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Jogo Matrimonial - Parte 2

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Re: Jogo Matrimonial - Parte 2

Mensagem por dork princess em Seg 16 Fev 2015 - 15:04

Matrimônio de Apolo
"Viva as lágrimas. Tudo bem se elas transbordarem, baby. Elas não serão desperdiçadas."



- Sumindo e atacando pelas costas? É assim que você é chamada de Luta? Ou é simplesmente Foge da Luta? Haha, patético.

- Vocês falam demais. - A Luta olha com raiva para Carol. - Vão se arrepender disso.


Jasper prontamente ignora as palavras de Carol, já que estava mais ocupado num de seus monólogos interiores. O rapaz bate com seu cetro no chão e invoca três punhos elétricos. O que será que o Imperador guardava para agora? Estava cego pelo desejo de vitória.

Com êxito a Luta consegue desviar do maior punho, e mais forte, que desaparece em faíscas no ar. Ela não consegue desviar dos outros dois. Um lhe acerta pela direita e um outro pela esquerda. Dano de 40. Porém, o dano é tão baixo e a tentativa tão triste que ela não se incomoda. Estava certa que dessa vez iria vencer... Como merecia. 

A Luta sorriu a ver Joestar se aproximar.


O que seria aquilo que pecorre as veias de Joestar no momento? Raiva? Magia? Sangue? O garoto range os dentes. Barulho de estática enche o ambiente, e Joestar está cada vez mais perto do seu alvo. É, um alvo que tenta se esquivar do ataque. Mas algo dentro de Joestar não deixa o garoto errar, agora não, e ele desce o machado com toda força no peito da Luta. Ele sorri. 


- Isso... é o que EU SOU, baby!

A arma estava fincada profundamente no peito da sombra. Ela arregala os olhos e solta um estridente grito de dor e ódio. Sangue rubro transborda do ferimento, tão humano quanto a dor que ela sentia no momento, e pinga, manchando o chão; lágrimas caem dos olhos bem abertos dela, que rapidamente se secam. As bordas da arma soltam faíscas douradas enquanto dão pequenos choques na inimiga, para o regojizo de Joestar. Dano de 180!  Por fim, tomada pela raiva, a sombra arranca o machado do próprio peito e o atira no chão, com um barulho alto. As estrelas do Shooting Star brilhavam, junto com o sangue. Joestar caí junto com seu machado, levando dano de 5. Ele rapidamente levanta e corre para junto da sua equipe.

- Isso... Isso... É imperdoável! É igual antes! - Ela passa a mão pelo próprio peito, afim de limpar o sangue. 

Ela parece desaparecer, junto de alguns ventos, e reaparece a um metro de Joestar.

- Eu...


Ela corre e dá uma voadora no peito do garoto, que cai no chão sem fôlego. Dano de 90. 

- Tenho respeito. - Volta a sua posição inicial. 


Última edição por dork princess em Seg 16 Fev 2015 - 21:51, editado 1 vez(es)

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Re: Jogo Matrimonial - Parte 2

Mensagem por lord sugar em Seg 16 Fev 2015 - 21:41

HP: 315 / 400

- Valeu por me ignorar Imperadorzinho, hehe, do fundo do coração...

Estalava as costas e esticava os braços em um folgado e relaxado movimento, que bosta, que grande bosta! "Guaraci, é só eu e você desse jeito. Hehe, isso tá tenso pra [palavra censurada]...". Pensava, ok, eu tenho que dar um jeito de pegar esse monte de bosta desprotegido... Como? Vejemos, se ele desvia de tudo quando atacamos ela que tal tentar chutar a bunda dela auando for NOS atacar? Hehe, não custa nada tentar, o máximo que pode acontecer é eu morrer, hehe, nada demais.

-Hey, você aí! Sim, você mesmo monte de bosta pintada de azul! Que tal um mano á mano? Eu e você, hehe. Ou vai amarelar sua bostinha? Ah, que bom que não vai fugir de medinho! Que tal começar? Hehe, se conseguir me machucar né...

Dizia tentando me preparar para o impacto botando uma fina camada de vento ao meu redor para tentar aparar o golpe... Eu tô morta mesmo, não custa nada tentar... Agora Guaraci vai mandar uma rajada de vento elas costas dela, ela vai se desequiblibrar, cair e bum! Eu começo a chutar a cara caida e amassada dela com uma ajudinha dos ventos!

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Re: Jogo Matrimonial - Parte 2

Mensagem por Unit DAN em Ter 17 Fev 2015 - 0:14

305/400

Me levanto depois do impacto recebido, estou um pouco sem folego mas estou bem.

Os gritos de dor e lagrimas daquela "menina" não surtiam efeito em mim, não sei se porque ela é um monstro ou porque lutar tão selvagemente traz meu lado antigo de volta.

Eu golpeio no ar com Shooting Star, tirando o sangue que ficara no machado e o apoio no ombro.


-Vai chorar mais sua bosta? -Eu aponto para a garota antes de avançar contra ela novamente, com meu machado carregado de energia.

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Re: Jogo Matrimonial - Parte 2

Mensagem por Deidara-Sensei em Qua 18 Fev 2015 - 0:25


Jasper olhava para Carol. Ela reclamava do garoto te-la ignorado. Ele continuava fixado na luta. A Luta e Jasper tinham centímetros de diferença. Jasper pensara que, mesmo fraco, um ataque corpo-a-corpo seria legal. Ele erguia seu cetro, correndo em direção da luta. Quando se aproximava, Jasper dava um salto, fazendo o cetro aumentar de tamanho na forma de um raio. Ele dava um giro no ar, indo com o cetro em direção da inimiga.



