Pokémon Mythology
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[+16] Digimon P L A Y

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[+16] Digimon P L A Y

Mensagem por Gehrman em Sex 3 Abr 2015 - 18:33

COMENTARIOS DO AUTOR escreveu:ESPERAVAM POR ESSA? ACREDITO QUE NÃO. VOCÊS NÃO ESPERAVAM POR ESSA. NÃO ESPERAVAM NEM UM POUCO. ACHAM QUE EU ASSISTI DIGIMON ADVENTURE 1 E 02 PRA NADA? HÁ. HÁ HÁ HÁ HÁ. PREPAREM-SE, GAROTADA QUE TÁ NESSE FÓRUM NÃO APENAS POR POKÉMON. ESSA FIC VAI SER BACANA, E SÉRIO, ELA VAI ROLAR. PROMETO. EU ACHO. FORTE ABRASSO. HEHEHEHEHEHE.

Personagens escreveu:Masayuki Hirota: Protagonista dessa história. Antes de qualquer pergunta, não, ele não usa aqueles óculos de proteção que todo protagonista de Digimon usa. Tem 21 anos, vocalista da banda No Time 4 Games, sua inspiração para tocar música é Guns n' Roses. É um cara que quer que tudo tome um rumo certo, mesmo que mentiras e outros meios semelhantes tenham que ser usados. Fica irritado absurdamente fácil, mas sua raiva nunca vai longe, dependendo da situação. Não tem medo de expressar sua opinião, por mais dura e verdadeira ela seja. Ser amigo dele é quase equivalente a ter um guarda-costas. Odeia quando falam de morte para ele, pois eventos passados deram a ele um certo trauma sobre isso. É primo de Hoshi, valoriza-a profundamente.
Digimon: DemiDevimon

Hoshi Kuramoto: Uma garota de 16 anos que quase sempre está sorrindo, sempre disposta a ajudar o próximo. É bem popular na escola em que estuda, quase sempre tira nota 10; pode-se até dizer que é uma menina prodígio. É uma hacker de altíssimo nível, mas claro que usa seus conhecimentos para o bem, e nunca realmente contou isso para ninguém. Gosta muito de ouvir músicas de vários gêneros e de várias culturas diferentes, por isso ela quase sempre leva seu headset personalizado para ouvir aquele som. Possui uma auto estima monstruosa, então é absurdamente difícil vê-la triste com qualquer coisa envolvendo ela mesma. Quando vê que um de seus amigos está para baixo, tenta o seu melhor para animá-los, mesmo que seja uma tarefa difícil. Não se sente muito segura perto de homens mais velhos, mas quando está acompanhada de Masayuki, seu amado primo, toda insegurança vai embora como se fosse nada.
Digimon: Ryudamon

Ichiro Kojima: Menino de 11 anos, seu maior sonho é ser um excelente jogador de futebol amado por todos. É um garoto que passa a maior parte de seu tempo se divertindo com seus amigos e jogando com eles, mas não deixa de estudar sempre que puder. É um garoto educado na presença de pessoas mais velhas, mas quando se diz pra ele agir como sempre faz com seus amigos, ele até continua sendo educado, mas não deixa de ser bastante sarcástico. É um bom menino em geral, adora amizades. Gosta muito de seus pais, e quando se encontra em uma situação difícil, diz para ele mesmo que quer a ajuda deles, mas infelizmente, algo impede ele de fazer tal ato.
Digimon: Goblimon

Arabel Payne: Arabel é um caso complicado. Sendo ela uma artista de 26 anos, gosta de parecer filosófica na frente dos outros para dar um toque de mistério nela mesma, mas de misteriosa ela não tem quase nada; ela só gosta de pintar coisas que ela gosta. É meio preguiçosa e usa gírias frequentemente em seu vocabulário, mas nem tanto quanto Masayuki. Não é uma pessoa muito conversativa, mas ela sempre gosta bastante de apoiar seus colegas, mas quando vê que eles fazem algo com que ela não se conforme nem um pouco, ela é a primeira a se manifestar. Não entra em um relacionamento faz alguns anos, e apenas pretende entrar em um novamente quando encontrar a sua alma gêmea definitiva.
Digimon: Penguinmon

Norio Hiryu: Segundo ele mesmo, mordomo de 31 anos da célebre Miss Elize da Inglaterra. Leva seu trabalho absurdamente sério, possui magníficas habilidades dedutivas, e sempre coloca o seu trabalho em primeiro lugar. Não gosta muito de entrar em papos emocionais, pois ele sabe que sempre dirá algo estranho no meio da conversa, pois tem conhecimento de que suas interações sociais com outras pessoas não são das melhores, e tem medo de ferir os sentimentos daqueles que ele gosta. Desde criança, nunca se conformou com o crime e a corrupção, tanto que muitos dizem que ele tem uma certa obsessão com a justiça, e por mais "exagerado" que isso seja, ele concorda com isso.
Digimon: Otamamon

Takara Sasaki: Uma bela moça de 21 anos, aderiu a moda americana de pintar o cabelo de cinza/branco pois ela considera "curioso". Está cursando direito atualmente. Não se sabe muito sobre os gostos dela, mas ela adora comer, e muito. O gerente de um restaurante que ela frequenta diz estar impressionado com ela ter comido literalmente todo prato possível do lugar. Enfim, sobre sua personalidade, Takara consegue manter sua calma com incrível facilidade, e consegue analisar situações quase que perfeitamente. É quase impossível deixá-la irritada com qualquer coisa, ela é simplesmente incrivelmente suave... Segundo ela mesma. Ela diz que mora sozinha, sente falta da companhia de seus pais, mas sabe muito bem se virar.
Digimon: Lopmon


Prólogo
Tu tem certeza de que isso não é vírus?


- Então esse joguinho completamente esquecido que tu achou na Deep Web se chama Digimon Tamers? Cê tá mesmo sem nada pra fazer nesse fim de semana, hein? Hahaha!

