Pokémon Mythology
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Hoenn Tales — Fanfiction.

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Hoenn Tales — Fanfiction.

Mensagem por Haos D. em Sab 27 Set 2014 - 12:45


Hoenn Tales

Gente, creio que esta foi uma decisão difícil que me indagou desde que comecei a escrever a fanfiction Aventuras em Hoenn. Acho que irei recomeçar do zero, não sei se perceberam, mas do meu ponto de vista, a fanfic está sem pé nem cabeça. Irei recomeçar do zero e desta vez ficará melhor.(prometo de <3) já pedi para que a trancassem e desta vez não irei demorar como fiz com a outra, só isso mesmo. Thanks.

Notas da História:
Usei como inspiração a música “Titanium” de David Guetta. Sem fins lucrativos. A fanfiction é usada apenas como forma de entretenimento do autor, já que ele não governa o mundo Pokémon. Caso sim, a Platinum,(PSA) seria sua esposa. <3.


Sinopse


Calem e May; dois que como meta da sua jornada, terão que cumprir uma antiga tradição de família, criar com a ajuda de um acessório do cume de uma montanha, um acessório que represente o brasão da família Windsor. Em um prazo imediato de noventa dias, junto com um guarda-costas. No entanto, um mal-entendido leva eles a acreditar que seu guarda-costas era um adolescente chamado de Brendan, e entrega o último cartão dourado que possuíam e um inicial.

Porém, embora o pensamento "egoísta" das facções maléficas. Os traíra problemas, já com a jornada nas mãos, eles pretendem derrotar os planos maléficos e por cima ainda desafiarem os líderes de ginásio, a batalha da fronteira e ter que encarar o Grande Festival.  

Os lendários sempre estiveram a ativa, mais precisam ser despertados pelas orbs que estão divididas por Hoenn. Jirachi viu todos os perigos como uma série de entretimentos, mais ainda viu que uma imensa catástrofe que abalaria o continente estava prestes a se formada.O Pokémon concede ao grupo um único desejo, mas em troca ela deveriam derrotar os três Guardiões da Região com um grupo de lendários ainda pouco conhecidos pela sociedade.

Personagens
(Página em Construção)

Capítulos

Aurora Sapphire Saga.

Capítulos Iniciais:
Prólogo – Catástrofes.
Capítulo Um - A Contagem Regressiva
Capítulo Dois - A Passagem e o Homem Desconhecido.
Capítulo Três - Decisão.

Extras

Extra UM – Data não disponível no momento
Extra DOIS – Data não disponível no momento
Extra TRÊS -  Data não disponível no momento

PRÓLOGO.
Catástrofes.

As trovoadas estavam em plena fúria controlando aqueles céus. As enchentes desvastavam todo o continente e já a terra fazia os terremotos acontecerem. Aquelas catástrofes deixavam os habitantes do continente irados, já outros se encolhiam e oravam para os guardiões do Continente parassem com aquelas tragédias.
— Esse sim, será o fim de Hoenn. — dizia um homem alto que olhava para o cume da montanha sendo partido em meio.
— Groundon! — chamara um outro homem. — Os mares iram o derrotar, nem pense que será o meu fim. — resmungava.
— Pensa que iriei obedecer suas ordens,irmão? — falava furioso. — As montanhas cobriram o mar por completo e nem mesmo sua capacidade o irá fazer resistir as minhas rochas.
Com a fala de Groundon, os terremotos pararam mas vinham em direção ao Kyogre, ele apenas pôs sua mão em sua frente e uma hidra de água vinha na direção do irmão. Mas ela caiu em meio ao ataque.
— Evaporou meu ataque!? Que pleno covarde.
— Parem com isso. — ordenava uma voz zangada com a atitude dos tiranos. — Quem pensam que são para desobedecer minhas ordens e ainda por cima mostrar suas faces para os imundos seres humanos? Em breve, creio que irei os matar e somente os céus tomaram de conta de Hoenn. — ele gritava com total voz grave.
— Certo, mestre! — os dois falaram um uníssono e clamaram de joelhos ao homem que estava irado com a atitude deles.
— Somente em breve... Poderão fazer essa guerra acontecer.


