Pokémon Mythology
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A Journey in Sydoria

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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por DarkZoroark em Sab 13 Out 2012 - 22:15

Ola Pikachuziinhahsz
Desculpa não ter comentado mais cedo, mas estou em período de provas e isto está consumindo grande parte do meu tempo. Bem, realmente ouve uma boa melhora desde a última vez que comentei. Sua narração e sua descrição melhoraram fantasticamente bem, e progrediste bastante bem. Mas ainda existem alguns erros que realmente prejudicam-na. Um destes é que os capítulos estão um pouco pequenos. Adicione mais meia página do word que ficará muito bom. O outro problema é que estão faltando algumas vírgulas por aí, como aqui:
Porém a situação da Ayumi não está boa, então ela teve de ser transferida para um hospital em Sinnoh.
Faltou uma após "Porém".
Bem, de resto você está indo muito bem. Aguardo seu próximo cap para ver como a história se desenrola.
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Black~ em Qua 17 Out 2012 - 19:55

Olá, faz tempo que não comento aqui, mas devo dizer que os capítulos foram caindo e agora ficou bom de novo. Mas enfim, acho que vi alguns erros, mas estou com muita preguiça de citar. A fic está com pouquissima narração e descrição dos fatos, além de se passar muito rapidamente, mas enfim, boa sorte com a fic.
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Pikachuzinha em Qua 17 Out 2012 - 23:55

Oi gente... Acho que cheguei cedo dessa vez, u.u'. Mas não importa, né. Primeiramente, os comments:

Comments:
DarkZoroark: Obrigada, DZ. Eu não sei se melhorei tanto como diz, mas já que você disse tá dito né .-.'. Eu acho que a história que eu havia planejado está tomando rumo próprio, já que o que acontece nesse capítulo (o 5) não estava no meu roteiro (eu nem tenho, avá). Rolling Eyes . Eu gostei de escrevê-lo, foi divertido a hora da batalha. Muitos vão dizer que estou forçando comédia, mas a intenção era deixar a Team M com a personalidade idiota mesmo.
Mr. Black: Onde você tá vendo isso, buddy? Eu sinceramente não consegui entender... Pelo menos eu consigo imaginar o cenário, ah. Espero que este capítulo tenha ficado melhor. Obrigada mesmo assim, sir.
Votação:
Era resposta pessoal, oh. Mas eu estou gostando deles, pelo menos.



Capítulo 5 - Perigo com P maiúsculo! A Equipe Mortallys!

(Narrador)





Timmy caminhava sozinho. Na cidade não havia sobrado ninguém depois do tal incidente. Somente ele e Hayane estavam por lá. Talvez Hayley estivesse em Seichi também.

Uma placa verde e branca atirada no meio da rua chamou a atenção do guri. Nela, a seguinte mensagem:

Mensagem da Placa escreveu:Bem vindo a Torichi, o município do caminho da vida.

Ele apenas leu, com dificuldades, a frase. Logo após, saltou sobre o objeto. O caminho estava ficando cada vez mais estreito. O menino estava distraído, só pensava na irmã. A estrada por onde o jovenzinho andava era apertadinha e possuía dúzias de partes de asfalto quebrado. Em volta dela, grama baixa e coberta de poeira. O local antigamente era lindo, porém tudo fora destruído pelo terremoto.

O garoto corria em direção ao nada. Sua animação parecia estar simplesmente sumindo. Desatento, três garotas o atropelam, seguidas de dois caras de capa vermelha. Irritado, ele grita:
- Olhem por onde vocês andam! Aqui não é lugar pra brincar de pega-pega!
- Cala a boca, pirralho. – retrucou um dois homens que perseguiam as meninas.
- Pirralho?! Olha aqui, quem você pensa que é? – berrou o moleque, aborrecido.

Eles o ignoraram dessa vez, porém a perseguição continuava. Ele estava curioso para saber do que se tratava, então resolveu segui-los. Uma das garotas era loira, usava uma mini-blusa vermelha e uma saia branca; outra tinha um cabelo longo azulado e usava um vestido cinza com detalhes, e por fim a última, que usava uma blusa azul com gravatinha e possuía cabelo rosado. Uma delas era parecida com Hayley, o que despertou ainda mais a curiosidade de Timmy.

Ele começou a correr na direção dos cinco. Não entendia nada, mas não parecia se tratar de algo ruim. O menino quase não conseguia acompanhar o ritmo deles, pois eles estavam indo rápido demais. Irritada, uma das garotas grita:
- Vo-você é um otário!
- Isso mesmo! – falou a outra, a de cabelos azuis.

Uma delas permaneceu calada. A mesma deveria ser tímida demais para reagir nesta situação. O menino, que corria e observava o grupo estava empolgado. Queria muito saber o que estava havendo. Se fosse uma brincadeira, aparentava ser muito divertida. Mas mesmo que não fosse, era algo extremamente extrovertido.

Eles já estavam perto de chegar ao ponto onde Hayane e Timmy marcaram de se encontrar. A menina não estava ali ainda, mas de certo estava pelas bandas. A loira estava na dianteira da “corrida”. Porém, a mesma corria desatenta. E isso fez com que ela tropeçasse em uma pedra. Isso foi suficiente pra derrubar o quinteto. O garotinho não foi para o chão junto deles, porém se assustou com a brusca queda dos companheiros. Ele então, pergunta:
- Ei, vocês estão bem?
- Sim... – respondeu uma guria do grupo, com um pouco de dificuldades para se levantar. Todos haviam caído sobre ela. Seus cabelos rosados estavam mega bagunçados.
A garota de mini-blusa, a que se parecia com Hayley, se levanta. O menino, que estava pasmo com a situação, olha para ela com uma expressão desconfiada.[/center] Chegou a uma conclusão precipitada:
- Oneechan*?! É você? – questionou o loirinho, com suspeitas e tanto.
- Otouto*?! O-o que faz aqui? – pergunta ela, com um olhar envergonhado.
- E-eu... Estava te procurando! Fiquei desesperado sem você! – berrou ele, com os olhos encharcados de lágrimas.
- Não chora, não chora. Vem cá ---

Ela foi então, interrompida. Um dos caras de capa avermelhada começa a gritar descontroladamente:
- Eu gostaria de dizer que essa linda cena de reencontro vai amenizar as coisas. Mas não vai! Saia dessa pokébola, seu infeliz!

Um pokémon cinza com detalhes em preto e chamas nas pontas dos braços sai da bola vermelha. Ele parecia repleto de fúria.
- Lampent, use algum ataque logo, imbecil! – falou o mesmo homem.
- Eu não vou deixar que você xingue esse pobre bichinho assim! Timmy, mande o Taillow atacar! – gritou Hayley, furiosa.
- Como quiser, irmã! Vamos lá, parceiro! Use o Wing Attack! – ordenou o garoto, confiante.

O ataque aparentava ser poderoso, mas não causou muito dano. O treinador adversário pôs-se a rir loucamente. Ele parecia um doido que acabara de sair do hospício.
- Use o – *risos* – Flame Burst, seu lixo! – berrou ele, gargalhando.
- Evasiva, vamos, vamos! Você consegue, amigão! – torcia o menino, por seu companheiro.

