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Astral Zero

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Astral Zero

Mensagem por DarkZoroark em Seg 26 Jan 2015 - 16:35

Olá. É... Depois de uns bons oito meses de ausência, fora um comentário ocasional ou outro, estou de volta com minha segunda Fanfic sobre Pokémon. Como planejo fazer uma história melhor e muito mais dinâmica que a última passei esses últimos meses planejando os detalhes e pesando as decisões. O resultado creio que irá satisfazer a todos. A história seguirá um rumo mais parecido com light-novels e visual-novels do que com um mangá. Para quem não conhece esse estilo, vou deixar aqui alguns exemplos de animes que se basearam nos mesmos:

  • Sword Art Online
  • Kore Wa Zombie Desu Ka?
  • Madan no Ou to Vanadis
  • Mondaiji-tachi ga Isekai Kara Kuru Sou Desu Yo?
  • Seirei Tsukai no Blade Dance
  • Little Busters!
  • Rewrite

Esses são só alguns de muitos, mas creio que serviu para dar uma ideia. Vou levar as batalhas para um lado mais realista também; os ferimentos e o efeito que um ataque teria realmente em um corpo serão representados da melhor maneira possível, mas sem exagerar na sanguinolência. Bem, acho que era isso que tinha de explicar. Aproveitem!


Capítulos:

Volume I - Black Knight
Prólogo - Dance of the Dual Blades (Neste Post)
Capítulo I - Dawn (Aqui)
Capítulo II - Ice Maiden (Aqui)
Capítulo III - Flames and Illusions (Aqui)
Capítulo IV - To Defeat the Strongest (Aqui)
Capítulo V - The Girl and the Wolf (Aqui)
Capítulo VI - Broken Will (Aqui)
Capítulo VII - Sword Break (Aqui)
Capítulo VIII - Petite Teacher (Aqui)
Capítulo IX - Checkmate (Aqui)
Capítulo X - Ice and Fire Hellish Combo (Aqui)
Capítulo XI - The Giant's Rage (Aqui)
Capítulo XII - Awaken (Aqui)
Capítulo XIII - Black Knight (Aqui)
Epílogo - What was Won after the Battle (Aqui)

Volume II - Rank S
Prólogo - Numbers (Aqui)

Prólogo - Dance of the Dual Blades

O som de gritos de torcida e encorajamento enchia seus ouvidos dentro do coliseu. Centenas de pessoas haviam se reunido para ver o combate final. Isso não a atraia de forma alguma. Tudo que lhe interessava era o interior daquela arena poeirenta, os dois oponentes a sua frente e o motivo de estar lá. Apenas a vitória lhe importava e nada mais. Tinha de fazê-lo; prometera. Não sabia quanto tempo ainda iria aguentar; seus braços estavam cobertos por cortes e hematomas. Além disso, tinha certeza de estar com duas ou três costelas quebradas.
Virou momentaneamente para o lado e trocou um olhar com seu companheiro. Estava visivelmente em um estado melhor que a jovem, com a única ferida realmente grave sendo um corte que cruzava seu olho direito. Não era fundo o suficiente para cegá-lo, mas talvez acabasse com uma cicatriz. Murmurou algo e o quadrúpede rapidamente assentiu, recuando alguns passos.
A próxima etapa seria calcular a distância até seus adversários. Estava a cem metros do rinoceronte de pedra bípede e vez e meia isso da companheira deste; uma garota três ou quatro anos mais velha que ela própria com longos cabelos loiros e olhos castanhos. Usava uma grande armadura robótica rubra com detalhes em dourado. Dois metros e meio de altura e talvez trinta centímetros a menos de um ombro ao outro. Um par de canhões projetava-se sobre os braços desta e em suas mãos estava uma enorme foice. Em comparação seu único armamento era um par de espadas. Não faria diferença.
Respirou fundo. Ambos os oponentes estavam em posição de defesa; aguardando pelo seu movimento. Ponderou por alguns instantes. Milhares de cenários possíveis passavam pela sua cabeça, mas todos seguiam para o mesmo resultado. Sorriu sombriamente. Flexionou os dedos de ambas as mãos. Mesmo com as feridas nos braços não deveria haver problemas em usar as armas com eficácia. Passou o peso de uma perna para a outra, testando a pegada. Seu lado direito estava um pouco dolorido em decorrência das fraturas, mas isso era o de menos. Poderia se preocupar com aquilo após derrotá-los. Inalou todo o ar que conseguir e lentamente exalou pela boca.
Um segundo depois tinha avançado.

Vira sua adversária dar algum comando ao seu parceiro. O som fora abafado pelos gritos da multidão. Não lhe interessava. Fosse o que fosse logo descobriria. A grande fera rugira e disparara uma dúzia de rochas da palma de suas mãos. Cada uma tinha o diâmetro aproximado de uma bola de futebol. Seu sorriso se acentuara levemente. Fácil demais. Esquivara com facilidade dos dois primeiros projéteis e destruíra mais três com um rápido movimento de espada. Pisara sobre a próxima e usara o impulso para se lançar ao ar. Girara o corpo para desviar das duas seguintes e despachara o restante com suas lâminas. Posicionada agora diretamente sobre o grande rinoceronte e com a face voltada para o sol permitira-se um momento de descanso para contemplá-lo. Talvez fosse a última vez. Respirara fundo, pensativa.
Foram os gritos da galeria que a trouxeram de volta ao próprio corpo. Berros de medo, terror e triunfo. Virando rapidamente não pode deixar de arregalar ligeiramente seus olhos. Alguns metros abaixo a besta de rochas a encarava com a boca escancarada. Em frente a esta uma esfera alaranjada começara a se formar e crescer rapidamente. Bufou em um misto de raiva e cansaço. Estavam tomando-a por tola ou que a vitória já estava em suas mãos para utilizarem uma técnica tão arriscada. Se assim fosse os ingênuos eram eles. Pouco antes de o golpe ser efetuado assobiou o mais forte que conseguira. No mesmo instante seu parceiro pusera-se à sua frente, sua expressão fria como gelo. Tarde demais; o ataque já havia sido completamente carregado e não era possível contê-lo. Um pilar de luz irrompera do globo. Mantivera-se inalterada. Aquilo era brincadeira de criança. Cronometrara corretamente o tempo. Seu companheiro prontamente gerara um campo de força turquesa em frente aos dois.
Guardou momentaneamente uma das espadas sobre as costas. Não precisaria dela para o que faria a seguir. Pousara a mão livre sobre as costas do mamífero e, tomando impulso, disparara como uma lança em direção ao chão. Sentia o calor do pilar de luz lamber-lhe a pele enquanto descia. Jogada arriscada. Se a adversária ou seu Pokémon reagissem estaria em maus lençóis. Felizmente isso não ocorrera. A primeira deveria estar com receios de atingir seu companheiro por engano e este concentrara sua atenção no quadrúpede. Em instantes o raio de luz transformara-se em um indescritível grito de dor. Com uma rápida investida introduzira a espada até o cabo pelo ombro do grande animal. Sangue saltou de dentro da ferida quando, dando uma cambalhota para trás, retirou a lâmina do interior do corpo. Cambaleou alguns passos antes de tombar inerte contra o chão.
Olhou rapidamente para trás, um vislumbre de receio passando por seus olhos. O triunfo era a única coisa que lhe interessava, mas iria se arrepender grandemente se o matasse. Respirava, ainda que com dificuldades. Voltara sua atenção para o combate. Seu companheiro pousou com elegância sobre o solo e, lendo seus pensamentos, aproximou-se do rinoceronte para ajudá-lo. Sorriu novamente e então se voltou para a garota. Um olhar e vira que ela não arriscaria atacá-lo naquele momento e arriscar ferir mortalmente seu aliado. Isso lhe dava tempo. Enfiou a espada no solo da arena para limpá-la e pôs-se a analisar, ainda ajoelhada. Os canhões não a intimidavam. Seria fácil desviar destes. Já a foice... A lâmina da mesma conseguiria destruir qualquer coisa dentro de um raio de seis metros. Seria atingida se atacasse descuidadamente. Fora então que percebera algo. Pesara a probabilidade. Calculara as chances de sucesso e o que ocorreria se não conseguisse executar da maneira certa. Um plano suicida, concluíra enfim antes de sorrir. Gostara da ideia. Se funcionasse a vitória era sua. Se não... Ela terminaria o que começaram. Respirou fundo e tornara a empunhar ambas as espadas.
Avançara rápida como um dardo quando vira a chance. Os morteiros rapidamente começaram a disparar uma vez que estabelecera uma distância segura dos dois Pokémons. Explosões ensurdecedoras ocorriam ao seu redor enquanto desviava das balas por meio de saltos e acrobacias. No fim era mais fácil do que originalmente pensara. A pontaria da moça era precisa e seria decisiva caso ela não antecipasse a trajetória da bala. Um oponente normal e até alguns de auto-nível teriam sucumbido logo nos primeiros tiros. Infelizmente para sua adversária ela era diferente. Fazer aqueles cálculos era algo tão natural quanto respirar. Vira quando aumentara a força com que empunhava a foice. Era agora ou nunca. Ao invés de avançar quando os dois tiros seguintes se aproximaram pulou para trás. A fumaça proveniente das detonações rapidamente cobriu seu corpo e a área ao redor. Demorara alguns instantes para que seu cérebro deixasse de vibrar e seus sentidos voltassem ao normal. Felizmente não perdera nenhum membro e o nevoeiro ainda estava presente. Concentrando toda a energia que ainda lhe restava nas pernas avançou com uma velocidade surpreendente.
O som de metal estilhaçando encheu o ar. Um sorriso se formou. Conseguira perfurar a armadura em um de seus ombros e no tórax. Era obvio que a primeira não iria atingi-la, mas apenas restringir o uso da gadanha. A segunda tivera o cuidado de não enterrar fundo demais e arriscar ferir seriamente a garota. Uma rajada de ar negro saiu de ambas as rachaduras. Fitaram-se por alguns instantes, suas faces tão próximas que conseguia sentir o doce perfume dela. Finalmente recuou e pousou com graça no chão. A armadura desmanchou-se e caiu em pedaços. A outra, sem forças, tombara contra o solo.
Os gritos da torcida subiram quase que em conjunto com os fogos de artifício. Limpou o suor da testa com as costas de uma das mãos. Não acreditava no que acontecera. Se queria rir ou chorar não saberia dizer. Sentiu as pernas fraquejarem e a dor dos ferimentos gradativamente aumentando, mas continuara de pé. Os braços pesavam e respirar tornara-se difícil. Com um esforço que parecera muito maior do que o que realizara durante o combate, erguera uma das espadas o máximo que pôde, aumentando o ânimo da galera.
Aquela era só a primeira etapa. O que faria mais tarde era o que realmente lhe importava. Vencera tudo até então para realizar o desejo dela. Não importava o que fosse, iria fazer o que lhe fosse pedido. Devia sua vida e muito mais a ela.
O motivo de sua existência; a razão de ser de Liguria Aquallir.



Notas do Autor: Desconsiderem a falta de descrição física tanto de Liguria Aquallir quanto de seu Pokémon; isso foi proposital. Sua identidade será um dos mistérios centrais da história.


