Pokémon Mythology
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No Rastro de Mewtwo

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No Rastro de Mewtwo

Mensagem por mrdeid em Qua 19 Jun 2013 - 13:12

Season 01 - Ep 01
O Primeiro Segundo Mewtwo





Comparo muitas vezes a vida com um labirinto do tesouro. Só porque há um prêmio, começamos a ficar como um zumbi a procura do tesouro, mas nunca percebe que é tudo uma enrascada, e que o prêmio é perder tempo... Falo isso por experiência própria. Meu nome é Daynean, Daynean Mei. Sou filho de Luciffer Mei, a professora de Kanto. Ela assumiu o posto do professor Carvalho há mais ou menos um ano, e desde que descobriu sobre o fascinante Mewtwo, Pokémon lendário de Kanto, não para de pesquisar sobre ele. Ela sempre procura tudo... Quem é, quem foi, o que quer, como surgiu, como desapareceu, se é do bem, se é do mal... Mas, eu ainda me pergunto: Ele existe? Como ela pode estudar uma coisa que nunca viu? Aliás, que quase ninguém viu... Ainda me pergunto se esse labirinto chamado Mewtwo vai dar algum prêmio para ela. O prêmio que eu recebi por esse tempo de estudo foi só falta de atenção... Mas chega de falar da minha mãe, vamos falar de mim.


Como já comentei, meu nome é Daynean Mei, tenho 14 anos, estudo no oitavo ano da Poke-escola de Kanto. Digamos que sou muito relaxado mesmo... Sou preguiçoso, não quero nada com nada, só quero sossegar... Sabe como é né... A vida é boa quando não se tem nada pra fazer, só descansar... Como minha mãe acha Mewtwo mais importante, eu fico só num canto, jogando videogame, mexendo no notebook e admirando os Pidgeys que sobrevoam a cidade todo o dia... Também admiro os Rattatas comendo aquelas maçãs... Adoro desenha-los... Sou um ótimo desenhista! Eu tenho um cantinho no porão onde eu faço inúmeros desenhos, quadros... Minha obra mais bonita é de um Articuno. Vi minha mãe estudando sobre ele, aproveitei e desenhei!



Mas agora chega de apresentações... Vamos começar meu dia. Tudo começou num dia de semana pela manhã, quando meu despertador tocou: era sinal que tinha que me levantar. Como sou um preguiçoso, eu toquei o despertador no chão, faltei à aula e fiquei lá, deitado, descansando. Já havia-se passado 2 horas, e alguém batia na porta do meu quarto. Fiquei com cara de raiva, mas me levantei e atendi. Quando abri, que susto! Era minha mãe, carregando 3 Pokebolas no ombro e acompanhado de K, uma menina que morava na casa vizinha. Ela era muito tímida, e nunca tinha visto-a saindo de casa. Fiquei parado, sem fazer nada, até que minha mãe abriu a boca e falou:




– Daynean, vista-se, eu e K queremos conversar com você.



Fiquei imóvel, sem saber o que fazer... Eu tenho... Bem... Uma... Quedinha por... TÁ! EU TENHO UMA QUEDINHA PELA K! E... Aquelas palavras “Eu e a K” e “Falar com você” já eram palavras suficiente para me fazer ficar vermelho. Logo, me dirigi a meu roupeiro, coloquei a roupa mais bonita que tinha. Saí, fui para o banheiro. Lavei-me, fiz a higiene e “TÃM”! Era a hora de ir. Caminhei então, em direção ao laboratório, e ao entrar lá, minha mãe logo comentou:




– Filho, eu hoje pela manhã, fui ao porão para ver se meu celular não estava lá, e quando cheguei, vi seus desenhos. Você tem muito talento mesmo filho!



Fiquei quieto, fiz só um sinal com a cabeça.



