Pokémon Mythology
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Peace Wish

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Peace Wish

Mensagem por Mikh em Ter 21 Ago 2012 - 20:55



Prólogo: Exército sem fronteiras

Após a guerra de Kanto, qual foi um completo desastre, mas finalmente conseguiu sua independência, o tal herói que salvou a cidade decidiu abandonar a tal região. Deixando sua esposa, grávida de um filho que já estava prestes a nascer, e um legado de heroísmo e patriotismo para sua região... Mesmo assim, ele sumiu. Poucos sabiam onde ele realmente estava, e quem sabia, acabava morto. Morto pelas guerras do destino. Porém, todos sabiam onde ele estava. Johto, na torre onde o lendário Ho-oh se situava. Ele o expulsou e de lá, fez seu exército. Um exército bom e forte, junto com seu “empresário”, Kazuhira Miller.

O herói chegava de moto na porta do lugar, e observou a porta de madeira que estava bem quebrada. Decidiu quebrar de uma vez, chutando-a. Lá, via cerca de dez homens lutavam entre si, treinando socos e chutes para alguma guerra iminente ou coisa do tipo. O herói sorriu, tirou suas roupas, revelando sua gigante cicatriz que o atormentava desde o dia que ele teve que matar ela... A real garota que amava. Mas ele queria ignorar aquela batalha.

Um homem o observou, e o chamou de instinto. “Pai”, ele dizia. Seu nome qual ele foi conhecido depois daquela batalha. Odiava aquele nome, mas ficou quieto. O soldado lhe cumprimentou e logo disse: “Quer treinar?”, perguntava inocentemente. Pobre garoto, o tal herói lhe derrubou com só dois golpes, quase quebrando sua coluna. Logo após, foi andando, derrotando todos que estavam ali a vista.

Uma demonstração de sua ridícula força, novamente. Todos se levantaram, mas antes dele puder falar qualquer coisa, Kazuhira chegava no local. Ele estava meio sorridente, e disse direto o que estava acontecendo e o que o alegrava:

– Pai! Temos uma missão. Uma missão... de Unova. – Ele sorria muito. A missão era tão importante assim? – Duas pessoas querem falar com você. Fiz certeza que não estávamos sidos seguidos.
– Sei... – Responde o herói. Não queria nenhuma missão, mas era meio que obrigado a fazer essas coisas. – Já estou indo.

Pegou suas roupas do chão, e as vestiu rapidamente. Logo, um garoto jovem veio e lhe disse:

– Obrigado pelo treinamento, Pai! Com certeza vamos vencer qualquer guerra! – Ele parecia sorridente, contente... Que nem Kaz.
– Só me chame de Red. – Kazuhira o esperava no outro lado, quieto. – E para nós, não existe vitória.
– Mas na revolução, um não triunfa ou morre?
– Não fazemos ambos.

E saiu da sala, seguindo Kazuhira. Quando saiu e viu a noite chuvosa e um homem com uma mão vermelha e uma garota com uma gigante capa de chuva da mesma cor, vermelha, simplesmente os ignorou. Os quatro foram para uma tal cabana, que dizia “ESF – Exército sem fronteiras” e uma caveira em vermelho. Entraram na sala, e Kaz já jogou 4 cafés de Sinnoh para todos.

– Ahh, café de Sinnoh. Não há nada melhor. – Disse o homem com a mão metálica, enquanto se sentava num banco no mesmo tempo que Red e Kaz se sentavam. A garota ficou em pé. – Enfim, olá, caro Pai.
– Red. – Corrigiu-o.
– Red... Claro. Olá. Eu sou Ramón, um inocente professor na cidade de Nimbasa. – Ele sorria. Mas um sorriso sarcástico e mentiroso. – E essa é minha aluna, Paz.
– Oi. – Ela falou e logo voltou para seu canto.

Red fitou os três que estavam juntos com ele na sala. Ramón tinha cabelos brancos e usava um tapa-olho, provavelmente perdeu numa luta ou coisa assim. Ele tinha um sorriso falso na cara, mas era quase tapado por sua barba branca. Ele também vestia um terno barato de couro. Kazuhira era já mais jovem, loiro e “bonitão”. Ele usava dois óculos roxos, e um uniforme de guerra barato, qual símbolo de caveira da ESF estava no ombro. Agora, a garota, Paz... Ela estava quieta. Tinha cabelos loiros também, e olhos azuis. Isso ele via. Ela era bem pequena e calada, comparada aos três homens na sala.