Última edição por DarkZoroark em Ter 11 Abr 2017 - 11:16, editado 16 vez(es)
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Re: Astral Zero

Mensagem por Asami em Seg 26 Jan 2015 - 17:06

Gostei muito do prólogo! Não tem muito o que comentar, afinal é só um começo e bem vago (não que seja ruim). Esperando mais!!
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Re: Astral Zero

Mensagem por Rush em Seg 26 Jan 2015 - 17:30

DZ, que bom ver mais um projeto seu se iniciando. (:

Não esperava menos de você, sua escrita continua impecável. Pra ser sincero, essa ideia me lembra de minha fan fic Gonryu, pelos combates de treinador e pokemon lado a lado. Sinceramente você me deu inspiração o suficiente para terminá-la, postarei o penúltimo capítulo hoje provavelmente.

Bem, eu senti a ausência da descrição física e detalhes sobre o Pokémon de Liguria, mas você mesmo disse que foi proposital. No entanto, você deixou claro que o Pokémon da oponente era um Rhyperior. E que Rhyperior ein? Mesmo tendo perdido a batalha, nunca pensei em ver um Rhyperior sendo usado desta forma, o que eu curti bastante.

Essa trilha sonora mas esse pulo em direção do Rhyperior, me lembrou bastante Shadow of The Colossus. AUEHAUE' Um ótimo jogo. Sério, eu adorei esse prólogo. Foi muito bem narrado e descrito, principalmente nos movimentos de Liguria. Pelo visto a ação e os combates de fic irão ser épicos.

A única coisa que eu não gostei, foi a formatação do prólogo. Pule uma linha ou duas a cada parágrafo, por favor. O texto grudado assim fica bem poluído com palavras, e eu acabo me perdendo de vez em quando. Só pule uma ou duas linhas a cada parágrafo que ficará perfeito.

É isso, sem sombra de dúvidas irei acompanhar a fic.

Aguardo o primeiro capítulo, um abraço!
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Re: Astral Zero

Mensagem por Black~ em Seg 26 Jan 2015 - 20:11

Bom, vamos lá.

Curti a premissa da fic. Uma história bem misteriosa, e essa competição de treinadores e pokémons é algo bem bacana, mas, nessa, o oponente não pode matar ou fazer ferimentos muito graves em seus adversários, uma pena, pois certamente seria um espetáculo a mais -qq.

Gostei do mistério acerca da protagonista e de seu pokémon. Eu pensei em algum pokémon psíquico, mas não sei se é quem estou pensando, mas enfim. De toda forma, gostei bastante do modo com o Rhyperior foi usado, como o Rush falou. Enfim, vamos aguardar para descobrir mais sobre essa Liguria.

Também acho que você deveria dar mais espaço entre os parágrafos, pois como você usa bastante palavras nos seus parágrafos, acaba confundindo em alguma parte e acaba lendo a mesma coisa, mas nada de tão grave, apenas deixe mais agradável de se ler -q.

Erros não vi nenhum.

É só e boa sorte com a fic.
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Re: Astral Zero

Mensagem por xKai em Seg 26 Jan 2015 - 21:02

Nem vou dizer olá, já que a gente se fala pelo skype quase todo dia, sem mais enrolações vamos ao comentário.

Me animei de cara antes de começar a ler a fic, quando você disse disse que ela seria mais baseada em light novels e vi sword art entre um dos animes da lista, apesar de que senti falta de ver Log Horizon ali também -q Logo no começo da minha leitura, após ver alguns trechos eu até me perguntei, será que estou na área correta? Será que ele não teria postado na área errada? Até que os detalhes foram aparecendo, e sim, tratava-se mesmo de uma fic de pokémon. Você me falou deste projeto já tem algum tempo, mas eu nunca te perguntei sobre o tema da fic então fui pego desprevenido. Me senti dentro do filme O Gladiador... Não esperava aquilo, um começo tão empolgante, pessoas ali encorajando, gritando e suando por aquelas que travam batalhas sanguinárias dentro daquela arena, que facilmente pode ser comparada ao inferno. Mas acredito que aqui não haverá nada muito sanguinário ou mortes exageradas, sangue jorrando para todos os lados, não faz seu tipo.

Que armadura é essa, hein moça? Eu não conseguiria nem piscar o olho numa coisa louca destas, a não ser que eu tenha exagerado ao tentar imaginar como seria a armadura. A parte da batalha ficou um pouco vaga, mas você mesmo disse que foi proposital não dar muitos detalhes sobre a personagem e seu pokémon, mas ainda assim foi bem interessante.

Aguardo o próximo capítulo, e não fica me passando spoiler pelo skype não xD

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Re: Astral Zero

Mensagem por Alice Le'Hills em Seg 2 Fev 2015 - 12:14

Hey!

Mano, sua escrita é impecável! Tudo muito bem escrito e detalhado (exceto a protagonista que, como você disse, foi proposital). A história me parece interessante, apesar do prólogo não ter mostrado muito sobre ela. Fiquei realmente curiosa pra saber quem é a protagonista e qual é seu Pokémon.

A única coisa que me incomodou foi a formatação. De vez em quanto eu me perdia, já que ta tudo muito grudado.

De qualquer forma, curti muito. Boa sorte! Espero pelo próximo capítulo!

See ya!

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Acompanhem a minha primeira fanfic:
Pokémon - O Elo Perdido
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Re: Astral Zero

Mensagem por DarkZoroark em Seg 9 Fev 2015 - 21:10

Boa-noite!
Demorei um pouco mais do que teria gostado para postar este primeiro capítulo. O motivo foi uma viagem que fiz para montevidéu. Apesar de ter levado o notebook como eu passei a manhã e a tarde fazendo turismo - não que eu quisesse fazê-lo - acabei tendo pouco tempo para escrever. Agradeço imensamente aos comentários e, falando deles, vamos as replies:

Asami escreveu:Gostei muito do prólogo! Não tem muito o que comentar, afinal é só um começo e bem vago (não que seja ruim). Esperando mais!!
Asami o/
Muito obrigado pelos elogios. Também concordo que se algo for vago não quer dizer que é ruim, só que possuí mistério. Espero que gostes deste capítulo.

Rush escreveu:DZ, que bom ver mais um projeto seu se iniciando. (:

Não esperava menos de você, sua escrita continua impecável. Pra ser sincero, essa ideia me lembra de minha fan fic Gonryu, pelos combates de treinador e pokemon lado a lado. Sinceramente você me deu inspiração o suficiente para terminá-la, postarei o penúltimo capítulo hoje provavelmente.

Bem, eu senti a ausência da descrição física e detalhes sobre o Pokémon de Liguria, mas você mesmo disse que foi proposital. No entanto, você deixou claro que o Pokémon da oponente era um Rhyperior. E que Rhyperior ein? Mesmo tendo perdido a batalha, nunca pensei em ver um Rhyperior sendo usado desta forma, o que eu curti bastante.

Essa trilha sonora mas esse pulo em direção do Rhyperior, me lembrou bastante Shadow of The Colossus. AUEHAUE' Um ótimo jogo. Sério, eu adorei esse prólogo. Foi muito bem narrado e descrito, principalmente nos movimentos de Liguria. Pelo visto a ação e os combates de fic irão ser épicos.

A única coisa que eu não gostei, foi a formatação do prólogo. Pule uma linha ou duas a cada parágrafo, por favor. O texto grudado assim fica bem poluído com palavras, e eu acabo me perdendo de vez em quando. Só pule uma ou duas linhas a cada parágrafo que ficará perfeito.

É isso, sem sombra de dúvidas irei acompanhar a fic.

Aguardo o primeiro capítulo, um abraço!
Rush o/
Primeiramente, obrigado pelos elogios. Na verdade a Gonryu foi uma das razões de eu ter começado esta história - a outra porque eu adoro animes em estilo light-novel e achei que seria interessante trabalhar sobre esta perspectiva. Quanto ao Rhyperior, eu nem percebi que era uma forma diferente de caracterizá-lo. Só fui fazendo conforme ficasse melhor. Também acho Shadow of the Colossus um ótimo jogo. Para mim, tanto o SotC quanto Okami são os melhores jogos de PS2 - sentindo que criei uma legião de haters contra mim, mas enfim... Realmente não tinha me atentado no espaçamento entre os parágrafos. Prometo fazer melhor daqui para frente. Espero que goste deste capítulo.

Black~ escreveu:Bom, vamos lá.

Curti a premissa da fic. Uma história bem misteriosa, e essa competição de treinadores e pokémons é algo bem bacana, mas, nessa, o oponente não pode matar ou fazer ferimentos muito graves em seus adversários, uma pena, pois certamente seria um espetáculo a mais -qq.

Gostei do mistério acerca da protagonista e de seu pokémon. Eu pensei em algum pokémon psíquico, mas não sei se é quem estou pensando, mas enfim. De toda forma, gostei bastante do modo com o Rhyperior foi usado, como o Rush falou. Enfim, vamos aguardar para descobrir mais sobre essa Liguria.

Também acho que você deveria dar mais espaço entre os parágrafos, pois como você usa bastante palavras nos seus parágrafos, acaba confundindo em alguma parte e acaba lendo a mesma coisa, mas nada de tão grave, apenas deixe mais agradável de se ler -q.

Erros não vi nenhum.

É só e boa sorte com a fic.
~Black o/
Obrigado por ter dado uma passada aqui. Fico feliz que tenhas gostado da premissa da história. Quanto a ferimentos graves e mortes... Realmente mortes não vai ter, mas há uma explicação para isso. Já ferimentos graves são liberados. Não tê-los causado foi mais uma opção da Liguria do que obrigação mesmo. Já falando nela, sobre o papel como protagonista... Sem querer spoilar muito - até porque mais para baixo vai dar para se observar isso - ela não será propriamente a protagonista da história, mas terá uma importância tão grande quanto. Espero que gostes deste capítulo.

xKai escreveu:
Nem vou dizer olá, já que a gente se fala pelo skype quase todo dia, sem mais enrolações vamos ao comentário.

Me animei de cara antes de começar a ler a fic, quando você disse disse que ela seria mais baseada em light novels e vi sword art entre um dos animes da lista, apesar de que senti falta de ver Log Horizon ali também -q Logo no começo da minha leitura, após ver alguns trechos eu até me perguntei, será que estou na área correta? Será que ele não teria postado na área errada? Até que os detalhes foram aparecendo, e sim, tratava-se mesmo de uma fic de pokémon. Você me falou deste projeto já tem algum tempo, mas eu nunca te perguntei sobre o tema da fic então fui pego desprevenido. Me senti dentro do filme O Gladiador... Não esperava aquilo, um começo tão empolgante, pessoas ali encorajando, gritando e suando por aquelas que travam batalhas sanguinárias dentro daquela arena, que facilmente pode ser comparada ao inferno. Mas acredito que aqui não haverá nada muito sanguinário ou mortes exageradas, sangue jorrando para todos os lados, não faz seu tipo.

Que armadura é essa, hein moça? Eu não conseguiria nem piscar o olho numa coisa louca destas, a não ser que eu tenha exagerado ao tentar imaginar como seria a armadura. A parte da batalha ficou um pouco vaga, mas você mesmo disse que foi proposital não dar muitos detalhes sobre a personagem e seu pokémon, mas ainda assim foi bem interessante.

Aguardo o próximo capítulo, e não fica me passando spoiler pelo skype não xD
xKai o/
E aí cara, beleza? Na verdade, a lista de light-novels que coloquei ali foram as que me lembrei de cabeça quando estava escrevendo o main post. Também gosto bastante de Log Horizon, só não tinha me lembrado do mesmo. Sério? Acho que vou ter de assistir O Gladiador então. Na verdade toda aquela torcida é pelo fato de aquela batalha ser parte de um torneio, então né... A armadura eu meio que me baseei naquela que a Erza mostrou por alguns segundos no OVA de Fairy Hills. Espero que goste deste capítulo.