[...]


seja la o que aconteça, ele voltava para o lado de Carol. Olhava para a equipe. Todos estavam ofegantes, cansado.

- É MELHOR VOLTARMOS! - gritei para que Joestar ouvisse, estávamos um pouco longe - ESTAMOS EM DESVANTAGEM! PRECISAMOS DO ALEX E DO TOBIAS!

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Re: Jogo Matrimonial - Parte 2

Mensagem por dork princess em Qua 18 Fev 2015 - 3:02

Matrimonio de Diana

O ATO DE VERÃO




A Luta se distancia da equipe, a cada uma das palavras, proferidas pela menina com cabelos de fogo, a sombra dava um passo para trás. Aquelas palavras queimavam dentro da sua enevoada mente. As crianças escolhidas pelos deuses, até que ponto chegariam? - Demais! Vocês falam demais! - A Luta tampa os ouvidos. Cada palavra sua sai com um quê de dor. - Não vêem onde estão? Palavras, decência, nada vale nada aqui. - Ela range os dentes, ódio e raiva borbulhando dentro do caldeirão do medo. - Nada! - O sangue da língua de Misaki mancha seus ouvidos. 

-  Ok, vamos lá! Força!

A mulher de fogo aparece, depois de falar pelo corpo da sua portadora. O corpo de cavalo está lá e, ao ver que a menina Alanna estava prestes a atacar também a essência estende o braço na frente dela e proibe sua aproximação. As chamas da cabeça dela pareciam brilhar mais do que nunca, como se o fogo da vitória iminente fosse o suficiente para lhe manter de pé. 

- M-Misaki... - O olhar de Alanna se volta para o chão, enquanto ela aperta com mais força o taco de baseball em sua mão.

Miranda respira fundo enquanto observa sua arma sendo acendida. Num movimento rápido e certo ela rasga o ar e então um arco de fogo sai em busca de seu alvo. A Luta, por sua vez, solta um alto ar de exasperação e abre bem a palma da mão, a fechando em volta da energia, afim de absorver o impacto. Ela consegue. Ela sente a dor do fogo lambendo sua mão, mas o dano é contido. A chama desaparece com um fraco som no ar frio da noite. Porém, ela ainda sofre um dano de 10. A sombra ri. Miranda solta um "gasp" e tampa a boca com as mãos.

Isso irrita Alanna pra [palavra censurada]. 


- SUA [palavra censurada]!!!


Alanna corre em direção da Luta e atravessa a essência de Miranda, a garota havia se destraído o que deixaria a essência mais "fraca" , o fogo que não fizera dano nenhum nela agora queimava na sua alma. É garota, não perca seu caminho! Ela brandia seu taco de beisebol do qual aquela estranha fumaça saía. Tão estranha que alguma coisa parecia se formar dela... A forma de uma mulher. Para a surpresa de todos na equipe, sim, Alanna tinha uma essência. O nome desta era Giusepe, a traidora de dois mundos. Em seu rosto mascarado ela brandia a marca do 12, que era o pecado e a lama da sukeban, o 12 que marcará sua vida pelo todo resto. Juntas, guerreira e garota atacaram a Luta.

Tão nervosa e confiante a Luta recebera tal golpe, no estômago, seu rosto expressa dor ao sentir os espinhos raspando e perfurando a desculpa fantasmagórica que ela chamava de estômago. Sangue rubro cobria Lucille e da fumaça que saía do taco infiltrava as feridas infligidas na Luta. Giusepe brandiu a espada que levava ao alto dos céus, tão alto quanto aquele beco poderia chegar e soltou um grito de alegria. 144 de dano. 

- Não! Não façam mais nada comigo! Já chega! - Lágrimas brotavam de seu pálido olhar. 

Os olhos de Alanna se arregalam e ela se dá conta do que fez, e a garota sente lágrimas queimando seu olhar. Giusepe caí como uma boneca de panos sobre sua dona e desaparece em fumaça negra. Com os últimos fiapos de auto controle que ainda tinha Alanna tira o bastão de perto da luta e deixa seu braço molenga cair junto do corpo, balançando. - Sua [palavra censurada]! Sua [palavra censurada]! - O choro aumenta e com eles vem soluços, feios soluços de uma criança que percebe que foi longe demais. Ela usa a mão limpa para limpar, mas não é o suficiente. 

A Luta lhe agarra pela gola. - Não... Não! - Alanna olha nos olhos da inimiga e neles vê a dor, vê o sofrimento, vê tudo que lhe foi negado. Ela chora. Chora feio. Soluça. - Não, criança D'arcy, não! - Alanna da um último soluço e desmaia, Lucille escorregando da sua mão e batendo no chão. Logo é o corpo inteiro que bate com estrondo no chão. Antes que a Luta pudesse fazer algo, Noah...

O ATO DE INVERNO



Noah ignorou as palavras de Miranda, isso é fato, mas ele não conseguiu ignorar os esforços de suas companheiras. No caso, ataques. 

- MISAKI! ALANNA!




"Lágrimas escorriam de meus olhos, que ardiam como as chamas que estavam presentes na arma de Miranda. Eu ignorava toda a dor que eu sentia, pois ela havia sido substituída com a dor presente em meu coração ao ver aquilo. Misaki havia morrido? Ela poderia morrer com o sangramento. E Alanna..."

