Pokémon Mythology
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~Spirits.

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~Spirits.

Mensagem por mrdeid em Sex 17 Jan 2014 - 10:18


Viver como um morto. Quem nunca? Lhe garanto que Tylor já viveu, quer dizer, ainda vive. Ser invisível, dominar corpos, almas. Esse é o sonho de muita gente: saber o ponto de vista de cada um. Tylor não queria isso, mas acabou sendo um SPIRIT. Agora Tylor precisa se graduar na dominação de almas para poder voltar a ser um humano. Será que ele consegue?


Arco 01 - Johannes Mitto. escreveu:
Capítulo 01 - Enfim uma alma viva.:

Olá. Meu nome é Tylor, e essa é um dos mais clichês contos que você pode imaginar. Sou um SPIRIT, nome dado para as pessoas de minha espécie. Não somos bem pessoas, somos almas. Nascemos no corpo de um humano, e após mais ou menos 10 dias, saímos do corpo e vivemos flutuando. Deixe-me explicar essa coisa melhor.

SPIRITS são almas de pessoas que nascem com problemas e que irão morrer logo em seguida. Nossas almas morrem junto, mas ficam flutuando pelo mundo, vendo outras almas e podendo dominar corpos. Geralmente minha espécie prefere viver dentro de um humano, só que eu não sou desses. Minha espécie possui uma alma infectada, e quando invadimos o corpo, passamos a doença para tal. Assim o corpo vai envelhecendo e some em pó. Um corpo adulto vive por volta de 01 mês. Digamos que vivemos assim. Tem muitas almas que pensam como eu: preferem ver as pessoas vivas ao que as pessoas morrendo. Outro fato curioso é que a maioria das almas não interage entre si, já que uma hora ou outra iremos nos despedir.  Acontece que se não entramos em um humano num tempo X, nossa alma desaparece.

Nós somos diferentes em outro aspecto. Há vários tipos de almas, as GRADUADAS – aquelas que sabem lidar com o poder da magia espiritual – e as OUTRAS – que não sabem lidar com seu poder. Eu sou um membro da organização OUTRAS, já que não consigo transformar o corpo de uma pessoa num corpo com minha antiga aparência. As pessoas que conseguem dominar esse poder são as GRADUADAS, cujo podem escolher entre viver como uma alma ou como um humano comum. Viver como uma alma é bom, já que ter imortalidade é legal. Mas viver como um humano é muito mais legal. Podemos dizer que se vivemos como um humano, podemos fazer coisas que uma alma nunca faria, tais como ter uma família, se reproduzir e etc. Uma alma não pode se reproduzir num corpo humano que não lhe pertença completamente.

Outro fato interessante é que existem almas boas e ruins. As boas são parecidas comigo: pensam no bem dos outros, invadem corpos só para sua sobrevivência. São aquelas que não gostam de fazer o que fazer. E as ruins são aquelas que manipulam os corpos para poder roubar, matar e etc. As almas são como humanos: possuem regras, fraquezas e outras coisas. Nós temos como principal regra nunca revelar ser uma alma em público, já que isso poderia causar uma tragédia. Outra regra importante é nunca se reproduzir com outra alma graduada, que fará com que o filho nasça como uma alma doente – termo usado para as almas que morrem sem mesmo terem adentrado um corpo sequer. Para tais regras existe a Polícia Soul, polícia responsável por prender almas que quebram as regras.

Falando em fraquezas e regras, nós almas possuímos fraqueza contra a água e o fogo. Se nos molhamos ou até mesmo nos queimamos num corpo humano, fará com que morreremos no mundo das almas, ficando preso no humano e morrendo pela doença que o humano irá pegar. No mundo das almas, somos fracos contra metais, armas usadas pelos policiais para nos prender. É algo bem misterioso, já que eles não são afetados por tais armas.

Falando em fraquezas e regras, nós almas possuímos fraqueza contra a água e o fogo. Se nos molhamos ou até mesmo nos queimamos num corpo humano, fará com que morreremos no mundo das almas, ficando preso no humano e morrendo pela doença que o humano irá pegar. No mundo das almas, somos fracos contra metais, armas usadas pelos policiais para nos prender. É algo bem misterioso, já que eles não são afetados por tais armas.

