Pokémon Mythology
Olá, visitante! Vejo que ainda não está conectado ao nosso fórum, faça login.
Espere, você ainda não está cadastrado? D:
Inscreva-se em nosso fórum e venha aproveitar as novidades que estamos preparando pra vocês. Nós teremos o maior prazer em recebê-lo no fórum e se precisar de qualquer ajuda, temos muitos membros e nossa equipe para ajudá-lo! Lembrando que você pode postar sua fanfic, seus desenhos ou edição de imagens, seu vídeo-detonado ou gameplay, participar de um RPG, postar e ler notícias do mundo Pokémon, tirar todas as suas dúvidas sobre todos os jogos de Pokémon, comentar sobre o desenho do momento ou apenas jogar um papo fora. Além de fazer amigos!
Para cadastrar-se clique no botão 'Sign-Up' ou em 'Registrar-se' aqui abaixo. Seja bem vindo!

A Morte da Esperança.

Página 1 de 2 1, 2  Seguinte

Ir em baixo

A Morte da Esperança.

Mensagem por Snow Walker em Sab 17 Ago 2013 - 20:37

Não pesquisei muito para ver se já lançaram uma fan-fic parecida com está no fórum, mas eu realmente queria escrever isto. Espero que gostem e que a leitura realmente agrade vocês de verdade, tentarei dar o meu melhor desta vez.  Enfim, fiquem com o prologo e até a próxima semana.


O mundo perdeu. Os humanos perderam. Os Pokémons? Ah, deles nem se fala. Eles causaram a maioria das perdas, seu descontrole é descomunal e nenhum ser humano que os enfrentou de frente até o momento saiu vivo, tirando a Força de Batalha que luta na linha de frente nesta guerra. Os tão poderosos e amados lideres de ginásio começaram a cair um a um, até mesmo o grandioso treinador Red foi morto pelos seus próprios Pokémons e posso afirmar que ninguém está a salvo nesse novo mundo que nos foi mostrado há um ano.
E pensar que há um ano eles eram nossos companheiros mais leais, uma família, nossos melhores amigos e agora apenas alguns estão do nosso lado. Os outros? Ah, sim... Eles causaram o Apocalipse.

E agora o mundo está assim.



A Morte da Esperança.
01x00 – Palavras de Iniciação.

Inicio da Gravação.


Kanto – Ilha de Cinnabar.

A Batalha de Cinnabar havia acabado há menos de uma semana, o líder Blaine foi morto cruelmente no final da batalha, queimado pelo seu próprio Magmar que o acompanhou até o fim na batalha contra os outros Pokémons de fogo e de água que invadiram a cidade. A cidade estava completamente destruída e eu estava ali com a minha unidade de batalha esperando próximas ordens, afinal um soldado deve lutar até o fim não importa quem venha em sua direção. Seja Pokémon ou seja Humano. Sim, algumas vezes também tínhamos que matar humanos que queriam causar o caos nas cidades por pura diversão, era matar ou morrer.
Há um ano atrás os Pokémons simplesmente começaram a se voltar contra os humanos e uma gigantesca guerra começou: Humanos e os Pokémons que escolheram ficar ao seu lado contra Os Pokémons que decidiram dizimar a humanidade. Isso levantou uma questão que poucos se perguntavam: Quem eram eles? De onde eles vieram? Ninguém nunca se importou com isso, pois eles sempre estiveram ali, como se fossem uma parte do mundo, mas com o tempo foi descoberto que não eram. E descobrir o que eles eram era a missão da humanidade. A guerra apenas piorou com a chegada dos lendários que simplesmente dizimaram continentes inteiros, como por exemplo, Hoenn. A chegada de Rayquaza ao local causou um pânico geral no mundo inteiro, a evacuação foi feita rapidamente porem não houve sobreviventes. Em menos de 5 minutos o continente inteiro havia desaparecido do mapa.

- Recebemos a nossa próxima missão, companheiros. – Disse o Coronel do nosso time, um homem de meia idade que longos cabelos negros, usava óculos escuros e uma jaqueta de couro onde guardava as duas Pokébolas que eram suas armas especiais na guerra.

Sim, as pokébolas ainda existiam. Algumas foram quebradas e seus respectivos Pokémons agora vivem fora delas andando ao lado de seus treinadores, um termo que foi inutilizado há muito tempo, ajudando muitas vezes nessa guerra. O que é mais estranho e é algo que quero ressaltar para quem quer que seja que ouça isso é: Apenas os Pokémons com quem o humano tinha um laço muito forte continuam ao lado da humanidade, porem os inimigos não tem piedade nem dos de sua própria espécie.

- Soldado, está preparado? – Perguntou o Coronel para mim, assenti rapidamente e então ele estendeu sua mão em minha direção, a segurei e recebi sua ajuda para me levantar. – Iremos para Pewter agora, pelo que parece o Lider Brock está enfrentando dificuldades para conter os Pokémons do Mt. Moon. Quem são seus aliados, soldado?

- Apenas um Blastoise que me acompanha desde que comecei minha jornada pela região, senhor. – Eu disse e um sorriso se formou no rosto do coronel, que colocou a mão em meu ombro.

- Vai ser de grande ajuda. Você vai com Baker na retaguarda quando chegarmos em Pewter, os golpes de água de seu Blastoise vão nos ajudar muito em nossa defesa. – Disse ele e então se virou para o grande grupo de soldados que terminavam de fazer seus curativos, já estando prontos para a futura batalha que estava por vir. – Esquadrão 86 da Força de Batalha Anti-Pokémon, avante!

Varias pessoas dali tinham uma família e o que as esperava após a Batalha em Pewter era o mais puro terror, eu não desejava o mal para nenhum deles e nem mesmo para os Pokémons, o desfecho disso foi terrível. Embarcamos no avião logo em seguida e partimos para Pewter, não foi uma viagem longa como a que eu havia feito quando era um treinador e tiver que ir andando de cidade em cidade, agora era diferente. Era Guerra.

Ao chegarmos à cidade enfrentamos uma sangrenta batalha, o ataque dos Zubats foi o que mais incomodou porem a ajuda de Brock foi essencial. Seus pokémons de pedra apenas esmagavam essas irritantes criaturas voadoras que não nos deixavam avançar, perdemos muitos soldados na investida até a entrada do Mt. Moon e após a entrada na montanha tudo ficou inda mais difícil, porem meu Blastoise foi perfeito na batalha. Como eu gostaria que todos tivessem visto como ele acabou com milhares de Pokémons de pedra que nos atacaram, porem ele não sobreviveu no final. Foi esmagado na fuga da caverna quando nosso Coronel explodiu a montanha para destruir acabar de uma vez por todas com a batalha, me senti orgulhoso apesar de triste. Minha jornada havia acabado naquele momento e não consegui conter as lagrimas, apesar de ser um soldado.

Houve uma comemoração ao anoitecer e agora aqui estou eu, fazendo o que todos estão fazendo neste exato momento: Encarando o céu. Colocarei este gravador nas patas de um Pidgeot que está seguindo para Johto neste momento junto com milhares de bens que os soldados estão doando para as outras forças de batalha, coisas que serão úteis para os outros soldados. E este gravador é o mais importante, pois ninguém em algum outro lugar sabe como é a sensação... Essa sensação. De olhar para o céu e ver o lendário Mewtwo nos encarando, esticando seu braço e provavelmente se preparando para nos destruir. Amarrei o gravador na pata do Pidgeot agora, adeus a todos. Essa é a destruição de Kanto. Descobri agora que isso não é uma guerra, isso é o Apocalipse. E a humanidade perdeu.


Fim de gravação.


Última edição por Snow.King em Qui 17 Out 2013 - 22:05, editado 8 vez(es)
avatar
Snow Walker
Membro
Membro

Masculino Idade : 21
Alerta Alerta :
0 / 100 / 10

Data de inscrição : 18/04/2013

Frase pessoal : salabim salabão


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Caio. em Dom 18 Ago 2013 - 17:45

Cara, a idéia é bem maneira. Acho que não vi fic parecida por aqui não, embora fics no estilo distópicas tenham se tornado bem comum. Mas eu curti bastante a idéia da sua, e fiquei putão com o fato do Blaine ter morrido e do Brock ter sobrevivido. Tipo assim... É o Blaine, pohã. Não era pra isso acontecer ;-; É o fuckin Blaine, cara ;-; (Que era o Ash no Word. Entendedores entenderão q).

Mas, no fim, fiquei bolado até com o fato do Brock ter morrido (afinal, Mewtwo certamente deve tê-lo matado). Cara, Kanto não pode acabar véio. Lá é tipo, puro amor. E eu quero só ver pra onde os nego tudo vão ir, afinal, se todos os lendários tão fudendo tudo, pra onde eles vão correr? D:

Enfim, no aguardo do próximo cap *éter-dietílico*

S'ya.
avatar
Caio.
Membro
Membro

Masculino Idade : 21
Alerta Alerta :
0 / 100 / 10

Data de inscrição : 27/06/2010

Frase pessoal : A noir. E blanc. I rouge. U vert. O bleu.


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Black~ em Dom 18 Ago 2013 - 18:16

Bom, vamos lá.

Ultimamente andaram surgindo algumas fics de fim do mundo e rebelião pokémon, a sua foi diferente, colocando esses elementos de ainda terem alguns pokémons que são fieis aos treinadores, mesmo tendo os outros diabólicos tentando destruir tudo -q.

Coitado do Blaine =/. Tanto líder escroto pra morrer (tipo Érika, Lt. Surge) e tem que morrer um dos mais legais =/. O Brock morreu ou não? Não consegui entender muito bem, talvez não tenha morrido, é porque não consegui compreender se foi ele ou o Blastoise que morreu na explosão, mas enfim.

A narração foi boa, mas vou citar duas partes que eu tive que ler um pouco mais pra poder entender:

o líder Blaine foi morto cruelmente no final da batalha, queimado pelo seu próprio Magmar que o acompanhou até o fim na batalha contra os outros Pokémons de fogo e de água que invadiram a cidade.
Pera, primeiro você diz que o Magmar queimou o Blaine, depois diz que ele ajudou o cara a destruir os pokémons que invadiram a cidade. Sei lá, dava pra ter sido melhor essa parte. A outra passagem que citei que ficou um pouco confusa foi a seguinte:

Há um ano atrás os Pokémons simplesmente começaram a se voltar contra os humanos e uma gigantesca guerra começou: Humanos e os Pokémons que escolheram ficar ao seu lado contra Os Pokémons que decidiram dizimar a humanidade.
Você deixou "os pokémons" com letra maiúscula, ai eu demorei a entender um pouco o que de fato você queria transmitir. Não acho que seja necessário colocar "os" com letra maiúscula, até porque é só um artigo, mas enfim.

E concordo. Tipo, Kanto não pode acabar. O resto do mundo que se exploda inteiro, mas Kanto tem que continuar inteiro, porque né, Kanto é Kanto -qq.

Ainda não tenho muito pra falar. Portanto é só e boa sorte com a fic.
avatar
Black~
Fanfic Mod
Fanfic Mod

Masculino Idade : 20
Alerta Alerta :
0 / 100 / 10

Data de inscrição : 27/02/2011

Frase pessoal : The winter has come


Ver perfil do usuário http://pokemonblackrpgforum.forumeiros.com./

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Snow Walker em Dom 25 Ago 2013 - 19:28

Spoiler:
Caio: Obrigado pelo comentario, amigo. Sério que o Ash era o Blaine? Meu deus, cara. Ninguem me conta os bagulho, me senti ofendido... Enfim, eu me arrependi de ter destruido Kanto enquanto escrevia o primeiro capitulo, eu podia ter feito uma historia muito melhor se não tivesse destruido e pans, mas agora bora ver o que acontece né =/. Até a proxima, meu chapa u-ú
Black: Olá, a ideia de escrever uma fic sobre o Apocalipse no mundo Pokémon foi com uma imagem que vi no facebook, se eu achar de novo coloco aqui para vocês verem. Ah e muito obrigado pelo comentario, agora algumas explicações: Sim, o Brock morreu junto com todos os habitantes de Kanto. E o Magmar do Blaine ajudou ele até o final da batalha, aí matou ele... Que amizade bonita -q Enfim, obrigado mais uma vez e espero que continue acompanhando a historia u-ú

Não foi no sabado, mas ta valendo... To com catapora, então tive que parar de escrever muitas vezes para me coçar. Boa leitura!