Depois disso, o herói ficou entediado. Pegou um charuto de Nuvema e seu isqueiro. Começou a tentar ligá-lo, mas não conseguia. Então, Ramón pegou sua mão metálica vermelha, e abriu o polegar. Fogo saia do dedo dele, e Red só colocou o charuto para acender ali. Feliz, começou a ouvir a história do tal homem.

– Olha, como pode ver... Eu só sou um professor. Tranquilo, calmo... Amigo. – Ele sorria novamente. Red odiava aquele sorriso, queria socar aquilo da cara dele. – Mas algumas coisas vem me incomodando. Algumas tropas de soldados vem aterrorizando a região de Unova. Eles não são nossos, claro.
– Aquele lugar não tem um exército. Lei 125 do artigo EPP, todo o tipo de armamento ou exército está restritamente proibido naquela região. – Disse Kaz, o espertalhão.
– Exato. – Respondeu o professor, que continuou a falar. – Eu só quero uma coisa, paz. Paz na minha região. Ouvi dizer que você faz qualquer coisa. Por favor, me ajude!

Ele já parecia desesperado. Red já não se importava tanto com o que iria acontecer, então só continuou fumando seu charuto. Talvez pensando como iria resolver, ou pensando que o espinafre que ele comeu ontem estava estragado. Kaz logo falou para o herói:

– Olha, Red. Não podemos recusar. Estamos quase falidos, e eles tem uma larga recompensa para nós dois. – Após ouvir a palavra “recompensa”, começou a prestar atenção. – Nós não somos mais um exército. Somos mercenários.
– Nunca fomos um exército, Kaz. Nunca fomos nada. Somos só sedentários. – Respondeu para ele. – Enfim, Ramón. Ouça. Eu vou salvar sua região. Mas quero ver sua recompensa.

Ele sorriu como nunca. Ramón buscou seus bolsos em busca da tal recompensa, e pegou. Uma fita cassete, com as palavras “SONY” e as palavras “Rielle” escritas no papel. Ele colocou a fita no rádio, e tocou o play. A fita ficou girando, girando, girando... Até começar a se falar. Era a voz dela. A voz do amor de sua amada, Rielle. Ela falava que estava escondida em Unova, e que Red tinha que encontrá-la. E que somente ele poderia salvá-la, e finalmente conseguir suas respostas... Mas Ramón pegou a fita antes de completar. E logo após, abriu sua mão metálica e abriu o fogo, e colocou a fita centímetros a cima das chamas.

– Prometa.

Red, num movimento rápido, pegou a fita. Queimou sua mão um pouco, mas conseguiu. Era a única evidência que tinha em mãos de Rielle, e queria algumas respostas de que aconteceu naquele dia, de uma vez por todas. Então, ele finalmente diz:

– Prometo.
– Ótimo. – Ramón sorriu e fez o sinal de paz, com os dois dedos. Seu sorriso era sádico e cruel. – Paz, senhor Red... Só isso que eu desejo.

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Re: Peace Wish

Mensagem por knew em Qua 22 Ago 2012 - 18:03

uma fic de pokémon que tem drama ao invez de garotos de 10 anos domesticando animais, interessante. gostei bastante, espero o próximo cap.
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Re: Peace Wish

Mensagem por ana em Qui 23 Ago 2012 - 15:53

Mikh fazendo fic de pokémon?
Bom, como disse no msn, curti o prologo :3 A narração tá legal, sem erros de português, e esse mistério no fim... Só eu acho que a Paz tem alguma história importante? Só isso, até o/
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Re: Peace Wish

Mensagem por Mikh em Qui 23 Ago 2012 - 16:00

Obrigado pelos comments. Ah, e a fic vai ser meio frenética mesmo. Então capítulo novo já!

