Pokémon Mythology
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Pokémon: Em busca da Kanto Perfeita

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Pokémon: Em busca da Kanto Perfeita

Mensagem por Makos em Qui 9 Out 2014 - 15:01

EM BUSCA DE KANTO PERFEITA

Pokémon é uma série muito criticada por ser bem infantil, mas que bem explorada pode ser bem divertido de ler e escrever.
E não estou mentindo não. Escrevendo uma fanfic de pokémon é muito interessante, pois você pode explorar um mundo, criar personagens e juntar a eles monstros de bolso que combinem com a personalidade que você mesmo criou.
E mais divertido ainda é ler, explorar um mundo criado por outra pessoa e ficar imaginando como ela imaginou aquilo, o que levou este sujeito a escrever uma fanfic poderosa como essa.
Ok, sem filosofar mais... Vocês entraram no tópico para ler a fanfic, certo?
Beleza, mas antes tenho um aviso: É clichê? É,
E outra, tem altos pontos que também são trabalhados no mangá de pokémon, eu gosto muito dessa ideia de três portadores da pokedex por cada região, é uma lindeza extrema, por favor cooperem c:


Prólogo

A sala era cercada por oito cadeiras em uma roda, a luz era pouca e em cada cadeira uma pessoa importante estava sentada.
- Temos que decidir quem serão os novos portadores da pokédex antes que ele volte.
- Ainda temos 18 portadores... Precisamos de vinte-um para completar.
- Esperaremos Gyona com as informações.
A menina que aparentava ter dezesseis anos chegou correndo na sala.
- Kobra, Tyora, Viadmir e Hoopa não querem ajudar.
Depois dessa frase o nervosismo secou a sala.
- Não importa, podemos derrotar esse ser...
- Mas os especialistas das outras regiões não querem entrar para derrotar.
- Estão cometendo um grande erro.


----
e pra quem não sabe, PDV = PONTO DE VISTA

Capítulo Um - JACYOR
PDV CYAN


Andarilhando por aquela rota de pedregulho, eu olhei para cima e vi o céu escurecendo com poucas nuvens e versos vieram em minha mente.


“Esse meu jeito de viver
Ninguém nunca foi igual
A minha vida é fazer
O bem vencer o mal
Pelo mundo viajarei
Tentando encontrar
Um Pokémon e com o seu poder
Tudo transformar.”.


Meio estranho. No caminho de minha casa ao Laboratório do Bill me lembrei dessa terrível música.
Isso me fez lembrar do sofrimento da ansiedade de todos esses dez anos que passei em minha vida, esperando o dia que eu finalmente poderia pegar meu primeiro Pokémon.

Maldito Ash Ketchum, pode-se fazer de certo morando em Pallet – atuando - e depois ganhando papel principal em uma série tão infantil, mas que me fazia ter ânsia de vômito porque não aguentava mais esperar.

Mas não tem por que ter agora. Estou finalmente chegando ao meu first que decidirá TUDO que acontecerá nessa minha jornada, espero que o Pokémon esteja pronto para arcar com essa responsabilidade.

Piso na placa de pressão no chão abrindo-se a porta, ó, mas que grande segurança contra ladrões.
Se eu quisesse roubar todos os Pokémon dos treinadores por volta do mundo, eu poderia. Mas não, não estou afim.

Ora, ora. Cadê aquele maldito Bill? Foi combinado ás oito da noite que ele estaria com meu Pokémon na porta esperando por mim.
Provavelmente ele deve ter se esquecido, eu sabia. O Professor Carvalho era mais fácil de confiar. Girei lentamente meu corpo esperando mais um pouco, sentindo o vento soprando minha touca revelando meu cabelo azul claro. Pego-a de volta e vou indo em direção a minha casa.

Botar em uma responsabilidade dessas em um mecânico que só porque fez um PC que guarda Pokémon.
- Ei, garoto! – Viro-me para trás e vejo o Bill me chamando já indo embora por um rio que ficava perto do laboratório. – Você é Cyan?
- Sou eu sim, idiota. – Cruzei-me os braços em questão da raiva.

Ele riu um pouco com minhas palavras, me deixando um pouco irritado, espero que ele saiba que eu conheço ele: O Bill - Metido a Gates -
- Então venha cá, vamos pegar seu primeiro Pokémon!
- No rio? Então quer dizer que terei um Pokémon de água? Humpf. – Ok, não é normal eu agir assim, mas não quero que ele me de um Magikarp da vida, também né.
- Prefere ficar sem? Acho que não, né? – Saiu de cima do Wailmer que estava montando e segurou meu braço e me jogou pra cima da baleia.