Do I Wanna Know?



Season One – Kids With Guns.



                                                 
01x01 – Piloto.


Desliguei o gravador e o guardei no bolso de minha jaqueta de aviador, muito surrada após a longa batalha que aconteceu nestas planícies onde conseguimos a vitoria com muito esforço. Não derramei lagrimas por saber que minha família inteira estava morta agora que Kanto havia virado pó, mas pensando bem isso aconteceria uma hora ou outra por estarmos em guerra contra os Pokémons. Eu não diria que isto é realmente um Apocalipse, apenas os fracos tem que se esforçar muito para sobreviver neste Novo Mundo enquanto nos, os fortes, apenas usamos nossas armas e sobrevivemos. É isso que está acontecendo, um Novo Mundo onde a raça humana finalmente se torna superior. Prefiro desta forma.
Me chamo Kyle Shaw, um homem de cabelos negros e olhos azuis. Nasci em Cerulean, na já agora extinta Kanto e foi lá que peguei meu Bulbasaur no inicio de minha jornada para ser um Mestre Pokémon, um sonho que não consegui realizar por causa desta guerra. Venci a Liga Indigo, a Liga Johto e por fim a Liga de Sinnoh, estava em Hoenn quando tudo isso começou e consegui escapar antes de sua destruição. Tenho 22 anos atualmente e sou um oficial do esquadrão 342 da Força de Batalha Anti-Pokémon. Considerando minhas habilidades eu deveria estar no primeiro esquadrão ao lado dos sobreviventes da Elite 4, porem... Os malditos superiores não entendem isso.
Ao longe pude ver que um de meus colegas se aproximava, o mais jovem soldado dentre o esquadrão e que havia se grudado em mim meio que automaticamente após me conhecer, seu nome era Pierre. Adotou o sobrenome “Shaw” para dizer a todos que era meu irmão mais novo, então é... Pierre Shaw. Ele era loiro e tinha olhos azuis, nos tempos em que a guerra não dominava tudo isso era chamado de colírio capricho, os homossexuais excluídos da sociedade.

- Olá, Pierre. – Disse ao garoto quando ele se aproximou de mim, ele abriu um longo sorriso e estendeu o braço para me ajudar a levantar. – Isso não é necessário, eu sei me levantar sozinho.

Olhei para a cara de choro que se formava no garoto e me arrependi de ter sido um pouquinho grosso com ele, era esse o problema com Pierre: Mesmo que inicialmente ele tenha me dado muita raiva, agora ele é o meu melhor amigo.

- Me desculpe, irmão...

- Tudo bem, tudo bem. – Segurei a mão dele e ele me ajudou a levantar, de suas costas pulou o seu fiel Aipom com seu gigantesco sorriso. Pierre era indefeso pois só tinha três Pokémons ao lado dele, eu tinha que protege-lo graças ao meu time completo que me acompanha desde o início. – Vamos voltar para o avião, daqui a pouco está na hora de partir.

Ele assentiu e partimos em direção ao avião onde os outros membros do esquadrão esperavam, ao longo do caminho comecei a pensar no motivo do gravador ter sido entregue para nós. Soubemos da destruição de Kanto rapidamente, então tinha que ter alguma coisa a mais naquilo tudo e eu iria descobrir, esse era o meu objetivo. Ao chegarmos no grande campo aberto onde o avião estava os problemas já começaram, um dos membros do esquadrão, Thomas, apareceu na nossa frente. Thomas era o típico garoto mimado que adorava pegar no pé dos outros e se achava a perfeição em pessoa, então ele começou...

- O casal ficou se agarrando no meio das arvores, não é? – Sua risada era muito escrota, apenas tentei ignorar enquanto, ao mesmo tempo, tentava fazer com que Pierre não chorasse. Qual é, ele é apenas um garoto de 13 anos que foi obrigado a ir para o campo de batalha, ele não tem culpa. Os outros membros do esquadrão apenas ficaram em silencio, ignorando o que Thomas dizia. – Ah, vão ir se agarrar em outro lugar, é? Bando de putinhas.

Foi sem querer, eu juro. Na realidade não foi, mas se alguém perguntasse eu diria que foi sim. Eu não me controlei. Acertei o soco mais forte que eu podia na cara de Thomas, que caiu no chão com o impacto do meu punho em sua face e ficou ali atirado sem dizer nada. Apenas levei Pierre até um canto onde ele poderia respirar em paz.

- Como eu já disse antes, apenas ignore. – Falei para o garoto, bagunçando seus cabelos e indo na direção do comandante do esquadrão. – Já estamos de partida?

-Sim, Shaw. Prepare logo suas coisas para ir, teremos que voltar para base urgentemente... Parece que um dos Líderes de Johto sucumbiu.

A voz firme do general ao dizer aquilo me deu um aperto no coração, eu era amigo de alguns líderes e detestaria que eles morressem. Junto a Pierre, eles eram as únicas pessoas que não me faziam enlouquecer naquela droga de esquadrão. A terra tremeu por alguns instantes e todos sacaram suas armas o mais rápido que podiam, olhando na direção de onde vinham os tremores. Ao horizonte uma manada de Larvitars surgiu correndo na nossa direção, eu quase morri de felicidade: Sempre quis um Larvitar. E essa era a hora, mesmo que ele tentasse me matar eu pegaria um deles.

Todos os soldados puxaram o gatilho ao mesmo tempo e vários Larvitars caíram no chão, alguns Pokémons atacaram a manada e derrotavam as pequenas criaturas. Um ou dois foram engolidos pela manada e mortos, mas isso não importava muito. Corri para o meio da manada esperando encontrar um Larvitar que valesse a pena pegar para mim, além de atirar em todos que me atacavam. Não muito longe de mim estava um Larvitar desengonçado que parecia tentar fugir do campo de batalha, pulei na direção dele e o agarrei.

- Olá, pequenino. Vim te salvar, está bem? – Ele parou de se debater em meus braços e assentiu, corri no meio da manada matando todos os outros que surgiam em minha frente.

Em menos de 30 minutos a manada inteira estava morta e não tivemos nenhuma baixa, além disso eu estava muito feliz por ter um Larvitar depois de tanto tempo. Todos entraram no avião e partimos em direção a base, que ficava na antiga Liga Pokémon, todas as bases eram no local onde as Ligas aconteciam ou nos Ginásios. Após um longo relatório que tive que dar para o comandante fui para a minha cabine, onde finalmente poderia apreciar o meu Larvitar, mas ao entrar lá o descanso foi a ultima coisa que me aconteceu.

- Olá, Kyle! – A voz de Morty, meu amigo de infância e também um líder de ginásio especialista em fantasmas, era uma doce melodia para os meus ouvidos. Apertei a mão dele e começamos a rir igual dois idiotas. – Faz tempo, cara.

- Sim, não tivemos tempo para conversar direito desde que tudo isso começou! – Coloquei o Larvitar em cima da cama e me sentei ao lado dele, Morty cruzou os braços e olhou seriamente para mim.

- Preciso falar com você sobre O Exército de Fantasmas...

- Ah, que se danem os fantasmas meu amigo! Vamos festejar, tivemos uma vitória incrível hoje! – Morty não parecia com muita vontade de festejar, então não insisti mais.

- É sério, os fantasmas...

“ Kyle Shaw, compareça a ala medica imediatamente. ”


A voz que ecoava por toda a base fez minha espinha tremer, me despedi de Morty rapidamente e peguei Larvitar no colo, correndo para a ala medica da base. Não ficava muito longe da minha cabine, por isso foi bem rápido chegar lá. Eu não devia ter ido, realmente não devia...
Ao chegar lá me deparei com Falkner, o líder do ginásio de Violet, o comandante do meu esquadrão, O chefe da Força de Batalha Anti-Pokémon do continente de Johto e todos os cientistas da base. Todos reunidos ali me esperando.

- O que aconteceu...? Eu fiz algo errado? – Perguntei e todos gargalharam.

- Claro que não, meu caro. Apenas venha aqui, você pode salvar o mundo! – Disse o Chefe da Força de Batalha, dando tapinhas nas minhas costas. – Só precisamos deste seu Larvitar.

- Sim, você é o soldado que mais tem Pokémons em toda esta base. Iremos testar nossa nova arma neste seu Larvitar. – Disse um dos cientistas, eu não deixaria aquilo acontecer. Não deixaria.

- Não! – Gritei e Falkner me acertou um soco no rosto, tirando Larvitar de minhas mãos. Não pude deixar de revidar o soco, partindo para uma briga desnecessária com um líder de ginásio. Eu perdi e também perdi o Larvitar. – Me devolvam... ME DEVOLVAM O LARVITAR!

Falkner atirou o Larvitar dentro de uma gigantesca caixa e um dos cientistas apontou uma arma para ele, o pequeno Pokémon batia nas paredes da caixa soltando pequenos grunhidos que me fizeram chorar. Não chorei quando meus pais morreram nem quando minha cidade natal foi destruída, mas diante daquela cena cruel... Fui obrigado. Eles atiraram e após se contorcer com uma dor agonizante, Larvitar virou pó.

- Vocês mataram ele...


Spoiler:
Ah e sim... Do I Wanna Know é a abertura da primeira temporada -q
avatar
Snow Walker
Membro
Membro

Masculino Idade : 21
Alerta Alerta :
0 / 100 / 10

Data de inscrição : 18/04/2013

Frase pessoal : salabim salabão


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Caio. em Dom 25 Ago 2013 - 21:41

Cara, sua fic é bem violenta e mostra uma das facetas da guerra. Gostei muito desse personagem Pierre aí. Coincidência? I dunno. E esse moleque que tomou o soco... Tinha que ter morrido comido vivo pelos Larvitars u.u Por falar neles, cara... Coitado do pequeno =/ Eu acho que ele deveria voltar como um fantasma nesse exército aí que o Morty tá citando. Quem sabe? q

O Kyle é um personagem que eu to curtindo muito. É, eu, você e o Rush precisamos melhorar um pouco a criatividade com nomes, né? q Nem sei o que há em comum com nós três. Mas enfim, achei legal a idéia de colocar o Pierre como amigo/irmão, e o Morty também.

Nunca curti o Falkner.

Continue, você está escrevendo bem, vejo que se importa. Novamente, vi várias palavrinhas sem acentos, mas se você prestar um pouco mais de atenção (ou seja, se esforçar pra krl mesmo), acho que fica tudo sussa. Nada que atrapalhasse a leitura, btw.

Espero ancioso.
avatar
Caio.
Membro
Membro

Masculino Idade : 21
Alerta Alerta :
0 / 100 / 10

Data de inscrição : 27/06/2010

Frase pessoal : A noir. E blanc. I rouge. U vert. O bleu.


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Snow Walker em Sex 30 Ago 2013 - 7:32

Episodio meio fraquinho, eu diria, mas tirem suas proprias conclusões sobre ele. De qualquer forma, é um capitulo consideravelmente pequeno e os acontecimentos são rapidos. Antes de mais nada, isso foi proposital para tentar mostrar um pouco mais sobre o Kyle. Boa leitura e até semana que vem!



01x02 - Momento de Fraqueza.