Capítulo 1: País sem exército

Pinwheel Forest, 1 de Setembro de 1964

– Lembra do que você tem que fazer, Red? – Perguntava Kaz, que estava seguro na cabana lá em Johto. Falava do rádio que estava conectado ao ouvido do herói.
– Claro que sim. – Respondeu calmo.
– Red... Você está fazendo essa missão por quem? Por Rielle?
– Não. Estou fazendo pela garota...
– Garota? – Kazuhira perguntou perplexo. Existia alguém além dela?
– Paz. A estudante.

Johto, ESF, 29 de Agosto de 1964

Após aquele incidente com a fita, todos se acalmaram e se sentaram. Com o gosto de café no ar e o ódio de Red acalmado, deu para ficar mais tranquilo. O cheiro de charuto se ofuscava com as conversas que teriam naquela noite chuvosa. O herói também estava curioso sobre a tal garota que não falou nada. Paz... Nome estranho. Ela ainda estava com a capa de chuva, e não tirava o capuz, mesmo estando dentro da cabana. Seus pensamentos, porém, foram interrompidos por de Ramón.

– Red. – Ele começou a falar, agora sem nenhum sorriso besta no rosto. – Seu objetivo lá é bem simples. Suspeitamos que o Exército de Kanto quer explodir Unova.
– Explodir Unova? – Perguntou Kazuhira, surpreso. Explodir aquele lugar? Pra que?
– Sim. Kanto quer explodir Unova com bombas nucleares. Acabar com o lugar. Por que? Não sei.

Acabar com Unova e bombas nucleares. Duas coisas que ninguém queria naquele lugar; todos só queriam paz. Paz que provavelmente seria uma ilusão, agora. Uma ilusão de paz...

– Sei. – Falou Red, fumando seu charuto. – E como vamos saber onde está essa tal bomba?
– Ninguém sabe onde está. Porém, tem um bando de um “clã” ou coisa assim, que foi preso por aquele exército. Hellraiser. – Ajeitou um pouco de sua mão metálica, e continuou a falar. – Esse grupo vem fazendo projetos de guerra em segredo. Ninguém se importava com eles, sabiam que iria falhar.
– Então por que foram presos?
– Ninguém sabe, também. Todo mundo sabe que eles só estão presos na Pinwheel Forest. Talvez tenham alguma pista.

Uma floresta. Campo de guerra típico do Red. Ele gostava de florestas, podia se camuflar bem. E também, sempre lutou a maioria das vezes lá. Seria moleza ele passar por ali, então resgatar esse grupo, Hellraiser, seria moleza. E também, novamente, seria uma missão individual. Coisa que sempre fez. Sem ajuda, só pelo rádio que ele falará com seus amigos que esperavam no outro lado da linha.

– Enfim. Você tem que se encontrar com esse grupo e ver se as informações são reais. Entendido? – Ah, o sorriso característico. Claro, sem ele não poderia faltar.
– Claro. Uma dúvida. Por que a garota está aqui?

Red apontou para Paz, que estava calada no canto dela. Até agora ela só falou “oi”, o que realmente não explicava o por que dela estar aqui. Garotinhas deviam ficar em casa, não ouvir planos de guerra. Mas Red sabia que Ramón tinha uma intenção com ela. Uma intenção com Paz.

– Ah, sim... Paz. – A garota tirou o capuz ao ouvir seu nome. Sua face estava com cicatrizes na bochecha e na testa. – Ela é minha estudante. A melhor de todas.
– O que você ensina? Masoquismo? – Perguntou Kazuhira, irritado com a visão das cicatrizes na cara dela.
– Não. – Respondeu Paz, rapidamente. – Ele ensina sobre a guerra, sobre armas. Mesmo não sendo permitido. Viajamos muito... em busca de paz no mundo, também. Mas sempre acontece algumas coisinhas.
– Coisinhas? – Red estava perplexo. Como aquelas cicatrizes numa garota como ela poderiam ser umas “coisinhas”?
– Sim. As vezes a gente leva uns tiros... Ou coisa assim. Nada de mais. Não dói. Eu quero fazer tudo... Tudo por paz! – Sua expressão estava séria. Ela desejava a paz universal, pena que era um sonho ilusório. Algo que nunca poderia acontecer, nunca.
– Olha, garota. A paz... – Red iria completar sua frase, mas Kaz o impediu. Não queria arruinar os sonhos da garota.

