Pokémon Mythology
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~ Rising

Mensagem por Snow Walker em Qui 18 Abr 2013 - 15:38

Olá pessoas, eu sou novo aqui no fórum e tudo mais.. E eu venho pensando em criar umafanfic de Pokémon há tempos, o único problema é que eu nunca tinha um lugar legal pra postar, então enfim.. –qq
Espero que gostem. Por enquanto só fiz o prologo D:


Abrindo as Cortinas do Espetáculo Grotesco

– A Batalha sob o Terror.


Minha família se perdeu no tempo quando ocorreu a Primeira Guerra entre Pokémon, foi algo desastroso para a historia da humanidade, pois as famílias que estavam no poder naquela época simplesmente foram atiradas no esquecimento eterno. Sou o irmão do meio de uma família de cinco irmãos. Um deles está morto, um está desaparecido, os outros dois estão em outra região tentando conseguir o poder da família de volta e eu estou aqui.. Sentado em uma cadeira comendo fandangos. Eu bem que poderia estar lá fora agora, sabe? Lutando em ginásios, enfrentando o perigo, capturando Pokémons e mostrando ao mundo o poder da Família Klein, mas isso só vai acontecer quando meu pai levantar a bunda da cama e dizer... “Ô filho, tá na hora de tu meter o pé na estrada e conseguir umas insígnias, uns pokémons.. A vitória que todos da família tentaram obter desde A Queda e não conseguiram”. Eu moro em uma cidade onde não tem um laboratório para que eu consiga meu Pokémon Inicial, então sem Totodile pra mim. Agora vem aparte chata... Terei que receber o Pokémon que minha família decidir me dar, mas os mais legais foram levados pelos meus quatro irmãos. Derick, o meu irmão falecido, morreu misteriosamente junto com o seu Pokémon e Salazar, meu irmão desaparecido, sumiu logo após a morte de Derick. É estranho, mas não posso fazer nada em relação a isso. Ouvi meu pai descer correndo as escadas com seus pés quase quebrando a madeira, mais um dia normal na “mansão” Klein.

Ele parou ao meu lado e me encarou com seu sorriso fantasioso. Eu sabia muito bem o que ele queria, mas eu não podia sempre gritar pro meu pai calar a boca porque eu já sabia o que ele iria falar. Eu posso ser muitas coisas, mas não sou mal educado.. Às vezes.

- Ô filho, tá na hora de tu meter o pé na.. – Interrompi meu pai antes que terminasse a frase, oque normalmente deixava ele muito irritado.

- Estrada e conseguir umas insígnias, uns pokémons.. A vitória que toda a família quer, blablablabla.

- É, isso mesmo. – Disse ele atirando uma mochila para mim, nunca pensei que minha saída de casa seria tão rápida assim, pensei que haveria um jantar na noite anterior ou até mesmo uma despedida dramática como ocorreu com meu irmão mais velho.. Me levantei do sofá e abotoei minha flanela, colocando a mochila nas costas e andando calado até a porta de casa, meu pai não falaria nada. Eu sei. Eu sempre sei. – Espere aí, filho.

Me virei extremamente feliz, eu realmente iria me despedir do meu pai, mas eu estava muito errado em relação aquilo. Ele apenas me deu cinco pokéballs e pediu para que eu as guardasse no cinto, fiz o que ele pediu. Em seguida ele me entregou uma sexta pokéball e eu sabia que era a do Pokémon que me acompanharia nessa longa jornada em busca da honra da minha família. Eu queria poder ter um Pokémon igual o Dratini de Salazar, seria realmente algo incrível começar minha jornada com um Dratini. Peguei a pokéball e sorri, mas meu pai já havia se virado e subido as escadas novamente.

- Se é assim que você quer, que assim seja. – Abri a porta de casa e sai. O dia estava nublado, perfeito para o inicio da minha jornada. Eu realmente não sabia o que fazer... Segui meu caminho na direção da cidade que se via ao horizonte da floresta.

Olhei para o céu e pingos de chuva caíram no meu rosto, é realmente um ótimo dia para começar minha jornada. Corri para a floresta onde me atirei de baixo de uma arvore e consegui fazer um lindo machucado no meu rosto, o sangue escorria lentamente por não ter sido um corte tão sério.
Fiquei sentado observando a chuva por um bom tempo, já havia revirado minha mochila e só tinha encontrado roupas velhas dos meus irmãos, nada que me agradasse. Decidi fazer algo ainda mais interessante: Ver o Pokémon que havia recebido de meu pai. Tirei a pokéball do local que estava presa em meu cinto e apertei o botão em seu centro, um raio de luz vermelha acertou o chão e um pequeno Pokémon apareceu, um pequeno macaco que tinha uma mão gigante... No rabo...Oque diabos é isso? O vento gelado batia no meu ferimento e o fazia doer um pouco, mas estava abismado demais para ligar pra isso.

- Eu me lembro de já ter visto alguém igual a você, pequenino.. Qual seu nome mesmo? Anpan? Aipim..? Não, perai.. Aipom! É isso! – Eu disse entusiasmado e o macaquinho pulou em minha cabeça, rindo. Tirei ele da minha cabeça então notei algo estranho em meu primeiro Pokémon, seu rosto parecia machucado mas ele acabou de sair da pokéball. – Por que está machucado..?

Foi quando senti algo acertando minha barriga e antes que eu percebesse eu havia sido atirado contra uma arvore, Aipom caiu ao meu lado e pude ver que suas costas estavam um pouco avermelhadas como se ele tivesse acertado a arvore também. Uma figura encapuzada surgiu das trevas e ao seu lado estava um Pokémon que eu conhecia muito bem, que era o favorito de meu irmão Salazar, um Lucario que supostamente deve ter me acertado o soco. A figura tirou seu capuz vermelho e deu um sorriso, seus cabelos eram brancos e seus olhos de um azul profundo.

- Olá, treinador. – Disse ele, com uma voz séria que cortou o vento. Eu estava com medo, mas meu bravo Pokémon não e atacou o Lucario do homem. – Acabe com ele.

O Lucario começou a socar o Aipom sem parar e eu sentia todas as dores de meu Pokémon, meu nariz sangrava e a dor em meu corpo só aumentava a cada golpe que meu pequeno Pokémon recebia. Eu fiquei parado recebendo as dores junto ao meu Pokémon e não fiz nada pela sobrevivência dele. Nem pela minha.

- Eu realmente gostaria de me desculpar por esse repentino ataque, mas a nossa organização ataca todos os treinadores que entram no nosso “campo de batalha”. Meu nome é Klaus e o seu, treinador? – O homem de cabelos brancos deu um leve sorriso quando eu pude ver ao fundo a minha casa em chamas, me levantei tentando ignorar a dor e peguei Aipom no colo. Eu corri, mais rápido do que nunca. Mais rápido do que eu poderia aguentar.

Quando finalmente cheguei em minha casa eu cai de joelhos. Outro homem encapuzado estava parado ali segurando meu pai pelos cabelos. A poça de sangue já estava formada e não havia nada que eu pudesse fazer... Ele olhou para mim com um sorriso no rosto e a única coisa que eu pude ouvir foi...

- Seja muito bem-vindo a Batalha do Terror.




Última edição por Snow.King em Qui 6 Jun 2013 - 20:11, editado 4 vez(es)
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Re: ~ Rising

Mensagem por Rush em Qui 18 Abr 2013 - 16:20

GORILLAZ


Enfim, boa tarde, Snow, tudo bem?


