Pokémon Mythology
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Pokémon - Max e os Heróis de Unova

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Pokémon - Max e os Heróis de Unova

Mensagem por Lipe1209 em Dom 15 Mar 2015 - 22:52

Capítulos:
01 - Sorte Grande
02 - Vinte Anos de Espera
03 - Maltratado e Abandonado

Sinopse:
Essa é a história de Max Campbell, um garoto de 14 anos que mora em Unova e tem como sonho ser o campeão. No caminho, deverá vencer a Equipe Plasma, que depois de 20 anos, voltou a ativa com um plano de dominação mundial. Pode parecer uma história comum, mas não é. Entre aventuras, traições, romances e batalhas, Max deverá descobrir o grande segredo de Unova, que desencadeará mortes e destruição se for descoberto pelas pessoas erradas.

Personagens:
Nome: Max Campbell
Sexo: Masculino
Idade: 14 anos
Personalidade: Max é um garoto energético e sonhador, sempre pensando em como vencer a liga e se tornar campeão. Também é impulsivo, e faz de tudo para proteger quem ama, o que pode ser sua perdição. Após o segundo capítulo tem o desafio de derrotar a Equipe Plasma.
Aparência: 1,70m, olhos e cabelos castanhos. Garoto magro de pele clara.
Pokémon (atuais):


Nome: Caroline Thompson
Sexo: Feminino
Idade: 14 anos
Personalidade: Caroline, ou Carol é uma garota meiga, que ama seus Pokémon. Ela tem o sonho de completar a Pokédex e ter todos os Pokémon fofos e fortes. Depois do segundo capítulo, ela precisa ajudar Max a derrotar a Equipe Plasma.
Aparência: 1,72m, olhos verdes, longos cabelos castanho-escuros e pele bronzeada.
Pokémon (atuais):


Nome: Jack Campbell
Sexo: Masculino
Idade: 35 anos
Personalidade: Jack é um ex-campeão de Unova. Seu sonho atual é que seu filho consiga se tornar campeão assim como ele. Gosta muito de sua família e é impulsivo, coisa que "passou" para o filho.
Aparência: 1,75m, olhos e cabelos negros como a escuridão do espaço. Muito parecido com Max.
Pokémon: Desconhecidos




Capítulo 1 – Sorte Grande


Ele acordou no chão, com o sol matinal que passava pela janela do pequeno quarto batendo em seu rosto. Abriu os olhos e olhou para a cama. Mais um pesadelo. Era a mesma coisa, um precipício, algo ou alguém o empurrando, e dizendo com uma voz rouca: “Você nunca será como ele.”. Mais uma manhã comum para Max Campbell. Ele ajeitou seu cabelo castanho e olhou para a janela, onde as cortinas brancas esvoaçavam com a brisa. Presumiu que eram 8 horas. Olhou para seu despertador vermelho vivo. Estava certo. Max era um garoto comum de 1,70m, que morava com o pai, Jack, na cidade de Nuvema, em Unova. Seu pai foi o campeão de Unova há 20 anos, vencendo Kate, até que uma garota misteriosa o derrotou e sumiu, deixando a Elite 4 como responsável em achar um novo campeão, que até agora não foi encontrado, pois ninguém conseguiu derrotar a Elite 4. Jack casou com Kate e vive em Nuvema, na antiga casa do líder de ginásio de Aspertia, Cheren. Max foi ao pequeno banheiro, ligou o chuveiro e tomou um banho rápido, lembrando-se de sua meta. Ser o campeão de Unova, e depois deixar seu pai vencê-lo, para que pudesse ser campeão novamente.


Depois de cinco minutos, desligou o chuveiro e se secou em sua grande toalha branca. Sentiu-se animado e eufórico. Voltou ao seu quarto e abriu seu armário, e depois de ver algumas roupas, vestiu uma camisa branca simples. Colocou uma bermuda cinza, que ia até o início as canelas, e um tênis azul e branco. Arrumou uma grande mochila com tudo que seria necessário: roupas, um saco de dormir e comida suficiente para 10 dias, além de alguns bens pessoais, como fotos, e é claro, sua adaga, que ganhara de seu falecido avô. Aquele seria o dia em que pegaria seu inicial e partiria em uma jornada, além de ser seu aniversário de 14 anos. Sua mãe achava muito perigoso sair antes dos 14, mas a hora havia chegado.

Sua mãe, Kate, virou pesquisadora depois de ter deixado de ser campeã, e estava trabalhando na região de Kalos, junto com pesquisadores de outras regiões. Ela estava lá por três anos, e ficaria mais dois anos em Kalos. Max queria ser o campeão antes de sua mãe voltar. Desceu as escadas apressado, com a mochila balançando e batendo em suas costas a cada passo. Chegou à cozinha, onde encontrou seu pai sentado à mesa, tomando seu café. Puxou uma cadeira e sentou-se, onde seu café estava preparado.               Seu pai estava vestindo uma camisa polo azul e uma calça jeans, que Kate havia dado como presente no último Natal que passara em casa. Olhou para Max e abriu um sorriso.

- Feliz aniversário filho! Empolgado para sair em uma jornada?

- Sim pai. Já tenho tudo preparado. – disse o garoto, animado.

- Tenho uma surpresa para você! Mas só depois que pegar seu inicial.

Max comeu uma torrada e bebeu um pouco do suco de laranja que havia em seu copo. Depois de terminar seu café, levantou-se e pegou sua mochila. Saiu com seu pai em direção ao laboratório.

O Sol bateu em seu rosto logo quando abriu a porta. Um caloroso feixe de luz que empolgou Max. Alguns Pokémon que estavam no chão voaram quando o garoto chegou perto. Sua casa era perto do laboratório, então o avistou rapidamente. Chegando lá, uma garota estava parada em frente ao laboratório, olhando com impaciência para a porta. Pelo que ele sabia, seu nome era Caroline, a outra treinadora que pegaria um inicial. Ela tinha a mesma idade de Max, e era linda. Era um pouco mais alta que Max, e tinha um longo cabelo castanho-escuro. Seus olhos verdes eram lindos, e aparentava ser mais velha do que realmente era. Max sabia que aquilo era por causa da idade. Todas as garotas bonitas chamavam sua atenção. Mas achava que Caroline era diferente. Suas longas mechas castanhas caíam sobre uma camiseta rosa. Usava uma calça jeans e um tênis branco. Em suas costas ela levava uma mochila rosa e preta. Era a garota perfeita, pensava ele. E adorava rosa.

Max cumprimentou-a, tímido, e ficou esperando ao seu lado em frente à porta. Depois de alguns segundos a grande porta de madeira se abriu com um rangido e uma mulher que aparentava ter 40 e poucos anos apareceu.

- Bom dia treinadores! Sou a Professora Juniper. Entrem! – disse, animada.