Então essa garota estava seguindo ele em mais uma das suas missões de “paz”... A paz inexistente, que é simplesmente uma miragem. Não queria arruinar os sonhos daquela garota. O sonho falso de paz. Tinha que completar aquela missão... Pelo bem dos sonhos. Pelo bem de uma mentira.

– Red. O líder do grupo Hellraiser é esse homem: Chesperito. Ele provavelmente está morto, mas quem sabe. – Disse Ramón. – Seu objetivo é encontrá-lo.

Pinwheel Forest, 1 de Setembro de 1964

Red começou a se movimentar, finalmente. Estava no início da floresta, com o asfalto de terra. Ele ouvia os passos de alguns soldados pelo ar, e ficou atento. Se escondeu atrás de um tronco de uma árvore, e um guarda passou por ele rápido. Andou lentamente para trás dele, e apontou sua arma. “Parado”, ele dizia. Apontou a arma tranqüilizante para a cabeça do soldado e atirou. Dormiu rapidamente no chão.

Continuou andando. Foi se escondendo em troncos de árvore, se escondendo de militares que tinham armas pesadas. Eles eram bem mais fortes em nível bélico do que Red, que só possuía uma arminha para tranqüilizar oponentes. Então, decidiu se esconder. Fugir. Começou até bem. Não foi pego nenhuma vez. Foi sempre bom em fugir pelas sombras.

Andou até a base, e encontrou finalmente o tal prisão. Porém, estava bem guardada. Tinha homens em todo lugar. Homens blindados, difíceis de serem derrotados por uma simples arma tranquilizante. Seria difícil passar. Red então usou suas técnicas de batalhas comuns, e tentou batalhar com um a um. Conquistando lentamente a vitória, chegou onde estava a prisão... e o grupo. Entrou na porta de madeira, e viu crianças e homens aprisionados, sem o medo daquele lugar. Só tinha uma coisa diferente. Uma moça, com um laço amarelo no pescoço. Ela parecia ser a líder do tal grupo.

– Vá embora! Não responderemos nada, de novo! – Gritou a moça, irritada. Parecia já ter sofrido muito.
– Relaxa. Eu não sou eles. Eu vim salvar vocês. – Red se abaixou e desamarrou um a um dos prisioneiros. Hellraiser oficialmente estava livre.

Todos saíram para ver o sol. O sol lindo que eles não viram fazia talvez, meses, ou anos. Deus sabe o quão eles ficaram presos naquele lugar, sem escapatória e sem esperança. Sorriram, todos. Começaram a despachar os soldados blindados e fazer dali, sua nova casa. Finalmente, com paz. Mas Red tinha dúvidas. Dúvidas que deviam ser esclarecidas. Falou com a líder do grupo pessoalmente, perto do lago. Seu irmãozinho de 12 anos também a acompanhara, mesmo sendo papo para adultos. Ele parecia estar acostumado. Red ofereceu um charuto para a líder, e seu isqueiro.

– Ah! Obrigada... Prefiro mais cigarro, mas mesmo assim... – Começou a fumar o charuto, feliz. – Oi. Eu sou Amanda, líder do Hellraiser. E esse é meu irmão, Chico.
– Amanda. Quero respostas. Onde está Chesperito? – Foi direto ao ponto. Queria acabar logo com aquela missão. – Ah, eu sou Red... Também.
– Deixa eu fumar! Deixa eu fumar! – Dizia Chico, tentando pegar o cigarro das mãos da irmã, enquanto ela dava tapas na mão dele. – Awn.
– Chesperito era meu pai. Era. Ele morreu. E deixou o legado do Hellraiser comigo. – Ela sorria. Olhava para o seu exército, que estava contente guardando aquele lugar. – Por que? Quem é você e o que quer?
– Nós temos assuntos para discutir. Assuntos sobre... – Antes de completar sua frase, o barulho de helicóptero batiam no ar. Mas não era o som de helicóptero...

Era algo mais extenso. Era o som de três helicópteros, ouvidos duplicadamente. Até que os monstros se revelaram. Os monstros faziam uma sirene estranha: como se estivessem se anunciando para o povo. Assim que eles se revelaram, mostraram sua forma – eram Charizards. Charizards de metal, gigantes. Eles cuspiram linhas, capturando soldados para suas bocas. De volta para a prisão.