Gostei bastante da fic. Os únicos erros que eu encontrei foram pequenos demais, e nem sei se são erros pra falar a verdade, e sim uma questão de gosto.

Minha família se perdeu no tempo quando ocorreu a Primeira Guerra

Creio eu que o correto seria, 'Minha Família se perdeu ao tempo'. Mas isso não tem nada demais, sério. Nada que comprometesse a leitura, que foi bem agradável. Acho que a coisa que mais me chamou a atenção, foi o evento em que o Lucario batia no Aipom, e o comedor de fandangos sentia a dor de seu Pokémon, e o macaco também parecia sentir a dor de seu treinador, já que tinha o machucado no rosto e nas costas.

Logo, é algo semelhante a Eragon, certo? O Irmão mais velho morreu porque seu Pokémon faleceu, ou vice e versa.

Achei a leitura bem agradável e simples, você só correu no final. Estava tudo indo bem e bom até o Aipom sair da Pokébola. Depois disso, um cara encapuzado com um Lucario que eu não entendi se é do irmão dele ou não, vem e ataca o moleque. E ainda por cima a casa do garoto é queimada e o pai dele morreu - ou não - nas mãos de outro encapuzado. Well, só achei isso corrido.

Então cara, irei retornar no próximo capítulo. Boa sorte, rapaz.

Um abraço, até mais.
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Re: ~ Rising

Mensagem por Yoshihime em Qui 18 Abr 2013 - 17:41

Eu discordo do Rush, para mim a narração fluiu bem do começo ao fim, não achei o fim necessário, e o teor meio vago que ele parece ter contribui para criar uma atmosfera de dúvidas, cabe a você explicar as coisas no próximo capítulo e fazer com que o mistério funcione bem. Eu vou acompanhar, porque fiquei curioso com essa Batalha do Terror.

Eu achei um erro do ponto de vista gramatical, mas que por ser uma fanfic é perdoável, foi o seguinte: "Eu moro em uma cidade onde não tem um laboratório" não se pode usar o verbo "ter" no sentido de existir.
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Re: ~ Rising

Mensagem por Black~ em Qui 18 Abr 2013 - 22:15

Bom, vamos lá.

Sua história é bem legal, e um tanto engraçada, dei umas risadas das ironias do personagem, tipo ele começando comendo um fandangos -q, mas no final foi um completo reviravolta, dois sentimentos distintos, muito bem explorados, mas ao que me parece, será algo mais de suspense né? Mas enfim.

Bom, deu pra entender que o Lucario era de um treinador "random", mas acho que da maneira como você escreveu deu a entender que o pokémon era do irmão do protagonista; mas não teve equívocos ao narrar não, você narrou bem.

Erros, acho que já foram citados, além daqueles não vi outros. Mas tipo, acho que no começo do texto teve muita repetição da palavra "família", acho que foi a única repetição, mas use sinônimos de vez em quando também, mas enfim.

Eu gostei bastante daquela relação pokémon-treinador, em que um apanha e os dois sentem a pancada, seria como uma interligação "almal" dos dois -q. Sério, achei muito interessante essa sua ideia e tudo mais, mas enfim. Achei interessante o pokémon também, Aipom é um pokémon um tanto esquecido, gostei de você tê-lo usado.

Mas enfim, acho que só e boa sorte com a fic.
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Re: ~ Rising

Mensagem por Snow Walker em Sex 19 Abr 2013 - 14:46

Fico feliz que as pessoas tenham gostado da historia e obrigado por todas as suas palavras. Então.. Ai está o primeiro ato da historia. Ah.. Em relação ao tamanho da historia,a partir do proximo capitulo eles estarão bem maiores.. Boa leitura >.<

Ato I - Nome.


Como se já não bastasse o fato de tudo em minha vida só piorar o tempo todo, acontece isso. Eu perdi o único lugar que podia chamar de lar, o único lugar que tinha alguém esperando por mim e por meus irmãos... Talvez não com uma cama confortável, nem com abraços ou momentos felizes, nem mesmo um prato de sopa quando estivermos doentes, mas teríamos um lugar. Era tudo que queríamos, um lugar para podermos ficar, um lugar para chamar de lar, mas.. Eu já não perdi isso há muito tempo?

Cinco anos atrás ~

- Alphonse! Alphonse! – Minha mãe gritava para mim, mas eu estava cansado demais para respondê-la. Ela entrou no quarto irritada como sempre, afinal eu nunca respondia seus chamados por pura preguiça. Todos os meus irmãos já saíram em suas jornadas e eu era o único para minha mãe encher o saco, por isso tudo sempre acabava em briga. – Alphonse Klein, é melhor você levantar dessa cama agora e ir lá em baixo ajudar seu pai!

- Você é a mulher dele. Quem mandou fazerem coisinhas pervertidas e terem filhos para alimentar? Se virem. – Coloquei o travesseiro na minha cabeça para não ouvir os gritos dela e voltei a dormir.

Cinco filhos. Cinco filhos problemáticos para cuidar. Quatro filhos partem em uma aventura perigosa para recuperar a honra da família. Um filho morre. Um filho desaparece. Dois filhos decidem nunca mais voltar pra casa. Um pai pirado. Uma mãe irritada. E quem sobra? O Klein problemático.

Acordei com um grito que quase me deixou surdo. Era do meu pai. As coisas começaram a desandar a partir desse grito, eu me levantei e caminhei até a janela para ver a pior cena possível, uma cena que eu jamais gostaria de ver novamente. Sai correndo abrindo todas as portas sem olhar para nada, me debatendo com tudo e recebendo alguns cortes dos vidros que eu quebrava no caminho, abri a porta de entrada da casa e caminhei em direção ao corpo frio e sem vida de minha mãe.
Ela estava sendo perfurada por estacas gigantescas que supostamente meu pai ia usar para alguma de suas maluquices e quem deveria ter ajudado ele.. Era para ser eu. O cheiro me fez vomitar, o sangue batia nos meus pés e meu pai olhava irritado para mim.

- É sua culpa, Alphonse... É SUA CULPA ALPHONSE KLEIN! – Gritou ele.

Alphonse. Alphonse Klein. O meu nome. O nome que ninguém mais repetiu por cinco longos anos, cinco anos que me fizeram esquecer do meu próprio nome, de quem eu realmente era. Agora eu estava atirado de joelhos em frente a minha casa em chamas, o encapuzado chamado Klaus e seu Lucario se aproximaram de mim, enquanto o outro encapuzado largava o meu pai no chão. Seus olhos estavam vazios e então eu percebi que vi a morte mais uma vez.. Algo que eu jurei que nunca mais veria. Eu estava machucado demais para continuar e meu Aipom também, como diabos eu sairia daquela situação?

- O que esse garoto faz aqui, Klaus? – Perguntou o encapuzado que havia matado meu pai. Abracei Aipom com força e senti o calor do meu abraço, que coisa mais insana estava acontecendo neste lugar? - Pelo visto foi mais uma vitima da Batalha do Terror, não é mesmo?

- Sim, meu chapa. –Disse Klaus, retornando seu Lucario para a pokéball. Naquele momento eu parei de sentir o calor do meu abraço, então deve ser algo relacionado as pokeballs deles. – Ele tem um Pokémon engraçado, devemos pegar para nos?

- Conhece as regras, Klaus. Só pegamos os pokémons após uma batalha justa. – Disse o encapuzado, no mesmo momento Klaus pegou uma pokéball e apertou seu botão central,de dentro dela saiu a evolução do Pokémon que eu desejava, um Croconaw, a evolução do Totodile.

