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Mago o despertar da maldição [+12]

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Mago o despertar da maldição [+12]

Mensagem por Hakizen Hydaro em Dom 6 Jan 2013 - 2:33

Mago o despertar da maldição
Em uma noite comum, apenas um pouco mais densa que as outras, em uma época passada uma mulher sofre as dores do parto deitada em uma cama sem muito luxo, a casa em que a mesma está é bem pobre, está mais para um barraco feito de madeira, o telhado é uma mistura de feno com galhos, ao seu lado segurando sua mão está seu marido, ele ajoelhado chorando, o seu terceiro filho está para nascer, é uma situação difícil, eles são bem pobres, já é difícil sobreviver para essa família, que agora ganhara mais um membro, a mulher sofre muito, pois não está recebendo nem um tratamento para isso, o tempo se passa, a criança nem se que aparece, e cada vez mais os gritos de dor aumentam , seu marido se levanta e vai para frente da mulher para ver se consegue ver a criança, não sabe o que fazer, comparado a esse as outras crianças que nasceram foi mais fácil, mas ela não desiste, faz muito esforço para conseguir da luz ao menino, no meio de gritos a criança nasce, é um menino, está coberto por muito sangue, seu pai o pega, em seu colo o homem tenta limpar a criança, mas a sua mãe o pede para segurar, em seguida coloca no colo da mãe do mesmo, ela da um sorriso, olhando para a pequena vida que acaba de nascer, aos poucos os olhos da mãe vão se fechando, ela parece estar com sono ou algo do tipo, a quantidade de sangue perdida foi muito grande, a mulher começa a se encostar mais na cama, até que ela relaxa o corpo por completo, assim o pai do garoto nota que a mãe do mesmo acabara de morrer, uma lagrima desce do olho do homem, nesse momento da para se notar que o mesmo entrou em desespero, o filho mais velho da família entra no quarto com uma jarra de água para a mãe, mas ao ver seu pai chorando, os olhos de sua mãe fechados e o bebe no colo da mesma o garoto deixa o jarro cair, assim agua se espalha pelo quarto, o garoto está paralisado na frente da porta, apenas olhando para o corpo sem vida de sua mãe, o pai do garoto se levanta, em seguida retira o garoto do quarto e fala:

