Pokémon Mythology
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Pokémon - The light of the Soul

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Pokémon - The light of the Soul

Mensagem por Rumpelstiltskin em Qua 24 Abr 2013 - 15:59



Personagens Principais
Aillon
Spoiler:

Nome completo: Aillon Gdall
Personalidade: É um garoto calmo e tímido, sempre tenta ajudar as pessoas e Pokémon's.
Idade:16
Pokémon's:
Sinopse:Quando criança fora atacado por um Pokémon fantasma na torre de Adhelban, acabou desmaiando, mais foi salvo por um Pokémon misterioso, quando acordou estava em sua casa ao lado de seus amigos, na cidade de Thaesttin.

Al
Spoiler:

Nome completo: Aulloy Fierri
Personalidade: é um garoto agitado e cara de pau, sempre tenta irritar seus amigos.
Idade:15
Pokémon's:
Sinopse:Quando seu irmão saiu de casa para ser um treinador pokémon, ele ficou muito triste, porém seu irmão havia deixado um presente para ele, no caso, um zorua, após seu melhor amigo ser atacado por um pokémon fantasma, ele decidiu que iria proteger todos que estivessem a sua volta.

Defensores

Clod
Spoiler:

Nome completo: Brien Vallye
Titulo: Clod - O cabeça dura
Idade:19
Pokémon's: ? ? ? ? ?


Capítulos
Off - O Pokémon Abandonado.
Prologo - A volta triunfante.
1º capitulo - Obeliscos e os defensores dos pilares ?

Sinopse
Três amigos, com casos isolados, saem em uma jornada Pokémon, prometendo se encontrarem depois de 3 anos em sua cidade natal, porém só dois aparecem.
Alguns dias depois eles ouvem algo sobre o mais difícil torneio pokémon, como ele funciona?Qual seu objetivo?Os dois saem juntos em jornada rumo a este torneio, que trará lembranças e surpresas, agradáveis e desagradáveis.
Como termina está história?Eu ainda não sei...


As imagens foram retiradas do DeviantArt e da Bulbapedia, todos os direitos estão reservados aos autores de ambas.
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Off - O Pokémon Abandonado.


Nenhum ser no mundo pode entender a tristeza que senti. Eu acreditava ser forte, batalhava freneticamente ao lado de meu mestre. Até o dia em que ele me abandonou na Torre de Adhelban. Logo ele diz:
-Haunter você atingiu seu limite, é um Pokémon digno de pena.

Ele coloca minha Pokébola em cima de um pequeno altar, e simplesmente vai embora. Passadas algumas horas, uma ventania forte inicia-se e acaba derrubando-a, o que a faz abrir.
Dela sai um monstro corrompido pela tristeza. Não pude aceitar aquele ser, não podia ser eu. Sua aparência tentava não demonstrar sofrimento, com um grande sorriso e um olhar vermelho que tentava demonstrar força.

Mais o ambiente me provou do oposto, aquela torre esplêndida, rodeada de cerejeiras floridas, tornou-se num local horrendo. As cerejeiras que estavam floridas e cheias de vida viraram simples galhos congelados, pois queria obter calor para encher o grande vazio em meu coração, por onde eu andava era possível sentir o frio, a temperatura provavelmente ficava abaixo de zero.

Sem um lugar para voltar, adentro a torre, lá acabo misturando com as sombras, de onde nunca tive vontade de sair, pois esperava o retorno de meu treinador.
Cerca de trinta anos depois, um garoto de aproximadamente com idade aproximada de 8 entra na torre, tentando se abrigar de uma chuva que caia intensamente, ele não estava ciente dos boatos sobre ela.
Mais eu realmente queria que meu treinador voltasse, quando percebi que o garoto não era aquele que me instruiu durante anos, resolvo o atacar.

O menino que já estava com medo dá tempestade, mesmo com um luar intenso, acaba vendo o Pokémon em meio à escuridão, rapidamente ele diz:
-Um Gengar, selvagem, isso é inacredit...

Antes que ele terminasse a frase, um enorme Pokémon branco salta pela janela, seus olhos azuis e seus pelos brancos iluminaram o local.
Preparo-me para lançar uma Shadow Ball, mas sou pego de surpresa pelo ele, que em um salto corta-me com uma lamina em sua cabeça. Uma ferida tão profunda deveria vir a me matar, mas permaneci no lugar, novamente o ser branco salta, porém desta vez, ele acaba por me dividir em dois, o bem e o mal...

Quando recobrei a consciência, eu me tornara novamente um Haunter, mas emanava uma energia azul, infelizmente, havia outro ao meu lado, porém emanava uma força rubra muito densa. O ataquei e ele desapareceu, a criança nesse ponto já havia desmaiado.

