Pokémon Mythology
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Não há tempo para heróis.

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Não há tempo para heróis.

Mensagem por Rush em Ter 21 Out 2014 - 20:16

N ã o    H á    T e m p o    p a r a    H e r ó i s




Uma última aventura.





~>x<~


Sim, uma Fan Fic de PMD. Antes de tudo, digo que a Fan Fiction irá explorar MUITO OS LAÇOS DE AMIZADE, assim como os jogos exploraram. E se você nunca jogou, está tudo bem, você ainda sim poderá entender a história normalmente. Como todos sabem, Pokémon Mystery Dungeon é uma Fan Fiction sobre um mundo de Pokémons, logo eles falam, eles possuem cidades, tem empregos e tal.

O mais importante.. A Fan Fic não irá ter um protagonista certo. E sim um conjunto.

Eu tive grande ajuda da Ana no desenvolvimento dos personagens, nomes e ideias para a história. Então eu agradeço de coração a nossa querida  Ana que trás tanta alegria em nossos corações. Aplaudam ela gente!

Okay. A fic terá uma região própria. Cidades próprias. Personagens próprios. Mas mesmo assim será baseada no jogo "PMD: Explorers of Darkness/Time". Então se vocês já jogaram, poderão sentir uma grande nostalgia ao ler.

Muito obrigado, um beijo.



~>x<~



Volume I - Travessuras Temporais

Prólogo




Midori.

Spoiler:

1. Midori - Majin, a grande Árvore.

Majin, a primeira, gigantesca, árvore criada por Kami. Seu tamanho é absurdo, não é possível ver seu topo - que é além das nuvens. Por ter sido a primeira árvore existente de toda a região, ela é velha e oca - mas isso não a faz frágil. A Vila Midori é localizada em volta da mesma, que é considerada uma fortaleza.
Bem, antes preciso explicar melhor sobre esse local... Majin é considerada uma árvore sagrada, ou em outras palavras, a forma física de uma entidade do exército real de Kami. Esse é o seu santuário, uma fonte rica em frutos diversificados com poderes de curar algumas doenças. Bem, pelo menos era assim há duzentos anos, heh..
A árvore está seca. "Morta" em minhas palavras, "Adormecida" em outras. A corrupção e sede de poder dos antigos reis de Midori causaram a extinção dos frutos da mesma. Irônico, não? Matar a árvore da vida.

Por ser oca, gigante, e extremamente resistente. A "cabeça" e os "braços" da vila moram em casas localizadas dentro da mesma. A parte pobre, no caso o "corpo" e os "pés", moram ao redor da mesma. Mas não é tão ruim assim. Muralhas gigantes criadas a partir de madeira das irmãs de Majin protegem a vila de intrusos e bárbaros.

Somos uma vila independente, vamos assim dizer. Produzimos nosso próprio trigo, exportamos nossas próprias especiarias. Temos uma grande renda graças a isso, mas a maioria da população é pobre devido à corrupção. A "Cabeça" são os políticos e os "braços" os guerreiros de elite - guardas e vigias não estão inclusos nessa categoria, mas sim no "corpo".

O líder desta vila é Bloom. É veterano da primeira guerra das oito nações. Já foi poderoso, já teve talentos em batalhas, agora é apenas um velho egoísta e rico. O seu braço direito é Further, nomeado como general e líder dos "braços" da vila. No alto da árvore, em seu interior. Está um dos artefatos mais preciosos de todo o mundo, uma Time Gear.

O quê é uma Time Gear? Bem... Erm.. Ela é bem valiosa, isso você pode ter certeza! Tanto que ela se localiza no ponto mais alto dentro da grande Majin, e é protegida por um guardião. Erm, eh... Eu nunca cheguei a ver, mas se está num lugar tão protegido assim, deve ser importante né?








Era um dia ensolarado e belo. Não havia quase nenhuma nuvem no céu, e as pouquíssimas que tinham, eram brancas como um pedaço de algodão. Observá-las era um passatempo bem comum para as crianças que moravam em Midori, que em sua grande população, se concentravam em pobres.

Gemini era um jovem Golbat que era invejado por suas grandes asas. Não era de longe o Pokémon mais bonito, muito menos o mais interessante, mas era constantemente requisitado para poder pegar as deliciosas frutas que ainda cresciam no alto da gigantesca árvore que era centro da cidade. Ele apenas tinha um amigo de verdade, Aries, um Scyther. Quando mais Gemini precisava, Aries estava lá e o auxiliou. Eram amigos inseparáveis.

O sonho de Aries era se tornar um dos Soldados de Elite da grande Midori, e depois de tanto esforço e dedicação, ele havia finalmente se tornado um dos soldados que vigiavam fora das muralhas. Não era um trabalho tão digno como ele pensava ser, mas mesmo assim era algo bem perigoso e arriscado. Mesmo que ele ficasse o dia inteiro em pé, apenas olhando para as nuvens e lembrando-se dos jogos que fazia com seu amigo Golbat.


- Hey, Aries! – Uma voz chamava a sua atenção. Era Geminos. – Haha! Olhe só pra você! É um soldado!

- Tsc! Saía daqui Gemini! – O Scyther respondia emburrado. Estava com um capacete pesado e trajava uma pequena armadura de madeira. Ao lado dele estava um Machoke que segurava uma enorme maça, este parecia rir da situação. – Eu estou no trabalho!



Fora de Midori era uma imagem bem mais pacifica do que os moradores tinham em suas cabeças. Possuíam grandes bosques e pequenos campos verdes. De vez em quando se podia ver algum viajante perdido ou algum turista, mesmo que isso fosse muito raro. Mas o que era mais raro e gratificante era ver algum Explorador retornando para a cidade após uma missão concluída com sucesso. E era aquilo que acontecia.

De longe, a silhueta de um Lucario trajando um cachecol que era levado pelo vento, podia ser visto. Aries e Gemini abriam um grande sorriso. Seus olhos brilhavam.


- Boa tarde, rapazes. – O Lucario os cumprimentava. – Boa tarde, criança. – Novamente fazia o gesto, dessa vez para o Golbat.

- B-Boa tarde, senhor Luke! – O Machoke fazia um sinal com a cabeça. – Mais uma missão concluída?

- Lógico. – Luke respondia com um sorrisinho no canto do rosto. – Três criminosos e um pertence roubado. Nada muito desafiador.

- Incrível! – Gemini admirava Exploradores. Ele queria ser um quando tivesse força o suficiente para poder se defender ou lutar. Ele sempre sonhara junto à Aries, mas este parecia ser sempre mais pé no chão, se agarrando a oportunidades mais seguras.

- Sim. Você é incrível, senhor Luke. – O Scyther sorria. – Agora deixe-me abrir os portões para o senhor... E você também tem que entrar Gemini. Você sabe que eu preciso trabalhar.



O Golbat abria um sorriso triste e então concordava com a cabeça. Não queria incomodar o amigo. O Machoke então usava a sua incrível força para dar um forte soco em uma das partes da muralha, dando um sinal para que os portões pudessem ser abertos. O som deles se arrastando era algo bem chato de se ouvir, mas a imagem da cidade que se revelava por trás das gigantescas muralhas era linda.

O Lucario agradecia e avançava um passo. O pequeno Golbat ia logo atrás, sorridente por ter conhecido o famoso Luke. Antes que os portões pudessem ser fechados, Aries e o Machoke se surpreendiam com outra imagem que avançava. Era maior, possuía um pescoço longo e tinha asas. Mas por algum motivo ele não estava voando, e sim caminhando.


- Espere! – Scyther engolia seco antes de gritar a palavra, apontando uma de suas lâminas para o estranho que se aproximava. Sua pele era negra, na ponta de sua cauda, uma forte chama azul brilhava intensamente. Mas o que mais chamava a atenção, era o brilho de seus profundos olhos vermelhos. – Q-Quem é você?!



O Machoke segurava a sua maça com força, preparado para um possível conflito. Os dois estavam tensos, mas logo aquele Mega Charizard os respondia.










- Vocês não me conhecem? Sou Invicto. Marechal de Taladen e braço direito da Governadora Vitória. – Sua voz era pesada e grave, conseguindo encher o coração dos dois soldados de medo. Eles rapidamente se desculpavam fazendo uma reverência.

- Sinto muito, senhor!

- Certo, certo. Não tenho tempo para isso. Preciso entrar em Midori e discutir um assunto importante e delicado com Bloom.



Aries e o Machoke se entreolhavam. Não iriam desobedecer as ordens de Invicto, o poderoso Marechal e segurança pessoal de Vitória. Então ainda com a porta aberta, eles faziam um sinal para que ele fosse bem-vindo.


- Obrigado. – Ele respondia, avançando um passo. – Outra coisa. Preciso que vocês e todos os outros soldados me acompanhem. Preciso discutir sobre a segurança nacional.


Aries estava inseguro com tudo aquilo, mas ao ver seu parceiro adentrando a cidade, ele não via outra opção a não ser segui-lo. Quando os três estavam já dentro de Midori, os portões lentamente fechavam, até que a cidade estivesse impenetrável por fora novamente. O som dos portões se fechando ecoavam por toda a cidade. A presença do grande e poderoso Mega Charizard parecia atrair toda a atenção. Crianças paravam de brincar para admirar aquele ser. Algumas mulheres cochichavam sobre como ele era atraente, enquanto alguns homens se questionavam se ele era algum explorador.

Poucos o reconheciam, já que Invicto passava maior parte de seu tempo em Ani, o castelo no topo da montanha onde Vitória, a governante, morava.



- Antes de tudo. – Ele dizia em um tom alto, arrepiando a alma de todos que presenciavam a sua grave e poderosa voz. Seus olhos vermelhos eram algo que transmitia medo às crianças que antes queriam o admirar de perto, se afastando agora. O coração do Scyther estava batendo forte em seu peito, e ele não sabia exatamente o porquê. Então Invicto voltava a falar. – Não é nada pessoal.



Aquelas palavras ecoavam por toda a cidade, fazendo com que todos os moradores que escutassem apenas observassem a cena, confusos e com medo. Algumas mãos chamavam seus filhos, assustadas. Outros entravam em suas humildes casas.

Invicto, então, soltava um estridente som de chamas que saia de sua boca. Duas chamas azuladas saiam de sua boca agora, o que começava a fazer os moradores entrarem em pânico e a gritar. O Scyther se preparava para lutar, mas se surpreendia ao ver o Charizard segurando fortemente em seu braço, o jogando brutalmente contra a muralha com um pé, enquanto puxava com suas mãos. O sangue de seu membro sendo arrancado espirrava na muralha de madeira.

O grito de Aries se misturava com o grito da multidão assustada. O Machoke tentava o golpear com sua maça, mas era rapidamente derrotado com as chamas azuis que saiam da boca do Dragão Negro, caindo no chão para se debater desesperado, até falecer ao ser consumido pelo fogo. Outros guardas faziam o mesmo, tentando defender a sua cidade. Mas facilmente, o Charizard os derrotava com socos, golpes com sua cauda e seu intenso fogo azul. Era muito ágil e se desviava como se tudo tivesse sido ensaiado ou os movimentos dos guardas fossem muito óbvios.

O som das chamas consumindo as humildes casas de madeira, misturado com os gritos de desespero das mulheres e crianças, mais o som dos corpos cremados caindo no chão dos homens que lutavam por suas famílias, eram o suficiente para fazer Gemini, ainda em choque, tentar fazer alguma coisa.



- Não. Não faça isso. – Luke respondia, o puxando pelo pé. – Não temos nenhuma chance com esse cara. É melhor fugirmos. – O Lucario cochichava.

- Tenho que salvar Aries! Aquele Scyther é meu único amigo de verdade! – O Golbat gritava, se soltando e voando em direção do cadáver do amigo. Suas asas eram grandes e por isso ele conseguia voar velozmente e desviar de alguns destroços que caíam no caminho.

- Tsc! Idiota...! – O Lucario preferia não olhar a cena. Ele retirava um pequeno saquinho de sementes que carregava em seu sinto e rapidamente comia uma delas. Ao fazer isso, seu corpo começava a ficar transparente, até que estivesse totalmente invisível.


O Golbat gritava antes de tentar dar um golpe do Charizard. Para sua surpresa, a velocidade do Dragão era absurda, e este conseguia parar o golpe com uma de suas mãos. Neste momento, o tempo havia parado. O Golbat sentia o seu coração pulsando forte. Invicto o segurava pela asa, podia senti-lo a rasgando com suas garras. Era horrível.

Gemini encarava os olhos vermelho escarlate do Charizard. Pareciam refletir todo o sangue que o mesmo havia derramado de centenas de inocentes. Aqueles olhos rubros pareciam ter um brilho, uma aura. Podia os ver antes de sentir seu corpo sendo queimado pelas chamas azuis. Invicto o finalizava jogando-o perto da muralha, onde o cadáver do Scyther estava. Na verdade, Aries não parecia estar morto, apenas inconsciente e sem o seu braço. O corpo sem vida do Golbat ficava ao lado de Scyther. O seu único amigo de verdade.





~>x<~





O ataque durou aproximadamente duas horas. Foi isso que Invicto levou para dizimar a cidade inteira. Todos os cidadãos estavam mortos. Homens, mulheres, crianças. Padeiros, soldados, soldados de elite. Nenhuma exceção.

O que mais demorou foi matar Bloom, o Sceptile governador da cidade, e Further, o Empoleon que era seu braço direito. Mesmo eles sendo incrivelmente fortes, Invicto conseguiu tirar a vida dos dois nobres guerreiros, assim como todos os soldados de elite que estiveram lá para os defenderem. No entanto, o Sceptile foi capaz de deixar uma enorme cicatriz no olho direito do Charizard.

Após o massacre da realeza, Invicto finalmente encontrou o que procurava. Uma espécie de engrenagem verde que parecia funcionar mesmo que estivesse flutuando sozinha. Ao avançar um passo, ele quase era atingido por uma esfera de energia lilás, conseguindo se desviar com facilidade.



- Você é o guardião da Time Gear? – Ele perguntava, ainda com uma expressão séria. Ele podia observar um enorme Girafarig que caminhava em sua direção, disparando diversas esferas de energia que eram facilmente esquivadas graças ao seu poder de voo.



Nenhuma palavra era dita. A batalha foi mais longa que esperado, mas o enorme Girafarig não conseguiu resistir às chamas azuis se Invicto. O Dragão Negro se aproximava do artefato e o segurava com duas mãos. Um som de “tic tac” decrescente ecoava pelo local, diminuindo o seu ritmo até parar por completo.




~>x<~

Dois dias depois.


Luke estava caminhando em uma longa estrada a caminho de Aoi, a cidade litorânea. Seus pés doíam, assim como a sua consciência. Muitas coisas invadiam sua mente. Havia dormido mal. Seus pesadelos haviam sido mais frequentes do que os do dia anterior. Mas o que era aquilo? Eles eram lúcidos. Luke sentia tudo. Dor, desespero, medo. O contato físico, por mais que duvidoso, era algo que o Lucario podia sentir naqueles pesadelos, que havia acontecido desde o ataque de Invicto.

Ele caminhava desatento. Embaixo de seus olhos, várias olheiras marcavam o seu rosto antes confiante. Estava exausto.

No meio do caminho ele podia ver um pequeno tumulto. Dois Pokémons pareciam estar agredindo um menor, o que fazia com que Luke corresse para socorrê-lo.


- Ei! O que está acontecendo? – Luke se questionava, mas ao ver o Lucario, os dois Nuzleaf saiam correndo desesperados, deixando o pequeno Pidgey no chão, ferido.

- O-Obrigado... Se-Se-Senhor...! – Ele gaguejava bastante ferido. Sua asa estava muito quebrada, e suas penas manchadas de sangue.  O que mais chamava a atenção do pássaro, era sua cauda de penas cumprida, coisa incomum em Pidgeys.

