Pokémon Mythology
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Diário de Um Aventureiro!

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Diário de Um Aventureiro!

Mensagem por Wolfing-£-Hiruma em Dom 22 Fev 2015 - 15:15

Tudo bem pessoal? Eis aqui minha fanfic "Diário de Um Aventureiro"!


Datas de postagens




Toda segunda-feira! Talvez um cap novo saia sexta-feira numa semana sim e numa semana não

Sinopse



Spoiler:

Dave é um garoto de quinze anos que é órfão e vive em Sandgem Town com seus avós e tem um único pokemon, Nuzleaf. Devido ao medo de sua avó em perder seu único neto, nunca permitiu-o de sair em jornada. Então um dia Dave acaba conhecendo uma garota de treze anos chamada Lilith, ou como ela se auto-proclama de Lili, que veio de Floaroma City para pegar seu primeiro pokemon. Então, Dave acaba fugindo de casa durante a noite para virar um aventureiro e mestre pokemon!

Personagens



Principais:

Dave Hartson, 15 anos.

Dave Hartson é um adolescente de 15 anos com um metro e setenta e oito de altura pesando sessenta quilos. Seus cabelos negros são curtos e aparados deixando um topete visível que aponta para cima, porém esconde isso botando uma touca verde-escura que cobre quase todo seu cabelo deixando somente pontas para fora. A pele um pouco caramelada por constantemente ir a praia então tem um bronzeado bonito e um corpo saudável por constantemente perseguir seu pokemon muito mais veloz que ele. Está quase que sempre usando uma camisa de botões verde-escuro com bolsos, calças pretas de linho e tênis azul com detalhes em vermelho e branco.

Dave é um garoto muito irritadiço que muitas vezes se enfurece com facilidade o que assusta os novos conhecidos. Maior parte do tempo com a expressão séria e carrancuda faz as pessoas reconsiderarem em conversar com ele e por isso é um pouco fechado e direto.

Pokemon até o momento:


Lilith "Lili" Garden

Lilith Garden é uma garota de 13 anos nascida e criada em Floaroma City. Tem um metro e sessenta e e cinco e pesa quarenta e três quilos. Possui compridos e lisos cabelos loiros que chegam até o fim das suas costas e tem olhos azuis-bebês. Branca como papel causa um verdadeiro contraste com seu novo amigo, Dave. Durante sua jornada está de uma camisa rosa com um bordado de um cravo vermelho intenso e usa saia igualmente rosa com sapatilha e meia-calça.

Lili é meiga, muito amigável e a típica garota que espera um príncipe encantado num cavalo branco. Sonhadora seria a palavra certa para ela. Ganhou autorização de sua mãe somente aos 13 anos para poder sair em jornada e sonha em ser uma top coordenadora para honrar sua família e dar popularidade a sua cidade. Estudou sempre os movimentos e combinações de pokemons.

Pokemon até o momento:

Rivais:

Alex River, 15 anos

Alex é um adolescente que tem um metro e oitenta e pesa sessenta e nove quilos. Cabelos azuis arrepiados, olhos num roxo-elétrico e o rosto de um anjo é conhecido por Kanto por já ter chegado até as semi-finais em todos as Ligas Pokemons que participou durante sua jornada. Sempre usando um típico moletom preto e calças jeans vaga pelo mundo e atualmente está em Sinnoh.

Alex River é um treinador pokemon que saiu em jornada como todo aventureiro: aos 10 anos. Veio de Kanto e fez sua história passando por Kanto, Johto, Ilhas Laranjas e Hoenn está agora em Sinnoh para tentar ser o campeão. Alex é um garoto gentil e animado que conquista vários amigos com facilidade, porém é bastante frio na hora das batalhas.

Pokemon até o momento:


Inimigos:

Homem Encapuzado, idade desconhecida
O "Homem Encapuzado" é alguém alto que no mínimo tem um metro e oitenta. Não dá para ver como é seu rosto ou o tom da sua pele por causa do capuz e do manto que cobre todo seu corpo da cabeça aos pés dando somente para ver dois olhos cinzas brilhantes numa escuridão sem fim.

O "Homem Encapuzado" aparenta ser alguém misterioso que quer algo que Alex sabe onde está. Seus objetivos são desconhecidos e parece pertencer a uma organização sem conhecimento se é maligna ou o que querem.

Pokemon até o momento:

A parte de personagens, no momento, é só isso. Sempre vai aparecer algum personagem novo ou vai ter alguma modificação na parte dos pokemons porque, afinal, todo mundo captura pokemons não?
Eu espero que leiam amigos.


Main Post



Spoiler:

Prólogo





Era uma quarta-feira de noite em Sandgem City que fazia um frio brutal e chovia com força. Ninguém andava nas ruas pequenas da cidade, as lojas estavam todas fechadas e com as luzes apagadas e nenhuma única alma viva andava pelas bandas. As casas estavam todas silenciosas, provavelmente todos estavam dormindo... menos numa casa onde uma gritaria podia se ouvir:

- Vocês não podem me manter aqui para sempre! - um jovem de cabelos negros gritava furiosamente com um casal de idosos. Era um pouco alto, maior que os anciões, e estava usando roupas simples e um pouco amarrotadas.
- Por favor, Dave, não grite. Estamos fazendo isso pelo seu bem. - disse uma mulher de idade. Seus cabelos já estavam mais do que grisalhos e sua expressão cansada parecia que já estava acostumada com aquilo.
- Por que eu não posso sair daqui? Eu já tenho quinze anos, sei me cuidar! - falou o adolescente ignorando a avó. O garoto batia no seu próprio peito enquanto as palavras voavam de sua boca. Um homem velho de cabelo preto e usando pijama do Piplup segurando um jornal e sentado no sofá pareceu ter perdido a paciência e se levantou ordenando:
- Dave, pro seu quarto! AGORA! - o grito trovejou na casa e um silêncio se fez. Os três pareciam estar discutindo na sala com dois sofás, um deles ocupado pela senhora que sentou-se cansada, uma televisão de tela plana e o chão de tatame. As janelas estavam fechadas e tinham cortinas grossas tampando-as.

O adolescente não revidou, somente deu um grunhido e virou-se para subir pro seu quarto. Foi até um corredor e subiu uma escada que dava para uma porta. Abriu-a devagar para depois fecha-la furiosamente fazendo um baque alto pela casa e derrubando um quadro preso na parede.
Dave caminhou até chegar perto da cama e se jogou nela caindo de costas para a cama. Ele pensava em mil e um xingamentos que gritavam em sua mente, porém mantinha-se calado até sentir algo tocar seu joelho. Olhou e então viu se único amigo da cidade, um pokemon bípede marrom com um nariz comprido e uma folha presa a cabeça que balançava.

- Só você me entende, Nuzleaf... só você me entende. - falou o garoto passando a mão na cabeça do pokemon até pegar no sono.

[...]

De manhã, quinta-feira. Em outra casa e em outra cidade, mais exato em Floaroma City, uma garota acabara de acordar. Tinha um rosto animado com os cabelos loiros caindo em seus rosto tampando seus olhos azuis. A garota logo se levantou da sua cama apressada e quando pisou no chão tropeçou num Cherubin de pelúcia caindo de cara no chão. Usava uma camisola cor de rosa que era basicamente a cor do seu quarto: rosa. O armário imenso era rosa com detalhes em branco, a cama e os lençóis também rosas com tonalidades diferentes... as paredes rosas! Espalhados pelo quarto estavam vários pelúcias de Cherubin, Roselia e Gloom.
Não demorou para a menina ficar de pé e então zarpar para o banheiro ao lado de seu quarto. Fez sua higiene matutina rapidamente e então voltou pro seu quarto pegando suas roupas... iria sair em jornada hoje. Ficou com uma camisa rosa com um cravo vermelho estampado, saia rosa e pegou alguma sapatilha e meias-calças vestindo-se e pegou várias outras vestes e enfiou numa mala rosa grande.

- Lilith Garden, que barulheira toda é essa? - então a porta se abriu. Dela podia ver uma mulher mais alta que a garota e com os cabelos loiros bem curtos. Usava um avental sujo de terra e luvas.
- A-Ah, estou só arrumando minhas coisas. Mamãe, vou sair hoje! - falou empolgada a garota chamada Lilith.
- Mas... numa jornada, você não precisa de tudo isso. - disse a mulher com uma gota escorrendo na nuca e uma cara sem graça. - Só precisa de algumas mudas de roupas, dinheiro e comida. Só isso. - a mulher então jogou uma mochila básica de cor branca. - Aqui está tudo que você precisa. Escovas, calcinhas, dinheiro, sutiãs, comida, calcinhas, roupas, sutiã... eu já falei calcinhas? - perguntou a mulher rindo da cara da filha que cruzava os braços corada.
- Eu sei me cuidar, ok? Não precisa me avisar sobre isso. Então... tchau mãe! - A filha correu e deu um longo abraço na mulher e recebeu um beijo na testa. A filha deu uma despedida e correu para fora de casa pegando sua bicicleta que... adivinha? Era rosa. - Sandgem City, aí vou eu!

[...]

Dentro de um avião um garoto estava sentado numa das poltronas da primeira classe. Olhava para a janela com um sorriso enquanto sobrevoavam a região de Sinnoh.