Que grosso.

Não, sério. Você acaba de conhecer uma pessoa e o jeito que ela se apresenta é assim? Mas, ele deve estar pensando a mesma coisa de mim de qualquer jeito...

O Wailmer começou a surfar pelas ondas da rota marítima enquanto Bill me explicava sobre os Pokémon aquáticos, sobre os jeitos de viverem e como os Pokémon de outros tipos acabariam se vivessem nas águas dos oceanos, depois também me explicou sobre vantagens e desvantagens, coisas que eu já sabia, é claro.
Mas eu não me lembrava de muitas coisas, vou deixar passar essa.

Depois de tanto falatório ele falou que finalmente eu poderia ver o mar e escolher um dos Pokémon para capturar sendo meu primeiro. Entregou-me uma pokébola bem diferente das outras que geralmente vejo.
- Toma esta pokébola especial inventada por um amigo meu de Johto. Ela é a mistura de duas pokébolas: Dusk e Net. Ela melhora a captura de pokémons aquáticos e insetos de noite. Ainda não tem um nome certo, entretanto prefiro chama-la de Dusket Ball.
Enquanto eu analisava a “Dusket Ball” um menino veio voando em seu Pelliper e ficou em nossa frente.
- Obrigado, amigão. Pode ir agora. – O pássaro voou para longe fazendo com que o garoto caia, mas antes de tocar na água apareceu um pokémon de baixo dele.
- Bill e Cyan!– O menino estava apoiando-se na cabeça de uma serpente bege, rosa e azul.


- Ruby? – Acabei olhando para o garoto e o reconhecendo.

____

PDV NARRADOR

O pequeno Starly voava em direção á uma menina de cabelo verdes e recuava descendo voo, se acomodando no braço da garota.



- Xavier, Xavier... Onde você andava, garoto? – A menina passava a         mão nas penas do seu pokémon voador. – Um garoto esteve aqui para lutar conosco e você não estava presente.

A menina botou a mão em sua bolsa e tirou uma pokébola de coloração rosa e apertou o botão que dividia as duas cores da esfera, dela saindo um pokémon verdejado flutuante que continha uma flor amarela em sua cabeça, em uma pétala havia escrito com caneta preta “Claria” sinalizando o nome do pokémon.

- Claria e Xavier. Hoje pegaremos a pokédex com o Professor Carvalho finalmente! – Rodopiou pelo pico da montanha gramado que estava. O céu azul brilhava o cabelo radiante da moça enquanto seu vestido claro balançava.
Parou rapidamente e voltou a falar com os pokémons que giravam e voavam ao ritmo da menina.
- A cada dois anos são feitas três pokédex desde 2002, existem 18 treinadores que possuem essas relíquias no mundo. Hoje mais três treinadores receberão as suas, e eu sou um deles!
Seus olhos brilhavam de emoção enquanto sua boca abria um sorriso e seus pokémon começaram a vibrar de felicidade de novo.

Seu celular também.
- Alô? Oi professor Carvalho! Chegou a encomenda com minha pokédex? Estou indo aí agora! - Jade subiu em cima de Claria e foi flutuando até o novo laboratório que inauguraria hoje na cidade de Fuschia.


____


Um menino de cabelo alaranjado passeava pelos destroços de uma antiga prisão. O tempo fechado fazia pequenas gotas escorrerem pelo pescoço do garoto. Do lado estava um belo Onix cristalizado.

- Parece que ela foi toda destruída, obrigado Hugh. – O menino pegou a pokébola em seu bolso e apontou para o monte de pedras, puxando o pokémon pedregulho. – Não temos mais que nos preocupar com esse cara.

Sua bermuda branca estava um pouco sujo por causa da poeira preta dos escombros e sua camisa preta com um colete cinza disfarçava bem a sujeira. Logo deu uma batida em suas roupas tentando tirar o excesso que tinha e continuou a andar em frente se escondendo atrás de uma árvore, mexeu um pouco a cabeça para o lado para olhar.

Via rapidamente os policias chegarem ao local e voltava a se encostar na árvore até que o chão que estava em baixo se abrisse fazendo com que ele caísse em um tubo.
“Ainda não me acostumei com isso...” Pensou rapidamente ao chegar ao seu destino. Ficou reto esperando seu chefe chegar ao local.
- Senhor, eu fiz a missão com sucesso. – Olhou nos olhos do homem com terno amedrontador.