Pierre. Venusaur. O Pequenino Larvitar. Natasha. Ah, e também tem o Bruno... Algumas vezes também tem a Gabriele e outras o Drew, algumas vezes Thomas tem um momento legal. Quem mais? Deixe-me ver... Outros soldados que já estão mortos, mas que ainda sim foram bem legais comigo... Alguém mais? Mamãe, papai, Chris minha pequena irmãzinha. O nosso Glaceon de estimação, ele era uma graça. Eu já conheci o Red quando fui para Pallet no final da minha jornada em Kanto, cara legal. De perto nem parece o " maior mestre Pokémon de todos ", eu o derrotaria se ele aparecesse na minha frente agora. Alguém mais? Não? Ninguém? Então aí vai a pergunta para esse inicio sem sentido... A vida deles vale a pena? A existência deles vai mudar o rumo das coisas? A minha própria existência vai? Não.
Caminhava lentamente pelo corredor da base pensando em um modo de limpar minha mente, mas não conseguia. Eu era um soldado e fiz coisas terríveis na guerra, eu faria de tudo para vencer isto tudo, mas não isso. Eu não mataria um Pokémon inocente como fizeram com o pequeno Larvitar. Não mataria um humano a sangue frio como fizeram com o Drew. Eu era humano acima de tudo e aquela imagem, a imagem do pequeno Larvitar sendo morto apenas para vencer esta guerra... Me deixava com nojo de ser humano. É nesse momento que penso em como eu estava errado no inicio disto tudo, errado em pensar que era apenas um Novo Mundo. É a mesma droga de sempre. Nós nos tornamos os Pokémons no final e eles estão mais humanos que todos nós.

Eu precisava ir para o campo de batalha. E foi isso que eu fiz, peguei o primeiro avião para qualquer lugar que fosse e atirei em todo ser vivo que tentasse me atacar. Desta vez foi uma manada de Tauros que estavam tentando invadir uma das áreas protegidas pela força de batalha, eu fui lá e matei vários Pokémons sem me cansar nem mesmo por um segundo, eu atirava para matar e não ia ser morto facilmente por uma vaca com chifres. Esfriava minha mente com a única diversão que havia restado neste mundo: Criar o caos.

- Soldado, pare de atirar! - Gritou um outro combatente para mim, mas eu o ignorava e continuava a atirar mesmo que os Tauros estivessem fugindo do local. - Eles estão em retirada, vencemos! Entendeu? Vencemos, agora pare com isso!

Eu estava com raiva e ela não iria desaparecer rapidamente, eu queria matar o general. Eu queria destruir tudo e todos, mas não podia.... Infelizmente não podia. Isso seria o mesmo que declarar guerra ao mundo e eu não podia me dar ao luxo de ficar do lado errado. Eu teria que agüentar tudo isso, contra a minha vontade. Eu iria matar aquele soldado desgraçado que estava gritando para mim parar, mas eu não podia. Eu iria atirar em mim mesmo e acabar com isso tudo de uma vez, mas não podia. Eu podia fazer tudo que eu quisesse, mas ao mesmo tempo eu também não podia.
Atirei a arma no chão e cai de joelhos pensando no que fazer, então fui levado de volta para a base.

- Você está bem, Kyle? - Perguntou Pierre quando estávamos no refeitório, minha mente ainda estava perturbada e não era hora de ter uma conversa racional ainda. Eu vi um ato de crueldade imensa, o que as pessoas querem de mim? Eu iria descontar tudo isso em Pierre se ele não se calasse.

- Eu to bem.

- Você parece meio...

- Eu to bem.

- Mas Kyle...

- Cala a boca, ta legal? Você não é meu irmão e muito menos meu amigo, agora para de encher o meu saco porque eu to bem. - Eu fiz o que não devia fazer e quando notei a grande bobagem que havia dito, quando notei as lagrimas nos olhos do meu melhor amigo... Eu sabia que era hora de sair correndo dali. Todos viram, todos ouviram e todos sabiam. Eu magoei a única pessoa que eu aturava neste lugar.

Não me tranquei na cabine, era o primeiro lugar que iriam me procurar. Fui atrás de uma missão, esfriar mais ainda a cabeça e voltar a tempo de impedir Pierre de se matar

- Você quer ir para a missão mais perigosa que tiver, é isso que você está me dizendo? - Perguntou o general, olhando seriamente para mim. Supostamente ele achava que eu só estava brincando, mas isso era de longe uma brincadeira. Eu realmente queria apostar minha vida.

- Sim, eu quero uma missão perigosa.

Ele me olhou, suspirou, olhou para todos os lados e fez varias caretas até que enfim aceitou. A missão em si era fácil, mas colocá-la em pratica seria algo difícil: Eu teria que ser o guarda-costas de Tasha Fisher em sua missão de conseguir criar uma nova arma.
Tasha Fisher era o homem mais importante de toda a força de batalha, ele era nosso artesão e era graças a ele que íamos para o campo de batalha sobreviver a mais um dia. Ele que criou a arma que matou o pequeno Larvitar, então obviamente eu poderia ter um papinho com ele durante nossa longa caminhada.

- Eu quero recrutar um antigo companheiro de jornada para a Força de Batalha. - Ele disse quando eu cheguei até seu cubículo bagunçado e perguntei o que faríamos. Assenti e esperei ele prosseguir. - Seu nome é Johan, ele era um treinador muito habilidoso. Nós dois ainda mantemos contato através de cartas, então eu sei onde ele está. Vai vir comigo?

- Sim, claro. É o meu trabalho, Tasha. Só que... Eu quero perguntar uma coisa. - Era a hora, o grande momento de falar sobre a arma.

- Qualquer coisa, Kyle.

- Você que criou aquela arma que testaram no Larvitar? - Perguntei, ele assentiu. Tentei me controlar, mas não consegui. - Você. Matou. Meu. Companheiro.

Tasha se encolheu em sua cadeira e começou a tremer, eu não queria matar o coitado do coração então coloquei a mão em seu ombro e olhei no fundo de seus olhos.

- Você está perdoado, basta nunca mais criar algo parecido e usar um dos meus amigos como cobaia, entendeu?

Apos ficarmos resolvidos naquele assunto, partimos em direção ao local onde Johan estava. Que por acaso, era um bar e Tasha teve a genial idéia de irmos de terno até lá parar ficar algo mais formal. Foi uma longa caminhada e ocorreram diversas batalhas pelo caminho, porem nenhum dano em nenhum de nos dois, o que era muito bom. O bar ficava em uma cidade próxima a base, o local onde era o ultimo ginásio de Johto. Entramos no bar com o maior estilo.

Admito que achei até meio engraçado aquela entrada, eu e Tasha de terno, óculos escuros e com uma musica tema tocando no fundo para tornar tudo ainda mais épico. Tasha era jovem, gostava dessas coisas... Realmente acho que demos uma boa impressão ao sujeito, esse tal de Johan, porem eu me enganei mais uma vez.

- Olá, Johan! - Disse Tasha, aproximando-se de um homem que aparentava ter 21 anos. O único problema era a cor de seus cabelos: Brancos como a neve. Olhos azuis e a boca tapada por um cachecol, usava um longo poncho  e dava para ver o cinto com Pokébolas em sua cintura. - Este é Kyle Shaw, nós viemos levá-lo para a Força de Batalha.

- Não. - Respondeu ele friamente, logo voltando a tomar sua bebida.


- Como assim...?

- Eu não te conheço. E Tasha é nome de mulher.

- Espere um pouco, nós somos amigos e...

Fui para frente de Tasha, defendendo ele de um chute que iria acertar seu rosto. Johan olhava serio para nos dois, sua expressão era de longe a melhor que eu já vi até hoje. Em meio a diversas batalhas as pessoas mudam, ele parecia aquele que participou de todas e mudou mais que o normal. Ele recuou sua perna e em seguida desferiu outro chute que também consegui defender com facilidade, antes que eu percebesse uma briga se formou no bar.
 Cadeiras voavam de um lado para o outro e todos os bêbados do estabelecimento se atiravam uns em cima dos outros, aproveitando a confusão levei Tasha para fora dali.

- Nunca mais, nunca mais mesmo, chame seus amigos para algum lugar. Está bem? - Disse para Tasha, que estava sentado no chão assustado. - Vamos para casa?

- É, vamos... - Estendi a mão para ajudá-lo a levantar e ele a segurou sem hesitar, agora ambos estávamos voltando para a base.

Em um beco escuro, bem no fundo onde ninguém conseguiria ouvir seus lamentos, estava um Sneasel ferido. Sim, eu consegui ouvir os sons que o Pokémon emitia no meio daquela escuridão e não pude deixar de ir ajudá-lo. Aquilo me deu uma grande idéia.
Levei Tasha de volta para a base e a primeira coisa que fiz foi ir até a cabine de Pierre, a porta estava destrancada e então eu entrei. Em cima da cama estava meu melhor amigo, chorando igual uma garotinha.

- Surpresa. - Disse, colocando em cima da cama o Sneasel que estava em meus braços.

- Obrigado.... - Disse ele, fungando.- Eu gosto de Sneasels...

- Me desculpe, Pierre. Não diga nada, só me desculpe.


                                                                           

~x~

Eles estão chegando...
O momento mais sombrio da jornada de Kyle Shaw no Apocalipse Pokémon, começa agora.
avatar
Snow Walker
Membro
Membro

Masculino Idade : 21
Alerta Alerta :
0 / 100 / 10

Data de inscrição : 18/04/2013

Frase pessoal : salabim salabão


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Dengel em Sex 30 Ago 2013 - 13:45

Hey-Yo!

Bem, gostei muito deste tema de guerra contra pokémons. Não que seja exatamente inovador, visto que agora até há uma mão cheia delas, mas o facto de existiram pelotões organizados armas reais (são balas e não tranquilizantes certo?) e de, mesmo assim, alguns pokémons não se importarem de lutar dá um toquezinho único à Fic. No entanto, acho que o Larvitar e o Sneasel cederam muito facilmente. Tudo bem que ambos estavam assustados, mas guerra é guerra, e um soldado só deserta em casos extremos!

De qualquer maneira, achei muito interessante a maneira como descreve os acontecimentos. Apesar de achar que são um pouco rápidos e que poderia acrescentar alguns pormenores, não hesita em cenas de morte ou que podem chocar algumas pessoas, o que, convém admitir, até é agradável (isto porque não estamos lá, caso contrário seria completamente desagradável...).

Irei esperar para falar mais sobre os personagens, apesar de ter uma ideia mais ou menos clara de Kyle e Pierre. Apenas notei a ausência de alguns sinais e acentos, que incomoda um pouco a leitura, e o tal facto dos acontecimentos serem um pouco rápidos demais.

Espero pelo próximo capítulo!!
avatar
Dengel
Membro
Membro

Masculino Idade : 21
Alerta Alerta :
0 / 100 / 10

Data de inscrição : 19/07/2013

Frase pessoal : Just Live and Let Die


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Black~ em Sex 30 Ago 2013 - 22:06

Bom, vamos lá.

Primeiramente, desculpa não ter comentado antes, mas fiquei tão ocupado essa semana que mal pude ler muito.

Mas vamos lá. Sua fic está bem legal mesmo, estou curtindo bastante o desenvolvimento dela e a história, como já foi dito, ela está bem violenta, acaba sendo legal até, pois não fica aquela coisa infantil, tosca, que acaba deixando muitas histórias chatas -q.

O Pierre é bem sensível né? Tudo já ta chorando. Sei que o Kyle não responde da melhor maneira do mundo, mas ele ta no meio de uma missão e se for chorar por tudo, acho que o negócio vai ficar complicado de fluir -q. Sem estereótipos, mas achei que ele fosse gay mesmo =/.

Realmente o nome Kyle está sendo bem requisitado aqui na área -q.