Neste momento o Pokémon Branco com o garoto já em suas costas, sai da torre em um único pulo, eu não fui capaz de ver para onde foi, pois abandonei aquela torre também, flutuando livremente pelo céu decidi, se aquele garoto mostrar ter um coração puro após aquele incidente, eu o ajudaria em qualquer ocasião, pois foi ele que convocará o cavaleiro branco, podendo assim finalmente me livrar da tristeza de ser abandonado.


Última edição por Ryu Soma em Sex 10 Maio 2013 - 15:28, editado 6 vez(es)
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Re: Pokémon - The light of the Soul

Mensagem por Rush em Qua 24 Abr 2013 - 17:06

Boa tarde.

Olha cara, você escreve muito bem, muito mesmo. Tudo bem organizado e bem feito. Eu irei acompanhar a fic. Só achei a falta de detalhes um pouco perturbadora, fez realmente falta. Tente detalhar mais o ambiente e os sentimentos de seus personagens, ok? Gostei bastante a estória, e me senti incomodado com a repetição de alguma palavras, como 'contrário'.

Sugiro que você apague esse prólogo e edite no main post, pois você está cometendo duas infrações - Uma é que é proibido postar Fan Fictions sem capítulos ou um prólogo presente, e a outra é que você cometeu double post, postando em um período de uma hora, ao invés de vinte e quatro horas. É só você copiar o prólogo e colocar no main post, e tudo será resolvido, yay!

E outra coisa, não poste tão rápido os capítulos, ok? Tente dar uma pausa de uma em uma semana. Sei que é bastante tempo para muita ansiedade, mas nesse tempo além dos leitores descansarem, você poderá escrever mais capítulos para o futuro. Mas sempre se lembre que é muito provável que você tenha que editá-los no futuro, já que se um leitor se sentir incomodado com alguma coisa, você terá que mudar para agradar a todos.

É isso, rapaz. Gostei bastante do prólogo. Só detalhe e coloque no main post, ok?

Um abraço, boa sorte e até mais.
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Re: Pokémon - The light of the Soul

Mensagem por DarkZoroark em Qua 24 Abr 2013 - 19:39

Saudações Ryu Soma
Bem, como o Rush, devo dizer que escreves bem e tens um certo talento em relação à escrita. Um "diamante bruto", como se diz. Contudo, ainda há alguns pontos que são necessários melhorar.
Outro ponto em que devo concordar com ele é que está faltando descrição na história. Ficou meio "vazio" o texto. Tente descrever todos os detalhes possíveis, como o ambiente, as emoções, os Pokémons - esta parte você até fez, mas poderia ter tido um enfoque maior - os treinadores... Enfim, tudo e todos que formos ver ao longo do desenrolar da história.
Achei alguns erros gramaticais enquanto lia a história:
Ele coloca minha pokebola em cima de um pequeno altar
Mesmo em inglês, Pokéball, Pokébola leva acento.
Dela sai um Pokémon corrompido pela tristeza, sua aparência tentava demonstrar o contrario, com um grande sorriso e um olhar vermelho que tentava demonstrar força, mais o ambiente provou do contrario
Além da repetição de palavras, deveria levar acento. Contrario se usa em frases como: "Eu contrario tal oferta".
aquela torre esplendida
Mais uma vez, faltou o acento gráfico em "Esplêndida".
Esses três problemas são todos o mesmo: acentuação. Sério cara, tente dar uma arrumada nisso. Use o Word para escrever os capítulos e evitar tais problemas. A repetição de palavras também foi grande. Isso torna o texto massante e chato de se ler, desanimando possíveis futuros leitores. Um dicionário de sinônimos online, ou mesmo o do Word, podem resolver este problema facilmente.
Outro ponto é o número ridiculamente alto de vírgulas onde não deveriam existir e/ou onde deveriam ser pontos finais. Vou dar-lhe um exemplo:
Dela sai um Pokémon corrompido pela tristeza, sua aparência tentava demonstrar o contrario, com um grande sorriso e um olhar vermelho que tentava demonstrar força, mais o ambiente provou do contrario, aquela torre esplendida, rodeada de cerejeiras floridas, tornou-se num local horrendo, as cerejeiras que estavam floridas e cheias de vida, viraram simples galhos congelados, pois o Pokémon necessitava obter calor para encher o grande vazio em seu coração, por onde ele andava era possível sentir o frio, a temperatura provavelmente ficava abaixo de zero.
O único ponto final aí presente foi quando o parágrafo terminou. Assim como a repetição de palavras, o uso abusivo de vírgulas torna a leitura massante e demorada, não pausada. Olhe como poderia ter ficado:
Dela sai um Pokémon corrompido pela tristeza. Sua aparência tentava demonstrar o contrário, com um grande sorriso e um olhar vermelho que tentava demonstrar força, mas o ambiente provou do contrário. Aquela torre esplêndida, rodeada de cerejeiras floridas, tornou-se num local horrendo. As cerejeiras que estavam floridas e cheias de vida viraram simples galhos congelados, pois o Pokémon necessitava obter calor para encher o grande vazio em seu coração. Por onde ele andava era possível sentir o frio. A temperatura provavelmente ficava abaixo de zero.
Percebe como ficou mais fácil para o leitor compreender? Siga estas dicas e garanto que, em pouco tempo, poderás acabar sendo um dos melhores escritores daqui. Aguardo pelo seu próximo capítulo. ninja



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Re: Pokémon - The light of the Soul

Mensagem por Black~ em Qui 25 Abr 2013 - 10:45

Bom, vamos lá.