O jovem de cabelos levemente escuros riu, com seu telefone preto posicionado em seu ouvido enquanto conversava com uma figura feminina. Seu riso ecoava pelo grande auditório vazio, quase todo destruído, com tinta faltando, madeira das paredes caída no chão, o mesmo estando quase quebrando a cada passo que os membros da bandinha faziam. Enquanto o rapaz conversava, dois de seus colegas jogavam cartas juntos para passar o tempo, esperando o vocalista terminar a conversa.

- Ele tá falando com quem mesmo? A namorada dele? – Falou um dos integrantes da banda, sentindo-se injustiçado por ter que parar o ensaio tão subitamente apenas pra ver o líder comunicando-se sobre joguinhos de internet com alguém.

- Não, cara. Esqueceu que é a prima dele? – Falou o garoto de moicano loiro, nem se importando com a situação. – Pelo o que eu sei das conversas deles, ela é a pessoa mais querida por ele, mesmo que ela tenha dezesseis anos e ele vinte e um.

- Ryuzaki, cê tá chamando o Masa-chan de pedófilo? Fala sério, ele já sofreu demais...

- Poxa Akira, é claro que eu não falaria isso do Masayuki! – Proferiu o rapaz, sentindo-se levemente ofendido. - Só estava falando o que eu sei mesmo. Só isso, brother.

Depois de falarem aquilo, os dois integrantes da banda logo mudaram de conversa, esperando o amigo terminar a conversa. Seu nome é Masayuki Hirota, vinte e um anos, jovem líder da banda iniciante No Time 4 Games, auto-proclamado Lorde do Rock. Conversando com sua prima, ele sempre está com um enorme sorriso no rosto, mas ninguém realmente sabe o motivo de tanta amizade. Enfim, depois de um longo tempo, a conversa estava finalmente chegando a um fim:

- Olha, vou terminar o ensaio em tipo... Uma hora e meia, beleza? Daí eu chego no apartamento, tu me manda o link, e jogamos. Firmeza? Firmeza. Tchau, Hoshi. Manda beijo pra família. – Fechou o celular, colocou ele no bolso da calça, e logo espreguiçou-se. Dava para entender tal ação, eram quase oito da noite. Virou-se aos seus colegas, e falou: - Ok, acabei aqui. Tão prontos? – Os dois falaram “sim” juntos, e logo pegaram seus respectivos instrumentos. – Beleza, vamo lá. – Pegou sua guitarra, pintada de uma cor tão escura quanto seus cabelos, e logo subiu no palco para recomeçar o ensaio.

Enquanto isso, vamos mudar a respectiva para a menina com quem Masayuki estava conversando. A jovem loira de suéter branco, depois de fechar o celular avermelhado com um enorme sorriso no rosto, foi logo na direção de seu computador, colocou seu Headset branco sem sua cabeça, e logo começou a falar sozinha:

- Ora, ora... Se eu estou certa, então informações sobre como é esse jogo são quase inexistentes, tanto que nem a Deep Web possui informações dela. Incrível! Poderei vivenciar mais uma nova experiência com o Yuki, e bota nova nisso! – Apenas de pensar sobre seu primo, a menina ficava incrivelmente alegre, tanto que até pressionava as palmas de suas mãos em seu rechonchudo rosto rosado.

Seu nome é Hoshi Kuramoto, dezesseis anos, e por incrível que pareça, é uma hacker incrível com elevado conhecimento em computadores e aparelhos eletrônicos em geral. Além disso, é uma garota normal que vive uma vidinha normal com sua família normal e um cãozinho normal, mas sua família não quer que eles conversem com uma certa pessoa: seu próprio primo. Sendo ela esperta, claro que ela iria conversar com ele, querendo ou não.

Depois de passar um pouco mais de tempo em seu computador, a menina logo levantou-se da cadeira, e foi na direção de sua cama. Deitou-se nela, e logo começou a filosofar sozinha sobre aquele jogo:

- Vendo o site e checando seus dados, eu tenho certeza absoluta de que não existe nenhum tipo de vírus dentro, então tenho certeza de que o PC velho do Yuki vai poder continuar vivendo. E pelo visto, o jogo é de Browser, então não iremos entupir nosso computador cheio de coisa desnecessária. Ora, nunca se sabe se o jogo vai ser bom ou não! Eu posso até deletar do meu PC depois se não gostar, mas o Yuki... Aí é outra história. Ai, ai, ai... Bem, pelo menos é uma chance de nos divertirmos!

E o tempo foi se passando; a banda ensaiou até oito da noite, enquanto a menina leu um livro de romance e falou um pouco com suas amigas da internet até o mesmo tempo. Ambos foram em direção ao computador e ligaram seus Scypes, um programa de comunicação bem usado nos dias de hoje, e logo começaram a sua comunicação.

- Ok, vamos jogar logo isso, beleza? O Akira tá aqui morrendo de tesão pra fazer sexting com a namorada dele, então vamos uma sessão rápida, beleza? – Falou o rapaz, rindo no processo. A garota também ria daquilo, pois também conhecia os membros da banda de Masayuki.

- Tuuuudo bem! – Falou a garota, alegremente. Somente o fato dela fazer algo com seu tão querido primo já a deixa feliz. – Ok, te enviei o link. Clica nele, e depois, vamos nós dois juntos clicar no botão escrito “P L A Y”.

- Tá, saquei. – Depois de abrir o link recebido pela mensagem de Hoshi, o jovem percebeu que na página não havia mais nada, a não ser o mesmo botão dito pela menina. Uma página com layout completamente escuro, sem nada, e no centro apenas havia um pequeno botão vermelho dizendo “P L A Y” (jogar), tudo em letras maiúsculas. – Olha, não quero soar mal, mas... Tu tem certeza de que isso não é vírus? Tu sabe que essa joça que eu tô usando não é das melhores...

