Pokémon Mythology
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The Bloom

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The Bloom

Mensagem por Trillian_GF em Qua 5 Dez 2012 - 21:57

Spoiler:
Sem muita enrolação, gostaria de dizer olá as pessoas da area de fanfics, sou meio nova aqui, e agora a fanfic o/

The Bloom


~.Ato I.~


~.Introdução.~

Spoiler:
The Bloom conta a historia de uma grande corporação, liderada por uma das personagens, que tem como tarefa unir a mente e alma dos pokémon á de seus treinadores para então unificados serem dois em um, mas sobretudo um. Para isso a Corporação da União de Alma (C.U.A.) decidiu crer na lenda que relatava um fato curioso sobre o criador, Arceus, e as plaquetas que armazenavam o poder de cada tipo de pokémon.

A lenda dizia que após o criador deixar o mundo nas mãos de seus irmãos e dos humanos ele distribuiu por todos os continentes cristais imbuídos em grande quantia de poder dos tipos de pokémon, para que mentes bondosas os utilizassem da maneira correta para que a evolução das espécies fosse privilegiada com o dom da sabedoria, amor, bondade, justiça e demais sentimentos carregados pelo próprio Arceus.

Mas nenhum humano os havia encontrado, até que alguns cientistas da C.U.A. encontraram vestígios de suas localizações. Em cada continente havia um numero certo para completar o ultimo, ainda uma incógnita.

Acharam poucos cristais de poder sendo eles do elemento: Normal, trovão, ar, gelo, fantasma, metal, e noturno. Os demais continuam presos e seguros por justiceiros ou segredos além da compreensão humana.

E isso que a C.U.A. busca, o conhecimento pleno sobre todos os cristais.

~.Personagens.~

Spoiler:
Lúcia: A guardiã de dois cristais poderosos, metal e trovão, possui características fortes e semblante sério para sua idade. Seu pai outrora líder da corporação que estudava os cristais, falecera e deixará em suas mãos o rumo dessa tarefa.

Antes de partir, porém, seu pai a presenteou com uma espada, dizendo ser um item poderoso feito com a junção do mesmo material que compunha o corpo do pokémon metálico, do trio de regis.

Com seus vinte e poucos anos, é uma das mais poderosas guardiãs em termo de força vindo dos cristais, embora suas técnicas em batalhas de pokémon possam acabar deixando a desejar. Possui mente rápida e numa batalha não perde um segundo.

Embora séria na maior parte do tempo ela adora ver jovens treinadores em suas jornadas rumo as ligas de seus continentes, sonho que ela nunca alcançara ou iniciara sequer, devido a tarefa com a corporação.

Possui pele e olhos claros, cabelos loiros e lábios carnudos, pouco alta e quase sempre confundida com a campeã de Sinnoh.
Cynthia. Embora não haja parentesco algum entre ambas.

Seus parceiros são um Steelix que a acompanha desde criança e um recém evoluído, Electrivire.

~.X.~

Mark: Pouco aparece na jornada em busca dos cristais por Unova.

Embora não goste de aparecer a todo o momento e um dos membros mais ativos pelas buscas, embora de maneira diferente da de Lúcia. Seus métodos são rápidos e consequentemente feitos todos pelo ar.

Seu estilo é o reconhecimento e mapeamento das áreas fornecendo apoio a primeira quando esta precisar seja com previsão do tempo ou com a escolha do caminho mais curto entre uma cidade e outra.

Nota-se que Mark possui uma queda pela primeira guardiã.

Possui cabelos castanhos e olhos na mesma cor, pele também clara, nunca se sabe como estará vestido tendo em mente que está sempre preparado para diversas ações, embora na maioria das vezes esteja com a roupa casual da corporação, esta semelhante a dos rangers.

Seu parceiro é um Pidgeot de tamanho incomum até mesmo para os maiores já vistos.

~.X.~

Mary: é a primeira pessoa de fora da corporação a ter contato em Unova com a guardiã, Lúcia.

Esta jovem garota partiu recentemente rumo a sua jornada de treinadora pokémon, tendo iniciado com o pokémon da região, Oshawott. Do tipo agua.

