Pokémon Mythology
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Crônicas de Eastarin

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Crônicas de Eastarin

Mensagem por Nagre em Sab 16 Nov 2013 - 22:10

Crônicas de Eastarin

Prólogo/Comandante:




Opening:

Ele achava que todos os homens iriam morrer naquele dia, o Rei só podia ceder quinhentos homens para parar uma besta mítica e que segundo diziam os relatos, tinha dizimado os mil melhores cavaleiros do reino sozinho.

Jak colocou a cota de malha, embainhou a espada e saiu de sua tenda. A primeira visão daquele litoral era linda, um lugar belo para se morrer, em uma grande fileira de areia, um sol ardente em um mar azul era tudo o que precisava.

Seu escudeiro trouxe seu garanhão preto selado, Jak montou e partiu para a frente de seus homens, alguns eram guerreiros experientes e outros garotos verdes, mandados para parar o último dos minotauros. Ouviu uma agitação nas águas do mar e um rugido que veio do oceano que fez seu escudeiro mijar nas calças. Foi para frente da infantaria antes que o monstro chegasse e discursou:

- Hoje é o dia homens! Hoje é o dia em que morreremos – notou o espanto nos rapazes verdes, quis soltar uma gargalhada sádica, mas obrigou-se a ficar sério – Sim rapazes, nunca mais voltaremos para casa, essa é a verdade, que nunca mais voltaremos para nossas esposas e filhos, mães e pais. Nosso dever aqui hoje é matar o minotauro, fera que já matou vários dos cavaleiros do Rei Franklyn. O nosso soberano não pode enviar mais homens, pois estão todos na Batalha de Krunai Don combatendo os selvagens que nos invadem. Nunca voltaremos para casa, mas nosso dever é impedir o minotauro de ameaçar nossas famílias, nossas plantações, nossas cidades e nosso reino. Semper Fi!

Outro rugido vindo do oceano congelou a alma de Jak, ninguém sabia como a criatura morava no fundo do oceano sem morrer, porém era ali onde ela se encontrava. Ordenou que os arqueiros se posicionassem em cima e atrás das grandes pedras que se encontravam na areia, que os cem espadachins fizessem um grande paredão com os escudos e os restantes ficassem com as espadas sacadas para dar estocadas na criatura e por último ele e os seus cinquenta cavaleiros viriam na vanguarda para tentar derrubar o monstro.

Então Jak conseguiu ver o monstro saindo da água, correndo e agitando a cabeçorra para todos os lados. Três metros e setenta de altura, braços que quase encostavam-se no chão bem grandes e musculosos, pernas grossas com dois grandes cascos fendidos, um corpo coberto com pelos, principalmente na área do sexo e a cabeça era o que mais amedrontava os homens, tinha um grande anel que furava o ápice do nariz, espuma saia da boca e os dois grandes chifres que saiam da cabeça eram extremamente compridos, poderia furar três homens facilmente. Aquela parede de escudos não tinha sido uma grande ideia.

Seus homens recuavam um pouco enquanto a criatura avançava pela praia, ao seu lado notou que seu escudeiro tinha se molhado novamente, mas dessa vez não podia culpá-lo. Puxou todo ar e gritou:

- Atacar homens!

Cem flechas pintaram o céu azul, várias delas se fincaram no peito do minotauro, que nem pareceu sentir as flechadas, o monstro correu para cima da parede de escudos, pelo menos cinco homens saíram correndo quando o monstro se aproximou, mas de nada adiantou, pelo menos dez dos guerreiros foram mortos pelos chifres da criatura, os outros foram esmagados pelo abraço do minotauro.

Os arqueiros continuavam atirando flechas, mas agora incendiárias, os cavaleiros partiram para cima do demônio e os outros espadachins atacaram. Quando o touro viu a movimentação largou todos os homens do paredão, tinha pelo menos quatro homens presos nos chifres, várias espadas fincadas nos braços e várias flechas espetadas no corpo.

Jak continuava na retaguarda parado observando a luta, ele tinha que ser o penúltimo a morrer, o último era o garoto que estava enviando corvos com o relatório da batalha, já o comandante do esquadrão tinha que ser o penúltimo para que os outros homens não fugissem.
O comandante puxou seu arco e começou a disparar flechas na direção da cabeça do monstro, que ao bateu com o punho no chão e rugiu, cavalos se empinaram, caíram ou saíram correndo, o próprio garanhão de Jak se empinou só que o comandante pulou do cavalo, mas pôde ver seu escudeiro sendo arrastado pelas estribas, batendo a cabeça no chão.

Jak descobriu que foi assim que os mil cavaleiros morreram tão facilmente, a besta nem precisou atacá-los, os cavalos executaram o crime, olhou para a luta novamente, agora a criatura mostrava ferimentos e sangue escorria de seu peito, porém apenas cem soldados ainda estavam vivos, dos quatrocentos que não eram arqueiros.

Um homem pulou brandindo o machado e conseguiu cortar um dos chifres do monstro fora, mas depois desse ato o homem explodiu em sangue e vísceras guando foi esmagado pela mão do Minotauro.

Foi então que Jak Gibbs teve uma ideia que poderia fazer com que voltasse vivo para casa, começou a correr na direção dos arqueiros, já que o dano físico não afetava tanto a besta, quem sabe o que iria acontecer se ateasse fogo no bicho.

Pegou um dos barris de piche que os arqueiros usavam para fazer flechas incendiárias e foi até a direção do Minotauro, quando começou a chegar perto da criatura começou a correr e então arremessou o piche, que acertou a cabeça da criatura e começou a se espalhar pelo corpo, a criatura tentou agarrar Jak, mas um de seus homens entrou na frente e teve a cabeça esmagada.

O comandante se juntou aos seus últimos homens e partiram para uma última investida, enquanto os arqueiros atingiam a besta com flechas incendiárias, o Minotauro começou a pegar fogo e então rugiu novamente, só que desta vez de dor.

A criatura nunca devia ter sido atacada daquela maneira, pois começou a se debater e se esqueceu que tinha o mar atrás de si, os homens pulavam na direção do monstro e enterravam a espada no meio do peito da besta, Jak encaixou uma flecha e acertou o olho da besta.

O comandante sabia que o Minotauro estava morto, antes de cair ele deu mais algumas voltas e então desabou na areia e acabou matando mais alguns homens na queda, a temida fera nunca mais iria aterrorizar as cidades litorâneas novamente, Gibbs olhou a sua volta e viu que os arqueiros estavam pulando e se saudando, afinal nenhum deles havia morrido, já de dos quatrocentos combatentes terrestres, apenas Jak e sete homens haviam sobrevivido.
Jak Gibbs se sentiu feliz junto com seus homens, mas mal sabia ele que o Minotauro seria a menor das preocupações do Reino Unido de Eastarin.
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Re: Crônicas de Eastarin

Mensagem por Nagre em Qui 12 Dez 2013 - 13:12

opa moderassaum, pode fechar aqui, não vou mais continuar essa fic

Black: Trancado.
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