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A Irrealidade da Vida

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Re: A Irrealidade da Vida

Mensagem por AkiraEA em Dom 21 Abr 2013 - 13:43

Estou adorando a fic você escreve muito bem! Minha parte favorita foi a batalha mental no cap. 4 (cheguei a vibrar aqui XD) Quando sai o próximo capítulo hein?


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Re: A Irrealidade da Vida

Mensagem por Mag em Sex 31 Maio 2013 - 19:54

Gente, estou em viagem e sem internet. Consegui acessar agora e decidi postar o capítulo que acabei de escrever. Estou sem tempo para responder os comentários, mil desculpas, qualquer coisa eu edito com respostas depois. Mas mesmo assim, li todos umas 3 vezes e agradeço de coração.

Escrevendo sob perspectivas eu entendi porque o George R. R. Martin escreve uma série que completará sete calhamaços de 1000 páginas cada. Então eu criei esse Interlúdio, onde inserirei pontos de vistas de até 3 personagens, de forma que a fic não fique muito extensa. Espero que compreendam.

Edit com as respostas aos comentários:
Spoiler:
Pokaabu: Desde que inseri o Nohara na fic um monte de ideias estão me atacando, e talvez elas mexam bastante com os leitores... vejamos. Quanto a comer, eu deixei meio que os leitores inferissem que o Nohara tinha levado comida ao Rodrigo, mas exagerei nesse caso. De qualquer forma, eu já predendia colocar ele pra caçar mesmo, então nesse cap vê se fica mais feliz hein. hehe Obrigado pelo coment e espero que volte neste, sumido. /:

Rush: Ei seu Castilho, sempre me presenteando com seus comentários lindões hein. Sim; Nohara; sim. hehe Cara, ele vai te surpreender muito, sinto te spoilar, mas vai. E a imagem dessa vadgea, nossa, quanto's peito's mesmo's. pqp achei no deviantart, culpa deles. Ah, e aquela repetição de "escarnio" no início foi bem proposital mesmo, pra deixar meio que a marca do personagem em questão. Que bom que tenha gostado da descrição do beijo, tentei fazer algo menos convencional das fics e usei a explosão de uma bomba pra fazer uma reprodução relativamente metafórica, ficou legarzinho xD. Ri tanto imaginando o Nohara fappando pra eles ahsuhaushusahus. Essa questão do sistema governamental e tal, eu ainda estou perdido, e na realidade ele é bem de um estilo distópico bastante clichê, mas eu juro que vou botar todo mundo pra cagar no final. Vocês vão ter uma reação de chock, mas se vão gostar ou não, aí não é comigo.
Cara, obrigão mesmo pelo comentário, amo seus coments grandões, espero que comente neste capítulo (: Abraço negão.

Guillerjo Gui, você é de longe o leitor que tem o maior conhecimento político. Juro que estou receoso em te decepcionar completamente quanto a esse quesito, mas vamos ver... Eu tenho umas ideias pra botar e pesquisas a fazer. haha Valeu pelo comentário, cara.

AkiraEA: Ei, um leitor diferente. Sempre bom ver carne nova por aqui. Que bom que gostou da tal luta mental, eu achei ela bem fraquinha, mas é provável que aquilo se repita na fic, e eu prometo que vou deixar ainda melhor. Obrigado por comentar, espero que apareça aqui de novo.

Postei a fic correndo ontem (31/05) pra não perder o FOTM de Maio. Tinha alguns erros relacionados ao nome dos pokémon (empalar um Pidgeot, KROKODIL - já que não sabia que era Krookodile, etc), já que eu não tinha internet pra conferir. Hoje (01/06) corrigi essas bobeiras. Desculpa a quem leu com elas... /:

6
Interlúdio I


Rodrigo


As ideias de tudo que poderia acontecer não paravam de me atormentar. Estava à mercê dos conhecimentos de um cara que eu acabara de conhecer, mas era a única e mais fácil alternativa que tive desde que dei a louca de ser revolucionário contra um governo que mandava matar quem o contrariava. Morrer... A possibilidade de morrer trespassava meu coração, e meus olhos vagavam ao redor, procurando não sei o quê. O que viria depois? Seria céu, inferno, o nada, sofrimento ou descanso. Unir-se à natureza... é, bem poético. Dar adeus à vida. À este pensamento, busquei a vontade de despedir-me do viver nos recônditos mais secretos da minha mente, mas parecia ser um desejo que ainda me escapava.