Alice Le'Hills escreveu:Hey!

Mano, sua escrita é impecável! Tudo muito bem escrito e detalhado (exceto a protagonista que, como você disse, foi proposital). A história me parece interessante, apesar do prólogo não ter mostrado muito sobre ela. Fiquei realmente curiosa pra saber quem é a protagonista e qual é seu Pokémon.

A única coisa que me incomodou foi a formatação. De vez em quanto eu me perdia, já que ta tudo muito grudado.

De qualquer forma, curti muito. Boa sorte! Espero pelo próximo capítulo!

See ya!
Alice o/
Obrigado pelos elogios. Esses mistérios serão revelados mais para frente durante a história. Espero não decepcioná-la. Penso que irás gostar deste capítulo.
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Deixo-os agora com o capítulo:


Capítulo I - Dawn


Já andava por entre aquela floresta fazia alguns dias e, tinha de admitir, que estava começando a pensar em desistir. Fora até lá devido a um convite, mas não esperava que fosse encontrar uma floresta com mais de quarenta quilômetros quadrados. Sem sombra de dúvidas para os conhecedores da região não seria difícil encontrar o local desejado, mas para indivíduos de primeira viagem... Agora se arrependia de não ter pagado por uma carruagem.

O jovem tinha por volta de seus dezesseis ou dezessete anos. Seus cabelos eram curtos e de um tom negro-azulado. Algumas poucas mechas caiam sobre sua testa. Seus olhos eram da mesma cor. Suas vestimentas consistiam em uma camisa carvão sem mangas de gola ‘v’, um longo casaco de mesmo tom com uma cauda que caía até seus joelhos, calças jeans e um par de sapatos pretos. Usava um par de luvas de couro na cor ônix. Trazia uma mochila do mesmo material sobre as costas.

Em meio àquele mar vegetal não via outro ser vivo que não ele próprio. Ouvia vez ou outra um galho de árvore balançar, mas isso não o preocupava. Tinha uma boa ideia de quem o espreitava. Ao menos para ele aquela era uma presença inofensiva.

– De toda forma, tenho que me apressar e ir logo ver o que ela quer... – Suspirou de forma cansada. Voltou-se para o céu e encarou as nuvens. – E também...

Deixou-se por dizer o restante. Recebera a carta poucos meses antes pedindo que fosse até lá. Teria transformado-a em cinzas não fosse o nome do remetente. Devia sua vida aquela pessoa. Além do que, se o conteúdo daquela mensagem fosse verídico não poderia de forma alguma ignorar a convocação. Perguntava-se se não seria apenas uma brincadeira para levá-lo até lá, mas achava pouco provável... Ela não usaria isso como motivo de piada.

Um súbito e curto tremor fez com que voltasse a si. Um pequeno bando de pássaros erguera-se a distância e começara a voar rapidamente na direção oposta. Vislumbrou a cena por alguns instantes antes de dar de ombros e murmurar.

– Já que vamos chegar atrasados de um jeito ou de outro podemos muito bem ir ver o que está acontecendo. – O comentário aparentemente não tivera um receptor, mas deu de ombros e prosseguiu do mesmo jeito. – Até porque você me conhece... Odeio não ser convidado para uma festa.




Esgotada tanto fisicamente como mentalmente tudo que conseguia fazer era observar enquanto um grupo de seres fantasmagóricos avançava ameaçadoramente em sua direção. Possuíam corpos cor de ametista e cabeças arredondadas com o que pareciam ser chapeis de bruxa em seus topos. Suas bocas eram finas e avermelhadas, relembrando a letra ‘W’. Três joias rubras recobriam a parte superior do corpo de cada um deles. Havia extensões nas laterais de seus corpos que, à medida que desciam, davam a impressão de que estavam usando longas capas.

“Sete ao todo... Não, oito.”

Calculara rapidamente em sua cabeça. Reclinada contra o tronco de uma árvore, estava no fim de suas energias e lutava para manter a consciência. Do seu lado havia apenas um pequeno mamífero que também estava em condições preocupantes. Seu corpo era recoberto por uma fina pelagem azul-clara. Possuía longas orelhas pontudas, olhos azul-petróleo e um pequeno nariz negro. Possuía duas marcas romboidais sobre suas costas. Assim como estas, seus pés e a ponta de sua cauda eram do mesmo tom que suas pupilas. Sobre sua cabeça havia o que parecia ser uma touca turquesa. Respirava com dificuldade e suas pernas vacilavam sob o peso de seu corpo. Ao seu redor havia quatro blocos de gelo com outros fantasmas aprisionados, mas o número de inimigos total era avassalador e os mesmos roubavam suas energias quando tinham a chance.

A moça provavelmente possuía por volta de dezesseis ou dezessete anos. Seus cabelos eram longos e loiros, caindo até a altura de sua cintura. Uma delicada fita lilás envolvia uma de suas mechas. Seus olhos eram expressivos e semelhantes a esmeraldas. Vestia o que aparentava ser uma espécie de uniforme escolar negro com detalhamento em branco. Uma fina fita vermelha decorava a parte superior da vestimenta e a gola envolvia seu pescoço. Três pares de botões escarlates estavam dispostos sobre seu abdômen. Usava uma minissaia preta que descia até a metade de suas coxas e par de meias cor de creme que lhe subiam aos joelhos. Calçava um par de sapatos violeta.

Vendo que seu companheiro se encontrava em uma situação difícil tentara com todas as suas forças se erguer, mas fora em vão. Suas pernas estavam paralisadas e dormentes, resultado do constante dreno de energia por parte dos seres fantasmagóricos. Estava demasiado cansada para usar sua Viralt, mas talvez... Ergueu um de seus braços e estendeu a mão na direção das duas bruxas mais próxima antes de recitar.

– Tu que sopra no norte e arrasa a terra... Ouça meu comando e destrua meus inimigos! Frost Fall!

Uma onda de ar frio rapidamente foi gerada ao redor de sua mão, condensando-se em uma esfera de gelo. Com esforço conseguiu jogá-la para sobre seus adversários. A mesma explodiu com o movimento, liberando uma chuva de estilhaços e frio sobre os fantasmas. Não obstante, aquilo aparentemente servira apenas para retardá-las por alguns momentos, sem qualquer ferimento visível. Mordeu o lábio ao constatar isso.

– Aquele último ataque usou toda a minha energia restante... – Murmurou, seu braço caindo devido à súbita exaustão. Esperava conseguir ao menos congelá-los ou, na melhor das opções, conseguir derrotá-los. Olhando para seu companheiro, deu um fraco sorriso antes de sussurrar. – Desculpe-me Glaceon. Já não tenho mais como lutar.

Sentindo o perigo em que a moça se encontrava o mamífero azulado tentou aproximar-se da mesma, mas foi rapidamente circundado por seis adversários. Deu um rugido baixo e raivoso ao se ver preso. A dama refletia que teria sua energia roubada até desmaiar, no entanto arregalou seus olhos ao perceber que ambas formavam uma esfera sombria em frente aos seus corpos. Nesse estado era quase que dada como certa a sua morte. Ficou esperando pelo impacto, quando...

– Cuidado! – Um grito ecoou na clareira.

No instante seguinte sentiu seus ombros sendo agarrados por um par de mãos e seu corpo voando pelo ar como uma boneca de pano. Ouviu um par de explosões e depois uma árvore tombar contra o chão da floresta. E então, sentiu-se pousar sobre algo macio, muito diferente do que esperava. Olhou para baixo e deu de cara com um jovem de cabelos negros. A expressão de leve dor em sua face revelara-lhe o que ocorrera. Em situações normais teria ficado envergonhada e se afastado imediatamente, mas estava demasiado cansada para ligar.


– Ei, você está bem?! – Perguntou-lhe com um tom de preocupação, a questão lhe soando como um sussurro. Sua consciência começava a divagar.

– Por favor... Proteja o Glaceon... – Pedira logo antes de desmaiar.




Observando a face da garota sobre seu peito não pode deixar de corar levemente. Agora que via bem ela era mais bonita do que esperava e, apesar da situação adversa, ele próprio era um adolescente na flor da idade. Sentir os seios dela pressionados contra seu tórax só servia para fazer seu coração bater mais rápido. Testemunhando a aproximação de duas das bruxas, não pode deixar de ter um leve sentimento de confusão.

“Por que um grupo de Mismagius está caçando a plena luz do dia? Bem, acho melhor tratar deles antes que criem mais problemas...”

Ponderou e, no instante seguinte, levou um par de dedos de encontro aos lábios. Assobiou. Um vulto saiu velozmente do meio dos arbustos e atingiu o par de Pokémons fantasmas mais próximos com um movimento de suas garras, nocauteando-os quase que instantaneamente. Em circunstâncias normais os adversários seriam mortos por aquela investida, contudo sendo fantasmas era improvável que houvesse qualquer problema fora uma forte dor. Percebendo a derrota de seus companheiros o restante do bando voltou-se para encarar o novo inimigo.

Tratava-se de uma raposa cor de carvão bípede com alguns detalhes em rubro e ônix. Possuía focinho e orelhas alongados, com o interior destas sendo vermelho. Possuía marcas da mesma matriz ao redor de seus olhos azuis. Uma protuberante juba cor de sangue com extremidades negras desprendia-se da parte de trás da sua cabeça com uma espécie de bracelete turquesa em seu meio. Assemelhava-se bastante a um rabo de cavalo. Possuía uma espécie de peitoral negro sobre seu tórax, formando pontas acima de seus ombros. Três garras vermelhas residiam em cada uma de suas mãos e seus pés. Encarando os Pokémons fantasmas soltou um alto rugido, fazendo-os recuar alguns centímetros. Aproveitando-se do momentâneo estado de choque das bruxas o garoto ergueu-se e, muito gentilmente, deitou a moça sobre a relva, cobrindo-a com seu casaco.

– Não precisa se conter, Zoroark. – Falou em um tom apático, antes de se erguer e olhar para o canídeo das trevas. – Nossos adversários são Pokémons fantasmas. Não irão morrer mesmo se você lutar com tudo.  – Sorriu sombriamente.

A resposta veio na forma de um riso seco que o fez dar de ombros. Era óbvio que a raposa ilusória não iria fazê-lo mesmo que tivesse pedido. Apesar de respeitar o garoto e dar ouvido aos seus comandos o conceito de moderação não era algo que conhecesse. Arqueou as pernas levemente e saltou para frente. Imediatamente uma onda de esferas sombrias foi disparada em sua direção por parte das Mismagius. Tolos, pensou funebremente o adolescente. O animal cruzou um braço sobre o peito e então o jogou com certa brutalidade para o lado. Na mesma hora uma dúzia de raios compostos por anéis negros foram disparados. Explosões decorreram do impacto entre as forças. Mergulhou na cortina de fumaça que se sucedeu. Gritos de dor e duas bruxas tombaram, seus troncos dilacerados. Em frente a elas Zoroark sorria com suas garras tomadas por um brilho rubro. Seus corpos etéreos sem sombra de dúvidas seriam regenerados dadas algumas horas, mas a dor duraria por alguns dias. As quatro remanescentes rapidamente envolveram-no por todos os lados e alvejaram seu corpo com relâmpagos azuis. Pressionado por todas as direções o canídeo sombrio caiu de joelhos, sentindo suas pernas ficando dormentes. Um leve vislumbre de preocupação surgiu nos olhos do moço. Mesmo se tratando dele se a situação continuasse por tempo suficiente a derrota seria uma possibilidade. Voltou-se para Glaceon e, fazendo alguns sinais com as mãos, instrui-o a sair dali. Com alguma dificuldade o mamífero de gelo ergueu-se e caminhou até perto de sua mestra. Vendo isso, o adolescente sorriu.