Última edição por Haos D. em Sab 4 Out 2014 - 21:25, editado 2 vez(es)
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Re: Hoenn Tales — Fanfiction.

Mensagem por Black~ em Sab 27 Set 2014 - 16:11

Bom, vamos lá.

O prólogo não revelou, tipo, nada. Só a mesma coisa de sempre, Kyogre e Groundon brigando e Rayquaza separando a briga.

Eu só tenho a dizer que vi alguns erros e o texto ficou confuso. Tipo, tinha um homem falando e do nada o Rayquaza estava falando para eles pararem, eles param e vão embora. Sei lá, ficou tudo muito corrido e sem muita explicação e sem dar muitas explicações, mas enfim.

É só e boa sorte com a fic.
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Re: Hoenn Tales — Fanfiction.

Mensagem por Aphrodite em Sab 27 Set 2014 - 17:08

Aphrodi chegou, chegando nesta fic que por sinal começou bem.

É um dos primeiros prólogos que vejo sem humanos (foi o que vi), No começo pensei que eram homens, re-li e percebi que havia Groudon e Kyogre brigando entre si, a fala marcante deles me deixou encantado e isto é bom porque geralmente leio o primeiro parágrafo de uma fic e paro.

Como a fic está no começo não sei se continuarei a ler (algumas fics começam boas e se arruinam), Só peço que não pare porquê quero ver esse "novo" encontro deles três.
Bye

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Re: Hoenn Tales — Fanfiction.

Mensagem por Haos D. em Dom 28 Set 2014 - 11:59

Spoiler:

Black~; Certo, é por que eu sou horrível com prólogos. Eu mesmo notei essas partes no prólogo e não tive tempo nem de o revisar. Tentarei melhorar neste capítulo.

Aphrodite~; Valeu Aphrodite. Espero que goste também do capítulo 01. ^^


CAPÍTULO 01.
A Contagem Regressiva.

O belo Sol saía por detrás das nuvens, que eram poucas naquela manhã. Hoenn não estaria fria como de costume, mas também não faria calor. Littleroot teria um tempo bom naquele dia, que afinal de contas era tão especial.

Em uma casa afastada da cidade, um jovem também despertava ao ser tocado pelos raios de sol que passavam por entre as cortinas de sua janela. Abriu os olhos com tranquilidade e fitou seu imenso quarto semi-iluminado. Finalmente. Foi o que o jovem pensou.

Saltou-se da cama e finalmente pôs-se a ver da sua janela de vidro fumê, um carteiro com uma enorme caixa em suas mãos. Ele nem se empolgou com aquilo, sabia que não iria iniciar a jornada tão cedo, fazendo-se se entristecer.

Mas por final das contas, ele finalmente estava acordado. Depois de uma leve ducha com a água quentíssima, ele estava pronto para sair do quarto tão grande. Mas ouvia-se batidas em sua porta.

— Entre! — pediu para os empregados abrirem a porta.

— Senhor Calem, o que o senhor está fazendo acordado a estas horas? — a
empregada logo começou a se preocupar com o status do menino
.
— Senhorita Campbell. Você sabe que hoje é um dia muitíssimo especial para mim e a May, por isso temos uma tradição de acordamos cedíssimo por causa do dia especial. — sorria o jovem. — Apesar de tudo, a senhora sabe onde estão os cartões Windsor? E quando iremos receber nossas Pokébolas? — perguntara o garoto.

— Bem... já que me pergunta; os Pokémons ainda estão para chegar, já os cartões dourados estão na sua gaveta á esquerda. — respondeu. — Agora com licença, irei dobrar seu cobertor e sua cama, não é Mr.Mime?

Um Pokémon humanoide com aparência de duende sairá detrás da Senhora Campbell, ele era conhecido por Calem há alguns anos. Róseo, branco e azul escuro. Isso era suas cores. Ele com um simples toque. Dobrou o cobertor em uma questão de segundos, enquanto a idosa com paciência dobrava a espaçosa cama de Calem.

— A senhora pode se retirar. — pediu Calem.

— Mais eu ainda...