Vislumbre de Raquel. Sorri, e meus pensamentos existenciais sumiram e só seriam despertos quando minha mente achasse adequado lembrar, fazendo aquela incompreensível ligação entre um raciocínio e outro, e então eu voltaria a me martirizar; até lá, Raquel era o motivo do meu sorriso. Amor. Não, eu não queria poluir a nossa relação com esse sinônimo de mentira comunitário. Ah, quanta vontade eu tinha de ficar só com ela... Já temi perde-la por causa de minhas atitudes, mas agora estava mais confiante. Eu fui ao ápice quando capturei o Growlithe, e querendo ou não, ela havia aceitado esse fato.

O chiado da carne assando em demasia me despertou. Havia depenado e empalado num pedaço de pau um pequeno Pidgey que agora aquecia exposto às chamas de uma fogueira improvisada. Troquei o espeto de mão e girei o corpo do pokémon pássaro. Internamente ainda agradecia ao Nohara; duvido que tivesse conseguido pegar alguma coisa para comer na floresta sem o bendito Croagunk que ele me deixara como suporte... O Growlithe estava deitado na terra úmida do outro lado da fogueira, pela primeira vez sem me vigiar desde que ficamos sós. Ele ainda tinha medo de mim. Mas eu sempre me lembrava de não poder culpa-lo, merecia desconfiança mesmo.

Suspirei, fitando o negro céu enluarado, mas sem estrelas. Fingi esquecer a poluição e imaginei ser ela nua, despida de adornos e enfeites. Belíssima.


Nohara


E se alguma coisa houvesse acontecido? Várias imagens indesejadas passavam pela mente de Nohara, embora ele assegurara a si mesmo de que tudo correria bem. Mas não conseguia acalmar Raquel, que titubeava de um lado para o outro, fazendo a areia da praia ranger sob seus passos inquietos. O sol era nada mais que resquícios de luminosidade fugidos do mar, que teimavam em aparecer quando seu astro já devia iluminar outra parte do mundo.

– Fica calma, Raquel, ele já deve estar chegando.

– Não estou agitada por isso... – continuou andando – é que tudo que você me disse é inacreditável.

– Até agora?

Ela freou e fitou o jovem de óculos, estampando no rosto a impaciência que não conseguia mais conter.

– Você acha que alguma vez passou pela minha cabeça a possibilidade de nós sermos literalmente controlados? – Franziu a testa. – E o pior – ou talvez seja o melhor – é que você é o líder de um grupo de pessoas que se preparam secretamente para dar um golpe de estado.

– Eu não sou o líder – Nohara redarguiu incisivo –, não sou capaz de liderar algo dessa magnitude...

– Coloque a modéstia à parte agora, por favor. – Cortou-o Raquel. Estava ranzinza.

– Sou só mais um colaborador. Não saí de casa porque a melhor forma de ajudar o grupo é sendo um infiltrado, continuando a ser o filho de pais ricos que não se importa com nada.

– E você pretendia me contar isso mesmo sem conhecer o Rodrigo?

– Não. – Negou complacente. – Você precisa entender que isso é ultrassecreto, e todos os planos que temos dependem de um governo que será pego desprevenido.

Raquel fungou, contendo a exasperação. Por sorte Rodrigo apareceu, saindo do meio da mata, e veio andando vagarosamente. Seguia à beirada das ondas, assistindo a profusão de cores alaranjadas, azuis e negras que se desalinhavam no horizonte em tonalidades cadenciadas, e cada nuance exprimia a necessidade de ter sido pincelada pelas exímias mãos de uma divindade que se importava mais com as grandes belezas naturais à falha que fora o seu ser humano.

Raquel correu e o abraçou. O beijo que se seguiu foi observado por Nohara com um franzir estressado de sobrancelhas. Os músculos de sua face se contorceram ao forçar um sorriso fingido para o reencontro romântico do belo casal.

Contaram tudo detalhadamente ao Rodrigo, que rapidamente teve suas duvidas elucidadas. Acabou descobrindo que havia pessoas que tiveram atitudes semelhantes às dele ao se depararem com a realidade da sociedade que os rodeava, mas um grupo secreto conseguia encontrar algumas delas e as acolhia antes que a organização homicida do governo as matasse. Hoje essas pessoas viviam se preparando secretamente para dar um golpe de estado, mas sob um disfarce feito tão cuidadosamente que jamais seriam desmascaradas. Unir-se a eles era a única forma que Rodrigo tinha de continuar vivo agora.

Nohara observava o outro com interesse. As reações dele diante das novidades eram cautelosas; mostrava-se intrigado, mas não transparecia muito mais que isso. Parara de se mostrar tão vulnerável, inferiu. Nohara pensara que ele faria como Raquel, que ficara estarrecida quando lhe contou tudo no dia anterior, enquanto tentava usar o Alakazam para entrar na mente da moça da organização e descobriu que havia ali um bloqueio mental delicado, quase intransponível.

– Então – disse Rodrigo mais tarde, lançando um olhar peculiar em Nohara – posso deduzir que toda aquela conversa que tivemos na cabana foi uma encenação para verificar o que eu realmente tinha na cabeça?

Nohara fitou-o consternado, mas depois sorriu largamente.

– Sim. – Poderia ter dito milhares de outras coisas, ou acrescentado os motivos para ter feito aquilo, mas não quis. Rodrigo entendera.

Um silencio decaiu sobre eles. Rodrigo estava pensativo. Raquel, meio sem jeito e meio sem graça. Nohara tinha imposto a ela uma condição para que Rodrigo fosse aceito no grupo. Aquilo a deixara num impasse. Ela abriu a boca e puxou o ar para começar a falar.

– E o que faremos agora, exatamente? – Rodrigo quebrou o silencio antes dela.

Raquel olhou fixamente para Nohara, depois se voltou resignada para Rodrigo.

– Você e o Nohara vão partir, ele vai te instruir em tudo sobre esse grupo de pessoas e...

– Raquel vai substituir minha posição estratégica aqui. Nada perigoso, tudo que era complicado e envolvia relações arriscadas eu já resolvi, mas precisamos de alguém caso haja uma emergência.

– Por que você não continua, ué? – Ele indagou.

– Já passou da hora de eu me juntar ao grupo, e que oportunidade melhor que essa?

Nohara observava os dois com atenção. Viu que Raquel tinha seu foco sobre Rodrigo. Esperara que ele esbravejasse, que se exaltasse e até partisse para cima, mas permanecera impacientemente quieto. Embora um pouco triste e emburrado, claro.

– Olhem – apontou Rodrigo.

Do lado oposto ao que sol e mar haviam terminado seu beijo, levantava uma imponente lua com sua luz branca contrastando com a negritude do céu. À distancia, um grande dragão sobrevoava a cidade, e a lua mostrava a direção em que seguia.


Tyler


Era hora. O cheiro do sangue era insuportável mesmo com os panos que eu usei para limpar a cerâmica lisa e branca do salão de batalhas. Desisti, já estava muito tarde pra fazer aquilo, e de que adiantaria mesmo? Meus pais veriam de qualquer forma. Era até engraçado.

Estirado no chão, no canto da parede para onde eu o arrastara, estava o corpo do moleque que havia me atormentado todo o ensino médio e que tivera a infeliz ideia de tentar retribuir o que eu fizera com seu Magmortar na semana anterior. Eu já imaginava que isso aconteceria, mas o fato de ele vir sozinho foi uma surpresa – sempre andava em grupo e, admito, seus companheiros reunidos eram a maior ameaça. Tive pena no início, mas quando ele, completamente alucinado, tirou do bolço uma arma ao invés da pokébola, minhas entranhas arderam em ódio. Meu grande crocodilo entrou na frente no momento exato do disparo, recebeu o tiro em meu lugar e avançou na direção do garoto, arrancando com sua boca, além da arma, os dois antebraços dele. Abrupto. Então terminar de mata-lo foi minha única saída quando ele começou a gritar de dor como um louco desvairado.

Seus cotos ensanguentados sujaram minha roupa inteira enquanto estrangulava-o na tentativa de leva-lo a óbito mais rápido. No calor do momento, não pensei em mais nada, apenas corri com o intuito de fazer com que ele parasse de gritar. Arrependo de não ter ordenado o Krookodile a terminar o que tinha começado. E eu sinceramente nunca tinha pensado que as coisas acabariam assim para o moleque; nem queria aquilo, embora o odiasse.

Em silencio, peguei todos os meus pertences úteis no meu quarto, enfiei-os numa mochila com cuidado criterioso, e saí de casa com tranquilidade. Não queria acordar meus pais, menos ainda por causa de vacilados que o desespero nos faz cometer. O que aconteceu lá dentro, no salão, fora uma boa lição.

Tomando notas de que não estava sendo observado, liberei meu Drudiggon da pokébola, montei-o e parti para meu último destino naquela cidade pacata. Afinal, a tragédia tivera algum beneficio se olhada sob o ponto de vista do que importava para mim. Me obrigara a fugir de casa antes do que eu esperava, e isso não é lá coisa má; pelo contrário, é muito bom. Sorri. Em resposta às graças da minha vida, avistei o porto controlado por meu pai.

Quando estava mais próximo, vi três vultos na praia, não muito longe do meu destino. Franzindo a testa e apertando os olhos, tentei identificar quem eram. Àquela hora da noite o mar não costumava receber visitas do povo de Canavale.

Ah! Coisa mais engraçada. Era meu fruto proibido e sua medíocre paixonite. Alguém mais os acompanhava, mas fiquei tão desvairado com o amontoado de acasos que confabulavam para me privilegiar com oportunidades, que não lhe dei atenção. Desci rascante sobre as costas do meu dragão, e não só a terra tremeu quando ele pousou na frente do trio.

– Que encontro irônico esse, não é? – À perguntas retóricas, aprendi que não devo esperar respostas. – Druddigon, mata ele.

Meu dedo apontando Rodrigo fez do movimento do dragão algo incomparavelmente rápido. Tive esperança de que esse ataque seria tão certeiro que tudo acabaria ali. Mas Raquel fora ágil. Um imenso dragão chinês azul interceptara o ataque do meu pokémon. Os dois iniciaram uma luta tresloucada, e jurei que seus rugidos despertariam toda a cidade. Tirei do bolço outras duas pokébolas, Garchomp e Krookodile se colocaram lado a lado.

- Matem ele!

Os dois avançaram. Sem que eu pudesse ver de onde veio, um vigoroso Croagunk apareceu e desferiu um fortíssimo golpe no Garchomp, que voou alguns metros, arrastando-se pela areia. Sapo e crocodilo iniciaram outra luta feroz. Garchomp levantou-se, recuperado, e não deu atenção à luta, foi direto ao alvo.

Com a extensão afiada de seu braço brilhando intensamente, correu incontrolável. Vi em câmera lenta a cena comovente de um pequeno Growlithe enfaixado, rosnando com ferocidade e saltando em defesa de Rodrigo. A última que realmente vi naquele dia.

Senti as garras frias do tempo penetrando a minha carne com tranquilidade comedida, a mandíbula de incontáveis dentes pontiagudos dilacerando meus ossos até o tutano profundo. Minha cabeça debulhou-se em grasnados de terríveis corvos famintos, o ar entrou ardente por minhas narinas, mas em meus pulmões chegaram como fogo e enxofre. Derreti enregelado. Os vultos negros eram o avesso do sentido. A vida esvaía-se por meus poros. Gritei como o louco que nunca fui.

A imagem de um Alakazam pairava sobre tudo.

No outro dia acordei morto.

↭ ↭ ↭

Eu não sei mais o que pensar do Tyler. Esse personagem está me surpreendendo, sem brincadeira. Dos três aí, foi o que saiu mais espontaneamente, e achei que guardou a melhor parte deste capítulo. O que pensam dele?


Última edição por Mag em Dom 2 Jun 2013 - 1:18, editado 3 vez(es)
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Re: A Irrealidade da Vida

Mensagem por Yoshihime em Sab 1 Jun 2013 - 2:33

Agrupar os capítulos foi uma boa, impede que você tenha que postar um curto e vazio só pelo fato de ser necessário.

Dos 3 dessa postagem meu favorito foi o do Rodrigo, nele você trabalhou bem com uma simultaneidade por meio de um fluxo de consciência.

Vi referência ao panteísmo ali, e a Krokodil, a propósito, o maior erro do capítulo está aqui, você não deixou claro que pokémon recebeu esse apelido, podem ser de diferentes famílias como um Krookodile ou um Geraaligatr.

O final do capítulo foi ótimo, consegue me deixar ansioso para saber o que acontece em seguida, apesar de eu não ver nada demais no Tyler, além de um mimado revoltadinho e assassino. Não é um tipo de personagem que me agrede. Mas fluiu bem.

Desculpe pelo comentário meia-boca, mas estou com sono.
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Re: A Irrealidade da Vida

Mensagem por laser queer em Dom 2 Jun 2013 - 9:52

Cara.

CARA.

Tudo bem, já estava na hora de sair do computador, mas não pude resistir a necessidade de comentar. Eu realmente não sei comentar, mas o Rush disse tudo, então acho que não tem problema dessa vez.

Essa foi simplesmente a melhor fic Pokémon que já li em toda a minha vida. Sem exageros. Eu costumava procurar por elas na internet, mas desisti no momento em que percebi que era impossível inovar usando Pokémon como tema. Quer dizer, já havia lido tantas que, ao olhar dos pobres autores, parecia ser um material novo, mas na verdade era "só mais uma jornada comum vista por um lado mais realista", que, com o tempo, realmente tive certeza de que minhas expectativas para uma fanfic Pokémon inovadora morreram.

E eu estava completamente errado.

Você não deixou que o tema lhe limitasse, pelo contrário, conseguiu inovar algo que eu considerava o cúmulo do clichê. Não estou desmerecendo as outras atuais fanfics Pokémon, principalmente da PM, principalmente porque, pelo que eu me lembre, nunca cheguei a ler uma de verdade, mas acho que posso dizer que "A Irrealidade da Vida" me fez dar outra chance a estórias de mesmo tema.

A sua narração é perfeita. Sério, nunca vi melhor. Até comentei com uma amiga minha que também escreve muito, e ela ficou surpresa. Mas isso, é claro, você já deve saber. O que mais me surpreendeu mesmo foi a sua capacidade de conseguir encaixar tão bem as cenas, e as colocar em uma ordem perfeita. Depois de ler, posso dizer que elas não poderiam estar em outra ordem. E cara. Aquela cena de beijo, serião... Fiquei muito arrepiado. Não consigo pensar em um lugar da estória melhor para o primeiro beijo. E a captura do Growlight?! Poxa, muito legal mesmo. Você conseguiu trazer Pokémon a realidade sem que ficasse algo chato e maçante, mas acho que poderia dar mais importâncias às mortes. Sei lá, parece que é fácil demais para uma criança matar alguém. Ainda mais outra criança. Por mais que tente mostrar um lado sombrio que os personagens são obrigados a assumir pela sua própria realidade, acho que dá pra você dificultar um pouco mais os assassinatos. Nunca consegui visualizar tão bem uma cena só de ler uma fic como quando li a sua. Os personagens, enredo, cenas, tudo foi muito bem pensado. Só queria que o Growlight perdoasse o Rodrigo, ele não fez por mal, poxa. ç.ç

Espero mesmo que eles consigam alcançar o seu objetivo, no final das contas. Se bem que um final trágico não seria nada mal para algo tão realista. q

Quanto ao último capítulo, faço das do Gui, as minhas palavras. Você me deixou bem ansioso para saber o que acontece agora. Então, hm, trate de postar o próximo capítulo, quero muito saber o que vai acontecer agora com esse outro mano. Pode ser um exagero, mas ele é a nova Dolores Umbridge. q

Mas creio que isso é bom. Quer dizer, um bom vilão mesmo é aquele que todos odeiam. Ou que amam muito. Se conseguiu um dos dois, provou que sabe mesmo construir personagens. Quer dizer, ainda não sei se ele é vilão, mas é tão insensível que espero que ele morra do pior jeito. u.u
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Re: A Irrealidade da Vida

Mensagem por Rush em Dom 2 Jun 2013 - 13:43

MAAAG.

Cara, tenho que admitir que fiquei um tanto decepcionado com o tamanho do capítulo. Sei lá, você demorou quase um mês pra postar, pensei que ia sair algo gigante, mas ficou bem pequeno até, para os teus padrões. De qualquer forma, o mesmo foi muito bom, ótimo como sempre. Fiquei muito surpreso quanto o final, já que você não me passa spoilers. :/ UAHEUAHE'

Primeiro, vou comentar as partes que não gostei muito não, mas é frescura minha. Primeiro, só rejeitei essa cena:

Raquel correu e o abraçou. O beijo que se seguiu foi observado por Nohara com um franzir estressado de sobrancelhas. Os músculos de sua face se contorceram ao forçar um sorriso fingido para o reencontro romântico do belo casal.

Mesmo sendo um sorriso artificial e contra a sua vontade, eu achei ele muito desnecessário. Quer dizer, não vejo o Nohara como um cara que se importe com as pessoas alheias, a ponto de fingir estar feliz por eles. Não consegui imaginar ele construindo um sorriso por algo que não lhe agrade, logo pensei que o rapaz iria ficar sério com tudo isso, sem se importar se iria parecer um cara desagradável ou não.

E outra coisa... Você disse que Nohara emprestou um Croagunk pro Rodrigo e tal. Tudo bem, mas no final, o pequeno sapo fez o Garchomp voar alguns metros? Achei bem confuso por causa da diferença de peso e tamanho dos dois Pokémons. Mas de qualquer forma, você quis dizer que era sua evolução, o Toxicroak?

Enfim. Acho que está tudo bem bolado. Estou curioso para conhecer esse grupo de "rebeldes" que se esconde, apenas aguardando o tempo certo. Tenho certeza que muitos personagens bem feitos irão ser introduzidos. *-* Falando nisso, o Tyler morreu cara? Sério? Espero que tenha sido apenas algum ataque pirocudo do Alakazam que tenha o deixado em alguma espécie de coma temporária, pois eu acho que esse moleque tem MUITO para mostrar. Tanto que se não fosse pelo Nohara ali, o Rodrigo e a Raquel estariam mortos.

Krookodile, sério? Odeio esse bicho. AUEHUAHEUAE' Mas na cena que fora descrita para arrancar os dois membros do bully, só imaginei ele ou um Feraligatr, já que ambos são crocodilos e famosos por suas fortes mordidas. De qualquer forma, tu fez um ótimo uso dele.

Sobre o clima e a atmosfera do capítulo, está tudo perfeito como sempre. Você fez o realismo dos personagens ser cada vez mais intenso a cada respiração de desespero, medo ou felicidade deste momento pesado que estão passando. Fico com pena da Raquel, sei lá, na minha cabeça ela é uma menina muito... Sei lá. Não sei se irá aguentar a pressão. Tenho certeza que o governo vai acabar usando o corpo - o controlando, seu pervertido - para trair o grupo, ou até localizá-lo. Isso se o Nohara for confiável, né?

