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Pokémon - Civil War

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Pokémon - Civil War

Mensagem por Cap'n Cook' em Ter 4 Dez 2012 - 17:09

Era uma bela tarde em Celadon, capital da região de Kanto. Os Pidgeys piavam, o sol brilhava, causando o indesejado calor infernal aos habitantes da grande metrópole. Tantos prédios, além da sede do Mart, um se destacava: A prefeitura. Não era muito grande, mas em quesito de arquitetura, era muito bela. Tinha uma pintura marrom, com acabamento em marfim. Naquela época, não era proibido caçar pokémons para fins comerciais, então máfias clandestinas que atualmente realizam tais serviços não tinham tanta força, como a equipe rocket, por exemplo.

A recepcionista estranhou ao ver que um homem , meio matuto, com uma camisa xadrez vermelha, calça social e sapatos adentrou na sala, carregando uma maleta aparentemente pesada. O estranho parecia desajeitado, caipira. Teria vindo de Pallet?

- Boa tarde senhor, como posso ajudá-lo? – Perguntou a recepcionista. Ofegante, o homem pôs sua maleta em cima da mesa, dizendo:

- Eu preciso falar com o presidente. Tenho uma nova tecnologia para vender a ele.

- O presidente está um pouco ocupado agora...

- NÃO IMPORTA, PERMITA QUE EU O VEJA! – Gritou o homem.

- Está bem. – Disse a moça , resmungando. Pegou o telefone, ligando para a sala do prefeito. Ela mesma se surpreendeu, quando ouviu o presidente permitir a entrada do homem em sua sala. ‘’ Pode subir, último andar. ‘’ , falou a moça.

Naquela época, não existia elevador. Pobre professor Carvalho. Ah, que nada, três míseros andares não matam quem já andou quilômetros. É uma prefeitura, não um edifício. Chegando na porta da sala, havia um segurança , com a vestimenta e posição típicas. Simplesmente acenou com a cabeça para Carvalho, que sorriu , e enfim entrou na sala do presidente.

- Bom dia! – Disse o professor, entusiasmado.

- Seja rápido. Tenho muitos compromissos. Quer me mostrar tecnologias, não? Mostre. – Disse o presidente , frio e mal-humorado.

- Ok... – Carvalho pôs a maleta sobre a mesa do prefeito , virando-a pra ele; logo, abriu as travas. O que havia dentro da maleta? Qual a grande revolução tecnológica? Descubra no primeiro capítulo: Revolta!




Última edição por Fusca em Ter 4 Dez 2012 - 17:48, editado 2 vez(es)
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Re: Pokémon - Civil War

Mensagem por Black~ em Ter 4 Dez 2012 - 17:35

Hum, interessante, fic no passado e o professor Carvalho é apenas um velho do interior... Gostei. Bom, vamos lá, só vi um erro que foi no começo, que você escreveu "Kantho", em vez de "Kanto", mas enfim, só tenho isso pra falar. É só e boa sorte com a fic.
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Re: Pokémon - Civil War

Mensagem por pietrosaggioro em Ter 4 Dez 2012 - 19:01

Olá Fusca, muito interessante a sua fic, estou curioso, irei acompanhá-la. Enfim o prólogo meio curto e me deixou muito curioso e aguardando o primeiro capítulo. A narração e a descrição foram boas. Interessante essa história do professor Carvalho e de a história se passar em Kanto. Enfim não vi nenhum erro ortográfico e tals, então é isso, boa sorte com a Fic e até o primeiro capítulo ;D
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Re: Pokémon - Civil War

Mensagem por Rush em Seg 10 Dez 2012 - 17:00

Boa tarde, Fusca!