Cara, coitado do Larvitar, fiquei com pena dele. Um dos únicos pokémons que não se rebelaram. Kyle captura, ai eles roubam o bicho e ainda fazem aquilo. Que crueldade com o coitado, foi bem mancada mesmo -q, mas enfim.

Eu curto o Morty também, acho o melhor líder de Johto (na verdade é o preferido mesmo -q). E o Falkner sempre achei um peso morto, um cara insignificante. Agora, além de achar isso, eu o acho um tremendo de um babaca -q, mas enfim.

Erros eu vi alguns, mas não vou citar nenhum.

Não vou estender meu comentário, portanto é só e boa sorte com a fic.
avatar
Black~
Fanfic Mod
Fanfic Mod

Masculino Idade : 20
Alerta Alerta :
0 / 100 / 10

Data de inscrição : 27/02/2011

Frase pessoal : The winter has come


Ver perfil do usuário http://pokemonblackrpgforum.forumeiros.com./

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Rush em Ter 3 Set 2013 - 23:46

Boa noite, Snow! (:




Acabei de ler os capítulos, e fiquei bem impressionado. Sério. Não pensei que a fic fosse ser tão violenta e séria, sinceramente. No prólogo, ao dizer que Hoenn foi dizimada em cinco minutos, e apenas o Mewtwo destruiu Kanto inteira, pensei que ia ser uma Fan Fic extremamente exagerada, mas eu amei a forma em que foi escrita, principalmente o prólogo, que foi feito como uma gravação para ser escutada pelos personagens do primeiro capítulo.


Eu não concordo com o Perry, acho que o nome "Kyle" deve ser usado em todas as Fan Fics. uUAEHUAHEU' Mas em diversas vezes, eu li "Kyle Snow", ao invés de "Kyle Shaw". Um protagonista bem legal, mesmo que sua personalidade não tenha sido bem explorada ainda. 


Eu achei interessante o realismo na frieza dos personagens, testando armas em escravos de batalha - no caso o Larvitar -, e pouco se fudendo pros outros, além de si mesmo. Gostei daquele mimado que apanhou do Kyle. Acho que fics precisam dessas bostinhas pra eles se ferrarem mesmo.


Enfim, só quis ressaltar uma parte em especial:







- Olá, pequenino. Vim te salvar, está bem? – Ele parou de se debater em meus braços e assentiu, corri no meio da manada matando todos os outros que surgiam em minha frente. 

Essa parte eu achei tão engraçada. Não sei dizer, é como se fosse algo do tipo, "Eu cheguei, está tudo bem agora, não irei mais machucar ninguém", e então ele vira e sair fazendo a chacina. Mas enfim, fiquei com muita pensa do Larvitar, não gostei do Falkner.


Eu com certeza irei acompanhar a fic. A música do Arctic Monkeys - banda diva -, combinou perfeitamente. Já estou aguardando o próximo capítulo.


É isso, boa sorte, cara. Um abraço, aguardo o próximo capítulo.
avatar
Rush
ABP Mod
ABP Mod

Masculino Idade : 23
Alerta Alerta :
0 / 100 / 10

Data de inscrição : 10/06/2012

Frase pessoal : Agora você não tem mais waifu!


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Caio. em Qui 5 Set 2013 - 19:40

[color:ccc2=#000]Well, quatro comentários, Mr. Bilbo Baggins. Novo recorde xD Que bom que cheguei bem na hora, não é? Você falou que achou esse capítulo bem chatinho, mas eu achei-o lekalz até, não caiu de qualidade. Só achei meio rápida algumas passagens, você por exemplo podia ter entrado em mais detalhes sobre os sentimentos do Pierre e sobre a porradaria após o Jöhan.

E sim, você usou o trema em agüentar. Isso, meu garoto! xD

Sobre os erros, well. Alguns acentos aqui, lá. Sempre os acentos. Mas eu te entendo. Força, brother, que tu consegue. Sério. Pena que o Drew morreu tão rápido, sentiria saudades dos velhos tempos se falasse um pouco mais dele u.u

Flwzis õ/
avatar
Caio.
Membro
Membro

Masculino Idade : 21
Alerta Alerta :
0 / 100 / 10

Data de inscrição : 27/06/2010

Frase pessoal : A noir. E blanc. I rouge. U vert. O bleu.


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Snow Walker em Qui 5 Set 2013 - 20:02

Primeiramente:
Spoiler:
Dengel: Bom dia u_ú
Sim, são realmente balas. Na real existe uma penca de armas que eles usam, então eu meio que não sei... Cada soldado usa o que quiser como munição, é só pedir pro Tasha criar. Normalmente o mais usado é balas mesmo. A questão do Larvitar e Sneasel é algo que eu pensei que poderia dar uma certa confusão, então vou explicar... -q
O Larvitar estava com muito medo, afinal os humanos só estavam matando os irmãos dele e nenhum até o momento fez um ato de bondade, aí chega o Kyle e faz isso. Obviamente o Larvitar achou que podia se proteger,  só por isso ele se aliou ao garoto. Já o Sneasel não teve escolha, ele estava nocauteado no momento em que foi achado e foi levado sem saber, por sorte ele não era mau. Eu acho.
Até a próxima \o

Black: Boa tarde \o
Fico realmente feliz que esteja gostando da historia, titio Black. E o Kyle é realmente um sem coração, o Pierre não tem culpa. E sim, eu criei o Pierre para ser um personagem [palavra censurada], mas no final mudei de idéia e deixei ele sendo... O Pierre, é. Isso.
Deu uma certa dor no coração escrever a parte do Larvitar, mas fazer o que né... Ah e eu também não gosto do Falkner -q
Até a próxima \o

Joffrey: Boa noite \o
Bom... A parte de ser uma gravação foi algo de ultima hora. O principal da fic ia ser o carinha do prólogo, eu ia inventar um jeito de ele ter sobrevivido e ido para algum outro continente, então contar uma historia de sobrevivência no mundo Pokémon. Fico feliz que eu não tenha feito isso -q
Kyle é o nome mais lindo do mundo, apenas isso.
E colocar Arctic  Monkeys como tema da historia é basicamente por que a banda é incrível, praticamente todas as músicas combinam com esta historia. E também é minha banda favorita. -q
Até a próxima \o\

E Caio, meu velho amigo... Toda Loveless vai ter um espaço na fan-fic <3

                                    Olá, leitores. Primeiro eu queria agradecer a todos por lerem e também quero avisar algo: Hoje vai começar um dos "eventos" mais importantes da primeira temporada de A Morte da Esperança, chamado " Arco do Exercito de Fantasmas", vai ser um arco dividido em sete partes contando com o prólogo que será neste capitulo. Não, os capítulos não terão uma ordem certa. Por ser o evento principal desta temporada, simplesmente irei escolher alguns capítulos que considero realmente importantes a historia para introduzir ao arco. Qualquer duvida me perguntem e boa leitura!

                                       
The Army of Ghosts Arc - Prologue



01x03 - Despertando a Besta.


Minha cabine sempre ficava trancada e ninguém tinha a chave dela, nem mesmo Pierre que era o meu melhor amigo. Isso significava que a pessoa que estava ali dentro ou simplesmente apareceu ali ou atravessou a parede; Nenhuma das duas opções era plausível. As pokébolas onde se encontravam meus Pokémons estavam dentro da gaveta, mas de qualquer forma eu não poderia usá-las pois uma batalha poderia destruir a base inteira. Fiquei em silencio esperando que alguma coisa acontecesse e antes que notasse, eu havia pegado no sono mais uma vez. Acreditando que aquilo era só um sonho e que minha mente estava perturbada pela noticia de que os Pacifistas estavam vindo para a nossa base, eu realmente odiava eles.
Quando acordei o sol estava batendo em todo o meu corpo, o que era relativamente impossível pois minha janela era uma coisa minúscula, então me sentei na cama e observei o estrago. Um gigantesco buraco na minha parede onde se localizava a janela, era algo realmente terrível... Coloquei meu roupão e sai da minha cabine, cerrando os punhos. Eu ia matar o cara que destruiu minha preciosa janela. Diversos soldados olhavam assustados para mim pois estava de roupão no meio a base, olhei no relógio e eram 15:30. Realmente era uma sorte grande soldados não terem muitos horários, eu só havia perdido o almoço.

- Parece que você e seu namorado se divertiram bastante ontem a noite, Kyle. - A voz irritante de Thomas me fez parar, eu queria me virar e acertar mais um soco nele porem na base aquilo era proibido.

- Eu não vejo Pierre há dois dias. - Disse, me virando para ele. Thomas estava com um gigantesco corte da sua testa até o seu queixo. Sua face que sempre estava feliz e fazendo brincadeiras, agora estava seria e triste.

- Eu sei, por isso falei desta forma com você. Não me ouviria se eu não te irritasse, Kyle. - Disse ele, o desespero começou a tomar conta de mim aos poucos. Ele notou que eu olhava fixamente para seu corte no rosto e soltou um longo suspiro. - Charizard. Não vai querer saber da historia, apenas que fiquei cego do olho esquerdo.

- Entendo, sinto muito. - Disse, logo voltando para o que realmente era importante. - O que aconteceu com Pierre?

- Acharam o quarto dele todo revirado nesta manha e ele havia desaparecido.

Desaparecido. Desaparecido. Pierre, meu melhor amigo, estava desaparecido... A voz que ecoava pela base chamava meu nome, era para mim ir para a sala do general. Me despedi de Thomas e fui para lá, ainda de roupão. Andei apressadamente pelo longo corredor e parei em frente a porta da sala do general, pensando no que ele iria me dizer naquela situação. Provavelmente me dizer que Pierre foi morto, o que me deixava muito triste antes de saber da noticia.


- Kyle Shaw! - Gritou Morty quando eu entrei, ele estava sentado na cadeira onde normalmente o general sentava. Por falar no general, ele estava atirado em um canto da sala com diversos ferimentos em seu corpo e com um Gengar parado ao seu lado. - Como é bom te ver, velho amigo!

- Morty...? - Eu estava desesperado, assustado, queria fugir e me esconder. Porem eu era um soldado e essas coisas eram as ultimas em minha lista, porem quando meu amigo de infância aparece na minha frente com diversos Pokémons fantasmas surgindo nas cadeiras atrás dele, com meu general ferido e com Pierre desaparecido... Eu considerava algo desesperador.

- Vim lhe dar uma chance de vencer esta guerra, Kyle.

- E que chance seria?

- Se aliar ao meu chefe. Ao nosso chefe.

- E ele seria?

- Giratina.

Pulei em cima da escrivaninha que havia em frente a cadeira, logo em seguida acertando um soco com toda a minha força no rosto de Morty. O nariz de Morty começou a sangrar e sua expressão era a de mais pura raiva, ele ordenou que os fantasmas me atacassem e foi isso que eles fizeram.

Ser acertado por uma Shadow Ball na barriga foi doloroso e em seguida um Gastly atravessar o meu peito;  é algo muito desconfortável. Cai no chão e desisti de tudo, eu não podia vencer afinal havia deixado meus Pokémons na minha cabine e era muito obvio que eu não sairia vivo dali facilmente, principalmente sem lutar. Tentei escapar, mas fui atingido nas costas por mais uma bola das sombras que me lançou de cara na parede, o trio de fantasmas se aproximava lentamente de mim e eu realmente não sabia o que fazer.

- Todos nós sabemos como você era um demônio quando era apenas um treinador, Kyle. - Disse Morty e então me lembrei de toda a crueldade que pratiquei durante a minha vida, então eu merecia isso... Eu maltratei diversos Pokémons em meus momentos de gloria, apenas para eles me obedecerem... A causa disso tudo pode ter sido eu, afinal de contas. - Giratina só pode ser despertado totalmente se o "Diabo" fizer isso, então... Vire o Diabo ou morra tentando, Kyle Shaw! Acabe de uma vez com esse mundo que você tanto despreza.