— Nada de mais, a senhora está com dores musculares em todo o canto do corpo. Pode ir para seu quarto que eu providencio que o Mr.Mime faça seu serviço.

— Senhor Calem. O senhor é um anjo. — a mulher sorriu e por ultimo foi acompanhado pelo jovem até seu quarto.

A empolgação era tamanha na mansão da família Windsor. May estava terminando de se trocar, enquanto tagarelava sem parar sobre como seria emocionante aquela manhã. Três dias haviam se passado desde o jantar da decisão do futuro dos garotos, no qual concluíram que eles poderiam viajar por Hoenn.

Quando a garota saiu, estava vestindo um tipo cachecol branco com uma blusa preta por dentro, já uma blusa com um tom de rubi sem mangas. De uma toca vermelha e branca caíam os fios castanhos da menina, e por baixo, um short por dentro. Seus calçados era meias escuras longas e sapatos de tons parecidos.

— É hoje, Senhora Katrina! Hoje! Hoje! Hoje! — gritava May eufórica, puxando as mãos da velha senhora e o girando.

— Assim, você me deixa tonta. Pare com favor. — a idosa pediu-a. — É isso, hoje a Lady Sapphire irá iniciar sua jornada. — clamava a senhora.

— Senhora Katrina! — gritou a menina empolgadíssima. — Este será meu nick a partir de hoje. Boa ideia. — a jovem deixou ser levada pela euforia.

Calem acabara de chegar no quarto da garota. Os cabelos castanho-claros espalhados pelo rosto, e trajava roupas bem simples. Os olhos verdes-esmeraldas brilhantes se encontraram com os azul-safiras de May, fazendo-a rir.

— Que foi? — perguntara o garoto em dúvida.

O rapaz sentou-se em seu puff rosa e lia um livro. , Sem prestar muita atenção no assunto.

— Vamos!? — chamou a prima.

— Claro! — ela estendeu seu braço em sua direção e colou seu braço por debaixo dos braços dele. Os dois levava mochilas bem pesadas atrás.

Foi quando ouviu um som que costumava ouvir raramente, o do portão se abrindo. A garota arregalou os olhos, já o garoto se aguentando para não lhe dar gritos.

— Os Pokémons...chegaram. — ela soltou-se dos braços do primo e corria em uma velocidade até ser a primeira a abrir a porta de madeira do casarão e pegar a caixa do homem carteiro.

— Minha prima ficou retardada foi? — o jovem tinha uma expressão de desgosto e raiva para a prima.

— Cala a boca, Dodrio com a perna quebrada e vamos olhar a caixa. — ela pegou a grande caixa e a colocou no piso arrendondado da escada.

— Não posso nem falar da senhorita Swellow entrando em crise de dar a luz a seus filhotes.

May não ligou, abriu a caixa delicadamente, retirando o laço que haviam posto nela e por ultimo leu um pequeno bilhete que claro que Norman, pai de Calem e tio de May deixara para eles.

— Tomem cuidado com os Pokémons. (...) O dever os espera. — leu o garoto. — Atenciosamente papai e titio Norman.

A garota com sucesso, abriu a caixa sem deixar nenhum dano. E dentro estava duas pokébolas. Calem examinou ambas, e entregou uma para a prima. Provavelmente era a qual a pertencia. Ele viu o sorriso imenso com o olhar vidrado para a sua pokébola e deixou a ultima em sua mochila, no bolso em que os cartões dourados estavam.

— Primeiro as damas. — pediu-lhe.

May passou a pequena capsula em sua blusa, a dando um certo brilho e a lançou para cima, liberando uma pequena criatura em forma de pintinho. Ela tinha um laço rosa na ponta da sua orelha, ela estava empolgadíssima ao ver sua dona, tinha um pelo alaranjado e claro detalhes de cor amarelo-bege.

— Torchic. — falou, pronunciando o nome da sua espécie.

— Minha vez.

O garoto vez o mesmo movimento anterior. De lá dentro sairá uma criatura um tanto séria, fazendo parte de sua natureza. Ele possuía uma armadura feita de metal, com uma ponta em sua armadura, com olhos brilhantes azuis. Olhava desconfiado para os dois e principalmente para a pequena Torchic. Era do tamanho exato da pequena criaturinha.

