Pokémon Mythology
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Game Boy Chronicles

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Game Boy Chronicles

Mensagem por LaurentLopes em Dom 22 Mar 2015 - 21:23

Olá a todos, senhoras e senhores!
Esta aqui é a minha primeira fanfic, então estou bem ansioso para ver no que vai dar e como ela será recebida por vocês, caros leitores! Falarei um pouco dela, antes de começarmos com o prólogo.
Gostaria de mencionar primeiramente da duração dos capítulos. Eles serão longos, graças a estrutura que modelei para tais. Ainda sim, eu entendo o ponto de vista daqueles que prezam por uma leitura pequena. Para esses, recomendo uma parada a cada vez que se depararem por um "~~#~#~~". Ainda sobre capítulos, graças à sua duração, sua frequência será reduzida, em comparação as demais fanfics. Mais precisamente, minha fic terá uma frequência mensal. Então espere por novos capítulos na última semana de cada mês.
Eu particularmente opto por uma ausência de sinopse, mas para os que gostam, irei colocar uma como spoiler logo antes do início do prólogo. Quanto as descrições dos personagens, elas estão incluídas no prólogo.
Um pequeno aviso quanto ao linguajar dos personagens. Eles de vez em quando utilizarão palavras de baixo calão, que estarão censuradas com "*" (Ex.: P****)
Quanto ao período da fic, ela se passa em 2014


~~#Capítulos#~~
Prólogo (neste post)
Capítulo 1
~~#~~~~~~#~~

Próximo capítulo: 25/04


Sinopse:
A história começa com quatro amigos que decidem começar a jogar Pokémon Red simultaneamente durante os recreios da escola, como se estivessem numa jornada juntos. Mas os amigos não iniciam a sua jornada por não conseguirem encontrar quatro cartuchos de graça, eis que Leonardo, um dos quatro amigos, decide estender a busca a horizontes inacreditáveis, onde ele acha quatro cópias falsas e misteriosas.
Enquanto os quatro amigos estão distraídos com os cartuchos, os mesmos selariam seu destino para sempre.

Boa leitura!

Game Boy Chronicles ~ Prólogo
O Cartucho

Em uma escola simples de uma cidade simples, existia um pátio simples, passou todos os seus anos de sua existência vazio, até recentemente, onde quatro amigos começavam a se encontrar para curtirem seus curtos minutos de recreio juntos...

-Ei! Ei! Galera! Eu achei!- Corre em direção ao pátio um garoto com uma aparência bem jovem, era extremamente otimista e infantil e se importava muito com os outros, raramente se colocando acima de alguém. Seu cabelo castanho claro, era um bocado arrumado e liso. Com um saco plástico na mão com algo peculiar dentro,eis seria Leonardo.
-Isso não é possível...- Rangendo os dentes de raiva, estaria mais um garoto. Mais velho que Leonardo, este era implicante de propósito, mas sempre permanece sério, mesmo quando implica os outros, e sabe ser responsável quando a situação requer dele. Seus cabelos eram pretos e lisos, porém um pouco mais baixos que os de Leonardo, cobrindo suas sobrancelhas e quase os olhos. Debruçado em um banco estava Rodrigo.
-Você sabe que me deve 35 reais agora, Rodrigo.- Entretida e sorridente estaria agora uma garota. Era pequena, cabelos lisos, longos e castanhos. Esta é simpática e sincera, mas em segundo plano sempre tenta se avantajar da situação a frente, mas sempre mediando as consequências de seus atos perante aqueles que ela respeita.
-Um dia quem sabe, Ana.- Diz Rodrigo, nem se dando trabalho para estabelecer contato visual.
-Nossa, vocês apostaram se o coitado ia conseguir ou não...- Outro garoto falava. Este, era estrategista, imparcial, quieto, porém otimista. Aproveita sempre uma brecha nos momentos da vida para tirar um cochilo, com suas devidas exceções. Faz o máximo para não se afastar dos amigos, por mais que geralmente se sai melhor de situações sozinho. Cabelo bagunçado propositalmente, cor castanha clara. Deitado de costas a uma árvore, quase dormindo, estava Virgílio, que apenas se contém do sono por causa de Leonardo.

-Então...- Diz Leonardo -Peguem seus Game Boys! Vamos começar nossa jornada!-
-Você ao menos testou os jogos? Eu não quero contrair uma doença com esses produtos obscuros.- Diz Rodrigo.
-Ele tem razão Leo.- Diz Ana -Só pelo fato que você teve a proeza de encontrar quatro cópias de Pokémon Red de graça não significa que deve ficar alegre de uma vez.-
-Eu já testei sim, todas elas estão perfeitas.- Responde Leo.
-Então vamos logo com isso, tô cansado de recreios entediantes, e com saudades de jornadas em grupo.- Diz Virgílio.
-Isso mesmo, não é?- Replica Leo, que agora arranjou uma pergunta em sua cabeça. -Imagina gente! Se agente tivesse no mundo pokémon? Não seria muito maneiro?-
-Talvez. A melhor parte seria não estudar.- Diz evasivamente Rodrigo, como se já tivesse acostumado a perguntas do mesmo calibre de estupidez, principalmente vindas de Leo.
-Ah, seria muito legal! O melhor pra mim seria estabelecer laços com meus pokémons!- Diz Ana.
-Qual pokémon você escolheria para ser seu "principal"?- Pergunta Virgílio, que parece ter estabelecido um assunto.
-Arcanine! Pois cães são os melhores amigos do homem. Você, Virgílio?- Responde Ana numa reação quase instantânea.
-Lucario, sem sombra de dúvidas.- Diz ele. -Leo?-
-Mewtwo!- Diz o energético jovem. -Ele é o melhor de todos!-
-Apelão...- Retruca Rodrigo, pegando Leonardo de surpresa.
-Por quê?- Pergunta o mesmo.
-Oras, a pergunta seria de uma perspectiva sentimental, obviamente você escolheu Mewtwo visando poder.- Explica Rodrigo.
-Ah... nesse caso, eu pegaria o Chikorita! Ninguém pega o coitado, e eu gostaria de ficar lá com ele para provar que ele pode ser amado.- Diz ele com um sorriso estampado em sua cara. -E você, Guigo?-
-Zoroark. Ele combina comigo, e sua ilusão seria perfeita para uma batalha. E eu prefiro um parceiro em batalhas a um parceiro de vida em todo.- Mais uma resposta evasiva por parte dele.
-Você mesmo não falou que era para ser sentimental ao decidir seu pokémon principal?- Ana fala, estendendo a conversa, sabendo que era o que Rodrigo menos queria. O mesmo fica em silêncio, reconhecendo a atitude de Ana, que acende um sorriso em seu rosto, por sua vez.

Graças ao silêncio subsequente, os quatro amigos, agora sentados no gramado do pátio formando um círculo, descem suas cabeças para resumirem a jogatina.

-Ei, Leo...- Diz Virgílio.
-Sim?- Responde ele, mantendo seu olhar no seu portátil.
-Como diabos isso é original? Digo, o cartucho é transparente...-
-Mas ele não é!- Replica Leo, roubando da atenção de todos. -Eu peguei de um cara lá que mora em uma casa que era uma antiga loja de jogos, que arranjou isso jogado no chão, e queria se livrar deles.-
-Leo, loja de jogos nunca foi residencial, isso é lorota.-  Avisa Rodrigo.
-Vish, bruxarias afrente.- Diz Virgílio.
-Bom, pelo menos ele funciona, não é mesmo?- Diz Ana. -E até agora não vi nada incomum...- Acrescenta.
-Nunca se sabe. Se pá ele engole agente e nos leva pro inferno.- Diz Virgílio. -Afinal, como vai o progresso com vocês?- Pergunta ele, mais para puxar assunto do que por curiosidade.
-Viridian.- Diz Leo.
-Viridian.- Diz Ana.
-Sinto muito galera, mas estou enfrentando Brock!- Diz Virgílio, um bocado orgulhoso.
-Saí do Mt. Moon...- Diz Rodrigo, concentrado.
Olhos arregalados em direção do mesmo, menos por parte de Virgílio, que agora se concentra ao máximo para poder acompanhar Rodrigo, mas seu Charmander não ajuda. o Squirtle de Rodrigo tinha passado batido pelos pokémons de pedra da área. Virgílio expira fundo, admitindo que Rodrigo ficará na frente. Ao menos por hoje.
-Como vai a equipe de vocês?- Pergunta Leo, procurando explicações de por quê ele esta atrás de seus amigos.
-Charmander 14, Bellsprout 13, Metapod 10.- Diz Virgílio.
-Wartortle 18, Pikachu 17.- Diz Rodrigo.
-Bulbasaur 12 e Pikachu 8!- Diz Leo, agora esclarecido e preenchido de esperanças.
-Ivysaur 17, Mankey 17, Pigeotto 18.- Diz Ana, surpreendendo Leo.
-Como assim? Por quê você está tão overleveled?- Pergunta o mesmo.
-Por quê você acha que ainda estou em Viridian? estou grindando meus pokémons para ser mais fácil lá na frente.- Responde Ana, arrasando Leo por saber que é o único que esta low level e atrás ao mesmo tempo.
-Ah...- Suspira Leo.
-Não fica assim, cara, acontece que agente tá nessa faz bem um tempo, e agente conhece muito bem o red.- Fala Virgílio, querendo melhorar o estado do garoto.
-Note que, sem contar com ele, você é o mais atrasado daqui.- Diz Rodrigo, querendo atiçar Virgílio.
-Haha, bem engraçado. note também que o Charmander tem desvantagem para 3 líderes de ginásio, e vantagem apenas para 1. Comparado aos 2/2 de Squirtle e 1/3 de Bulbassaur, isso, claro, contando com Brock.- Fala Virgílio, furioso pela ridícula sincronia da fala de Rodrigo com o ataque final o Onix de Brock em seu Charmander, fazendo ele perder.
-E Koga?- Pergunta Leo, depois de ter assimilado quais líderes de ginásio encaixariam na fala de Virgílio. -Ele não bate no Bulbasaur?-
-Bulbasaur é veneno também, você devia saber disso.- Diz Rodrigo. Entristecendo mais ainda Leo, não apenas por ter feito uma pergunta boba, como ele escolheu o inicial mais fácil de se passar pelo jogo, e ainda sim está atrás.