O passarinho consegue desviar por uma distância equivalente a um dedo de largura. Foi por pouco! O homem ficou super raivoso. O outro, também integrante da gangue, havia ficado igualzinho.
- Mas que bando de otários vocês, hein! Ficam com essa criancice de defender amiguinho daqui, amiguinho dali! Vá, Emboar! Pulverize-os, coma-os, mate-os, engula-os, vomite-os! – gritou a guria de cabelo azul.

O pokémon, assim que saiu da pokébola, ficou espantado com a reação hilária da treinadora. Porém, obedeceu. A garota parecia não bater bem das ideias. Ele era alaranjado e tinha detalhes em preto, além de um arco de fogo que contornava seu pescoço. Assemelhava-se a um porco, e também, era gordinho. Respondeu a ordem da menina com um rugido e partiu para cima do pobre Lampent. Acho que ele ficou amassado depois dessa.
- Use o Flare Blitz, cabeção! – disse a jovem, mandona e metida.

Ele acatou as ordens como se nada de ruim tivesse acontecido. Na certa, ele já estava acostumado com esse tipo de atitude (ridícula, por sinal) da dona.
- Seu vagabundo! O que está fazendo, inútil?! – gritou o Mortallys Grunt.

A jovem soltou um riso um tanto alto. Os dois caras eram sem dúvidas um par de idiotas. Hayley e Timmy riam em conjunto da atitude absurda deles. Era muito irônico.
- Tem certeza que não quer ajuda? Você parece tão sob controle... – questionou o loirinho, tirando sarro da cara da adolescente dona do pokémon porco.
- Tenho, pirralho! Cala a boca e fica na tua! – retrucou ela, agressiva.

Ele então foi para perto da irmã. A dupla começou a sussurrar coisas estranhas e divertidas como: “Ela tá louca! Acho que bebeu.”, “Acho que ela esqueceu de tomar o remédio anti-raiva.”, entre outras coisas.
- Você agora vai ser engolida! Coma-a, Lampent! – berrou o cara, doido da vida.
- Amasse-o, com o Tackle! – ordenou ela, mais louca ainda do que o adversário.
- Um par de loucos esses dois. – conversava o companheiro de gangue do Grunt que estava batalhando. O papo parecia bom entre ele e a de cabelo rosa.
- Eu ouvi, eu ouvi! Seu otário, vem fazer melhor, vem!
- Venho sim! Quem disse que eu não sei, seu inútil?

Uma briguinha de criança então, iniciou-se. Era hilário. Pareciam dois cachorrinhos brigando por um osso. Definitivamente, ridículo.
- Acho que isso vai demorar pra acabar, sério. – afirmou Timmy, com um suspiro.
- Pois é. – concordou a loira.

Os irmãos encaravam a batalha como algo qualquer. Dava sono, porém era engraçado. O “público” estava adorando.

Oneechan = Irmã mais velha em japonês.
Otouto = Irmão mais novo em japonês.

Preview:
Sou eu, senhores telespectadores (ou leitores, ya). A louca de cabelo azul. Mas que briguinha idiota! Está na hora de alguém engolir alguém, mas que saco! Que sono... Descubram o fim dela no próximo capítulo: Capítulo 6 - O Quinteto da Bagunça! Vamos Viajar!
Nota da Autora:
Eu achei legal este capítulo. Foi divertido de escrever. Não tenho comentários sobre ele... Espero que aproveitem :3! E só uma coisa para quem escreve fics. Aprendi uma coisa importante e quero dizer pra vocês. Às vezes nos chateamos pela falta de comentários, com certeza. Mas de vez em quando pare para pensar nisso: sua fanfic tem tal número de visualizações, e quem faz com que esse número cresça? Os leitores. Muitos não comentam, nem nada. Mas às vezes, o melhor leitor é aquele que te acompanha e acha tua história o máximo. E com isso concluímos que: talvez os melhores leitores sejam aqueles que não comentam.
Votação:
O que achou da batalha?

- Mega hilária.
- Chata e clichê.
- Nada.



Última edição por Pikachuziinhahsz em Seg 28 Jan 2013 - 17:47, editado 4 vez(es)
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Mikh em Sab 20 Out 2012 - 1:06

Como a senhorita pediu, aqui estou. Vamos começar. Primeiro, eu nem li ainda - olha só esse maldito layout do capítulo. Ele é horrível de se ler. Sério. Concerta isso. A história tá bem... sei lá... estranha, acho. Não sei direito, não li nenhum dos outros capítulos. E o que eu achei da batalha foi absolutamente nada. Então basicamente é isso. Vou ler os próximos capítulos, talvez...

Só isso. Agora continuarei minha quest de comentar em fics. Até.
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Ari Tasarov em Dom 21 Out 2012 - 1:07

Salut! *-* Desculpa pela demora, viu?

Bem, primeiramente eu queria te dizer que ainda não terminei de ler tudo, então, irei apenas falar desse seu último episódio, o 5. Logo de início, percebi um pequeno descuido teu, veja:

O caminho estava ficando cada vez mas estreito.

Não seria ''mais estreito''? .-. Well, evite repetir tanto a palavra ''garoto, menino'' e enfim, tu tá abusando um pouco disso. Porém, acho que escreves muito bem! Sua narração é leve e simples, coisa que EU gosto muito. Faltam alguns detalhes na parte descritiva, tem o básico, porém em si é bem legal. E sinceramente, algumas vezes deu pra sentir direitinho a emoção dos personagens - que são bem carismaticos, parabéns! *-* E percebi que realmente melhoraste MUITO desde o primeiro episódio, seguindo as dicas ou não, sua evolução foi bastante notável. Enfim, sua batalha foi até que legal, a mesma teve sim muita emoção e foi súper bem narrada... Enfim, como você mesma disse eu acho que uma fic não se baseia apenas por comentários, mas sim com a vontade que o escritor faz a mesma. Escreva porque gostas, é um conselho. Não tenho muito a dizer, quando eu terminar de ler (acho que faltam os episódios 3-4) dou um edit aqui e falo minha opinião sobre a história.

See you around.
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Pikachuzinha em Dom 28 Out 2012 - 17:11

By: Hamner


Dia de comemoração! A fanfic atingiu seu 30º comentário! Agradeço aos que leram, que comentaram... A Journey in Sydoria é um orgulho meu, me trouxe mil e uma felicidades ;*! Amo vocês!





Bem, eu acho que esse capítulo mistura um pouco de comédia com suspense e tudo mais, blá blá blá. Primeiramente, venho dar uma novidade. E depois dela os comments ^^'.