Você fez um main-post bonitinho, organizado, chamativo aos leitores, um ponto pra você, mas como nada nesse mundo é um mar de rosas, teve algumas coisas que não colaboraram muito pra ficar "maravilhoso", que eu vou dizer mais embaixo.

Vamos começar pela sua narração, ela ficou bem confusa, tipo, você começou narrando em primeira pessoa, do nada já trocou pra terceira pessoa, assim, do nada, primeiro você contava a história na visão do Haunter, depois mudou para o narrador que conta tudo o que sabe da história, mas não participa dela, acho que se você ficou com uma narração, deveria ter continuado com ela.

E também faltou vários detalhes, tipo, o pokémon branco cortou quem ao meio? O Gengar ou o garoto? Ficou muito confuso isso, sério, você não especificou praticamente. Só disse que ele atacou, dividindo o sombra em dois, atacando o garoto (??). Não foi dessa maneira que você escreveu, mas foi parecido.

Erros, eu vi alguns, e acho que foram os que já foram citados pelo DarkZoroark, mas toda hora você colocava acento irregularmente nos verbos, tipo "atacará", com o acento se refere ao futuro, o certo seria "atacara", mas ocorreu com outros verbos também.

A repetição foi chata também, "Pokémon" foi visto toda hora, sugiro que troque por sinônimos como "monstro", "bicho", etc. No Word há um dicionário de sinônimos, não é tão complexo, mas ajuda. Existe também um site pra você colocar as palavras e aparecem os sinônimos, sugiro que utilize isso, pois uma repetição contínua, pode acabar por estragar um pouco o texto.

Mesmo com toda a bagunça da narração, eu gostei de você ter usado um pouco da história na visão de um pokémon, e não do treinador, ou de uma terceira pessoa. E também gostaria de saber que pokémon é esse, não consigo lembrar de nenhum, mas como já disse, a aparição dele ficou muito confusa.

Mas enfim, é só e boa sorte com a fic.
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Re: Pokémon - The light of the Soul

Mensagem por -Murilo em Qui 25 Abr 2013 - 12:12

Olá! Para um prólogo pequeno, ele teve bastante coisa. Só não entendi o que aquela sinopse tem a ver com Haunter, torre e etc, mas imagino que você explique isso nos próximos capítulos. Bom, como o povo falou aí em cima, sua escrita é muito boa, MAS ainda há pequenos detalhes que ainda precisam ser corrigidos. Começando por essa mistura de narração em 1ª pessoa e 3ª pessoa. Imagino que no começo você queria passar todo o sentimento do Haunter em ser abandonado, e que só era possivel na 1ª pessoa. Mas mudar assim drasticamente pode prejudicar um pouco a organização do seu texto. Sugiro que dê pelo menos um sinal de espaçamento entre os parágrafos. O mais comum é esse:

***

Assim, quando a narração mudar, a gente já saberia. Mas o ideal é manter em apenas uma pessoa.

Continuando. Outro erro que eu vi foi o mau uso das vírgulas e dos pontos. Em muitas partes em que você deveria usar o ponto final, você usou vírgula, juntando um paráfrafo inteiro em uma só frase, o que prejudicou um pouco o entendimento. Veja só a primeira parte:

Nenhum ser no mundo pode entender a tristeza que senti, eu acreditava ser forte, eu batalhava freneticamente ao lado de meu mestre, até o dia em que ele me abandonou na Torre de Adhelban, logo ele diz:

As vírgulas em vermelho poderiam ser substituídas por pontos. A primeira em azul poderia ser substituída caso você mantivesse a vírgula antes do "até o dia". Em outras partes você também errou na virgula, mas esse serve o exemplo. Isso tudo é pra manter o entendimento do que está sendo lido.

...demonstrar força, mais o ambiente provou...