Max entrou logo atrás de Caroline, e seu pai o acompanhou. O laboratório era muito maior do que parecia por fora. Haviam várias estantes, cheias de livros. Em um canto, dois computadores estavam ligados sobre mesas de madeira. Algumas cadeiras estavam espalhadas sobre a sala. O que mais chamou a atenção de Max foi uma pequena mesa no centro do laboratório, onde três pokébolas estavam repousadas sobre almofadas pretas. O vermelho reluzia o reflexo da professora, que parou ao lado da mesa.

- Um destes será seu inicial. Ele será seu primeiro Pokémon e parceiro. Podem escolher entre... – ia dizendo a professora.

- Eu já tenho um Pokémon. - interrompeu Caroline. – o Pikachu que capturei ainda como Pichu em uma viagem a Johto que fiz com minha mãe.

Caroline tirou uma Great Ball de sua mochila. Max olhava para a Great Ball e pensava o quão forte seria aquele Pikachu.

- Continuando... – retomou Juniper. – Podem escolher entre Snivy, Tepig e Oshawott.

A professora pegou uma por uma e os três saíram, pousando no chão. Os dois treinadores ficaram fascinados com os Pokémon.
       
    Snivy                           Tepig                                      Oshawott
Lv 5 – Tackle/Leer     Lv 5 – Tackle/Tail Whip     Lv 5 – Tackle/Tail Whip


- Podem escolher. – disse Juniper.

Caroline deu um passo à frente e pegou a pokébola de Snivy.

- Quero Snivy. Acho muito fofo. – acariciando a cabeça da pequena serpente de grama.

- Agora você Max. Escolha seu inicial.

Ele estava indeciso. Os dois pareciam ótimos iniciais. Mas tinha que tomar uma decisão. Respirou e deu um passo à frente. Sua mão trêmula foi em direção à mesa. Hesitou por um segundo, mas pegou uma pokébola. A pokébola de um pequeno Pokémon de água.

- Escolho Oshawott. – disse, olhando para Juniper.

Então ele viu a decepção no rosto de Tepig, e se sentiu mal. Então, impulsivamente, perguntou à professora:

- Sei que cada um só pode ter um inicial, mas posso ficar com Tepig também? Sinto-me mal por ter escolhido só um dos dois, pois os dois parecem incríveis.

- Eu não deixaria, mas como o outro treinador se mudou há alguns dias e Caroline já tem dois Pokémon, pode ficar com Tepig.

A reação de Tepig foi rápida. Pulou no colo de seu novo treinador, que o abraçou junto com Oshawott.

Juniper entregou uma pokédex para cada. Ela explicou que deveriam vencer dez líderes de ginásio, e que os líderes eram separados por duplas. Poderiam mudar a ordem das duplas, mas não a ordem dos líderes de cada dupla. As duplas eram: Cilan/Chili/Cress e Cheren, Roxie e Burgh, Elesa e Clayton, Skyla e Brycen e a última dupla era Draco e Marlon. Nos últimos anos, somente dois líderes mudaram. Clay e Drayden, que morreram, deram lugar aos seus filhos, Clayton e Draco, respectivamente. A primeira batalha seria contra os três irmãos Cilan, Chili e Cress, já que estavam em Striaton, cidade próxima a Nuvema. Ela entregou também o Xtransceiver, que serve para fazer chamadas por vídeo.

Depois de tudo explicado, saíram do laboratório, e Jack correu para casa, voltando com uma pequena caixa branca. Ele a entregou para Max, que abriu, desfazendo o laço vermelho e tirando a tampa branca. Dentro da caixa, aconchegadas em cima de uma almofada, haviam duas pokébolas. Ele pegou-as, surpreso, enquanto seu pai segurava a caixa. Jogou as duas à frente, e delas saíram dois Pokémon. Um era um pequeno pássaro com a cabeça vermelha e o corpo cor de bronze.

- Seu nome é Fletchling, e ele é de Kalos. – disse Jack. – Ele é especial, pois é “shiny” e tem algo chamado hidden ability. Sua mãe me mandou e pediu para te entregar como presente de aniversário.

Max havia lido sobre isso, e achar um Pokémon assim era muito difícil. O outro também era “shiny”, segundo seu pai. Era um pequeno bode, com uma espécie de colar de folhas. Seu nome era Skiddo, e também era de Kalos. Jack disse que quando ele evoluísse poderia usá-lo como montaria.

 - Sua mãe levou mais de um ano para acha-los e teve muito trabalho para captura-los. Os dois estão no nível 5, então terá que treina-los junto com seus iniciais. Aproveite e marque seus dados em sua Pokédex. E cuide bem deles. Você dá conta?

- Claro! – disse Max, admirando os dois Pokémon.

        Fletchling                             Skiddo
Lv 5 – Tackle/Growl      Lv 5 – Tackle/Growth


Max agradeceu e foi até a Rota 1 junto com Caroline. Os dois já sabiam como capturar Pokémon, então Juniper deu 5 pokébolas para cada. Max marcou o telefone da professora, de seu pai e de Carol, e se despediu. Passou pelo mato alto com Caroline ao seu lado, e depois de alguns passos não via mais nada além do mato verde balançando com a brisa. A garota havia desaparecido no mato, mas Max não se preocupou com isso.

Tudo estava tranquilo, até que Max começou a ouvir ruídos. Pokémon escondidos, esperando o momento certo para atacar. Ele estava louco para batalhar. Após mais alguns passos a grama ficou menor, mas os ruídos aumentavam. Sabia que algo o observava. Já estava com a pokébola de Oshawott em sua mão direita, quando o viu, escondido no mato da rota. Era hora de testar minhas habilidades como treinador, pensou. Jogou a pokébola para o alto quando o pequeno Pokémon se revelou. Era um pequeno cachorro, com o rosto cheio de pelos. Sacou a Pokédex do bolso e gravou seus dados.

“Lillipup, o Pokémon Filhote. O cabelo longo em torno de seu rosto fornece um radar incrível que permite que ele detectar mudanças sutis em seus arredores.”

Oshawott saiu de sua pokébola, pronto para batalhar.

         Oshawott                             Lillipup
Lv 5 - Tackle/Tail Whip   VS   Lv 3 - Tackle/Leer


- Oshawott, comece com Tail Whip para diminuir a defesa e depois Tackle! – disse, empolgado pela batalha.

Oshawott se virou e balançou sua cauda, diminuindo a defesa de seu adversário, e antes que Lillipup pudesse reagir, investiu contra o pequeno animal, e com um golpe, jogou Lillipup contra uma árvore que ali estava. Algumas folhas caíram, cobrindo o adversário. Max achou que tinha vencido. A sensação foi incrível. Quase gritou, mas nesse exato momento, o grito entalou na garganta, pois as folhas começaram a se mexer, e de pé em suas quatro patas, com alguns feixes do sol da manhã passando pelas folhas verdes da árvore e iluminando uma parte de seu rosto cheio de pelos, lá estava Lillipup. O pequeno cachorro era um bom adversário, e olhou de um jeito estranho para Oshawott.