O menino gritou. Num estopim mágico combinado com raiva, ele sobe no ar fazendo uso de uma fina mágica aquática. A Luta está sem reação.


Asas do gelo mais puro criado no fundo da alma de uma pessoa surgem nas costas do garoto. Não, ele não é mais o Noah fraco e franzino que se esconde atrás do livro. Ele é algo a mais, ele é a essência de algo maior. Da Força, se não a própria força. Sua pele muda de cor e a respiração se torna gelo ao menor toque com o ar. O menino não sente nada. Apenas o frio eterno de um pecado inocente, aquele que é brincar com os deuses e da punição eterna que acompanha tal ato.

Ambos Noah e a Luta não tem nada a dizer. 

O bom selvagem. Noah. Leri. Magé. Duje. 

NOAH DÁ UM SUPER PULO BATENDO ASAS A PUTARIA TODA
 
A MENINA TÁ SEM LINGUA. ELE TÁ PUTO PRA [palavra censurada]. ELE VAI ATE A LUTA E .... E... E;.....

ATRAVESSA O PEITO DELA COM UMA [palavra censurada] ESPADA DE GELO. 

Agora o medo era escasso. Apenas ódio, raiva. 

Por um momento, aquele "Haon", o "Selvagem" controlado por Leri Magé, era apenas uma sombra de ódio e vingança criada irônicamente pelas ações de Luta.

A Luta grita em dor, o gelo e a água desaparecem na hora. Noah acorda do estupor e abre os olhos e vê o que ele fez. Ele está caído em cima da luta, que grita e grita e grita como se estivesse revivendo sua trágica morte. Ela estava.

- NÃO! EU NÃO QUERO MORRER DE NOVO! EU NÃO MEREÇO! VOCÊS SÃO IGUAIS ELES! VOCÊS SÃO IGUAIS ELES! IGUALZINHOS! EU NÃO MEREÇO ISSO! PAREM! PAREM! EU NÃO VOU... - Ela soca o ar, chuta o que consegue alcançar e grita o que consegue gritar em seus últimos momentos.

Um grande corte está aberto no peito dela e é possível ver o chão. Noah está a beira de um desmaio.

O corpo da luta brilha do mesmo jeito que a carta brilha, mas o sangue brilhante que brota do seu peito continua lá. Não vai desaparecer. Ela para de gritar. Não existe mais A Luta. Dano de 190.

O símbolo aparece de novo.

Fim do ato de inverno.

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Re: Jogo Matrimonial - Parte 2

Mensagem por Gehrman em Qua 18 Fev 2015 - 3:31

- N-Nós... Nós... Ganhamos...? - Eu tentava falar algo mais, mas todo aquele clima macabro depois do combate realmente não me deixava dizer nada. Depois de tudo aquilo que ela falou... Será que nós estamos... Fazendo a coisa certa? Quem seriam esses que ela falava tanto para comparar com a gente?

Quem?
Quem?
Quem?
Quem?
Quem?

Ah, não importa. Eu nunca me importei, afinal! Quem ligaria para uma garota assim, toda idiota e iludida sobre a verdadeira crueldade do mundo? Ela falou merda de nós, os maravilhosos humanos, e ainda conseguiu machucar gravemente uma corajosa guerreira; que aliás é mil vezes mais corajosa do que essa vergonha denominada luta! Não pude fazer mais nada do que rir, rir, rir, e rir! Luta, você nasceu uma vergonha e morreu um desastre! Tu és simplesmente um reles obstáculo em nosso caminho, e encontrou o seu destino finalmente! Seu lixo! Lixo, lixo, lixo, lixo, lixo!

...

Quando eu finalmente me toquei, eu havia percebido que... Que... Que se eu tivesse dito tudo aquilo que eu havia pensado agora, eu nunca iria conseguir perdoar a mim mesma como ser humana. Eu... Como diabo eu pensei naquilo? Pra quê eu fui pensar em como a morte de uma criatura racional como um obstáculo? Ela... Ela tinha motivos! Ela lutou contra nós porque ela tinha algo para lutar sobre... N-Não tinha?

É claaaaaaro que ela não tinha! Ela só veio com essa ladainha estúpida de "sermos iguais a eles" só para a gente ter um pouco de peso na consciência e nos confundir! É como eu disse; um obstáculo! Ela não se passa de um obstáculo! Todos os inimigos que nós encontraremos no futuro? Obstáculos, obstáculos e mais obstáculos! O meu dever é matá-los, mostrar como a guerra é o único caminho para a sobrevivência!

Não... Discordo. Eu pude ver em seus olhos e seus gestos... Ela só queria ser livre. E nós tiramos tudo isso dela. Ela podia ter sido um ser normal, não humana, mas qualquer coisa. Uma alma, um animalzinho, uma guerreira fictícia... Tudo. De qualquer jeito... Ela não merecia isso. Nunca.

É claro que ela mereceu, não posso dizer tais asneiras!

Não, não, ela não mereceu! Não, não, não, não!

- NÃO! - Sem nem pensar duas vezes, virei-me para trás, e tentei acertar Quitéria... Mas quando eu finalmente havia percebido, ela não estava mais lá. T-Tudo isso que eu acabei de pensar... Foi você, por acaso...?