-- não conte nada para os seus irmãos, eu vou voltar e contarei --

Já era ruim sobreviver com o salario que os dois recebiam, então o homem decide tomar uma atitude que poderia mudar o destino de muitas pessoas, logo entrando no quarto e trancando a porta o homem começa a escrever um bilhete, após isso ele começa a escrever um bilhete, se levanta da mesa de escrivaria pequena que ficava perto da cama, em seguida segue para o corpo de sua amada esposa que ainda está com a criança no colo, o recém nascido não chora é quieto, seus olhos estão fechados, mas ele se parece com a sua mãe, o homem então pega a criança melada de sangue nos braços, em seguida enrola o seu filho em um pano branco, que logo fica vermelho por causa do sangue, agora colocando o garoto e o bilhete na sesta velha que a mãe do garoto costumava usar para comprar a pouca comida que ia para a casa, o homem vai até o guarda roupa em seguida veste uma capa preta e rasgada, assim sai do quarto, olha para o seu filho mais velho, da um sorriso e sai da casa, a rua está fria e escura, nessa época não existe eletricidade, andando pela rua o homem se abraça com a sesta, da para notar que o homem não está feliz, algumas lagrimas que caem do rosto do homem molham a testa da criança, o homem continua a seguir pela rua escura feita de terra sem nem um asfalto, depois de um tempo andando o homem chega até o final da cidade, a sua frente está uma floresta, se é que pode chamar assim, estava mais para um pântano ou floresta mal assombrada, olhando para a escuridão que parece não ter fim o homem segue para dentro da floresta, dentro de lá não se pode diferenciar realidade de ilusão, abalado pela morte de sua esposa o homem começa a perder a sanidade, cambaleando e assustado olha para os lados, apenas nota a presença de espíritos, as arvores começam a se mexer, o lago que estava presente em quase toda parte da floresta começa a mostrar criaturas estranhas, assim como corpos dentro do mesmo, assim como uma nevoa densa que se espalha pelo chão, o homem não consegue mais continuar andando, o mesmo se abaixa e coloca a sesta no chão, sem nem ao menos olhar para o garoto se levanta e sai correndo de volta para casa, aposto que você queria saber o que estava escrito na carta, vou lhe contar, na carta estava escrito: “ Aqui eu deixo meu terceiro filho, não pense mal, não tenho como cuidar dele, por favor, se a criança presente nessa cesta ainda não foi devorada por lobos ou algo do tipo por favor cuida dele, seu nome é Willian, seu sobrenome eu deixo a sua escolha”, assim como estava escrito na carta lobos aparecem, uma alcateia de cerca de 10 lobos começa a cercar a sesta, movidos pelo cheiro de sangue presente no garoto os lobos se aproximam cada vez mais, até que um deles tenta atacar o garoto, o lobo salta para cima do garoto, mas um feixe de luz se lança contra o lobo, em seguida o mesmo desaparece, como se nunca tivesse existido, os outros lobos assustados correm para longe, o feixe logo some no ar, um Elfo aparece ao longe, como seres imortais sua idade é quase impossível de ser adivinhada, mas pelo estado de sua roupa e o modo que andava parecia que era bem velho, o Elfo se aproximou cada vês mais, em seguida o homem pego a sesta, logo o mesmo notou o bilhete, então lendo o bilhete entendeu o que se passava, com a sesta em mãos junto ao bilhete o homem levou Willian para sua “casa”, era um tronco oco, ele era bem pequeno, quase impossível de caber uma pessoa, mas ao abrir a passagem o tronco simplesmente aumentava de tamanho, ou as pessoas que diminuíam, não se pode explicar o conceito da magia, assim o Elfo entrara na casa, era um local desarrumado, parecia uma biblioteca mal arrumada, eram muitos livros, alguns tinham a capa feita de couro de animais, outros eram apenas folhas ligadas com um arrame e outros eram livros normais, nas mesas estavam pergaminhos, as letras escritas neles eram diferentes, algumas chegavam até a se mexerem, o Elfo então tocara na parede da casa, galhos subiram a parede, começaram a tomar o formato de uma porta, até que se concluída, abrindo a porta tinha um quarto de criança, um berço, brinquedos e outras coisas, tudo criado pela magia, o garoto foi criado naquela casa, o Elfo como a maioria já notou é um mago, assim o mesmo adotou William como seu aprendiz, o garoto não tinha escolha, mas também nunca discutia sobre isso, Willian ganhou um nome completo, o Elfo deu ao seu aprendiz o nome de Willian Baltazar Blake, Willian cresceu aos 4 anos o garoto já sabia ler e escrever em 14 línguas diferentes, sendo um pequeno gênio também aprendeu magia muito cedo, assim o garoto foi criado, um aprendiz de mago, seu mestre tinha vários nomes, assim como suas formas, o mestre de Willian era um dos 6 magos do ciclo, os seus poderes eram inimagináveis, um dos nomes que ele atendia era por Merlin, seu poder era conhecido mundialmente, mas por algum motivo ele se isolou naquela cidade, o mestre tentou ensinar a arte da magia branca, sendo que poucos magos tinham mais de um tipo de magia, as magias são separadas por tipo, essas são: Magias Brancas, Magias Negras e Magia dos Elementos.

Willian cresceu aprendendo magia, o seu mestre lhe ensinou sobre tudo, a magia é conhecida por dobrar a realidade, assim o mago é apenas uma pessoa que sabe driblar as barreias a realidade, quanto mais forte o seu pode espiritual mais forte o mago, Willian entendeu que todas as magias que o mago usa levam um pouco de seu espirito, assim um mago que usa magia excessivamente pode morrer, e que quando o mago morre sua alma fica na terra, separada por todas as magias que esse mago lançou; o mago pode voltar a vida em um novo corpo quando consegue reunir todos os pedaços de sua alma de volta, Willian sempre foi criado separado da sociedade dos humanos assim como a dos magos do ciclo.

