escutado apenas por Melanie.

- Eu não sei. Esse desgraçado... Temos que vingar nosso amigo de alguma forma. - A garota segurava no braço de Hanz com força. - Mas não podemos fazer nada de estúpido, entendeu?






~>x<~


Melanie observava aquela cena horrorizada. Posicionava uma de suas mãos sobre a sua boca, assim como Johnny. Tyler estava chocado. Selina estava com os olhos cheios de lágrimas.


Hanz estava suando. Lágrimas escorriam de seus olhos azuis e cansados. Suas roupas estavam cheias de... Sangue? Um sangue artificial pelo menos. Em suas mãos, estava um bastão de metal que retirava de algum dos canos da cozinha. Em baixo de seu corpo, estava Lagosta.

A robô estava com o carregador plugado em seu umbigo. Um de seus seios estava totalmente destruído, que seria o HD - a vida - da robô. Como se não bastasse, seu rosto estava totalmente destruído. Era possível ver o seu esqueleto metálico, fios e outras coisas, mas estavam bem amassados e repartidos, assim como a sua pele rasgada.

Não havia duvida alguma, Lagosta realmente estava morta. E o pior de tudo... Hanz havia a matado. Não só a matado como pego no flagra.

Chorava, chorava e chorava. Murmurava o nome de Coco, não uma e nem duas, mas várias vezes.

Hanz havia finalmente perdido a sua esperança.












-x-



Desculpem ter ficado super resumido. Mas po, DR3 precisa acabar.



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Frase pessoal : The king can do as he likes!


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Re: [DR3] Uma canção de esperança.

Mensagem por ana em Seg 25 Maio 2015 - 18:12

EU NÃO ACREEDITO NISSO RISHB VC É DEMASI CARA EU MAL POSSO ESPERAR PRA VER ISSO ACABANDO RSTOU AGUARDANDO ANSIOSAMENTE O PROXIMO CAP SRRIO MESMO!!!!!
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Frase pessoal : ta dentro dos limites


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Re: [DR3] Uma canção de esperança.

Mensagem por Mori em Seg 25 Maio 2015 - 18:20

Rush, eu vou casar com você, de verdade.

10/10.
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