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As Peripécias de um Detetive em Crise

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Re: As Peripécias de um Detetive em Crise

Mensagem por xKai em Sab 21 Fev 2015 - 13:46

Olá tio Black, perdão pela demora eu não vi que você tinha postado o capítulo, descobri por acidente, assim como aconteceu agora mesmo... Não percebi que uma outra fic em que comento já havia sido atualizada, enfim ta aí o comentário.

Achei bem interessante este contraste que você vez. Wayne é um garoto mimado, medroso e chorão, mas tem lá seus momentos. Possuir um machop que é o exemplo vivo da força bruta faz um contraste bem bacana, acredito que este machop resultará em uma dupla evolução, a dle e a do Wayne que vai ficar mais forte o treinando, só tenho dúvidas em relação a última evolução dele, que é por troca. '_'

Sabe que eu nunca comento esse tipo de coisa porque não me acho no direito, cometo algum erro em todo capítulo que escrevo, é bem comum algo passar despercebido, mas vindo de você é a primeira vez que achei tantos erros -q Mas foi coisa bem boba, erro de digitação e teve um que faltou completar a palavra. foram pelo menos 4 error que eu vi, mas como não sou desse tipo não vou citar quais, como disse, é coisa boba, não tirou a qualidade do capítulo.

Sua criatividade para nomes de cidades continua bem estranha -q Mas enfim, acho que tudo faz parte deste estilo meio comediante seu de escrever. Os diálogos foram bem divertidos, como já é de costume seu. Por enquanto é só! Até o próximo capítulo.

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Re: As Peripécias de um Detetive em Crise

Mensagem por Black~ em Sab 21 Fev 2015 - 19:34

Eae, galerinha do mal, olha quem está chegando com um capítulo novinho! Mas antes, os comentários:

Comentários:
@Alice Le'Hills escreveu:Hey Black~!

Bem, foi um capítulo bacana e bem escrito. Gostei bastante do Wayne ter capturado um Venipede, pois é um Pokémon que eu gosto bastante.

Eu tava aqui pensando, e Mixie deve ser bem perto de Unova e Kalos, certo?

Enfim, ansiosa pelo próximo capítulo! See ya!

Alice o/. Eu garanto que é perto de Kalos, mas não sei a distância entre Unova e Kalos para responder isso, mas, pode ter certeza que muitos pokémons serão dessas duas regiões. Obrigado pelo comentário e espero que continue lendo Smile

@togekisses escreveu:
Ai, ai. Eu e minha mania de ler as fanfics e esquecer de comentar. (Na verdade é preguiça)
Olá, Black, prazer! Consegui pegar essa sua ótima trama em pleno início, que passatempo maravilhoso vai ser poder ler isso.  Fiquei receoso em dar uma olhada, mas visto que só tinha três capítulos (agora quatro), eu fui em frente e não me arrependi. Logo de cara posso destacar um personagem principal com carisma explosivo, e que conseguiu deixar a leitura super descontraída na 1ª pessoa. Além disso, tem todo um mistério envolvendo o negócio. Até o momento não tem como dizer mais nada que isso, só espero os próximos capítulos mesmo. Então, sucesso pra você!

Togekisses o/. Acredito que tenha se tornado uma característica minha criar protagonistas meio irônicos e coisa do tipo -qq. Sim, o mistério tomará conta da fic. Valeu pelo comentário e espero que continue lendo Smile

@DarkZoroark escreveu:Black o/
Já tinha lido o capítulo ontem, mas acabei tendo que resolver uns problemas e só pude passar para comentar agora. Então, sem mais delongas, vamos ao review:
O capítulo foi um tanto quanto curto, mas isso não diminui sua qualidade. Na real eu até que curto uma passagem simples e rápida de vez em quando. Facilita o entendimento completo do leitor e o deixa com um certo gosto de "quero mais". Gostei que tenha sido usado para mostrar a primeira captura do Wayne, ainda mais de um Pokémon tão pouco utilizado como Venipede. Não sei se considero isso uma pena ou uma coisa boa, porque ao menos no competitivo esse bicho é um porre de enfrentar - dá uma certa pena de quem terá de enfrentá-lo de agora em diante. Considero até um pouco confuso ele não ter mais aparições. Ao menos durante a Geração V não era difícil encontrar equipes que o utilizassem em suas formações, mas enfim...
Achei tanto quanto cômica as conversas entre ambos durante o capítulo, sobretudo o Albert tendo de corrigi-lo quanto a pronúncia de Venipede. A batalha também foi muito legal, só achei meio repetitiva pelo fato de o Machop ter praticamente usado apenas o Mega Punch. Não sei se é por estar em um nível baixo ou algo do gênero, mas ficou meio repetitivo depois de um tempo.
Quanto a erros, encontrei apenas um:

@Black~ escreveu:[...]devido às árvores irem se tornando cada vez maior[...]
No caso deveria ser "maiores" por estar adjetivando "árvores".
Bem, por enquanto é só. Não há muito mais para comentar visto que o capítulo foi, como já dito antes, curto e centrado ao redor de uma ação específica. Fico no aguardo de seu próximo capítulo.
ninja

DZ o/. Eu também prefiro capítulos curtos -q. Eu pretendo usar pokémons menos explorados mesmo, por isso escolhi mais os pokémons de Unova e Kalos, que não têm tanto destaque nas fics. Ele usou apenas o Mega Punch, pois era o único golpe que dava dano normal no Venipede, que tem o tipo venenoso, mas vou evitar essa repetição. Realmente foi um erro grotesco, acredito que não tenha mais nada do tipo. Valeu pelo comentário e espero que continue lendo Smile

@Brijudoca escreveu:Fala Black, li a fic ontem a noite e como eu tô com preguiça de comentar capítulo por capítulo vou fazer um comentário geral -q

Curti demais o seu jeito extrovertido de escrever e também gostei dos personagens, tudo sendo bem desenvolvido e de forma bem caricata acabou me arrancando algumas risadas haha

Adorei a personalidade do Albert e gostei ainda mais dele ter um Delphox <3 O Wayne também é maneiro, só quero ver quando chegar a primeira batalha de ginásio do garoto.

Quanto ao capítulo 04 não há muito o que comentar, mas achei legal o Albert instruindo o Wayne em como derrotar o Venipede, além de segurança ele também pode se mostrar um excelente mentor pro rapaz.

Fico no aguardo do próximo capítulo e quero saber mais sobre os mistérios que você levantou no capítulo 03 Very Happy

Brijudoca o/. Ah, eu gosto de escrever bem "soltão" assim, tirando um pouco a formalidade, acho que fica agradável de se ler. Todos amam o Delphox huahau. Bem, essa relação vocês verão no decorrer da fic, mas, de fato, o Albert será uma espécie de mentor, além de segurança. Valeu pelo comentário e espero que continue lendo Smile

@xKai escreveu:
Olá tio Black, perdão pela demora eu não vi que você tinha postado o capítulo, descobri por acidente, assim como aconteceu agora mesmo... Não percebi que uma outra fic em que comento já havia sido atualizada, enfim ta aí o comentário.

Achei bem interessante este contraste que você vez. Wayne é um garoto mimado, medroso e chorão, mas tem lá seus momentos. Possuir um machop que é o exemplo vivo da força bruta faz um contraste bem bacana, acredito que este machop resultará em uma dupla evolução, a dle e a do Wayne que vai ficar mais forte o treinando, só tenho dúvidas em relação a última evolução dele, que é por troca. '_'

Sabe que eu nunca comento esse tipo de coisa porque não me acho no direito, cometo algum erro em todo capítulo que escrevo, é bem comum algo passar despercebido, mas vindo de você é a primeira vez que achei tantos erros -q Mas foi coisa bem boba, erro de digitação e teve um que faltou completar a palavra. foram pelo menos 4 error que eu vi, mas como não sou desse tipo não vou citar quais, como disse, é coisa boba, não tirou a qualidade do capítulo.

Sua criatividade para nomes de cidades continua bem estranha -q Mas enfim, acho que tudo faz parte deste estilo meio comediante seu de escrever. Os diálogos foram bem divertidos, como já é de costume seu. Por enquanto é só! Até o próximo capítulo.

Sobrinho o/. Lol, quanta filosofia; o Wayne é, de fato, tudo isso, mas eu não tinha pensado em todo esse negócio complexo -q, mas, apenas aguarde, quem disse que fic do Tio Black sempre tem lógica? Beleza, vou evitar esses erros nos próximos capítulos. Ah, cara, criar nome de cidades não é fácil né, mas enfim. Valeu pelo comentário e espero que continue lendo Smile

Agora, sem mais delongas, o capítulo:

Capítulo 05


O vento frio e gelado do outono de Mixie batia repetidamente nas costas e pescoço da dupla de protagonistas, que se protegia com seus grossos casacos e toucas. O fim da Rota 4 parecia cada vez mais perto; depois de enfrentarem a grande floresta gelada, só faltava uma estradinha de nada. Estradinha essa que logo chegou ao fim com uma placa escrita “Bem vindo à cidade de Nature”.

A cidade era bem simpática, e era maior que as suas anteriores. Tinha várias casas, mas tinha alguns pequenos prédios de três e quatro andares, além de todas as ruas serem, obviamente, asfaltadas. A cidade era bem arborizada, todas as ruas tinham várias árvores belas e imponentes, com suas folhas marrons e laranjas caindo no chão, criando um belo espetáculo para quem via, além de ser uma cidade cheia de flores, que mesmo no outono, ainda se mantinham firmes e fortes. Na cidade não havia Pokémart, somente uma loja de ervas e produtos naturais, além do Pokécenter. A dupla então caminhou por poucas ruas até achar a construção vermelha de dois andares.

Os dois então adentraram no local, que estava bem mais quente e confortável, pois tinha um aquecedor lá dentro. E também estava bem cheio lá. Apesar de Nature não ser uma cidade tão fria, as ruas estavam pouco movimentadas, e o povo que saía, buscava abrigo logo. O frio que fazia na cidade assustava os moradores que se acostumaram com a alcunha de: “A cidade da eterna primavera”.

Voltando ao que importa, a dupla seguiu até o balcão, que tinha uma pequena fila de umas cinco pessoas à frente. Como eles não são importantes, vamos mais adiante. Após uns dez minutos, a vez da nossa dupla de dois (sic) preferida chega. Wayne dá um passo à frente e põe suas duas pokébolas sobre o balcão, a Enfermeira Joy as pega e então após menos de um minuto, os pokémons dele são devolvidos. Ele agradece, guardas as pokébolas e os dois saem.

Um vento gelado incomodou os nossos protagonistas, que seguiram em direção ao ginásio. Após dez minutos percorrendo as ruas de Nature, encontraram um prédio em formato de uma flor gigante, que era possível ver de vários lugares da cidade, devido à sua forma extravagante. Nele estava escrito “Nature Gym”. Wayne e Albert se aproximaram do prédio, porém um papel (que coisa pobre) estava escrito que o ginásio estava fechado e que só abriria no dia seguinte.

- Certo. - Lamentou o garoto. - Eu posso aproveitar pra treinar na floresta então!
- Tem certeza disso, Wayne? - Perguntou Albert, meio receoso.
- Tenho. Por que a pergunta? - Olhou desconfiado. - Tá com medo da floresta?
- Me respeita, moleque! - Exclamou. - Eu sou macho! Vamos logo nessa merda!

Então os dois puseram-se a caminhar novamente. Após mais ou menos quinze minutos (nessa brincadeira de andar, já deve ter se passado uma hora) a dupla chegou à floresta. Albert e Wayne acharam estranho que a floresta estava bem silenciosa. Nenhum pokémon parecia se mexer ou fazer barulho. O negócio foi ficando cada vez mais sinistro, pois a dupla ia andando e nada de barulho ou de pokémons aparecerem.

Porém, após caminharem mais um pouco, viram uma espécie de rede, daquelas que se pesca Feebas, Magikarps e afins, porém era estranho, já que não tinha nada lá. Na verdade, tinham dois Rattatas lá, presos. A dupla se aproximou e tentou tirá-los de lá, porém, levaram um choque leve ao tocar na rede e caíram no chão, quase tendo um desmaio.

Alguns segundos depois, decidiram, obviamente, não mexer mais ali, mas aquilo não iria ficar por isso. Continuaram andando e viram mais redes, todavia, as outras não possuíam nada, somente estavam lá. Começaram a ouvir sussurros e vozes masculinas falando. Foram se aproximando sorrateiramente. Então, por entre as árvores, eles viram uma dupla de homens, aparentemente bem vestidos, porém, estavam com um Kadabra de cada lado, e em uma espécie de gaiola tinha quatro Fletchinders, além de seis Fletchings, enquanto a dupla conversava algo que não dava para ouvir.

- Certo. - Disse um dos homens, que tinha a pele negra e cabelo de mesma cor. - Vocês dois, podem aparecer.
Ele então deu uma ordem ao seu Kadabra, que psiquicamente, levitou a dupla de protagonistas, que caiu no chão, com alguns arranhões. Albert e Wayne levantaram esbravejantes, cada um sacando uma pokébola.
- Não saquem essas pokébolas. - Alertou o outro bandido, que era ruivo.
- Ou o quê? - Provocou Albert.
- Ou eu atiro. - Falou, sacando uma pistola.
- Pois então atire.

Então Delphox se materializou ali na frente. O homem ficou irritado e carregou sua arma, viu um Caterpie passando e o tiro saiu silenciosamente em direção ao pequeno crânio da lagarta, que caiu dura no chão, com seus miúdos miolos saindo de sua cabeça, além de uma poça de sangue que se formou em volta do bicho. Wayne se segurou para não vomitar. Albert quase partiu para cima do homem, que ficou estático.

- Filho da puta! - Cuspiu Albert.
- Eu falei que se colocasse pokémons eu atiraria. - O homem falou. - Agora recolhe essa merda. Porque pra matar um é rapidinho.

O detetive então retornou seu pokémon para a pokébola. Ele ficou sem reação, olhou de canto de olho para o garoto, e os dois telepaticamente projetaram uma fuga. Mas, ia ser difícil se comunicar telepaticamente com dois pokémons psíquicos no mesmo local.

- Não, vocês não vão fugir. - Disse o negro. - Vão nos ajudar.
- Ou o quê?

O ruivo lançou uma bala silenciosa para cima, em seguida, um pequeno Starly cai morto no chão. Os protagonistas apenas olham.

- Ou eu atiro. - Falou o ruivo. - Quanto mais você questionar, mais pokémons vão morrer. Eu não tenho o menor dó de pokémon lixo.
- Você é um monstro! - Gritou Wayne.
- É, é. - Falou. - Agora calem a boca e me obedeçam.
- Tá. - Bradou Albert. - Ajudar exatamente com o quê?

Um sorrisinho malicioso e sádico se formou no rosto de cada um dos bandidos.

- Vocês vão capturar pokémons com aquelas redes e nos trazer. - Disse o negro.
- Mas aquela merda dá choque.
- Não, imbecil, ela não dá choque. - Falou impaciente. - Calcem essas luvas para evitarem levar choque.

Cada um pegou um par de luvas e calçou. Irritados, pediram mais informações aos bandidos, que falaram passo a passo. A dupla então “foi à luta”.

-x-

Uma hora já havia se passado, Wayne e Albert estavam extremamente exaustos, irritados e até mesmo, com medo. Tudo aquilo estava muito estranho. Aqueles bandidos, eles roubando pokémons.
As redes da dupla não estavam lá muito cheias, afinal, a isca deles não tinha sido muito boa.

- Albert, conseguiu o quê? - Perguntou Wayne.
- Nada mais que uns doze pokémons, eu acho. - Suspirou. - Tudo inútil.
- Peguei por aí também. - Lamentou o jovem.

Percebendo que não iam conseguir capturar mais nada, a dupla seguiu até o local onde os dois bandidos estavam. Os dois vilões, ao verem a dupla carregando aqueles pokémons começou a rir descontroladamente.

- Então vocês realmente pegaram os pokémons. - Riu o negro, chegando a limpar uma lágrima que escorria de seu olho.
- E não era para pegar? - Esbravejou Albert.
- Vocês são realmente muito fáceis de manipular. - Riu o ruivo. - A gente nem precisa dessas merdas. - Falou, desamarrando a rede e soltando os pokémons.