Com o fim da conversa, o silêncio predomina novamente. Virgílio concentrado, Rodrigo relaxado, Leo deprimido, e Ana entretida pela conversa. Os quatro amigos jogam até o sinal do fim do recreio, onde todos se levantam para darem suas despedidas.

-Falô galera.- Diz Leo, indo em direção a classe 3 da 8ª Série.
-Falô Cara!-  Diz Virgílio, indo para a classe 2 do 1º ano.
-Falô- Diz Ana, seguindo Virgílio para a classe 2.
-Falô noobão.- Diz Rodrigo, indo para a classe 1 do 1º ano.
-Babaca- Diz Leo, fazendo a mesma graça com Rodrigo. -Não se esqueçam que jogar agora só no próximo recreio. Não quero ninguém trapaceando e jogando a noite.- Adiciona Leo, apresentando uma expressão pseudo séria, porém já se distanciando do grupo
-Você que manda, senhor zero badges- Atiça Rodrigo, como de costume.

~~~

Nesta noite, na casa de Leo, ele acorda no meio de seu sono:
-Eu não aguento mais isso!- Diz Leo, tendo mais um sonho que representa a inferioridade dele perante aos amigos com pokémon.
-Só me resta fazer isso...- Diz o garoto, um tanto deprimido pelo fato de ter quebrado a promessa que ele mesmo estabeleceu, puxando seu portátil de sua mochila.
-Eu vou até Cerulean, daí eu paro.- Pensa Leo em voz alta, com um tom de desgosto, logo antes de ligar o Game Boy Color laranja dele.

~~~

Enquanto isso, Rodrigo esta deitado em sua cama, jogando pokémon em seu Game Boy pessimamente pintado de um amarelo sutil.
-p*** m****, seu otário, por quê você teve que mentir?- Debate Rodrigo sobre ter afirmado sua vantagem no recreio.
-Agora vou ter que jogar meu sono fora só para compensar. Eu meio que me sinto um babaca agora, quebrando a promessa de um amigo.- Diz ele. -Bom, vai ser um longo caminho, é melhor me apressar.-

~~~

No mesmo momento. Virgílio encontra-se sentado em sua cama, sem o mínimo de sono:
-Eu tenho que parar de dormir na aula...- um tempo depois, ele olha atentamente para sua mochila.
-Foi mal, Leo.- ele busca seu Game Boy Pocket no bolso da frente da mesma.
-Jogarei durante o tempo normal do recreio, daí NO recreio, eu vou fingir que estou jogando, assim não terei nenhuma vantagem.-

