Pokémon Mythology
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A Profeta

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A Profeta

Mensagem por Mikh em Sex 30 Nov 2012 - 4:02

Índice:
Prólogo
Capítulo I: O Tolo
Capítulo II: O Mago


Prólogo

Era um dia ensolarado. Pelo menos, na minha opinião. Era um dos dias mais ensolarados que eu já vi na minha vida – mas o sol não assustava o povo da pequena cidade de Pallet. De fato, nunca assustou. Mas este sol está ficando mais estranho esses dias. Ele tem essa aura nele. Essa tal aura que era não santa, como o lendário Ho-Oh. Ah, como eu queria ver esse pokémon! Um sonho infelizmente, distante. Suas asas batem em direção somente dos sortudos, dos aventureiros que somente tem uma coisa em especial neles, coisa que eu não tenho. Mas estou divagando. A aura do sol me assustava. Era como se ele não fosse mais seguro; era como se fosse amaldiçoado. Como diz na profecia. A tal profecia que para alguns é uma bobagem, por que meramente uma criança fez isso. Uma profecia.

E essa criança é ninguém mais que Annora Fenn. Que, por conveniência, sou eu. A garota que fez a profecia; mas que não conseguia ver mais o futuro. De fato, não conseguia ver mais nada. Era como se tudo sumisse de repente, por causa de uma infeliz virada do destino. E por uma dupla virada do destino, um homem fez todo mundo desacreditar na minha tal profecia, que salvaria todas suas vidas infelizes e patéticas – Godfrey Scriven. Esse é um nome que eu nunca vou esquecer. Ele é a causa por que eu estou aqui, trancada nessa casa – considerada como a “Profeta Louca”.

Tudo por causa desse maldito. Mas hoje é o dia que tudo isso acaba. Hoje é o dia que eu vou finalmente ser livre. Minha mãe saiu de casa para suas bebidas diárias; um hábito que infelizmente vai demorar para morrer. Temo que seja um hábito eterno. E, ela deixou pela primeira vez a chave de casa, sozinha. Ela é bem responsável; mas seu erro tolo será recompensado. Finalmente serei livre deste hospício chamado casa. Pego a chave em minhas mãos pequenas e doces, que lavo faz um bom tempo. De fato, lavo todo meu corpo por um bom tempo – para ser... sabe? Bonita. Antes de ir embora, porém, olho-me no espelho.

Meus olhos verdes, que um dia eram vivos e brilhantes, continuam mortos. Eu não tenho isso como uma surpresa – eles andam mortos desde aquele acontecimento com o Godfrey. Eles me deixam tristes, mas mesmo assim, me dão uma única lembrança de esperança. A última coisa que nunca deve morrer, pelo menos, não agora. Principalmente não agora. Meus cabelos, loiros, continuam curtos. Você pode culpar, novamente, ele por isso. Tive que cortar meu cabelo... mas eu adorei ele assim. Ele parece tão formal, mas ao mesmo assim, nada de mais. Algo bom para se esconder. Minhas roupas eram a coisa que eu mais adorava. Eu usava um casaco laranja, que para vocês deve parecer estranho, mas eu adorava mesmo assim. Usava calças jeans típicas escuras; meio rasgadas em alguns lados, meio punk. Eu não gostava tanto... mas fazer o que. E por último, minha camiseta.

Ah, minha camiseta. Ela era a coisa que mais me denunciava para o mundo lá fora. Eram minhas roupas de Profeta, um pouco modificadas. Totalmente escura, com o símbolo do coração quebrado ao meio, bem no centro. O coração, quando “ativado”, digamos, batia forte. Batia como mil sóis no seu peito; o que me dava um pouco de medo. Mas, ele era a única coisa capaz de você fazer uma profecia. Eu consegui essa camisa com meu pai. Que... infelizmente, não está mais aqui, digamos assim.

Mas, novamente, eu divago. Saio do espelho, pego as chaves, olho para porta de casa...

— Adeus. — Digo, suavemente, enquanto abro a porta de casa. Algumas boas memórias estariam lá, mas eu se que é para melhor. Espero que minha mãe não fique assustada. Espero que nada aconteça de ruim.

Mas uma coisa me assusta.

O sol.


-

Parte do mainpost por Guillerjo. Créditos a ele, acho, mesmo achando isso meio desnecessário.
Vou fazer isso como meu projeto mais "sério", digamos.