O protagonista explodiu de fúria, percebeu que tinha feito papel de trouxa. Parecia que tudo já tinha sido armado pela dupla de protagonistas, apenas para brincar com o detetive, que estava vermelho de raiva.

- Então vocês nos enganaram esse tempo todo? - Gritou.
- Sim, nós só enganamos vocês. - Riu o ruivo. - Pelo visto, o poderoso, o pica das galáxias, Albert Adams, é na verdade um bosta. - Riu mais uma vez. - Caiu igual a um patinho...

O homem então avançou e deu um soco no rosto do vilão ruivo. O garotinho puxou forças sabe-se lá de onde e puxou o detetive para trás, chegando a derrubá-lo no chão.

- Você é realmente muito idiota, Albert Adams. - O negro falou. - Eu sinto pena do seu amigo, mas, a idiotice pede isso...

O bandido apenas olhou para o seu Kadabra. Os dois protagonistas se entreolharam e olharam para a dupla de vilões. Um brilho então tomou conta do local, e essa foi a última coisa que viram.

A dupla de meliantes aproveitou o momento e se teletransportaram em seus Kadabras, para bem longe dali.
Os bandidos pareciam realmente ter algum dom de premonição ou de previsão de futuro, pois uns dois minutos depois, a polícia chegou ao local. Porém a única coisa que encontraram foi a nossa dupla de protagonistas desmaiada no chão, completamente inconscientes.

- Nexler, tem alguma noção do que aconteceu? - Perguntou um homem gordo a um negro ao seu lado.
- Não, chefe. - Lamentou. - Não encontramos nenhuma prova nessa floresta. Na verdade, só podemos confirmar que talvez alguns Caterpies foram roubados. Mas quem os roubou, ninguém sabe.
- Merda! - Esbravejou o chefe de polícia.

Enquanto conversavam, porém, um policial de uns vinte anos chega correndo, ele para, e arfando diz:

- Senhor. Senhor. - Falou tentando tomar fôlego. - Na verdade, alguém encontrou a Pedra de Aerodactyl.
- Aerodactyl é aquele pokémon que está extinto há milhares de anos? - Perguntou o homem.
- Exatamente. - Respondeu o jovem.
- Então se eles encontraram a pedra, não é um bom sinal.
- Nem um pouco, senhor. - Suspirou.

To be continued...


É isso, galerinha. Espero que comentem Very Happy
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Re: As Peripécias de um Detetive em Crise

Mensagem por Rush em Sab 21 Fev 2015 - 22:52

Black, grande Black

Me desculpe a demora. :c


Gostei bastante desse capítulo. Por um momento eu achei que o sumiço dos Pokémons fosse causado por Galvantulas, por causa das redes eletrificadas. Achei bem confuso esse negro e esse ruivo, digo, se eles estavam zoando com a cara do Albert, porque eles mataram o Caterpie e o Starly? Só pra mostrarem que são maus?

E falando nisso, é a primeira vez que eu vejo Pokémons sendo mortos em uma Fan Fiction de jornada. Meu coração até doeu. :c

Achei a leitura bem agradável, a sua narração melhorou MUITO, mas eu acho que você ficou com pressa de terminar o cap, pois o final ficou pouco narrado e corrido. Já nos primeiros parágrafos a narração ficou impecável. Parabéns.

É isso, aguardo mais capitulos!


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Re: As Peripécias de um Detetive em Crise

Mensagem por Alice Le'Hills em Dom 22 Fev 2015 - 11:33

Hey Black~!

Me desculpe pela demora. Eu ia comentar ontem a noite, mas já estava bem cansada, então deixei pra comentar hoje.

Assim como o Rush disse, eu também achei que os Pokémon estavam sendo pegos pelas teias de algum Galvantula, mas enfim. Esses dois "vilões" são muito estranhos. Sei lá, me pareceu que eles possuem algum tipo de telepatia, ou algo do tipo, pois perceberam a dupla de protagonistas escondidos e, de certo modo, previram a chegada da policia. Sei não, tem algo estranho com eles. Será que eles fazem parte da máfia que trafica Pokémon?

Sua narração continua excelente e sua descrição também. Gostei bastante do capítulo. Só achei estranho os policiais não se preocuparem com o Wayne e o Albert caídos, mas enfim.

Espero pelo próximo capítulo, boa sorte com a fic! See ya!

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Acompanhem a minha primeira fanfic:
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Re: As Peripécias de um Detetive em Crise

Mensagem por togekisses em Dom 22 Fev 2015 - 11:47

Olá, Black! Finalmente o chapter 5 dessa sua fanfic a qual eu me apeguei logo de cara.

Gostei desse novo capítulo mais ainda, principalmente pela maneira como você escreve, que é toda muito original e descontraída. Totalmente de acordo com o protagonista. Agora que vim perceber que o Wayne parece ser o oposto do Albert, por usar mais a força bruta, isso faz deles uma dupla bem interessante. Fiquei com vontade de ver os dois em uma batalha em dupla contra um Gym Leader, mas acho que não vai dar pois o Albert não está procurando badges, né? T.T

Mas então, sem alongar o negócio, achei interessante você ter matado um Starly e um Caterpie, pois é sempre um assunto delicado no Mundo Pokémon que os monstrinhos possam morrer. Só não entendi mesmo muito bem o que esses dois bandidos queriam fazendo essa trollagem com o detetive.

Pois é, espero que o próximo capítulo seja muito melhor. Boa Sorte!
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Re: As Peripécias de um Detetive em Crise

Mensagem por xKai em Qui 26 Fev 2015 - 15:36

Fala tio preto! Desculpa aí pela demora, deve ter percebido que ultimamente eu tenho feito todos os comentários e postagens que costumo fazer em um mesmo dia, o tempo tem estado curto essa semana, já que estou de tv nova e to jogando muito xbox Razz

Esses bandidos são bem cruéis, na verdade eu não esperava ver pokémons sendo mortos assim tão rapidamente... Pobres animais... Mas quem diria que um famoso detetive iria cair em um truque tão ridículo assim, não é? Mas acredito que isso vai ter volta e vai ter em dobro, estes elementos repletos de vilania irão se arrepender amargamente pelo dia em que tiraram uma com a cara de Albert Adams xD

Bem, não tiverem muitos acontecimentos, então acho que é só por enquanto -q Sei que o comentário foi pequeno, mas eu não quero falar sobre a fauna e flora da cidade e da floresta, você já falou disso =D Até o próximo capítulo man e boa sorte com a fic.

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Re: As Peripécias de um Detetive em Crise

Mensagem por DarkZoroark em Sex 27 Fev 2015 - 13:27

Black~ o/
Demorei um pouco mais do que gostaria - e pretendia - para vir aqui comentar, mas enfim cheguei. Peço-lhe desculpas por essa demora. Bom acho que antes tarde do que nunca... Sem muito mais delongas, vamos ao review:
O capítulo ficou muito bom, apesar de relativamente curto. Pessoalmente não tenho nada contra e, como já sabes, até gosto quando não é muito extenso. Enfim, gostei bastante da história desenrolada durante o mesmo. Assim como o Rush, um ponto que achei interessantíssimo, para não dizer macabro, o conceito de mortes de Pokémons em uma Fanfic de jornada. Nunca havia visto esse elemento ser aplicado em histórias desse gênero. Foi um elemento bem inovador, mas sei lá... Fiquei me sentindo um pouco mal não pelas mortes, mas pelas vítimas em si. Sacanagem atirar em Caterpie e Starly... Anyway, o toque de um ar mais dark nessa parte foi legal, principalmente quando se leva em conta que a Fanfic tem como personagem principal um detetive.
Gostei da ideia da utilização de caçadores - obviamente ilegais - na história. Não são algo que seja visto com frequência, apesar de eu admitir que há uma boa gama de possibilidades para criar alguns capítulos envolvendo-os na trama. A utilização de Kadabra como Pokémon de ambos foi bem inovador. Mesmo que Alakazam seja uma verdadeira potência nos jogos competitivos, é muito raro de ver sua linhagem evolutiva aparecer em uma Fanfic - creio que seja por causa de Abras só saberem usar Teleport no começo, mas vai saber... Enfim, foi um toque bem legal. Só não entendi por que eles ficaram zoando a cara dos protagonistas. Sei lá, não me pareceu um tipo de situação em que esse tipo de coisa poderia acontecer. O final ficou realmente interessante, com a conversa entre os policiais e tudo mais. Fiquei na duvida se a "pedra do Aerodactyl" que foi mencionada era um Old Amber ou uma Mega Stone, mas estou mais inclinado para o primeiro. Parece deveras mais lógico. Enfim, vou ficar aguardando para saber o que é afinal esse minério.
Erros eu não encontrei nenhum, mas, como dito anteriormente pelo Rush, o final ficou um tanto quanto corrido. Eu também acabo me empolgando quando estou para terminar um capítulo, então não vou reclamar muito porque entendo o motivo para uma certa pressa nesta parte.
Bem, por enquanto é só. Aguardo pelo seu próximo capítulo. ninja
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Re: As Peripécias de um Detetive em Crise

Mensagem por Black~ em Dom 3 Maio 2015 - 13:15

Bem, galera. Primeiramente, desculpem a demora de postar esse capítulo, mas o trabalho e a escola (nem tanto) consomem meu tempo, e o tempo livre eu acabava fazendo outras coisas, já que estava meio desanimado com o fórum. Mas, cá estamos mais um dia. Mas eu voltei a ter vontade de escrever a fic após começar a acompanhar a série "Daredevil", que é muito boa, e meu deu várias inspirações, mas enfim. Antes de postar o Capítulo 06, os comentários:

Comentários:

@Rush escreveu:Black, grande Black

Me desculpe a demora. :c


Gostei bastante desse capítulo. Por um momento eu achei que o sumiço dos Pokémons fosse causado por Galvantulas, por causa das redes eletrificadas. Achei bem confuso esse negro e esse ruivo, digo, se eles estavam zoando com a cara do Albert, porque eles mataram o Caterpie e o Starly? Só pra mostrarem que são maus?

E falando nisso, é a primeira vez que eu vejo Pokémons sendo mortos em uma Fan Fiction de jornada. Meu coração até doeu. :c

Achei a leitura bem agradável, a sua narração melhorou MUITO, mas eu acho que você ficou com pressa de terminar o cap, pois o final ficou pouco narrado e corrido. Já nos primeiros parágrafos a narração ficou impecável. Parabéns.

É isso, aguardo mais capitulos!


Abraço, até mais!

Rush o/. Não, eu nem tinha pensado nisso -q. Bem, acho que foi basicamente isso, só pra mostrar "nossa, o Black fez dois bandidos maus. Oh!", mas eu prometo que revelarei melhor essas coisas (mais pra frente). É, e também tem o fato de eles terem matado só pra deixar um clima mais pesado numa fic de jornada, é triste =/. Valeu pelo comentário e espero que continue lendo Smile

@Alice Le'Hills escreveu:Hey Black~!

Me desculpe pela demora. Eu ia comentar ontem a noite, mas já estava bem cansada, então deixei pra comentar hoje.

Assim como o Rush disse, eu também achei que os Pokémon estavam sendo pegos pelas teias de algum Galvantula, mas enfim. Esses dois "vilões" são muito estranhos. Sei lá, me pareceu que eles possuem algum tipo de telepatia, ou algo do tipo, pois perceberam a dupla de protagonistas escondidos e, de certo modo, previram a chegada da policia. Sei não, tem algo estranho com eles. Será que eles fazem parte da máfia que trafica Pokémon?

Sua narração continua excelente e sua descrição também. Gostei bastante do capítulo. Só achei estranho os policiais não se preocuparem com o Wayne e o Albert caídos, mas enfim.

Espero pelo próximo capítulo, boa sorte com a fic! See ya!

Alice o/. Como eu disse, eu não tinha pensado nisso, mas é até uma boa ideia huahua. Realmente, eles podem ter alguma telepatia, não sei -q. É, foi talvez a pressa no final =/. Valeu pelo comentário e espero que continue lendo Smile

@togekisses escreveu:
Olá, Black! Finalmente o chapter 5 dessa sua fanfic a qual eu me apeguei logo de cara.

Gostei desse novo capítulo mais ainda, principalmente pela maneira como você escreve, que é toda muito original e descontraída. Totalmente de acordo com o protagonista. Agora que vim perceber que o Wayne parece ser o oposto do Albert, por usar mais a força bruta, isso faz deles uma dupla bem interessante. Fiquei com vontade de ver os dois em uma batalha em dupla contra um Gym Leader, mas acho que não vai dar pois o Albert não está procurando badges, né? T.T

Mas então, sem alongar o negócio, achei interessante você ter matado um Starly e um Caterpie, pois é sempre um assunto delicado no Mundo Pokémon que os monstrinhos possam morrer. Só não entendi mesmo muito bem o que esses dois bandidos queriam fazendo essa trollagem com o detetive.

Pois é, espero que o próximo capítulo seja muito melhor. Boa Sorte!  

Togekisses o/. Sim, eu tento escrever de forma mais descontraída mesmo. É, os dois são meio opostos, mas garanto que vão se ajudar bastante. Não, infelizmente o Albert não vai lutar em ginásios =/. Pois é, é bem delicado mesmo, eu matei mais pra mostrar que "wow, os bandidos são zikas", mas enfim. Valeu pelo comentário e espero que continue lendo Smile

@xKai escreveu:
Fala tio preto! Desculpa aí pela demora, deve ter percebido que ultimamente eu tenho feito todos os comentários e postagens que costumo fazer em um mesmo dia, o tempo tem estado curto essa semana, já que estou de tv nova e to jogando muito xbox Razz

Esses bandidos são bem cruéis, na verdade eu não esperava ver pokémons sendo mortos assim tão rapidamente... Pobres animais... Mas quem diria que um famoso detetive iria cair em um truque tão ridículo assim, não é? Mas acredito que isso vai ter volta e vai ter em dobro, estes elementos repletos de vilania irão se arrepender amargamente pelo dia em que tiraram uma com a cara de Albert Adams xD

Bem, não tiverem muitos acontecimentos, então acho que é só por enquanto -q Sei que o comentário foi pequeno, mas eu não quero falar sobre a fauna e flora da cidade e da floresta, você já falou disso =D Até o próximo capítulo man e boa sorte com a fic.

