Pokémon Mythology
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Pokémon - Transportada Para Uma Aventura

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Pokémon - Transportada Para Uma Aventura

Mensagem por Suiko em Qua 12 Fev 2014 - 14:32

Pokémon - Transportada Para Uma Aventura

Autora: Suiko
Censura: +16
Sinopse: Bruna era um adolescente normal. Ou quase isso. Ela adorava ver animes, ler mangás e passar seus dias jogando seu game favorito - Pokémon. Porém, isso tudo termina quando ela, misteriosamente é puxada para dentro do jogo que tanto gostava. Como vai ser a vida de Bruna agora, que está presa no mundo Pokémon e não tem como voltar para casa? Acompanhe as aventuras e desventuras dessa jovem otome em um mundo ao qual ela sempre desejou pertencer.
Notas: - Os personagens de Pokémon não me pertencem.
- Plágio é feio gente!
- Alguns personagens aqui mencionados possuem existência verídica e, por tanto, seus nomes verdadeiros foram ocultados.




Prólogo




POV on


Corria o mais rápido possível, fazendo com que minhas pernas reclamassem do esforço que faziam. Não era do tipo atlética e muito menos uma daquelas garotas que eram um super gênio dos esportes. Na verdade, eu sou do tipo normal. Sem grandes qualidades, ou habilidades que poderiam surpreender as pessoas. Tenho notas médias em matemática, física, química e estudos regionais. Sou acima da média em história, geografia, biologia e literatura. Fico um pouco abaixo da média em educação física, mas sempre recupero com as aulas teóricas. Talvez as únicas matérias em que eu realmente sou boa, são aquelas que ninguém dá o devido valor: história da arte, filosofia e sociologia.

Opa, estou aqui falando e falando, sem nem mesmo me apresentar. Meu nome é Bruna e, atualmente, sou uma adolescente de quatorze anos que frequenta o primeiro ano do ensino médio, na escola municipal Marechal Luz, na pequena cidade de Jaguaruna-SC. Meus cabelos são castanhos com várias mechas amarelas e os mantenho preso a maior parte do tempo, por causa do volume excessivo que eles possuem. Na verdade, meus cabelos eram realmente lindos e o meu maior orgulho até a quinta série do ensino fundamental, quando um cabeleireiro assassino de cabelos fez merda e deixou eles com um volume horroroso. Não importava o que eu tentasse fazer, eles simplesmente não voltavam ao normal. Minha altura é abaixo da média brasileira, sendo que eu tenho apenas 1,53 m. Meus olhos são castanhos escuros e, apesar de morar muito perto da praia, minha pele é realmente clara, já que quase não saio.

Hoje foi uma exceção. Já que eu precisei sair, para fazer umas voltas pra minha mãe e pagar umas contas.

Quando cheguei a parada de ônibus, soltei um suspiro de alívio, vendo que o ônibus do Nova Era ainda não havia passado. Na verdade, nessa cidade temos apenas três empresas de ônibus: Nova Era, São José e Alvorada. E, infelizmente, temos em média seis ônibus por dia, se você perde um, demora uma eternidade para passar outro e, às vezes, nem passa. É um saco!

A parada nem mesmo é uma parada. É um bar, o Bar do Chico, que fica em uma esquina perto do centro de Jaguaruna. O lugar tem aquele cheiro horrível de bebida e cigarro, com vários homens velhos que parecem que ficam bebendo o dia inteiro. Por sorte, sempre tem uma senhora, ou duas ali, então não fica tão ruim esperar o ônibus.

Me sentei em uma das cadeira de plástico laranjas, com o logo da cerveja Skin e tirei meu celular pra ficar jogando. Não estava prestando muitas atenção, pois tudo o que eu ficava pensando, era que eu queria voltar logo pra casa, pra assistir o novo episódio do Pokémon que havia sido lançado naquele dia. Sim, sim, isso mesmo. Eu sou uma otome/fujoshi incrivelmente viciada. Adoro anime, mangás e outras coisas dessa linha. Na verdade, Pokémon é o meu favorito, já que ele também foi o meu primeiro.