- Vem pra briga, cara. Manda esse teu macaquinho fazer algo decente! – Disse Klaus, sorrindo. Eu não podia mandar o Aipom para uma batalha ainda. Primeiro: Eu não estava preparado. Segundo: Que ataques o Aipom tem mesmo?

Me levantei e o Aipom ficou parado em meu ombro, era uma cena que eu sonhava desde quando era criança.. Eu e meu Pokémon em uma batalha de verdade, mas eu realmente não queria apostar minha vida logo agora.

- Water Gun! – Gritou Klaus e uma rajada de água saiu da grande boca do Pokémon, vindo em minha direção e eu não sabia que golpes usar para sair daquela situação, então decidi improvisar.

- Morda ele, Aipom! – Gritei. Klaus soltou uma gargalhada quando meu Pokémon foi atirado longe pelo jato de água lançado por Croconaw, continuei ordenando a mesma coisa esperando resultados, mas a única coisa que eu consegui foi uma dor enorme no peito. – Não vai dar certo..

- Vou te mostrar o que é uma verdadeira mordida, camaradinha. Croconaw, use o Bite. – O Pokémon de água avançou em nossa direção rapidamente, dando uma mordida no peito de Aipom. Eu estava paralisado, então senti as presas de Croconaw me acertando também. Eu odeio esse novo sistema de batalhas.

Aipom estava caído no chão e eu estava prestes a desmoronar ali no meio do campo de batalha, mas eu tinha que aguentar tudo aquilo. Croconaw foi nos atacar mais uma vez com uma mordida então me lembrei de uma coisa que Salazar medisse uma vez, um golpe que poderia me salvar naquele momento, minha única chance de sair dali.

- Mega Punch! – Eu gritei com todas as minhas forças e a mão na causa de Aipom brilhou, Croconaw já estava bem próximo quando foi atingido com um soco no rosto que o lançou longe. Um pouco de sangue saiu da boca de Klaus que abriu um gigantesco sorriso, Croconaw se levantou mais uma vez e lançou mais uma vez um jato de água, com o Mega Punch conseguimos defender o golpe e a água foi para todos os lados do campo, corri na direção de Aipom e o peguei pela cintura. – Belos golpes, amigão, mas precisamos fugir!

Corri para o meio da floresta e não parei, podia ouvir o barulho de arvores caindo o que significava que eles estavam atrás de mim naquele momento.. Foi então que eu encontrei um lago.

- Eu preciso achar.. Eu preciso de um maldito centro Pokémon.
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Re: ~ Rising

Mensagem por Yoshihime em Sex 19 Abr 2013 - 16:16

Oh, man. Não cometa esse erro de postar 2 capítulos em 2 dias, pode assustar leitores.


Gostei do capítulo, mostrou o passado negro e sofrido do Protagonista, um novo e interessante sistema de batalhas...

Só ficou bem curtinho, mas terminou com um tom de suspense, hehe.
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Re: ~ Rising

Mensagem por Black~ em Dom 21 Abr 2013 - 14:13

Bom, vamos lá.

Primeiro, não poste tão rapidamente os capítulo, pois afasta alguns leitores, eu recomendo uma semana, mas acho que uns três/quatro dias de diferença, já possa ser o suficiente para você postar um capítulo e outro.

Capítulo curto, porém interessante. Curti essa história, esse passado negro do protagonista e esses sistema de batalhas como eu já tinha dito antes, é bem interessante, tem uma ligação treinador-pokémon, que os dois sentem os golpes e tals.

Mas tipo, acho que a narração ficou meio confusa. Não dava pra saber quando estava no passado, se estava no presente, o que aconteceu etc. Somente aquela indicação de "cinco anos atrás", que percebemos ser passado, mas depois, a mãe dele evaporou? O tempo passou? Não passou? Sei lá, tente melhorar isso.

Erros eu vi alguns, não foram tão graves, o que eu achei que foi grave, foi a repetição das palavras, principalmente no primeiro parágrafo, que a repetição da palavra "lugar" foi muito constante, creio que tenha sido de propósito, não sei, mas fica bem feio isso. Tiveram mais repetições, mas essa foi a mais "chamativa".

Sua fic é aquela bem dramática, mas não sei porque, eu ri em algumas partes '-', como por exemplo aquela parte que ele reclama que os pais fizeram um monte de filhos, mas enfim. Sei lá, fiquei com dó do moleque -q, ele é o todo problemático, a culpa é toda dele e tudo mais.

Enfim, acho que só e boa sorte com a fic.
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Re: ~ Rising

Mensagem por Caio. em Seg 22 Abr 2013 - 21:01

Cara, há quanto tempo a gente se conhece? 5 anos? Recordar tudo isso enquanto leio sua estória é bem psicodélico. E o primeiro comentário que necessariamente preciso deixar claro é que Klein é o caralho, Loveless nessa porra u.u Hahaha :3

Bem, eu acho melhor você tirar esse itálico, ele ao menos me incomoda a ler, atrapalha um pouco a vista. Gostei bastante do capítulo, embora ache que você deveria ter dado mais atenção para certos fatos e dramatizado um pouco mais - e talvez dramatizado menos em momentos levianos.

Bem, teve erros aqui e ali, como a falta de acento, mas não incomoda tanto assim. Procure escrever o texto no Word, ele falha um pouco mas não deixa passar algumas coisas que, na pressa, a gente acaba esquecendo.

Eu gosto do Aipom :3 Ele é um macaquinho bem sinistro, espero ver ele sentando o pau no Lucario :3 O toque de humor negro que você dá a sua fic é realmente incrível, às vezes me lembra do Hallo e do resto do pessoal, tipo o Ash q

Cap 2:

Cara, sério, use ... e não .. É errado usar ".." ao invés de "...". É irritante, acredite q Outra vez reparei que tu não usou acento onde devia (tipo, nós é diferente de nos, por exemplo). Sério, use o Word u.u

Bem, novamente acho que você podia ter dramatizado mais, por exemplo, ele perdeu a mãe e a reação foi meio... Meio sem sal. Podia ter explorado mais as conseqüências, talvez num futuro próximo, né? q De toda forma, medo desses caras aí '-'

Essa Terror Zone parece ser do mal '-'

Elite dos 4 com o Pepina e o Pépin
Now q

Flw Ravenclaw.
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Re: ~ Rising

Mensagem por Snow Walker em Ter 23 Abr 2013 - 15:22

Agradeço pelas sugestões e fico feliz que tenham gostado da fanfic. Ah... Perry... Eu uso o word, cara. O problema é que aqui ele é super bugado D:
Mas enfim... Aí está o proximo ato. Me desculpem pelos erros >.<


Ato II - O Fim de uma Era ( Parte 1 )


Dei a volta no lago e fiquei na outra margem observando o caminho que percorri até o local, a quedadas arvores havia cessado e a única coisa que restava eram os pequenos ruídos que se criavam no crepúsculo. Coloquei Aipom um pouco na água e ele parecia desconfortável, eu sentia a pequena agonia que ele estava sentindo naquele momento... Isso significava que ainda estávamos no campo de batalha daqueles dois.

-Eu podia retornar você para a pokébola para que não sofresse tanto, mas não poderei ficar de olho em você se isso ocorrer... – Minha voz falhava um pouco minha garganta estava seca e doía muito, o fato de eu ter perdido minha mochila no meio da floresta não melhorava o meu dia. –Não se preocupe, Aipom. Eu vou te proteger e te levar a um centro Pokémon...