- Leer. – presumiu Max.

Lillipup fez o mesmo que Oshawott, e atacou-o, correndo, determinado a acertar seu adversário.

- Desvie Oshawott! – gritou.

Era tarde. Lillipup acertou Oshawott em cheio, um golpe crítico. Max preocupou-se no início, mas Oshawott levantou rapidamente, e aliviado, percebeu que não tinha levado muito dano. O Pokémon estava em pé novamente, batendo na concha de sua barriga.  Max estava decidido a acabar com isso antes que se complicasse.

- Oshawott acabe logo com isso. Tackle novamente!

Oshawott atacou seu adversário novamente, que desmaiou, sem grandes cerimônias. Max não se preocupou muito, já que seu pai havia dito que quando se vence um Pokémon selvagem ele desmaia, mas depois de algumas horas ele se recupera como se não tivesse se machucado, a menos que os danos fossem graves. Mas ele também ganha experiência e fica um pouco mais forte a cada derrota… Bom, Oshawott venceu, e isso era o que mais importava para o novo treinador.
 
Max andou por mais alguns minutos, conhecendo a rota, quando viu outro Pokémon, que subia em uma árvore. Era uma espécie de roedor. Pegou sua Pokédex.

“Patrat, o Pokémon Escoteiro. Extremamente cauteloso, um deles estará sempre à procura, mas não vai notar um inimigo vindo de trás.”

Max pegou a pokébola de Tepig de seu cinto, e o Pokémon adversário olhou para ele com seus olhos vermelhos. Ele parecia mais forte que o Lillipup que havia enfrentado anteriormente. Talvez outro treinador já havia derrotado Patrat antes, e ele ficou mais forte. Max via a vontade de batalhar em seus olhos, então lançou a pokébola de Tepig. Ele sabia que Tepig queria mostrar que era forte, pois quando saiu já olhou para seu adversário, determinado a vencer. Patrat desceu da árvore e se posicionou a alguns metros de Tepig, pronto para atacar.

              Tepig                                      Patrat
Lv 5 – Tackle/Tail Whip   VS   Lv 6 – Tackle/Leer


 - Tepig, Tail Whip, depois Tackle! – apontando para Patrat.

Tepig se virou, balançando seu rabo vermelho e diminuindo a defesa de seu adversário. Patrat tinha a experiência de batalhas anteriores, e aproveitou para atacar Tepig. Quando o Pokémon se virou, foi acertado pelo Tackle de Patrat, e cambaleou para trás. Patrat era forte demais... Talvez não conseguisse vencê-lo com Tepig, mas tentaria ao máximo. Patrat estava feliz por sua força. Pelo visto sua última batalha foi muito difícil. Um treinador forte. Caroline. Ela havia vencido Patrat. Bom, se ela conseguiu, eu também consigo, pensou.

- Vamos lá! Tackle!

Seu parceiro seguiu as ordens e atacou o roedor, que não desviou. Crítico! Agora faltava pouco para derrota-lo. Ele estava zonzo pela força do golpe, então Max não pensou duas vezes.

- Tackle novamente!

Novamente Tepig foi para cima, atacando Patrat. O pequeno roedor caiu entre algumas folhas na sombra da árvore, desmaiado. Vitória novamente. Tepig correu em na direção de Max, que o acariciou. Os dois estavam felizes. A Pokédex de Max apitou. Tepig havia aprendido um golpe novo: Ember. Patrat era tão forte que deu experiência suficiente para o Pokémon subir dois níveis.

Max passou o resto do dia treinando na rota. Batalhou com mais de 20 Pokémon selvagens, seus Pokémon aprenderam golpes novos, e quando escureceu, por volta das 7 da noite, voltou para casa, pois estava um pouco longe de Accumula e seus Pokémon não aguentavam mais batalhar.

Oshawott  Lv 10 – Tackle/Tail Whip/Water Gun      
Tepig  Lv 10 – Tackle/Tail Whip/Ember/Odor Sleuth                                                                                                          
Fletchling  Lv 10 – Tackle/Growl/Quick Attack/Peck
Skiddo  Lv 10 – Tackle/Growth/Vine Whip/Tail Whip                                                                            


Última edição por Lipe1209 em Seg 30 Mar 2015 - 12:14, editado 17 vez(es)
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Re: Pokémon - Max e os Heróis de Unova

Mensagem por Killer123 em Seg 16 Mar 2015 - 0:09

Okay, Let's go!

Bem, eu achei a escrita até que boa, mas vou ser sincero, eu sou contra em mecanizar os Pokémon desse jeito! Sim, deixar eles ao estilo dos jogos, com levels, e ficar aprendendo golpes rápido desse jeito os tornar, tão sem emoção, parecem apenas computadores.

Se você quer deixar eles com apenas quatro golpes, tudo bem, mas eu recomendo tirar o sistema de levels. O pior é eles já estarem no level 10 tão rápido. Não vou pedir para colocar realismo na sua fic, mas eu acho muito estranho, o Pokémon desmaia e logo depois já recupera como se fosse nada?! Se não quiser colocar Pokémon sangrando tudo bem, mas leve um pouco mais sério sobre os danos da batalha.

Tirando esse lado, eu gostei do fato do protagonista ser filho de um ex-campeão. Quem sabe ele não retome o que já foi de seu Pai um dia?! Bem, eu gosto bastante de Unova, a 5° geração foi muito boa, teve a melhor história dos jogos No anime foi uma bosta! Espero que a fic dê certo. Desculpe se fui grosso, apenas quero evitar futuras frustrações suas com a fanfic.

Bem é só isso!
Boa sorte no projeto!
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Re: Pokémon - Max e os Heróis de Unova

Mensagem por Lipe1209 em Seg 16 Mar 2015 - 9:28

Obrigado pela crítica. Os Pokémon só estão mecanizados agora no começo para quem lê não se perder. Para não ficar narrando toda e qualquer batalha, eu escrevi em um parágrafo que ele batalhou contra vários Pokémon selvagens, e coloquei os níveis para saberem e não acharem estranho se Tepig ou Oshawott evoluírem sem tantas batalhas narradas. A partir dos próximos capítulos, irei colocar os níveis dos Pokémon no final, como fiz aqui, e os golpes aprendidos farão parte da história, pois vi que fica melhor. Mas obrigado mesmo assim, vou tentar deixar mais empolgante.
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Re: Pokémon - Max e os Heróis de Unova

Mensagem por Mestre em Seg 16 Mar 2015 - 19:14

bem legalzinha,Unova e a esperança de um futuro pokemon gamers da santiga(Que se XY for que nem OR e AS e mel com açucar no in-game)
mas a escolha de um fletchling e Skiddo Shiny no inicio e dois iniciais ,ele tem que ficar um bom tempo sem capturar e um erro meu que eu fiz,não botei main post ,se você prefere comentar mas detalhadamente o Main Post e essencial ,se aprofunda mais no personagem e nos capitulos,espero que seja util e que você fça uma boa fic