Novidade:
Well, como eu gosto de agradar todo mundo, estou preparando um "re-up" dos capítulos. Isto é, estou tirando as cores que haviam nos primeiros e passando pra preto. Estarei também mudando a fonte, de Comic Sans Ms para Calibri.
Comments:
Mikh: Bem, primeiramente eu não pedi. Você deve ter entendido errado a minha intenção. Eu apenas queria, sei lá, motivar os membros a comentar. Desculpe o design, creio eu que isso vai melhorar depois do re-up. Well, eu achei a batalha divertida. As crianças que leram devem ter dado uma risadinha, talvez. Mas se você não curtiu, não é um problema... Eu acho.
Sally: He-he-he. *Vergonha*. Campanha: Mas e Mais. Oh, well. Sorry pelo erro... E com o re-up, ele vai ser concertado. Bem, como esses são os sinônimos de Timmy mais fáceis, eu acabo abusando um pouco (ou muito) deles. Confesso que tenho um pouco de preguiça na hora da descrição, mas nada que um esforço não resolva, né? Que bom que eu melhorei na parte emotiva, adoro *-*. Que ótimo que gostou da lutinha, rs. Eu acho que não ficou tão boa, pois eu não sabia a animação de vários ataques que eles utilizaram. Mas foi super divertido escrevê-la. Sim, eu sigo este conselho. Minha intenção com esta fic é passar uma mensagem, mas de qualquer forma, eu fico bem feliz quando comentam aqui. E parabéns mais uma vez pelo cargo de FFM! :3
Votação:
A votação era resposta pessoal .-.'. Mas eu acho que no mínimo uma pessoa gostou, né? ^^'

Wo-ho! Está na hora de conhecer as três garotas que foram mencionadas no último capítulo! Aí estão as fichas delas =):

Garota Loira:

Nome: Hayley Smith
Nome Original: Lucy Heartfilia
Idade: 13 Anos
Descrição: Hayley é uma garota protetora e amigável. É bem apegada com Timmy, seu irmão. Possui olhos mais escuros do que os dele, porém são parecidos no resto das coisas. Ela é muito bonita e abusa das roupas curtas. Não gosta de gente exibida. Também é originária de Hoenn, assim como Timmy. Seu maior medo é de pokémons de água, graças a um fato passado que ocorreu com sua família. Na maioria das vezes, é calma e segura de si.
Garota de Cabelos Azuis:

Nome: Milly Kameyo Harumi Natsume Ishida Myasaki Johnson
Nome Original: Miku Hatsune
Idade: 13 Anos
Descrição: Milly é uma menina extremamente rica e metida. Se acha muito por ter família americana e japonesa. Morou numa mansão enorme, mas atualmente se encontra em viajem. É originária de Kamya. Sua morada fora destruída pelo terremoto, que também atingiu esse continente. Já está prometida a noivado para um lindo e milionário garoto. Infelizmente, os mesmos não se dão nada bem. Tem um nome grande e complexo. Seu último sobrenome é proveniente do pai estado-unidense. Seu maior medo é de não ter mais dinheiro para viver. É horrível na hora da batalha, mas não gosta de assumir. É um pouco mentirosa, porém sabe disfarçar tudo muito bem.
Garota de Cabelos Rosados:

Nome: Kurosaki Asami
Nome Original: Gasai Yuno
Idade: 14 Anos
Descrição: Asami é um pouco tímida, porém não tem medo de ser quem ela é. Apesar da timidez dominante, é muito comunicativa. Está sempre com seu TP verde água em mãos. É filha única. Sua família em si, não dá muita atenção para a garota. Com isso, ela se tornou livre e independente. Há tempos não vê a mãe. Sua história de vida não é lá das mais lindas, mas é um bocado comovedora. Na infância, nunca teve muitos amigos. É medrosa e facilmente enganada.




Capítulo 6 - O Quinteto da Bagunça! Vamos Viajar!

(Narrador)



A batalha pokémon então, finalmente começa. Da pokébola do adversário, um Slugma. Ele era alaranjado e parecia ser composto de lava. O outro, continuava com seu Lampent.
- Vamos, imbecil gosmento! Use qualquer porcaria que você souber! – berrou o treinador, com uma expressão muito, mas muito confiante.

O pobre coitado, obrigado a obedecer, ataca. O golpe aparentava ser um Ember. Brasas saíam do bichinho.
- Lixo! Use o Surf! – gritou o outro, irritado.
- Mas como ele vai usar isso, seu louco?! – questionou Hayley, impressionada com a burrice do cara.
- Alguém pediu sua opinião, sua babaca? – perguntou o mesmo homem, bravo.

O golpe do laranjinha funciona, causando Burn no oponente. Que sorte! O possuidor da “lâmpada” cinza então fica furioso, falando:
- Seu... Imprestável! Vá comer capim na lapiseira chinesa da casa da filha da mãe do teu primo! Vagabundo! Nem pra fazer alguma coisa, né?!
- Vai ficar tagarelando aí, ou vai lutar? Vai amarelar, eu sabia! – disse o dono do pokémon lava.
- Ui que medo! O que você vai fazer? Vai contar pra mamãezinha? – riu o companheiro de gangue.

- “Eles realmente são uns idiotas.” – pensou a garota de cabelo azul. Que coisinha mais chata! Eles só ficam no não vai e não volta!
- Ah, é? Use o... Como é o nome mesmo? Ah, Confuse Ray! – ordenou o treinador do Lampent, com um pensamento positivo. Tinha certeza que ia ser o vitorioso agora.
- Mas que ótimo ataque! Pena que eu trouxe o espelho da minha namorada! – gritou, com o objeto na mão. O mesmo refletira o golpe.
- Você tem namorada? Quem? A louca da escadaria da padaria da esquina? – perguntou ele, tirando sarro do colega.
- Te interessa? Não! E se você não percebeu, dá uma olhadinha no seu pokémon. – respondeu o outro, se exibindo.
- Seu otário! O que você fez?! Acho que morreu! Deixa eu fazer respiração boca a boca! – falou o dono do bicho desmaiado.

Hayley, Timmy, as meninas e o Mortallys Grunt começaram a gargalhar. Ele é muito burro, dá zero pra ele! Respiração boca a boca num bicho feito de lava? Que idiotice, hein?
- Leva pro centro pokémon, seu desleixado! – sugestionou a de cabelo rosa, impaciente com a situação.
- Onde que vai ter centro pokémon no meio da cidade da pedra, pirralha?! – questiona ele, louco da vida.
- Ele sabe! – berrou a garota, apontando para o parceiro de equipe dele.
- E-e-eu? Espera aí, né! É ela quem sabe! – falou ele, dessa vez com o dedo na direção da guria loira.
- Eu o caramba, é ele! – disse ela, agora “passando a bola” para o irmão.
- Pô, porque eu né, oneechan*? Você sabe que foi a de vestidinho cinza, ó. – afirmou o pequeno, com uma expressão engraçada.
- Eu...? Mas o que eu fiz? Eu te engoli? Não! Então cala a boca, seu pentelho! – gritou ela, indignada.