Mais= Sentido de adição (um mais o outro)
Mas= Sentido de adversidade, contrariedade (um, mas não o outro)

A parte final ficou um pouco confusa. Não entendi muito bem essa parte de que o Haunter foi cortado, separado, sei lá. Uma parte boa outra ruim, uma saiu outra ficou?
Agora falando sobre a sua história, eu pessoalmente gostei bastante. A sinopse me pareceu muito interessante, e acredito que um dos três treinadores seja o menino que chegou na torre, e acho que o Haunter vai ter uma participação importante na história. Sobre o pokémon branco não faço ideia do que se trata, imagino que seja um pokémon normal, mas de cor branca (ao invés de um pokémon que já é branco normalmente). Bom, boa sorte na sua fic, e até o próximo capítulo.
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Re: Pokémon - The light of the Soul

Mensagem por Rumpelstiltskin em Dom 28 Abr 2013 - 19:43

Vi que cometi muitos erros, tentei melhorar neste prologo (Sim isto é o prologo)
Então o que era o capitulo anterior ?
Está no titulo é um Off, nele vou contar historias que tenham relação com a Fic, mas de forma separada, caso contrario ia ser muito confuso


Prologo-A volta triunfante

-Ahh! Como é bom estar em casa, já faz três anos não é Linne?

-Li, noone.

-Vamos dar uma volta por aqui.

Agora eu entendo por que a cidade de Thaesttin é habitada por tantos zigzagoons e linoones, o ar desta daqui é realmente puro, estes vastos gramados são ótimos para eles correrem. Pois não tem tantas deformações no solo, afinal é um planalto.Mais não sei se a posso chamar de cidade, as cidades onde passei em minha jornada, possuem vários prédios, apesar da grande quantidade de casas, só há dois prédios em Thaesttin, ambos ficam ao norte.
Eu acho que deveria passar em casa primeiramente, afinal, mesmo ligando frequentemente, meus pais não me veem a um bom tempo.

Chegando em casa sou surpreendido com um abraço de minha mãe, os longos cabelos negros dela faziam um grande contrate com os meus, seus olhos azuis haviam se enchido de lágrimas, envergonhado, soltei-me de seus braços. Meu pai estava fazendo atualizações no computador da sala, o piso de cerâmica branca estava cheio de ferramentas em cima. Ao olhar para os dois era fácil descobrir de quem eu puxei mais aspectos. Fui tomando cuidado para não pisar em cima de nada, meu pai se virou rapidamente, ele me cumprimentou com um simples aperto de mão, pois sabe que eu não gosto de coisas melancólicas. Nós passamos o resto do dia conversando, principalmente sobre assuntos que eles não haviam me contado no telefone, o dia passou rápido.

Quando acordei já era de tarde, mas meus pais ainda estavam me esperando para almoçar, comi rapidamente e dei a desculpa de que tinha algo importante a fazer. Na verdade eu queria ir à casa da árvore no dia em que cheguei, mas acabei esquecendo. Durante o caminho vi pequenas lojas. Entrei em uma, era perfeitamente organizada, tinha itens de vários artigos, o que mais me chamou a atenção foram as Pokébolas, comprei cinco das azuis e três capsulas para enfeite. Sai correndo, não me dei ao luxo de ver a paisagem.

O nosso esconderijo ficava num ponto mais alto da cidade, era possível ver tudo de lá de cima. Impressionou-me ver que ele não mudara durante os três anos que estive fora. Seu interior permanecia o mesmo, com cinco bancos de madeira encobertos com folhas e uma grande mesa central no mesmo aspecto, seu piso, paredes, e teto eram feitos com vários galhos trançados. Deitei lá por um momento e fiquei olhando as pessoas passarem. Um garoto de cabelos vermelhos vinha em minha direção, com um sorriso tonto na cara e bebendo um refrigerante. Tentei ver a marca mais não pude, pois ele estava a uma distancia muito grande. À medida que ele ia se aproximando pude ver que era Al. A principio ele teve dificuldade para subir a pequena escadaria de nossa base secreta. Desci, peguei sua bolsa e o ajudei a subir. Rapidamente Al se acomodou numa pequena banqueta.

Ele disse que queria passar em um lugar, se possível, que eu o acompanhasse. Ele ainda me disse sobre suas vitórias nas regiões de Kanto e Johto. Também lhe falei sobre as minhas, ele se espantou quando disse que só não havia ido a Sinnoh. Ele também me perguntou sobre como eu havia obtido meus poké’s, lhe contei detalhe por detalhe, ao ouvir a história do meu Zangoose ele e faz uma pergunta:

-Você ficou sabendo do ataque dos pokémon’s venenosos?

Respondi que não, mais depois me lembrei de que minha mãe havia dito que vários Sevipers e Arboks invadiram a cidade, porém no outro dia já haviam desaparecido. Al também me perguntou se eu sabia algo sobre os defensores dos pilares. Novamente respondi que não, ele igualmente estava intrigado sobre o assunto, então sugeriu que fossemos à Danian, que estava um pouco à frente de seu objetivo.

Novamente havia anoitecido e eu não percebi. Al quis ir para sua casa já que há noite seria muito perigoso ir ao seu destino. Deu-me certa pena de Al, pois, por mais que ele tentasse parecer não se importar, ele com certeza estava triste. Ele teve de morar sozinho por dois anos, pois seus pais já haviam falecido, quando ele fez 10 anos seu irmão lhe de um Zorua, para não se sentir tão sozinho, por que seu irmão acabava de sair em uma jornada.