~~~

Também acordada, Ana pega seu game boy e começa a jogar:
-Pokemon a noite e manero demais.- Diz ela. -Eu me lembro sobre Leo falando alguma coisa sobre não jogar pokémon, mas não me lembro qual horário não era permitido...- Admite ela de ter esquecido, e conclui: -Tomara que não seja a noite, eu não queria decepcionar meus amigos...-
-SILÊNCIO! Eu quero dormir!- Grita o irmão mais velho de Ana: Antônio. E, em resposta, ela fica em silêncio, obedecendo a seu irmão. -Obrigado!- Replica ele.

~~~

Na manhã seguinte, a mãe de Leo entra em seu quarto com um prato com um misto quente em cima.
-Meu filho, seu café tá... AI MEU DEUS!- ela deixa o prato cair no chão, quebrando o mesmo ao ver a terrivel imagem de uma cama sem seu filho presente. ao invés de seu filho, em cima da cama, ela encontra...

-O...quê? O Game Boy dele?

~~#End of Chapter#~~


Última edição por LaurentLopes em Ter 24 Mar 2015 - 22:45, editado 1 vez(es)
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Re: Game Boy Chronicles

Mensagem por Afervie em Seg 23 Mar 2015 - 0:30

Bem... Você escreve sem tantos erros ortógraficos (embora o "afrente" tenha sido um atentado a língua portuguesa, é normal acontecer um ou outro desvio aqui ou ali; e você deve ter mais cuidado com a pontuação) e eu estou curioso para saber como sua fic se desenrolará. A princípio, parece um mix interessante de Pokémon e Digimon, mas até onde foi escrito, realmente não tenho como saber, embora eu devo dizer que realmente me desapontaria se a partir do segundo capítulo isso acabasse virando mais uma fic de jornada. Acredito que trairia a sua premissa.

E só uma coisa que me deixou confuso: eles iriam jogar Pokémon Red e estavam falando de Pokémons de gerações seguintes? Se for o caso, dê um 3ds e um OR/AS para esse povo se atualizar, rapaz. XD

E sobre o tamanho da fic, não é pequena, mas também não é tão grande assim, então você deveria postar capítulos de duas em duas semanas, pelo menos, se fosse possível. Acredito que é o intervalo ideal e com mais tempo que isso, os leitores se perderiam. Mas isso fica a seu critério.

Então é isso... Acompanharei o que vier em seguida na sua história. Boa sorte com a escrita!
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Re: Game Boy Chronicles

Mensagem por Tsurugi em Ter 24 Mar 2015 - 16:08

Yo!
Eu pensava que vc postaria um remake do prólogo, mas tudo bem.
Vc sabe minha opinião sobre a estória em si, achei muito [palavra censurada] e acho que se bem trabalhada, a fic vai chegar em um patamar bem alto. Como o cara acima falou, lembra um pouco Digimon, não que isso seja ruim pelo contrário Not Alone

Sobre a escrita, tem uns erros bem estranhos, mas é só jogar no Word que vc melhora. Enfim, é só isso. 

Até o capítulo 1 o/

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Re: Game Boy Chronicles

Mensagem por Lipe1209 em Ter 24 Mar 2015 - 20:25

Sua fanfic é ótima, e ainda mais por ser longa (não gosto de ler capítulos que parecem mais uma página com três parágrafos), mas tem alguns erros de português. Alguns são relevantes, como a fala dos personagens, mas "agente" e "afrente" foram erros graves, mas nada que o word não conserte.
Bom, a história parece ser muito boa e interessante, mas o erro de cronologia com Zoroark e Lucario no Game Boy foi estranho. E lembre-se de no próximo capítulo ver a localização dos personagens antes de se encontrarem, pois na minha fic fiz um capítulo com o nome da cidade errado e tive que editar o capítulo inteiro.
Enfim, a história é boa e estou ansioso para ver os próximos capítulos e saber se eles irão encontrar com Red, ou outros personagens do jogo.


Última edição por Lipe1209 em Qua 25 Mar 2015 - 10:57, editado 1 vez(es)
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Re: Game Boy Chronicles

Mensagem por Killer123 em Ter 24 Mar 2015 - 20:40

Bom! Let's Go!

Vamos lá, a sua fic parece interessante! misturou Pokémon e Digimon ( Apesar de não saber muito sobre o ultimo citado) eu gostei de uma turma querer zerar Pokémon. Fazendo até promessas de não jogarem a noite!
Erros ortográficos eu achei alguns. Mas não vou bancar o Professor de Português!
Espero pelo próximo capítulo!
Boa sorte!
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Re: Game Boy Chronicles

Mensagem por Mestre em Ter 24 Mar 2015 - 21:10

Bem se a ideia foi misturar pokemon e digimon

UOUUUUUUUUUUUUUUU ,VOCÊ E O CARA,SENSACIONAL SUA IDEIA,MISTURAR A ''MELHOR'' GERAÇÂO COM O RIVAL E CRIAR O CROSSOVER MAS DESEJADO PELA HUMANIDADE ,MEUS PARABENS

Se não 

Fic interessante continue,parabens
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Capítulo 1

Mensagem por LaurentLopes em Ter 24 Mar 2015 - 22:38

Estou de volta! Trazendo a vocês o 1º capítulo!... Mas não antes de responder alguns comentários!

Afervie: Yo! Antes de tudo, obrigado pelo comentário! Enfim, acho que muito do que você falou vai ser replicado no capítulo abaixo, com exceção da questão das gerações. Este foi um erro meu, eu deveria ter esclarecido, mas a fic se passa em 2014 (e os protagonistas estavam fazendo uma espécie de seção retrô, por isso o Red). Bom, é isso, espero te ver comentando nos próximos capítulos!  Very Happy

Tsurugi: Tsu! Como vai cara!
Obrigado pelo comentário, e quanto a ortografia, irei me policiar mais a respeito. De qualquer jeito, eu espero te ver comentando na minha fic posteriormente! Falou!

Lipe1209: Eai cara! Como mencionado acima, a fic se passa em 2014, só esqueci de avisar DX. Também gostaria de lembrar, já que você não curte muito capítulos longos, recomendo dar um intervalo a cada vez que se deparar com um "~~#~#~~". Enfim, espero que goste do capítulo 1 e que continue comentando!

Killer123: Hahah, acreditar que não tinha Digimon em mente quando pensei em produzir a fic? Para ser sincero, eu não me lembro de nada do anime, pois era bem novo quando eu assistia! Botando Digimon de lado, espero que goste do capítulo e da fic em geral! Obrigado pelo comentário e boa leitura!

Meste: Bom, como mencionado acima, essa idéia não foi minha intenção, então acho que ficarei com a segunda parte de seu comentário... XP. Independentemente, obrigado por comentar! Tenha uma ótima leitura!

Sem mais delongas, apresento a vocês o primeiro capítulo! Boa Leitura!


Game Boy Chronicles ~ Ch. 1
Pallet?

O silêncio da manhã era ocupado pelo som de Pidgeys e Spearows, era bem cedo, umas 6 horas. Uma hora antes da escola de Leo.

-FILHO! ACORDA!-

Leonardo abre os olhos, em reação a voz de sua mãe. E olha levemente para direita, onde ficava seu despertador, em cima de um criado-mudo. -(Esse despertador é novo?)- Pensa ele. Não só seu despertador era diferente, como seu quarto todo. A cor era a mesma: Laranja, mas a estética era totalmente modificada.
-São 6 da matina mãe! Eu posso descansar mais pra escola!- Grita Leo, confuso.
Sem nenhum grito em resposta, Leo logo ouve passos em direção do que deveria ser seu quarto. A última pessoa que aquela mulher seria era sua mãe.
-Tá maluco filho? Você está de férias. Você se esqueceu que hoje é o dia de inauguração do Day Care de Vermilion? Seu pai vai estar lá, e tinha um presente para você, lembra?-
-Ahn?(essa não é a minha mãe, meu pai tá vivo? DAY CARE?!)-
-Filho, não se faça de bobo. Vamos logo, Fearow está esperando.-
-Ah... Ta-bom.(Fearow? O que está acontecendo?)- Levantando de sua cama, ainda perplexo e confuso, Leo segue a sua "Mãe" pelas escadas de uma casa misteriosa até fora da mesma.

As portas da frente se abrem, Leonardo estava banhado de suspense, ao ter contato com o mundo exterior, ele se sente abismado: Pidgeys no céu, crianças com Rattatas e Caterpies por perto deles. Este era o mundo pokémon, que se aparentava inexistente, ou apenas um sonho infantil, mas ele existia, o que faz Leo lentamente ligar os pontos: Ele assumiu a vida de alguém que residia por lá, explicando assim sua "mãe", mas como ele chegou lá permanecia um mistério para ele.
Agora um bocado esclarecido, ele pode prestar atenção extra a seu ambiente: Uma cidade pequena, poucas casas, um ambiente um tanto rural, seus pokémons em formas pouco evoluídas ~E~ o laboratório pokémon. Leo conclui então que só poderia ser Pallet. O estabelecimento tinha uma espécie de um outdoor por perto, fazendo uma contagem regressiva, que, por sinal, faltavam poucas horas para zerar.
-...Mãe?- Leo chama a atenção de sua mãe de Pallet.
-Sim?- ela responde.
-Qual é o meu nome?- pergunta Leo, procurando se situar.
-Ahn? Você é Orange, o bebê mais lindo de mamãe!- responde ela, um tanto pega de surpresa. -O que houve? teve um surto de memória, bateu a cabeça, ou os dois?- Acrescenta ela, com um sorriso na cara.
-Nada não...- responde ele, meio sem jeito, se tocando na pergunta que acaba de fazer. -Qual é a da contagem regressiva no laboratório?- Questiona ele, querendo iluminar o clima bizarro.
-Quando isso acabar, as portas dele vão se abrir para os escolhidos que pegarão os iniciais. Sabe disso não? Logo você, que deu um ataque e tanto quando soube que não foi escolhido- diz ela, duvidosa agora.
-Mãe! Você sabe que eu não gosto de falar a respeito disso.- replica Leo, querendo agora ser o mais próximo da pessoa que ele assumiu, mas ainda mantendo sua energia típica.
-Ah... desculpa- replica ela, mediando sua própria brincadeira, finalizando a conversa.

Depois de um curto tempo em silêncio caminhando, os dois alcançam a estreita entrada para a rota 1, que está sendo praticamente bloqueada por um Fearow, este o tal que esperava por eles. Mesmo com uma obstrução visual, Viridian facilmente pode ser vista, pelo fato da rota ser uma rampa de campo quase sem árvores.
-Pronto, chegamos- diz a mãe de Orange. -Preparado? Para Vermilion?-
-Eu nasci pronto!- diz Leo, sem se importar em mascarar a própria personalidade.
Os dois sobem no Fearow, este que ascende e começa a voar por Kanto. Estabelecendo uma altitude entre as nuvens altas e baixas, ele oferece uma visão privilegiada.
Graças ao agradável silêncio, Leo começa a pensar um pouco sobre tudo que acontecia em seu redor.

-(Como será que eu cheguei aqui? Será que foi graças ao Pokémon Red? Tá, FOI por causa do Pokemon, afinal, o cara queria se livrar dele, e Rodrigo falou que a historia dele era lorota, não é?)- Leo Idealiza. Ao ter pensado em Rodrigo, Leo se lembra de algo.-(Meus amigos... Será que eles estão aqui também?... Não, provavelmente não, afinal, só fui eu que quebrei essa promessa, impossível mais um de nós ter feito isso).- Acrescenta ele, e finalmente conclui. -(Bom, já era, eu to aqui, talvez para sempre. Eu acho que o mais viável agora é viver no mundo na qual eu sempre sonhei em estar, mas que agora eu tenho medo, digo, e minha família, minha família de verdade?)- Leo se interrompe e começa a olhar Kanto de uma visão elevada, com inúmeras idéias brotando em sua mente, ele simplesmente não consegue esconder um sorriso genuíno. -(Eu tenho que ser otimista em relação a isso, afinal, estou no universo pokémon, então eu acho que de cara farei logo a primeira coisa que eu faria se eu estivesse aqui sem preocupações em minha cabeça: Uma jornada! E talvez me solucione no enigma que reside na saída disso, se eu tiver sorte.)- Finaliza Leo, trocando de humor rapidamente, como de costume.
-...Filho?- Diz sua mãe, ao reparar a pensante expressão de Leo.
-Ah... Ahn?- Replica ele, pego de surpresa.
-Pensando na morte da Miltank?- Atiça ela.
-Ah, não, é só o sono...- Diz Leo, sendo evasivo provavelmente pela primeira vez na sua vida.
-Falando em sono, porquê ainda está de pijamas?- Pergunta sua mãe.
Leo olha levemente para baixo e vê um pijama laranja com bolas brancas, e fica logo envergonhado, corando sua cara toda, mas logo ele se direciona à verdadeira culpada.
-Mãe, tú basicamente me arrastou da cama, o que você queria que eu fizesse?- Diz ele, emburrado, aos poucos conhecendo sua nova mãe, ou melhor, a mãe de seu novo eu.
-Ish, desculpa!- Diz a mãe, entretida e sorridente, descansando a palma de sua mão em sua boca. -Ah! Aqui chegamos filho, Vermilion!- diz sua mãe.
Sem necessidade de qualquer sinal, Fearow dá um leve rasante em direção à cidade, para não deixar seus passageiros cairem, e logo aterrisa.

Leonardo se fascina pela imagem de Vermilion: que nem nos jogos, ela é uma cidade de litoral, bonita, com postes que parecem iluminar muito bem, não se tem como saber, pois estava de dia. O centro pokémon respeitava muito bem os jogos, o mercado também. A convenção de fãs de pokémons era maior, tinha um segundo andar. Uma outra coisa que chamou muito sua atenção foi o ginásio: Parecia ter algum tipo de gerador dentro dele, pois não era difícil notar que o mesmo era a fonte elétrica da cidade toda. Mas logo ele nota que tinha algo faltando na cidade, algo que era simbólico de qualquer deboche entre ele e seus amigos.
-Cadê a obra?... Ah...- Leo olha em direção da famosa obra que nunca acabava, e repara então um grande Day Care no lugar da mesma, três andares no qual utilidade praticamente seria impossível de Leo imaginar de cada um. E também, em sua porta, tinha uma enorme fila, que ele também logo estranha: Day Cares geralmente são vazios nos jogos.
-Vamos? Seu pai está esperando- Diz sua mãe.
-Sim, vamo logo.- Responde Leo por impulso.
Os dois passam pela fila e encontam uma porta dos fundos, onde a mãe de Orange pega uma chave e a destranca. Ao entrarem, tem-se um ambiente bonito, porém agitado, devida a demanda de todos os clientes. Logo, uma pessoa entre todas chama a atenção de Leo: Ele era alto, com um cabelo liso de um amarelo muito forte, quase se parecia com laranja, estava dando assistência aos funcionários, uma espécie de gerente; Leo conclui que ele só poderia ser...
-Mãe! Olha lá, é o papai!- Ele aponta para o alto homem no outro canto do Day Care. Leonardo estava em uma mistura de confusão, medo e ansiedade, pois ele não se lembrava muito bem de seu verdadeiro pai, ele tinha morrido quando Leo estava em seus 4 anos.
-Ah, estou vendo! Bom trabalho identificando ele em meio à multidão.- Responde sua mãe, em um tom muito alto devido ao acumulado som dos diálogos alheios. Ela simplesmente sorri e acena em direção do homem, que, por sua vez, de alguma maneira misteriosa para Leo, consegue perceber. Ele pede para o funcionário em que ele estava ajudando esperar, e ele logo vai em direção de sua família:
-Oi querida!- Diz ele, logo abraçando e sua esposa e trocando um selinho, como todo casal saudável. -Como foi a viagem?-
-Foi ótima! O Oranzinho passou a ida inteira com a cabeça nas nuvens, quase tive que segurar ele.- diz ela, deixando Orange sem jeito. O pai se aproxima dele e se agacha, ficando na mesma altura que ele.
-Como vai, campeão! Cadê meu abraço?- Leo sorri um pouco nas palavras do pai de Orange, pois se comportava da mesma maneira que seu verdadeiro pai, pelo que ele lembre, e responde com um firme abraço.
-Senti saudades, pai!- Leo fala uma verdade guardada em si a muito tempo.
-Eu também, de todos vocês.- Responde ele, se agradando de sua reunião familiar. -Vamos sair deste tumulto?- Convida ele, sendo respondido por gestos de sim, e logo os três saem pelo mesmo lugar que entraram.
Lá fora, eles indentificam uma mesa num bosque próximo e prosseguem até ela. O lugar estava verde e pacífico. O som do mar batendo nas docas da cidade e o vento das 9 soando nas arvores próximas dava um clima agradável. Leo logo pensa em Virgílio, tal que dormiria aqui com tamanha facilidade, e logo se deprime, pois se lembra que não poderá compartilhar a experiência com seus amigos.
-Por quê esta de pijamas?- Seu pai pergunta, apenas reparando agora.
-Pergunta pra mamãe...- Diz Leo, emburrando a cara.
-Eu tava com pressa.- Replica sua mãe em própria defesa, soltando uma risada feminina e infantil,  não levando o assunto em questão a sério.
-Ah bem.- Responde seu pai, sorrindo da situação. -Então filho, tá pronto?- Diz ele, após uma breve pausa.
-Pra qu... Aaah. Sim! Estou prontíssimo!- Diz Leo, novamente não se importando em disfarçar a própria expressão, também sendo pego de surpresa.
-Muito bem...- Seu pai pega sua bolsa e começa a fuça-lá, dando ainda mais ansiedade para Leo, que, por sua vez, olha para sua mãe: Ela demonstra um sorriso de ansiedade emotiva, mas não pelo presente, mas sim pela reação de Orange pelo presente, aparenta-se que ela sabe qual é o presente. -Aaa...Qui!- Seu pai puxa da bolsa uma pokébola, com um pano preto acima de sua parte vermelha e transparente, para poder evitar qualquer "spoiler" para seu filho, e entrega para ele. -Aperte o botão branco, em direção da mesa- Seu pai diz isso com uma expressão de orgulho consigo, e troca alegres olhares com sua esposa, os dois ansiosos pela ansiedade de seu filho. Por impulsão Leo agarra a pokébola da mão de seu pai e faz o que pediu, com uma mão um tanto tremelicada, e a Pokebola se abre, materializando uma forma facilmente reconhecida por Leo, mas ainda sim ele arregala os olhos em surpresa.
-É U-Um, Um...-