- Com licença senhor, gostaria de alguma coisa? - uma aeromoça foi falar com o garoto. Ele tinha os cabelos azuis e olhos roxos.
- Eu só gostaria de saber quando pousaremos, senhorita. - perguntou o garoto num sorriso.
- Pousaremos em Jubilife Town em quarenta minutos. Até lá, aproveite a estadia. - A aeromoça pediu licença e foi atender os outros passageiros.
- Ah, Sinnoh... que desafios eu terei aqui? - falou o garoto para si mesmo num murmúrio quase inaudível e então pegou sua pokeball de seu cinto que era a única ali. - Charmeleon, dessa vez nós seremos os campeões, não é? - o treinador sorriu para a pokeball e a pessoa ao seu lado, uma mulher, estranhou aquilo.

No aeroporto, um homem encapuzado estava observando o céu a espera do avião onde o passageiro mencionado, Alex River, estava. Tinha um sorriso maléfico no rosto. Se virou e então pegou seu celular discando um número e falando para alguém do outro lado da linha. Depois da ligação, guardou o aparelho e então se misturou na multidão sumindo em instantes.

Continua


Última edição por Wolfing-£-Hiruma em Ter 3 Mar 2015 - 13:01, editado 8 vez(es)
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Re: Diário de Um Aventureiro!

Mensagem por Alice Le'Hills em Dom 22 Fev 2015 - 15:42

Hey!

Bem, no começo eu achei que seria mais uma história de jornada clichê. Mas aquele final... bem, posso dizer que aquele final foi de extrema importância para que eu mudasse de opinião. Ah, só porque a história me pareceu clichê, não significa que não seja boa, ok? Na verdade, eu gostei bastante do prólogo e da maneira como você escreve. E assim como você me surpreendeu com aquele final, espero que me surpreenda ainda mais com os próximos capítulos!

Enfim, não há muito pra comentar sobre o prólogo. Espero pelo próximo capítulo! Boa sorte com a fic!

________________
Acompanhem a minha primeira fanfic:
Pokémon - O Elo Perdido
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Re: Diário de Um Aventureiro!

Mensagem por Black~ em Dom 22 Fev 2015 - 19:04

Bom, vamos lá.

A história da fic é simples, não nos mostrou nada além do tradicional clichê, garoto indo em jornada em tudo, não que isso seja ruim, eu gosto de histórias clichês e de jornada. Mas, de toda forma, aquele final ficou bem intrigante e misterioso, o que deu um toque a mais à fic.

Eu achei interessante aquele cara no final. O que ele queria com o tal do Alex River? Qual o propósito dele? Bem, de toda forma, ao que parece, o tal do Alex River é o garoto do avião, e que será rival do protagonista. Então vamos aguardar pra ver o que vai sair.

Bem, só tenho isso pra falar. É só e boa sorte com a fic.
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Re: Diário de Um Aventureiro!

Mensagem por Killer123 em Dom 22 Fev 2015 - 19:57

Hello !

Gosto de fic de jornada, tu escreve bem, só acho que repetiu um pouco a palavra " Rosa " mas percebi que era a característica da personagem.

Esse Dave não é aquele personagem principal de fic que é brincalhão, bobão e fica serio em batalhas, ele é mais anti-social pelo que eu acabei de ler nas descrições dos personagens.

Então espero ansioso o próximo capítulo.
Boa sorte !
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Primeiro Capítulo: Um encontro em Sandgem City

Mensagem por Wolfing-£-Hiruma em Seg 23 Fev 2015 - 19:08

Notas dos Autores
Tudo bem gente? Aqui quem fala é o Wolfing, e agora trazendo o capítulo um do Diário de Um Aventureiro! Então, acho estou postando até cedo demais mas... eu quero comprir uma data específica aqui para definir os dias de postagens e vocês vierem aqui ler nos dias Very Happy
O capítulo, como sempre, foram eu e o Hiruma que fizemos um auxiliando o outro - certas vezes, discutindo com o outro -, mas espere que fique ao agrado de vocês.
Comentários
Respondendo aos comentários de quem mandou, vocês podem ver aí:
Alice Le'Hills:
Alice, obrigado por ter lido nosso prólogo! Eu e o Hiruma ficamos muitos felizes e gratos por isso. Sim, na verdade a base da história é o típico clichê de jornada e tal porque é o mais comum nessas fanfics de pokemon por aí. Esse final foi o Hiruma que botou, quis mudar um pouco para não ser a coisa chatinha de sempre e agora vou até agradecer ele por isso. Eu espero que acompanhe a história aqui de nós dois e tentaremos surprender você cada vez mais!
Black~:
Sim, como eu respondi para a Alice, a história em si é clichê porque eu e o Hiruma não temos muita experiência e ousadia para tentarmos algo diferente logo de cara aqui no fórum. O final era justamente para causar isso mesmo, mas aquilo sobre o Alex vai demorar. Obrigado por comentar!
Killer123:
Sobre a parte da repetição do rosa foi intencional para dar aquele toque de que aquela cor é a BASE da personagem inteira. Fico feliz que gostou da fic apesar de ser só o começo!
É, o Dave é aqueles caras meio carrancudos e fechados... e explosivos como uma dinamite. Eu fiz ele assim para sair daquele estereótipo de protagonista amigável que se dá bem com quase todo mundo e é bonzinho pra variar um pouco

Agora vamos ao capítulo.