– Que diabos é isso?! – Disse Amanda, apontando para o gigante monstro robô. Porém, Red conseguiu notar de relance o aviso...

“CUIDADO: NUCLEAR”, escrito numa das partes vermelhas do robô metálico gigante. Enquanto isso, ele capturava mais soldados. E Red notou outra coisa. O nome “WISH-PEACE 001” gigante cravado nas laterais. Red e Amanda ficaram no lago, fugindo. Amanda deixou cair o charuto, e pegou uma bazuca que estava no canto. Iria matar os monstros. Porém, um usou a linha de novo... E capturou Chico, seu irmão. Ela agora estava desesperada. Irritada, iria atirar. Mas Red a impediu, não queria ver uma tragédia... De novo.

Pegou a bazuca das mãos de Amanda, quando Chico entrou na boca de Amanda. Eles se moviam rápido, mas Red tinha uma mira boa. Conseguiu atirar nos três, que se explodiram e se espatifaram nas montanhas. Junto com Chico e os soldados capturados. Alguns ainda estavam bem, mas Amanda chamou os que sobraram e foram em direção das montanhas.

– Vamos! Red, falamos depois! Salve o Chico, nós salvamos o resto! Vamos, soldados! A guerra! – Ela gritava... enquanto Red ficava sozinho, olhando o horizonte com o vento. Talvez pensando se sua amada realmente existia. Até que viu que uma foto estava no chão, que caiu do bolso de Amanda...

Seu pai. E Chico. Todos felizes. Uma imagem triste, agora que Amanda não tem mais seu pai... Ela sorri com a liberdade, mas a tristeza da sua perda ainda a atormenta. Red pensou nisso por um tempo, até que seu ouvido começou a buzinar. Era Kazuhira chamando, pedindo informações da missão. Claro, o herói não tinha escolha. Tinha que atender.

– Red. Conseguiu completar a missão? – A voz dele parecia preocupada, mas ao mesmo tempo a mesma de sempre. Ele sabia que sim.
– Sim, Kaz... Mas houve uns problemas. Uns robôs gigantes nos atacaram... Robôs nucleares voadores.
– Robôs nucleares?
– É. Wish-Peace. Ou coisa assim. – Red olhava pros destroços de um monstro, que caiu perto dele. – Nucleares. Não explodiram tudo, porém. Eu não sei por que.
– Ok... Provavelmente chegamos em alguma coisa. E Chesperito?
– Morto. Encontrei sua filha, Amanda, mas antes de falarmos... Bem, você sabe.
– Entendi... Olha. Seu objetivo é encontrar Amanda e perguntar para ela o que você devia perguntar. Vai ver ela sabe alguma coisa. – Kaz suspirou, e falou um “se cuida” baixinho. Era estranho. – Faça isso, Red... Faça isso por Paz.

Começou a andar, de novo. Foi em direção da explosão. Mas sabia que teria um longo caminho para a frente. Saiu de Pinwheel Forest, e foi em direção da gigante ponte... Mas, para seu desespero, não seria seu único desafio.

Skyarrow Bridge, 1 de Setembro de 1964

O dia claro mostrava as engrenagens do tanque de guerra bem claro. Homens de guerra, blindados, vindo do outro lado da ponte. Seria uma guerra de um homem contra cinco e um tanque gigante. Ficou parado por um tempo, e pegou sua bazuca, que ainda possuía dos eventos de Pinwheel. Mirou nos soldados, e atirou-os ao mar. Mas ainda sobrava 3, que ao ver a explosão, junto com o tanque, atiravam em direção a Red. Ele tinha que fugir.

Corria rápido em direção ao tanque, tentando desviar dos tiros que viam em alta velocidade. Mirou sua bazuca novamente e lhe deu um tiro nas rodas, que o fez ir voando para o meio... E explodir. Literalmente, explodindo a ponte em dois lados. O herói correu em direção ao outro lado da ponte, e pulou. Conseguiu passar antes daquele desastre o consumisse. Porém, os soldados não tiveram a mesma sorte.

... Foi andando em direção a Castelia. Pensando na Paz, Amanda, Kaz e Rielle.



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