- Eu sei, eu sei! Eu investiguei todos os dados possíveis, e esse jogo não é vírus! Você sabe como eu sou, poxa. – A menina estava levemente injustiçada com as palavras do primo, mas logo voltou ao assunto de clicar no botão assustador. – E então, no três nós apertamos ele juntos, ok? – O vocalista concordou, e logo ela começou a contagem. Um, dois, e três...!

- Eita [palavra censurada], que é isso? – Na frente dos dois, apareceu uma espécie de portal ou buraco negro, cujo centro era escuro e o resto era arroxeado, e ficava continuamente girando no sentido horário. Depois de alguns segundos olhando para a tela de seus computadores, surgiu um letreiro com fonte igual ao do botão de antes, e ainda uma seta apontando para o centro do buraco, dizendo:

- “Coloque sua mão”? Que estranho, meu computador não é de TouchScreen... Mas acho que vou tentar colocar a minha mão nele para ver no que dá! – A garota estava confiante, mas ainda estava meio desapontada. Não sabia que aquele jogo iria envolver ela usando a tela de toque, mas queria ver se baixava um santo no computador para ajuda-la.

- Cara... Meu computador tá longe de ser TouchScreen. Esse negócio eu tenho acho que tipo... Sei lá, desde 2005? Eu quero jogar muito contigo, mas-

Subitamente, Masayuki ouviu um grito vindo do outro lado da chamada. É claro, aquela voz era de ninguém mais, ninguém menos do que Hoshi. O grito começou alto no começo, mas logo depois ele começou a parar, até chegar um ponto onde ele estava completamente desaparecido. O vocalista não achou aquilo uma brincadeira; muito pelo contrário, ele sabia que algo havia acontecido. Seu laço de amizade com sua prima era tão grande, que ele sabia muito bem de que alguma coisa havia acontecido com ela, e que não era brincadeira coisa nenhuma.

- Hoshi, onde tu tá?! Cê tá bem?! Hoshi!! – Ele repetiu seu nome continuamente, gritando tão alto que até seus colegas de banda surgiram no quarto, assustados com o temperamento explosivo e súbito de seu líder.

- Masa-chan, o que houve?! – Ryuzaki perguntou, preocupado com o bem estar do seu amigo. O mesmo, por outro lado, não sabia o que fazer. Algo aconteceu depois dela tocar naquele buraco? Por mais confuso e ansioso ele estivesse, ele tinha que fazer alguma coisa, mesmo sem saber exatamente qual seria a “coisa” a fazer. Então, sem nem pensar duas vezes... Direcionou um soco em direção à tela do computador. O mesmo, ao invés de ter quebrado como todo outro computador, engoliu o braço do rapaz, que conseguiu ficar mais assustado ainda. Os outros membros da banda, claramente, também ficaram absurdamente abismados.

- Mano que [palavra censurada] é essa que que tu tá fazendo?! – Falou Akira, sem a adição de uma vírgula, para expressar a sua surpresa.

- Sei lá, cara! O PC tá me comendo! – Logo depois de terminar a frase, Masayuki começou a ficar completamente estático, como se fosse uma televisão com problema na antena. Seus dois amigos estavam tão assustados que a única coisa que podiam fazer era olhar enquanto seu amigo era devorado pelo hardware. Então, num piscar de olhos, o vocalista havia sumido; sem rastros, sem nada. Ele sumiu. O computador explodiu também, mas o que mais importa é que Masayuki Hirota havia sido sugado por um computador.

Sendo levado pelo suposto mundo virtual, o rapaz não podia mais se mover, não podia pensar, não podia fazer mais nada; podia apenas esperar o seu destino, para ver onde diabos ele iria parar...


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COMENTARIOS DO AUTOR escreveu:GOSTARAM? ESPERO QUE TENHAM GOSTADO. HHEHEHHEHEHEHEHHEH2E2H9E29E92HE. FORTE ABRASSO.


Última edição por WarFabãomon em Ter 7 Abr 2015 - 0:29, editado 3 vez(es)

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cfox: APARECI NO MULTISHOW


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Re: [+16] Digimon P L A Y

Mensagem por xKai em Sab 4 Abr 2015 - 0:20

Olá! Cara, por essa eu não esperava! Por mais que você estivesse envolvido com digimon nestes últimos tempos, eu realmente não imaginava que você iria criar uma fanfic sobre o assunto, mas que bom que criou! A área está precisando mesmo de mais movimento, ultimamente tá dureza viu... Bem, vamos logo para o que interessa que é a sua fanfic! O mais maneiro que achei é que me parece bem atual, sabe? Usou e abusou legal das gírias, são daquele estilo comum de escrever tudo nos termos do dicionário -q Sem contar que logo já começa numa sala de teatro toda bagunçada com uma banda... Cara! Tipo, além de bem atual isto acaba atraindo mais o público jovem, sei lá, acho eu pelo menos! Adorei a parte que o maluco é "comido" pelo computador -q Cara, soltei até uma gargalhada qui, sério mesmo! Bem foi um prólogo bacana né, retratou um pouco da vida do suposto protagonista e de como ele foi parar no mundo digital. A fanfic promete bastante, estou no aguardo do primeiro capítulo, até lá.

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Re: [+16] Digimon P L A Y

Mensagem por Gehrman em Ter 7 Abr 2015 - 0:28

ADWADWADWAD escreveu:VALEU PELO COMENTARIO KAI. POR ALGUM MOTIVO EU SABIA Q TU SERIA O PRIMERIO A COMENTAR AQUI. MAS VALEU. FORTE ABRASSO

VOU CONTAR PRA VOCÊS. ESSA FIC TEM BASTANTE DIÁLOGO. SABE PORQUE? EU GOSTO DE DIÁLOGO. SÓ ISSO. VAI TER OS MOMENTINHOS DE AÇÃO TAMBÉM, É CLARO. MAS DIÁLOGO PREDOMINA. EU AMO CONVERSAS PROFUNDAS ENTRE PERSONAGENS PROFUNDOS. AMO VOCES. PERDAO SE AS IMAGENS FOREM PESADAS, MAS A VIDA TAMBEM E PESADA. OK, E ISSO. APROVEITEM;

Capítulo 1
Tu acha que eu te devo algum respeitozinho, seu protótipo de Batman?! Sai fora!