Um encontro em Sandgem City


– Dave, ainda está bravo por ontem? – minha avó perguntou pela vigésima vez no dia. Devia ser meio-dia então eu estava já almoçando na cozinha. Prato de hoje? Espaguete. A velha estava sentada na minha frente comendo seu macarrão com garfo enrolando-o e, para deixar mais idiota à situação, quando ia levar pra boca o macarrão escorregava e voltava pro prato. Parecia o carma.
– Não importa porque minha opinião não é levada em conta aqui. – falei de forma ríspida terminando meu almoço. Levantei–me da cadeira indo para a pia lavando meu prato e outros utensílios que estavam sujos empilhados sobre o fogão.
– Você ainda vai nos agradecer um dia Dave. Ser um treinador não vai garantir que sua vida seja perfeita... seu avô daqui a pouco vai entrar no horário de almoço, pode levar a marmita dele pro laboratório? – a velha sorriu para mim apontando para o centro da mesa onde ficava a "marmita". Era somente uma panela de pressão enorme embrulhada com pano e tinha arroz, feijoada e algum tipo de presunto cozido.
– Tudo bem. Nuzleaf, você vem? – olhei para a sala onde meu pokemon "ninja". Realmente, essa diferença de cor na cara dele faz o Nuzleaf parecer algum tipo de ninja ou ladrão, o que de fato é no caso dele.
Nuzleaf olhou para mim com uma cara de desânimo. Aliás, eu sempre deixo o Nuzleaf fora da pokeball dele aqui em casa. Apesar da fama dos Nuzleafs serem um pouco danados, eu confio nele a minha vida eu só não deixo evidente isso.
– Venha logo. – Peguei minha pokeball. Ela era diferente das normais, sabe as pokeballs padronizadas? Pois é. Era uma Fast Ball, uma pokeball que a parte de cima era vermelha com o desenho de um raio e nas laterais eram amarelas e na parte debaixo totalmente branca. Um feixe vermelho foi até meu pokemon o desmaterializando e logo estava dentro da minha bugiganga.
Suspirei e então fui até a porta pra sair de casa. Quando abri um sol escaldante me atingiu com força me obrigando a tapar meus olhos com meu braço direito até me acostumar com a luz forte.
Demorou cinco segundos. Fechei a porta de casa e olhei em redor... a mesma merda de sempre, literalmente. Fezes em frente a minha casa, as mesmas pessoas conversando e andando pra lá e pra cá e alguns pokemons como Starlys e Bidoofs.
Eu, infelizmente, não tenho uma bicicleta. Agora uma seria ótima pra atravessar nesse sol infernal! Estava andando na calçada vendo várias casas... as pessoas me olhavam um pouco assustadas ou surpresas. Com razão, afinal eu sair de casa durante o dia é a mesma coisa que um Magikarp derrotar um pokemon. A terra e a poeira subiam com o vento e eu tive de virar o rosto para não entrar areia nos meus olhos... desde quando Sandgem tem tanto vento? Pois bem, eu continuei andando sem olhar pra frente até que...
– Cuidado! – ouvi alguém alertar cuidado e olhei pra frente. Só vi um vulto cor de rosa me atingir com algo e me derrubar no chão. Cai de costas e bati minha cabeça no chão muito rápido me fazendo levar uma das minhas mãos para a cabeça enquanto eu fazia uma expressão de dor.
– Ai! Droga... – me sentei esfregando a cabeça e com os olhos fechados. Abri os olhos para ver uma garota em pé de cabelo loiro e a roupa resumindo-se na cor rosa e uma bicicleta caída. Deve ter sido nisso que eu bati.
– Sinto m-muito, tudo bem com você? – a garota perguntou estendendo a mão. Murmurei um "Tsc" e dispensei ajuda me levantando com minhas próprias forças. A garota encolheu–se um pouco de vergonha. – Então, eu, hã... me desculpe. – Ela se curvou e então levantou a bicicleta.
Fiquei calado. Eu até teria falado alguma coisa para ela, mas acho que estou tão cansado de discussão que nem pronunciei nada.
– Sou Lilith Garden, é um prazer con–
A garota parecia estar se apresentando. Eu pessoalmente nem liguei e passei reto por ela deixando falando sozinha... mal educado? Sim, eu sou.
Comecei a apressar meus passos quando me distanciei da garota e então finalmente cheguei no laboratório. O laboratório mudou conforme os anos, antigamente ele tinha a aparência de uma casa só que agora parecia mais uma rede de televisão com várias antenas. O lugar com mais tecnologia aqui na cidade. Eu então entrei no local de trabalho do meu avô vendo estante cheias de livros, máquinas que não sei pra que servem, computadores, cientistas e uma plataforma com três pokeballs para os iniciantes.
– Dave, meu neto, veio fazer o que aqui? – meu avô surgiu da minha esquerda numa porta que tinha uma placa com um belo destaque na palavra "Banheiro".
– Vim trazer seu rango, velhote. – falei normalmente.
– Aham... entendo. Então, onde está? – eu olhei pras minhas mãos. Espera... onde está a panela?! Eu devo ter derrubado e esquecido quando a "rosinha" esbarrou em mim.
– Eu perdi. – falei sem graça. – Esbarrei numa criatura no meio do caminho e acho que acabei esquecendo de pegar a panela. – completei.
– Ah... mas não faz diferença, Professor Rowan encomendou pizza. – ele deu de ombros virando as costas para mim. Segui ele com os meus olhos e então reparei em dois pivetes de dez anos... sortudos, provavelmente irão começar alguma jornada. Ouvi a porta abrindo...
– Com licença! Sou Lili e vim pegar meu primei–
Senti algo atingir minhas costas e eu fui para frente. Me virei quase automaticamente para ver aquela mesma garota loira com camisa e saia rosa caída no chão.
– Você? – perguntei arqueando uma sobrancelha.
– A-Ah, você é o cara de antes. – ela se levantou num salto. Achei que meu avô ia dar ao menos um olá para ela, mas quando olhei a sua procura ele tinha sumido. – Eu procuro o Prof. Rowan para pegar meu pokemon e sair em jornada.
– Tem uma plataforma mais para frente com três pokeballs. Fique por perto que logo o professor deve receber você. – falei apontando meu dedo em direção a onde estava a máquina que tinha as três pokeballs em colchetes com os dois garotos conversando com um velho que era o Prof. Rowan.
O primeiro garoto era simples: cabelo castanho, olhos também castanhos e camisa verde com shorts marrons. O segundo já era mais diferenciado com um cabelo cor de rosa com olhos castanhos e a camisa pólo branca com uma calça jeans. Prof. Rowan era um velho alto de barba espessa branca com costeletas abundantes e cabelos brancos usando uma roupa de cientista.
– Obrigada, tchau! – ela correu em direção ao professor e os dois garotos saíram de perto indo para fora com cada um uma esfera bicolor na mão. Suspirei e fui ver que pokemon ela recebeu, não que me importe muito, mas só por curiosidade.
[...]
Ah, que incrível! Vou pegar meu primeiro e lindo pokemon, finalmente!
– Professor, professor! – gritei parando na frente dele e parece que o assustei um pouco. – Sou Lilith Garden e vim pegar meu primeiro pokemon! – continuei dizendo vendo a única pokeball no meio da máquina.
– Sim, estou ciente disso. Infelizmente, sobrou só este pokemon por você ter chegado por último. – ele me respondeu de forma calma e séria me olhando com aqueles olhos de pai durão.
– Está bem, eu vou levar. – sorri pro professor e peguei a pokeball que brilhava com a luz forte do lugar. Joguei a pokeball para cima e um raio vermelho formou um pokemon verde com as costas marrons e um broto na cabeça com uma mandíbula amarela.
- Um Turtwig? Não é um pokemon ruim... – O garoto "educado" falou encarando meu pokemon tartaruga. Ele é muito... muito... fofo!
Eu peguei meu pokemon e o levantei dando um abraço nele. Ele é muito fofo quando pequeno! Será que eu dou um nome pra ele? Não, isso vai perder a graça.
– ... espere ele virar um monstro de força bruta. Vai dizimar seus oponentes. – ele falou e eu acho que foi com um tom de sarcasmo. Então me lembrei... ele vai virar um Torterra quando evoluir por completo.
Botei meu pokemon no chão e passei a mão na cabeça dele. Eu sinceramente teria pegado um Piplup ou Chimchar, porque são mais fáceis de usar nos torneios além de que ficam muito bonitos quando evoluem por completo... mas o Turtwig ainda sim é fofo e tenho certeza que serei capaz de cuidar dele. Me levantei para olhar o garoto mais alto que eu.
– Garoto, eu ainda não sei seu nome. – falei para ele.
– Dave. Liith, certo? – ele me perguntou com os braços cruzados. Eu acenei num sim com a cabeça.
– Senhorita, aqui está suas pokeballs e a pokedex. – recebi cinco pokeballs a mais e uma pokedex, um gadget para ver as informações dos pokemons, que tinha a cor rosa.
– Obrigada. – falei me curvando em educação. O professor olhou para Dave e perguntou sério:
– Dave como está o Nuzleaf? – o garoto levou a mão no bolso e tirou uma pokeball meio diferente com um símbolo de raio... nunca vi na minha vida.
– Veja por si. – ele disse revelando o pokemon. Era parecido com um humano só que menor e tinha um nariz comprido, a pele era marrom e tinha uma folha ligada na cabeça. No rosto tinha uma coloração diferente ao redor dos olhos dando impressão de ser uma máscara.
– Que pokemon é esse? – apontei minha pokedex para o bichinho e então o desenho dele apareceu na tela com algumas informações e a voz robótica de uma mulher falou:
"Nuzleaf, o pokemon astuto. Nuzleaf vive nas profundezas das florestas e com a folha em sua cabeça usa como uma flauta fazendo uma música que aterroriza as pessoas que se perdem na floresta"