Eae sobrinho Kai. Pois é, quem diria que o grande Albert cairia de forma tão bisonha num truque desses? Será que vai se repetir? Será que eles vão se arrepender? Boas perguntas. Sim, já falei mesmo -qq. Valeu pelo comentário e espero que continue lendo Smile

@DarkZoroark escreveu:Black~ o/
Demorei um pouco mais do que gostaria - e pretendia - para vir aqui comentar, mas enfim cheguei. Peço-lhe desculpas por essa demora. Bom acho que antes tarde do que nunca... Sem muito mais delongas, vamos ao review:
O capítulo ficou muito bom, apesar de relativamente curto. Pessoalmente não tenho nada contra e, como já sabes, até gosto quando não é muito extenso. Enfim, gostei bastante da história desenrolada durante o mesmo. Assim como o Rush, um ponto que achei interessantíssimo, para não dizer macabro, o conceito de mortes de Pokémons em uma Fanfic de jornada. Nunca havia visto esse elemento ser aplicado em histórias desse gênero. Foi um elemento bem inovador, mas sei lá... Fiquei me sentindo um pouco mal não pelas mortes, mas pelas vítimas em si. Sacanagem atirar em Caterpie e Starly... Anyway, o toque de um ar mais dark nessa parte foi legal, principalmente quando se leva em conta que a Fanfic tem como personagem principal um detetive.
Gostei da ideia da utilização de caçadores - obviamente ilegais - na história. Não são algo que seja visto com frequência, apesar de eu admitir que há uma boa gama de possibilidades para criar alguns capítulos envolvendo-os na trama. A utilização de Kadabra como Pokémon de ambos foi bem inovador. Mesmo que Alakazam seja uma verdadeira potência nos jogos competitivos, é muito raro de ver sua linhagem evolutiva aparecer em uma Fanfic - creio que seja por causa de Abras só saberem usar Teleport no começo, mas vai saber... Enfim, foi um toque bem legal. Só não entendi por que eles ficaram zoando a cara dos protagonistas. Sei lá, não me pareceu um tipo de situação em que esse tipo de coisa poderia acontecer. O final ficou realmente interessante, com a conversa entre os policiais e tudo mais. Fiquei na duvida se a "pedra do Aerodactyl" que foi mencionada era um Old Amber ou uma Mega Stone, mas estou mais inclinado para o primeiro. Parece deveras mais lógico. Enfim, vou ficar aguardando para saber o que é afinal esse minério.
Erros eu não encontrei nenhum, mas, como dito anteriormente pelo Rush, o final ficou um tanto quanto corrido. Eu também acabo me empolgando quando estou para terminar um capítulo, então não vou reclamar muito porque entendo o motivo para uma certa pressa nesta parte.
Bem, por enquanto é só. Aguardo pelo seu próximo capítulo.  ninja

DZ o/. Tudo bem com a demora, entendo como é complicado conciliar a escola/whatever com o fórum, mas vamos lá. Acho que Caterpie e Starly foi mais pra "tirar uma onda", matando pokémons "inúteis" assim. E bem, o toque dark é o que eu quero mesmo. Eu usei o Alakazam, porque eu achava tão legal na primeira geração, onde os pokémons psíquicos (Kadabra e Alakazam) eram extremamente apelões, mas com o tempo foram meio que "esquecidos", então quis novamente mostrar o poder do Alakazam. A Pedra do Aerodactyl é o Old Amber mesmo, eu tinha realmente me esquecido da pedra de Mega Evolução, mas que fique claro que é realmente o Old Amber. Valeu pelo comentário e espero que continue lendo Smile

Bem, devo dizer que o capítulo não deve ter ficado muito bom, não sei. Eu já tinha escrito-o quase todo lá pro final de fevereiro e só escrevi o final essa semana, então talvez as ideias não se combatam um pouco, mas nada de mais, eu espero. Enfim, sem mais delongas, o capítulo:

Capítulo 06



Albert Adams abria os olhos fracamente. Não sabia onde estava, olhou ao seu redor, ainda meio inconsciente, e não reconhecia onde se localizava. A única coisa conhecida que percebeu foi Wayne desacordado, deitado em uma cama próxima à sua. Sentiu que estava preso a alguma coisa, eram umas “cordinhas” que o ligavam a uma máquina, mexeu-se tentando retirá-las, mas foi em vão. O barulho feito pelo homem só serviu para acordar Wayne.

- Ahn. - Grunhiu o garoto. - Albert. - Falou. - Onde estamos?
- Não tenho a menor ideia, Jackson boy. - Disse o homem.

Ambos estavam fracos, não se lembravam de nada, nem de como foram parar no hospital. Naquele momento, já imaginavam se tratar de um hospital. Na verdade, qualquer ser pensante imaginaria que ali era um hospital, mas enfim.
Os dois se deitaram quando uma bela moça de cabelo rosa ordenou que ambos se deitassem, pois iria conferir se estava tudo bem com eles e todas essas coisas.  A enfermeira então fez umas checagens e disse que estava tudo ok. Após uma semana internados, Albert e Wayne receberam alta.

-x-

A dupla caminhava pelas ruas de Nature, rumo ao ginásio de número 1. Por mais que tivessem saído há duas horas do hospital, já foram à luta. Chegaram rapidamente ao extravagante prédio do ginásio, pois já tinham ido até lá em outra ocasião. Dessa vez, o ginásio estava aberto, já que as portas se abriram automaticamente perante os dois.

- Nossa, que chique, as portas abrem sozinhas. - Disse Wayne.
- Ô, imbecil, todas as portas de ginásio abrem sozinhas. - Suspirou Albert.
- Nem sabia. - Falou Wayne assustado.

Albert bateu a mão na testa. Então a dupla entrou no edifício. O lado de dentro só contemplava a beleza exterior do prédio. Várias e várias árvores preenchiam o espaço de dentro. Era possível se perder ali. Parecia de fato uma floresta, a única coisa que era possível diferenciar era o campo de batalha, que era uma parte com menos árvores e um chão de grama marcado. Porém não encontravam o líder do local.

- Parece que tenho desafiantes. - Disse uma voz feminina.
- Desafiante. - Corrigiu Wayne.

A líder então saiu de uma árvore. Era uma moça bonita, moça formosa, tinha 22 anos, possuía cabelos verdes e olhos de mesma cor.  Ela então subiu no local destinado a um dos treinadores, no caso, o líder. Wayne então subiu na parte destinada ao treinador visitante. Uma mulher gorda ficou em uma parte reservada para o árbitro.

- Certo. - Disse a mulher. - Eu sou Jay Wandersen, líder do ginásio de Nature e especialista em pokémons tipo grama.
- Essa será uma batalha dois contra dois. - Anunciou a mulher gorda. - Sairá vencedor aquele que derrotar os dois pokémons adversários.

Então a mulher puxou uma pokébola de seu bolso, porém seu celular começou a tocar, ela viu quem era, mas não atendeu. Todavia, guardou sua pokébola e disse:

- Desculpa, menininho que eu não sei o nome. - Falou. - Mas nossa batalha fica pra depois.
- Meu nome é Wayne Jackson. - Suspirou.

Porém a mulher não estava mais lá, tinha saído do local sabe-se como.

Albert e Wayne se entreolharam e saíram do ginásio.

- Porra, Wayne, tá difícil de você conseguir lutar nesse ginásio. - Reclamou o detetive. - Desiste dessa vida de merda.
- Ah, Albert, vá se danar. - Disse o garoto. - Mas falando do que importa, você não acha estranho ela ter saído assim, de repente?
- De fato é. - Concordou. - Ela nem atendeu o celular e saiu correndo sabe-se lá por onde. - Analisou. - Mas talvez seja apenas paranoia sua.
- É, talvez...
- Mas então, pra onde vamos? - Perguntou o protagonista.
- Bem, eu descobri que tem uma rota a Oeste de Nature, que leva à cidade do próximo ginásio, eu vou lá para treinar meus pokémons. Se quiser acompanhar, fique à vontade.
- Querer eu não quero, mas eu tenho que te acompanhar né. - Suspirou Albert.

-x-

Ambos estavam na Rota 5, uma rota como qualquer outra, cheia de árvores e um pequeno caminho de terra, que ligava até o final dela, obviamente. Wayne e Albert vão andando até que o garoto esbarra em alguém.
Então o garoto pede desculpas, mas ele logo vê uma bela menina, por volta de quinze anos, dona de um cabelo negro e enrolado nas pontas e de belos olhos castanhos. O menino olhou abobalhado e pediu desculpa várias vezes.

- Tudo bem. - Disse ela. - Você por acaso é um treinador?
- Sim. - Respondeu, supreso. - Que diacho de pergunta é essa?
- Ah, tanto faz. - Ela respondeu. - Mas enfim, você já lutou com a Jay? - Ela perguntou. Wayne continuava achando tudo estranho.
- Não, ainda não tive a oportunidade, ela saiu no meio da luta. - Falou.
- Engraçado, há uns dois dias eu fui lá e ela também saiu de repente. - Analisou. - Bem, já que ambos temos o objetivo de lutar com ela, que tal uma luta?
- Claro, por que não? - Disse o jovem, surpreso. - Wayne. Meu nome é Wayne Jackson.
- Prazer, Melissa Stone.

Logo, os dois deram alguns passos para trás e improvisaram um campo de batalha ali mesmo. Seria uma batalha 2x2 e Albert ficaria de vela. Quer dizer, ficaria de árbitro. Ele se sentia como se tivesse apitando lutinha de maternal, ou qualquer coisa do tipo.

- Staravia, eu escolho você! - Disse a morena.
- Meus dois pokémons têm desvantagem para o Staravia, show. - Pensou Wayne. - Venipede, eu escolho você!

De um lado, um pássaro negro adolescente saiu da pokébola, ele tinha um topetinho, além de ter um bico laranja. Do outro lado, saiu uma espécie de centopeia, que possuía uma espécie de couraça roxa e cauda da mesma cor, além de uma parte verde em seu corpo, por baixo, quase invisíveis, podia-se ver as pequenas e numerosas patinhas do bicho.

- Staravia, Wing Attack!
- Venipede, feche-se como uma bola com o Rollout!

A ave então abriu suas asas, subiu um pouco, em seguida desceu num rasante, tentando acertar o adversário, que fechou-se como uma bola, mas ainda acabou sofrendo um leve dano. Em seguida, o inseto começou a rolar e pulou para alcançar o voador, que desviou para o lado, facilmente.

- Desculpa, mas não vai ser com o Rollout que você vai me atingir. - Falou a garota. - Staravia, Wing Attack!
- Venipede, amarre-o com o String Shot e depois use o Poison Sting!

O pássaro abriu novamente suas asas e voou num rasante novamente em direção ao adversário. O oponente então mandou uma teia para tentar pará-lo, mas foi em vão, já que o animal aéreo acertou em cheio o pequeno bicho, jogando-o longe, mas ele levantou e mandou várias agulhas envenenadas. E errou todas.

- Filho da mãe. - Murmurou Wayne.
- Tackle!
- Evasiva e Rollout!

Staravia então voou não muito alto, então, foi se aproximando do adversário, e com uma das asas, lhe acertou levemente. Em seguida, Venipede fechou-se como se fosse uma bola, então, começou a rolar rapidamente, até tomar certa altitude, suficiente para acertar em cheio o peito do pássaro, que recuou um pouco, mas logo voltou à luta.

- Ótimo. Muito bom. - Aplaudiu a moça. - Mas insuficiente. - Disse. - Quick Attack!

Então, o pássaro negro seguiu tão rapidamente em direção ao adversário, que mal se pôde vê-lo, somente no momento em que ele atinge a centopeia, jogando-a longe, debilitando-a um pouco mais.

- Merda. - Suspirou Wayne. - Venipede, String Shot para amarrá-lo e depois, Poison Sting!
- Staravia, contra-ataque com Wing Attack. - Falou a moça, demonstrando muita calma.

O inseto então abriu sua boca e de lá saiu uma espécie de teia que ele mandou na direção de Staravia, que desviou facilmente, em seguida, ele mandou várias agulhas carregadas de veneno, que atingiram em cheio o pássaro, jogando-o para trás e o debilitando um pouco, mas não o envenenando. Após isso, o voador abriu suas asas e desceu num rasante em direção ao Venipede, atingindo-o em cheio, dando até critical hit, assim, nocauteando-o.

- Certo. - Lamentou o garoto, recolhendo seu Venipede. - Machop, eu escolho você!

Logo, o humanoide saiu da pokébola e foi a campo, afim de uma bela batalha. Ele então saiu encarando o pássaro, dando um soquinho escroto no ar, que só fez a treinadora adversária dar um risinho sem graça, enquanto uma gota de suor descia. Albert batia a mão contra a testa.

- Machop, desce o chute! - Gritou o jovenzinho. - Low Kick!
- Dar uma rasteira para acertar um pássaro? - Disse Albert. - Não me parece muito inteligente...
- É. - Coçou a cabeça, sem graça, a menina. - Mas enfim. Staravia, use o Wing Attack!

O lutador então correu e tentou passar a rasteira no adversário, mas, como é de se imaginar, não obteve sucesso. Em seguida, o pássaro abriu suas asas e desceu numa velocidade incrível, mas Machop conseguiu esquivar por pouco.

- Damn it! - Esbravejou o garoto. - Machop, Mega Punch!
- Evasiva e Quick Attack!

Logo, a ave atacou primeiro, pois o tal do Quick Attack faz o atacante atacar primeiro. Então, Staravia desceu numa velocidade inacreditável e atingiu o adversário em cheio, jogando-o um pouco longe. Todavia, o mesmo levantou-se rapidamente e deu um violento soco no rosto do passarinho, que chegou a ficar até meio roxo devido à violência do golpe, logo, o bicho foi jogado para trás, com força, mas não tinha sido nocauteado ainda.

- Staravia, use o Quick Attack!
- Evasiva e Karate Chop!

O pokémon preto abriu abriu suas asas e parecendo um meteoro, de tão rápido, desceu em direção ao adversário, que pulou rapidamente para o lado. Em seguida, ele fez um movimento de caratê e acertou o lado de sua mão exatamente no meio da cabeça de Staravia, jogando-o longe, e debilitando-o.

- Certo. - Riu a moça. - Cyndaquil, eu escolho você!

Ela obviamente recolheu seu pássaro de volta para a pokébola. Após isso, ela mandou outra pokébola, que revelou uma espécie de rato ou qualquer coisa do tipo, seus olhos eram fechados e suas costas emanavam um fogo intenso. Tinha um tamanhozinho de nada, mas o bicho era arretado.

- Machop, use o Low Kick!
- Cyndaquil, Smokescreen e depois, Ember!

Logo, o humanoide seguiu em direção ao adversário, porém, enquanto caminhava, uma espessa camada de fumaça negra tomou conta do local, fazendo com que o pokémonzinho não visse nada e certamente errasse o golpe. Na verdade, a única coisa que viu foram pequenas, mas fortes, brasas, que o atingiram por dentre as chamas e o jogou longe.

- Nossa. - Suspirou Wayne. - Machop, Karate Chop!
- Cyndaquil, use o Quick Attack!

Então, o rato de fogo começou a correr rapidamente (por incrível que pareça) e atingiu facilmente o adversário, jogando-o contra uma árvore, resultando num impacto bem forte nas costas de Machop, que levantou com raiva e ao se aproximar de Cyndaquil, bateu com o lado de sua mão na cabeça do bicho, que recuou um pouco, mas manteve-se firme.

- Já chega! - Sorriu confiante. - Cyndaquil, Ember!
- Machoke, role e depois, Low Kick!

O animal de fogo sentiu a vibração na voz de sua treinadora e sorriu também, então, ele “carregou” suas chamas ao máximo de força que conseguiu, em seguida abriu a boca e lançou várias brasas violentas na direção do adversário, que nem conseguiu escapar, e foi atingido em cheio, nocauteado. Melissa era a vencedora.

- Foi um bom combate. - Disse o garoto.
- Concordo. - Falou. - Que nos vejamos por aí.

Ela então se aproximou de Wayne e deu-lhe um beijo no rosto e saiu.

- Que nos vejamos por aí. - Falou completamente aéreo.

To be continued...


É isso e espero que comentem! Very Happy
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Re: As Peripécias de um Detetive em Crise

Mensagem por Rush em Seg 4 Maio 2015 - 18:29

Eae, Black!

Desculpa a demora para comentar, mas como sempre eu cheguei. Eu gostei do capítulo, embora tenha batido uma decepção quando a líder saiu no meio do desafio. Também bateu uma curiosidade, porque ela saiu e quem estava ligando pra ela? Isso me cheira a plot twist. 

Eu gostei da guria e curti os pokémons dela. Staravia é um pokémon modinha - digo, Staraptor é modinha -, mas nunca vi em uma fan fic por eles geralmente serem a desenvoltura do Starly que nunca aconteceu. Já o Cyndaquil é comum, mas eu amo esses bichinhos. Acho que eles conseguem ser o meu inicial preferido. 

A luta foi bem bacana. Wayne foi muito melhor do que eu esperava, sinceramente. Pensei que esse Staravia iria sweepar o time dele, porque meu, esse pássaro é muito ágil e desviou de quase tudo. Ah, eu ri demais nessa parte:



- Machop, desce o chute! - Gritou o jovenzinho. - Low Kick!
- Dar uma rasteira para acertar um pássaro? - Disse Albert. - Não me parece muito inteligente...

Só penso no que o Wayne pensou pra dizer isso. AUEHAUE'

Não percebi nenhum erro. A narração ficou simples, mas bem engraçada e agradável de se ler. A relação de Wayne e Albert me lembra bastante o John e o Lurly, ainda espero um crossover.