- Relaxe... Coma isso, você está muito ferido. – O Lucario o socorria, retirando algumas frutas Oran para tentar amenizar a dor.

- E-Eu só gosto de frutinha do-doce. – Eram as palavras finais antes de desmaiar.


O Lucario se assustava, mas podia ver que ele estava apenas inconsciente. Ele arrumava a sua mochila como se fosse um berço, e colocava o pequeno Pidgey ali dentro, de uma maneira confortável e que ele pudesse descansar até eles chegarem à próxima cidade.





Última edição por Rush em Sex 30 Jan 2015 - 1:43, editado 6 vez(es)
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Re: Não há tempo para heróis.

Mensagem por Sr. Lobo em Ter 21 Out 2014 - 20:25

Esse começo foi gozante. -q
Gostei bastante, ainda mais que eu amo demais PMD.
Parabéns pela Fic, Rush. Espero que continue! Se tu não continuar eu vou te meter a p
Enfim, forte abrasso e boa sorte com a Fic. c:
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Re: Não há tempo para heróis.

Mensagem por ana em Ter 21 Out 2014 - 21:10

meu deus eu to feliz pra [palavra censurada] hoje e é bem legal ver essa fic finalmente saindo do papel!! minha parte favorita foi o final, hehe, pequeno Pid e Luke, esses dois vão ser [palavra censurada]. eu meio que já sei tudo que acontece mas vai ser bem legal ver você escrevendo, tu escrever bem demais meu deus. espero ansiosamente a Nepeta!! e o Calisto, todo mundo que ajudei a criar, nomear e conceber. muito bem narrada e descrita, e a música da Eterna forest deu um toque ótimo, só acho que você deveria ter descrito mais a luta do Charizard com a vila, sabe? mas tudo bem, foi só um prologo. 9/10!!!

espero por mais.
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Re: Não há tempo para heróis.

Mensagem por Black~ em Ter 21 Out 2014 - 21:45

Bom, vamos lá.

Eu só me lembro de ter jogado um PMD, que nem lembro qual era, mas era da terceira geração, e não lembro muito dele, mas enfim. Curti a fic, ela ficou bem bacana e deu pra ver que ela não tem um protagonista central, na verdade tem, mas enfim.

A fic já começou com o selo Rush de qualidade. Um Mega fucking Charizard destruindo a porra toda ;-;. Coitados dos moradores. Os caras todos fudidos na vida, o demonião ainda entra e mata todos eles. Coitados, até chorei aqui, vacilo hein, Rush, anyway.

Eu achei que o Golbat seria o principal da fic, junto com o Scyther, já que o ÚNICO AMIGO VERDADEIRO DO GOLBAT™ é o Scyther e tals, mas depois da morte deles, deu pra perceber que o Lucario talvez tenha mais destaque. Isso se ele não morrer depois. Síndrome de Martin é foda ;-;

Fiquei curioso com esse negócio que o Invicto tava atrás. Qual será a função disso e porque ele teve que matar todo mundo? Será que ele não podia pegar isso aí sem matar os inocentes? Enfim, vamos aguardar pra ver que rumo isso vai tomar.

Erros eu vi alguns, mas nada de mais.

É só e boa sorte com a fic.
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Re: Não há tempo para heróis.

Mensagem por Corvin em Qua 22 Out 2014 - 15:08

Bem.

Eu curti bastante, mesmo achando que Golbat e Scyther seriam protagonistas, ou pelo menos o Golbat.
Um Mega Charizard X assassino, perfeito.
E curti bastante a incorporação do fato do Charizard X não "voar".
O prólogo tá muito bom, em resumo, é bom continuar com a fic, hein.

Espero o próximo capítulo.

Abraços do grande corvo.

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Re: Não há tempo para heróis.

Mensagem por Gehrman em Qua 22 Out 2014 - 15:29

DAQUI A POUCO VO PRO INGLES ENTAO VAI CAPS LIGADO MSM

MLK ISSO VAI SER MT BOOOOOOOOOM GOLBAT E SCYTHER MORRERAM DIRETO, PELO MENOS MORRERAM COMO AMIGOS DE VERDADE DO COMEÇO ATE O FIM

MEGA CHARIZARD X? MLK CE TA FAZNEDO BEM PQ ESSE MLK MATOU LITERALMENTE TODO MUNDO DA VILAZINHA E PERSONAGEM Q TEM CAPACIDADE E FORÇA DE VONTADE DE MATAR UMA VILAZINHA INTEIRA E PERSONAGEM DE ALTA QUALIDADE

ESSE LUCARIO E ESSE PIDGEY VAO SER MT LOCO
ADORO FRUTA DOCE

A LEITURA FOI MANERA COMO BEM ESPERADO DO GRANDE RUCHE, TU ESCREVE PRA CARAIO

EU LEMBRO Q TINHA VISTO UM ERRO DE DIGITAÇAO Q ME FEZ RIR PRA KRL ORIGINALMENTE MAS ESQUECI QUAL ERA AGORA MAS ALEM DELE NAO VI NADA DEMAIS ENTAO DE BOA

OK FORTE ABRASSSSSSSSSSSSO E AGUARDO A PROXIMA

________________

cfox: APARECI NO MULTISHOW


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Re: Não há tempo para heróis.

Mensagem por -Ice em Qua 22 Out 2014 - 17:11

Mds Rush, que título [palavra censurada] pra uma fanfic! Na moral, eu curti pra caramba.

Já começou me impressionando pelo main-post organizado e pelo fato de ser uma fic sobre PMD, que é um estilo de jogo que nunca perde sua qualidade.
Depois eu vi que o personagem principal era um Golbat e fiquei feliz pakas também, mas daí ele morreu em uma cena no melhor estilo Michael Bay e eu também achei bem [palavra censurada].

Eu vi que sua fanfic não terá um personagem principal, pois será um grupo como no filme Os Vingadores e pelo visto o Luke vai ser o Nick Fury dessa equipe, isso seria bem legal para ser explorado. No começo da história eu achei que ele era um bom samaritano, salvador da patria e talz, mas na parte que o Gemini (ou Geminos, ele foi chamado dos dois nomes) morreu você mostrou que não é bem assim,
Foi bem interessante também a história da grande árvore Majin, que com certeza vai ser bem importante pra história, e não apenas um templo pra Time Gear -q

Acho que eu disse tudo, espero que tenham mais cidades medieval-style como Midori, com casas de madeira e muralhas, pq é disso que o povo gosta.
Até mais.
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Re: Não há tempo para heróis.

Mensagem por Brijudoca em Sex 24 Out 2014 - 17:48

Eu ainda tô tentando absorver todas as informações desse prólogo, pq poota que pariu Surprised

Já entrei na fic com expectativa alta por esse título e fiquei com o pé atrás por não ser muito chegado a PMD (só joguei aquela lá do Squirtle, Charmander e Chikorita há muito tempo sos). Mas não poderia ter me surpreendido mais, os personagens são excelentes e super bem desenvolvidos.

Achei MAIS QUE DEMAIS o Invicto destruindo tudo ahaushau mas deu muita dó do Golbat e do Scyther.

Não consigo imaginar uma dupla de amigos mais improváveis que um Lucario e um Pidgey, mas estou curioso pra ver o que vai sair daí.

Quero logo o próximo capítulo 😍

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Re: Não há tempo para heróis.

Mensagem por lord sugar em Ter 28 Out 2014 - 16:17

Porra, Rush, não esperava menos de você, sério, o prólogo de primeira vista e depois de ler uma segunda vez ficou MUITO bom, serio, ficou bom demais, bem desenvolvido, bem construído, bem descrito, eu gostei bastante...

Outra coisa que eu achei bem bonita foi a história do Golbat, e vi uma pequena referenciazinha na one-shot do "O verdadeiro amigo do Golbat", isso quando se referia a amizade entre o Golbat e o Scizor, mas nada que atrapalhe a fic, pelo contrario, acabou dando um ar legal, como se as duas fics/one-shot tivessem alguma ligação...

Fora isso eu gostei do Mega Charizard X e como ele se disfarçou para atacar a cidade, huashuashushsau, os guardas lixosos deixaram ele destruir a vila, lamentável... Mas isso também mostrou que o Charizard não tá na fic para brincar não, acho que ele vai ter um papel importante na fic, assim como o Lucario...

Fora isso não vi nenhum erro, gostei do prólogo, provavelmente vou acompanhar a fic, ainda mais pelo fato de você ter dito que iam botar personagens inspirados em membro da PM, quero ver essas referências na fic e como elas vão ficar...

Por fim, te desejo boa sorte com a fic ^^. Quero ver como você irá desenvolve-la...
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Re: Não há tempo para heróis.

Mensagem por Rush em Ter 28 Out 2014 - 18:07

Muito obrigado a todos que comentaram, de coração. Eu juro pela minha mãe que eu respondi todos vocês um a um, mas a porra do Google Chrome deu crash e eu perdi TUDO. Vocês não imaginam o ódio que eu estou formatando o capítulo, colocando as trilhas sonoras tudo de novo. :/// Enfim..

Eu fiz um wall post pra cada comentário, e sinto muito, mas eu estou com muita raiva pra reescrever tudo. Eu agradeço de coração a todos os comentários, e irei dizer algumas frases de efeito em troca pela perfeição de vocês.

@Wolf: VALEU WOLF <3 EU VOU TE DAR UMA ANCORA POR ISSO

@Ana: VALEU ANA <3 SORRIA A MIRANDA MORREU

@Black: VALEU BLACK <3 BLACK, CADE O AMIGO QUE COMENTA? CADE O AMIGO QUE COMENTA?

@Crow: VALEU CROWW <3 SE VOCÊ FOSSE UMA LÁGRIMA EU NUNCA IRIA CHORAR SÓ PRA NÃO TE PERDER

@Fabão: VALEU FABÃO <3 VOCÊ CONSEGUE RUCHE, É SÓ ACREDITAR EM VOCÊ MESMO

@-Ice: VALEU ICE <3 ALGUNS DIZEM QUE PRECISAM DE COMIDA, OUTROS DE ÁGUA, MAS EU SÓ PRECISO DE VOCÊ <3

@Brijudoca: VALEU BRIJUDOCA <3 BATATINHA QUANDO NASCE, ESPALHA A RAMA PELO CHÃO, O QUE DIZER DE VOCÊ QUE MAL CONHEÇO E JÁ CONSIDERO DE MONTÃO? <3

@Rique: VALEU RIQUE <3 PRONTO... PARTIU <3



Desculpa por isso, sério. Eu amo todos vocês e espero que vocês continuem lendo. Vocês são lindos. <3

Sobre o capítulo, ele ficou bem maior do que eu esperava. Tudo isso para introduzir os novos protagonistas, mas prometo que os próximos não serão grandes como esse.

Os nomes dos personagens são baseados em lugares nacionais e internacionais, como rios, praias e até cidades. As escolhas foram de Ana, e ela que é o gênio por trás disso. Novamente, ela merece aplausos. Espero que vocês tenham uma ótima leitura. Rush ama vocês. <3






Spoiler:
2. Aoi – Denryu – A luz dos apaixonados.

É uma grande cidade litoral, baseada no comércio por meio de exportação de peixes e barcos. Ela se encontra segura, estando entre as vilas Midori e Murasaki, duas aliadas.
Possui um grande farol cujo mesmo guia barcos para a margem em segurança, pode parecer bobo, mas o mesmo farol, conhecido como "Denryu". Dentro dele existe uma estátua de um Latios e uma Latias, homenagem a uma lenda urbana que representa um amor verdadeiro.
Não possuí muitos soldados especializados em terra, mas sim em batalhas navais.

Seu líder é o grande Magnus. Um Samurott velho, mas poderoso. Foi reconhecido por servir a vila desde adolescente, já recebeu muitas medalhas por ser um grande estrategista e guerreiro. Seu maior feito foi ter conquistado a vila Murasaki liderando apenas cem subordinados. É o único que possuí 'Denki' e 'Dai', duas espadas gigantes que carrega, as mesmas são feitas de um material desconhecido, e nunca sequer se arranharam. Uma arma muito resistente.





O dia estava bem ensolarado e sem nuvens. O enorme sol brilhava no céu, aquecendo a cidade litorânea em quase quarenta graus. No entanto, essa era a temperatura média de Aoi, uma grande cidade próxima da maior praia de toda Taladen. O chão, mesmo asfaltado, era constituído de areia em sua maior parte. Por essa razão, uma das maiores atrações locais seriam o concurso de castelos de areia. Além das pequenas esculturas feitas para ganharem prêmios, casas e grandes prédios também podiam ser feitos de areia endurecida. Era bem mais seguro do que você pode imaginar.


Magnus estava no topo de seu castelo, observando a sua cidade. A sua coroa era uma enorme concha espiral com espinhos como detalhes, e em sua mão direita, uma enorme espada feita do mesmo material descansava em seu ombro.


- Bloom está morto. Gi está morto. Further está morto. – O Samurott dizia em um tom não tão sério enquanto observava as ondas batendo na beira da praia. – Humph, eu tenho certeza de que EU daria conta de fazer esse trabalho em muito menos tempo!


No cômodo onde Magnus se encontrava, um grande Feraligatr de aparência bruta e inúmeras cicatrizes, apenas bebia diversas garrafas de rum. Em sua mão esquerda, uma enorme ancora com alguns detalhes enferrujados estava encostada em seu corpo musculoso.


- Claro, claro. – Ele dizia, sua voz grossa e alterada mostrava claramente caçoando seu líder.

- Menos, Itamaracá, menos. – Magnus se virava, com um olhar irritado. – A propósito, pra quê você sempre anda com essa ancora?


O Feraligatr apenas respondia com um arroto grotesco que durava meio minuto. Após limpar sua boca com a saliva que acabava sendo lançado pelo seu bafo, uma pequena pausa de silêncio – não tão absoluto, já que era possível escutar o som do mar e dos Wingulls.


- Não me diga que é por causa de um navio que você afundou. – O Samurott quebrava o silêncio, já que o olhar de peixe morto do crocodilo o irritava. – Quero saber o motivo.

- Eu não sei. – Ele respondia quase que imediatamente. – Só carrego pra tentar lembrar.


O Samurott colocava uma de suas mãos em seu rosto, balançando a cabeça negativamente.




Volume I - Travessuras Temporais

Capítulo I - Do começo é que vem as aventuras.




Estava cansado, e aquele sol forte não ajudava a melhorar a situação. O cachecol azul em seu pescoço o incomodava profundamente, a ponto de ele retirá-lo e amarrar em seu braço. De passo mais largo que o outro, exausto, o Lucario podia perceber que o pequenino Pidgey que descansava em sua mochila abria os seus grandes olhos azuis, acompanhado de um bocejo.


- Aiaiaiai! – Ele se incomodava com a intensa dor em suas asas. – Tá doendo! Tá doendo!


Luke se assustava e rapidamente parava de andar, retirando de outra pequena mochila que carregava um saco de frutas Oran. Ao repartir a fruta no meio, ele rapidamente oferecia para o pequeno pássaro.


- Coma isso. Vai aliviar bastante a dor. – Dizia, num tom calmo, mostrando que sabia do que estava falando.

- Não! – O Pidgey virava o rosto, insatisfeito. – Eu só gosto de frutinha doce.


O Lucario revirava seus olhos azuis.


- Mas se você comer essa fruta Oran as dores irão diminuir bastante.

- M-Mas eu quero frutinha doce! – O Pidgey respondia com lágrimas em seus olhos azulados.

