Pokémon Mythology
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Pokémon no Oujisama

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Pokémon no Oujisama

Mensagem por Kuroko-chan em Sex 14 Set 2012 - 19:42

Título: Pokémon no Oujisama
Categoria: Pokémon e Princes of the Tennis
Gênero: Aventura, Ação, Comédia, Amizade, Romance, Crossover
Sinopse: Tudo o que ele queria era superá-lo. Mesmo que para isso, ele tivesse de enfrentar o inferno na Terra.
N/T: Essa fanfic é uma crossover, que coloca os personagens do anime Princess of the Tennis no mundo de Pokémon. Ambos os animes, assim como seus personagens não são de minha autoria.



Prólogo



1989. Foi o ano de ouro do Japão nas grandes competições Pro-Magno Pokémon. Aquele que elevou o nome do Japão, destruindo todo e qualquer competidor que surgisse a sua frente, com a forte honra e grade senso de justiça, recebeu o nome de Samurai Nanjirou. O mais poderoso Pokémon Master que já havia sido revelado ao mundo, alguém que muitos consideraram invencível. No entanto, após sua grande vitória no Pro-Magno, Samurai Nanjirou desapareceu e nunca mais foi visto em uma competição novamente.




CAPITULO 01
Aquilo que o Destino Uni





O dia ainda não havia clareado completamente. Ainda em seu quarto, envolto nas cobertas, encontrava-se um garoto de aparentes oito anos. Os cabelos em um tom escuro de esmeralda, a pele clara um pouco rosada na região das bochechas. Os lábios pequenos e bem desenhados, seus olhos eram de um belo tom dourado, ainda oculto pelas pálpebras.

Ele ainda dormia, quando a porta de seu quarto abriu lentamente e duas figuras se esgueiram para dentro do cômodo em silêncio. Uma das figuras era um homem alto de cabelos castanhos e pele bronzeada. Os olhos em um tom castanho dourado brilhavam exatamente como os de uma criança, prestes a executar uma grande travessura, sendo seguidos de um sorriso desonesto. Seguindo logo atrás, encontrava-se um Pokémon de aproximadamente um metro e meio, em um tom azul violeta. Os olhos vermelhos e uma boca grande, que parecia constituir quase que completamente a parte frontal de seu corpo. Em sua cabeça, havia uma sequência de tubos completados com mais dois tubos em suas costas que se assemelhavam a uma cauda.

Segurando a imensa vontade de rir, que antecedia a sua travessura, ele enfiou a mão dentro do quimono cor-de-terra que vestia, tirando dois tapadores de ouvido, colocando-os rapidamente.

– Yosh… Exploud use Hyper Voice… - ordenou se colocando em uma posição aparentemente segura, atrás do Pokémon.

O Pokémon se virou na direção da cama, para então, liberar um poderoso grito sônico, atingindo sem qualquer piedade o garoto que dormia. Com o susto, o menino de cabelos esverdeados caiu da cama, completamente enrolado nos cobertores, deixando sua posição ainda mais ridícula.

Demorou alguns segundos, após o ataque surpresa, até que o menino percebesse o que havia acontecido. Sua raiva aumentou ao escutar as gargalhadas daquele que, supostamente, era seu pai. O homem se curvava em meio às gargalhadas, quase que não conseguindo se controlar. Quando o ataque de risos diminuiu, ele olhou para o menino, com um sorriso presunçoso em seus lábios.

– Mada mada dane Ryoma – declarou ele, divertindo-se com a expressão de pura indignação no rosto do filho.

– Oyaji…

Ryoma sentiu seu sangue ferver e uma imensa vontade de gritar e matar aquele que, tecnicamente, era seu pai. Desde que se entendia por gente, Ryoma conhecia os péssimos hábitos e o terrível senso de humor do pai, que parecia sempre estar levando tudo na brincadeira. Nanjirou havia sido um grande mestre Pokémon, no entanto, por motivos que ele jamais revelava, havia se aposentado das grandes jornadas e aventuras para viver uma vida simples. No fim, havia decidido viver em uma casa nas montanhas há quatro quilômetros da cidade.

Ryoma bufou e se livrou das cobertas que estavam enroladas em suas pernas, levantando-se e indo em direção ao roupeiro, abrindo-o e começando a tirar algumas peças de roupas. Nanjirou parou de rir e se sentou na cama do filho, ficando com uma expressão séria, enquanto via o menor escolher a roupa que usaria.

– Finalmente chegou o dia, não é mesmo Ryoma? – indagou Nanjirou, sorrindo de forma malandra. – Ansioso?

– Betsu ni – murmurou, sem querer dar margem para as provocações do pai.