Enfim, aguardo o próximo capítulo ansiosamente. Quero ver esse Machop do Wayne virando um Machamp e destruindo tudo. mwahaha

Um abraço!
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Re: As Peripécias de um Detetive em Crise

Mensagem por togekisses em Seg 4 Maio 2015 - 21:37

Oi, Black!

Foi muito bom poder ver um cap. novo da sua fanfic mais uma vez. E confesso que eu nem pensei que você fosse voltar a postar, mas vamos lá.

Primeiro, tivemos os dois protagonistas no hospital (falando na palavra "protagonista", acho muito engraçado quando você usa ela pra falar do Albert ou do Wayne). Achei um pouco estranho o tanto de tempo que eles passaram internados, sendo que se me lembro bem, não devem ter sofrido nenhum ferimento.

E aí depois veio o Ginásio, que por acaso tem uma Líder irresponsável. Essa me lembrou de Líderes como a Fantina, aquela mulher era uma figura mesmo. E aí você também citou o fato desse Ginásio ser peculiar/extravagante e eu realmente lembro de ter tido uma descrição toda completa sobre ele no último chapter, só que não me recordo mais como era ele.

Falando então da relação entre os dois personagens principais, eu achei que o Albert foi um pouco grosso demais com o Wayne em vários momentos, ele deve estar numa fase difícil, não lembrava dele ser tão mal-humorado. Mas continuo gostando muito dele, embora ainda tenham tido poucos capítulos pra que ele pudesse ser bem explorado.

Não vi nada demais na personagem nova, mas gostei da batalha. E enxerguei uma possível paixonite vindo a caminho, também.

De mais, só tenho a dizer que adoro o jeito como você escreve e que espero ansiosamente pelo próximo capítulo.

Então, até mais ver!
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Re: As Peripécias de um Detetive em Crise

Mensagem por xKai em Ter 5 Maio 2015 - 13:58

Cara, foi um belo de um capítulo este, apesar de aparentemente não afetou tanto o rumo da história, foi interessante ver o Wayne em uma batalha contra esta bela morena que o deixou no mínimo desnorteado. Mas voltando um pouco, essa líder de ginásio me deixou com a pulga atrás da orelha... Sair no meio de um desafio sem dar explicações, logo após receber uma estranha ligação... Cuja nem sequer foi atendida -q Estou achando que existe algum tipo de força natural que está impedindo o moleque de conseguir esta insígnia... Mas nem tudo foram cravos nesta situação, não é? Ele conseguiu uma bela de uma batalha, apesar de ter perdido para um rato flamejante... Bem... Ele tava com a empolgante torcida do Albert... Tá legal, exemplo ruim, não é? Bem, ele ganhou um beijo, isso deve contar -q

Esperando já pelo próximo capítulo, fico imaginando se a tal gym leader irá aparecer novamente, na moral, acho que é o Albert quem deveria dar uma lição nesta irresponsável -q

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Re: As Peripécias de um Detetive em Crise

Mensagem por DarkZoroark em Ter 12 Maio 2015 - 4:10

Black o/
Primeiramente, peço-lhe desculpas pela demora em vir aqui comentar. Havia lido o capítulo anteriormente, mas em decorrência de provas que tive durante a última semana. Enfim, sem nos delongarmos demais nesta introdução, vamos ao review:
Olhando por cima primeiramente devo dizer que o capítulo foi realmente muito bom. A líder de ginásio sair pouco antes do desafio é algo bastante inovador, visto que não acontece muito em Fanfics. No geral a batalha acontece tão logo ambos se encontram e, nos casos em que isto não acontece, o desafio não é nem ao menos aceito. Fiquei curioso o motivo para isso, visto que houve a mesma situação para que tanto o Wayne como a Melissa tivessem seus desafios interrompidos por uma ligação de celular. Na realidade por conta de ter ocorrido o mesmo durante ambas as batalhas me leva a crer que isso seja apenas uma desculpa para evitar os conflitos, mas irei aguardar para confirmar esta teoria.

@Black~ escreveu:Era uma moça bonita, moça formosa, [...]
Ri demais com essa frase ao estilo Seu Madruga. Foi um toque que, na minha concepção, serviu para dar uma descontraída bem interessante no enredo. A Melissa foi alguém que eu gostei bastante. A batalha entre ela e o Wayne foi um tanto curta, mas não diminui sua qualidade. Os Pokémons dela também foram bem interessantes. Staravia não é uma espécie que seja vista com muita frequência. Na realidade, nenhum dos "pássaros iniciais" são utilizados frequentemente durante Fanfics, muito embora sejam amplamente utilizados em Fanfics. Cyndaquil é uma espécie já bem mais comum, mas é sempre interessante de vê-los em uma história. Outro ponto que me surpreendeu é de o protagonista ter perdido a batalha. Não é um evento comum nas histórias a menos que seja contra rivais ou eventualmente um líder de ginásio. Não sei se a Melissa será uma rival, mas enfim... Bem, no fim ele acabou ganhando um beijinho na bochecha, então não foi um problema assim tão grande assim. Erros não encontrei nenhum e sua escrita continua sendo muito boa.
Por enquanto é só. Fico aguardando pelo seu próximo capítulo. ninja
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Re: As Peripécias de um Detetive em Crise

Mensagem por Killer123 em Qua 13 Maio 2015 - 22:21

Ola tio Black!

Acabei me esquecendo de comentar, tive de ler tudo, mas com uma narrativa tão bem detalhada e simples ao mesmo tempo acabei lendo tudo em pouco tempo, eu esperava que iria ler tudo em dias, mas não passaram de alguns minutos.

Comentando, eu achei a relação entre Albert e Wayne bem estranha e divertida, são caras que não se entendem na maioria das vezes, mas no fim se gostam ( sem duplo sentido).
As batalhas foram todas muitos boas e com grande simplicidade, talvez por ser o inicio da fanfic. A de Wayne e Melissa foi muito boa. Vou pegar um trecho que ri bastante até :

Tio black escreveu: - Machop, desce o chute! - Gritou o jovenzinho. - Low Kick!
- Dar uma rasteira para acertar um pássaro? - Disse Albert. - Não me parece muito inteligente...
- É. - Coçou a cabeça, sem graça, a menina. - Mas enfim. Staravia, use o Wing Attack!
- Wayne, um exemplo de inteligencia. Mas ao menos ganhou um beijo na bochecha.

Bem é só isso!
Aguardo o próximo capítulo. Boa sorte!
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Re: As Peripécias de um Detetive em Crise

Mensagem por Black~ em Dom 23 Ago 2015 - 22:27

Ae, cambada, tô de volta. E pretendo ficar, apesar do pouquíssimo tempo que tenho pra escrever capítulos, mas enfim. Vamos ao capítulo 07, mas antes, os comentários:

Comentários:
@Rush escreveu:Eae, Black!

Desculpa a demora para comentar, mas como sempre eu cheguei. Eu gostei do capítulo, embora tenha batido uma decepção quando a líder saiu no meio do desafio. Também bateu uma curiosidade, porque ela saiu e quem estava ligando pra ela? Isso me cheira a plot twist. 

Eu gostei da guria e curti os pokémons dela. Staravia é um pokémon modinha - digo, Staraptor é modinha -, mas nunca vi em uma fan fic por eles geralmente serem a desenvoltura do Starly que nunca aconteceu. Já o Cyndaquil é comum, mas eu amo esses bichinhos. Acho que eles conseguem ser o meu inicial preferido. 

A luta foi bem bacana. Wayne foi muito melhor do que eu esperava, sinceramente. Pensei que esse Staravia iria sweepar o time dele, porque meu, esse pássaro é muito ágil e desviou de quase tudo. Ah, eu ri demais nessa parte:



- Machop, desce o chute! - Gritou o jovenzinho. - Low Kick!
- Dar uma rasteira para acertar um pássaro? - Disse Albert. - Não me parece muito inteligente...

Só penso no que o Wayne pensou pra dizer isso. AUEHAUE'

Não percebi nenhum erro. A narração ficou simples, mas bem engraçada e agradável de se ler. A relação de Wayne e Albert me lembra bastante o John e o Lurly, ainda espero um crossover.

Enfim, aguardo o próximo capítulo ansiosamente. Quero ver esse Machop do Wayne virando um Machamp e destruindo tudo. mwahaha

Um abraço!

Rush o/. Relaxa, cara, sei como é difícil arranjar tempo para comentar. Talvez seja plot twist, talvez não, ninguém sabe. Realmente, o Cyndaquil é muito zika, também acho que ele é o meu inicial no primeiro estágio preferido. Staravia é realmente monstro, eu quis explorar essa velocidade do pássaro, porque né, ele tava lutando contra uma centopeia e um lutador. Talvez realmente tenha um crossover, vamos aguardar -q. Valeu pelo comentário e espero que continue lendo.

@togekisses escreveu:Oi, Black!

Foi muito bom poder ver um cap. novo da sua fanfic mais uma vez. E confesso que eu nem pensei que você fosse voltar a postar, mas vamos lá.

Primeiro, tivemos os dois protagonistas no hospital (falando na palavra "protagonista", acho muito engraçado quando você usa ela pra falar do Albert ou do Wayne). Achei um pouco estranho o tanto de tempo que eles passaram internados, sendo que se me lembro bem, não devem ter sofrido nenhum ferimento.

E aí depois veio o Ginásio, que por acaso tem uma Líder irresponsável. Essa me lembrou de Líderes como a Fantina, aquela mulher era uma figura mesmo. E aí você também citou o fato desse Ginásio ser peculiar/extravagante e eu realmente lembro de ter tido uma descrição toda completa sobre ele no último chapter, só que não me recordo mais como era ele.

Falando então da relação entre os dois personagens principais, eu achei que o Albert foi um pouco grosso demais com o Wayne em vários momentos, ele deve estar numa fase difícil, não lembrava dele ser tão mal-humorado. Mas continuo gostando muito dele, embora ainda tenham tido poucos capítulos pra que ele pudesse ser bem explorado.

Não vi nada demais na personagem nova, mas gostei da batalha. E enxerguei uma possível paixonite vindo a caminho, também.

De mais, só tenho a dizer que adoro o jeito como você escreve e que espero ansiosamente pelo próximo capítulo.

Então, até mais ver!

togekisses o/. Realmente, está difícil postar, mas a gente vai levando. Eu uso realmente meio que pra "zuar" mesmo -q. Bem, talvez essa líder ainda dê o que falar né, vamos esperar, quanto à descrição, eu não quis ser repetitivo mesmo. O Albert é meio ranzinza mesmo, mas o Wayne bem que pediu também. Valeu pelo comentário e espero que continue lendo.

@xKai escreveu:
Cara, foi um belo de um capítulo este, apesar de aparentemente não afetou tanto o rumo da história, foi interessante ver o Wayne em uma batalha contra esta bela morena que o deixou no mínimo desnorteado. Mas voltando um pouco, essa líder de ginásio me deixou com a pulga atrás da orelha... Sair no meio de um desafio sem dar explicações, logo após receber uma estranha ligação... Cuja nem sequer foi atendida -q Estou achando que existe algum tipo de força natural que está impedindo o moleque de conseguir esta insígnia... Mas nem tudo foram cravos nesta situação, não é? Ele conseguiu uma bela de uma batalha, apesar de ter perdido para um rato flamejante... Bem... Ele tava com a empolgante torcida do Albert... Tá legal, exemplo ruim, não é? Bem, ele ganhou um beijo, isso deve contar -q

Esperando já pelo próximo capítulo, fico imaginando se a tal gym leader irá aparecer novamente, na moral, acho que é o Albert quem deveria dar uma lição nesta irresponsável -q

Kai o/. Acho que foi meio filler esse capítulo mesmo, mas apresentou uma nova personagem né. A líder é estranha mesmo, vamos aguardar pra ver. Valeu pelo comentário e espero que continue lendo.

@DarkZoroark escreveu:Black o/
Primeiramente, peço-lhe desculpas pela demora em vir aqui comentar. Havia lido o capítulo anteriormente, mas em decorrência de provas que tive durante a última semana. Enfim, sem nos delongarmos demais nesta introdução, vamos ao review:
Olhando por cima primeiramente devo dizer que o capítulo foi realmente muito bom. A líder de ginásio sair pouco antes do desafio é algo bastante inovador, visto que não acontece muito em Fanfics. No geral a batalha acontece tão logo ambos se encontram e, nos casos em que isto não acontece, o desafio não é nem ao menos aceito. Fiquei curioso o motivo para isso, visto que houve a mesma situação para que tanto o Wayne como a Melissa tivessem seus desafios interrompidos por uma ligação de celular. Na realidade por conta de ter ocorrido o mesmo durante ambas as batalhas me leva a crer que isso seja apenas uma desculpa para evitar os conflitos, mas irei aguardar para confirmar esta teoria.

@Black~ escreveu:Era uma moça bonita, moça formosa, [...]
Ri demais com essa frase ao estilo Seu Madruga. Foi um toque que, na minha concepção, serviu para dar uma descontraída bem interessante no enredo. A Melissa foi alguém que eu gostei bastante. A batalha entre ela e o Wayne foi um tanto curta, mas não diminui sua qualidade. Os Pokémons dela também foram bem interessantes. Staravia não é uma espécie que seja vista com muita frequência. Na realidade, nenhum dos "pássaros iniciais" são utilizados frequentemente durante Fanfics, muito embora sejam amplamente utilizados em Fanfics. Cyndaquil é uma espécie já bem mais comum, mas é sempre interessante de vê-los em uma história. Outro ponto que me surpreendeu é de o protagonista ter perdido a batalha. Não é um evento comum nas histórias a menos que seja contra rivais ou eventualmente um líder de ginásio. Não sei se a Melissa será uma rival, mas enfim... Bem, no fim ele acabou ganhando um beijinho na bochecha, então não foi um problema assim tão grande assim. Erros não encontrei nenhum e sua escrita continua sendo muito boa.
Por enquanto é só. Fico aguardando pelo seu próximo capítulo.  ninja

DZ o/. Ok, tudo bem, realmente é complicado arranjar um tempinho né. Bem, apesar de já ter visto em muitas fics líderes que estão fora do ginásio, acho que sair no meio da luta é realmente diferente. Esse mistério vai ficar pra depois só. Foi bem nessa intenção mesmo, de usar a frase do Seu Madruga e tals. Realmente, um beijo não é lá tão ruim né. Obrigado pelo comentário e espero que continue lendo Smile

@Killer123 escreveu:Ola tio Black!

Acabei me esquecendo de comentar, tive de ler tudo, mas com uma narrativa tão bem detalhada e simples ao mesmo tempo acabei lendo tudo em pouco tempo, eu esperava que iria ler tudo em dias, mas não passaram de alguns minutos.

Comentando, eu achei a relação entre Albert e Wayne bem estranha e divertida, são caras que não se entendem na maioria das vezes, mas no fim se gostam ( sem duplo sentido).
 As batalhas foram todas muitos boas e com grande simplicidade, talvez por ser o inicio da fanfic. A de Wayne e Melissa foi muito boa. Vou pegar um trecho que ri bastante até :


Tio black escreveu: - Machop, desce o chute! - Gritou o jovenzinho. - Low Kick!
- Dar uma rasteira para acertar um pássaro? - Disse Albert. - Não me parece muito inteligente...
- É. - Coçou a cabeça, sem graça, a menina. - Mas enfim. Staravia, use o Wing Attack!
- Wayne, um exemplo de inteligencia. Mas ao menos ganhou um beijo na bochecha.

Bem é só isso!
Aguardo o próximo capítulo. Boa sorte!

Killer o/. Realmente, usar rasteira num pássaro não parece muito boa ideia, e é verdade, um beijo é sempre bom.

Bem, sem mais delongas, o capítulo:

Capítulo 07

Mais um dia se passava, a história toma o caminho de parecer um diário: “aqui estou, mais um dia, sob o olhar sanguinário do vigia”. Enfim. Wayne Jackson e Albert Adams acordavam em um quarto relativamente grande, com um bom espaço de distância entre as camas que ambos dormiam, além de um bom espaço, que era aproveitado por uma televisão de 52 polegadas, um sofá grande e um frigobar, tudo em um espaço de uns 35 metros quadrados, além disso, tinha uma porta mais ao fundo, que levava direto a um banheiro. Não, não era a casa de ninguém. A dupla tinha conseguido um bom quarto num bom hotel, a um bom preço e no centro da cidade, a duas ruas do ginásio de Nature. Como? É difícil explicar.

Excluindo esses pormenores, avancemos na história. O sol estava relativamente fraco e já demonstrava ser por volta das nove da manhã; a nossa dupla preferida já estava acordada há um tempo e se preparavam para ir (novamente) ao ginásio.

Após alguns minutos desnecessários, a dupla localizava-se no saguão do hotel, onde falaram com uma recepcionista. Albert Adams então entregou um cheque para a moça, que sorriu alegremente, pois garantiria o almoço daquele dia. Então, a dupla saiu do local e caminhou por menos de três minutos até chegar ao prédio de maior destaque em meio àquele centro.

A porta se abriu automaticamente e logo aquela bela paisagem (não muito diferente da paisagem da cidade) foi vista. A líder parecia esperar por combates e saiu sabe-se lá de onde.

- Welcome back, Wayne Jackson! - Falou, descendo de um galho.
- Que gozado. - Riu Wayne. - Ela lembra meu nome e eu nem lembro o nome dela, mesmo ela sendo a líder.
- É Jay. - Suspirou a moça. - Jay Wandersen.

Albert balançou a cabeça em sinal de reprovação, porém se sentou na arquibancada, onde foi olhar a luta de Wayne. A gorda então ditou as regras e todo aquele blablabla, então a líder enviou seu primeiro pokémon.

- Gloom, eu escolho você.
- Certo. - Pensou o garoto. - Machop, venha!

De um lado, um pequeno cogumelo azul saiu graciosamente de sua esfera. Tinha uma grande flor vermelha no alto de sua cabeça; entretanto, tinha uma expressão cansada e mantinha sempre aquela “gota” de baba escorrendo. Do outro lado, um raquítico lutador, de aparência meio humanoide, meio qualquer ser monstruoso, saiu em busca de luta, que começou com o grito da juíza.

- Comece com Karate Chop!
- Evasiva e Razor Leaf.

O lutador correu em direção a Gloom e ao se aproximar fez um movimento de caratê, porém, o pokémon desviou facilmente. Em seguida, girou a cabeça e as suas folhas foram em direção ao adversário, que foi atingido e jogado contra uma árvore. O campo ajudava os impactos a serem mais fortes, já que o pokémon atingido quase sempre seria atingido contra uma árvore, e, certamente, priorizava ainda mais a vantagem da líder.

- Mega Punch! - Wayne começava a se alterar, mostrando sinais de nervosismo. Tinha sofrido só um golpe, mas era sua primeira batalha de ginásio, então estava tenso.
- Sleep Powder. - A líder, no entanto, mostrava uma calma inacreditável.

Machop novamente seguiu em direção ao adversário, com mais um de seus golpes físicos; ele então fechou a mão e acertou um soco no gramíneo, que foi jogado para trás, mas não atingiu nenhuma árvore. Em seguida, ele deu um pulo e começou a rodopiar. Do núcleo da sua flor, uma espécie de pólen amarelado foi caindo sobre o campo, até atingir o lutador, que caiu no chão, dormindo.

- Agora, Acid. - Falou.
- Acorda! - Gritou o jovenzinho.

Gloom mirou sua flor em direção ao oponente que estava dormindo, então, uma espécie de veneno saiu de lá e atingiu Machop, que gemeu alto de dor, mesmo dormindo. Porém, apesar dos gritos do treinador, o pokémon sequer respondia.

- Finalize com Razor Leaf. - A líder tinha uma entonação fria na voz, que chegava até a causar um receio em Wayne, e em Albert, que fazia algumas anotações, sabe-se lá do quê.

O pokémon entediante então deu um pulo não tão alto, em seguida, várias folhas cortantes saíram de sua cabeça e atingiram bem o peito do bicho que dormia. Após receber o golpe violento, o pokémon gemeu alto e só, era o fim, estava nocauteado. Wayne ficou desesperado, já que perdeu um pokémon tão rapidamente, e nem fez cócegas no oponente.

- Certo. - Suspirou forte o protagonista. - Venipede, eu escolho você!

Logo, uma pequena centopeia roxa e verde apareceu radiante e sedenta por batalhas. Apesar de ser apenas um insetinho, possuía uma espécie de couraça ou armadura de veneno, que deixava a parte das costas bem desproporcional em relação à outra parte do bicho.

- Hm... - Analisou a líder. - Muito bem. - Falou, talvez sarcasticamente. - Gloom, Sleep Powder.
- Já que temos esse campo, vamos tirar vantagem dele. - Falou Wayne. - Venipede, esconda-se sob os arbustos, em seguida, Poison Sting!

Gloom começou a rodopiar graciosamente, expelia uma espécie de pólen que saía do núcleo da sua flor. Porém, Venipede foi inteligente e escondeu-se entre alguns matinhos do campo de batalha, em seguida, abriu a boca e mandou várias agulhas de veneno, que atingiram o pokémon chateado, que gritou de dor.

- Razor Leaf. - Por incrível que pareça, a líder não se alterava em nenhum momento.
- Evasiva! - Já o nosso querido amigo... - Rollout!

O pokémon de grama então repetiu o mesmo movimento de anteriormente, arremessando as folhas contra o inseto, que nem esquivou, mas devido a sua dupla resistência ao tipo grama, o golpe praticamente nem fez efeito. Após isso, ele fechou-se como uma bola e começou a rolar, como um rolo compressor, que atingiu Gloom em cheio, jogando-o contra uma árvore, mas o pokémon ainda continuava firme e forte.

- Gloom, Razor Leaf.
- Ela só tem esse golpe para utilizar, mesmo em completa desvantagem, e mesmo assim continua calma. - Falou Albert, muito baixo.
- Falou comigo? - Perguntou Jay, que incrivelmente ouviu um murmúrio do velhote.
- Não. - Escondeu Albert.
- Tá bom então. - Falou a líder, de maneira impaciente.

Logo após isso, o bicho floreado repetiu mais uma vez o movimento de atirar folhas cortantes contra o adversário, que esquivou, e em seguida, seguiu como um rolo compressor, dessa vez mais forte, e atingiu o oponente, todavia não o nocauteando.

A líder demonstrava uma cara de completo desprezo pela luta. Albert anotava tudo aquilo em um caderno. A moça apesar de calma, estava visivelmente cansada daquele combate, o que parecia estranho aos olhos atentos de Albert, que preferiu não dizer nada, apenas observar.

- Sleep Powder.

Dessa vez, porém, o inseto foi mais rápido e violentamente atingiu Gloom, jogando-o longe, e como de se imaginar, nocauteando-o. Entretanto, o mais surpreendente, é que o pokémon, antes de ser debilitado, conseguiu expelir uma espécie de pó amarelo, que caiu sobre Venipede, fazendo-o dormir.

- Mas quê?! - Espantou-se Wayne Jackson.
- Anos de treinamento, Jackson. - Falou a moça. - Certo. - Puxou uma pokébola. - Skiddo, eu escolho você.

Então, uma espécie de bode surgiu. Ele tinha o corpo relativamente pequeno e coberto por folhas, além de uma parte aparentemente composta por pelos, devido à sua cor e possuía um pequeno par de chifres, que colocava um medo em uma Caterpie talvez.

- Take Down. - Ordenou Jay.
- Acorde, Venipede!

O mamífero então pôs a correr contra o oponente e ao se aproximar, atingiu-o em cheio com os seus chifres, o suficiente para fazê-lo gritar de dor, mesmo dormindo. Quer dizer, dormindo até aquele momento, pois ele realmente acordou após o grito de Wayne. Parece aqueles momentos ultra-irrealistas de Yu-Gi-Oh!, quando baixa o santo no protagonista. Entretanto, o bode velho sofreu um certo dano, como era propício do golpe.

- Mas que bosta foi essa? - Reclamou a líder.
- Nossa. - Falou o protagonista, meio decepcionado. - Líder de ginásio falando palavrão?
- Pelo amor. - Suspirou Jay, batendo as mãos contra a testa. - Por que diabos eu tô aqui se eu poderia estar em outro lugar? - Falou consigo mesma.

Jay Wandersen sentiu seu celular vibrar num ritmo frenético no seu bolso. Tirou-o de lá, encarou a tela por cinco segundos. Ficou pensativa. Ignorou a ligação. Voltou para a luta.

- Vamos logo com isso. - Disse. - Skiddo, Take Down.
- Evasiva e Poison Sting!

O animal silvestre então pôs-se novamente a correr, com suas pequenas pernas que o auxiliavam na corrida, então atingiu em cheio o adversário com os seus chifres, porém recuou um pouco e deu um grito meio extravagante com a dor sentida do impacto de seus chifres contra o corpo do oponente; perdia mais um pouco de HP nessa brincadeira. Em sequência, o inseto abriu a sua boca, de lá expeliu várias agulhas de tonalidade púrpura, carregadas com um forte veneno, que atingiram em várias partes do corpo do adversário, fazendo pequenos furos, mas suficientes para fazê-lo gritar de dor. Não tinha sido envenenado, mas o golpe tinha vantagem sobre ele, o que maximizava a dor.

- Skiddo, chega dessa palhaçada! - Gritou pela primeira vez a líder. - Bulldoze!
- Mas que diabos é isso? - Espantou-se. - Poison Sting!

O bode então bateu suas patas no chão, um pequeno tremor atingiu o local, o que acabou fazendo pequenas rachaduras no chão, que ficou num certo desnível, algo que causou, além dos danos, perda de velocidade por parte do Venipede. Porém, o inseto sobreviveu a todos esses percalços e então abriu sua boca, de lá saíram várias agulhas roxas, carregadas de veneno, que atingiram em algumas partes do corpo do mamífero, que recuou um pouco, mas não perdeu muito HP. O que foi mais surpreendente foi ver alguns galhos caindo de uma árvore, bem em cima de Venipede, efeito do Bulldoze de minutos atrás. Não obstante, o pokémon continuou de pé, um pouco mais cansado, mas ainda tinha muita lenha para queimar.

- Bom, muito bom. - Falou a jovem. - Skiddo, Take Down.
- Evasiva e novamente, Poison Sting!

E o animal de grama novamente pôs a se trotar rapidamente, atingindo o oponente com o par de chifres e em seguida, sentindo um pouco de dor. Em seguida, a centopeia repetiu o movimento das agulhas, que penetraram o corpo do bode, que dessa vez gritou bem mais alto, além da desvantagem que tinha ao golpe ele foi envenenado. Deu mais um último suspiro e caiu desmaiado no chão.

- Skiddo está fora de combate. Venipede é o vencedor. - Anunciou a juíza.
- Entrega a insígnia pro Jackson. - Falou. - Preciso fazer algo urgente. - Ela então sumiu.

Wayne então olhava para Albert, que parecia estar esperando receber aquela olhada. Não falaram nada, mas se entenderam. O detetive escreveu mais algo naquele seu caderninho. Realmente, a líder era muito estranha, principalmente com essas saídas repentinas.

- Bem. - Coçou a cabeça meio sem jeito. - Aqui está a sua Flower Badge. - Falou a gorda, entregando uma insígnia em forma de flor.

O garoto a pegou e ficou sem reação, não acreditava naquele momento. Tinha conquistado a sua primeira insígnia em uma luta nem tão emocionante ou boa, mas não sabia o que dizer. Então após um tempo de transe, sentiu Albert tocá-lo, então guardou o objeto no bolso. A dupla, após isso, saiu correndo do ginásio, o que deixou a gorda sem entender nada.

- Wayne, temos uma missão. - Falou Albert.

To be continued...


É isso e espero que comentem Very Happy
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Re: As Peripécias de um Detetive em Crise

Mensagem por Rush em Seg 24 Ago 2015 - 11:39

Back is Black, Black is back!

Após anos parece que as fan fics começaram a voltar novamente. Escorre até uma lágrima do meu olho direito vendo essas fan fics ativas. De qualquer modo, fico feliz em vê-lo aqui de volta.

O cap começou com a batalha de ginásio de Wayne. Honestamente eu tinha até esquecido onde eles estavam após todo esse tempo. Tive que dar uma relida nos capítulos anteriores para que eu pudesse entender tudo certinho, mas no final os caps anteriores nem tiveram muita influência, já que este foi mais concentrado na batalha.

Achei a batalha bem simples. Como sempre eu gosto quando o campo de batalha é bem explorado durante as lutas e por isso gostei bastante do capítulo. Como tu sabe que eu adoro escrever batalhas super detalhadas e longas, não deve ser surpresa pra você que eu tenha achado essa batalha curta, ainda mais por ter sido 2x2. Por um momento achei que Wayne fosse perder, já que o Gloom derrotou o Machop sem dificuldades, mas essa virada do Venipede foi incrível.

Essa líder está bem suspeita. Ou ela está lutando contra aqueles bandidos da floresta ou ela está se aliando a eles, mas não irei tirar conclusões precipitadas e irei aguardar para ver o que vai acontecer.

É isso, fico feliz que tenha voltado com a fic e continuarei acompanhando. Aguardo o próximo cap.

Abraço!
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Re: As Peripécias de um Detetive em Crise

Mensagem por DarkZoroark em Sex 28 Ago 2015 - 5:40

Black~ o/
Bom, primeiramente deixe-me lhe dizer que estou feliz com seu retorno à área. Espero que possas continuar por aqui por muito mais tempo. Também peço desculpas pela demora relativa deste comentário. Iria fazê-lo ontem, mas a tela do meu notebook estragou e precisei sair para encontrar um monitor compatível. Sinto muito mesmo por este deslize. Enfim, deixemos isto de lado e vamos ao review:
Bem, acabei precisando ler os últimos dois ou três capítulos para me situar na história novamente, mas que seja. Olhando por cima primeiramente, devo dizer que adorei este capítulo. Gostei de como desenvolveste a batalha de ginásio entre o o Wayne e a Jay, sobretudo com o ambiente tendo um impacto tão grande no desenrolar da disputa. A utilização das árvores e arbustos foram elementos muito bem bolados, devo dizer. Concordo com o Rush que foi um tanto simples, mas não deixou de ser boa.
A escolha dos Pokémons da líder foi algo que me chamou a atenção, pois ambas as espécies são pouquíssimo utilizadas em histórias. A bem verdade, toda a linha evolutiva do Gloom é uma visão rara em Fanfics. Quanto ao Skiddo, devo dizer que é a primeira vez, ao menos que eu me lembre, que vejo a espécie aparecendo em uma história. Ainda assim, demonstraste muito bem a força da espécie. Particularmente fiquei meio de pé atrás com o moveset relativamente limitado do Pokémon cogumelo, mas conseguistes usá-lo de uma forma bem original durante o combate. Devo dizer que minha opinião foi similar à do Rush, pois cheguei a pensar que o Wayne perderia a batalha devido à surra que o Machop levou. Contudo, a vitória do Venipede no final foi extremamente espetacular.
Fico imaginando agora qual será o segredo que a Jay esconde. Penso eu que haja alguma relação com os caçadores que o Albert e o Wayne enfrentaram alguns capítulos atrás, mas vou esperar para ver se isso se confirma ou não.
Quanto a erros, eu não encontrei nenhum. Contudo, tenho uma pequena observação:

@Black~ escreveu:A gorda então ditou as regras e todo aquele blablabla, então a líder enviou seu primeiro pokémon.
Creio ter ficado meio redundante o uso de "então" duas vezes na mesma frase. Houve um pouco de repetição insistente durante o capítulo, mas nada que afetasse o desenrolar da história.
Bom, por enquanto é só. Visto que foi tudo centrado ao redor da batalha, não há muito mais que eu possa dizer. Vou ficar no aguardo do seu próximo capítulo.  ninja
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Re: As Peripécias de um Detetive em Crise

Mensagem por xKai em Sex 28 Ago 2015 - 9:12

Fala Black! O bom filho a casa tora, não é? Acho que é mais ou menos assim o ditado... Enfim, vamos ao que interessa que é o comentário sobre o capítulo.

