Pokémon Mythology
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Retroville, o Reinado Do Crime

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Retroville, o Reinado Do Crime

Mensagem por Yoshihime em Ter 11 Set 2012 - 19:20

Índice:
Prólogo


-x-


Prólogo

Retroville, Mato Grosso, Brasil.
13 de Abril.
08:30


Lawl estava em frente a uma lanchonete, encostado em seu Camaro amarelo, fumava um cigarro. Estava vestido com calças skinny, uma camiseta branca, tênis All-Star vermelho, e um Ray Ban.
Estava esperando pelo mais novo membro do seu grupo, era um tal de Henrico, provavelmente um mexicano, isso o deixava feliz, esses mexicanos costumam ser bons.
De longe avistou uma estranha figura se aproximando, estava vestido como um clássico peão gaúcho.
—Olá, você é Henrico, o mexicano? —Perguntou Lawl retirando o cigarro da boca.
—Meu nome é Henrique e não sou mexicano, sou do sul.
—Ah, desculpa. Henrico, o Argentino.
—Henrique! E não sou Argentino.
—Pegadinha, Rico, o Uruguaio!
—Meu nome é Henrique, sou do Rio Grande do Sul e meu apelido é Yky não Rico.
—Tudo bem, entre no carro, meu apelido é Lawl, mas meu nome é Matheus.
—Seu apelido não tem nada a ver com o seu nome, cara. — Disse Yky enquanto entravam no carro.
—Falou o Cavaleiro de Fênix.
—Não é Ikki, é Yky. Y. K. Y.
—Que tipo de pessoa pensa em como se escreve o seu apelido? Só podia ser Argentino.
—Você deve ter problemas mentais, não sei como a polícia nunca te pegou.
—Olha só, vou te mostrar como... —Acelerou.
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Re: Retroville, o Reinado Do Crime

Mensagem por Black~ em Ter 11 Set 2012 - 19:49

Ta bem cool a fic, eu ri do diálogo dos caras. A fic ta bem legal e talz, nem tem muito pra falar pois ficou pequeno o prólogo e baseou-se no diálogo dos caras, mas enfim, como eu disse, tá boa e só. Boa sorte com a fic
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Re: Retroville, o Reinado Do Crime

Mensagem por Yoshihime em Qui 20 Set 2012 - 21:04

Capítulo I – Namorada Judia e mapa-tocantins.jpg

Talismã, Tocantins, Brasil.
12 de Abril.
23:30


Luke estava dentro de seu caminhão VW Titan 18310 estacionado em um posto de gasolina, estava vestindo suas calças jeans, uma camisa xadrez vermelha de flanela, botas, um gorro marrom. Do seu lado estava sua namorada Aliza, usava um vestido azul estava fumando um baseado e xingando muito enquanto sacudia um prato de costelas de porco.
—Eu já não disse que porcos são impuros? Por que diabos então você comprou essa merda? Não tinha nada mais judeu por lá não?
—Menina, é um posto de gasolina, se você quer tem que queira. No caso eu. —Pegou as costelas. Começou a comê-las. —Trate você de saber que anda colocando a boca em coisas mais sujas que porcos.
—Não seja grosseiro, se continuar assim não lhe darei mais prazer oral. Afinal para onde estamos indo mesmo?
—Retroville, tenho que deixar umas encomendas por lá.
—É a cidade onde você mora? Digo, a cidade oficial...
—Sim, olha só, saiba você que meu trabalho por lá não é dos mais limpos.
—Acredite, se eu quisesse uma vida limpa não teria largado uma família judaica e fugido com um caminhoneiro.
—Falou a garota que não come carne de porco, ligue esse rádio. Vamos partir agora. —Deu partida no carro. Aliza ligou o rádio, tocava We're A Happy Family.
— our troubles never end — Luke cantava enquanto dirigia — Menina, olhe ai no mapa se estamos muito longe de sair desse inferno de estado.
—Já pensou na possibilidade de me chamar de outra coisa que não seja menina? —Ela pegou uma folha de papel engordurada. — Sério, não sei como conseguimos atravessar o estado com esse mapa que você imprimiu em uma lan house. E ainda por cima em preto e branco. Enfim, estamos na saída.
—Menina, primeiro que eu sou experiente, segundo que é Tocantins e não São Paulo.
—Levarei esse “menina” como um não... Enfim, eu esqueci de mencionar ligaram para você em sua ausência, era um tal de Davi, falou algo sobre policiais indígenas, não entendi direito.
—Ah, claro, sei bem do que se trata. Estou bem atento. Enfim, por precaução pode ficar com a AK-47 em mãos?
Aliza pegou a arma e abraçou, deu uma última tragada em seu baseado.

Retroville, Mato Grosso, Brasil.
14 de Abril.
13:55


Aliza estava na janela do caminha atirando contra os tiras que perseguiam o Caminhão de Luke pela avenida central de Retroville, Avenida Coronel Danilo.
—Afinal, Luke, o que diabos há nesse caminhão?
—Coisas.
—Que tipo de coisas?
—Produtos contrabandeados relacionado à Taylor Swift, só isso.
—Estamos lutando com tiras por causa de produtos da Taylor Swift?
—Contrabandeados.
—Você às vezes me decepciona. Ei, olha! Acho que matei um cara.
—Parabéns, eu já matei vários.
Ela voltou com seu corpo para dentro do carro.
—Parece que cansaram, ei, vai demorar muito para encontrar o seu chefe?
—Não muito, estamos quase lá.
Por volta de dez minutos depois entraram na garagem de um edifício supostamente residencial.
—Você mora aqui?
—Nas horas vagas sim, menina. Oh, não acredito.
Luke sentiu a fúria passar por suas veias. Um Camaro amarelo estava estacionado de forma amadora, ocupando duas vagas, sendo uma delas a sua. Ele então apertou um botão verde no painel. O corpo do caminhão foi subindo, as rodas cresciam, ele foi avançando e esmagando o carro que estava na vaga.
—Você não deveria fazer isso com o carro dos outros. —Disse Aliza um pouco apreensiva.
—Assim como você não deveria matar pessoas.
Os dois subiram pelo elevador até o sexto andar. Tocaram do 612 a companhia. Alguém abriu a porta.



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Re: Retroville, o Reinado Do Crime

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