Nanjirou riu ao escutar aquilo, vendo Ryoma sair do quarto. O garoto não negava ser seu filho realmente. Estava ansioso para ver até onde ele poderia ir sozinho, principalmente, para ver se ele seria capaz de quebrar as barreiras que estavam em sua volta. Olhou para seu Exploud que estava sentado no chão ao lado da cama.

– Ele é um péssimo mentiroso, não concorda? – indagou recebendo um aceno positivo com a cabeça.


Ryoma ligou o chuveiro e deixou que a agua fria caísse sobre seu corpo. Sua boca se abriu, puxando o ar com força, enquanto sentia seu coração disparar. Havia chegado! Finalmente! Aquele era o dia! Durante anos, Ryoma esperou pelo dia em que finalmente poderia sair em uma jornada, o dia em que seria lhe permitido se tornar um treinador Pokémon. Havia esperado tanto por isso, que ele não conseguia controlar a adrenalina que corria por seu sangue.

Durante cada dia de sua vida, Ryoma se preparou para aquele momento. Havia estudado muito para que quando aquele dia chegasse ele estivesse pronto, mas não era apenas um estudo obtido com livros e pesquisas. Diversas vezes, ele havia escapado com um dos Pokémons de Nanjirou e ido para a floresta, treinar a forma correta de batalhar e agir conforme o momento. Agora, ele finalmente iria se tornar um treinador Pokémon e seguir o caminho para realizar seu objetivo… seu sonho.

Superar seu pai.

Precisou de vários minutos até fazer com que todo seu corpo se acalmasse, para então sair do banho e se sacar. Vestiu a bermuda escura de tecido leve, uma camisa branca com alguns detalhes em vermelho, vestindo por cima uma jaqueta vermelha com detalhes cor-de-rosa. Por último seu boné branco com a letra “R” em vermelho. Terminou de se vestir e saiu, indo em direção à cozinha.

Assim que cruzou a porta, recebeu uma chuva de confetes e o som de cornetas foi ouvido. Piscou surpreso, para então se deparar com sua mãe e sua prima diante de si. Ambas exibiam um amplo sorriso em seus lábios, feliz por verem o menor.

– Omedeto Ryoma-san! – declarou Nanako, sobrando uma pequena corneta.

– Omedeto Ryoma-chan! Finalmente chegou seu dia – falou Rinko, abraçando o filho, parecendo emocionada por ver que seu menininho finalmente sairia em uma jornada.

– Kaa-san… Nanako-chan… - murmurou surpresa, para então sorrir e retribuir o abraço da matriarca.

Depois daquele pequeno momento, Ryoma sentou-se a mesa para comer a refeição que Rinko havia feito. Ryoma não conseguiu conter o pequeno sorriso ao ver que era comida japonesa, pois era realmente raro sua mãe fazê-la, já que Rinko preferia muito mais a culinária americana. Tinha quase certeza de que isso era apenas porque ele estava para sair e demoraria muito para voltar.

– Ryoma-san, você já decidiu quem vai ser seu primeiro parceiro? – indagou Nanako, sentando-se na frente do primo.

– Você precisa escolher com cuidado, o primeiro parceiro é muito importante – comentou Rinko servindo um copo com leite para o filho.

– Hm… eu… - Ryoma não terminou de falar, pois nada momento, Nanjirou entrou na cozinha e os dois se encararam.

– O primeiro parceiro não é apenas importante, Rinko – declarou Nanjirou, olhando fixamente para o filho. – O primeiro parceiro é único. E não é você que vai escolhê-lo Ryoma, ele será levado até você pelo destino. Então, vocês serão vinculados no mesmo segundo em que se encontrarem.

Ryoma sorriu de lado ao escutar aquilo. Eram poucas as vezes que Nanjirou dizia alguma coisa como um pai de verdade, e Ryoma sabia que aquele era um conselho real e verdadeiro.



Sumire soltou um suspiro, encostando-se mais confortavelmente em sua cadeira. Ergueu um cartão de treinador novo que havia terminado de registrar. Ela estava realmente ansiosa por aquilo, afinal, ela estava prestes a entregar o primeiro Pokémon para a pessoa que poderia superar o lendário Samurai Nanjirou. Ela conhecia Ryoma desde o berço e sabia perfeitamente sobre as habilidades que o garoto possuía. Estava mais do que ansiosa para ver tudo o que ele poderia fazer.

Olhou para o lado de sua mesa, onde os três iniciais que ofereceria como escolha para o jovem Ryoma. O pequeno Pokémon planta Hoppip, o tipo água Azurill, e por último, o tipo fogo Magby.

– É bom comerem bastante – comentou Sumire, chamando a atenção dos três Pokémons, que a olharam curiosos. – Um de vocês vai ser escolhido pelo Ryoma. Esse garoto está destinado a grandes coisas e um de vocês vai trilhar um grande caminho ao lado dele.

Sumire soltou um suspiro e olhou para cima. Ela se divertia ao imaginar as revoluções que aquele pequeno garoto estava para fazer na história.