~~~

Rodrigo acorda o mais levemente possível, pois, por mais que suas lembranças afirmam o contrário, ele teve uma boa noite de sono. Logo reparando que não estava em seu quarto vermelho, e sim em um repleto de pôsteres , em uma cor amarela fraca. E ele também não estava em seu pijama listrado, e sim uma bermuda branca com bolinhas rosas.
-Mas...... OQUE?!- antes que pudesse concluir sua fala, um Pidgey aterrisa em sua janela, que se encontrava logo ao seu lado, aberta. Perplexo, ele esfrega seus olhos e olha em seu redor, analisando seus diversos pôsteres, vários com pokémons, pokébolas, lideres de ginásio e mapas de Jotho e Kanto, e um do Lance ao lado de um Dragonite, representando a Indigo League, este pôster em especial estava muito velho e mal-tratado, devia ter uns 10 anos, ou até mais. -Eu não...- ele se interrompe ao ter ligado os pontos rapidamente. Rodrigo procura por seu Game Boy com Pokémon Red ainda ligado, pois lembra de ter adormecido enquanto jogava. Concluindo que não estava em lugar algum, ele se confirma de sua própria localização. -Tá, isso é um sonho, eu ja posso acordar.- ele dá um peteleco no Pidgey, esperando que dê uma bicada nele e acabe com o sonho, e funciona, exceto pela parte em que ele acorda. -Ai! Que merda!... saí pra lá, vai embora!- Rodrigo furiosamente fecha as janelas, espantando o pokémon de lá.
Querendo se situar mais, ele levanta de sua suposta cama, bota uma camisa amarela e jeans em seu suposto armário e procura pela saída de sua suposta casa. Logo ele encontra escadas, descendo elas, ele se deparou pela sala principal, tal que se conecta á cozinha sem porta alguma. Mas o que ele mais deu atenção foi a saída para o estranho mundo na qual ele se encontra. Ao abrir a porta, uma mulher que estava na cozinha fala com ele, sem mesmo olhar para trás, um bocado concentrada com a louça.
-Boa sorte no laboratório, Quartz, se cuide!- diz a mulher, onde Rodrigo assume que seria sua mãe.
-Tabom mãe- usando um tom de voz evasivo que ele já está acostumado de fazer, Rodrigo abre a porta e, apressado, já vai atravessando a mesma, até subitamente interromper o próprio movimento, e olhando para trás, em direção a cozinha. -(Um momento... Quartz?)mãe?-
-Sim, filho?-
-...- Rodrigo fica calado ao observar que aquela não era sua mãe, mas parece que ela acha que Rodrigo é seu filho. Ele logo repara que estava calado por um bom tempo, e fala a primeira coisa que vem em sua mente. -Ah, bom dia!-
-Bom dia para você também- diz sua suposta mãe, virando para ele e fazendo o gesto japonês de apresentação, inclinando-se para baixo, sorridente.
Rodrigo, repetindo o gesto da mãe por simpatia, Inclina-se e logo em seguida sai de casa e fecha a porta o mais rápido em que é capaz. ele então descansa suas costas na parede de sua casa, logo ao lado da porta, respirando pesadamente.
-(Tá, eu to aqui, minha família se foi. Perfeito. E tinha que ser logo numa terça.)-
Ainda confuso ao digerir as más novas, ele se lembra de algo.
-(Minha "mãe", ou melhor, a mãe desse tal de Quartz, mencionou o laboratório...)-
Olhando pra cima, logo repara o mesmo. Bem moderno comparado ao padrão rústico das casas ao redor,, tinha até um outdoor, que, por sinal, possuia o que parecia ser um cronômetro zerado. Rodrigo logo conclui que está em Pallet. Não apenas pelo laboratório pokémon, mas, afinal, ele estava jogando Pokemon Red, não gold ou qualquer outro.
-Devo dar uma olhada- Pensa alto Rodrigo.

Ao chegar no laboratório, ele se depara com um velho de cabelos grisalhos, um tanto enrugado, mas com uma postura bem saudável para alguém com a idade visual dele. Rodrigo conclui que é o professor Oak, mas ele parece bem mais velho do que ele viu nos jogos e no anime.
-Olá, Quartz, bem vindo ao primeiro passo que você dará em direção a liga! Siga-me.- diz Oak, sinalizando que ele se aproxime e adentre ao laboratório.
-Quartz?- Rodrigo pergunta, olhando para a esquerda e para a direita, vendo se há alguém por perto, mas logo repara que se deu de bobo, e Oak esta agora olhando para ele com uma expressão de dúvida. -Ah... nada, ainda tô meio com sono.-
-Ahm, então tá. Pelo visto não é só o velho aqui que esquece nomes de vez em quando- diz ele com um sorriso de piada sem graça no rosto, onde Rodrigo sorri também em resposta, sendo tão simpático quanto ele permite.
Logo depois os dois adentram o laboratório. Era um bem grande, onde seria possível comparar sua grandeza com a de alguns shopping centers que tem na cidade de Rodrigo. Repleto de cientistas e ajudantes. Foi uma caminhada considerável até a sala de Oak, que fica bem no fundo, sem alguma parede para separa-la do resto do laboratório. Abrigando em si uma caixa, um computador que parece bem caro, uma mesa cheia de papéis espalhados, e, principalmente, uma mesa com duas pokébolas.
-Muito bem! Aqui estamos, escolha um dos dois, será a escolha mais importante da sua vida!- diz Oak com um sorriso, mascarando o medo que sente de Quartz perguntar o inevitável.
-Dois?- pergunta ele, estranhando a situação, onde Oak expira profundamente, triste por seu medo ser realizado, porém não surpreso.
-Bom, nosso Squirtle foi... Roubado. Sinto muito, se tinha intenções de pegá-lo.- diz Oak, sentindo-se culpado e envergonhado em relação ao si.
-Não Não, tudo bem, pegarei o Charmander.- Diz Rodrigo, um bocado decepcionado que não pegaria o Squirtle, ele se aproxima da pokébola e a reivindica para si.
-Muito bem. Gostei da sua escolha. Essa sua direção me faz lembrar de meu neto.-
-Ah, tá...bom- Replica Rodrigo, um tanto estranhado, mas não por muito tempo, ao se lembrar de quem É seu neto. -Tudo bem, Obrigado.- diz Rodrigo, logo saindo do laboratório com uma pressa que surpreende Oak.
-Ei! Espere! Volte aqui!- Diz Oak, que fica um bocado aliviado que ele consegue chamar a atenção de Quartz.
-Quê?- Diz Rodrigo, pego de surpresa, e um bocado amargo que alguém interrompeu um grande passo para si.
-Falta isso aqui...- Oak busca um pacote retangular em cima de sua mesa, com um papel colado escrito "Quartz" e entrega para o remetente adequado. -Toma, isso será útil.-
-Tá, valeu- Rodrigo fala já pegando o pacote com figurada arrogância da mão do professor.
-Não irá abrir?- Pergunta Oak, obviamente querendo ver a expressão de Quartz ao ver o que o pacote têm a oferecer.
-Nah, depois.- e com uma breve resposta Rodrigo sai em um passo rápido, esperando de não ser interrompido novamente. Logo ele passa pela porta aliviado de que tal coisa não aconteceu.