Todos ficaram um minuto em silêncio. Mas que atitude desnecessária! Típico de alguém que não tem o que fazer. É meio “nada a ver, tio”!
- Só uma coisinha.
- O quê? – perguntou ela, berrando.
- Tem um Joltik pendurado no seu vestido. – afirmou o menininho, rindo.
- Credo, que nojo! Tira esse bicho asqueroso de mim, ah! – ordenou a jovem, amedrontada pelo insetinho.
- Coitado! O que ele te fez, sua estúpida? – perguntou ele, com raiva.
- Timmy?! Que modos são esses, garoto? – questionou sua irmã, furiosa.
- E-e-eu... Não me mata, não me mata! Socorro, alguém me ajude! – disse ele, chorando e se rastejando no chão.
- Seu bobo, você é muito criancinha! – falou Hayley, tirando sarro da cara do irmão.
- Tá, tá! Agora será que dá pra tirar a droga do inseto de cima de mim?! – interrogou a adolescente de cabelo azulado, impaciente e amedrontada.
- Pronto, eu já tirei. – respondeu a loira.
- Ufa! Eu não ia mais aguentar! – afirmou ela, aliviada.
- Acho que a batalha acabou. – disse o dono do Lampent.
- Sim. É melhor irmos. Mas não se esqueçam, pirralhos. A equipe Mortallys ainda irá retornar! – terminou ele, com um grito horroroso.
- Ah, garotinha. Seu TP. – completou o outro.

Os dois homens então se afastaram. Depois dessa lutinha, não havia como não ficar chocado. Após o incidente, começaram a conversar. Vários assuntos entraram no papo.
- Que bando de gays, sério. – concluiu a garota de cabelo azulado.
- A propósito, qual é o teu nome? – perguntou a menina, morrendo de curiosidade.
- Milly Kameyo Harumi Natsume Ishida Myasaki Johnson. Bonito, não é? – respondeu ela, com um sorriso.
- Eu me perdi depois da primeira palavra. – afirmou a jovem de mini-blusa.
- Somos dois. – concordou o guri loirinho.
- A-a-ah. Podem me chamar simplesmente de Kameyo. – falou ela, de modo a esclarecer tudo.
- Ok. E você, ô da gravata? – pergunta Hayley, ainda curiosa.
- Kurosaki Asami. – afirmou, meio tímida.
- Prazer. Eu sou Hayley Smith, e este é meu irmão Timmy. – disse ela, alegre.
- Hihi. Vocês vêm de onde? Eu e a oneechan* viemos de Hoenn. – pergunta o gurizinho, com expressão de fofura.
- Eu venho de Unova. – responde Milly, com um pouco de charme.
- E-e-e-eu sou de Kanto. – alegou a de cabelos rosados, um pouco amedrontada.
- Hmm. Para onde iremos, depois dessa? – interroga Kameyo, inocente.
- Não sei. A propósito... Eu me esqueci da Hayane! – berrou o garoto.
- Quem? Não vai me dizer que é tua namorada, mocinho! – questionou Hayley, dando uma leve risada.
- É só uma amiga que eu conheci, e ---
- Sei... – suspeitou a jovem de cabelos azuis.
- É verdade! Nós combinamos de nos encontrar num lugar não muito longe daqui. Mas com a coisa toda, acabei me esquecendo. Vamos lá, eu ainda lembro onde é! – indagou, persistente.
- Ok, ok. – afirmou a irmã.

Eles então foram rumo ao encontro de Hayane. Os mesmos aparentavam estar um pouco cansados, porém o pequeno Timmy estava elétrico, cheio de energia. Asami parecia não estar tão confiante de que iria conseguir amigos, mas ainda sim, seguia-os. Já Kameyo, sentia como se já fosse parte do grupo. Ela era um bocado animada, se distraía facilmente do que estava a fazer antes. Agia um pouco falsamente.

A turminha ainda estava longe do local. O caminho, ou melhor, a pedreira continuava do mesmo modo: com tristes restos de Seichi e entulho espalhado. Era simplesmente, entristecedor. Dava até um pouco de medo da situação, afinal, nada estava como era antes.

As árvores que um dia foram o charme do local, agora não passavam de simples restos. Estava tudo morto, feio. O grupinho corria, com o loirinho na dianteira. Ele não parecia estar espalhando alegria como antes. Na certa, agora compartilhava a preocupação da colega Hayane. A mesma com certeza iria estar incomodada com o fato de ele estar demorando tanto.

A “corrida” era um bocado desorganizada. Um corria para lá, outro para cá... Mas no final, todos estavam conseguindo acompanhar. Uma leve curva os pega de surpresa, porém os garotos conseguem evitar o pior. Finalmente, na bifurcação combinada. A garota estava lá, chateada, esperando.
- Bonito hein, Timmy? Chegou cedo, mas um pouco e eu dormia. – afirmou ela, irritada.
- Desculpa, Haya... É que aconteceu uma coisa e acabei atrasando. – confirmou o jovenzinho.
- Ok. Quem é esse pessoal? – questionou a adolescente, curiosa como de costume.
- Eles são meus amigos e minha irmã. A de gravata é a Asami, a de cabelo azul é a Kameyo e a loira é a Hayley.
- Então você conseguiu encontrá-la! Que ótimo! – gritou ela, muito feliz.
- É mesmo, eu já estava morto de saudade. – concordou o guri, com a mesma expressão da menina de fones.
- Bem, depois de tudo o que aconteceu... Creio que não tenho mais saída. Eu acho que vou aceitar ir para Hoenn com você. – deduziu Hayane, um pouco pensativa.
- Sério? Sério mesmo? – duvidou ele, encantado.
- É. Se todos toparem, claro. – falou ela, com razão.
- Ok! Quem topa? – interrogou o garotinho.
- Nós topamos! – gritaram as meninas, animadas.
- Então está decidido. Iremos para Hoenn! – concluiu o loirinho.
- Isso aí! Mas espera um pouco. Eu acho que nem todos aqui têm pokémons. Eu tenho meu Taillow e a Kameyo tem o Emboar. E vocês, possuem algum? – perguntou ele.
- Infelizmente, não. – respondeu Asami, triste.
- Eu também não. – concordou a de fones.
- Então pelo visto terão que pegar um quando chegarmos lá. – deduziu o guri.
- É mesmo. E com a destruição do continente, como pegaremos o navio? O porto de Umichi é longe daqui. – perguntou Hayane, um pouco desapontada.
- Também não sei. Pena que o pássaro do Timmy não é uma super-máquina voadora. – respondeu a de vestido cinza, tirando sarro.
- Muito engraçado. E outro ponto que eu não vi. De onde vamos tirar dinheiro para pagar cinco passagens? – interrogou ela, novamente.
- Isso é o de menos. Eu sou rica, posso arranjar essa graninha fácil, fácil. – indagou, se exibindo.
- Tá, ok. Agora só falta um jeito de chegar no porto. – concluiu.
- Sim. – concordou a garota, com um suspiro.
- Espera aí... A Hamine, o Shirou e a Ayumi devem estar em Umichi agora! Eu posso mandar uma mensagem para ela e pedir para que mande aquela ambulância vir nos buscar. – disse a jovem de cabelos rosados, se referindo à prima.

Hayane tira seu TP da mochila preta e começa a escrever. Ela tinha esperanças que tudo ia dar certo. “Todo mundo irá para Hoenn de algum jeito.” – pensou a garota. Em poucos minutos, o textinho já estava pronto.