Um pequeno miado fez com que ela saísse de seus pensamentos, fazendo com que olhasse para a janela aberta próxima ao lugar onde se encontrava sentada. Entrando pela janela, estava um pequeno Pokémon felino, que não deveria ter mais do que sessenta centímetros. Ela tinha o pelo em um tom rosa bebê, sua cauda terminava com uma espécie de pata cor-de-rosa, no mesmo tom do restante de seu pelo.

– Ora, ora. Se não é um Skitty – comentou Sumire, dando uma pequena risada. – Acho que tenho um brinquedo de gato por aqui… - falou, abrindo as gavetas de sua mesa e começando a procurar o dito brinquedo.

Skittys eram Pokémons gentis e com muita energia, normalmente usado como animais de estimação. Era raro ver algum treinador Pokémon sério que utilizasse aquele pequeno Pokémon em uma batalha real.

Enquanto Sumire estava distraída procurando pelo tal brinquedo, Skitty andou calmamente na direção dos três iniciais, que pararam de comer no mesmo momento, encarando o pequeno intruso. O pequeno felino olhou em direção aos pratos com a ração e sorriu de forma malandra, concentrando o poder na extremidade de sua cauda, fazendo com que ela emanasse uma luz branca, para então saltar na direção aos três Pokémons e acertá-los com um forte ataque, jogando-os para longe dos pratos.

– Mas o quê…? – começou Sumire, levantando-se rapidamente e olhando para Skitty, que agora comia o que havia restado da ração.

Antes que ela pudesse fazer qualquer coisa para impedir Skitty, os três iniciais saltaram em direção ao pequeno felino, com a intenção de revidar o ataque que haviam sofrido. No mesmo instante, a confusão se instalou na sala, com Skitty saltando e desviando dos consecutivos ataques, fazendo com que diversos moveis e enfeites fossem destruídos no meio do percurso. Sumire gritava, tentando fazer com que Azurill e os outros parassem com aquilo, mas os três iniciais em nada lhe obedeciam. O pânico da mulher aumentou ao ver Skitty saltar em cima de um computado, que tinha como função controlar todos os alarmes e aparelhos de seu laboratório.

– Espere! Saia daí! – gritou, correndo na direção do computador, mas não conseguindo chegar a tempo, pois no mesmo instante, Hoppip disparou dezenas de balas verdes de sua boca, atingindo o computador.


Ryoma parou de caminhar assim que avistou o prédio em um tom salmão de três andares, local onde ficava o laboratório da especialista em desenvolvimento de personalidade Pokémon Sumire Ryuzaki. Ela era uma antiga conhecida de sua família e havia sido ela que havia entregado o primeiro Pokémon de seu pai e seu irmão, agora era a vez dele conseguir o seu primeiro parceiro com ela. Sumire tinha uma personalidade forte e conceitos firmes, Ryoma jamais a havia visto irritada com algo, mas ele pouco desejava ver.

– “Chegou a hora…” – pensou, puxando o ar com força para dentro de seus pulmões, tentando relaxar o mais que conseguisse.

Detestava a ideia de mostrar-se nervoso, apesar de que era realmente natural estar ansioso para algo que mudaria completamente a sua vida.

Quando voltou a mover seu corpo em direção, escutou uma forte explosão, para então ver as janelas do terceiro andar quebrarem e uma grande quantidade de fumaça saísse. Precisou erguer os braços e abaixar a cabeça, para assim evitar que os pedaços de vidro lhe machucassem o rosto. Assim que os vidros pararam de cair, Ryoma abaixou os braços e correu para dentro do laboratório. Com a pressa, Ryoma subiu através das escadas, com a intensão de poupar o maior tempo possível, sendo que não sabia o que havia acontecido.

Quando abriu a porta, deparou-se com uma sala completamente destruída. Prateleiras tombadas, parte do piso e do reboco do teto destruído, as janelas em pedaços, as mesas quebradas e jogadas e um computador completamente destruído que ainda desprendia uma densa fumaça negra. Por mais que Ryoma olhasse, ele só podia supor que havia acontecido uma grande guerra ali dentro, pois estava tudo destruído.

Foi quando escutou o gemido de alguém e viu uma mulher já de certa idade se erguer debaixo de uma mesa quebrada. Ela tinha cabelos castanhos longos, presos em um rabo-de-cavalo bagunçado. As roupas estavam amaçadas e o jaleco branco sujo.

– Ah! Ryuzaki-sensei! – exclamou Ryoma, correndo na direção da mulher para ajuda-la.

– Ahm? Ryoma… você chegou – surpreendeu-se a mulher, aceitando a ajuda e se levantando do chão.

– Sensei, o que aconteceu aqui? – indagou Ryoma, olhando para os lados sem conseguir entender o que havia acontecido.

Foi quando notou a ponta de uma cauda cor-de-rosa debaixo de alguns entulhos. Sem pensar duas vezes, correu na direção do entulho, começando a removê-los. Quando terminou, deparou-se com uma pequena Skitty machucada e atordoada. Provavelmente, havia se ferido durante a explosão.

– Ah… então ai está ela – comentou Sumire, olhando com certo desagrado para o Pokémon felino. – Foi essa pestinha que causou toda essa confusão, agora eu tenho, não só que arrumar tudo e mandar concertar várias coisas do sistema de segurança, como eu também tenho de procurar Azurill, Magby e Hoppip.

– Demo… ela está machucada, a senhora precisa cuidar dela primeiro – alegou Ryoma, levantando-se e estendendo a pequena Skitty para a mulher.

– Não tenho tempo para cuidar dela, mas você não precisa ficar tão preocupado. Pokémons selvagens são mais resistentes do que parecem – afirmou Sumire, dando as costas para Ryoma e olhando com desagrado para a grande bagunça que havia se tornado sua sala. – Mattaku… vou demorar dias para deixar essa sala como era antes…

Ryoma não gostou do que ouviu. Não importava o motivo, ele não havia gostado das palavras indiferentes da mulher. Olhou para o Pokémon em seus braços que respirava um pouco pesado, para então olhar a sua volta. Sorriu ao ver que havia uma pequena mesa de metal que havia sobrevivido quase que completamente. Correu até ela, erguendo-a e tirando o máximo de sujeira que podia de cima. Um pouco atrapalhado, jogou a mochila que carregava no chão e tirou o casaco, usando-o para cobrir a mesa e colocando a pequena Skitty sobre ela.

– Ryoma, o que você está fazendo? – indagou Sumire surpresa ao ver a atitude do garoto.

– Se a senhora não vai fazer nada, eu mesmo farei – respondeu ele abrindo a própria mochila e tirando de lá os medicamentos que havia separado para levar consigo em sua jornada.

– Você vai mesmo gastar os remédios que comprou para cuidar dos seus Pokémon, em um Pokémon que nem mesmo lhe pertence? – indagou Sumire, olhando fixamente para o garoto, sua voz estava série enquanto via Ryoma ler os rótulos e separar os remédios certos.

– Hai! – afirmou Ryoma, levantando-se com cinco frascos e encarando-a. – Eu farei! Definitivamente.

Sumire sorriu e deu uma pequena risada. Aproximou-se de Ryoma e o observou limpar os ferimentos de Skitty e passar a poção de cura, junto com uma pomada para ajudar a cicatrização. Viu como ele fazia com que Skitty engolisse dois comprimidos, provavelmente para ajudar a restabelecer as forças. Sumire não poderia deixar de se impressionar ao ver o modo como Ryoma estava tratando o pequeno Pokémon, quase com a mesma destreza de alguém com anos de experiência.

– “A fruta nunca caí muito longe do pé, não é mesmo?” – indagou-se com um sorriso brincando nos lábios.

Ryoma guardou os medicamentos e voltou a mexer dentro de sua mochila, tirando um pequeno saco que continha cinco orans berrys. Tirou uma pegou uma faca pequena, cortando um pequeno pedaço da fruta, para então levar até a boca da pequena felina.

– Aqui… se você comer, vai recuperar suas forças mais rápido – falou baixinho, fazendo com que Skitty erguesse a cabeça para encará-lo, só então abrindo a boca e aceitando o pedaço de fruta. – Yosh… coma tudo…

– Nada mal Ryoma, você realmente sabe como usar os primeiros socorros – comentou Sumire, vendo o garoto lhe lançar um olhar irritado, para então voltar sua atenção para a Skitty. – Ora, não fique irritado só porque não atendi a Skitty. Em primeiro lugar, minha sala acabou de explodir e junto de foram muitos dos meus medicamentos. Em segundo lugar, Skitty é um Pokémon que tem muito mais energia do que aparenta. Se você tivesse deixado ela de lado, em alguns minutos ela já estaria em pé correndo por todos os lados novamente.

– Mesmo assim… - murmurou Ryoma, terminando de dar o restante da oran para Skitty e voltar a se virar para a mulher. – A senhora não deveria usar tanto descaso com um Pokémon ferido.

– Hmm… tal pai, tal filho – disse ela, dando uma risada. – Já que você está tão preocupado e voluntarioso, o que me diz de me ajudar a achar Azurill, Magby e Hoppip? Aqueles três devem estar assustados e desorientados e isso não é algo bom. Sem mencionar que um deles é o seu futuro parceiro.

– Eu vou ajudá-la – afirmou Ryoma, pegando a mochila no chão e colocando-a em suas costas.

– Ótimo, vamos usar isso aqui para nos comunicarmos – avisou Sumire estendendo para Ryoma um pequeno relógio vermelho e azul.

– Um relógio-fone? – indagou Ryoma surpreso pegando-o e colocando-o no pulso.

– Sim, eu ganhei alguns de um velho amigo. Parece que vai ser útil enquanto procuramos – alegou, com um sorriso nos lábios. – Você procura no bosque atrás do laboratório, eu vou olhar na planície.

– Certo – concordou Ryoma, em um tom sério.

Sumire sorriu e saiu da sala, deixando Ryoma para trás. Quando se viu sozinho Ryoma soltou uma grande golfada de ar, que ele estava prendendo há alguns minutos. Olhou para a mesa, onde a pequena Skitty estava deitada e sorriu minimamente.

– Descanse, está bem? – falou, virando-se para a porta e saindo correndo.


O bosque atrás do laboratório de Sumire não era muito denso, o que diminuía a possibilidade de algum Pokémon relativamente perigoso viver ali. Ryoma já estava andando a quase dez minutos, chamando pelos três iniciais, mas sem conseguir nenhum tipo de resposta. Ele já estava ficando realmente irritado, quando finalmente escutou um pequeno barulho logo atrás de si. Virou-se esperançoso, para ver um pequeno arbusto se mexer de forma insistente.

Ryoma engoliu em seco e olhou expectante para o arbusto, afinal, poderia sair qualquer coisa dali. Depois do que pareceram ser uma eternidade, o que saltou dos arbustos foi à mesma pequena Skitty que Ryoma havia deixado no laboratório.

– Você…? – indagou surpreso se abaixando, enquanto a Skitty se aproximava com a cauda balançando para os lados de forma animada. – Eu não disse que você deveria descansar? – indagou usando um tom de recriminação, mas não pareceu sofrer qualquer efeito sobre a pequena.

Skitty soltou um pequeno miado animado saltando para cima de Ryoma, que a pegou no ar um pouco surpreso.

– Você quer me ajudar a encontra-los? – indagou Ryoma surpreso, mas logo deu um pequeno sorriso. – Okay, mas você vai ter de descansar depois.

Skitty soltou um miado um pouco agudo, como se concordasse com o que o garoto havia dito. Ryoma sorriu e se levantou, voltando a caminhar e a chamar pelos três iniciais. Já estava cansado, quando finalmente escutou um barulho semelhante ao de uma pequena explosão. Correu na direção do som, parando de forma abrupta ao ver o pequeno Magby e o pequeno Azurill jogados no chão inconscientes.

– Essa não! – exclamou Ryoma, soltado Skitty e correndo na direção dos dois.

Ajoelhou-se e ergueu a mão para tocá-los, mas no momento em que sua mão iria tocar o corpo de Azurill, uma corrente elétrica passou pelo corpo do pequeno Pokémon d’água, fazendo com que ele se encolhesse. Rapidamente, Ryoma puxou a mão de volta um tanto que assustado.

– Static? – murmurou Ryoma, mordendo o lábio nervoso.

Ansioso, Ryoma retirou a mochila de suas costas, começando a revirar o conteúdo. Skitty que estava observando em silêncio, deu um pequeno pulo quando sentiu um forte arrepio, virando-se rapidamente para ver o que estava acontecendo. No momento em que se virou, ela desejou não tê-lo feito. Tremendo, usou a ponta de sua cauda para bater de leve no braço de Ryoma, tentando chamar sua atenção.

– Matte Skitty, estou procurando um remédio… - murmurou Ryoma, puxando o braço nervoso, mas Skitty não parou, voltando a bater em seu braço de forma mais insistente. – Droga! O que você quer?!

No momento em que se virou para brigar com a rosada, Ryoma ergueu os olhos e sentiu um frio percorrer sua espinha. Diante de seus olhos, estavam três Pokémons da mesma espécie, todos com mais de dois metros. Sua aparência era semelhante ao de uma enguia em um tom azul escuro com alguns detalhes em amarelo. Os olhos eram vermelhos e pareciam conter uma grande irritação.

– Iabai… Eelektross… - murmurou Ryoma, se levantando e recuando um passo de forma automática.

Quando recuou, porém, seu pé tocou o pequeno Azurill. Ao sentir o pequeno Pokémon aquático, Ryoma ficou tenso. Se ele fugisse, Azurill e Magby estariam correndo um sério risco de vida. Olhou para os três peixes elétricos que avançavam lentamente, parecendo que estavam prontos para atacar a qualquer momento.

– “Pense… pense… pense… PENSE!” – exclamou para si mesmo, olhando para os lados, procurando uma via de escape. – “Magby e Azurill estão sofrendo com o static. Não podem se mover e mesmo que pudessem, seus ataques não causariam dado o bastante para afugentar os Eelektross… pense Echizen Ryoma! Se você não pode ganhar na força, deve haver outro meio…” – Ryoma olhou para os lados com desespero, até que seus olhos bateram sobre Skitty. – “É isso!” Skitty, você sabe o Sing?

Skitty se surpreendeu ao escutar aquela pergunta, olhando para o garoto de olhos dourados e então sorriu e confirmou. Um sorriso confiante e um pouco presunçoso surgiu nos lábios de Ryoma, que voltou a encarar os três Eelektross.

– Se você não pode ganhar pela força, então ganhe pelos status! – afirmou Ryoma, em um tom confiante. – Skitty use o Sing!

Skitty saltou para frente de Ryoma, ficando entre ele e os três Pokémons elétricos, para então abrir a boca e começar a cantar uma suave canção, fazendo com que pequenas notas musicais coloridas surgissem e envolvessem os três Pokémons fazendo com que eles caíssem no chão adormecidos.

Ryoma não conseguia explicar o que estava sentindo naquele momento. Era como se todo o sangue que de seu corpo houvesse começado a correr cada vez mais rápido, fazendo com que ele não conseguisse mais conter seus próprios movimentos. Olhou para baixo e viu que Skitty estava com o corpo tenso, talvez tão tenso quanto ele próprio.

Foram apenas alguns segundos após ela parar de usar o Sing, Skitty se virou sorrindo para olhar Ryoma. Seus olhos se cruzaram por um segundo e Ryoma não conseguiu conter um sorriso satisfeito e orgulhoso.

– Gokurosama – murmurou se abaixando e fazendo um pequeno carinho no topo da cabeça do Pokémon.

Ryoma olhou para os Eelektross adormecidos e achou melhor não abusar da boa sorte. Voltou a procurar o mais rápido possível em sua mochila pelo remédio para dar para Magby e Azurill, para então sair dali.


Sumire não soube explicar o nível de alívio que sentiu ao ver Ryoma entrar em seu laboratório junto com Magby e Azurill, mas logo fechou o sorriso ao ver que a mesma Skitty, que havia dado origem a toda aquela confusão, estava junto. Mas não era momento para implicar com um Pokémon que media menos de um metro.

– Vejo que conseguiu encontra-los – comentou Sumire, sorrindo amplamente. – Hoppip tinha sido levado pelo vento, mas já está aqui também. – disse indicando a mesa onde o pequeno Pokémon do tipo planta estava. – Você teve algum problema no caminho, Ryoma?

– Problema? – murmurou Ryoma, abaixando o olhar e encarando Skitty, para então sorrir. – Betsu ni… mas eu já fiz a minha escolha, Ryuzaki-sensei.

– Oh! Isso é bom. Muito bom – afirmou ela, com um sorriso expectante. – Então Ryoma, qual você vai querer: o tipo fogo, Magby; o tipo água, Azurill; ou o tipo planta, Hoppip? – indagou, tendo a certeza de que Ryoma escolheria um dos dois primeiros, já que parecia que alguma coisa havia acontecido durante o tempo que Ryoma os procurava.

– Eu escolho o tipo normal, Skitty – afirmou Ryoma, com um sorriso amplo e confiante, surpreendendo a mais velha.

– Nani?! – exclamou ela, olhando de Ryoma para o pequeno felino ao seu lado.

Ryoma sorriu e se ajoelhou no chão, para ficar mais próximo da altura de Skitty, que se virou para encará-lo fixamente.

– Skitty, você aceita ser a minha primeira parceira? – indagou Ryoma, estendendo a mão esquerda na direção da pequena.

Skitty olhou para a mão que lhe era oferecida e sorriu de volta, ficando de lado e oferecendo a cauda para o garoto. Ryoma sorriu e segurou a cauda gentilmente, antes de pegar Skitty no colo e se levantar, para encarar uma surpresa Sumire, que não esperava aquilo.

– Tem certeza sobre isso, Ryoma? – indagou ela, olhando fixamente para o garoto. – Se você escolher Skitty como seu primeiro Pokémon, não poderei lhe oferecer um dos outros. Se você a quer, basta escolher um inicial e depois só tem que capturá-la.

– Iada – retrucou, virando o rosto para o lado, parecendo irritado com a ideia.

Sumire estava sendo lógica. Se ele escolhesse um inicial padrão, poderia usá-lo para capturar Skitty e assim teria dois Pokémons ao invés de um logo no começo, mas ele não queria isso. O fato de não querer isso, era principalmente por um motivo…

– O primeiro parceiro não é escolhido… - murmurou, surpreendendo Sumire. – Ele é trazido até nós pelo destino… por isso, eu escolho Skitty como minha primeira parceira!

Sumire se surpreendeu ao escutar aquilo, pois era uma frase que não ouvia há muito tempo. A última pessoa que havia dito aquela frase, em um momento incrivelmente semelhante, havia sido alguém que ultrapassou todos os limites imaginados e se tornou um monstro das batalhas que nem mesmo ela havia suposto. Sua surpresa deu lugar a um pequeno sorriso derrotado, pois sabia que muita coisa estava para acontecer. A história receberia outra grande virada.