Eu abri minha boca num grande O. Esse bichinho deve ser de outra região, porque nunca vi isso na minha vida e nem ouvi falar e olha que estudei muito sobre pokemons... ao menos aqui de Sinnoh.
– Dave por que não faz uma batalha contra o Turtwig de Lilith? – Rowan perguntou para Dave que me olhou em desânimo. Ele me subestimou ou algo do tipo? Mas por que uma batalha?
– E-Eu não acho que seja uma idéia. Não sei batalhar direito. – falei sem graça com o Turtwig andando entre minhas pernas.
– Exatamente por isso. Apesar do Dave não ter ido fazer uma jornada, vi muitas vezes ele duelando contra visitantes ou até treinadores que passam por aqui. Seria uma boa forma de aprender. – o professor continuou e Dave suspirou acenando num sinal.
– Ok... vamos começar logo isso. Venha, Barbie. – ele falou indo em direção a uma porta bem no canto do laboratório. Ele abriu-a e foi mais a dentro dando de cara com várias árvores e o seu pokemon acompanhava ele lado a lado. Virou para mim e continuou dizendo: – Batalha um contra um. Sem limite de tempo. Vamos começar.
[...]
– Tenho certeza que vamos batalhar outra vez, Alex! – falou uma garota de cabelo castanhos e longos usando um vestido azul-marinho. Alex sorriu para a garota despedindo-se da mesma ao vê-la correndo para o horizonte junto ao pokemon que usou contra seu Charmeleon: um Gabite.
Estava num matagal fechado próximo a Jubilife com árvores com copas enormes deixando o lugar com pouca luz apesar de ser de dia ainda, mas graças a chama na ponta da calda de Charmeleon criava mais iluminação.
Depois que a garota saiu Alex olhou ao redor com uma expressão não muito amigável.
– O que você quer? Não é legal ficar espiando as pessoas. – falou Alex olhando para uma das árvores.
– Hahaha... sim, me desculpe. – uma pessoa encapuzada com uma voz misteriosa saiu de trás da árvore. O manto e o capuz negro cobriam todo seu corpo e a única coisa que podia ver no seu rosto era um par de olhos cinzas brilhantes. –  É um imenso prazer te conhecer, Alex River. – o encapuzado fez uma pequena apresentação cordial se curvando.
– Quem é você? Como sabe meu nome? O que você quer? – Alex perguntou receoso com seu Charmeleon na sua frente em intenção de proteger seu treinador.
– Sabemos muito sobre você, Alex River. Nós queremos algo que você sabe a localização... – falava o homem calmo sem parecer temer o lagarto de fogo. – E você vai nos dizer onde está! – o encapuzado elevou seu tom de voz.
– Como assim? "O que" está escondido? Me responda o que você é! – Alex perguntou preparando-se para um combate por precaução.
– Você vai descobrir em breve quem nós somos... muito em breve. Torkoal, Smokescreen! – O homem misterioso chamou um pokemon tartaruga de fogo laranja com um casco negro com anéis vermelhos. Fumaça começou a sair pela sua boca obrigando Alex a tampar seu nariz e a boca com a mão para não inalar a fumaça e o Charmeleon virou o rosto.
– Droga, não! Me respon, cof cof... – Tossiu Alex enquanto a fumaça vinha. Depois de alguns minutos a fumaça se dissipou pelo próprio vento. O encapuzado junto ao Torkoal tinham sumido. – O que eles querem de mim?
Alex olhou para o topo das árvores para pensar. Não tinha o sorriso de costume por estar com medo de que aquele homem voltasse e o machucasse.
– Charmeleon, temos de descobrir o que eles querem. E rápido. - Ele olhou para seu pokemon lagarto concordar com a cabeça. - Estou sentindo um péssimo presságio.
[...]
Do lado de fora do laboratório do Professor Rowan estavam o próprio professor, uns três ou quatro cientistas querendo ver a batalha e os dois que iam batalhar: Dave e Lilith.
A mata com árvores compridas não dava vantagem a ninguém pelo fato de o campo estar afastado das árvores. O campo era improvisado e feito de areia e tinta branca de aproximadamente seis metros de comprimento e três de largura com o desenho de uma pokeball no meio.
– Vai lá Turtwig, arrebenta! – Falou Lilith dando incentivo ao seu pokemon tartaruga-broto. O inicial foi ao meio do campo rapidamente com empolgação e com bastante energia dando voltar em si mesmo ou pulando de excitação.
– Pode ir Nuzleaf. – Dave falou calmo e o pokemon bípede caminhou até a arena. O pokemon de máscara sorriu para a tartaruga que respondeu o gesto.
O sol ainda estava alto e brilhava com força o que deixavam Turtwig animado por ser um tipo grama. Já Nuzleaf nem parecia excitado com isso apesar de ser também do tipo grama, ainda era um pokemon noturno...
– As damas começam. Turtwig, Razor Leaf!
Turtwig recuou uma pata e balançou a cabeça jogando folhas. Dave não deu nenhuma ordem para Nuzleaf que foi atingido diretamente.
– Não vai reagir? Como quiser, Turtwig Razor Leaf mais uma vez!
Novamente as folhas saíram da cabeça de Turtwig atingindo Nuzleaf. O pokemon marrom arfou um pouco.
– Turtwig use o Tackle!
Turtwig começou a correr em direção a Nuzleaf com a cabeça abaixada pronto para atingir Nuzleaf.
– Nuzleaf, esquive – Nuzleaf girou seu corpo fazendo Turtwig passar reto.
– Turtwig, agora Bite! – Turtwig deslizou suas patas na areia fazendo um drift e conseguiu parar o avanço. Girou o corpo e então saltou contra Nuzleaf com a boca aberta para a mordida. – Não tem como ele desviar, a distância é pequena demais.
– Nuzleaf, salte e depois use o Pound.
O pokemon marrom ouviu as ordens do treinador flexionando os joelhos e deu um salto fazendo com que Turtwig fosse reto e então Nuzleaf caiu sobre as costas de Turtwig executando o Pound o derrubando. Depois o pokemon bípede deu saltos para trás ficando longe de Turtwig e próximo a Lilith.
– C-Como? A distância era muito pequena para ele ter tempo de saltar! – Lilith falou indignada.
– O Nuzleaf tem a habilidade chamada Chlorophyll. Essa habilidade faz com que os pokemons tipo grama aumentem sua velocidade quando está ensolarado... e com esse sol, a velocidade dele dobra. – Dave falou calmo, mas com um sorriso convencido pela surpresa da garota.
– Droga... Turtwig, você está bem? – Lilith perguntou para seu pokemon que pôs de quatro rapidamente. Considerou isso um sim. – Turtwig, Razor Leaf!
– Nuzleaf vamos ir com Harden. – Dave ordenou o comando de defesa para Nuzleaf.
Turtwig balançou a cabeça pela terceira vez e várias folhas foram arremessadas contra Nuzleaf. Um brilho metálico reluziu em todo o corpo do pokemon marrom e quando as folhas o atingiram sofreu quase, ou até nenhum, dano.
Rowan observava tudo atento, claro sem fazer nenhum comentário. Os cientistas ao seu lado comentavam detalhe a detalhe sobre a batalha.
– Grr... Turtwig, Tackle! – Lilith perdeu a paciência o que favoreceu a Dave que contra-atacou dizendo:
– Finalize. Nature Power.
Turtwig correu reto em direção a Nuzleaf que fechou os olhos e respirou calmamente. Um brilho apareceu ao seu redor e estrelas surgiram gerando o Swift. As estrelas cadentes tiveram o alvo como Turtwig atingindo ele antes de chegar perto do pokemon narigudo.
Turtwig desmaiou.
– Turtwig está fora de combate. Nuzleaf foi o vencedor... – Rowan falou andando para a arena.
– Turtwig! – Lilith assustada correu até seu pokemon e o pegou no colo temendo o pior. Dave revirou os olhos, parecia acostumado ver esse tipo de cena e Nuzleaf fez a mesma coisa que seu treinador.
– Se acalme. Eu posso ajudar. – Rowan falou pegando um spray do bolso. Lilith não fez nada ao ver o professor esborrifar o líquido em seu pokemon. – Ele ficará bem, não se preocupe com isso e foi um bom começo para sua jornada. – Rowan tranqüilizou a menina.
– Mas eu perdi... – Lilith abaixou a cabeça triste.
– Vencer não é tudo que importa Garden. Às vezes, a derrota nos ensina o que não sabemos para ficarmos mais fortes. – Dave falou de forma até filosófica que assustou seu pokemon o olhando surpreso.
– Olha só... você não é tão chatinho como eu pensei. Acho que te julguei errado. – Lilith sorriu para o mais velho.
– Lembro de eu ter te dado uma dica, não ter pedido sua opinião. – Dave falou frio e seco. A loira sentiu um calafrio na espinha pela resposta.
– Mal educado. – murmurou ela. – Professor, eu já estou indo para a minha jornada. Perdi tempo demais... – Lilith olhou para a pokedex que também indicava as horas. Eram três e meia da tarde.
– Como quiser. Boa sorte em sua viagem. – Falou o professor.
– Tchau. – Falou Dave acenando com uma das mãos com a cara séria. Nuzleaf despediu-se.
– Tchau Professor Rowan. E... você não vai ir em jornada? – Lilith perguntou de forma inocente, mas no ponto de vista de Dave não foi bem assim...
– Tsc... tenho certos problemas que me prendem aqui. Vai de uma vez. – Dave falou cruzando os braços, e como sempre, Nuzleaf imitou seu treinador.
Lilith teve uma gota escorrida na sua nuca ao ver como o pokemon de Dave o copiava. Chegava a ser cômico, apesar da cara do treinador ser meio assustadora.
– Tudo bem... adeus então! – Lilith então correu para voltar ao laboratório, afinal tinha que ir para a porta da frente pegar sua bicicleta.
– Dave... você vai deixar isso assim? – Perguntou Rowan ainda olhando por onde a garota saiu.
– Como assim? – Ele perguntou sem entender.
– Vai desistir do seu sonho só por que não pode sair da cidade? Eu não concordo com isso, mas ser mantido aqui contra sua vontade não é bom. – Dave já tinha entendido o que Rowan falou.
– Engraçado, um professor incentivando alguém a fugir de casa? – Dave falou em tom de sarcasmo.
– não estou incentivando, estou dando meu ponto de vista. Tome isto. – Rowan foi até Dave e entregou cinco pokeballs e uma pokedex vermelha. Dave sorriu de canto. – Se você não vai se aventurar, volte aqui amanhã.
Dave não respondeu. Pegou as pokeballs e as diminuiu de tamanho pressionando o botão central botando elas no bolso. O gadget teve que improvisar enfiando dentro de sua touca verde.
– Não vai agradecer? – Rowan perguntou rígido.
– Não preciso fazer isso, você já deve saber que não sou desse tipo de gente. – Respondeu o garoto de touca.
[...]
Já eram nove da noite. Dave estava em casa ainda acordado no seu quarto deitado na cama de bruços olhando as pokeballs e a pokedex recebia de Rowan. Seus avós já tinham ido dormir fazia tempo.
– Eu posso ir embora e fazer o que eu quiser... ou eu posso ficar e continuar nas discussões diárias com os velhotes. – Falou Dave e depois suspirou. Nuzleaf estava dentro da sua pokeball especial então não tinha com quem falar e também não era um treinador pra tirar um pokemon da pokeball pra desabafar.
Ele olhou pro seu armário, depois para uma mochila jogada do lado da porta de cor verde-musgo e por último para a janela.
– Acho que vou escolher a primeira opção.
Continua

No próximo capítulo de Diário de Um Aventureiro...
"- Onde está o Dave? - Perguntou a avó apavorada olhando pelo quarto vazio de seu único neto. Temendo o pior saiu do quarto e desceu as escadas em pânico pegando o telefone e discando um número qualquer. - Alô? Por favor, preciso de ajuda!"
"Nuzleaf e Dave caminhavam pela Route 1 observando os pokemons dormindo. Deviam ser sete da manhã, eles devem estar exaustos. O pokemon noturno não parecia nem um pouco cansado, na verdade, parecia era alegre diferente de Dave que estava quase aos pedaços e morria de sono por ter andado a noite inteira, e o engraçado era que nem estavam na metade do caminho.
- Droga... Nuzleaf, vamos fazer uma pausa. Estou exausto... - Dave caminhou até o tronco de uma árvore e então apoiou suas costas e encostou sua cabeça no tronco para dormir e Nuzleaf ficou de guarda por instinto para proteger seu treinador de qualquer ameaça."

Notas Finais
Oi de novo! Caso leu até aqui, comente. Incentiva o nosso trabalho e mostra que você está aqui lendo nossa fanfic.
Sim, todo capítulo eu e o Hiruma botaremos um pequeno spoiler do próximo. "Por quê?" para vocês terem uma noção do que vai acontecer e despertar curiosidade em vocês... caso não dê muito certo, vamos tirar isso futuramente então avise-nos!
Até o próximo.

Data de postagem vocês vêem na introdução.


Última edição por Wolfing-£-Hiruma em Ter 24 Fev 2015 - 17:40, editado 1 vez(es)
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Re: Diário de Um Aventureiro!