Aipom deu um leve sorriso e adormeceu, seja lá o que eu estivesse fazendo, eu sabia que era a coisa certa. Eu vi meu pai morrer e não expressei nenhum tipo de preocupação o quanto a isso, será que foi por causa do calor da batalha e a necessidade de fugir daquele local ou foi igual àquela vez, após a morte da minha mãe em que eu não cheguei a sentir nenhum tipo de importância em minha vida? Isso me trás lembranças do que aconteceu após isso tudo...

Cinco anos atrás ~

Sim, minha mãe está morta. Sim, todos os membros da minha família acham que eu tenho uma certa culpa no ocorrido. Menos Salazar Klein.

- Não se culpe por isso, Alphonse. – Disse Salazar, sua voz era doce e calma. Seus cabelos negros dançavam com o vento e me faziam sentir inveja de ter um cabelo tão bagunçado. – Ignore o papai, você conhece ele. Ele só se preocupa em ter de volta a honra da família.

- E se nenhum de nós conseguir? –Perguntei. Era algo que nunca deveria ser dito naquela casa, a honra da família era mais importante que todos os ensinamentos e sentimentos que foram passados de geração em geração... Pelo menos era assim para o meu pai, que me acertou com um soco nacara antes que Salazar pudesse fazer algo. Bati de costas na parede, minha bochecha doía muito e eu sentia o gosto amargo do sangue em minha boca.

- Você matou sua mãe e agora não quer pegar a honra dessa droga de família? É A SUA OBRIGAÇÃO, SEU DESGRAÇADO! – Me acertou com mais um soco. Seguido de mais um. E mais um. E mais um. Quando tudo isso acabou eu estava atirado no chão do meu quarto.

De volta ao presente ~

O silencio dominava completamente a floresta e eu não sabia para que lado ir, afinal eu precisava de um centro Pokémon para ajudar meu pequeno companheiro. Ouvi alguns ruídos vindos de trás das arvores e me levantei rapidamente, não esperava que eles fossem até aquele lado da margem do lago apenas para me encontrar, mas o que apareceu foi algo muito mais aliviado. Um pequeno Swinub e ao seu lado se encontrava um gigantesco Piloswine, mas o que diabos esses dois estavam fazendo aqui? Pensei que esses dois habitavam as montanhas...

- Ei... O que fazem por aqui? –Perguntei mesmo sabendo que não obteria uma resposta. O Swinub se aproximou de Aipom e esfregou seu focinho em seu rosto, mas o pequeno Pokémon deu uma cambalhota para trás. Foi fofo, porem engraçado.

Piloswine também se aproximou de mim e não se importou quando passei a mão em seus pelos, ele era realmente um Pokémon bastante amigável mesmo com suas duas grandes presas, mesmo que sejam mistério o motivo da vinda dos dois até este lago, eu realmente me sinto um pouco mais seguro e feliz. Olhei para uma das pokébolas em minha cintura e depois para os Pokémons a minha frente, eu podia captura-los neste exato momento, mas meu Aipom está muito machucado... Não posso me arriscar.

- Ouvi o papinho de você com essas bestas, garoto. – Eu tremi. A voz de Klaus me paralisou naquele momento e eu não sabia mais oque fazer. Piloswine olhou furioso para Klaus e avançou em sua direção, me atirei para o lado para não ser atingido pelo golpe das presas do gigantesco Pokémon e cai dentro do lago. Klaus havia mostrado seu terceiro Pokémon desde que nos conhecemos, um Piloswine. Só que este parecia uma femea e agora lutava contra o Piloswine macho. Tudo estava começando a fazer sentido. – Eu posso explicar o motivo deles estarem aqui: Nossa organização destruiu seu lar nas montanhas e tornou a nossa base para experimentos com Pokémons. Em resumo, toda a família destes dois grandalhões está morta. Eles podem ser os últimos da espécie neste momento, não é incrível?

Eu sentia raiva, nojo, sentia uma vontade enorme de socar a cara de Klaus naquele momento. O seu parceiro apareceu ao seu lado ainda encapuzado, eu também sentia uma enorme vontade de socar a cara dele. Não por ter matado meu pai, não por ter ferido meu Aipom, não por terem matado uma família de gigantes peludos... Mas sim porque eles me davam nojo. Eu sentia vontade de vomitar olhando para a cara deles, de pegar uma arma e atirar em seu peito... De ver seu corpo ser partido em pedaços.

- Quem são vocês, afinal? – Perguntei. Eu não tinha como vencer esta batalha mesmo, então só me restou criar tempo até Piloswine derrotar sua mulher e chegar até Klaus.

- Rising Project. – Respondeu o encapuzado ao lado de Klaus. – Ou Projeto Renascer, caso você não tenha um google tradutor no cérebro.

- Eu fiz curso. – Disse, saindo do lago. – O que diabos é esse Projeto Renascer?

- É o nome do nosso plano, também o nome da nossa organização porque nosso chefe é um cara sem criatividade. – Disse o homem encapuzado e eu não estava achando a menor graça as piadinhas dele, mas nem por isso disse que a Praça ia contrata-lo. Sacou?

Piloswine estava perdendo a batalha com sua femea, eu não podia perder tempo ouvindo do plano deles. Eles são vilões! Vilões sempre revelam tudo alguma hora. Ciente do que eu deveria fazer, eu segurei Aipom firme nos meus braços e corri na direção de Swinub o segurando pelo focinho , colocando-o em meu ombro e correndo desesperadamente para dentro da floresta. Pude ouvir Klaus ordenar para que o assassino de meu pai me perseguisse, ouvia os passos atrás de mim se aproximando cada vez mais.

- Swinub, se você sabe fazer alguma coisa... Qualquer coisa... Faça agora, por favor! – Eu gritei e neste mesmo momento o pequeno Pokémon lançou um raio de gelo na direção do encapuzado. Depois do golpe eu não sabia o que aconteceu com ele, mas não ouvia mais os seus passos. – Boa, baixinho!

Swinub deu um ruído de felicidade e continuei correndo o mais rápido que eu podia até que parei em frente a cidade. Acidade grande que eu sempre sonhei em ir, qual o nome mesmo? Goldenroda? Gol.. Ah, não importa. Corri até o centro Pokémon mais próximo com Aipom nos meus braços e entrei sem olhar para trás. Agora não importava quantos encapuzados me perseguissem, apenas que meu Aipom ficasse bem.

- Seja bem...- Antes que a enfermeira completasse a frase, eu coloquei Aipom no balcão.

- Cure ele.

- Entendo, mais uma vitima da Batalha do Terror... – Ela o pegou e o levou para uma sala. Eu e Swinub ficamos parados em um pequeno sofá esperando o retorno de Aipom.

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Re: ~ Rising

Mensagem por Yoshihime em Qua 24 Abr 2013 - 0:08

Eu não iria comentar, porque você está postando capítulos rápidos de mais, e pelo visto digitando também, você deixou de dar muitos espaços. "Foi fofo, porem engraçado." essa adversidade ficou sem sentido, deveria ser uma adição. A sua fanfic tem uns momentos de descontração bem legais, mas até agora não pude perceber se é uma fic séria ou cômica.
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Re: ~ Rising

Mensagem por Nightmare em Qua 1 Maio 2013 - 10:06

Olá Snow.King, tudo bem?
Bom, eu gostei bastante desses dois capítulos mas como disseram, evite postar tão rápido, notei que você utilizou algumas vezes o ".." ao invés do "..." no capítulo dois, gostei bastante do modo em que você está contando a história com algo mais frio, com maior terror, drama e afins mas ainda acho que deveria reforçar isso na sua história, pelo fato do garoto ter perdido a mãe e ter sido meio "normal" sua reação em relação a isso, mas fora isso está excelente, continue com o que está escrevendo.
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Re: ~ Rising

Mensagem por Snow Walker em Sex 10 Maio 2013 - 16:54

Certo, prestarei mais atenção no tempo de postagem dos capitulos. Muito obrigado u-ú
Ah, mais uma vez o capitulo está bem pequeno. Eu esperava algo maior, sério... Me desculpem por isso. Melhorarei este ponto também!