...Droga, eu não posso pensar nisso agora. Noah, Alanna, Misaki, eu... Todos nós estamos completamente abalados com tudo que aconteceu. Lágrimas escorriam de meu rosto rapidamente, quando eu finalmente havia percebido o quão grave eram os problemas em nossa frente, tudo graças a essa merda de Jogo Matrimonial. Andei até onde Misaki estava, ainda completamente paralisada e se recuperando com os poderes de sua Essência. Então, vendo que eu não havia mais nada a dizer, simplesmente sentei-me no chão gelado e encostei em seu corpo, tão congelado quanto os corações de nós quatro. Olhei para Noah e para Alanna... Os dois pareciam completamente abatidos, mas Noah parecia ainda mais. A carta estava na frente dele... O que será que ele vai fazer?

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Re: Jogo Matrimonial - Parte 2

Mensagem por Okiru em Qua 18 Fev 2015 - 3:56

Misaki saia do meio dos trapos de sua essência, trêmula e um pouco acabada, ela olha para a sombra da luta em seus momentos finais.

Tentava andar até onde o corpo daquela sombra havia caído, era realmente difícil fazer algo tão simples como andar, meu corpo pesava mais do que nunca, e minhas pernas tremiam de maneira que eu mal conseguia parar em pé. Nova Cruz me acompanha de perto, me ajudando a andar de alguma maneira, essa tinha sido uma experiência que sem duvida destruiu meu corpo, mas por outro lado eu me sentia muito mais próxima de minha essência.



Caí de joelhos logo onde o sangue brilhante da lutadora estava, apenas isso e pequenos restos de ataques feitos contra a sombra sobravam. Nova Cruz passou a mão na minha cabeça, sentia que podia fazer algo, mesmo que isso não significasse nada.

Era possível ouvir o som de vidro se quebrando em algum lugar.

"Nova Cruz..."

Pequenos restos de luz começavam a brilhar, espinhos quebrados que tinham sido fonte de dor para a 'luta', dor causada por ela mesma.

Palavras começam a se formar no ar, em um azul que brilhava com uma luz confortável.
*E então... não havia nenhum...*
As palavras se quebravam no ar e formavam uma nova frase.
*Renda-se. Mergulhe no que você não conhece. Não se preocupe em entender... a vida...*

Os fragmentos de luz começavam a se unir no meio da poça de sangue no chão, que reluzia ainda mais do que antes, os fragmentos se uniam e davam forma a algo como um estranho enfeite de árvore de natal, com detalhes tanto belos quanto bizarros, um objeto que brilhava como uma estrela, mas era sombrio como a noite.

Tirei o objeto do chão e o seguirei firmemente, algo que talvez não fosse nada mais que um enfeite de árvore de natal, mas no fundo eu sabia, que mesmo que ele não fosse nada de especial, ele tinha um significado especial, pra mim, pro matrimônio de Diana e... pra 'ela'.

Uma lágrima misteriosa pousa sobre os restos da 'luta'. Misaki cai de cara no chão, não conseguindo mais sustentar seu próprio peso em sua coluna, porém ela continua segurando firmemente o objeto em suas mãos. Nova Cruz cobre o corpo da garota com seus trapos manchados de sangue e lentamente vai desaparecendo no ar.

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Re: Jogo Matrimonial - Parte 2

Mensagem por Unit DAN em Qua 18 Fev 2015 - 11:11

Paro no meio do caminho escutando Jasper.

-Quantas vezes eu vou ter que lhe dizer pra parar de correr do seus problemas, em? Pare de fugir, seja homem e enfrente seus problemas até o fim, se alguém aqui está em desvantagem é ela. Agora tome uma atitude e venha me ajudar. -Volto a olhar para Luta, indo em direção dela novamente com o machado carregado.

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Re: Jogo Matrimonial - Parte 2

Mensagem por Rush em Qua 18 Fev 2015 - 14:19

@Okiru escreveu:





Eu... Eu recuperava minha consciência. Escutava os gritos desesperados de Luta ao sentir a morte mais próxima com o brilho de minha lâmina gelada perfurando o que um dia foi seu coração. Suas lágrimas me contagiavam, já que eu também caía em prantos com a cena. Minhas lágrimas estavam tão geladas que queimavam meu rosto. 

A lâmina fria lentamente diminuía seu tamanho até se tornar uma pequena bolha que era Santanna. Observava o ferimento profundo que atravessara o peito de Luta. 

Minhas asas de gelo começavam a derreter, assim como minha armadura gélida. Meu corpo tremia ao sentir-se exposto às baixas temperaturas. Eu provavelmente iria ficar resfriado amanhã. 

Todos os meus membros doíam. A mesma dor estava presente em minhas costas. 

Eu segurava a carta brilhante que representava a nossa vitória sobre Luta. Não estava contente.


Usando todas as minhas forças, eu me levantava. Leri Magé se oferecia para me ajudar, mas... Eu não aceitava a ajuda. 



Dava passos lentos e cansados em direção de Miranda,vendo que ela seria a única consciente. Colocava minha mão em seu ombro, vendo que ela era mais alta do que eu. Minhas expressões tristes pareciam ser notadas de longe.





- V-Vencemos...





- Matamos... A Luta.




Logo em seguida eu perdia o equilibrio de meu corpo, caindo de costas. Estava sem forças para me manter de pé, e parecia que ficava cada vez mais fraco quando me lembrava dos gritos desesperados de Luta para que eu a poupasse... E tendo seu pedido final negado. 

Por um longo momento, eu me odiava profundamente.