Mensagem por DarkZoroark em Seg 23 Fev 2015 - 19:40

Wolfing o/
Sem muitas delongas, até por ser a primeira vez que comento aqui, vamos ao review:
Assim como já dito previamente pelo Black~ e pela Alice, a história segue o clichê - não que seja algo ruim ou prejudicial - das Fanfics sobre jornada. O gênero é realmente muito bom e um dos que eu mais curto. Entretanto, é necessário haver algo diferenciado para distingui-la das demais. O mistério cercando o Alex parece que será a premissa para tal feito, e devo dizer que estou gostando bastante do mesmo.
Os personagens são bastante interessantes, embora seus papéis sejam bem mundanos. Isto é, a clássica formação de um jovem que deseja se tornar treinador, uma garota que sonha em virar top coordenadora e um segundo moço que serve como rival/amigo para o primeiro - eu ao menos imagino que vá ser assim. Não que seja ruim, mas um aprofundamento das razões e motivos para tal pode ser interessante para singularizar mais a história. Um ponto em que realmente inovaste foi na questão de o Dave estar sendo proibido de viajar. Isso é algo que poucas vezes é visto, quanto mais na forma com que descreveste a cena. Não é comum ver o "pedido", na falta de um termo melhor, para viajar ser negado com tal intensidade. Gostei também do fato dele ser, usando de suas palavras, mal-educado. Não é um traço comum de se ver na personalidade dos protagonistas, mas é algo que eu particularmente curto bastante.
Quanto a escolha dos Pokémons foi interessante. Nuzleaf - bem como Seedot e Shiftry - é uma espécie que é pouco usada nas histórias, o que dá um destaque maior a sua aparição. Por outro lado, quanto ao Charmeleon... Acho que não tem Pokémon que apareça tanto em histórias quanto os membros da linha evolutiva do Charizard - pudera né, com a legião de fãs que o Pokémon conseguiu... Seria vantajoso se trabalhaste na personalidade do mesmo para dar um brilho a mais nas suas aparições e, por consequência, na história em si. Turtwig é outro bem interessante de aparecer; não é um que seja visto com regularidade. Em sua maioria, Chimchar e Piplup são os Pokémons normalmente escolhidos para serem integrantes da equipe de um protagonista. Um Turtwig em concursos então... Tiro meu chapéu para você. Primeira vez que vejo isso em uma história.
Um ponto que eu realmente gostei é que a história se passará em Sinnoh, região da qual sou fã de carteirinha. Faz um tempo que não surgem histórias retratando o local. Hoje em dia é mais comum encontrar aquelas focadas em Kalos, Unova ou Hoenn, acompanhando o ritmo em que os jogos são lançados. Fiquei feliz de voltar a ver a região da 4ª geração em uma história. A batalha entre os Pokémons de grama ficou bem interessante, tendo o uso das habilidades e vários movimentos diferentes, alguns dos quais poucas vezes vejo sendo utilizados, por exemplo Nature Power.
Sua escrita é muito boa. Não é fácil conseguir transmitir os acontecimentos da história com tal simplicidade, então lhe dou os parabéns por isso. Quanto a erros que encontrei foram a falta de acento nas palavras "Pokémon" e "Pokédex". Senti também uma certa repetição de nomes no primeiro capítulo. Tente optar por sinônimos quando puder; deste modo a leitura fica muito mais dinâmica e envolvente para os leitores. Teve também outro ponto que acho por bem citar:

@Wolfing-£-Hiruma escreveu:Eu sinceramente teria pegado um Piplup ou Chinchar,
"Chimchar" é escrito com "m".
Bem, por enquanto é só. Vou ficar aguardando pelo seu próximo capítulo.  ninja
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Re: Diário de Um Aventureiro!

Mensagem por megapikachu em Seg 23 Fev 2015 - 22:45

cara a fic de voces e muito boa misterios elaborados,personagem carismaticos,misterios bem elaborados esta totalmente incrivel mesmo sendo um cliche no prologo mas mesmo assim esta de boa a batalha de nuzleaf com o turtwig foi muito bem elaborado e muito bem explicativo sobre o alex esse homem encapuzado deve conhecer a vida de alex e talvez ele deve ter seguido ele desde a regiao de kanto mas so lendo pra descobrir na espera dos proximos capitulos rs

obs: voces nao atualizaram a ficha da lilith ela tem um turtwig agora rs
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Re: Diário de Um Aventureiro!

Mensagem por Killer123 em Ter 24 Fev 2015 - 17:34

Oia nois aqui traveis !

Um começo interessante, e muito bem escrito!

A batalha foi muito bem feita, e a utilização da habilidade do Nuzleaf foi muito legal. Como eu já esperava você descreveu muito bem a personalidade de Dave. Ri pra caramba quando ele esqueceu a " marmita ".

Turtwig sendo usado em um Contest! Fica dificil um sendo usado já que em concursos os Pokémon tem suas notas mais levada pela beleza, mas " Lili" deve ter alguma ideia de como fazer tal ato, já temos várias pessoas usando Feebas por ai em concursos.

Sobre Dave fugir, realmente concordo com tal ato, as vezes devemos enfrentar nossas barreiras e criar asas e finalmente voar. Só achei estranho Rowan incentivar-lo de fazer isso, mas foi explicado que ele acredita que todos devemos ter nossa liberdade em fazer o que queremos.

Em geral, ficou muito bem escrito, só recomendo que dê um " espaço" a cada fala e parágrafo, senão fica um pouco bagunçado.
Boa sorte!
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Re: Diário de Um Aventureiro!

Mensagem por Alice Le'Hills em Qui 26 Fev 2015 - 18:48

Hey!

Bem, foi um capítulo legal, com alguns acontecimentos interessantes, como o encontro entre o Dave e a Lili, ela pegando seu primeiro Pokémon, a batalha entre eles e o segredo do Alex. A escrita de vocês é boa, apesar de alguns pequenos erros (nada que prejudique a leitura). Vocês descrevem bem e conduzem a história de uma maneira legal. Só sugiro que, ao mudarem o narrador, coloquem antes do parágrafo algo que sinalize quem irá narrá-lo. Também sugiro, assim como o Killer123 sugeriu, que vocês pulem uma linha entre os parágrafos e as falas, para não ficar confuso ou bagunçado.

Enfim, aguardo pelo próximo capítulo. Boa sorte com a fic!

________________
Acompanhem a minha primeira fanfic:
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Re: Diário de Um Aventureiro!

Mensagem por Wolfing-£-Hiruma em Seg 2 Mar 2015 - 15:17

Notas do s Autores
Fala pessoas lindas! Hiruma aqui com o segundo capítulo dessa história de jornada linda que o Wolfing e eu escrevemos! Gostaríamos de agradecer a cada um de vocês lendo isso aqui e comentando, ou mesmo não comentando, lendo a nossa fic que nos deixa muito felizes.
Espero que gostem e vamos responder os reviews!
DarkZoroark:
Eae mano Dark? Firmeza? Primeiramente, obrigado por ler! Sim, a história segue o clichêzinho básico que quase ninguém consegue fugir dele, mas fazer o quê? Sim, eu concordo que uma história clichê não é ruim, na verdade, eu até prefiro um pouco elas do que as diferentes.
Os papéis são bem "estereótipos" do tipo: uma coordenadora, um treinador e um rival. Segue aquele raciocínio de ter dois garotos e uma garota, mas com o tempo talvés mude, talvés. Sim, Dave foi proibido de viajar por motivos que vão descobrir mais futuramente e o motivo dele ser mal-educado foi realmente para dar destaque porque todo protagonista ser legalzinho e bobão é meio forçado, sabe?
Eu tentei variar bastante sobre os Pokémons porque até hoje nunca vi alguém ter um Nuzleaf como inicial e ter um tipo noturno como inicial iria encaixar bem para o Dave além de esse Pokémon, quando evolui, vira o próprio capeta ia combinar mais ainda com ele. Sobre o Charmeleon realmente não é muito especial porque aparece muito esse Pokémon e a sua linha evolutiva sim, mas tentei modificar sua personalidade com o decorrer dos caps para deixá-lo mais divertido e também a razão de ser um tipo fogo justamente por ele ter vantagem contra o Nuzleaf e eu não pensei em outro Pokémon melhor que um Charmeleon e Charizard. Turtwig em concursos... quem iria pensar nisso? Então, eu só escolhi o inicial da Lilith bem na hora que ela chegou no laboratório porque a escolha foi realmente muito conturbada e a ideia original ela pegar um Piplup como a Dawn fez, mas o Wolfing discutiu comigo dizendo que era melhor pegar o Chimchar - e obrigado por nos avisar que escrevemos errado, só não editamos ali o cap para mostrar que melhoramos sobre os nomes - e, no fim, ficamos com o Turtwig... agora que pensei, imagina um Torterra numa competição? Iria destruir qualquer princípio básico de "Protagonista feminina e coordenadora só pode ter Pokémons fofinhos e pequenos".
Sim, a batalha foi a parte que eu, pessoalmente, gosto mais de escrever. Sempre tive o costume de escrever combates, mas nunca de Pokémon e foi a minha primeira vez em muito tempo e espero que tenha ficado ao seu agrado. Sobre as habilidades eu as usei principalmente seguindo a ideia original do game e pesquisando no serebi ou no bulbapédia para me auxiliar. Sobre o Nature Power posso dizer que esse movimento vai aparecer muito nos combates de Nuzleaf.
Obrigado pelos elogios e aceitamos suas críticas de braços mais do que abertos! Os próximos caps tentamos seguir sua dica de deixá-la mais dinâmica com sinônimos e espero que tenha ficado bom.
Obrigado ao alerta sobre o Chimchar.
Beijos, abraços e bom dia!
megapikachu:
Obrigado aos elogios megapikachu ^^ espero que acompanhe a fanfic!
Sim, nós notamos e editamos já. Obrigado pelo aviso.
Killer123:
Olá!
O começo é a parte mais chamativa de uma história não é? Brincadeirinhas a parte, obrigado!
A batalha, na minha "humilde" opinião, foi a parte mais interessante do capítulo. A habilidade foi usada para dar um destaque nela. E, claro, Dave esqueceu uma marmita... essa parte nos baseamos com o Wolfing esquecendo a bolsa dele na escola(Como? Não sei '-')
Um Turtwig em torneios é bem difícil de se ver mesmo, mas eu quero quebrar esse negócio de "Torneio só pode Pokémon bonito e fofo"... afinal, torneios também dão pontos se você mostrar não só beleza, mas talento e força-deforma bonita- apesar desses serem caminhos mais complicados.
Eu também apoio o Dave. Ele é tipo um Pidgey que foi mantido preso pela Rocket Team -qq Realmente é tenso imaginar o Rowan incentivando ele, mas é necessário para a história.
Obrigado pela dica dos espaços. Eu e o Wolfing vamos seguir ela com gosto.
Alice Le'Hills:
Olá Alice, espero que estejas muito bem.
Sim, o capítulo um para mim foi bem corrido - talvez nem tanto, talvez - e aconteceu bastante coisas nele. Obrigado pelos elogios e as dicas Alice, vamos seguilas e não vamos esquecê-las!