— É hoje, Calem!

— Que o que? — perguntou com total frieza na voz.

— Idiota.

— Chata.

Os dois viraram-se em direções opostas, juntamente com os seus Pokémons.

Continua...


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Re: Hoenn Tales — Fanfiction.

Mensagem por Brijudoca em Dom 28 Set 2014 - 12:27

Boa Tarde
Acabei de ler o prólogo e o capítulo 1, e devo dizer que o enredo é interessante e tem tudo pra se desenvolver de forma bem legal mas que também pode ficar cansativo, mas isso depende de como você vai conduzir a história.

Porém, o texto contem erros demais, coisas que poderiam ser resolvidas com uma revisão rápida antes de postar o capítulo. Também devo chamar atenção a forma como você está conjugando os verbos, ás vezes no pretérito perfeito e outras vezes no futuro do pretérito, o que deixa o texto esquisito.

Enfim, gostei do Calem e da May e fico no aguardo do próximo capítulo.
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Re: Hoenn Tales — Fanfiction.

Mensagem por Weird von Gentleman em Dom 28 Set 2014 - 14:36

Olá, Haos! Espero que esteja tudo bem contigo.

Tens aqui uma história muito legal e que tem potencial para se tornar numa excelente fic, caso invistas nela o suficiente. Tens personagens que se adequam ao ritmo de narrativa que tens; sem grandes profundidades e características. Apenas personagens crus e puros, sem floreados nem tretas enfadonhas que costumam aparecer muito por estas bandas.
Achei o tamanho do prólogo muito adequado ao resto da história e ao tema em si. Não é preciso grandes narrativas, para enquadrar a trama da história, apenas mostrar os dados e lançar alguma especulação na cabeça do leitor.

Em geral, achei uma história bem compassada e com um estilo que se adequa, tanto à tua idade, como à da grande maioria dos membros do fórum. Mostraste aquilo que vales e de que és capaz e, fora alguns errozitos de gramática e de português, estás de parabéns por enveredares por uma área que muitas vezes é menosprezada pela comunidade.

Só gostava de te fazer uma pergunta. Fiquei com a impressão de que esta história é um remake de outra que tinhas escrito. Fora isso, tens mais material, ou seja, mais histórias? Ou isto é a primeira que escreves?

Um abraço,
Weird
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Re: Hoenn Tales — Fanfiction.

Mensagem por Haos D. em Seg 29 Set 2014 - 15:49


Brijudoca~Okay cara, ainda sou um iniciante com as fics, :-)

Gentleman Weird~bem cara, como você viste acima, sou um iniciante com algumas essas fanfictions e esqueci de a revisar, hehehehehe. Bem, ela é a primeira de muitas que já escrevi, algumas estão localizadas em meu Nyah e já outras em forums que já foram completamente esquecidos. Se isso responde sua pergunta.

Continuem a acessar a fanfiction Hoenn Tales, agradeço aos dois.
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Re: Hoenn Tales — Fanfiction.

Mensagem por Black~ em Seg 29 Set 2014 - 19:43

Bom, vamos lá.

A história é bem semelhante à outra já postada aqui. Bom, na verdade não se difere muito de muitas histórias. O jovem e a garotinha indo numa jornada continente a fora. Aquele velho clichê de sempre, só espero que você crie algum elemento que torne a sua história diferente das demais, pois já estamos cansados da mesmice, não acha?

Bom, eu sinceramente não gosto nenhum pouco da utilização de personagens já existentes (ainda mais a May, que ultimamente vem sendo usada toda hora, mas enfim). Uma coisa que percebi, talvez seja coincidência, mas tinha uma fic que a May era prima do cara e eles iam na jornada juntos, mas espero que seja só coincidência mesmo.

Cara, espere para postar um novo capítulo. Ainda bem que seu capítulo era pequeno, pois você postou em um dia e no outro já tinha postado um novo capítulo, e isso afasta os leitores, que buscam um tempo maior para ler e comentar a história. Mas como eu disse, ainda bem que ambos capítulos eram pequenos, assim não interferiu tanto. Mas recomendo que tenha um prazo de pelo menos uns 3 dias para postar um novo capítulo, mas enfim.