O reencontrei no outro dia, ele já estava pronto para partir. Nós entramos na floresta de Thattda, suas árvores altas e galhos longos, impedia grande parte da luz, isso explicava sua escuridão, e o motivo de ser tão perigosa à noite. Alguém sem a orientação correta, mesmo se mantendo na trilha, facilmente se perderia lá. Ficamos quatro horas caminhando, varias foram as vezes que senti algo me observando em meio às árvores, porém não conseguia ver nada. Parávamos algumas vezes para comer e beber um pouco. Alguns minutos depois Al avista o que parecia ser um portão do espírito, no caso um torii. Ele me passaria facilmente despercebido. Seus pilares são feitos de madeira, seu kasagi estava coberto pelas trepadeiras e vários cipós, seu nuki também estava no mesmo estado, mais desciam até o chão, impossibilitando que alguém visse o que tinha dentro.

-Ei Aillon! Achei o que estava procurando.

-Isso só pode ser piada. – Respondi entediado.

-Eu vou dar uma olhada lá dentro. – Ele bateu palmas duas vezes, e curvou-se em reverencia.

Fiz o mesmo, ao perceber que era entrar, ou ficar naquela mata sozinho.
Ao entrar, pisei em algo rosa, pareciam ser pétalas de flores. Fitei o chão e percebi, estava completamente encoberto por elas. O céu, que na floresta era impossível de se ver, lá se mostrava limpo, um sol irradiante, iluminava o local por completo. Várias cerejeiras floridas pareciam cercar aquele belo lugar, suas pétalas caiam lentamente no solo. Olhei a frente e Al estava sentado numa pequena escadaria, do que parecia ser uma torre, ela encontrava-se pintada de vermelho, tinha um formato octogonal, suas paredes e telhas lembravam-me de templos xintoístas.
Ouvi a voz de Al:

- E aí, quer dar uma volta ai dentro?

-Não sei se temos permissão. – Respondi cauteloso.

-Eu já entrei ai, enquanto você estava parado admirando o local. O primeiro andar está vazio.

-Quanto tempo eu fiquei parado aqui?

-Uns 15 minutos.

-E você já andou o primeiro andar inteiro? Nem esperou minha decisão.

-Pra que, o “senhor bons modos” se recusaria a entrar sem permissão.

-Bem já que você já invadiu a torre, não tenho outra opção.

-Exatamente. – Al falou como se fosse o maior imperador que já existiu.

Subimos quase 19 andares, todos tinham vários símbolos pintados em suas paredes internas, que no caso, eram de papel. No 25º andar tinham muitas coisas diferentes, ele possuía um pequeno altar de madeira e um sino dourado no centro, quatro de suas paredes eram feitas inteiramente de papel, mais as gravuras estavam com um tom diferente, algumas eram roxas e outras azuis. Ele possuía uma sacada externa, de onde era possível ver os limites da floresta. Dessa vez foi Al quem ficou admirando a vista. Eu vasculhei o andar para ver se encontrava algo de diferente.
Quando estava quase desistindo, avistei uma faixa branca embaixo do altar, consegui retira-la, era uma folha branca de papel nela estava escrito:

Pobre Haunter é um Pokémon digno de pena, o fiz treinar incansavelmente ao meu lado, sou um péssimo treinador. Deixo você neste lugar sagrado, na esperança de que algum treinador te encontre. Me perdoe por tudo que fiz. Espero te encontrar novamente amigo.


Última edição por Ryu Soma em Sex 10 Maio 2013 - 14:28, editado 1 vez(es)
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Re: Pokémon - The light of the Soul

Mensagem por Rumpelstiltskin em Qua 1 Maio 2013 - 21:32

Obeliscos e defensores dos pilares ?

Perguntei a para eu mesmo, por que aquilo estava ali se não havia nada naquele local? Resolvi examinar mais uma vez. Al mencionou que queria tirar fotos da torre, o deixei a vontade enquanto procurava. Quinze minutos depois perco as esperanças, resolvo tocar o sino para mostrar respeito.

Ao me afastar do altar pisei numa tábua que faz um rangido ruim. Ela estava frouxa, a removi cuidadosamente para não quebra-la. Embaixo dela tinha uma pokébola, a abri, entretanto ela estava vazia, acreditei. De repente os símbolos das paredes começaram a se desfazer, os roxos se juntaram numa forma densa, que levitava no ar, com duas separadas de uma consideravelmente maior, já os em azuis brilharam em torno da “fumaça”. Quando me aproximei, o gás envolveu meu corpo. Senti algo revirando minhas memórias, tentando encontrar algo que foi perdido. Alguns segundos depois ela se desfez, no local permanecia um Pokémon.