– Se é assim, não vou falar mais nada. Aqui está – declarou Sumire, jogando para Ryoma um pequeno saco marrom. – Pokébolas e uma pokédex de um novo modelo, ainda não testado, já que as outras quebraram com toda essa confusão.

Ryoma sorriu e abriu o saco, tirando a pokédex. Ela media em torno de quinze centímetro, nas cores vermelho e lilás, tendo uma tela em formato circular e um cabo fino, onde havia cinco botões. Ryoma escorreu os dedos pelo cabo, pressionando um dos botões, fazendo com que a tela, até então escura, se iluminasse e exibisse uma imagem de Skitty.



“Skitty, o Pokémon gatinho. Skitty vai ficar completamente atraído por qualquer objeto em movimento.”

Ryoma sorriu ao escutar o pequeno resumo e olhou para o Pokémon em seus braços. Guardou a pokédex no bolso de seu casaco e retirou uma pokébola vazia de dentro do saco, armando-a. Olhou para Skitty, como se procurasse ter certeza de que aquela era a vontade do pequeno Pokémon.

– De agora em diante, conto com você Skitty – declarou, batendo de leve a pokébola na cabeça da pequena, fazendo com que a bola se abrisse e puxasse Skitty para dentro.

Foi uma captura imediata, sem resistências. Ryoma sorriu de lado, desarmando a poké bola e a guardando no bolso da bermuda que usava. Virou-se para ir embora, pronto para começar sua própria história.

– Ryoma! – chamou Sumire, quando o garoto já estava na porta, fazendo com que ele parasse, mas não se virasse. – Mostre-nos do que é capaz, Ryoma.

Não houve resposta, mas se Sumire pudesse ter visto o rosto de Ryoma, veria que o menor havia sorrido amplamente. Ela sabia, agora mais do que nunca, que finalmente alguém pronto para superar a história do Samurai lendário havia acabado de sair de sua sala.

– Mostre-nos do que é capaz, filho de Samurai Nanjirou.

Continua no Próximo Capítulo

(Redemoinho de Beleza)



Dicionário:
Hyper Voice: Hiper-voz. Para entender o que o Ryoma sentiu, imagine que você está dormindo tranquilamente e alguém grita no seu ouvido usando um megafone. Bem... o Hyoer Voice e mil vezes mais potente u.u'

Mada mada dane: Você tem muito que aprender.

Oyaji: forma desrespeitosa de se referir ao pai, mas muito utilizada pelos adolescentes nos dias de hoje.

Betsu ni: tem várias traduções, mas na fala de Ryoma quer dizer ‘nem tanto’, ou ‘não’.

Omedeto: Parabéns.

Static: habilidades especial, ou status que quando infligindo em um Pokémon, o deixa paralisado, impedindo seus movimentos por meio de uma constante corrente elétrica que percorre seu corpo.

Sing: Canto.

Gokurosama: Bom trabalho.

Iada: não, ou não quero. Um termo um pouco infantil.
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Re: Pokémon no Oujisama

Mensagem por -Murilo em Sab 15 Set 2012 - 10:31

Olá! Sua fic é realmente muito boa. Apesar de que eu li uma série de clichês, a sua forma de escrever é fantástica. Sua narração objetiva deixou o texto muito legal, e fluiu muito bem. Nem parece que eu li 15 páginas de word em pouco minutos de tão bom que estava a leitura. Só que esse pode ser também um problema. Pelo menos na minha opinião, capítulos muito grandes pode deixar a leitura um pouco cansativa, e desestimula aqueles que não gostam muito de ler. É só uma sugestão, mas acho que capítulos de no máximo 5 páginas é aconselhado.
Falando da história, ele foi até bem simples: Um novo treinador que quer superar seu pai campeão. Mas você escreveu tão bem que eu ignorei o clichê. Toda aquela cena no laboratório também foi bem legal, e necessária para explicar a afeição do menino com o Skitty. Aliás, ainda bem que o inicial não foi um dos três clássicos, isso tá muito batido.
Agora é só esperar pra começar a jornada do menino. Estou com expectativas de não ser uma simples caça a insignias, então, capriche! Boa sorte na sua fic^^
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Re: Pokémon no Oujisama

Mensagem por Drawin em Seg 17 Set 2012 - 1:20

Uma coisa na qual eu não crítico é o clichê. Uma coisa ser clichê não a impede de ser fantástica: se bem feita pode ser uma ótima leitura que vale a pena. E eu discordo um pouco do Murilo: se uma pessoa não gosta de ler porque está nessa área? This no make sense. De qualquer forma vamos avaliar essa fic que realmente promete!

