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A Morte da Esperança.

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Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Dengel em Sab 21 Set 2013 - 19:33

Hey-Yo!

Se o capítulo anterior foi o capítulo sangrento, então esse foi o capítulo da morgue! Foi morte atrás de morte, eles pareciam peças de dominó! E não me estou a referir aos soldados ou até mesmo ao Pryce, apesar de ser um dos meus líderes preferidos. Mas enfim, faz parte da guerra.

Essa máquina do Tasha é que achei meia complicada. Vários fios, um capacete, um botão, depois os fios começam a girar e solta um raio. Em primeiro lugar, eles começam a girar? Como é suposto isso acontecer? E a lógica das duas vidas humanas em troca da do lendário também ficou confuso. Só funciona em lendários por serem mais poderosos ou pode ser qualquer pokémon inútil tipo Odish e por aí? Além disso a morte do Regirock foi muito rápida e esquisita. Ele é feito de pedra e pode regenerar o seu corpo controlando outras pedras (segundo algumas fontes) e mesmo assim morre com um lança-chamas?

Tirando esses aspetos, gostei do capítulo. Não foi tão tenso, mas acho que deu para focar bem o ponto de vista de Kyle frente a estas mortes todas de pessoas importantes para ele, e ainda a incerteza com Thomas.

Falando da escrita. Achei que o estilo se manteve, não criando muita diversidade. Mas penso que a descrição ficou mais "fraca" que em capítulos anteriores. Mesmo que tivesse dado mais importância apenas às reações de Kyle no decorrer do capítulo, este ficaria melhor.

Bom, e é apenas isto. Aguardo o próximo capítulo!
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Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Snow Walker em Dom 29 Set 2013 - 14:42

Esse é o final da primeira parte da temporada. A segunda parte vai ser lançada dentro de algumas semanas. Irei meio que fazer um resumão para responder seus comentarios, porque estou com um pouquinho de pressa, me desculpem.
Black, Caio, Dengel e Pikato: Obrigado por lerem, sério. Vocês são incriveis, caras. Obrigado por me darem força para continuar com essa historia. Bom... A historia não vai ser curta, ela vai durar umas cinco temporadas, por aí. Não necessariamente com o Kyle sendo o protagonista, realmente pretendo mudar isso. Bom, o Kyle vai meter pra fuder totalmente a partir de agora. Eu planejei algo grande pra ele, ele vai chegar ao topo e depois vai cair direto  para a morte. E a maquina foi feita de ultima hora quando Tasha soube do ataque do fantasmas e de Darkai, o cara é um gênio e construiu a maquina lá na hora mesmo. A maquina só pode atingir corpos solidos e como o Darkai é um fantasma, foi necessario que existisse um humano ali com ele na hora que o raio foi lançado. Simples assim.

Espero que gostem do novo capitulo e boa leitura a todos!



Todos os homens estavam de preto. Mantos pretos ou até mesmo ternos pretos, qualquer roupa que tapasse todo o corpo e fosse de coloração preta, era um grande grupo de homens e algumas mulheres enfileirados olhando para um grande altar em sua frente. Em suas mãos esquerdas seguravam velas acesas que iluminavam a escuridão do local e em suas mãos direitas seguravam mascaras vermelhas. Era algo muito parecido com um culto. Havia um homem sentado em uma cadeira de balanço acima do altar, estava de cabeça baixa lendo alguma coisa e logo atrás dele estava parado um homem usando mascara de ovelha, ninguém dizia nada.
O homem na cadeira de balanço moveu sua mão e todos colocaram suas mascaras. Não havia nenhum detalhe nelas, apenas dois gigantescos olhos negros. O resto era completamente vermelho e amedrontador. Fizeram uma reverencia e saíram.



Alguns anos atrás em Kanto...

- São três escolhas e pelo que parece... Só você veio hoje. Tem sorte, garoto.  - Disse o professor Oak para mim apos uma longa conversa sobre o mundo Pokémon. - Gostaria de ver como eles são de perto?

Afirmei. Estava animado, ansioso demais para escolher meu primeiro Pokémon e partir em jornada, seria a melhor experiência da minha curta vida. Foi quando eu me lembrei do Pokémon que vi na televisão e que fez eu me apaixonar a primeira vista. O verdinho bonitinho...

- O Bulbasaur, senhor.


