Pokémon Mythology
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Shot in the Dark

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Shot in the Dark

Mensagem por Bruno Marvin em Qui 27 Jun 2013 - 0:02



Prólogo



His Name is King


-  J.J. , o que você quer agora?
-  Mais sorvete.
-  Sorvete, J.J.? Sem problemas. Qual sabor?
-  Chocolate.
-  Ah, sim. Chocolate. Então, senhor sorveteiro, poderia dar um pouco mais de sorvete de chocolate para minha filha?
- Vá pro inferno.

A mulher, sem remorso ou nada, puxou o gatilho de sua pistola. O som de um disparo atravessou a cena de uma forma cortante.

- Muito agradecida, senhor sorveteiro. Aqui está seu sorvete de chocolate, filha. Como é que se diz agora?
- Obrigada mamãe.

J.J. era uma menina de cinco anos de idade. Fruto de um amor separado pelo trabalho, mas isso será narrado futuramente. O que importa aqui é a mulher, a que atirou neste não tão pobre homem. Stella Duncan, é o nome dela.

As duas saem da sorveteria, vão para o velho Mustang. Seria uma longa viagem até o lugar marcado.





Três Horas Depois




- Foi ela, não foi chefe?
- Com certeza.

Os dois policiais haviam acabado de chegar na sorveteria. Buck era alto, tinha cabelos castanhos e sardas nas bochechas. Um completo idiota, por assim dizer. Jeff, o xerife, era baixo, gordo e nervoso, mandava naquela porcaria de cidade. A polícia daquele fim de mundo, sem escrúpulos , era completamente incompetente.

- Dessa vez, foi um estrago e tanto. - disse Buck, como se ninguém estivesse lá para ver a situação.

O sorveteiro estava sobre uma poça de sangue. Seus miolos estavam todos espalhados pelo chão. Parte do sorvete de chocolate era a única coisa que havia sido levada. Haviam mais dez corpos espalhados pelo chão, todos de funcionários e clientes.

Somente onze balas foram usadas naquela cena. Os peritos avaliaram a balística, todos, exceto o sorveteiro, foram mortos por tiros disparados a mais de 25 metros, por uma simples pistola. O sorveteiro havia sido morto à queima-roupa, com um tiro na testa. Nenhum de seus disparos erraram o alvo.

- Chamem o canalha do Norman, ele é o melhor, não é? - ordenou o xerife. - Não podemos perder a chance de pegar a vadia outra vez.
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Re: Shot in the Dark

Mensagem por Black~ em Qui 27 Jun 2013 - 19:44

Bom, vamos lá.

O capítulo ficou meio misterioso, você não deu informações iniciais e tivemos que descobrir do que se trata a história e tals e também começou já bem misterioso, com a mulher matando o sorveteiro e tudo mais, mas enfim.

Eu não sou muito fã de capítulos ou prólogos que comecem diretamente com falas, sem nenhuma narração antes, acaba ficando mais confuso e um pouco mais difícil de entender, também acaba tirando um pouco da descrição, assim não conseguimos imaginar muito bem como são os locais, mas enfim.

Coitado do sorveteiro =/, a mulher o matou logo a queima-roupa, mas também, pra que ele quer mandar a mulher ir pro inferno? -q Mereceu ter morrido mesmo, apesar de não saber o motivo de tudo isso -q.

Essa cidade é realmente bem escrota né? E a mulher é como se fosse "chefe" da cidade né? Pois mata todo mundo e nada acontece com ela né? Interessante, creio que a história se desenvolverá nisso.

Erros aparentemente não vi nenhum, pode ter tido, mas foi bem bobinho.

Enfim, é só e boa sorte com a fic.
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Re: Shot in the Dark

Mensagem por Bruno Marvin em Qui 11 Jul 2013 - 1:19

Capítulo 1

Who Did That to You

Norman era mesmo o melhor. Já havia resolvido vários crimes, alguns até impossíveis de ter solução. Tinha uma estrutura mediana, seus cabelos eram curtos e castanhos. Olhos também castanhos, não havia uma mulher sequer no mundo que não quissese cair em seus braços.  Suas roupas eram peculiares. Usava um long coat masculino preto, sempre, esteja o tempo frio ou quente. Sua arma era uma espingarda, carregava nas costas.

- Vejamos... Buck, o que temos aqui? - conhecia o rapaz de diversos outros casos. Ele era o fã número um do detetive.
- 11 balas e 11 mortes, senhor. - ele estava totalmente enjoado – Tem alguma ideia de quem foi?
- Tenho meus palpites. Por que vocês policiais não trabalham direito, afinal? - Ele entregou um papel à Buck e adentrou na sorveteria.

O cheiro de carniça já havia tomado o lugar. Moscas repousavam sobre a mustura de sangue e sorvete. Norman caminhava calmamente, diferente dos policiais, que estavam bem apreensivos. O xerife, Jeff, que estava mexendo no sorvete de pistache, avista o detetive se aproximando. Procurava desesperadamente uma saída daquela situação, mas já era tarde demais.

- Boa noite, Jeff. Pelo visto, temos um crime e tanto. Como vai sua mulher?
- Vai te fuder, Norman. Faça seu trabalho e saia daqui.
- Calma, cara. O que você tem, hemorróidas? - o sarcasmo predominava sobre o recinto.
- Você já sabe quem fez isso, certo?
- Sim.
- Foi ela?
- Sua mulher? Não. Embora pareça. Mas hoje, é seu dia de sorte. Quem diria, duas cenas de crime, num só lugar!