– Termine isso. – Falou, pela primeira vez em um tom sereno. – Night Daze.

O comando não fora mais alto do que um sussurro. Para o Pokémon, entretanto, fora mais do que suficiente. Seus olhos faiscaram brevemente um brilho azulado. Uma violenta aura carmesim desprendeu-se de seu corpo. Rosnou dolorosamente enquanto erguia os braços. A energia começara a girar violentamente ao seu redor. Tornara-se um ciclone. Sorriu sombriamente e bateu suas mãos contra o chão. O redemoinho rugiu similar ao ressoar de um trovão enquanto voltava ao corpo do usuário. Ao desaparecer por completo fora rapidamente substituído por um campo de força rosa avermelhado. O mesmo cresceu prodigiosamente de diâmetro, mas parou a milímetros de atingir as feiticeiras. A essa altura os relâmpagos não mais o atingiam. De fato, a única parte visível de seu corpo eram seus olhos: faiscantes safiras em meio a um mar escarlate. Uma forte rajada de ar fora então desprendida, impelindo todos os fantasmas para longe, mesmo aqueles congelados. A cúpula desfez-se momentos depois. Em seu interior estava Zoroark, já de pé. A esta altura as Mismagius o encaravam com os olhos esbugalhados. Uivou de forma intimidadora. Os Pokémons fantasmas imediatamente dispersaram, assustados demais para continuar o embate. Aqueles ainda de pé usaram poderes psíquicos para levarem consigo os derrotados. Deu um último grunhido antes de se virar e voltar para junto do adolescente. O mesmo estendeu a mão e afagou sua cabeça. O leve cheiro de pelos queimados deixava-o um pouco enjoado. Limitou-se a sorrir timidamente.

– Você continua o mesmo ser gentil de sempre, sabia? – Não fosse isso teria erradicado-os completamente. Em resposta ao elogio o animal desviou o olhar, visivelmente desconfortável. Nunca fora seu ponto forte, ainda mais retratando um lado positivo de sua personalidade. Voltou sua atenção para a loira. Deitado ao seu lado, Glaceon mantinha um olhar cuidadoso sobre ela, muito embora parecesse estar prestes a desmaiar. – Vou ir pegar alguma coisa para eles comerem. Fique aqui e tome conta dos dois, entendido?

Zoroark parecia querer discutir, mas assentira da mesma forma. No estado em que a dupla estava seriam presa fácil para qualquer Pokémon que estivesse espreitando ali por perto. Murmurando alguma coisa andou até uma árvore e sentou-se a sua sombra. O adolescente deu um último sorriso antes de ir em direção a mata densa, desaparecendo em questão de instantes.


Última edição por DarkZoroark em Qua 11 Fev 2015 - 11:59, editado 1 vez(es)
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Re: Astral Zero

Mensagem por xKai em Qua 11 Fev 2015 - 11:12

E aí DZ! Desculpe a demora que tive para prestar meu comentário desta vez, estas últimas semanas estão sendo muito corridas por aqui... Ainda mais com o carnaval chegando e meu aniversário também >.<

Primeiramente me pergunto se você já assistiu o filme "300"? Sério cara, sua narração parece muito com a do filme. Grande parte do filme é narrada pelo mesmo dublador do personagem "Leonidas". O que faz com que as cenas sejam bem interessantes, você percebe melhor a expressão dos personagens e o que estão pensando. No mundo dos animes um bom exemplo seria Hunter x Hunter.

Zoroark é um pokémon que gosto muito, apesar de nunca ter ficado satisfeito com ele no competitivo, achei bem legal ele ser o pokémon, aparentemente, principal deste personagem que aparenta ser o protagonista. A garota loira provavelmente fará parte do "grupo" principal, então acredito que o enredo está começando de vez. A ligação entre Zoroark e o protagonista me lembram bastante Satoshi e Charizard depois que passam a ser amigos.

Você não mencionou algum grupo, mas como a fic é baseada em alguns animes e light novels, acredito que terá um grupo de pelo menos três pessoas que participarão com mais frequência, mas também pode ser que não, né? O escritor é você -q Mas ainda me pergunto o que aqueles pokémons fantasmas queriam com a garota, e por que drenavam sua energia... Aguardo ansioso pelo próximo capítulo, até!

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Re: Astral Zero

Mensagem por Platinum Slytherin em Qua 11 Fev 2015 - 13:18

Eu achei sua narrativa e descrição impecáveis. Sério, dá gosto de ler algo tão bem escrito (mas sempre pode-se melhorar Laughing )
Me incomodou a falta de descrição dos personagens e Pokémon no prólogo, mas isso deve ter um razão.
Quanto a estória em si, ainda não me prendeu, o primeiro capítulo por exemplo não me criou muita curiosidade ou expectativa, talvez você gastou muito tempo descrevendo o ataque dos Mimagius e tudo o mais, o que não me pareceu interessante... Bem, provavelmente isso tem um motivo.
Abraços, vou acompanhar a fic.
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Re: Astral Zero

Mensagem por Alice Le'Hills em Qua 11 Fev 2015 - 23:35

Olá!

Mano, sua descrição e sua narração são impecáveis, sério! A história em si, me parece bem densa, complexa e interessante. Gostei bastante do capítulo, apesar de tudo ainda ser muito misterioso.

Me pergunto o porquê desses Pokémon fantasmas estarem sugando as energias da moça... Senti também um certo "clima" entre a ela e o garoto que o salvou.

Enfim, boa sorte com a fic. Espero pelo próximo capítulo!

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Re: Astral Zero

Mensagem por Killer123 em Qui 12 Fev 2015 - 0:10

Yo, Cara sua escrita é muito boa, tu detalha tão bem que parece ser facil escrever desse jeito.

Infelizmente não consigo nem detalhar um personagem direito e você consegue praticamente fazer eu imaginar o cenário a minha frente como se fosse um filme ou melhor como se eu estivesse lá.

Quanto ao capítulo, adorei a batalha,Zoroark porradeiro, gostei como tu descreveu as Mismagius, de primeira eu não identifiquei elas, mas depois que fui notar, Boa sorte no projeto.
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Re: Astral Zero

Mensagem por Black~ em Qui 12 Fev 2015 - 21:30

Bom, vamos lá.

O capítulo ficou bem interessante. Gostei dessa carga de suspense e thriller que você deu à fic, com os pokémons fantasmas, um Zoroark violento, além de claro, não revelar nada mais que a descrição física dos personagens, nada de nomes ou coisas do tipo. Parece que teremos bastante disso na fic.

Essas Mismagius ficaram bem estranhas e sinistras. Qual era a razão delas estarem atacando freneticamente a menina e seu Glaceon? Aliás, está bem bacana esse negócio de treinador e pokémon atacarem e sofrerem os danos, além de pokémons morrerem. Tá bem realista.

Gostei desse Zoroark. Na verdade, eu gosto mesmo de Zoroarks, mas esse tá bem bacana. Ele parece um bicho destruidor, mas também meio gentil, como o próprio treinador disse. Chega a ser até engraçado, um bicho satânico desses, com sede de morte, acabar ainda "tendo pena", mas enfim.

Realmente pintou um clima entre os dois. Natural em qualquer fic. Nem as mais sombrias fics conseguem escapar do bom e velho amor entre protagonistas né. Mas enfim, vamos aguardar para ver o desenvolvimento dos personagens, já que ainda não foi revelado muita coisa.

Erros só vi um que foi bem nítido, que foi você escrevendo "chapeis" em algum momento, sendo que o ideal é "chapéus", mas no mais, nada de mais. A sua escrita continua muito boa.

É só e boa sorte com a fic.
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Re: Astral Zero

Mensagem por Rush em Sex 13 Fev 2015 - 17:22

Eae, DZ!

Fico feliz que você tenha se baseado na Gonryu, de verdade mesmo. Será que vai ser um mar de sangue aqui também? kkk

Gostei bastante deste primeiro capítulo. Ficou muito bem escrito, fazendo jus à todo o seu talento. Gostei da escolha dos pokémons, já que nunca vi Glaceon ou Mismagius em fics - no entanto Zoroark é bem comum, mas gostei de como você o descreveu, tanta sua aparência como sua personalidade.

Fiquei bem curioso com o fato dos Mismagius terem atacado a menina em pleno dia, já que o rapaz sem nome se questionou sobre isso. Novamente percebi um grande mistério presente no capítulo, coisa que pelo visto vai estar bem presente na fan fiction.

A única coisa que eu realmente fiquei curioso é sobre o Viralt que a garota usou. O que é isso?

De qualquer forma, o capítulo foi muito bem escrito e bem agradável de se ler. Aguardo o próximo capítulo!

Um abraço, até mais!

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Re: Astral Zero

Mensagem por togekisses em Sab 14 Fev 2015 - 15:02

Hey, DarkZoroark, muito prazer! Ah, e antes de falar qualquer coisa sobre a obra, eu preciso primeiro dizer o quanto estou com sorte, porque com essa já são três ótimas fan fictions que pego do início para ler. Mas então, nem tem como dizer muita coisa ainda, a não ser que a estória começou com o pé direito (talvez dois pés direitos); uma escrita bonita e um clima super envolvente. Além disso, tem alguns detalhes mais simples que me agradaram muito, entre eles a escolha dos Pokémons, que eu não sei se foi coincidência, mas quase todos da 4ª Geração :O, o que me deixou muito nostálgico... e é só isso mesmo, espero que você continue escrevendo e boa sorte!
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Re: Astral Zero

Mensagem por DarkZoroark em Sex 20 Fev 2015 - 18:20

Boa-tarde a todos.
Este capítulo na realidade era para ter saído dois dias atrás, mas durante uma daquelas reinicializações de atualização do PC o arquivo do capítulo que eu estava escrevendo - no caso, o sexto - foi corrompido. Resultado; passei os últimos dois dias fazendo de tudo para restaurá-lo e felizmente consegui, até porque ia bater um desânimo alto se eu perdesse tudo que já tinha escrito. Enfim, deixemos as coisas ruins de lado e vejamos este capítulo. Antes, contudo, vamos responder os comentários. Agradeço muito a todos que puderam fazê-lo. Saber que vocês estão gostando e acompanhando a história realmente me dá um gás a mais para conitnuar a escrevê-la.


xKai escreveu:
E aí DZ! Desculpe a demora que tive para prestar meu comentário desta vez, estas últimas semanas estão sendo muito corridas por aqui... Ainda mais com o carnaval chegando e meu aniversário também >.<

Primeiramente me pergunto se você já assistiu o filme "300"? Sério cara, sua narração parece muito com a do filme. Grande parte do filme é narrada pelo mesmo dublador do personagem "Leonidas". O que faz com que as cenas sejam bem interessantes, você percebe melhor a expressão dos personagens e o que estão pensando. No mundo dos animes um bom exemplo seria Hunter x Hunter.