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Re: Jogo Matrimonial - Parte 2

Mensagem por dork princess em Qua 18 Fev 2015 - 16:14

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-Hey, você aí! Sim, você mesmo monte de bosta pintada de azul! Que tal um mano á mano? Eu e você, hehe. Ou vai amarelar sua bostinha? Ah, que bom que não vai fugir de medinho! Que tal começar? Hehe, se conseguir me machucar né...


A Luta respira fundo e se pergunta o que deveria fazer. A resposta é clara: Violência. Correndo rápido, ela parte para cima da menina, mas não diz nada. Por sua vez, Carol já havia preparado uma "esperta" estratégia. A sombra pula para lhe atacar, mas, é pega de surpresa por um vento que vem de lugar nenhum... Vem da essência, é claro. E logo depois ela leva um chute nas costas, feito do mesmo vento mágico. Carol sorri. A Luta soca o chão e se levanta. Dano de 100 na luta.

-Vai chorar mais sua bosta? 

- Vocês não merecem lágrimas. - A Luta corre na direção de Joestar, novamente.

Os dois lados da mesma moeda em busca de um resultado comum: MAD. O menino segura machado com força e sente a estática passando por ele, do mesmo jeito que antes. A Luta, bem, ela se segura no seu desejo cego de destruição. É a hora. 

Com um metro de distância ou menos a Luta parte para cima de Joestar, mas... O garoto já previra aquilo. Com um movimento rápido ele desvia para a esquerda, ao cortar o ar a lâmina do SHOOTING STAR produz um barulho estranho, um silvo que mais se parece com um grito de vitória. A cena parece se congelar por um segundo. Se você olhasse bem nos olhos da Luta poderia ver surpresa e um observador atento conseguiria notar que a energia elétrica tomava uma forma selvagem. E então, a arma acerta a carne macia que era as costas da sombra, especificamente as costelas dela. Sangue brota quase que instantaneamente. 

Dano de 175.

- VOCÊ NÃO... - A Luta some da cena e lampejos azuis são notados em todos os cantos da arena. Como se ela tentasse fugir, ou atacar alguém, quem sabe. Então ela para. E olha nos olhos de todos vocês. Um de cada vez.

Joestar descança o machado no chão e limpa a testa com as costas da mão e quando nota... Jasper está se jogando em cima da sombra. 


Num movimento rápido seu cetro vira um raio (isso É possível?) e ele pula em cima da inimiga, que mais uma vez tenta desviar e não consegue. 

O que acontece em seguida não é nada bonito.


Dano critico. De 190.

A inimiga cai de joelhos e começa a gritar, abraçando o seu tronco. PARA! PARA! PARA! PARA! FAZ PARAR! ISSO DOÍ! - A energia do raio electrocuta a sombra, de dentro para fora. Os gritos que podem ser ouvidos são o da mais pura dor. Em vários pontos sua pele azul se torna negra, os olhos se esbugalham e saltam das orbitas. O corpo inteiro da Luta treme e se retorce em dor, dor pura. Faíscas escapam em vários pontos e sangue começa a sair dos seus ouvidos, nariz, boca. Aquilo que está acontecendo é uma morte bem humana.

 Jasper tudo aquilo bastante inojado. Fora ele quem fizera aquilo. 

- EU NÃO VOU MORRER DE NOVO! VOCÊS SÃO IGUAIS A ELES, SÃO MESMO.... ISSO DOI. FAZ PARAR! É TUDO CULPA DE VOCÊS! - A Luta tenta enfrentar o ar e demonios invisíveis, mas não consegue. É seu fim. Momentos depois ela cai pra trás e seu corpo inteiro brilha do mesmo jeito que aquela carta brilhou mais cedo. O sangue continua lá, porém.

Tão vermelho e rubro quanto a violência. 

O símbolo azul aparece de novo.


NÃO POSTEM.

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Re: Jogo Matrimonial - Parte 2

Mensagem por Mori em Qua 18 Fev 2015 - 16:46

 
 
- Eu sou Natasha - É possivel ouvir ecoar várias vezes, reverberando pelas paredes frias do beco.
 
- Eu era a Luta. - A carta explode, e dela, um milhão de faíscas preenchem o ar, todas de varios tons de azul e branco, nevando sobre vocês, uma sensação de tristeza extrema preenche seus corações.
 
Tudo fica escuro.
 
De repente, é como se seus olhos pudessem ver nada além de um filme e suas bocas não pudessem produzir um som sequer.
 
No meio disto tudo, está, em um tom menos azul e mais humano, o rosto da Luta, ela começa a falar.
 
- Entendam minha história. 
 
 
 
Seu rosto se desfaz no ar, sendo substituído por um tatame, daqueles que você normalmente encontraria em campeonatos de luta, centenas de pessoas assistiam em volta, gritando fervorosamente pelos dois lutadores que se encontravam no centro.
 
Suas visões se focam em uma pequena garotinha, não mais velha do que 5 anos, com um dos dentes da frente faltando, sorrindo largamente, seus cabelos negros presos em marias chiquinhas.
 
- Vamos papai! Você consegue. - Ela grita para um homenzarrão no centro, que devolve o sorriso, e se prepara para a luta.
 
Tudo se embaça novamente, as imagens giram em frente aos seus olhos, gritos e palavras ecoando indistintas a distância, como um turbilhão de memórias.
 
Foco.
 
 
Um dojo.
 
Não do tipo de filmes, esse não era completamente bem arrumado e perfeito, na verdade, parecia não ser usado a anos, parecia estar completamente destruido.
 