Quando eu conheci o Morty eu realmente era assim, um demônio como ele esta dizendo, mas no nosso encontro definitivo para conseguir a insígnia em seu ginásio, eu estava diferente. Porem ele não via isso, esse era o grande problema de Morty: Ele sempre esteve preso demais ao passado e não podia ver o caminho que se abria em sua frente. Eu mudei, eu não maltrato mais ninguém sem motivo, eu tento fazer tudo que é certo para viver... Eu amadureci. Se ele decidiu se tornar nosso inimigo, pior pra ele. Só que isso ainda não me ajudava a sair desta situação...

- Ah, eles estão vindo... Posso ouvir daqui que eles estão se dirigindo para ca... - Morty deu um gigantesco e insano sorriso, enquanto eu ficava ali caído no chão tentando fazer alguma coisa. - Deve estar louco para saber o que é, certo? Os três Regis e Darkai estão vindo para a base... Junto com todo o Exercito de Fantasmas! Ah, você nem faz ideia do que escondem no fundo desta base, não é?

- O que é esse Exercito de Fantasmas afinal? - Perguntei, Morty suspirou e cruzou seus braços.

- Se tivesse me escutado da primeira vez... - Começou a girar na cadeira do general. - O Exercito de Fantasmas é a chave para liberar Giratina. Ele vem me atormentando em sonhos há muito tempo para que eu o liberte... E Finalmente está na hora! Ele é quem orquestrou todo o plano que causou o Apocalipse, Kyle. Giratina conseguiu o impensável! Ele matou Arceus e desencadeou o Apocalipse!

- Você é um lixo, sabia? Por que destruiu minha janela? - Gritei para ele, mesmo que aquilo não fizesse o menor sentido.

- Não fui eu. Quem entrou no seu quarto no meio da noite, destruiu sua janela e fugiu da base foi Pierre. Ele foi o primeiro a saber da minha traição, então... Mandei uns mascotes meus atrás dele. - Eu queria socar a cara dele, mas não podia. Morty, um dos meus melhores amigos, havia traído a Força de Batalha e agora estava prestes a me matar. Eu não podia morrer antes de achar Pierre...

Ouvi uma grande explosão e em seguida o barulho de tiros, logo o de sangue sendo espalhado por todo o lado e de corpos caindo. Começou.

- Eles chegaram.
avatar
Snow Walker
Membro
Membro

Masculino Idade : 21
Alerta Alerta :
0 / 100 / 10

Data de inscrição : 18/04/2013

Frase pessoal : salabim salabão


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Pikato em Qui 5 Set 2013 - 20:18

Puxa vida, que violência extrema, exemplificaria como uma fic de pura guerra, imagino que veremos e já vimos cenas mais fortes que só sangue rolando. E cara, bem legal este negócio dos Pokémons machucarem os humanos, uma coisa completamente legal, já vi esta idéia, mas neste contexto é bem diferente.

Bem sobre a parte dos erros, odeio falar sobre isso, mas tem algumas repetições excessivas, procure substituí-las por sinônimos, por isso use e abuse do google. Bem, posso dizer que a aparição de muitos líderes foi bem legal e o cenário de uma guerra mais impressionante ainda, estaríamos presenciando uma guerra mundial? Se for gostei muito, acho este tema bem interessante, procure explorar também o lado social, sofrimento das pessoas inocentes, por que isso é o canto mais importante das guerras, é sentimental, mas triste também.

Enfim, estou com um bom pressentimento sobre essa fic, boa sorte mano^^
avatar
Pikato
Membro
Membro

Masculino Idade : 23
Alerta Alerta :
0 / 100 / 10

Data de inscrição : 18/05/2013

Frase pessoal : Voltei^^


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Pai De Família em Qui 5 Set 2013 - 21:58

Nossa,quem diria que o Morty, personagem que começou aparentando ser do bem e uma das únicas pessoas que se poderia confiar,se tornasse o vilão nesse apocalipse pokemon. Me lembrou até o Aizen no Bleach quando ele assume ser o vilão e etc.

Enfim,o capítulo ficou bastante interessante porem resta a duvida: Porque necessariamente Giratina chamou o Morty e não outra pessoa? Mal posso esperar pra ler o próximo capitulo.
avatar
Pai De Família
Membro
Membro

Masculino Idade : 19
Alerta Alerta :
0 / 100 / 10

Data de inscrição : 02/12/2010

Frase pessoal : Nigga Stole My Bike


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Caio. em Sex 6 Set 2013 - 0:27

Ficou bom, mas eu considerei esse capítulo mais chato que o anterior. Novamente eu acho que você deveria ter focado mais na emoção dos personagens, e não somente no simples fato das coisas acontecerem ou não.

Enfim, acho que o Morty tá possuído, acho que não é ele em seu estado "normal" não. Provavelmente alguma armadilha do exército de fantasmas. Quem sabe? Espero que sim, porque eu curto bastante o Morty, e não o gostaria de ver assim... Rbd... Duh malz. Etc q

De erros mesmo só achei um relevante, mas que até dá pra ignorar por força de hábito:

para mim ir.

Ou algo do tipo. É aquela velha coisa, mim não faz nada e blábláblá. Às vezes nem reparo isso, às vezes eu mesmo escrevo assim, mas slá. Poderia mudar para eu, fica feio mais fica "serto".

That's all, s'ya boy.
avatar
Caio.
Membro
Membro

Masculino Idade : 21
Alerta Alerta :
0 / 100 / 10

Data de inscrição : 27/06/2010

Frase pessoal : A noir. E blanc. I rouge. U vert. O bleu.


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Dengel em Sex 6 Set 2013 - 17:55

Hey-Yo!

É assim, como dizer, gostei! Mas antes de mais nada, uma coisa que estava para dizer no comentário anterior, mas entretanto passou. O Kyle é o mesmo personagem que no prólogo? é que no prólogo o seu Blastoise morreu, e depois já era um Venusaur. Não sei se foi erro ou distração, mas fiquei confuso.

Bom, agora à cerca deste capítulo. Mostrou uma outra face do Kyle. Mais madura, como ele diz, e preocupada, o que nem sempre se vê num soldado meio rufia. Mas acho bom que ele se preocupe com o amigo. Foi pena a janela ter sido destruída, mas enfim...

Aquele momento em que temos pena do personagem mais irritante da Fic. Sério, esse problema com o Thomas de ficar cego tocou-me. Apenas achei engraçado ter sido no olho esquerdo. É claro que não é motivo de piada, mas é sempre no esquerdo. Kakashi, Zoro, Thomas, seja o que for, o olho esquerdo estará para sempre condenado.

Não esperava que o Morty fizesse uma coisa como uma traição dessas. Quer dizer, como é que é suposto eles pararem os três Regis e Darkrai? Bem, se fosse só isso, nem seria muito difícil, mas ainda tem um exército fantasma e o Morty não deve deixar o Kyle simplesmente abandonar a sala. Para além de que poderemos ter mais algum traidor infiltrado na base. Certamente serão capítulos preenchidos de surpresas, ação e, claro, uma violência agradável que encontramos aqui desde o prólogo.

Mas o que me deixou mais boquiaberto que isso tudo, foi mesmo a morte de Arceus às mãos (ou patas) de Giratina. Em primeiro, como é que ele invadiu este mundo sem Arceus notar, e depois, como é que ele matou Arceus? Quer dizer, ele é um dos poucos que se podem gabar de, teoricamente (e somente teoricamente) ser mais forte que Mewtwo (deveria ser o único. Afinal, o Kyurem não pode fazer uma fusão e, de repente, tornar-se quase um Deus). De qualquer forma, espero que haja um capítulo a explicar isso. Talvez depois de Giratina acordar, se acordar.

Quanto à escrita, continua muito boa. Ultimamente as Fics têm sido todas fantásticas, mas a sua destaca-se mesmo pela violência e pouca ou nenhuma censura aplicada. A descrição foi ótima. Consegui acompanhar aqueles acontecimentos de poucos minutos com boa precisão. Aquela mudança de Kyle de furioso para desesperante é que foi um pouco rápida de mais. Mas acho que é compreensível, já que a única companhia fiável desapareceu.

Bom, esperarei pelo próximo capítulo. Estou ansioso para ver todo o desenrolar do primeiro embate das forças das trevas. May the Force be with you, Kyle!
avatar
Dengel
Membro
Membro

Masculino Idade : 21
Alerta Alerta :
0 / 100 / 10

Data de inscrição : 19/07/2013

Frase pessoal : Just Live and Let Die


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Black~ em Sex 6 Set 2013 - 21:41

Bom, vamos lá.

Capítulo legalzinho esse, bem movimentado , mas concordo que ficou mais "chato" que o anterior, já que foi essa coisa melosa de ex-amigos que viram rivais, ai o outro fica todo loucão, quer destruir todo mundo, acabar com a terra -q, mas enfim.

O Morty achei que fosse o cara normal, não imaginei que ele fosse tão fdp a esse ponto. Mas uma coisa não entendi muito bem. O Pierre quebrou a base do Kyle porque estava sendo perseguido pelo Morty? Acredito que foi isso mesmo -qq, mas enfim.

Achei bem tenso o chefe dele ser o Giratina, e tipo, o Giratina ter derrotado o Arceus, caramba véi, foi bem legal isso e sinistro também, também foi bem tenso essa parte dos Regis e do Darkrai irem pra base, fiquei com medo pelo Kyle -q.

Espero que o Pierre não tenha morrido, por mais que ele seja um nenê chorão, mas ele faz parte do núcleo principal da fic, então ele tem que continuar vivo, de preferência ser estar namorando com o Kyle -qqq, mas enfim.

Erros eu vi uns, mas não vou citar nenhum.

Enfim, é só e boa sorte com a fic.
avatar
Black~
Fanfic Mod
Fanfic Mod

Masculino Idade : 20
Alerta Alerta :
0 / 100 / 10

Data de inscrição : 27/02/2011

Frase pessoal : The winter has come


Ver perfil do usuário http://pokemonblackrpgforum.forumeiros.com./

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Snow Walker em Qua 11 Set 2013 - 21:55

Primeiramente gostaria de pedir desculpas por dois motivos.
O primeiro porque não poderei responder os comentarios dos leitores esta semana, me desculpem.
E o segundo porque estou postando muito cedo o capitulo.
Motivo? Semana de provas, então quanto mais rapido eu postar, mais rapido vou poder começar meus estudos. Então semana que vem não tem capitulo, mas eu estou planejando um capitulo especial sobre o Pierre para ser postado junto com o capitulo 5, no dia 24 ou 25 de setembro. Se gostarem da ideia de um especial sobre qualquer personagem sem ser o Kyle, avisem nos comentarios e eu começarei a planejar. Obviamente o especial vai se passar antes da gravação que mostra Kanto sendo destruida.
Agora fiquem com o capitulo e boa leitura, meus amigos!

             
The Army of Ghosts Arc - Part I



01x04 - O Adeus de Pierre Shaw?



Minhas pokébolas estavam em meu quarto e eu estava de roupão atirado ao lado do corpo adormecido do meu general, haviam diversos Pokémons fantasmas atravessando as paredes e se reunindo ao redor de Morty que abria os braços, com uma felicidade que me deu nojo. A cada minuto que passava o numero de fantasmas na sala crescia e minhas chances de sobrevivência diminuíam.

- Então... É um adeus, Kyle. - Disse Morty, colocando as mãos no bolso da calça e se dirigindo em direção a porta. - Eu vou te dar uma ultima chance: Você vai ser libertado e pode lutar ao nosso lado ou pode correr para o lado dos seus amigos, obviamente só para morrer.