Vejo que continua o mesmo, apesar de ter ficado este tempo ausente -q Continua tendo esta habilidade de nos fazer rir em algumas situações em que o papo é até mesmo sério... Acho isso meio bizarro, mas é muito engraçado como os seus personagens conseguem ser "atuais" quando estão conversando e agindo normalmente, falam literalmente o que vem em mente, com uma sinceridade absurda.

Foi uma ótima batalha, pena que o Machop não fez nada, ABSOLUTAMENTE NADA! Quando esse lixo inútil vai evoluir? -q Será que ele virará um Machamp algum dia? -q Como será a evolução já que o Machamp evolui por troca? O_O Ok, ok... Perguntas demais... Mas poxa vida... De certa forma o Machop foi humilhado por um Venipede, que sozinho derrubou os dois da gym líder, é até meio hilário kkk Falando nisso, me lembrei do Lurly, você adora fazer pokémons fracos serem absurdamente fortes, não é? -q Nem imagino quando esse bicho virar Scolipede, ainda mais ele tendo Speed Boost como habilidade...

Não podia faltar o mistério do final do capítulo né... Quem será que estava ligando para ela? Parece que o Albert tem algo em mente e me deixou curiosíssimo para saber... Bom, até o próximo capítulo e boa sorte com a fanfic.

________________

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Re: As Peripécias de um Detetive em Crise

Mensagem por Kirkos em Dom 30 Ago 2015 - 1:55

Mais uma adicionada pra minha estante! Hahaha
Então, antes de começar meus comentários, devo dizer que: cafés do Starmiebucks e que gosta de ouvir bandas tipo Imagine Flygons e Snowpoint Mankeys... Laughing Laughing Laughing Laughing Laughing
Acho que já expliquei meu ponto de vista hahah
Vamos lá. Que ideia, QUE ideia, eu particularmente, nunca pensei em escrever sobre personagens mais velhos e nisso você inovou. E muito, meus parabéns. Apesar de eu ter um certo preconceito com Kalos, eu vi que a história não se passa lá então dei uma respirada de alívio porque eu ia adorar a história pela temática mas ia ficar muito tipo (ahhhh, é legal mas é em Kalos)
Eu li o prólogo e o capítulo 1 e gostei do capítulo 1 pra caramba, com a exceção de que o garoto do nada senta em um banco porque o cara lá tá ouvindo Laughing Imagine Flygons Laughing e do nada: PUM! Vamos sair em jornada! Achei muito rápido demais, mas não sei se era sua real intenção não focar nisso. Enfim, outra coisa que eu achei meio tensa foi que , apesar da narração em primeira pessoa ser bem tendenciosa a apresentar apenas o ponto de vista do protagonista, eu achei que ela era muito opinativa, mesmo tendo essa característica de ser em primeira pessoa, mas pode ser aí que resida o humor da sua história (e acredite, residiu aí hahaha)
É isso, eu adorei. Vou ler o resto com calma depois e comentar (:
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Re: As Peripécias de um Detetive em Crise

Mensagem por Kirkos em Ter 1 Set 2015 - 0:57

Li o capítulo 2 e tipo, eu curti a história e o tema mas nesse capítulo houve um falta de descrição. E parece que a narração dos personagens e inclusive as falas deles estão muito "eu sei que sou um personagem então vou agir como tal". A batalha foi boa, eu cheguei a ir na bulbapedia pra poder descobrir quem era o Pachirisu.
Você escreve bem, tá com uma ideia ótima. Mesmo. Eu quero muito ver como ela vai se desenrolar, só que esse capítulo pareceu muito curto e corrido para tanta coisa que aconteceu. Eu imaginei uma menina muito aleatória e tal, não consegui pegar a essência dela. Parecia uma stalker retardada.
Quem sabe isso também tenha melhorado nos capítulos seguintes e eu tô falando meio quilo de besteira então... Vou ler o resto e depois eu volto aqui para comentar os capítulos seguintes. Eu espero grandes coisas de você, mesmo. (:
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Re: As Peripécias de um Detetive em Crise

Mensagem por mrdeid em Ter 1 Set 2015 - 18:59

Não tenho nem o que falar dessa fic.

Simplesmente foda. ;w;

Sério, vou ler as paradas de novo e voltar a acompanhar. Smile

Abraços.
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Re: As Peripécias de um Detetive em Crise

Mensagem por Black~ em Qui 3 Set 2015 - 22:09

Adivinha quem chegou? Sim, eu. Demorei, eu sei, mas eu já tinha o capítulo pronto, mas eu fui ficando com preguiça de postar, mas cá estou. Porém antes os comentários.

Comentários:
@Rush escreveu:Back is Black, Black is back!

Após anos parece que as fan fics começaram a voltar novamente. Escorre até uma lágrima do meu olho direito vendo essas fan fics ativas. De qualquer modo, fico feliz em vê-lo aqui de volta.

O cap começou com a batalha de ginásio de Wayne. Honestamente eu tinha até esquecido onde eles estavam após todo esse tempo. Tive que dar uma relida nos capítulos anteriores para que eu pudesse entender tudo certinho, mas no final os caps anteriores nem tiveram muita influência, já que este foi mais concentrado na batalha.

Achei a batalha bem simples. Como sempre eu gosto quando o campo de batalha é bem explorado durante as lutas e por isso gostei bastante do capítulo. Como tu sabe que eu adoro escrever batalhas super detalhadas e longas, não deve ser surpresa pra você que eu tenha achado essa batalha curta, ainda mais por ter sido 2x2. Por um momento achei que Wayne fosse perder, já que o Gloom derrotou o Machop sem dificuldades, mas essa virada do Venipede foi incrível.

Essa líder está bem suspeita. Ou ela está lutando contra aqueles bandidos da floresta ou ela está se aliando a eles, mas não irei tirar conclusões precipitadas e irei aguardar para ver o que vai acontecer.

É isso, fico feliz que tenha voltado com a fic e continuarei acompanhando. Aguardo o próximo cap.

Abraço!

Rush o/. Eu também fico muito feliz com as fics ativas de volta. Pois é, nada melhor depois de um hiato do que uma batalha né huhaua. Ah, sim, eu gostei de explorar o campo, na verdade eu sempre gostei de que campos assim tivessem influência, tipo campo de gelo, campo de água e campo de árvores principalmente, então quis explorar bastante isso, e usar como uma vantagem da líder também. Eu também achei curta depois, pensei que tivesse longa, mas não, mas enfim. Sim, a líder é muito suspeita, vamos aguardar huahauha. Obrigado pelo comentário e espero que continue lendo o/.

@DarkZoroark escreveu:Black~ o/
Bom, primeiramente deixe-me lhe dizer que estou feliz com seu retorno à área. Espero que possas continuar por aqui por muito mais tempo. Também peço desculpas pela demora relativa deste comentário. Iria fazê-lo ontem, mas a tela do meu notebook estragou e precisei sair para encontrar um monitor compatível. Sinto muito mesmo por este deslize. Enfim, deixemos isto de lado e vamos ao review:
Bem, acabei precisando ler os últimos dois ou três capítulos para me situar na história novamente, mas que seja. Olhando por cima primeiramente, devo dizer que adorei este capítulo. Gostei de como desenvolveste a batalha de ginásio entre o o Wayne e a Jay, sobretudo com o ambiente tendo um impacto tão grande no desenrolar da disputa. A utilização das árvores e arbustos foram elementos muito bem bolados, devo dizer. Concordo com o Rush que foi um tanto simples, mas não deixou de ser boa.
A escolha dos Pokémons da líder foi algo que me chamou a atenção, pois ambas as espécies são pouquíssimo utilizadas em histórias. A bem verdade, toda a linha evolutiva do Gloom é uma visão rara em Fanfics. Quanto ao Skiddo, devo dizer que é a primeira vez, ao menos que eu me lembre, que vejo a espécie aparecendo em uma história. Ainda assim, demonstraste muito bem a força da espécie. Particularmente fiquei meio de pé atrás com o moveset relativamente limitado do Pokémon cogumelo, mas conseguistes usá-lo de uma forma bem original durante o combate. Devo dizer que minha opinião foi similar à do Rush, pois cheguei a pensar que o Wayne perderia a batalha devido à surra que o Machop levou. Contudo, a vitória do Venipede no final foi extremamente espetacular.
Fico imaginando agora qual será o segredo que a Jay esconde. Penso eu que haja alguma relação com os caçadores que o Albert e o Wayne enfrentaram alguns capítulos atrás, mas vou esperar para ver se isso se confirma ou não.
Quanto a erros, eu não encontrei nenhum. Contudo, tenho uma pequena observação:

@Black~ escreveu:A gorda então ditou as regras e todo aquele blablabla, então a líder enviou seu primeiro pokémon.
Creio ter ficado meio redundante o uso de "então" duas vezes na mesma frase. Houve um pouco de repetição insistente durante o capítulo, mas nada que afetasse o desenrolar da história.
Bom, por enquanto é só. Visto que foi tudo centrado ao redor da batalha, não há muito mais que eu possa dizer. Vou ficar no aguardo do seu próximo capítulo.  ninja

DZ o/. Obrigado pelas boas vindas, é sempre bom estar aqui. Quanto a isso, não se preocupe, entendo que é realmente complicado estar sempre disponível, mas vamos lá né. Como eu disse, eu sempre gostei de explorar o campo de batalha em si, além da batalha, óbvio. Na verdade acho até que o Gloom é bastante escolhido, mas o Skiddo deve ser a primeira vez, até porque ele é relativamente novo. Eu realmente odeio Glooms, Foongus e etc. são pokémons muito ruins, mas que atrapalham bastante, então quis meio que mostrar isso. Sim, o Venipede foi bem interessante na batalha. A líder só tenho a dizer que devemos esperar -q. Vou evitar esses pleonasmos. Obrigado pelo comentário e espero que continue lendo o/.

@xKai escreveu:
Fala Black! O bom filho a casa tora, não é? Acho que é mais ou menos assim o ditado... Enfim, vamos ao que interessa que é o comentário sobre o capítulo.

Vejo que continua o mesmo, apesar de ter ficado este tempo ausente -q Continua tendo esta habilidade de nos fazer rir em algumas situações em que o papo é até mesmo sério... Acho isso meio bizarro, mas é muito engraçado como os seus personagens conseguem ser "atuais" quando estão conversando e agindo normalmente, falam literalmente o que vem em mente, com uma sinceridade absurda.

Foi uma ótima batalha, pena que o Machop não fez nada, ABSOLUTAMENTE NADA! Quando esse lixo inútil vai evoluir? -q Será que ele virará um Machamp algum dia? -q Como será a evolução já que o Machamp evolui por troca? O_O Ok, ok... Perguntas demais... Mas poxa vida... De certa forma o Machop foi humilhado por um Venipede, que sozinho derrubou os dois da gym líder, é até meio hilário kkk Falando nisso, me lembrei do Lurly, você adora fazer pokémons fracos serem absurdamente fortes, não é? -q Nem imagino quando esse bicho virar Scolipede, ainda mais ele tendo Speed Boost como habilidade...

Não podia faltar o mistério do final do capítulo né... Quem será que estava ligando para ela? Parece que o Albert tem algo em mente e me deixou curiosíssimo para saber... Bom, até o próximo capítulo e boa sorte com a fanfic.

Kai o/. Bem, e olha que ultimamente nem tinha tido tanta comédia assim, mas se está gostando, então acho que to no caminho certo -q. Porra, o Machop é bom, mas tava num gym de grama, não ia ser tão fácil ganhar né -q. Sim, eu gosto de fazer bichos fracos serem mega zikas. Obrigado pelo comentário e espero que continue lendo o/.

@Kirkos escreveu:Mais uma adicionada pra minha estante! Hahaha
Então, antes de começar meus comentários, devo dizer que: cafés do Starmiebucks e que gosta de ouvir bandas tipo Imagine Flygons e Snowpoint Mankeys... Laughing Laughing Laughing Laughing Laughing
Acho que já expliquei meu ponto de vista hahah
Vamos lá. Que ideia, QUE ideia, eu particularmente, nunca pensei em escrever sobre personagens mais velhos e nisso você inovou. E muito, meus parabéns. Apesar de eu ter um certo preconceito com Kalos, eu vi que a história não se passa lá então dei uma respirada de alívio porque eu ia adorar a história pela temática mas ia ficar muito tipo (ahhhh, é legal mas é em Kalos)
Eu li o prólogo e o capítulo 1 e gostei do capítulo 1 pra caramba, com a exceção de que o garoto do nada senta em um banco porque o cara lá tá ouvindo  Laughing Imagine Flygons Laughing e do nada: PUM! Vamos sair em jornada! Achei muito rápido demais, mas não sei se era sua real intenção não focar nisso. Enfim, outra coisa que eu achei meio tensa foi que , apesar da narração em primeira pessoa ser bem tendenciosa a apresentar apenas o ponto de vista do protagonista, eu achei que ela era muito opinativa, mesmo tendo essa característica de ser em primeira pessoa, mas pode ser aí que resida o humor da sua história (e acredite, residiu aí hahaha)
É isso, eu adorei. Vou ler o resto com calma depois e comentar (:

Kirkos o/. Huhauhahua. Bom, realmente é difícil ver personagens velhos, mas né, a gente tenta -q. Eu também nem fiz em Kalos, pois não sei quase nada da história, apesar dos pesares huahuha. A narração foi feita assim de propósito mesmo.

@Kirkos escreveu:Li o capítulo 2 e tipo, eu curti a história e o tema mas nesse capítulo houve um falta de descrição. E parece que a narração dos personagens e inclusive as falas deles estão muito "eu sei que sou um personagem então vou agir como tal". A batalha foi boa, eu cheguei a ir na bulbapedia pra poder descobrir quem era o Pachirisu.
Você escreve bem, tá com uma ideia ótima. Mesmo. Eu quero muito ver como ela vai se desenrolar, só que esse capítulo pareceu muito curto e corrido para tanta coisa que aconteceu. Eu imaginei uma menina muito aleatória e tal, não consegui pegar a essência dela. Parecia uma stalker retardada.
Quem sabe isso também tenha melhorado nos capítulos seguintes e eu tô falando meio quilo de besteira então... Vou ler o resto e depois eu volto aqui para comentar os capítulos seguintes. Eu espero grandes coisas de você, mesmo. (:

Não entendi talvez em que ponto seja. Às vezes eu faço isso só pra dar um humor, mas se tiver como explicar -q. Bem, ela vai aparecer mais, de começo parece meio doente, mas depois ela melhora (ou não). Obrigado pelo comentário e espero que continue lendo o/.

WT escreveu:Não tenho nem o que falar dessa fic.

Simplesmente foda. ;w;

Sério, vou ler as paradas de novo e voltar a acompanhar. Smile

Abraços.

Dei o/. Valeu. Obrigado e espero que continue lendo o/.

Agora, sem mais delongas, o capítulo.

Capítulo 08


O silêncio era tedioso, as pessoas estavam sentadas em sofás estofados, lendo revistas ou jornais, ou assistindo à televisão, que estava sem som. O ambiente tinha as paredes vermelhas. Wayne e Albert estavam quase dormindo, de tanto tédio. O barulho da máquina quebrava o silêncio. Uma moça de cabelo rosa acenava sorridente para o garoto, que logo percebeu que seus pokémons tinham sido curados, e então foi buscá-los. A enfermeira desejou tudo de bom e blabla.

A dupla então caminhava para fora do estabelecimento quando Jackson se depara com um cartaz. O cartaz não era muito chamativo, por motivos óbvios, mas dava para ver o suficiente. Falava de um concurso que iria ocorrer na cidade de Nature naquele dia. Então Wayne pediu informações à Enfermeira Joy e então finalmente saíram do Pokécenter.