Todos os magos eram registrados em um livro antigo para evitar que magos fação coisas ruins e saiam impunes, os 6 magos mais poderosos eram eleitos guardiões, cujo trabalho era manter o equilíbrio entre a realidade e a magia, mas como nem um mago conhecia Willian ele não foi escrito no livro.

Uma vez na semana seu mestre ia para a cidade em busca de alimento e de ingredientes, Willian sempre acordava cedo quando era esse dia, na rua o mesmo andava agarrado a capa de seu mestre, ao ver sair da floresta os habitantes da cidade entravam em casa, eram poucos que tinham coragem de ficar na rua, algumas crianças ficavam nas ruas da cidade, vendo as outras crianças brincando na rua Willian sempre perguntava:

-- Mestre.. por que eu não posso brincar com as outras crianças? –

E como sempre o seu mestre respondia:

-- As outras pessoas tem medo de nós, as outras pessoas tem medo de entender o desconhecido, o mundo em que nós vivemos é diferente do deles. --

Nesse momento Willian sempre abaixava a cabeça e voltava a se agarrar com a capa de seu mestre, mas isso não era o suficiente para acabar com a vontade de ser uma criança normal, como as outras que Willian via brincar na rua, assim eles voltavam para a floresta e os cidadãos voltavam a rua, depois de um tempo apenas dedicado a magia e aos estudos Willian já tinha aprendido quase todas as magias básicas que podem ser aprendido por qualquer tipo de mago, mas ainda não avia despertado a sua magia verdadeira, a magia que mostra o caminho que o mago vai tomar, Merlin deis que ensinou o principio da magia a Willian sempre quis que ele se tornasse um mago da magia branca, mas de nada funcionava, as magias não conseguiam se realizar, a dobra magica branca para Willian nunca se abri-o, assim como seu conhecimento em magia aumentava a sua vontade de poder ficar com as outras pessoas aumentava também, Willian então começou a tentar fugir da floresta e ir para a sociedade, mas de nada adiantava, Merlin sempre impedia Willian de fugir, mas uma noite depois de tanto se esforçar para criar uma magia nova Merlin adormeceu, Willian que estava na sala abri-o a janela devagar e saltou pela mesma, em seguida correu o máximo que pode até chegar na entrada da cidade, o sol ainda abraçava a cidade, assim varias crianças brincavam na rua, Willian um garoto alto, com o corpo atlético por causa do treinamento, cabelos negros, olhos castanhos logo chamou atenção, varias garotas olhavam para Willian, agora com os seus 14 anos, no começo suas roupas rasgadas não foram motivo de tratamento diferente, as crianças eram muitos amigáveis, assim logo convidaram Willian para jogar, Willian rodou pinéu pelas ruas junto com os outros meninos, ao entardecer do dia ainda suado uma garota se aproximo dele, um outro grupo de garotas com risadas baixas olhavam para Willian com olhares marcastes e pesados sobre o mesmo, a garota com um pano enxugou o rosto de Willian, em seguida levantou sua camisa, assim enxugando o seu corpo um pouco definido, a Garota mordendo os lábios pegou a mão de Willian, em seguida levou o mesmo para um curral, as outras garotas, com sorrisos e risadas davam tchau de um jeito leve e feminino para Willian, o mesmo foi levado para o curral, em seguida a garota o abraçou, os dois caíram no feno, e começaram a se beijar, Willian nunca tinha feito aquilo, ou ao menos tinha ouvido falar, a única coisa que sabia era o que leu nós livros de romances, agora Willian tivera uma experiência boa e satisfatória, alguns minutos depois Willian se encontrava deitado no feno ao lado de uma garota, o mesmo estava sem camisa, e a garota também, logo Willian perguntara:

-- Por que fez isso comigo? –

A garota olhando o teto com um olhar vazio falava para Willian, sem nem ao menos olhar para ele:

-- Não se engane garoto, sou uma jovem de família, meu pai é importante, só fiz isso para me divertir, não conte para ninguém –

Mal a garota acabara de falar Willian escutava um grito, parecia com o grito das jovens, em seguida uma delas adentrava correndo no curral, sua camisa estava rasgada, sua barria sangrando, sua mão tentava tampar um grande ferimento, mas era em vão, o ferimento parecia ser feito por uma lamina ou algo do tipo, em seguida a garota sangrando gritava:

-- POR FAVOR.. POR FAV.. --

De sua boca saia sangue, a garota caia ao chão, seu corpo já não respondia a nada, agora a mesma estava morta, Willian no susto se levantou e correu até o corpo, a garota que estava ao seu lado gritava e chorava, em seguida um grupo de seis guardas apareciam no local, todos com as espadas em mãos, todas banhadas em sangue, um dos soldados arrastava uma das garotas pelos cabelos, a mesma estava sangrando, em seguida com o dedo ela aponta em direção a Willian, o soldado com a sua espada e um movimento rápido e preciso decapita a garota na frente de todos, os soldados começam a andar em direção a Willian, logo um deles fala em um tom de voz furioso e irritado:

-- Você!!, seu bastardo dos infernos, você violou minha filha, eu vou lhe matar!! --

A garota grita em direção ao seu pai:

-- Pare com isso, fui eu que quis --

O homem com um olhar louco pegava a lança que estava em suas costas e fala:

-- Você humilhou nossa família, vadia imprestável –

Logo o Homem laça a lança em sua própria filha, sem tempo de reação Willian apenas olha o que acontece, a lança passa pelo rosto de Willian, e segue em direção a garota que no desespero do medo tenta parar a lança usando a mão, Willian nota a garota fechando os olhos, em seguida a lança perfura a mão da garota e em seguida perfura o peito da mesma que cai no chão apenas aguardando a morte, uma lagrima desce do olho de Willian, que ergue uma das mãos em direção ao soldado, em seguida usando da magia o mesmo lança uma onde de choque contra o mesmo, assim seu corpo é atirado para cima dos outros soldados, que caem junto com ele, após isso Willian levanta as duas mãos em direção ao telhado, seu rosto esta vermelho, com um grito entre os dentes Willian abaixa as duas mãos em direção aos soldados caídos, um grande rangido se escuta das paredes, a estrutura começa a se mexer, em seguida o telhado do curral se desprende da estrutura, assim começa a flutuar, girando até ficar com a ponta apontada para os soldados caídos, com uma força brutal o telhado é arremessado em direção aos soldados, assim esmagando e espalhando o sangue do alvo de Willian, Willian vai ao chão, seu nariz está sangrando, o mesmo sente uma monstruosa dor sobre o seu corpo, usando muita força e sentindo muita dor o mesmo consegue se levantar, seus ouvidos estão apitando como se tivesse uma explosão, mancando em cambaleando Willian tenta seguir até a floresta, o caminho é difícil, mas o mesmo consegue, tonto ele entra na floresta, logo cai no chão, seus olhos fecham devagar, assim Willian desmaia.


Olá essa é a minha primeira FAN, então desculpem se for ruim, ela é baseada em um RPG, por isso os dias que postarei não podem marcados, mas sempre irei procurar postar sempre, obrigado pela atenção, bom jogo, fiquem bem.

Obrigado pelas criticas, corrigi umas coisas atendendo a pedidos, obrigado pela atenção, bom jogo, fiquem bem.