- Ah, não. Tudo bem, cara. Sério mesmo, eu to bem tranqüilo aqui. - Tentei fazer a voz mais séria possível, mas era meio complicado. O que Morty estava fazendo era uma jogada arriscada, era suicídio. Se ele vencesse esta batalha, poderia ser morto por Giratina. Se ele perder, é morto por nós.

- Seu senso de humor é uma graça. - Disse o ex-lider de ginásio, saindo do gabinete do general junto com seu Exercito de Fantasmas. Fiquei ali sozinho olhando para o nada por um longo tempo, podia ouvir os barulhos do lado de fora do local e aquilo me dava medo. Não medo da morte, mas sim se tudo que aconteceu até hoje ter sido em vão.

Mas não foi. A maior prova disso foi a aparição de Thomas e Pierre no gabinete do General minutos após eu ter desistido de tudo. Era realmente algo muito estranho ver aqueles dois juntos, principalmente pelo fato de Thomas nos odiar friamente e sempre fazer piadas sem graça. Não podia reclamar, a guerra muda as pessoas. O desespero também.

- Belo roupão. - Comentou Thomas quando se aproximou de mim, logo verificando se o general estava vivo.

- Quer levar outro soco? - Cerrei o punho, me concentrando para não socar ele de uma vez.

- O General está morto. Isso é realmente algo ruim. - Disse ele, ignorando totalmente o que eu havia dito. Aquilo era realmente uma emergência...

- Kyle... Eu estou com medo... - Disse Pierre, quase chorando. Eu não agüentei, mas desta vez não me arrependerei.

- Escuta aqui, Pierre. - Segurei ele pela gola da camiseta, o levantando um pouco. - Você não é uma criança. Isto aqui é uma guerra. Se você fraquejar vamos morrer. Você não quer morrer. E Morty me contou que foi você que destruiu minha janela e como conseguiu escapar dos fantasmas dele! Agora para com isso e aja como um homem de verdade pelo menos uma vez na sua vida, porque vamos precisar de toda a ajuda possível.

-Me desculpe, maninho...  Sneasel, Raichu e Onix estão do seu lado. - Disse o garoto, mudando sua feição rapidamente. Eu nunca havia visto Pierre sério, era realmente algo lindo. Não levando para o outro lado da coisa, é claro. Pouco a pouco o meu sentimento de nojo, raiva e desespero que foi criado ao encontrar Morty desapareceu. Não tirando totalmente a raiva, mas eu estava feliz. Se hoje for o dia de minha morte, quero que seja espetacular.

- Infernape está ás suas ordens. - Disse Thomas, tirando uma pokébola do bolso da calça e dando um sorriso com o canto dos lábios.

Eu não era ninguém importante, era apenas um soldado. Um soldado que infelizmente tinha que liderar um pequeno grupo para o meio da guerra e estava desarmado, então o primeiro ponto a ser discutido era como chegaríamos em minha cabine. Pierre abriu sua mochila e atirou uma roupa toda surrada em minha direção, logo em seguida tirando seis pokébolas lá de dentro e me entregando.

- O que diabos significa isso? - Perguntei, eu realmente odiava que as pessoas mexessem nas minhas coisas. Não sabia se ficava feliz por tempo ter sido poupado ou irritado por terem mexido nas minhas coisas.

- Por isso invadi seu quarto ontem a noite. - Respondeu o garoto, sorrindo. - Morty poderia roubar suas coisas, então roubei antes.


Garotinho desgraçado.

Me vesti o mais rápido que pude, a roupa que Pierre havia pegado aleatoriamente era, de certa forma, a minha favorita. A roupa que eu usava quando viajava pelos continentes sendo um treinador Pokémon, uma camiseta preta, um jeans e um sobretudo preto onde eu guardava minhas pokébolas.

- Então... É guerra.

Saímos de dentro do gabinete armados apenas com nossos Pokémons, nosso primeiro objetivo naquele momento era chegar até o laboratório de Tasha e pegar armas, de preferência armas feitas especialmente para derrotar este tipo de Pokémon. Sou contra o uso delas, mas é realmente necessário no momento. Os primeiros momentos da batalha foram rápidos e eu não notei os pequenos desastres que ocorriam a nossa volta, sendo o primeiro deles a aparição de Regice. O gigantesco Pokémon mirou em nossa direção e soltou um raio de gelo, desviamos por pouco e o local atingido foi congelado instantaneamente.

- Flamethrower! - Gritou Thomas e logo em seguida uma gigantesca rajada de chamas atingiu o peito do Pokémon que estava nos atacando. Nada aconteceu, Regice continuou lançando raios de gelo em nossa direção e não nos restou nenhuma alternativa a não ser fugir.

- Staraptor! - Lancei um Pokémon apos tanto tempo, logo pulando em cima dele ao lado de Pierre. Um pouco mais atrás de nós Thomas lutava bravamente para fugir de Regice, mas era tarde demais para chegar até nós. Ele teria que se virar sozinho. Eu tinha sentido falta de Staraptor, ele foi um ótimo companheiro em minha jornada.

- Não me deixem aqui... - Pude ouvir Thomas dizer, mas já era tarde demais. Senti um gigantesco aperto no peito em deixar ele ali sozinho.

Staraptor desviava rapidamente de diversos golpes lançados por Pokémons fantasmas que surgiam em nosso caminho enquanto Sneasel os afastava do nosso caminho, eu realmente desejo que Thomas esteja bem. Se ele morrer, eu vou ser o culpado e não seria nem um pouco legal ser o culpado pela morte de um companheiro. Não acredito que chamei Thomas de companheiro...
Voamos em alta velocidade na direção do cubículo onde Tasha Fisher vivia, desviamos de varias batalhas que aconteciam no meio do caminho. Não podíamos ajudar ninguém nesta altura da batalha, eu tinha que chegar até onde Tasha estava e utilizar o único método que eu conhecia de destruir de uma vez por todas um Pokémon. Levei uma pancada no rosto e senti meu corpo se debatendo contra a parede, pude ouvir o barulho de alguma coisa se rasgando e de sangue sendo espirrado em meu rosto. Inicialmente me desesperei pensando que fosse Pierre, mas o que eu vi foi infinitamente pior.
Chorei como nunca chorei em toda a minha vida, afinal nunca pensei que aquilo aconteceria. Foi tão pouco tempo e eu estava com tanta saudade do Staraptor, aquilo não podia estar acontecendo. Eu tinha que tirar essa cena da minha cabeça, a cena de um Regirock arrancando as asas de meu Pokémon e logo em seguida esmagando seu corpo. Eu queria lutar e acabar com aquele desgraçado, mas Pierre não deixou. Não importava o quanto eu lutasse, eu sabia que Pierre estava certo em me impedir de fazer aquilo. Era suicídio.

- Vamos fazer o seguinte, Kyle... - Pierre não terminou de falar, apenas ficou olhando fixamente para mim. Eu não conseguia entender o que estava acontecendo. Eu estava traumatizado. Tentei avançar mais uma vez na direção do gigantesco Pokémon, mas Pierre me segurou. - Calma... Por favor, tente se acalmar Kyle!

- Não tente se fazer de corajoso agora, seu desgraçado! - Gritei, eu não queria descontar minha raiva nele mais uma vez... Mas eu não agüentava. Eu não conseguia agüentar.

Foi então que mais uma vez o meu mundo acabou. Sneasel havia perfurado o ombro de Pierre, o sangue do meu melhor amigo se misturava ao do primeiro Pokémon que capturei, ambos sujando minha face. Pierre apertou o botão central de uma de suas Pokébolas e Onix surgiu em sua frente, olhando para seu treinador ferido. Sem nem pensar duas vezes o Onix esmagou Sneasel na parede usando sua cauda. Eu não devia ter entregado aquele Pokémon de merda para o Pierre... Logo atrás do garoto surgia Regirock. Estava tudo acabado, iríamos morrer por minha culpa... Toda minha coragem havia se transformado em desespero e todo o meu desespero começava a esmagar meu coração, me matando lentamente. Pierre caiu nos meus braços e o abracei o mais forte que pude, chorando. Eu não era mais um soldado.
A destruição de Kanto, a morte do Larvitar, do general, a traição do Morty, a morte do Staraptor e a possível morte de Thomas... Não era demais? Isso tudo não era demais? Por que isso tudo não simplesmente acaba? Por favor, acabe...

- Você não sabe como eu odeio ver meu namorado chorar... - A voz feminina que vinha de trás de mim me deixou feliz, um pouco excitado, mas feliz por estar salvo. Quando me virei, com lagrimas escorrendo pelo meu rosto e com o corpo ferido de Pierre nos braços, vi uma garota loira com olhos azuis, segurando suas pistolas de prata e com seu habitual uniforme: Um short, camiseta branca, um cachecol e óculos de aviador.

- Oi, Annah... - Não consegui demonstrar toda essa felicidade ao ver minha namorada, que estava em uma missão faziam dias. - Como foi a missão?

- Cala a boca. - Ela puxou o gatilho e começou a atirar em Regirock, logo olhando para mim. - A propósito, vamos terminar. Não namoro garotinhas.

- Não é hora para isso, Annah...

- Vai atrás do Tasha, beleza? - Ela pegou uma pokébola que estava em sua cintura, pressionou firmemente o botão em seu centro e um Empoleon surgiu em sua frente. Colocou os óculos de aviador, logo em seguida começando a atirar novamente no Pokémon de pedra a sua frente. - Hydro Pump!


A ultima coisa que eu vi foi Empoleon soltar uma poderosa rajada de água em Regirock, apos isso eu corri em direção ao cubículo de Tasha, esperando que ele tivesse algum plano para parar tudo aquilo. Corria o mais rápido que podia enquanto carregava Pierre em meus braços, diversas batalhas aconteciam por toda base, diversas mortes e até o momento nenhuma vitoria significativa. Um a um os membros da Força de Batalha de Johto caiam.
[/size]
avatar
Snow Walker
Membro
Membro

Masculino Idade : 21
Alerta Alerta :
0 / 100 / 10

Data de inscrição : 18/04/2013

Frase pessoal : salabim salabão


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Black~ em Qui 12 Set 2013 - 19:56

Bom, vamos lá.

Capítulo legal esse, bem movimentado, com vários acontecimentos de uma vez só. Pior é que ele nem ficou grande, ainda bem, assim é menos coisa pra ler -q. Mas enfim, como disse, ficou cheio de ação e drama -q. E continua bem violenta a fic, talvez deva ser algo positivo.

O Thomas é um trouxa, um babaca e tudo de ruim, mas ele ainda é uma pessoa, e achei meio errada a atitude do Kyle de deixar ele se ferrando lá e ir embora. Mas não sei se foi proposital, talvez possa ser pra se vingar -qq, mas enfim.

Parece que o negócio está ficando apertado para a equipe do protagonista, todos os soldados morrendo, realmente a situação não está fácil, já morreu o general, os carinhas, não duvido que o Pierre morra também. Acredito que nem o protagonista esteja salvo -q, mas enfim.

A luta contra o Regirock foi tensa. Nossa, o bicho logo arrancou as asas do Staraptor, pra que essa ignorância -q. Mas fiquei com dó, coitado do bicho. Como citei acima, a fic está bem violenta, acredito que seja bom, pois demonstra maturidade e tals -q.

Erros eu vi um ou outro, mas nenhum "citável'

Portanto é só e boa sorte com a fic.
avatar
Black~
Fanfic Mod
Fanfic Mod

Masculino Idade : 20
Alerta Alerta :
0 / 100 / 10

Data de inscrição : 27/02/2011

Frase pessoal : The winter has come


Ver perfil do usuário http://pokemonblackrpgforum.forumeiros.com./

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Rush em Qui 12 Set 2013 - 20:24

Boa noite, Snow. (:


Bem, vou comentar esses dois últimos capítulos. Eu sinceramente não tinha gostado muito do penúltimo, pela velocidade em que os eventos foram contados, tipo o buraco na parede de Kyle, que havia sido feito por Pierre. Mesmo que depois tenha sido explicado o motivo, eu ainda me pergunto como o protagonista não acordou com o barulho. Achei sacanagem o Morty fazer o que fez, até porque eu sempre gostei dele. Achei estranho em como ele está tão... Sei lá. Parece que ele não está levando a sério, provavelmente hipnotizado, já que agiu de uma maneira MUITO fria.