Zoroark é um pokémon que gosto muito, apesar de nunca ter ficado satisfeito com ele no competitivo, achei bem legal ele ser o pokémon, aparentemente, principal deste personagem que aparenta ser o protagonista. A garota loira provavelmente fará parte do "grupo" principal, então acredito que o enredo está começando de vez. A ligação entre Zoroark e o protagonista me lembram bastante Satoshi e Charizard depois que passam a ser amigos.

Você não mencionou algum grupo, mas como a fic é baseada em alguns animes e light novels, acredito que terá um grupo de pelo menos três pessoas que participarão com mais frequência, mas também pode ser que não, né? O escritor é você -q Mas ainda me pergunto o que aqueles pokémons fantasmas queriam com a garota, e por que drenavam sua energia... Aguardo ansioso pelo próximo capítulo, até!

xKai o/
Cara, sem problema quanto a demora - eu seria bem hipócrita de reclamar quanto a isso, levando em conta meu histórico... Até porque todos possuímos vidas fora da PM, não é mesmo? Quanto ao filme 300 não só vi como tenho o DVD. Não havia chegado a ver uma semelhança entre o estilo de narração do filme e da minha Fanfic, mas é uma observação tanto quanto interessante. É realmente uma pena que Zoroark não consiga ser tão bem implementado no competitivo. Quanto a relação dos dois ser similar a do Satoshi e do Charizard... É meio complicado. De certa forma até é parecida, mas o contexto geral é bem diferente. Quanto a possuir um grupo de protagonistas estás realmente certo, muito embora boa parte da trama será centrada ao redor de um único protagonista. A resposta para o interesse dos fantasmas está neste capítulo. Espero que gostes do mesmo


Platinum Slytherin escreveu:Eu achei sua narrativa e descrição impecáveis. Sério, dá gosto de ler algo tão bem escrito (mas sempre pode-se melhorar Laughing )
Me incomodou a falta de descrição dos personagens e Pokémon no prólogo, mas isso deve ter um razão.
Quanto a estória em si, ainda não me prendeu, o primeiro capítulo por exemplo não me criou muita curiosidade ou expectativa, talvez você gastou muito tempo descrevendo o ataque dos Mimagius e tudo o mais, o que não me pareceu interessante... Bem, provavelmente isso tem um motivo.
Abraços, vou acompanhar a fic.

Platinum o/
Primeiramente, obrigado pelos elogios. Quanto a falta de descrição de ambos, eu havia explicado mais abaixo que era devido ao fato de que a identidade de ambos ser um dos pontos centrais para o desenvolvimento da história. Na realidade estes primeiros capítulos serão bem mornos por servirem mais de introdução do que como ação frenética mesmo. A partir do sexto capítulo é que as coisas começam a realmente esquentar - ou pelo menos é o que eu planejei. Espero que gostes deste capítulo.


Alice Le'Hills escreveu:Olá!

Mano, sua descrição e sua narração são impecáveis, sério! A história em si, me parece bem densa, complexa e interessante. Gostei bastante do capítulo, apesar de tudo ainda ser muito misterioso.

Me pergunto o porquê desses Pokémon fantasmas estarem sugando as energias da moça... Senti também um certo "clima" entre a ela e o garoto que o salvou.

Enfim, boa sorte com a fic. Espero pelo próximo capítulo!

Alice o/
Antes, de qualquer outra coisa obrigado pelos elogios. Quanto a história ser complexa... Não tens ideia da missa metade. Eu passei cerca de dois meses idealizando tudo e só então comecei a escrever o prólogo. Alguns dos mistérios serão revelados com esse capítulo - embora eu imagine que vão surgir outros para tomar seus lugares. A razão para as Mismagius estarem drenando a força dela está contida neste capítulo. Será que houve um clima? Normalmente eu revelaria de bom grado, mas decidi manter isso em segredo por enquanto para não spoilar demais. Espero que gostes deste capítulo.


Killer123 escreveu: Yo, Cara sua escrita é muito boa, tu detalha tão bem que parece ser facil escrever desse jeito.

Infelizmente não consigo nem detalhar um personagem direito e você consegue praticamente fazer eu imaginar o cenário a minha frente como se fosse um filme ou melhor como se eu estivesse lá.

Quanto ao capítulo, adorei a batalha,Zoroark porradeiro, gostei como tu descreveu as Mismagius, de primeira eu não identifiquei elas, mas depois que fui notar, Boa sorte no projeto.

Killer o/
Peço obrigado antecipadamente pelos elogios. A bem verdade eu fui evoluindo gradativamente minha escrita - se não acredita pode procurar depois pela minha primeira Fanfic aqui da PM. O capítulo 1 realmente carecia de descrição e narração. Isso eu considero natural para todos os escritores; suas habilidades vão se refinando com o passar do tempo e com o ganho de experiência. A batalha na realidade foi bem simples se comparada com algumas que eu tenho reservadas mais para frente. Espero que goste deste capítulo.


Black~ escreveu:Bom, vamos lá.

O capítulo ficou bem interessante. Gostei dessa carga de suspense e thriller que você deu à fic, com os pokémons fantasmas, um Zoroark violento, além de claro, não revelar nada mais que a descrição física dos personagens, nada de nomes ou coisas do tipo. Parece que teremos bastante disso na fic.

Essas Mismagius ficaram bem estranhas e sinistras. Qual era a razão delas estarem atacando freneticamente a menina e seu Glaceon? Aliás, está bem bacana esse negócio de treinador e pokémon atacarem e sofrerem os danos, além de pokémons morrerem. Tá bem realista.

Gostei desse Zoroark. Na verdade, eu gosto mesmo de Zoroarks, mas esse tá bem bacana. Ele parece um bicho destruidor, mas também meio gentil, como o próprio treinador disse. Chega a ser até engraçado, um bicho satânico desses, com sede de morte, acabar ainda "tendo pena", mas enfim.

Realmente pintou um clima entre os dois. Natural em qualquer fic. Nem as mais sombrias fics conseguem escapar do bom e velho amor entre protagonistas né. Mas enfim, vamos aguardar para ver o desenvolvimento dos personagens, já que ainda não foi revelado muita coisa.

Erros só vi um que foi bem nítido, que foi você escrevendo "chapeis" em algum momento, sendo que o ideal é "chapéus", mas no mais, nada de mais. A sua escrita continua muito boa.

É só e boa sorte com a fic.

Black~ o/
Na realidade o nome de ambos os adolescente e mais algumas coisas será revelado neste capítulo - embora eu imagine que haja novos mistérios mais do que suficiente para continuar com este clima de suspense. Na realidade o ataque delas era mais direcionado a garota do que ao próprio Pokémon. O Glaceon entrou na confusão na tentativa de protegê-la. O motivo para o ataque das feiticeiras estará presente durante o desenrolar deste capítulo. O fator de o treinador também sofrer dano é algo que terá bastante destaque nessa história, isso eu lhe garanto. O Zoroark na realidade eu resolvi dar uma caprichada adicional na personalidade dele. Acho que o resultado final certamente lhe será bastante interessante. Obrigado por apontar este erro. Espero que goste deste capítulo.


Rush escreveu:Eae, DZ!

Fico feliz que você tenha se baseado na Gonryu, de verdade mesmo. Será que vai ser um mar de sangue aqui também? kkk

Gostei bastante deste primeiro capítulo. Ficou muito bem escrito, fazendo jus à todo o seu talento. Gostei da escolha dos pokémons, já que nunca vi Glaceon ou Mismagius em fics - no entanto Zoroark é bem comum, mas gostei de como você o descreveu, tanta sua aparência como sua personalidade.

Fiquei bem curioso com o fato dos Mismagius terem atacado a menina em pleno dia, já que o rapaz sem nome se questionou sobre isso. Novamente percebi um grande mistério presente no capítulo, coisa que pelo visto vai estar bem presente na fan fiction.

A única coisa que eu realmente fiquei curioso é sobre o Viralt que a garota usou. O que é isso?

De qualquer forma, o capítulo foi muito bem escrito e bem agradável de se ler. Aguardo o próximo capítulo!

Um abraço, até mais!


Rush o/
Fico feliz que tenhas gostado do primeiro capítulo. Quanto a ser um banho de sangue... Isso eu não tenho como garantir, mas mortes e ferimentos vão estar rondando por todo o desenrolar da história. Um sangue jorrando ocasionalmente também não vai faltar. Mismagius eu até sabia que não era muito utilizada em Fanfics, mas nunca havia reparado na falta de aparições do Glaceon até o momento. O Zoroark eu realmente concordo que seja bastante comum de ser visto nas histórias, mas não podia faltar meu Pokémon favorito nesta Fanfic. A personalidade dele vai ser bem próxima a de um adolescente rebelde, talvez um pouco mais madura. Mistérios cercamente irão cercar a história. Quanto ao que são Viralts, acho que a explicação que lhe passei pelo Skype deva ser suficiente para elucidar ao menos um pouco sobre o que são. Espero que goste deste capítulo


togekisses escreveu:
Hey, DarkZoroark, muito prazer! Ah, e antes de falar qualquer coisa sobre a obra, eu preciso primeiro dizer o quanto estou com sorte, porque com essa já são três ótimas fan fictions que pego do início para ler. Mas então, nem tem como dizer muita coisa ainda, a não ser que a estória começou com o pé direito (talvez dois pés direitos); uma escrita bonita e um clima super envolvente. Além disso, tem alguns detalhes mais simples que me agradaram muito, entre eles a escolha dos Pokémons, que eu não sei se foi coincidência, mas quase todos da 4ª Geração :O, o que me deixou muito nostálgico... e é só isso mesmo, espero que você continue escrevendo e boa sorte!

togekisses o/
Obrigado pelos elogios. Me empenho bastante para utilizar uma boa escrita e fico feliz em ver que um clima envolvente também esteja ocorrendo. Quanto a escolha dos Pokémons... Eu considero que tenha sido uma meia coincidência.  Minha geração favorita é de fato a 4ª - embora falte o Zoroark - mas só quando li seu comentário dizendo que a maioria dos Pokémons presentes até o momento era desta geração que me caiu a ficha. Dando uma adiantada pelo menos durante o primeiro volume eles realmente aparecerão com frequência. Espero que gostes deste capítulo.

Deixo-os agora com a continuação desta história.


Capítulo II - Ice Maiden

Acordou com um aroma delicioso chegando as suas narinas e sentido algo sobre seu corpo. Ainda com os olhos cerrados tateou levemente a superfície da coberta. Continuou fazendo-o até que seus dedos roçaram em algo frio e metálico. Prendeu-se nesse ponto enquanto examinava a parte estranha. Surpreendeu-se ao perceber que se tratava de um zíper. Estava usando um casaco como lençol? Mas de onde viera... Foi então que se lembrou do que ocorreu pouco antes de perder a consciência. Não havia conseguido ver o que o moço estava usando, mas enrubescera ao relembrar a proximidade de suas faces.

Abriu lentamente seus olhos. Uma fogueira crepitava confortavelmente alguns metros à frente. Ao seu redor estavam fincados vários gravetos. Pequenos peixes estavam presos a estes, assando lentamente. Deitado alguns metros mais a frente estava Glaceon, seus olhos postos sobre o alimento. O alívio que sentiu ao ver que seu companheiro estava bem era indescritível. Percebendo que a dama havia acordado o mamífero gélido prontamente avançou em sua direção. Tentou erguer-se para abraçá-lo, mas ao fazê-lo sentiu uma súbita onda de cansaço atingi-la e voltou a deitar, pálida. Fora quase como se sua pressão houvesse decaído repentinamente.