- Okay, okay! – Luke respirava o fundo ao fechar seus olhos, tentando manter a calma. – Se você comer essa fruta Oran inteira eu prometo que te dou várias frutinhas doces, ok? Mas você tem que se alimentar direito.


Pidgey olhava com desconfiança em seus olhos, virando o rosto lentamente. Demonstrava interesse na proposta.


- Você promete?

- Prometo.


A ave fechava seus olhos com força, como se estivesse pronto pra fazer algo arriscado. Rapidamente dava várias bicadas na fruta azulada, terminando de comer em menos de cinco minutos. Após terminar, ele mostrava a língua, enojado.


- Bleeh... Nojento. – Comentava um pouco emburrado. – Agora a frutinha doce, tio! – Seu humor mudava quase que imediatamente.

- Tio? – O Lucario estranhava, com um sorriso no rosto. – Okay, okay. Qual é seu nome, pequeno?

- Pid! E o seu, tio?

- Luke.



O Lucario retirava agora frutas ainda menores, tais que o jovem Pid tanto pedia. A casca dessas era bem mole e rosada. Enquanto comia como se não houvesse amanhã, o passarinho esquecia totalmente da dor que sumia aos poucos.



~>x<~


A brisa marítima bagunçava a sua lã branca. Seus olhos castanhos eram tão escuros que pareciam ser negros. O Flaffy estava de pé na frente de um grande mural cheio de papéis presos com um grampo. Aproveitava que o lugar estava vazio, já que todas as outras Equipes de Resgate estavam investigando o massacre de Midori. O rosado escolhia a dedo algum dos panfletos de Pokémons que pediam por ajuda. Ao contrário dos demais, essas ajudas não se tratavam de pedidos de resgate deles, de algum familiar ou de algum item roubado, e sim favores. Favores domésticos.


- Scott!!! – Uma voz o chamava a atenção. Ao olhar para trás, não surpreso, o Flaffy observava um Pikachu de pelos bagunçados. Em uma das suas mãos ele carregava um saquinho de couro recheado de moedas de bronze.  – Eu consegui! Trinta moedas de bronze! Missão cumprida! Pode crer!


O Flaffy não parecia muito surpreso, mas esboçava um sorrisinho confiante no canto do rosto.


- Muito bem, Zachary. – Respondia, pegando a bolsa de moedas.

- Outra coisa! – O Pikachu interrompia os pensamentos de seu líder. – Enquanto eu ajudava o velho Roque, ele acabou falando que se capturarmos um bandido chamado Corisco, podemos ganhar até cinquenta moedas de prata! Isso não é incrível?!


Então Zachary retirava um papel amarelado de sua mochila, que exibia o rosto de um ser aparentemente feroz de pelos escuros, com um enorme olho dourado. Parecia um ser atormentador.


- Zack! – Scott chamava a sua atenção, facilmente assustando o roedor. – Você se juntou a uma Equipe de Resgate pelo dinheiro?! Fama?! – Bravo, ele amassava o papel amarelado e jogava no chão. – Já disse que não pegamos criminosos como esse tal de “Corisco”.

- M-Mas Scott! Estamos cansados de fazer trabalhos domésticos como limpar cocô de Ponyta!

- Então encontre outra Equipe de Resgate. – O Flaffy respondia sério. – Se quiser eu te dispenso.

- Tsc...! – Zachary olhava sério, demonstrando um pouco de irritação pela teimosia de seu líder, mas quem era ele para questioná-lo, não é verdade? Respirava fundo e abaixava a cabeça. – Sim, senhor. – Dizia, sem animo algum.

- Ótimo. – Continuava. – Agora entregue essas missões para Calisto e Metis. – Eram suas palavras finais antes de se virar com o saco de moedas de bronze. – E outra coisa. Bom trabalho.



O Pikachu ainda estava com o mesmo olhar bravo e injustiçado, mesmo com o elogio que recebia. Segurando os papéis com ambas as mãos, Zachary esperava Scott sair de seu campo de visão para se abaixar e pegar o outro papel de recompensas que seu líder havia amassado anteriormente.



- Vou entregar essa missão pra Calisto e Metis sim. – Dizia com um sorriso malicioso em seu rosto.




~>x<~



- Como assim apenas quinze moedas de bronze?! – A felina branca se questionava com o tom de voz bem alterado.


Metis e Calisto são ambos Meowstic. Irmãos gêmeos e órfãos, os dois se cuidam desde que se conhecem. Mesmo com personalidades totalmente opostas, ambos são praticamente inseparáveis e tem uma grande dificuldade em fazer novas amizades. Ainda jovens, entraram na Equipe de Resgate de Scott após este ter os acolhido em sua base.

Metis mostrava toda sua raiva em seus olhos vermelhos enquanto gritava com um Pachirisu enquanto este estava sentado em uma grande poltrona que era exageradamente alta e pomposa. Um dos olhos do roedor era protegido por um tapa olho de couro com uma costura contornando a sua silhueta para esconder uma enorme cicatriz.  Ele não parecia muito feliz com a situação.


- Ei, ei, ei. Você acha que é uma boa ideia brigar com Cornélio? Ele é tipo um mafioso! – Calisto sussurrava baixinho enquanto segurava os braços de sua irmã. Seus olhos azulado-esverdeados estavam esbanjando preocupação e medo.

- Cale a boca, Calisto. – Ela dizia no mesmo tom de antes. – Você é um covarde e eu não estou nem ai pra esse porra caolho de merda! Trato é trato e ele está pagando menos que o trato inicial!


O Pachirisu ria baixinho. Não de uma forma simpática ou fofa, aquilo era bem macabro para um Pokémon de tal espécie. Ele então se levantava e ficava de pé em sua poltrona.


- Eu realmente não pago para que meus subordinados falem isso de minha pessoa. – Respondia com um sotaque forçado à chique.

- [palavra censurada]-se. Quero as cinquenta moedas de bronze do acordo.



Metis não tinha medo algum. Ela queria apenas as trinta e cinco moedas de bronze a mais para que pudesse voltar para a base e dormir tranquila o resto da tarde. O Pachirisu no entanto, discordava dela e mostrava o papel de ajuda que ele havia colocado nos murais.


- Veja, bem. Eu disse que eu daria cinquenta moedas de bronze pra quem desse banho, limpasse a casinha E deixasse Fafa feliz. – Agora ele apontava a sua mãozinha para um enorme Flareon no canto do cômodo. O avermelhado estava com uma expressão triste no rosto marcado por rugas e olheiras. – E como a felicidade de Fafa é muito importante para mim, é com grande peso no coração que eu afirmo que vocês fracassaram. – Forçava um biquinho triste. – Agora fiquem feliz com as quinze moedas não-merecidas de vocês e saiam antes que eu mude de ideia.

- Seu bosta! Eu quero meu dinheiro! – Metis se irritava, avançando um passo. Ao fazer isso, a Flareon se levantava rosnando, além de um Bibarel se aproximar da dupla de irmãos.

- Está tudo bem? – O Bibarel perguntava com seus braços cruzados e fazendo uma cara de mal.

- Está sim Califórnia. – O Pachirisu continuava com seu sorrisinho malicioso. – A dama e o cavalheiro já estão de saída, não é verdade?

- Seu filho da – Metis era interrompida ao ser puxada pelo braço. Calisto sorria sem graça apenas fazendo algumas reverências para se desculpar, e tapando a boca de sua irmã, ele a puxava até para fora do cômodo.


Apressando o passo, o pequeno gatinho azul finalmente respirava fundo após sair do local, que do lado de fora parecia ser os fundos de uma peixaria. Calisto estava ofegante e aliviado que havia finalmente saído do local. Metis, no entanto, ainda estava brava.

- Porra, Calisto!

- Pera! – Ele a interrompia novamente, fazendo um sinal para ela esperar, já que ele tentava recuperar o folego. Após alguns momentos de respiração intensa, Calisto limpava a garganta e continuava. – Sei que você está brava, mas antes de tudo, aqui está o dinheiro.


Então ele retirava um saquinho recheado de moedas de trás de sua orelha. Quando Metis rapidamente abria para conferir a quantidade, haviam exatas trinta e cinco moedas de bronze, que compensavam as outras quinze.


- Boa, Calisto! Nunca pensei que iria me orgulhar de você! – Metis o provocava empurrando a cabeça do irmão para baixo, enquanto ele tentava se livrar dela.


Antes que pudesse se livrar da brincadeira de sua irmã, Zachary aparecia no cenário. Metis ajeitava a sua postura e ficava séria, como de costume. Calisto ajeitava o seu cabelo que estava bem bagunçado.


- E aí, Zack. – O gato azul o cumprimentava.

- Ei! – O Pikachu apenas dizia, sem sequer responder o cumprimento do colega. – Temos uma nova missão! É meio urgente, então temos que cumpri-la agora.

-... Agora? – Metis perguntava sem nenhuma animação. – Sem chances. Eu preciso voltar para a base e dormir um pouco. Hoje foi bem estressante.


Calisto fazia um sinal com a cabeça, concordando com a irmã. Geralmente eram feitas uma ou duas missões por dia, e no caso dos dois, essa era a quarta. Estavam precisando de dinheiro desde o aumento da inflação em Aoi, mas precisavam se acostumar com aquilo.


- Mas a recompensa é de cinquenta moedas de prata!


Essas palavras foram necessárias para fazer ambos os irmãos pararem.


- Claro que iremos precisar da ajuda de Rei para concluirmos a missão, mas... É uma missão digna de uma equipe de resgate.

- Zachary, se você estiver zoando com a minha face eu juro que eu destruo todos os ossos da sua cara.



O Pikachu apenas sorria como resposta.



~>x<~





O Charmander carregava cinco pesados sacos de arroz em suas costas. Mesmo parecendo algo absurdo para alguém de seu tamanho – e sendo, mostrando a dificuldades que ele tinha. Mas isso não o desanimava e ele tentava terminar logo o serviço. A cena chamava a atenção de vários cidadãos de Aoi. Alguns cochichavam o nome do Charmander entre si, coisas negativas e positivas, o que não incomodava o Pokémon. Ele só queria ajudar.

Após aproximadamente vinte e minutos de corrida com aqueles sacos de arroz em suas costas, ele os colocava na frente de uma pequena casinha de madeira na zona norte da cidade, a única parte verde.



- Esses aqui estão bons, dona Nena? – O Charmander perguntava enquanto tentava recuperar o folego. Diversos pingos de suor escorriam pelo seu rosto. – Se quiser posso buscar outro!



Dona Nena era uma velha pequena Shroomish que presenciou o crescimento de Aoi desde a sua infância. Atualmente ela é dona e responsável de um pequeno orfanato que acolhia cerca de trinta e duas crianças órfãs da cidade.

Rei, o Charmander que a ajudava, assim como Calisto e Metis, cresceu naquele ambiente. Grato pelos bons tratos de Dona Nena e toda a sua equipe do orfanato, Rei prometeu sempre ajuda-los em quaisquer circunstancias.


- Está ótimo, querido! – A Shroomish respondia sorrindo. – Oh, Rei. Fico tão orgulhosa em ver que você está numa Equipe de Resgate! Você se tornou um Charmander tão lindo e responsável!


Rei ficava corado, coçando a sua nuca sem graça. Ele estava muito feliz em escutar aquilo, já que seu maior sonho era entrar numa equipe de resgate. Um sorriso de orelha a orelha era aberto em seu rosto, mostrando a tamanha felicidade do jovem.

A Shroomish retirava um pequeno saquinho minúsculo. Ela então entregava para o Charmander.


- Tome, querido. Isso é mais que o suficiente para agradecer toda a sua ajuda.

- Não precisa! Sério! – Rei dizia com os olhos fechados, sem graça. Por insistência de Dona Nena, ele acaba abrindo o saquinho, vendo que consistia de apenas uma moeda, mas esta era de prata. – Uma moeda de prata?! Tem certeza?!

- Claro que sim, querido! Você tem nos ajudado muito. Eu e o orfanato queremos ajudar você e sua equipe para que você possa ajudar mais pessoas, melhorando toda essa cidade. Eu acredito em você, Rei.



O Charmander abria um sorriso sincero. Ele realmente estava muito feliz em poder ajudar a Dona Nena e todos os outros do orfanato. Finalmente sentia estar sendo útil. Logo ele podia perceber que Zachary, Calisto e Metis andavam em sua direção.


- Oh! Vocês por aqui? – Seu sorriso ainda continuava no rosto. – Que surpresa agradável!


Os três cumprimentavam o amigo e a Shroomish. Logo o Pikachu, que estava na frente dos dois Meowstic. Ele erguia a mão para o amigo, como se oferecesse ajuda para ele se levantar.


- Então Rei, o que você acha de uma nova aventura?


O Charmander entendia logo de cara que aquilo se tratava de uma missão. Ele segurava na mão do amigo e se levantava, olhando para a velha Shroomish orgulhosa dele. Rei então olhava feliz para os amigos.



- Eu acho que há tempo para heróis.



~>x<~

N ã o    H á    T e m p o    p a r a    H e r ó i s




Aparência dos personagens:











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Última edição por Rush em Qua 29 Out 2014 - 17:25, editado 1 vez(es)
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Re: Não há tempo para heróis.

Mensagem por Sr. Lobo em Ter 28 Out 2014 - 23:44

Rush, é melhor tu fazer capítulos piores mano
Se não eu vou ter que ficar comentando a mesma coisa toda hora: "Ficou MUITO [palavra censurada] ESSA PORRA"

É, isso aí.
Sério, ficou MUITO bom, eu gostei bastante. Posso dizer que é a minha fic favorita já que eu quase não li nenhuma fic na minha vida mas anyway
Wolf escreveu:Espero que continue! Se tu não continuar eu vou te meter a p
Pronto partiu fazer outro cap
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Re: Não há tempo para heróis.

Mensagem por Black~ em Qua 29 Out 2014 - 18:07

Bom, vamos lá.

Esse capítulo ficou legalzinho, teve a apresentação de vários personagens novos e o seguimento da emocionante jornada de Lucario e seu Pidgey. Além dos patrulheiros salvadores da pátria amada idolatrada. Bom, ficou mais nítido nesse capítulo que a fic não tem um protagonista principal.

Bom, pelo visto esse Pikachu é bem rebeldezinho vida loka hein. Afinal, o Flaaffy falou que não era pra ele ir capturar o Corisco e ele foi lá e juntou sua turma da pesada para irem atrás do bandido, bom, vamos aguardar pra ver as altas aventuras que essa turma vai aprontar né.

Curti os gêmeos e pá. A mulher esquentadinha e o homem ponderado, que parece trouxa e subalterno, mas que no final passou a perna em todo mundo e enganou até mesmo a sua irmã. Vamos ver como eles vão se sair com a companhia do Pikachu e do CharChar.

O que acho interessante na fic (em PMD no geral) é que a velha é um Shroomish, no anime/whatever temos a impressão de que o pokémon só fica velho depois que evolui, como se a pré-evolução fosse uma fase infantil/adolescente. E é interessante que o Charmander já seja adulto, afinal eles nem lutam, então deve ser difícil evoluir -qq.

Que Pidgey aviadado, frescurinha com esse "eu só gosto de frutinha doce", mas achei engraçado um bicho desse tamanho perceber que o Lucario ia passar a perna e "passou a perna" nele, mas vamos ver as aventuras desses dois e se eles vão se encontrar com os outros personagens e vão matar o Invicto (#euacredito).

Erros eu vi só algumas palavras sem acento, mas nada de mais.

É só e boa sorte com a fic.
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Re: Não há tempo para heróis.

Mensagem por Snow Walker em Qua 29 Out 2014 - 18:50

Rush! Há quanto tempo, cara. <3

Cara, tá tudo tão lindo que não consigo expressar em palavras. A trilha sonora ta linda, a escrita ta linda, os personagens, o modo que você organizou tudo. Droga, cara. Ta tudo tão lindo.