Eu vi alguns erros, não vou citar, mas basta uma revisada básica no Word que você os encontra. Senti também que o texto ficou meio rápido, mas enfim.

É só e boa sorte com a fic.
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Re: Hoenn Tales — Fanfiction.

Mensagem por Tsurugi em Qua 1 Out 2014 - 19:09

Yo! Gostei bastante da fic. Acho que está tudo bom, tirando os vários erros que nem valem a pena serem citados. Como disseram acima, basta uma revisada no Word que vai ficar tudo bem.

É só isso. Boa sorte com a fic.



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Re: Hoenn Tales — Fanfiction.

Mensagem por Haos D. em Sab 4 Out 2014 - 21:21

Spoiler:

Black~ Certo, tentarei seguir.
Tsurugi~ Nê isso? O cap, nem sei se o capítulo ficou bom. Tentarei seguir do jeito que você disse.

E acima de tudo, valeu aos dois.

CAPÍTULO 02
A PASSAGEM E O HOMEM DESCONHECIDO.

A brisa estava suave e a manhã natural enquanto que os primos pedalavam.Calem não levava jeito para pedalar e ao mesmo tempo ter que suportar o peso do Aron em seus ombros, já May havia posto a Torchic na cesta de sua bicicleta, a dando menos trabalho para carregá-la.
As rotas em que os jovens passavam estava completamente desertas, somente os Pokémons habitavam aqueles arredores, mas até que eles viram algumas casas feitas de madeira, lá era que moravam os conhecidos de camponeses.
— Já vimos quantos Wurmples, Calem? — isso enciumava a Torchic.
— Sei lá, acho que uns quinze, vinte. —ele ainda estava atrás de um jeito de carregar Aron.
Calem colocou-se em pé em sua bicicleta e a pedalava, enquanto que Aron ficava sentado naquele espaço de cor verde escuro. May rira da situação do garoto, mais foi pega de surpresa com a árvore que batera.
Com poucos minutos, Calem avistara uma construção de madeira,  com janelas de vidro brilhantes. O deixando curioso, juntamente com seu Aron que pulou da bicicleta em uma aterrissagem que fez poeira vir para Calem.
— Seu danado, vamos esperar aquela...sei lá o que.
Com poucos minutos, May vinha se acabando com uma enorme marca no canto da testa, os seus fios de cabelo castanho escuro ajudava a ocultar-la, já sua parceira vinha sorridente na cesta de sua bicicleta.
— Vamos voltar daqui? — perguntava o primo.
— Claro, estou ficando em decomposição.
— Exagerada, nê?
Com muito cuidado, Calem colocou o Aron no cesto de May, para facilitar mais. Já a garota ficara muito contente, pois Chic teria uma companhia naquele pequeno espaço.
Point of View, Pokémons
Enquanto os donos pedalavam. Os Pokémons conversavam em uma linguagem diferente. A linguagem dos Pokémons.
— Sabe qual o tempo que chegaremos em casa? — Gronno perguntava não muito ansioso.
— Não, espero que cheguemos logo.
— Pra que? Ficar dentro daquele espaço do quarto do Calem é um terror.
— E o quarto da May? Lá tem diversos pelúcias e tem até uma bolinha adequada para os Pokémons. Nem me fale.
— Sou mais a selva do que a urbanização.
— Nada disso, a urbanização é mais criativa, pelo menos não tenho que sujar meu pelo brilhante enquanto batalha em campo de areia.
Gronno ficara pensativo e finalmente deu a resposta.
— Não só batalhamos em campos de areia, tem diversos outros campos também.
— A mesma coisa.
Chic olhava seu pelo  e viu um mancha de terra, com seu bico ela a cutucava e finalmente a retirou.
— Viu? Já estou suja.
— Urbanização, garotas. — pensava.
Point of View, Humans
Calem e May retiraram seus parceiros do cesto da bicicleta, e Chic subiu as escadas rapidamente, já Gronno saiu para o Grande Jardim da mansão.
— May. — a chamou.
— Pode falar. — respondeu.
— Você já pensou em sair por aquele Grande Portão lá no Jardim?
— Já, só de curiosidade. Mas acho que lá é só onde os empregados guardam as vassouras e tudo e mais.
— Será mesmo? Vou olhar.
May lhe dava avisos, mas Calem nem sequer lhe deu ouvidos, correu e finalmente viu o Aron. E o portão enorme de largura e altura feito com bronze superbrilhoso.
— Gronno, será que você consegue arrombar aquele portão?
— Aron?
— Eu não lhe entendo, mas tente dar um  jeito. Harden.
Em Gronno era póssivel ver a metade de seu corpo com um brilho forte, até que a energia oculta foi aumentando e finalmente sua armadura de metal parecia mais forte e mais brilhosa do que o normal, dando a ele um novo poder.
— De novo.
O Aron precisava de um enorme poder para não causar danos a sua armadura. Calem lhe comandou diversas vezes fazer o mesmo movimento.
— Agora vai, dê uma investida.
Aron correu o mais depressa póssivel, até que ele saltou com o impacto vindo no portão, não conseguiu o arrombar. Mas fez um enorme estrago, assustando Chic juntamente com May que estavam por perto.
— O que foi isso, criatura?