- AAAAAAAAAAAAI, CACETA! SAI DE MIM, DEMÔNIO!

A primeira reação de Masayuki, depois de acordar, foi gritar. Sua personalidade explosiva fora, pelo visto, não mudou nem um pouco com a sua chegada até aquele local misterioso. Falando em misterioso, só depois de retirar as remelas de seus olhos foi quando ele percebeu que estava em uma estranha espécie de floresta, mas ao invés de ter as simples folhas esverdeadas nas árvores, eram folhas azuis; algo difícil de se acreditar. O jovem estava confuso se aquilo era algum tipo de vegetação natural ou se ele foi raptado para algum experimento onde humanos são as cobaias. Na verdade, ele não tinha a mínima ideia do que achar, e ficou um tempinho olhando para o céu para tentar organizar o que estava em sua cabeça.

- Putz... Tá quente pra caramba aqui. – De fato, tão quente, que ele até pensou que estava ao ar livre, e foi na direção da garota loira desmaiada ao seu lado, e perguntou: - Ei, tu sabe se aqui tem algum ar-condicionado aqui? Sério, se não tiver, eu recomendo... Ei! – Só depois de olhar mais detalhadamente para a menina, ele percebeu quem era; ninguém mais, ninguém menos do que Hoshi, sua prima. – Hoshi, Hoshi, Hoshi! Acorda! Acordaaaaa! – O garoto gritou tanto que conseguiu fazer a garota acordar, fazendo seus gentis olhos azulados serem revelados para este mundo. Masayuki estava completamente aliviado. Depois dela ter reganhado um pouco de sua consciência, ele perguntou: - Ai Jesus, cê tá bem?

- Eu... Eu não sei... Yuki-chan... – Ainda um pouco tonta, a garota chacoalhou sua cabeça para os lados e logo conseguiu ter uma visão mais clara de seus arredores. Quando viu seu primo, sua primeira reação foi abraça-lo fortemente, quase chorando de tão feliz estava depois de reunir-se com ele depois daquele ocorrido. – E-Eu não sei o que aconteceu, Yuki-chan...

- Tá tudo bem, tá tudo bem... Eu também tô confuso pra caceta, mas tô feliz de tu estar... De tu estar viva. – Falou o rapaz, abraçando fortemente a sua prima, ignorando qualquer coisa que viesse. Sério, Masayuki faria literalmente qualquer coisa pelo bem da prima, e vice-versa.  Após alguns segundos repletos de silêncio e felicidade depois de ver que seu amado primo estava bem, Hoshi finalmente percebeu que algo estava lá além deles:

– Y-Yuki-chan... – A garota logo apontou para a seu lado esquerdo, nervosa. – E aqueles ali, c-como estão? – O vocalista olhou para onde sua prima apontava, e percebeu que não eram apenas eles quem estavam lá; haviam mais quatro pessoas desacordadas, e em frente deles, seis luvas com características diferentes uma da outra. Os dois primos logo perceberam que deveriam deixar suas perguntas para depois, pois a prioridade naquele momento era acordar os outros desmaiados.

- Ai, mãe, eu não quero ir pra escola... Para... Huh? – Um deles era um menino, que ainda nem atingiu a puberdade, de cabelos loiros e óculos. Dava para ver nitidamente que ele era o mais novo de todos os seis reunidos naquela situação. – O-Onde eu estou?

- Nunca tive um sono tão relaxante quanto esse, nossa... – A moça de cabelos prateados falou, bocejando como se aquele fosse apenas uma noite de sono comum na vida dela. Depois ela percebeu onde estava, e logo continuou: - Bem... Essa situação não é tão relaxante, pelo visto...

- Ugh... – O homem de cabelo curto e roupas formais mal havia acordado, e começou a olhar para os lados, querendo saber onde estava. Sua expressão séria, vista enquanto ainda estava dormindo, predominava em seu rosto. – Mas o que é isso...?

- Mamãe, não esquece de... De... De botar a salada no micro-ondas... – A ruiva de cabelos longos precisou de um pouco mais de determinação para acordar, pois seu sono era incrivelmente pesado. Quando ela finalmente havia acordado, percebeu que estava falando enquanto dormia, o que a deixou meio envergonhada no começo: - Uh? Ah, hehehe... Você não ouviu o que eu disse... Né? – Logo, ela percebeu onde estava, e falou mais uma coisa: - Uh... Você sabe onde estamos?

Depois de Masayuki e Hoshi acordarem os outros quatro “sobreviventes”, os mesmos começaram a perguntar para si o que estava acontecendo. Vendo que ficarem falando com eles mesmos não resultaria em nada, o vocalista decidiu meter ordem:

- Ok, ok, se liguem! – Levantou-se e cruzou os braços agressivamente, fazendo com que todos ali prestassem atenção apenas nele. – Perguntas só vão ser depois de nós sabermos quem nós somos. Vamo se introduzir e depois começamos as questões filosóficas de como diabo nós chegamo aqui. – Sentou-se, cruzou as pernas, e apontou o polegar direito para ele mesmo, com um sorriso no rosto.



– Sou Masayuki Hirota, prazer em conhecê-los. Vinte e um aninhos de vida. Podem me chamar de Yuki, Yuki-chan, Masa-chan, Masayuki, Hiro... Cês sabe, qualquer coisa rola! Sou vocalista da futura banda famosa No Time 4 Games, caso queiram saber da minha vida profissional. Haha. – Ele queria bastante se sentir motivado naquela situação, mas tentar manter um sorriso era difícil. – Prima, tua vez.