Mensagem da Hayane escreveu:Oi, Hami! Estou com saudades, viu? Como vão as coisas...? Imagino que você ainda não tenha pegado o barco, afinal, ele sai às 17:30h e ainda são 16:15h. Você poderia me fazer um favor? Basta pedir para a ambulância vir nos buscar. Vamos sair de Sydoria também. Estou eu e mais quatro amigos aqui. Pena que não iremos na mesma embarcação... Afinal, não vou para Sinnoh.
- Acabei. Mensagem enviada. Agora, só precisamos esperar. – afirmou ela, após concluir o seu objetivo.
- É isso aí! – gritou o pequeno Timmy, alegre.

Eles então ficaram no aguardo. Haya ficou torcendo, com pensamentos positivos. Talvez desse certo, talvez não. Mas o quinteto continuava positivista.

Em Umichi...

Hamine percebe seu TP vibrando. Ela o pegou e conferiu o que a prima havia escrito. Logo depois, começou a digitar uma resposta.


Preview:
Olá, pessoal! Sou eu, Asami! Parece que a Hayane não ficou muito animada depois disso... Hum, o que posso fazer para ajudar? Não perca o próximo capítulo: Capítulo 7: Halloween Sydoriano! É hora da Gincana Pokémon!

Título do capítulo alterado devido à eu ter esquecido que era o especial de Halloween Laughing .
Nota da Autora:
Eu achei divertido escrever esse capítulo. Ri bastante com algumas falas. Achei que passou meio rápido, mas enfim: o que importa é a opinião de vocês, né.
PS: Peço desculpas pela mudança repentina de personagem atuando como Timmy. Tive que mudar de Alibaba Saluja para Kagamine Ren. Agradeço à quem puder conferir a nova ficha.
Votação:
Você gostou mais do Timmy como:

~ Alibaba Saluja
~ Kagamine Ren


Última edição por Pikachuziinhahsz em Seg 28 Jan 2013 - 17:37, editado 3 vez(es)
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por DarkZoroark em Dom 4 Nov 2012 - 16:55

Oi!
Desculpa essa demora no comentário, mas tive ENEM esse fim de semana (obs: tema da redação trollou d+), mas enfim, cá estou eu. Achei bem legal esse seu último capítulo, mas acho que podia ter reduzido um pouco a troca de ofensas entre os dois (se bem que ficou bastante divertido kkkkkkk). Penso que poderia ter reduzido um pouco o número de falas e ter descrito um pouco mais. Por exemplo, você não descreveu o Confuse Ray. Poderia tê-lo feito. Mesmo que muitos já o tenham visto em ação na TV, você tem a liberdade para mudar formato, cor, movimento... Enfim, qualquer coisa, menos, é claro, o efeito. Coitado do Lampent... Estou ansioso para ver a resposta que a Hami vai enviar de volta.
Erros, não achei. Só tente aumentar um pouco a descrição e a narração. Espero seu próximo capítulo.
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Convidado em Dom 4 Nov 2012 - 18:12

Gostei muito do capitulo , a história está ficando cada vez mais legal , e voto em Kagamine Ren.
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Ari Tasarov em Dom 4 Nov 2012 - 18:29

Bem... .-. Desculpe a demora mas cá estou. Well, o que mais me atrapalhou nesse episódio foi a quantidade exagerada de falas, sendo algumas um tanto desnecessárias. Tente diminuir um pouquinho todos esses diálogos e acrescentar um pouquinho mais de detalhes, que infelizmente estiveram em falta nesse episódio. Mudando de assunto, não percebi erros ortográficos, parabéns novamente! ^^'

Porém, como disse o empoleonmega1 a história está bem envolvente, finalmente acabei de dar uma outra lida em todos os capítulos e senti que tua escrita tem uma ''emoção'' do caramba, parabéns! Como eu já disse, sua narração em si me agrada bastante, principalmente por ser bem ''leve'' e simples, sem nenhuma enrolação ou afins, é algo que ME prende em um texto. Não tem aqueles exageros, mas tome cuidado com isso, pois muitas vezes podem faltar alguns detalhes bem importantes... Guria, eu ri disso aqui apesar dessa frase não ser nenhuma novidade pra mim:

- Seu... Imprestável! Vá comer capim na lapiseira chinesa da casa da filha da mãe do teu primo! Vagabundo! Nem pra fazer alguma coisa, né?!

AUHuah' Bem legal. @.@ Tenho pouco a comentar, minhas dicas da vez é que tentes diminuir um pouco das falas desnecessárias, descreva um pouquinho mais os fatos e tome cuidado com a velocidade dos mesmos, que ás vezes passam um pouquinho depressa. Boa sorte com a fic e até o próximo episódio, Pikachu. :B

See you around.
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Pikachuzinha em Ter 6 Nov 2012 - 12:05

Oi, pessoal! Venho dizer que, principalmente, fiquei bem feliz com o comentário do DZ. A “intimidade” que ele demonstrou com os personagens que montei, como forma de representar situações verídicas, foi bonita e fofa! O do Empoleon também, me alegrou bastante :3. Sally! Que bom que gostou, e uma coisinha, comédia é o que não faltará! -q Sem mais delongas, a resposta aos comments deles:

Comments:
DarkZoroark: Como já disse, fiquei contente e animada com o que você comentou. Poucos têm tanta delicadeza quanto você na hora de dar o parecer numa fic. Sério, cara. Eu adoro quando você vem e comenta aqui... Chamar a Hamine de Hami, dizer que se divertiu lendo alguns trechos... Isso me motiva completamente. É daí que surgem minhas melhores e mais engraçadas ideias. Espero que goste deste capítulo, e outra, não tem porque se desculpar. Só o fato de você vir aqui... Já me alegra muito. Obrigada por comentar. Ah, também achei que o excesso de falas foi grande. Mas para mim, que jeito é melhor do que expressar o sentimento dos personagens através de diálogos? PS: Já não é de agora que escrevo a palavra personagem errado, . Já escrevi mil e uma vezes “persongagem”. Oh God.
Empoleonmega1: Concordo com a sua resposta na votação, XD. Para mim, é ótimo saber que estão gostando da história. É prazeroso ouvir este tipo de coisa. E são esses comentários que garantirão que a fic vai longe. =)'
Sally: Oh, te amo. Sinceramente, achei que não ia rolar comment nenhum. Mas deu é chuva aqui, kkk. E fiquei bem feliz com isso ^^. Confesso que exagerei nas falas, porém todos aqueles “-“ têm uma importância, afinal. Espero ver-te dando a sua opinião no próximo capítulo! ;3

Agora a votação ^^:

Votação:
Era pessoal, '-'. Mas pelo menos eu, gostei mais dele como Kagamine Ren. Mais charmoso, u.u'



Capítulo 7 - Halloween Sydoriano! É hora da Gincana Pokémon!

(Hayane)




Aqui estou eu, junto com meus amigos esperando a resposta da Hami. Tomara que dê certo, afinal, é a decisão do nosso futuro. Creio que não vai demorar muito até que ela me responda a... Não falei? Chegou. Vou ler agora, necessito muito de saber o que ela me mandou.

Mensagem da Hamine escreveu:Infelizmente, não vai dar não, Haya. Eu gostaria muito de te ajudar, mas não mando na vontade do motorista. Mas se bem que eu poderia pedir uma força a ele. Talvez ele permita, talvez não. É tudo uma questão de sorte. Mas o que estiver ao meu alcance farei por você, prima. Aliás, para onde vai? Apenas disse que não ia para Sinnoh. E quem são seus novos amigos?