Well, achei bem agradável a leitura, mesmo que sem detalhes no desenvolvimento da 'humanização' das personagens, e pelo capítulo - ou prólogo - ter sido muito curto. De qualquer forma, sempre achei que Saffron fosse mais estruturada para ser a capital de Kanto, mas você fez uma boa explicação da cidade, tempo e espaço. Achei muito legal o jeito que descrevera a classe social das cidades, como Celadon ser uma cidade grande e Pallet, bem, uma cidade rural, sendo que o pobre Carvalho é um caipira, hahaha.

Sobre o que disse anteriormente, precisa ser mais aperfeiçoada a humanização dos personagens, mesmo que tenham sido introduzidos apenas três. Por exemplo, o Professor gritou com a recepcionista do nada. Você só descreveu que ele estava ofegante, não frustrado com alguma coisa ou de mal humor.

E em consequência, a recepcionista apenas resmungou ao invés de, no mínimo, ficar assustada com as atitudes do velho. Tente trabalhar isso. A emoção, o medo, a emersão e profundidade de cada ser presente no local.

Well, pelo o que eu pude entender, as batalhas são proibidas? É isso? Se for, realmente irei achar muito criativo e original, e ainda mais interessante. Ainda mais pelo fato dos treinadores participarem de 'rinhas'.

Enfim, aguardo o próximo capítulo. Um abraço, até mais.


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Re: Pokémon - Civil War

Mensagem por Cap'n Cook' em Dom 6 Jan 2013 - 15:52

Sempre cometo esse erro, black. Nunca decoro a escrita dos nomes dos continentes, haha.
Obrigado, meu amigo Pietro. :3
Na verdade, Rush, as batalhas ainda não existem, e os pokémons são apenas animais domésticos. Obrigado pelas dicas, e fico feliz que tenham gostado. Com vocês, o primeiríssimo capítulo!

Capítulo I – Revolta


A parte superior da maleta subiu automaticamente, revelando dois itens: Uma esfera de coloração cinza com um botão, e algo que tinha o formato de um cartão, na mesma coloração. Ambos pareciam ser feitos de plástico. O presidente observou por alguns minutos, curioso. Carvalho achou melhor não interrompe-lo.

- Certo, o que diabos é isso, afinal? – Perguntou o velho, ao chegar à conclusão de que não iria adivinhar sozinho.

- Uma pokébola e uma pokedéx, senhor. – Disse o professor carvalho, entusiasmado.

- Eu já conheço pokébolas. O que há de diferente com essa? Inclusive, ela é minúscula, e não tem uma válvula para que possa
ser aberta. Você está brincando comigo?

- Não! Observe. - Disse o professor, com um pouco de nervosismo. Ele pegou a pequena esfera, e apertou o botão, de maneira que ela aumentasse de tamanho.

- Interessante. Então quer dizer que ela é compacta?

- Na verdade, não é só isso! – O professor então jogou a bola ao chão, fazendo com que um Raichu saísse dela.

- Meu Deus! Não precisa de válvula. Isso é bem rápido, hã?

- É sim. E o melhor, o material é baratíssimo! Poderíamos até distribuir de graça, se quiséssemos. – Disse Carvalho, enquanto
recolhia o Raichu, que relutava em ficar do lado de fora da bola.

- Entendi, Carvalho. E essa outra coisinha aí?

- Eu explicarei agora. Ele serve para reconhecer pokémons, do básico. Ainda é um protótipo, e apesar de ser de fabricação barata, preciso de mais gente trabalhando nele.

- E do que isto pode me ser útil?

- Bom, talvez possa ser útil no exército. Soube que eles estão usando pokémons para lutar em Johto, seria interessante poder
reconhecer a arma do inimigo.

- Conte comigo para apoiar essas pesquisas, Carvalho. Agora, eu não sou idiota, e sei que você também não é. Vamos falar de números. Quanto você vai querer pelos projetos?

- Isto aqui. – Carvalho tirou um pequeno papel no bolso de sua camisa, entregando-o ao presidente. – Preciso para reformar meu laboratório, sabe?

- Sei, sei. Um preço justo. – Disse o prefeito, assinando um cheque no valor. – Ficarei feliz se você me trouxer mais engenhocas como estas todos os anos, haha! Até mais ver, Professor.