- Ooook... Sou Hoshi Kuramoto, dezesseis anos, estou na escola secundária de Odaíba. Eu gosto bastante de interagir com computadores e outros tipos de aparelhos eletrônicos, posso até ser meio que considerada uma expert! Haha! – Hoshi também estava confusa sobre o que sentir naquela hora, mas ela sabia que ficar desesperada não iria trazer nada de bom a todos ali. – Como podem ver, sou prima do Yuki-chan, e eu sou uma garota muito... Uh... Decidida? – Logo começou a rir, pois nem sabia mais o que falar. Então, decidiu passar a sua vez para o garoto de cabelos loiros.



- M-Meu nome é Ichiro Kojima. Tenho onze anos, estou na quinta série da escola de Odaíba. – Pode-se ouvir Hoshi rindo silenciosamente. – No futuro eu pretendo me tornar jogador de futebol, e viajar pelo mundo e conhecer várias coisas novas. – Era possível perceber que o menino estava nervoso, pois praticamente todo mundo ali era mais velho que ele. Hoshi logo lembrou a ele que não precisava ser super respeitoso com todos ali, pois naquela situação, todo mundo era igual. – Ah, sério? Ufa, pelo menos dá pra relaxar mais um pouco. Enfim, eu sei lá mais o que falar sobre mim, então... Moça, sua vez. – Hoshi riu mais um pouco pelo fato dele ter subitamente mudado sua personalidade de menininho educadíssimo para menino educado mas nem tanto. Enfim, logo foi a vez da ruiva falar:



- Sou Arabel Payne. Vinte e seis anos. Sou escocesa, vim até o Japão para procurar em mim o verdadeiro dom artístico escondido em minha alma. – Quase todos ali estranharam o que a moça tinha acabado de falar, mas ela logo exemplificou melhor: - Olha, sou artista, tenho umas coisas estranhas na minha cabeça de vez em quando, tá? Desculpa por possuir uma cabeça mais profunda. – A moça logo riu de suas próprias palavras, e continuou a falar. – Pois bem, eu sou uma pessoa que é bem sincera com a vida, sei os problemas que ela pode dar pra nós, mas eu nunca previ que ela me daria um problemão como esse... Se é que é um problema. Enfim, prazer em conhecer vocês. Agora é a sua vez. – Falou, direcionando-se para o homem, pelo visto o mais velho de todos ali.



- Norio. Norio Hiryu. Trinta e um anos. Sou um dos mordomos da célebre Miss Elize, da Inglaterra. Prazer em conhecê-los. – Todos esperavam alguma informação a mais vinda daquele homem sério e que parecia algum tipo de realeza, mas pelo visto dava para perceber que ele já tinha dito o que precisava dizer. Por algum motivo, ele mantinha seus olhos frequentemente virados para Masayuki... – Moça, só falta você. Por gentileza.



- Sou Takara Sasaki. – Só de olhar para os cabelos da mulher, era possível ver o quão reluzentes eram naquele calor. – Vinte e um anos. Estou cursando faculdade de direito atualmente. Caso queiram perguntar sobre meu cabelo, ele é dessa cor pois eu estou aderindo a moda das moças americanas que decidem pintá-los e deixa-los de um jeito mais, digamos, especial. – Sua voz também era incrivelmente tranquila, talvez até demais para uma situação como aquela. Talvez ela saiba mesmo como manter a calma. Essa mesma calma logo foi embora, e ela começou a fazer as tão desejadas perguntas. – Enfim... Agora que nós terminamos de nos apresentar, vamos ao que realmente interessa. Nós seis estamos aqui por um motivo, e nenhum de nós sabe exatamente qual ele seria. A primeira pergunta que faço é...

- Deixa eu adivinhar... Foi aquele joguinho lá, né? – Perguntou Masayuki, sem nem esperar a moça fazer a pergunta. Mesmo assim, todos concordaram que aquele jogo, Digimon Tamers, influenciou no destino deles. – Eita, já temos um ponto por onde começar. Agora vamos a próxima pergunta... Como que cês descobriram esse joguinho? Eu descobri algumas horas atrás, quando a Hoshi me contou sobre o jogo no meio do ensaio da minha banda.

- Eu descobri por um e-mail que recebi de uma amiga minha da escola algum tempinho atrás. – Revelou Hoshi. – Ela me disse que seria legal eu jogar com alguém, exceto ela que não podia jogar pois tinha acabado de ficar de castigo e não podia usar o computador.

- Hoje mesmo encontrei um bilhete embaixo da minha mesa, e nele estava escrito o link do site do jogo. Não sei o motivo de estar lá, mas né... – Ichiro também estava confuso, mas preferia não pensar muito.

- Eu... – Norio fazia esforço para tentar lembrar de como achou o jogo, mas no final, havia esquecido a origem. Ou quase. – Perdão, não me lembro direito. Mas eu sei que uma folha de papel com o link escrito estava envolvido, que nem o Ichiro.

- Algumas horas atrás, eu estava no meu apartamento, tranquila, até que fui descansar um pouco na varanda por causa de um dia corrido. Subitamente, voou uma folha de papel em meu rosto, e nele estava escrito o link do jogo. – Takara lembrou-se bem do que havia ocorrido, mas como todos os outros reunidos ali, não sabia o motivo.

- Vish, nem lembro direito... – Arabel estava pensativa, mas logo lembrou-se onde achou. – Ah, lembrei! Hoje eu estava voltando para casa depois de visitar um museu, e fui ver nos meus bolsos se tinha alguma coisa lá antes de eu ir tomar banho. Uma folha de papel com o link escrito estava lá, sei lá o motivo. – A moça logo ficou pensativa novamente. – Mas sério, temos outras perguntas a fazer, mas uma coisa não quer calar. – Ela logo pegou uma das luvas que estava originalmente no chão, apontou para ela, e falou em voz alta: - Pra quê que isso tá aqui?