Alguns anos depois...

Os Pokémons se revoltaram contra mim e todos os que estavam presente naquele pequeno torneio em Sinnoh, os dois lutadores na arena foram mortos rapidamente e então todos que estavam nas arquibancadas começaram a correr, se debatiam e se machucavam. Alguns caiam mortos ao lado e não havia para onde fugir.

- Venusaur, me ajude! - O gigantesco Pokémon de grama saiu da Pokébola e começou a lançar folhas para todos os lados, estava descontrolado. - Pare, agora!

Não adiantava gritar. Meu melhor amigo havia ficado louco também, não havia nada a se fazer. Então um chicote feito por suas vinhas perfurou meu ombro.
 




A Morte da Esperança - Mid Season Finale.

01x06 -Kyle Shaw.

A bala passou por entre os dois Regis que não se moveram por nenhum momento, atrás deles surgiu Regirock e então percebi que todo meu esforço tinha sido inútil. Magmortar não podia lutar contra os três, me restava apenas fugir, porem para onde? Se eu parar pra pensar um pouquinho não existe nenhuma rota de fuga e nem motivo para fugir: Eles me achariam. Retornei Magmortar e encarei os três gigantes parados na minha frente, havia uma saída e meu maior inimigo havia criado ela.
Eu tinha pouco tempo, mas podia pensar um pouco. O motivo de isso estar acontecendo... Eu tinha que descobrir isso, por isso deveria sobreviver. Pokémons são demônios, isso é verdade... Giratina é o diabo... Arceus não é deus, Arceus é só mais um demônio que recebeu um poder maior e pode prender Giratina. Apenas isso. Agora é uma guerra de verdade. Então meu plano perfeito começou: Corri para o local onde Giratina saiu e então os Regis começaram a se mover na minha direção, pulei dentro do buraco e fechei os olhos. Eu caia e era uma queda longa, não sabia que existia um espaço tão grande entre este local e a parte de baixo, meu corpo doía inteiro e eu não sabia se conseguiria sobreviver a queda. Seria melhor que ser morto por eles.  Senti que estava bem próximo do chão, mas no ultimo segundo alguma coisa agarrou minhas costas e me aterrissou lentamente. Eu estava salvo. Abri os olhos.

- Olá, Kyle Shaw. - Disse Falkner. Eu até que fiquei feliz por ele estar vivo, pois graças a ele eu não tinha virado panqueca. Só que eu ainda o odiava por causa do que aconteceu com o Larvitar. Ele estava parado em uma gigantesca porta branca, alem disso tudo ao redor também era branco. Eu havia morrido? Não, eu ainda estava vivo. Meu corpo doía e querendo ou não conhecia aquele lugar, a área de treinamento da Força de Batalha. Ouvi os passos pesados dos três Regis se movendo juntos lá em cima, só me restava aquela chance. Fiz uma careta. - O que foi? Está machucado?

- Não, ta tudo bem... - Respondi, Falkner suspirou e então apontou para cima, não precisou nem perguntar pois eu já sabia o que ele queria. - Destrui o Regirock. Ele se reconstruiu.

- Aí é complicado. - Ele estava sendo "simpático" demais e eu não estava gostando nada daquilo. Ele deu um sorriso sarcástico e abriu os braços. - Te parabenizo por seus atos, meu amigo. Você é o melhor.

Ele só podia estar de brincadeira, meus amigos morreram nesta maldita batalha e eu não consegui derrotar nenhum Pokémon lendário até o momento. Giratina está livre, eu matei meu amigo de infância, a base está sendo destruída e meu Staraptor morreu. Eu sou o pior. De qualquer modo, alguma  coisa estranha estava acontecendo ali e eu apenas não conseguia entender o que. A resposta estava na minha cara, mas eu não conseguia ver.  Falkner havia se tornado uma pessoa ignorante e cruel com o passar dos anos, ele nunca havia ficado feliz assim. Ele parecia vitorioso, orgulhoso, algo que nunca foi antes... Então...

- Você também está do lado de Giratina? - Perguntei. Eu temia que os lideres de ginásio partissem para o lado do mal, pois eram nossa melhor chance de vencer esta guerra. Morty foi seduzido pelo poder de Giratina, Falkner poderia facilmente ser também.