A porta se abre, por ela, um homem de cabelos negros entra, limpando a poeira de suas vestes, e as pendurando em um móvel próximo, logo atrás dele, uma garota segue, ainda não mais velha do que 12.
 
- Veja Natasha, é aqui que construirei nosso Dojo, você vera, em alguns anos seremos os mais conhecidos da cidade.
 
Ela se restringe a sorrir, acenando positivamente com a cabeça.
 
As cenas cortam como em filmes, em cada uma delas, é possível ver o Dojo, cada vez mais arrumado e bonito, para aqueles que prestassem muita atenção, poderiam ver a mesma garota, constantemente mais velha, sempre treinando dentre os inúmeros outro lutadores.
 
Imagens, sons, um turbilhão de memórias.
 
 
 
- Natasha? - O homem diz, sua voz saindo fraca como um silvo de ar, seus olhos se abrem com dificuldade, e ele deixa que sua cabeça penda para esquerda com o próprio peso.
 
- Sim, papai, sou eu. - A garota se aproxima, seus longos cabelos negro estavam presos em pequenos "Buns" e se estendiam em longas maria-chiquinhas, sua mão delicada, porém calejada pelas lutas toca as do pai, extremamente maiores.
 
- Que bom, Natasha, achei que não iria poder te ver uma ultima vez. 
 
A garota não responde, seus olhos se enchem de lágrimas.
 
- Escute, agora é pra valer, certo? Chorar só vai me fazer sofrer. 
 
- Certo, papai. - Ela engasga.
 
- Parece que chegou a hora do seu velho partir, eu não esperava que fosse desse jeito, sabe? 
 
Silêncio.
 
- Talvez em uma luta, mas não em um acidente idiota de carro. - Ele tosse, pequenas manchinhas de sangue ficando em sua mão.
 
- Natasha, querida, não existe lugar para palavras no campo de batalha da vida, você deve seguir em frente, por mais que queira gritar ou chorar. 
 
- Agora o Dojo está em suas mãos, você não é mais uma criança, é uma adulta agora. -
 
- Não me decepcione, minha pequena.
 
Tudo começa a girar novamente, desta vez, entre sons é possível ouvir principal um choro baixo e continuo, entre "eu te amos" e "obrigados." 
 
 
 
Uma noite chuvosa e fria, era possivel ver a garota correndo rua abaixo, seu celular na orelha, e dele um eco alto, daqueles que não se poderiam ouvir se não fosse tudo uma espécie de sonho.
 
- Você matou ele, Natasha, você deveria ter perdido a luta e acabou matando ele, eu não posso mais manter contato contigo, isso agora é com você. - A voz parecia desesperada e chorosa.
 
- Percival, por favor não, não desliga eu preciso de ajuda, eles não podem me pegar assim. -
 
Beep, beep, beep.
 
Ela atira o celular contra o chão, em um surto de raiva repentino, e sem pensar muito, joga sua pequena figura para dentro de um beco, talvez eles não a encontrassem ali?
 
 
Se senta contra a parede, atrás de uma lata de lixo, seu peito se infla e desinfla em velocidade extrema, o ar que sai de suas narinas é rapidamente condensado em uma fumaça branca, o dia estava muito frio, e cada gota de agua que tocava sua pele era sentida como uma pequena navalha. 
 
Cometera o pior erro da sua vida naquela noite, e no fim das contas, o ultimo.
 
- ALI, ELA ESTÁ ALI - Uma sombra na frente do beco grita, apontando, logo, sons de passos molhados podem ser ouvidos, e três homens adentram o beco.
 
Natasha tenta correr, mas não tinha para onde.
 
- Agora vamos te pegar, sua putinha, não restou nada para você. 
 
- P-por favor, não. - Ela se ajoelha, e se curva com a cabeça no chão, seu nariz tocando o chão sujo e molhado do beco. - Não foi a intenção, por favor, por favor.
 
- Escuta aqui, seu pedaço de merda, você matou nosso melhor lutador e quer sair daqui numa boa? Dente por dente, guria, mas talvez... - Ele abre um sorriso nojento, e cospe as palavras sobre a garota. 
 
- Beije meu sapato, talvez assim eu te deixe sair, talvez. - Ele ri.
 
Natasha prontamente beija os sapatos do homem, precisava sobreviver.
 
No momento que seus delicados labios tocam o couro barato de seu sapato, o homem dá um pontapé na boca da garota, fazendo com que ela caia para trás, suas costas batendo no chão. 
 
- N-não, por favor... 
 
- E então, Carl, o que a gente faz com ela? - Ele ri. 
 
- Seria uma pena desperdiçar comida assim, não seria? - Carl, um gordo careca, começa a desabotoar seu cinto.
 
- Você está certo. 
 
As coisas que seguiram depois disso não seriam descritas nem pelo mestre mais sem coração, nem pelo monstro mais duro e sem alma e nem pela criatura mais vil desta terra.
 
Natasha encontrou seu fim com um cano de cobre na cabeça, batido tantas vezes até que seu rosto não fosse nada além de um borrão de sangue e ossos.
 
Natasha Raskolnikov morreu acreditando apenas em uma coisa: Violência.
 
E com seu desejo de destruir tudo de bonito que nunca viu.

Ela se foi.

Vocês voltam ao beco, onde estavam. O corpo do monstro para de brilhar. Aqueles que estão com a carta sentem uma sensação estranha e tiram ela, para ver que...