Ato III - O Fim de uma Era ( Parte 2 )

Já haviam se passados horas ou talvez minutos, eu não sabia mais como o tempo estava passando naquele momento e apenas ouvia o som dos passos das enfermeiras, correndo de um lado para o outro, mais vitimas da Batalha do Terror apareciam a cada minuto. Acariciei as costas de Swinub e pude ver como ele estava preocupado com o Piloswine que deixamos para trás na batalha com o encapuzado.

- Calma, amiguinho. Vamos voltar lá para ajuda-lo. – Minhas palavras não pareciam mudar nada, obvio que não mudariam. Porem eu tinha que acreditar naquilo, eu nunca me senti tão derrotado assim na minha vida... Aipom, ah.. Meu pequeno Aipom. Eu o recebi faz apenas algumas horas e você já está nesse estado. Red não deve ter passado por isso...

Ouvi passos se aproximando de mim pelo lado, mas não era nenhuma enfermeira trazendo meu Aipom, era uma mulher. Usava um casaco branco fechado, estava de capuz mas seus cabelos cor de rosa podiam ser visto de longe, usava um short e meias 7/8 listradas. Ela parou ao meu lado quando percebi que estava sendo acompanhada por um Miltank. Eu reconheceria aquela garota em qualquer lugar.

- Usando casaco em um dia quente de verão? Devo pensar que queria apenas chamar minha atenção ou está doente? – Perguntei, dando um sorriso. Foi involuntário claro, eu não conseguiria sorrir por vontade própria em uma situação daquelas. – Não te vejo desde que se tornou a líder do Ginásio, Whitney.

A garota soltou uma gargalhada, me abraçando.

- Quando soube que você ia começar sua jornada eu fiquei muito feliz, finalmente ia poder batalhar com você! – Eu afastei ela um pouco de perto de mim, foi então que ela percebeu o quanto eu estava triste. Swinub pulou no ombro de minha velha amiga, o que fez eu me sentir um pouquinho solitário.

Foi nesse momento que a enfermeira voltou para a sala de espera, ela trazia no colo meu alegre Aipom. Eu senti falta dele, eu me senti tão preocupado com ele... Eu me levantei sem pensar duas vezes e fiquei na frente da enfermeira, Aipom pulou na minha direção e eu o abracei. Era a primeira vez na minha vida que eu sentia um amor real por alguma criatura viva.

- Então seu Pokémon era um Aipom, é? Interessante! Que tal uma batalha agora..? – Ela parecia um pouco constrangida, a enfermeira me cutucou e antes que eu pudesse responder Whitney ela me entregou uma pequena mochila.

- Aqui estão roupas novas para você, senhor. Está ficando frio lá fora, vai precisar. – Agradeci muito por aquilo, afinal havia perdido minha mochila na floresta. Era uma roupa bem exótica até, mas serviria para o que eu estava pensando em fazer...

- O que aconteceu, Al? – Perguntou a garota, pude perceber o quanto estava preocupada por causa do tom de sua voz. Ela deveria saber que eu era mais um daquelas vitimas.

Coloquei o sobretudo que estava dentro da mochila, o cachecol e as luvas. Baguncei o meu cabelo para dar um ar de herói e peguei Swinub do ombro de Whitney.

- Está na hora de decidir, pequenino. Vai vir comigo salvar sua família e destruir aqueles caras ou vai ficar ai parado? –Me agachei, tirando uma pokébola do bolso e aproximando do Pokémon. Sem hesitar ele bateu com o focinho no botão da Pokébola, soltando um pequeno grunhido. Me levantei atirando o item nele, após engolir o pequenino com um raio vermelho a Pokébola caiu no chão. Minha primeira captura. A peguei e imediatamente a prendi no cinto.

- Ainda não me explicou o que está acontecendo aqui, Alphonse! – Gritou Whitney. Ela me deu um soco no ombro, suspirei e a grudei na parede.

- Minha casa foi queimada e meu pai foi morto, dois homens encapuzados que fazem parte de um grupo chamado Rising Project estão destruindo locais de Johto e matando seus Pokémons, eles de alguma forma criam um laço mortal de treinador-pokémon que faz com que um sinta a dor do outro, é uma batalha de vida ou morte pela sobrevivência. Eu perdi e corri para cá, no meio do caminho encontrei esse Swinub e um Piloswine, que ficou lutando contra outro da mesma espécie que era controlado por um dos encapuzados. Entendeu agora ou quer que eu desenhe?! – Whitney assentiu e eu fui em direção da saída do laboratório, sem dizer uma palavra a garota apareceu ao meu lado. Ela iria me ajudar a derrotar aqueles dois, isso seria mesmo de muita ajuda.

Saímos correndo do Centro Pokémon para encontrarmos uma Goldenrod tomada pelo terror. A batalha dos Piloswine havia chegado até o centro da cidade e estava destruindo tudo, pessoas corriam de um lado para o outro e pude ver Klaus ao lado de seu parceiro assistindo tudo de cima de um prédio.

- Lá, Whit! – Gritei para ela, apontando para cima do prédio. O parceiro de Klaus apareceu ao nosso lado sem eu perceber, quando olhei para cima do prédio novamente apenas Klaus estava parado lá, sozinho.

- “ Parceiro do Klaus” é uma droga de nome, garoto. Meu nome é Alexander. – Disse ele e acima dele estava voando um Pidgeot.

O Miltank de Whitney atacou antes que Aipom pudesse fazer alguma coisa, acertando um chute no peito de Pidgeot. Alexander retornou o Pokémon voador para a Pokébola, logo lançando um Tauros para a batalha. O touro atacou o Miltank com seus chifres, mas o Pokémon de Whitney segurou os chifres dele, impedindo uma derrota instantânea.

- Eu cuido dos Piloswine e de Alexander. Vá atrás daquele cara. – Disse ela, corri na direção do prédio sem dizer uma palavra. Pequenos edifícios caiam por causa da batalha dos dois pokémons, enquanto Tauros e Miltank se debatiam, sendo lançados em direções opostas após cada golpe.

Corri o mais rápido que podia na direção do prédio quando o Pidgeot de Alexander apareceu na minha frente, eu já estava irritado demais com tudo aquilo e esse filho da mãe ainda aparece na minha frente para estragar a minha corrida.

- Mega Punch! – Gritei e a mão gigante na cauda de Aipom brilhou, se fechando e acertando um poderoso soco no Pidgeot, que foi lançado em baixo de um dos edifícios que se destruíram em meio a batalha dos Piloswine. Ouvi o grito de Alexander vindo da batalha que acontecia atrás de mim, mas tinha que continuar correndo.

Entrei no prédio e subi as escadas o mais rápido que eu podia, o que me esperava no terraço era Klaus e seu Lucario. Era o momento da minha revanche com ele, a vingança que eu estou esperando há horas.