- Odeio admitir, mas você está certo... Pela ultima vez em sua vida. - Ele não usou uma arma, mas sim um Pokémon. Retirou uma pokébola do bolso e apertou seu botão central, a luz ofuscante que saia do pequeno objeto tomou a forma de uma coruja. Noctowl.

Não disse nada. Eu meio que esperava por isso mais cedo ou mais tarde, apenas fiz o mesmo que ele e se iniciou a batalha. Apertei o botão central da minha pokébola e o que a luz formou foi uma doninha alaranjada, meu amado Buizel. O Pokémon aquático ficou parado de peito estufado olhando para a coruja que voava alguns metros a sua frente, os dois esperando uma ordem de seus treinadores. Era nostálgico, faziam anos que eu não tinha uma batalha Pokémon tradicional.

- Na nossa primeira batalha você teve muita dificuldade contra o Noctowl, espero que não ocorra de novo. Eu quero me divertir antes dos Regis te estraçalharem. - Falkner abriu um sorriso diabólico que congelou minha alma, tentei me acalmar o Maximo possível e acabar logo com aquilo.

- Tanto faz. Buizel, Aqua Jet! - Buizel soltou uma gigantesca rajada de água que envolveu seu corpo e então com um gigantesco impulso partiu para cima de Noctowl. Meu pequeno Pokémon havia se tornado um projétil de míssil que aumentava sua velocidade a cada segundo, começou a girar suas duas caudas para se mover mais rápido.

- Gust! - Noctowl moveu suas asas rapidamente diversas vezes e formou um pequeno ciclone em sua frente, lançando-o contra Buizel que se aproximava rapidamente dele.

Dei um leve sorriso, eu havia treinado inúmeras vezes para esta situação depois de vencer Falkner. Gust foi o que derrotou meu Buizel na época e o derrotou, me obrigando a usar Venusaur para vencer a batalha, mas agora era diferente. Buizel passou pela gigantesca rajada de vento que havia se tornado um ciclone e acertou o peito da coruja adversária, Noctowl foi para trás e sem que eu desse nenhuma ordem: Buizel finalizou. Me senti muito orgulhoso quando ele utilizou toda a água a sua volta para jogar em Noctowl acompanhada de um poderoso Water Gun. Noctowl caiu no chão gravemente ferido.

- Levante-se, seu inútil. Eu não te treinei para isso, eu não passei anos te treinando para isso! - Gritou Falkner. Abaixei a cabeça tentando me acalmar, mas era complicado. - Mesmo que esteja machucado, se levante e acabe com ele!

- É por isso que esta guerra começou. Porque existem treinadores como você... Noctowl, eu vou acabar com seu sofrimento. Me desculpe. - Buizel olhou para mim e fiquei encarando meu Pokémon por algum tempo, triste com a decisão que tomei. Era necessário, ele também sabia disso.  - Aqua Jet.

- Zen Headbutt!

A cabeça de Noctowl brilhou por alguns segundos e ele saiu voando na direção de Buizel, que se aproximava rapidamente com seu Aqua Jet. Os dois colidiram e Buizel foi atirado para trás, logo sendo envolvido por água novamente e utilizando o Aqua Jet por baixo de Noctowl, acertando seu peito e indo a toda velocidade para cima. Falkner começou a gritar e a se enrolar nas palavras enquanto gritava, eu não conseguia entende-lo. Eu acreditava em Buizel... Ele iria voltar.
Meu Pokémon de água colidiu no teto com a coruja e continuou forçando seu corpo contra o teto, até abrir um buraco e não agüentar mais. Buizel caiu para trás junto com Noctowl que estava muito ferido, corri até o meio do campo de batalha e peguei Buizel nos braços quando ele caiu. Falkner ficou parado e deixou seu Noctowl cair de cabeça no chão, quebrando o pescoço. Idiota. Retornei Buizel para a pokébola para que descansasse e olhei para meu inimigo.

Não disse nada, apenas sai correndo pela porta da sala de treinamento e deixei Falkner sozinho ali. Subi as escadas até o andar onde minha cabine estava localizada, passei por corpos de diversos companheiros e tive que fugir de diversos fantasmas do exercito que ainda perambulavam pela base. Não tinha tempo para lutar com eles, então apenas fugi sem olhar para trás. Quando finalmente cheguei em minha cabine fiquei encarando o buraco na parede por um longo tempo.

- Pierre... - Aquilo me fazia lembrar dele, do meu melhor amigo. Por que ele abriu esse buraco na parede? Como ele não me acordou? O que diabos está acontecendo aqui afinal?

Foi então que eu notei o que tinha do outro lado do buraco: O portão de entrada da base. Pedras e mais pedras por todo  lado formando um gigantesco portão, um cenário de verdadeiro terror com diversos soldados mortos. Mais para frente havia uma criatura deitada: Giratina. Senti uma fúria gigantesca, um ódio que não podia ser explicado com palavras.

Atirei o roupão longe e comecei a me vestir. Botas de couro, calça jeans, camiseta preta e um sobretudo azul marinho, coloquei meu cachecol e baguncei o cabelo o maximo que pude. Abri uma gaveta da minha escrivaninha e tirei de lá uma grande garrafa de uísque, bebi tudo de uma vez só e então coloquei as pokébolas presas no meu cinto. Peguei também o gravador que recebi do Pidgeot apos a destruição de Kanto e coloquei no bolso. Fiquei encarando aquele cenário de destruição, mais ao fundo as três aves Lendárias destruíam cidades e podia ouvir o rugido dos três cães lendários se aproximando. Johto iria ser destruída. Vi uma criatura voadora se aproximando e quem estava em cima dela... Sorri. Sorri como nunca havia feito antes.

Pulei para dentro do buraco e senti o vento frio bater em meu rosto, era uma gigantesca queda até as pedras e eu morreria antes de enfrentar Giratina. Porem... Ele estava ali. Em cima de seu Salamance, vindo rapidamente na minha direção para me salvar. O garoto que lutou bravamente até o fim e mesmo que um dia tenhamos nos odiado, confio totalmente nele agora: Thomas.
Salamance chegou a tempo de me pegar e fiquei em cima dele ao lado de Thomas, feliz por ele estar vivo.

- Me desculpe te deixar sozinho aquela hora...

- Tudo bem, cara. Enfim... O que achou? Eu roubei. - Disse Thomas, rindo. Apontei para Giratina adormecido lá em baixo e ele assentiu. - Vamos, então.

Salamance desceu rapidamente na direção do Pokémon lendário e aterrissou bem em sua frente. Thomas e eu descemos do Pokémons, o garoto o retornou para a Pokébola e ficamos ali parados.

- Por que está fazendo isso? - Perguntei.

- Preciso de motivos? Não, não preciso. - Disse a calma voz em minha mente. Era Giratina. Sua voz era tão calma que destruía meus ossos lentamente. -Eu matei Arceus, estávamos em guerra há anos pelo controle do mundo. Se ele vencesse seria pior... Eu pelo menos lhes dei chance para lutar. Arceus era um ditador. Eu salvei vocês, sintam-se agradecidos um pouco.

- Entendo entendo, mas e Morty? E Falkner?- Continuei perguntando, ele não se importava.

- Eu os escolhi. Dois lideres de ginásio de cada continente e um membro da Elite 4. Eu os escolhi para serem meus guarda-costas nesse mundo e matar quem se intrometesse no meu plano.

- Que tipo de pessoa faria isso? - Perguntei. Eu realmente não conseguia pensar em ninguém que fosse maluco a ponto de lutar sozinho contra Giratina.

- Você. - Ele respondeu. Minha alma congelou.

Uma rajada de vento me atirou para trás e então eu vi Falkner se aproximar com Pidgeotto ao seu lado. Peguei uma de minhas pokébolas e me preparei para a batalha.

- Se vencer ele... Eu poupo você. - E apos isso... Giratina se calou.

- Aerial Ace! - Ordenou Falkner, empurrei Thomas para o lado e peguei uma das pokébolas em minha cintura, apertei seu botão central e a luz ofuscante tomou a forma de uma ovelha bípede, minha amada Flaaffy. Pidgeotto se aproximava em alta velocidade de nós e logo atrás dele os três Regis juntamente com todo o Exercito de Fantasmas se aproximava para assistir a batalha.

- ThunderShock! - Ao redor das orelhas de Flaaffy se formaram pequenos círculos elétricos que logo foram lançados no corpo do pássaro que já estava bem próximo de nós. O pássaro foi atingido mais continuou em frente acertando sua asa brilhante no corpo da pequena ovelha rosa, logo vindo em minha direção e acertando minha barriga. Não foi um corte profundo, mas a dor era imensa. Senti uma enorme pena dos Pokémons...