Acho que o primeiro nunca dá pra esquecer realmente, ne? Eu tinha só seis anos, quando o anime foi lançado na tv. Tipo, foi amor a primeira vista! Mesmo hoje, sendo uma adolescente, meu maior sonho é ter meu próprio pokémon, mesmo sabendo que isso é algo que não vai acontecer, eu ainda sonho com isso. Acho que essa minha paixão alucinada por pokémon, é outra coisa que faz com que minha vida social seja realmente escassa. Afinal, como um otome/fujoshi pode se dar bem com pessoas 'normais'?

Levei um susto quando escutei a buzina de um carro. Olhei e vi que era o Guilherme, um cara que trabalhava no posto de saúde no bairro onde eu vivia. Ele devia ter uns vinte anos, nunca perguntei a idade dele. Era moreno e, assim como eu, havia vindo do Rio Grande do Sul. É, apesar de morar em Santa, sou gaúcha por nascença e coração. Minha mãe achou que seria melhor a gente se mudar, quando eu tava completando o ensino fundamental, já que Porto Alegre - a cidade em que eu vivia - tava ficando muito violenta.

– Quer carona Bruna?

– Quero, valeu! - falei, já me levantando e indo até o carro da saúde que eu tava dirigindo.

Depois que eu fechei a porta, o Guilherme arrancou o carro e a gente foi conversando. Nada demais. Ele perguntando como tava as coisas lá em casa com a minha mãe, como eu tava indo na escola e coisas assim. Nunca fui muito chegada a ele, só o conhecia por causa da minha mãe, que é bem conhecida no bairro.

Demorou uns vinte minutos, até que ele parou em frente ao mercado onde eu morava. Agradeci a carona e entrei. Quando a gente se mudou, minha mãe quis montar um mercado, pra gente ter uma fonte de renda boa e ajudar o meu pai, que ainda tava morando em Porto Alegre. Meu pai é um eletricista muito bem conceituado em Porto Alegre e, sem brincadeira, ele já foi o responsável pela parte elétrica de mais de duzentos prédios dentro da cidade, fora os que ele fez em outras cidades.

Quando cheguei, vi a minha mãe conversando no balcão com um senhor que morava na frente do mercado, o Seu Carlos. Era um senhor de idade, mas bem bacana e sempre comprava com a gente, mesmo o nosso mercado sendo pequeno.

– Já voltou filha? Pagou todas as contas? - perguntou minha mãe, quando me viu entrando.

– Paguei sim. - respondi e entreguei pra ela o dinheiro que sobrou e os comprovantes.

– Obrigada meu amor. - falou ela, me abraçando e me dando um beijo na testa.

Ri com isso. Infantil? Talvez, mas eu realmente adoro a minha mãe quando ela me abraça e me beija eu fico muito feliz. Essa é uma das partes boas de ser a filha caçula. A gente sempre é o xodó da mamãe, não importa a idade tenhamos.

Seu Carlos se despediu e foi embora. Minha mãe voltou a se sentar em uma cadeira de plástico e a fazer crochê, enquanto assistia uma novela que estava passando no Vale a Pena Ver de Novo - acho que era 'Coração de Estudante'.

Fui pro meu quarto e correi pro PC, me sentando na cadeira e abrindo a página que eu havia deixado carregando o episódio do anime. Minha internet é super lenta, então eu preciso deixar carregando os episódios. Soltei um gritinho de alegria, ao ver que já estava todo carregado. Cliquei do play e comecei a assistir.

Era o episódio 384. Catástrofe Absoluta. Era quando Satoshi e os amigos deles haviam chegado ao deserto de Sootopolis, onde estavam acontecendo vários desastres e todos culpavam um Absol. O que eu achei ridículo logo de cara. Afinal, um pokémon não pode dar azar, era o mesmo que dizer que gatos pretos, passar por baixo de uma escada e quebrar um espelho dão realmente azar. Ridículo. No final eu estava certa, o Absol não estava fazendo nada de errado, pelo contrário, ele estava querendo ajudar a todos.