Rodrigo caminha até a rota 1, bem como representada nos jogos, ela é uma leve rampa levando para Viridian, com um padrão mais de campo que de floresta, tanto que cidade consegue ser identificada com considerável facilidade, mas ainda se mantém distante. Ao analisar o ambiente, Rodrigo se direciona para a esquerda, onde tem uma árvore. Ao alcançá-la, ele senta e se encosta na mesma para se reorganizar. Mas antes que qualquer coisa, ele solta seu Charmander.
-Então... conheça seu novo dono.- diz Rodrigo para o confuso, porém atencioso Charmander, que faz uns sons representativos de compreensão em resposta.
-Heh, é uma pena que roubaram o Squirtle. Eu não gosto de Charmanders, mas ainda menos de Bulbasaurs. Você, rapaz, se daria muito bem com o Virgílio.- Diz Rodrigo, prestando mínima atenção à expressão triste na cara de seu primeiro verdadeiro pokémon, em reação ao comentário infeliz de seu primeiro verdadeiro dono. -Bom, isso significa que, se quiser ser um bom pokémon para seu dono, terá que provar que é um para mim.- diz Rodrigo, com uma leve intenção de deprimir mais o coitado, mas logo se surpreende ao olhar a nova expressão dele: Ele estava com um sorriso tentador de canto, como se estivesse aceitando a proposta de seu treinador, visando como desafio. Em reação, Rodrigo dá uma breve e baixa risada, pensando que talvez o seu Pokemon não seja tão ridículo assim. -Boa sorte.- ele diz, espelhando o sorriso do seu Pokemon, querendo e conseguindo alimentar ainda mais o espírito competitivo dele, o que o prepara para qualquer comando momentâneo, porém logo se decepciona: -Mas por enquanto ficaremos aqui.- diz seu dono, sinalizando que seu Pokemon descanse, e o mesmo obedece, expirando prolongadamente antes, retratando sua decepção, mas logo se reanima e aproveita seu descanso extra. com a leve, porém agradável brisa do meio-dia, Rodrigo se concentra considerando um ótimo momento para pensar nos acontecimentos recentes, e alcançar um consenso com si mesmo.

-(Tudo bem. eu to nesse mundo, então eu devo estar sobre o efeito daquele jogo miserável. mas isso também não significa que não devo aproveitar o momento. Quem sabe até consigo derrotar o Lance? Heh. Nem sei se é ele ainda o campeão, pela idade daquele pôster e da leve probabilidade do tempo aqui andar paralelo ao tempo real... Bom, estou sem minha família nesse meio tempo, o que é ruim. agora imagino se meus amigos estão aqui também? Não, de jeito nenhum. Eles não poderiam fazer a mesma estupidez que fiz ontem a noite. O jeito é encarar isso sozinho.)- Ele pensa, feliz que agora se situou. Ele se ajeita e relaxa por alguns minutos, mas logo se levanta, retirando a pokébola de seu Charmander, retornando-o para a mesma. -Volta e vê se não enche, eu te treino na floresta, pra ter vantagem, então eu to sendo bonzinho.- Diz Rodrigo para seu pokémon, que, por sua vez, apresenta uma mistura de atiçamento e ansiedade graças a fala de seu treinador. Guardando a pokébola em seu bolso, ele lentamente caminha para a cidade de Viridian através da rota 1, mas logo se interrompe: Ele olha atentamente para o pacote marrom-claro apoiado diagonalmente na árvore. Ele pega o mesmo e o abre, com um cuidado que não combina com seu eu.
-Ah, entendi.- Ele vê o aparelho vermelho. Uma câmera, uma tela acessível por abre-fecha, e alguns botões. Era a pokedex, mas ele não se surpreendeu mais por isso. -Ahn, Duas?- Diz ele, pensando que Oak se enganou, mas ele tem preguiça de voltar para devolvê-lo, então apenas a guarda em seu bolso traseiro, que estava pessimamente costurado, mas ele pouco se importa. Finalmente, ele respira fundo e resume sua caminhada pela estrada.

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Virgílio, por sua vez, acorda em um lugar escuro, mais do que deveria estar. Outra coisa a se notar é que ele não estava em uma cama, estava deitado em uma espécie de lençol, que estava estendido sobre a grama. Ele se senta levemente, ainda confuso de tudo ao seu redor, ele procura por perto alguma iluminação, encontrando um lampião e um maçarico. Com devida dificuldade por inexperiência, ele consegue acende-lo, revelando então o misterioso local.
Era uma espécie de cabana, pequena, tinha uma mesa baixa cheia de papéis. e era a única coisa que tinha fora sua "cama". Então, depois de esfregar o sono para fora de seus olhos, ele decide dar uma olhada nos papéis, para poder se situar. Chegando na mesa, ele se senta com o mínimo de esforço, resultante do sono, e começa a ler os papéis consigo.
-(Dia 28/07/14. Hoje foi um ótimo dia. Mal fazem 5 dias que entrei em minha nova vida, e já peguei meu primeiro pokémon! E não um pokémon qualquer, era um Squirtle! Eu roubei do laboratório do velhote em Pallet, e foi tudo tão rápido que nenhum tira sequer veio. Montei minha cabana provisória aqui na floresta de Viridian, e amanhã enfrentarei Brock, e quem sabe eu consiga pegar algo dele, enquanto ele estiver distraído?)- Esta era uma espécie de página de diário, mas não foi bem isso que Virgílio pensou. -Nossa, haja falta do que fazer, para o cara escrever uma fanfic de pokémon. Eu simplesmente não consigo entender esses malucos.-
Um tempo depois de se debater em frente aos papéis que lia, que eram só plantas de casas e setas indicando a melhor forma de entrar despercebido. Ele decide partir, em uma desesperada busca por sua casa. Ele se levanta e corre em direção da porta da cabana em que estava, e, já acordado, ele sai.

Grandes e várias árvores bloqueando a vista e o caminho, sobrando poucas opções para se direcionar. Virgílio fica paralisado com a vista da floresta de Viridian, não só em relação á onde ele possivelmente estaria, como para o Pidgeotto que estava dando um rasante em sua direção. Quando o pokémon se aproxima dele, ele agacha o suficiente para o mesmo errar seu ataque, o que funciona, e o selvagem logo aumenta sua altitude para evitar entrar em colapso com a cabana, que estava logo atrás de Virgílio. Depois de retomar a sua posição elevada, o pokémon ataca novamente, desta vez batendo fortemente suas asas, fazendo dois tornados, que vão em direção de Virgílio. Ele corre de volta para a cabana, e se salva por muito pouco, pois os tornados vinham em direção relâmpago, minimizando o tempo de reação.
Virgílio tenta não acreditar no que viu. Ele expira intensamente, retomando um estado calmo, e dá alguns tapas na própria cara. -Dormindo eu não tô, isso só pode ser obra daquele cartucho...- pensa ele em voz alta. Ele não fica perplexo, nem surpreso ao ponto de poder haver um surto a qualquer hora. ele simplesmente fica sentado, logo em frente a saída da cabana, digerindo toda a situação parte por parte, até retomar seu estado normal.