Última edição por Mikh em Dom 23 Dez 2012 - 18:23, editado 2 vez(es)
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Re: A Profeta

Mensagem por Black~ em Sex 30 Nov 2012 - 10:47

Bom, gostei da história, eu também acho bacana fics que têm narração em 1ª pessoa, eu vi a repetição da palavra "sol" no começo, achei um pouco incômodo, mas parece que será algo importante na fic, portanto não há nada de errado, não vi nenhum erro de ortografia nem nada do tipo. Enfim, é só e boa sorte com a fic.
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Re: A Profeta

Mensagem por pietrosaggioro em Sex 30 Nov 2012 - 11:00

Olá Mikh, curti o prólogo, ficou bem interessante, a história parece ser muito boa, fiquei curioso para saber qual é a profecia e talz. Você escreve bem, descrição, narração.Não achei o prólogo muito curto, achei que introduziu bem a ideia.Enfim, estarei acompanhando a fic e eu aguardo o primeiro capítulo.Boa sorte com a fic.

Bye.
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Re: A Profeta

Mensagem por Mikh em Seg 3 Dez 2012 - 15:47

Capítulo I: O Tolo

Sair de casa foi um sentimento aliviador e um pouco desesperador. As pessoas estavam em suas casas, algumas meio paradas lá em algum lugar, vendo o mundo passar por eles – como se eles estivessem mortos. Era legal ver algumas pessoas, por que fazia tempo que eu não via nenhuma, a não ser minha mãe. Mas estas pessoas pareciam zumbis, que só ficavam olhando para o horizonte, quietos. Era como se eles estivessem mortos; como se alguma coisa aconteceu com eles. Estava começando a infelizmente a me assustar. Me assustar como nunca me assustou antes.

Era também quieto. Para um dia ensolarado, o silêncio tomava conta do ar. Alguns Pidgeys voavam de vez em quando, fazendo alguns “peeps” ocasionalmente, mas era isso. Todas as pessoas estavam quietas, as casas não tinham televisões ligadas, muito menos vozes dentro de suas casas. Mas acho que o mais assustador é que, mesmo antes, poderia ser sempre assim. Sempre o mesmo silêncio. Eu nunca notaria. Eu estava em casa, trancada. Mas eu não quero lembrar disso. Eu não quero saber o quão assustador isso é. Eu decidi ignorar, e me dirigi diretamente a Rota 1. Pallet era uma cidade muito pequena. Era como se fosse uma vila, digamos. Uma pequena vila.

Mas entrar na Rota 1 era como se fosse outra história. Era bem maior do que eu imaginava, com muitas gramas altas e vários pokémons correndo ao ar livre. Era um sentimento alegre e confortador, mas ao mesmo tempo, novamente, desesperador. Eu peguei uma pokébola de meu bolso; coisa que sempre levo comigo – por pura proteção, um presente de minha mãe. Era leve e segura de se usar, e bem quente. Joguei a bola ao ar, para liberar o meu querido pokémon; Vulpix.

Ah, como eu adorava esse pokémon. Eu não gosto de aceitar o fato que ele era... “fofo”, digamos; mas isso não era o que importava. Ela foi minha única amiga quando estava dentro de casa, sempre me divertindo. Eu adorava ela, e não permitira ninguém tocar nela. Ela também era bem forte, algo que deveria surpreender algum moleque ou dois. Suas caldas, vermelhas, giravam de alegria, e seus olhos brilhavam. Ver aquilo me dava uma sensação amigável, como se tudo estivesse vivo novamente. Mas por um segundo; toda essa mágica acaba, logo após ver o primeiro pokémon desta rota.

Ou melhor, o primeiro pokémons dessa rota. Eles eram ridiculamente assustadores, e tinha quantos? Uns 40, deles? 40 malditos Rattatas, Pidgeys, Sentrets, monte de coisa que eu nunca nem vi na vida. Todos os olhos deles estavam brancos; e sangue saia de seus olhos. Seus pelos estavam para o ar, e as garras de todas estavam afiadas. Ao ver o Vulpix, todos correram a direção dela, e a minha direção. Para bichos tão fracos, eram máquinas de matar. Mandei meu pequeno pokémon de fogo usar um Ember, o mais forte que ela conseguisse, para finalmente acabar com essa atrocidade, mas por infelicidade do destino, só um pouco da pele dos outros pokémons queimaram, como se fossem incrivelmente fortes.

Eu estava encurralada. Voltar para Pallet só daria a mesma situação, e eu não podia desmaiar eles. Eu não podia fazer nada, e eles estavam loucos por carne. O primeiro Rattata pulou alto em minha direção, com os dentes afiados como nunca. Eles estavam também amarelos. Mas não era importante isso agora. O importante é que eu, bem, iria morrer agora? Isso provavelmente é bem importante. Mas eu queria saber mais desse mistério. Saber mais das coisas. Saber quem eu era. Saber o que minha profecia significava. Mas uma mão quente segurava a minha. Era meio de repente. Eu não sabia o que estava acontecendo direito...