O homem fitou o garoto com raiva.
- Para que tanta formalidade, Orange? Estamos em família aqui. Eu só pedi para você o normal de sempre: uma missão para destruir uma antiga construção minha.
- Mas você não explicou para os policiais, né? – Tirou o colete e botando no sofá a sua frente. – Eu vi eles chegando ao local.
- Eu tento evitar ao máximo confusões, sobrinho. E você sabe disso. – Sorriu indo até a outra sala e trazendo uma caixa de vidro retangular.
- Isso responde o porquê das paredes dessa sala subterrânea serem de aço. – Sentou no sofá ao lado de seu tio, curioso para saber o que era aquilo na caixa de vidro.
- Você deve estar curioso para saber... Então vou contar logo. – Olhou para os olhos de seu sobrinho. – Você foi escolhido para ser o terceiro portador da pokédex.
Os olhos de Orange começaram a brilhar de emoção ao lembrar-se do dia que foi fazer a prova escolar e pensar que tudo tinha dado errado.
- E o pokémon raro está aqui também, eles escolheram de acordo com sua personalidade.

O menino de cabelo laranja pegou rapidamente a caixa de vidro a abrindo. Pegou a pokébola e a pokedex. Primeiro apertou o botão da pokébola e dela saiu um pokémon laranja com o rabo pegando o fogo.
Char, charmander! Aquele canto pokémon era tão bom quanto ouvir seu grande Onix.
- Meu pokémon escolhido foi o Charmander?! – Pegou o laranjinha no colo e o abraçou, o pokémon retribuiu. – Vou te chamar de... Já sei! Zard!
Charmander!



____


- Ruby? – Cyan olhava o irmão indiferente. – Por que santo arceus você faz aqui?
- Também te amo, Cyan. – Sorriu e piscou para seu irmão. – Mas antes de falar do nosso amor eu vim falar sobre a pokédex que o Professor Carvalho mandou eu te entregar.
- A sim, ele me avisou pelo celular. – Pegou a pokédex da mão do seu irmão. – Agora poder ir embora.
- Tudo bem, lembre-se de que eu te amo! – A Milotic girou para trás e começou a nadar em direção de Cinnabar.
Cyan olhou para Bill contente, mas cansando de esperar.
- Acho que já vi o pokémon que quero! – Viu um Squirtle nadando e logo jogou a Dusket Ball nele.
- Um Squirtle assim na água do nada? Como assim? – Bill estranhou e começou a pensar.

“Mas é claro que não vai conseguir capturar esse Squirtle... É um pokémon muito difícil de..”

- Capturei! – Pegou a Dusket ball. – Squirtle, você é meu!


____


- Obrigada de novo pelo Bulbasaur e pela pokédex, Carvalho! – Jade sorria alegremente e logo saiu do laboratório.
“Imagino quem são os outros portadores das pokédex...”


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Re: Pokémon: Em busca da Kanto Perfeita

Mensagem por Makos em Qua 7 Jan 2015 - 0:06

ç-ç
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Re: Pokémon: Em busca da Kanto Perfeita

Mensagem por Mathss em Qua 7 Jan 2015 - 10:03

@Makos escreveu:ç-ç

Peraew man, já vou ler, kkk, logo edito o post.

EDIT:

Bom, primeiramente, legal que tenha se inspirado no mangá.

Bom, eu achei que faltou algumas expressões, tipo, o Bill pensou que ele não ia conseguir capturar, ai Cyan simplesmente fala "capturei", não mostrou muito o que aconteceu, a trajetória da pokébola, e talzz. E também não mostrou a expressão de surpresa de Bill.

Uma dica que já me deram, e eu vou dar para você: Descreva o cenário. Acredite, torna muito melhor a leitura, se achar que o capítulo vai ficar muito grande por causa disto, só dividi-lo. E acredite, muitos dividem, por isto, pode colocar os títulos depois que terminar o capítulo.

Mas a ideia esta boa, não vi a saga ruby saphire de pokémon Adventure ainda, por isto, fiquei um pouco confuso sobre os personagens, no próximo post, antes de postar cap, fale um pouco dos personagens, sobre cada um deles que tiveram até agora, mesmo o Bill, que eu já conheço no pokémon Adventure, e outros assim.
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Re: Pokémon: Em busca da Kanto Perfeita

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