-Beleza, o otário passou da meia noite jogando aquele conteúdo de Creepypasta, e agora está preso sem sua família, nem seus amigos, que, por sinal, são melhores cumpridores de promessas que ele.- Diz ele, tomando uma perspectiva de si em 3ª pessoa. Antes que ele possa concluir seu pensamento, ele sente leves mexidas dentro de um de seus bolsos, o que faz ele reparar as roupas que ele estava usando: uma camisa azul suja, e uma calça marrom rasgada, com um casaco cinza amarrado em sua cintura. Dando pouca importância para isso, ele enfia sua mão no bolso, esperando fisgar o que estava lhe incomodando. Puxando sua mão de volta, ele repara que era uma pokébola, com uma fita colando um papel de caderno rasgado na parte vermelha transparente da esfera, assim obstruindo o que estava lá dentro, que estava escrito "Adam". Agora curioso, ele pressiona o botão do meio da pokébola, para verificar quem era o agitado pokémon. A sua mente fica mais clara ao ver quem sai dela.
-Então o ladrão sou eu...- O Squirtle olha para seu "dono" com uma cara confusa, esperando que ele falasse. -Eai, Adam.- o Squirtle parece ficar mais confuso ainda, suando frio agora. -Esse é o seu nome, não é?- Squirtle, ainda confuso, agora ofegante de pavor, simplesmente aponta para Virgílio, que consegue entender a mensagem. -Ah... Então esse é o MEU nome?- o pokémon lentamente balança sua cabeça como um sim, um pouco estranhado, ainda dominado pela confusão e pavor. -Hm... Bom, é meio inútil ficar aqui sem fazer nada, que tal agente sair daqui e eu te treinar?- o Squirtle fica surpreso, e faz uma expressão de má ideia para seu dono como resposta. -Ei, não fica assim, vai ser muito maneiro! Eu prometo!- o pokémon, mesmo pouco convencido, decide levantar e seguir seu dono, que estava ansioso enfrente a oportunidade, mas sem a mínima idéia do que estava fazendo.

Alguns minutos depois, Virgílio sinaliza para o Squirtle sair da cabana. -Pronto, tá tudo limpo, o Pidgeotto já foi-. O ainda amedrontado pokémon sai lentamente da cabana, olhando bem para a esquerda e direita da floresta fechada. -Vamos, procurar por um Weedle, Caterpie, ou coisa do tipo.- o Squirtle olha para seu treinador com cara de desespero, como se ele tivesse falado Pokemons poderosos e amedrontadores, ao invés de dois insetos. Conseguindo ver a expressão de seu Pokemon, Virgílio fica um tanto quanto desconfortável. -(Nunca imaginaria que meu primeiro Pokemon seria um Squirtle medroso.)- Pensa ele, enquanto procura atentamente pelo pokémon mais fraco possível.
Com não muito esforço, a dupla logo encontra um Caterpie. -Alí, Squirtle!- Virgílio aponta com o maior ímpeto para o pobre Caterpie, que logo enfrentará um destino inevitável. -Vai lá! Tô logo atrás de você.- Obedecendo, o Squirtle serenamente caminha até seu primeiro oponente, mas não antes de uma engolida seca. -(Isso, esse é um Pokemon de verdade!)- pensa Virgílio, cantando vitória cedo demais, pois basta o Caterpie ter reparado o Squirtle se aproximando, assim olhando para ele, que ele se encolhe dentro de seu casco desesperadamente. Vírgilio expira longamente, sabendo que esta seria uma batalha longa, por mais que não deveria ser.
-Muito bem. Squitle! Use Scrach!- o pequeno pokémon olha para seu dono com uma cara confusa. -Putz! Não, esquece! Use...- Virgílio fecha os olhos e descansa sua palma da mão em sua testa, tentando lembrar qual era o primeiro ataque que Squirtle aprende, ele estava muito acostumado com Charmanders. -Scratch é de Charmander, Pound é de Piplup, qual é o de Squirtle...- Virgílio começa a girar a sua mão desocupada enquanto estala os dedos da mesma, como se fosse ajudar a lembrá-lo. -P*** m****, seu burro! TACKLE! Use Tackle!- Virgílio abre os olhos aliviados de ter se lembrado, mas graças a sua demora seu Squirtle se encontra amarrado com algum tipo de teia: O Caterpie tinha usado String Shot, e agora está usando Tackle furiosamente no Squirtle. -Ah... use Withdraw! Digo, retire-se em seu casco!- Sabendo que Squirtle ainda não sabia Withdraw, ele deu instruções de como o mesmo funciona, na esperança que dê certo, e deu. Squirtle retrai-se no próprio casco, arrebentando as teias que estavam incapacitando ele e ao mesmo tempo defende-se de um Tackle. -Muito bem, mostre do que é capaz: Use Tackle!- diz Virgílio, um bocado preocupado que a vida de Squirtle já tinha sido drasticamente reduzida, porém está aliviado, pois ao menos seu pokémon tinha sobrevivido a armadilha, acima de tudo. O Squirtle joga seu próprio corpo em direção ao corpo do Caterpie, porém o mesmo desvia com facilidade, pois o efeito redutor de velocidade do String Shot ainda estava a tona, e retalha com o Tackle, arremessando o Squirtle para trás. -Ótimo, estou perdendo para um Caterpie, simplesmente perfeito! Use Tackle!- o pokémon de água se joga no inseto, que, por sua vez, é jogado á uma distância absurda, rolando dolorosamente pelo chão. Como Squirtles geralmente tem mais defesa que ataque, o nível do Caterpie deveria ser bem baixo. Mesmo sabendo disso, isso não evita Virgílio de celebrar uma vitória quase-derrota. -Isso! Boa, Squirtle, derrotamos nosso primeiro pokémon! Um... Caterpie...-

Squirtle fica feliz que conseguiu agradar seu dono, mas cai de costas no chão de tanto cansaço. Virgílio anda calmamente em direção de seu pokémon, e senta do seu lado, com um humilde sorriso. Reparando seu treinador, Squirtle se ajeita e com dificuldade se senta também.
-Cara, eu nunca achei que eu ia ter um Squirtle, você sinceramente se daria melhor com um amigo meu. Ele adora tipos água.- Lamenta Vigrílio, lembrando do início de sua batalha, resultando em um olhar triste e preocupado de seu pokémon. -Mas isso também não significa que irei te abandonar. Tú é meu mais novo amigão, e isso significa que farei meu máximo como treinador, e não irei te deixar na mão!- diz Virgílio sinceramente, querendo esquecer a incógnita do mundo real, o que faz Squirtle se agradar perante ao que escutou. Virgílio fisga em seu bolso outra pokébola, desta vez vazia -O que você acha?- pergunta Virgílio para seu pokémon, que, por sua vez, decai sua felicidade para outra cara de má idéia, que faz seu treinador rir em reação. -Vocês vão se dar bem, eu tenho quase certeza.- Squirtle piora sua expressão, como se a única coisa que tivesse entendido fosse a palavra "quase". -Não se preocupe Squirtle, tá tudo bem agora.- diz Virgílio, com um sorriso de canto, se levantando e indo em direção ao Caterpie, que ainda estava consciente, porém fraco demais para se mover. Virgílio levemente arremessa sua pokébola, procurando ser o mais pacífico que um capturador poderia ser, aprisionando na esfera branca e vermelha transparente o indefeso pokémon.

-Bom, não vou te soltar agora, descanse um pouco, ok?- Seu mais novo Caterpie olha ao seu mais novo dono de uma forma confusa, porém compreensiva.
Virgílio estava sentado em um tronco oco jogado no chão, apoiado em uma outra árvore para que o mesmo não role. Ao lado dele estavam suas duas pokébolas, uma ao lado da outra, para facilitar a comunicação entre seus pokémons. O calor das 5 esta sendo bloqueado pelas árvores, coisa que Virgílio gosta e aproveita ao máximo para poder pensar consigo.
-(Eu finalmente tenho tempo para pensar, mas para que mesmo? Digo, não ha nada que eu possa fazer a respeito disso para voltar para casa, e aqui eu sou um foragido, então eu nem sei o que fazer em geral. [palavra censurada] sorte de eu ter adentrado à vida desse Adam, aff.)- Virgílio expira pesadamente enquanto olha para seus pokémons: Squirtle estava tampando sua cara com os seus braços por puro pavor do Caterpie. Ele aos poucos os retrai para poder observar seu "predador". Quando o inseto repara o olhar de Squirtle, ele faz uma súbita careta, o que prega um susto no mesmo, retirando-se ao próprio casco. Virgílio sorri, entretido pelo circo de seus dois primeiros pokémons. -(Eu tenho que aproveitar, não é tão ruim assim. Oras, eu posso fazer minha própria jornada e virar eu mesmo um campeão, com meu próprio time e tudo mais!)- Pensa Virgílio, olhando agora para seu inicial. -(Se eu ao menos pudesse escolher meu inicial... e isso me intriga, eu entrei no jogo, certo? Então por que eu comecei assumindo um ladrão e nem estou no progresso do meu save?)- Silêncio... -(Talvez eu não tenha entrado no mundo Pokemon NO cartucho, porém PELO cartucho? Bom, sei lá, quanto mais merda eu enfiar na cabeça, menos aproveito, então...)- Virgílio levanta calma e um tanto preguiçosamente, roubando a atenção de seus pokémons. -Próxima parada, Pewter!-