- Presumo que, se você não sabe, então nenhum de nós saberá também. – Falou Norio, pegando uma das luvas, e logo começou a analisá-las em geral. – São seis luvas, cada uma com uma cor e tamanho diferente. A luva em si é marrom, mas apenas a região do polegar possui uma cor. Elas não possuem par. – Logo virou-se para ver se tinha algo na palma da luva, e logo jogou o objeto na direção de Ichiro, que pegou-a com um reflexo rápido. – Seu nome está escrito nesta luva, então presumo que ela seja sua. – O menino logo começou a analisar a luva também, enquanto cada um pegava sua respectiva luva.

- Hiryu-san, por acaso, a sua cor favorita é azul? Você é canhoto, também?

- Pelo visto, você também percebeu. Cada um dos polegares está pintado com nossa respectiva cor favorita, então presumo que a sua seja verde. E como você é destro, como Arabel e Masayuki, então a luva de vocês três será colocada na mão direita. Bem pensado, garoto. – Respondeu o homem, confiante em sua resposta. Pelo visto, ele era incrível nesses tipos de investigação, podendo manter sua calma até em uma situação misteriosa como aquela.

- Ei, ouçam essa: Antes de continuarmos a nossa sessão de perguntas, vamos colocar as nossas luvas logo e ver se tipo, sei lá, alguma magia acontece? – Brincou Hoshi, tentando manter os espíritos de todos ali em um estado bom.

- Sinceramente, depois de ser comida pelo computador, qualquer coisa pode rolar pra mim que eu aceito numa boa. – Falou Arabel, rindo, enquanto colocava sua luva. - Ok, minha cor é vermelho. Hoshi, laranja. Ichiro, verde. Norio, azul. Masayuki, preto. Takara, roxo. Ok, continua aí, mordomia.

- Ok, vamos para a próxima pergunta... – Lembrou Norio, logo depois de colocar a luva azul em sua mão esquerda. Ele ia fazer a questão que desejava, mas subitamente, as regiões coloridas das mãos das seis pessoas começaram a brilhar intensamente. – Eh?! – Gritou Norio, surpreso, emitindo um som incompreensível.

Das mãos dos seis integrantes daquela situação, surgiu um holograma de suas respectivas palmas, e nele havia uma espécie de caixa, com uma espécie de bichinho amarelo colocado no centro dela. Encima do objeto, estava uma botão, e nele estava escrito uma palavra que todos ali já viram antes de chegar ali; P L A Y. Todos se entreolharam sem dizer uma única palavra, e percebendo que não havia mais nada a fazer, apertaram o botão com suas respectivas mãos livres; subitamente, o holograma desapareceu.

- Uh... A gente não vai se mudar pra outro lugar de novo, né? – Perguntou Ichiro, só por precaução. De repente, todas as luvas começaram a brilhar! Novamente, Norio soltou mais outro som incompreensível, mas todos estavam focados demais no que estava acontecendo para rir dele. Então, num piscar de olhos, algo que os seis nunca imaginavam que iria acontecer havia aparecido: Seis monstrinhos de espécies diferentes, e não eram exatamente nada comparados a animais encontrados no planeta Terra. Para Masayuki, um morcego. Hoshi, um dragão. Ichiro, um gnomo. Arabel, um pinguim. Norio, um girino. Takara, uma... Uma criatura meio rosa. É difícil descrever.

- Caramba, chegou o fursona do Batman aqui? – Masayuki estava incrivelmente confuso com a aparição súbita do morceguinho, e soltou a primeira coisa que veio a cabeça.



- Não sou fursona! Sou o DemiDevimon! – Falou a criatura, assustando a todos ali com a sua voz infantil.

- Se ele fala, então você... – Hoshi falou, e antes de completar qualquer coisa, seu bichinho a interrompeu:



- Sim, é claro que eu falo também! Sou a Ryudamon! – O dragãozinho pulava para lá e para cá, mostrando o quão energético ele era.

- M-Mas o que são vocês?! – Ichiro parecia ser o mais assustado, pois o seu respectivo animal era quase do seu tamanho.



- Heh, somos Digimons, o que mais seríamos? – Riu a criatura de pele verde, parecendo até que estava zombando do menino. – Alías, sou o Goblimon. Muuuuuuito prazer.

- Uh... Qual o motivo de vocês estarem aqui? – Arabel simplesmente não sabia o que pensar daquela situação.



- Minha cara mestra, estamos aqui para defender a vocês todos! – Revelou o pinguim azul, parecendo até ser o mais gentil de todos reunidos ali. – Chame-me de Penguinmon, muito agradecida.

- Digimons? Defender? – Norio tentava manter sua compostura, mesmo que não fosse preciso naquela hora. Até seu “Digimon” havia percebido isso:



- Isso aí machãozinho, somos Digimons. Monstros digitais, pra facilitar. E com defender, queremos dizer que vamos tirar vocês do perigo o tempo todo, ou seja, o clássico trabalho sujo. – Falou o girino, dando uns tapinhas na perna do policial, que ficou estranhando ainda mais a situação. – Enfim, sou o Otamamon. Prazer.

- Sim, mas... – Takara parecia confusa com aquela resposta mal dada do bichinho. – Mas qual o motivo?



- Porque sim. É essa nossa missão, nada mais. – Respondeu a... Uh... Criaturinha, friamente. Nossa, é difícil achar uma palavra pra descrevê-la. – Enfim... Sou a Lopmon. Espero que consigamos trabalhar bem juntas.

Novamente, um silêncio predominou a situação. Os humanos estavam absurdamente confusos, enquanto os bichinhos só possuíam grandes sorrisos em seus rostos. A confusão era tanta, mas tanta, que Masayuki simplesmente não aguentou; pegou o DemiDevimon, e começou a planejar uma jogada bonita.