— Me empreste a Chic.
— Pra que?
— Você vai ver. Chic use o Ember na armadura de metal do Gronno.
Torchic ficou confusa, mas mesmo assim usou as fagulhas na armadura do pequeno Aron. Ele recebia danos mais ainda podia sentir que o fogo lhe ajudava a ficar mais forte e ao mesmo tempo lhe dando dano.
— Harden.
Aron, mesmo em estado pertubador, foi e usou para o endurecer. A cor das chamas se ampliava em sua armadura, lhe dando um forte brilho que até seus olhos ele sentia queimar.
— Calem. — a prima ficou preocupada com o estado do Aron.
— Agora, Metal Claw.
A criatura mesmo sem ver, pode sentir a brisa que batia no bronze do portal. Em uma velocidade extrema, ele  pôs a sua garra no estrago do portão. Agora ele finalmente havia feito um arrombamento naquele enorme portão de bronze.
— Calem, olha o que você fez. — May o repreendeu.
Sem ter aquele material para impedir a vista, era póssivel ver uma verdadeira floresta que na placa próxima lia-se:
Odale Town a frente.
— Mas Odale não é pegando os arredores da rota 101?
— Vamos ver, nê?
Os dois jovens passaram por aquele caminho, os dois se viram perdidos dentro daquele matagal, não viram sequer uma pista para voltar ou descobrir o caminho da frente. Mas graças ao Aron apressado e a Chic agoniada com tanto mato, os dois esbarraram em uma tremenda árvore, alta e com galhos fortes, e mais na frente puderam ver que estavam em Petalburg. Pois a vista da placa já podia ser vista.
Uma passagem secreta para Petalburg? Ninguém sequer ouvia falar sobre a tal descoberta. Por isso que aquele Grande Portão sempre era trancado, segundo Calem, somente seu pai tinha acesso a passagem.
— Será que seu pai usava esse caminho para ir para Petalburg?
— Só pode.
Distraídos com aquela descoberta que não viram o buraco que havia no chão. Os fazendo cair dentro dele e descer como se fossem para o subterrâneo.
May gritava como se fosse morrer. Mas para sua sorte, Calem caiu primeiro e ela por cima dele. Assim como Aron e Chic cairam em seu colo.
— E agora, primo?
— Saí de cima. — com muito esforço, ele virou para o lado oposto a deixando cair no chão duro.
— Seu grosso.
— Mas, na moral. Como vamos sair?
Os dois se entreolhavam, May estava com um olhar de ira para Calem. Pois sem a ideia dele, não haveria  a tal encrenca.
— Sorte que você deixou a porta aberta não foi? Mr.Mime pode ir conferir e nós salvar.
— Será mesmo?
— Calem. — a jovem ficou desesperada por um tempo. — Realmente, eu te odeio.
— Será que você sabe que eu tenho habilidade para subir por este caminho? Posso te ajudar também. — se ofereceu.
— Deve me ajudar.
Calem ficou pensativo.
— Mas e se seguirmos pela frente?
— Será mesmo? — ela olhou para a Torchic suja de lama. — Chic? Tente achar o caminho.
A Torchic saiu andando lentamente na direção do escuro. E finalmente teve uma resposta.
— E aí? — perguntou Calem, coçando o olho.
Ela apenas balançou a cabeça.
Com esforço. Eles acharam uma escada, uma escada em um subterrâneo? Só pode ser brincadeira. Mas mesmo assim eles a subiram. E viram que estavam em algum lugar perto do mar salgado e mais na frente via-se um homem alto. Ao lado de um Pokémon esquisito. Com pernas e um grande “X” na frente, perto dos olhos vermelhos vivos.
— Ah...olá?
O jovem se virou, ele tinha uma aparência musculosa, com uma roupa parecida com um smorking, tinha uma pulseira em seu braço e ele possuia grandes cabelos azuis. Ele também entreolhava May e Calem com cuidado.
— Vocês? Quem são vocês?
— Somos filhos de camponeses de Littleroot, inventamos de andar por Petalburg e acabamos nós perdendo. —afirmou Calem.
— Certeza? E seus parceiros Pokémon?
— Eles são bebês, quase não tem noção do perigo. Olhe este Aron, é pequeno mais do que o normal e esse Torchic? Nem se fala.
— Então, querem carona por lá?
— Se você quiser dar. Mas quem é você?
— Não posso dar meu nome a qualquer tipo de gente, então. Metagross. — ele chamara o Pokémon.
Os olhos do tal Metagross começaram a brilhar de forma estranha. E em uma questão de segundos eles se localizavam na cidade ao lado da casa do vizinho.
— Mas...como?
— Deixa de ser molenga. Agora vamos para casa. — May estava cansada o bastante e hipersuja com aquela areia da praia e aquela lama da caverna.
— Senhor Calem e senhora May. — uma voz os repreendia.
— Ah, senhora Katrina?
— Vocês estavam aonde?
— Brincando no jardim, aí o Aron aprendeu um golpe e sem querer nós acertou. Quase nós matou e viemos parar aqui. — idosa acreditou na mentira malcontada.
— Então entrem. O guarda-costas já está chegando.
— Guarda-costas? — os dois perguntaram em uníssono.
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Re: Hoenn Tales — Fanfiction.