Matrimônio de Diana

Ela para de brilhar e se torna...


Quais serão os poderes da carta?


Matrimônio de Apolo


Ela para de brilhar e se torna...



Apenas uma pálida lembrança do que deveria ser.

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Re: Jogo Matrimonial - Parte 2

Mensagem por Mori em Qua 18 Fev 2015 - 16:53

off: podem postar.

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Re: Jogo Matrimonial - Parte 2

Mensagem por Unit DAN em Qua 18 Fev 2015 - 17:03

As imagens param de passar em minha cabeça, parece que ela não era só um monstro, eu estava errado, fui frio demais com ela, sinto raiva de mim mesmo.


-Ela não merecia isso.



-Vamos.. Vamos em bora daqui... -Digo dando as costas para o que era a Luta, vou andando para fora da torre, arrastando o machado pesado e ensanguentado na minha mão e um peso maior ainda em meu coração.

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Re: Jogo Matrimonial - Parte 2

Mensagem por Gehrman em Qua 18 Fev 2015 - 17:13

Eu... E-Eu... Não... Não, não, não... Não... Não pode- Não pode ser... Nós... N-N-Nós...

Eu estava sem palavras. Não conseguia falar direito, nem pensar era possível. Aquela garota... Aquela garota que nós chamamos de escrota, [palavra censurada], idiota, e tudo mais... Nós matamos ela de novo. Ela podia ter uma chance de viver novamente se nos derrotasse? Talvez. Ela podia reencarnar em algo melhor se nos derrotasse? Talvez... Mas eu não sabia mesmo se ela poderia ter uma vida melhor depois de morrer mais uma vez. Todos os meus amigos estavam caídos no chão, quase desmaiando de tanto lutar e gastar suas energias...

Nós não matamos um cavaleiro, nós não matamos uma bárbara, nós matamos um ser humano. Um ser humano com um passado terrível e que poderia ter conseguido um futuro melhor, se não fosse a maldade de Deus para piorar a situação inteira.

Natasha... N-Não, desculpe-me. Com tudo isso, nenhum de nós é digno o bastante para dizer seu nome, ou até pedir perdão pelo o que fizemos; eu sabia que nós nunca iríamos ser desculpados. Jamais.

Antes sentada, logo fiquei para de joelhos, a palma de minha mão batendo a outra, e eu logo fechei os olhos, rezando para que Ele providencie uma futura vida melhor para ela. Ela não merecia isso. Por favor, por favor... Faça algo para que ela consiga ter tudo que ela queria ter! Uma vida melhor, saúde, amor, tudo! Dê a ela... Dê a ela tudo de bonito que ela desejava do fundo de seu coração!

...

Peguei a carta com a imagem da garota nela, e comecei a fitá-la por longos segundos. Eu pensava em tudo que ela tinha dito, em tudo que ela havia sofrido. Com tudo isso acontecendo, eu não posso deixar de pensar em duas coisas...

Nós estamos fazendo a coisa certa?
Outras pessoas com passados parecidos também estão nessas torres?

Isso é... Crueldade. Com a carta reluzente em minhas mãos, eu apenas andava para a entrada do andar, esperando todos os meus colegas chegarem até mim para que nós consigamos ir embora.

Quem seria... o verdadeiro vilão dessa história...?

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Re: Jogo Matrimonial - Parte 2

Mensagem por Rush em Qua 18 Fev 2015 - 17:17

Após alguns minutos, eu acordava de novo. Ainda estava bem dolorido, mas estava são o suficiente para escutar a história da Luta. Com muitas dificuldades, em me levantava, olhando para a imagem na carta. Era a imagem de Luta, o que ela um dia já foi. Me virava suavemente e olhava para a poça de sangue onde ela estava deitada... Antes de eu a matar. 

Dava passos tortos e cansados em direção de Miranda. Meu queixo estava trêmulo, estava óbvio que eu segurava um choro que estava acumulado em meus pulmões e prejudicando a minha respiração. 

Era meu papel de líder... Não deixar que meus amigos ficassem pra baixo. Eu engolia seco, respirando fundo e olhava para a garota.






- Você está bem? Não está machucada, né? Eu vou até Misaki e Alanna, qualquer coisa me chame, ok?


Corria em direção das duas, que estavam bem próximas. Misaki estava com uma enorme quantidade de sangue sujando seus lábios inferiores e seu queijo. Eu ficava bem enjoado vendo aquela cena brutal... O que mais me incomodava, é que... Eu ainda sentia raiva de Luta pelo que ela fez, mesmo me emocionando com a sua história.






- Misaki... Sinto muito. 



Colocava minhas mãos sobre o rosto da garota e começava a emanar uma energia azul ciano cintilante em minhas mãos. Começava a usar o pouco que sobrou de minha mana para tentar curar a garota. A cada segundo que se passava, eu tentava ignorar o fato de... Tentava esquecer da cena de quando eu matei Luta. Eu não havia me controlado... Mas eu lembro dos flashes como se eu estivesse revendo a cena novamente.

Eu estava com repulsa de mim mesmo.

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Re: Jogo Matrimonial - Parte 2

Mensagem por dork princess em Qua 18 Fev 2015 - 17:25

Noah cura 60 de Resistência.