– Opa, você não deveria se esforçar tanto por hora. – Recomendou-lhe uma voz calma e brincalhona. – Já é um milagre que tenha acordado tão cedo após ter tido tanta energia absorvida. Coma isso aqui enquanto os peixes estiverem assando.

Sentiu algo pousar ao seu lado. Estendendo a mão pegou o objeto e ergueu-o no ar. Para sua surpresa tratava-se de uma pequena maçã verde. Virou a cabeça na direção do arremesso e deparou-se com o mesmo garoto de antes. Sentado sobre a raiz de uma árvore sorria serenamente para ela. Deitado ao seu lado estava um Pokémon que nunca antes vira dormindo silenciosamente. Percebendo onde seu olhar estava o jovem falou.

– Esse é o meu parceiro, Zoroark. – Ouvindo a menção ao seu nome o canídeo abriu seus olhos cerúleos e fitou-o por alguns segundos antes de resmungar alguma coisa e voltar a cochilar. Viu-o sorrir timidamente antes de prosseguir. – Ele é um pouco antissocial, mas tem um bom coração.

Não estranhava que a moça pouco soubesse sobre a raposa ilusória. Tanto ele quanto sua pré-evolução eram raros, para dizer o mínimo, dentro daquele país. O local mais próximo em que era possível avistá-los era ao norte de Dracunia e isso eram dezenas de milhares de quilômetros de distância. Conhecera aquele devido a circunstâncias especiais que preferia não comentar, mas desde então eram companheiros inseparáveis. Fora sua pouca sociabilidade e ser arisco com estranhos não era difícil de lidar. Observando os dois estranhos a jovem não pode deixar de dar um sorriso tímido. Trouxe a maçã que lhe fora oferecida aos lábios e deu uma mordida. Talvez fosse um pouco ácida demais, mas naquele momento pareceu-lhe perfeita. Perdera muita energia por conta das Mismagius, por isso qualquer coisa que a ajudasse a se recuperar era mais do que bem-vinda.

– Eu sou Taiyou Hildebrand. – Introduziu-se, com uma leve reverência. Normalmente não o faria, todavia o uniforme que ela usava delatava sua posição social. – Poderia ter o prazer de saber o seu nome, Ojou-san?

– N-Não precisa ser tão formal! – Reclamou de imediato a garota, subitamente incomodada. A bem verdade estava pouco acostumada com aquele tipo de comportamento, principalmente ali. Ao ver que o moço erguera a cabeça, prosseguiu. – Chamo-me Rathy Luftkalt.

O jovem arregalou os olhos ao descobrir sua identidade. Mesmo entre a nobreza aquele era um nome de grande peso. Governando os territórios fronteiriços com o Reino Sagrado de Felgrand, o duque Gryas Luftkalt era um dos homens mais influentes do país. Considerando a idade que ele deveria ter e a da moça era bastante provável que ela fosse sua filha. Sem palavras mediante a revelação o garoto apenas permaneceu fitando-a, até enfim reunir forças suficientes para prosseguir.

– É um prazer conhecê-la. – Sorriu gentilmente e acenou positivamente com a cabeça. Então como se uma dúvida tivesse lhe surgido, inclinou levemente o pescoço e perguntou. – Perdoe-me se eu for rude, mas o que estavas fazendo no meio da floresta?

– Isso é... – Dissera Rathy, inesperadamente ansiosa. Sentando-se um tanto fracamente fitou Taiyou com seus olhos esmeraldinos e murmurou. – Para fazer o ritual de purificação...

Compreendera de imediato a situação e o motivo do embaraço. A tal cerimônia consistia em banhar-se em um lago de água límpida. Era um dos métodos mais rápidos para se recuperar a energia necessária para a utilização de Viralt e feitiços. Uma boa noite de sono ou uma refeição rica em calorias também poderiam ajudar, embora não com tanta velocidade. Isso também explicava o motivo de as Mismagius terem-na atacado. Uma Astralis emanando um grande nível de energia seria similar a um farol em meio a escuridão; a tentação era grande demais para ser evitada.

“Todavia, não esclarece o motivo de terem-no feito durante o dia. Além disso, um grupo de uma dúzia desses Pokémons é algo que não deveria acontecer em circunstâncias normais.”

Isso não se aplicava apenas àquela situação. Por todo continente era possível ouvir relatos de espécies agindo de maneira estranha. Seja reunindo-se em grandes bandos, migrando para regiões mais frias ou quentes ou até mesmo aparecendo mais constantemente próximo a cidades e vilarejos. Embora a maioria visse isso apenas como uma súbita mudança de comportamento ele, que viajara por várias regiões, tinha algo mais em mente. Pokémons possuíam uma ligação maior com a natureza do que os seres humanos. Se algo estivesse errado eles seriam os primeiros a descobrir. O que era isso, no entanto, ainda não tinha como saber...

– Ei Taiyou-san. – O chamamento trouxera-o de volta a realidade. Rathy fitava-o com curiosidade e apreensão. Provavelmente passara alguns minutos divagando. – Por que você veio para cá? Não há muitos motivos de estar aqui se você não for um aluno da Academia.  – Indagou com curiosidade.

– Ah, é mesmo! – Estalou os dedos. Com os últimos acontecimentos havia se esquecido. Agarrou a mochila com uma das mãos e enfiou a outra em seu interior. Retirou de lá um pequeno envelope. – Eu fui convidado pela Ariel.

– A diretora?! – Exclamara, não conseguindo conter sua surpresa.

Ariel Winel Saphir – conhecida como Silver Witch. Esse era o nome da mais poderosa Astralis do continente. Uma heroína durante a ultima guerra se tornou líder dos doze cavaleiros que servem diretamente à família real; The Numbers com pouco mais de dezesseis anos. No momento era diretora de uma das academias mais prestigiada do país. E, talvez mais importante do que isso tudo, uma conhecida de longa data de Taiyou. Fazia algum tempo que não a via, então ficara surpreso ao receber a carta. E ainda mais com seu conteúdo, refletiu sobriamente.

Estendeu o item para a moça, que elegantemente pegou-o em suas mãos. Na parte de trás da sobrecarta havia um carimbo de cera descrevendo que simbolizava os oito grandes deuses. Visualizando-o a loira arregalou os olhos, repentinamente sem ar; o selo real do império. Estampado através de um método especial era dito como sendo impossível de se falsificar. Claro que era algo raríssimo de se encontrar, mas Rathy conseguia ver que aquele era o verdadeiro.

– I-Incrível...! – Fora tudo que conseguira dizer mediante a situação. Felizmente para Taiyou ela parecera estar fascinada demais para fazer-lhe qualquer pergunta pertinente ao assunto. Após alguns segundos virou-se para ele e, um tanto confusa, indagou. – Mas então o que você está fazendo nesse lado da floresta? A academia fica para o outro lado...

– Na verdade... – Desviou os olhos e começou a coçar a nuca, um tanto desconfortável. Suspirou fundo e baixou a cabeça, em derrota.  – Eu estou perdido.

A donzela fitou-o incrédula. O constrangimento que experimentara naquele momento era imensurável. Estava preparado para esclarecer a situação quando notou um sorriso se formando nos lábios da moça. Repentinamente começou a rir elegantemente, uma de suas mãos posicionada sobre sua boca. Taiyou arqueou uma de suas sobrancelhas, perceptivelmente confuso. Contudo, observando a reação deu de ombros e fez o mesmo.

– Você fica linda quando sorri. – Comentou honestamente. Só depois que o rosto da loira tornou-se vermelho como um pimentão que compreendeu o que falou. – Ah, me desculpe...

– O que você está dizendo, idiota?! – Exclamou já desviando o olhar. Fazendo beicinho murmurou timidamente. – Pervertido...

Exalou todo ar que ainda tinha nos pulmões, repentinamente cansado. Mais um súbito ataque de honestidade. Aquela característica fora adquirida durante seu convívio com Ariel e, desde então, sempre lhe colocara em situações perigosas ou constrangedoras. Certa vez quase morrera por conta disso. Se fosse uma garota normal tomaria aquilo apenas como um elogio ou, no máximo, como uma cantada barata. Mas no caso da alta classe... Antes de qualquer outra coisa era necessário destacar que Astralis do sexo masculino eram tanto quanto raros e também que os únicos capazes de manipular Viralts, com raras exceções, são os descendentes de antigas famílias nobres. O motivo para isso ainda era tópico de discussões e estudos. Sendo criada desde cedo em um ambiente refinado e tendo pouquíssimo contato com o mundo exterior... Bem, não era difícil imaginar que um elogio vindo de um garoto fosse suficiente para desconcertá-la. De certo modo sentia pena da loira.

Transcorreram a hora seguinte comendo os peixes e conversando calmamente. Tentou evitar falar de boca cheia ou dizer mais alguma coisa constrangedora. A moça alimentava-se como uma verdadeira dama da alta classe Até mesmo seu Glaceon portava-se com uma graça incomum. Em contraponto Zoroark fazia-o como um animal selvagem que passara uma semana jejuando. Pusera-se de pé terminada a refeição.  Rathy tentara fazer o mesmo e ainda que tivesse readquirido partes de suas forças vacilara um pouco, suas pernas trêmulas. Vendo isso se virou de costas e ajoelhou, olhando por cima do ombro com um sorriso sereno.

– Suba. – Ofereceu. – Você ainda não se recuperou por completo.

– Entendido. – Aproximou-se alguns passos, porém parou antes de sentar-se sobre as costas do moço. – É-É melhor não pensar em nada indecente. Não é como se eu quisesse fazer isso...

– Sim, sim... – Sorriu timidamente. Seu deslize dera uma boa primeira impressão. Virou-se para a raposa ilusória. – Pode levar minha mochila?

O animal resmungou um pouco, todavia acatou o pedido do mesmo jeito e enfiou o braço esquerdo por uma das alças do objeto. Taiyou ergueu-se após sentir pressão sobre suas costas. Demorou um pouco para se equilibrar devido à mudança de centro de gravidade. Após consegui-lo pôs-se em marcha. Enquanto andavam não pode deixar de pensar o quão estranho era aquele grupo; um mamífero azul liderando-os, um jovem levando uma garota nas costas e uma raposa sombria segurando uma gualdrapa. Só conseguiu sorrir um pouco mediante a reflexão.

Passada meia hora já estava ficando entediado. Apesar dos fortes indícios de que estavam chegando, como a área estar se tornando mais aberta, ainda parecia que iria demorar. Ainda mais, o caminho estava sendo feito em silêncio, o que fazia o tempo passar mais devagar. Em certo ponto olhou para trás para tentar conversar mais um pouco só para descobrir que a loira estava dormindo tranquilamente com a cabeça apoiada em um de seus ombros. Sorriu compreensivamente.

– Ora, ora... Parece que ela está mais cansada do que eu imaginava. – Comentou. Talvez fosse um pouco orgulhosa demais, mas no fundo era uma garota comum como qualquer outra. Não pode deixar de pensar em uma velha amiga. Vislumbrou as nuvens no céu e, com certa tristeza, murmurou. – Como será que ela está? Não a vejo desde... – Deixou-se por dizer o resto. Não era algo que tinha vontade de trazer a tona. Ao invés disso, voltou-se para Glaceon. – Você deve ter umas boas histórias do seu convívio, não é mesmo?