Acho confuso você mudar a narração de primeira pessoa para terceira pessoa, mas fica bem legal. Você explora bem a visão do narrador e de cada personagem.

É isso cara, capítulo dengoso demais. Fiquei triste pelo Tyler, achei tudo tão rápido e confuso... Creio que seria assim na vida, né? Uma hora tchu, e na outra hora tcha. Aguardo desde já próximo capítulo. Espero que não tenha matado o Growlithe nem o Tyler. Um abraço cara, até mais. Não desista, por favor, e poste mais rápido. AUEHAUE'
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Re: A Irrealidade da Vida

Mensagem por .Korudo Arty. em Dom 2 Jun 2013 - 16:01

Oh Mag, tu é demais, man! Sabe, eu comecei lendo a fic sem muito interesse, só por causa da sua escrita mesmo, desde o início eu achei ela fluída, agradável, mas não me sentia atraído pela história, principalmente pela demora na elucidação dos fatos, tudo muito confuso e tal.

Vou falar separadamente de toda a cronologia. Eu não gostei do Primeiro Capítulo. Concordo que gosto de uma fic meio fora dos padrões, mas no início achei a sua fora do padrão demais, na boa, sabe? Nunca fui muito de gostar dessas história onde existe um governo autoritário e pessoas revolucionárias que sofrem pra [palavra censurada] durante toda a história para no final todos morrerem pela salvação da pátria - então, por favor, não termine a fic com Raquel, Nohara e Rodrigo mortos pelo governo depois que eu já me fixei a eles! E eu confesso que morri de dó do pobre Growlithe, imaginando que o Rodrigo era aquele comum protagonista anti-herói, violento, mesquinho, arrogante, sanguinário e egoísta. O melhor para ser odiado. Mas então vi que ele ficou mexido com o que fez com o Pokemon e achei que a história poderia ficar interessante. E ficou.

O capítulo 4 foi o melhor porque eu achei ele mais interessante e menos confuso - mais misterioso que os outros, mas quase sem confusão alguma. E tive certeza que me tornaria fã de carteirinha a partir do quinto capítulo, quando a história começou a ficar mais clara. Gostei desse interlúdio, ele ficou bem claro e tal. E quanto a morte do Tyler, já foi tarde, não gostei dele desde o capítulo que ele protagoniza ¬_¬' Parabéns por ter matado ele e deixe-o assim, morto ele é um herói! e_e'

Espero o próximo capítulo MUITO ansiosamente. E de novo, deixe Nohara, Raquel e Rodrigo vivos, por favor T_T'

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Re: A Irrealidade da Vida

Mensagem por Pokaabu em Seg 3 Jun 2013 - 13:20

Oi Mag, bom, capitulo mediano, pelo menos na minha opinião, nada umilde, Razz. Gostei muito mais dos capítulos anteriores, achei que a relação do Tyler com o Rodrigo e Rachel foi meio, sei lá, abrupta. Acho que você deveria colocar uns POVs dentro desse governo, seria divertido, sem querer dizer como você deve levar a sua história, claro. Quando eu vi matem ele, lembrei na hora do vi ela, a vi. Bolço? Espero não ter sido muito rude, té o próximo capítulo. ^¬^
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Re: A Irrealidade da Vida

Mensagem por Dusknoir em Ter 4 Jun 2013 - 9:15



Sério, isso me assustou xD

Como raios uma pessoa acorda no outro dia morta?! Bem, afora isso só elogios, mas estou sem criatividade para te elogiar, os outros já o fizeram então... É, você escreve bem na primeira pessoa, normalmente fics nesse estilo de narração param nos primeiros capitulos, mas espero que a sua não.

Quanto aos personagens, cara eu gostei deles, pena o Tyler estar (acordado) morto, sério pensei que ele faria algo mais chan quanto a fic, outra coisa, não mate o Growlithe e.e

Bem é isso ai, continue sua fic, está indo (muito) bem!


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Re: A Irrealidade da Vida

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