- O-O-O que é que você tá fazendo, Yuki-chan? – Perguntou o morcego, não podendo se mexer diante da pegada forte do rapaz.

- O que mais eu faria, seu coisa satânica?! Tua nova missão é voar pra estratos... Pera, Yuki-chan? – Subitamente, ele havia percebido que a criatura havia dito seu apelido íntimo, e ele nunca lembrou-se de ter dito aquilo para ele. Com isso, ele ficou ainda mais injustiçado: - Antes de eu te jogar, como que tu sabe meu apelido?!

- Ora, você é o Yuki-chan! Do que mais eu te chamaria? – O morceguinho falou aquilo de um jeito incrivelmente natural, como se conhecesse Masayuki faz anos. Os dois ficaram se entreolhando, como se alguma espécie de subtexto homossexual exótico havia surgido. Fenomenal.

- Seu coisa... – Uma ideia logo brotou na cabeça de Masayuki sobre o possível “culpado” dessa situação. - Tu é um daqueles robozinhos escrotos do Ryuzaki, né?! Nem chegou primeiro de abril ainda, cara! Vacilão! – Falou Masayuki, sacudindo DemiDevimon agressivamente para cima e para baixo. Quando ele finalmente havia percebido que o que estava dentro do morcego não eram peças de metal, o mesmo logo se solta das garras furiosas do vocalista, e fala:

- Eu sou seu Digimon, não robozinho! Estou aqui para te proteger, e exijo que você me trate com respeito de agora em diante se quiser respeito também! – Proferiu a criatura, irritada com as atitudes do rapaz.

- Tu acha que eu te devo algum respeitozinho, seu protótipo de Batman?! Sai fora! – Depois disso, os dois começaram a trocar ofensas um para o outro, enquanto os outro cinco humanos conversavam com seus respectivos Digimons, para ver se eles possuem algum conhecimento do motivo deles estarem naquele mundo. De acordo com eles, eles não sabiam o motivo das pessoas estarem ali, apenas se lembram de nascer algum tempo atrás e esperaram a aparição de seus respectivos mestres. Sobre onde estavam, perguntaram se estavam em algum lugar do Japão. A primeira resposta a essa pergunta foi:

- Japão? É esse o nome de alguma espécie de alimento humano, madame? – Perguntou Penguinmon, legitimamente confusa com a pergunta de sua mestra. Pelo visto, não sabiam mesmo o que fazer daquela situação... Até que Ichiro decidiu perguntar sobre as luvas.

- Putz, qual era o nome do negócio mesmo? DigiGlove? Algo assim, sei lá. – Falou Goblimon, tirando um pouco de cera de seu ouvido e jogando-o na direção do mato. – E olha, se tu me perguntar o que isso faz, não faço a mínima ideia. Nossa missão é proteger, sei lá o motivo, mas estamos aqui. É isso.

- Fascinante. – Depois de ouvirem isso de Norio, perceberam que ele praticamente estava formando teorias esse tempo todo. – Bem, faço mais uma única pergunta... Existe alguém aqui além de vocês que saiba sobre alguma informação sobre este local?

- Hm... Se eu não me engano... – Lopmon parecia pensativa, e alguns segundos minutos, ela finalmente conseguiu lembrar-se de alguma coisa. – Lembrei! É o-

Subitamente, um fortíssimo rugido ecoou pelo local, assustando a todos, e finalmente Masayuki e DemiDevimon pararam de brigar e voltaram a realidade. Todos começaram a olhar de um lado para o outro, querendo saber a fonte do rugido.

- T-Tu sabe se isso também veio da cabeça inventiva do Ryuzaki, morceguinho?

- N-Não conheço nenhum Ryuzaki, humano...



Subitamente, o rugido foi ficando cada vez mais intenso, e enquanto todos estavam parados lá esperando a tal fonte surgir, finalmente veio a hora; uma gigantesca fera bípede com um canhão de metal instalado em seu braço surgiu da antes pacífica floresta azul. Todos ali estavam completamente assustados; especialmente Masayuki e DemiDevimon, que eram aqueles mais próximos da criatura. A primeira reação de ambos não foi nem uma troca engraçada para dar um efeito cômico para essa situação, mas sim, gritos de horror, seguidos da maior corrida (maior voo, no caso do morcego) de todos os tempos. Obviamente, todos seguiram aquela dupla dinâmica, com todos quase chorando de tanto pavor.

Depois de tanta corrida quase inacabável, todos se encontraram no mesmo lugar que estavam antes, quando estavam desacordados. Quase todos estavam exaustos, parecendo até que iriam enfartar de tanto correr.

- R-Ryudamon... Gente... Tudo bem? – Perguntou Hoshi, parecendo ser uma das mais cansadas ali.

- Eu tô bem. Eu gosto de correr! – Falou o dragãozinho, meio empolgada ainda mas ainda um pouco assustada por aquela criatura de antes. Falando nela, ela realmente decidiu seguir o grupo, e estava furiosa por ter que correr tanto até o lugar de antes. Então, ela começou a rugir mais forte ainda, e logo começou a bater seus punhos em seu peito repetitivamente. Foi aí que Lopmon percebeu uma coisa:

- Pessoal, olhem para os olhos do Minotarumon! Suas pupilas não estão lá! – Todos os Digimons imediatamente viraram sua atenção para os olhos do monstro, e realmente, a parte dita pelo bichinho arroxeado estava realmente desaparecida. Vendo a crise da situação, todos os seis monstrinhos tomaram uma pose de batalha, e logo estavam prontos para enfrentar a criatura enorme.