Pidgeotto voltou para perto de Falkner e tentei me recompor o mais rápido possível, primeiramente era meio difícil lutar com tudo aquilo ali me observando. Os três cães lendários chegaram destruindo os portões de entrada da base e ficaram observando a batalha, nos céus as três aves pousaram uma em cada torre e também ficaram observando. O exercito de fantasmas formou um circulo em volta da batalha com um Regi em cada ponta, Thomas estava praticamente do meu lado e não iria se intrometer na batalha, atrás de mim se encontrava Giratina. Eu não agüentava aquilo, toda aquela pressão para cima de mim. Todos queriam que eu perdesse, alguns que eu ganhasse... Eu iria morrer de qualquer modo, até parece que me deixariam fugir.

- Electro Ball! - Uma pequena bola elétrica se formou na frente de Flaaffy, nunca treinamos direito esse golpe porem era o único que me veio na cabeça para usar, Flaaffy parecia nervosa, com medo de falhar comigo. Eu também tinha medo de falhar com ela, falhei inúmeras vezes... Eu amava Flaaffy. Amava do fundo do meu coração e isso me fazia acreditar  nela. Nossa chance de um contra ataque. A bola elétrica foi lançada na direção de Pidgeotto que estava distraído olhando para todos aqueles Pokémons fantasmas a sua volta, a esfera atingiu-o em cheio e o fez cair no chão.

- Levante-se! - A voz de Falkner estava mais sombria e Pidgeotto se levantou com medo, logo avançado contra Flaaffy com seu bico brilhando. Era hora de finalizar isso do modo mais grandioso possível.

- Thunderbolt... - Uma gigantesca carga elétrica se formou ao redor do corpo de Flaaffy e foi lançado na direção de Pidgeotto, foi algo instantâneo: O pássaro foi derrotado no momento em que os raios atingiram seu corpo, Falkner o chutou para longe o pássaro e pegou outra pokébola. - Você sabe que isso não é uma coisa muito legal de se fazer, não é?

- Vai se fuder! - O seu próximo Pokémon era Pidgeot, seu grande trunfo. Continuar usando a Flaaffy seria muito arriscado e no momento arriscar não era a melhor opção. Retornei Flaaffy para a pokébola e então também peguei o meu trunfo, apertei o botão central da primeira pokébola que recebi na vida e atirei para cima.

A luz se tornou uma criatura gigantesca, um dos meus melhores amigos e meu primeiro Pokémon: Venusaur. Agora a batalha era entre Pidgeot e Venusaur.

- Mate-o como seu Staraptor foi morto. Caso contrario... É, você morre. - A voz de Giratina voltou a ressoar na minha cabeça e a fazer meus ossos se quebrarem lentamente, o mesmo devia estar acontecendo com Falkner.

Foi uma mistura de sentimentos horríveis que se formaram em mim naquele momento, mas eu não queria morrer... Eu tinha que matar Pidgeot. Eu sei como Falkner se sentiria porque eu fiquei desolado com a morte de Staraptor, mas eu não podia arriscar... Era uma escolha que eu tinha que tomar, querendo ou não.

- Venusaur... Vine Whip... - Foi a decisão mais difícil de toda a minha vida, mas tinha que ser feito. Giratina podia acabar comigo rapidamente.- Arranque as asas dele.

Falkner não disse nada e não tive coragem de olhar para ele naquele momento, os chicotes de vinha foram amarrados nas asas de Pidgeot e com um rápido movimento elas foram arrancadas. O corpo do pássaro caiu no chão com sangue espirrando para todo o lado e os grunhidos de dor do Pokémon me faziam queimar de ódio. Eu já havia matado Pokémons antes, mas essa situação era algo completamente diferente, pelo menos para mim. Eu me odiava.

Sem dizer absolutamente nada retornei Venusaur para a pokébola e fui até Thomas, que lançou Salamance e subiu em cima dele, fui logo atrás e então o Pokémon dragão saiu voando. Estávamos livres... Ou pelo menos eu achava isso.

Um golpe atingiu as asas do dragão e fez com que elas desaparecessem instantaneamente, o Pokémon rugiu de dor e então começou a cair. Thomas se agarrou no pescoço dele e caiu mais a frente, mas não tive tanta sorte. Eu sai voando... Eu não sabia para onde iria. A ultima coisa que eu vi foi a neve.


                               
A Morte da Esperança voltara em duas semanas.
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Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Caio. em Dom 29 Set 2013 - 17:32

Cara, eu curti bastante esse capítulo. De todos, poderia dizer que foi o mais caótico e você tem melhorado cada vez mais em focar mais na emoção dos personagens. Cara, quando ele lembrou do Pierre... Porr ;-; Quase chorei. Ok, nem chorei q Mas ficou bom, muito bem feito.

Só reparei os mesmos erros de sempre com acentos e um erro do tipo: "pokémon x que foi destruído pelo rapaz que destruiu pokémon x". Isso ficou bem redundante, eu diria até meio WTF q Mas eu acho bobeira, se quiser que eu te fale onde tá, depois eu falo, mas enfim.

Ficou bom. Falkner é um cuzão, nunca curti ele u.u Espero por mais :a
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Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Rush em Dom 29 Set 2013 - 23:00

Boa noite. (:


Gostei desses últimos capítulos. Eles foram bem violentos, de uma forma desnecessária, para ser sincero. Por exemplo, na parte em que o Regirock arranca as asas do Staraptor... Aqui foi desnecessário. Ele podia ter lançado uma pedra ou esmagado a ave sem arrancar os membros do bicho, mas depois eu pude perceber uma coisa... Esse Giratina tá querendo que crueldades aconteçam pro pessoal ficar perdido no ódio e acabar fazendo merda, né? Ou é impressão minha?


Fiquei com pena do Pierre ter morrido, além do mais, pareceu que a morte do Darkrai não valeu de nada. Ninguém pareceu abalado.


Arceus era pior? AUEHAUHe' Gostei disso cara. Geralmente todo mundo diz que Arceus é o Deus do bem e da Luz, mas quem diria que ele é pior do que o Giratina? Ainda bem que morreu. Senão era capaz dele mandar o exército de fantasmas matar o Kyle e o Thomas de vez. E MANO, tadinho do Salamence cara. D: 


Achei confuso a passagem do Venusaur loucão até o presente, mas foi proposital. Creio que Kyle deve saber da "cura" que transforma os Pokémons, não? Só que ele não sabe ainda. Pro Giratina vir pessoalmente e conversar com ele, é bem provável isso. Fiquei bolado com o Falkner, ele é muito fdp.


Os únicos erros que eu encontrei foram na acentuação, de resto, está tudo excelente.


Well, aguardo o próximo capítulo então. Um abraço, até mais.
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Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Dengel em Seg 30 Set 2013 - 15:44

Hey Yo!

Intenso, como sempre... Mas fiquei confuso na parte em que ele saltou para a base. Afinal, onde estava o buraco? No meio da neve? Não percebi a passagem. Mas o Falkner foi mesmo idiota neste capítulo. Tinha de passar para o lado mau também né? Parece que os únicos líderes sobreviventes são maus! Mas fiquei curioso para saber quem é o elite. Lembro-me logo do Lance, uma vez que ele é o mais "bonzinho" dentre eles todos, mas vamos ver.

A luta com o Falkner nem foi tão intensa, só mesmo a parte em que o Noctowl partou o pescoço. Aí foi frio da parte do líder. E ainda as asas arrancadas do Pidgeot. Mas aí a luta ficou rapidinha. O Pidgeot apenas ficou à espera, ou o Venusaur é assim tão rápido?

E só agora é que entendi que a gravação não era do Kyle mas sim para o Kyle O.O

Bom, agora é esperar para ver qual será o destino dos dois. Btw, ainda bem que o Thomas se safou. Nem me lembrei mais dele para ser franco xD É verdade, você disse que iria mudar os personagens em outras seasons. É só uma sugestão, mas seria interessante focar no ponto de vista de um dos inimigos humanos. Afinal, o que os levou a abandonar a própria espécie?