— Corre. — A voz do garoto ao meu lado falou, de repente. Olhei para o Rattata que pulava em mim. Ele andava muito mais lento do que o normal; como se alguma coisa o parasse no tempo, mas ele não se movia. Ele estava preso no ar. — É sério. Corre. Só vai durar 3 minutos.

Então, eu comecei a correr, com o homem segurando minha mão. Eu nem o conhecia. Eu nem sabia o que ele queria, ou o nome dele. Mas ei, ele estava salvando minha vida agora. E é isso o que eu queria, alguém que salvasse minha vida de seja lá o que está acontecendo. Rapidamente, chegamos até Saffron, e saímos seguros da Rota 1. Algumas pessoas andavam em Viridian, meio assustadas, mas normais. Não sabiam o que estava acontecendo, mas era normal.

Olhei para o homem pela primeira vez. Ele tinha um casaco preto leve, com três listras nos dois lados. Usava uma calça jeans normal, e dois sapatos típicos. A camisa que ele usava era bem pobre, como se ele nunca trocasse de camisa. Tinha cabelo pequeno, parecia que raspou um pouco, eram castanhos. Seus olhos eram azuis, e sua pele era branca. Segurava na mão uma espécie de objeto, que eu não sabia direito que era, mas as palavras “TIME” estavam escritos nela.

Quem era aquele homem, era um mistério. O que aconteceu ali na Rota 1 também era. Mas nem tanto. É tudo de acordo com a profecia.

Pelo menos, eu espero que seja.

— Eu sou... pensando bem, por que falar meu nome? — Deu um sorriso bobo. — Me chame de V. E você?
— Annora.
— Prazer em conhecer, Annora. Vejo que não tenho perguntas referentes a mim ou o que aconteceu, e espero que não tenha, por que eu não vou responder!
— O... o que?
— Adeus!

Pisquei meus olhos por um segundo, e ele havia sumido. Talvez, nunca mais o veria. Mas sinto que eu o verei muitas vezes. Este homem... quero descobrir quem ele é. Eu não sei por que. Mas eu tenho essa sensação que ele será precisamente necessário.

Ah, cara... isso já tá se tornando uma bagunça.


Última edição por Mikh em Seg 3 Dez 2012 - 19:55, editado 1 vez(es)
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Re: A Profeta

Mensagem por pietrosaggioro em Seg 3 Dez 2012 - 19:01

Olá, boa noite, eu de novo, muito bom o capítulo, gostei de serem pokemons da primeira geração, a história está se passando na região de Kanto. A história foi bem contada, a descrição também foi muito boa. Tá misterioso mesmo, nada é revelado logo de cara, me deixa curioso e me instiga a continuar lendo. Bom é isso, continue com o projeto e boa sorte ;D Até o próximo capítulo.
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Re: A Profeta

Mensagem por Black~ em Seg 3 Dez 2012 - 19:38

Hum, interessante a fic, ta bem misteriosa mesmo, você ainda narra e descreve perfeitamente, além de não ter nenhum erro, eu não entendi muito bem a parte que eles estão na rota e já estão em Saffron e depois saem da rota? Talvez eu não pensei muito -q. Mas enfim, é só e boa sorte com a fic.
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Re: A Profeta

Mensagem por DarkZoroark em Ter 4 Dez 2012 - 19:28

Mikh o/
Já tava para comentar desde o prólogo, mas não consegui antes. Enfim, cá estou eu para fazê-lo. Primeiramente, devo dizer que estás de parabéns. lol 40 Pokémons? Eu só encontro isso passando pelas Victory Roads, nunca em uma Route. Eles estavam cegos? Da maneira com que descreveste (olhos brancos e sangrando) me deu esta impressão. Gostei do nome dela. Annora é bem incomum, mas não deixa de ser belo. Só uma observação
Todas as pessoas estavam quietas, as casas não tinham televisões ligadas, muito menos vozes dentro de suas casas.
Acho que teria ficado melhor "em seus interiores", até para evitar a repetição. Apenas uma sugestão.
Bom, é isso. Aguardo o próximo capítulo.
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Re: A Profeta

Mensagem por Cap'n Cook' em Ter 4 Dez 2012 - 21:39

Boa fic. Um ou dois erros de português/revisão, nada demais.
Curti o mistério, e aparentemente teremos viagens no tempo ou algo assim. Boa sorte com ela.
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Re: A Profeta