Última edição por Hakizen Hydaro em Dom 6 Jan 2013 - 17:53, editado 1 vez(es)
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Re: Mago o despertar da maldição [+12]

Mensagem por Caio. em Dom 6 Jan 2013 - 16:32

Olá cara! Bem, você tem uma boa estória aí, assim como você tem capacidade de descrever e narrar espantosamente bem. O único problema que eu vejo é que você enrolou demais A fic, não a estória, por exemplo... Dê espaços entre cada parágrafo, pois ler tudo muito junto assim acaba confundindo.

Outra coisa que me chamou a atenção é que você repetiu muitas vezes as mesmas palavras, por exemplo, li tanto mesmos e mesmas que fiquei confuso @_@ Bem, revise um pouco Wink A fic pode realmente ficar excelente.

E sim, outra coisa que já ia esquecendo de dizer... Tipo, você narrou as coisas muito rápido, sem muito sentimento. Você podia ter entrado em mais detalhes na morte da personagem, daquela mãe, podia ter colocado mais sentimentos, sabe? Você foi muito rápido, falou que ela morreu e pooff, aí o cara já tava pegando o filho e faz isso, faz aquilo... Aí acabou ficando meio sem sal com a velocidade que você narrou.

Bem, é isso. Eu realmente quero ver você melhorar, pois tem uma fic excelente! ^^
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Mago o despertar da maldição #2 [+12]

Mensagem por Hakizen Hydaro em Ter 8 Jan 2013 - 2:35

Mago o despertar da maldição #2 [+12 ]
O tempo se passa, com os olhos fechados Willian sonha com coisas estranhas, o sonho é bem real, Willian está de pé a uma arvore velha, lentamente vai se aproximando da arvore.

“ Não consigo controlar meus pés.. o que será isso?, minha boca está selada, nesse local, a única coisa que controlo é o meu próprio pensamento.. estou sonhando?, só pode ser um sonho, mas por que tenho plena consciência de meus atos?” Pensa Willian ainda seguindo até a arvore, ao seu redor só pode notar grama, mas por que apenas essa árvore esta morta?, o braço de Willian se estende em direção a árvore, até que encosta na mesma, Willian sente um pequeno calor vindo da arvore assim como o calor que uma criança emite ao nascer, mas, a arvore está morta, Willian se senta na grama em direção as colinas cobertas por grama, a paisagem é linda, as dores de Willian sumiram, é tudo calmo, sem nem um som, parece que naquele mundo não existem animais, apenas grama e aquela arvore, Willian se levanta e começa a andar, seu passos são lentos, assim como o movimento do vento que leva a grama para um lado depois para o outro, as vestimentas de Willian parecem acompanhar o vento, depois de um tempo andando e apreciando a paisagem Willian enxerga a mesma arvore de antes, está um pouco longe, Willian segue até ela, nota que é exatamente a mesma arvore, mas agora as marcas dos dedos de Willian estavam cravadas na arvore, das rachaduras começam a sair sangue, Willian se espanta, mas seu corpo continua parado de frente a arvore, do sangue que sai da arvore começa a da vida a mesma, assim crescendo, seus galhos mortos agora ganham vida e se consertam, nascem seis folhas na arvore, em algum segundos a arvore está gigante, mas ainda continua com apenas seis folhas, o sangue que sai da arvore para de escorrer, Willian se aproxima mais uma vez da arvore, sua mão mais uma vez é estendia em direção a arvore, uma rachadura começa a se formar no centro da arvore, cada vez mais vai aumentando de tamanho, até que chega no tamanho de Willian, em seguida a rachadura começa a se abrir, devagar a rachadura se abre, dentro da arvore não existe nada, ela é oca, uma pequena luz negra começa a se formar no centro da arvore, Willian se aproxima, a chama também se aproxima de Willian, sua mão estendida se abre, a chama pousa na mão de Willian, por algum motivo a chama não queima Willian, até que Willian fecha a mão novamente, a chama começa a aumentar de tamanho ganhando um formato, Willian estranha o ocorrido, uma luz forte começa a sair da chama, até que a mesma começa a sessar, Willian aos poucos enxerga um cabo feito de madeira, até que a luz acaba, é um cajado feito de madeira, em sua ponta existe uma caveira com uma bola negra na boca, ao se concluir o cajado Willian acorda.