Somos pessoas muito infelizes, já que não podemos ter uma vida comum. Eu estou nem aí pra regras, polícia, morte. Eu só quero me graduar logo para poder ter uma vida comum como um humano. Eu não pedi pra ser uma alma, eu não quero ser uma alma, será que ninguém me entende? É tão difícil ser compreendido pelas pessoas de minha espécie? Será que é pedir de mais uma ajuda? Eu quero aprender a controlar corpos, eu quero ser um humano, eu PRECISO ser um humano. Ser uma alma é uma coisa muito limitada. Se pelo menos pudéssemos brincar um pouco, mover objetos e assustar pessoas... Mas não... Somos invisíveis, sem mão, sem nada... A única coisa que podemos tocar é em corpos humanos... É muito difícil viver assim.

Uma hora ou outra eu irei me formar, sei disso... Só não sei se será hoje, se será amanhã, se será ano que vem... Se formar é algo muito importante pra mim, entende? Espero que entenda, é muito difícil viver assim. Espero que vocês me ajudem em minha jornada. Um abraço, seres mortais.

- Tylor.

Capítulo 02 - O mundo não é um mar de rosas.:
06:00 AM.
O mundo das almas é tão incolor quanto você pode imaginar. Ele é igual ao mundo dos humanos: árvores, casas, pessoas. Porém é tudo sem cor. Só vemos os corações de pessoas coloridos. Não bem colorido, já que é um marrom escuro que lembra de longe um preto. Esse marrom é a cor que diz se o corpo está livre ou não. Se já está possuído por outra alma, a cor varia para de um cinza claro até um transparente.

Acho que acabei contando ontem sobre algo de um prazo para possuir uma alma, correto? Hoje pela noite irá expirar o meu prazo, e ainda não encontrei um corpo que me agrade. Sabe, é difícil saber que corpo escolher. Há pessoas tão belas e enérgicas, com uma vida toda pela frente. Há pessoas adultas e de coração mal, que realmente merecem morrer. Há pessoas de idades tão serenas que dá um aperto em pensar adentrar seu corpo. Há crianças tão jovens... É uma coisa difícil para mim. Não digo pelos outros, mas pra mim é difícil. Viver nesse beco sem saída é complicado.

Andei sentado – não completamente, somente havia flutuado por cima de um banco – na praça para observar as pessoas, e a única pessoa que me agradou foi um rapaz chamado Johannes Mitto. Johannes é um homem de estilo Punk, Rockeiro... Não sei como dizer detalhadamente. Ele acabou se envolvendo com uma menina e ela acabou sendo assassinada por uns homens mais tarde. Johannes ficou depressivo e tentou suicídio várias vezes, mas não conseguiu. Acho que matar alguém que quer morrer não é tão ruim, então tentarei entrar nesse cara.

Johannes é órfão, vive num apartamento com seus dois amigos. Seus pais eram drogados e morreram assassinados depois de se envolverem no mundo das brigas. É sozinho no mundo e só tem seus amigos, sendo que juntamente com eles possui uma banda de Rock’ n Roll. Estaria fazendo um favor para ele, então penso que ele será a “vítima”.

Não quero entrar logo agora, acho que vou esperar pela tarde. Gosto de entrar num corpo quando estou prestes a evaporar. Não gosto dessa vida, já disse. Mas chega de blablablá, acho que você, leitor, já se enjoou disso. Mas enquanto o tempo não passa não posso fazer nada. É infeliz, cruel.

...

18:00 PM.

Então a noite chegou, e como eu sabia que iria acontecer, aconteceu. Estava lá, na frente do quarto do Mitto. Olhei ao redor e abri a porta – atravessei a parede -, e quando vi, algo havia acontecido: havia um corpo estirado no chão. Como alma, aquilo não me assustou, mas quando me aproximei, percebi que o corpo não era de nenhum dos habitantes daquele quarto, e sim uma senhora de idade, com uma mensagem na mão. A senhora não possuía um rosto sereno, pelo contrário, possuía uma face pálida com muitas rugas e sangue. Por não possuir mão, não consegui abrir o bilhete. Meu tempo estava acabando, não tinha tempo de deixar o Johannes ler o bilhete e dizer algo para eu entender a história, então tive que invadir o banheiro e invadir o corpo de Johannes. Johannes estava imundo: cabelo sujo, roupas fedidas e um olhar depressivo. Ele precisava de um banho, mas já que não posso com a água, aquilo foi o mesmo que dizer: você precisa beber veneno.