Pude facilmente reconhecê-lo, era um Haunter. Ele estava se comunicando mentalmente comigo, pude entender algumas palavras e logo após isso ele entrou na pokébola que eu tinha encontrado. Falei com Al e decidimos sair dali, ele pegou um refrigerante antes de descermos aquela longa escadaria. Quando chegamos ao fim, ele já tinha bebido cerca de 1 litro de refresco. Al quis descansar na escada a frente da porta da torre, assenti com a cabeça. Ele procura uma sacola para por as latas, visto que não tinha nenhuma lixeira por perto. Sem querer ele derruba algo.

Quando atravessamos o portão ele percebeu que faltava um de seus chaveiros, e quis voltar. Al decide entrar sozinho, porém quando ele passa pelo portal, a torre não estava mais lá. A única coisa que se via eram árvores e mais árvores. Nós decidimos seguir para Danian como era o planejado. Assim se foram mais 2 horas de caminhada, com direito a vários tropeços nas raízes que saiam de baixo do solo.

Ao chegar lá vimos uma enorme construção no que aparentava ser o centro da cidade, as casas eram em um estilo rústico, feitas de madeira e com varias flores na varanda. Decidimos chegar mais perto da construção, por sorte havia um homem falando sobre ela no momento em que chegamos:

- Vocês são capazes de ver este grande pilar de pedra, são os chamados obeliscos. Ele possui esta forma quadrangular alongada que se afina conforme chega ao topo, com mais de três mil metros de altura.Este, entretanto não possui o mesmo significado de antigamente, veem estas gravuras? Eles ainda fornecem força, mais somente aos pokémon’s de seu tipo, este é um “pilar de pedra” e todo treinador que derrotar seu defensor, terá ajuda com suas habilidades de pedra para seus monstrinhos de bolso.

Veio-me em mente a veracidade do que ele dizia. Aquele homem não aparentava ser de confiança, percebia se que tinha um grande conhecimento. Mas certamente ele não tem mais de 17 anos. Ao fundo era possível ver um homem de preto, porém este era discreto. Alguns minutos depois ele havia finalizado seu falatório. Fui até ele, entretanto Al foi falar com o homem do sobretudo preto. Comecei lhe perguntando sobre seu nome, calmamente ele responde:

- Meu nome, Brien. Porém por eu ser o defensor deste pequeno monumento recebi o titulo de Clod - O cabeça dura, mas eu acho que soa mais como um apelido de mau gosto.

- Quer dizer que você é um defensor, pode me explicar como funciona este sistema de obeliscos ?

- Basicamente nós somos uma elite de treinadores Pokémon’s de um único tipo. Aquele que nos derrotar terá o direito de enfrentar o “Mestre do Egito antigo”. As batalhas variam de defensor a defensor e são supervisionadas pelos Boss Trainers.

- E do que eu necessito para entrar nesse torneio?

- Nada, basta ter coragem e acreditar em seus Pokémon’s.

- Muito bem então eu quero entrar numa batalha contra você.

- Sabia que ia dizer isto, me siga.

Nós caminhamos para uma área mais afastada da cidade, à medida que andávamos era possível perceber a mudança. Logo chegamos e uma área sem arvores. Al e homem que aparentava ser o Boss trainer nos seguiram. Clod fez umas perguntas, as quais respondi com calma.

- Antes de começarmos, quantos Pokémon’s você tem?

- Quatro

- Que seja. Vamos ter uma luta justa 1x1.

Ele fez um gesto com as mãos para o Boss que seria o nosso juiz. Ele disse então:

- O primeiro a ter 3 dos 4 Pokémon’s desmaiados perde a batalha.

Vi que solo não estava propicio a Linne, tinha muitas rochas, seria impossível aproveitar toda a velocidade dele. A melhor opção seria o Bellsprout, mas só batalharia com ele em ultimo caso. Decido então optar ao meu Zangoose. O mesmo sai da pokébola antes de eu terminar de falar.


Última edição por Ryu Soma em Sex 10 Maio 2013 - 15:21, editado 1 vez(es)
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Re: Pokémon - The light of the Soul

Mensagem por Black~ em Dom 5 Maio 2013 - 15:48

Bom, vamos lá.

Primeiramente, foi mal não ter comentado anteriormente, vou comentar resumidamente sobre os dois.

Bom, esse prólogo ficou muito mal estruturado, você parece não organizar muito bem o texto, você deixava falas separadas uma das outras, mas as deixava junto à narração, e também tiveram outras partes, digamos, feias, como essa por exemplo:

Chegando em casa sou surpreendido com um abraço de minha mãe, os longos cabelos negros dela faziam um grande contrate com os meus, seus olhos azuis haviam se enchido de lágrimas, envergonhado, soltei-me de seus braços.
Meu pai estava fazendo atualizações no computador da sala, o piso de cerâmica branca estava cheio de ferramentas em cima.
Ao olhar para os dois era fácil descobrir de quem eu puxei mais aspectos.
Fui tomando cuidado para não pisar em cima de nada, meu pai se virou rapidamente, ele me cumprimentou com um simples aperto de mão, pois sabe que eu não gosto de coisas melancólicas.
Nós passamos o resto do dia conversando, principalmente sobre assuntos que eles não haviam me contado no telefone, o dia passou rápido.
Quando acordei já era de tarde, mas meus pais ainda estavam me esperando para almoçar, comi rapidamente e deia a desculpa de que tinha algo importante a fazer.
Na verdade eu queria ir a casa da árvore no dia em que cheguei, mas acabei esquecendo.

