Pokémon Mythology
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Pokemon Reborn of Trainers

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Pokemon Reborn of Trainers

Mensagem por Joabe Félix em Dom 12 Abr 2015 - 5:11

Fala galera! Sou Joabe e já faço parte do fórum a uns 4 anos. Fiquei muito tempo inativo por questões pessoais, mas agora com essa minha nova vida de universitário eu precisava de alguma coisa que me ajudasse a distrair e ao mesmo tempo exercitar o cérebro, então pensei, por que não uma fanfic? kkkkk
Eu já escrevi outras fics aqui no forum, mas eu era muito guri na época, e as fics são viajantes kkkkkkkk Reborn of Trainers é uma coisa mais pé no chão, mais madura também, eu espero que voces gostem de verdade. Ja quero logo pedir desculpas se encontrarem erros ortográficos ou de coesão nesse prólogo, eu estou escrevendo pelo Tablet as cinco horas da manhã, deem um desconto kkkkkkkkkk Abraço a todos e se deliciem com a fanfic, todas as criticas serão bem vindas!  Wink


Prólogo

O mundo já não era o mesmo. Toda a harmonia  e amizade antes existentes entre humanos e pokemons agora estavam fragmentadas e quase que totalmente extintas. Os grandes treinadores do passado estavam quase todos mortos ou desaparecidos. A reconstrução do continente era a prioridade do governo, e a reconstrução da humanidade também estava em questão.  Nunca antes na história  se havia  visto uma batalha  tão ferrenha entre pokemons lendários. Mew  era puro ódio, e Arceus, ahhh  Arceus!!O pokemon criador era a encarnação do próprio mal. A imprensa chamava aquilo de guerra civil dos lendários, já  que metade dos monstros mais poderosos ficaram ao lado de Mew e a outra metade do lado de Arceus. Nunca se  soube o real motivo daquela guerra, mas  tudo que sobrou para os seres  humanos foi destruição e um déficit de mais de  um milhão de vidas perdidas.  

O herói da nossa história tinha  10 anos quando tudo isso aconteceu, perdeu o pai e a mãe em um Hiper Beam  de Arceus que acertou sua casa. O próprio Thomas só não morreu naquele dia por causa  do Charizard de seu pai que usou suas asas para cobrir a pobre criança. Tudo que Thomas lembra daquele fatídico dia  se resume a lágrimas, destruição e a um nobre treinador que deu sua própria vida para que a guerra tivesse um fim. Diante de uma Celadon destruída, Ash Ketchum  da cidade de Pallet, se entregou como oferenda perante os grandes lendários. Segundo especialistas, aquele ato do treinador de Pallet teria  levado os pokemons a refletirem sobre o real motivo da guerra, e enfim cessaram o caos.

Oito anos se passaram desde a grande guerra, Thomas agora é um rapaz de dezoito anos que vive em um alojamento do Instituto Federal de Qualificação de Treinadores de Kanto (IFQT – Kanto) . Apesar dos estragos que a guerra deixou em sua vida, o garoto nunca se revoltou contra pokemons, pelo contrário, ele só conseguia lembrar do majestoso Charizard que deu a vida para salvá-lo. Mas diferente de Thomas, a população de Kanto ainda tinha seus temores, e o governo do continente resolveu tomar medidas preventivas. Agora as pessoas só poderiam ter no máximo  2 pokemons de pequeno porte em suas residências, pokemons com alto poder destrutivo só poderiam ser portados  por pessoas com licença de treinador nível ouro, licença esta que para ser adquirida era necessário ter um diploma de algum IFQT, independente do continente. A liga pokemon ficou parada durante  4 anos, mas por força dos líderes  dos ginásios e dos  champions ainda vivos a liga foi retomada. Claro que não era mais  a mesma liga de tempos atrás, onde mais  200 pessoas participavam das competições no planalto índigo. Os campeões não eram mais  tão badalados quanto o grande Red ou o imbatível Green, mas os treinadores  pokemon mais fortes ainda eram muito respeitados pois eram vistos como protetores. A população também não se esquecia do sacrifício do Ash, o único aceito pelos grandes  lendários .

Thomas estava no ultimo período de graduação do IFQT, depois  que ficou órfão a única família  que conhecia se resumia aos funcionários  do Instituto e a alguns colegas que passaram os oito anos de graduação com ele, além do coordenador do lugar que era como um pai pro garoto. Era costume na vida de Thomas  estar sempre cercado de gente, a solidão não era comum. Exceto nos finais de semana. O campus  do Instituto ficava na extinta cidade de Lavender, lugar que outrora havia sido uma vila  bastante conhecida por suas praias e por seu cemitério em forma de torre. Agora o lugar era só escombros, metade de uma torre e um campus  moderníssimo de uma instituição governamental. Era comum que nos  fins de semana os alunos do instituto fossem pra seus respectivos lares. Menos Thomas, o IFQT era seu lar.

Era madrugada de sábado, exatamente duas horas da manhã, Thomas estava deitado em sua cama com o fone de ouvido no máximo. Tudo parecia  normal e a calmaria  reinava no alojamento. Porém lá fora algo acontecia, os Pidgeys chiavam bem mais essa noite, e vez ou outra podia-se ouvir o baque de um Zubat se chocando contra as paredes do prédio. Thomas não percebia muito a inquietude dos pokemons, pois a musica não deixava. Até que de repente um grande clarão invadiu o quarto, o garoto que já estava quase adormecido despertou, correu até a janela e percebeu que a luz vinha da torre de Lavender. Percebeu também um grande número de pokemons  indo em direção ao que restava do antigo cemitério pokemon. O medo tomou conta dele, não fazia idéia do que estava acontecendo, mas algo no seu interior o dizia pra ir verificar o que era. Thomas hesitou, não sabia o que fazer e ao mesmo tempo tinha certeza de que deveria conferir o que estava acontecendo. A dúvida extinguiu-se quando ele ouviu uma voz a dizer:

- Thomas, venha até mim, eu estou te esperando a oito anos!!!

Continua...
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Joabe Félix
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