PS-Explique como o protagonista vê o nivel do pokemon
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Re: Pokémon - Max e os Heróis de Unova

Mensagem por Lipe1209 em Seg 16 Mar 2015 - 19:22

Ele ficará um tempo sem capturar Pokémon depois de capturar o 5º, e no segundo episódio é explicado como conseguem ver os níveis dos Pokémon. Só tenho uma pergunta, que mandarei por MP.
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Re: Pokémon - Max e os Heróis de Unova

Mensagem por Lipe1209 em Qua 18 Mar 2015 - 7:56

Capítulo 2 – Vinte Anos de Espera

Max acordou cedo e se arrumou. Pegou sua mochila e desceu as escadas. Seu objetivo era chegar a Striaton até à tarde do dia seguinte. Eram 10 km de Nuvema até lá, e com batalhas ele demoraria mais de um dia para chegar lá. Planejou conhecer Accumula e dormir no Centro Pokémon de lá, e partir de manhã para Striaton. Tomou seu café da manhã, se despediu de seu pai e partiu novamente para a Rota 1, desta vez para seguir em frente. Passou novamente pelo laboratório de Juniper e abriu caminho no mato alto. Andou por alguns metros, mas havia algo estranho. Nenhum barulho, sem nenhum Pokémon selvagem ali, mas seguiu em frente. Quando chegou ao final da rota, viu um Pokémon conhecido. Lá estavam Snivy e Caroline, que usava uma camiseta branca e uma bermuda jeans curta, que deixava suas pernas maiores ainda maiores, e Max se pegou babando um pouco. Carol estava batalhando contra uma mulher ruiva de uniforme cinza, que batalhava com um cachorro parecido com Lillipup, mas era maior. Max sacou sua Pokédex.

  “Herdier, o Pokémon Cão Fiel. Este Pokémon muito leal ajuda treinadores, e também cuida de outros Pokémon”.

Ao lado dela, um homem gordo com o mesmo uniforme estava prendendo vários Pokémon selvagens em uma jaula. Max se escondeu atrás de uma árvore e estava esperando o momento certo para intervir. A mulher discutia com Caroline.

- Nós da Equipe Plasma estamos mais fortes do que nunca! Ficamos quase 20 anos só esperando, e agora é nossa vez de agir! Vamos dominar Unova, e depois, o MUNDO! Temos aliados em todas as regiões, e eles virão para concluir o plano. – disse a mulher uniformizada.

- Vocês nunca irão dominar Unova! Nunca! – Retrucou Caroline. – Snivy, Vine Whip!

Snivy lançou chicotes feitos de cipó que saíram de seu pescoço, indo em direção a Herdier, que desviou facilmente.

- Quer brincar criança? Então tudo bem! Herdier ataque com Ice Fang! – disse a vilã.

Herdier começou a correr para cima de Snivy. Suas presas se transformaram em gelo. Max sabia que seria super-efetivo em Snivy, e não poderia deixa-los fugir com todos aqueles Pokémon. Então pegou uma pokébola em seu cinto e jogou-a na frente de Snivy. Segundos antes de Herdier atingir Snivy, Tepig saiu de sua pokébola, assustando Herdier e fazendo-o errar o golpe. Era hora de batalhar.

                           Snivy                                                                          Tepig
Lv 13 - Tackle/Growth/Vine Whip/Leer   Lv 10 - Tackle/Tail Whip/Ember/Odor Sleuth
                                         VS                                                
Herdier
Lv 17 - Bite/Ice Fang/Take Down/Helping Hand


- Dois contra um? Podem vir! Meu Herdier vai derrotar seus Pokémon e depois vou matar vocês dois. – disse a mulher, com maldade nos olhos.

- Só tem um problema. Não vamos perder. – disse Caroline. – A polícia está vindo para prendê-los. Mas enquanto isso, Snivy, Growth!

- Tepig, Ember! – disse Max.

- Herdier, desvie e ataque Tepig com Bite!

- Snivy, quando ele vier use Vine Whip!

Snivy ficou maior por alguns segundos, aumentando seus ataques físico e especial. Enquanto isso, Tepig atacava seu adversário, soltando brasas pelo seu focinho. Herdier não conseguiu desviar e recebeu o golpe. Herdier parecia estar cansado, e após a batalha contra Snivy ficou pior ainda, e Max tinha a certeza de que conseguiria nocauteá-lo em alguns ataques. O lado ruim é que dificilmente seu Tepig aguentaria um ataque de um Pokémon tão forte. Herdier foi para cima de Tepig com a boca aberta, preparada para mordê-lo.  Quando chegou perto, Snivy chicoteou o rosto de Herdier com cipós. Isso o atrapalhou um pouco, mas não impediu a mordida. Tepig caiu de lado, gritando de dor. Max viu que seu parceiro não poderia mais batalhar, pois a marca da mordida em seu corpo era grave, e provavelmente não seria curada por completo. Com raiva nos olhos, retornou-o para sua pokébola e pegou a de Oshawott, já que seus outros teriam fraqueza ao Ice Fang de Herdier.
             
                                                           Oshawott
                                      Lv 10 - Tackle/Tail Whip/Water Gun


- Como esse pirralho tem dois iniciais? – disse a vilã, inconformada. – Não importa. Derroto esse Oshawott também, ou não me chamo Anna.

- Vamos lá Oshawott, Water Gun!

- Snivy, Vine Whip novamente!

Snivy foi mais rápida, acertando novamente Herdier, que cambaleou, logo em seguida Oshawott lançou um jato d´agua que o fez voar contra o homem, que segurava um Patrat. O homem caiu com o impacto e o soltou. Herdier estava desmaiado. Anna ficou furiosa. Neste exato momento uma moto da polícia apareceu. A policial de cabelos azuis usava um uniforme azul claro. Abaixo de seu distintivo um pequeno broche com seu nome: Jennifer A. Ela desceu da moto, e sacou sua arma. Anna e o homem se renderam, já que não tinham como escapar, e Anna urrou:

- Vocês vão pagar por isso suas pestes! Nem que custe a minha vida vou pegá-los!

A policial os prendeu e balançou a cabeça para Caroline como sinal de agradecimento.  Ela os levaria para Accumula, onde seriam interrogados. Max soltou todos os Pokémon da jaula e viu como Tepig e Oshawott estavam. Sua Pokédex apitou. Tepig e Oshawott haviam ficado mais fortes. Oshawott aprendeu um novo golpe, Water Sport. Guardou sua Pokédex e acariciou seus parceiros.
                  