-x-

O estádio da cidade ia enchendo aos poucos. Wayne tinha feito a sua inscrição no torneio, que valia somente um ovo pokémon e cem pokédolares, mais nada. Porém, tinha toda aquela emoção e mística e blablabla. A abertura do torneio iria começar. Tinha pelo menos cem pessoas inscritas no torneio, o que era até assustador, até mesmo para os organizadores.
Então três pessoas surgiam no campo. Uma era o narrador do torneio. A outra era Jay Wandersen e a outra era um homem bem forte e alto, de pele branca, seu nome era Denzel Johnson.
Porém mais uma pessoa apareceu. Essa veio desfilando. Era uma mulher belíssima, tinha um cabelo castanho escorrido, seus olhos eram verdes. Trajava uma roupa comum, mas que devia ser cara por um símbolo ou outro de marca, era um sobretudo meio bege, que cobria quase todo seu corpo, mas ainda era possível ver um pedaço da sua calça legging preta, que estava por dentro de uma bota marrom. Vestia também um cachecol rosa e uma touca de mesma cor. Todo mundo a aplaudia de pé. Aquela mulher era Jessica Michigan Klinton, mulher do nosso querido amigo James Klinton. Ah, ela também é a dona da empresa Michigan S.A., especializada em helicópteros e barcos, que herdou do pai, morto há dois anos. Bem, ela é só uma das mulheres mais ricas do mundo, por isso todos a aplaudiam. Ela tinha incríveis 28 anos e era mais nova que a filha de James Klinton. Jessica foi quem financiou aquele torneio, por isso estava lá, e quem tinha organizado tudo era. E aquele homem anterior, é o seu fiel escudeiro. Mas enfim. Uma coisa que podia-se perceber era o olhar de desprezo e nojo que a mulher tinha para com as pessoas das arquibancada.
Enquanto a narradora falava qualquer porcaria, a bilionária e Jay conversavam qualquer coisa. A mulher então fala mais alguma coisa e se vira para o seu mordomo, ou escudeiro, ou qualquer coisa.

- Denzel, quando essa merda toda vai acabar? - Perguntou a mulher, impaciente.
- Calma. - Ele falou, calmamente. - Apenas sorria para esses famigerados e finja ser uma daquelas madames que ajudam os pobres.
- Ah, tanto faz. - Reclamou. - Só quero que isso acabe logo. - Falou. - Tenho muita coisa para fazer.

O narrador então falou mais algumas besteiras e então passou o microfone para Jay, que falou que era uma grande honra organizar um concurso daqueles, desejou sorte a todos e todo aquele blablabla. Então, a líder passou o microfone para Jessica, que o pegou e começou a falar.

- Cidadãos de Nature, é uma honra patrocinar um concurso desses! - Falou. - Não se trata somente de um concurso cujo vencedor ganhará um ovo pokémon. Não! Se trata de um torneio que movimenta a cidade, une todos nós nessa paixão, une treinadores de todos os cantos da cidade e de cidades próximas. O prêmio não é um ovo, o prêmio é a experiência que esses duzentos jovens terão. O prêmio é lutar diante de uma plateia tão linda. E para abrir esse concurso, o meu querido amigo vai dar um oi a vocês. - Ela então puxou a pokébola e todos ficaram eufóricos. Wayne não entendeu muito bem o porquê. - Rhyp, venha!
Logo, um gigantesco pokémon de pedra saiu da esfera. Ele parecia algo como um rinoceronte, com alguns detalhes laranjas e com dois braços “diferentes”. Todos ficaram eufóricos com o pokémon, que somente acenou. A moça então o recolheu e gritou:
- Que comece o torneio da cidade de Nature!

Após isso, saiu apressadamente do local, com Denzel a seguindo.

- Não aguentava mais mentir tanto. - Falou a mulher para o seu escudeiro.
- A senhora foi bem. - Disse o homem.
- Já disse pra parar com isso! - Esbravejou. - Não tem ninguém aqui, não precisa me chamar de senhora. - Falou. - Mas enfim. Fala pra ele que a nossa parte já foi feita.

-x-

Wayne aguardava numa espécie de saguão, quando viu alguém se aproximar. Ao ver quem era, seu coração bateu até mais rápido, aquela garota olhou sorridente para o garoto, que corou. Albert percebeu a cena e riu.

- Preciso ir pra arquibancada. - Ele sorriu pro menino com cara de “esse é meu garoto” e saiu.
- Oi Meli-Melissa! - Disse o jovem.
- Oi, Wayne, tudo bem? - Perguntou a menina, bem mais “solta” do que o jovem. - Esperando a sua vez também?
- Sim. - Finalmente conseguiu se recompor.
- Então tá, esperemos nossa vez.

Um pouco depois de a garota dizer isso, foi anunciado que ela batalharia contra um tal de Robinson Crusoé. Wayne então desejou sorte, a menina sorriu e seguiu em direção ao campo de batalha.
Após um tempo, o resultado mostrava um Cyndaquil em pé, como se não tivesse sofrido nenhum dano, e um Butterfree estava no chão, nocauteado. O resultado tinha sido Melissa vencedora, e automaticamente, passou de fase.
Mais alguns gatos pingados lutaram e então chegou a vez de Wayne Jackson.
O garoto venceu facilmente uma jovem chamada Alice Wonderland.
Wayne e Melissa lutaram mais algumas lutas e chegaram às oitavas de final. O sorteio deu Wayne contra um tal de Jack e Melissa contra um tal de Tommy. O primeiro confronto das oitavas seria o do protagonista, que foi anunciado e foi a campo, assim como seu adversário.

Ambos se encararam, se cumprimentaram e cada um seguiu para um lado distinto da arena. O juiz anunciou que cada um usaria apenas um pokémon. Então, sacaram suas pokébolas e enviaram seus pokémons para batalhar.

De um lado, saiu uma espécie de macaco azul, que tinha uma cauda se assemelhando a uma nuvem, assim como a sua cabeça, era um Panpour, que deu umas cambalhotas e sorriu. Do outro lado estava Machop.

- Panpour, Acrobatics!
- Evasiva e Mega Punch!

O macaco então deu vários saltos mortais, como se fosse uma espécie de ginasta, porém, ao se aproximar de Machop, recebeu aquele belo soco no meio da face, daquele tipo de soco que você até desestressa. O golpe foi tão forte, que fez o olho do macaco aquático ficar roxo e o jogar para trás, debilitando-o muito, para raiva no treinador e no pokémon e para o delírio da plateia.

- Water Gun!
- Mega Punch!

O mamífero azul então abriu a boca e de lá saiu um violento jato d’água, que atingiu o lutador em cheio, sem sequer dar tempo dele pensar em esquivar. Ele, porém, levanta-se logo em seguida e segue na direção do adversário, no intuito de dar-lhe o soco, porém, Panpour estava esperto e desviou facilmente do golpe.

- Acrobatics!
- Low Kick!

Panpour então deu vários saltos e mortais, assemelhando-se a um ginasta, após a sequência de piruetas, tentou acertar um chute em Machop, que foi mais rápido e passou a rasteira no macaco, jogando-o longe, em seguida, deu um soco no rosto dele, nocauteando-o. Com isso, Wayne era o vencedor e, portanto, passava de fase.
Após mais algumas lutas, eis que chega a luta de Melissa, que não é protagonista, mas como é a paixonite do nosso protagonista, vamos mostrar a luta dela.
A garota então aparece de um lado. Do outro, aparece um moleque de uns dezesseis anos, cabelo preto, roupa swag e um boné folgado. O juiz então deu a ordem para que a luta começasse, então cada um puxou uma pokébola.

- E aê, mina, a fita aqui é a seguinte: vou ganhar e cê vai chorar, tá ligada? - Disse, o que fez Melissa olhar feio para ele. - Serperior, eu escolho você!

Então uma grandiosa serpente verde saiu da pokébola, a jovem se assustou com um pokémon em último estágio evolutivo e ficou pensativa, sem saber qual pokémon escolher, já que os seus ainda eram relativamente fracos.

- Qual foi, mina? Arregou? - Perguntou o jovem.
- Nem a pau! - Falou. - Staravia, eu escolho você!

Logo, um pássaro negro, emo, com uma espécie de topete e de bico alaranjado, saiu da pokébola, pronto para o combate.

- Leaf Storm!
- Eita. - Falou Melissa. - Voe o mais alto que puder e, em seguida, use o Aerial Ace!

O réptil então mirou sua cauda na direção da ave, então uma rajada enorme de folhas surgiu, fazendo Staravia se perder em meio à ela. Porém, o pokémon voou muito alto e saiu daquele caos, em seguida, desceu num rasante e acertou em cheio o adversário, arrancando um certo dano, devido à vantagem que tinha.

- Que loco tio. - Falou o moleque. - Seloko, jão, mete outro Leaf Storm!
- Staravia, Quick Attack!

A serpente então preparou-se para o golpe, porém o pássaro foi mais rápido e o atingiu com uma de suas asas, jogando-o a uma distância razoável, porém a serpente voltou à posição de batalha rapidamente e novamente mandou uma tempestade de folhas, que dessa vez, encobriu completamente o pássaro, chegando a derrubá-lo no chão, devido ao peso de tantas folhas. O pokémon então se debilitou bastante, mesmo tendo resistência a golpes do tipo grama.

- Aerial Ace!
- Deixe que ela te acerte, e em seguida... - Falou, deixando um suspense. - Outrage!

A plateia toda deu um suspiro de surpresa, assim como Melissa. Até mesmo Albert, que já era um treinador experiente, suspirou. Golpes de pokémons dragão eram extremamente fortes e raríssimos de se aprenderem, sem que fosse pokémons dragões, mas aquele Serperior sabia.

- Golpes de pokémons dragão são extremamente fortes e raríssimos de se aprender, como você...? - Surpreendeu-se Melissa.
- Aprendendo.

A cobra então cansou de esperar e logo foi tomada por um brilho vermelho, em seguida, emitiu um furioso grito, e logo começa a se agitar, então, ele começa a bater violentamente contra Staraptor, de modo que o pássaro nem pudesse se mexer, somente cair no chão, nocauteado. Vitória e classificação de Tommy.

To be continued...


Desculpa se o capítulo ficou corrido ou coisa do tipo, mas espero que se deliciem com a leitura e espero que comentem Very Happy
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Re: As Peripécias de um Detetive em Crise

Mensagem por Rush em Sex 4 Set 2015 - 20:30

Eai Black! o/

Eu achei esse capítulo bem confuso, pra ser honesto. Foi muito, mas muito corrido. As batalhas foram legais, mas a narração foi corrida demais, deu a impressão que você estava impaciente pra escrever.

Só não entendi uma coisa, se o Wayne lutou depois que a Melissa, como a Melissa lutou depois que ele nas oitavas de final? o_o

Uma coisa que eu me assustei - mas foi proposital, suponho - foi esse Serperior no final. Tipo, batalha de Cyndaquil contra Butterfree, Machop contra Panpour, Staravia contra... SERPERIOR?

Ele venceu facilmente, então to vendo que Wayne vai ter um grande desafio pela frente, será que algum Poké dele vai evoluir? Vamos ver.

Outra personagem que eu fiquei curioso foi essa Jessica. Bilionária mesquinha e arrogante, que aparentemente está trabalhando com a Jay e com os bandidos, eu presumo. Me pergunto como que a história dela vai se desenrolar com o dos protagonistas.

Machop aos poucos está se redimindo. AUHUAE' Antes só perdia, finalmente venceu de uma batalha.

Enfim, só achei estranho a narração realmente corrida. Isso me decepcionou um pouco, pra ser honesto. :/

Aguardo o próximo capítulo, espero ansiosamente ver a batalha entre Wayne e o maluco do Serperior.

É isso, abraço!


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Re: As Peripécias de um Detetive em Crise

Mensagem por xKai em Sab 5 Set 2015 - 11:05

Fala tio Black! Concordo com o comentário do Rush, ficou bastante corrido, não devido ao fato de você ter pulado alguns embates, mas as batalhas em si e o decorrer pós batalha xP Bom, na parte final do capítulo, você se confundiu, acho... No começo revelou o pokémon de Melissa como sendo um Staravia, mas no final disse Staraptor.

Agora chega de flame -q Vamos aos pontos positivos do capítulo. Foi legal introduzir novamente a mina dos sonhos do Wayne, uma pena ela não ter classificado para final, contra ele, mas acredito que seja para ele enfrentar o Tommy e ter todo aquele lance de herói justiceiro que vingará a derrota da "amiga". E aquele certo "clichê" das mulheres sempre dependerem dos homens -q Apesar de ser legal, não podemos negar, nós homens adoramos muito sermos julgados por uma mulher como heróis, mas com isso a gente meio que criou um mundo onde elas são consideradas "fracas" enfim -q Não transformaremos isto em uma guerra dos sexos, até porque eu sei que você não é disso... Estamos falando dum cara que já fez um Clefairy macho -q Mas a ideia do torneio em geral foi bacana, também gostei bastante da modelo que patrocinou a parada... Tipo, foi realístico, essa é a verdade que a mídia esconde da gente... Esses famosos que patrocinam criança esperança... Dentre outras milhares de entidades... É tudo pra aparecer da mídia.

Até o próximo capítulo Black e boa sorte aí com a fic 0/

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Re: As Peripécias de um Detetive em Crise

Mensagem por DarkZoroark em Sab 5 Set 2015 - 18:45

Black~ o/
Bem, aproveitando que desta vez eu não demorei muito para vir aqui comentar, vamos de uma vez ao review do capítulo:
Olhando por cima a princípio, posso dizer que o capítulo foi extremamente bom. Contudo, tenho de concordar com o Rush e o xKai ao dizer que, de fato, foi bastante corrido. Achei correto pular as batalhas menos importantes da história, mas os confrontos principais também saíram em um ritmo acelerado. Já tendo esclarecido isso, vamos aos principais enfoques desta parte.
Achei interessante e bem realista o concurso ter sido patrocinado por uma grande empresa. Sendo franco, foi uma sacada muito genial, pois explica como eventos de tal porte são financiados e realizados. O uso de um Ovo como prêmio é algo que não é muito incomum, mas é um algo a mais que me deixa com uma pulga atrás da orelha para saber qual o Pokémon que irá nascer. A nova personagem ficou bem curiosa e, de certa forma, meio "alheia" em relação ao restante do capítulo. A personalidade mesquinha e arrogante dela contrastante com a imagem de empresária boazinha me lembrou do ditado "não julgue um livro pela capa". Imagino que ela tenha algumas ligações com as atividades suspeitas que tem ocorrido ao redor da cidade.
As duas disputas que tiveram no capítulo foram bem legais. O uso de um Panpour na primeira foi um ponto bem inovador, visto que a espécie é muito pouco utilizada em histórias - deve ser a segunda ou terceira vez que vejo um, se não me engano. Ficou um pouco corrida a disputa dele contra o Machop, mas também serviu como forma de redenção para o Pokémon lutador. Fiquei meio surpreso no fim com a aparição do Serperior e o uso de Outrage. Achei uma ideia bem legal por os movimentos do tipo dragão como algo incrivelmente difícil de se aprender. Dá um destaque maior ao tipo como um todo.
Quanto a erros não encontrei nenhum, mas notei uma certa repetição frequente da palavra "então". Creio que procurar por sinônimos ou, em alguns casos, removê-la quando não há necessidade possam ser boas maneiras de evitar isso. Bem, por enquanto é só. Vou ficar no aguardo do próximo capítulo. ninja
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Re: As Peripécias de um Detetive em Crise

Mensagem por Black~ em Seg 7 Set 2015 - 17:40

Adivinhem quem chegou! Sim, o mestre, etc. Por um milagre, postei mais cedo esse capítulo. Já tenho mais dois e meio pronto, por isso postei logo esse. Mas enfim, antes os comentários.

Comentários:
@Rush escreveu:Eai Black! o/

Eu achei esse capítulo bem confuso, pra ser honesto. Foi muito, mas muito corrido. As batalhas foram legais, mas a narração foi corrida demais, deu a impressão que você estava impaciente pra escrever.

Só não entendi uma coisa, se o Wayne lutou depois que a Melissa, como a Melissa lutou depois que ele nas oitavas de final? o_o

Uma coisa que eu me assustei - mas foi proposital, suponho - foi esse Serperior no final. Tipo, batalha de Cyndaquil contra Butterfree, Machop contra Panpour, Staravia contra... SERPERIOR?

Ele venceu facilmente, então to vendo que Wayne vai ter um grande desafio pela frente, será que algum Poké dele vai evoluir? Vamos ver.