– Então, achei que estava na hora de você ir numa jornada Pokémon. K veio aqui para me ajudar, e fiz a mesma proposta. É uma missão, escute-me bem. Fazendo umas pesquisas sobre o DNA do Mewtwo, achei uma coisa muito curiosa, que nem mesmo eu consegui identificar. O DNA normal de Mewtwo é um... Como posso dizer... Um DNA semelhante ao de Mew, só que com algumas coisas a mais... Porém, encontrei uma coisa muito estranha. No programa que eu tenho que me faz ter a oportunidade de ver o DNA dos Pokémons, vi que o Mewtwo estava com algo diferente do original... Você não irá entender, mas mesmo assim, a missão não é nada demais. Quero somente que você e a K saiam juntos numa jornada, cada um com um Pokémon.



Logo, respondi.



– Minha missão é sair numa jornada Pokémon?



Minha mãe respondeu.



– Sim, mas não. Quero que vocês saiam juntos numa jornada sim, mas, a real missão é a seguinte: Quero que levem essas imagens imprimidas do DNA de Mewtwo e mostrem para Patricio Martinez, um cientista conhecido por trabalhar com mistérios no corpo dos Pokémons. Então, vocês aceitam?
K olhou para mim, e eu olhei para ela.



– Mãe, eu já sei... Por mim, eu...


Creditos:
OFF: CONTINUA NO PROXIMO EP
Creditos: Nyah Fanfiction
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Re: No Rastro de Mewtwo

Mensagem por Weird von Gentleman em Qua 19 Jun 2013 - 15:32

Olá, Ty!

Estive a ler o teu texto e tenho de te dar os parabéns pelo título, pois está muito bem conseguido o jogo de palavras que fizeste. Deu-me muito mais alento começar a ler o texto em si, depois de teres começado com um título inteligente, o que fica sempre bem. O primeiro parágrafo está também muito bem conseguido e começar qualquer texto com uma reflexão, depois de um título inteligente, dá sempre outro ânimo ao leitor. Contudo, fiquei desiludido daí para a frente, porque te perdeste um bocado nas imagens que tinhas na cabeça e o texto foi quem sofreu mais com isso. A história ficou um pouco cliché, uma vez que se trata da jornada de um miúdo de 14 anos, que ainda nem idade para conduzir tem, quanto mais para ser mandado em missões científicas pela mãe. Ainda por cima com a rapariga de quem ele gosta. É um pouco exagerado, acredita...
De qualquer modo, eu compreendo o motivo pelo qual isso aconteceu e gostava de ter alertar para isso, uma vez que eu sou um tipo banal e pessoas que pensam como eu existem aos molhos: não trates a tua história como se fosse uma série televisiva. Eu sei que é muito dificil nós escrevermos sobre Pokémon, depois de vermos todos aqueles episódios e tal. Mas não te podes esquecer que isto não são desenhos animados; são letras sem qualquer tipo de movimento. Talvez fosse bom deixares a série para lá e focares-te mais naquilo que conseguiste com o primeiro parágrafo, que está muito bom. Se continuares a tratar a tua história como uma série, vais acabar por cometer os erros que todo e qualquer leitor de fic deteta logo quando começa a ler: ação muito rápida, muito diálogo, pouca descrição e história cliché ou com tendência para se tornar assim.

Sei que não é fácil estar à espera de um primeiro comentário e dar de caras com uma critica menos boa, mas não quero que fiques desmotivado. Quero antes que fiques aborrecido, porque se ficares é sinal que sabes que falhaste e que tens planos para melhorar.

Boa sorte e falamos quando postares o próximo capítulo (e não episódio =P). Qualquer coisa de que necessites, podes mandar-me uma PM que eu respondo assim que conseguir.

Um abraço cheers
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Re: No Rastro de Mewtwo

Mensagem por Tsurugi em Qui 20 Jun 2013 - 13:39

Nossa, está muito bom! 
Não tenho o costume de avaliar a pontuação, acho que só noto uma coisa no texto quando ela é muito gritante. Bom, como o amigo aí em cima falou, não é necessário falar como se fosse uma série televisiva, mesmo a leitura sendo em primeira pessoa ''TÁ! EU TENHO UMA QUEDINHA POR ELA!'' não fica muito legal esteticamente de se ver em uma fic.