~~

-Será que ela ainda está dormindo?- Uma misteriosa voz juvenil diz. Ana estava em uma ótima noite de sono, e não queria desperdiçá-la: por mais que ja estivesse acordada, ela mantém seus olhos fechados e tenta novamente dormir, ignorando as vozes externas, a voz não era a de seu irmão, nem de algum conhecido. Acordando ou não, se fosse alguém para se preocupar com, Ana não conseguiria fazer nada, então opta por fingir que nada escuta. -Sim, está, vamos deixa-la em paz- Diz outra voz, desta vez grossa.
Logo as mesmas somem, confortando Ana para poder ter seu tão esperado sono, até que ela sente algo sendo arremessado em sua face: Um travesseiro.
-Acorda mocreia!- Diz um garoto com a idade aparente dela, ao lado de um homem grande, que, sentado em um poof, e apenas ria da situação. Ana esfrega seus olhos e levemente se conscientiza de seus arredores: uma casa larga, porém com um só andar, as camas eram expostas e a cozinha também, a casa simplesmente não tinha paredes internas. Esta definitivamente não seria a casa de Ana. Logo, desesperada, ela começa a analisar as duas pessoas ao seu redor: O garoto tinha um cabelo liso e vermelho, e olhos pretos, usava uma camisa azul e uma jeans preta, e ele aparentava ter alguma afinidade com Ana, por mais que ela nunca o tinha visto na vida; O homem era um com cabelos um tanto maiores que o do garoto, porém pretos, e seus olhos, por sua vez, eram vermelhos. Tinha uma barba mal raspada e usava uma camisa preta e jeans azuis
-Se esqueceu que hoje é o dia de admissão do papai? Ele vai fazer seu último teste antes de virar um líder de ginásio! Vai ser muito legal! Ele vai ~lutar!- Completa o energético jovem, energia similar a de Leonardo. Ana olha para o grande homem com um olhar um tanto confuso e tímido, ao contato visual, ele simplesmente abana a cabeça, expressando "sim", implicando que tal seria o pai do garoto e dela.
-Falta uma hora ainda, você pode se arrumar, agente vai dar uma volta pra te dar privacidade.- Diz o "pai" dela, e logo se levanta com o garoto, e caminha até a porta, a abre, e inicia sua despedida. -Tchau, Lazull.- Diz o homem, com um sorriso na cara e o braço elevado, sinalizando despedida, e logo desaparece pela porta.
-Agente se fala, jabuti!- Diz o garoto, botando a língua para fora, e logo sai junto de seu pai, e fecha a porta.
Ana fica perplexa e muito confusa, apenas resta a ela trocar suas roupas, como tinham pedido. Ela estava usando um pijama longo rosa, com várias Jigglypuffs estampadas na mesma, o que confunde ainda mais Ana. Ela se levanta e coloca uma camisa azul e uma saia castanha, que chegava aos seus joelhos. Ambas encontradas em um armário rosa, no canto da casa.
-Líder... de ginásio?- Pensa alto Ana, buscando por perto de sua cama o seu game boy. Sem sucesso, ela decide procura-lo pela casa. Algumas pelúcias de Pichus e Clefairies, vários VHS's intituladas do que pareciam batalhas, com um deles especialmente chamando a atenção de Ana: "Blue vs. Red - Finais de Indigo". Curiosa, ela insere a fita numa tv velha que se encontrava próxima as fitas de VHS's. Tudo que mostra na tv confirma todas suas expectativas, inclusive a de sua localização. Ana desliga a tv, paralisada. -(Isso não está em anime, isso é por acaso real? Não... Pode ser, e minha família? Meus amigos? Eu não posso...)- Concluindo seu pensamento, ela olha intensivamente para a porta, logo antes de se disparar para a mesma.

Pidgeys voando velozmente, em reação de uma estrondosa batida de porta. Vários estranhados olhares em direção a uma garota que saí desesperada, porém lentamente da porta de sua casa. Uma cidade um bocado florestal, 3 saídas: uma que dava a uma rampa campinal, outra que apenas parecia dar em um beco sem saída, e outra em direção à uma floresta. A cidade era cortada por uma estrada interligando os caminhos. Um pequeno estabelecimento com detalhes vermelhos que parecia um hospital, e outro com detalhes azuis que lembrava um mercado. algumas casas e um edifício enorme, que se assemelhava a uma oficina, detalhes laranjas, e uma placa gigante acima do mesmo, que estava escrito "GYM".
Ana não estava apenas no mundo Pokemon, estava em Viridian, e não demora para ela perceber. Evitando qualquer extravagância no meio da cidade, ela senta no chão e respira fundo.
-(Não, não, não. Não pode ser, eu estou no mundo p-pokémon...)- pensa ela, em um tom acelerado. -Ha... Haha... Hahahaha! (Tudo que sempre sonhei!)- Extravasa ela com risadas, puxando olhares duvidosos em sua direção. -(Será que encontrarei algum Pokemon? Será que poderei fazer uma jornada? Já sei! Eu acho que posso passar em Pallet e pegar um inicial, não posso?)- Pensa ela, mas antes que pudesse ser mais profunda a respeito, ela é interrompida por surpresa ao sentir dois puxões na manga de sua camisa.
-Ô, mente babacona, pirou de vez? Levanta!- Diz o garoto que implicava por ser seu irmão. Ana expressa raiva figurativa, tenta a sorte, e replica.
-Vê se para de me encher, seu viadinho ridículo, tú nunca mandou em mim, e hoje não é nada diferente.- Diz Ana, usando o pouco de prática que adquiriu com seu verdadeiro irmão, Antônio.
-Ah, agora sim.- O garoto agora massageia o ombro de Lazull, estranhando a mesma no início. -Pensei que o gato tinha mordido sua língua.- Ele sorri, e Ana replica o sorriso, agora entendendo sua relação com o irmão. -Aí, papai já pegou seus pokémons, e tá a caminho do ginásio, vamo lá?- Pergunta o garoto, extendendo a mão, que ajuda Lazull a se levantar.

Alguns minutos depois caminhando por Viridian, o garoto acelera em direção ao destino, logo após de escutar sons vindo do mesmo. -Corre! Já começou!- Diz o irmão de Lazull, que faz a mesma acelerar seu passo ao máximo que podia.
-Calma!- Diz Ana, ofegante, porém sem efeito, pois seu irmão ja entrou ao ginásio, deixando ela para trás. Não levou muito para ela entrar também, mas tudo já tinha acabado.
-Pai!- O jovem garoto corre em direção ao alto homem, ajoelhado no chão, com sua cabeça baixa. Mas logo um Pidgeot aterrisa na frente do garoto, interrompendo seu movimento. As asas do Pokemon brilham, e ele se prepara para atacar. Ana reconhece o ataque: Steel Wing, que ela duvida, por não ser um ataque muito bom com Pidgeots, mas ela se concentra mais na situação do que em stabs. O pokémon interrompe seu ataque do nada, mas logo se repara que foi em reação à estendida mão de seu treinador, em direção ao céu. Ana, mais surpresa que deveria estar, observa o líder de ginásio. Cabelos castanho-claros, espetados para frente, uma camisa preta, e uma calça marrom. Ana confirma, graças as roupas e ao pokémon, quem era o líder de ginásio.
-Vai com calma Pidgeot, deixa o velhote ter seu tempo com a família.- Respondendo ao seu treinador, o pokémon levanta voo em direção ao mesmo, aterrizando ao seu lado. Ocasionando ao garoto continuar sua corrida em direção ao seu pai. -Não me leve a mal, gigante, você seria um bom líder de ginásio, mas não melhor que eu.- Diz Blue. O Pai de Lazull fica sem palavras, ainda ajoelhado no chão. -Heh, não é um homem de palavras, né? Bom, se fosse você, eu deixava de ser menininha e me levantava, pois hoje é seu dia de sorte.- Blue fala com seriedade, e espera pelo homem se levantar, e no processo, ele bota as mãos em seus bolsos. -Muito bem, meu avô tá me mandando pra Kalos, para eu fechar a dex de novo e estudar essa tal de mega evolução. Ele só me disse isso a pouco tempo, estava ocupado passando uns iniciais como de costume. Decidi ligar pro ex daqui, mas o cara é muito sumido, e só você tá concorrendo a Earth Badge, então, se puder, eu gostaria que fosse meu substituto.- Diz Blue, quase forçando as palavras para fora de sua boca.
-Então por quê lutamos?- Pergunta o homem, agora de pé, contendo sua felicidade.
-Queria ver seu grau de batalha. Você é esperto, mas só nos testes escritos. O motivo seria por que eu queria ver se nesse meio tempo meu ginásio ia decair de último direto para primeiro, e minha resposta foi sim.- Diz Blue, puxando uma pokébola de um de seus bolsos, e retornando o Pidgeot, e logo pegando suas outras 5 pokébolas. -Ainda sim, notícias se espalham mal por Kanto, ainda vai ter gente aqui chegando com pokémons treinados pra liga. Pra eles, use minha equipe, mas use DIREITO, entendido?- Blue caminha até uma pequena mesa e deixa suas pokébolas em cima dela, pegando outras 6 que já estavam em cima dela.
-Tá, pode contar comigo.- Diz o pai de Lazull.
-Bom, vou indo, meu barco já deve estar zarpando.- Diz Blue, soltando um outro Pidgeot de sua pokébola.
-Ah... Outro?- Pergunta Ana, curiosa, quase sentindo ausência da situação.
-Heh, você realmente acha que eu deixaria minha verdadeira equipe batalhando no ginásio? Os fracotes são tantos, que lutar com eles seriam falta de prática para meus pokémons- Responde Blue, enquanto caminha pela porta do ginásio, sem se despedir.

(...)

O silêncio permanece no centro pokémon por um bom tempo, até Ana decidir quebrar o silêncio.
-Não fica assim pai, você pode ter perdido a batalha, mas não perdeu o cargo.- Diz ela, que por dentro contém suas risadas pela absurda tentativa de seu pai. Ela viu sua equipe quando ele foi recuperá-los: Um Diglett e um Sandshew.
-É, talvez esteja certa.- Diz ele, com uma expressão que prova o contrário. -Olha, papai quer um tempo sozinho, tabom? Vão brincar, ou algo do tipo...- Fala ele, num tom de depressão. Sem palavras, o irmão de Lazull se levanta e fica parado esperando por ela. A mesma logo se levanta para acompanhar seu irmão, e os dois saem do centro pokémon.
Ana já estava acostumada a vista de Viridian, então não sente conformações em andar calmamente, o que ela faz, porém apenas disfarçando a pergunta que esta prestes a fazer ao seu irmão.
-Ei, bro...- Diz ela, com receios de sua resposta.
-Si, hermanita?- Responde ele, curioso.
-Será que o papai deixa eu ir competir a liga?- Pergunta ela. Sendo seu maior medo do não, que faria dela uma prisioneira de um mundo na qual nunca pudesse explorar.
-Sei lá... Do jeito que ele é, e como ele é o primeiro líder agora, eu acho que isso será decidido em uma batalha.- Responde ele, genuinamente.
-Eu nem tenho pokémons, estrupício, como acha que eu batalharei?- Diz Ana.
-Pois é...- Replica ele.
A conversa logo caí em silêncio de tom triste, até quando seu irmão puxa uma pokébola de seu bolso e entrega para ela.
-Aí, pode ficar.- Diz ele, com um devido tom tímido.
-Ah, um pokémon?- Se surpreende Ana, com seus olhos brilhando. Resultando em um facepalm de seu irmão.
-Com esse peso tu acha que tem algo dentro disso?- Diz ele, com um tom de decepção. Aparentemente, os dois eram experientes de alguma maneira em batalhas.
-Ah... Obrigada!- Já diz Ana se virando e se disparando em direção à rota 1, para pegar seu primeiro pokémon. -Até logo!- Diz ela, entusiasmada.
-Ciao...- Diz seu irmão, estranhado da energia presente nela...

O sol já estava se pondo. Eram as 6 horas, Ana já estava cansada, sentada de costas a uma cerca, obviamente sem sucesso em arranjar um pokémon fraco o suficiente de ser capturado a uma tacada. Ela ia tirar um cochilo, até o momento que ela vê um garoto passar por ela: Uma camisa amarela e jeans, um cabelo loiro fraco pra baixo mal arrumado e mal cortado, com uma pequena mecha empinada para cima, desfiando Newton e suas gravidades. Ele estava segurando uma pokébola, que aparentava ser sua única, e em um de seus bolsos, tinham dois aparelhos que para Ana pareciam dois DS's, eles chamaram a atenção dela pois um deles tinha escapulido do bolso do jovem.
-Ei! Sua pokedex!- Diz Ana, reconhecendo o aparelho claramente. O estranho garoto apenas levanta sua mão, abanando seus dedos, dando pouca importância.
-Fica, nem sei o que eu faria com ela mesmo.- Diz ele. Sua voz era muito peculiar para Ana, mas a pessoa que ela tinha em mente havia um nível de egoísmo que nunca faria tal coisa, então ela logo esquece o assunto, enquanto o garoto continua andando em direção à Viridian.
Terminando de inspecionar a pokedex, Ana começa a pensar sobre seus amigos. O quão mínima era a possibilidade deles estarem juntos com ela, e o quanto ela sentirá falta deles neste mundo. Seus pensamentos logo são interrompidos graças a uma conversa na qual ela se concentra em escutar.
-Sinto muito, ninguém veio te pegar, e estou velho demais para cuidar de um pokémon, terá que viver por aqui...- A voz era velha e rouca, Ana imagina que é Oak, e logo se prova certa a ouvir sons que pareciam vir de um Bulbasaur. Ana lembra do que Blue falou, e a situação logo faz sentido. Ana rapidamente levanta e corre na direção que seus ouvidos indicam. Foi um caminho longo, e, por isso, ao chegar, Oak já tinha ido e, por pouco ela ainda enxerga o Bulbasaur, pois o mesmo já estava indo em direção ao matagal da rota.
O mais pacífica possível, Ana caminha em direção do concentrado pokémon: Ele não estava com medo dos perigos do lugar, apenas atento para qualquer ameaça. Ao percebe-la, Bulbasaur dá um pulo de ajuste e encara furiosamente Ana, preparado para reagir a qualquer coisa, seus olhos vermelhos pareciam brilhar no escuro, dando um ar intimidante.
Ana estava um tanto com medo, mas se lembra que ele apenas sabe Tackle, ainda assim ela tenta ser o mais lenta possível, dando uma brecha proposital para Bulbasaur analisar devidamente cada um de seus movimentos. Finalmente ajoelhada, Ana começa a sua conversa, esperando que tudo dê certo.
-Oi, como vai?- Diz ela, não sabendo ao certo como se fala com um pokémon. O Bulbasaur abre a boca para respirar mais intensamente; estava ofegante, como resultado do medo da humana, mas isso não impede ele de ao menos tentar se defender.
-Eu estou procurando por um amiguinho... E você estava aí, sozinho, decidi te ajudar...- Ana diz, agora preocupada com a própria segurança, pois agora o Bulbasaur começa a suar, suas sobrancelhas levantam, suas pupilas diminuem, e ele começa a ranger os dentes. Os segundos que pareciam horas para Ana começam a incomodá-la, pois o Pokemon permanecia em sua expressão.
-...Então...?- Pergunta ela, agora com seus sentidos aguçados para qualquer passo falso. Sem perceber, ela entrou em uma mesma posição de preparação que Bulbasaur; O mesmo, por sua vez, fecha seus olhos com força e se joga em direção da cabeça de Ana: Ele usou Tackle.
-Ah!- Ana grita e se abaixa, botando ambas mãos acima de sua cabeça. Bulbasaur passa direto em velocidade máxima, mas logo depois Ana escuta um barulho de colapso. Amedrontada, ela olha levemente para trás, a fonte do barulho. Bulbasaur estava de costas para Ana, e logo em sua frente estava um Pidgey, deitado no chão, quase nocauteado. Não durou muito para Ana realmente entender o que estava acontecendo, e logo age em meio disso.
-Você... Me salvou, obrigada- Diz Ana, em simpatia. O Bulbasaur vira levemente a sua cabeça em direção de Ana e sorri, ainda mantendo o olhar hostil pelo Pidgey, e logo se volta a encara-lo.
-Calma, eu acho que ele já entendeu, não vai mais atrapalhar- Ana diz para Bulbasaur, que ainda se mantém concentrado, em negação.
-Tá, ele não vai mais ME atrapalhar.- Insiste Ana, sorridente para seu mais novo guarda-costas. Bulbasaur aos poucos vai desviando seu olhar do fraco Pokemon, e logo já está de costas, olhando diretamente para Ana, esperando por algo. Feliz, ele se senta.
-Novamente, obrigada. Você quer ser meu primeiro parceiro?- Bulbasaur, radiante com o pedido, balança a cabeça, confirmando.
-Ah, que ótimo! Entra aqui, eu vou te soltar, prometo.- Diz Ana, apontando a pokébola para Bulbasaur, mas esperando por sua resposta: Ele simplesmente se ajeita e fecha os olhos. Ana aperta o botão branco central da pokébola, capturando o Bulbasaur.
-Eba! Consegui!- Se alegra Ana, espasmando seus braços para o céu já anoitecido.
-Conseguiu o quê, mocinha?- Ana olha para trás, origem da enfurecida voz na qual ela reconhece. Era seu pai, e logo atrás dele estava seu irmão, aparente boca-de-sabão.
-Foi mal, Lazull, não foi minha intenção- Diz o irmão dela, coisa que ela pouco se importa no momento
-Nós vamos para casa, e você vai me contar TUDO se você ainda quiser ver a luz do dia novamente!- Diz o mais novo primeiro líder de ginásio, de braços cruzados.

~~#End of Chapter#~~
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Re: Game Boy Chronicles

Mensagem por Lipe1209 em Qua 25 Mar 2015 - 10:51

Cara, adorei esse capítulo. Essa é uma das poucas fanfics que vou querer ler todos os capítulos. Como disse antes, gosto de fanfics longas, pois desenrolam melhor a história e permitem acrescentar detalhes que as curtas não permitem. Sua fanfic é ótima e a ideia é incrível. O seu jeito de escrever me deixou ansioso para ler o próximo capítulo e descobrir qual é o Pokémon de Leo e se os amigos irão se encontrar. Parabéns pela ótima fanfic, espero pelo próximo capítulo!
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Re: Game Boy Chronicles

Mensagem por Tsurugi em Qua 25 Mar 2015 - 15:26

Hey! 
Gostei bastante do primeiro capítulo. Me pergunto se eles poderão se encontrar (já que estão em Kanto, como um server de jogo) ou não, já que usaram cartuchos diferentes. Mas enfim, gostei. A escrita melhorou um pouco e achei interessante os nicks que eles tem dentro dos cartuchos. 


Tenho algumas outras dúvidas, mas tiro elas no OFF. 
Espero pelo próximo capítulo! 

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