Mensagem por Black~ em Ter 7 Out 2014 - 21:04

Bom, vamos lá.

Pra começar, não curti muito esse capítulo não. Ficou tudo rápido e confuso, além de não ter tido quase nenhuma adição importante à história. Foi tipo os dois priminhos lindos brincando e se aventurando no quintal de casa, ownt, que lindo né? Ou seja, foi bem morno mesmo.

Pera, achei que eles já tinham começado a jornada, já que no capítulo anterior cada um tinha pegado seu pokémon e ido para um lado e tals. Mas no começo desse os dois estão juntos e voltando para a mansão, então achei isso meio estranho, mas enfim.

De toda forma, eu gostaria de entender o porquê de ter um portão que leva direto a Oldale (dessa vez não é uma crítica). O Norman deve ter algum segredo né, vamos aguardar. Mas pelo amor, os dois não são nem um pouco espertos né. Ele arrebentou com o portão inteiro e acha que ninguém vai desconfiar?

Aquela parte dos pokémons foi bem desnecessária né? Tipo, um debate sem a menor importância, sem sentido nenhum, pois eles são de espécies diferentes, e bem, espécies diferentes, modos diferentes de se comunicar. Não acho que um leão entenderia um elefante "falando" algo, por exemplo. O mesmo acontece com os pokémons, ainda mais que cada um fala seu nome, anyway.

Erros devo ter visto um ou outro, mas nada de mais.

É só e boa sorte com a fic.
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Re: Hoenn Tales — Fanfiction.

Mensagem por Haos D. em Qua 8 Out 2014 - 13:26

Ah. Faz um favor? Alguém exclui esta fanfic. Estou quase pirando, sem criatividade. Sad

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Haos D.
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