Outra coisa, como é uma fanfic, são Capítulos e não Episódios (: 
Acho que esses foram os únicos erros que eu notei enquanto lia o prólogo. Gostei bastante da história, deu um objetivo ao invés de ser sempre ''Quero sair em uma jornada para vencer a Liga Pokémon!'', tipo, isso é legal mesmo clichê. Aliás, se preocupe o menos possível com o clichê, escreva do jeito que preferir, mas não deixe de ler as críticas e procurar melhorar com elas no seu modo de escrever. 


Até o/

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Re: No Rastro de Mewtwo

Mensagem por mrdeid em Qui 20 Jun 2013 - 17:26

Season 1, Cap 2


A Corrida Para Um Beco Sem Saída


– Sim, mas não. Quero que vocês saiam juntos numa jornada sim, mas, a real missão é a seguinte: Quero que levem essas imagens imprimidas do DNA de Mewtwo e mostrem para Patricio Martinez, um cientista conhecido por trabalhar com mistérios no corpo dos Pokémons. Então, vocês aceitam?
– Mãe, eu já sei... Por mim, eu...
O silêncio permaneceu. Não sabia o que dizer. K havia feito eu quase dizer um sim, mas fui um pouco mais forte. Vou dizer por quê. Minha vida é muito boa. Não tenho ordens pra seguir, faço o que quero, na hora que quero, sou um ótimo artista, minha casa é ótima... Agora se eu sair em uma jornada, que perigo... Pokémons selvagens me atacando, um Pokémon para eu ter que cuidar, passar dias e dias junto da menina pela qual eu amo sem mesmo saber o que falar, não ter uma caminha para dormir, caminhar pelo continente todo sem nem ter o que fazer... E para piorar, ter que ficar cumprindo as ordens das missões chatas da minha mãe... Será que eu jogava tudo de bom fora para ajudar a mãe que nunca fez nada por mim?
Enquanto eu pensava sobre o que terminar, K falou:
– Eu e ele aceitamos!
Por fora, dei um sorriso. Por dentro, caí de cabeça pra baixo, que nem a gente vê nos desenhos animados do Animaniac, aquele canal de animes e desenhos legais. Fala sério, ela falou por ela e por mim. Quem disse que eu iria dizer sim... ELA jogou tudo o que eu tinha fora... ELA está me obrigando a seguir ordens da minha mãe... ELA estava me fazendo capturar um Pokémon, coisa pela qual eu não queria... Nos meus desenhos, são pequenos e fofos, mas e na vida real, como eles seriam? Fofos? Brutais? Como saber...
Minha mãe deu um sorriso, correu, deu-me um abraço e falou:
– Ótimo. Filho querido, quero que escolha um dos iniciais de qualquer região. Tenho todos aqui comigo. Você também K!
K logo gritou:
– TORCHIC!
Minha mãe olhou para mim, com uma cara de “Oh meu Deus!” e caminhou em direção da mesa de Pokéballs. Logo, pegou a Pokéball de Torchic e alcançou-a para K. K logo liberou o Pokémon, que falava uma sílaba de seu nome calmamente, como se estivesse acordando de um sono profundo. O Pokémon tinha uma cara de sono que quase ri, mas para não magoar a minha futura companheira de viagem, continuei calado pensando em qual falar. Não conhecia muitos Pokémons...
– Mãe, eu desejo aquele Squirtle que você me emprestou para aquela corrida de Squirtles que teve aqui na nossa cidade... Como era o nome dele mesmo? Ah é, Squartlew...
Minha mãe riu, havia dito o apelido do Pokémon errado. Era Squarel! De qualquer jeito, mamãe veio até mim com a Pokébola de Squarel e me entregou. Fiquei meio que desanimado. Logo, me dirigi até meu quarto para preparar minha mala. Roupas, roupas e mais roupas. Como iria fazer meu armário inteiro entrar numa mochila? O jeito era levar só o necessário... Além disso, tive que por objetos. Relógio, escova de dente, cintos, Pokéballs, Pokécelular... Tudo... Porém, não sabia se estava pronto para sair de casa para ir cumprir missões... Porque, eu não estava saindo numa jornada, eu estava saindo numa “caminhada para ajudar minha mãe”. Sério, não queria abandonar aquilo ali. Bem, minha casa ficava ao lado do laboratório, então, ir do laboratório para minha casa não era problema. O problema era sair do laboratório ou de minha casa para ir pra rua. Sabe, minha casa está certada de Pokémons, pois ela fica bem no terreno do laboratório. Agora, você me pergunta por que estou dizendo sobre minha casa! Pois digo, eu vou fugir. Não estou pronto para sair em uma jornada... Sabe, não quero desapontar minha mãe nem mesmo a K, porém, eu não estou pronto... Era a única opção. Peguei minha mochila, pulei a janela e saí a caminhar. Caminhar não era bem o correto, o certo era andar escondido. Primeiro por estar escapando de minha mãe e da K, mas também por causa daqueles Pokémons. Caminhei, caminhei e caminhei, mas o que eu não esperava, era que teria um Diglett bem aonde eu andava. Como sempre, o desastrado aqui pisou em cima da cabeça do Pokémon subterrâneo. Para minha sorte, o Pokémon começou a gritar feito um doido à palavra “Diglêtí” umas nove vezes. Mas, era grito mesmo. Parecia até um autofalante ambulante. De repente, ouvi passos e vozes, e logo me atirei no chão. A voz era grossa e masculina.
– CALADO POKÉMON INUTIL!
Logo, ele caminhava em direção a Diglett, que estava do meu lado. Quanto mais caminhava, mais vermelho eu ficava. De repente, sinto um pé pisando sobre minhas costas.
– O QUE É ISSO?
Enquanto rezava para que ele não me visse, ele virava o rosto devagar para baixo. Claramente, seria o meu fim...
Comentários:

Obrigado a todos que comentaram. Tentei seguir as dicas, tentando tirar os erros, o clima clichê. Obrigado pelos elogios e espero que não tenha cometido os mesmos erros nesse novo capítulo.
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Re: No Rastro de Mewtwo

Mensagem por Tsurugi em Qui 20 Jun 2013 - 20:49

O capitulo ficou bem legal, ficou beeem curto, mas gostei. Acho que isso foi mais para introduzir melhor os personagens. Achei meio esquisito a K pegar um Torchic em KANTO, seria mais legal se ela pegasse o Charmander ou o Bulbasaur, mas como essa fic provavelmente se passa no futuro, acho que aconteceu algo como na nova Unova. 


Não encontrei erros gramaticais ou de acentuação, se houve algum deve ser ter sido algo insignificante. Aliás, o nome da menina é apenas K? Como se pronuncia esse nome? Literalmente só ''Ká''? ou ''Kay'' ou algo do tipo?


Gostei do capítulo, mas tente fazer algo mais longo. Se você escreve no word, tente escrever no mínimo 3 folhas inteiras. Capítulos curtos não atraem muitos leitores e acaba fazendo muitos desistirem de ler. Aliás, eu não disse nada sobre acabar com o clichê, aliás, achei muito bom os toques tradicionais clichês que você colocou. 


Enfim, continue com o bom trabalho! 

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Re: No Rastro de Mewtwo

Mensagem por ~Jhonn em Sex 21 Jun 2013 - 10:42

Gostei bastante da Fic vou acompanhar, me indentifiquei em alguns pontos com o protagonista também achei estranho o final desse episódio e cara, tomei um susto com o nome da mãe dele lol.Estou aguardando o próximo capítulo boa sorte e um abraço ! 0/

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Re: No Rastro de Mewtwo

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