Pokémon Mythology
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The Retributive [+14]

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The Retributive [+14]

Mensagem por Bro em Qui 8 Nov 2012 - 21:52

- Palavras do autor:
Essa é, parcialmente, minha primeira fic. A outra não deu muito certo. Como já dito, sou iniciante, mas darei o meu máximo.
- Descrição:
A história será no continente de Gynka e em volta de Drake, um garoto de 17 anos que viu seus pais sendo mortos pela Equipe Chaos (equipe vilã) cruelmente. Atualmente ele tenta relevar. Não falarei mais para não dar spoilers sobre a história.
- Parceria:
Parcerias:
Quem quiser parceria, contacte-me por MP.
- Trilha sonora:
Bom, é pra dar aquele clima. A música é Iron - WoodKid. Créditos ao -Hpy por ter feito.



- Capítulos:
#00 - Prólogo
Vinte e cinco de agosto, dezenove horas. Relampejava muito, rajadas de ar iam de um lado para o outro a todo momento. A tempestade acontecia na cidade de Chandeler, uma minúscula cidade do interior, com algumas casas - oito, no máximo -, sem prédios, sem estabelecimentos comerciais com exceção de um mercado velho e quase falido. Todos lá se conheciam por ser uma cidade rural, mas, somente um deles ainda era misterioso para todos... Drake, o sobrevivente. Chamavam-o assim porque, quando tinha quatro anos, a temida Equipe Chaos entrou em sua casa e executou seu pai e sua mãe. O garoto, por sorte, escapou da mão de um dos membros e caiu em um rio, localizado perto do decline que havia à esquerda da cidade onde executaram seus pais. Não se sabe ao certo como ele sobreviveu, por isso, todos chamam de milagre. Atualmente ele tem dezessete anos, cabelos castanhos, um metro e oitenta e um de altura, sempre calado, obscuro e, mesmo não demonstrando, agressivo e vingativo.
Drake estava voltando para casa. Era o único no meio daquela imensa tempestade, todos os outros estavam em suas casas, cobertos, perto da lareira ou dormindo. Mas, ele não. Não aceitava como era o mundo, porque havia de ser daquele jeito, porque existia a violência e, principalmente, porque ninguém fazia nada sobre ela. Mas, de repente, cinco pessoas o encurralam em uma pequena rua sem parte dos asfaltos, casas podres e abandonadas e também sem saída. Focando a visão na roupa dos cinco, percebeu que eram todas idênticas. Ambas eram cinzas, com um "C" verde-abacate no meio. Usavam calças e casacos e seus portadores eram todos homens. Drake deduziu que eram da Equipe Chaos, a temida.

- Você tem que morrer, inútil! A sorte que você teve treze anos atrás... digamos que ela não existe mais! - Dizia o do meio.
- Não gastem meu tempo, babacas!

Quando terminou de falar, os homens atacaram-o todos juntos. Ele, sempre muito ágil e habilidoso, usou uma rasteira e derrotou dois dos bastardos, porém, um deles acertou um gancho na barriga dele, que, consequentemente, o fez cair no chão. Os cinco juntaram-se e começaram a bater nele, mas, ele, como grande conhecedor de artes marciais e capoeira, apoiou-se no chão e rodou as pernas, acertando os cinco em cheio. Antes que pudessem se levantar, bateu-os na cabeça, fazendo-os desmaiar. Um por um, ele levou-os à delegacia. Um lugar sujo, coberto por sangue e de pessoas nojentas. Lá, todos os policiais eram gordos e viviam com as mãos sujas de cobertura de rosquinhas. Não davam o mínimo para roubos, assassinatos e afins e aceitavam subornos a todo momento, por menor que seja.

- O que é isso, meu jovem? - Disse Phill, o sheriff da cidade.
- Auto-defesa, senhor. - Respondeu Drake, saindo da delegacia.

Após sair de lá, notou que todos da cidade estavam olhando-o. Ignorando-os, seguiu andando até sua casa, que era a uns dois quarteirões de lá. Ao chegar, tirou a camisa - que já estava toda cheia de sangue e rasgada -, calça e vestimentas íntimas e foi rumo ao banheiro. Tomou um banho demorado, deixando o banheiro todo encharcado e empoeirado. Se direcionou ao quarto, deitou-se e adormeceu. Ao amanhecer, vestiu-se, andou para a porteira de limite da cidade, olhou para o céu e mormurou.

- Mãe, pai...vocês serão vingados! Pegarei todos eles, um por um. Eu vou mudar este mundo!


Última edição por Bro em Seg 12 Nov 2012 - 18:32, editado 7 vez(es)
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Re: The Retributive [+14]

Mensagem por Black~ em Qui 8 Nov 2012 - 22:01

Bom, vamos lá, digamos que ficou boa e talz. Mas se passou muito depressa e você repetiu muito a palavra "Drake", que poderia facilmente ser trocada por um sinônimo. Como eu já tinha te dito que mesmo que tenha pokémons é legal fanfic que tem um pouco de violência mais real. Enfim, espero que a fanfic fica bem bacana. É só e boa sorte com a fic.
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Re: The Retributive [+14]

Mensagem por Bro em Sex 9 Nov 2012 - 16:41

Trazendo o primeiro capítulo aqui para vocês, espero que curtam. Comentem e até. Lembrem-se da trilha. xD



- Capítulos:
#01 - Chefes da corrupção
Vinte e seis de agosto, dez horas. Drake deu alguns passos e, do cinto, puxou uma bola esférica da cor vermelha em cima, branco em baixo, uma linha preta no meio e um círculo provavelmente pressionável no meio. Brilhava muito, como se fosse polida todos os dias. Jogou-a para cima. No mesmo momento, a esfera se abriu e um enorme animal saiu de dentro dela, parecido com um dragão. Tinha duas asas de coloração azul, pequenas, um par de antes na cabeça, braços um tanto quanto miúdos, pernas também. Tinha a "pele" amarela, com a parte do meio também em amarelo, só que mais claro. Ambos deram um pequeno sorriso e Drake exclamou:

- Dragonite, vamos!

Neste momento, o enorme dragão abaixou voo e, com a pata dianteira esquerda, puxou seu mestre e seguiram voo. Passaram por vários vilarejos, todos minúsculos para os dois, já que estavam quase a tocas nas nuvens. Dragonite chegou perto de um rio ao lado de uma cidade, onde ficou rodando com a pata nele e jogando em Drake, que ria demasiadamente. Mas, ao olhar para a cidade, notou algo que poderia ajudá-lo: bibliotecas.

- Vá rumo àquela cidade! - Ordenou.

O dragão logo então se apressou, chegando em menos de segundos na cidade. Após chegarem, o Pokémon retornou para a chamada "Pokébola", a comandos. Drake então avistou uma placa ao seu lado, que dizia: "Bakky". Deduziu que fosse o nome da mesma. Era uma cidade mediana, um pouco urbanizada, com centros comerciais e arranha-céus nem tão grandes, mas eram os maiores que havia visto. Na cidade, para onde olhava, sempre havia aglomerações em volta de prédios e pessoas um tanto quanto sombrias, sempre com seus ternos e maletas, andando de um lado para o outro, apressados. Drake, sem ligar muito, correu rapidamente pela cidade e, ao lado de uma feira, havia o que ele precisava. Era um lugar marrom, com porta automática de vidro, cartazes do lado de fora sobre livros e novos lançamentos e uma atendente do lado de fora, vestida de saia, blusa e um chapéu, ambos vermelhos.

- Boa tarde, senhor. Gostaria de visitar nossa biblioteca? - Perguntou a atendente, educadamente.
- Sim, por favor. Quanto é?
- Apenas cinco reais, senhor.

Ele então pagou-a, entrando na biblioteca. Por dentro, havia um ar condicionado, um balcão com a recepcionista, cadeiras e mesas e o as prateleiras. Drake foi logo apressando-se e procurou a sessão "Política". Ficou confuso, pois eram vários livros em várias prateleiras, não sabia por onde começar, mas, optou pelo vigésimo primeiro livro da segunda prateleira, da esquerda à direita. Pegou o livro, sentou-se, mas, neste momento, sentiu um enorme tremor embaixo de si. Olhou para baixo, e viu o chão abrir-se. Caiu em um lugar escuro, sujo, empoeirado e cheio de garrafas de vidro. Rapidamente, puxou sua Pokébola e novamente lançou seu Dragonite. Ao andar alguns metros, vários capangas surgiram por cima, prontos para pegá-lo em uma mortal armadilha, mas, o dragão usou sua longa e forte calda para acertar os homens, que saíram "voando" e bateram em uma parede. Durante o curto tempo em que ficaram no chão, Drake olhou-os e notou que também eram mais suditos da Equipe Chaos, mas, desta vez, tinham vestimentas diferentes. Usavam uma roupa preta, calça e blusa, ambos apertados, uma boina vermelha e, no meio de suas blusas, havia um "C" em vermelho. Pareciam ser algum tipo de "elite" da Chaos. Dragonite rapidamente tratou de ir voando para perto dos homens, onde começou a balançar a calda em círculos e, em volta da mesma, começou a surgir um tipo de ar, só que mais denso e muito mais rápido. O Pokémon então lançou-o em direção aos homens, que ficaram no ar por segundos, rodando e rodando, agonizando de dor. Então, o vento cessou-se, fazendo-os cair e desmaiar, sangrando e com as roupas quase dilaceradas. Ouviu-se então uma voz:

- Hahaha, parece que treinou bem seu Pokémon inútil! Pena que ele não irá durar muito tempo, junto com você, outro inútil! - Gritou a voz misteriosa.
- Quem est-!

Antes que pudesse completar a frase, duas mulheres desceram pelo mesmo buraco de onde caíra, trajando as mesmas roupas dos outros capangas. Mas, diferente deles, a primeira usava uma Kyoketsu Shoge, já a segunda, portava uma Wakizashi e várias Fukumi Baris. Drake rapidamente correu e pegou um bastão de ferro, que estava logo ao lado de onde os capangas haviam caído. Seu Pokémon, indo lhe ajudar, ouviu um enorme rugido por trás, virou-se e viu o teto ser destruído por outro animal, também parecido com um dragão, só que muito maior que Dragonite. Possuía asas maiores e mais largas, na coloração vermelha, orelhas e um par de listras na cabeça da mesma cor. Tinha o corpo azulado e uma enorme calda. A voz misteriosa então gritou:

- Destrua-os, Salamence!

Mas, antes que pudesse fazer qualquer movimento, Dragonite focalizou uma esfera azul-cristal em sua boca, e dela, vários raios saiam em direção ao gigantesco dragão, que, imediatamente, ficou coberto por um cubo de gelo, caindo no chão e ficando imóvel, sendo assim, derrotado. Muito cansado, também caiu ao chão, desmaiando. Drake, sem prestar muita atenção na luta de seu Pokémon, tratou de se preparar para a sua. A primeira mulher veio correndo em sua direção, lançando sua arma para cima do garoto, que, agilmente, rodopiou a barra de ferro, onde prendeu o gancho da outra ferramenta. Após, deu um grande puxão com a barra, fazendo a inimiga vir para mais perto, onde a acertou com um forte gancho de esquerda e, depois, lhe deu uma barrada na cabeça. A segunda, já nervosa com o menino, começou a gritar e a lançar Fukumi Baris. Novamente, Drake começou a girar e girar ainda mais o bastão, que repeliu todas as "agulhas". Se irritando ainda mais, veio em sua direção, apontando a toda hora a Wakizashi para o guri. Ao chegar próxima à ele, o moleque, muito esperto, abaixou-se, apoiou uma das mãos ao chão e lançou sua perna direita em direção à espada, porém, o golpe falhou. A mulher conseguiu desviar rapidamente, e acertou o menino de raspão em sua perna. Ele, porém, esticou sua perna esquerda e acertou em cheio a face dela, fazendo-a cair zonza, finalizando com um forte soco na cabeça. Imediatamente, ao finalizar a luta, correu para perto de seu Dragonite, sendo interrompido por um forte som de hélices. Pelo teto esburacado, pôde ver um helicóptero verde, pequeno, e com três passageiros. Volta com seu Pokémon para a Pokébola e deduzindo que um deles seja a voz misteriosa e o chefe da armação, Drake corre para fora, de onde avista uma CBR600. Corre em sua direção, monta-a e acelera até o fim. O garoto começa a perseguir o helicóptero pela rodovia principal. Lá estava cheia de carros, caminhões, camionetes e afins. As ruas estavam quase todas emburacadas, sendo raros os trechos em que não haviam tais. Desviando de todos os carros, segue os homens, até que avista, de longe, um acidente com um caminhão que transportava carros. Percebendo a oportunidade, acelera o máximo que pode e pula pela "rampa" da traseira do veículo. Com o impulso, consegue alcançar a "borda" do helicóptero, soltando-se da moto e agarrando-se nela. Com muito esforço, sobe por ela e abre a porta do helicóptero, puxando o piloto, fazendo a cápsula perder o controle e ir direto ao rio. Entrando, bate no primeiro homem que protegia o chefe, arrastando sua cara no painel e quebrando o volante, após, joga-o para fora, caindo na estrada. Sobrando somente o principal, Drake o pega pelas golas do terno e começa um interrogatório.

- Quem é você? - Perguntou, gritando e dando um gancho em sua barriga.
- Ugh... moleque insolente! Você acha mesmo que pode deter a Chaos sozinha? Nós somos muitos e estamos em todos os lugares! Hahaha! - Disse o velho, ironizando.
- Eu quero seu nome e seus planos, velho porco! - Exclamou, socando sua cabeça no vidro dianteiro.
- Martines, Gabriel Martines... (tosse)... quanto aos planos, me mate e talvez eu possa te contar, babaca!

Neste momento, olhando para trás, vê uma caixa de dinamites e uma de fósforos. Pega uma unidade de cada e, acendendo a TNT, pula do helicóptero dizendo:

- Que tal agora, Martines? Pode me contar?

Caindo no mar, observa-o explodir e ir direto ao inferno. Rindo, ironicamente, nada, com esforços, até a borda e sobe à rodovia. Chegando, cai no chão - não conseguia se sustentar devido ao ferimento na perna - e pede carona, sendo atendido por um caminhoneiro. Vendo seu grave ferimento, o homem agoniza e o leva até o hospital. Mesmo quase desmaiando, consegue observar o hospital, que se localizava fora dos limites da cidade. Era um lugar branco, com um sinal de "mais" no meio, vermelho, uma entrada com portas de madeira e um tapete escrito "St. Gabriel". Logo, caiu a ficha que não havia matado somente um dos executivos da Chaos, mas também o chefe de toda a cidade! Após adentrar ao local, rapidamente foi atendido por uma enfermeira baixinha, velha, com verrugas, um "sapato de bailarina" branco, uma saia, uma camisa e um cap, todos na mesma cor. Quase sem voz, pediu:

- Por favor... ugh... cuidem... do meu... Dragonite... - Disse ele, deixando a Pokébola cair ao chão e sendo recolhida pela mesma velhinha.

Então, os dois foram levados para duas salas diferentes. Ambas eram sujas, com aparelhos enferrujados, camas cobertas por sangue e com cheiros nada agradáveis. Antes de apagar, o menino ouviu falarem que teriam de permanecer ali por dias, ou até por semanas, e apagou completamente.
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Re: The Retributive [+14]

Mensagem por Diamandis em Sex 9 Nov 2012 - 17:03

Legal sua fic.

Bem escrita mas com algumas repetições de palavras, parece que será uma fic um tanto dramática, mas cheia de ação.
Espero novos capítulos.
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Re: The Retributive [+14]

Mensagem por Black~ em Sex 9 Nov 2012 - 17:28

Bom, o capítulo ficou bacana e talz. Você escreve bem realmente, não há nenhum erro ortográfico. Realmente ta com bastante ação, você repetiu um pouquinho nesse capítulo, não há muito problema não, mas enfim. É só e boa sorte com a fic.
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Re: The Retributive [+14]

Mensagem por Mikh em Sab 10 Nov 2012 - 13:44

Sua fic está boa, você escreve bem. Não vi nenhum erro e tudo mais... histórias de Pokémon sinceramente não me fascinam muito, mas desta eu estou gostando. Continue assim, não tem muito o que dizer. Eu espero os outros capítulos ansiosamente! Boa sorte.
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Re: The Retributive [+14]

Mensagem por Ari Tasarov em Sab 10 Nov 2012 - 21:31

Hi! ^^' Bem, primeiramente queria dizer que vou comentar apenas seu prólogo, depois edito aqui falando do primeiro episódio. Enfim, eu gostei muito do que vi! Sério, esse negócio todo de ''o sobrevivente'' me chamou muito a atenção. Gostei do protagonista, meio amargurado ele, não? Well, eu me perdi um pouquinho na luta, mas nada que uma segundo lida não resolva. Sua história em si envolve um mistério bem envolvente, me deixou curiosa pra saber o que irá acontecer... Enfim, sobre sua parte narrativa/descritiva, tá tudo ótimo! Apesar de alguns fatos ocorrerem bem depressa, como a ida até a delegacia, sua narração é maravilhosa. Tanto quanto sua ortografia, não percebi erros. Tu também detalha as coisas bem direitinho, parabéns! Porém uma coisa que me atrapalhou bastante foi a coloração, eu acharia mais bonito ficar apenas em preto... Por enquanto é isso, boa sorte com a fic e espero que consigas levar ela até o final.

See you around.
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Re: The Retributive [+14]

Mensagem por Bro em Seg 12 Nov 2012 - 13:14

Comentarios:
Bragato: Obrigado. É, eu vou trabalhar nisso, o pior é a falta de sinônimos... e, sim, será dramática, só que mais para o final e ação terá de sobra. xD
Black~: Valeu, trabalharei nisso².
Mikh: Valeu. Eu tento revisar o máximo possível, mas as vezes acaba saindo um ou outro né? E, bom saber que essa te atraiu. Obrigado.
Sally: "The boy who lived", pensei nisso ao fazer, xD. É, mais ou menos amargurado mesmo. Obrigado pelo resto.
PS: desativem a assinatura galera.
Trazendo o segundo capítulo, animado pelos comentários. Espero que curtam. Comentem, elogiem, critiquem e etc. E, lembrem-se da trilha. ^^



- Capítulos:

#02 - Um dia falho
Dois de setembro, meio-dia. O clima estava chuvoso, um tanto úmido e frio. Drake sai do hospital, ainda debilitado pelo tratamento precário e sem a presença de seu parceiro dragão. Acima de tudo, estava muito cansado e com sequelas do corte na perna, fazendo-o andar mancando. Ainda zonzo, se concentra à sua frente e, passageiramente, vê uma mulher correr em sua direção. "Merda... só me falta ser mais uma daquelas mulheres da Chaos..." - Pensava ele, sem forças para nem ao menos murmurar. Ao chegar mais perto, nota que ela não trajava vestimentas padrões da equipe, o que lhe deu um pequeno alívio, mas não total. Quando estava à dois passos dela, pode ter-se uma melhor percepção da mulher: loira, olhos castanhos, um metro e sessenta e sete aproximadamente, uma jaqueta de couro preta, calça jeans azul-escuro e um tênis na mesma cor, aparentava ter entre vinte e vinte e quatro anos. Pronunciou-se:

- Você deve ser Drake, certo? Ainda bem que está aqui, achei que já houvesse saído da cidade! Tenho uma informação que talvez queira, jovem.
- N-neste c-c-caso... sou eu. Q-quem és? - Dizia o guri, gaguejando.
- Meu nome é Sophie, prazer. Sou jornalista e estava investigando sobre o mesmo assunto seu. Após sair da biblioteca, corri direto para lá com minha equipe e, percebi vários livros abertos. Fui lê-los e encontrei sobre as principais áreas políticas da região, e, acho que já deve ter notado que todas elas são da Chaos, correto? Aqui está. - Respondeu, entregando uma folha e retirando-se.

Sem muito a poder fazer, somente ergueu a folha e notou que continha o mapa da região. Na legenda, dizia-se que os nomes em negrito eram os maiores "fortes políticos". Sem muito à fazer no momento, somente vagou pela cidade em busca de um hotel. Passando por várias e várias ruas, encontrou um que, finalmente, tinha uma vaga. Seu nome era "Edifício Black". Era um prédio alto, com doze andares e de cor preta. A entrada era com uma porta de vidro, havia um tapete branco escrito "Bem-vindo". Adentrou. Por dentro era um lugar chique, com paredes brilhosas e chão também, um elevador, cadeiras nas pontas e um balcão com o recepcionista. Aproximou-se e perguntou:

- Q-quanto é p-por noite?
- Vinte e cinco reais, senhor.

Neste momento, arrancou um talão de cheque do bolso, pô-lo no valor de duzentos reais e entregou, dizendo que era em nome de Gabriel Martines - havia roubado-o antes de explodir o helicóptero -. Subiu, entrou ao seu quarto, deitou-se e adormeceu.
Acordando, após terem passado-se um dia e doze horas, levantou-se, já um pouco recuperado. Saiu do edifício e dirigiu-se ao ponto de ônibus mas próximo. Ao chegar, esperou alguns minutos, até que o esperado chegou. Olhou o papel que recebera e olhou novamente o nome do destino. Não havia dúvidas, era aquele mesmo. Embarcou e viajou durante meia hora. Desceu do veículo, que parara em frente à uma placa, que continha os seguintes dizeres: "Mutty". Era uma cidade enorme, mas, diferente da outra cidade, as pessoas andavam sempre com trajes de festa, nada de ternos e pessoas sombrias. Eram sempre todas muito animadas, conversavam o tempo todo e o trânsito fluía como se não houvesse carros. Somente pequenos arranha-céus, casas e sobrados predominavam naquela cidade. Mas, para Drake, pouco importava. Ele estava somente para por fim àquela fonte corrupta de poder. Quando chegou em uma rua estreita, esburacada e sem casas, somente terrenos baldios, avistou em seu fim, um armazém preto com um "C" branco no meio. Supôs que fosse da Chaos e foi logo chegando perto. Abriu o portão. Era um lugar escuro, sem presença de nem sequer lâmpadas. No mais, nada havia, somente teias de aranha e poeira. Vendo que podia ser uma armadilha, voltou e pegou uma tampa de lixeira como escudo. Sempre com ela na frente, foi explorando o local até encontrar outro portão. Aproximando-se, ouviu roncos de motor e logo saiu correndo. O portão foi arrebentado por um motoqueiro montado em uma Indian Chef. Começou a andar em círculo, rodeando o garoto e a ameaçar atropelá-lo. Então, tendo uma brilhante ideia, o moleque pega sua tampa e a lança ao chão, perto de onde estava a moto, que, consequentemente, acertou o "escudo" e perdeu o controle, fazendo o guiador cair ao chão. O homem, estressado, foi correndo em direção à ele, já com punhos preparados. Ele, pensando na defesa, correu e parou. Quando estavam bem próximos, o garoto voltou a correr, mas foi rumo à parede. Quando estava cara a cara com ela, pulou e impulsionou-se com a perna esquerda, na tentativa de acertar a cabeça do adversário, mas, o contra-ataque falhou. O inimigo segurou sua outra perna, rodopiou-o e arremessou em direção ao portão, fazendo-o bater forte. Drake, também estressado, apressou-se em revidar. Foi para cima com o punho esquerdo apontado, mas falhou novamente. Segurou-o pelo braço e lhe deu uma cabeçada na barriga e um chute nas pernas, fazendo-o cair. Enquanto preparava sua perna para lhe esmagar a cabeça, o garoto flexionou as pernas e acertou-o no meio das pernas, fazendo-o cair, imóvel. Começou a socar sua cabeça e lhe dar chutes na costela, o que fê-lo cair desmaiado.

- Acorde! - Gritava o guri, batendo na cara do motoqueiro.
- Hm... o quê está... acontecendo? - Respondia ele, ainda meio desacordado.
- Você sabe o que está acontecendo! Agora, só vou falar uma vez... onde está seu chefe, desgraçado? - Gritava mais ainda, ainda a bater.
‎- Moleque idiota... acha mesmo que vou te contar?

Na mesma hora, acertou uma rasteira, fazendo-o cair. Arrancou uma arma do bolso e aponto para o moleque.

- E agora, insolente, quem está no comando?! - Gritava o motoqueiro.

Drake agachou-se e rendeu-se, colocando as mãos para cima. O homem foi aproximando-se e, quando estava próximo, o moleque levantou-se rapidamente e lhe acertou um soco no queixo, fazendo-o cair novamente. Pegou a arma de suas mãos e apontou para sua cabeça.

- Agora, filho da mãe, vá me contando detalhe a detalhe onde está a merda de seu chefe! - Disse o menino, quase colocando a arma em sua boca.
- A-a-acalme-se! - Agonizava o inimigo.
- Somente por garantia... (tiros). - Falou, dando tiros em seus braços.

O motoqueiro, chorando de dor, explicou.

- Na Avenida Elek, Edifício Favock, número duzentos e cinquenta e dois, nono andar.
- Muito bem, verme. Adeus. (tiros). - Murmurou, enfiando a arma em sua boca e apertando o gatilho.

Deixou o cadáver ali, exposto, e pôs a arma na cintura e saiu do armazém. Andando, foi até a tal avenida e ao prédio. Era um edifício alto, onze andares e a cobertura. Coloração índigo e entrada de madeira, com travas de aço. Adentrou. Era um lugar claro, muito claro. Total branco. Sem mesas, cadeiras, plantas nem nada, somente o recepcionista em pé. Se dirigiu apressado ao elevador, sendo impedido pelo senhor.

- Desculpe-me, jovem, não posso deixar que passe. - E andou para perto do adolescente.

Em resposta, levantou a blusa e mostrou a arma, fazendo-o recuar. Entrou no elevador e foi ao endereço citado. Abriu a porta, que estava em um corredor. Era a única. Havia somente uma sala, sem mais. Uma mesa executiva e cinco cadeiras, sendo apenas uma ocupada. Esta estava virada para trás, como se o usuário estivesse a olhar ao nada. Usava um chapéu, sendo apenas isso que podia ser observado de lá. Se aproximou, cautelosamente. Sacou a arma e foi a apontar. Virou a cadeira, e, para sua surpresa, era somente uma caixa. Chutou-a e, de dentro, caíram dinamites.

- Merda! - Exclamou, correndo.

Ao chegar novamente no corredor, viu um homem de preto. O mesmo desceu pelo elevador. O garoto considerou como um recado: não podia descer. Descer seria sua morte. Foi rumo ao outro elevador e subiu ao térreo. Lá, não haviam grades, somente poeira e o nada. Olhou pela ponta: uma descida até o asfalto, direto ao inferno. De repente, sentiu um tremor ante seus pés, olhou novamente para baixo e, avistou uma enorme explosão no "pé" do prédio. Esperanças não existiam naquela hora, somente o terror. Não havia o Dragonite para lhe ajudar. Tinha de pensar em um jeito sábio de sair de lá, e rápido. O elevador havia pifado, não haviam escadas. De longe, avistou um pequeno edifício branco. Cinco andares, no máximo. Se preparou, segurando-se firme na borda. O vento aumento consideravelmente. Seus cabelos e roupas estavam todos levantados. Estava frio. O vão era enorme. Gritava a todo momento. Ao chegar perto do outro prédio, pressionou os pés no "teto", segurou a roupa, pulou. Era uma distância de quase oito metros. Por sorte, suas mãos alcançaram a borda. Com bastante esforço, subiu. Após, deitou-se ao chão. Esperou alguns minutos, sua adrenalina estava em níveis muito altos. Levantou-se, ainda ofegante. Desceu pelas escadas. Sem reparar muito no prédio, apenas foi ao trânsito. Foi ao ponto de ônibus próximo, desceu no hospital. Entrou. Apenas pegou seu dragão com a velha senhora, despediu-se e saiu em busca de um hotel. Vagou por quase uma hora, até que achou um. Era lilás, com entrada também de madeira. Alugou mais um quarto com os cheques de Gabriel, subiu pelo elevador, adentrou ao quarto, guardou sua Pokébola e deitou-se. Antes de dormir, pensou sobre seu dia, e pôde concluí-lo em apenas uma palavra: falho. E então, adormeceu.

Notas do autor:
Acharam que ia ter contado sobre o talão de cheques no outro capítulo? e_e. Tentei parar de repetir um pouco nesse e demorei um tempo a mais por alguns imprevistos...


Última edição por Bro em Seg 12 Nov 2012 - 14:05, editado 2 vez(es)
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Re: The Retributive [+14]

Mensagem por Black~ em Seg 12 Nov 2012 - 13:58

Bom, o capítulo ficou bom e talz, você escreve bem, mas eu vi alguns errinhos.

Neste momento, arrancou um talão de cheque do bolso, pô-lo no valor de duzentos reais e entregou, dizendo que era em nome de Gabriel Martines - havia roubado-o antes de explodir o helicóptero -. Subiu, entrou ao seu quarto, deitou-se e adormeceu.

Não é um erro, mas fica estranho de ler/falar. Poderia ter colocado colocou-o. Mas deixe como achar melhor.

Começou a socar sua cabeça e lhe dar chutes na costela, o que fez-lo cair desmaiado.

Bom, o certo seria se você colocasse "o fez" ou "fê-lo".

- Me desculpe, jovem, não posso deixar que passe. - E andou para perto do adolescente.

Não se começa um frase com pronomes como "me", "te", "se". O certo seria desculpe-me.

Tinha de pensar em um jeito sábio de siar de lá, e rápido.

Foi um engando de digitação apenas. O certo seria "sair".

Bom, pelo visto eu não sou o único que gosta de fic com armas de fogo, violência, sangue etc. e um pouco de pokémons. Realmente ta legal a ideia. Você está descrevendo bem, só que a parte final vamos considerar que ficou rápida, pois ele saltou do prédio, foi em direção ao outro, foi ao ponto, subiu no ônibus, já tava na outra cidade, pegou o pokémon e talz. Não foi de todo rápida, mas poderia ter sido um pouco mais devagar. Mas a fic está boa mesmo. É só e boa sorte com a fic.

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