Perigos, fenômenos anormais e ataque Pokémon.


Normal Pov's

O garoto de cabelos negros estava despido sob a água fria que vinha do chuveiro elétrico no andar de baixo da sua casa. Acabara decidindo esfriar primeiro a cabeça para não cometer nenhum erro e depois ficar em prantos e lamentos sem fim.
Na sua cabeça cenas desde os dez anos vinham à mente enquanto a água molhava seu cabelo os fazendo ficarem sobre seus olhos. O dia que foi proibido de vigiar, as semanas que ele ficou trancado no quarto sem comer por pura birra de uma criança e depois a felicidade ao receber um Pokémon que foi um Seedot e agora era um Nuzleaf fiel a si.

O banheiro era pequeno. Um chuveiro elétrico que de cinco em cinco semanas acabava entrando em curto circuito e tinha que ser trocado, uma privada ocidental típica que era rasteira sendo que as mulheres tinham de se agachar para fazer suas necessidades... as paredes eram feitas de madeira e o chão de ladrilhos cinzas. A porta era feita de madeira, e devido a isso tinha mofo nos cantos e pela falta de cuidado, e foi aberta por Dave saindo somente com a toalha enrolada na cintura deixando o torso nu. Olhou seu reflexo no espelho embaçado e suspirou.

Saiu do banheiro sem pressa nenhuma e caminhou pelo corredor escuro e silencioso. Não fez questão de acender a luz, além de que ia chamar atenção dos seus avós também preferia ficar no escuro a em lugares iluminados. Chegou até a base da escada e girou seu corpo para subir a escada que dava a seu quarto sem demorar em abrir a porta e entrar.

– Vamos arrumar as malas. – disse o garoto de cabelos negros e a pele na cor de caramelo.

Indo em direção ao seu armário abriu–o e tirou suas mudas de roupas como camisas, calças, cuecas e meias. Primeiramente vestiu suas vestes escolhidas para a sua jornada: uma camisa verde–escura de bolsos com a gola colada ao pescoço, calças de linho negro com um bolso na parte esquerda, um cinto para as pokeballs e calçou um tênis azul com detalhes em vermelho e branco. E claro sem esquecer sua touca verde como marca registrada. Caminhou calmamente até a mochila verde–musgo esparramada no chão do seu quarto... a ultima vez que ele recorda de ter usado a tal mochila foi quando ainda estudava no ginásio. Botou suas mudas de roupa dentro da mochila e pegou sua pokédex com um novo aplicativo: mapa. Aquilo era muito útil para os novos treinadores e então viu a primeira cidade que tinha o ginásio mais próximo. Fechou a bolsa e
então notou que sobrou um pequeno espaço, mas decidiu deixar assim para que pudesse pegar algo na fuga.

– Primeira parada... Oreburgh! – falou Dave botando os dois braços nas alças da mochila para carregar o objeto.

Pegou as cinco pokeballs vazia e colocou presas ao cinto e a última pokeball onde estava Nuzleaf apertou o botão central e apontou para sua frente abrindo a cápsula liberando o pokemon marrom de nariz comprido com uma folha ligada à cabeça.

– Vamos Nuzleaf, iremos para a Route 1 agora. – Dave deu o comando para Nuzleaf que assentiu.

O Pokémon narigudo foi até a janela e a abriu facilmente, mesmo ela estando trancada com um cadeado usando, talvez, a habilidade natural típica de um Pokémon ladrão. Botou seu corpo inteiro para fora ficando no seu parapeito e calculou a queda. O Pokémon deu um sorriso matreiro ao saltar e cair em pé em perfeitas condições.

Dave acompanhou o Pokémon e então botou seu corpo maior para sair da janela tendo que ir mais devagar para não bater a cabeça em nada. Colou os pés no parapeito e olhou para baixo e sentiu um frio na barriga pela altura, não era muito alta, mas caso caísse de forma errônea iria fraturar algum osso com toda certeza. Para seu azar todas as luzes das casas estavam apagadas e a noite tinha somente a claridade da luz para usar como guia.

O garoto pardo deu um salto no ar esticando o corpo para ficar reto, um pouco antes de tocar o solo levou seus dois antebraços para frente de seu rosto e então tocou as solas dos pés no chão. Por ter um peso maior que de seu Nuzleaf, não teve como ficar em pé então seu corpo foi obrigado a rolar para frente para evitar qualquer fratura. Por já ter pulado muito de lugares altos como telhados ou árvores já tinha experiência então não tinha se machucado e nem desgastado seu corpo ficando em pé logo depois da cambalhota para frente.

– Merda, esqueci de pegar uma lanterna... não importa, Nuzlaf vamos! – Dave falou caminhando para frente.

O Pokémon narigudo acenou com a cabeça e começou a correr pelas ruas de Sandgem City desertas. Por morarem muito afastados da entrada da Route 1, ou Route 202 mundialmente, os dois seres demorarem uma hora para chegarem lá mesmo correndo. Dave demorou uns dez segundos para perceber que estava em frente a mata e saída da sua cidade natal abrindo um sorriso quase imperceptível. Nuzleaf sentiu um calafrio estranho na espinha.

– Está tudo bem? – Dave perguntou sem olhar o Pokémon. Os dois tinham uma conexão forte e sabiam o estado do outro sem precisar usar a visão. Nuzleaf concordou com a cabeça sem muita confiança.

Apesar de Dave ter notado que era mentira, decidiu não argumentar. Começou a caminhar para frente por instinto e entrou na mata. Pegou sua pokédex para usar como uma iluminação temporária e viu o horário...

– Meia–noite? Mas já? – Dave ficou surpreso. O tempo realmente parecia que estava voando... era bizarro. Nuzleaf parecia ter notado isso antes do treinador e parecia tenso. O treinador se lembrou que os Pokémons têm uma ligação muito maior com a natureza que os próprios seres humanos. – Venha logo Nuzleaf, não temos a noite toda. Do jeito que o tempo está passando, vamos ser pegos sem nem termos chegado a Jubilife.
Dave caminhou para frente e o Pokémon narigudo o seguiu. Caminhavam em silêncio e Nuzleaf teve o conhecimento de ir à frente para evitar qualquer surpresa de ataque de algum Pokémon noturno, apesar de naquela área só ter Pokémon de baixo nível como Starly, Bidoof, Kricketot e Shinx.
Uma música tocava ao fundo, mas diferente de uma música acalmante dos Kricketots e Kricketunes era uma sinfonia tenebrosa e que parecia demonstrar o terror que sentiam...

Nuzleaf respondeu a música ao pegar uma folha do chão e usar como instrumento para tocar uma sinfonia igualmente tensa, mas o treinador de touca verde não pareceu importar muito por estar acostumado a essa sinfonia.

Agora a caminhada começou a parecer ir cada vez mais devagar. Ouviu os Starlys começarem a piar alto, os Bidoof mais novos começaram a choramingar e alguns Shinx começaram a correr nas matas altas desordenados.

– Para ter essa desordem deve ter algum Pokémon forte por aqui... – Dave comentou para Nuzleaf que concordou. – Mas qual? O mais forte daqui seria no máximo um Bibarel, e eles não são tão perigosos...

Como se a natureza tivesse lhe ouvido, uma criatura apareceu três metros à frente. A coisa era muito maior que o garoto de touca verde tendo dois metros de altura, quase dois metros e meio, e ainda por cima era bípede. Sua cor verde quase o escondia na mata, porém por causa da sua altura o deixava visível, nos seus ombros e coxas tinham dois espaços na armadura blindada verde que ganhavam destaque. Da cabeça até a metade da coluna possuíam várias unidades de espinhos pontiagudos, sendo o final reto até chegar a base da calda que ganhava mais quatro espinhos que ficavam ao redor da sua ponta. A barriga da criatura tinha a cor cinza como ferro.

– Mas que merda é essa? – Dave perguntou ao ver a criatura enorme que dava a impressão de ser um dinossauro. Sacou sua pokédex para ter informações:

"Tyranitar, o Pokémon armadura. Tyranitar é um Pokémon incrivelmente forte sempre esperando adversários e muitas vezes mudando o cenário por causa do seu alto poder destrutivo. Sua armadura o protege de diversos ataques"

A pokédex falou com sua voz robótica e feminina que chamou atenção de Tyranitar. O ser monstruoso o olhou de forma assassina com seus olhos ônix no tom opaco e então preparou um ataque formando uma bola laranja em sua boca que crescia conforme os segundos passavam.

– Isso é um Hyper Beam...? Droga! Nuzleaf, Nature Power! – Dave ordenou em pânico. Iriam morrer se aquele ataque os atingisse diretamente.