- Bite! – Gritei antes de entrar totalmente no terraço, Aipom se atirou na direção de Lucario e o mordeu, mas logo foi lançado de volta a mim por um soco.

- Parece que vamos ter que nos enfrentar de novo, garoto. – Disse Klaus, soltando um longo suspiro. Lucario avançou em minha direção acertando um chute em Aipom, a dor que eu sentia não era maior que a de antes. Eu podia aguantar isso tudo agora, eu conseguiria aguentar isso tudo agora.

Aipom mordia e acertava socos em Lucario, que o chutava e o socava sempre após receber um golpe. Eu e Klaus já estávamos sentindo uma enorme dor em nossos corpos, era a batalha pela qual eu tinha que passar para me tornar um verdadeiro treinador. O terraço tremia, o que significava que os Piloswine já estavam aqui, mas o que Whitney estava fazendo? Ela podia derrotar facilmente Alexander, ela era uma das melhores...

- Aipom, Mega Punch! – Gritei mais uma vez, o soco dessa vez acertou o rosto de Lucario. Klaus abriu um enorme sorriso e estralou os dedos.

- Você nunca sentiu nenhum golpe de verdade te atingindo, não é? Aura Sphere. – Um brilho azul tomou conta das mãos de Lucario, eu não soube o que aconteceu depois, mas após aquele brilho acertar Aipom, eu vomitei sangue. Tudo girava, Aipom estava atirado no meio de uma pequena cratera e eu escorregava em meu próprio sangue. Depois de tudo aquilo... Tudo vai acabar... Aqui...

- Olá, Klaus. – A voz grave que eu ouvi em meio ao desespero era de um homem parado ao meu lado, ele usava um sobretudo parecido com o meu e usava um chapéu. Eu reconheci aquele rosto quando ele tirou o chapéu. Um prisioneiro, um homem que havia sido preso por liderar a Equipe Rocket. Giovanni estava aqui.
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Re: ~ Rising

Mensagem por Nightmare em Dom 12 Maio 2013 - 22:16

Snow, Snow, old friend Snow. Cara é muito bom ler sua fan fic, sabia disso? Eu curti bastante, uns errinhos bobos, quase nenhum está perfeita sua escrita e gostei bastante do final , Giovanni da Rocket contra Klaus? Será? q
Enfim cara é isso ai, Klaus vai arrasar -qq
Você tem melhorado muito em sua escrita e está melhorando a cada capitulo que posta aqui, pode se notar isso, bom é isso ai, quero ver o final disso aqui, não pare de escrever! o/

Até G Ravenclaw, Hallo mandou um oi. q
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Re: ~ Rising

Mensagem por Yoshihime em Dom 12 Maio 2013 - 23:28

Opa opa

Deu uma melhorada bacana em termos de escrever correndo, só achei que em algumas partes como: "Saímos correndo do Centro Pokémon para encontrarmos uma Goldenrod tomada pelo terror. A batalha dos Piloswine havia chegado até o centro da cidade e estava destruindo tudo, pessoas corriam de um lado para o outro e pude ver Klaus ao lado de seu parceiro assistindo tudo de cima de um prédio. " Você usou um descrição muito acelerada pra um acontecimento que deveria ser impactante e grandioso.

Mas sua narração continua com certa ironia que me agrada, como em "Baguncei o meu cabelo para dar um ar de herói". Outra dica que eu dou é colocar a fonte em tamanho 16 já que está usando times

esse final ficou surpreendente, o que pode sair do encontro entre esses dois?
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Re: ~ Rising

Mensagem por Snow Walker em Dom 19 Maio 2013 - 18:26

Bom.. Como o capitulo já estava pronto e terei uma semana de provas pela frente, não poderei postar por um tempo. Por este motivo resolvi postar o capitulo mais cedo, então.. Boa leitura para vocês.

~

Eu tinha acordado cedo naquela manha e não tinha sinal nem de meu pai e nem de minha mãe na casa, o que era normal nas manhas de Sábado. Olhei pela janela e vi que o jornal estava atirado ainda em frente a nossa casa, eles devem estar dormindo ou saíram antes do entregador chegar, então desci para pegar o jornal. Afinal da ultima vez que eu não fui buscar pela manha levei muitos xingamentos de meus pais.
Desci as escadas com pressa colocando meu roupão enquanto descia, dei um pulo e já estava no primeiro andar da casa, a porta era logo a minha frente então estendi a mão e a abri. Quando me abaixei para pegar o jornal eu vi algo muito interessante, na primeira pagina estava a foto de um homem de meia idade e acima os palavras “ É preso o líder da Equipe Rocket”. Em toda a minha infância eu ouvi falar sobre eles então agora que seu líder foi preso, os crimes devem parar um pouco e tudo ficara mais tranquilo por Kanto e Johto. Atirei o jornal em cima da mesa e fechei a porta. Foi quando meu pai desceu as escadas com sua cara de sono e olhou para a foto do Líder da Equipe Rocket.

- Quando eu tinha sua idade.. Eu e ele batalhamos até a morte. – Disse meu pai, aquilo foi algo realmente interessante. – Seu dia está chegando, Alphonse.


Ato IV – O Fim de uma Era ( Parte Final )

Giovanni deu alguns passos e ficou frente a frente com Klaus, uma questão interessante era saber se ele ainda estava com seus Pokémons, mas eu tinha o pressentimento de que descobriria isso muito brevemente. Klaus tremia porem não dava para saber se era de medo ou de excitação, mas um sorriso assustador permanecia em seu rosto. Lucario avançou na direção de Giovanni com o mesmo ataque que me deixou nesse estado, e antes que eu pudesse perceber, um Kangaskhan protegia seu treinador do poderoso ataque de Lucario.

- Você... Não sentiu nada? – O medo dominou o Klaus e a mim também, o Pokémon havia sido atingido e Giovanni não recebeu nenhum ferimento, não sentiu nenhuma dor.

- Batalha do Terror, não é? – Deu um sorriso sarcástico e estralou os dedos, o gigantesco punho de Kangaskhan atingiu Lucario e o atirou longe, agora era Klaus quem estava atirado no chão sangrando. Lucario estava atirado ao lado de Klaus e ia retornar a Pokébola porem era tarde demais para ele. – Comet Punch.

Foi devastador tanto para mim quanto para Klaus. Uma enxurrada de socos atingiu ele e seu Lucario, também fazendo com que o prédio tremesse a ponto de desabar. Corri até Aipom para pega-lo, mas era difícil chegar ali com a batalha dos dois.

- Swinub, vai. – O meu pequeno Pokémon saiu da Pokébola e vendo a situação correu para perto de mim, após um longo suspiro olhei seriamente para ele. – Vamos, pequenino. Vamos salvar sua família.

Uma chama de determinação se ascendeu tanto em mim quanto em Swinub, salvaríamos Aipom e a família daquele pequeno Pokémon, também como salvaríamos a cidade de Goldenrod. Um único golpe, era tudo que precisávamos... Tínhamos apenas uma chance de pegar Aipom e sairmos dali antes que a batalha se intensificasse. Eu nunca pensei na possibilidade de usar um Pokémon com golpes de gelo, mas vasculhei toda a minha memoria para lembrar de um golpe e só um me veio a mente: Ice Beam.