Logo depois os retornou para suas pokébolas e partiu para Accumula com Caroline. Precisava urgentemente de um Centro Pokémon. A cidade, que na verdade era muito pequena para ser uma cidade, tinha alguns sobrados, algumas casas pequenas, um Centro Pokémon e uma delegacia ao lado. Max correu para o Centro Pokémon junto com Caroline. Ao entrar, o garoto ficou boquiaberto. Dois balcões ficavam à direita, onde um homem vendia itens de cura, pokébolas, guloseimas, etc. À esquerda haviam alguns guias, mapas e revistas. Ao fundo havia um largo balcão, onde uma jovem de cabelo rosa lia uma revista. Em um dos cantos, uma escada rolante dava a uma lanchonete, e ao lado da escada havia um computador e comunicador, que servia para mandar os Pokémon para outra pessoa que também tivesse um comunicador. Max e Caroline andaram em direção ao balcão. Ao perceber os treinadores, a jovem parou de ler sua revista com um sorriso no rosto, disse:

- Bem-vindos ao Centro Pokémon. Posso ajudar?

- Queremos curar nossos Pokémon. – disse Max, pegando as pokébolas de Tepig e Oshawott de seu cinto.

- Tudo bem. Blissey venha cá! – disse a enfermeira
 
Um grande Pokémon branco e rosa saiu de uma porta que ficava atrás do balcão. Max pegou sua Pokédex e apontou-a para o Pokémon.

“Blissey, o Pokémon Felicidade. Estas enfermeiras Pokémon bondosas curam Pokémon doentes. Ela detecta sentimentos de tristeza.”

- Você tem a função de treinador na Pokédex? – perguntou a jovem.

- Que eu saiba não. – disse Max. – Mas o que é isso?

- É a função que identifica as batalhas que você venceu ou perdeu e as insígnias que ganhou. Em cidades grandes existem filiais do Banco Nacional de Unova, em que você pode abrir uma conta e receber dinheiro conforme as vitórias. Mas se você tiver mais derrotas, ficará devendo. Isso incentiva a competitividade dos treinadores. Se quiser posso programar essa função em sua Pokédex.

- Ok.

- Eu também quero – disse Caroline.

A enfermeira pegou as Pokédex dos treinadores junto com as pokébolas de Max, que viu seu nome em um pequeno broche parecido com o da policial. Joy A. Joy era o nome de todas as enfermeiras, e o jeito de diferenciá-las era pelo sobrenome. Cada uma tinha o sobrenome que começava por uma letra do alfabeto. Assim era fácil descobrir que Joy era qual. A mesma coisa ocorria com as policiais.

 – Não vai curar Snivy?

 - Não. Em casa tenho itens de cura. Deixe Oshawott e Tepig e venha comigo. Tenho que trocar esta camiseta suja.

A enfermeira entregou as Pokédex para os treinadores, junto com algo que parecia uma carteira.

- Estes são seus estojos de insígnias. Cada insígnia recebida deve ser guardada aqui. Mesmo se receberem todas as insígnias, sem isso não poderão participar da liga Unova.

- Mas e se perdermos ou formos roubados? – perguntou Caroline.

- Nesse caso, vocês terão a Pokédex, mas não dizemos isso para não tentarem vender as insígnias para quem não recebeu. – disse a enfermeira.

- Entendi. – disse Caroline.

- Volte em uma hora para pegar seus Pokémon.

- Ok. – disse Max.

 Os dois treinadores saíram do Centro Pokémon, e Max seguiu Caroline até sua casa, que ficava a alguns metros do Centro Pokémon. Caroline pegou a chave da casa de sua mochila e abriu a grande porta branca. Max entrou e se impressionou com o tamanho da casa. A sala era larga, com um longo sofá branco em um canto. No canto oposto havia uma televisão grande, pendurada na parede. No centro havia uma pequena mesa com duas revistas abertas.

- Espere aqui. – disse Caroline, seguindo em direção a outro cômodo.

Max sentou-se no grande sofá. Pegou uma revista e começou a ler. Ela falava das funções da Pokédex.

 - “A Pokédex tem várias funções.” – leu Max. – “Você pode ver os dados de seus Pokémon, assim como seus níveis e golpes, além de poder registrar qualquer Pokémon existente.”.

Caroline saiu do quarto. Ela agora vestia uma camiseta amarela. Ela pegou alguns itens de cura em um armário e deu algumas poções para Max.

- Obrigado Caroline. – disse Max, pegando algumas poções.

- Me chame de Carol.

- Ok.

 Saíram da casa de Carol e foram almoçar, pois já se passava do meio-dia. Foram até a pequena lanchonete que ficava no andar de cima do Centro Pokémon. Pediram um lanche cada. Enquanto esperavam o lanche, Carol deu o líquido da poção para Snivy, que se curou rapidamente. Quando os lanches ficaram prontos, comeram silenciosamente, até que Carol disse:

- O que será que é a tal da Equipe Plasma?

- Eu sei um pouco sobre eles. – disse Max. - Meses depois que meu pai perdeu o título de campeão ele me disse que essa organização tentou dominar Unova pela segunda vez, pois já tinham tentado dois anos antes. Depois que foram derrotados sumiram. Mas agora, vinte anos depois, voltaram, e pelo Herdier da tal Anna, eles estão muito mais fortes.

Nesse instante, a policial Jennifer entrou no Centro Pokémon, indo falar diretamente com a enfermeira. Max e Carol terminaram de comer e desceram as escadas, para ver se
Tepig e Oshawott haviam sido curados, e também para tentar ouvir a conversa que parecia ser sobre a Equipe Plasma. Foram falar com a enfermeira, que quando viu Max parou de falar com Jennifer.

- Olá. Seus Pokémon estão curados. Vou pegá-los para você. Só um minuto.

Enquanto a enfermeira estava em uma sala atrás do balcão, Jennifer A. olhou para os dois treinadores, e com preocupação na voz, disse:

- Olá. Gostaria de agradecê-los formalmente pela ajuda, mas também gostaria de alertá-los. Os dois criminosos fugiram da prisão enquanto um novato que os vigiava pegou no sono. Então se os virem liguem para a polícia imediatamente. Não tentem de jeito nenhum interagir com eles, pois são muito perigosos, e vocês deram sorte de não terem se machucado ou até morrido antes. Pelas investigações, estes dois membros são fracos perto dos outros que estão soltos por aí, então não tentem nada, pois talvez não tenham a mesma sorte que tiveram hoje.

- Tudo bem policial. – disse Max.

Max queria seguir as ordens da policial, mas queria mais ainda pegar os dois plasmáticos, e principalmente, proteger Caroline de Anna. Não iria seguir as ordens, somente os vilões.

A enfermeira chegou com as duas pokébolas na mão e entregou-as a Max, que agradeceu e se despediu de Joy e Jennifer, saindo do Centro Pokémon com Carol ao seu lado. Max se afastou um pouco dos prédios e foi até uma pequena praça, onde havia alguns bancos de madeira e uma fonte no centro, onde alguns Pokémon bebiam água. Max tirou a mochila das costas, sentou-se em um dos bancos e deu espaço para Caroline sentar. Retirou suas pokébolas do cinto e jogou-as para o alto, liberando seus Pokémon. Carol fez o mesmo, liberando seus Pokémon, Snivy e Pikachu. Max retirou sua Pokédex e apontou-a na direção de Pikachu, e em seguida, aos Pokémon pombos, que bebiam água na fonte.