Possui feições amigáveis e quase nunca retira o sorriso do rosto, cabelos claros e encaracolados caem como cascata por sua costa até alguns palmos acima da cintura, olhos de âmbar e pele pouco morena.

Veste um jeans casual, tênis esportivo, uma camiseta branca com um coletinho preto por cima.

~.X.~

Ramon: Um adolescente nativo de Sinnoh que viera até Unova para tentar vencer a liga, já que não passara das preliminares em sua própria região.

Seu único parceiro a ter vindo é um Staraptor que ele próprio se convencia de ser invencível até que o Steelex de Lucia o ter derrubado num só golpe.

Possui um penteado bagunçado e espetado, cabelos pretos e pele pouco morena, alto e magro. Suas vestes são basicamente um jeans mais escuro, camiseta azul com o emblema do seu time de basebol preferido (os Bronzong).

~.Sumário.~

~ Prólogo, aqui mesmo.
~ Capitulo 1 - É dada a Largada. (link)

________________.X.___________________


~.Prólogo.~


Ao extremo norte do mar que cerca o continente de Kanto se encontra uma ilha não mapeada por nenhum geólogo conhecido ou não. E tampouco era do intuito da mesma ser revelada para os demais continentes.

Na verdade a ilha não era muito diferente das outras, possuía coqueiros como vegetação predominante, poucas plantas rasteiras aqui e acola, arbustos sequer faziam parte da paisagem.

Algumas pedras se encontravam espalhadas por entre a praia leste da ilha onde alguns Dewgongs se espreguiçavam e deleitavam-se com o sol e a maré alta. Mas apesar disso tudo aquela ilha estava longe de ser outro pedaço de terra qualquer que nunca fora visto.

Era à base de uma rica e importante corporação.

A ilha possuía bilhões de entradas espalhadas por toda sua extensão, desde um sinal imperceptível a olhos destreinados até a uma caverna dentro das raízes do vulcão inativo.

A razão por aquela ilha nunca ter sido descoberta era explicada pelo fato de que antes ela não se encontrava ali, mas sim sob grandes profundidades marítimas, ou seja, estava abaixo do nível do mar. Como ela fora reerguida para a superfície... Ninguém sabe ao certo.

Ao fundo da ilha se encontra a base térrea da corporação conhecida pela sigla de C.U.A. (corporação da união de almas).

O prédio possuía uma forma retangular, era baixo, contando com cerca de apenas seis andares, cercas elétricas circundavam o perímetro, guardas observavam pequenos movimentos a sua volta e até mesmo os pokémon colaboravam nas rondas.

A cor do prédio era branca, não havia motivo para se camuflarem naquele terreno, um grande numero de antenas parabólicas se encontravam no terraço da construção e muitas janelas de vidro adornavam o lugar deixando com que a luz do sol entrasse nos escritórios.

Naquele mesmo prédio no corredor do terceiro andar um idoso corria com pranchetas e papeis sendo segurados entre um abraço apertado para não deixar que nada caísse ao chão.

- Não esperava que eles viessem tão logo! – murmurou o idoso para si mesmo enquanto lutava com o botão do elevador para que este chegasse. – Mas que droga de elevador!

Assim que prenunciou uma dúzia de palavras nada educadas o transporte chegou, o cientista o adentrou e apertou a tecla com o numero sete gravado em si, era onde queria estar, na verdade era onde deveria estar.

~.X.~

- Onde está o professor Edard? – indagou uma voz feminina entre todas as demais que cochichavam sobre sua chegada inesperada.

A mulher possuía cabelos loiros e pele clara e um olhar amigável naquele momento, sabia bem que se pressionasse demais os cientistas os resultados nos experimentos não seriam de todos os melhores.

Ao seu lado alguém tocou-lhe o ombro e ao se virar viu que era só Mark.

Na verdade ela apreciava a companhia daquele homem mais do que qualquer pessoa dentro da corporação. Era jovem como ela e entendia todos seus pensamentos, embora as vezes batesse contra eles... Era a pessoa com quem gostaria de estar em todas as situações.

Inclusive naquela quando queria arremessar um computador na cabeça careca de qualquer cientista!

A porta do observatório se abriu com um estalo e uma voz conhecida a saudou por detrás de seus ombros.

- Lúcia! – ao ver o que tinha dito pigarreou e prontamente se corrigiu. – Olá alta capitã.

A mulher e o idoso sorriram e trocaram um abraço, Mark enquanto isso pegou as pranchetas e papeis para os depositas sobre a mesa onde Edard se sentou para operar um computador.

- Bem, sem mais atrasos. – começou a dizer Edard. – O processo de fusão das pedras foi concluído obtendo resultado positivo, até agora elas reagiram bem uma com a outra levantando a hipótese de possivelmente ter outras combinações possíveis entre os variados tipos. Isso daria um grande impulso de poder, mas também aumentaria o alcance psíquico do humano para com os pokémon ao seu redor.

Lúcia sorriu e acenou para que o cientista continuasse, assim sendo, Edard colocou num telão mais a frente a imagem de dois cristais, um de brilho metálico e outro de brilho semelhante a faíscas de energia elétrica e logo mais abaixo dos dois um único cristal de transparência elétrica com brilhos metálicos.

- Nesse momento os cientistas e técnicos especializados estão tentando fixar o duo-cristal, como batizamos a junção de dois cristais diferentes, no punho da espada lhe dada de presente. – Edard pegou folego e então continou.

Dessa vez na tela surgiu a imagem ao vivo de um grupo de seis pessoas examinando a entrada para a pedra que se localizava logo na parte mais inferior do cabo da espada. O metal reluzia a luz do laboratório e a pedra em intervalos de minutos para outro emanava ondas de poder que faziam a câmera chiar.

- Como veem a instabilidade é certa entre o duo-cristal, sabemos que até agora não se demonstra sinal qualquer de que vá se quebrar e o metal da espada também não demonstra sinal de fragilidade ao receber tamanha carga de poder.

O idoso então silenciou a voz e voltou a teclar no computador fazendo com que uma miríade de números e letras subissem numa maré de códigos para a junção entre os dois itens.

Após alguns minutos observando a operação da fixação do duo-cristal à entrada da espada um dos técnicos virou-se para a câmera e fez sinal positivo com o dedo polegar.

Lúcia e Mark foram os primeiros a iniciarem a salva de palmas e Edard logo os acompanhou sendo seguido por todos os demais do observatório.

- Meus parabéns a você, Edard, pelo progresso satisfatório nesse procedimento, mas também parabéns a todos os demais por essa conquista! – saudou Lúcia enquanto erguia os braços como que abraçando a todos.

Muitos vivas, assobios e palmas subiram ao ar e foi nesse momento que um mensageiro entrou na sala.

- Senhor Edard! – gritou ele enquanto tentava retomar o folego. – Uma mensagem do senhor Blaine e Pryce, extrema urgência!

O trio perto da entrada do observatório olhou do computador para o jovem mensageiro durante algumas vezes até que o idoso apertou algumas teclas fazendo com que um emburrado Blaine e um infeliz Pryce surgissem na tela.

- EDARD! – berraram os dois ao mesmo tempo o que fez com que Mark tivesse que segurar o riso. – Por mil estrelas! Já viu a mensagem enviada por nós dois a uma semana atrás?

Uma semana atrás? Lúcia e Mark dirigiram o olhar para o idoso no computador que tremia feito vara de bambu na cadeira do computador, Blaine ainda dizia alguma coisa inaudível e Pryce resmungava com alguém invisível aos demais...

- Por favor, com exceção de Mark e Edard os demais se retirem, agora. – falou Lúcia calmamente.

Em segundos não havia ninguém além dos três ali presentes e dos dois no telão.

- Que mensagem guardiões? – tornou a perguntar a mulher de cabelos loiros.

Blaine pigarreou dando sinal para Pryce de que ele iniciaria a conversa sobre o assunto, o outro concordou com um aceno de cabeça.

- Há semanas atrás ouvi rumores de que um grupo de geólogos e historiadores estavam rumando para a tal região de Unova, de certo alguma coisa havia chamado uma atenção geral.

- Enviei um grupo de sete pessoas para esse novo continente em busca de qualquer rastro ou vestígio do que poderia ser um novo cristal ou sua manifestação. A única mensagem que recebi foi a que transmiti a Edard...

Lúcia acenou para o velho ali presente para que ele transmitisse o vídeo. Por mais que o idoso buscasse traços de qualquer envio entre uma base e outra não havia sinal qualquer de alguma vindo de Blaine.

- Não há nada aqui... – suspirou Edard.

Mark cochichou algo para a loira que o acompanhava e então saiu da sala mais que depressa.

- Pryce? – Lúcia o chamou novamente á conversa. – Coloque-se presente.

O líder do ginásio de Mahogany entendeu a mensagem e logo tratou de fazer com que um de seus assistentes manipulasse um dos computadores para procurar a tal mensagem de Blaine. Aquele obteve êxito.

O vídeo teve inicio.

‘’ Podia-se notal um leve brilho verde ser emanado do que parecia ser um cristal do tamanho de uma canoa. Plantas rasteiras cresciam ao pé da enigmática rocha e os cientistas se aproximavam cada vez mais da pedra. Até que algo passou pela câmera, algo notado pelas pessoas ali presente.

O estagiário que gravava virou a câmera de um lado para o outro em busca da figura misteriosa, mas encontrou mais do que isso, ele viu figuras negras se movendo por entre o corredor da gruta.

- Quem são vocês? – o cameraman tinha perguntado.

Não obteve resposta senão um tiro e então o corpo caiu inerte ao chão. A câmera permaneceu intacta e continuou gravando, e transmitindo o vídeo, a cena de uma batalha entre pokémon surgiu em tela.

Um Aipom, um Crobat, um Gengar, uma Togekiss e muitas outras criaturas se digladiavam num combate ferrenho até que urros de dor vieram da parte traseira da gruta á qual a câmera não gravava.

Ouviu-se o baque de corpos ao chão, os demais também haviam morrido, risadas ecoaram pelo lugar e então a câmera foi erguida para o rosto de uma das pessoas emcapuzadas tornando seu semblante agora visível.

Era uma mulher, na verdade parecia uma garota de poucos anos senão mais de dezessete! Pele clara e cabelos castanho escuro caindo por entre o ombro esquerdo como que em cascata. ‘’

Aquele rosto ficou gravado na mente de Lúcia. Edard gravou e retirou todos os dados que o vídeo havia transmitido sobre a pedra misteriosa, e Blaine continuava descontente com tudo.

- Sinto muito, guardião Blaine... – proferiu a mulher ali presente enquanto sua mão direita se encontrava no ombro de Edard que tremia freneticamente.

Blanei assentiu e pediu licenças de retirando do telão. Pryce assim também o fez deixando Lúcia com o idoso cientista.

Muitos pensamentos passaram pela mente da jovem líder da C.U.A. e dentre eles o mais presente era vingança.

Quando estava prestes a ordenar uma evacuação da tropa numero 2 para Unova, eis que Mark adentra o salão.

- Rastreamos o lugar!

‘’Onde?’’ era o que o olhar do idoso dizia assim como o de Lúcia.

- Unova, mas continua se movendo pela região. Já o pegaram! – exclamou o homem ainda atônito.

- Sabemos disso. – afirmou Lúcia com uma estranha tranquilidade. Após isso ela tornou a falar, agora proferindo ordens e mandatos para Edard.

- Amanha eu, você e Mark partiremos para essa maldita Unova! Contate todas as demais bases e digam para se certificarem da localização de seus respectivos cristais, compactem o vídeo em um disco rígido e o quebrem, incinerem, façam qualquer porcaria com ele!

Tomou folego e continuou a falar.

- Quero minha espada entregue em minhas mãos em trinta minutos. Envie um pulso psíquico ao trio correspondente a mim quero eles o mais rápido possível nas redondezas de Unova, mas diga para serem discretos. Envie as tropas especiais para esse continente e quero também o general Kaumir comigo. Isso tudo pra ontem!

E com isso ela e Mark adentraram um elevador que desceu com um impulso tao forte que parecia ter sido atirado de uma arma invisível. Agora desciam o nível do mar para a base militar da C.U.A.

- O que pretende fazer em Unova? – indagou o parceiro ao seu lado.

- Descobrir o paradeiro de cada cristal de poder, recupera-los e resguarda-los, achar esses malditos que assassinaram ótimos cientistas e um estagiário e então exigir a vingança.

Mark então se sentiu de certa forma acuado, ele conhecia Lúcia desde criança e a considerava mais do que amiga... Mas vê-la daquela forma não só o assustava como o fazia se sentir inútil, mesmo não sabendo o porquê daquilo...










Notas:
Spoiler:

Desculpe se erros ocorreram em larga escala, e bem, a história e seus mistérios se resolverão no decorrer dos capitulos. Ainda não sei quantos capitulos cada ato terá e nem quantos atos serão embora tenha a media de cinco atos sem contar o final.


Última edição por Trillian_GF em Dom 9 Dez 2012 - 11:25, editado 3 vez(es)
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Re: The Bloom

Mensagem por -Murilo em Qui 6 Dez 2012 - 12:05

Oi menina! Pelo título achei que tinha alguma coisa a ver com Btooom!, mas deixa pra lá. A história é bem interessante. Ainda to em dúvidas em como é essa união entre humanos e pokémons. Eles viram um só literalmente? Pessoas com poderes pokémon? Me gusta! Mas a história é sua. Sempre achei que os Plates de Arceus tinham um poder especial. Aliás, estou escrevendo uma fic sobre isso, mas não se preocupe, que não tem a ver com a sua. Outra coisa interessante é a participação dos lideres de ginásio. Mas porque eles são chamados de guardiões? São eles que cuidam das placas já encontradas? Não sabemos. Só quero ver como é uma batalha usando esse sistema. Boa sorte na sua, tchau!
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Re: The Bloom

Mensagem por Trillian_GF em Sex 7 Dez 2012 - 12:05

Comentários
Spoiler:
Murilo_Marcos escreveu:Oi menina! Pelo título achei que tinha alguma coisa a ver com Btooom!, mas deixa pra lá. A história é bem interessante. Ainda to em dúvidas em como é essa união entre humanos e pokémons. Eles viram um só literalmente? Pessoas com poderes pokémon? Me gusta! Mas a história é sua. Sempre achei que os Plates de Arceus tinham um poder especial. Aliás, estou escrevendo uma fic sobre isso, mas não se preocupe, que não tem a ver com a sua. Outra coisa interessante é a participação dos lideres de ginásio. Mas porque eles são chamados de guardiões? São eles que cuidam das placas já encontradas? Não sabemos. Só quero ver como é uma batalha usando esse sistema. Boa sorte na sua, tchau!
Obrigado pelo comentário! Fico feliz em saber que tenha gostado e eu também sempre fui curiosa sobre os Plates de Arceus, agora tive essa ideia louca e espero que ela dê certo. Quanto ao sistema da União de Alma, logo logo você terá uma explicaçao total do assunto, agora quanto as batalhas ainda faltam um pouquinho >.<

~.X.~


Capítulo 1 - É dada a largada.

A base da Corporação de União de Almas continuava em total silencio se observada por fora, mas por dentro os corredores estavam apinhados de gente indo de todo canto para qualquer lado.

Os cientistas corriam para suas respectivas salas para buscarem todos os projetos concluídos que estavam devidamente arquivados em pastas azuis, pretas, vermelhas ou verdes de acordo com suas importâncias.

Edard por outro lado não corria, mas permanecia estático em sua sala. Estava sentado em sua cadeira giratória que dava de frente para um sofisticado computador que se prostrava sobre uma mesa de mogno onde fora o aparelho eletrônico havia também uma foto do idoso ao lado da esposa e o filho, uma pilha de papeis e três pokébolas.

Em sua mente as ultimas palavras da jovem Lúcia ainda o atormentavam de certa forma. Ela havia convocado o trio para irem á terra de Unova! E fora isso já tinha pedido a escolta de Kaumir e o segundo batalhão... O que ela estava pensando?

- Que não seja uma guerra por causa desses cristais... – e permitiu-se suspirar.

Ouviu então um bip vindo da tela de seu computador, sem demora tocou uma das teclas a se localizar na lateral do visor revelando o rosto do jovem Mark com um sorriso ansioso.

- Professor Edard? – a voz do jovem viera baixa para que não assustasse o idoso. – Estamos prontos para partir e quanto ao senhor?

O idoso se levantou da cadeira giratória que possuía o estofado em tom branco. Pegou uma maleta com uma alça comprida e a passou pelo pescoço para depois a encaixar em seu ombro, pegou também as três pokébolas e as prendeu ao cinto. Pouco antes de sair do escritório arrematou um livro de capa verde e pouco desbotado pelo tempo numa de suas estantes e então disse para o jovem que ainda o esperava na tela do eletrônico.

- Já estou descendo... – e então saiu de sua sala.

O sol não havia nem nascido ainda e Lúcia só tinha a cabeça submetida com pensamentos para a partira ao continente de
Unova. Edard suspirou mais uma vez ao olhar pelas janelas de vidro e ver a sombra que pairava sobre as copas dos coqueiros na ilha. Continuou andando até que chegou ao mesmo elevador em que a mulher e Mark haviam descido para a base militar subaquática da C.U.A.

Assim que chegou as portas do elevador tratou de apertar o botão verde e assim a porta abriu de imediato. ‘’Ao menos essa abre na hora... ’’, pensou consigo mesmo enquanto entrava no transporte e apertava o botão com a sigla H1 para que fosse submetido em direção do primeiro hangar.

Não tardou muito para que o tubo de vidro comprimido descesse feito um projétil disparado por alguma arma, cada vez mais fundo ele ia em direção ao prédio localizado sob o nível do mar e então ele viu o centro militar o único local que jamais havia precisado descer desde que iniciará seus serviços na corporação... Ah como ele sentia falta daqueles dias!

- Hangar 1, embarque e desembarque das tropas do segundo esquadrão. – anunciou uma voz robótica pelo alto falante.

Edard saiu do elevador e se dirigiu para o local onde tinha avistado o Electrivire de Lúcia, impossível não reconhecer aquela montanha amarela em meio as cores cinza e prata das embarcações.

- Seja bem vindo professor! – exclamou um homem com provavelmente o dobro da de Edard. – Soube que é sua primeira vez aqui, então pedi a honra de guia-lo nessa missão!

Era Kaumir, general e estrategista das tropas do segundo esquadrão. A tropa de choque pessoal de Lúcia. O homem além de alto possuía um porte físico comparável a de um Machoke ou Machamp. Edard quase se sentia intimidado não fosse o sorriso amigável na face do general.

- Obrigado pelas boas vindas, general. – respondeu o cientista. – De fato nunca antes precisei descer até a base militar de nenhum dos centros da C.U.A.

Após os cumprimentos, Lúcia e Mark, se aproximaram dos dois homens que discutiam possíveis planos da viagem. A mulher tinha os cabelos soltos por entre seus ombros, vestia-se com botas brancas, saia e um vestido na mesma cor que se abria na parte da frente.

- Bom dia, senhorita Lúcia. – cumprimentou Edard.

- Bom dia para todos. – retornou ela. – Mas chega de bate papo, vamos partir.

Dito isso seguiu em direção ao que parecia ser mais um simples helicóptero, não fosse a grande quantidade de armamento embutido nele. Havia de tudo desde pequenos misseis á compartimentos para grandes bombas, metralhadoras se encontravam nas laterais. As hélices estavam desligadas.

- Belezinha essas coisas não? – sorriu o general. – Vai adorar quando essa coisa entrar em batalha!

Edard olhou para Mark e vislumbrou algo que seria descontentamento, ao menos não era só ele que não estava feliz em voar para Unova para abrir um possível conflito armado.

Lúcia parou para falar com um grupo de engenheiros e técnicos, falou com uma mulher que estava na farda militar do segundo esquadrão e ela mais que rapidamente berrou para que o pelotão ligassem as hélices para partir. Edard entrou no mesmo helicóptero que o general Kaumir e Lúcia ficou de copiloto de Mark.

- Descendo plataformas de mergulho e ejeção. – anunciou novamente a voz metálica.
Edard se perguntou o que seriam essas plataformas e sua resposta veio cedo demais.

Os veículos começaram a descer por elevadores, plataformas na verdade, até que travaram num nível muito abaixo do hangar 1. O cientista tentou entender o que estava acontecendo até que lembrou. A base militar era submersa, se eles estavam descendo ainda mais, como iriam voar com os helicópteros?

A resposta veio de Kaumir.

- Segura a dentadura velhote! – brincou o general. – Que agora o bicho vai pegar!

Mal terminava ele de falar quando o helicóptero foi literalmente ejetado para frente numa velocidade incrível, a plataforma tinha duas turbinas traseiras que estavam bem ligadas, isso Edard notou, e uma cúpula de vidro onde a aeronave estava segura da pressão e da água.

Então saíram para o mar. Uma imensidão azul onde muitos pokémon tinham-na como lar. Olhou aturdido para os lados e viu o transporte que guiava Lúcia e Mark e mais atrás conseguiu distinguir cerca de mais quinze iguais ao de Kaumir.

- Perdeu os dentes tio? – brincou novamente o general.

- Não, ainda estou inteiro. – retrucou o cientista. – Para onde vamos exatamente?

- Por enquanto essas plataformas com cúpulas de vidro vão nos levar até a superfície, depois é cada um pilotando o seu helicóptero rumo ao laboratório de tal Professora Juníper! – respondeu Kaumir.

Um laboratório? Possivelmente ele ficaria ali, precisaria de um lugar para montar a tenda e instalar os equipamentos para guiar Lúcia e o esquadrão até o cristal... Um laboratório pokémon não seria nada mal.

O general olhou novamente para os controles do helicóptero e viu no radar que logo estariam na superfície. Suspirou e tirou o transporte do piloto automático, acionou as hélices que começaram a rodopiar fracamente para depois aumentarem a velocidade, o barulho já era tanto que falar não era uma opção.

E então a cúpula se abriu e a aeronave de Kaumir, bem como todas as demais, levantaram voo juntas. A frota estava de partida.

E não tardaria á chegar.

‘’Que Lúcia tenha juízo e não guie a corporação para a guerra... ‘’ orou o cientista.

‘’Eles tentaram brincar com a pessoa errada! ‘’ era o que Lúcia pensava ao lembrar da mulher encapuzada do vídeo.

E juntos cerca de vinte helicópteros partiam com rumo ao laboratório dessa professora Juníper.

~.X.~

No outro lado de Kanto beirando as ilhas de Cinnabar estava um idoso que não parava de olhar para o céu como que buscando algo. Vestia uma camisa manga longa na cor vinho, um colete sem mangas na cor branca, calça marrom claro e sapatos sociais.
Um chapéu branco com uma faixa em vinho terminava seu semblante. Com uma bengala retorcida em mãos o velho andava de lá para cá e de cá para lá. Simplesmente não conseguia ficar parado.

Tirou uma pokébola comum do bolso, aumentou seu tamanho e libertou de dentro dela aquela criatura que sempre o acompanhou por toda sua vida.

Uma criatura semelhante a um pato gordo metido em chamar fora liberado possuía chamas alaranjadas em seus ombros, e traços amarelos percorriam seu corpo até a base das mãos que possuíam três pequenas garras.

A criatura quase humanoide levantou um dos braços para o céu e lançou para as alturas uma bola de fogo que explodiu, aquilo alertou Blaine e não só ele.

- Ali está o sinal! Desça! – berrava outro idoso que se encontrava dentro de um helicóptero de cor branca.

Como resposta o velho comandou um de seus pokémon de gelo, esse em questão bem pequeno. Em resposta uma bola de gelo voou ao céu esta por sua vez ao explodir fez com que algo semelhante a pó de diamante ficasse a cair em cascata pelo ar.

- Chegaram. – foi tudo o que o idoso na praia conseguiu dizer.

Nesse momento o helicóptero branco desceu e pousou na praia da ilha de Cinnabar que agora não mais abrigava o ginásio, porém em seu lugar fora implantado uma das maiores bases cientificas da C.U.A.

De dentro do transporte aéreo saíram dois idosos e um jovem piloto. O primeiro a se adiantar fora o mais conhecido por Blaine.

- Pryce, como é bom vê-lo aqui! – saudou o ex-líder para seu companheiro de dias que ficaram para trás.

- Blaine, é um prazer poder ser recebido em Cinnabar, embora eu prefira o clima gelado de Mahogany... – comentou o velho que recolhia seu pequeno Sneasel, o pokémon que havia sinalizado sua chegada.

O segundo a entrar no campo de visão de Blaine fora uma pessoa importante que estava a visitar a base cientifica da corporação e que trazia consigo noticias importante para toda ela.

- É um prazer poder conhecê-lo senhor Blaine. – cumprimentou o idoso de corpo robusto que se vestia com um jaleco de laboratório semelhante ao de Edard.

- O prazer é meu professor Rowan, mas a que devo a honra de sua visita?

- Noticias calamitosas me fizeram vir até aqui e em meio a este caminho o guardião Pryce me comunicou para pedir um carona até aqui. – Rowan ainda com aquele pequeno comentário mantinha a expressão séria.
Blaine assentiu e pediu que o professor que estudava o processo evolutivo dos pokémon continuasse a dizer ali mesmo.

- A noticia que trago é o seguinte. – tomou folego e começou a falar. – Os dados que me enviaram ontem de manha se mostraram iguais às energias coletadas de uma Pedra do Trovão, porém infinitas vezes mais fortes.

- Outra coisa notada por meus companheiros fora que se esses cristais fossem usados para carregar uma espécie de raio único que se direcionasse a um pokémon em questão, a criatura desenvolveria nova forma, novos poderes ou simplesmente acresceria de tamanho.

Blaine e Pryce continuaram ouvindo.

- Fizemos o teste ontem a tarde. – Rowan parou um pouco e remexeu em seus bolsos para entregar ao guardião de Cinnabar um papel*. – Aí estão contidos os dados da troca de forma...

- Implantamos a lasca do cristal do trovão que nos fora enviado por você, em um pokémon do tipo elétrico, especificamente um Luxray. Este por sua vez aumentou de tamanho, sua energia vital acresceu, sua força aumentou, seus poderes ficaram inconfundivelmente mais fortes e união de alma fora estabilizada perfeitamente.

Blaine ficou espantado ao ler todos os detalhes naquele papel que diziam e detalhavam os dados coletados do pokémon, outrora pequeno e que rejeitava o conector humano com sua alma.

- Entretanto o processo de união criou nova forma. Quando avaliamos o pokémon percebemos a genética humana em seu cérebro. Sua forma de pensar estava mudada e a criatura conseguiu até mesmo falar. – Rowan parou para que Pryce desse continuidade.

- Blaine, o que Rowan e seus companheiros conseguiram revolucionará todas as descobertas da corporação e a união de almas! – vibrou o líder de ginásio de gelo. – Pensei bem! Se antes o humano receptor somente se conectava mentalmente com o pokémon, agora com esse novo método ele entrara de todo na mente do companheiro!
Blaine sorriu, aquilo sim eram boas noticias, mas por que Rowan tinha dito que eram noticias calamitosas?

- Mas isso não é tudo. – continuou o professor. – A guardiã que estava em Sinnoh fora instruída a nos enviar diariamente a frequência das ondas emitidas pelo cristal do tipo fantasma. Ontem a tarde a frequência cessou e perdemos o rastro dela...
Blaine recebeu aquilo como se fosse o tiro de uma arma a lhe retirar a vida. Impossível de justo aquela guardiã ter morrido!

- Vamos entrar em meus laboratórios, lá teremos maior apoio técnico. – Blaine se adiantou a continuar andando. Os demais o seguiram. – Temos de Acha-la.









____________________________~.X.~________________________

Papel*: Veja aqui os dados contidos no embrulho dado de Rowan á Blaine

(Todos os direitos sobre a imagem recaem sobre seu próprio autor e não á mim, somente estou a utilizando como modelo e nada mais).



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