Com amor, Hami
- Ei, pessoal! Ela me respondeu, olhem! – gritei, de modo a chamar a atenção da galera.

Timmy foi o único a vir. Ele estava bem curioso para ver o que ela acabara de enviar-me. Mas o coitado se desapontou assim que terminou de ler. Eu também, mas não tinha o que fazer para contrariar a situação. Kameyo e as outras garotas estavam conversando, acabaram nem ligando muito. Parecia que ia sobrar tudo para mim, outra vez. Permaneci em silêncio, com o TP em mãos. Olhei para frente e percebi que Hayley estava vindo em minha direção. Antes que eu pudesse ter alguma reação, ela disse:
- Não precisa se preocupar. Posso parecer uma tremenda criança, mas prometo que irei te ajudar.
- Não entendi. O que quer dizer? – respondi, um pouco na dúvida.
- Que sei como você se sente. Passei metade da minha vida sozinha, apenas tomando conta de meu irmão menor. Nossos pais faleceram cedo, lembro-me como se fosse ontem.

“Morávamos numa pequena casinha perto da praia de Lilycove. Era um lindo e ensolarado dia. Minha família e eu estávamos super animados, pois íamos dar um passeio. Entramos tranquilamente no carro, até aí tudo ia bem. Nossa viagem tomou início. No meio da estrada, nos deparamos com uma criatura esquisita, cujo qual jogava descontroladamente água através da boca. Para desviar da enorme poça, papai se desviou do curso. Porém, o que não sabíamos é que a pista para qual ele havia virado estava interditada. Isso devido a um acidente. O lugar estava completamente esburacado. Mal dava para ver o chão, de tantas pedras que haviam. Era uma cena horrível. Timmy e eu éramos pequenos, portanto nem se importamos. Mamãe não se cansava de dizer que era melhor voltar, pois aquilo aparentava ser perigoso. As grades que ficavam em volta da rua estavam destruídas. Como não tinha se quer uma placa avisando o que havia acontecido, acabamos indo por aquele caminho sem medo algum. Outros veículos acompanhavam-nos. Ninguém suspeitava de nada. O estado do local ficava cada vez pior. Objetos sendo queimados em ambos os lados da rodovia, principalmente sofás. Sem falar do cheiro insuportável de fumaça. Das árvores só sobraram os galhos. Não estávamos em alta velocidade. Meus pais discutiam distraídos. O detalhe em que eles não prestaram atenção foi: uma placa branca e laranja estava parada na estrada. Meu irmão e eu tentamos avisá-los, porém já era tarde. Quando papai percebeu, já estávamos de cara com o objeto. Como o mesmo estava fixado no chão, o que não resistiu foi o nosso automóvel. Capotamos. Por pura sorte, meu irmão e eu fomos arremessados para fora, graças às janelas. Entretanto, nossos pais não. Eles permaneceram presos lá dentro. Em poucos segundos, o carro havia atravessado as grades, que estavam destruídas. O carro, juntamente com nosso pais afundaram na água do oceano, que ficava em volta do caminho cujo qual estávamos.”

Fiquei impressionada. Segurava-me com todas as forças para não chorar. Hayley entretanto, o fazia. A garota se segurava em meus braços caucasianos. Senti pena dela. Todavia, eu não era boa com consolos. Permaneci quieta, porque depois dessa também, né. Não me dava vontade de assumir com curiosidade agora. No entanto, ela retomou a fala.
- Desde este dia, nunca mais obtive relação nenhuma com pokémons de água, por acreditar que a criatura que nos fez desviar do curso era um deles.
- Nossa. – afirmei, mesmo sem vontade.

O pequeno Timmy então, se afastou das garotas. Queria ficar um pouco com sua irmã agora. Eu não desejava ver a reação dele quando descobrisse o porquê dela estar choramingando. Ele ia ficar deprimido também. Saí de perto, dando uma desculpa qualquer à guria.

Comecei a andar sem rumo. Só pra tomar um arzinho. Ninguém do quinteto se importou com minha “saidinha” repentina. Aquela história tinha me deixado chocada. Parecia que tudo aquilo tinha acontecido comigo. Por trás de uma dupla tão alegre como aquela... Parecia até ser mentira. Caminhava na pura falta de atenção, até que dei de cara com... Com... Seios?! Uma menina de cabelos negros estava parada bem à minha frente, com feição irritada. Ai, que horror! Ficar pensando na vida e despertar com um negócio daqueles? Mas bem... Por que estou falando isso, afinal? Eu sou mulher também, não sou? Ah, esquece.
- Quem é você? – interroguei, com o rosto vermelho.
- Meu nome é Hayashi Kasumi. – respondeu ela, ainda com a mesma expressão.

Ela parecia tão... Sei lá! Não sei explicar. Mas de uma coisa tenho certeza: o short que ela estava usando era mais curto do que as calcinhas da Hamine! A blusa dela, rosa, larga e aparentemente confortável. E... Os... Seios dela eram tão... Grandes!
- Você tá aí? – perguntou-me ela, espantada.
- Si-sim. – contestei, ainda impressionada.

Fiquei até com medo. Ela era bem mais bela do que eu. Imagino o tanto de pessoas que já a pediram em namoro.
- Ei, garotinha... – disse ela, com um ar de superior. – Acho que você não está bem, quer que eu te leve no colo até o hospital? – questionou-me a jovem, com cara de gentil.
- Garotinha?! Como assim? Eu tenho quinze anos, quem você pensa que é? – revidei, louca da vida.
- Quer que eu te fale meu nome de novo? E além do mais, desculpe, achei que você tinha uns onze anos. – contrapôs a metidinha.
- Mas... Por quê? – perguntei, meio desnorteada.
- Pela sua expressão quando olhou para os meus seios. – respondeu-me, tirando sarro. – Aliás, já que você está tão integrada no assunto, eles são bonitos, não são?
- E você acha que eu fico reparando nisso, é? Sua tarada! – gritei, com vergonha.
- Preciso dizer para você uma coisa. – afirmou ela, dando uma leve risada.
- E o que é? – perguntei berrando, com raiva da jovem exibida.
- Você é sapatão? – riu ela, fazendo-me uma pergunta de mau gosto.
- Não! E o que isso te interessa, sua cara de maracujá de gaveta? – indaguei, já aborrecida de ser colocada para baixo.
- Escuta aqui, criancinha. Se voltar a repetir isso, vou dar um tapa na tua boca, ouviu? Mamãe não ensinou que falar isso é feio?
- Eu não sou uma criança! – disse, chorando de raiva.

Posso parecer curiosa e tudo mais... Mas eu tenho sentimentos! Aquele exemplo de bicha já estava me enchendo o saco! Fiquei super chateada com aquilo. Mas antes que eu pudesse voltar à suposta briga, uma garota de cabelo marrom curtinho, bem novinha, entrou em minha frente, falando:
- Eu te ajudo! Não se preocupe, eu vou te defender, menininha de cabelo rosa!