Nossa cara, ficou parecendo poema, as frases nem completavam meia linha do layout praticamente, cabia tudo num parágrafo só tranquilamente, só peço que tome cuidado com essas coisas, mas enfim.

Eu vi vários erros erros, mas não vou citar, sugiro que use o Word, pois ele detecta os erros que passam despercebidos. A repetição foi tensa também cara, use sinônimos, basta procurar no Google por um dicionário de sinônimos, ou até o do Word pode ajudar um pouco, mas enfim.

Bom, mas pelo menos deu uma melhor explicada da história do Haunter e tudo mais, pois estava muito sem sentido isso, sério.

Cara, sua narração parece carro de Fórmula 1, de tão rápida que está, os caras mal estão em um lugar e do nada já estão em outro, com a passagem de tempo você não dá um espaço para diferenciar, não descreve os locais, nem os personagens, etc.

Aquela parte do refrigerante foi bem desnecessária, foi só pra ser "Nossa amigo quanto tempo! Ai que saudades! Não lembra de mim?", sério, ficou muito bobo e como já disse, desnecessária, é melhor fazer um capítulo curto, porém objetivo, do que um grande cheio de coisas "inúteis", mas enfim.

Quanto ao capítulo 1, as críticas são as mesmas que do prólogo, leitura rápida, erros, repetição, etc.

Bom, essa batalha foi bem "idiotinha" né? O cara se intromete do nada, vai batalhar com o outro pra que? Com que objetivo os dois vão batalhar? O outro ainda diz "vamos batalhar quando eu terminar de falar aqui", por favor né cara.

Aquela parte do Haunter também foi, meio, ah, sei lá. Esperava algo mais emocionante e tals, mas enfim.

É só e boa sorte com a fic. (no próximo capítulo comento melhor.)
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Re: Pokémon - The light of the Soul

Mensagem por Rumpelstiltskin em Sab 18 Maio 2013 - 15:40

Comentário:
@Black~ escreveu:Bom, vamos lá.

Bom, esse prólogo ficou muito mal estruturado, você parece não organizar muito bem o texto, você deixava falas separadas uma das outras, mas as deixava junto à narração, e também tiveram outras partes, digamos, feias, como essa por exemplo:

Spoiler:
Chegando em casa sou surpreendido com um abraço de minha mãe, os longos cabelos negros dela faziam um grande contrate com os meus, seus olhos azuis haviam se enchido de lágrimas, envergonhado, soltei-me de seus braços.
Meu pai estava fazendo atualizações no computador da sala, o piso de cerâmica branca estava cheio de ferramentas em cima.
Ao olhar para os dois era fácil descobrir de quem eu puxei mais aspectos.
Fui tomando cuidado para não pisar em cima de nada, meu pai se virou rapidamente, ele me cumprimentou com um simples aperto de mão, pois sabe que eu não gosto de coisas melancólicas.
Nós passamos o resto do dia conversando, principalmente sobre assuntos que eles não haviam me contado no telefone, o dia passou rápido.
Quando acordei já era de tarde, mas meus pais ainda estavam me esperando para almoçar, comi rapidamente e deia a desculpa de que tinha algo importante a fazer.
Na verdade eu queria ir a casa da árvore no dia em que cheguei, mas acabei esquecendo.
Já arrumei

Nossa cara, ficou parecendo poema, as frases nem completavam meia linha do layout praticamente, cabia tudo num parágrafo só tranquilamente, só peço que tome cuidado com essas coisas, mas enfim.

Agora eu quis fazer rimando, diz se ficou bom.

Eu vi vários erros erros, mas não vou citar, sugiro que use o Word, pois ele detecta os erros que passam despercebidos. A repetição foi tensa também cara, use sinônimos, basta procurar no Google por um dicionário de sinônimos, ou até o do Word pode ajudar um pouco, mas enfim.

Agora seriamente, eu uso o Word 2007 para elaborar as FanFics, se puder me passar onde eu errei eu agradeço pois está é minha primeira fic.

Bom, mas pelo menos deu uma melhor explicada da história do Haunter e tudo mais, pois estava muito sem sentido isso, sério.

Já eu descordo, você não soube interpretar, modifiquei ela para primeira pessoa, e a história continua a mesma.