Esse general é o Falkner, não? Uma pena ele ter morrido, outro líder que eu gosto muito. Eu não sou fã desse lance de Arceus ser um Deus e o Giratina o Diabo, por isso não cheguei a gostar muito disso, mas eu gostei bastante da ideia do exército de fantasmas. 


Sobre Thomas, eu fiquei com pena dele sim. Realmente não tinha outra escolha, já que era viver ou morrer, mas acho que o garoto não vai morrer não, desgraçados nunca morrem fácil assim. UAHEUA'


Deu uma dor no coração quando eu imaginei a cena do Staraptor. Arrancar as asas de um pássaro é uma coisa tão cruel cara, imagino a dor que Kyle sentiu, ao ver o primeiro Pokémon capturado morrer de forma tão fria. Pelo que eu vi, o Onix de Pierre é fiel pelo menos. Isso é bom. Sneasel fdp.


Achei essa Annah muito sei lá. Conveniente. Ela não havia sido citada em nenhum momento antes, pelo que eu me lembre, e do nada ela aparece pra salvar geral. Eu sinceramente acho que ela foi bem clichê, mesmo esperando que Thomas salvasse-os. Também acho que você deveria ter narrado mais os acontecimentos em background, só por detalhes mesmo. Tipo uns Gasltys sugando as almas dos soldados, ou uns Haunters arrancando uma camada de pele de outros com suas garras. 


A história tá bem pesada. Tinha esquecido que Tasha era um homem. AUEHAUE' Eu me pergunto como eles vão sobreviver, já que os Regis e o Darkrai estão ai. Aguardo o próximo capítulo pra ver.


É isso cara, um abraço.
avatar
Rush
ABP Mod
ABP Mod

Masculino Idade : 23
Alerta Alerta :
0 / 100 / 10

Data de inscrição : 10/06/2012

Frase pessoal : Agora você não tem mais waifu!


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Dengel em Sab 14 Set 2013 - 12:57

Hey-Yo!

Muitos acontecimentos nesse capítulo com uma descrição um pouco a correr, mesmo com a causa disso ter sido revelada no início do capítulo. Foi muito o contrário do anterior nesse aspeto.

Bom, achei estranho que o Pierre simplesmente tenha voltado. Quer dizer, ele estava desaparecido, Kyle não sabia o que fazer, e de repente aparece e o Kyle ainda lhe dá um sermão para ele acordar para a vida. Mas estes pormenores notaram-se em, praticamente, todo o cap., por isso não irei mais referir isso.

Nunca pensei que o Thomas realmente fosse "salvar o dia", apesar de não sabermos o que lhe aconteceu e de ele ter suplicado para ser salvo... Pois, se calhar não salvou propriamente o dia, mas foi muito surpreendente da sua parte ter lá ficado, de qualquer maneira.

Fiquei chocado e, devo admitir, arrepiado com a morte violenta do Staraptor. Ao que parece era um pokémon por quem Kyle tinha muito apreço, e foi triste a sua morte. Não percebi muito bem a cena do Sneasel com o Pierre. Ele estava do lado dos pokémons o tempo todo? Sabia do ataque ou apenas aproveitou-se? Foi influenciado pela presença do Regirock? Não apanhei essa parte.. Bom, mas fiquei contente com a decisão "esmagadora" do Onix ^^

Quanto a Annah, já estava à espera de uma coisa assim. O protagonista basicamente havia desistido de tudo, por isso teria de acontecer alguma coisa. Não esperava que fosse a sua fria namorada, mas ok, ficou o clima um pouco mais leve. Até que ela disparou, aí voltei à Guerra xD

Erros não vi, a descrição, como disse, ficou um pouco desleixada em comparação com outros capítulos. Não que esteja má, pelo contrário, mas sei que dá para ficar melhor. E não vale a pena dizer mais nada.

É só!
avatar
Dengel
Membro
Membro

Masculino Idade : 21
Alerta Alerta :
0 / 100 / 10

Data de inscrição : 19/07/2013

Frase pessoal : Just Live and Let Die


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Caio. em Sab 14 Set 2013 - 23:46

Well, já li grande parte desse capítulo (se não o capítulo todo), pelo Skype, acredito. Como eu te disse, eu achei tudo meio rápido demais, mas ainda sim, ficou bom. Enquanto os outros pecam por falta de ação, esse já tá bem fodinha e acelerado, o que ficou bom, porém acho que poderia ter explicado mais coisa aí no meio q

Eu achei o Sneasel filho da [palavra censurada] bagarai. Não acho que ninguém vai morrer, tirando o Morty, o viadenho. Enfim... Acho que falei tudo o que tinha que te falar pelo Skype, noun? That's all.
avatar
Caio.
Membro
Membro

Masculino Idade : 21
Alerta Alerta :
0 / 100 / 10

Data de inscrição : 27/06/2010

Frase pessoal : A noir. E blanc. I rouge. U vert. O bleu.


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Snow Walker em Qui 19 Set 2013 - 16:56

Spoiler:
          TioBlack: Bom.. O Thomas não é um cara tão mal assim, ele é só aquele tipo de cara que gosta de pegar no pé dos outros por puro prazer pessoal. De qualquer modo eu planejo muita coisa pra ele, então não planejo matar ele agora. Até pensei na possibilidade de matar o Kyle e tornar o Thomas o principal, não seria uma idéia muito ruim.
Praticamente a Força de Batalha de Johto está sendo exterminada, mas ainda existe Sinnoh, Unova e Kalos, a esperança ainda não morreu. Ainda. E eu planejo matar o Kyle desde que comecei a escrever está historia, então não se espantem se ele morrer e outra pessoa tomar o lugar de protagonista.

Obrigado por ler e espero que goste do novo capitulo u-u

Joffrey: Única explicação plausível: Kyle tem sono pesado. Uma coisa que não sei se expliquei na fic ainda, mas vou explicar agora porque MUITA gente ta achando que o Morty está hipnotizado. Ele não está. O motivo disso tudo vai ser explicado em breve.

Nope, general não é o Falkner. Falkner ta por aí lutando na base.

Eu senti pena de escrever a parte do Staraptor, mas se eu não matasse um Pokémon do Kyle pareceria que eu não estava levando a sério e deixando o protagonista fodão demais. Até ele não está a salvo nessa.

Annah é uma personagem que planejei deste o inicio e previ que aconteceria algo assim, mas ela tem uma importância tremenda na historia.

Boa noite, meu amigo u-u

Dengel:
Pierre precisava de um sermão pra acordar pra guerra, ele estava muito chorão nestes últimos capítulos. E o Thomas é um dos meus personagens favoritos na historia, para mim ele é o que mais tem caminho a trilhar e vai ajudar bastante o Kyle.

O Sneasel estava sempre ali, pois não tinha uma Pokébola para ficar. Sem teto é fod# mesmo. O Pierre apenas foi pego desprevenido pois confiava na pessoa errada.
Por hoje é só, boa leitura.


E vou ignorar o Caio, já falei pra ele o que tinha que falar. -q

Capitulo já estava pronto, por isso irei postar ele agora. Boa leitura a todos u-u

The Army of Ghosts Arc - Part II

Quando eu entrei na força de batalha eu fiz dois grandes amigos, um deles era Pierre Shaw e o outro se chamava Benjamin. Benjamin não sobreviveu muito tempo, ele partiu em uma viagem para fazer parte da Força de Batalha de Sinnoh, sendo que a ultima coisa que ouvi sobre ele foi que Groudon invadiu a cidade de Gardenia. Todos que estavam lá morreram, inclusive meu amigo Benjamin. Foi então que eu pensei " Por que eu não torno os Pokémons Lendários meus alvos? " e foi isso que eu fiz. Uma pequena lista. Alem de estudar muito sobre os Lendários ainda vivos, afinal houveram alguns que ficaram do lado da humanidade e foram mortos. Raras exceções, mas houveram. Houve apenas uma vez que a humanidade conseguiu derrotar um lendário, enfim.... Está é a minha lista.

Mew
Mewtwo
Zapdos, Articuno e Moltres
Entei, Suicune e Raikou
Lugia e Ho-oh
Groudon e Kyogre
Rayquaza
Regirock, Regice e Registeel
Latios e Latias
Deoxys
Uxie, Mesprit e Azelf
Dialga e Palkia
Giratina
Regigigas
Darkrai e Cresselia
Heatran
Celebi
Jirachi
Manaphy e Phione
Shaymin
Reshiram e Zekrom
Kyurem
Arceus.


Essa guerra nunca vai acabar.

01x05 - Onde os tolos não tem vez.

Nunca havia ficado tão feliz em minha vida por ver a cabine de Tasha Fisher, porem o que eu vi lá dentro não era nada muito animador. Diversos fios de cores diferentes estavam perfurando o corpo de Tasha e o ligando a uma maquina gigantesca no fundo daquele pequeno quadradinho que ele chamava de quarto. Quando ele me notou na sala deu um sorriso, pedindo para que eu me aproximasse.

- É difícil falar alto, me desculpem... - A voz dele estava muito baixa e quase sem vida. Eu não ia muito com a cara de Tasha Fisher, mas ver ele naquele estado não era nem um pouco legal. Na realidade... Até mesmo ver Thomas daquele jeito não foi legal.

A base estava sendo destruída, os passos de um dos Regis se aproximando podia ser ouvido a quilômetros e se tentássemos fugir, um dos fantasmas nos atacaria. Coloquei Pierre em uma mesa vazia e olhei para nosso cientista, ele se levantou e caminhou até o local onde estávamos.

- O que aconteceu com ele?- Perguntou.

- Um Sneasel perfurou seu ombro.

- Não há muito o que se fazer, qualquer coisa nesta sala faria ele agonizar até morrer. O maximo é um remédio para aliviar a dor. - Disse ele, retirando um pacote de comprimidos do bolso e me entregando. - Me desculpe.

Não respondi. Eu não queria falar nada, apenas pensar. Pierre Shaw era meu irmão mais novo, meu melhor amigo e a pessoa por quem eu daria minha vida, eu não era nada sem ele. Nada. E agora a única coisa que eu podia fazer por ele era dar um comprimido e deixá-lo ali para morrer, isso não era justo. Olhei para Tasha, ele estava com a mesma expressão de uma pessoa que iria se suicidar.

- O que vai fazer? - Perguntei, ele não respondeu. Apenas voltou a plugar fios em si mesmo e a martelar a própria mão. - Por que está fazendo tudo isso, Tasha Fisher?

- Você veio atrás de armas, não é? Pegue e me ignore. - Disse ele, apontou para uma mesa repleta de armas e voltou para o que estava fazendo.

- É sério, Tasha. - Pela primeira vez em muito tempo eu havia chamado ele apenas de " Tasha ", particularmente eu nunca entendi o meu ódio por ele e nesta situação eu notei que era algo absolutamente sem sentido, até porque Tasha poderia ser uma pessoa muito legal. - O que está havendo?