Me senti enfurecido. Podia ter esperado ele tomar um banho primeiro, mas não rolou. Corri para o quarto novamente e quando vi o corpo caído, peguei o bilhete e guardei. Corri para o telefone e liguei para a Polícia – como eu sabia o número deles? – na espera de uma ajuda. Não rolou. O número estava indisponível e talz. Resolvi ler o bilhete. A letra era de revistas: recortada e colada. Demorei pra decifrar, mas era algo como:
“Primeiro quem você amava. Depois quem amava você. Os próximos mortos serão aqueles que sobraram.”

Procurei alguma coisa como uma carteira e o que eu encontrei foi só um cartão, onde o nome da senhora estava escrito. Abgail Mitto. Como ele era órfão, pensei em algo como uma avó ou coisa do tipo. Resolvi descer para o primeiro andar e comunicar os gerentes sobre aquilo. Não demorou muito para que a polícia aparecesse acompanhada com dois homens: Julius e Muriel, os colegas de quarto de Johannes.

- Saímos por 01 hora e você mata sua avó, Jo? – Perguntou  Muriel, o homem de cabelos castanhos e grisalhos.

- O que aconteceu aqui, senhor Mitto? – Dizia o delegado, interrogando a todos que estavam ali.

Mais no fundo, jornalistas faziam entrevistas e gravavam algumas coisas:

- Próximo ás 18:00 horas, um homem supostamente encontrou um corpo caído em seu apartamento. A vítima da vez é Abgail Mitto, avó de Johannes, um dos habitantes do local. Um colega de quarto se declarou sobre o assunto:

“– Sei que Johannes não fez isso, mas por qual razão sua avó estaria morta no quarto dele?”

A polícia faz a investigação no local. Aguardem mais informações.

- Vamos, vamos, saiam todos daqui. Somente a polícia e os moradores do local, saiam, saiam! – dizia o delegado.

...

Depois de toda a aglomeração, o delegado finalmente conseguiu um tempo a sós comigo. Aquilo estava horrível. De tanto corpo para pegar, fui pegar justo de um assassino - ? -. Era algo horrível ser suspeito de algo. O delegado olhava pra mim com uma cara de “vou te matar, seu assassino”, meus amigos me encaravam com cara de nojo. Estava com medo. Era um homem adulto, teria de morar por 01 mês nesse corpo, e eu não queria morar na cadeia.

- Então, senhor Mitto, como vou dizer... Você é o único suspeito que temos, então precisamos lhe ouvir. Qual é sua versão da história?

Pensei. Eu só sabia de um pedaço da história, e como não podia dizer que sou uma alma, meio que me meti em um beco sem saída.

- Bem senhor... Como posso dizer... Eu estava no banheiro, prestes a tomar banho. Não sei o que aconteceu comigo que resolvi não tomar. Fiquei no banheiro, pensando na vida. De repente, ouvi um barulho, mas pensei que fosse algo na rua. Depois que pensei bastante na vida, resolvi sair e ver o que havia acontecido, e me deparei com a minha querida avó...  Sabe, ultimamente minha vida anda conturbada...

- Querida avó? Segundo seus colegas você a odiava. Ela vivia perseguindo você e você a maltratando.

- Bem, isso é verdade... É que... – pensei muito, demorei pra responder, não sabia o que dizer. – Sabe... É minha avó... Mesmo não gostando dela, é querida, se ela não tivesse feito a mamãe, eu estaria mortinho.

- Mamãe? Ela é mãe de seu pai.

- Cof, cof... Isso, papai...

O clima estava tenso. Um dos motivos de eu não gostar dessa vida é de eu não saber o que aconteceu antes de eu dominar o corpo do humano. Fiquei pensando o que aconteceria. Resolvi então mostrar a carta para o delegado.