Aquele homem baixinho ficou curioso, para ele era uma chacina e ponto. E, realmente, era. Norman faz um sinal à Buck. Ele fez as ordens escritas do papel, que recebeu diretamente de seu ídolo. Mandou todas as viaturas policiais embora, restando somente alguns peritos, o xerife e ele mesmo na sorveteria. Meia dúzia de gatos pingados, pensava o detetive.

- Peço à todos sua atenção! - disse Norman – Ao julgar pela mira extraordinária, as mortes sem sentido e a falta de sorvete de chocolate, culpada da chacina foi Stella Duncan, membra do grupo criminoso " Black Revolution". Ufa, enfim, o dia chegou. - Se abaixou e pegou um guardanapo com uma marca de beijo.

Norman só conseguia pensar em Stella. Seus lindos cabelos loiros ao vento, os lábios carnudos e vermelhos, os olhos azuis como o fundo do oceano. O seu perfume parecia de rosas, porém tão venenosa como uma cobra. Especialista em armas, sua mira é impecável.

Buck faz um gesto de positivo ao detetive. Rapidamente, ele retira a espingarda das costas e aponta para o xerife.

- Bom, te vejo no inferno.

O som dos estilhaços da bala da espingarda encontando na carne suja de Jeff foi divinal. O homem voou longe. Um sorriso brotava na face de Norman. Matá-lo foi a melhor coisa que o aconteceu em anos. Conseguir uma reputação de bom detetive não havia sido nada fácil.

O outro policial também pega sua arma e mata os restante dos peritos na sala, sem dó nem piedade. Ele larga a arma no chão e vai corendo em direção detetive (se é que posso chamá-lo assim depois dos eventos narrados). Norman recebe um grande abraço, de amigos que não se viam há anos. 15 corpos ao redor deles.

- Norman, finalmente conseguimos! Como é bom saber que agora está tudo bem.
- Acalme-se, Buck, nosso trabalho ainda não terminou. Eu sei, deve ter sido ruim ter se fantasiado como policial, assim como foi ruim para mim. Seremos recompensados na ordem, você vai ver. Consegui reunir informação pra [palavra censurada], como foi fácil enganá-los. 5 anos é muito. Mas depois conversamos. Na minha caminhonete tem um pouco de gasolina. Já sabe o que fazer.

Os dois encheram o lugar de combustível. Antes de sair, jogaram um fósforo. Andaram lentamente até a caminhonete e pegaram a estrada enquanto ouviam o doce som das explosões toamndo conta do lugar.






"Lanches da Vilma", dizia a placa, "Sejam bem-vindos à melhor lanchonete de Arsenic City!"

Aquele lugar estava longe de ser uma lanchonete. A maioria dos vidros das janelas estavam quebradas, o neon da placa estava piscando. Entramos no estabelecimento. O chão era marrom, porém originalmente era branco. Podia-se ver uma única mulher no balcão, provavelmente Vilma. Pesava uns 172 kilos, pensava Buck. Mais ao fundo do estabelecimento, junto as mesas, estava uma menina, sozinha. Ela desenhava usando giz de cera. Norman se aproximou, sentou-se do seu lado.

- Parado! Bang Bang! - a menina segurava uma arma. Uma pistola armada com o silenciador. Ela parecia saber atirar.
- Calma, mocinha. Onde arranjou isso? - perguntou Norman, rapidamente desarmou a garota. - Está sozinha?
- Mamãe está ali, no banheiro. - apontando para uma objeto que poderia quase ser chamado de porta. Ao fazer isso, a tal porta se abre, revelando a figura de Stella Duncan.

Assim que viu Norman, seus olhos piscaram. O homem, por sua vez, abriu a boca. Buck abriu um largo sorriso na cara, cujo moveu mais de quinze músculos. A menina continuou seu desenho. Norman se levantou e foi em direção à Stella. Os passos eram largos, como os de maratonistas. Quando se encontraram, eis o prêmio final, um grande beijo. O fogo de uma forte paixão havia sido renascido. Foram logos 23 segundos, os que nunca esqueceram. Afinal, estavam uns cinco anos separados pelo trabalho.

- Continua uma diva, Stella. O tempo não fez efeito nenhum em você.
- Oh, nem em você, meu querido – disse a mulher.

Realmente, era uma deusa grega. Usava um vestido vermelho, chamava atenção por onde passava. Olhos azuis e compenetrantes, o corpo divinal.

- Norman, quero que conheça sua filha. Antes de você partir, eu havia ficado grávida. - disse ela, apontando para menina. - J.J., vai dar um abraço no seu pai.

A menina se levantou do banco em que estava, abraçou o pai, e sem mais nenhuma palavra, voltou ao seu desenho. Aquilo abriu um buraco em Norman, a criança nem havia ligado para ele. Perdeu a infância inteira da filha, tudo pela bosta da organização. Pelo menos, sabia que ela esteve em boas mão.
- Acho melhor irmos embora. No caminho até a base vocês trepam, ou seja lá o que estão fazendo. - resmungou Buck.

Estavam quase passando pela porta, quando foram surpreendidos com a balconista lhes apontando uma escopeta.

- Onde pensam que vão? - disse a mulher, que aparentemente tinha o nome Vilma. - Indo embora, sem pagar?
- Desculpe, Vilma, não é? - ao mesmo tempo que dizia isso, Stella joga uma nota de vinte dólares para a mulher. - Fique com o troco.

Assim que Stella acabou de falar, Norman saca a pistola e dá um tiro no meio da testa de Vilma. Manchas de sangue se espalham pelo balcão. A mulher continuou em pé por alguns segundos, depois caui bruscamente no chão. Entraram todos no mesmo carro, o Mustang velho, e seguiram em direção à base da Black Revolution.

Black: Fanfic trancada por inatividade. Caso queira reabri-la mande uma MP a qualquer FFM.
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