E sempre me interessei por PMD, porém foram poucas as ocasiões em que eu joguei e tudo mais. De qualquer modo, gostei mesmo dos Pokémons que escolheu para serem os protagonistas e estou realmente ansioso para ver como ira desenvolver tudo isso.

Tio Snow ta com pouco tempo pra comentar agora, mas na proxima venho fazer um comentario decente, só vim avisar que to lendo e que ta tudo tão lindo³. Te amo <3
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Re: Não há tempo para heróis.

Mensagem por Corvin em Qua 29 Out 2014 - 20:09

Como sempre, eu continuo curtindo.
Tá simplesmente perfeita, a linguagem que tu escreves, os SINÔNIMOS - pra evitar repetição - e tudo mais, perfeito.
Parabéns, e se parar eu vou te dar muita porrada.
<3

________________

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Re: Não há tempo para heróis.

Mensagem por Brijudoca em Qui 30 Out 2014 - 16:26

Que delícia de primeiro capítulo Rush, mal começou a fic e já é umas das minhas favoritas.

Achei que o Luke ia cansar logo do Pidgey e jogar ele na estrada kk mas tá legal de ver ele desenvolvendo esse laço meio paternal com o pequenino.

Agora o que falar sobre essa equipe de resgate já está no morando no meu s2? Adorei o jeito punk do Zack <3, a Meowstic boca suja e seu gêmeo ligeiro <3 e ESSE CHARMANDER MEL DELS <3333 Rei já é meu personagem favorito, esse jeito dele de protagonista de anime, sempre disposto a ajudar sem pensar nele mesmo *_____* "Eu acho que há tempo para heróis" pfvr não mata ele 🙌🙌🙌🙌

Sobre a trilha sonora e escrita: fooda cara, apenas muito mas muito foooooooda.

E nem me venha com essa de que o capítulo ficou grande, quero desse tamanho SEMPRE. Inté =D
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Re: Não há tempo para heróis.

Mensagem por Rush em Qui 6 Nov 2014 - 23:11

Wolf escreveu:Rush, é melhor tu fazer capítulos piores mano
Se não eu vou ter que ficar comentando a mesma coisa toda hora: "Ficou MUITO [palavra censurada] ESSA PORRA"

É, isso aí.
Sério, ficou MUITO bom, eu gostei bastante. Posso dizer que é a minha fic favorita já que eu quase não li nenhuma fic na minha vida mas anyway
Wolf escreveu:Espero que continue! Se tu não continuar eu vou te meter a p
Pronto partiu fazer outro cap

Valeu! Recomendo que você leia as outras fan fics da área, porque existem fics muito boas por aqui. Valeu, de verdade. <3

@Black~ escreveu:Bom, vamos lá.

Esse capítulo ficou legalzinho, teve a apresentação de vários personagens novos e o seguimento da emocionante jornada de Lucario e seu Pidgey. Além dos patrulheiros salvadores da pátria amada idolatrada. Bom, ficou mais nítido nesse capítulo que a fic não tem um protagonista principal.

Bom, pelo visto esse Pikachu é bem rebeldezinho vida loka hein. Afinal, o Flaaffy falou que não era pra ele ir capturar o Corisco e ele foi lá e juntou sua turma da pesada para irem atrás do bandido, bom, vamos aguardar pra ver as altas aventuras que essa turma vai aprontar né.

Curti os gêmeos e pá. A mulher esquentadinha e o homem ponderado, que parece trouxa e subalterno, mas que no final passou a perna em todo mundo e enganou até mesmo a sua irmã. Vamos ver como eles vão se sair com a companhia do Pikachu e do CharChar.

O que acho interessante na fic (em PMD no geral) é que a velha é um Shroomish, no anime/whatever temos a impressão de que o pokémon só fica velho depois que evolui, como se a pré-evolução fosse uma fase infantil/adolescente. E é interessante que o Charmander já seja adulto, afinal eles nem lutam, então deve ser difícil evoluir -qq.

Que Pidgey aviadado, frescurinha com esse "eu só gosto de frutinha doce", mas achei engraçado um bicho desse tamanho perceber que o Lucario ia passar a perna e "passou a perna" nele, mas vamos ver as aventuras desses dois e se eles vão se encontrar com os outros personagens e vão matar o Invicto (#euacredito).

Erros eu vi só algumas palavras sem acento, mas nada de mais.

É só e boa sorte com a fic.


Valeu, Black! porra, Pid é uma criança. u.u UAEHUAHEUAE'

Sobre esse detalhe, os Pokémons da fic serão muito cartunizados, então será comum ver Pokémons em seu primeiro estágio sendo velhos e Pokémons em seu último estágio sendo jovens. No caso, o Rei é um pré-adolescente, mas a Shroomish é velha sim.

Espero que você continue lendo e curtindo. Valeu Black! <3



@Snow Walker escreveu:Rush!  Há quanto tempo, cara. <3

Cara, tá tudo tão lindo que não consigo expressar em palavras. A trilha sonora ta linda, a escrita ta linda, os personagens, o modo que você organizou tudo. Droga, cara. Ta tudo tão  lindo.

E sempre me interessei por PMD, porém foram poucas as ocasiões em que eu joguei e tudo mais. De qualquer modo, gostei mesmo dos Pokémons que escolheu para serem os protagonistas e estou realmente ansioso para ver como ira desenvolver tudo isso.

Tio Snow ta com pouco tempo pra comentar agora, mas na proxima venho fazer um comentario decente, só vim avisar que to lendo e que ta tudo tão lindo³. Te amo <3

Valeu Snow! <3

Muito obrigado, fico muito feliz em ler isso. Sério mesmo. Dá bastante trabalho colocar a trilha sonora, e fico muito feliz que estejam gostando! *-*

Muito obrigado Snow, fico muito feliz em te ver por aqui. Também te amo. <3


Crow escreveu:Como sempre, eu continuo curtindo.
Tá simplesmente perfeita, a linguagem que tu escreves, os SINÔNIMOS - pra evitar repetição - e tudo mais, perfeito.
Parabéns, e se parar eu vou te dar muita porrada.
<3

Crow! *-*

Muito obrigado por aparecer por aqui de novo. Fico feliz que você esteja gostando.

Valeu, continue lendo! <3



@Brijudoca escreveu:Que delícia de primeiro capítulo Rush, mal começou a fic e já é umas das minhas favoritas.

Achei que o Luke ia cansar logo do Pidgey e jogar ele na estrada kk mas tá legal de ver ele desenvolvendo esse laço meio paternal com o pequenino.

Agora o que falar sobre essa equipe de resgate já está no morando no meu s2? Adorei o jeito punk do Zack <3, a Meowstic boca suja e seu gêmeo ligeiro <3 e ESSE CHARMANDER MEL DELS <3333 Rei já é meu personagem favorito, esse jeito dele de protagonista de anime, sempre disposto a ajudar sem pensar nele mesmo *_____* "Eu acho que há tempo para heróis" pfvr não mata ele 🙌🙌🙌🙌

Sobre a trilha sonora e escrita: fooda cara, apenas muito mas muito foooooooda.

E nem me venha com essa de que o capítulo ficou grande, quero desse tamanho SEMPRE. Inté =D


Brijudoca! *u*

Nossa fiquei muito feliz com teu comentário. Como disse pro Black, o Pid é uma criancinha ainda. Como Luke o achou no meio do nada, é meio que a obrigação dele cuidar do passarinho. UAEHUAE' Fico bastante feliz que tenha gostado da trilha sonora e dos personagens. Eles serão bem explorados nesse cap, e vai dar pra ter uma noção na personalidade deles. Além disso, alguns personagens serão introduzidos também.

Muito obrigado cara. Tentei manter o tamanho do capítulo ao seu pedido! *-* Continue lendo! <3




~>x<~


Segundo capítulo. Será focado mais em um grupo de personagens mesmo. Espero que vocês gostem! Apenas uma nota!

100 moedas de bronze = 1 moeda de prata.
100 moedas de prata = 1 moeda de outro.

Moedas de bronze = Bleh.
Moedas de prata = aw yeah
Moedas de ouro = WOW


~>x<~





O sol brilhava em seu auge. O grande número de nuvens indicava que havia grandes possibilidades de chuva nos próximos dias. O vento forte que soprava as várias folhas do galho das arvores parecia reforçar o detalhe.

Os quatro pequenos andavam para fora da cidade, segurando fortes seus pertences para que estes não pudessem ser levados pelo vendaval.



- Você realmente acha que é uma boa ideia não avisar Scott que estamos saindo? Afinal, ele é o nosso líder. – Rei questionava, arrumando sua pequena mochila de couro em seu ombro, para que pudesse ficar confortável durante a viagem.

- É verdade. – Calisto reforçava. – Só falta termos que limpar a base de novo por causa disso. – Agora ficava cabisbaixo.

- Ei, ei! – O Pikachu parava de caminhar, entrando na frente deles. – Scott não precisa saber disso. Estamos falando sobre cinquenta moedas de prata! – Zachary agora mostrava o papel de recompensas com a imagem do olho feroz de Corisco. – E imaginem em como nossa popularidade irá aumentar após isso?!



Metis não dizia nada. Apenas olhava séria para os três e bufava, revirando seus olhos.



- Vamos logo. – Finalmente se pronunciava, tomando iniciativa e caminhando para fora da cidade. – Quero acabar logo com isso e prender esse porrisco. – Suspirava. – E provavelmente vocês irão só me atrapalhar mesmo, então me façam o favor e não me atrasem.



Zachary, Rei e Calisto olhavam assustados, sem algum argumento para se defender. Realmente, entre os três, Metis era a mais forte. Seus poderes eram tão grandes que chegavam a se igualar com os do líder da Equipe “Desbravadores do Tempo”, Scott.

A saída de Aoi era uma visão bela. O chão de areia sumia aos poucos, e era possível sentir a grama aumentando bastante a sua quantidade. Dois enormes relevos montanhosos pareciam fornecer o papel de “muralha natural” para a cidade. Mas ao contrário de Midori, não havia portões. Em cima desses relevos rochosos, havia alguns guardas – miudinhos na visão de quem andava no nível térreo, já que eles estavam em alturas elevadas.

A viagem estava sendo tranquila. Após algumas horas de caminhada, os Desbravadores do Tempo acabavam esbarrando com uma figura estranha e cansada, coberta por uma capa e alguns óculos de proteção.



- Ei. – Rei perguntava, fazendo sinal para os amigos pararem. Ele sozinho então avançava. O Pokémon que avistavam estava encostado numa pedra, quase sem energia. – Você está bem, amigo?

- Tsc. – Respondia quase que imediatamente, se virando. A figura era o Lucario de Midori, Luke, que parecia bem desidratado com a viagem. Em sua mochila, era possível ver o pequeno Pid dormindo. Este não parecia sofrer como o seu salvador. – Vocês por acaso... Teriam um pouco de água?


Calisto, Metis e Zachary se entreolhavam. Como seres vivos, eles achavam melhor não ajudar a criatura, já que podia se tratar de uma armadilha. Mas eles não eram seres vivos comuns, eles eram uma Equipe de Resgate. Eles deveriam correr tal risco.


- Aqui está. – Rei dizia retirando uma garrafa de água para o Lucario, acompanhado de uma fruta azulada e redonda. – Fique a vontade.

- O-Obrigado! – Luke se assustava com a tamanha bondade dos estranhos. Ele devorava a fruta Oran, e bebia desesperado a garrafa de água, até que esta ficasse na metade. – Muito obrigado, estranhos. De coração. – Ele respondia recuperando as forças. Esboçava um sorriso sincero. – Posso perguntar para onde vocês estão indo?


Rei olhava para seus amigos, preocupado. O Charmander então retribuía o sorriso, vendo que o Lucario não parecia ser uma ameaça.


- Para Midori. Temos que resolver uns assuntos, e... Bem. É pra lá que estamos indo.


O humor do Lucario mudava quase que imediatamente. Agora ele estava sério e assustado, a ponto de segurar bruscamente o braço do Charmander. O Pikachu e os irmãos Meowstic ficavam em posição de combate, prontos para lutar se necessário.


- Não faça isso. – O Lucario dizia. – Não vá para lá. Foi um massacre. Invicto, o Marechal destruiu tudo e a todos. Vocês não tem a mínima chance.

- Senhor, com todo o respeito... Nós não ligamos para o caralho da sua opinião. – Metis intervia, soltando Rei das mãos de Luke. – Agora se nos da licença, temos um trabalho pra fazer ao invés de mendigar para Equipes de Resgate alheias.


Rei arregalava os olhos e ficava sem graça, e era logo puxado pela amiga. Luke parecia esboçar a mesma reação em seu rosto. Não dizia nada, apenas olhava assustado.






Volume I - Travessuras Temporais




Capítulo II - "E eu não posso esperar para pegar a estrada novamente."




A banda que tocava música animada, preenchida por sons de sopro e uma bateria animada que os conduzia com uma batida em tercina parecia alegrar todos do pequeno bar, que cheirava algas e madeira mofada.

Seus diálogos alterados e exaltados contribuíam com o ambiente. As vozes embriagadas onde muitas vezes acabavam sendo exacerbados causavam frequentemente alguma discussão entre as criaturas grotescas, de aparência rude e desordeira que se divertiam como se fosse o ultimo dia em suas vidas.

Entre seres tão burlescos e toscos, havia a imagem de Calisto, um pequeno gatinho azul com pelos bem tratados e perfumados, que era sem duvidas uma espécie de atração do dia.


- Vai querer o que, donzela? Chew. – O Octilery que servia de barman questionava, enquanto limpava diversos copos de vidro com seus oito tentáculos.

- E-Eu vou querer um pouco de leite, por favor. – Calisto respondia nervoso, incomodado com os diversos olhares que pareciam o despir como um cão olhando para um pedaço de carne. – E eu sou um rapaz, obrigado.

- Leite? HAHAHA! Chew. – O Octilery ria, junto com diversos outros seres de aparência rude e vagabundas. – Você vem para a perigosa Toca do Guaxinim, e ainda é ousado o suficiente a ponto de nos ofender pedindo leite?! Chew.

- Você fala de uma forma bem bonita para um brutamonte, Fala Mansa. -  Um Sneasel aparecia do nada, sentando ao lado de Calisto. O Sneasel tinha uma aparência feroz, além de trajar uma roupa encapuzada com dois furos, onde sua orelha e a enorme pena vermelha estivessem amostra. Mastigava também um palito de dente, lhe dando uma aparência mais rustica, mas o que mais chamava a atenção do estranho, era essa cicatriz vermelha que cortava a sua bochecha. – Agora seja útil e pegue dois copos de leite. Mas bote na conta desse gatinho cheiroso. – Terminava, com um sorriso pervertido no rosto.



Mesmo sendo do mesmo tamanho de Calisto, o Octilery parecia ter um enorme respeito pela criatura, já que não questionava a sua ordem. Rapidamente parava de rir e os servia, pegando uma garrafa de vidro com o liquido esbranquiçado em seu interior. Cuspia em dois copos presos às ventosas de dois tentáculos, e usas outros dois para limpar sua interface. Logo em seguida, os servia.


- O-Obrigado. – Calisto olhava cabisbaixo, um tanto enojado com a falta de higiene do local, e se surpreendia ao ver o Sneasel bebendo seu copo com apenas um gole.

- Você é um carinha bem bonito ein? – Dizia, limpando o bigode de leite em sua boca.

- N-Não me leve a mal, m-mas eu gosto de garotas. – Calisto respondia nervoso. Ao dizer isso, todos paravam de conversas e o olhavam sério, como se presenciassem alguma atrocidade ou criatura prestes a ser executada.