Quanto à escrita, apenas vi uns erros pequenos e achei que a descrição deste capítulo foi um pouco a correr, deixando algumas partes confusas... Enfim, boa sorte com o resto!
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Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Snow Walker em Qui 17 Out 2013 - 21:58

Eis então que volta a minha fan-fic mais preciosa! Este capitulo, o inicio da segunda metade da primeira temporada, vai ser um prologo. Nada muito explicativo, mas que ao mesmo tempo vai ser bastante explicativo para vocês. A partir deste capitulo a historia vai aderir a dois pontos de vista, o de Kyle Shaw e de um personagem que deixarei nas sombras até o capitulo 8. Afinal... Kyle Shaw precisa ter algo novo a temer. Boa leitura! E mais uma vez aviso que este capitulo foi feito para ser pequeno, é um prologo q

                                           
A Morte da Esperança ~

01x07 – Bem-vindo de volta, Kyle Shaw

- Liguem o rádio!  - Gritou um dos garotinhos no meio da multidão, não pude deixar de sorrir com isso. Minhas lutas sempre eram as que reuniam mais gente e aqui estava eu novamente... Lutando.

Haviam se passado dez meses desde os acontecimentos na base da Força de Batalha Pokémon e eu segui meu caminho desde aquele dia. Virei membro de um grupo de sobreviventes que dominou Goldenrod e estou participando de uma batalha para ver quem será o próximo Chefe do Grupo. A finais haviam chegado e eu estava aqui, se vencesse iria lutar contra o antigo chefe pelo cargo. Eu venceria, obviamente.
 Tirei a camiseta e entrei dentro do circulo que os membros do grupo haviam formado, a minha frente estava um homem chamado Anthony, um bom amigo que consegui em minha estadia aqui. Fiz grandes feitos desde a minha chegada e agora é a hora mais importante de todas. Eu estava feliz. Verdadeiramente feliz. Ligaram o rádio, a música do dia era uma que eu nunca havia ouvido antes.

- O que é isso? – Perguntei para Anthony quando ele entrou no campo. O homem fez uma cara de enjoado para mim e respondeu após um longo suspiro.

- Moves Like Jagger. Nem se anima muito que quando a garota canta é pior que a voz do Diabo. – Não pude deixar de rir, realmente esperava terminar a batalha antes desta tal garota cantar. – Só minha opinião, vai que tu gosta.

- Podemos começar? – Perguntei, Anthony não respondeu apenas avançou na minha direção, cerrando o punho.

Fui para o lado e logo dei uma rasteira em meu amigo, cerrando o punho e rapidamente acertando um soco em sua face. Ele foi para trás por alguns segundos, se desequilibrando por alguns segundos e quase caindo para trás, mesmo tendo sido apenas um soco o sangue escorria de seu nariz. Ambos abrimos um sorriso e avançamos no socando, sentia o sangue escorrer pelo meu rosto e a felicidade crescer cada vez mais, eu definitivamente era um idiota maníaco por batalhas. Isso não era bom. A troca de socos cansou ambos, porem dei tudo de mim para finalizar aquela batalha. Um ultimo soco, nada mais e então ela se acabou. Anthony estava com o nariz quebrado, mas vivo.

- E aquele que vai lutar contra mim é... Kyle Shaw! – Gritou o atual chefe, levantei os braços e a plateia começou a gritar o meu nome.

E então chegou a meia noite e junto dela o toque de recolher, apenas os guardas podiam ficar fora das casas naquele período noturno. E como sempre eu não estava nem aí para isso, sai para dar uma olhada na minha obra de arte mais uma vez.
 Ao norte da cidade, atrás de algumas arvores e de um pequeno riacho estava a estatua de Regice. Dei um sorriso com o canto dos lábios e coloquei as mãos no bolso do sobretudo.

- Você teve o que mereceu, desgraçado. – Comecei a gargalhar no meio da escuridão, minha insanidade havia crescido mais e mais com o passar dos meses. Foi uma batalha que eu temi não sair vivo, mas aquele foi o resultado: Mais um lendário morto. Mais a frente havia outra estatua bem pequena comparada a estatua viva de Regice, era o tumulo de meu melhor amigo. Pierre Shaw.