DemiDevimon não deixou vez para os outros, usou seu golpe Demi Darts, ou seja, materializou três seringas em plano ar, e atirou-as na direção do monstro, machucando-o levemente. Ryudamon lançou de sua boca uma espada de fogo, sendo esse golpe chamado Katana Attack. Penguinmon, quase como o dragão fez, lançou pequenos pedaços de gelo bem afiados de sua boca, um golpe chamado Ice Prism. Otamamon logo lançou um forte jato d’água de sua boca, o Water Shot. Goblimon, querendo partir direto para o físico, deu um pulo na direção do minotauro, e logo bateu nele com sua clava, usando o máximo de força possível. Esse foi o Light Tackle. Bem, não foi muito Light, mas né.

Os humanos ficaram incrivelmente surpresos com tudo que estava acontecendo; especialmente com o fato dos monstrinhos terem se organizado tão facilmente para fazer todos aqueles ataques. Mas, naquele momento, só faltava o golpe de um Digimon: Lopmon. A mesma, sem nem hesitar, pulou na frente do Minotarumon, que estava completamente atordoado com todos aqueles golpes que havia levado, e lançou uma fortíssima rajada de fogo proveniente de sua boca, o que fez a criatura cair no chão com sua parte traseira. Então, ela virou-se para o grupo de humanos que apenas assistia a situação, e gritou:

- Algum de vocês! Qualquer um! Soquem o Minotarumon com as suas luvas para liberarem ele desse sofrimento! – Quando ouviu a palavra “soquem”, Masayuki foi o primeiro a se voluntariar, ainda meio que acreditando que aquilo era uma espécie de sonho ou brincadeira.

- Deixa comigo, orelhuda! Vou tirar esse cara dentro dessa roupa malfeita agora mesmo! – Como se todo o medo que o rapaz sentiu antes tivesse desaparecido, o vocalista começou a correr na direção da criatura com quase o triplo de seu tamanho, deu o maior pulo possível, e deu um soco de potência máxima no rosto do minotauro, mas foi tão forte que ele praticamente caiu de costas no chão. Depois que virou-se para ver como estava a criatura depois do golpe, viu que seus olhos transformaram-se em espirais preto e brancas, até que o processo giratório finalmente parou, e a criatura fechou os olhos.

Realmente, ele só queria ter alguma coisa pra socar, sabendo que ele geralmente faz isso em momentos de tensão. Uma curiosidade: no quarto dele, quando ele fica estressado, ele golpeia a parede por uns dois minutos sem parar, tanto que até deixou um buraco. É como se fosse alguma espécie de monumento memorável ou algo assim. Na visão dele, pelo menos.

Enfim, depois de ter recebido o poderoso golpe de Masayuki, todos os presentes ali estavam absurdamente surpresos (até o próprio que desferiu o soco), incluindo os Digimons. O minotauro parecia estar desacordado, e claramente, o primeiro que falou algo diante daquela situação foi ninguém mais, ninguém menos do que Yuki:

- Pera, eu matei o coisa? – Percebendo que podia ter cometido algo horrível, o rapaz logo correu na direção da fera, e começou a empurrá-la para tentar acordá-la. – Não vai pra luz não, cara! Faz favor! Não agora! O que eu fiz não foi por mal! E-Eu juro! – Ele parecia incrivelmente desconfortável com aquilo, especialmente para uma criatura que quase tentou ataca-lo...

- Y-Yuki-chan, cuidado! – Gritou Hoshi, parecendo absurdamente apavorada ao ver de sua expressão. Quando finalmente limpou suas lágrimas, Masayuki decidiu olhar para cima, e acabou percebendo que a criatura já havia se levantado faz um tempinho atrás. Ao invés de fazer qualquer coisa, a criatura estava fitando o jovem que socou-o, e seu rosto que acabou adquirindo pupilas não parecia nem um pouco amigável.

- O-Opa! – Exclamou o rapaz, forçando um sorriso. – Pelo visto você... Você tá bem, né? Hein? Hehehe... Ah... – Ele sabia que iria morrer naquele exato momento. Ele sabia muito bem.

Mas é claro, terminamos aqui com um Cliffhanger, pois todo mundo já sabe o que vai acontecer. Até a próxima.


EHHEHEWHEAUWHEUIOWAEHW escreveu:EU JURO POR DEUS QUE EU CONTINUO COM ESSA FIC. TEVE 8 PÁGINAS ESSE CAPÍTULO MSM SENDO CAPÍTULO DE INTRODUÇÃO DOS PERSONAGENS. MUITO OBROIGADO, AMO VOCES, VOCES ESTAO NO FUNDO DO MEUC ORAÇSAODDAWDWADWA
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Re: [+16] Digimon P L A Y

Mensagem por xKai em Ter 7 Abr 2015 - 19:18

Bem, antes de tudo, sua reação indicou que o capítulo teria sido pequeno, mas na verdade ele foi enorme -q Acho que inventei uma palavra nova, que tal 'gigântico'? Foi tipo isso -q Mas enfim, achei bem interessante o fato de todas estas pessoas foram para o Digimundo, mas ainda estou curioso sobre o porque disso... Mas acho que apenas o tempo responderá a esta pergunta. Outra coisa legal, foi a grande diferença entre as idades do pessoal, poxa tem um cara de trinta e um anos e tem um moleque de onze, tipo... Algo assim juro que eu jamais vi, talvez seja a diferença de idade mais bárbara que eu já vi em uma "party" relacionada a digimon, claro. Pobre Minotaurumon, acho que ele nem viu de onde vieram todos aqueles ataques, ele deve ter se sentido um pedaço de carne (sem ironias por ele ser um boi -q) entre leões... Todo mundo voou pra cima dele e lhe comeram na porrada, foi tipo... Que isso povo? Pra que toda essa violência?? Enfim, o IBAMA não estava lá, nem a PETA então ele não pode se defender -q Achei legal também esse lance das luvas, tipo... Parece aquele luva de Bleach... Não sei se você conhece, mas enfim. Legal esse primeiro capítulo e as introduções citadas nele, aguardo pelo próximo e boa sorte.

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Re: [+16] Digimon P L A Y

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