Nuzleaf fechou os olhos e respirou fundo. Por estar de noite, uma esfera negra foi criada na frente do Pokémon narigudo e então o ataque sombrio foi direcionado contra Tyranitar para impedir de disparar um dos mais poderosos ataques do mundo Pokémon.

Foi tarde demais.

A rajada alaranjada foi disparada da boca do Pokémon Armadura criando um vácuo ao redor da sua boca. A esfera roxa não foi párea, e nunca seria no nível de Nuzleaf, e foi destruída como fosse papelão; o Hyper Beam perfurou a Shadow Ball sem nenhum desafio. O ataque demolidor atingiu um pouco mais na frente do garoto de cabelo preto e o Pokémon narigudo os jogando para trás e abrindo uma cratera no chão.

O treinador fechou os olhos por causa do impacto e quando os abriu pode ver Tyranitar vindo em sua direção pronto para matar. Aquele enorme tanque de guerra Pokémon toda vez que dava um passo fazia a terra tremer e os Pokémons a sua volta tremiam de medo. O treinador então viu seu Pokémon narigudo marrom ficar na sua frente como um ato de proteção.

– O que você pensa que está fazendo? – Dave perguntou para seu Pokémon que não respondeu. Era mais do que óbvio que a criatura de nariz comprido tremia nas bases, suas pernas estavam bambas por causa de saber quem seria seu oponente e seus dentes rangiam de desespero.

O Pokémon armadura abriu a boca novamente. A mesma esfera alaranjada surgiu em sua boca... passaram–se cinco segundos para Tyranitar disparar outra vez.
Então, uma criatura de corpo negro surgiu na frente do garoto de touca verde e o Pokémon marrom.

[...]

– General, General! – Um homem usando uma boina roxa usando um uniforme com a camisa roxa e a gola branca com o desenho da letra D estampado de cor vermelha que ocupava quase toda a camisa estava operando, junto com mais vinte homens igualmente uniformizados, uma máquina imensa com várias televisões e câmeras ligadas por satélites chamou seu superior.

– Diga, Unidade AXR27. – Falou calma uma mulher sentada numa poltrona executiva com uma taça de cristal com vinho tinto na mão esquerda. Sua aparência era difícil de descrever pela falta de iluminação a sua volta podendo só identificar seu braço esquerdo e uma parte do seu rosto do lado direito mostrando um olho vermelho–sangue que encarava a tal Unidade.

– Sinais vindos do Satélite 18, câmera 76 no quadrante A2 mostram a aparição dele. – Falou o homem olhando para a mulher. A mulher de olho vermelho respondeu:

– Foque a câmera na tela principal, quero ver aquele Pokémon de perto... finalmente decidiu mostrar as caras, maldito. – A mulher então fez força na taça de cristal partindo–a em pedaços.

[...]

Dave Pov's


Eu acordei com uma dor de cabeça muito forte. Sentei-me no chão com as minhas duas mãos na cabeça e os dedos quase entrando no meu cérebro pela força que eu fazia para aliviar a dor que eu estava sentindo.

Um flash veio na minha cabeça. Um Tyranitar... sendo atingido por um Hyper Beam... um segundo Hyper Beam... alguma coisa preta na minha frente...

Levei um susto e botei minhas palmas no meu peito para ver se não tinha nenhum ferimento. Eu entrei quase em pânico pelo susto e então senti algo tombando na minha coxa direita. Era Nuzleaf dormindo.

Dei um longo suspiro. Não fiz nada e o deixei ali, deitado, e peguei minha pokédex para ver as horas... seis da manhã. Temos que voltar a andar.

– Acorda Nuzleaf, temos que voltar a andar. – Dei um soco na cabeça do meu Pokémon. É agressivo, mas funciona. Ele levantou num pulo e olhou para mim e depois ao redor dele... e eu fiz o mesmo.

Estávamos de volta ao início da Route 202.

Como isso é possível? Tenho toda certeza que estávamos já na metade da Route 202 quando um Tyranitar apareceu e nos atacou...

... Ou será que não? Foi tudo um pesadelo?

Será que nós dois acabamos dormindo aqui mesmo e que tudo que vi foi um sonho? Não, pela cara do Nuzleaf não deve ser isso... não tenho tempo para pensar nisso agora, temos que sair daqui o mais rápido possível!

– Nuzleaf, temos que correr! A velha maldita vai acordar daqui uns trinta minutos. – O meu Pokémon concordou com a cabeça e então começamos a correr. Agora era fácil correr pela mata graças ao sol, mas uma hora ou outra tinha um treinador irritante pedindo uma batalha que eu sempre recusava. Não tenho tempo para gastar, principalmente agora!

Nuzleaf, por ser mais rápido, corria na minha frente. Olhei para trás e dava para alguns treinadores numa batalha de Pokémon ou tentando pegar um Bidoof ou Starly. Durante a corrida eu me refletia. Um Tyranitar não é nem um pouco abundante aqui em Sinnoh, muito menos perto de Sandgem City ainda mais um agressivo como aquele. Qual foi o motivo de ele ter começado aquela bagunça? Território? Comida?

Eu já estava começando a ficar cansado. Eu estava a uma hora correndo... eu já estava decrépito e aos pedaços enquanto Nuzleaf parecia bastante agitado. Uma boa noite de sono deve ter ajudado ele.

– Droga... Nuzleaf, vamos fazer uma pausa. Estou exausto... – Falei para ele indo me aconchegar numa árvore deitando minhas costas em seu tronco. Fechei meus olhos, mas antes disso pude ver Nuzleaf ficar de guarda por mim olhando ao redor.

[...]

Normal Pov's


Na casa dos Hartson, o casal de idosos acabou de acordar. O homem da família usava um pijama básica sendo uma camisa de manga comprida com algumas estampas com o desenho de Piplups e shorts azuis. A sua esposa usava uma camisola vermelha que cobria todo seu corpo.

– Querido, bom dia. – A esposa deu um selinho no esposo. – Eu vou ir acordar o irritadiço, se quiser pode dormir já que você não trabalha hoje.

A idosa piscou para o marido que entendeu o recado. A mulher caminhou até fora do seu quarto e atravessou o corredor indo até a base da escada. Chamou:

– Dave! Está acordado? – Sem resposta. – Dave...? – A idosa subiu as escadas e bateu três vezes na porta. Nada.
Confusa, levou à mão a maçaneta e então a abriu só para ver a porta do armário aberta com várias roupas no chão, a cama desarrumada e uma janela aberta.

– Onde está o Dave? - Perguntou a avó apavorada olhando pelo quarto vazio de seu único neto. Temendo o pior saiu do quarto e desceu as escadas em pânico pegando o telefone e discando um número qualquer. - Alô? Por favor, preciso de ajuda!

Uma voz do outro lado da linha começou a fazer algumas perguntas que a avó respondeu rápida e desesperada:

– Ele tem dezesseis anos, tem um Nuzleaf como Pokémon, cabelo preto e sempre usa uma touca verde. Nome dele é Dave. – A avó ouviu a voz falar algo que a acalmou e desligou o telefone.

– Querida, o que foi? – O avô de Dave surgiu no corredor escovando os dentes.

– Querido... Dave fugiu de casa. – A avó falou de forma direta e o idoso fechou a cara começando o dia logo de pé esquerdo.

[...]

O Pokémon de nariz comprido então decidiu acordar seu treinador. Ele tivera duas horas de sono então a criatura bípede se aproximou do treinador e acertou uma cabeça na testa do garoto o acordando de imediato.

– Ai! Nuzleaf, que merda é essa? – O treinador mostrou que estava muito irritado pela atitude de seu Pokémon, mas então ele notou o tempo e se calou podando–se em pé.

– Acho que daqui pra frente posso ir sozinho, retorne. – Dave apontou a esfera bicolor com o símbolo de um raio e um raio vermelho foi até a criatura a encapsulando para dentro do objeto.

O treinador começou a sua caminhada ainda com as perguntas sobre a noite anterior como o tempo que parecia estar desregulado, a estranha aparição de Tyranitar pelas bandas, a criatura negra que se pôs entre o Hyper Beam e si e o reinício para a entrada da Route 202.

Continuaria pensando e caminhando se não tivesse ouvido um grito ecoar pela floresta. O pardo não daria tanta importância, ainda mais na sua situação, só que como homem tinha que ter a atitude de "salvar a donzela em perigo".

Correu em direção ao grito que vinha bem a sua frente. Bateu muitas vezes seu rosto em galhos baixos ou quase tropeçava nos arbustos até ver uma garota caída no chão com uma criatura amarela sobre ela.

Era quase da altura de um ser humano, seu corpo era largo e achatado dando a impressão de estar fora de peso. Sua pele era na cor amarela no tom opaco e seus punhos junto ao colarinho eram na cor negra. Em suas bochechas haviam uma circunferência cor de rosa e suas orelhas pareciam dois panos que foram amarrados e dado um nó.

– O que é isso? – O treinador de touca verde sacou sua pokédex para tirar informações.

"Makuhita, o Pokémon lutador. Ele nunca desiste e mesmo sendo derrubado volta se levantar e a cada vez que se levanta acumula mais energia em seu corpo."

O garoto deu um sorriso de canto. Estava decidido: sua segunda captura seria ele.

A garota caída no chão Dave reconheceu. Era loira e a camisa com a estampa de cravo denunciou quem era... Lilith Garden, a menina que recebeu um Turtwig em Sandgem City por ter se atrasado na hora de escolher os iniciais.