Passei a mão em seu tumulo e tentei conter as lagrimas, pensar naquela época e pensar que eu poderia ter impedido aquele trágico momento me fazem odiar a mim mesmo, mas estou em um momento de felicidade que sobrepõe esse sentimento de tristeza. Eu sentirei falta de Pierre. Me virei e andei lentamente de volta para minha residência em Goldenrod, teria que descansar pois mais tarde seria o meu horário de vigia. E as sombras se moviam rapidamente naquela noite.
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Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Pikato em Sex 18 Out 2013 - 14:12

Hum, digamos que esse capítulo foi um filler, gostei bastante dele, envolveu uma luta um pouco incomum. Mas, agora estou confuso o pierre entrou para um grupo de sobrevivência que dominou goldenrod, seria a Equipe Rocket? E o tal chefe é o Giovani?

O protagonista vai conseguir tomar conta dela? Perguntas bem boladas, acho que esse mistério eu já desvendei e mesmo achando sem noção alguem matar um lendário Pokémon, a fic rendeu um bom enredo.

Realmente estou muito curioso com o que via acontecer, mas sabe depois da luta a cena passou rápida demais, do nada deu o toque da meia noite, o personagem recuperou rapidamente e ficou confuso essa parte. Mas acho que foi só isso, tente descrever os antes aconteciemntos e os pós acontecimententos, assim ficará mais elegante.

Adeus.
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Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Caio. em Sab 19 Out 2013 - 22:23

Bah, eu não achei filler. Achei um prólogo mesmo. Curti o Regice. Slá, não sei bem o que comentar. Ficou bem curtinho... Eu gostei da porradaria ser mano a mano, ainda sim... Não consigo levar a série esse tipo de coisa: tá tudo sendo destroçado e cês ainda vão brigar? Sabe, slá lol

Espero as sombras se mexerem mais intensas para trazer a Kyle Shaw a completa insanidade. E esse Anthony, espero que ele seja bom mesmo hein -q Cê sabe, cê sabe bem do que eu tô falando -q
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Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Snow Walker em Qui 24 Out 2013 - 21:34

Olá, pessoal. Responderei os comentarios no proximo capitulo devido a este ser o segundo prologo da segunda parte da Season 01. A partir de agora duas pessoas vão narrar a historia. Curto por ser um prologo, na semana que vem o bicho pega de verdade. Não curti muito, mas tinha que fazer uma pequena introdução para ele... Espero que gostem.

Capitulo 7.5 – O Canto dos Passaros

Eu tinha que matar Kyle Shaw, o garoto que me humilhou na frente do meu mestre. Ele sempre foi um estorvo para mim, sempre! Meus preciosos pássaros morrerão por causa desse pequeno desgraçado, mas eu vou me vingar... Vou arrancar tudo dele, tudo! Este é meu decimo primeiro dia sem dormir, estou preso em uma pequena caverna no interior do Mundo Distorcido... Meu mestre está vindo.
 Giratina surgiu de dentro das trevas e ficou parado na minha frente, sua voz ainda me acalmava com o ode costume. Pareciam anjos sussurrando em meu ouvido, orações perdidas que nunca foram contadas para ninguém. Eu me sentia um novo Falkner quando ouvia sua voz.

- Eu tenho um presente para você, meu querido amante de pássaros. – Foi o que ele disse para mim, abri um gigantesco sorriso e corri em sua direção. Ele se afastou um pouco. – Sabe que não gosto de contato com humanos.

Aquilo me deixava triste, mas era algo que eu tinha que aceitar querendo ou não. Giratina era o meu mestre e eu tinha que obedece-lo cegamente. A felicidade por ganhar um presente dele não havia desaparecido, logo estendi as mãos esperando alguma coisa acontecer.

- Te dou o domínio das três aves lendárias, Falkner. – Disse ele e três poderosas aves subiram ao seu lado.

A ave dos raios, Zapdos.
A ave do fogo, Moltres
E a ave de gelo, Articuno.

Fiquei encarando aquela belíssima cena, o melhor presente que poderia ganhar. Dei o primeiro passo para me vingar de Kyle Shaw.  
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Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Caio. em Sab 26 Out 2013 - 22:46

Well, eu achei esse capítulo meio breve. Você podia ter focado mais no ódio de Giratina pelo contato humano, ou o quanto Falkner se sente rebaixado perto dele, ou mais ainda na loucura loucamente louca de Falkner, ou algo do tipo. Slá, esse ficou bem curto, então não tenho muito o que falar.

Prefiro que não tenha visão dos outros, mas cê que sabe -q

Pikato: Fanfic trancada por inatividade,e caso queira reabrí-la contate algum moderador.
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Re: A Morte da Esperança.

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