- Eu tenho cara de homem? – Então tirava o seu casaco encapuzado, onde prontamente um Granbull que rosnava para Calisto o segurava e o guardava em um encosto. Agora era possível ver os traços femininos da Sneasel, como a curva de seus corpos e seus cílios negros banhados com o delineador da moçoila. Ela colocava um curativo no corte de sua bochecha, já que parecia intimidar o rapaz. – Juro que se você não fosse tão bonitinho eu estaria te dando a maior surra da sua vida. – Forçava um sorriso malicioso. – Meu nome é Maggie.



Calisto continuava cabisbaixo, frequentemente olhando para o seu copo cheio de leite. Também olhava eventualmente para o seu colar que agora era visível – um cordão de couro com uma espécie de uma enorme garra curva e afiada como pingente.


- Ei, não é nada educado ignorar uma dama. Chew.  – O Octilery comentava, bravo.

- D-Desculpe... Meu nome é C-Calisto. – Fazia um sinal com a cabeça e esboçava um sorriso tímido.

- Calisto?! HÁ! Que nome de mulherzinha. – A Sneasel provocava o rapaz, fazendo que todos do bar começassem a rir dele. Mas ao contrario de suas expectativas, o Meowstic parecia ficar bem triste e decepcionado quando isso acontecia, ao invés de tentar se defender ou arranjar brigas. – Pf, é brincadeira. – Ela respondia logo em seguida, dando um leve soco no ombro do azul. – O que uma figura da cidade grande como você está fazendo num fim de mundo como este?

- Na verdade... – Calisto abaixava o tom de sua voz, fazendo com que Maggie se aproximasse atenta. – Eu estou procurando o Corisco.



Mesmo dizendo em tom baixo, todos olhavam sérios e espantados para eles. A banda inclusive parava de tocar. Maggie surpreendia a todos olhando sem graça ao seu redor, então ela limpava a sua garganta, retribuindo a mesma reação de seus camaradas para o forasteiro.



- O que você quer de Corisco? – Perguntava, lixando as suas garras, como se estivesse dizendo para ele pensar bem em suas palavras.

- Quero pedir um favor, ué. Porque mais iria o procurar? – Calisto se fazia de inocente. Mesmo não tendo coragem e ousadia como seus amigos, ele não podia negar ser um ótimo mentiroso.

- Bem... Hoje é o seu dia de sorte, gatchenho. – Dizia com uma piscadela. – Por um bom preço eu posso te levar até ele.



~>x<~




Calisto voltava acompanhado da Sneasel, que trajava a sua jaqueta sem usar o capuz. Após alguns minutos de caminhada longe do bar “Toca do Guaxinim”, os dois se encontravam com o resto da Equipe.

- Quem é essa? – Metis perguntava sempre séria.

- Não me chame de “essa”. – Maggie respondia no mesmo tom. – É Maggie.

- Seu nome é desnecessário. Só preciso saber quem é você e porque você está aqui.


Com tal resposta, a Sneasel exibia seriedade em seus olhos vermelho-rosados. Rosnava baixinho, apenas observando a felina com repulsa. Se segurava para não ir para cima da desconhecida. Vendo tal reação, Calisto segurava na mão de Maggie, um pouco desesperado para o plano não ir por água abaixo.


- P-Perdoe minha irmã, Maggie! – O azul se pronunciava, O toque de mãos parecia deixar a moçoila corada e sem jeito. – Deixe-me apresenta-los... Minha irmã é Metis No seu lado é Zachary, já o outro é Rei.

- Prazer. – O Charmander sorria.

- Yup. – O Pikachu fazia um sinal com a cabeça acompanhado de um sorriso maroto. Ele parecia se segurar para não zoar Calisto ou coisa do gênero pela sua companhia feminina. – Então... Você pode nos levar até... Corisco?



Maggie chacoalhava o rosto, eliminando qualquer resíduo de vermelhidão em seu rosto. Ela então esboçava aquele seu sorriso de garota moleque em seu rosto, esbanjando confiança em seus olhos contornados por um delineador. Enquanto falava, era possível ver um de seus caninos.


- Se eu posso? Lógico que eu posso. – Brincava com o pingente de seu colar. – Tudo depende do preço.

- Preço? – Zachary olhava desconfiado e com um pouco de raiva para Calisto. – Vai querer cobrar para nos levar até Corisco?

- Lógico. – Respondia quase que imediatamente, fechando seus olhos e dando destaque para seus cílios cumpridos. – Nós, aqui nesse final de mundo, também precisamos comer, sabe? Hehe.


Os Desbravadores do Tempo se entreolhavam, ainda desconfiados. Es que Rei avançava um passo, após uma profunda troca de olhares com seus amigos.


- Cinquentas moedas de bronze é o suficiente? – Perguntava, em um tom inocente.

- Uma moeda de prata. – Dizia num tom superior.


O Charmander engolia seco. Vendo que não valia a pena negociar para abaixar o preço, ele mais uma vez trocava olhares com seus companheiros e soltava um longo suspiro.


- Fechado. – Dizia, chacoalhando a mão de Maggie.

- Ótimo fazer negócio com vocês... Forasteiros. – Ela abria um sorriso malicioso no rosto.




~>x<~



Caminhavam, caminhavam e caminhavam. Agora já era noite. As nuvens pareciam cobrir o manto estrelado do céu. O forte vento soprava algumas folhas de seus galhos. O som de alguns Hoothoots curiosos no oco das árvores parecia deixar o clima mais macabro. A temperatura havia caído bastante, sinal que estavam longe de Aoi. Aquilo fazia o medo de Zachary e Calisto aumentarem em níveis absurdos. Agora Zachary, quem havia tomado à atitude de seguirem em frente com tal missão, parecia ser o que mais desejava voltar.

Maggie, no entanto, ainda parecia esboçar aquele sorriso malicioso que sempre tinha no canto de seu rosto. Seus olhos pareciam brilhar em tal baixa iluminação.



- E-Ei... Maggie... – Zachary quebrava o silêncio. Estava trêmulo. – A-Ainda f-falta muito?

- Nah. – Não olhava para trás. Continuava seguindo em frente. – Corisco se mudou para as ruínas que dias atrás eram Midori. Agora é a sua grande base secreta. Legal não?

- Você sempre diz onde é a base secreta dele para pessoas que te pagam? – Rei olhava aquilo desconfiado. Logo parava de caminhar.



A ação do Charmander parecia contagiar todo o grupo. A primeira quem parava era Metis, que parecia ter mais confiança em Rei. Logo depois Zachary e Calisto paravam confusos. Maggie continuava caminhando enquanto diminuía o ritmo de seus passos. Quando parava por completo, ela já havia pegado uma pequena distância dos quatro.

- Na verdade não. – Ela respondia, se virando lentamente. Apenas seu olho direito era visível, e este brilhava num tom cintilante de rosa. Seu sorriso malicioso parecia expor um de seus caninos. – Mas vocês não vão espalhar... Vão?

- L-Lógico que não! – Rei respondia assustado. Ele recuava um passo, tentando se afastar.



Maggie sorria.




- Lógico que não. – Ela dizia se virando bruscamente e correndo em direção dos quatro. Sua velocidade era surpreendente.

- Calisto! – Rei gritava imediatamente, lançando uma rajada de chamas com sua cauda para afastar a Sneasel.

- O-ok! – O azulado respondia. Ele apontava as suas mãos para frente, e então um campo de força circular e transparente parecia envolver o grupo.

- Equipe, posição, já! – Rei mais uma vez gritava, ficando na frente dos três. Calisto estava no meio, ainda estendendo as suas mãos para frente e criando o campo de proteção. Zachary ficava na direita, onde parecia estar com eletricidade saindo de suas bochechas, e na esquerda, Metis apenas ficava em guarda.



A Sneasel desviava das chamas lançadas da cauda de Rei com facilidade, então com um salto ela avançava no campo de força, não conseguindo passar por ele. Ela então recuava com um pulo, ainda mantendo o seu sorriso maléfico no rosto.


- Muito bom, hehe. Todos organizadinhos, que belezinha. – Ela então levantava a mão, fazendo um sinal com suas garras. Ao fazer isso, os galhos das árvores se moviam. Inúmeras folhas caíam. Ao perceber isso, ela abaixava a sua mão bruscamente, e então, vários vultos pulavam dos galhos e envolviam o campo de proteção que protegia o grupo.


Os vários vultos eram Nuzleafs, pareciam ser os mesmos que atacam o pequeno Pid. Eles usavam um cachecol negro e pareciam ter o mesmo tamanho e porte físico, como se fosse um exército treinado.

Um vulto maior e mais veloz pousava ao lado de Maggie. Este era um Shiftry grande e de aparência rustica.


- Conheçam agora os meus amiguinhos e colegas de trabalho. – Maggie aumentava seu sorriso maléfico. – Este ao meu lado é Pompom, e o resto não é importante. – Ela ria de leve. – Nós todos trabalhamos para Corisco, o poderoso e procurado criminoso que aterroriza por estas bandas. – Tampava a boca para esconder um sorrisinho tímido. – Vocês acham mesmo que eu sou idiota? Está mais que na cara que vocês são uma equipe de resgate.

- E-Ei ei! Nos deixe ir. Não iremos causar nenhum problema, eu prometo. – Zachary gaguejava, engolindo seco.

- Eu até deixaria... Mas que pena! Vocês sabem do nosso esconderijo secreto! – Maggie agora forçava um beicinho triste. – Pompom, sabe o que fazer.

- Sim, senhorita. – O Shiftry concordava com a cabeça. Então ele recuava um dos pés para manter o equilíbrio necessário para executar o golpe que ele pretendia usar. Então ele abanava fortemente as folhas de sua mão, criando um vento tão furioso que quebrava o campo de proteção em inúmeros fragmentos.

- Boa. Agora prenda-os e mandem ele pra Corisco. Ele lhes dirá o que fazer. – Maggie dizia, se virando. – Há! Prenda todos, menos o gatchenho. – Virava um pouco o seu rosto, apenas deixando seu olho direito visível. – Ele é meu.



Rei olhava assustado. Ele imediatamente usava a chama de sua cauda para tentar espantar os Nuzleafs e proteger seus amigos. Dois dos Nuzleafs lançavam uma semente nele, que se abria em várias vinhas e o deixava imobilizado no chão.

Logo em seguida, Zachary tentava fugir sem pensar duas vezes. Mas um Nuzleaf executava o mesmo golpe para prendê-lo.



- Tsc! Vadia suja! – Metis rangia seus dentes. Por um momento seus olhos brilhavam num tom forte de azul, ela então soltava uma enorme pulsação azulada-transparente, que atingia todos os Nuzleaf ao seu redor, os lançando para longe. Alguns eram jogados contra as árvores, acabando nocauteados e tendo alguns ossos quebrados.


Calisto olhava para a cena assustado. Rei mesmo com os braços e pernas presos pela vinha que amarrava todo seu corpo, ele baforava uma fraca chama para espantar alguns Nuzleafs que tentava se aproximar de Metis. Ele usava o mesmo fogo para se levantar e ficar de pé.
Zachary, no entanto só se debatia tentando se soltar, em vão. Era inútil.


- Hehe. Isso não foi legal. – Maggie surgia na frente de Metis sem que a felina pudesse perceber. Maggie era incrivelmente veloz, e sem piedade, disferia um forte arranhão com suas garras brancas afiadissimas no rosto de Metis, que sem tempo de reação, apenas caía para o lado, com três cortes horizontais vermelhos e banhados de sangue em sua bochecha. – Se você fizer algo eu finalizo ela aqui, esquentadinho. – Dizia no fim, sem olhar pra trás para o Charmander que se preparava para ataca-la. Receoso, Rei se entregava.


- Não a machuque. – Dizia tenso. – Eu me rendo. Foi ideia minha leve apenas eu e os lib- Uma pancada na nuca dada pelo Shiftry o deixava inconsciente.


Calisto olhava assustado. Ainda estava sentado ao ter tido seu campo de força quebrado. Seus olhos verdes e imensos, cheios de medo e desespero, mostravam o quanto o pequeno tinha medo da morte. Maggie se aproximava dele, passando sua mão pelos seus pelos azulados de seu rosto.


- Shhh... Não precisa ter medo. – Ela dizia. Seu sorriso malicioso parecia eliminar todo o resto de esperança que sobrava no pequeno coração de Calisto. Ele sentia as garras de Maggie deslizando de seu queixo para a sua garganta levemente. Por um momento pode sentir sendo degolado por ela em sua imaginação. Fechava seus olhos com força, desejando que apenas fosse rápido, mas se surpreendia ao ver que Maggie não o matava.

- Por favor... Não os mate... – Calisto dizia em um tom baixo e triste. Maggie parava por um momento. Ela não podia negar que havia sentido algum tipo de atração por Calisto. Não atração física, mas sim uma atração emocional pela sensibilidade do mesmo. Ela então se virava para o azul, e sem piedade, dava um forte soco em seu rosto. O suficiente para desacordá-lo.

- Vamos. – Ela dizia, agora sem tom de brincadeira. Parecia ter ficado séria e brava após as palavras do Meowstic. – Vamos entrega-los para Corisco.



O Shiftry notava a alteração de humor da sua parceira. Ele achava aquilo confuso e por um momento a ignorava. Após ela soltar um olhar raivoso para ele, Pompom concordava com a cabeça e pegava os corpos desacordados de Rei, Metis e Calisto.

Zachary, que ainda se debatia e tentava fugir se arrastando, como um pequeno Caterpie, era pego por dois Nuzleafs. Ele tentava gritar, mas era amordaçado por uma espécie de vinha amarrada em folhas. Seus olhos azuis arregalados podiam ver em alguma silhueta no meio das arvores, assistindo tudo.


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Re: Não há tempo para heróis.

Mensagem por ana em Sex 7 Nov 2014 - 16:05

tá [palavra censurada]
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Re: Não há tempo para heróis.

Mensagem por Black~ em Sab 8 Nov 2014 - 17:13

Bom, vamos lá.

Curti o capítulo, ficou bem bacana e bem movimentado, além disso teve a inserção de mais personagens (vilões, no caso), e no fim teve toda aquela reviravolta, os Shiftrys e tudo mais. Também foi bacana eles terem encontrado o Luke, mas enfim.

Bem, o Calisto é bem inocente, foi cair na história da Sneasel, acreditando que ela fosse boa gente. Tem que ser muito trouxa pra achar que alguém saberia o esconderijo do Corisco e ia continuar vivo. Tsc, tsc. A inocência do Calisto vai acabar custando a vida do grupo.

Mas a ignorância de Metis também vai custar a vida do grupo. Afinal, se ela tivesse comunicado a polícia escutado o que o Luke disse e eles voltassem para a cidade deles, nada disso aconteceria, mas bem, não foi o que ocorreu né.

Na verdade o único que não tem culpa na história é o Rei. Tudo começou com a rebeldia do Zachary, que quis ir nessa aventura e tudo mais. Mas o Rei pareceu ser o mais ponderado do grupo e o mais analisador e calculista, mas sofreu pela burrice dos outros três.

A cidade foi destruída pelo Invicto e o Corisco depois foi lá e montou seu quartel general. Hm... acho que tem queijo nesse angu hein. Será que o Invicto está junto com o Corisco praticando a vilanidade? Well, vamos aguardar pra ver. Mas só sei que está bem suspeito isso.

Erros devo ter visto um ou outro, mas nada de mais.

É só e boa sorte com a fic.
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Re: Não há tempo para heróis.