Aquela parte do refrigerante foi bem desnecessária, foi só pra ser "Nossa amigo quanto tempo! Ai que saudades! Não lembra de mim?", sério, ficou muito bobo e como já disse, desnecessária, é melhor fazer um capítulo curto, porém objetivo, do que um grande cheio de coisas "inúteis", mas enfim.

Modificado, mas acertou, e eles esquecerem dos amigos era uma parte importante da minha fic, mais resolvi cortar, mas que vai acontecer de novo vai Twisted Evil

Bom, essa batalha foi bem "idiotinha" né? O cara se intromete do nada, vai batalhar com o outro pra que? Com que objetivo os dois vão batalhar? O outro ainda diz "vamos batalhar quando eu terminar de falar aqui", por favor né cara.

Você não leu tudo ¬¬, bem eu dei uma arrumada rápida também.

Aquela parte do Haunter também foi, meio, ah, sei lá. Esperava algo mais emocionante e tals, mas enfim.

Bem o Haunter vai participar de muitas coisas importantes, mais não agora, quero passar a importância dos outros personagens também.


Off - Zangoose a ira da floresta

Repleto de sangue, a pureza permanecia naquele que só queria ser feliz, na terra abandonada por Deus. As serpentes invadem o mundo, assim como a tristeza. Mas ele continuou a viver lá, com uma mancha no coração, assim como a verdade destrói a mentira a felicidade destrói a tristeza. Sem forças para lutar, foi condenado a lá ficar, as serpentes dominaram o lugar, suas cicatrizes não podem se curar. A floresta há de poupar a quem honrar a vida aquele lugar, ao longe de vários olhares.


- Por que!? O que nós fizemos de errado para merecer isto, já estou cansado de só observar as serpentes destruírem meu lar. Se continuarem terão de me confrontar!

Por que destruir algo tão difícil de preservar, a floresta está a morrer. Não perdoarei aqueles que ousarem destruir o único lugar a que pertenço, neste mundo não há lugar para aquele que a aflição ousar carregar.

-Já não basta. Para que estão a fazer isto, as árvores morreram com suas toxinas, as rochas estão se transformando em arreia, vocês sequer param para olhar o mal que causam.

Uma batalha estava a iniciar, seus vultos era a única coisa que eu era capaz de olhar. Algumas vezes achei que algo fui capaz de arranhar. Acabei ficando sem forças para batalhar, meu corpo estava completamente ferido. Um garoto dizendo que isso era horrendo foi a única coisa que eu pude ouvir. Fui capaz de ver um animal saltar do meio do mato, uma luz vermelha me acolheu, estava fraco não conseguia me levantar.

Quando acordei estava em outro lugar. Um garoto estava a me chamar com um sorriso, sentia e um tom melódico no ar. Com ele decidi ficar, agora a estrada era nosso novo lar, mesmo não compreendendo o que ele falava eu era capaz de lutar.
Simplesmente saia quando ele aparentava dificuldade, essa era nossa nova verdade, um mundo caótico onde nós devemos nos livrar.

_____

Esse Off foi decepcionante Mad , quando alguém me dar uma sugestão vou modificar ele inteirinho, tentei ser o mais objetivo possível neste off.
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Re: Pokémon - The light of the Soul

Mensagem por Black~ em Dom 19 Maio 2013 - 12:35

Bom, vamos lá.

Eu não sou fã desses seus offs não, sua história tá mais confusa cada dia que passa '-'. Sério, não to mais entendendo a história. Esse off foi narrado por quem, pelo Zangoose, pelo personagem? O que teve a acrescentar? Sei lá. Mas enfim.

Eu já disse, não gosto dos offs, mas agora que você fez esse, permaneça com esse. Não fica editando colocando um monte de coisa, adicionando isso, adicionando aquilo, etc. Só espero que no próximo capítulo seja continuação decente da história.

Você disse que colocou rimas, mas era isso que eu estava criticando, a forma que parecia um poema, isso é um texto "comum", não precisa de rimas, nem de ser colocado na forma de estrofes, como estava antigamente, mas enfim.

Erros, acho que não vi nenhum, apenas a seguinte frase, que ficou mal pontuda:

- Por que!? O que nós fizemos de errado para merecer isto, já estou cansado de só observar as serpentes destruírem meu lar. Se continuarem terão de me confrontar!

Como seria a forma mais correta:

- Por quê? O que nós fizemos de errado para merecer isto? Já estou cansado de só observar as serpentes destruírem meu lar! Se continuarem terão de me confrontar!

Eu disse uma vez no meu tutorial (depois caso queira lê-lo -q), que pra usar ponto de exclamação e de interrogação, tem que ser o acontecimento da vida do cara, não qualquer coisinha. Esse evento foi sim bem interessante, ao que me pareceu, mas com os outros pontos de exclamação, na primeira frase apenas um ponto de interrogação basta.

Bom, capítulo curto, então apenas isso pra dizer, é só e boa sorte com a fic.

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