Pokémon Mythology
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Kakumei

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Kakumei

Mensagem por RRDemétrio em Seg 4 Fev 2013 - 0:19

Oi pessoal, tudo certo? Pretendo compartilhar uma fic minha que está no começo ainda aqui no Pokémon Mythology, espero que vocês gostem. ^^


Classificação: +13
Categorias: Originais
Gêneros: Ação, Amizade, Aventura, Comédia, Ficção Científica, Romance
Avisos: Violência

Notas iniciais
"A utopia está lá no horizonte. Me aproximo dois passos, ela se afasta dois passos. Caminho dez passos e o horizonte corre dez passos. Por mais que eu caminhe, jamais alcançarei. Para que serve a utopia? Serve para isso: para que eu não deixe de caminhar." - Eduardo Galeano

Prólogo



– Largue a arma, garoto. Acabou. - Ele disse. Por todos os lados haviam corpos. Meus companheiros jaziam no chão, talvez alguém ainda respirasse, eu não tinha como saber. O suor escorria por meu rosto e a minha mente tentava processar tudo rapidamente. A arma estava em minha mão, apontada justamente para o alvo que nós perseguíamos. Do outro lado ele também tinha uma arma, essa apontada para mim. Estaríamos em pé de igualdade, não fosse a sua numerosa tropa que, minutos antes, derrotara todos os meus aliados. Não havia como fugir, eu estava completamente cercado :

– Eu ainda posso te levar junto comigo! - Gritei, esperando que ele repensasse sobre o perigo que corria, entretanto, ele apenas sorriu. Um sorriso debochado. Um sorriso que transbordava confiança. Eu finalmente entendi, não fomos nós que o encontramos. Ele que havia nos encontrado. A minha ingenuidade levou meus amigos para a morte. "Ao menos não irei sem levar ele comigo.", eu pensei, antes de apertar o gatilho. Nada aconteceu. Tentei de novo e de novo. O sorriso dele aumentou e por todo o lado eu ouvia gargalhadas de seus homens. Caí de joelhos no chão, sem forças, desolado, pronto para morrer. Percebi que estava tremendo, meu medo me venceu e fechei os olhos. Ainda com a pistola apontada para mim, ele falou :

– Você perdeu. Escolha melhor os seus aliados da próxima vez, para que não sofra outra traição.

Abri os olhos, assustado com aquelas palavras. "Quem havia me traído?", antes de enxergar qualquer coisa ouvi um estampido e apaguei. Tive certeza de que morri.

off:

O prólogo é curtinho porque isso era um flashback que eu havia idealizado, mas preferi essa parte como prólogo por ser a minha preferida. Mais adiante será abordada com mais detalhes. Não sou muito bom com fics então quero a opinião de vocês.





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Re: Kakumei

Mensagem por Black~ em Seg 4 Fev 2013 - 14:17

Bom, o capítulo ficou curtíssimo, sem eu conseguir imaginar de fato o que realmente vai acontecer no decorrer da história. Por mais que tenha sido curto, poderia ter dado uma introdução da história, não flashbacks.

Eu vi um erro, que foi você escrever "...levar ele comigo...", o correto é "levá-lo comigo".

Enfim, sem muito pra falar, é só e boa sorte com a fic.
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Re: Kakumei

Mensagem por RRDemétrio em Qui 7 Fev 2013 - 13:41

@Black~ escreveu:Bom, o capítulo ficou curtíssimo, sem eu conseguir imaginar de fato o que realmente vai acontecer no decorrer da história. Por mais que tenha sido curto, poderia ter dado uma introdução da história, não flashbacks.

Eu vi um erro, que foi você escrever "...levar ele comigo...", o correto é "levá-lo comigo".

Enfim, sem muito pra falar, é só e boa sorte com a fic.

Obrigado. Very Happy Vou ficar atento a esse tipo de erro. D:

Capítulo um - Encontro

Notas do capítulo : "Não há nada como o sonho para criar o futuro. Utopia hoje, carne e osso amanhã." - Victor Hugo


Lúcio


Seis horas da manhã. Lúcio estava deitado no sofá de sua casa relendo, talvez pela vigésima vez, a carta que havia encontrado em sua porta no dia anterior. A coisa mais estranha, para começar, foi ele ter recebido uma carta em pleno século XXV sendo que os correios haviam sido extintos alguns séculos atrás.

Alguém se dera ao trabalho de escrever uma carta, e provavelmente de entregar ela pessoalmente. Ele sorriu, concluindo que não adiantava pensar sobre o assunto e restava apenas aguardar pelo encontro solicitado na carta.

“Faltam quatro horas...”, pensava ele...


Luana


Luana estava ajeitando alguns papéis em sua mesa. Enquanto lia um memorando aparentemente muito importante os seus óculos teimavam em ir para a ponta do seu nariz. Ela os encomendara no tamanho errado e agora pagava por isso. O simples ato de ajeitar novamente a ponte de seus óculos sobre o nariz já estava arraigado há muito tempo :

- Ei, isso vai demorar muito? Eu quero conhecer o tal sujeito. – Akira falou, apressando Luana. Akira estava ansioso para conhecer o seu novo parceiro, os dois últimos haviam sido “acidentalmente” baleados e estavam hospitalizados. Luana sorriu, sonhadora.

- Dizem que ele pode ter o mesmo nível de BS que o Ray, não é legal? - Ela falou, desviando o olhar para Akira que estava no sofá do grande escritório de mármore penteando os seus cabelos a fim de criar uma franja, que, segundo ele, realçaria o seu estilo.