Mensagem por Gehrman em Sab 8 Nov 2014 - 18:43

POMPOM E MEU AMIGO
POMPOM E MEU HEROI
SEMPRE ESTEVE COMIGO
E E MT VELOZ

CARA SERIO ESSA FIC TA [palavra censurada] DEMAIS???? METIS WAIFU ETERNA AGORA MEUDEUS DO CEU
SO QUERO VER OQ VAI ROLA FUTURAMENTE E QUERO SABE Q TIPO DE POKEMON O CORISCO E PQ MEUDEUS Q COISA LOCA

MLK VC E A ANA TAO PEGANDO FOGO COM ESSE NEGOCIO, BOA SORTE

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Re: Não há tempo para heróis.

Mensagem por lord sugar em Dom 9 Nov 2014 - 19:23

Rush esse post será colossal, eu acho, afinal vai envolver dois capítulos e eu to me esforçando bastante nos comentários desse fic, quero ser um cara lecal, hsausahusauhasuhsahuhuashuas




Nossa Rush, capitulo MUITO extenso cara, demorei para postar pois estava sem coragem de ler de tão grande que estava, sauhsauhahsuashuhsauuasuahshusahuas, recomendo diminuir um pouco o tamanho do capitulo para não o sobrecarregar, nem sobrecarregar o leitor, isso aqui é uma fic não um monstro, husauhasuhsahusauhsauhsauhas

Nossa, que Pikachu malicioso,saindo em missões sem a permição do líder deles, isso foi muita babaquisse da parte dele, e aposto que quando Scott descobrir vai dar uma bela punição nele, ele merece... Fora que não gostei dele durante a batalha com os Nuzleafs...

Nossa essa Metis parece MUITO FODONA, tipo, MUITO, ela parece ser aquele tipo de personagem que sai fodendo geral e foda-se, uhshuashusauhasusahu, sério, ela parece aquela personagem que é mais [palavra censurada] do grupo, e que mata geral. Fora que o método de batalha dela foi bem bacana de se ver no capítulo dois.

Outro personagem que eu adorei, e até agora é meu preferido é o Calisto, depois dele ter roubado aquelas moedas de modo que o Pachirisu boladão, e ele não ter percebido, eu to respeitando MUITO ele, espero que você não o deixe um fracote no time, sério, se você fizer isso eu vou pessoalmente te matar, pessoalmente. E outra que eu gostei dele foi o jeito solitário dele, enfim, desenvolva ele, please desenvolva ele, e o relacionamento dele com a Sneasel, necessito de um romance entre pokémons de duas especies diferentes, usahuahshuashusahuashu.

Esse Rei eu achei meio, slá, ele não parece ser fraco, mas parece ser um pouco covarde e receoso, isso é uma característica bem peculiar e quero ver como você vai desenvolve-lo, vai ser interessante o desenvolvimento da maioria dos personagens, incluindo ele... Outra sacada dele que eu achei genial foi o modo de batalha dele, to esperando mais vindo dele, realmente.

Mano essa Maggie parece BEM FODONA, o modo que ela enganou eles e os atraiu a sua armadilha, foi tudo muito genial, outra que eu gostei foi como ela tratou o gatchenho, uhasuhsauhsahuasuhsahu, eu ri muito. Espero que você desenvolva a relação dela com o Calisto




Ufa, não foi um post tão longo mais foi sincero, estou muito empolgado com a fic, você e a ana tão fudendo geral com as palavras, e espero mais ; )

Boa sorte com a fic ^^

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Re: Não há tempo para heróis.

Mensagem por Rush em Qui 13 Nov 2014 - 18:25

@Ana: NOIS É [palavra censurada]

@Black: Muito obrigado, Black! *-* Tadinho do Calisto poxa, ele é ligeiro, mas não um gênio. u.u AUEHUAHEUAE' E a Metis não vai abrir mão por cinquenta moedas de prata tão facilmente assim ein. Nesse cap irei explorar bastante alguns personagens, espero que você goste! Muito obrigado, de verdade, espero que você continue lendo! <3 Um abraço!

@Koto: FABÃO! MUITO OBRIGADO CARA, NA MORALZINHA MESMO. ESSE CAP VAI APARECER O CORISCO, ENTÃO FIQUE LIGADO! UAHEUAHEUAHUE' VALEU CARA, ESPERO QUE VOCÊ CONTINUE LENDO! ABRAÇO! <3

@Rique: Muito obrigado Rique! *u* AUEHUAHEUAE' Oloco, tem que gostar de ler sim, faz bem pra saúde. u.u Esse cap vai ser grande também, mas prometo que eles vão diminuir sim. E EU TAMBÉM AMO O CALISTO! *-* Ele até agora é um dos meus personagens preferidos. E sobre ele e a Maggie... Será que rola? AUHEUAHEU' VEJA NESSE CAP! Eu gosto bastante do Rei também... Sem querer spoilar, mas a sua personalidade vai ser BEM explorada também. E Caggie ou Malisto, ou whatever, vão ser BEM EXPLORADOS nesse cap. Fique ligado! AUEHUAE' Muito obrigado Rique, de coração. Espero que continue lendo! <3




~>x<~



Eu gostei bastante de escrever esse capítulo, e pra ser sincero, ele é o meu preferido até agora. Lembrando que eu estou fazendo a fic com ajuda da Ana, e ela está fazendo MUITO pela Fic também. Ela criou o nome da maioria dos personagens e sem ela a fic não existiria. Sério, a Ana merece tantos créditos como eu, porque ela é [palavra censurada].

VALEU ANA, DE CORAÇÃO <3

Espero que vocês tenham uma ótima leitura! Abraço!


~>x<~






Já era de manhã. O sol brilhava, mesmo que escondido por debaixo de várias nuvens, o que fazia o clima ser úmido e fresco. Neste horário, a cidade marítima estava bem movimentada graças aos bem sucedidos que faziam o seu caminho para seus trabalhos, e até mesmo pelos vendedores de rua, que usavam a sua lábia para vender aquele produto.

O som das ondas dor mar batendo nas formações rochosas na praia da cidade era bem relaxante, e com certeza mostrava que valia a pena morar na cidade litorânea.



- Tsc... Rei não passou a noite aqui então? – O Flaffy perguntava preocupado. Sentia o vendo batendo em sua lã branca, enquanto aguardava a resposta da velha Shroomish em sua frente.

- Não meu querido... – Ela dizia num tom triste e preocupado. – Ele passou aqui pra me dar aquela ajudinha, sabe? Mas então Zack e os gêmeos apareceram e eles foram embora!

- Tsc. – O olhar de Scott mudava para o chão. Agora a sua preocupação aumentava, mas era misturada com um pouco de raiva pela teimosia de Zachary.  Ele ficava em silêncio por um momento, apenas encarando as ondas do mar numa bela vista do oceano. – Muito obrigado, Dona Nena. – Ele então respondia, com um sorriso. – Já vou indo então... Passar bem!



Após se despedirem, Scott caminhava pela estrada de areia no caminho oposto do orfanato. A verdade é que estava com muita raiva daquilo. Zachary havia desrespeitado uma ordem direta. Aquilo o deixava puto. Estava tão distraído com aquilo que mal podia perceber que estava sendo seguido.







Seu olho azul observava claramente o Flaffy que caminhava sem os perceber. Em sua boca ele mordia um grosso charuto já aceso, enquanto soltava a fumaça se tirá-lo dentre seus dentes. Seu tapa-olho de couro negro com detalhes de costura permanecia em seu rosto.

Não demonstrava nenhum sentimento além de desprezo. No entanto, seu olho azul demonstrava sonolência, como se ele simplesmente não se importasse com aquilo.



- Califórnia. – O Pachirisu dizia em um tom alto, mas que não era escutado por Scott. – Pode pegá-lo.



Cornélio caminhava acompanhado de Califórnia, o Bibarel com cara de mal que era o seu segurança pessoal, e Fafa, seu enorme Flareon que era absurdamente maior do que o próprio dono.  

Com tal comando, Califórnia cerrava seus punhos com força. Com passos pesados e um pouco mais acelerados, ele caminhava em direção de Scott, até o alcançar. Ainda sem o Flaffy ter noção do que estava prestes a acontecer, o Bibarel disferia um poderoso soco em sua direção.

Para a surpresa do castor, o rosado se desviava bem na hora ao dobrar seus joelhos, e ainda aproveitava para esticar as suas pernas e ter impulso o suficiente para dar uma forte cabeçada no estômago do agressor, que gemia de dor. Caindo com as mãos no estômago no chão.



- O que você quer? – Scott perguntava enquanto pisava com seu pé direito no corpo do Bibarel que ainda gemia de dor. Logo em seguida ele cuspia no chão para intimidar o inimigo.

- Ora, ora. Quem diria que a ovelha é forte. – O Pachirisu ironizava enquanto se aproximava. – Veja bem, meu caro. – Dava uma pausa para chacoalhar a cabeça negativamente enquanto ria. – Você deve estar ciente que aqueles dois irmãos gêmeos... Calisto e Metis, não? Enfim. Você deve estar ciente que eles me roubaram, não?



Scott arregalava os olhos, assustado.



- Tsc. Eles nunca fariam isso. – Respondia imediatamente. De fato, ele não queria se mexer com Cornélio. – Deve ter sido apenas um mal entendido.

- De fato, sim. – Cornélio o interrompia, avançando ainda mais. Ele era bem menor do que o Flaffy, mas ainda sim, parecia estar com a situação sobre controle. – Veja bem, você sabe quem eu sou, estou certo? – Tirava o charuto de sua boca e soprava a fumaça no rosto do Flaffy, logo em seguida o mordendo novamente.

- S-Sim, senhor. Você é Cornélio... Um chefe de negócios.

- Exatamente. – Dizia feliz e satisfeito por ser reconhecido. – E você sabe do que me chamam?


Scott engolia seco, fazendo um sinal positivo com a cabeça mas preferindo não responder tal pergunta.


- Trovão, sua escória de baixa renda. – Seu tom agora era agressivo, mordendo o charuto com força a ponto de ele entortar. Então faíscas azuis começam a serem criadas ao redor de seu corpo, e um forte soco eletrificado da mesma cor era lançado no rosto de Scott.


O Flaffy era lançado para longe em alta velocidade. A força do Pachirisu era surpreendente. O rosa caía no chão e rolava umas três vezes até que pudesse contornar a situação e se apoiar em um de seus joelhos.


- Fafa, acabe com ele. – Cornélio respondia, jogando seu charuto fora.


O gigante Flareon corria em disparada em direção do inimigo, enquanto seus dentes afiadíssimos eram mostrados a cada rosnada que dava. Sua velocidade era grande e rapidamente alcançava o seu alvo.

Scott ainda um pouco atordoado do soco, apenas chacoalhava a sua cabeça para tentar recuperar seus sentidos. Ao ver a imagem do enorme Flareon correndo em sua direção, ele agia rápido ao criar uma fortíssima luz cegante da pedra azul na ponta de sua cauda, cegando seus inimigos.

Quando eles recuperavam a sua visão, ele havia sumido.



- Raios... – Cornélio resmungava furioso. Ele então se virava e retirava outro charuto de sua capa, o acendendo com os dedos eletrificados. – Califórnia... Mande o Barbeiro em direção deles. E o paguem bem para um serviço bem feito. – Terminava mordendo seu charuto e ajeitando o seu tapa olho.





Volume I - Travessuras Temporais

Capítulo III - E bate, de repente, uma surpresa ardente.








Calisto abria seus olhos verdes. Forçava seus olhos tentando recuperar a sua visão nitidamente, mas a falta de iluminação do local não cooperava. Então o som de uma porta se abrindo bruscamente era acompanhado com feixes de luz vinda de fora.

- O gatchenho acordou? – Maggie perguntava com um sorriso malicioso no rosto. – Parece que cheguei na hora certa.

- Sai! – Calisto se assustava, recuando passos até cair sentado, mas continuar se arrastando para se afastar da Sneasel. Foi ai que percebeu que ele estava preso dentro de uma jaula. Sozinho. – Onde eles estão?! Onde meus amigos estão?!



A Sneasel colocava a mão sobre sua boca, tentando esconder um risinho tímido.


- Você é fofo assustado. Tenho que admitir. – Seu sorriso malicioso tomava conta novamente. Uma coisa que Calisto podia perceber é que o corte em seu rosto estava amostra. – Você me escutou? EU TE ACHO FOFO ASSUSTADO. – Ela aumentava o seu tom bruscamente ainda com o sorriso no rosto.


O medo de Calisto aumentava. Seus olhos arregalados e o coração pulsante que parecia querer sair pela garganta eram provas disso.


- HAHAHEHIHAHHAHIHA! – Ela caía nas gargalhadas até perder as forças e se apoiar nas barras de metal da jaula que prendia o felino. – E aí, gatchenho. Vamos falar de amor? – Dizia num tom baixo e sensual, mas não conseguindo resistir e caia nas gargalhadas novamente.


Calisto olhava aqui pávido. Estava com muito, muito e muito medo. Aquela Sneasel era louca. Maggie então segurava as barras de metal com suas garras, encarando o felino que tremia no canto de sua cela.


- Não se preocupe. – Agora dizia séria. – Você não vai morrer. Eu gostei de você, de verdade. VOCÊ É FOFO. – Ela aumentava o tom como se fosse uma adolescente conversando com seu ídolo. – Mas eu juro que irei mata-lo se você me decepcionar, entendeu LIXO? – Agora estava agressiva, e seus olhos vermelhos estavam arregalados, mostrando a sua íris que parecia estar banhada no sangue das inocentes vitimas que tiveram o infortúnio de cruzarem o caminho de Maggie.

- V-V-Você é louca. – Calisto dizia em tom baixo, assustado com aquelas inúmeras personalidades que presenciava.

- Talvez. Talvez. Mas talvez eu seja apenas uma criatura em busca de um amor verdadeiro que me faça companhia durante toda minha vida e que envelheça juntinho comigo. – Dizia num tom fofo, com brilho em seus olhos. – E QUE EU NÃO TENHA QUE MATÁ-LO, COMO UM VERME. – Agora ficava agressiva e pisava numa barata que Calisto nem havia percebido a presença até então.



O azul não dizia nada. Apenas encarava aquilo banhado de medo. Por mais estranho que fosse, ele ficava aliviado ao ver o Shiftry entrando no cômodo.


- Maggie, Corisco a chama. – Pompom dizia sério, sem esboçar preocupação. – Eu cuido do bichano enquanto isso.


Maggie revirava os olhos, insatisfeita com aquilo. Bufava e respirava fundo, tentando se recompor. Seus olhos vermelhos então encaravam Calisto, e o seu sorriso malicioso aumentava aos poucos.


- OK! Ok. – Respondia, olhando nervosa para Pompom, irritada. – Voltarei por você, gatchenho. – Dizia num tom sensual, enquanto se afastava da jaula.


Maggie não dizia mais nenhuma palavra sequer. Passava por Pompom sem olhar para o seu rosto e fechava a porta com força, fazendo com que um enorme estrondo causasse um silêncio constrangedor.



- Então... Como você veio parar aqui? – Calisto perguntava para o Shiftry que apenas o olhava com uma respiração pesada e um olhar de peixe morto.


O Shiftry suspirava.



- Tudo aconteceu quando... Um Emboar... Fábio, meu pastor...



~>x<~




Rei estava amordaçado com vinhas verdes e com alguns espinhos. Sentia a sua energia sendo drenada, e por isso, estava bem fraco. Abria seus olhos com dificuldade, ele estava deitado em um chão verde gramado.

Ao seu lado estava Zachary e Metis, estavam desacordados. Observava o ambiente em que se encontrava, era uma cidade fantasma dentro de uma muralha gigantesca. No centro, parecia ter uma árvore morta. Em seu topo, parecia uma enorme energia arredonda e transparente, como uma grande esfera. Tudo em seu interior estava em preto e branco.