- Até mais!

Três semanas depois...


O sol ardia na testa das famílias agricultoras em pallet, todos estavam trabalhando arduamente. Era época de colheita, então todos ficavam alegres ao ver seus filhos ajudando, carregando pra lá e pra cá sacas de milho, arroz e feijão. Enquanto isso, o Professor Carvalho os observava de seu laboratório, onde fazia algumas pesquisas, e regularmente saindo para dar assistência. Avistou um rapaz alto e de cabelos negros, tinha olhos castanhos e um pequeno risco em cada bochecha. Usava uma camisa vermelha e calça jeans, e estava bastante suado. Ele também estava carregando sacas. Carvalho tentou processar em sua mente quem ele era, mas não conseguiu. Enquanto pensava, o homem adentrou seu laboratório, de forma que Carvalho tomou um susto.

- Olá! Você deve ser o professor Carvalho... Delia me disse que deixou minha Raichu com você.

- Raichu? Espere... O raichu era seu? De onde você conhece Delia? Aliás, quem é você? – Disse Carvalho, confuso.

- Oh... Meu nome é Lucas Ketchum. Eu trabalho nas forças armadas de Veridiana, mas estou de licensa.

- O que houve com você, meu jovem?

- Eu tomei um tiro no braço, pra falar a verdade.

- E está carregando sacas?

- Com o outro braço.

- Olha, vamos descansar, conversar um pouco, tá?

- Não! Eu quero ajudar lá!

- Nossa, já vi que você é teimoso, rapaz. Aqui está sua Raichu. – Disse Carvalho, retirando a pokébola do bolso na calça e
arremessando-a para Lucas. – Aliás, meu jovem... Qual sua relação com Delia?

- Ah. Eu sou o namorado dela. – Carvalho ficou espantado. Ele, por ser mais velho, achava muito anormal uma moça de 25 anos já namorar.

- O quê?

- Olha... A gente conversa depois. Porque não vem jantar comigo e Delia?

- Na casa dela?

- É, onde mais? Bom... Te vejo mais tarde. Até.
- Até.
---

Todos já tinham chegado para a janta. Numa mesa redonda ao lado da sala de jantar, Delia e Lucas sentavam lado a lado, enquanto Carvalho estava a direita do soldado. Comiam arroz com uma sopa de feijão, além de um delicioso frango assado. Mais tarde comeriam milho torrado, tudo vindo desta safra da temporada de colheitas em Pallet, que por sinal havia sido ótima.

- Hmm... Isso está muito bom, não é? – Comentou Lucas.

- Obrigado, amor. Imagino que as safras de Veridiana não sejam tão gostosas assim. – Disse Delia, sorrindo.

- É, não são mesmo.

- Bom... Agora, me digam... Como vocês se conheceram? – Perguntou Carvalho, enquanto dava um gole no seu suco de uva. O casal se entreolhou e deu um sorriso bobo, quando finalmente, a ruivinha falou:

- Deixa que eu conto. Algumas semanas antes do senhor viajar, eu tive que ir pra Veridiana, para consertar o meu relógio. Até ali tudo bem, mas quando fui voltar, eu acabei me desorientando, e dei de cara com um bando de Pidgeys selvagens, que começaram a me bicar. Foi quando Lucas apareceu, saindo do meio das árvores e espantando os pássaros. Depois ele me acompanhou até Pallet e me emprestou a Raichu dele para eu me defender, que eu acabei emprestando ao senhor. Aí a gente se entrosou e, bom... Você sabe como é, né?

- Sei, sei, acho que sei. – Disse Carvalho, fazendo com que todos rissem.