Quando o episódio acabou eu já não me aguentava de tanta animação e liguei meu emulador do Game Boy Advance. Eu tinha todos os roms dos games do pokémon no PC e, sempre que eu não tava vendo um anime, eu estava jogando. Abri a página para escolher qual rom eu ia jogar, quando eu decidi que jogaria o FireRed que eu havia baixado na noite passada.

A tela ficou do PC começou a passar as imagens, no Okido Hakase apresentando o mundo o pokémon. Então ele perguntou se eu era menino o menina. Obviamente, eu cliquei no menina, mas quando chegou a parte de escrever o meu nome eu parei... Nunca gostei de usar o meu nome verdadeiro para jogar. Sei lá... não que eu odiasse o meu nome, até mesmo gosto dele. Mas 'Treinadora Bruna' parece tão sem graça. Fiquei uns minutinhos pensando e pensando, até que eu decidi que colocaria o nome de uma personagem de outro anime que eu adorava: Yukata Mikoto. Na verdade, Mikoto é um dos garotos do anime Princess Princess, que eu adorava por causa da personalidade tsundere dele, que era muito fofa. Como Mikoto era um nome de garoto, eu coloquei só Miko na hora de preencher o nome.

Confirmei meu nome e apareceu para escolher o nome do meu rival. Cliquei para ele se chama Green. Depois disso apareceu aquela mensagem, falando que um mundo se sonhos e aventuras me aguardava e então o Okido Hakase me deu boa sorte e a tela do PC ficou preta por um segundo, antes que, sem eu saber o porquê, a tela se iluminasse demais, me cegando por um momento e me forçando a fechar os olhos. Senti um puxão estranho na boca do estômago e quando abri os meus olhos, eu estavam em um quarto, mas não era o meu quarto.

Que merda aconteceu?


Última edição por Suiko em Qua 12 Fev 2014 - 16:17, editado 1 vez(es)
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Re: Pokémon - Transportada Para Uma Aventura

Mensagem por Rush em Qua 12 Fev 2014 - 16:08

Boa tarde, Suiko! Seja bem vinda a área de fics, espero que se sinta bem confortável aqui, escreva bastante e até encontre outras obras que a agradem para você passar o tempo, e ver em como existe gente talentosa nesse fórum. c:


Enfim, primeiramente, quero lhe dizer que você se encaixa em uma dessas pessoas talentosas que eu disse. Você escreve muito bem, de forma direta, porém explicativa e detalhada. Não vi problema algum com a pontuação, tudo perfeito. Os únicos erros que eu pude perceber, foi uma hora em que você disse "médica", ao invés de "média". E "vez", ao invés de "fez". Mas foi um errinho insignificante, já que dava pra perceber o sentido da frase.


Sobre a história, eu sinceramente não a achei muito criativa. Você colocou logo de início que "Plágio é feio", mas você não imagina em como essa ideia de entrar dentro do jogo já foi usada. Bem, nenhuma foi concluída, então por favor, seja a primeira. (:


E sobre a obra, eu gostei bastante da personalidade da Bruna. Embora não seja fã de Otakus/Otomes ou sei lá o quê, você mostrou que ela é uma boa menina. Além de gostar de história da arte, filosofia e sociologia, o que me fez gostar ainda mais dela. <3


Também pude perceber que você colocou a censura como "+16". Fiquei confuso, na fic haverá violência, nudez, palavrões, drogas, insinuações de sexo ou coisas do gênero? Porque logo de cara, pareceu algo bem suave se encaixaria facilmente como "livre". Mas enfim, a história nem começou ainda né, eu irei aguardar o resto.


É isso. Aguardo os próximos capítulos. Gostei bastante da sua escrita. Até mais, e boa sorte. (:
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