Tentei impedi-la, no entanto, sem sucesso. O monstro de blusa rosa ficou até sem palavras, e assim que viu a reação da jovenzinha, disse:
- Meu Deus... – riu. - Chamando a irmãzinha pra te proteger, oh, que meigo.
- Ela não é minha irmã, esta é a primeira vez que a vejo na vida! E não se atreva a insultá-la, sua traveco esquisita! – gritei, confiante de que ela iria calar a boca.
- Huh, fiquei até com medo. Bem, tenho mais o que fazer. Já vou indo, até algum dia, crianças. – encerrou.

Eu estava morrendo de raiva! Mas que atrevida, ousada, travesti... Tudo! De ruim claro. Ah, sem falar do corpo de pera que ela tem!
- Oi, meu nome é Marui Miki! – exclamou a pequena, que viera me “defender”.
- Prazer, me chamo Nakano Hayane. – cumprimentei-a, com um sorriso falso. Tentava esconder o que estava sentindo dela.
- Quantos aninhos você tem? – perguntou ela, inocente e alegre.
- Quinze anos. E você, fofa?
- Seis. – contestou.

Ela era tão lindinha! Seu olhos eram cor de caramelo, seus cabelos curtos e marrons... Ah! Sem falar do vestido azul com gravata que ela estava usando, amei!
- Haya-chan, já que o continente está todo destruído, para onde você vai agora? – interrogou-me ela, sorridente.
- Para Hoenn. Eu, o Timmy, a Hayley, a Asami e a Kameyo. – respondi, também com feição feliz.
- Então esses são os seus amigos, hihi. Mas não sobrou carro nenhum aqui para levar vocês para o porto de Umichi, não é? – perguntou-me a guriazinha, curiosa, assim como eu.
- Sim... Estava tentando manter contato com a minha prima, porque ela se encontra lá, à espera do navio. Entretanto, ela me disse que não poderia vir me buscar. – respondi, com um pouco de desânimo.
- O motorista do papai pode vir te buscar! Afinal, eu também vou pra lá.
- Vai? Para quê? – indaguei, interessada na resposta dela. A cada segundo ela aguçava ainda mais minha curiosidade!
- Para a Gincana Pokémon de Halloween. Vai me dizer que não sabia?
- Falar a verdade não. Mas... Agora que tocou no assunto, como é que é esse negócio?
- Ufa, achei que não ia perguntar. É um conjunto de desafios que o mestre Kataskinowovskinotch faz todo ano. O vencedor ganha um prêmio.
- Kata... O quê? – perguntei, confusa.
- Por que será que todo mundo se complica para falar um nome tão fácil, oras?

Se aquilo era fácil, é sinal que eu estava precisando dar uma consultinha rápida no dicionário ou quem sabe até, no fonoaudiólogo. Oh my God! Mas sério, se a Miki conseguisse induzir-me até onde Hamine estava... Eu ia ficar meio doida da vida. Ela deve ser rica, só isso. A propósito, esse negócio aí de Halloween que ia ter era no navio ou no porto? Quis perguntar a ela, mas não consegui. Ela fala até de mais! Acho que isso vai demorar pra acabar, na boa.

Meia hora depois...

- E aí, mestra Hayane, entendeu o que é a Gincana Pokémon?
- Anh? Onde estou? O quê? Ah, sim claro.

Putz, dormi! Mas ficar ouvindo discurso ninguém merece. Ah, mas quem liga. Esse treco parece ser bem simples, apesar de eu não ter ouvido nem metade do falatório da coitada. Acho que vou ganhar. Além do mais, esqueci dos meus amigos! Vish, acho que fiz mancada. Mas pretendo continuar aqui, não sei quantos seios vou encontrar pelo caminho.

Preview:
Uhu, e aí, pessoal? Vou ter que ir lá chamar todo mundo, vamos para o navio... Libera geral, libera geral, então libera... Ah, deixa. A Kasumi também vai? Oh, não... Não percam o próximo capítulo: Capítulo 8 - Kasumi e Hayane! Uma dupla flamejante!

PS: Continuação do capítulo de Halloween.
Nota da Autora:
Ri da última frase do capítulo! De boa, o que era para ser uma fic de terror virou comédia! Mas acho que é um gênero mais "contagiante". Anyway, espero que gostem e... Assim vai. E uma coisa, o que estragou o capítulo foi que tive que trocar a maior parte dos xingamentos, não sabia que a PM censurava essas palavras levinhas, hihi.
Votação:
O que você achou do encontro de Kasumi e Hayane?

~ Muito engraçado, ri bastante.
~ Chato. Não gostei de nada, simplesmente entediante.


Última edição por Pikachuziinhahsz em Seg 28 Jan 2013 - 17:30, editado 2 vez(es)
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Convidado em Ter 6 Nov 2012 - 12:32

Legal a variação para 1º pessoa , está ficando mais legal a cada capítulo a história , e voto em Muito engraçado, ri bastante.


Última edição por empoleonmega1 em Seg 19 Nov 2012 - 22:28, editado 1 vez(es)
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por DarkZoroark em Qua 7 Nov 2012 - 21:39

Olá Pikachuziinhahsz
Gostei bastante de seu novo capítulo. Sério, a comédia apresentada nesse capítulo me fez rir pacas (principalmente a discussão entre a Hamine e a garota desconhecida). Achei meio perturbadora a história do passado da Hayley. Meio que faz a gente ter uma pena grande por ela. Não dá para dizer que é um Pokémon Water apenas por ter usado um ataque deste tipo (até Emboar consegue usar...), mas acho que isso será resolvido mais para frente na fanfic. Achei apenas um erro:
Mal dava para ver o chão, de tantas pedras que haviam. Era uma cena horrível. Timmy e eu éramos pequenos, portanto nem se importamos.
Deveria ser "nos" ao invés de "se".
Sua descrição e sua narração estavam muito boas. Mais um pouco de prática e ficarão sensacionais. Espero pelo seu próximo capítulo.
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Pikachuzinha em Ter 20 Nov 2012 - 23:11

Ayee! Estou me alegrando cada vez mais com os comments ^^. Bem, como estou ansiosa para postar nem vou ficar enrolando e tagarelando.

Novidade:
Os capítulos a partir de agora em diante não serão narrados apenas em terceira pessoa. A primeira pessoa (no caso, algum personagem) também irá se manifestar. Agora haverá parênteses em baixo do nome do capítulo com o nome de quem narra. E caso for terceira pessoa, estará escrito narrador. PS: Vou re-upar todos os capítulos usando esse critério agora. PS²: E esse re-up do capítulo 5 que não sai, senhorita Pikachu? -q
Comments:
Empoleonmega1: Empoleon <3. Well, como já disse acima, vai ser tudo misturado '-'. Que ótimo que está gostando, fico muito feliz ^^. Espero que continue acompanhando, *-*. Confesso-te uma coisa: eu reviso os capítulos, mas nunca parei pra ler a estória na sequência deles. Resumindo, eu não acompanho minha própria fic o.O'. Qualquer dia vou parar pra fazer isso, oh.
DarkZoroark: Era a Hayane ._.'. Mas não importa, já fiz confusão pior Razz . Sim, realmente não dá para ter certeza, porém é uma probabilidade. E a Hayley confia nela ><. Dos personagens que criei até agora, acho que o que mais gosto é a Kasumi, ela me faz rir litros ^^. Malz o errinho, gírias, aff. Mas tudo bem, o capítulo vai ser re-upado mesmo xD. Espero que continue acompanhando. *-*
Votação:
Pessoal de novo, oh, kk. Mas eu pelo menos, votei em muito engraçado ^^'.