“Pikachu, o Pokémon Rato. Pikachu tem pequenos sacos elétricos em ambas as suas bochechas. Se ameaçado, ele perde as cargas elétricas dos sacos.”

“Pidove, o Pokémon Pombo Pequeno. Estes Pokémon vivem em cidades. Eles estão acostumados com as pessoas. Os bandos costumam se reunir em parques e praças.”


- Em que nível seu Pikachu está?

- 15. Eu batalhei poucas vezes com ele. Quando ele era um Pichu eu dei tanto carinho que ele evoluiu. Depois que eu soube que eu iria receber mais um Pokémon, não batalhei muito com ele, pois não queria que ele fosse muito mais forte que Snivy.

- Entendo.

Os Pokémon brincavam pela praça. Os Pidove voaram para longe quando Oshawott caiu na fonte. Carol riu quando Snivy pegou Oshawott com seu Vine Whip e o tirou da fonte.

- O que você vai fazer agora Carol?

- Não sei. Acho que vou descansar em casa e amanhã vou para Striaton. E você?

- Vou caçar os dois plasmáticos. Quero garantir que eles não fujam nem machuquem ninguém. Principalmente você.
Carol corou.

- Isso é muito fofo da sua parte, mas não preciso de proteção. Snivy e Pikachu vão me proteger. E acho que você não deveria caçar os dois. Siga sua jornada normalmente, ou ela pode acabar antes de começar de verdade. – disse confiante.

- Tudo bem então. Mas tome cuidado com Anna. Ela não vai hesitar em te matar se te achar.
Após alguns minutos de silêncio, Carol disse:

- Depois que você recebeu dois iniciais e dois Pokémon shiny, achei que você fosse um garoto mimado que não sabia fazer nada, mas depois de ver você batalhando vi que você é bom.

- Obrigado, eu acho.

Os dois treinadores ficaram na praça por algumas horas, vendo os Pokémon brincarem. Quando começou a escurecer e os Pokémon ficaram exaustos, Max olhou em seu Xtransceiver. Quase 7 horas. Ele e Carol arrumaram suas coisas, retornaram seus Pokémon para suas pokébolas e voltaram para perto do Centro Pokémon.
Quando chegaram a frente ao Centro Pokémon, se despediram. Carol voltou para a sua casa e Max entrou no Centro, que estava mais bonito e mais cheio do que antes. Alguns treinadores entravam em uma sala que ficava ao lado esquerdo do balcão. Todos os Centros Pokémon tinham camas e banheiros, além de uma sala de jantar, assim todos os treinadores que precisassem de um lugar para dormir poderiam ficar lá de graça. Max foi até o balcão e falou com a enfermeira, que mostrou o caminho para ele. Passaram pela sala de jantar, que tinha uma mesa de madeira muito grande com várias cadeiras, onde estava tudo arrumado para o jantar. Max entrou em um grande quarto que ficava no fundo da sala. Haviam algumas beliches vazias e outras com mochilas de treinadores. A enfermeira disse que haviam dois banheiros e várias duchas para os treinadores tomarem banho, além de algumas lavadoras de roupa. Max arrumou suas coisas e foi tomar um banho, pois estava muito cansado. Depois do banho ele se trocou e foi para a sala de jantar. Quando sentou, um rapaz loiro sentou-se ao seu lado.

- Olá Max. – disse o garoto.

- Quem é você? – perguntou Max, assustado.

- Sou Zac. Você não me conhece, mas eu te conheço. Sou o irmão mais velho da Caroline.

- Ela não me disse que tinha um irmão. E o que você faz aqui? Sua casa não fica aqui perto?

- Preciso te contar algo sobre a Equipe Plasma. Eu vi você lutando contra eles hoje. Eu sei do plano deles, e sei que tem um líder de ginásio que faz parte da Equipe. Mas não posso te contar aqui, é perigoso. – sussurrou Zac. – Amanhã te conto em um lugar seguro.

Max e Zac terminaram de comer em silêncio. Depois de jantar, Max colocou suas roupas na lavadora e se deitou intrigado, mas dormiu imediatamente devido ao cansaço. No dia seguinte ele partiria para Striaton para ter sua primeira batalha de ginásio.

Quando dormiu, Max teve um sonho diferente do que geralmente tinha. Ele sonhou que estava em um campo aberto, com vários Pokémon batalhando. Várias pessoas estavam mortas pelo campo, e ele estava vendo Zac controlando três Pokémon que ele não sabia o nome, mas já havia os visto em algum livro. Um era um dragão que parecia um tubarão, outro era um urso de gelo e o último era um gato rosa com duas caudas. O dragão e o urso batalhavam com outros Pokémon e protegiam o gato, que usava poderes psíquicos para jogar árvores em cima de pessoas uniformizadas. Plasmáticos. De repente Max estava no céu, voando em um grande Pokémon branco, enquanto comandava vários Pokémon no solo e batalhava contra outros Pokémon voadores. Seu pai estava no sonho, voando em um Pokémon que Max não conseguiu identificar. Quando tentou chegar mais perto, um raio elétrico atingiu seu pai, que caiu do Pokémon. Neste momento, Max acordou. Já era de manhã. Arrumou suas coisas e foi tomar um banho, para depois partir rumo a Striaton. Depois do banho procurou Zac, mas o rapaz tinha sumido. Perguntou a enfermeira Joy, que disse a ele que Zac foi embora minutos antes, acompanhado por um homem gordo. O plasmático, pensou Max. Agora ele teria de achar os plasmáticos e Zac para descobrir o grande segredo da Equipe Plasma. Arrumou suas coisas para partir rumo à Striaton.

Oshawott Lv 11 – Tackle/Tail Whip/Water Gun/Water Sport
Tepig Lv 11 – Tackle/Tail Whip/Ember/Odor Sleuth                                                                                                                                                      
Fletchling  Lv 10 – Tackle/Growl/Quick Attack/Peck
Skiddo  Lv 10 – Tackle/Growth/Vine Whip/Tail Whip
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Re: Pokémon - Max e os Heróis de Unova

Mensagem por Lipe1209 em Seg 30 Mar 2015 - 12:11

Capítulo 3 – Maltratado e Abandonado


Max comprou algumas guloseimas para seus Pokémon e para si mesmo, e foi para a Rota 2. A rota era um pouco maior que a rota anterior, com algumas árvores grandes e cheias de folhas, onde alguns Pidove repousavam, além de um gramado alto verde e um caminho de paralelepípedos. Alguns treinadores andavam pela rota, a procura de batalhas. Max também queria batalhar, então logo que viu um garoto ruivo vestido totalmente de verde parado ao lado de uma árvore, e sem cerimônias, logo o chamou para batalhar.