Em resposta o animal apenas olhou para trás e suspirou pesadamente, confirmando. Riu um pouco. O Pokémon gélido era atencioso, mas evidentemente discordava de algumas decisões da loira. Durante o almoço improvisado que tiveram ouvira mais do que falara, na realidade. Qualquer pergunta sobre seu passado era replicada com uma resposta vaga ou então uma mentira. Não era algo de que se orgulhava, mas a falta de uma razão plausível para que Rathy soubesse sobre o tema era o suficiente para evitar a verdade. Não era o único. Apesar de a garota ter falado bastante e ele próprio ter aprendido sobre sua personalidade lhe parecera que havia algo escondido sob aquilo tudo.

“Bem, todos tem direito a terem seus próprios segredos... Eu entendo isso bem...”

Ponderou sobriamente. A única pessoa que conhecia seu passado além dele próprio era Ariel e ela. Pensando bem, eles saberiam também... Se estivessem vivos. Ainda se lembrava das chamas que trouxeram aquele lugar abaixo. Em seus pesadelos via-os sendo consumidas pelo fogo... As únicas pessoas que poderia chamar de amigos ou família...

Após subirem uma colina próxima a visão que tiveram deixou-o animado. Alguns quilômetros à frente o matagal espesso dava lugar a uma enorme propriedade. Uma imponente construção branca de quatro andares erguia-se imponentemente. Um telhado azul cobria o topo do prédio e um par de torres esquadrinhava o portão principal. Bandeiras vermelhas estavam estendidas sobre suas bases e, acima do arco que formava o portal, havia um emblema com o símbolo da escola. Daquela distância, entretanto, lhe era difícil distinguir o que seria. Alguns prédios adjacentes, embora menores possuíam o mesmo aspecto. Dormitórios, imaginara. Uma estrada de concreto estava corria de um lado ao outro em frente à instituição. Isso acabou por desanimá-lo um pouco.

– Como eu pensava, ter alugado uma carruagem teria evitado todo esse problema... – Remoeu tristonhamente. Um momento mais tarde sorriu calmamente. – Bem, observando por outro lado talvez não tivesse conseguido ajudá-la.

A descida fora um pouco mais fácil. A visão animara o coração do trio e fizera com que o tempo passasse mais rapidamente. O que, na realidade, fora uma hora parecera-lhes poucos minutos. Surpreendentemente não havia qualquer aluno por lá. Julgava que estivessem atendendo à suas aulas ou almoçando. Ao menos não teria que dar qualquer explicação complicada sobre o que acontecera. Isso pelo menos era o que pensara, mas logo em seguida um grito surpreendente encheu-lhe os ouvidos. Voltou-se na direção do som e ficou surpreso com o que vira.

Alguns metros à frente uma garota encarava-o com os olhos arregalados. Não de medo ou surpresa, mas fúria. A julgar por sua altura deveria ter a mesma idade de Rathy, muito embora seus seios fossem surpreendentemente pequenos. Seus cabelos eram longos e de tom marrom escuro, preso em um rabo de cavalo. A direita destes havia um pequeno sino dourado preso por uma fita branca. Seus olhos eram castanho-avermelhados. Vestia um uniforme similar ao da loira, as únicas diferenças sendo que suas meias eram negras e ao invés de calçar sapatilhas usava um par de sapatos marrons.

Ao seu lado estava um pequeno mamífero em guarda. Olhando bem não pode deixar de notar certa semelhança para com Glaceon. Seu corpo era coberto por pelos vermelho-alaranjados, contudo o tufo de cabelos em sua cabeça, sua espessa juba e sua cauda felpuda eram amarelados. Possuía longas orelhas, olhos escuros, um pequeno nariz escuro e três dedos em cada uma de suas patas.

– Você... O que pensa que está fazendo com a Rathy?! – Apontou um dedo na direção de Taiyou e, antes que o moço pudesse se explicar, gritou irritada. – Fique calado, seu pervertido!

– Como esse tipo de situação me transforma em um depravado?! – Redarguiu em tom cansado. Porém, antes que ouvisse uma resposta uma súbita rajada de ar atingiu seu rosto. – Vento? – Voltou a olhar para a garota a sua frente e então compreendeu, arregalando seus olhos. – Não, isso é...!

– Labaredas eternas que retalham a escuridão, rio de fogo que cruza os céus. Escute ao meu chamado e realize meu desejo!

Terminado o cântico ouve o indistinguível som de um vácuo sendo criado em meio ao ar. Em uma de suas mãos surgira um chicote escuro. Como pensara, uma Viralt. Se bem que, em contraste com o esperado, aparentava ser bastante inofensiva. Fora isso que pensara... Pelo menos até ver sua superfície ser coberta por chamas. Embora não ferisse sua usuária, um golpe daquela arma poderia deixá-lo em maus lençóis.

– Espere um pouco! – Engoliu em seco ao perceber que as palavras pouco efeito tiveram. A dama estava demasiado furiosa para ouvi-lo. – Isso é um engano...

– Cale-se! – Interrompeu-o de súbito, agitando o braço para cima. Acompanhando o movimento a língua de fogo assemelhava-se a uma serpente prestes a dar o bote. – Apenas fique quieto e deixe-se ser capturado! – Atirou o membro para frente e, como uma extensão o mesmo, as labaredas avançaram em direção ao rosto do rapaz.

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Notas do Autor: Desconsiderem a bizarrice do nome do principal ser japonês enquanto que seu sobrenome é de origem européia. Isto, assim como muitas outras coisas bizarras que com certeza vocês irão presenciar, tem um motivo.
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Re: Astral Zero

Mensagem por Weird von Gentleman em Sex 20 Fev 2015 - 20:03

Olá, Zoroark! Tudo bem?

Em primeiro lugar vou ser sincero: eu não faço a mínima ideia que estilos são aqueles que tu fazes referência no main post. Mas uma coisa é certa, tu escreves muito bem. Tão bem, que até te dás ao luxo de deixar as descrições físicas das personagens na penumbra, deixando o leitor fazer delas o que quiser. Para mim, um bom autor tem de ter a ousadia suficiente para se atrever a inovar e a inteligência suficiente para não falhar. Mas tu consegues fazê-lo muito bem e vê-se que é este o estilo que mais se identifica contigo. 

Depois, claro, há que falar nos aspetos gerais. A ortografia e a gramática estão sob jurisdição do teu processador de texto, portanto resta falar da estrutura e da narração em si. Quanto à estrutura, tens um erro que nem sempre é considerado, mas que, na minha opinião, já que tens uma FF tão bem organizada, devias corrigir. Um prólogo deve estar posicionado antes dos volumes começarem, a menos que sejam livros e não volumes. É o prólogo que dá o moto da história e os volumes são as caixas onde vais enfiar as suas ações especificas. Não faz sentido estar a enfiar o moto geral, dentro de uma caixa especifica, percebes? Mas isso fica a teu critério, claro!

Em termos do que é bom, ou seja, da história em si, está minada de muita ação e suspense, tendo já um caráter avant-garde de realismo. Os danos que as personagens sofrem, a cena do ataque dos Mismagius, são tudo cenas em que nos enfias agulhas na pele e dizes "Isto, meus caros, é o que se sente quando a nossa energia é sugada." - Dá para perceber e para sentir na perfeição o que está a acontecer. 
Em termos de personagens, têm todos uma costela do seu Adão. Só sinto falta de um vilãozinho a germinar ou algo mais para apimentar, mas também ainda só postaste dois capítulos.

Resumindo e baralhando: fazes parte de uma classe de escritores de FF em ascensão. Até agora gostei muito do teu trabalho e espero (muito!) que não desmotives e leves isto até ao fim, porque merece ser levado. Até porque, com isto completo, acho que a aliança com um desenhista ia resultar em algo muito interessante, mesmo. 

Se algum dia estiveres interessado, gostaria muito de trabalhar contigo, pois o teu trabalho é excelente e também possuo uma veia thriller/psicopata, como poderás ver na minha FF. 

Um abraço e boa sorte,
Weird  cheers
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Re: Astral Zero

Mensagem por Black~ em Sex 20 Fev 2015 - 22:08

Bom, vamos lá.

Esse capítulo foi bem interessante. Finalmente mostrou do que de fato se trata a história, além de ter apresentado os nossos dois protagonistas. Bem, mesmo explicando tudo direitinho do que é a história, você também deixou vários mistérios a apresentar para os próximos capítulos, isso é bacana.

O tema da história me agradou bastante. Todo esse negócio de magia, esses nomes estranhos (que eu to com preguiça de procurar -q). Então talvez isso explique o fato de que os treinadores sofram o golpe junto dos pokémons, pelo fato de serem uma espécie de "bruxos".

Pelo visto, o clima pintou entre os dois protagonistas. Bem, acredito que seja inevitável que haja sempre esse romance entre os protagonistas. Mas eu gostei de você ter feito esse amor no maior estilo "a dama e o vagabundo", por mais que seja clichê, em fics é realmente difícil de ver.

Esse Taiyou é bem estranho. O que será que ele fez de tão grave assim no seu passado? Algo que ele queira esconder tanto assim? Mas, ao que parece, ele contou para a Rathy, mas, como você pulou a parte das falas, então não sei huahauha. Bem, gostaria de saber mais sobre essa Ariel, que me pareceu ser bem misteriosa.

Bem, a Rathy pareceu ser uma personagem interessante, ela parece ser uma menina bem importante mesmo, parente do governante citado. Ela tem todo esse jeito de princesa, de menina que fica dentro de uma torre protegida do mundo -q. Bem, mas vamos ver como vai ser o desenvolvimento dela com o Taiyou.

Coitado do Taiyou, parece que o menino vai sofrer bastante danos após esse ataque do Flareon da amiga da Rathy. Ou talvez a Rathy acorde e explique tudo, sei lá. Mas, sei lá, não acho que ele vá levar o golpe e morrer -q. Uma coisa que achei interessante foi o fato de a amiga da Rathy ter o Flareon, será que tem algum tipo de "grupo" com todas as eeveelutions? Mas enfim.

É só e boa sorte com a fic.
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Re: Astral Zero

Mensagem por Platinum Slytherin em Sab 21 Fev 2015 - 0:48

Olha, eu não sou bom com comentários longos, tenho o péssimo hábito da síntese. Depois de deixar isso claro, quero te falar que estou começando a ser sugado pelo o universo que você criou, que aguardo ansiosamente o próximo capítulo e que quero saber mais sobre a Ariel.
Sobre sua escrita? Impecável.
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Re: Astral Zero

Mensagem por Alice Le'Hills em Sab 21 Fev 2015 - 13:21

Hey!

Demorei um pouco pra comentar pois, como o capítulo foi grande, eu precisei de um pouco mais de tempo pra ler, mas enfim, cá estou para comentar. E, primeiramente, devo dizer que estou amando a história!

Bem, foi um capítulo interessante e que, finalmente, nos revelou algumas coisas sobre os protagonistas. Gostei do fato da Rathy ser uma dama da alta sociedade, pois, caso ela se envolva com o garoto (aliás, pintou um clima legal entre eles), os conflitos que essa relação pode gerar são bem interessantes. O passado do Taiyou é bem misterioso... me pergunto o que aconteceu com sua família.

Sobre a história em si, achei bem original o fato dos treinadores sofrerem dano junto de seus Pokémon. Gostei também do fato deles serem bruxos e conjurarem feitiços. Não sei se é realmente isso, mas eu me arrisco a dizer que a história se passa num mundo Pokémon medieval, bem antes dele se tornar o mundo como conhecemos hoje (com ginásios, ligas e tudo mais).

Confesso que esse capítulo foi primordial para aflorar meu entusiasmo e minha curiosidade pela história. Aguardo ansiosamente pelo próximo capítulo. See ya!