– Nuzleaf, venha de novo! – O treinador jogou a cápsula de captura ao ar e então se abriu criando um raio branco da pokeball e materializando o Pokémon marrom de pé. O treinador pegou a pokeball ainda no ar. – Razor Leaf!

O Pokémon treinado balançou sua folha e então lâminas vegetais foram jogadas contra o Pokémon lutador que saiu de cima da garota pelo ataque. O Pokémon selvagem gemeu de dor e virou as costas para fugir.

– Não, você não vai fugir! – O treinador começou a correr em direção ao Pokémon, porém sua própria criatura deu uma rasteira em seu joelho o derrubando. – Merda Nuzleaf, que foi?!

O treinador parecia irritado pela chance perdida de arranjar uma criatura poderosa, mas o Pokémon de nariz comprido deu de ombros. A criatura apontou para a garota caída e então seu treinador entendeu o motivo de ter sido atacado.

Lilith estava com vários arranhões em seu corpo e hematomas também. Seu nariz escorria sangue e sua boca estava totalmente roxa. Agora que o garoto tinha notado, mas uma pequena criatura em forma de dinossauro, porém muito pequeno.

Tinha a pele castanha em todo seu corpo em exceção da barriga que era um círculo cor de bege. Tinha uma calda curta que assemelhava a de dinossauros e o formato de seu capacete fóssil fazia parecer o crânio de um Aerodactil extinto e nos buracos onde estariam os olhos podia–se ver um risco de cada lado indicando seu descanso. Segurava um pedaço de osso na mão direita.

– Ela protegeu um filhote de Cubone daquele Makuhita...? – O treinador se perguntou. Não compreendia o motivo daquilo. – Vamos tirar ela daqui.

[...]

Deveriam ser duas e meia da tarde. Um garoto de cabelos azuis estava ao lado de um lagarto de fogo que atingia arranhões nas árvores.

– Vamos lá Charmeleon! Sem o Metal Claw, não vamos ter chance alguma contra os Pokémons de pedra do Roark em Orebourgh! – Incentivou o treinador de cabelo azul. O lagarto rugiu enquanto atingia patadas brutais que, uma ou outra, ganhavam uma tonalidade prateada.

O lagarto de chifre parecia muito cansado, mas ainda queria continuar. O treinador de cabelo azul via que continuar essa experiência desse modo iria demorar demais então teve uma idéia para acelerar o processo. Jogou uma pokeball ao alto e uma criatura surgiu.

– Charmeleon, vamos tentar isso numa experiência de combate real. – Falou Alex para o Pokémon de fogo e o lagarto concordou com a cabeça.

O novo Pokémon liberado era uma ave aquática de pele amarela com um bico bege achatado. Seus pés de pato também eram beges e ele parecia estar sapateando por causa do movimento dos seus pés e na sua cabeça tinham três fios pretos que dava ainda mais o ar de um Pokémon bobo.

– Então vamos treinar pessoal! Psyduck, Water Gun e Charmeleon use o Metal Claw!

O Pokémon pato disparou uma corrente de água da sua boca contra o lagarto de fogo. A criatura do tipo fogo botou seu braço num X e suas garras ganharam um brilho forte e então fez o movimento para atingir a água...

Porém o ataque não foi completado.

O Metal Claw falhou e por isso o canhão de água atingiu o lagarto o jogando contra uma árvore. O lagarto de fogo botou–se de pé rapidamente cuspindo fogo para os céus em excitação.

– Ok, de novo!

Continua
"– Vamos começar? Charmeleon, Flametrhower. – O treinador de cabelo azul comandou apontando o dedo para Nuzleaf.
– Já sabe o que fazer contra isso. – Respondeu o treinador de touca verde."

"Dave estava ao lado de seu Pokémon apoiando sua cabeça. O Pokémon estava desmaiado e mal respirava direito...
– Droga. Temos que chegar num Pokémon Center, depressa!"
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Re: Diário de Um Aventureiro!

Mensagem por Killer123 em Seg 2 Mar 2015 - 18:55

Ola!

Percebo que seguiu as minhas dicas e as da Alice, ficou mais bonito e fácil de ler. Agora vamos ao Review: Não percebi erros, a não ser esse, " tinha somente a claridade da luz para usar como guia.", Não seria, " tinha somente a claridade da lua para usar como guia."?!

Achei estranho esse Tyranitar, mas eu acredito que tem haver com a "possível" equipe vilã. Vocês deram um belo destaque a personalidade do Dave, rancoroso, grosso, mal-educado e um pouco egoísta, mas vejo que Nuzleaf é a parte mais humana do rapaz, devido a forçar o garoto a ajudar a nossa querida Lili.

Quem será o ser que ajudou o Dave?! teria sido o Alex? . Adorei também o garoto de cabelos azuis treinando o Charmeleon para aprender ' Metal Claw', espero ver mais de cenas de treinamento como essa, especialmente as combinações de Lili.

Boa sorte!
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Re: Diário de Um Aventureiro!

Mensagem por Slow em Seg 2 Mar 2015 - 21:35

A marmita do destino kkkk... a fanfic ta muito boa, mas ao contrario do killer123 percebi vários erros básicos (não sei se sou detalhista ou sei lá) que nem atrapalham tanto, como em "Nuzlaf vamos!" e em alguns outros casos. Achei estranho esses Pokémons de outras regiões na route 1 de sinnoh e um makuhita que contradiz sua descrição da pokédex kkkkk(é, acho que sou bem detalhista mesmo). E estou realmente curioso sobre a "coisa" que ajudou ele e o motivo de ter feito ela voltar todo o caminho...

esperando próximo capitulo e boa sorte com a fanfic o/ Smile


Última edição por IsaacXD7 em Sab 7 Mar 2015 - 19:41, editado 1 vez(es)
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Re: Diário de Um Aventureiro!

Mensagem por megapikachu em Seg 2 Mar 2015 - 22:36

esse cap. ficou bom nunca vi uma pessoa proteger isso e uma coisa inedito(pelo menos pra mim)psyducks nao aparecem frequentemente em fics mesmo assim fico feliz que ele nao foi esquecido e quase plausivel que esse cubone vai ser capturado pela lilith so lendo pra descubrir e so isso na espera dos proximos capitulos rs

obs: vou dar um conselho a voces quando voces postarem um capitulo tem que atualizarem o main post por exemplo : alex agora alem do charmeleon tem um psyduck rs
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Re: Diário de Um Aventureiro!

Mensagem por DarkZoroark em Sab 7 Mar 2015 - 18:04

W&H o/
Já tinha lido anteriormente, mas só agora conseguir vir aqui comentar - sabe como é, vida e tudo mais... Então, sem muitas delongas, vamos ao review:
O capítulo foi bem interessante, apresentando a fuga do Dave e suas primeiras aventuras - ou nesse caso, desventuras - na estrada. Na real, é difícil ver alguma história onde o protagonista é tão azarado... Ao menos no começo. Em geral os problemas só começam a acontecer com um treinador no momento em que ele se depara com a Equipe vilã pela primeira vez e/ou após algum tempo já na estrada. Puxando por esse ponto de vista a "situação tensa", na falta de um termo melhor, que apresentastes neste capítulo foi bem mais realista. Afinal, é bem mais provável alguém se fu*** antes de ter 3-4 Pokémons fortes na equipe.
O embate contra o Tyranitar - não dá para chamar de combate até porque a diferença no nível de força era gritante - apesar de breve foi bem interessante. Mesmo sendo um Pokémon extremamente utilizado em batalhas online, ter status de um pseudo-lendário e ter uma legião de fãs por todo o mundo não é fácil encontrar o Pokémon armadura em uma história. Não vejo muita razão para isso, até porque é um Pokémon realmente poderoso, como pode ser evidenciado neste capítulo. Fiquei um tanto quanto curioso com o Pokémon negro que apareceu no final. Imagino que, dado o interesse nele, seja um Darkrai ou algo do gênero, mas vai saber... Só mesmo quando revelares a sua identidade é que teremos certeza.
A parte pós-incidente e o "resgate" - não sei se dá para chamar assim - da Lilith foi bem original. Não é muito comum ver um dos principais ser posto nesse tipo de situação. Makuhita é outro Pokémon que raramente vejo em histórias, mas que considero bastante versátil para o desenvolvimento de uma. Vou ficar esperando para ver no que vai dar essa situação em que tanto ela quanto Dave estão metidos.
A aparição do Alex neste capitulo foi um tanto quanto curta, mas ainda assim original. Não é costumeiro ver Fanfics de jornada em que aconteça de fato um treinamento, quanto mais para ensinar um novo movimento. Nesse ponto a sua se destacou das demais, principalmente pela tentativa de ensinar Metal Claw ao Charmeleon. Não é um movimento tipicamente visto sendo utilizado pela espécie. Gostei da inclusão de um Psyduck a história. É um Pokémon interessante, embora muito pouco usado em Fanfics. Suponho que seja pela reputação obtida pela espécie graças ao anime, ou pode ser outro motivo. Enfim, bem legal este toque.
Quanto a erros, o único que cheguei a ver foi no final do capítulo - na realidade, na prévia do próximo:

@Wolfing-£-Hiruma escreveu:Vamos começar? Charmeleon, Flametrhower.
O correto seria "Flamethrower".
@Wolfing-£-Hiruma escreveu:– Vamos Nuzleaf, iremos para a Route 1 agora. – Dave deu o comando para Nuzleaf que assentiu.
Este não é um erro gramatical, mas que achei por bem listar. No caso, pela história se passar em Sinnoh, não deveria ser a Route 201?
Bem, por enquanto é só. Fico no aguardo do seu próximo capítulo. ninja
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Re: Diário de Um Aventureiro!

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