- Ei garoto! Vamos batalhar! – disse sacando uma pokébola do bolso.

- Bom dia pra você também! Purrloin, saia! – disse o garoto, jogando uma pokébola para o meio da rota.

Um pequeno gato roxo saiu da pokébola do garoto, pronto para atacar, e Max marcou os dados em sua Pokédex.

“Purrloin, o Pokémon Desonesto. Eles roubam das pessoas para se divertir, mas as vítimas não podem deixar de perdoá-los. Seu ato enganosamente bonito é perfeito”.

- Vamos lá Skiddo!

                               Skiddo
Lv 10 – Tackle/Growth/Vine Whip/Tail Whip
                                   VS
                             Purrloin
Lv 10 – Scratch/Growl/Assist/Sand Attack


- Vamos Purrloin, use Sand Attack! – disse o garoto.

- Growth Skiddo, agora! – Max disse confiante.

Purrloin foi mais rápida, e atacou o pequeno bode, jogando terra em seus olhos. Skiddo aumentou seus ataques físico e especial com Growth, mas não conseguia ver muito bem.

- Agora Purrloin, Scratch, e depois fique na frente da árvore! – disse o garoto ruivo.

- Skiddo, desvie e prenda as patas de Purrloin com Vine Whip e jogue-o contra seu treinador.

Skiddo foi atacado por Purrloin, que correu em sua direção com as garras prontas para arranha-lo, mas o pequeno Pokémon de grama conseguiu desviar, e girando rapidamente, lançou cipós de seu pescoço, prendendo as patas de Purrloin e jogando-o contra o próprio treinador, que o segurou. Purrloin levantou-se rapidamente, com marcas em suas patas, e foi em direção à árvore que seu treinador apontara.

- Tackle, Skiddo! Agora vamos vencer! – disse Max, entusiasmado.

- Espere Purrloin. Vamos concluir nosso plano!

Skiddo foi para cima de Purrloin com todas as suas forças, e quando Max percebeu o que aconteceria, era tarde. A poucos passos de acertar o golpe, Skiddo foi surpreendido por um pulo de Purrloin, que saiu ileso, fazendo Skiddo bater na árvore.

- Não! Levante-se Skiddo! – Max estava desesperado.

Skiddo tentava se erguer, mas o impacto com a árvore foi tão forte que não tinha mais forças. Mais um golpe e Skiddo perderia a batalha. Enquanto isso, o treinador sorria feliz por seu plano ter se concretizado.

- Agora é a hora de acabar com isso! Purrloin, Scratch!

Era o fim da batalha para Skiddo. Purrloin se aproximava cada vez mais com suas garras à mostra, e Skiddo só esperava, sem chances de reagir. Max via o sofrimento nos olhos de seu parceiro. Havia decepcionado Skiddo, não prevendo a estratégia do rápido adversário. O garoto ruivo comemorava a vitória, quando para a surpresa de todos, Purrloin caiu nocauteada. Entre Purrloin e Skiddo havia um pequeno elefante azul, que estava machucado e fraco, mas que atacou Purrloin com coragem.

O treinador de Purrloin estava inconformado com o que tinha visto. Foi correndo até seu parceiro caído, e chorando, saiu da rota em direção a Accumula sem falar uma palavra. Max foi até seu Pokémon, o acariciou e retornou-o a sua pokébola. Olhou para o pequeno elefante, que se encolheu assustado.

- Calma amiguinho, não vou machuca-lo, só quero te ajudar. – disse Max, pegando uma poção de sua mochila.

O pequeno Pokémon tomou, melhorando um pouco. Seus ferimentos, que eram graves, melhoraram muito, mas ele estava sujo. Max sacou sua Pokédex e apontou-a para o pequeno elefante.

“Phanpy, o Pokémon Nariz Longo. Como um sinal de afeto, ele bate com o seu focinho. No entanto, é tão forte que pode fazê-lo voar”.

- Então seu nome é Phanpy. – disse Max. – Bom Phanpy, o que você faz aqui?

O Pokémon então moveu a orelha direita, como se quisesse mostrar algo a Max. O garoto então olhou, e viu que algo piscava. Um rastreador. E preso à orelha de Phanpy também tinha uma pequena placa que dizia: “Pertence à Equipe Plasma” junto com um número. 2707869. O Pokémon estava sofrendo nas mãos de algum plasmático, que além de maltratá-lo o abandonou, coisa que irritou muito ao garoto.

- Como eles podem maltratar e abandonar um Pokémon assim? E quem é o retardado que coloca uma placa em um Pokémon?! – disse Max. - Quer saber Phanpy? Vou cuidar de você, se quiser. E quando acharmos o rato que te abandonou vou acabar com ele.

O Pokémon ficou feliz, e mesmo ferido e abandonado por seu antigo treinador, sentiu que podia confiar em um humano.

- Vamos até o Centro Pokémon. Vão curá-lo e te enviarei para a professora Juniper, ela saberá cuidar de você e descobrirá quem era seu antigo treinador. E se quiser, poderá vir comigo. Você será mais forte do que imagina. Eu cuidarei de você. Que tal?

Phanpy ficou feliz com a proposta e aceitou, balançando a cabeça positivamente. Max ficou empolgado com a decisão do Pokémon, e na mesma hora pegou uma pokébola vazia em sua mochila.

- Vou te capturar e já o tiro da pokébola, e você vai ao meu lado até o Centro Pokémon, ok? – disse Max, com a pokébola em sua mão direita.

O Pokémon assentiu. Max jogou a pokébola na direção de Phanpy, e antes de atingi-lo se abriu e sugou o Pokémon para dentro de si, caindo no gramado. A pokébola rolou no chão. 1, 2, 3 vezes. Após isso, a pokébola emanou uma luz amarela, concretizando a captura.

- Ótimo. – disse Max, pegando a pokébola do gramado verde da rota.

Max apertou o botão central da pokébola e liberou Phanpy, que se materializou feliz no gramado.

- Agora você é meu parceiro. Quero que conheça meus outros Pokémon.

Max pegou suas pokébolas de seu cinto e jogou-as no gramado, liberando seus Pokémon.
Fletchling, Oshawott e Tepig ficaram curiosos com o novo Pokémon.

- Este é nosso novo amigo. Digam olá para o Phanpy. – disse Max.

Skiddo saiu de sua pokébola fraco, mal conseguindo ficar em pé. Max rapidamente pegou-o no colo, preocupado.

- Vamos para o Centro Pokémon, rápido. Skiddo está muito mal.

Max então correu com Skiddo em seus braços e seus parceiros ao seu lado rumo ao Centro Pokémon de Accumula. Provavelmente não chegaria a Striaton a tempo, mas estava feliz
por ter achado um novo Pokémon.

Chegando ao Centro Pokémon, correu para o balcão.

- Olá. Max, não é? – disse Joy A.

- Sim. Preciso que ajude Skiddo. Ele está muito fraco. – disse Max, desesperado.