- Bom, eu já acabei, e vocês? – Disse Lucas. Carvalho e Delia concordaram que também já estavam cheios, então todos vão assistir as notícias numa televisão de tubo em ótimo estado, na sala de estar. Em silêncio, as notícias se passam, até que uma chamou a atenção de todos:

“ Governo anuncia torneio de lutas entre pokémons, e adere o uso dos mesmos, antes apenas para fins domésticos, agora em todos os serviços governamentais, como forças armadas e polícia. “

- Lucas... Sua Raichu, você usava ela pra trabalhar? – Perguntou o velho professor, olhando nos olhos do rapaz.

- Não, jamais o faria! Eu ganhei ela de presente do meu tio quando era pequena, ainda em forma de Pikachu, e depois
treinamos na floresta até que ela evoluísse! Nunca tive a intenção de pô-la pra lutar! – Respondeu ele, nervoso.

- Isto é ridículo! Rinhas? Por favor. Em que mundo nós vivemos? Colocar animais pra lutar? Isto é um absurdo! – Comentou Delia, indignada.

- Eu já sei... Nós vamos fazer um protesto. Um grande protesto.
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Re: Pokémon - Civil War

Mensagem por Caio. em Dom 6 Jan 2013 - 16:23

Well bxxs, como o Brags disse, achei a fic bem agradável de se ler, no entanto, você explorou bem pouco os seus personagens. Sei lá, sinto uma falta de descrição, muito embora a narração esteja boa, você não comenta muito sobre o ambiente onde estão as personagens, sobre como eles são, o que eles vestem, o que eles pensam, etc... Acho que peca um pouco nessa parte.

Do resto, está bem legal. Tu tá conseguindo desenvolver muito bem aquele tema que tu tinha me dito por MSN :3 Espero que o professor Carvalho não se arrependa do que fez em Celadon hehe. Aliás, o logo ficou bonito também, parabéns.

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Re: Pokémon - Civil War

Mensagem por Black~ em Dom 6 Jan 2013 - 16:43

Hum, capítulo interessante...

Vamos lá, gostei da ideia das pokébolas, pokédex e talz, algo desconhecido que futuramente seria útil -q. O prédio seria a Silph Co. né? -q, a fábrica de pokébolas, pokédex, prédio, empresa grande -q.

Agora falando sério. Eu gostei do modo em que os pokémons eram usados, somente como animais domésticos e algumas vezes os utilizavam para trabalhar, e todos espantam-se com o fato de pokémons fossem usados em batalhas, gerando raiva neles, fazendo-os querer protestar, legal isso.

Uma coisa que não me agradou no capítulo foi a quantidade de falas =/. Você colocou bastante falas e esqueceu um pouco da descrição e da narração, por mais que algumas falas tenham sido explicativas, senti que faltou mais narração e descrição, mas ok.

Erros? Acho que vi alguns, mas são tolos, não há porque citá-los, creio eu. Você escreve bem.

Enfim, é só e boa sorte com a fic.
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Re: Pokémon - Civil War

Mensagem por Juan Ftm the best em Sab 12 Jan 2013 - 23:03

Legal, gostei, não vou falar muita coisa agora não. Acho que vou acompanhar
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Re: Pokémon - Civil War

Mensagem por RESPAWN em Qui 31 Jan 2013 - 17:36

Essa fanfic me parece terrivelmente familiar. Eu não sei... de repente, isso?

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Re: Pokémon - Civil War

Mensagem por Cap'n Cook' em Sab 2 Fev 2013 - 21:53

Valeu a todos que leram e comentaram. Bom, respawn, em nenhum momento eu me baseei em outras fan fics. A única inspiração que tive para criar '' Civil War '' foram algumas teorias da conspiração, que citavam que o mundo pokémon haveria passado por uma guerra no passado, enfim.

Capítulo II – Confronto

Lucas e Delia ficaram extremamente perplexos. Por alguns segundos, todos ali ficaram em silêncio. O assunto era de grande seriedade, mas... Um protesto? Isso seria muito forte.