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Re: Jogo Matrimonial - Parte 2

Mensagem por Ele em Qua 18 Fev 2015 - 17:28

Alanna se levanta do chão e se apoiava contra a parede do beco. Com uma mão, ela esfrega as lágrimas e a sujeira do rosto, deixando suas bochechas cobertas com uma lama escura. Com a outra, ela tira um cigarro e um isqueiro do bolso da saia e o acende.

- É foda...

Ela então se vira para Miranda:

- Yo, Miranda, se recomponha um pouco. A gente precisa levar a Misaki pro Rod o mais rápido possível.

Ela para de falar um pouco, como se estivesse pensando no que dizer.

- Na nossa situação, tudo que podemos fazer é o nosso melhor.

Ela dá um tapinha no cigarro, derrubando as cinzas dentro de seu cinzeiro portátil, e então vai até onde estão Misaki e Noah.

- Yo, Noah, vamos tirar ela daqui.

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Re: Jogo Matrimonial - Parte 2

Mensagem por Gehrman em Qua 18 Fev 2015 - 17:35

Ela está certa... Eu acho. Sem vontade de falar ou pensar em mais nada, segurei Misaki no colo, e logo falei brevemente:

- Ajude o Noah. Ele também está muito fraco. - Depois disso, apenas virei-me, e comecei a andar em direção a entrada da torre, tentando manter a minha mente o mais vazia possível.

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Re: Jogo Matrimonial - Parte 2

Mensagem por Okiru em Qua 18 Fev 2015 - 17:36

Cuspo um pouco de sangue no chão, aquilo que Nova Cruz tinha posto pra parar o sangramento parecia ter afrouxado um pouco. Guardo o objeto que tinha feito dos restos da 'luta' no bolso, não tinha mais nada pra fazer ali. Aceno para Noah, tentando agradecer pela tentativa de cura, logo tento me levantar, mas é difícil demais. Espero pela ajuda dos outros.

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Re: Jogo Matrimonial - Parte 2

Mensagem por lord sugar em Qua 18 Fev 2015 - 17:49

- E-então é p-por isso... - algumas lágrimas escorrem do meu rosto - Droga, droga, droga, droga! A gente devia ter tentando conversar com ela... A gente devia ter tentando entender ela... E-ela não t-tinha culpa! A culpa é toda nossa por não ter tentando entendê-la...

Me sinto mal por ter matado ela, se a gente soubesse disso antes... Será que os deuses estão sabendo disso? E-eles são c-crueis assim? E se forem o-o que eles querem com a gente? Droga, melhor ir para a lanchonete do Rod logo. Sigo ao caminho da lanchonete do Rod, quando sinto um brilho pulsar do meu bolso, uma forte luz saía de onde ficava a carta... Será que a gente derrotou ela primeiro? Puxo a carta do bolso e espero um pouco até que ela para de brilhar, formando a imagem pálida da Luta...




- Jasper, Joestar, venham ver isso...

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Re: Jogo Matrimonial - Parte 2

Mensagem por dork princess em Qua 18 Fev 2015 - 18:25

Enquanto isso, fora das torres...





Duas figuras discutem na frente do café a altos gritos. Uma delas com certeza é Rod Serling e a outra... Uma menina? Baixinha, ela colocava as mãos na cintura e gritava com o homem.

- Rod! Não seja mal educado comigo, ouviu?!

Rod aponta o dedo para o rosto dela. - O que você pensa que está fazendo? Você invadiu a quinta DIMENSÃO!

- Pouco importa! Você não precisa me tratar...

- SAIA DAQUI AGORA!

- Não! - Ela cruz os braços na frente do peito.

- Eu sou a autoridade aqui! Isso é invasão a domicilio!

- Invasão a domicilio? EU SOU O DOMICILIO! Você é um velho idiota! E solitário, não esconda isso de mim!

- ORA, ORA, ORA, NÃO FALE ASSIM COMIGO JOVENZINHA!

A garota mostra a língua.

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Re: Jogo Matrimonial - Parte 2

Mensagem por Gehrman em Qua 18 Fev 2015 - 18:27

Chegando lá, vi Rod discutindo com uma menininha . Não quis realmente ligar pra aquilo, mas se deparar com aquilo logo depois de tanta confusão...

- Quem é essa garotinha?

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Re: Jogo Matrimonial - Parte 2

Mensagem por Okiru em Qua 18 Fev 2015 - 18:30

Olhava para Rod um pouco caída, me apoiava no ombro de Miranda e apontava pra minha boca enquanto tentava falar, resultando em barulhos estranhos como "ughuuhu... uhuggh..."

Algumas gotas de sangue começavam a escorrer pelos meus lábios, como se oque estava segurando o sangramento começasse a ficar mais frouxo.

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Re: Jogo Matrimonial - Parte 2

Mensagem por Mori em Qua 18 Fev 2015 - 18:35




- Eu? - A garota ignora Rod e se vira para os recém chegados?

- Oras, eu? - Ela abre um sorriso, suas duas mãos na cintura.



- Eu sou a Zona do Crepúsculo! 


Última edição por Mori em Qua 18 Fev 2015 - 18:39, editado 1 vez(es)

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Re: Jogo Matrimonial - Parte 2

Mensagem por Unit DAN em Qua 18 Fev 2015 - 18:35

Chego no bar, ainda estou desanimado pensando no que acabara de correr, noto que há alguem novo lá.


-Ué quem é sua amiga Rod? Ah não importa, por favor me dê a cachaça mais forte que você tiver, não estou muito bem. -Ando lentamente para uma das cadeiras mais no fundo e me sento lá.

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