- Tudo bem. Blissey, leve Skiddo e cuide dele. Eu já vou.

Max deu uma poção para Phanpy e retornou todos os seus Pokémon para suas pokébolas, enquanto Blissey levava Skiddo para dentro da sala de tratamento.

- Também gostaria que tratasse de Phanpy. – disse Max. – Ele está sujo e machucado.

- Ok. – disse Joy, entrando na sala de tratamentos.

Max sentou-se em uma cadeira e pegou uma revista aleatória para ler enquanto esperava a enfermeira voltar para dizer quanto tempo demoraria para curar seus Pokémon. Max não chegou a abrir a revista quando a enfermeira voltou ao balcão e o chamou com um gesto manual Guardou o exemplar em sua mochila, deixando algumas moedas no balcão de vendas, e foi ao encontro da enfermeira.

- Seu Phanpy está curado. Limpamos sua sujeira e demos algumas poções para ele, e agora ele está muito melhor. – disse a enfermeira, entregando a pokébola a Max.

- Muito obrigado. Mas e quanto a Skiddo?

- Ele está com um ferimento grave na cabeça. Terá que ficar aqui até amanhã em observação. Sinto muito.

- Mas o que farei agora? Preciso ir para Striaton ainda hoje. Não posso esperar até amanhã.

- Sem problemas. Mandarei Skiddo pelo comunicador para Joy B. em Striaton. Assim você poderá busca-lo no Centro Pokémon de Striaton.

- Ok. Muito obrigado.

A enfermeira voltou para a sala de tratamento, deixando Max sozinho. O silêncio tomava conta do Centro Pokémon, cortado apenas por ocasionais bolhas de chiclete estouradas pelo gordo vendedor, que lia uma revista. Max foi até o comunicador, um grande aparelho metálico com botões vermelhos e brancos, que formavam uma pokébola, e uma tela de vidro reluzente. Apertou um botão e discou o telefone da professora Juniper. A tela continuou preta com os números brancos por alguns segundos, até que a professora atendeu. Quando viu Max, ficou surpresa.

- Olá Max! Que bom te ver!

- Oi professora.

- Aconteceu alguma coisa com o Xtransceiver?

- Não. Está funcionando bem. Estou ligando para perguntar se posso te mandar um Pokémon.

- Claro Max. Tenho um sítio para Pokémon, mesmo ele agora estando praticamente vazio. Você já tem mais de seis Pokémon?

- Não. Eu só capturei este Phanpy, mas queria saber mais sobre ele. Ele pertencia a Equipe Plasma. Meu pai me disse que você estudou sobre eles. Preciso que descubra de quem ele foi.

- Desculpe Max, mas não consigo encontrar o dono se ele não for licenciado. Os membros da Equipe Plasma nunca foram licenciados.

- Tudo bem, mas pode tentar retirar este rastreador e esta placa da orelha de Phanpy? Se conseguir mande para mim.

- Ok Max. Mande-me o Phanpy, mas tenha cuidado. Este mundo é muito mais perigoso do que imagina.

Max colocou a pokébola de Phanpy no comunicador e apertou o botão Enviar. A pokébola desapareceu, e alguns segundos depois, Juniper estava com ela nas mãos.

- Obrigada Max. Vou te enviar um transportador. Assim quando você tiver mais de seis Pokémon na equipe pode enviar os capturados direto para mim.

- Mas como você enviará professora?

- Muita gente não sabe Max, mas o comunicador não serve só para enviar pokébolas. Eu sei muita coisa que muitos dariam a vida para descobrir. Mas não posso contar, pois pode ser perigoso no momento. Nunca se sabe.

Max olhou para o aparelho metálico e viu o transportador. Era um quadrado com um botão no meio, mas o botão não era fixo. Era como uma tampa. E atrás era somente um buraco, um pouco maior que uma pokébola, com um fundo arredondado.

- Simples, não? Só precisa colocar uma pokébola no buraco e ela virá diretamente até mim.

- Mas como isso é possível? É um buraco!

- Magias da ciência, meu caro Max. Agora preciso desligar, tenho que cuidar desse bichinho fofo aqui. – disse, acariciando Phanpy.

- Adeus.

O comunicador que parecia estar vivo com a professora voltou a ser o grande aparelho metálico cheio de botões, vazio por dentro, como uma pessoa sem alma.
Max foi até o balcão, onde o vendedor mascava seu chiclete.

- Pois não? – disse o homem.

- Gostaria de comprar poções.

- E quantas você quer?

- Quero cinco.

- Tudo bem. São 750 pokédolares.

- Ok.

Max pagou e pegou os cinco frascos roxos, guardando-os na mochila. Ele iria comprar mais algumas guloseimas, mas seu dinheiro estava acabando, então comprou somente quatro bolinhos para seus Pokémon.

- Agora meu dinheiro acabou. Tenho ir para Striaton ainda hoje e passar no banco.

O garoto saiu do Centro Pokémon e foi novamente para a Rota 2, onde a paisagem não mudara, tirando uma marca no tronco de uma árvore. A mesma árvore que Skiddo se machucou batendo sua cabeça. Max não podia culpar o garoto. Era sua estratégia. Algumas pessoas tinham meios piores de encontrar a vitória, como os plasmáticos.

“Plasmáticos, é isso”, pensou Max. Estava tão preocupado com Phanpy e Skiddo que se esqueceu de Zac, Caroline e os plasmáticos. Precisava seguir sua jornada para desvendar o segredo da Equipe Plasma e se preparar para o que estava por vir, então continuou seu caminho.

Oshawott Lv 11 – Tackle/Tail Whip/Water Gun/Water Sport
Tepig Lv 11 – Tackle/Tail Whip/Ember/Odor Sleuth                                                                                                                                                      
Fletchling Lv 10 – Tackle/Growl/Quick Attack/Peck
Skiddo Lv 10 – Tackle/Growth/Vine Whip/Tail Whip
Phanpy Lv 07 – Tackle/Growl/Defense Curl/Flai
l


Última edição por Lipe1209 em Ter 31 Mar 2015 - 22:50, editado 1 vez(es)
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Re: Pokémon - Max e os Heróis de Unova

Mensagem por Trafalgar Law em Seg 30 Mar 2015 - 23:16

Legal sua fic, a única coisa que me deixa com a pulga atrás da orelha é sobre o irmão da Caroline
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Re: Pokémon - Max e os Heróis de Unova

Mensagem por Lipe1209 em Ter 7 Abr 2015 - 15:24

Obrigado pela leitura Cherish Pernalonga. Sobre o irmão de Caroline, ele é um pouco misterioso, mas parte da história dele será revelada nos próximos capítulos. Não posso dizer muito para não estragar a "surpresa", mas ele será muito importante contra a Equipe Plasma, principalmente para Max.

Espero que continue acompanhando a fanfic.
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Re: Pokémon - Max e os Heróis de Unova

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