O escritório, que deveria ser um lugar silencioso, nunca mais havia visto dias de tranquilidade desde que Luana e Akira chegaram. Jovens e divertidos, bem diferentes dos outros funcionários, eles contavam piadas e riam em voz alta como se fossem apenas alunos do colegial em um passeio escolar. Akira sempre tentava inovar no corte de cabelo, ou era grande demais, ou era curto demais, mas, em ambos os casos, era extravagante demais. Diferente do que se poderia imaginar, ele era realmente bastante consciente e maduro, apenas se deixava levar pelo entusiasmo de Luana. E não era apenas ele, era impossível alguém não gostar dela.

- Seria bom ter alguém como ele aqui. - Concordou Akira. - Então, vamos?

Luana concordou com a cabeça, pegou uma pasta na mesa e se dirigiu para a porta. Akira se levantou de um salto e rumou atrás dela para a mesma direção.


- - -


Encontros marcados em restaurantes finos com desconhecidos geralmente representam coisas
ruins : Ou a máfia quer te matar ou alguém que você atrapalhou quer te matar. Por ser um restaurante italiano, Lúcio acreditava fortemente na primeira opção. Não que hoje em dia houvessem motivos para alguém querer a cabeça dele pendurada em algum tipo de moldura, decorado com uma honra mínima : Um buraco de bala no meio da testa. Entretanto ele tinha um pressentimento de que não ouviria boa coisa, isso normalmente assusta as pessoas, Lúcio estava mais para empolgado do que assustado.

Não conseguia parar de sorrir quando pensava que surgiria alguma coisa para quebrar o tédio. Até um pequeno tiroteio serviria, nada grande o suficiente para ferir civis. Os pensamentos de Lúcio foram interrompidos pelo casal mais estranho que ele já havia visto : A garota não parecia ter mais do que vinte e dois anos. Seus cabelos negros estavam soltos e caíam para o seu lado esquerdo. Diferente das outras mulheres que estavam ali, ela tinha uma beleza bastante natural, que não a fazia se destacar mas também não a deixava passar despercebida. As suas roupas eram conservadoras, nada vulgar, como os pedaços de pano rasgado que as garotas de sua idade certamente vestiriam. O rapaz era mais difícil de decifrar do que ela, como se tentasse esconder algo.

“Talvez a testa.”, pensou Lúcio com um certo divertimento, ao prestar atenção na franja recém-criada de Akira. Eles pareciam procurar por alguém, e Lúcio sabia quem era. Ele notou que estavam juntos pois usavam a mesma pulseira no mesmo braço. Ele podia estar velho, mas tinha certeza de que isso não fazia parte da nova moda. Lúcio levantou o braço e acenou para eles do balcão, queria ver logo no que isso ia dar.

Luana se adiantou para cumprimentar ele, estendeu a mão cordialmente e falou :

- Senhor Kakumei, muito obrigada por ter vindo. Eu sou Luana Abromovizt e ele – Ele registrou o sobrenome, não era a primeira vez que o ouvia. Ela apontou para Akira com a mão livre – é Akira.

Lúcio retribuiu o aperto e avaliou eles pela segunda vez. Ela não havia dito o sobrenome do tal Akira, que também não era um nome muito comum. Viu coisas que não havia visto na primeira e então teve certeza de que, embora ninguém naquele restaurante fosse notar, ele estava se encontrando com gente muito importante.

- Luana... Sim, claro. Você aprendeu a cumprimentar as pessoas com... O quê? Sete anos? Talvez menos, não é? Mas com certeza foi na infância. E foi o seu pai que a ensinou, não foi? - Ela parecia estar esperando por isso, mas era impossível não se surpreender.

Ele deu uma gargalhada cordial para aliviar a tensão. Mas sabia que já havia deixado claro quem ditaria as regras do jogo. Eles eram um livro aberto para ele desde que pisaram no restaurante.

- Ei velho, faça comigo agora. - Akira falou, sorrindo, de trás de Luana. Lúcio retribuiu o sorriso.

- Desculpe, não me sinto seguro para fazer isso quando a pessoa está armada. Especialmente no seu caso : três armas? Eu imaginei que você fosse destro. Mas você consegue utilizar as duas mãos, não é?

Luana parecia muito satisfeita e Akira assombrado.

- Como você...? - Começou Akira, mas Luana o interrompeu.

- Nós estivemos procurando por você, ex-investigador Lúcio Kakumei, “o leitor de mentes”. - Ela falou. Lúcio sorriu.

- Supondo que vocês tenham tempo livre, vamos procurar uma mesa e conversar? Eu estou faminto.

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Re: Kakumei

Mensagem por Black~ em Sab 9 Fev 2013 - 20:49

Bom, vamos lá.

Eu meio que achei confuso esse capítulo, sabe? Enfim, acho que você deve tomar MUITO cuidado com um ponto que muitos podem achar banalidade, mas que pode acabar com a fic; o fato dela ser no futuro, tipo, ela é no século XXV, ou anos 2400. Você imagina o que aconteceria até lá? Será que tudo seria realmente igual ao século XXI? É, acho que não, portanto recomendo que preste bastante atenção nisso, ou tire da fic.

Eu alguns erros, novamente, a falta de concordância, só que dessa vez ficou: "entregar ela", sendo que o correto é "entregá-la", tome cuidado com isso. Eu acho que vi alguns erros não tão reparáveis assim, mas enfim.

Acho que só e talz. Sua fic tá um pouco confusa. É só e boa sorte com a fic.


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Re: Kakumei

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