Ele suspirou. Não havia tempo para nada, afinal lá fora estava um exercito de fantasmas destruindo nossa base. Tasha demorou para me responder, inicialmente ele ligou uma gigantesca televisão onde mostrava diversos cantos da base e a cena era horrível: Todos estavam morrendo. Pude ver Thomas lutar bravamente contra Regice com Infernape ao seu lado, porem o macaco de fogo foi perfurado por diversas lascas de gelo e caiu no chão, o ódio misturado com desespero despertou no rosto dele enquanto era obrigado a fugir para continuar vivendo. É realmente horrível não poder se vingar de alguém que matou um de seus companheiros, eu compartilhava desta dor. Outra imagem apareceu: Um grupo de Gengars desmembravam um soldado, tapei os ouvidos para não ouvir seus gritos. E então cenas parecidas com essa apareceram. Era um parque de diversões para eles. Cada imagem mostrava uma tortura diferente.
Eu fiquei ali parado assistindo tudo. Um Haunter arrancou os dois olhos de um soldado, deixando ele gritar sozinho na escuridão eterna, logo em seguida  mostrou um Dusclops parado com uma mulher de joelhos na sua frente e dois Haunters mantendo sua boca aberta. Lentamente ele arrancava os dedos de sua mão e os atirava dentro da boca dela. A ultima cena mostrou Darkrai arrancando a cabeça de Pryce, um ex-lider de ginásio de Johto. Quando eu me virei para trás, lá estava ele. Darkrai segurando a cabeça de Pryce e me encarando.

- Olá, Kyle Shaw. - A voz de Darkai esmagava o meu cérebro, provavelmente o de Tasha e Pierre também. Por falar em Pierre, ele ainda estava atirado onde eu o deixei.

Eu fiquei imaginando o que aconteceria agora e então me lembrei de algo que um homem muito sábio me disse uma vez, é uma historia meio engraçada. Foi em um dos meus melhores momentos em Johto, quando Celebi atirou uma pessoa em cima de mim. E ela me disse "Quando tudo nos parece dar errado
Acontecem coisas boas
Que não teriam acontecido
Se tudo tivesse dado certo."
Neste atual momento eu espero que ele esteja certo. Realmente espero.

- Me responda como mereço, jovem. - Disse mais uma vez o Pokémon, mesmo tremendo eu respondi:

- Olá, senhor Darkai. Tudo bem?

Fiquei encarando o Pokémon por um longo tempo, parecia que minha alma estava sendo arrancada a força do meu corpo. Era uma sensação muito ruim.

- Terminei! - Gritou Tasha, eu realmente não entendi o que estava acontecendo, mas as maquinas atrás do garoto começaram a brilhar intensamente. - Vem aqui, Darkai!

- O que está acontecendo? - Perguntei, Tasha deu um leve sorriso e apertou um botão, então todos os fios que o perfuravam começaram a girar. Tasha fechou os olhos tentando controlar a dor, mas era difícil. Aquilo doía até mesmo em mim.

Foi então que Pierre se levantou e olhou para mim.

- Quer se sacrificar pela Força de Batalha, Kyle? Então pule na frente do Darkai agora! - Eu não consegui raciocinar direito, mas acho que pensar na possibilidade de ter seu melhor amigo morto não foi algo que Pierre gostou, sendo que quem se atirou na frente de Darkai foi ele e não eu.

Inicialmente eu gostei disso, realmente gostei. Eu AMEI o fato de Pierre ter se atirado no meu lugar, porque eu não queria morrer. Eu achava que se eu morresse o mundo acabaria, mas eu estava errado. Muito errado. Foi com um pequeno movimento que meu mundo acabou.
 Tasha apertou o botão e os fios que perfuravam o corpo dele pararam de girar, lançando um raio que perfurou o corpo de Pierre e atingiu Darkai. Foi instantâneo. Pierre e Darkai viraram pó no exato momento em que foram atingidos pelo raio, apenas Tasha sobreviveu. Só que apenas por alguns minutos.

- Tasha! - Corri até ele, ele estava fraco demais para falar qualquer coisa e apenas me disse o essencial.

Aquele raio precisava de duas vidas humanas para cumprir seu objetivo: Destruir um lendário. E ela foi usada em Darkai usando a vida de meu melhor amigo. Inicialmente eu não sabia o que fazer, apenas sabia que existiam diversas coisas explosivas no cubículo de Tasha. Tasha Fisher morreu salvando a base.

Pierre estava morto.
Pierre Shaw estava morto.
Então era hora de parar de ser um medroso e botar pra quebrar.

Coloquei meu Magmortar para fora da Pokébola e ele começou a lançar suas poderosas chamas por todo o canto, diversos aparelhos explodiram e eu fiquei parado no meio das chamas. Eu planejava me casar com Annah, mas já que ela terminou comigo que se dane. Eu realmente odiava aquela garota mesmo e eu sabia que ela me odiava também. Então que se dane. Peguei uma pistola que estava em cima da mesa de Tasha e a coloquei na cintura,então finalmente sai do cubículo em chamas com Magmortar me seguindo e a primeira coisa que eu vi foi Regirock, o desgraçado que matou meu Staraptor.

- Destrua ele.

Magmortar prensou Regirock na parede e colocou seu canhão em seu peito, lançando uma enorme e poderosa quantidade de chamas diretamente no centro do corpo do inimigo. Eu fiquei feliz, eu chorava de felicidade. Chorava também por ter perdido dois amigos naquele dia. Chorava por ter derrotado Darkai. Chorei também quando Regirock caiu no chão com um gigantesco buraco em seu peito, também chorei quando Magmortar caiu cansado de joelhos. Chorei quando os outros dois Regis surgiram na minha frente.

Não quero exagerar, mas eu estava ferrado. Também pelo fato de Morty aparecer atrás de mim, batendo palmas.

- Bravo, Kyle! Você sobreviveu muito bem até agora. - Disse ele, dando um sorriso maldoso. - Porem... Eu despertei Giratina. Não que ele seja o chefão final, claro. O chefão final sou eu.

- Você o que...? - Ele havia despertado Giratina? Ele era maluco, por acaso? Ele acabou de destruir o mundo.
- Se quer uma prova... - Morty estralou os dedos e o chão atrás dele se destruiu, Giratina saiu do buraco no chão e começou a voar descontroladamente por todo o canto, destruindo uma boa parte da base. Logo abrindo um buraco no teto e fugindo. Cerrei os punhos. - Ele só precisa... Se acostumar um pouco a esse mundo. Viu? Sou ou não sou o chefão?

- Claro que é. - Retirei de minha cintura uma pistola que peguei no cubículo de Tasha e mirei na cabeça de Morty. - Um passo em falso, um tiro na cabeça.  

- Você não teria coragem. Se me matar, os dois Regis aí vão matar você. Se sobreviver a eles, ainda tem o Exercito de Fantasmas. Ah e se por algum milagre sobreviver a eles... Tem Giratina.

Puxei o gatilho e a bala perfurou a cabeça de meu amigo de infância. Naquele dia eu havia perdido três amigos meus. Possivelmente quatro se Thomas morresse. Eu não me importava mais com quem morria ou não, eu iria acabar com tudo aquilo. Eu mataria tudo e todos para vingar a morte de Pierre.

- Eu avisei você, chefão final.

Me virei para os dois Regis atrás de mim e puxei o gatilho mais uma vez.


Atualmente:
Mew
Mewtwo
Zapdos, Articuno e Moltres
Entei, Suicune e Raikou
Lugia e Ho-oh
Groudon e Kyogre
Rayquaza
Regirock, Regice e Registeel
Latios e Latias
Deoxys
Uxie, Mesprit e Azelf
Dialga e Palkia
Giratina
Regigigas
Darkrai e Cresselia
Heatran
Celebi
Jirachi
Manaphy e Phione
Shaymin
Reshiram e Zekrom
Kyurem
Arceus.
avatar
Snow Walker
Membro
Membro

Masculino Idade : 21
Alerta Alerta :
0 / 100 / 10

Data de inscrição : 18/04/2013

Frase pessoal : salabim salabão


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Pikato em Qui 19 Set 2013 - 17:26

Cara, Pokémons morrerem, que coisa mais LOL e K.O, muito criativo, eliminar lendários foi uma inovação gigantesca cara. E esse protagonista não tem medo de matar, lol e porque você odeia tanto o Pryce e.e? Ele é um líder legal e não merecia morrer daquele jeito e outra coisa, morreu o Morty, o cara que era um dos vilões principais.

Friend, tenho o pressentimento que essa fic vai durar poucos capítulos, mas bem que Celebi e Mew podiam ajudar o humano herói, né? Sério, não gostei do Mew morrer. E matou a Crescelia e o Darkrai, você está ficando louco, matando os lendários o.o

Sério esta fic está me surpreendendo, muita gente morrendo em poucos capítulos e lendários morrendo também, junto com Pokémons. Meu Deus do Céu, este lugar é o inferno, hein, só não venha matar o protagonista e dar um final obscuro, senão fico com raiva de você u.u

Sério, os detalhes do capítulo e os erros nem me foram perceptíveis, parece-me estar lendo Percy Jackson, me desperta uma curiosidade fora do comum. Enfim, deixo os erros para meus amigos Black e Dengel comentarem^^

E finalizando ressalto a criatividade da máquina para matar o Darkrai, bem legal e.e

Enfim, bom capítulo, aguardando mais mortes e.e
avatar
Pikato
Membro
Membro

Masculino Idade : 23
Alerta Alerta :
0 / 100 / 10

Data de inscrição : 18/05/2013

Frase pessoal : Voltei^^


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Caio. em Qui 19 Set 2013 - 17:32

Cara, eu achei que nesse capítulo você poderia ter colocado mais drama. O Kyle às vezes parece um adolescente cagando pro mundo, slá. Tasha morreu, Pierre morreu. E ele só ficou lá, esperando, sabe? Slá. Ele podia realmente meter o [palavra censurada]. Não que ele não tenha, mas é que ficou tão rápido, sabe?

Mas eu gostei do fato de terem matado o Darkray, assim como gostei do fato dele ter matado Pryce. Na verdade gostei e desgostei. Gostei porque sempre o vi como FDP. Desgostei porque ele era um líder fodãozão e morrer assim é tanta... noobeza :c

Well, tá tudo bom, cara. Apenas gostaria que desse mais atenção aos sentimentos do personagem mesmo, porque slá... Assim fica corridão.
avatar
Caio.
Membro
Membro

Masculino Idade : 21
Alerta Alerta :
0 / 100 / 10

Data de inscrição : 27/06/2010

Frase pessoal : A noir. E blanc. I rouge. U vert. O bleu.


Ver perfil do usuário

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Black~ em Sab 21 Set 2013 - 12:07

Bom, vamos lá.

Capítulo legalzinho esse, cheio das mortes importantes, como a do Tasha, Pierre e do Morty -q. Mas concordo com o Perry de que o Kyle é meio otário, tipo, antes de tudo isso, ele era "namorado" do Pierre e agora o Pierre morre na frente dele e é "foda-se o mundo, só me importo comigo", sei lá, ficou bem babaca mesmo.

Coitado do Darkray, teve uma morte trágica -q. Mas sei lá, se a máquina era pra matar um lendário, porque não mataram Giratina? É, talvez tenha sido pelo fato do lendário Dark já estar na frente deles. E também o Giratina é o mais forte, talvez a máquina não tivesse efeito sobre ele, mas enfim.

O Pryce é um líder tão legal. É uma pena que os líderes legais estejam todos morrendo. Morty é o melhor líder de Johto, não merece morrer Sad. Porque a Whitney, o Bugsy ou esses desconhecidos não morrem? -qqq, mas enfim.

Erros devo ter visto um ou outro, mas nada de mais.

É só e boa sorte com a fic.
avatar
Black~
Fanfic Mod
Fanfic Mod

Masculino Idade : 20
Alerta Alerta :
0 / 100 / 10

Data de inscrição : 27/02/2011

Frase pessoal : The winter has come


Ver perfil do usuário http://pokemonblackrpgforum.forumeiros.com./

Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: A Morte da Esperança.

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Página 1 de 2 1, 2  Seguinte

Voltar ao Topo

- Tópicos similares

 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum