Pokémon Mythology
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Mensagem por TheSniper_ em Qua 26 Set 2012 - 14:37

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Porque o Mundo Pokémon acaba aqui...

Helloes leitores, aqui é o TheSniper~

Então gente, tudo de boa? Eu sou um escritor de fanfics faz um bom tempinho, principalmente de pokémon, mas acontece que eu acabei crescendo e sério, eu me distanciei bastante de pokémon, mas não de escrever. Acontece que várias veces quando eu acordo, eu tenho uma vontade incontrolável de voltar a escrever uma fanfic de pokémon, mas eu acabo desistindo. As fics que eu escrevi nunca chegaram perto do final, seja por falta de atividade na área de fics ou por ela ser ruim mesmo. Mas quase um semana atrás eu acordei com essa vontade outra vez, e acabei planejando essa fanfic. Resultou em que ela foi aprovada na fase de testes e eu consegui montar um bom enredo com personagens bem feitos. Estou determinado em terminar essa fic e que ela seja aprovada pelos membros do forum, assim como a Pokémon Destiny do fórum Myutsu. Também acho que essa vai ser minha última fanfic relacionada à pokémon, porque eu acho que esse é o último fio que falta cortar para eu ser "livre" desse impulso, ou seja, terminar uma boa fic. Estou meio nervoso, tenho que admitir.

Sinopsis: Em um futuro recente, está sendo processada uma extinção massiva de pokémons causada por um partido extremista que tomou o governo de todas as regiões, para usar o poder dos pokémons mortos com o objetivo de desenvolver armas e tecnologias especiais; a resistência rebelde, defensora dos pokémons está em guerra contra essa organização para fazer o novo terrorista e opressor governo cair e parar com a massiva extinção, que já causou a morte de mais da metade dos pokémons do mundo e a destruição da sociedade como nós a conhecemos. Mas as coisas não vão muito bem para o lado dos rebeldes...

Indíce


Capítulo Um - Uma Guerra Devastadora



Unidade 342, Esquadrão Delta, Exército Rebelde - 29/2/2014 15000 Hora


A situação era a seguinte para a Unidade 342, eles estavam localizados na parcialmente destruída Cidade de Castelia tentando localizar um centro de exterminação de pokémons. A Cidade estava em chamas, prédios destruídos pelos recentes conflitos entre os rebeldes e o governo e corpos mutilados de pessoas e pokémons eram abundantes nas ruas. Isso afetava muito os rebeldes, porque a maioria dos corpos era das suas forças, aliás, isso significava que eles estavam perdendo a guerra. Pela inteligência recebida do Centro de Controle na Região de Orre (a única zona livre do governo), o único prédio totalmente intacto era o prédio do governo, na Praça Central de Castelia e o objetivo da missão estava localizado em um búnker, abaixo do imponente prédio.

O prédio se chamava Capitão Sky, em homenagem ao líder da Força Aérea Governamental. O prédio se caracterizava por ser feito de um material reforçado contra explosões de qualquer tipo, até nucleares.

O esquadrão acabava de chegar à cidade por mar. Haviam atracado silenciosamente a sua lancha de combate nos portos da cidade capital da Região de Unova enquanto se prevaravam para a missão.

A equipe estava constituída por dez pessoas, a Líder de Esquadrão, Angelina Alisson, os Técnicos Dennis Ferrier e Ruth Stran, os Treinadores de Elite, Harris “Holiday” James, Jay Homes, Samantha Spell e Michael Spell e os Recrutas, Ingrid Gray, Garrison Mandy e Oliver Watson.

- Muito bem soldados, chegamos em Castelia. Infiltrar-se é fácil, mas o proceder da missão vai ser difícil! Não quero moral baixa e ninguém desistindo, eu reconheço que vocês são uma tropa forte, nós vamos conseguir! E juro que quem der uma de cagão vai ser mandado para a tropa de infantaria de choque! Então 342, avançar! – Gritou uma mulher de aparência imponente e voz forte, seu nome era Angelina, a Líder do Esquadrão, ex-finalista da Liga Pokémon de Hoenn.

Ela era ruiva, cabelos curtos, tinha olhos amarronzados e uma feição nada amigável no rosto, mas esbanjava certa beleza retirando as novas feridas de guerra que ficaram marcadas em seu rosto. Ela vestia um uniforme camuflado verde militar com um colete verde a prova de balas e carregava uma mochila idêntica ao uniforme, igual a todos do esquadrão. Aliás, em seu cinto, ela carregava seis esferas de cor cinza, as novas pokébolas a prova de balas, usadas pelo exército rebelde para evitar que seus pokémons sejam mortos por tiros enquanto estão em suas pokébolas. Como arma, ela carregava uma PK-74M, rifle de 5.45x900mm com um cartucho de quarenta balas, arma especial entre os rebeldes.

- Sim, capitão! –Gritaram os soldados, seguindo a líder.

A cidade estava totalmente em ruínas. O dia ensolarado apenas tonificava o que era a consequência dos bombardeios de desgaste. Os soldados podiam sentir o desespero e dor das pessoas e de seus pokémons durante o primeiro ataque contra as forças rebeldes em Castelia no qual foram totalmente exterminadas.
A tropa foi avançando e tomando proteção nos escombros que alguma vez foram lojas, moradias, lugares onde a sociedade vivia em harmonia; dividindo-se em dois grupos para chegar até o Centro da Cidade, cada grupo tomando conta de cada lado da rua. O Treinador de Elite Harris “Holiday” se aproximou de Angelina, percebendo sua preocupação.

Ele tinha pelo menos vinte e cinco anos, curtos cabelos marrons claros, olhos negros como a noite e estatura mediana, mas o seu físico chegava a impressionar qualquer um. Antes do golpe de estado, Holiday era um dos melhores treinadores do mundo, tendo cinco Ligas Pokémons ganhas. Em seu uniforme ele possuía um cinto com dez pokébolas a prova de balas e carregava um rifle semi automático de fabricação rebelde.

-Angel, não vai me dizer que você está preocupada com a nossa missão. Quero dizer, nós já passamos por coisas piores e conseguimos sair, você sabe disso. – Disse Holiday com sua voz apaziguadora, agarrando a mão de Angelina.
- Holiday, você sabe que não deve me falar assim durante as missões, já foi má sorte que você foi colocado no mesmo esquadrão que eu. –Replicou a líder com sua voz fría, soltando a mão do homem com certa angustia.
- Angel, nós somos amigos faz tanto tempo que eu não posso permitir você se transformar em um sargento militar. Não vou deixar você perder sua humanidade. Eu sei que você está bastante preocupada com alguma coisa, diga-me o que é. –Insistiu o homem, porém inutilmente, acalmar a líder.

Atrás deles, um jovem de vinte anos com cabelo negro, olhos azuis, físico não muito imponente, um cinto com duas pokébolas a prova de balas e duas pistolas calibre cinquenta na mão interrompeu a conversa.

- Capitão! As ruas estão desertas demais, pode ser que seja uma armadilha? Estou achando isso muito estranho. – Disse o recruta Oliver com uma voz trêmula.
- Ele tem razão Capitão! – Gritou Jay Homes, desde o outro grupo, ao lado oposto da rua. – Seguramente eles estão nos esperando, e bem armados, com essas armas que eles criam usando o poder dos pokémons mortos.
- Então estão com medo, não é mesmo! Essa missão é crucial para diminuir a produção de armas e a matança de pokémons! Vocês querem um mundo com pokémons! ENTÃO VOCÊS TEM QUE SER HOMENS O SUFICIENTE PARA ISSO! O mundo que vocês conheciam já não existe mais, o quão longe vocês iriam para trazê-lo de volta? –Uma larga pausa é produzida, o silencio volta a reinar. - Eu vejo que vocês só chegariam até aqui! Se vocês se sentem desconfortáveis com a missão, então eu sugiro que vocês se retirem e voltem até a base!

O silêncio da destruída cidade reinou aquele momento. Por mais de cinco minutos todos ficaram calados e continuaram avançando. Até que Angelina fez um sinal com as mãos e todos se jogaram no chão. No horizonte, sinais de uma patrulha do governo eram vistos por todos, aquela era a única forma de chegar ao prédio, só que chegar lá agora era impossível, eles tinham que encontrar outra alternativa.

- Senhora, o que faremos agora? Não creio que combate direto seja boa ideia. – Essa voz insegura vinha da recruta Ingrid.
- Obviamente o combate direto é uma ideia estúpida, não podemos pensar nisso. –Respondeu a líder deixando claro que as escolhas devem ser seguras, evitando qualquer tipo de combate.
- Eu poderia liberar o Noctowl. Ele pode fazer uma varredura na área. – Sugeriu Holiday. Algo tinha que ser feito. Ficar parados não era opção. Estavam perdendo tempo.
- Não podemos arriscar nenhum pokémon agora. Mas penso que podemos por debaixo da terra, sei que embaixo da cidade existe um largo sistema de esgoto que se conecta com o edifício. Se meus cálculos são corretos, a saída do sistema é na sala de lixo do prédio General Sky. – Respondeu Angelina. Era uma ideia perfeita, debaixo da terra os sensores são cegos e seguramente não existem patrulhas importantes por ali.
- Certo. –Disse a Treinadora de Elite Samantha. – Liberarei o Dugtrio e o Sandslash. Um buraco para cada grupo.

A treinadora de cabelos largos loiros liberou dois pokémons que saiam de suas esferas materializando-se em um feixe vermelho sangue. De uma esfera, saiu um pokémon marrom com três cabeças de forma cilíndrica, com um imponente nariz em cada cabeça e um olhar intimidante; da outra, emergeu um pokémon parecido a um pangolim com várias espinhas grossas no corpo, de cor marrom e pele bege que se destacava pelo tamanho de suas unhas.

Os grupos estavam feitos dessa forma. O primeiro estava composto por Angelina, Holiday, Dennis, Ingrid e Michael; o segundo estava feito por Ruth, Jay, Samantha, Garrison e Oliver. Samantha ordenou que Dugtrio fosse com o primeiro grupo. A seguir, ambos pokémons usaram o golpe Escavar, criando um buraco não tão profundo que dirigia os dois grupos até a rede de esgoto. Eles não tiveram dificuldade em descer usando o seu equipamento, mas ao chegar perceberam que eles não estavam juntos. Por curiosidade, cada grupo desceu em um túnel diferente, ficando totalmente separados. Ao entrar no túnel, Samantha retornou Sandslash para sua pokébola.

Angelina se comunicou com Samantha pelo rádio e confirmaram que estavam em túneis paralelos, talvez ambos seguiam na mesma direção. Sem nenhuma opção que valesse a pena, eles decidiram tentam a sorte e seguir os túneis paralelamente.
De um lado, o grupo constituído por Samantha começou a conversar sobre a guerra. Quem desabafava era o recruta Oliver.

- Eu não nasci pra essa merda. Três anos atrás eu estava perfeitamente bem com a minha jornada por Unova.
- Você era um treinador, Oliver? Isso me faz lembrar do meu irmão gêmeo. – Respondeu Garrison, o curioso recruta com cabelos espetados vermelhos e pele morena. – Ele parecia um idiota com os pensamentos de vencer a Liga Pokémon e virar Elite de Hoenn. Morreu durante os bombardeios nas bases rebeldes na nossa cidade natal, Lavarigde. – E uma lágrima caiu de um dos seus olhos.
- Nossa... Eu também perdi uma pessoa muito importante pra mim. Era meu companheiro de jornada, Archie, ou Archibald. Éramos três, o típico trio em busca de insígnias. Eu, ele e Agustine. – Continuou Oliver. – Archie sentia que algo estava errado com os repentinos assassinatos de pokémons no mundo. Ele sabia que o partido Evolution, como vocês sabem, o partido revolucionário que depois tomou o governo à força, estava ligado à isso. Um dia ele me mostrou uns documentos que comprometiam a Evolution e infelizmente ele foi investigar uma sede secreta deles. Agustine não quis ir, mas eu não podia deixa-lo ir sozinho. – Oliver suspirou e bebeu um gole de água do seu cantil, que estava guardado na sua mochila. - Quando chegamos lá, Archie quis ser o herói e depois de chegar no local chamou a polícia. Um grupo de seguranças apareceu e nos desafiou para uma batalha, a que cegamente aceitamos. Assim que nós soltamos nossos pokémons, eles atiraram neles com suas armas, e dos corpos, eles extraíram seu coração com uma máquina estranha.

A voz trêmula de Oliver tonificava fortemente o ambiente sujo, fétido e asqueroso do esgoto. Cada palavra chegava -ao coração dos soldados como uma bala que atravessa a blindagem de um tanque.

- E depois, Oliver? – Disse Ruth, chocada. – Tem mais?
- Archie começou a chorar. Eu já pensava em sair correndo, mas haviam matado o pokémon inicial dele, o meu era recém capturado. Ele teve um ataque de fúria, puxou uma faca do seu cinto e correu atrás de um dos homens. Recebeu nove tiros no peito e um na cabeça. Eu só tive tempo de fugir.

Samantha largou um suspiro. Esse suspiro significava que ela estava cansada, cansada dessa guerra, cansada das mortes e do sofrimento global de ambos humanos e pokémons. Mas ela preferia guardar seus sentimentos pra ela e só ela.

- ELE TINHA SÓ DEZESSETE ANOS! Não merecia isso! A CULPA FOI MINHA, EU PODIA TER AJUDADO. – Chorou Oliver, em um ataque emocional, levando uma das pistolas à sua cabeça.
- Oliver! Não! Nem pense nisso! – Gritou Ruth.
- Mas eu corri como um covarde. E estou agora lutando em uma guerra. Porque eu não morri com ele? Agustine. Ela podia ter se salvado. Eu não fui homem o suficiente para fazer Archie parar. – Continuou, com o dedo no gatilho.
- Oliver, não me faça destroçar sua mão! – Berrou Garrison.

Um tiro é ouvido.

Chocado, Oliver tem gravada em sua face uma expressão de desespero, medo. A sua mão não continha mais nenhuma pistola apontada na cabeça. À sua frente, o recruta de cabelos vermelhos acabara de disparar com sua pistola contra a arma que ameaçava a cabeça de Oliver. Fora um tiro limpo. A pistola suicida jazia em pedaços no chão enquanto Garrison largava um suspiro de alivio.

- Eu... eu. – Disse Oliver, tentando se recompor. – Não tive a intenção de causar isso. – Mas sua expressão de terror não saía do rosto.
- Todos calados, agora! Acho que o seu show dramático nos trouxe companhia. – Ordenou Samantha.

E era verdade, mais na frente do túnel, seis sombras podiam ser vistas. O grupo preparou suas armas, menos Oliver, que apenas conseguia se recompor.

- Rayquaza! – Advertiu Samantha.

“Rayquaza” na verdade era um código de identificação em caso de separação de grupos ou em caso de busca por aliados. Para saber se os desconhecidos eram rebeldes, a resposta da palavra seria “Atmosfera”.

- Vai logo droga... diga atmosfera! – Sussurrou o até agora calado Jay. Ele sempre foi sempre assim, reservado, até para ele mesmo.

Uma longa pausa reina o esgoto. Somente o som da água suja fluindo pelos canos e a incessante sensação se ser observado era sentido pelos rebeldes.

- Atmosfera. – Disse uma voz familiar. Era Holiday.

O segundo grupo correu até a voz de Holiday, até reencontrar-se com o primeiro grupo. Descobriram que os túneis sim se ligavam e que existia uma saída para cima. Mas essa saída daria dentro da porta do Hall de Entrada do prédio. Única forma de entrar era essa. A única alternativa era essa. 342, avançar.

Continua...


Última edição por TheSniper_ em Sab 29 Set 2012 - 23:33, editado 5 vez(es)
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Re: - Ultima -

Mensagem por Black~ em Qua 26 Set 2012 - 15:46

A história é boa e talz, mas acho que você deveria colocar uma classificação de +12 por conter armas de fogo e palavras como merda. Mas enfim, vi que você narra e descreve bem. Mas vi alguns erros ortográficos, vou citá-los pra facilitar.

Se vocês se sentem desconfortáveis com a missão, então eu sugiro que vocês se retirem e voltem até a base!

Não é um erro em si, mas poderia ter ficado "...voltem à base".

Ele parecia um idiota com os pensamentos de vencer a Liga Pokémon e virar Elite de Hoeen.

O certo seria Hoenn

Um dia ele me mostrou uns documentos que comprometiam a Evolution e infelizmente ele foi investigar uma sede secreta deles. Agustine não quis ir, mas eu não podia deixa-lo ir sozinho.

O certo seria "deixá-lo".

Acho que vi mais algum, mas depois não achei, só achei non sense a parte do tiro. O cara atira na arma do outro? Enfim, achei bem misterioso a relação entre o Holiday e a Angelina. Boa sorte com a fic e acho que acompanharei.
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Re: - Ultima -

Mensagem por Ari Tasarov em Qua 26 Set 2012 - 20:58

Cara, você escreve muito bem! *-* Gostei da forma que você detalha/narra as coisas, é muito bem feito e tem uma emoção maravilhosa aí no meio. Também achei a ideia boa, você foi bastante criativo com essa coisa toda de colocar "guerra" na fic, não é um tema muito usado aqui no fórum, achei tudo muito original! Você conseguiu colocar até um certo 'mistério', fiquei curiosa pra saber o que vai acontecer. Outra coisa que eu quero te elogiar é que os personagens são bem elaborados, eles tem bastante carisma e algumas falas deu até pra sentir uma certa emoção neles (só quem gosta de ler muito entende isso, quando lê algo de qualidade). Tadinho do Oliver, fiquei com dó dele, sério, já me apeguei, mas também achei Samantha muito 'fofa'. Foi interessante o modo de como você introduziu a história dos personagens sem precisar fazer um flashback ou algo assim, ótimo. *-* Percebi um errinho meio bobo, pois é "Hoenn" ao invés de "Hoeen", mas isso você corrige com um edit! ^^ E aumente um pouquinho o tamanho do episódio.

Right, é isso que tinha pra dizer. Me interessei pela fic, achei a ideia original e o negócio aqui tá muito bem escrito, parabéns! =D Vou acompanhar e aguardo o próximo episódio aqui!

See you around.


Última edição por - Milley em Dom 30 Set 2012 - 23:24, editado 2 vez(es)
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Re: - Ultima -

Mensagem por CalrosHenrique em Qui 27 Set 2012 - 17:03

Buenas Tardes!

Gostei bastante do primeiro capítulo, mas acho que você deveria ter feito um prólogo para a explicação, e o capítulo apenas para a ação. Foram muitas informações para mim, mas consegui acompanhar. IOHADIOH

Encontrei dois erros sem ser os que a Milley citou, veja:

, eles decidiram tentam a sorte e seguir os túneis paralelamente.

Erro suave, não comprometeu o ótimo capítulo.

Cada palavra chegava -ao coração

Não entendi o que esse travessão estava avulso aí, mas também, nada demais.

Eu gostei muito com a junção da guerra, e sei como é esse desanimo com o anime infantil e tal. Só digo que gostei bastante da sua ideia, muito mesmo e irei acompanhar! Só fiquei confuso com as personagens e suas personalidades, sabe? Achei o Oliver muito chorão e com um aspecto suicida demais pro gosto, tenho grande pressentimento que ele irá morrer logo.

Você escreve bem, detalha pouco mas o suficiente. Sua criatividade é ótima e eu consegui imaginar a cena clara em minha mente. Essa Fan Fiction realmente tem futuro, e eu estou disposto a ler cada capítulo da mesma.

Até mais, adios!


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Re: - Ultima -

Mensagem por DarkZoroark em Qui 27 Set 2012 - 18:46

Olá TheSniper_
Queria ter comentado mais cedo, mas trabalhos do colégio me impediram de fazer isto (terceiro trimestre é fogo). Achei bem legal a temática de uma guerra ocorrer. Já havia visto algumas fanfics assim, mas você é o primeiro que explora REALMENTE este tema. Concordo com a opinião do Mr. Black de que deveria ser uma fic +12, mas que diferença faz isso? Qualquer guri de 8 anos pode acessar sem se importar com a classificação etária. Achei legal o fato de aparecer uma "tropa de elite" (não resisti. Tive de escrever isso) durante o desenrolar da fanfic. Além dos erros anteriormente citados, encontrei mais dois.

Unidade 342, Esquadrão Delta, Exército Rebelde - 29/2/2014 15000 Hora
Acho que ficou faltando um "s" em "horas".

Ela era ruiva, cabelos curtos, tinha olhos amarronzados e uma feição nada amigável no rosto, mas esbanjava certa beleza retirando as novas feridas de guerra que ficaram marcadas em seu rosto.
Aqui não é um erro. Está mais para uma questão de gosto mesmo. Penso eu que "acastanhados" teria ficado esteticamente melhor.

Bom, é isso. Aguardo seu próximo capítulo.
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Re: - Ultima -

Mensagem por Nothermoraes em Qui 27 Set 2012 - 21:33

Realmente, uma fic que me surpreendeu. Gostei do fato de uma guerra envolvendo os Pokémons e que extraem seus poderes em armas. Uma coisa sem sentido é existir uma matéria que deixa imune à explosões, até nucleares. Como falaram, Holliday e Angelina tem um mistério entre si. Achei meio forçado a hora da batalha entre Oliver e seu amigo, ele usar algum Pokémon recém-capturado e o outro o inicial. Achei que o Oliver ia conseguir se matar. Você tem belas ideias. Tem uma coisa que pessoalmente usaria.

- ELE TINHA SÓ DEZESSETE ANOS! Não merecia isso! A CULPA FOI MINHA, EU PODIA TER AJUDADO. – Chorou Oliver, em um ataque emocional, levando uma das pistolas à sua cabeça.

Nessa parte, eu usaria reticências depois de "A culpa foi minha" e "Eu podia ter ajudado", pois ele demonstra um ar de tristeza ao dizer isso. As outras partes da frase ele demonstra mais raiva, por isso concordo com a exclamação. Usaria assim:

- ELE TINHA SÓ DEZESSETE ANOS! Não merecia isso! A CULPA FOI MINHA... EU PODIA TER AJUDADO... – Chorou Oliver, em um ataque emocional, levando uma das pistolas à sua cabeça.

Bem, é isso. Outra coisa é que acho melhor usar golpes em inglês, como em Escavar, acho melhor usar Dig mesmo. Acho mais "másculo" revólver do que pistola. Pistola eu acho mais para descrever arminhas de água ou se for uma criança de 8 anos.

É isso, um abraço de Not.
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Re: - Ultima -

Mensagem por -Murilo em Sab 29 Set 2012 - 11:11

Ola! Sua fic é bem interessante. Misturar guerra no mundo pokémon é sempre meio estranho. Ainda mais quando é um grupo contra e pró pokémon. Se eu entendi bem, o lado contra é que governa o mundo pokémon? E ainda assim, eles estão perdendo! Estou curioso pra saber a origem dessa história. Sua narração é muito boa. A descrição também, terrível imaginar a cidade de Castelia toda destruível. Só a parte do desespero do rapaz lá no túnel que eu achei um pouco rápido e confuso. Só depois que o outro homem atirou na arma dele que eu fui entender que ele queria se matar. O drama também não ficou tão bom. Mas ainda assim eu gostei muito. Não vi erros, deve ter corrigido. Seja bem cuidadoso e boa sorte na sua fic!
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Re: - Ultima -

Mensagem por TheSniper_ em Sab 29 Set 2012 - 19:02

Helloes~

Gente, vocês não imaginam a minha cara quando eu li os comentários. Não percebi que a fic ia ter tanta aprovação! Muito Obrigado a todos! Percebi que gostaram da ideia da Guerra no mundo pokémon, mas espero que vocês não começem a odiar a fic quando ela varie de tema, haha.

Agora é o seguinte. Vai começar a parte da fic em que os tempos vão se alternando de presente a passado, desenvolvendo a guerra e explicando as suas origens, ainda com umas surpresinhas mais adiante : D

Agora, respondendo aos comentários...
Spoiler:

Mr Black: Primeiro de tudo, obrigado pelo comment! E sobre a classficação, eu não sei se vocês viram mas na descrição está o +14, vejam bem. Esses erros foram corrigidos.

Milley: Muito Obrigado! E sim, eu sei que quem gosta de ler consegue se apegar a um pesonagem e perceber sua emoção. Os erros foram corrigidos, muito obrigado outra vez.

Carlos: Muito obrigado pelo comment. Sim, eu pequei emalgums erros menores, mesmo assim, estou revisando melhor os capítulos agora. E bom, sobre a personalidade do Oliver, nós ainda não sabemos tudo o que ele passou, por isso ao decorrer da fic, vocês vão ver o porque das personalidades dos personagens.

Dark Zoroark: Muito obrigado pelo comment. De novo isso da classficação e.e Está na descrição. Sobre o "Hora", é um término militar, não se diz Horas, e sim Hora. E muito obrigado de novo pelo comment Very Happy

Devil: Muito Obrigado pelo comment, eu já revisarei o que você me mandou Very Happy. Existem prédios assim na realidade, sabia? É um prédio militar importante, por isso é feito desses materiais, os mesmo do que os bunkeres são feitos. E o quote que você fez, ele não tem três pontos porque ele não demorou ao responder, ele falou seguido. E sobre os ataques, eu prefiro colocar tudo em uma língua só, escolha pessoal. Muito obrigado outra vez.

Murilo: Obrigado pelo comment! A guerra é os Rebeldes contra o Governo Extremista, e os rebeldes estão perdendo, ok? Muito obrigado pelo comment!

Capítulo Dois – Memórias de um dia de chuva - Parte Um

Rancho Floccesy, Unova – 15/3/2011 – Três meses antes da Grande Guerra

Cinco da manhã, hora de acordar. Era um dia lindo e agradável no Rancho Floccesy, um pacato rancho nas redondezas de do povoado de Floccesy, perto da Rota 20. Os pokémons voadores estiravam suas asas e saíam para voar e aproveitar os agradáveis ventos matinais, os pokémons do rancho deixavam suas confortáveis camas de palha e, junto com seus filhotes, disfrutavam dos quentes raios de sol que o dia começava a oferecer.

Dentro do rancho, em um quarto escuro, com as janelas fechadas e as cortinas baixas, dormia um adolescente de quinze anos. Seus cabelos curtos negros como a escuridão contrastava perfeitamente com seus estranhos olhos brilhantes de cor azul piscina. Parecia tão calmo ali dentro. Era como um escudo que separava ele da sociedade atual, um escudo que defendia sua cabeça daquele esquisito partido político que defendia a liberdade dos pokémons, querendo acabar com a captura deles pelos humanos, acabar com tudo isso que chamamos treinadores, coordenadores, batalhas pokémon e coisas do gênero, também dos misteriosos assassinatos em massa de pokémons que aconteciam frequentemente e da louca teoria da conspiração que envolvia ambos estranhos assassinatos e o partido político, Evolution. Mas como todo humano, temos que acordar. Acordar para a realidade, pois nossa vida não pode ser vivida como uma fantasia. Temos que enfrentar a realidade como ela é, senão é mais uma parte da vida que nós, por pura negligência, desperdiçamos.

Oliver começava a tomar consciência. Seus olhos se abriam lentamente tentando liberar-se da incômoda remela que se acumulava nos seus olhos. Ao levantar-se da cama, escutou uns barulhos fora do quarto, fora da casa. Eram barulhos de ataques de pokémon, seguramente.

- Deus... Já tão cedo e Archie está treinando? Doido. – Disse Oliver, bocejando.

O adolescente liberou-se do seu pijama e vestiu seu típico jeans azul e sua camiseta sem manga branca, para os dias quentes. Também agarrou um cinto especial onde portava seis distintas pokébolas.

Ao sair do seu quarto, Oliver suspirou. Um novo dia começava no Rancho Floccesy. Os novos donos do lugar eram os pais de Agustine, a amiga e companheira de jornada dos dois adolescentes. Eles haviam parado nesse lugar porque queriam treinar um pouco mais para o próximo ginásio que estava por vir, o da Cidade de Driftveil. Era longe de Floccesy, mas o pai de Agustine tinha uma área de cria de pokémons voadores, que podiam usar para transportar-se rapidamente.

- Oliver? Algum Alakazam travou sua mente? – Disse uma sorridente linda adolescente. Tinha longos cabelos negros cacheados, olhos verdes, com uma feição suave no seu rosto. Ela vestia um short jeans e usava uma camiseta de manga curta com um ponto de exclamação estampado nela.

- Como? Ah... não, eu estava pensando sabe, em... coisas. – Respondeu ele, tentando não parecer bobo na frente da garota. – Pensei que você ainda estava dormindo, Agustine. – Continuou, tentando mudar de assunto.

- Sim, coisas. Claro. Você estava olhando pra porta do meu quarto e ficou travado até eu aparecer. – Disse ela, seguido de uma risada provocativa. – Essa você deixou escapar, não fica assim, afinal, sou sua amiga. Vamos tomar café agora. O Archie ainda está na cama?

- Nem. O doido acordou mais cedo e foi lá fora treinar. – E sua face ficou vermelha, igual a de uma maçã. – Vem co
migo? Digo, tomar café, claro.

- Sim, vamos tomar café.
– Continuou, fazendo-se a boba.

Os dois adolescentes então desceram até a cozinha. Lá já estava tudo preparados. Três abundantes xícaras de café, torradas, uma jarra com suco de frutas Oran, algumas fatias de bacon frito em um prato, frutas diversas e ovos mexidos. Tudo isso em uma redonda mesa de madeira feita à mão.

- Meu... Deus. Sabe o exercício que a gente fez ontem, Agus? Bom, não serviu de nada. – Brincou Oliver.

- Sim, acho que não! Mas antes vamos chamar o Archie, não quero que ele perca isso.

Os dois companheiros saíram do local e caminharam uns minutos pelo campo até chegarem a uma área reservada especialmente para treinamento e batalhas pokémon. Os novos donos do rancho haviam realmente reformado o local. Lá estava um garoto de cabelos amarronzados curtos, ligeiramente levantados. Ele tinha olhos da mesma cor que seus cabelos e uma face feliz. Uma única coisa que parecia invadir sua cara era uma cicatriz na parte inferior esquerda de sua boca.

Archie estava ao lado de um grande pokémon serpente de cor verde e detalhes dourados pelo corpo, com uma membrana verde e dourada que se assemelhava a uma capa, destacando ainda mais a realeza do pokémon.

- Serperior! Agora, Raio Solar! Tente acertar no alvo! – Ele ordenou. O adolescente tinha a pura energia de um garoto pequeno quando se tratava de batalhas pokémon, coisa que Agustine e Oliver achavam estranho. Eles não sabiam se iam ser treinadores profissionais, não como Archie. Sua meta era chegar a um Cérebro de Fronteira.

A majestosa serpente verde absorveu a abundante energia solar e, de sua boca, expeliu um cegante feixe de luz esverdeado em um alvo a metros de distância, destroçando-o. Archie parabenizou e abraçou a serpente, sem notar que seus dois amigos o estavam encarando.

- Archie! – Gritaram Agustine e Oliver.

O garoto se deu volta junto com Serperior, surpresos.

- Vocês estavam aí? Perdão! – Riu ele.

Oliver avisou sobre o café e com pressa, Archie retornou a serpente para a sua pokébola e saiu correndo até a casa, deixando os dois para trás.

- Nossa, odeio quando ele faz isso. – Resmungou Agustine.

[...]

Após tomarem café, os três adolescentes decidiram caminha até a Didade de Floccesy, que ficava meia hora do rancho. Como o dia estava agradável, foram tranquilamente, até chegar lá.

A cidade de Floccesy não era grande coisa. Tinha um ar de campo, mais como um povoado. Muitos fazendeiros possuíam casas na cidade, assim como lojas. A maior parte dos edifícios da cidade era feito de tijolos, mostrando a simplicidade da mesma. Igualmente era bastante agradável.

Assim que os três adentraram a cidade, escutaram a previsão do tempo por meio da rádio de uma pessoa que caminhava. Dizia que ao atardecer uma forte chuva estava prevista.

- Não acho isso possível, galera. O dia está muito perfeito para ser estragado por alguma coisa. Aposto que esse será o melhor dia da minha vida. – Brincou Archie, demonstrando sua personalidade animada.

- Se você diz Archie, tudo bem. Eu espero que seja assim mesmo. – Respondeu Agustine, que olhava fixamente para Oliver, que divagava, olhando os prédios da cidade. – Oliver, tudo bem?

- Ah? Sim, estou perfeito. Só penso no futuro. O que será da gente?

- Eu já falei que irei ser um Cérebro da Fronteira de Hoenn! Não tenho dúvidas sobre isso. - Respondeu Archie, com seu sorriso habitual.

- Não Archie, você não vai ser um Cérebro da Fronteira. Saiba que os Cérebros são treinadores expertos, com muitos estudos e habilidades únicas que desafiam até os princípios dos treinadores.

- Garotos, eu vou comprar algo de comida para os Pokémons do meu pai, já volto. – Disse Agustine, saindo disfarçada mente da situação.

- Qual foi, Oliver? Levantou com o pé esquerdo hoje, é? – Disse Archie, aborrecido pelo que havia escutado. – Eu sou um ótimo treinador, e posso derrotar qualquer um, se me empenhar.

- Eu odeio ser realista com você, cara. Mas você não estuda as técnicas de ninguém, não tenta criar estratégias inovadoras. Você é só um treinador mais no mundo, como eu e Agustine.

- Mentira! Se vocês se preocupam com ser pessoas normais, tudo bem. Mas não começem tentando lavar a minha cabeça com ideias estúpidas de abandonar minha carreira! – Respondeu o adolescente de cabelos marrons, já plantado frente a frente com Oliver, levando um dedo à cara dele, em sinal de aviso.

- Você é cego, Archibald. Amigo, eu só estou tentando abrir a cabeça para um futuro mais decente.

- Se você pensa assim, tentando fazer-me desistir, você não é meu amigo, saiba disso.

Archie se virou, acenou para Oliver saiu correndo dali. Um grupo de amigos desmanchado pela diferença de opinião, irmão de alma, separados pelos conflitos, lamentável.

[...]

Oliver seguia caminhando, tentando esquecer o que passara meia hora atrás. Ele pensou que talvez fora meio duro e direto com o seu amigo, mas não podia deixar ele se transformar em um treinador aficionado, mesmo se quisesse. Oliver odiava essas pessoas.

Enquanto ele caminhava, escutou um grupo de pessoas reunidas perto de um palco portátil. Com certeza era um daqueles discursos idiotas do partido Evolution e toda aquela baboseira de liberação dos pokémons. Era muito estranho todo o que eles pensavam trazer para o mundo, era ridículo. E muito menos quando eles não faziam nada contra os assassinatos em massa dos pokémons de Unova. Mesmo assim, ele foi escutar.

- E por isso, temos que prezar pela liberação total dos pokémons! – Gritou um participante do partido. – Muito Obrigado.

Nada. Oliver não havia escutado nada. Mas justamente antes de retirar=se do loca, Oliver ouviu um senhor expressando-se. Ele parecia muito em contra de Evolution.

- Os pokémons não estão em más condições com os humanos! Suas ideias são patéticas. E o que vocês vão fazer sobre os assassinatos em massa? Todos vocês são uns idiotas.

- Vocês já vão ver o que iremos fazer sobre isso.
– Respondeu o político.

- Mentira! Eu tenho documentos secretos que dizem que vocês estão ligados com todo esse problema! Vocês fazem pactos com organizações criminais! São uma mentira!

- Agora isso sim é mentira, meu prezado senhor. Se nos permite, nós estamos de saída.

- É verdade! Acreditem!
–Gritava o senhor, incessantemente.

As espantadas pessoas se dispersaram, assustadas pelo homem. O partido levantou seu palo e se foi. Oliver se sentou em um banco e começou a divagar sobre o futuro outra vez. O velho homem também se foi, mas duas pessoas o seguiram.

[...]

Oliver, depois de divagar um pouco mais, percebeu que Archie estava correndo uma pasta na mão, em sua direção. Ele gritava:

- Oliver! Eu consegui algo, é importante!

- O que é?
– Respondeu o adolescente, surpreso.

- Eu encontrei um velho na rua, todo machucado. Ele foi com certeza espancado. Tinha marcas roxas em todo o corpo. Ele me deu essa pasta, ele disse que o partido Evolution está ligado com esses assassinatos que eu falei!

- Não pode ser! Eu acabei de escutar esse velho gritar. O partido Evolution estava dando um discurso, faz meia hora, aqui mesmo!

- Vamos à um Centro Pokémon, eu quero te mostrar isso.


Os dois, como se não estivessem brigados, foram à um Centro Pokémon. Enquanto isso, gotas de chuva começavam a cair.

[...]

Oliver estava surpreendido, esse documento mostrava fotos da Evolution executando dezenas de pokémons, fazendo acordos com as famosas organizações malignas, Equipe Magma, Aqua e Rocket. Eram com certeza algo horrível. Junto com a pasta, Archie mostrou um mapa com as direções de um Centro de Execução de pokémons ligados à Evolution.

- Eu tenho que ir ali! Não podemos deixar que eles sigam com isso! – Disse Archie.

Oliver pensou. Ele sabia que não era uma boa ideia, mas também sabia que Archie iria ao local mesmo sozinho. Ele não podia coloca-lo em perigo.


- Tem certeza, Archie? Isso me parece muito perigoso. Se eles executam pokémons com escopetas é porque eles tem bastante poder de fogo. Não podemos ir ali sozinhos. E se chamarmos a polícia?

- Você acha que s polícia vai acreditar em nós? Eles vão rir na nossa cara, isso sim! Se você não gosta da ideia, fique aqui, eu irei sozinho.

Como pensado, Oliver havia acertado. Talvez se ele chamasse a polícia ao chegar no lugar. Não estava seguro, mas se lhe acontecesse algo à Archie, ele se culparia toda a vida.

- Certo. Vamos.

- E que Agustine não saiba nada sobre isso. A chuva vai nos esconder.
– Disse ele olhando a forte chuva que caía ferozmente dos céus.

Continua.


E boa leitura, comente, revisem, obrigado por ler.
Ah, e gente, pra postar, houve um problema com a letra do fórum, ela ficou gigante. Por isso mudei o tamanho para normal, igualmente ficou um pouco pequena demais. Desculpem por isso.
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Re: - Ultima -

Mensagem por Ari Tasarov em Dom 30 Set 2012 - 14:00

Oi! ^^ Bem, adorei esse episódio! Achei interessante você ter explorado mais a amizade entre os garotos. Também curti muito o modo como você detalha/narra as coisas, como eu já tinha dito consigo me imaginar direitinho nas cenas, ficou ótimo. Eu gostei do Oliver, sei lá, ele é o tipo de personagem que me atrai em fics, com essa personalidade 'menino chorão'. '-'

Sobre erros, tiveram algumas poucas repetições de palavras, junto de dois errinhos ortográficos, olha:

Mas justamente antes de retirar=se do loca

O correto seria: retirar-se do local.

E aqui:

- Você acha que s polícia vai acreditar em nós?

Seria 'a' polícia.

Você é muito criativo, estou adorando a estória, parece ser bem desenvolvida e cheia de reviravoltas, né? A fic nem começou e eu quero saber como vai acabar. USHAUSH' /apanha. Vamos ver o que vai acontecer nessa guerra. Bem, é isso, parabéns.

See you around! õ/


Última edição por - Milley em Dom 30 Set 2012 - 23:24, editado 2 vez(es)
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Re: - Ultima -

Mensagem por pietrosaggioro em Dom 30 Set 2012 - 21:27

Olá boa noite!

Tenho que admitir sua Fic me surpreendeu positivamente, gostei muito desses dois primeiros capítulos.A história é muito boa e traz uma temática diferente, pelo menos em Fan fics xD Gostei também muito do modo como você descreve.Você soube muito bem reproduzir o "clima" da guerra, algo triste, difícil, sofrível.Estou gostando bastante irei acompanhar, ansioso para saber o que acontecerá daqui em diante.

Só comentando uma parte que achei bem legal:

“Rayquaza” na verdade era um código de identificação em caso de separação de grupos ou em caso de busca por aliados. Para saber se os desconhecidos eram rebeldes, a resposta da palavra seria “Atmosfera”.

Achei muito legal à referência aos soldados americanos que pra a identificação falavam: "Flash!" e a outra tropa deveria responder: "Thunder".Só achei legal comentar isso, mas você está abordando muito bem essa temática de guerra.Enfim é isso, parabéns pela fic e até o próximo capítulo ;D Bye.

By~Murilo: Fic trancada por inatividade. Caso queira reabri-la, contate um Fanfic moderador.
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