Se Swinub sabia ou não usar aquele golpe, eu não sei. Era minha única chance então tinha que dar certo, Swinub se arrastou de trás da minha perna e ficou parado na minha frente. Eu tinha que dar a ordem mesmo que fosse algo muito difícil, eu mal conseguia falar sem que quase todo o meu sangue saísse pela minha boca e formasse um lindo laguinho na minha frente. Eu tentei falar, mas não consegui. Eu tinha conseguido falar muito bem até esse momento, mas por que agora isso não está acontecendo? Será o medo? Será que as palavras de meu pai agora fazem algum sentido? Não, não fazem. Nada faz sentido. Minha cabeça está uma bagunça e pude ver que o medo estava voltando para o meu pequeno Swinub, deveria ser mais rápido... Tentei falar novamente e o nada saiu. Swinub tremia e eu também.

Aipom... Me desculpe.

Pai.. Er.. Me desculpa também.

Mãe...? Eu nunca me importei com a sua morte e até este momento não me importei com a do meu irmão, nem a de meu pai. Nem com o fato de minha casa ser destruída. Me desculpa por isso. Afinal o que diabos estou fazendo? Isso não é uma droga de testamento... Eu sou o personagem principal, eu sempre ganho. Vão se fuder todo vocês então...

Cai de joelhos. Swinub correu até mim e esfregava seu focinho no meu joelho, olhei para a batalha de titãs que acontecia em minha frente: Lucario estava completamente derrotado no chão e Klaus usava outro Pokémon, desta vez era um Snorlax que parecia conseguir combater o Kangaskhan de Giovanni.

Ouvi os gritos de Whitney, deveria me desculpar com ela também. Eu lembro que eu amava ela quando aquela desgraçada não tinha aceitado se tornar líder de ginásio, pensando bem agora... Eu nunca beijei uma garota. Ah, dane-se. Não é hora pra lamentar minha enorme falha sexual.

- Swinub... – As palavras começaram a sair da minha boca sem que eu tivesse controle, o mesmo valia para o fato de que agora eu estava me levantando heroicamente em meio ao desespero. – Ice Beam.

Foi mais rápido do que eu imaginava, o raio de gelo atingiu o meio da batalha dos outros dois Pokémons que ficaram em frente a pequenos pilares de gelo que se formaram ali, Giovanni olhou para mim e soltou um pequeno risinho enquanto eu corria na direção de Aipom, segurei meu parceiro por sua cauda-mão e corri para a escadaria. Passei ao lado de Giovanni e ele não fez nada, apenas destruiu o pilar feito por Swinub com outro Comet Punch que também acertou Snorlax. Com aquele segundo Comet Punch o prédio começou a tremer mais ainda, então desabou.

Retornei meus dois pokémons para suas respectivas pokébolas e cai na escuridão, fechei os olhos esperando que alguma coisa ou alguém aparecesse, me salvasse e me levasse pra casa, mas esse não era o caso no momento. Cai em alguma coisa bastante fofa e abri os olhos, vendo Giovanni parado em cima de uma criatura que eu não conseguia identificar o que era, apenas que era gigantesca e seus dentes estavam sujos de sangue que pingava ao meu lado.

- Olá, garoto. – Disse ele, dando um sorriso maldoso. Olhei para os lados e vi que na outra “pata” do monstro estava Klaus nocauteado, a pata se fechou e não consegui mais vê-lo. A criatura destruiu as gigantescas paredes do prédio que nos prendiam ali, mostrando uma Goldenrod enfestada de Rockets. Alexander estava preso em correntes por um pequeno grupo que o carregava para dentro de uma van, enquanto a criatura atirava Klaus para outro pequeno grupo que o levava para a mesma van. – Cuide-se.

A criatura me colocou no chão calmamente e retornou para a pokébola de Giovanni, que caiu ao meu lado. Ajeitou seu sobretudo e foi na direção da van onde estavam os membros derrotados da Rising Project.

- Vamos, homens! – Gritou ele e a van avançou, deixando a cidade destruída para trás. Whitney correu até mim e me abraçou.

- Fiquei preocupada com você... – Disse ela, parecia bem demais... Aquele grito deve ter sido só o susto de ver um Rocket.

- Eu também, Whit. Onde estão os Piloswine? – A garota me soltou e sentou ao meu lado, apontando para um prédio em chamas onde um dos Piloswine estava sendo perfurado por pilares de ferro. O mesmo destino da minha mãe.

- O outro Piloswine fugiu... – Disse ela com um olhar triste.

- De certa forma, isso é bom. – Eu disse, logo percebendo a bobagem que eu disse. – Bom.. Significa que agora eu sou o responsável por esse pequeno Swinub. Vou cuidar bem dele, não se preocupe.

Ela se levantou e me ajudou a levantar, assim eu avancei mancando para o centro Pokémon. Foi um grandioso inicio de jornada para mim, eu acho... Como será que foi o inicio da jornada de Red? Provavelmente mais eletrizante que o meu. Entramos no centro Pokémon e eu cai no chão.

Em algum lugar no subterrâneo ~

- Você destruiu dois dos meus homens! – Gritou uma sombra que estava sentada em um grandioso trono, Giovanni sorriu e fez uma reverencia.

- Mostrei que eu sou um guerreiro melhor que estes dois juntos, uma prova de que devo me juntar a Rising Project.

- Se é isto que deseja, considere feito.

- Sim, meu lorde. – Giovanni se curvou para o homem, que ria nas trevas.

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Re: ~ Rising

Mensagem por Yoshihime em Dom 19 Maio 2013 - 21:30

Logo de início vi alguns erros, mas de uma gramática mais purista, mas alguns que vi foram de ortografia simples, esquecendo tiles e acentos, como manha no lugar de manhã e ficara onde deveria ser ficará. "Quando eu tinha sua idade.. Eu e ele batalhamos até a morte." haha, como batalharam até a morte e continuaram os dois vivos?
Você repete várias palavras, sugiro que procure treinar métodos de substituições e etc.

wooooow, mais um final surpreendente me deixando animado para a continuação, você é bom nisso, quem será a figura misteriosa?
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Re: ~ Rising

Mensagem por Snow Walker em Qui 6 Jun 2013 - 19:53

Tive um belo sonho. Ah, sim... Eu tive. Pensei em contar para vocês como foi meu sonho antes de começar a contar como foi o meu pesadelo. Sabe... Eu pensei que após aquela situação toda causada pelo Klaus as coisas melhorariam um pouco na minha vida, mas elas só pioraram após eu decidir finalmente começar de vez a minha jornada. O sonho começou comigo deitado em minha cama no hotel de Goldenrod, onde eu ficaria por alguns dias por ser considerado o herói deles, eu imaginando quem diabos estaria tomando banho no meu quarto sendo que eu estava sozinho quando fui dormir, então Whitney saiu de lá nua e se atirou ao meu lado na cama. O restante do sonho foi apenas gemidos e borrões, nada de importante. O problema é que o fim da minha vida estava chegando bem rápido, quando eu acordasse entraria em um grande problema que não teria mais volta... Eu já enfrentei diversas coisas na infância e agora enfrentei uma dupla de maníacos que quase destruiu a cidade, mas eu não estava preparado para isso...


Ato V – O Exercito de Fantasmas


Acordei bem irritado naquela manha afinal ser um herói era algo bem irritante após certo ponto, por exemplo as milhares de pessoas na porta do meu quarto querendo um autografo. Whitney estava sofrendo a mesma coisa na sua casa neste exato momento e por falar em Whitney, já era hora de ter uma batalha com ela. O objetivo até o momento era reconquistar a honra da minha família e os meus irmãos estavam lutando em outros continentes neste momento para isso, eu também tinha que fazer o mesmo. Retirei meu pijama rapidamente e coloquei a primeira roupa que achei no armário, uma camiseta branca e um casaco vermelho, um jeans velho e um tênis totalmente surrado, mas que da pra usar mesmo assim. Tanto faz.