Willian está deitado em uma cadeira, com uma grande dor de cabeça Willian tenta se levantar, mas não consegue, olhando ao redor Willian acha o local familiar, era a casa do seu mestre que estava sentado na frente de Willian em uma cadeira de madeira, seu mestre está apoiando o rosto na mão, parece está pensando, logo ao notar que Willian acordou o mestre fala:

-- Finalmente acordou, sei que tem varias perguntas sobre o seu sonho, o que você presenciou é chamado de despertar, o que surgiu para você é uma benção ou maldição. –

Willian não entende de começo, com os olhos um pouco fechados por causa da dor de cabeça fala:

-- Oque?.. Mestre, o que causa esse “ despertar” ? –

O mestre com um pequeno sorriso ignora a pergunta de Willian, com um tom mais colmo que o normal o mestre fala:

-- O que você fez na cidade, eles não iram deixar isso barato, você.. não pode mais ficar aqui. --

Willian olha para o seu mestre com um olhar de espanto, se levantando e falando com um tom de voz mais irritado:

-- Esta brincando comigo Merlin?, Aonde eu vou morar?, Você é louco?, Não conheço nada nem ninguém, pare de brincar. –
Willian transformava tristeza em ódio, pois desde criança Willian sempre notou que seu mestre nunca brincava, ao olhar para seu mestre notava o mesmo com um olhar serio, mas dentro dos seus olhos qualquer mortal notaria a tristeza, Willian não fala mais nada, cada palavra dita era igual a lembrança de sua infância feliz ao lado do seu mestre, com o mesmo olhar o mestre se levantava e falava para o Willian:

-- Meu aprendiz, sua vida ira começar agora, tudo o que é seu está em uma mochila em seu quarto, pegue e siga para o mundo, volte quando entender os sentidos da vida. –

Como um aluno obediente Willian segue para o seu quarto, seu rosto expressa a tristeza que nem mesmo mil palavras do livro mais solitário do mundo poderiam expressar, lentamente Willian virou a maçaneta da porta, seu quarto estava escuro, agora sem vida, as estantes com os seus livros aviam sumido, sua cama também não existia mais, no quarto apenas estava uma mochila feita de couro de animais, em baixo tinha uma capa preta, Willian abriu a mochila, nela existia uma carteira feita de couro, uns livros e objetos construídos por Willian, vestindo a capa e colocando a mochila nas costas Willian saio do quarto, Merlin não estava mais na sala, mas em cima da estribaria do seu mestre estava o cajado, aquele cajado que Willian avia sonhado, um cajado feito de madeira morta, aquela caveira estranha na ponta, em sua boca uma esfera negra assim como o cajado, Willian ficou parado na frente do cajado que estava deitado na mesa, em baixo dele tinha um bilhete, Willian o pegou, no bilhete estava escrito: “ Willian, esse cajado nasceu da sua alma, ele é parte de você, não adianta se livrar dele, isso é a única parte da sua alma que ira lhe seguir para onde for, esse objeto nasceu do seu despertar, se outro mago destruir esse cajado você ira morrer, esse objeto está ligado a você, suas magias negras só poderá existir por causa do seu cajado, boa sorte meu aluno”
Ass: Merlin