Os rodeando, estavam vários Pokémons brutos e grotescos, em sua maioria, Nuzleafs. Ao repararem que o Charmander acordava, eles começavam a comemorar e a gritar.



- ACORDARAM?! – Uma voz berrante e animada ecoava pelo local. – EAE EXPLORADORES, O QUE ME DIZEM?!


Após essa voz quebrar o silêncio com tanta euforia, os inúmeros Pokémons desordeiros começavam a comemorar e a dar risada, como se ficassem embriagados com tal Pokémon e sua presença tão prestigiosa.  

Quando Rei observava o autor de tão magnifica e poderosa voz, podia perceber um Darmanitan forte e sensual que se destacava pela sua aura elevada.



- V-Você é Corisco? – O Charmander perguntava ainda fraco.






- EU, CORISCO?! – Ele apontava para si mesmo com o polegar. – HAHAH MEU DEUS ELE ACHA QUE EU SOU O CORISCO! – Dizia fazendo todos rirem da situação. – EU TO PEGANDO FOGO! HAHAHAH! – Caía nas gargalhadas enquanto as suas sobrancelhas ardiam em chamas.



Entre risadas e alegria, uma voz surgia e cortava clima tão prazeroso para os arruaceiros. Todos com exceção do Darmanitan paravam de rir e ficavam calados.



- Vejo que você conheceu o Weege. – A voz era um pouco menos grossa, mas séria e poderosa. O Charmander percebia que um enorme Pokémon se aproximava com passos pesados que tremessem o chão.



Bandidos abriam o caminho para que tal entidade se aproximasse. A única coisa que era possível ouvir além dos passos, era a risada de Weege e as suas sobrancelhas em chamas que se espalhavam pelas suas cabeça e costas. Ele estava literalmente pegando fogo.

Metis e Zachary acordavam graças ao chão trêmulo. Metis não parecia assustada, apenas com mau humor e desejo de vingança. Zachary no entanto, demonstrava estar com tanto medo que parecia estar prestes a se mijar.



- C-Corisco?! – Zachary perguntava, com lágrimas saindo de seus olhos.





O Pokémon era um enorme Tropius. Seus olhos vermelhos e sem sentimento encaravam com superioridade os três indefesos. Ele então ficava na frente deles, o encarando com desgosto. O Tropius então se curvava, fazendo com que seu rosto encostasse-se ao chão. Uma criatura muito menos deslizava pelo seu pescoço. Estava usando o Tropius apenas como montaria.



- Coé! – Dizia com seus braços cruzados. A criatura era muito pequena, chegando a ser um pouco menor do que Rei. Seus pelos espetados eram castanho com zig zagues beges. Usava uma boina militar com uma caveira em ossos cruzados em sua parte frontal. Seus olhos vermelhos e profundos como sangue encaravam suas futuras vitimas acompanhado de um sorriso diabólico. Era um Zigzagoon.


- Pera, esse merdinha baixinho é o Corisco? – Metis perguntava. Ela então engasgava, tentando segurar o riso, mas era inútil e acabava caindo nas gargalhadas. Ria tanto que até Weege ficava sério, encarando a cena assustado. Zachary e Rei ficavam boquiabertos, sabendo que agora estariam mortos.

- Não sei o que é mais assustador... Saber que iremos morrer ou ver a Metis rindo. – Zachary dizia baixinho para Rei, que apenas concordava com a cabeça.



Metis ria muito, a ponto de ficar com falta de ar. Lágrimas escorriam de seus olhos, que ao contrário das de Zachary, eram de tanto rir. Todos os bandidos que os rodeavam olhavam assustados, recuando um passo ou dois.

Corisco cruzava seus braços, furioso. Seus olhos vermelhos mostravam o ódio que sentia no momento.



- Coé, mermão, ceis perderam a linha? Vão ficar na mão do palhaço? Mó, otário esses maluco, aê. – Sua voz tinha forte sotaque carioca e mostrava que o bandido era bem jovem. – Apaga essa vadia, Dolores. Deu ruim pra ela, pô.


O Tropius não dizia nada, apenas concordava com a cabeça. Duas vinhas verdes saíam de seus ombros e pegavam Metis, que só agora parava de rir. Ele então a puxava bruscamente de forma que ela caísse em sua frente. Ainda deitada, ele erguia a sua pata que era enorme perto da felina, e mirava em sua cabeça, para esmaga-la.


- Metis! – Rei gritava, se levantando e usando todas as suas forças para correr em direção da amiga.

- Coé, mermão. Cê fica no chão, ta ligado? Ta achando que pode, filho da puta? – Corisco intervia, erguendo seu pé direito e empurrando Rei que caía novamente.



Zachary tentava usar a eletricidade das suas bochechas para atacar. Mas graças à semente sanguessuga que drenava a sua energia, ele não tinha as forças necessárias para executar o golpe.

Dolores, o Tropius, então dava uma forte pisada para que pudesse destruir o crânio da pequena Meowstic, mas ela usava toda a sua força restante para impedir que aquilo acontecesse, usando seus poderes psíquicos para levitar a mesma pata, que agora ficava rodeada com uma aura azul.

Suas forças, no entanto, já haviam se esgotado, e logo se desconcentrava, fechando seus olhos com força para tentar não sentir o impacto.







Então uma forte esfera azul atingia Dolores e fazia-o cair para o lado. Assustados, todos os bandidos olhavam para quem havia lançado o golpe. Quando podiam perceber, era a silhueta de um Pokémon bípede coberto em sombras, que se aproximava.


- Corisco... – O Pokémon se revelava aos poucos. Era um Lucario com uma capa bege que se movia com o vento. Em seu ombro estava um pequeno Pidgey que demonstrava onipotência em seus olhos. – Agora a brincadeira acabou.


O Zigzagoon olhava a cena assustado, mas bravo. Todos os bandidos que trabalhavam pra ele pareciam zangados e caminhavam para trás de seu líder, preparados para o combate. Dolores se levantava devagar, ainda atordoado com a força do golpe.
Weege começava a rir.


- HAHAHA! MEU DEUS EU TO PEGANDO FOGO! – Ele dizia em um tom alto e glorioso, seus olhos pegavam fogo assim como suas sobrancelhas ardiam em chamas. Ele então começava a bater contra seu peitoral, como um gorila majestoso.


Os olhos do Lucario estavam cerrados e sérios. Ele então dizia em tom baixo mas compreensível por todos do ambiente.


- Acabou. - Luke dizia, enquanto todos ficavam em silêncio.

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Re: Não há tempo para heróis.

Mensagem por Black~ em Sex 14 Nov 2014 - 18:37

Bom, vamos lá.

Curti pra caramba esse capítulo, ficou bem louco. Várias aventuras acontecendo, altas tretas rolando. A apresentação de dois novos personagens (novidade, afinal são 169, mas enfim), além de finalmente revelar a identidade do vilão mais terrível do continente.

O Flaaffy tem olho nas costas? Ou teve o momento de protagonismo? xd. Zoa, mas o cara foi bem macaco e conseguiu desviar de todos os golpes, bateu nos negos e no final fugiu magistralmente. Mas porra, coitado do Scott, só se [palavra censurada] com esses membros da equipe viu.

O Corisco é um fucking Zigzagoon? Porra, Rush huahauhauhauah. Eu imagino ser um Rhyperior, Blastoise, Dragonite ou qualquer coisa do tipo, aí quando vejo é só um Zigzagoon, triste. E além de ser um Zigzagoon ainda tem sotaque carioca -q.

AEEEEEEEE O FUCKING LUKE VAI ACABAR COM ESSAS PORRA TUDO CARALHO, AQUI É LUKE NA VEIA CALISTO NA CADEIA. Desculpa, Rush, mas eu gosto do Luke mais do que do Calisto, e acho que ele merecia mais destaque que o Calisto, mas ok ok.

Cara, eu chorei com o Weegee, eu já imaginei que fosse o Fabão quando eu vi ele dizendo: "EAE EXPLORADORES, O QUE ME DIZEM?!", aí depois revela o nome dele ser Weege. Eu ri demais com ele rindo toda hora e gritando "EU TO PEGANDO FOGO" AHUAHUAHUAHAUHAHUA.

Erros devo ter visto um ou outro, mas nada de mais.

É só e boa sorte com a fic.
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Re: Não há tempo para heróis.

Mensagem por Gehrman em Sex 14 Nov 2014 - 23:10

UEHAUEHUAHEUHAUEHUAHEAUEHUAHEAUEHUAHEUHAE
AEHAUEHUAHEUHAUEHUAHEUHAUEHAUEHUAHEUHAUEH
AHEUAHEUHAUEHUAHEUHAUEHAUHEUAHEUAUHEUAHEU

MLK ESSE CAPITULO FOI SENSACIONAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAL
SO QUERO VER BACKSTORY DO POMPOM E MOTIVO DA EXISTENCIA DO WEEGE NESSA HISTORIA E SO QUERO VER A TRETA Q VAI ROLA COM O GRRRRRRRRANDE LUKE E O PASSARINHO ESCROTO

FORTE ABRASSO MLK

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Re: Não há tempo para heróis.

Mensagem por Rush em Qui 8 Jan 2015 - 22:42

@Black: Muito obrigado, cara! O Flaffy teve o que chamamos de momento de protagonismo. AUEHAUE' ENTÃO. Imagina o estresse do Scott? O cara é o líder e ainda tem que pagar as consequências dos atos de seus membros. E SIM, O CORISCO É UM ZIGZAGOON CARIOCA. AUEHAUEHAUHEUAHEAE'

Muito obrigado pelo comentário cara, eu agradeço de coração. Muito obrigado mesmo, espero que você continue lendo. Um abraço cara. <3


@Fabão: AUEHAUHEUAEHAUE' Muito obrigado cara! Acho que você vai gostar pra caramba desse cap. AUEHAUE' Muito obrigado, de coração. Espero que você continue lendo. Um abraço cara! <3




~>x<~


É isso, a Fan Fic voltou das férias. Os capítulos serão postados de semana em semana, variando entre uma e duas. No caso, como eu estive parado a bastante tempo, eu irei postar o próximo cap daqui duas semanas provavelmente.

Foi a ana que escreveu a parte do Jules e do Vincent. Então mais uma vez eu a agradeço por contribuir tanto com a fan fiction. Ela escreve muito bem e todos nós temos que agradecer por ela ter ressucitado a área de fics. Muito obrigado ana!

Muito obrigado por tudo, tenham uma ótima leitura!



~>x<~





O Shiftry suspirava, olhando para o grande buraco no teto daquela construção em que se encontravam, podendo observar com detalhes as nuvens brancas que percorriam seus caminhos na imensidão do céu azul.

Seus olhos eram melancólicos e lutavam para não derrubar nenhuma lágrima.


- Meus pais foram dois fazendeiros que moraram numa vila pequena, próxima de Midori. Eles eram dois Whimisicott que sonhavam em ter um filho... Infelizmente, foram amaldiçoados pela vida e por mais que tentassem, não podiam ter crianças.

Calisto ainda estava dentro de sua cela, sentado e observando atentamente a história do Shiftry. Seus grandes olhos verdes pareciam focar no enorme nariz de madeira do carcereiro.


- Um dia, a bondosa Cressélia – Então ele pausava para fazer uma breve oração, agradecendo por sua vida para o Pokémon divino – fez com que meus pais encontrassem uma pequena semente na frente de sua casa. Ou seja... Eu. Ser um Seedot foi bem difícil. Eu era o diferente, não conseguia me encontrar. Por isso eu era bem rebelde e violento. Um dia eu acabei conhecendo o grande Fábio. Um forte Emboar, dono de um coração bondoso e nobre, que sabia o que fazer. Afinal, ele era o meu pastor.


Calisto virava horizontalmente a cabeça, como uma criança entretida com um desenho. Ele sentava com pernas de índio, enquanto segurava seus pezinhos.


- Certo dia... O Pastor Fábio, que também era o líder da cidade, acabou mudando algumas rotas comerciais para que isso beneficiasse a parte pobre da cidade. Isso enfureceu a vadia da “rainha Vitória”. – Mudava seu tom, ficando raivoso. – E sabe como é. Se você enfurece a Vitória, você acaba enfurecendo o Esquadrão do Infinito.


O Meowstic olhava confuso.


- Esquadrão do Infinito?

- Sim. São liderados por aquele Charizard. Foi suficiente apenas um membro do Esquadrão, a galinha gigante. Mercúrio. A cidade inteira foi... Dizimada.

Calisto ficava boquiaberto com aquilo. Como as outras cidades grandes não receberam noticia de tal acontecimento? Então quer dizer que aquele Lucario havia razão. Tinha chances de Invicto, o Marechal, ter destruído Midori, assim como Mercúrio destruiu a cidade de Pompom.





Volume I - Travessuras Temporais

Capítulo IV - Que os campos de batalha queimem!.




O vento norte soprava forte a ponto de retirar inúmeras folhas das copas nas árvores. O campo de batalha seria os destroços que um dia foram Midori. De um lado, vários Pokémons sujos e de aparência grotesca se preparavam para atacar. Entre eles, um enorme Tropius que ainda estava ofegante por ter sido ferido, um Darmanitan que tentava conter sua risada contagiosa, e liderando os demais, um pequeno Zigzagoon com uma boina em sua cabeça.

O outro lado havia um Lucario vestindo uma capa e com óculos de proteção em sua testa. Em seu ombro, o pequeno Pidgey parecia estar preparado para um possível combate, mesmo com seu tamanho minúsculo e sua idade.

Rei estava um pouco cansado, mas se mantinha de pé e em posição de combate. Atrás dele, Metis não parecia demonstrar nenhum sentimento além de desgosto. Zachary, no entanto, se escondia atrás dela, morrendo de medo da situação.


- Você realmente quer entrar numa briga comigo, Corisco? – Luke perguntava, ajeitando os óculos de proteção em sua testa.

- Coé. Ceis que tão na mão do palhaço, porra. – O Zigzagoon respondia, com um sorriso diabólico. – A punição pra tanta frescuragem é a morte, ta ligado?


Os seus capangas riam e comemoravam ao ouvir a noticia. Estavam com sede de sangue.




- Eu quero pegar aquela vadia arrumadinha da cidade. – Maggie aparecia no cenário, caminhando até o lado de seu líder. – É só eu ficar fora que vocês perdem o controle?

- Heh! Parece que ceis já conheceram a minha garota predileta, né?! – O Zigzagoon abraçava a Sneasel com seu braço direito. – Pode ir guria, destrói a vadia.


A Sneasel abria um sorriso assustador em seu rosto, enquanto seus olhos brilhavam num tom avermelhado demoníaco. Ela corria em passos tão ligeiros que o pingente em formato de garra parecia que ia sair de seu pescoço.

O Lucario mantinha a sua guarda, preparado para atacar a Sneasel, mas se surpreendia ao ver um vulto passando por ele na direção oposta. Era Metis, que corria para lutar com Maggie.


- Você que é a vadia daqui, sua escrota suja dos infernos! – A Meowstic gritava enquanto seus olhos brilhavam num tom azul da mesma cor que rodeava o seu corpo. – Onde está meu irmão?!


As duas colidiam. Um enorme vendaval era criado nas direções opostas das duas, já que a força incrível de Maggie colidia com os poderes avassaladores de Metis. Era uma luta bem equilibrada.


- Seus truques de mágica não funcionam comigo, querida. – A Sneasel brincava, correndo em direção de sua oponente e distribuindo vários golpes com suas garras. A felina, no entanto, conseguia se desviar de todos os golpes, mesmo que fosse por pouco.

- Eu não preciso de nenhum truque pra vencer de você! – Metis respondia com dificuldades, já que se esforçava para não ser atingida. Mesmo tentando parecer durona, ela estava em grande desvantagem, vendo que não conseguia contra-atacar.