Eu não reclamo muito do prólogo porque o cap 01 que estava presente esteve maravilhoso, fazendo com que as pessoas não deem tanto valor assim ao prólogo, mas percebi que ele não fez seu papel. Ele não apresentou o elemento principal da fic, e as pessoas que leram o prólogo poderiam muito bem ter desanimado para o resto, e isso é ruim. Uma coisa que tem de conquistar os leitores a primeira vista será eternamente o prólogo, não a sinopse nem nada assim. Por isso tem de ser pequenos, mas também nem tanto. No caso acho que poderia ter caprichado um pouco mais nele, mas ao incrível cap:

Não coloque tantas palavras em japonês... Mesmo que tenha o dicionário no final, isso é uma fic brasileira, mesmo que tenha Prince of Tennis. Só estou lembrando que isso pode ser considerado gírias
Gíria: linguagem popular própria de um grupo social
E eu explico: muitas pessoas desistem das fics por não conseguirem entender, na maioria das vezes pelo uso dessas palavras que nem chegam a ser gírias no Japão, é linguagem própria. Alguns podem ver aquilo, não entender e simplesmente abandonar. Sim, tem um público assim, eu pessoalmente não gosto deles (quem gosta? -q) Isso de maneira alguma é uma crítica, é só um aviso dizendo que tem sim pessoas assim, completos babacas, mas existem. Você pode simplesmente ignorá-los e continuar com as expressões japonesas, eu aconselho até, mas como já dito: uma viso. Ah, também não temos as explicações do san, chan etc. Cuidado com isso Kuro-chan (que saudade de chamar alguém assim *-*)

A história pegou um pouco do começo da jornada da Dawn? Na maioria das vezes esse tipo de coisa é uma desculpa para ter o inicial marcante, no caso não vi desculpas aqui. De qualquer forma eu gostei bastante da base da fanfic, muito mesmo, e os personagens são carismáticos, cortando a mãe e a prima, merecem atenção. Um pouco de esforço e conseguirá ótimos personagens!

De qualquer forma, a fic está ótima. A narração muito boa, mesmo não tendo curtido muito o pequeno enredo desse cap, ele te da vontade para continuar e descobrir o que aconteceu com o pai do Ryouma. Não posso dizer que ela te prende pois não focou no mistério, mas maravilhosa. E é mesmo: não alterne de maneira brusca entre o mistério e a jornada do garoto, fikdik. Claro que vou acompanhar! Boa sorte!

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Re: Pokémon no Oujisama

Mensagem por DarkZoroark em Ter 18 Set 2012 - 19:58

Olá Kuroko-chan
Normalmente não gosto de comentar em fanfics que possuem apenas um ou dois capítulos, pois o escritor, normalmente, ao receber críticas negativas, acaba cancelando sua fanfic e faz uma nova, na qual volta a cometer os mesmos erros de antes. Entretanto, a sua está tão bem estruturada e desenvolvida que abri uma exceção.
Olha, gostei bastante de sua fanfic. Original, envolvente e com uma narração acima da média. Gostei de você ter variado os iniciais. É algo extremamente incomum (acho que, antes de ter lido a sua fanfic, só havia me deparado com mais duas ou três que o houvessem feito, por isso estás de parabéns). Contudo, como nem tudo é perfeito, existem alguns erros aqui presentes:

Olhou para o lado de sua mesa, onde os três iniciais que ofereceria como escolha para o jovem Ryoma. O pequeno Pokémon planta Hoppip, o tipo água Azurill, e por último, o tipo fogo Magby.
Aqui foi um erro mais de contexto mesmo que muitas pessoas fazem. Azurill é do tipo Normal, apesar de que suas evoluções, Marill e Azumarill, são do tipo Water.

Outra coisa que me desconcertou um pouco foi como você descreve. Fisicamente, você o faz muito bem, retratando com grande originalidade os ambientes por onde sua fanfic passa. Contudo, acho que você deixou de lançar uma luz maior sobre as características psicológicas e emocionais dos personagens. Coloque como eles se sentiram em determinado momento durante uma ação ou fala. Isso auxilia bastante no envolvimento do leitor com a fanfic, pois humaniza os protagonistas e antagonistas que nessa aparecem.

O outro problema já foi citado pela Darwin. Apesar de houverem alguns membros que saibam alguma coisa de japonês e mesmo que você coloque um dicionário ao final, muitos outros, mais novos e com menos experiência com Animes legendados, podem ficar confusos durante a leitura dos seus capítulos. Eu mesmo só consigo entender porque passo mais de dez horas por dias vendo Inazuma Eleven e suas sequências (aprendi a ler e a escrever em japonês por meio deste).

Tirando isso, sua fanfic é uma das melhores aqui do fórum e uma das poucas a ter um começo tão brilhante. Aguardo seu próximo capítulo.



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