- Senhor delegado, tinha isso junto com o corpo.  – Falei, pegando a carta e entregando lentamente para o delegado.

Antes que eu conseguisse terminar de entregar, ouvi passos correndo desesperadamente no corredor. O barulho ia se aproximando, como se quisesse pegar algo antes que fosse tarde de mais. O barulho chegou próximo e arrombou a porta, caindo no chão um corpo. A mulher de cabelos castanhos levantava a mão e apontava para a carta, murmurando algo:

- A.. Cart... Ele.. Aque...

A mulher caía em sono profundo com fortes fraturas na cabeça. Uma poça de sangue começou a cair no local, e o delegado entrou em choque. Julius ajudava o delegado a levar o corpo para o primeiro andar, onde a gerente – que também trabalhava como enfermeira, pelo que entendi – iria cuidar da menina que ainda estava viva. Muriel continuava no local, intacto, olhando para mim com um olhar de medo. Fiquei parado, quando senti algo falar em meus ouvidos. Parecia alguém, algum espírito. Ele dizia: “Aqueles que sobraram”. Então, ali terminava, digo, começava meu primeiro dia de vida como humano assassino.

Capítulo 03 - Investigue, toque, procure.:
O dia estava ensolarado. Minhas primeiras 24 horas no corpo de Johannes haviam sido cansativas para uma alma como eu. A noite havia sido estranha: Muriel e Julius não haviam dormido, mas haviam ficado acordados na sala, coisa que era estranha para pessoas como eles, que ainda estudam. Fiquei pensando a noite toda no ocorrido antecedente, mas não consegui decifrar nada.

Durante a madrugada ouvi vários barulhos. Um deles foi uma mensagem do delegado avisando que a moça que havia se acidentado aqui estava bem e procurava falar comigo. O delegado havia sido bem bacana: havia me liberado até que houvesse provas contra mim. Achei isso legal da parte dele, então fui atender ao pedido de visita da moça.

O hospital que ela estava era gerenciado pela mesma dona do hotel. Era um local grande, bonito e cheiroso. Não se escutava um “piu” a não ser o barulhos dos enfermos. O quarto da moça era no último andar. Demorei um pouco para chegar lá, mas quando cheguei, entrei fundo e quando vi lá estava a moça.

A jovem de cabelos e olhos castanhos tinha um olhar sereno, pele rosada e uma grande faixa branca em sua cabeça. Deitada em uma cama, a moça dava um sorriso e fazia um sinal para eu andar em direção dela. Fiquei preocupado, já que eu não sabia se Johannes conhecia-a, mas me aproximei. De repente, a moça resolveu falar algo.

- Um anjo da guarda falou que era você quem eu devia alertar.

- Alertar? – Perguntei curioso.

- Nem todos que dizem serem confiáveis são.

- Confiáveis?

- A carta. Pesquise sobre ela. Você descobrirá sobre o sangue no final das contas... Pode ir, era só isso.

- Certo... Mas... Qual seu nome?

- Não importa. Somente toque.

Ia perguntar sobre no que tocar, mas a moça se virava de lado e voltava a dormir. Resolvi sair do local. Sabia que ela sabia de algo, só não podia falar. Deixei assim, já que se eu ficasse pressionando ficaria pior. Resolvi então falar com o delegado na delegacia. Estava a pé, sem dinheiro, sem nada. Fazia um calor de 34°graus. Estava exausto.  Havia passado por mais ou menos 05 mendigos com roupões grandes – isso me deu um aperto no coração, só pra avisar – e todos estavam rindo, contentes. Fiquei refletindo sobre como as pessoas que tem pouco são felizes, e as que têm tudo, sofrem.  Johannes era um exemplo. Possuía uma vida perfeita,  era perfeito, só por causa de uns problemas desistiu tão fácil da vida... É algo curioso e estranho.

Chegando na delegacia, abri a porta e me direcionei para a cadeira. Um homem de cabelos grandes e louros me atendeu, avisando que o delegado não estava e havia ido fazer uma visita para mim no meu apartamento. No momento tive uma reação de “QUE DROGA”, mas resolvi aceitar e ir de volta para minha residência.