- É mesmo?! – Maggie então dava um salto em direção da inimiga, e com uma cambalhota frontal, ela dava um forte golpe com seu calcanhar na nuca de Metis, a fazendo cair de bruços no chão.


A trupe de Corisco começava a comemorar e a dar risada, o que resultava na Sneasel fazer gestos de agradecimentos, convencida sobre a situação. Os Desbravadores do Tempo, no entanto, ficavam preocupados e receosos.

Luke avançava um passo, mas Rei segurava em sua capa para impedi-lo.


- Se nós interrompemos é bem provável que todos venham para cima de Metis, e isso não vai ser legal, já que eles estão mais próximos dela. – o Charmander advertia, preocupado. – Eu sei do que ela é capaz, e sei que ela pode vencer essa luta.


Enquanto a Meowstic ainda estava no chão, usando suas forças para se levantar, ela recebia um forte chute no estômago. Ao cair deitada de costas, Maggie pulava para cima dela para que ela não pudesse se levantar.


- Não é tão corajosa agora, né? – O seu sorriso diabólico aumentava ainda mais antes de acertar a bochecha direita de Metis com suas afiadas garras, deixando três riscos profundos e vermelhos no local.

Ao sentir aquela queimação dos cortes seguidos de uma dor terrível, os olhos da felina brilhavam num azul intenso.





- Eu já disse que seus truques de mágica não irão funcionar comigo! – Era o que a Sneasel dizia antes de ser lançada para longe. Graças à sua grande experiência em combates, acabava caindo de pé, apoiando uma de suas mãos no chão para não perder o equilíbrio.


Os olhos azuis de Metis brilhavam intensamente. Uma aura da mesma cor cobria seu corpo. A Meowstic se levantava apenas com seus poderes psíquicos.


- Vou perguntar mais uma vez. – Ela perguntava. Aos poucos começava deixar o corpo mais leve, num ponto em que seus pés se desencostavam lentamente do chão até que ela se encontrasse levitando no ar.  – Onde está o meu irmão?!


Maggie começava a rir, ajeitando a sua postura até ficar totalmente ereta.


- Weege, meu querido. Faça o favor de destruir o maldito de capa? – A Sneasel comentava, avançando alguns passos. – Eu vou ficar bem ocupada agora, então, por favor, não me interrompam.


A íris e a pupila da Sneasel ficavam ainda mais finas, dando a impressão de que ela ficava ainda mais feroz. Seu sorriso de canto de rosto abria mais, mostrando seus dentes afiados. Ela começava a correr em direção de Metis, pronta para ataca-la de frente.


- MEU DEUS, ISSO VAI SER ÓTIMO. – O Darmanitan não perdia tempo e já corria para atacar Luke. Mesmo para seu tamanho e força, o gorila de fogo era extremamente rápido, e mirava um forte soco para eliminar Luke de uma vez por todas.



O Lucario pulava para o lado, segurando o Charmander com um dos braços, e assim ambos se esquivavam do golpe. O soco foi tão forte a ponto de criar um pequeno buraco no chão.

Zachary engolia seco ao ver o resultado de tamanha força. Então sem pensar duas vezes, ele se virava e saía correndo.


- Zack, para onde você está indo?! – Rei perguntava furioso, assim ele se livrava do Lucario e começava a correr em direção do amigo.

- Ei! Seus idiotas! – Luke gritava assustado.



Antes que ele pudesse fazer qualquer outra coisa, ele percebia o corpo do Darmanitan voando em sua direção. Graças as suas experiências em combate, Luke conseguia desviar com uma cambalhota para o lado, mas ele era surpreendido com um vulto marrom que o atingia no rosto. Era Corisco, que o golpeava numa velocidade incrível.



- Coé, ceis não vão fugir não. – O Zigzagoon ria, vendo que Zachary e Rei corriam na direção oposta do campo de batalha. Ele então corria na mesma velocidade incrível ao atacar Luke, mas era possível ver que ele não corria em uma linha reta, e sim em zigzag.

- CORISCO É MEU AMIGO, CORISCO É MEU HERÓI, ELE SEMPRE ESTÁ COMIGO E ELE É MUITO VELOZ. – Weege comemorava, não parando o combate e indo em direção de Luke.



O Lucario se levantava rapidamente. O golpe de Corisco não havia causado muito dano, mas realmente havia o surpreendido. Aquele bandido era bem rápido.


- Você está bem, Pid? – Ele perguntava, enquanto o segurava em seus braços.

- E-Eles tão me assustando, tio... – Respondia em um tom baixo e assustado, enquanto contraia seu corpo para tentar se esconder. – Faz eles pararem...


O Lucario concordava com a cabeça, sentindo a presença de Weege se aproximando. O punho do gorila começava a pegar fogo à medida em que ele o lança para dar um forte soco no rosto do oponente, mas Luke era rápido e desviava para baixo, fazendo o Darmanitan voar por cima de seu corpo.

Sem hesitar, o azulado se levantava no momento exato em que Weege estava em cima dele, fazendo com que Luke desse uma fortíssima cabeçada no estômago do inimigo.


- MEU GLORIOSO SER! HAHAHA! – Weege gritava com um enorme sorriso, enquanto sentia uma das maiores dores de sua vida. Ele caía logo sem seguida, se deitando para o lado com as mãos em seu estomago.

- Agora é seu fim. – Luke dizia enquanto avançava um passo para finalizar o oponente, mas antes que pudesse fazer qualquer movimento, ele era impedido por Pid.

- Não faça isso! – Dizia quase que imediatamente. – Você venceu, tio. Não precisa provar mais nada!


Luke era surpreendido com aquelas palavras de Pid. Mesmo sendo uma criança inocente e ingênua, ele parecia ter certeza nas palavras que proferia ao impedir a execução do inimigo.

Suspirava, concordando com a pequena ave.




~>x<~



Maggie distribuía inúmeros golpes com suas garras. A velocidade dos mesmos surpreendia até mesmo seus aliados que assistiam a luta de camarote. Porém, ela se frustrava ao ver que Metis conseguia desviar facilmente de todos. Parece que quando os olhos dela brilharam num tom azul, suas habilidades no combate ampliaram consideravelmente.


- Tsc, sua burguesinha desgraçada! – Maggie se irritava, já que seus golpes cansavam seus braços. Ela já estava ofegante.


Ao ver que sua aliada estava sofrendo com a fadiga do estresse, um de seus aliados, um Nuzleaf, tentava ajudar ao lançar uma folha afiadíssima que mais parecia um bumerangue.

Com uma precisão surpreendente, a folha atingia o canto da orelha de Metis, fazendo um pequeno, porém doloroso corte. Surpreendida com a dor do golpe, Metis vacilava e acabava sendo acertada pelas garras de Maggie em seu ombro, criando mais três vermelhos cortes sangrentos no local.


- Ahn?! – Maggie parava de ataca-la, vendo o acontecido. – Que foi o bastardo que interferiu na minha batalha?! – A Sneasel parecia ficar ainda mais furiosa, já que sua honra havia sido manchada. Por mais que ela estivesse em desvantagem, ela jamais permitiria que fizessem aquilo. Era orgulhosa demais para aceitar ajuda.


Antes que o Nuzleaf pudesse se pronunciar, Metis gritava ainda mais furiosa que Maggie. Seus olhos azuis agora pareciam deixar um rastro com a aura emanada, de tanto poder acumulado. Novamente levitava, já que seu corpo estava mais leve que nunca.


- Suas escórias sujas! – Metis gritava fazendo com que a atmosfera do ambiente mudasse drasticamente.

- E-Espere! – Maggie dizia assustada, tentando explicar o que havia acontecido.



A gravidade do local aumentava densamente. Todos os capangas, incluindo Maggie, sentiam os seus corpos ficarem mais pesados. Tão pesados que não conseguiam mais sustenta-los, caindo no chão. Tão pesados que não conseguiam mais se mover.


- Pare! Eu te digo onde seu irmão está! – Maggie dizia desesperada.


Metis parecia se acalmar a escutar tais palavras.



~>x<~



Rei finalmente alcançava Zachary, dando um salto que derrubava ambos no chão, como uma decisão desesperada.

- Droga, Zach! Onde você está indo?! – O Charmander perguntava bravo, já que sentia dor ao receber o impacto da queda.

- Pra casa! Foi uma má ideia ir atrás de Corisco! Você viu o poder de seus capangas?! – O Pikachu respondia imediatamente. Estava trêmulo e assustado.

- Foi sua ideia para início de conversa! E não iremos voltar até encontrarmos Calisto e reunirmos a equipe!


Zachary se levantava, tentava expressar qualquer resíduo de coragem em seu olhar, mas era inútil já que eles estavam sobrecarregados de medo.


- Rei, nós iremos morrer se continuarmos aqui. Temos que ir.




- Zach. – O Charmander apertava seus punhos, se segurando para não socar seu amigo. – Você é meu melhor amigo desde que éramos crianças. Você sabe que eu nunca te deixaria para trás, e sinceramente, fico decepcionado em ver que o sentimento não é reciproco.


O medo do Pikachu parecia se transformar lentamente em tristeza, já que as palavras de seu amigo o tocavam.


- Se você quiser ir... Pode ir. Mas se for, por favor, esqueça que um dia fomos amigos. – Terminava de dizer, se virando.


Rei, no entanto, se surpreendia ao ver Corisco ali, de braços cruzados.


- Pô, assim fico boladão. – O sorriso diabólico de Corisco continuava em seu rosto, como sua característica principal. – Mas ceis dois vão morrer agora, sendo amigos ou não, ta ligado?


~>x<~





- E NUNCA MAIS VOLTEM AQUI, SEUS BANDIDOS DE MERDA!

Era isso o que a dupla ouvia enquanto eram chutados para fora daquele bar sujo na beira da estrada de terra. Justo quando usavam seus ternos novos! Ainda estavam pagando as prestações, mas tudo bem, com um pouco de esforço e conhecimento em limpeza tudo ficaria bem.

Uma das figuras se levantou e começou a esticar o corpo, soltando uns grunhidos.


- Vamos lá, Vicent, a gente tem coisas pra fazer. – O dono da voz era um Hitmonlee, muito cansado da vida, mas ainda com vontade de se dar bem.

- Me diz que a gente tá lá dentro e que eu to dando uns pegas na caixa gostosinha enquanto você rouba o dinheiro.  – O outro companheiro era um Hitmonchan, também cansado e tudo mais. Estava jogado de bruços no chão.

- Não. Agora levanta essa bunda daí.


O Hitmonchan se levantou dizendo um palavrão entre uns gemidos e logo estava socando o ar.


- Não foi isso o que eu disse pra mamãe. – Se agachou no chão e recuperou sua maleta de uma poça de lama, ela havia voado junto deles quando foram chutados pra fora do bar. Começou a limpar a maleta com uma mão enquanto balançava a cabeça em desencanto. – Eu disse pra ela que a gente trabalha em negócios variados. Humph.

- Isso é um negócio bem variado. – Jules riu, a situação era engraçada se você olhasse de fora, pelo menos. Começou a andar e foi seguido pelo seu companheiro, que levava na maleta. – Eu ainda to com fome. Quando foi que donos de restaurante ficaram tão agressivos? Sabe, quando eu comecei nisso dava pra se roubar um caixa em menos de dez minutos.


- Porque você não se concentra em nos conseguir comida em vez de me contar sobre seu passado?


A verdade é que Jules costumava ser um mafioso respeitado na comunidade local, mas depois de uma série de movimentos mal planejados e um roubo que fora parar em quinze gazetas diferentes ele perdeu todo o prestigio. E foi aí que conheceu Vicente, na cela número 13 da cadeia local de uma cidade grande. E desde então eles trabalhavam juntos. Porém, em dias como aquele Vicent desejava muito que seu parceiro não fosse tão conhecido. Ou talvez que ele fosse mais inteligente. Os dois, ele pensava.

A dupla sem sorte passava por uma estrada de terra, continuação da outra. Ficava no meio de uma floresta decadente que ligava a civilização ao interior. Na verdade tudo naquele pedaço era decadente, até os bandidos. Havia Trovão, o líder, que não passava de um Pachisuru com muito jogo de cintura e um tapa olho de couro falso. Era ultrajante para eles trabalharem para criatura tão ridícula, mas alguma hora a vida devia mudar.


- Ei, o que tem nesse maleta? Cê não me contou.

- Eu não sei. – Deu uma pausa. - E não ligo. Você também não deveria. – O Hitmonlee fitava o horizonte marrom manchando de verde e repensava todas suas escolhas até aquele momento.  Sabe, ele deveria ter seguido o conselho de seu pai: Trabalhe com burocracia, é mais fácil e mais rápido, além de mais chato. E foi isso o que pai dele disse quando o pequeno Jules assaltou seu escritório. Sem ressentimentos, mas filho, você deveria ter feito o que mandei, mas tá ok, eu seria um bandido se pudesse. E nenhum dinheiro foi roubado naquele dia.

- Você é tão quadrado. Mas, alguém tem que ser, ou a gente taria morto, hahaha.  – E riu com gosto.

Mas Vincent ainda gostava bastante de Jules e o admirava de certo modo. Eles funcionam muito bem juntos.


- Você vai me agradecer alguma hora. – Sorriu e deu um soco no ombro do Jules. – Idiota.


E os dois foram.






Enquanto o Hitmonchan e o Hitmonlee caminhavam pela floresta, um vulto no no alto dos galhos os observava. Parecia ser uma ave com olhos verdes profundos, porém a falta de iluminação não permitia que seu corpo fosse revelado por completo. Ele parecia carregar uma faca em seu bico, que refletia a luz do sol.


- Esses são os garotas...?

A criatura então retirava uma ilustração debaixo de uma de suas asas. Nela estavam um desenho mal feito de dois Meowstic, um Pikachu e um Charmander.

- Nom, nom, nom. - Ele dizia balançando a cabeça negativamente. Logo o som de uma explosão em um lugar um pouco distante chamava a sua atenção. Ao olhar para o lado de onde o som havia ocorrido, ele podia notar uma pequena quantidade de fumaça saindo de Midori. - Eureka.
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Re: Não há tempo para heróis.

Mensagem por Black~ em Sex 9 Jan 2015 - 19:14

Bom, vamos lá.

O capítulo foi bem insano e movimentado, vários acontecimentos sinistros. A revelação de mais dois personagens (já perdi a conta de quantos personagens chegamos, poderia ter uma lista e tals, mas ok, enfim). Mas sério, o capítulo ficou bem bacana mesmo.

Eu rio de mais com o Weegee huahauhauhau, o cara fica rindo toda hora, mesmo perdendo a batalha huhua. Já é meu segundo personagem preferido, atrás somente do Luke, que, apesar de ser todo durão e rígido, tem um fraco pelo Pid.

Essa história de Vitória e Esquadrão do Infinito tá muito suspeita. Quem seria a Vitória e quem seria esse Esquadrão do Infinito, e o porquê de eles fazerem isso, deve ser por ofenderem a tal rainha Vitória, mas algo mais tem aí, vamos aguardar pra ver.

Qual é a desse passarinho com as fotos do Corisco, da da Metis, do Rei e do Zachary? E porque ela foi parar nas mãos desses dois bandidinhos de meia tigela, será que o caminho deles vai encontrar com o da equipe salvadora lá? Bem, vamos aguardar né.

Eita, é bom ninguém mexer com a Metis invocada. Ela mostrou todo o seu poder à Maggie, que estaria perdendo a luta, se não fosse por causa de um dos Nuzleafs, que mandou a folha de navalha na orelha da Metis, atrapalhando-a no golpe.

Enfim, é só e boa sorte com a fic.
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