- Eu sei que é muito. Mas nós não temos outra saída. – Disse o professor carvalho, encarando aqueles dois rostos sérios. – Eu entendo se você não quiser vir, Delia. Você está comigo, Lucas? – Disse o cientista, estendendo a mão para o jovem.

- Eu não entrei pro exército pra escravizar animais. – Disse Lucas, apertando sua mão. – Mas então, coroa: Você tem um plano?

– Oak sorriu, triunfante.

~~~

Três dias depois, lá estavam. Os grandes prédios bloqueavam o céu formando uma selva de pedra. O último vestígio de natureza ali presente era o parque. O Parque de Celadon. Anos depois ele foi derrubado para se tornar um cassino, mas isto não convém. Um velho de cabelos quase grisalhos, uma roupa social... Caminhava em meio as pessoas naquele parque. Crianças jogando bola, pessoas fazendo piquenique. Era um lugar destinado à diversão. Mas não aquele dia... De uma bolsa, o velho que até então não recebia nenhuma atenção das pessoas ao redor, começou a falar:

- Boa tarde, senhoras e senhores! Hoje está sendo um dia ensolarado, muito divertido para todos nós, não é? E se de repente todos nós fossemos capturados e usados como arma por um governo miserável? Vocês acham isso justo? Vamos, respondam! – Algumas pessoas se silenciaram, outras comentaram o que estava acontecendo. Ninguém entendeu ao certo. Foi quando um som gago, agudo, e quase que inaudível, respondeu:

- Não. - Era uma criança no parque. Provavelmente a alma mais pura ali presente.

- Exato! E é isso que querem fazer com os pokémons desta nação. E se vão tirar a liberdade e a diversão deles... Que seja tirada a nossa também! – Carvalho vestiu uma máscara de gás, e avisou para que todos saíssem. Num único instante, pokémons voadores invadiram os céus e começaram a jogar pokébolas sobre a cabeça das pessoas. Pokébolas que, ao se chocar com o chão, liberavam temíveis corpos roxos em fase de decomposição. Cadáveres de Arbok. Eram obra de um estudo recente de carvalho: Quando um pokémon venenoso chega ao fim de sua vida, ele exala todo o seu conteúdo em estado gasoso. Logo, toda a cidade era coberta pela névoa roxa e traiçoeira, que além de intoxicar, cegava todos, também. De repente, pessoas saíram de todos os edifícios, principalmente os comerciais, especialmente preparados para a situação. E estavam protestando. Quem seria capaz de desafiar o governo a este nível?


Sry pelo capítulo pequeno. É o meu modo de escrever, não gosto de fazer nada muito longo. Talvez mais pra frente, masné.
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Re: Pokémon - Civil War

Mensagem por Black~ em Sab 2 Fev 2013 - 22:29

Bom, gostei do capítulo, mesmo sendo pequeno, masok.

Protesto interessante esse do Professor Carvalho, tacar veneno no local pra demonstrar sua raiva com a situação, bem que poderia ser preso -q. Talvez por ele ter tacado o veneno no parque, matou as árvores, obrigando a destruir o parque pra construi o cassino (ok, viajei -q).

Chega a ser irônico um cara que é contra as batalhas, alguns anos mais pra frente distribuir pokémons para os jovens na intenção de algum deles ganhar alguma coisa (como Liga Pokémon, concursos, etc.)

Bom, não vi nenhum erro, você escreve bem e talz.

Não tenho mais nada pra falar já que o capítulo foi pequeno, mas enfim, é só e boa sorte com a fic.
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Re: Pokémon - Civil War

Mensagem por Charge em Ter 5 Fev 2013 - 15:43

Li tudo agora a pouco, apesar de os capítulos serem bem pequenos eu gostei da intenção, mas sei lá, será que outras muitos fics já não tiveram esse tema?

Esse negócio de pokémon serem escravos é interessante também. Não entendi muito o que o pessoal de Pallet quis fazer, talvez isso desenrole em algum tempo.



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Re: Pokémon - Civil War

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