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Acompanhem a minha primeira fanfic:
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Re: Astral Zero

Mensagem por xKai em Sab 21 Fev 2015 - 14:35

Finalmente terminei d ler este capítulo -q Uff, foi bem grande! Ou talvez tenha parecido ser grande por eu ter sido interrompido inúmeras vezes enquanto estava lendo -q  Bem, isso que da fazer este tipo de coisa no trabalho.

Só "acho" que ta rolando alguma coisa, já, entre essa duplinha aí, não sei porque... Enfim, é bem interessante este tipo de romance, em que os amados se amam indiretamente, com frases desnecessárias, olhares envergonhados, é o que chamamos de atração, imagino.

Ação só teve no fim do capítulo quando essa louca aí dos infernos apareceu, que mulher impulsiva, nem deixa os outros respirarem... Odeio quando me perguntam algo e em seguida me pedem para calar a boca, agora que perguntou tem que escutar, não é? -q Mas o protagonista me parece um pouco cauteloso demais, teria ele medo de enfrentar mulheres?

Ainda estou meio perdido com todos estes nomes estranhos, mas com o tempo devo me acostumar a eles, acho que não tem muita coisa para comentar neste capítulo, tirando o fato de que como todos os anteriores, curti bastante. Sua narração, como sempre, bem fluente, a gente parece saber tudo o que se passa na cabeça dos personagens enquanto estamos lendo a história. Até o próximo capítulo man, e boa sorte com a fanfic.

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Re: Astral Zero

Mensagem por togekisses em Sab 21 Fev 2015 - 16:53

Hey, DarkZoroark! Aqui estou eu pela segunda vez e , pra começar, quero dizer mais uma vez o quanto a sua escrita é bela!

Nesse capítulo, você permitiu aos leitores conhecer um pouquinho mais do mundo onde se passa a trama, apresentando conceitos como os dos Astralis, por exemplo, mesmo que tenha sido tudo muito vago, mas já deu pra me deixar muito envolvido. Um outro detalhe que eu adorei na fanfic é o fato de cada Viralt estar relacionada com o companheiro Pokémon do personagem, o que me faz pensar se acontece o mesmo com a Liguria (já pensei em vários Pokémons). Ah, e tem também esse negócio de que não existem muitos Astralis do sexo masculino. Pois é, não sei se foi falta de atenção minha, mas você não disse o porquê disso.

E falando agora sobre o mundo onde a estória acontece, vi todo um aspecto medieval inserido e aí fiquei pensando se você não se deixou levar um pouco pelo clima da geração atual de Pokémon (apesar de Kalos ser pura propaganda enganosa). A verdade é que eu não gosto muito desse tipo de cenário que costuma monopolizar tudo quanto é de ficção, incluindo light novels; isto é, uma terra com florestas frias, escuras, com castelos, Europa, feno, fazendas, campos de lavanda, Eternia, etc.  Mas essa birra só ficou forte de novo recentemente por causa de OR/AS que me deixaram apaixonado pelas paisagens equatoriais.

Quanto aos personagens, só posso dizer o quanto você os escreve bem. As cenas de interação com os dois protagonistas foi toda arquitetada de maneira brilhante e realista, as ações, os pensamentos deles, foi tudo muito bom. E ponto pra você por não esquecer dos Pokémons também, aliás, eles têm personalidades a serem mostradas. Pra finalizar, digo que nem me incomodei com a mistura de nomes, porque eu achava que era simplesmente algo de seu gosto, isso de misturar culturas e tal. Mas então, gostei do capítulo e espero muito ansioso pelo próximo. Até mais e boa sorte!  
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Re: Astral Zero

Mensagem por Rush em Sab 21 Fev 2015 - 23:59

DZZZZ, desculpa a demora!


Adorei esse capítulo, como esperado. Sua narração é muito boa, e como eu já te disse, chega a ser até invejável. Eu amei o Taiyou e a Rathy, de verdade. Acho que tu fez um ótimo trabalho os desenvolvendo no capítulo. Simplesmente amei o jeito de ambos, e nem preciso dizer que os shippei, né? Taythy<3 Também gostei da personalidade do Zoroark e do Glaceon. Eu ri quando o Glaceon suspirou após Taiyou perguntar sobre se ele havia tido aventuras com Rathy.

Eu só achei que esse ataque foi bem inesperado. Quer dizer, essa menina poderia ter machucado a Rathy também durante o ataque, não? Eu até entendo ela ficar preocupada com a garota sendo carregada por um total estranho, mas isso não deixa de ter sido bem estúpido, atacar sem ao menos tentar reconhecer o que aconteceu.

Vamos ver se o Zoroark vai ter piedade da menina, né? AUEHUAE'

Eu adorei o capítulo. Como você deve saber, eu amo "sobrevivência", então eu adorei o trecho em que eles acampavam na floresta. Sei lá, me sinto muito confortável lendo isso, e o conforto aumentou muito com a sua escrita perfeita.

É isso cara, eu aguardo ansiosamente o próximo capítulo!

Abraço, té mais!
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Re: Astral Zero

Mensagem por Hyurem em Dom 22 Fev 2015 - 9:19

E aí, DZ? Lembra de mim, cara? o/

Estava vagando pelo fórum como fazia antigamente e "trombei" com o tópico dessa sua nova fan fic. Me interessei muito logo na leitura do prólogo. Achei interessante a ideia da batalha conjunta entre treinadores, ou parceiros, e Pokémons. Essa cena inicial me causou a estranha sensação de que estava vendo o Kirito de SAO lutando na pele de Liguria Aquallir, considerando o uso de duas espadas, os cálculos que ela fazia, a maneira com que se movia e a música que você incluiu no combate. Coincidência?
O primeiro capítulo foi mais calmo, com a exceção do Zoroark despedaçando as Mismagius. É um Pokémon incrivelmente forte, não sei se bem treinado pelo Taiyou ou só calejado pelas batalhas contra outros monstros selvagens quando ainda não tinha o garoto como companheiro... Enfim, creio que você deixará isso claro em algum momento.
O segundo capítulo inteiro parece que foi uma maneira de adicionar mais mistérios à história. principalmente em relação ao Taiyou. Ele aparentemente sofreu muito e é praticamente sozinho no mundo, uma ideia bem comum de protagonista. Não que isso seja ruim, tenho certeza que você já tem montada uma excelente históira para esse personagem.
Em relação à Rathy, não sei bem o que dizer. Parece-me uma menina protegida por Arceus e pelo mundo, mas que não é mimada como seria de se esperar de alguém assim. O Glaceon parece de certo modo um familiar para ela, assim como o Flareon para a garota neurótica que, deuses, atacou o garoto que estava carregando uma amiga nas costas com um chicote flamejante, mas enfim... Obviamente, esses Pokémons não foram invocados como familiares, mas definitivamente eles tem alguma ligação com o "tipo" de magia que os companheiros utilizam.

Eu gosto da aproximação do universo Pokémon com outras coisas comuns a leitores ou fãs de filmes, como a realidade de ferimentos sangrando e realmente incapacitando os personagens e também a magia. São opções que dão muito mais liberdade e credibilidade pra história (em relação aos ferimentos) que o de uma fan fic clichê. E acho que algum romance não pode faltar em história alguma.
Sua narração e descrição estão ótimas, consigo imaginar perfeitamente cada cena e personagem. Tenho a impressão de que vi alguns erros, mas creio que nem valha a pena citá-los porque são minúsculos (e também estou com preguiça de procurar).

Bom, é isso. Não pare com essa história, quero muito conhecer os personagens e esse universo que você criou.
Até mais issoai
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Re: Astral Zero

Mensagem por Wolfing-£-Hiruma em Ter 24 Fev 2015 - 17:58

Tudo bem DarkZoroark? Hiruma e Wolfing aqui! \o/

Já que está já no segundo capítulo vou falar primeiro do prólogo e do geral em si. Gostei muito do prólogo, poucos detalhes sobre a identidade dos personagens envolvidos e uma boa descrição dos pokémons... acredito que o pokemon que perdeu era um Rhyperior, mas talvez eu esteja errado. Essa fanfic é como Light Novel mesmo? Então deixa eu ver sobre isso... romance, drama com mistério, um protagonista que vai ser cercado de mulheres(harém) e algo envolvendo magia. E pelo que li até agora no segundo capítulo, acertei alguns só que não tenho certeza sobre o harém já que apareceu só duas garotas e nem tem interesse amoroso ainda, mas dou um palpite pelos exemplos de LN (Light Novels) que você deu lá em cima.

O primeiro capítulo me surpreendeu muito. Sua forma de escrever é MUITO boa, mas claro que sempre pode melhorar, e se você escrevesse um livro eu e o Wolfing iriamos comprar com toda certeza. A ideia de pokémons e treinadores lutarem lado a lado eu já tinha vistos em outras fanfics - mais especificamente nas do Nyah! ou do SS, talvez até do Fanfiction.net - mas não com tanta qualidade como a sua até agora. Como eu queria que os escritores desses sites brasileiros e portugueses tivesse uns 30% do seu jeito de escrita(sem desmerecer eles e tal, mas alguns realmente eu tenho até receio de ler)

Voltando a fanfic, esse Taiyou parece mais aquele principal que é gentil e carinhoso sendo sempre posto em situações que as pessoas julgam sem saber, principalmente se forem meio eróticas... eu sempre prefiro aquele tipo de personagem como o Zoroark: frio, rude e direto. Mas o Taiyou também é bem legal e gostei do jeito que ele é trabalhado. E sobre a batalha contra as, ou os vai saber, Mismaguius as descrições do sataques foram bem complexas e detalhadas que eu gosto muito, mas que eu não tenho capacidade pra fazer, e ataques igualmente bem descritos.

Essa loira parece aquelas garotas que engana os sentimentos, ao menos do jeito que vi. A do chicote me lembrou muito a uma personagem que esqueci o nome mas é do anime Seirei Tsuka no Blade Dance(ou algo assim), você conhece?

Flareon! Coisa fofa e linda, adoro você *-* - isso foi o Wolfing que escreveu...

Parecem que nessa escola acho que só pessoas da realeza podem entrar, ao menos pela surpresa da loira, e que, por ser Light Novel vou dar um chute, a maior parte é feminina de acordo com o Tavalt, Tavalin, Tival... ah, não sei esqueci o nome que você botou e tô com preguiça de reler -q

Eu estarei esperando o próximo, bye bye DarkZoroark!
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Re: Astral Zero

Mensagem por Killer123 em Ter 24 Fev 2015 - 18:30

Hello!

Esse capítulo foi bem interessante, muito bem escrito, claro não poderia esperar menos de você. Apesar de termos tido a explicação do ataque das Mismagius, ainda é algo bem estranho e estou ficando bem curioso para saber o motivo.

Essas garotas da alta classe eim...meu Deus, já vejo que nosso querido protagonista se meteu em uma confusão, espero que ao menos essas adolescentes aprendam o que realmente é ser pervertido AHUSUAHUA.

Acho que houve uma conversa entre os dois, mas você não colocou no capítulo apenas para poder revelar mais disso mais tarde ou deixar nós curiosos. Quanto aos nomes estranhos só notei depois de um tempo, sobre o 1° nome do protagonista ser japonês e o seu sobrenome ser de origem Europeia, acho que não vai importar muito, eu mesmo achei que os dois nomes eram de origem japonesa.

Bom é só isso
boa sorte!
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