Willian colocou as duas mãos sobre a estribaria se apoiando, sua cabeça está baixa, sem pensamentos, apenas parado, uma lagrima desce do rosto de Willian, antes de bater no chão a lagrima para no ar, Willian abre os olhos olhando para a gota, seu olhar fica frio, a lagrima simplesmente começa a evaporar como se o calor existente nela aumentasse gradativamente até causar o fenômeno químico, Willian ergue o corpo novamente, com a mão direita pega o cajado, sem seguida abre a porta da casa, com passos lentos Willian segue para fora, cinco passos dados, cinco anos lembrados, cinco porradas em sua cabeça, cinco anos de tortura, isso agora acabara, Willian finalmente saia da casa, Willian começa a andar em direção a cidade, dessa vez ele não seria impedido por Merlin, mesmo ele querendo, o cajado ia ao chão a cada dois passos, alguns minutos depois Willian estava na entrada da cidade novamente, estava movimentada, um grupo arrodeava o curral que estava com os corpos, um grupo de guardas parava os cidadãos para buscar informações sobre o ocorrido, Willian levantava o capôs da capa, ainda com o cajado continuava a andar, até que um dos guardas levantava a mão em direção a Willian e falava:

-- Forasteiro, pare –

Willian parava e se virava em direção ao guarda, em seguida olhava para o guarda, de capôs Willian perguntava:

-- O que foi? –

O guarda com as sobrancelhas mais juntas em forma de duvida perguntava:

-- De onde você é? Sabe o que aconteceu com os guardas? --

Willian rapidamente responde tentando disfarçar a mentira contada:

-- Vim de longe, estou aqui só de passagem, não sei sobre o ocorrido, posso ir? –

O guarda acena com a cabeça de forma positiva, mas ainda um pouco desconfiado, Willian sem querer abusar da sorte continua andando, mas seu cajado chama atenção do guarda que com um movimento rápido coloca a mão sobre o ombro de Willian, com ouvidos trinados Willian escuta o som da lamina da espada deslizando sobre a bainha feita de couro, a tensão aumenta, qualquer movimento ruim pode começar uma batalha, o guarda com uma voz baixa e provocadora fala:

-- Garoto, um mago não deve exibir uma arma como essa aqui.. –

Willian fica com um olhar serio, mentalmente alterado provocar um dobrador da realidade que estava naquele estado não é uma coisa boa, Willian range a mão segurando a cajado, Willian com uma voz seca e brutal fala:

-- Esperava que não notasse, isso causara a sua morte. --

Um sorriso surge no rosto do guarda, assim como no de Willian, Willian bate com a ponta do cajado no chão, é um estrondo muito alto, todos que estavam ao redor com o susto olham para o causador do barulho, usando sua capa negra Willian conjura uma magia comum entre os magos, a capa começa a evaporar, assim como o corpo de Willian, até que seu corpo se torna fumaça, é bem simples de se fazer, o mago pode ficar nessa forma por um pequeno tempo, a massa se fumaça negra, a fumaça com uma grande velocidade vai até o telhado de um bar que estava ao lado da confusão, a fumaça volta a se solidificar, assim surge Willian novamente, com um olhar serio encara o guarda que está com uma espada empunhada na mão esquerda, gritando para todos escutarem Willian fala:

-- Hoje você será morto por Baltazar Blake, que sua alma descanse em paz. --

Surge um sorriso no canto do rosto do guarda, em seguida segurando a espada com as duas mãos o guarda fala a resposta a Willian no mesmo tom:

-- Hoje eu matarei Baltazar Blake, venha!! –

Willian se irrita com a resposta do guarda, Willian fecha a mão esquerda, em seguida a aponta para o guarda, ao abrir a mão uma rajada espectral é lançada contra o guarda, a rajada é diferente da de antes, é uma massa real, emite um som de gritos de sofrimento, a rajada atinge o guarda, mas nada acontece, ela apenas atravessa o guarda que vai um pouco para traz, em seguida tocando no corpo o guarda fala com um tom de duvida:

-- O que queria faz.. –

Antes mesmo de terminar a frase algo acontece, o guarda é arremessado, seu corpo simplesmente se lança contra a casa que estava do outro lado da rua, a casa é praticamente destruída, o corpo do guarda se encontra no meio dos escombros, Willian usando a magia desce do telhado flutuando, o mesmo chega ao chão, um grande impacto cai sobre Willian, seu nariz começa a descer um pouco de sangue, mas Willian não se deixa abalar, apenas fica parado com uma pose triunfal olhando para os escombros, Willian vira o corpo e começa a seguir o seu caminho de novo, mas um barulho surge dos escombros, uma voz fala:

-- Você.. * Um respiro lento, como se estivesse sem ar * Acha que isso é o suficiente? Mago estupido --

Dos escombros surge o soldado novamente, o peitoral de sua armadura simplesmente foi destruída, seu corpo esta sangrando, seu braço direito foi decepado, muito sangue jorra do mesmo, com um olho fechado e o corpo sem forças para continuar o guarda fala:

-- Eu não irei morrer assim!! --

Willian fecha os olhos e abre lentamente, o mesmo se vira em direção ao guarda, agora parece estar mais irritado, olhando para o estado do guarda Willian pensa em não o matar, mas logo seu ódio o consome novamente, Willian levanta sua mão esquerda, o corpo do guarda é levantado 12 cm do chão, Willian se aproxima do guarda que agora está com sangue entre os dentes, Willian se aproxima mais do guarda e fala:

-- Tolo, se fica-se calado poderia viver. --
Com um ultimo ato corajoso o guarda cospe sangue no rosto de Willian, um ato de coragem, assim como imprudente.

Willian começa a fechar a mão, como uma marionete o corpo do guarda acata as ordens da magia, seu corpo vai se contraindo, o sangramento aumenta, Willian recua a mão, em seguida a estica com muita força, o corpo do guarda segue os movimentos e é arremessado para longe, o dano de usar essas magias afeta Willian, mas ele não expressa reação, Willian segue andando para fora da cidade, os moradores estão espantados, nem mesmo os guardas ousam se aproximar, para concluir sua ida Willian fala:

-- Isso é o que acontece quando vocês que não entendem a magia tentam desafiar um ser superior –


Olá, aqui esta a segunda parte da FAN, essa saio rápida, por favor não se acostumem, pois os dias podem variar, assim podendo demorar mais ou ser rápida, obrigado por estar acompanhando.


Última edição por Hakizen Hydaro em Qua 9 Jan 2013 - 1:02, editado 1 vez(es)
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Re: Mago o despertar da maldição [+12]

Mensagem por Caio. em Qua 9 Jan 2013 - 0:31

Hello man! Desculpe demorar a comentar, faltou luz por aqui. Enfim... O que eu tenho a dizer sobre o capítulo é o seguinte: encontrei alguns erros como cera (será), deis de (desde), e algumas palavras sem acentos gráficos. Minha dica é que você sempre use o Microsoft Word ou o LibreOffice Writer, caso não tenha o Word. Eles indicam possíveis erros e até mesmo indicam palavras que possam estar certas conforme o contexto.

Bem, outra coisa que reparei é que você narra num estilo como se essa fosse uma peça teatral. Não sei se esse é o objetivo; se for, está fazendo meio errado. O que eu percebi é que você não segue nem o gênero Dramático (Teatral), nem o gênero Narrativo "simples". Vejo que você fala como se o leitor fosse organizar uma peça disso, mas em momentos faz como se fosse um livro. Organize melhor a maneira como quer que as pessoas entenda, então procure um pouco mais sobre os estilos e... Pronto!

Vejo que melhorou bastante em relação ao capítulo anterior no quesito sentido, as coisas estão mais lentas, mais detalhadas, mas acho que ainda pode melhorar bastante nesse aspecto. Eu sugiro que leia alguns livros de fantasia (se você já leia, releia! é sempre bom recomeçar ^-^) e veja como as pessoas costumam narrar, descrever batalhas, momentos, etc.

Eu gostei dessa luta. Espero o melhor dessa fic e de você Smile

Bye bye.


Brag: Post abaixo apagado a pedido do autor.
Sally: Tópico trancado por inatividade. Caso queira reabrir, contate um FFM.
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Re: Mago o despertar da maldição [+12]

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