Pokémon Mythology
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The Chronicles of Pokémon

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The Chronicles of Pokémon

Mensagem por Andresinho157 em Qui 6 Dez 2012 - 15:18

Bem, aqui estou com meu novo projeto, um dia antes do prometido.

"A história se passa na mística região Sinnoh, onde três jovens iniciam uma jornada para se tornarem campeões. Mas tudo muda de rumo quando descobrem que seus destinos estão entrelaçados à misteriosos acontecimentos ao redor da região, e juntos resolvem desvendá-los."
Personagens (essa seção será atualizada com o tempo)
~~Principais~~
Spoiler:
~~Fujisaki Mirai - 15 anos~~
Spoiler:
Spoiler:
Mirai é uma garota que não liga muito pro mundo à fora. Pensa apenas no amor e em garotos. Tem uma quedinha por homens. É um pouco boba e inocente, porém não é tímida quando fala com os outros. Está sempre tentando exibir seu corpo, usando roupas curtas e chamativas. O seu maior medo é de pokémons insetos. Ela não costuma ser solitária.
Pokémons:
~~Josh Hummels - 17 anos~~
Spoiler:
Spoiler:
Sempre gostou de pokémons desde criança, sendo contrário aos seus pais, que sempre o impediram, mas ele resolveu sair de casa e se aventurar. Não liga muito pra ficar namorando, e é muito tímido.
Pokémons:
~~Harry Falks Flare - 15 anos~~
Spoiler:
Spoiler:
Quando tinha apenas sete anos, presenciou a morte de seus pais, não gostou nada disso e se entregou a violência. Misterioso, não dá às pessoas as informações que não merecem. Ama seus pokémons e sofre um amor platônico por Vanny.
Pokémons:
~~Dylan Duncan Cooper - Mestre Pokémon~~
Spoiler:
Desde muito pequeno, sempre mosrou interesse pelas batalhas Pokémons. Cresceu, viajou, e treinou duro, até ser reconhecido como o treinador mais novo a se tornar um Mestre Pokémon. Junto ao seu inseparável Emolga, ele enfrentará muitos desafios.
Pokémons:
~~Cynthia - Campeã de Sinnoh~~
Spoiler:
Ela está de volta, porém mais velha. Mesmo assim, ainda mantém o título de campeã de Sinnoh, e permanece invicta.
Pokémons:
~~Looker - Agente Secreto da Polícia Internacional~~
Spoiler:
Esse renomado policial está de volta, para investigar uma das maiores crises das história de Sinnoh.
Pokémons:

~~Vilões (Equipe Galática)~~
Spoiler:
~~Cyrus~~
O Egocêntrico líder da Equipe Galática está de volta. Agora, beirando os 60 anos, está mais forte e determinado a executar seu plano final!
Pokémon:
~~Saturno~~
O Braço direito de Cyrus, embora mais velho, continua poderoso e está disposto a fazer de tudo para não falhar com seu mestre.
Pokémon:
~~Marte~~
Marte sempre cumpria os desejos e as ordens de Cyrus, e não mudou nada. Ela fará de tudo para alcançar a glória junto a Cyrus.
Pokémon:
~~Júpiter~~
Júpiter continua com sua implicância e rivalidade com Marte, mas isso não impedirá que ela realize os planos de Cyrus ao lado dela.
Pokémon:
~~Netuno~~
Novo integrante da Equipe Galática, é o único neto de Cyrus, e tem apenas 20 anos. Fará de tudo para ajudar seu avô em seus planos e batalhas.
Pokémons:
~~Charon/Plutão~~
É o cientista da Equipe Galática. Apesar de velho, ainda é muito inteligente.
Pokémons:

~~Outros (Rivais, etc.)~~
Spoiler:
~~Enzo Harris - 18 anos~~
Spoiler:
~~> Aqui, desconciderem o cigarro na boca dele.
Spoiler:
é um treinador que se empenha muito nas batalhas, passando por cima de qualquer treinador sem dó, por isso é dado pelos outros com antissocial. Por causa dessa "fama" de antissocial ele não tem amigos e sempre viaja sozinho fazendo assim que tenha muita amizade com seus pokémons. Ele nasceu em Jotho, mas aos 17 anos foi morar com seu tio em Sunyshore, e saiu da casa de seu tio com seu Totodile e um ovo de Axew, para tentar alcançar seu sonho que é capturar Dialga e voltar no tempo, para salvar sua irmã, que foi morta por um Ursaring.
Pokémons:
~~Ren Souryuu - 16 anos~~
Spoiler:
Spoiler:
Tranquilo e quieto, Ren é alguém que adora descansar e se entedia facilmente se não houver o que fazer ou a batalha perder o clima de desafio. Tem o hábito de se distrair com atividades que seriam consideradas "infantis", como tomar sorvete ou alguma oportunidade diferente, animando-se quando encontra algo deste gênero. Levando-se isto em conta, aqueles que o encontram pela primeira vez tendem a subestimar suas habilidades, isto é... Até enfrentá-lo em uma batalha. Com um raciocínio rápido e decisões não usuais, consegue fazer o que muitos julgam impossível. Quando fica entediado, termina logo a batalha para procurar por algo com o que se divertir.
Pokémons:
~~Maggy de Bienfaite - 13 anos~~
Spoiler:
Spoiler:
Maggy não é nada tímida, pelo contrário, fala pelos cotovelos! Adora Pokémons do tipo Voador, por isso é o único tipo de Pokémon que a menina captura, ela é bastante animada e simplesmente ama a natureza. Tem horror a Pokémons do tipo Fantasma, por achá-los um tanto estranhos e nojentos. Prefere cuidar de Pokémons e a cozinhar do que ficar batalhando por aí, como normalmente os Treinadores fazem. Seu maior sonho é se tornar uma famosa Criadora Pokémon!
Pokémons:
~~Vanny Leakes - 15 anos~~
Spoiler:
Spoiler:
Gelo, uma palavra perfeita para descrevê-la. Em primeiro lugar por que veio de Snowpoint, uma cidade que neva 24 horas por dia, sete dias por semana... Em segundo por que seus pokémons se resumem em gelo (exceto Magmortar, que ela trocou com Harry por seu Eevee). Mas nem tudo em Vanny é frio e sombrio, ela sorri até nas horas mais difíceis, e se a perguntarem como ela queria morrer, sua resposta seria sorrindo.
Pokémons:

Capítulos:
Primeira Temporada
Capítulo I - O Começo de Muitas Aventuras!
Capítulo II - O Garoto da Cicatriz.
Capítulo III - Lágrimas de Sangue.
Capítulo IV - O Fabuloso Day Care de Jubilife City.
Capítulo V - Cidade em Caos, Parte 1: Uma investigação Galáctica!
Capítulo VI - Cidade em Caos, Parte 2: Começa o Plano Supremo!
Capítulo VII - Um Coração de Gelo - Memórias de Harry
Capítulo VIII - Os Moinhos de Floaroma

~~Capítulo I - O Começo de muitas Aventuras~~

– Achei! Encontrei o resto da frase! – Gritou um homem de jaleco branco, óculos, e botas pretas – Finalmente saberemos a mensagem que os Unowns deixaram para nós!
Rapidamente uns quatro outros cientistas se aproximaram:
– Vai, diga-nos o que está escrito aí?
Eis o que estava escrito:

“Aqui deixamos nosso legado, para que um dia, a verdade surja”.
De repente, uma forte luz inunda o local. Puderam-se ouvir os gritos abafados das pessoas. E então, todos havia desaparecidos.
[...]
Mirai tem quinze anos, e mora em Twinleaf. É uma garota que não liga muito para o mundo a fora. Um tanto bobinha e ingênua, tem uma quedinha por qualquer garoto que vê pela frente. Usando sempre roupas curtas e chamativas, ela é alegre, e sempre teve vontade de seguir em uma jornada.
Nossa história começa alguns dias após seu aniversário de 15 anos, quando sua mãe finalmente permitiu que ela viajasse. Mas, como em todo clássico começo de jornada, estava atrasada:
– Mirai, acorda, você está atrasada! – gritou sua mãe, Hiromi.
Ela acordou assustada, pois seu despertador não despertara. Rapidamente vestiu-se: um micro short; uma blusinha com um decote bem extravagante, e uma sandália de salto alto. Quando sua mãe a viu, rapidamente a mandou colocar algo menos chamativo: um short um pouco maior que o primeiro; uma blusa com um decote menor, e que cobria toda a barriga; sandálias rasteirinhas.
Tomou um café da manhã rápido, pegou sua bolsa e se despediu:
– Tchau mãe!
– Tchau filha! – respondeu – Tome cuidado!
– Pode deixar!
Virou-se e seguiu caminhando até a saída da cidade, aonde chegou à rota 201. A rota era pequena, e ela rapidamente chegou a Sandgem Town, uma pequena cidade entre as rotas 201, a oeste; 202, ao norte; e 219 ao sul. Nessa cidade, encontra-se o laboratório do professor Kim, neto do professor Rowan, já que este se aposentara.
O laboratório era vistoso, grande e branco com detalhes verdes. Possuía uma porta de vidro automática, que se abrira quando Mirai aproximou-se.
Com um olhar curioso, Mirai andava e observava tudo a sua volta. Andando poucos metros à frente, encontrou o professor Kim, um jovem de estatura mediana, cabelos lisos e azul-marinho, jaleco branco e um par de olhos verdes. Ao ver Mirai se aproximando, Kim a recepcionou:
– Bom dia jovem! – disse – Tudo bem com a senhorita?
– Sim! – respondeu Mirai entusiasmada – O senhor é professor Kim, neto do glorioso professor Rowan?!
– Sim, sou eu mesmo! E suponho que você seja Fujisaki Mirai, certo?!
– Certo! – respondeu ela animadíssima, e logo depois olhou desconfiada e disse – Como o senhor sabe meu nome?
– Estou aqui com as fichas dos novos treinadores que viriam pegar seu primeiro Pokémon. – disse, e logo depois apontou para uma mesa onde havia três pokéballs justapostas uma do lado da outra – Pronta para escolher o seu parceiro?
– Sim! Estou louca para pegar o meu Turtwig!
– Como assim, Turtwig? – perguntou o professor, enquanto Mirai o fitava com surpresa – Você não sabe?Este mês, comemora-se em Sinnoh, o mês da imersão de Kanto em Sinnoh. Como parte da comemoração, em todo o continente está havendo competições e festivais sobre Kanto. E aqui, nós não podemos ficar de fora, portanto os Pokémons que você terá para escolha serão estes... – disse ele pegando uma pokéball – Bulbasaur, o Pokémon semente.
– Nossa! – exclamou – como ele é fofinho!
– A seguir temos Charmander, o Pokémon lagarto! – disse ele, enquanto Mirai olhava atentamente – E por último, Squirtle, o Pokémon tartaruga pequena.
– Ai! Estou tão confusa! – disse ela coçando a cabeça – Qualquer um deles seria interessante de serem treinados, mas acho que vou ficar com o Squirtle!
– Excelente escolha! – disse o professor, pegando a pokéball do Squirtle e entregando para Mirai junto com a Pokédex – Antes de colocá-lo de volta a Pokéball, observe suas informações na Pokédex!
– Sim! – exclamou, pegando a Pokédex e direcionando-a para Squirtle.
“Squirtle, o Pokémon tartaruga pequena. Ele se abriga em sua concha para se defender de seus inimigos. Sempre que há uma oportunidade, contra-ataca com jatos de água.”
Mirai pegou a pokeball e a direcionou para Squirtle. Em seguida, ele retorara para a pokeball. O professor Kim se aproximou e a entregou cinco pokeballs, dizendo:
– Você pode carregar até seis pokémons consigo, portanto use-as com sabedoria!
– Sim senhor, e obrigada por tudo! – disse, virando-se e deixando o local.
Ao sair do laboratório, Mirai lançou a pokeball para cima e pôs Squirtle para fora. A partir daquele momento, começaria uma grande aventura, e seguiram em direção à Jubilife City, mas antes teriam de passar pela rota 202. Chegando à rota 202, se deparou com uma enorme variedade de Pokémons, Squirtle cumprimentava a todos. Mirai e ficou impressionada ao ver um Buneary, um pouco distante dali, comendo algumas maçãs, enquanto descansava na sombra de uma árvore. Logo lançou uma pokéball em sua direção, acertando o Pokémon. A garota havia se apaixonado pela pequena coelhinha. A pokeball girou uma, duas, três vezes e... Abriu-se, enquanto o Pokémon saltou para cima da árvore, onde ficaria mais protegida. Mirai ouviu alguém falando por trás dela:
– Você não sabe que tem que batalhar contra um Pokémon antes de capturá-lo? – disse um rapaz loiro, alto e aparentemente mais velho que Mirai.
– Não, eu não sabia!
– Então deixe eu te mostrar! – disse ele, pegando uma pokeball do seu bolso – Vai Bulbasaur!
O Bulbasaur saiu glorioso da pokeball. Mirai o reconheceu. Era o mesmo que o professor Kim havia apresentado a ela. O rapaz observou um Caterpie de longe e deu os comandos:
– Bulbasaur, acerte aquele Caterpie com um Razor Leaf!
O Pokémon fez com a cabeça um sinal positivo, e logo em seguida lançou vária folhar com aspecto de laminas em direção ao pequeno Pokémon. O garoto pegou outra Pokéball e pronunciou a clássica frase:
– Vai, Pokéball! – o dispositivo acertou Caterpie em cheio. Girou uma, duas, três vezes e parou. A captura foi um sucesso – Isso! Eu peguei um Caterpie!
– Nossa, que legal. Meu nome é Fujisaki Mirai, e estou começando uma jornada junto com meu Squirtle.
– Meu nome é Josh Hummels, e eu também comecei uma jornada ao lado do meu Bulbasaur, e agora ao lado do Caterpie também! – disse, colocando o Caterpie pra fora da Pokeball. Nessa hora, Mirai se desesperou.
– Ah!!! – gritou – Tira ele de perto de mim!
– Por quê?
– Eu morro de medo de Pokémons tipo inseto!
– Oh! Desculpe-me! – disse, colocando o Pokémon de volta na Pokéball.
Josh era um garoto educado, bonito, e elegante. Sempre gostou de pokémons, desde que era criança. Tinha 17 anos, e apesar de ser tímido, simpatizou-se com Mirai:
– E então, começou uma jornada agora também? – perguntou Mirai.
– Sim!
– Que tal se seguíssemos viagem juntos? – sugeriu a garota.
– Por mim tudo bem! – aceitou Josh.
E assim começara uma emocionante jornada, repleta de aventura, emoções e mistérios.
[...]
– Eu sou Roberta Mirando, a repórter do canal 9, e trago notícias dos pesquisadores que perderam contato com a torre de transmissão, enquanto trabalhavam nas Ruínas Solaceon. Pelo o que foi apurado, parece que uma parte da ruína desabou, mas como ela não era tão profunda, os bombeiros puderam trabalhar na busca pelos corpos das vítimas, mas até agora nada foi encontrado. Os pesquisadores estavam nas ruínas a fim de descobrir vestígios e passagens escritas nas pedras, e que foram deixadas por uma antiga civilização que habitou nosso planeta [...]
Enquanto assistia à televisão, o velhinho tomava um gole de café. Deitado em uma poltrona, pegou o controle remoto e desligou o aparelho. Levantou, e direcionou-se até uma porta, onde havia um símbolo da Equipe Galática...

~~X~~
Bem espero que tenham gostado, fiquem a vontade para cometar, criticar e elogiar.
~~André (o autor)~~


Última edição por Andresinho157 em Sex 25 Jan 2013 - 13:51, editado 19 vez(es)
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Re: The Chronicles of Pokémon

Mensagem por Black~ em Qui 6 Dez 2012 - 15:57

Bom, vamos lá, digamos que o capítulo ficou um tanto rápido, e com uma quantidade grande de falas e com bastante repetição, bom, parece ser de jornada, mas parece que não ficará tão clichê com esses negócios de Equipe Galática, Unown, etc. Enfim, é só e boa sorte com a fic.
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Re: The Chronicles of Pokémon

Mensagem por Trillian_GF em Qui 6 Dez 2012 - 16:03

Cheguei o/

Gostei de ter unowns na sua fic, eles sao de certo modo engraçadinhos, porém inuteis, mas isso deu outros ares a sua fic.

As passagens entretanto foram bem rapidas, o tempo meio corrido e o texto logo começou com uma fala, nem sequer houve descriçao do lugar onde as pessoas se encontravam Faltou isso.

Muitas falas, pouca descriçao/narraçao, melhorar um pouco nisso aqui. Fora isso nao vi mais nada de relevante.

Continue-a!
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Re: The Chronicles of Pokémon

Mensagem por Fugushi em Qui 6 Dez 2012 - 16:14

Olá!
André, esse capitulo como o Black~ disse foi um pouco corrido, mas pra primeiro capitulo esta bom. Pelo jeito essa Fujisaki Mirai se veste igual a uma piriguete, e aposto que a maioria dos personagens ficaram apaixonados por ela. Curti muito os Unowns participarem da Fic.

Bye, boa sorte com a Fic eespero novos capitulos.


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Re: The Chronicles of Pokémon

Mensagem por -Ice em Qui 6 Dez 2012 - 17:51

Bom o capítulo, mas algumas partes me incomodaram, veja:

Mirai tem quinze anos, e mora em Twinleaf. Mirai é uma garota que não liga muito para o mundo a fora. Um tanto bobinha e ingênua, tem uma quedinha por qualquer garoto que vê pela frente. Usando sempre roupas curtas e chamativas, Mirai é alegre, e sempre teve vontade de seguir em uma jornada.
Nossa história começa no dia em que Mirai completou 15 anos, e sua mãe finalmente permitiu que ela viajasse. Mas, como em todo clássico começo de jornada, Mirai estava atrasada:
Mirai, acorda, você está atrasada! – gritou sua mãe, Hiromi.
Mirai acordou assustada, pois seu despertador não despertara. Rapidamente vestiu-se: um micro short; uma blusinha com um decote bem extravagante, e uma sandália de salto alto. Quando sua mãe a viu, rapidamente a mandou colocar algo menos chamativo: um short um pouco maior que o primeiro; uma blusa com um decote menor, e que cobria toda a barriga; sandálias rasteirinhas.

Essa parte foi a que mais me incomodou, Mirai por todo lado Razz Ficaria melhor assim:

Mirai tem quinze anos, e mora em Twinleaf. É uma garota que não liga muito para o mundo a fora. Um tanto bobinha e ingênua, tem uma quedinha por qualquer garoto que vê pela frente. Usando sempre roupas curtas e chamativas, ela é alegre, e sempre teve vontade de seguir em uma jornada.
Nossa história começa em seu aniversário de 15 anos, quando sua mãe finalmente permitiu que ela viajasse. Mas, como em todo clássico começo de jornada, estava atrasada:
Mirai, acorda, você está atrasada! – gritou sua mãe, Hiromi.
Ela acordou assustada, pois seu despertador não despertara. Rapidamente vestiu-se: um micro short; uma blusinha com um decote bem extravagante, e uma sandália de salto alto. Quando sua mãe a viu, rapidamente a mandou colocar algo menos chamativo: um short um pouco maior que o primeiro; uma blusa com um decote menor, e que cobria toda a barriga; sandálias rasteirinhas.

Okay, sem repetir tantas vezes o nome dela fica melhor de se ler, não? Agora vamos ler a parte que ela tenta capturar a Buneary:

Ao sair do laboratório, Mirai lançou a pokeball para cima e pôs Squirtle para fora. A partir daquele momento, começaria uma grande aventura, e seguiram em direção à Jubilife City, mas antes teriam de passar pela rota 202. Chegando à rota 202, se deparou com uma enorme variedade de Pokémons e ficou impressionada ao ver um Buneary. Logo lançou uma pokéball em sua direção, acertando o Pokémon. A pokeball girou uma, duas, três vezes e... Abriu-se. Mirai ouviu alguém falando por trás dela:

Passou tão rápido que eu tive que ler duas vezes para entender. Você tem que narrar mais o momento, o que ela sentiu quando jogou a pokébola, ela conversou com o Squirtle, como era a rota, tinha mais pessoas por lá, Buneary estava aonde, em um arbusto ou em uma árvore, vou corrigir essa parte:

Ela saiu do laboratório, olhou para a pokébola de Squirtle, seu novo parceiro. Eles provavelmente teriam muitas aventuras juntos, tinham que se conhecer, então a garota soltou o pokémon e o colocou no ombro.
Enquanto ela andava, pokémons selvagens a observavam, Squirtle cumprimentava todos. Logo chegariam em Jublife, mas antes teriam que passar pela rota 202, um bom lugar para treinar e conhecer mais seu pokémon.
Mirai parou de repente, em uma árvore não tão distante dali, uma Buneary tentava pegar maçãs, do jeito mais fofo o possível.
-Vamos ajuda-la! - disse ela à Squirtle, que confirmou com a cabeça. - Tackle!
Squirtle pulou para dar uma cabeçada, mas não em Buneary, e sim na árvore. Quando acertou o tronco, várias maçãs caíram. A coelhinha desceu de um dos galhos em que estava para pegar de uma em uma, Mirai tinha amado ela, tinha que capturar e leva-la junto na jornada.
Ela lançou sua pokébola, Buneary estava distraída comendo as frutas, nem teria tempo de reagir.
-Isso! - ela entrou dentro da pokébola, mas não por muito tempo... com um estampido, Buneary conseguiu escapar, subiu na árvore para ficar mais protegida.
Uma voz falou as suas costas:

Ficou bem melhor de se ler, não? Fazendo com que tudo aconteça rápido, a fanfic fica sem emoção, e é aí que está a graça de se ler, nós queremos saber o que se passa durante a cena, só com o básico, dificilmente a pessoa vai imaginar o mesmo que você.

Ah, e já estou acompanhando, espero o próximo capítulo.
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Re: The Chronicles of Pokémon

Mensagem por Pikachuzinha em Sab 8 Dez 2012 - 22:56

Aye! Não tenho muito o que corrigir... Hihi. Sua fic está legal, gostei dela. O único senão dela é a repetição de palavras. Troque-as por sinônimos, como garota, garoto, ele, ela... Tem uma infinidade. Espero que melhore e... Bem é isso. Aguardo seu próximo capítulo. Boa sorte e não suma! :3
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Re: The Chronicles of Pokémon

Mensagem por DarkZoroark em Dom 9 Dez 2012 - 6:15

157 o/
Demorei um pouco (muito) para comentar, mas enfim estoy aqui.
Em primeiro lugar, curti bastante o capítulo, ficou muito bom. Foi meio inovador a maneira com que você apresentou os Unows em sua fanfic, dando um maior destaque a mesma. O problema é que, como já foi dito anteriormente pelos outros membros que aqui comentaram, ficou muito corrido e repetitivo. Tente usar sinônimos com mesmo significado para evitar as repetições, o que por sua vez ajudaria a deixar o texto menos confuso. Alguns sites podem ajudar-lhe bastante neste quesito. Até mesmo o Word pode ser de muita ajuda.
O outro erro foi citado pelo Mr. Ice: A falta de descrição e uma narração pouco detalhada. Como remediar isto? Descreva e narre com detalhes cada um dos acontecimentos da fanfic. As cores, os ambientes, as pessoas, os treinadores... Mesmo que o leitor já conheça-os, a sua visão sobre eles pode muitas vezes fazê-lo compreender sobre um novo aspecto do mesmo.
Não há muito mais o que comentar deste primeiro capítulo. Aguardo seu próximo.
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Re: The Chronicles of Pokémon

Mensagem por Andresinho157 em Sex 14 Dez 2012 - 20:19

Bem, antes de irmos ao Capítulo Dois, vamos aos comentários:
Spoiler:
@Black~ escreveu:Bom, vamos lá, digamos que o capítulo ficou um tanto rápido, e com uma quantidade grande de falas e com bastante repetição, bom, parece ser de jornada, mas parece que não ficará tão clichê com esses negócios de Equipe Galática, Unown, etc. Enfim, é só e boa sorte com a fic.
Obrigado por comentar! Tentei melhorar o máximo possível essa questão da repetição e das falas. Quanto a história, não ficará nesse clichê de jornada por muito tempo. Logo a fic entrará em outros rumos.
@Trillian_GF escreveu:Cheguei o/

Gostei de ter unowns na sua fic, eles sao de certo modo engraçadinhos, porém inuteis, mas isso deu outros ares a sua fic.

As passagens entretanto foram bem rapidas, o tempo meio corrido e o texto logo começou com uma fala, nem sequer houve descriçao do lugar onde as pessoas se encontravam Faltou isso.

Muitas falas, pouca descriçao/narraçao, melhorar um pouco nisso aqui. Fora isso nao vi mais nada de relevante.

Continue-a!
Obrigado por comentar! Como disse, tentei o máximo possível melhorar essa questão do tempo, e da descrição. Espero que goste do capítulo.
@Fugushi escreveu:Olá!
André, esse capitulo como o Black~ disse foi um pouco corrido, mas pra primeiro capitulo esta bom. Pelo jeito essa Fujisaki Mirai se veste igual a uma piriguete, e aposto que a maioria dos personagens ficaram apaixonados por ela. Curti muito os Unowns participarem da Fic.

Bye, boa sorte com a Fic eespero novos capitulos.

Obrigado por comentar! Fico muito feliz que tenha gostado, e espero que goste desse capítulo.
Mr. Ice escreveu:Bom o capítulo, mas algumas partes me incomodaram, veja:

Mirai tem quinze anos, e mora em Twinleaf. Mirai é uma garota que não liga muito para o mundo a fora. Um tanto bobinha e ingênua, tem uma quedinha por qualquer garoto que vê pela frente. Usando sempre roupas curtas e chamativas, Mirai é alegre, e sempre teve vontade de seguir em uma jornada.
Nossa história começa no dia em que Mirai completou 15 anos, e sua mãe finalmente permitiu que ela viajasse. Mas, como em todo clássico começo de jornada, Mirai estava atrasada:
Mirai, acorda, você está atrasada! – gritou sua mãe, Hiromi.
Mirai acordou assustada, pois seu despertador não despertara. Rapidamente vestiu-se: um micro short; uma blusinha com um decote bem extravagante, e uma sandália de salto alto. Quando sua mãe a viu, rapidamente a mandou colocar algo menos chamativo: um short um pouco maior que o primeiro; uma blusa com um decote menor, e que cobria toda a barriga; sandálias rasteirinhas.

Essa parte foi a que mais me incomodou, Mirai por todo lado Razz Ficaria melhor assim:

Mirai tem quinze anos, e mora em Twinleaf. É uma garota que não liga muito para o mundo a fora. Um tanto bobinha e ingênua, tem uma quedinha por qualquer garoto que vê pela frente. Usando sempre roupas curtas e chamativas, ela é alegre, e sempre teve vontade de seguir em uma jornada.
Nossa história começa em seu aniversário de 15 anos, quando sua mãe finalmente permitiu que ela viajasse. Mas, como em todo clássico começo de jornada, estava atrasada:
Mirai, acorda, você está atrasada! – gritou sua mãe, Hiromi.
Ela acordou assustada, pois seu despertador não despertara. Rapidamente vestiu-se: um micro short; uma blusinha com um decote bem extravagante, e uma sandália de salto alto. Quando sua mãe a viu, rapidamente a mandou colocar algo menos chamativo: um short um pouco maior que o primeiro; uma blusa com um decote menor, e que cobria toda a barriga; sandálias rasteirinhas.

Okay, sem repetir tantas vezes o nome dela fica melhor de se ler, não? Agora vamos ler a parte que ela tenta capturar a Buneary:

Ao sair do laboratório, Mirai lançou a pokeball para cima e pôs Squirtle para fora. A partir daquele momento, começaria uma grande aventura, e seguiram em direção à Jubilife City, mas antes teriam de passar pela rota 202. Chegando à rota 202, se deparou com uma enorme variedade de Pokémons e ficou impressionada ao ver um Buneary. Logo lançou uma pokéball em sua direção, acertando o Pokémon. A pokeball girou uma, duas, três vezes e... Abriu-se. Mirai ouviu alguém falando por trás dela:

Passou tão rápido que eu tive que ler duas vezes para entender. Você tem que narrar mais o momento, o que ela sentiu quando jogou a pokébola, ela conversou com o Squirtle, como era a rota, tinha mais pessoas por lá, Buneary estava aonde, em um arbusto ou em uma árvore, vou corrigir essa parte:

Ela saiu do laboratório, olhou para a pokébola de Squirtle, seu novo parceiro. Eles provavelmente teriam muitas aventuras juntos, tinham que se conhecer, então a garota soltou o pokémon e o colocou no ombro.
Enquanto ela andava, pokémons selvagens a observavam, Squirtle cumprimentava todos. Logo chegariam em Jublife, mas antes teriam que passar pela rota 202, um bom lugar para treinar e conhecer mais seu pokémon.
Mirai parou de repente, em uma árvore não tão distante dali, uma Buneary tentava pegar maçãs, do jeito mais fofo o possível.
-Vamos ajuda-la! - disse ela à Squirtle, que confirmou com a cabeça. - Tackle!
Squirtle pulou para dar uma cabeçada, mas não em Buneary, e sim na árvore. Quando acertou o tronco, várias maçãs caíram. A coelhinha desceu de um dos galhos em que estava para pegar de uma em uma, Mirai tinha amado ela, tinha que capturar e leva-la junto na jornada.
Ela lançou sua pokébola, Buneary estava distraída comendo as frutas, nem teria tempo de reagir.
-Isso! - ela entrou dentro da pokébola, mas não por muito tempo... com um estampido, Buneary conseguiu escapar, subiu na árvore para ficar mais protegida.
Uma voz falou as suas costas:

Ficou bem melhor de se ler, não? Fazendo com que tudo aconteça rápido, a fanfic fica sem emoção, e é aí que está a graça de se ler, nós queremos saber o que se passa durante a cena, só com o básico, dificilmente a pessoa vai imaginar o mesmo que você.

Ah, e já estou acompanhando, espero o próximo capítulo.
Obrigado por comentar! Caso não tenha reparado eu editei o capítulo 1 com essas alterações, e prestei o máximo de atenção possível para que isso não ocorresse, ou pelo menos ocorresse menos, no capítulo dois. Fico muito feliz em saber que está acompanhando e espero que goste desse capítulo!
@Pikachuziinhahsz escreveu:Aye! Não tenho muito o que corrigir... Hihi. Sua fic está legal, gostei dela. O único senão dela é a repetição de palavras. Troque-as por sinônimos, como garota, garoto, ele, ela... Tem uma infinidade. Espero que melhore e... Bem é isso. Aguardo seu próximo capítulo. Boa sorte e não suma! :3
Obrigado por comentar! Pode ter certeza que não vou sumir! Nesse capítulo, aderi o uso de sinônimos à fic! Espero que goste!
@DarkZoroark escreveu:157 o/
Demorei um pouco (muito) para comentar, mas enfim estoy aqui.
Em primeiro lugar, curti bastante o capítulo, ficou muito bom. Foi meio inovador a maneira com que você apresentou os Unows em sua fanfic, dando um maior destaque a mesma. O problema é que, como já foi dito anteriormente pelos outros membros que aqui comentaram, ficou muito corrido e repetitivo. Tente usar sinônimos com mesmo significado para evitar as repetições, o que por sua vez ajudaria a deixar o texto menos confuso. Alguns sites podem ajudar-lhe bastante neste quesito. Até mesmo o Word pode ser de muita ajuda.
O outro erro foi citado pelo Mr. Ice: A falta de descrição e uma narração pouco detalhada. Como remediar isto? Descreva e narre com detalhes cada um dos acontecimentos da fanfic. As cores, os ambientes, as pessoas, os treinadores... Mesmo que o leitor já conheça-os, a sua visão sobre eles pode muitas vezes fazê-lo compreender sobre um novo aspecto do mesmo.
Não há muito mais o que comentar deste primeiro capítulo. Aguardo seu próximo.
Obrigado por comentar! Fico feliz em saber que gostou. Tentei melhorar o máximo possível, e espero que goste!

~~Capítulo II - O Garoto da Cicatriz~~

Era uma sala escura. Repleta de computadores e outras bugigangas, que eram vistas pela penumbra. A única fonte de luz era um enorme monitor, que exibia imagens das raras aparições de duas grandes lendas, Dialga e Palkia, em nosso mundo. Em frente ao monitor havia uma mesa com vários botões, de tamanhos, formas e cores variadas. Sentado em uma poltrona de couro reclinável, estava o velhinho, de quase 60 anos, de cabelos grisalhos, trajando uma enorme capa que cobria toda sua roupa, acomodado, e tomando uma xícara de seu precioso café. Estava tudo no mais perfeito silêncio, até o monitor fez emitiu pequenos ruídos. Alguém estava conectando uma videoconferência. Ele estava esperando por isso. Levantou, e apertou um grande botão verde:
– O senhor queria falar comigo? – perguntou uma senhora, de aproximadamente 55 anos, magra, de cabelos vermelhos e curtos, que trajava um vestido florido.
– Há quanto tempo, Marte! – exclamou o velhinho – Desde nossa prisão.
– Se passaram muitos anos! – disse Marte – Mas afinal, o que quer comigo depois de tanto tempo?
– Reúna todos! O início do grande plano já tem data marcada.
– Grande Plano? – perguntou a senhora.
– O plano que vai finalmente permitir que eu crie meu mundo perfeito!
– Sim senhor. Reunirei todos, e farei o possível para que o plano seja um sucesso!
– É o que eu espero. Vemos-nos em breve Marte!
– Em breve, senhor!
O homem apertou outro botão, desta vez vermelho, que desligou a comunicação. Virou-se, abriu a capa, que revelou o uniforme da equipe galática, e com o sorriso mais maléfico possível disse:
– O legado da minha organização não acabou. Eu, Cyrus, não vou deixar que acabe...
E se dirigiu até uma porta, deixando a sala vazia novamente.

[...]

Estava um fazendo um dia lindo. O sol torrava a relva, enquanto uma brisa cintilante ecoava na copa das árvores. Alguns pokémons corriam alegres pelas pradarias, enquanto outros voavam livremente. Em baixo de uma árvore, estavam Mirai e Josh, sentados, observando a paisagem. Enquanto ele ainda estava com muito sono, a garota estava alegre e louca para capturar um Pokémon, e já ensaiava com seu pequeno Squirtle, o que iriam fazer:
– Vamos fazer assim Squirtle: Primeiro você usa o Tackle, depois um Water Gun, e aí uma evasiva para desviar de seu ataque, pois claro ele vai te atacar, e aí depois você...
Mirai já estava completamente confusa em seus pensamentos, quando Josh a interrompeu:
– Ei, tenha calma! Não dá pra se planejar uma batalha, ele simplesmente acontece! Vamos fazer o seguinte: Agente sai debaixo dessa árvore para procurar algum Pokémon que você queira capturar, pode ser?
– Por mim, tudo bem!
A dupla se levantou e começou a andar pelas pradarias. Havia muitos pokémons, de diversas espécies. Mas um, em especial, chamou a atenção de Mirai: Era um Ralts, que estava descansando na sombra de uma arvora, enquanto comia algumas Oran Berryes. Rapidamente, ela deu ordens para seu pokémons:
– Squirtle, use o Tackle!
O pequeno Pokémon tartaruga acertou o Ralts com o Tackle rapidamente. Em seguida, Squirtle foi envolvido por uma luz estranha, e começou a levitar: Ralts estava usando o Confusion. Josh deu ordens a Mirai:
– Faça algum comando!
Ela assentiu com a cabeça e ordenou que Squirtle usasse o Water Gun. Ralts foi atingido em cheio, mas se levantou em um piscar de olhos. Squirtle, que já estava no chão, olhou em sua volta e se assustou pela quantidade de Ralts que o envolvera:
– Ele usou o Double Team! Só um é verdadeiro, e você tem que se concentrar nisso! – disse Josh, aconselhando-a.
– Ok! Squirtle, gire e use o Bubblebeam!
Squirtle começou a girar e a disparar uma forte rajada de bolhas da sua boca, que atingiram os clones do Ralts, e deixaram apenas o verdadeiro caído no chão. Foi quando Mirai pegou uma Pokéball, e lançou em direção ao Ralts. O Pokémon entrou na esfera, que girou varias vezes, e subitamente, parou. A captura havia sido um sucesso. Ela pegou a pokeball na mão e comemorou:
– Eu peguei um Ralts! – exclamou, explodindo de alegria.
– Parabéns Mirai! – disse Josh.
– Obrigada! – agradeceu a garota, guardando a pokeball.
Já estavam se retirando quando ouviram uma voz sombria falando:
– Bela captura! – disse um garoto, que trajava uma blusa vermelha, calças marrons, um cinto branco, e sapatos brancos também. Tinha cabelos loiros, e desarrumados, além de uma enorme cicatriz no rosto – Adoraria batalhar contra ele. Topa?
Mirai olhou para Josh, confusa, estava insegura acerca do que fazer. Mas decidiu batalhar. Colocou seu Ralts pra fora da Pokeball, e com sua Pokedex, descobriu os movimentos que ele sabia. Do outro lado, o garoto lançou uma pokéball:
– Vai, Magby!
O Magby saiu confiante da pokeball, e encarou o pequeno Ralts que estava do outro lado. Josh, o juiz, deu a partida, e Mirai fez o primeiro movimento:
– Ralts, use o Confusion!
Magby foi coberto por uma onda estranha e foi levitado e arremessado. Levantou-se, e foi ordenado a usar Ember. O Pokémon lançou várias brasas em direção à Ralts, que ao ser atingido recuou, dando oportunidade para mais um ataque:
– Magby, use o Faint Attack!
Ralts fora atingido novamente. Mirai, um pouco nervosa, ainda pegando o jeito de batalhar, deu ordens:
– Ralts, use o Double Team!
Ele se multiplicou e cercou Magby. Mas o menino sabia o que fazer:
– Magby, use o Ember para acertar o verdadeiro!
Ela – sim, Magby era fêmea – disparou o ataque contra os Ralts, acertando um por um:
– Ralts, pule e use o Hidden Power! – ordenou a garota, fazendo com que o Ralts se sobressaísse à Magby e lançasse várias esferas verdes em sua direção, atingindo-o em cheio – Agora Ralts, use o Confusion, e arremesse a Magby na árvore!
Dito e feito: Magby fora arremessada. Ainda fraca, tentando se levantar, fora lhe dado um comando:
– Magby, use o SmokeScreen! – O campo fora coberto por uma fumaça escura que atrapalhava a visão de todos – Agora, Magby use o Fire Spin!
Magby lançou chamas em movimento circulares de seu bico que atingiram Ralts em cheio.
– Aguente firme Ralts! – gritou Mirai – Use o Hypnosis!
Ralts usou o movimento com perfeição, e colocou Magby para dormir. Mirai aproveitou e finalizou:
– Ralts, finalize com Hidden Power!
Magby foi atacada por várias esferas verdes, sendo arremessada. Ao cair, estava fora de combate:
– Magby está fora de combate, Ralts é o vencedor. E a vitória vai para Mirai!
A garota estava aos pulos, eufórica, só sabia comemorar. Pegou Ralts no colo e o abraçou bem forte:
– Muito obrigada Ralts! Agora descanse bem! – disse ela, colocando-o de volta na pokeball.
– Vi que pegou um Pokémon forte! – disse o garoto.
– Obrigada! – agradeceu – Meu nome é Mirai, e ele é o Josh. Nós somos amigos e estamos seguindo jornada para vencer a liga Sinnoh!
– Muito prazer! – disse Josh – E qual é o seu nome?
– Harry – disse – Harry Falks Flare, e serei eu, junto ao meu Charmander, que vou vencer a liga!
– É o que vamos ver! – disse Mirai, olhando para a cicatriz no rosto do rapaz – Posso lhe perguntar uma coisa?
– Claro que sim! – respondeu Harry.
– Que cicatriz é essa?
Harry mudou de expressão. Sua face ficou pálida, se sorriso triste. Abaixou a cabeça e virou-se:
– Não é da sua conta!
E saiu em direção à floresta, de onde surgira. A dupla se entreolhou:
– Que garoto mal educado! – disse Mirai.
– Vai entender né! – concordou Josh.
E os dois seguiram rumo à Cidade Jubilife, que ainda estava distante.

[...]

Já estava de tardezinha, e a sala continuava escura. E no monitor, fotos das várias formas dos Unowns que conhecemos, e outras, que não conhecemos. Cyrus olhava curioso, quando o monitor avisou que havia uma ligação. Ele atendeu, e logo viu pela tela que era Marte:
– Senhor? Já avisei Saturno e Júpiter do plano. Vamos nos reunir na nossa base marítima amanhã pela manhã!
– Ok! – disse, encerrando a ligação – Finalmente, vai começar!
E deu a clássica risada do mal, que ecoou pela sala.

~~X~~
Bem espero que tenham gostado, fiquem a vontade para cometar, criticar e elogiar.
~~André (o autor)~~


Última edição por Andresinho157 em Dom 16 Dez 2012 - 20:01, editado 1 vez(es)
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Re: The Chronicles of Pokémon

Mensagem por -Ice em Sab 15 Dez 2012 - 23:32

Ela pegou a pokeball na mãe e comemorou:
– Muito obrigada Ralts! Agora descanse bem! – disse ele, colocando-o de volta na pokeball.
– Pela captura!

Bom, só nesse cap, a Mirai pegou a pokeball na mãe (WTF?), foi chamada de ele, e o Harry substituiu Bela por Pela, mas não se preocupe, são erros comuns de quem digita rápido, mas enfim, as repetições diminuíram (menos na parte da batalha, onde o nome do pokémon era dito umas três vezes na mesma linha) e eu gostei do cap, espero o próximo Smile
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Re: The Chronicles of Pokémon

Mensagem por Black~ em Sex 21 Dez 2012 - 11:44

Bom, vamos lá, o capítulo ficou com pouca narração com no outro, mas você pode melhorar nisso, alguns fatos passaram rápido e você poderia dar mais ênfase à batalha, descrevendo-a melhor, eu vi alguns errinhos, mas não vou citar. Hum... estranho o jovem, não sei porque mas eu sismo quando alguém é estranho -q. Enfim, é só e boa sorte com a fic.
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Re: The Chronicles of Pokémon

Mensagem por Andresinho157 em Sex 21 Dez 2012 - 15:47

Ok, antes do 3º Capítulo, vamos aos comentários:
Spoiler:
Mr. Ice escreveu:
Ela pegou a pokeball na mãe e comemorou:
– Muito obrigada Ralts! Agora descanse bem! – disse ele, colocando-o de volta na pokeball.
– Pela captura!

Bom, só nesse cap, a Mirai pegou a pokeball na mãe (WTF?), foi chamada de ele, e o Harry substituiu Bela por Pela, mas não se preocupe, são erros comuns de quem digita rápido, mas enfim, as repetições diminuíram (menos na parte da batalha, onde o nome do pokémon era dito umas três vezes na mesma linha) e eu gostei do cap, espero o próximo Smile
Então, corrigi os erros citados e peço desculpas pois não havia revisado o capítulo. Revisei o 3º para evitar erros como esse, e espero que goste!
@Black~ escreveu:Bom, vamos lá, o capítulo ficou com pouca narração com no outro, mas você pode melhorar nisso, alguns fatos passaram rápido e você poderia dar mais ênfase à batalha, descrevendo-a melhor, eu vi alguns errinhos, mas não vou citar. Hum... estranho o jovem, não sei porque mas eu sismo quando alguém é estranho -q. Enfim, é só e boa sorte com a fic.
Tentei narrar esse melhor e dar mais ênfase a batalha, mas enfim, melhorarei com o tempo. Espero que goste do capítulo de hoje.

~~Capítulo III – Lágrimas de Sangue~~

Era mais uma manhã ensolarada, no verão de Sinnoh. Ali estavam Mirai e Josh perto de um lago, cercado de árvores a arbustos por tudo quanto é canto. Tinham colhido algumas maçãs para dar para seus pokémons e para eles mesmos. Mirai estava com Squirtle e Ralts sentada perto do lago, enquanto o garoto estava em pé com Bulbasaur e Caterpie perto da árvore. No lago, Magikarps pulavam a todo instante. A garota pôs o pé na água, e ficou olhando para seu próprio reflexo, até que um Magikarp diferente pulou em sua frente:
– Ah! – gritou ela, assustada.
– Que Magikarp é esse? – perguntou Josh.
– É meu! – Respondeu Harry, do outro lado do lago – Que coincidência a gente se encontrar novamente!
E se aproximou. Os dois ainda olhavam para o Magikarp, que era completamente dourado:
– Porque seu Magikarp é assim? – perguntou Mirai.
– Assim como os Magikarps, todos os pokémons possuem uma ramificação bem rara que possui coloração diferenciada. Eles são chamados de Pokémon Shiny – respondeu Harry.
– É, mas que eu saiba, como qualquer outro Pokémon, os shinys não possuem nenhuma diferença de força ou habilidades, em relação ao Pokémon convencional. – disse Josh – Então, como você vai batalhar com esse Magikarp? Esses Pokémons só aprendem Splash!
– Foi por isso que eu o peguei. Ele é diferente! – e pegou a pokédex do bolso – Olhe só:
“– Magikarp, o Pokémon peixe. Um Magikarp que viveu por muitos anos, pode escalar uma montanha apenas usando Splash. Os golpes desse Magikarp são: Aqua Jet; Water Gun; Tackle; Bounce.” – Disse a Pokédex.
Harry guardou-a no bolso e Josh o fitou, desafiando-o para uma batalha. Ele aceitou prontamente.
Posicionaram-se. Um de um lado, perto da árvore, e o outro do outro, perto de uma enorme rocha. No meio, estava o lago, que era repleto de vitórias-régias, e seria o campo de batalha:
– Eu vou com o Magikarp! – disse o garoto da cicatriz.
– E eu vou com Caterpie! – exclamou Josh, bravamente – Vai Caterpie, use Quick Attack!
A pequena lagarta verde se lançou em direção ao oponente, acertando-o:
– Magikarp, use o Aqua Jet!
Ele se envolveu em um jato de água, e se lançou em direção à Caterpie. Quando o acertou, o pequeno Pokémon foi arremessado, mas levantou-se confiante:
– Caterpie, use o Bug Bite!
Ele foi em direção ao Magikarp e começou a mordê-lo. Numa tentativa de contra-atacar, Harry ordenou que Magikarp usa-se o Water Gun. Ao realiza-lo, Caterpie foi jogado pro alto. De repente, Caterpie começou a brilhar, e aos poucos foi se transformando e crescendo, até apresentar a forma de um casulo. Ao voltar ao normal, havia se transformado em Metapod:
– Legal! Agora eu tenho um Metapod! – comemorou Josh – Vai Metapod use o String Shot!
Metapod lançou um fio de sua boca que amarrou Magikarp e o envolveu por completo, mas este fio, porém, era amarelo e estava eletrocutando Magikarp que ficou fora de combate:
– Uau, esse foi o Electroweb! Retorne Metapod! – disse Josh, apontando-o a Pokéball e colocando-o de volta dentro dela.
– Perdi de novo! Droga! – reclamou Harry – Agente se encontra em Jubilife, mas dessa vez, eu não vou perder!
E ele se foi. Correu em direção à floresta, e pouco a pouco desapareceu de vista. E ali restaram Mirai e Josh, que pegaram suas coisas e seguiram por um pequeno e estreito caminho que passava entre a floresta, e que os levou até um Pokémon Center.
Ao chegarem lá, entraram e deixaram seus Pokémons sobre os cuidados da enfermeira Joy e dos Audinos.
O saguão era todo construído em madeira, repleto de pequenos detalhes, e pinturas. Havia várias pinturas em tela, pendurados nas paredes, que mostrava Pokémons lendários. Numa dessas pinturas, estavam Dialga e Palkia, deuses do tempo e do espaço, respectivamente. Em frente, observando-o, estava um garoto alto, loiro, e aparentemente alguns anos mais velho. Observava o quadro, mais especificamente, observava Dialga. Mirai e Josh se aproximaram, e escutaram o garoto balbuciando algumas palavras, mais só compreenderam algumas: “Dialga” “Tempo” “Minha” “Ursaring” “Juro”.
Lágrimas caiam de seus olhos. Ele se afastou do quadro e foi em direção à bancada da enfermeira Joy:
– Vai demorar muito para meus Pokémons estarem prontos?
– Já devem estar quase prontos, com licença, irei verificar!
– Ok!
A enfermeira passou por uma porta dupla, e rapidamente voltou com uma bandeja, onde havia duas Pokéballs e um Ovo:
– Aqui estão seus Pokémons. E o Ovo está em perfeito estado, e deverá chocar em breve, mas ainda não sei qual Pokémon nascerá!
– Ok, obrigado Joy! – disse o garoto, pegando suas coisas e partindo.
Um sino ecoou. Os Pokémons da dupla já estavam bens. Eles se dirigiram até a bancada e os recolheram, agradecendo a enfermeira e deixando o Pokémon Center.
O menino estava na frente deles, cabisbaixo. Quando a porta se abriu, ele correu e não percebeu que havia alguém em sua frente:
– Ei! Olha por onde anda! – Gritou Harry.
– Me desculpe! Não tive culpa de você estar bloqueando meu caminho! – responde o garoto.
Harry tentou avançar para bater nele, mas foi parado por Josh:
– Ei, calma aí! Não se resolve conflitos dessa maneira! – disse Josh.
– E o que você sugere que eu faça? – perguntou.
– Eu sugiro uma batalha! – respondeu o garoto – Uma batalha 1x1, eu contra você. Topa?
– Sim!
Lançado o desafio, eles caminharam até o campo de batalha do Pokémon Center, que ficava no fundo, e era rodeado de muitas árvores. Mirai sentou na arquibancada para assistir a batalha. Posicionaram-se e deram inicio à batalha. Josh, o juiz, deu a partida:
– Será uma batalha um contra um de Harry VS... Qual seu nome mesmo?
– Enzo. Enzo Harris. – respondeu.
– Ok. Harry VS Enzo. Quem derrotar o Pokémon adversário primeiro será o vencedor. Que comece a batalha! – exclamou Josh.
Harry estava furioso. Dava pra ver isso em seu rosto. Sacou uma Pokéball e deu inicio a partida:
– Charmander, eu escolho você!
Enquanto o pequeno Pokémon Salamandra saia da Pokéball, Enzo mandou seu Pokémon para o campo:
– Vai Totodile!
O jacaré azul mostrou-se confiante. Harry mandou o primeiro movimento:
– Charmander, use o Shadow Claw!
Um punho de sombras começou a se formar no braço dele, e foi lançado na direção de Totodile, que foi arremessado. Ao se levantar, Enzo ordenou um movimento:
– Totodile, use o Aqua Tail!
Uma calda de água se formou no Pokémon, que avançou na direção de Charmander. Harry ordenou que desviasse, porém Totodile era mais rápido, e atingiu o Pokémon, deixando-o caído no chão:
– Charmander! Aguente firme, eu sei que você consegue! – Gritou Harry, enquanto ele se levantava – Use o Rock Slide!
Subitamente rochas começaram a despencar do céu, atingindo Totodile, que ficou soterrado:
– Agora, Dragon Rage!
Charmander começou a brilhar em uma coloração azul, e de sua boca, saiu um raio de energia no formato de dragão, que quebrou todas as rochas e atingiu o pequeno jacaré, deixando o caído:
– Totodile, não desista! – Gritou Enzo. Totodile fez força e se levantou – Agora use o Ice Fang!
Dentes de gelo cresceram e Totodile se direcionou à Charmander, mordendo-o, e congelando seu braço:
– Charmander, aproveite a proximidade e use o Flamethrower!
Ele lançou uma enorme chama de sua boca. Totodile o soltou, e foi completamente queimado. O calor também derreteu o gelo no braço de Charmander:
– Totodile, use o Water Gun para o alto para apagar as chamas!
– Charmander, finalize com o Rock Slide!
As chamas estavam sendo apagadas pelo Water Gun, quando pedras despencaram em cima de Totodile. Desta vez não houve escapatória:
– Totodile está fora de combate. Charmander é o vencedor, e a vitória vai para Harry!
Harry comemorou junto à Charmander. Enzo colocou seu Totodile na Pokeball, se aproximou de Harry e sussurrou:
– Lembrar-me-ei desse dia... Você é mais um na minha lista...
E saiu. Passou pelo portão e adentrou a floresta. Mirai, levantou e foi dar os parabéns a Harry:
– Parabéns pela vitória!
– Obrigado! – agradeceu.
– Enfim, eu estava pensando, já que estamos nos encontrando o tempo todo, que tal se você viajasse com a gente? – perguntou Josh.
Mirai ficou surpresa, e Harry mais ainda, mas ela completou a fala de seu amigo:
– E não precisa nos contar nada que não queira! – exclamou a garota.
Harry pensou por alguns segundos e respondeu:
– Por mim tudo bem! – respondeu – Pra onde estão indo?
– Jubilife City. – disse Josh.
– Ótimo, é aqui pertinho, vamos! – disse ele.
Os três pegaram suas coisas e deixaram o Pokémon Center.
[...]
A noite estava começando e Enzo estava na floresta encostando-se em uma árvore marcada com uma cruz. Desencostou e gritou com muita fúria:
–Nada vai me impedir de te salvar! Eu sei que Dialga estará comigo! Eu juro! Eu juro...
E começou a chorar. A chorar lágrimas de sangue...

~~X~~
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Re: The Chronicles of Pokémon

Mensagem por -Ice em Sex 21 Dez 2012 - 18:10

hum, um tanto rápido, você podia aprofundar mais essa batalha, descrevendo sentimentos e tals, mas eu gostei, espero o próximo.
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Re: The Chronicles of Pokémon

Mensagem por Black~ em Sex 21 Dez 2012 - 18:36

Bom, por favor, separe narração das falas, isso fica feio, agora vamos lá, o capítulo ficou com pouca descrição, como você disse, com o tempo você melhora, também tem muita repetição das palavras, poderia trocar por sinônimos. Eu vi alguns erros também, mas não vou citar. Outra coisa, se o Harry falou que em Jubilife ele descontava, porque perguntou pra onde eles iam? Enfim, é só e boa sorte com a fic.
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Re: The Chronicles of Pokémon

Mensagem por Fugushi em Sex 21 Dez 2012 - 18:47

Eu gostei do epísodio (mesmo que meu personagem tenha perdido ¬¬), nesse capitulo você errou menos, mas do mesmo jeito errou em alguns momentos. O Enzo ficou muito sentimental até demais, achei bem tenso o memento em que ele chorou sangue Shocked. Boa sorte com a fic.

OBS: Bote as fotos dos personagens no main-post, pode ajudar aos leitores conhecerem as caracteristicas físicas dos personagens.

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Re: The Chronicles of Pokémon

Mensagem por Andresinho157 em Qua 2 Jan 2013 - 21:17

Bem, desculpem pela demora. Mas é que eu viajei para passar as festas de fim de ano na casa de alguns parentes, e só voltei hoje, e aí eu estava sem meu computador. Mas antes do capítulo, vamos aos comentários:
Spoiler:
Mr. Ice escreveu:hum, um tanto rápido, você podia aprofundar mais essa batalha, descrevendo sentimentos e tals, mas eu gostei, espero o próximo.
Fico feliz que tenha gostado, e tentei melhorar um pouco essa parte dos sentimentos.
@Black~ escreveu:Bom, por favor, separe narração das falas, isso fica feio, agora vamos lá, o capítulo ficou com pouca descrição, como você disse, com o tempo você melhora, também tem muita repetição das palavras, poderia trocar por sinônimos. Eu vi alguns erros também, mas não vou citar. Outra coisa, se o Harry falou que em Jubilife ele descontava, porque perguntou pra onde eles iam? Enfim, é só e boa sorte com a fic.
Ok, separei o máximo possível. Quanto as repetições, também estou tentando diminuir o máximo que eu puder. Sério que vocÊ achou erros? Eu revisei e não achei nenhum... Mas tudo bem, você deve ter um olhar mais afiado.
Então, fora dos games, há inúmeros locais e possibilidades entre uma cidade e outra. Nos games, a Rota 202 só leva à Jubilife, mas aqui, há uma gama de outros locais que eu poderia criar e que poderiam ser visitados.
@Fugushi escreveu:Eu gostei do epísodio (mesmo que meu personagem tenha perdido ¬¬), nesse capitulo você errou menos, mas do mesmo jeito errou em alguns momentos. O Enzo ficou muito sentimental até demais, achei bem tenso o memento em que ele chorou sangue Shocked. Boa sorte com a fic.


OBS: Bote as fotos dos personagens no main-post, pode ajudar aos leitores conhecerem as caracteristicas físicas dos personagens.

Fico feliz que tenha gostado, e espere que continue gostando. Bem, a história do sentimentalismo e das fotos, eu já te expliquei por MP.

Capítulo IV – O Fabuloso Day Care de Jubilife City.

Era manhã, e chovia forte. Sinnoh enfrentava uma tempestade de verão. Diante da chuva, Mirai, Josh e Harry corriam desesperadamente em direção à cidade Jubilife, que aos poucos ia crescendo nos seus olhos. Correram aproximadamente uns 3 quilômetros, até chegarem à entrada da cidade. Abrigaram-se em baixo de um toldo, e pararam para descansar por alguns instantes. Estavam completamente molhados. Eles olhavam para os arredores, e viam uma cidade grande, repleta de prédios altos e coloridos, com visores mostrando tudo quanto é tipo de propaganda. Havia vários turistas na cidade, e ela estava cheia, porém, por causa da chuva, havia pouca movimentação nas ruas, e o comércio estava quase parando.
Depois de descansarem um pouco, eles tentaram procurar um bom lugar para se abrigarem. Como a cidade era muito grande, o Pokémon Center ficava distante dali. Harry fuxicou sua bolsa por uns dois minutos até encontrar um mapa. Olhou, procurou, pesquisou, e achou. Perto dali, havia o maior Day Care de Sinnoh. Pegaram suas coisas e começaram a correr feito loucos pelas ruas, até que chegaram à uma ruazinha menos movimentada. Pararam em frente a uma enorme construção, com cores bem alegres, e design moderno. Em sua fachada, havia um enorme letreiro escrito “Day Care Jubilife, o Maior de Sinnoh – Seu Pokémon Mais Feliz”. Subiram a escadaria que havia ali, até chegarem à entrada principal. Entraram.
“Que lugar lindo!” pensou Mirai. Era realmente lindo. O Hall principal era todo detalhado em carpete dourados com detalhes e desenhos. Havia vários lustres dourados com velas acesas, dois sofás grandes dourados e acolchoados em vermelho, pilastras douradas com várias fotos de pokémons. Havia também um enorme balcão, onde estavam seis atendentes. Em cada canto, havia vasos com flores e plantas.
Eles deram alguns passos à frente e chegaram ao balcão. Josh olhou para trás e avistou um menino sentado e cabisbaixo. Ele trajava vestimentas pretas, e possuía um cabelo vermelho que ia até o ombro. Quando ele levantou a cabeça, Josh pode perceber seus olhos: eram vermelhos.
Ele virou a cabeça de volta para o balcão, e Harry começou a falar:
– Então, está chovendo muito lá fora, nós gostaríamos de saber se podemos ficar aqui por um tempo, até chuva cessar?!
– Claro que podem. Há mais dois além de vocês que estão fazendo o mesmo! – disse uma das atendentes.
Ela se referia ao garoto dos olhos vermelhos, e a uma garotinha, claramente mais nova, que estava sentada do outro canto do hall. Ela trajava um vestido bege alaranjado, com alguns detalhes em rosa. Usava botas e possuía uma bolsa verde. Tinha cabelos roxos, e em sua testa, havia um desenho, um tanto quanto macabro.
Os três então sentaram em um sofá, e permaneceram ali, naquele mar de silêncio. Adormeceram. Por pelo menos três horas. Durante esse tempo, a chuva cessou. O sol raiou, e inundou aquela sala, aquecendo seus rostos e seus corpos.
Estava quase na hora do almoço, quando acordaram. Espreguiçaram-se, pegaram suas coisas e foram ao balcão:
– Obrigado por deixar que nós nos abrigássemos aqui! – agradeceu Josh.
– Não há de que! – respondeu a mesma atendente que os recepcionara anteriormente – Vocês já estão de partida?
– Sim! – respondeu Mirai, visivelmente com muito sono – Estamos indo para Oreburgh City para enfrentarmos o Oreburgh Gym!
– Entendo. Porém, gostaria de avisar-lhes que haverá, daqui a poucas horas, um mini torneio aqui no Day Care, e caso vocês queiram participar, será um bom treino para o Gym.
Os três se entreolharam, e Harry foi logo cortando:
– Se vocês quiserem, por mim, tudo bem. Mas eu não participarei. Não goste de torneios.
Mesmo assim, os dois aceitaram. A mulher que estava atendendo-os, cujo nome era Sabrina, os conduziram até o pátio de batalhas. Lá estavam o garoto dos olhos vermelhos, e a menina da tatuagem na testa, cujos nomes eram, respectivamente, Ren Souryuu e Maggy de Bienfaite.
Enquanto isso, Harry estava sentado na arquibancada. No pátio os quatro se aproximaram, e se apresentaram uns aos outros:
– Muito prazer em conhecê-los! Meu nome é Ren Souryuu!
– E o meu é Maggy de Bienfaite!
– Muito prazer! Meu nome é Josh!
– E eu sou a Mirai!
Trocaram apertos de mãos, e olharam para uma pequena tela que havia na lateral do campo. Seria uma batalha em dupla, e as duplas foram formadas na tela: Mirai e Ren VS Josh e Maggy.
Cada dupla se posicionou em um lado do campo, e o juiz deu início à partida:
– A batalha será 2x2. Cada integrante do time poderá usar apenas um Pokémon, e batalha se encerra quando os dois Pokémons do time estiverem fora de combate. A dupla vencedora ganhará um ovo Pokémon cada um. Que comece a batalha!
Cada um sacou uma Pokéball, e lançaram seus pokémons ao campo:
– Vai Larvesta! – disse Ren.
– Vai Ralts! – disse Mirai.
Dou outro lado do campo, era a vez da outra dupla:
– Vai Bulbasaur! – disse Josh.
– Vai Rufflet! – disse Maggy.
Esperaram alguns segundos em silêncio, até que o juiz deu um sinal como apito, de que a batalha já poderia ser iniciada:
– Ralts, use o Confusion no Rufflet!
– Larvesta, ataque o Bulbasaur com um Flame Charge!
Ralts envolver o Pokémon pássaro em uma luz azulada, que o impedia de se mover, e o torturava mentalmente. Enquanto isso, Larvesta havia se envolvido em chamas e se lançado em direção ao Bulbasaur, atingindo-o completamente. Ao finalizar o ataque, Larvesta havia deixado seu oponente queimado:
– Bulbasaur, use o Energy Ball contra o Ralts!
O Pokémon criou uma esfera de energia e a jogou no pequeno Ralts, que foi arremessado, deixando com que o Rufflet caísse:
– Agora Bulbasaur, Razor Leaf!
– Vai Rufflet, use o Aerial Ace!
Várias folhas em formato de lâmina atingiram Ralts, enquanto Larvesta havia sido atingido pelo ataque do Rufflet. A habilidade Flame Body do Larvesta deixou Rufflet queimado. Agora, ambos os Pokémons do time estavam sofrendo os efeitos da queimadura.
Mirai estava nervosa, e ao mesmo tempo feliz de participar de seu primeiro torneio. Ren estava concentrado, pois a batalha lhe parecia interessante. Maggy estava feliz com a batalha, mas preocupada com seu Rufflet. Josh esboçava determinação:
– Ralts, use o Hypnosis no Rufflet!
Umas ondas eletromagnéticas foram emitidas contra o Rufflet, botando-o para dormir:
– Agora Larvesta, Flamethrower no Rufflet!
– Acorda Rufflet, Acorda! – gritava Maggy, apreensiva.
Larvesta iniciava o lançamento de seu ataque, quando Josh ordenou que Bulbasaur se jogasse na frente para proteger o Pokémon. O ataque então, o atingiu, deixando muito enfraquecido. O efeito da queimadura continuava a tortura-los.
Na arquibancada, Harry estava dividido. Não sabia para quem torcer, pois em ambos os times havia um de seus amigos.
Nesse momento nascia uma incrível rivalidade entre Maggy e Mirai; algo que também ocorreu entre Ren e Josh:
– Rufflet, acorde! – Maggy continuava a gritar.
– Larvesta, termine com o Flamethrower!
– Ralts, atinja o Bulbasaur com o Hidden Power!
Ambos os ataques atingiram seus alvos. O Flamethrower assou o pobre Rufflet, deixando-o fora de combate. Porém, Bulbasaur ainda continuava de pé, mesmo sendo atingido pelo Hidden Power.
Só que alegria durou pouco. Bulbasaur sofreu os efeitos da queimadura, e ficou fora de combate. Mirai e Ren venceram:
– Bulbasaur e Rufflet estão fora de combate, Ralts e Larvesta são os vencedores, e a vitória vai para Ren e Mirai! – anunciou o juiz.
Josh e Maggy retornaram seus pokémons para suas respectivas Pokéballs. Os quatros se cumprimentaram, e Harry se aproximou. O juiz estava conversando com eles, quando Sabrina apareceu com dois ovos Pokémon:
– E aqui está o prêmio dos vencedores! – disse ela, entregando um ovo para Mirai, e o outro para Ren.
Os dois agradeceram. Ela se retirou, assim como o juiz:
– Bela batalha galera! – disse Harry – E agora, podemos partir?
– Claro! – disseram Josh e Mirai, ao mesmo tempo.
– Pra onde vocês vão? – perguntou Ren.
– Para Oreburgh! – respondeu Josh.
Ren o olhou com um olhar de desafio e perguntou se ele participaria da liga Pokémon. Josh fez que sim com a cabeça, e Ren o desafiou para ver qual dos dois iria vencer:
– Quando eu vencer, você vai chorar feito um patinho! – disse Ren – E então...
Ren escutou um barulho muito familiar. Era um carro de sorvete, que estava do outro lado da rua. Ren saiu correndo, sem completar sua frase, e foi em direção ao carrinho.
Apesar de ser perdido, Maggy estava feliz. Agradeceu pela batalha, e partiu.
Era por volta das três da tarde, quando os três também partiram.

[...]

Por telefone, na sacada de um apartamento, um rapaz conversava com uma mulher:
– Tem certeza de que eles estão aqui?! Em Jubilife?! – perguntou um rapaz, dirigindo-se a uma mulher um tanto mais velhas, beirando uns 50 anos.
– Claro que tenho Dylan. – disse a mulher – Eles retornaram às atividades!
– Mas mesmo depois de todo esse tempo?!
– Sim Dylan, sim! – disse ela – Devo chegar por aí amanhã pela manhã. Enquanto isso me ligue caso note qualquer movimentação suspeita.
– Pode deixar Cicí! – disse o garoto.
– Dylan, já disse que estou muito velha para apelidos. Meu nome é Ci... – sua fala foi interrompida, pois a ligação caiu.

~~X~~
Espero que tenham gostado. Comentem, critiquem, emfim, fiquem a vontade.
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Re: The Chronicles of Pokémon

Mensagem por -Ice em Qua 2 Jan 2013 - 21:42

Gostei do capítulo, não achei nenhum erro grave, apenas que você podia aperfeiçoar mais essa batalha, está muito sem emoção. Vou lhe dar um exemplo, apenas um ataque:

"Magmortar obedeceu seu treinador, e o ataque foi executado.
Do canhão amarelo que tinha em sua mão, saíram chamas gigantes que rodearam Electivire e o atacaram, o pokémon elétrico foi jogado para trás. "

Assim fica bem melhor, a sua tem apenas uma linha e não é tão bem explicado, se tiver ataques que você não sabe como acontece, invente, não fale apenas que o pokémon usou.

Enfim, meio estranho correr três quilômetros né?
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Re: The Chronicles of Pokémon

Mensagem por beaulier em Qua 2 Jan 2013 - 23:50

Estou acompanhando sua fic e achando divertida. É notável o progresso desde o primeiro capítulo por causa das dicas dos outros leitores. Só acho que vc deveria dar mais atenção às sensações da Mirai, por ela ser a protagonista. Estou achando ela um tanto apagada. Outros personagens possuem mistérios por trás deles (como Enzo e o Harry) e isso os torna interessantes. A Mirai não tem nada muito diferente.
Estou curtindo bastante o plot do Team Galactic e dos Unown. Desvia do lugar-comum do plot de jornada.
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Re: The Chronicles of Pokémon

Mensagem por Black~ em Qui 3 Jan 2013 - 10:38

Bom, capítulo bacana, mas quando digo pra separar falas e narração é para dar um enter, assim tudo "colado" fica feio, e também sei lá, põe uma cor preta nesse texto só pra ficar mais bonito, mas enfim.

Bom, a batalha foi interessante, mas você poderia descrever os pokémons, e os golpes ficaram não muito bem descritos, por mais que nós saibamos como são os golpes, é interessante que os descreva para melhor entendimento.

Bom, acho que vi um erro ou outro, mas não citarei. Também vi certa repetição de algumas palavras.

Outra coisa, essa rivalidade, acho que foi conseguida de um modo um tanto clichê, eles se enfrentam, depois surge uma rivalidade e talz. Além de que eles lutam a fim de ir atrás de insígnias, mas tudo bem. Outra coisa que eu já disse, mas repito, acho que você não dá muita emoção nas batalhas, assim como os personagens, fica algo meio estranho, diríamos assim.

A parte final foi bem interessante, que a velha e o cara conversam e você deixa aquele suspense no final, é algo bacana, você poderia explorar bem isso, pra fic não ficar com o tom totalmente clichê, porém teve a repetição da palavra Dylan, mesmo que fosse uma conversa ao telefone, já sabemos que era o Dylan pela primeira frase, bastava você dar continuação, porém sem a palavra Dylan.

Enfim, acho que só. Boa sorte com a fic.
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Re: The Chronicles of Pokémon

Mensagem por Andresinho157 em Ter 8 Jan 2013 - 19:47

Olá galera! Antes do capítulo de hoje, vamos aos comentários!
Spoiler:
Mr. Ice escreveu:Gostei do capítulo, não achei nenhum erro grave, apenas que você podia aperfeiçoar mais essa batalha, está muito sem emoção. Vou lhe dar um exemplo, apenas um ataque:

"Magmortar obedeceu seu treinador, e o ataque foi executado.
Do canhão amarelo que tinha em sua mão, saíram chamas gigantes que rodearam Electivire e o atacaram, o pokémon elétrico foi jogado para trás. "

Assim fica bem melhor, a sua tem apenas uma linha e não é tão bem explicado, se tiver ataques que você não sabe como acontece, invente, não fale apenas que o pokémon usou.

Enfim, meio estranho correr três quilômetros né?
Ok, concordo com você que a batalha ficou um pouco , ou melhor muito, sem descrição. Estou treinando para melhorar isso nas futuras batalhas. Obrigado por comentar e espero que aproveite o próximo capítulo.
@beaulier escreveu:Estou acompanhando sua fic e achando divertida. É notável o progresso desde o primeiro capítulo por causa das dicas dos outros leitores. Só acho que vc deveria dar mais atenção às sensações da Mirai, por ela ser a protagonista. Estou achando ela um tanto apagada. Outros personagens possuem mistérios por trás deles (como Enzo e o Harry) e isso os torna interessantes. A Mirai não tem nada muito diferente.
Estou curtindo bastante o plot do Team Galactic e dos Unown. Desvia do lugar-comum do plot de jornada.
Fico feliz em saber que há mais pessoas acompanhando a fic! Então, a Mirai está um pouco apagada, porque a criadora dela não colocou nenhum mistério ou história nela. Mas, como ela é principal, ela tem sim um papel importante. É esperar, para ver. Obrigado por comentar, espero que curta o próximo capítulo.
@Black~ escreveu:Bom, capítulo bacana, mas quando digo pra separar falas e narração é para dar um enter, assim tudo "colado" fica feio, e também sei lá, põe uma cor preta nesse texto só pra ficar mais bonito, mas enfim.

Bom, a batalha foi interessante, mas você poderia descrever os pokémons, e os golpes ficaram não muito bem descritos, por mais que nós saibamos como são os golpes, é interessante que os descreva para melhor entendimento.

Bom, acho que vi um erro ou outro, mas não citarei. Também vi certa repetição de algumas palavras.

Outra coisa, essa rivalidade, acho que foi conseguida de um modo um tanto clichê, eles se enfrentam, depois surge uma rivalidade e talz. Além de que eles lutam a fim de ir atrás de insígnias, mas tudo bem. Outra coisa que eu já disse, mas repito, acho que você não dá muita emoção nas batalhas, assim como os personagens, fica algo meio estranho, diríamos assim.

A parte final foi bem interessante, que a velha e o cara conversam e você deixa aquele suspense no final, é algo bacana, você poderia explorar bem isso, pra fic não ficar com o tom totalmente clichê, porém teve a repetição da palavra Dylan, mesmo que fosse uma conversa ao telefone, já sabemos que era o Dylan pela primeira frase, bastava você dar continuação, porém sem a palavra Dylan.

Enfim, acho que só. Boa sorte com a fic.
A sim, agora entendi. Mas então, descrição e narração, to fazendo o possível para aperfeiçoar. Quanto a repetição da palavra "Dylan", é tudo culpa do telefone! Obrigado por comentar, e espero que aproveite o capítulo de hoje!

Agora, vamos ao capítulo, que é a parte um, de um arco de duas partes:

~~Capítulo V – Cidade em Caos, Parte 1: Uma investigação galática~~

Estava anoitecendo. As primeiras estrelas começavam a surgir no céu. E Dylan estava ali, em uma enorme construção, repleta de lojas, escadas, restaurantes e... Aviões. Ele estava sentado, em um dos bancos disponíveis. Lia no jornal, algum artigo sobre culinária, enquanto a pessoa que estava esperando não chegava. Estava ali desde manhã. De vez em quanto levantava, brincava com o pequeno Emolga que estava em seu ombro. Mas na maioria do tempo ficava calado, olhando para o tempo. De repente, ele escuta nos alto-falantes: “Voo nº 376428-30 acaba de chegar de Mistralton City”.
Levantou-se, pegou uma placa – onde estava escrito “Bem Vinda ‘Cicí’” – e a levantou. Ficou ali, bem na frente de onde as pessoas que desembarcaram, entravam no aeroporto. E lá vinha ela. Trajando um vestido longo e azul, e saltos pretos. A senhora era branca, possuía cabelos longos e loiros. Estava sorrindo, e empurrando suas malas. Quando viu a placa, ela franziu a testa. Aproximou-se do garoto e disse:
– Já disse que estou velha para apelidos. Quantas vezes, eu terei de repetir que meu nome não é Cicí! – disse, suavemente, porém com raiva.
Ele riu, e ela o acompanhou. Saíram do aeroporto, e pegaram um taxi:
– Condomínio Residencial Flor de Jubilife, por favor. – disse o rapaz.
Não demorou vinte minutos, e eles haviam chegado. A velhinha se instalou em um dos quartos do enorme apartamento. Dylan estava na sala com seu mordomo, quando ela apareceu. Ele então disse:
– Jeremy, essa é nossa nova hospede. Ela ficará aqui por um tempo. Peço-lhe que obedeça as ordens dela.
– Sim senhor. Farei tudo que ela mandar. É uma honra recebê-la! - disse ele, dirigindo-se à ela.
A mulher agradeceu. O mordomo deixou o recinto, e os outros dois permaneceram conversando por um bom tempo.

[Na manhã seguinte...]

A brisa refrescante da manhã invadia o apartamento. Dylan acabara de sair do quarto, quando chegou à sala. Lá, a senhora estava lendo o jornal, ao lado de um Pokémon, um tanto, diferente:
– Bom dia! – disse ele.
Ela o respondeu, e em seguida acrescentou:
– Vamos começar a investigação?
– Claro! – disse ele.
Mas não parava de pensar em que Pokémon era aquele. Resolveu arriscar e perguntar:
– Que Pokémon é esse?
Ela se levantou. Pegou a pequena raposa no colo, olhou para ele e disse:
– O nome dele é Fennekin*. Ele é um Pokémon nativo da região em que eu estava.
O rapaz perguntou se ela estava em Unova, pois foi o que pensara. Mas ela respondeu que estava em outra região, uma mais distante, e que teria chegado pela manhã, como havia prometido, porém houve pequenas falhas no avião que ela estava, e por isso ela teve que fazer conexão em Mistralton City.
Os dois então saíram do apartamento e, pegaram um taxi:
– Alameda dos anjos, antiga fábrica de lunetas, por favor. – disse ele, olhando para a mulher.
O taxi partiu, virando a esquerda.
Nesta mesma rua, estavam Josh, Mirai e Harry. Ambos observando a cidade grande. Estavam em uma praça que havia por ali, repleta de árvores, e rodeada de prédios. No centro, havia uma fonte, e à esquerda um café, que se assemelha a aqueles de Paris. Josh olhava para a rua, quando o taxi passou. Ao olhar pela janela, ele reconheceu alguém:
– Será que são meus olhos, ou quem estava dentro do carro era... – sussurrou, mas foi interrompido pelo grito da garota.
– Ei, vem cá! – gritou – Nós vamos até a parte antiga da cidade!
Eles se juntaram, e foram andando por entre as ruas largas e desenvolvidas.
Há alguns quilômetros dali, o taxi estava deixando-os em uma rua deserta, sem pessoas, sem carros... Havia apenas poeira, prédios altos e abandonados. Era uma rua sem saída, e lá no fim, estava um prédio cinza, velho, abandonado. Quase caído. Na fachada, Havia uma placa extremamente velha, onde havia escrito “Fábrica de Lunetas do Spencer”. Obviamente, nenhum comércio funcionava ali, hoje em dia.
Aproximaram-se, e entraram com cautela no prédio. Estava tudo escuro, empoeirado, velho. Havia uma fonte de luz, eu vinha do porão. Eles então perceberam que havia gente lá em baixo, e conseguiram escutar vozes.
O porão era pequeno, mas havia umas quinze pessoas lá dentro, além de um computador de última geração. Cyrus, Júpiter, Marte e Saturno estavam enfrente ao computador. Em frente a eles, estavam dez recrutas da Equipe Galática. Ele estava falando:
– Então, dou como oficial, o retorno dos Galácticos, para o nosso “Plano Supremo”. Eu Cyrus prometo que dessa vez, não haverá falhas. Daremos inicio ao plano, mas para isso, nos dividiremos em cinco equipes. Cada equipe terá um general, e dois recrutas. Os generais seremos: Eu, Saturno, Júpiter, Marte, e o novo integrante da Equipe Galáctica: Netuno, o meu neto. – disse ele, apresentando Netuno ao grupo.
Cyrus continuou falando e dividindo as equipes. Lá em cima, os dois começaram a decidir:
– E agora, o que vamos fazer? – perguntou Dylan.
– Bem, eu investiguei os galácticos há muito tempo atrás. Não vou deixar que eles tentem fazer algo de novo. Eles não vão realizar esse “Plano Supremo”, ou eu não me chamo Cynthia, a campeã de Sinnoh! – disse ela, corajosamente. Levantaram-se, ela continuou. – Sei de alguém, que pode nos ajudar.
Saíram dali. Pegaram um taxi novamente, e voltaram ao apartamento. Lá, Cynthia fez uma ligação. Do outro lado da linha, um homem à atendeu:
– Alô, Cynthia?!
– Sim, sou eu!
– E então, o que gostaria? – indagou o homem.
– Então, preciso da sua ajuda. Gostaria que o senhor viesse para a o apartamento do Dylan, aqui em Jubilife City, mas trazendo com você um dos nossos prisioneiros.
– Sim, claro. Mas quem seria ele?
– Charon, o cientista da Equipe Galáctica. – disse ela.
– Ok. – ele concordou – Ainda hoje eu devo chegar aí, levando-o comigo. Até mais Cynthia, e manda um abraço pro nosso mestre.
– Até mais! Um abraço pra você também. – disse ela, encerrando a ligação logo em seguida.
Ela colocou o telefone no gancho, e se dirigiu à Dylan:
– Ele te mandou um abraço.
– Mas ele concordou em nos ajudar? – perguntou.
– Sim, o Looker chegará aqui ainda hoje, com o Charon – exclamou, sentando no sofá, e lendo o jornal mais uma vez.

[À noite...]

A noite era agitada em Jubilife City. Havia muitos carros, lojas, pessoas. Na Clocks Circle**, havia diversas lojas de eletrônicos, restaurantes e outros. Ali, Looker passava em seu carro. No banco de trás, Charon estava sentado, porém algemado. Mesmo assim, conseguiu dar um jeito de abrir a porta e fugir com o carro ainda em movimento:
– Ei! Volta aqui! – gritou Looker, que com uma manobra brusca, estacionou o carro rapidamente, e correu atrás dele.
Corria em direção ao norte; na direção contraria, vinha o trio de treinadores. Eles estavam conversando, e rindo, quando Charon esbarrou em Harry. Ambos caíram. O policial gritou:
– Segurem esse velho!
Charon conseguiu se levantar e continuar a correr. Mirai lançou uma Pokéball pra cima:
– Vai Ralts, use o Confusion para segurar o velho!
Assim que o Pokémon saiu da Pokéball, seus olhos já estavam brilhando, e uma luz envolveu o cientista, trazendo-o pra perto do investigador. Ele agradeceu à atitude da garota. Josh, curioso perguntou:
– Esse é o Charon, o cientista da antiga Equipe Plasma, não é?
– Sim. Ele é. Nós estamos investigando um suposto retorno da equipe.
– E será que nós poderíamos ajudar? – perguntou Harry, com Mirai concordando logo em seguida.
O policial pensou por alguns instantes, mas respondeu positivamente. E todos os cinco, partiram para o apartamento.
Ao chegarem lá, Looker tocou a companhia. Logo em seguida Jeremy abriu a porta, recepcionando-os. Dylan aproximou-se, e ao ser visto por Josh, escutou um grito:
– Eu não acredito! É você! Sim! Foi você que eu vi no taxi hoje mais cedo! Você é Dylan, o grande mestre Pokémon, certo?!
Mirai e Harry se surpreenderam com a resposta. Dylan havia confirmado. Eles estavam na casa de um mestre. Todos se apresentaram, e se cumprimentaram. E Foram para a sala. Cynthia se aproximou, e começou a fazer perguntas:
– Responda logo Charon, que plano supremo é esse?!
– Plano Supremo?! Então chegou o momento tão esperado por nós Galácticos. O momento, em que Cyrus criará o mundo perfeito, com a ajuda de seres incríveis.
– E que seres são esses? – indagou Looker.
– Em breve, saberão! – Exclamou.
Logo em seguida uma luz forte inundou a sala, em cima de Charon, e ele disse:
– O reinado Galáctico, acaba de começar!
E fora abduzido pela luz...

~~X~~
*: Para os desenformados, a imagem do Fennekin:
Spoiler:
**: Paródia da "Times Square", em New York.
Espero que tenham gostado. Fiquem a vontade para criticar, elogiar, ou faezr qualquer tipo de comentário.
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Re: The Chronicles of Pokémon

Mensagem por Black~ em Ter 8 Jan 2013 - 21:16

Bom, o capítulo foi legal e talz, mas tipo, não foi MUITO precipitado colocar o novo inicial? Tipo, mal sabemos sobre os jogos, que serão lançados só no fim do ano, poderia ter colocado outro pokémon, mas né.

Bom, eu vi alguns erros, falta de vírgulas, vírgulas em excesso e outras coisas, mais falta de atenção e também pouca descrição em algumas partes, poderia ter colocado mais narração e talz, mesmo que as falas sejam explicativas.

Agora parece que a fic passa-se vários anos depois né? Mas acho que nesse tempo todo o Cyrus já teria morrido -q. Uma coisa sem sentido foi a fuga e a recuperação do Charon, tipo, ele tava amarrado e mesmo assim conseguiu fugir? E mesmo se fosse assim, o cara deixaria a porta travada e seria meio difícil o Charon fazer o movimento de puxar o pino e abrir a porta, depois pra pegá-lo foi tipo esbarrou nos protagonistas, a menina usa o Confusion e pronto? Acho que poderia ter sido melhor né.

Bom, acho que só e boa sorte com a fic.
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Re: The Chronicles of Pokémon

Mensagem por Andresinho157 em Seg 21 Jan 2013 - 21:30

Desculpem pela demora! Antes do capítulo, vamos ao comentário:
@Black~ escreveu:Bom, o capítulo foi legal e talz, mas tipo, não foi MUITO precipitado colocar o novo inicial? Tipo, mal sabemos sobre os jogos, que serão lançados só no fim do ano, poderia ter colocado outro pokémon, mas né.

Bom, eu vi alguns erros, falta de vírgulas, vírgulas em excesso e outras coisas, mais falta de atenção e também pouca descrição em algumas partes, poderia ter colocado mais narração e talz, mesmo que as falas sejam explicativas.

Agora parece que a fic passa-se vários anos depois né? Mas acho que nesse tempo todo o Cyrus já teria morrido -q. Uma coisa sem sentido foi a fuga e a recuperação do Charon, tipo, ele tava amarrado e mesmo assim conseguiu fugir? E mesmo se fosse assim, o cara deixaria a porta travada e seria meio difícil o Charon fazer o movimento de puxar o pino e abrir a porta, depois pra pegá-lo foi tipo esbarrou nos protagonistas, a menina usa o Confusion e pronto? Acho que poderia ter sido melhor né.

Bom, acho que só e boa sorte com a fic.

A fic se passa no futuro né? Então eu já estou tentando inserir coisas novas. Sobre a fuga do Charon, em desenho tudo pode acontecer, né?! Obrigado por comentar e espero que goste!

~~Capítulo VI – Cidade em Caos, Parte 2: Começa o Plano Supremo!~~

Todos estavam espantados. Pensavam: “O que aconteceu aqui? Como ele pudera sumir dessa maneira?” Todas as perguntas não tinham respostas:
– Alguma ideia do que houve Looker? – perguntou Cynthia.
– Nenhuma! – respondeu – Mas o seja o que for, que eles estão tramando, é algo grande e complexo.
Neste momento, a mochila de Mirai começara a tremer. Rapidamente, ela tirou o Ovo Pokémon de dentro, e o pôs no colo. Todos estavam sentados, nos sofás brancos, em volta de uma mesa de mármore. O ovo brilhava:
– Será que...? – indagou Mirai.
– Sim, irá nascer! – disse Dylan.
Em poucos segundos, o ovo chocou. Brilhou forte, e se transformou em uma pequena, e adorável Cleffa:
– Uau! Agora eu tenho uma Cleffa! – exclamou – Como ela é linda!
– Parabéns! – disse o mestre – Cleffa são Pokémons adoráveis e, se bem treinados, são extremamente bons em batalhas!
Então, a garota pega um Pokéball do bolso e faz com que a pequena Cleffa vá para a esfera pela primeira vez.
Todos ficaram sentados na sala de estar por aproximadamente 15 minutos, discutindo hipóteses e teorias sobre a Equipe Galáctica. Looker estava argumentando algo que Charon havia dito uma vez, sobre o interesse de Cyrus na mitologia de Jotho, quando uma explosão é ouvida, vindo do centro da cidade:
– O que foi isso? – pergunta Cynthia assustada.
– Em breve saberemos – disse Dylan, sacando uma Pokéball – Vai, Arcanine!
Da esfera, um forte e vistoso Pokémon, saíra. Sua pelugem laranja, com mesclas pretas e beges, eram brilhantes e macias, e balançavam com o vento que vinha da janela. Dylan montou nas costas do Pokémon e disse:
– Vamos Arcanine, para a Clocks Circle!
Escutou-se um rugido. Subitamente, o Pokémon tomou impulso e pulou janela a fora. Ao alcançar o chão, correu extremamente veloz.
Ainda no apartamento, Cynthia foi a próxima:
– Vai, Salamence!
O dragão que saíra era alto, e robusto. Demonstrava coragem e autoconfiança. Porém sua coloração era diferente. Ao invés da clássica coloração azul e vermelha, suas escamas eram verdes e laranjas, respectivamente. A campeã subiu no Pokémon, e ele a entendeu. Rugiu bravamente e voou. Looker se virou e disse:
– Nem pensem em tentar algo parecido! Nós vamos de carro.

[...]

Na Clocks Circle, havia pessoas correndo desesperadas. Carros pegando fogo, prédios em chamas. Cidadãos caindo, sendo atropelados. Um caos...
Em um helicóptero, Cyrus, Marte, e Saturno sobrevoavam o local. O motivo para tanto caos, eram bombas que haviam sido lançadas pelos vilões.
De uma rua adjacente, surgiu Arcanine, com uma velocidade enorme, levando Dylan nas costas. Ao se aproximarem, foram recebidos com um Fire Blast de Houndoom. Este era Pokémon do Cyrus:
– Essa foi pro pouco Arcanine! – disse o garoto.
De cima dos prédios, surgiram Cynthia e Salamence:
– Salamence, Dragon Rage!
O Pokémon carregou uma energia azul em sua barriga, e a liberou em formato de dragão na direção do Houndoom, que fora atingido.
Subitamente, surgiu no céu algo estranho. Era redondo, grande, e piscava em várias luzes. De seu centro, uma luz muito forte fora lançada, atingindo o helicóptero, que fora abduzido. Essa era uma das mais novas, e caras, invenções de Cyrus. Ele havia construído sua própria nave.
A nave começara a disparar raios para todos os lados da cidade, atingindo prédios, árvores, lojas. Um dos tiros atingiu um homem:
– Oh! – gritou Dylan, surpreso, correndo em direção ao homem – Você está bem?
– Um pouco... Ai! – disse o homem, ainda com dor. Porém levantou-se e agradeceu o apoio.
Neste momento, uma oficial Jenny que estava no local, ajudou o homem, levando-o para o hospital.
O mestre virou-se para o Arcanine, e ordenou:
– Arcanine, Fire Blast!
O Pokémon carregou uma enorme quantidade de energia em forma e calor, e a conduziu formando rajadas de fogo, e o lançou na direção da nave. Porém, antes que a atingisse, Houndoom lançou-se na frente do ataque. O cachorro noturno fora arremessado, ficando fora de combate.
A sala de comando, no interior da nave, era altamente tecnológica, em tons metálicos. Possuía uma vasta aparelhagem de última geração. Em seis cadeiras, estavam dispostos Marte, Júpiter, Saturno, Netuno, Cyrus, e Charon. Olhando para um enorme telão, que ficava acima de uma enorme mesa de botões, Cyrus reclamava bravamente. Ao ver seu Houndoom fora de combate, apertou um botão. Um raio, idêntico aos das Pokéballs, saiu da nave e atingiu o Pokémon, materializando-o para ela:
– Esses imbecis! Não vão conseguir nos parar, nunca! – gritava Cyrus, dentro da nave. – Vamos, Charon! Destrua esse maldito mundo imperfeito!
Charon riu, e apertou vários botões, acionando diversos raios. Em terra firme, Dylan e Cynthia davam ordens:
– Arcanine, Fire Blast!
– Salamence, Dragon Rage!
Os Pokémons repetiram os movimentos, atingindo o disco. Neste momento, Looker, Mirai, Josh e Harry chegaram de carro:
– O que está acontecendo aqui?! – perguntou o agente internacional, confuso com o que estava acontecendo.
– Meu Arceus! – disse Mirai, olhando para cima.
Looker retirou uma Pokéball, e com um alto “Vai!”, a lançou para o alto. Dela, saiu um Pokémon forte, robusto, amarelo, com asas grandes e firmes. Rugindo bravamente, o Dragonite demonstrava muita confiança:
– Vai Dragonite, use o Dragon Rage!
– Vamos ajudar Salamence, use o Dragon Rage também! – disse Cynthia.
– Arcanine, use o Fire Blast!
A combinação dos três movimentos se tornou poderosíssima, e ao atingir a nave, causou pequenos problemas técnicos. Lá de dentro, Cyrus estava extremamente nervoso. Levantou da cadeira e entrou em um círculo brilhante. Do centro da nave, uma luz saiu e atingiu o chão. Em um piscar de olhos Cyrus estava materializado em terra firme:
– Se vocês acham que vão me deter, estão muito enganados! – disse ele – O Plano Supremo vai começar de qualquer maneira, e desta vez, eu sairei vitorioso!
– Quanta audácia! – gritou Dylan – Como ousa confrontar um mestre?!
Cyrus deu uma risada irônica, e fora atingido pela luz, voltando para a nave. Em um piscar de olhos, ela desaparecera no céu:
– Malditos! – disse Looker.
Todos se reuniram, e se entreolharam. Sem dizer nenhuma palavra decidiram: Iriam atrás deles. Dylan propôs:
– Como saber pra onde eles foram?
– Eu, Dylan e Looker vamos para Canalave City! – Disse Cynthia – Na biblioteca, deve haver alguma informação sobre isso. Enquanto isso, vocês três vão para Eterna City, passando por Floaroma Town. Lá será nosso ponto de encontro. Todos de acordo?
Todos confirmaram com a cabeça.
[...]
O sol ainda estava nascendo, porém os seis já estavam no heliporto do condomínio. Despediram-se, e partiram para Canalave de helicóptero. No chão, nossos heróis acenavam, representando um “Até breve”. Quando o helicóptero sumiu na imensidão azul, os três se viraram, e seguiram rumo à Floaroma Town.
Andaram um bom tempo, até chegarem à saída da cidade. Lá, ouviram uma voz gélida:
– Harry?! Não sabia que te encontraria por aqui...

~~X~~
Bem espero que tenham gostado, fiquem a vontade para cometar, criticar e elogiar.
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Re: The Chronicles of Pokémon

Mensagem por Black~ em Ter 22 Jan 2013 - 18:02

Hm... capítulo bem bacana, gostei das batalhas, do modo em que Cyrus fugiu, etc. Só que sei lá, não me agrada muito o nome dos personagens em português, sugiro deixar em inglês mesmo, até por costume já mesmo também.

Está ficando boa a história realmente, bem misteriosa, algumas outras partes sendo resolvidas, só que senti repetição das palavras =/. Sei lá, poderia trocar por sinônimos. Seu problema é mais esse mesmo, já que você até que descreve e narra bem e escreve também.

Mas enfim, é só e boa sorte com a fic.

EDIT: Resposta ao cara de baixo, o plural de cidadão é cidadãos.


Última edição por Black~ em Ter 22 Jan 2013 - 21:57, editado 1 vez(es)
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Re: The Chronicles of Pokémon

Mensagem por -Ice em Ter 22 Jan 2013 - 21:52

Capítulo V:

Bom, ficou até legal, o único erro que eu achei foi esse (bem bobinho até)

Eu Cyrus prometo que dessa vez, não haverá falhas

Quando devia ser
Eu, Cyrus, prometo que dessa vez não haverá falhas.

Teve um momento que falaram equipe Plasma ao invés de Galatic/Galatica.

E outra coisa, eu recomendo que o capítulo fique focado apenas em uma pessoa, pois ficar alterando de Galatica pra Josh e Mirai, e depois pra Looker, fica bastante confuso.

Capítulo VI

Nesse capítulo houve mais erros, quase todos com vírgulas:

– Alguma ideia do que houve Looker? – perguntou Cynthia

A vírgula vem antes do nome, ficando "Alguma ideia do que houve, Looker?"

– Nenhuma! – respondeu – Mas o seja o que for, que eles estão tramando, é algo grande e complexo.

Na verdade não existe essa vírgula entre 'for' e 'que', o certo é "Mas seja o que for que eles estão [...]"

Brilhou forte, e se transformou em uma pequena, e adorável Cleffa

Entre pequena e adorável não existe essa vírgula, só teria ela se fosse "Pequena, fofa, e adorável."

– O que foi isso? – pergunta Cynthia assustada.

Quando você for descrever a emoção dela depois de citar seu nome, o certo é colocar uma vírgula. "pergunta Cynthia, assustada"

Mas nem tudo na fic foi erros, eu gostei da maneira com que Charon fugiu, e de como Cynthia saiu do prédio. Eu achei interessante a ideia de eles seguirem um rumo diferente dos jogos e não irem pra Oreburgh, demonstra que isso não é o clichê de toda fanfic.

Agora eu fiquei em dúvida de quem chamou o Harry no último parágrafo, então não demora pro próximo capítulo Wink

Ah, e eu notei também que no final da fanfic, você escreve 'comentar, criticar e elogiar' Criticar também é elogiar, então não tem muito sentido colocar as duas palavras na mesma frase.
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Re: The Chronicles of Pokémon

Mensagem por Andresinho157 em Sex 25 Jan 2013 - 13:45

Respondendo as perguntas:
Spoiler:
@Black~ escreveu:Hm... capítulo bem bacana, gostei das batalhas, do modo em que Cyrus fugiu, etc. Só que sei lá, não me agrada muito o nome dos personagens em português, sugiro deixar em inglês mesmo, até por costume já mesmo também.

Está ficando boa a história realmente, bem misteriosa, algumas outras partes sendo resolvidas, só que senti repetição das palavras =/. Sei lá, poderia trocar por sinônimos. Seu problema é mais esse mesmo, já que você até que descreve e narra bem e escreve também.

Mas enfim, é só e boa sorte com a fic.

EDIT: Resposta ao cara de baixo, o plural de cidadão é cidadãos.
Bem, fico feliz em saber que a fic está agradando. Sobre o nome dos personagens, da próxima vez virão em Inglês. Obrigado por comentar, e espero que goste desse capítulo.
Mr. Ice escreveu:Capítulo V:

Bom, ficou até legal, o único erro que eu achei foi esse (bem bobinho até)

Eu Cyrus prometo que dessa vez, não haverá falhas

Quando devia ser
Eu, Cyrus, prometo que dessa vez não haverá falhas.

Teve um momento que falaram equipe Plasma ao invés de Galatic/Galatica.

E outra coisa, eu recomendo que o capítulo fique focado apenas em uma pessoa, pois ficar alterando de Galatica pra Josh e Mirai, e depois pra Looker, fica bastante confuso.

Capítulo VI

Nesse capítulo houve mais erros, quase todos com vírgulas:

– Alguma ideia do que houve Looker? – perguntou Cynthia

A vírgula vem antes do nome, ficando "Alguma ideia do que houve, Looker?"

– Nenhuma! – respondeu – Mas o seja o que for, que eles estão tramando, é algo grande e complexo.

Na verdade não existe essa vírgula entre 'for' e 'que', o certo é "Mas seja o que for que eles estão [...]"

Brilhou forte, e se transformou em uma pequena, e adorável Cleffa

Entre pequena e adorável não existe essa vírgula, só teria ela se fosse "Pequena, fofa, e adorável."

– O que foi isso? – pergunta Cynthia assustada.

Quando você for descrever a emoção dela depois de citar seu nome, o certo é colocar uma vírgula. "pergunta Cynthia, assustada"

Mas nem tudo na fic foi erros, eu gostei da maneira com que Charon fugiu, e de como Cynthia saiu do prédio. Eu achei interessante a ideia de eles seguirem um rumo diferente dos jogos e não irem pra Oreburgh, demonstra que isso não é o clichê de toda fanfic.

Agora eu fiquei em dúvida de quem chamou o Harry no último parágrafo, então não demora pro próximo capítulo Wink

Ah, e eu notei também que no final da fanfic, você escreve 'comentar, criticar e elogiar' Criticar também é elogiar, então não tem muito sentido colocar as duas palavras na mesma frase.
Então, obrigado pelas observações, e fico feliz que esteja gostando. Tentei revisar o máximo possível essa questão das vírgulas. Obrigado por comentar e espero que goste.
Vamos ao capítulo: (P.s.: Só faltam mais três para o fim da 1ª Temporada)

~~Capítulo VII – Um Coração de Gelo – Memórias de Harry.~~

Harry ficou assustado. Virou-se e observou quem menos esperava ver. Em sua frente, estava uma mulher, de cabelos claros e grisalhos, um vestido azul, com sapatos de salto alto – também azuis. Ao olhar para ela, assustou-se e disse:
– Tia Dolly? Mas, o que... O que a senhora está fazendo aqui?!
– Ora essa Harry, eu que te pergunto. – retrucou – O que você esta fazendo aqui mocinho?! Há esta hora, seu tio Ben deve estar lá na delegacia prestando depoimento sobre seu desaparecimento! Como você tem essa audácia de sair em uma viajem sem nos consultar?! Por acaso você esqueceu que você está...
Nessa hora, a velha resmungona fora interrompida. Seu celular começara a tocar. Atendeu, e se afastou um pouco para falar ao telefone:
– Alô, Dolly na escuta!
Mirai e Josh se aproximaram do garoto, com cara de desconfiados:
– Quem é essa mulher?! – perguntou a garota.
– Essa é a minha Tia Dolly. Eu moro com ela desde que... – abaixou a cabeça, e pôs-se a chorar. Ainda soluçando, completou – Desde que mataram meus pais...
A informação chocara a dupla, que o abraçou e o consolou para que parasse de chorar. Nesse instante, a velha voltou:
– Vamos Harry, vamos voltar para casa.
– Mas tia, eu não quero voltar!
– Você tem que voltar. Se a Oficial Jenny descobre que eu estive com você e não te levei de volta, as consequências serão maiores do que já estão! – exclamou, dando um suspiro e voltando a falar – Ou você acha que nada vai lhe acontecer por você sair em viajem enquanto estava em...?!
– Eu sei tia, mas não posso e não quero voltar! – discutia, enquanto seus olhos se enchiam de lágrimas.
A cidade onde vivia, o enchia de lembranças. Cada vez que pensava no lugar, seu coração apertava, lágrimas escorriam, e ele se enchia de nostalgia.

[Flashback On]

Era um dia chuvoso. Porém neste momento, ainda não chovia. O tempo estava triste. Nuvens encobriam todo o céu, enquanto o chão era povoado pela névoa. O lugar era sombrio, rodeado por uma floresta fechada e escura. Havia umas dezessete casas, todas construídas de madeira. Além delas, havia alguns comércios, e o Centro Pokémon. Um pouco mais ao norte, havia vários canteiros de horta.
Estamos em um vilarejo, situado pelas redondezas de Oreburgh City. Ali é a cidade natal de Harry. Ele tinha apenas sete anos. Era pequeno, porém aventureiro. Seu sonho sempre foi sair dali em uma jornada. Mas neste dia, uma obra do destino o condenaria a uma vida de solidão, tristezas e perdas fatais.
Era por volta das dezesseis horas da tarde. O garoto estava sentado, na relva em frente a sua casa, quando um homem se aproxima. Ele logo percebeu que o homem não era Dalí, pois não o conhecia. Ele era barbudo, alto, gordo e usava um boné sujo. Aproximou-se do menino e disse:
– Vem com o tio. Eu tenho balas, videogames... Que tal? – disse o homem, com um sorriso estranho no rosto.
De dentro da casa, o pai do menino havia percebido algo estranho. Ao ver o menino indo embora com o velho, ele saiu correndo e gritou:
– Largue meu filho! Harry venha cá agora!
O menino tentou se soltar, porém era fraco demais pra isso. O homem virou-se e soltou um “Ele não vai a lugar algum”. O pai continuara a gritar. Nisso, vários vizinhos saíram de suas casas para observar a cena. Ele continuava com a criança, quando o pai gritou:
– Você não vai leva-lo para lugar nenhum!
Ouviu-se um barulho de uma moto. Era a Oficial Jenny do vilarejo, mãe de Harry. Desceu da moto e disse:
– Deixa que eu cuide disso querido! – murmurou, e foi em direção ao homem, gritando – Largue o meu filho agora, ou você vai se ver com a lei!
Ao correr em direção ao homem, ele sacou uma arma. E rapidamente, atirou na Oficial Jenny. O tiro fora certeiro no coração, e ela caiu morta. Seu pai correu em direção à mulher, já aos prantos:
– Alguém chame a curandeira! Alguém salve minha mulher! – gritava ele, enquanto chorava no corpo – Seu monstro! Olha o que você fez!
O crime chocara a vila. O pai correu em direção ao homem, e ao se aproximar, socou-lhe a cara, o imobilizou e pegou a arma. Agora o jogo estava invertido. Porém, o bandido era mais ágil, e tentou recuperar a arma. Nessa disputa, o dedo do pai deslizou, e acidentalmente, a arma disparou. Só que nele mesmo.
O garoto que já chorava pela mãe, agora também chorava pelo pai. O vilarejo, revoltado, tentou pegar o homem para espanca-lo, mas ele soltou Harry e fugiu, floresta adentro. Tia Dolly correra em direção a ele, e o abraçou, acalmando-o. A partir daquele momento, o doce e amigável Harry morrera junto com seus pais.

[Flashback Off]

Ele chorava no ombro da tia. Ela o consolou, como fez há oito anos. Virou-se e disse:
– Ok Harry. Deixar-te-ei ficar, e não contarei nada sobre você. Só me prometa uma coisa: Não faça de novo, aquilo que te fez mal. E cá entre nós... – disse ela, abaixando o tom de voz – Você sabe muito bem do que estou falando.
– Sim tia, eu sei! E eu prometo não decepcionar-te! Foi um prazer vê-la.
– O prazer foi todo meu!
Ao dizer isso, acenou para a dupla, que estava um pouco atrás, e foi embora. Eles se aproximaram dele e Josh perguntou:
– O que foi isso?
– Na hora certa vocês saberão... Na hora certa! – disse ele, mudando o tom e dizendo – Vamos andando?!

[...]

Após andar por um bom tempo, ainda eram 15h35min quando chegaram a Floaroma Town. A cidade era alegre, verdejante, repleta de flores e Pokémons do tipo Grass. Ao chegarem ao Centro Pokémon, Harry avista uma pessoa. Ela era muito branca, tinha um cabelo azul claro e grande. Usava uma blusa rosa com uma jaqueta azul. Ela, ao vê-lo, o abraçou:
– Quanto tempo! – disse ela.
– Não esperava te encontrar aqui! Nós não nos vemos desde que você se mudou para Snowpoint City! – falou. Virou-se e a apresentou para o resto da turma – Gente essa é a Vanny, uma amiga minha que morava no vilarejo. Vanny esses são Mirai e Josh!
– Oi, prazer em conhecê-los! – disse.
– Prazer! – disseram simultaneamente.
O menino da cicatriz virou-se de volta para ela e perguntou:
– O que faz aqui?
– Só estou de passagem. Quero chegar a Eterna City para desafiar a líder Flora*. Porém, estou com dificuldade para lutar lá, já que só tenho um Eevee e Pokémons do tipo gelo. – disse ela – Harry, você não teria um Pokémon do tipo fogo para trocar pelo meu Eevee?
Ele pensou um pouco. Não poderia trocar seu inicial, um Charmander. O único restante era seu Magby. Não viu nada que o impedisse, e aceitou:
– Troco pelo meu Magby. Você aceita?!
Ela aceitou. Foram até a máquina de troca, e trocaram. Em menos de dois minutos, os Pokémon agora pertenciam a donos diferentes.
Saíram do Centro Pokémon e foram até um lago, próximo dali. Sentaram e ficaram de bobeira conversando. Josh e Mirai brincavam, quando ele avistou um Buizel. Levanto e disse:
– Um Buizel! Vou pegá-lo! – exclamou, sacando uma Pokéball – Vai Metapod!
O Pokémon saiu da esfera, com um forte brilho. Do outro lado, o castor se posicionou para a batalha, quando se envolveu em água e veio em direção ao casulo:
– É um Aqua Jet. Rápido Metapod, use o Quick Attack!
Os dois Pokémons se atingiram, porém o castor era mais poderoso, e o arremessou. No alto, o casulo começara a brilhar. Aos poucos foi se transformando, e se tornou um lindo Butterfree.
Josh ficou muito feliz com a evolução, e continuou a batalha:
– Butterfree, use o Confusion!
Os olhos de Butterfree brilharam, e ele arremessou Buizel. Terminou com um Electro Web, formando teias em sua boca, que eletrocutaram o Pokémon, deixando-o fora de combate.
Ele pegou uma Pokéball e arremessou em direção ao Buizel. Ao atingi-lo, ele foi levado para dentro. Ela rodou algumas vezes até parar. A captura foi um sucesso.
Ele pegou a Pokéball, feliz com o novo amigo. Nessa hora, um estouro foi ouvido, vindo dos moinhos.

~~X~~
*Flora é a atual líder do Gym de Eterna. Ela é neta de Gardenia.
Espero que tenham gostado. Fiquem a vontade para comentar.
~~André~~


Última edição por Andresinho157 em Sex 25 Jan 2013 - 19:35, editado 1 vez(es)
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Re: The Chronicles of Pokémon

Mensagem por -Ice em Sex 25 Jan 2013 - 15:46

Ficou bem legal o capítulo, não vi nenhum erro com vírgulas.

Foi bem interessante a história de Harry, eu senti pena. A troca foi meio sem sentido porque se o ginásio ainda fosse de planta, os pokémons de gelo podiam dar conta, eu acho que eles podiam trocar mais para o meio da fic, mas ok.

Enfim, foi legal o capítulo, espero o próximo.

Edit: Não fale se falta ou não tantos episódios pra que acabe a temporada, deixe que ocorra normalmente.


Última edição por Mr. Ice em Dom 27 Jan 2013 - 21:36, editado 1 vez(es)
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