O percurso de volta havia sido grande. Já estava com a camisa molhada de tanto suor, mas não desisti. Então cheguei em casa. Perguntei para a recepcionista sobre o delegado, e me avisaram que ele recém havia saído. Desisti de falar com ele, resolvi subir e ir descansar.

Ao abrir a porta de casa, percebi que lá estava Muriel, chorando desesperado. Olhei para ele com uma cara de “O que houve?”, mas fui ignorado. Percebi que Julius não estava lá. Corri para o quarto e quando cheguei vi o que eu não devia. Havia muito sangue caído no chão, uma janela quebrada e “minhas” joias haviam sumido. Voltei para a sala e perguntei desesperado para Muriel:

- CADÊ O JULIUS? FALA LOGO, AGORA, MERDA.

- Jo... Levaram  ele... Levaram o Julius... LEVARAM ELE, NOSSO AMIGO. A CULPA É SUA! SE NÃO TIVESSE SE METIDO COM AQUELA PROSTITUTA NÓS NÃO ESTARÍAMOS MAL DESSE JEITO!
Dei um tapa em Muriel e empurrei-o contra a parede.

- CALA A BOCA! A CULPA NÃO É MINHA. A culpa é... É... A CULPA E MINHA SIM, MINHA... – falei, me ajoelhando e chorando. – Se eu não tivesse feito o que fiz estaríamos todos bem... Eles não deixaram algo? Alguma pista?

- Bem... Deixaram uma carta... Nela dizia “Levamos o que prometemos. Agora pode descansar. Voltaremos a se ver em breve.”.

- Eu sabia... E o delegado?

- Veio me interrogar... Logo depois que você saiu eles apareceram... Parece que foi tudo combinado... Trancaram-me no banheiro como um bicho... Eu não quero viver como um alvo de bandidos...

- Essa vida irá acabar logo logo... Pretendo dar um fim com esses manes que estão fazendo isso, e não terei medo.

Num instante, senti como se tudo estivesse dando errado. Novamente, senti como se algo falasse em meus ouvidos, igualmente ao outro dia. A voz doce murmurava algo como: “Você está indo no caminho certo. Procure. Toque.”. Senti que devia realmente investigar sobre tudo, e logo me direcionei ao quarto para começar as investigações.



Última edição por The Cookie em Dom 19 Jan 2014 - 21:20, editado 2 vez(es)
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Re: ~Spirits.

Mensagem por Black~ em Sab 18 Jan 2014 - 10:57

Bom, vamos lá.

Achei a história meio estranha. No começo achei que seria de terror ou algo do tipo, mas tá mais para o diário de uma pobre alma -q. Mas sei lá, não entendi muito bem a história, ficou bem confuso, realmente, talvez foi a maneira como foi escrita ou o próprio enredo mesmo -q, mas enfim.

Cara, tipo, as almas são almas ou são pessoas? Porque tipo, pra mim eles só ficavam no corpo dos humanos, ai quando os humanos morressem eles iam para o céu ou para o inferno (?), mas sei lá, pelo texto deu a entender que eles eram pessoas que entravam no corpo de pessoas (?), enfim.

Erros devo ter visto um ou outro. Não tem muito pra falar do prólogo.

Portanto é só e boa sorte com a fic.
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Re: ~Spirits.

Mensagem por mrdeid em Sab 18 Jan 2014 - 11:54

Grato por ler, Black. A fic será bem confusa no início, mas irá se desenrolar de acordo com o tempo. Respondendo a dúvida, as almas são almas de pessoas que morrem na infância, e pra não sumirem pra sempre, invadem corpos. Esses corpos acabam ficando doentes e sumindo também. Se a pessoa do corpo era boa, vai pro céu, senão vai pro inferno, mas a alma que invadiu o corpo continua ali, pronta pra entrar em outro corpo. É basicamente assim. O primeiro capítulo era pra explicar as regras de vida de uma alma. Agora sim começa a aventura. Capítulo 02 adicionado. Boa leitura, galera.
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Re: ~Spirits.

Mensagem por mrdeid em Dom 19 Jan 2014 - 21:21

Capítulo 03 adicionado.
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Re: ~Spirits.

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