Outra personagem que eu fiquei curioso foi essa Jessica. Bilionária mesquinha e arrogante, que aparentemente está trabalhando com a Jay e com os bandidos, eu presumo. Me pergunto como que a história dela vai se desenrolar com o dos protagonistas.

Machop aos poucos está se redimindo. AUHUAE' Antes só perdia, finalmente venceu de uma batalha.

Enfim, só achei estranho a narração realmente corrida. Isso me decepcionou um pouco, pra ser honesto. :/

Aguardo o próximo capítulo, espero ansiosamente ver a batalha entre Wayne e o maluco do Serperior.

É isso, abraço!



Rush o/. Foi mal se a narração ficou muito rápida, é que eu tinha continuado o capítulo que eu tinha começado a escrever há muito tempo... Mas enfim, realmente acabaram tendo alguns erros temporais e de narração, sinto muito mesmo. Esse capítulo acho que explica o porquê do Serperior, ou não huahauha. Essa Jessica *SPOILER* vai aparecer mais, *SPOILER* já adianto, mas quem sabe como né? Coitado do Machop huhahuah quando ele virar um Machamp comedor de cus, vocês vão chorar huahauha. Bom, a batalha acho que vai ter surpreender, Rush. Obrigado pelo comentário e espero que continue lendo Smile

@xKai escreveu:
Fala tio Black! Concordo com o comentário do Rush, ficou bastante corrido, não devido ao fato de você ter pulado alguns embates, mas as batalhas em si e o decorrer pós batalha xP Bom, na parte final do capítulo, você se confundiu, acho... No começo revelou o pokémon de Melissa como sendo um Staravia, mas no final disse Staraptor.

Agora chega de flame -q Vamos aos pontos positivos do capítulo. Foi legal introduzir novamente a mina dos sonhos do Wayne, uma pena ela não ter classificado para final, contra ele, mas acredito que seja para ele enfrentar o Tommy e ter todo aquele lance de herói justiceiro que vingará a derrota da "amiga". E aquele certo "clichê" das mulheres sempre dependerem dos homens -q Apesar de ser legal, não podemos negar, nós homens adoramos muito sermos julgados por uma mulher como heróis, mas com isso a gente meio que criou um mundo onde elas são consideradas "fracas" enfim -q Não transformaremos isto em uma guerra dos sexos, até porque eu sei que você não é disso... Estamos falando dum cara que já fez um Clefairy macho -q Mas a ideia do torneio em geral foi bacana, também gostei bastante da modelo que patrocinou a parada... Tipo, foi realístico, essa é a verdade que a mídia esconde da gente... Esses famosos que patrocinam criança esperança... Dentre outras milhares de entidades... É tudo pra aparecer da mídia.

Até o próximo capítulo Black e boa sorte aí com a fic 0/

Kai o/. Esse capítulo realmente foi pra se esquecer (na verdade, não, mas esquecer a narração -q). Olha, não pretendo colocar isso de mocinho salvando a mocinha, infelizmente, ou felizmente. Realmente, eu não sou disso de guerra dos sexos e tals -q. Sim, esses famosos só fazem isso para aparecerem na mídia e falarem que são bons. Obrigado pelo comentário e espero que continue lendo Smile

@DarkZoroark escreveu:Black~ o/
Bem, aproveitando que desta vez eu não demorei muito para vir aqui comentar, vamos de uma vez ao review do capítulo:
Olhando por cima a princípio, posso dizer que o capítulo foi extremamente bom. Contudo, tenho de concordar com o Rush e o xKai ao dizer que, de fato, foi bastante corrido. Achei correto pular as batalhas menos importantes da história, mas os confrontos principais também saíram em um ritmo acelerado. Já tendo esclarecido isso, vamos aos principais enfoques desta parte.
Achei interessante e bem realista o concurso ter sido patrocinado por uma grande empresa. Sendo franco, foi uma sacada muito genial, pois explica como eventos de tal porte são financiados e realizados. O uso de um Ovo como prêmio é algo que não é muito incomum, mas é um algo a mais que me deixa com uma pulga atrás da orelha para saber qual o Pokémon que irá nascer. A nova personagem ficou bem curiosa e, de certa forma, meio "alheia" em relação ao restante do capítulo. A personalidade mesquinha e arrogante dela contrastante com a imagem de empresária boazinha me lembrou do ditado "não julgue um livro pela capa". Imagino que ela tenha algumas ligações com as atividades suspeitas que tem ocorrido ao redor da cidade.
As duas disputas que tiveram no capítulo foram bem legais. O uso de um Panpour na primeira foi um ponto bem inovador, visto que a espécie é muito pouco utilizada em histórias - deve ser a segunda ou terceira vez que vejo um, se não me engano. Ficou um pouco corrida a disputa dele contra o Machop, mas também serviu como forma de redenção para o Pokémon lutador. Fiquei meio surpreso no fim com a aparição do Serperior e o uso de Outrage. Achei uma ideia bem legal por os movimentos do tipo dragão como algo incrivelmente difícil de se aprender. Dá um destaque maior ao tipo como um todo.
Quanto a erros não encontrei nenhum, mas notei uma certa repetição frequente da palavra "então". Creio que procurar por sinônimos ou, em alguns casos, removê-la quando não há necessidade possam ser boas maneiras de evitar isso. Bem, por enquanto é só. Vou ficar no aguardo do próximo capítulo.  ninja

DZ o/. Sim, a narração corrida foi realmente um defeito muito grande nesse capítulo, sinto muito mesmo por isso. Eu quis fazer isso para criar mais um personagem, mas também trazer um toque de realidade à fic, pois aqueles torneios do nada, sei lá. O ovo é sempre um mistério mesmo. O Panpour é realmente raro de se ver, poucas vezes o vi em fics. Mas, nessa fic eu vou usar bastante pokémons de Unova e de Kalos, que não são, em sua maioria, muito utilizados, mas enfim. O Machop se redimiu mesmo, eu acho. E essa do tipo dragão eu preferi ter usado porque eu acho que os pokémons dragões são bem apelos mesmo e quis dar esse "valor" a quem aprende os golpes do tipo dragão, mas enfim. Esse "então" é meu maior problema mesmo huahauha. Obrigado pelo comentário e espero que continue lendo Smile

Agora, sem mais delongas, o capítulo:

Capítulo 08: Parte 2


As batalhas das quartas de final já tinham sido desenhadas, como no chaveamento Wayne aparecia em primeiro lugar, a primeira batalha seria a dele. Ele contra um treinador qualquer, chamado Vinícius. O Machop de Wayne ganhou facilmente do Litleo do outro jovem. Todas as batalhas ocorreram e as semifinais foram decididas. Seria Wayne contra um tal de William; do outro lado, era Tommy, o do Serperior, contra uma adolescente chamada Vanessa.

A noite começava a aparecer e aquele dia de concurso terminaria. As semifinais e a final ocorreriam na manhã do outro dia. Após o anúncio do narrador, a plateia começou a ir embora.

-x-

O outro dia já surgia, tão ensolarado e frio como o anterior. Wayne estava em uma espécie de sala de espera, junto de Albert e Melissa, que desejaram sorte ao adolescente, que respirou fundo e seguiu até o campo de batalha.

Caminhou até o meio da arena, cumprimentou William e então cada um seguiu para uma direção diferente, puxaram cada uma pokébola e arremessaram-nas para o alto.
De um lado, saiu uma espécie de centopeia, com uma grande couraça roxa e o corpo verde, tinha olhos amarelos esbugalhados. Do outro lado, saiu uma espécie de casulo verde, usando duas folhas como se fosse um casaco, era todo revestido por verdes folhas e a parte de dentro da “proteção” era amarela. Era Venipede contra Swadloon.

- String Shot e depois, Razor Leaf!
- Evasiva e Poison Sting!

O inseto de folhas abriu sua boca e mandou uma espécie de linha de seda, de modo que tentava prender Venipede, porém o pokémon desviou para o lado, mas não conseguiu escapar das folhas, que vinham como navalhas em sua direção, após ser atingido, foi jogado a uma pequena distância. Entretanto, em seguida, a centopeia levantou-se e abriu a boca, atirando várias fagulhas roxas, carregadas de veneno, que atingiram Swadloon, que gemeu um pouco de dor, mas manteve-se firme e forte.

- Swadloon, Razor Leaf novamente!
- Será que ele não percebe que esse golpe é extremamente fraco contra Venipede? - Pensou Wayne. - Poison Sting!

O casulo então mexeu seu corpo, de modo que várias folhas cortantes começassem a sair, indo em direção ao venenoso, que pulou para o lado. Em seguida, ele abriu a boca e atirou várias fagulhas venenosas contra o oponente, que recebeu-as e gemeu de dor, o golpe causara um certo dano a ele, apesar de não envenená-lo.

- Swadloon, use o Bug Bite!
- Venipede, use o Rollout!

O gramíneo então abriu sua boca e mordeu o adversário, mas o golpe mal fez efeito, foi um golpe completamente irrisório, arrancando somente um pequeno dano da centopeia. O inseto então se põe na forma de uma bola e começa a rolar rapidamente, até se aproximar do adversário e jogá-lo a uma distância razoável, mas arrancando bastante dano dele.

- Bug Bite novamente!

Swadloon novamente seguiu até Venipede na tentativa de mordê-lo, dessa vez, porém, o golpe falhou, já que a centopeia desviou, e, já em seguida começou a rolar rapidamente, todavia o golpe agora estava bem mais forte e o rolo parecia mais avassalador. Não só parecia. Ao acertar o adversário, o mesmo foi jogando longe, caindo no chão nocauteado. Wayne estava então classificado para a final daquele incrível torneio, apesar de que o mesmo nem demonstrava grande empolgação.

O jovem então se dirigiu até a sala de espera, onde estavam Albert e Melissa. A garota sorriu gentilmente para o menino, que retribuiu o sorriso, meio timidamente. Ele e o detetive então se afastam um pouco e começam a conversar.

- Cheguei à final, vou ganhar um ovo. Legal. - Ironizou Wayne. - Na verdade, acho muito difícil vencer aquele Tommy. - Disse o jovem, olhando depois para a televisão que transmitia a batalha no campo. - Olha só, a luta mal começou e ele já venceu o adversário. - Suspirou.
- Não sei, Wayne. - Disse. - Esse cara é muito estranho. - Analisou. - Porém acho que você consegue ganhar dele sim. - Falou.

O moleque soltou um suspiro triste e desacreditado. Após uns três minutos ele saiu da sala e seguiu até a arena de batalha, onde encontrou Tommy no centro dela, ambos se cumprimentaram e depois cada um foi para um lugar.

- E finalmente chegamos à final do torneio. - Anunciou o narrador, como se ninguém soubesse. - O vencedor ganhará cem pokédolares, além daquele ovo de pokémon. - Disse apontando para um ovo azul, que estava numa espécie de estufa. - Que comece a batalha! - Gritou.

Então cada um arremessou sua respectiva pokébola e os pokémons foram revelados. De um lado, uma centopeia roxa, Venipede. Do outro, uma grande cobra verde, Serperior. Esperaram então as ordens e começaram a lutar.

- Leaf Storm!
- Poison Sting!

A serpente então chacoalhou sua cauda, criando uma espécie de tornado de folhas, que seguiu em direção ao inseto, que, sim, conseguiu escapar, sabe-se lá como. Em seguida, abriu a boca e atirou várias agulhas venenosas contra o oponente, que gemeu um pouquinho ao ser atingido.

- Jão, a fita é essa mesmo, tá ligado? - Falou o moleque, de modo muito irritante. - Serperior, Solarbeam!
- Mas o quê? - Exclamou Wayne. - Essa cobra do capeta só tem golpes apelos? - Reclamou. - Venipede, Poison Sting!

Apesar do frio de Mixie, o sol estava brilhando na cidade de Nature, o que facilitou o movimento do inicial, que começou a absorver o brilho do sol, mandando um raio solar em seguida, que atingiu o inseto, que sofreu um dano considerável, mas como o golpe tinha extrema desvantagem, acabou não fazendo tanto efeito assim. O venenoso em seguida abriu a boca e atirou várias agulhas venenosas contra o oponente, que gemeu ao ser atingido. E gemeu ainda mais quando sentiu que o veneno entrou em contato com o seu corpo. Apesar da enorme desvantagem de força que Wayne tinha naquela luta, envenenar o adversário parecia ao menos diminuir essa discrepância.

Após o momento, Tommy pegou seu celular. Ninguém entendeu nada, o garoto olhou para o aparelho, o guardou no bolso, de longe não era visível, mas as mãos do jovem estavam trêmulas. Ele olhou para Serperior e suspirou.

- Serperior, Leaf Storm!
- Venipede, Rollout!

O réptil então virou sua cauda na direção do oponente e criou um enorme tornado de folhas, porém o pokémon estranhamente errou. Tommy apenas suspirou. O bicho de grama gritou ao sentir o veneno se espalhando pelo seu corpo. Em seguida, o inseto se pôs no formato de uma bola e começou a rolar em direção ao adversário, que desviou para o lado.

- Solarbeam. - O jovem demonstrava uma melancolia na sua voz.
- Evasiva e Rollout!

A cobra então absorveu a luz do sol e lançou um poderoso raio solar, que atingiu Venipede, jogando-o contra uma parede, entretanto, o pokémon foi muito valente, e levantou-se com um esforço sobre-humano. Após isso, o inseto colocou-se na forma de uma bola, mas errou novamente, pois estava muito exausto.
Tommy novamente olhou o seu aparelho. Dessa vez ele demonstrou uma tensão enorme. O jovem começou a tremer ali mesmo e a voz ficou falha. Ele não sabia o que fazer, então de repente começa a correr em círculos. A plateia fica em choque.
Todos são surpreendidos com algo acertando a cabeça de Tommy, derrubando-o no chão, criando uma enorme poça de sangue em volta de sua cabeça. Serperior começou a ficar desesperado, mas em seguida foi também atingido por um projétil na cabeça, no chão, igualmente morto. Algum sniper tinha acertado os dois.
A plateia começou a exasperar-se, todos começaram a correr para qualquer lugar. Wayne estava em choque, estático. Ele não sabia o que fazer. Ninguém sabia o que fazer, ninguém sabia o que tinha acontecido.

Albert olhava a tudo parado, sem esboçar nenhuma reação. As outras pessoas que estavam na sala de espera estavam correndo ou gritando, ou correndo e gritando ao mesmo tempo. Mas o detetive não mudou sua feição.

- O que foi isso? - Albert conversava sozinho. - Não entendo. Tem algo aí muito estranho…



Foram necessários pelo menos trinta minutos para acalmar a arquibancada. O narrador buscou sangue frio onde não tinha e conseguiu momentaneamente abrandar o público, que sentou-se calmamente para ver a coroação de Wayne.

Jay Wandersen chegou ao local, pois como era a organizadora do torneio, teria de dar o prêmio ao vencedor. Jessica, a bilionária, não pôde estar lá por questões de negócio. A líder do primeiro ginásio então pegou o ovo e entregou na mão do jovem, que ainda estava meio trêmulo.

- É uma pena isso. - Interrompeu para secar algumas lágrimas. - Infelizmente, foi uma catástrofe. Mas como você foi o único que “restou”, vai ganhar o ovo. - Disse a líder, entregando-o para Wayne. - Não sem méritos, claro. - Corrigiu-se ao ver o termo chulo que tinha usado anteriormente e que tinha causado estranheza. - Você chegou até aqui lutando muito bem, vencendo suas lutas, além de ter mantido um equilíbrio na luta final, apesar da desvantagem. - Terminou com o blabla. - Então, Wayne Jackson, eu o coroo como campeão do Torneio de Nature!

A torcida aplaudiu o jovem, que recebeu os cumprimentos, tomou o ovo em mãos, além do dinheiro e saiu para o encontro de Albert.

-x-

- Foi um golpe perfeito. - Falou. - Você mandou matarem aquele filho da mãe em frente a toda a cidade. Inacreditável. - A voz doce e alegre ecoava pelo ambiente. - Ele aprendeu do pior jeito que ninguém pode entrar no nosso caminho.


É isso e espero que comentem Very Happy
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Re: As Peripécias de um Detetive em Crise

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