Mensagem por Kurosaki Mud em Sex 7 Dez 2012 - 17:10

Mikh o/
Quase que fui na OFFstuck -q
Seu dia no Cda, uma boa fic, curti o começo ao menos.
Achei que você pecou um pouco em repetição, sei que foi para dar ênfase, mas sinônimos sempre ajudam. Tome cuidado especialmente com o verbo era.
Annora é um nome forte, gostei : >
E não vi erros aparentemente de gramática, só mesmo as substituições.
Well, enjoy it o/
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Re: A Profeta

Mensagem por Mikh em Dom 23 Dez 2012 - 18:19

Capítulo II: O Mago

Chegando finalmente na cidade de Viridian era um alívio. A cidade era pequena, mas bem maior que Pallet – as pessoas continuavam andando normalmente, não pareciam... zumbis, que nem na minha antiga cidade. Joguei meus cabelos loiros ao vento, onde poderia voar livremente. As perguntas, porém, continuavam ecoando na minha mente – quem era V? Como ele conseguiu fazer aquela... manipulação temporal, por assim dizer? E o que diabos era aqueles pokémons? Bem, talvez seja uma pergunta sem resposta pela eternidade – mas é melhor assim. É sempre melhor não ter respostas...

- Errada novamente, senhorita Fenn! - Uma voz disse na minha frente, e eu conseguia ver quem era, era V. Ele estava com um terno diferente agora, mas o reconheci facilmente. Ele vestia um terno com um casaco longo castanho. Para falar a verdade, era meio bonito. - Eu voltei. E aparentemente, eu tenho que fazer algumas explicações.
- Por que? Por que quer me explicar tudo agora? O que mudou? - perguntei, meio estressada. Mas na verdade, não havia estresse. Só... curiosidade.
- Nada. Digamos que um certo... “Deus” me falou pra te contar as coisas. Enfim. - Procurou no seu casaco, e pegou sua máquina que havia usado para parar o tempo antes. - Isso é um manipulador temporal. Basicamente, tem poeira de Celebi dentro disso, e o resto é construído por diamantes de um Dialga... Ou seja, isso é o manipulador temporal mais forte que existe, por que não pode só ir e voltar no tempo... mas pode parar e manipulá-lo.

Ouvindo as palavras dele, não consegui segurar minha ansiedade. Dois pokémons lendários, numa pequena chave de fenda como aquela? Era como se fosse um sonho virando realidade! Talvez, ele até saberia onde Ho-Oh estava, para eu finalmente vê-lo também. Mas acho que isso seria uma pura bobagem, claro. Ele não me mostraria nada, ninguém nunca mostra. Mas o papo de “lendário” só me deixava estranhamente animada. Eu não deveria deixar isso acontecer, porque... sabe. É uma fraqueza. E fraquezas são pra fracos. E eu não sou uma.

- Ok. E o que foram aqueles pokémons? - Perguntei.
- Bem, eu voltei no tempo... e meio que algumas coisas aconteceram, e... bem, eu tive que trazer eles juntos.
- Quantos são?
- 1 milhão. Desculpe! Mas era impossível detê-los. Eles são imortais e a única “cura” aparentemente está nessa zona temporal. Ou coisa do tipo. - Sorriu, mas foi um sorriso curto. Logo pegou seu manipulador temporal e olhar por aí. Não sei o que ele queria.

Mas a palavra cura me lembrou a minha profecia. Ele era parte dela. Eu sabia. Eu... tenho que lembrar isso. Eu tenho que me esforçar por um tempo e me lembrar. Qual era minha profecia?

O seu herói vai voltar no tempo para a cura encontrar
Porém com a morte de um Deus, a Vingança retornará
E o gigante monstro das lendas finalmente se libertará...

Isso bagunçou com minha cabeça mais do que eu pensava. Eu estava tonta. Meus pensamentos estavam confusos. Eu não consegui lembrar da profecia toda, só dessa parte. “A Vingança”... O que isso significa? Bem, não importava agora. Meu ar estava acabando lentamente. Era como se algo não queria que eu lembrasse dessa profecia – como se algo me atacasse.

Desmaiei.

Ou talvez morri, sei lá. Eu não sei de muita coisa que aconteceu depois que eu acordei.

Porque eu havia acordado num vórtex temporal. 3 semanas, pra falar a verdade. Eu não sabia nem o que havia acontecido. Só... aconteceu.

E eu queria muito saber o que estava acontecendo.



By~Murilo: Tópico trancado por inatividade. Caso queira reabri-lo, contate um FanFic Moderador.
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Re: A Profeta

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