- Aipom! – Chamei pelo meu parceiro que estava em algum lugar do quarto e o macaco veio pulando até meu ombro, deu o seu sorriso mais macabro e acariciei sua cabeça. – Vamos lá,  camaradinha!

Foi uma caminhada tensa do hotel até o ginásio, primeiro porque eu tive que pensar em uma estratégia para derrotar Whitney e também porque eu conhecia ela muito bem, eu devia bolar um plano infalível e indestrutível para poder acabar com aquilo rápido e seguir minha jornada, afinal tinha perdido muito tempo naquela cidade e deveria avançar. O ginásio era exatamente como eu esperava por dentro e lá estava Whitney sentada do outro lado da arena, me esperando.

- Fala aí, Al! – Ela deu um grito para mim e o eco foi ouvido por todo o ginásio, em seguida ela estralou os dedos e um velho saiu quase rastejando de uma sala, parando em uma cadeira ao lado da arena. – Esse é o nosso juiz, rapaz. Presumo que tenha vindo batalhar, não?

- Exatamente. – Tentei ser o mais sério possível mesmo que uma onda de alegria tomasse meu corpo. Comecei a pensar em milhares de coisas ao mesmo tempo, como por exemplo o fato de eu estar apaixonado por Whitney. Bom, eu batalharia com ela agora e não podia ficar pensando nessas coisas que tirariam totalmente minha concentração.

Whitney deu um sorriso, encantador por sinal, e o juiz se levantou por alguns momentos olhando para os dois lados da arena. Apertou um botãozinho em um controle e a arena se abriu, de dentro dela saiu um campo cheio de grama e flores, havia até pequenas arvores em alguns pontos.

- Uma batalha de um contra um, sem substituições. Haverá um limite de tempo, 25 minutos. Afinal a líder tem hora marcada no cabeleireiro depois e ela sempre se irrita comigo se chega atrasada. – Após estas palavras o juiz sentou-se novamente e Whitney retirou uma pokébola da bolsa, lançou ela para cima e seu poderoso Miltank apareceu no centro do campo. Tremi por alguns instantes e peguei a pokébola de Swinub, fazendo os mesmos movimentos e o lançando em meio à arena.

Os dois pokémons estavam frente a frente esperando o Juiz iniciar a batalha. Foram os segundos mais lentos da minha vida e pensei em cada movimento que deveria fazer para conseguir alguma vantagem logo do inicio,era minha primeira batalha de ginásio e seria ali naquele momento que a minha grande jornada teria inicio, o Juiz declarou o inicio da batalha e Miltank avançou rapidamente na direção de Swinub.

- Ice Beam! – O raio de gelo cruzou o campo e Miltank desviou rapidamente, fazendo com que uma arvore atrás dele congelasse.

- Só isso, Al? – Foi nesse momento que o pesadelo começou. Vários pokémons fantasmas saíram das paredes e começaram a lançar bolas negras na direção do campo, olhei para o gigantesco Gengar que se materializava no meio do campo e começava a destruir tudo. Mais uma vez Goldenrod estava prestes a ser destruída. – São os fantasmas de Ecruteak!

Eu reconhecia aquele nome, era a cidade após Goldenrod. Meu pai me contou historias sobre diversos Pokémon fantasmas descontrolados terem sido selados no subsolo da cidade para nunca mais fazerem mal a nenhum cidadão, mas pelo que parece eles foram libertados por algum motivo. Eu tinha que sair dali, não podia me envolver por muito mais tempo nos problemas daquela cidade, mesmo que minha casa seja bem perto dali e tudo mais.

- Temos que sair daqui, Whit! – Disse, retornando Swinub para a pokébola. Um Gastly apareceu ao lado do Juiz e o atravessou, o velho caiu pálido no chão e pudemos ouvir o som de seus ossos se quebrando enquanto caia no meio do campo de batalha. Whitney soltou um grito de horror e retornou Miltank, correndo até a minha direção, segurei a mão de minha velha amiga e saímos correndo do ginásio.

A situação fora era mais aterrorizante do que lá dentro, pessoas estavam atiradas pálidas no chão e havia diversas pessoas juntamente com seus pokémons correndo por aí, a policia combatia bravamente os fantasmas que continuavam atacando as pessoas. Olhei para todos os lados até que descobri o que estava causando tudo aquilo, havia um homem encapuzado parado no final de uma rua deserta. Era o mesmo manto usado por Klaus e Alexander, mas não podia ser os dois... Era o Terceiro membro da Rising Project que eu vi até o momento, mas não era hora de travar uma batalha com ele. Eu tinha que dar um jeito naqueles Pokémon atacando as pessoas, foi então que ao meu lado surgiu uma figura que já vi diversas vezes na televisão.

- E aí, Whit. Tudo em cima? – A voz grave e confiante vinha do líder do ginásio de Ecruteak, Morty. Seu cachecol roxo dançavam com as batidas frias do vento, juntamente com seus cabelos loiros. Whitney olhou fixamente para ele e lhe deu um abraço. – É bom te ver também, pequenina. E quem seria esse garoto?

- Meu amigo de infância, Alphonse! – Respondeu ela, bastante animada.

- Oi. – É, eu era mesmo um grande babaca ciumento. Eu me odeio. Soltei um longo suspiro e decidi que minha presença ali não era mais necessária, haviam dois lideres de ginásio que podiam controlar a situação e eu só iria atrapalhar. Sem dizer uma palavra eu segui meu caminho na direção de onde estava o encapuzado, basicamente na saída da cidade.

- Onde vai, Al?! – Perguntou Whitney, pude sentir pelo tom de sua voz a sua preocupação, mas aquilo não era necessário. Eu sabia me virar.

- Vou para Azalea, onde conseguirei minha primeira insígnia. Após conseguir a minha segunda em Violet voltarei para esta cidade e lhe enfrentarei, neste atual momento vocês dois podem cuidar da cidade. – Disse, colocando as mãos no bolso e voltando a andar. Aipom pulou na minha cabeça assustado, tirei ele dali e o abracei. Whitney correu até mim e tirou um ovo da bolsa, me entregando.

- Guardei pra você! Espero que ele seja útil no seu time, ainda não sei que Pokémon é, mas... Espero que seja útil para você. – Peguei o ovo e o coloquei na mochila. Voltei a andar sem olhar para trás, mas sabia que a situação na cidade não estava nada boa.

- Adeus, Whitney. – Desapareci no meio da destruição causada pelos fantasmas e segui meu caminho até Azalea.


~~ Em algum lugar no meio da escuridão.

- Está pronto, Sr. Giovanni? – Perguntou uma mulher ao líder da equipe Rocket, que olhou para ela com nojo.

- Me recuso a fazer parte desta etapa do plano. – Disse ele, com seriedade. Atirou o corpo desacordado de Alexander para a mulher que ficou completamente assustada com aquilo. – Trouxe ele como meus troféus, Klaus é um item valioso que eu e o Rei queremos usar para testar aquele garoto, Alphonse. Alexander é inútil, vá em frente.

- Certo! – Disse a mulher, inserindo um tipo de agulha no pescoço de Alexander. – DNA de Pokémon inserido com sucesso.



Black: Fanfic trancada a pedido do autor. Caso queira reabri-la mande uma MP a qualquer FFM.
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