Fichas de dois personagens novos <3. A Kasumi e também nossa fofinha Miki! E aí está:

Hayashi Kasumi:

Nome: Hayashi Kasumi
Nome Original: Akiyama Mio
Idade: 17 Anos
Descrição: Kasumi é uma garota muito convencida de si. Não se conforma em perder. Gosta de pokémons que "combinem com sua beleza". Adora tirar uma com a cara de Hayane. É a principal rival da mesma. Nasceu em Unova, numa casa de casa de classe média. É filha mais velha de três irmãos. O caçula adora provocá-la e aprontar com a coitada. Por esse mesmo motivo, ela não quis que o garotinho a acompanhasse em sua viagem ao redor do mundo. Decidiu iniciar sua jornada com um Audino, que ganhara do pai. Ele argumentou que esse seria o pokémon ideal para a jovem, pois ele não apresentava vantagem sobre nenhum outro tipo e também, porque era bonitinho. Kasumi detesta com toda a força pokémons de fogo, por achar que eles são violentos. Após partir, a menina seguiu em direção à Sinnoh, para participar dos Torneios Pokémon. No entanto, não se saiu muito bem atuando neste papel. Não conseguiu obter nenhuma fita, levando-a a se tornar uma treinadora. Foi para Sydoria, devido ao continente ser bonito e tecnológico. Não fez muitos amigos, afinal. Mais tarde, encontra-se com sua arqui-rival, Hayane. Desde então, treina para ser melhor que ela em tudo.
Marui Miki:

Nome: Marui Miki
Nome Original: Okazaki Ushio
Idade: 6 Anos
Descrição: Miki é uma menina muito alegre e prestativa. É uma garota muito rica, assim como Kameyo. Porém esta faz bom proveito da fortuna. Usa-a para ajudar quem necessita. Tem diversos pokémons. Possui vários guarda-costas, entretanto, a garotinha prefere que eles não a acompanhem. É filha do atual professor da cidade de Twinleaf, Marui Kunihiko. O homem, cujo qual substitui o falecido professor Rowan distribui os seguintes iniciais:
Para os novatos com menos de doze anos, possuidores da licença pokémon da escola de treinadores, as opções são as mesmas. No entanto, eles vêm mais fortes e já crescidos, em vítima da pouca ou a nula experiência das crianças.



Capítulo 8 - Kasumi e Hayane! Uma dupla flamejante!
(Hayane)



Aqui estou eu mais uma vez. Se perguntar quem é, dou um tapa na cara. Tá bom, agora é sério. Hoje está sendo um dia fora do comum, pelo menos para mim. Do meu lado, uma garotinha de seis anos que diz poder me levar para Hoenn, oh my! Estou na dúvida do que fazer, se acredito ou encaro. Tenho que buscar meus amigos, no entanto, tenho medo que do que possa acontecer, já que essa tarde parece que tomei a poção mágica da anormalidade. Preste atenção, você que acabou de ligar a televisão: dei de cara com uma adolescente metida que acha que tem seios do tamanho de uma bola de basquete. O que acha disso? Hum, não responda. Tenho que arrumar um jeito de resolver essa situação. Vou convidar a minha nova amiguinha para conhecer meus parceiros.
- Ei, Miki! Que tal irmos conhecer os ---
- Seus companheiros, eu sei. – interrompeu-me a jovenzinha, com um suspiro.
- Isso mesmo. E então, vamos? – interroguei, curiosa.
- Ok! Quer que eu chame o motorista do papai? – perguntou ela, com um sorriso radiante. Mesmo sendo criança, parecia ter rápido raciocínio.
- Não, não precisa. É pertinho. – respondi, com uma expressão feliz.
- Mesmo assim, é melhor economizarmos a sola do meu sapatinho novo! Hydreigon, eu escolho você! – gritou a menina, confiante de si.

Espera aí... Ela tem um... Baita dragão! Ele era azul e roxo, enorme e monstruoso. Até assustei-me com a aparência da criatura. Parecia que estava rindo da minha cara e querendo disfarçar. Quase que disse “o que está olhando aí, ô atrevido?”, mas fiquei com vergonha. Isso me lembrou a Kasumi, aquela retardada. Permaneci boiando nos pensamentos outra vez. Não conseguia entender como uma criança do tamanho dela podia ter um desse. Nem eu tenho um pokémon assim, por Arceus! Falando nisso, é melhor não duvidar, se não daqui a pouco ela manda um desse sair da pokébola também.
- Alguma coisa errada, Hayane-san? É só subir nele e falar as direções corretas! – afirmou a jovenzinha, intrigada.
- Sete vezes sete dá oito, professora! Não, espera, dá nove! – disse eu, pirada na batatinha.
- Eu tenho um tio que é psicólogo, acho melhor ligar pra ele! – falou Miki, convencida de que eu estava louca!

- Não espera, não manda advertência! Mãe, os tomates roubaram meu tênis, vou comê-los! – berrei, biruta das ideias.
- Alô, titio? Estou com uma doida aqui, acho melhor o senhor vir pra cá, urgente!

O que deu em mim? Eu estava sendo afetada pelo Confusion, ah é isso. Não, espera! Acho que voltei. Quantos dedos têm aqui, Hayane? Cinco! Ufa, acertei. Com um ato bruto, roubei o aparelho das mãos da pequena e berrei:
- Calma aí, carinha que tá no TP da guria aqui, eu não endoidei! Eu só... Assustei-me com uma coisinha aqui, falou? Agora, se me permite, adeus!

Sei que foi meio mal-educado desligar na cara dele, mas o que eu podia fazer? Ele ia me receitar remédios com gosto de pimenta, ia me enfiar injeções em tudo que é lugar, ia bancar o Beedrill e sair arrancando o que chamamos de pele! Se bem que psicólogo não morde, mas isso não vem ao caso.
- Não entendi. Acho que você estava brincando, mas do mesmo jeito... – afirmou Miki. Estava completamente sem entender nada, assim como eu. Acho que me impressionei demais com o “bichinho” que ela escolheu para levar-nos até Timmy e o pessoal. Talvez eu estivesse com ciúmes.
- Na-na-ra-na-na-ru-na... Tá bom, tá bom. Eu tô bem. E então, vamos? – interroguei, tirando sarro da pobre menininha.

A essa altura do campeonato, ela devia achar que eu fazia parte dos do hospício. Acho que estou com medo de subir no grandalhão.
- Vamos. É só montar nele, vai! – falou a criança, inocente como nunca.

Então eu fui. Acho que não vou aguentar muito tempo, esse trambolho parece um tijolo de tão duro! E ninguém merece ficar gritando direita, esquerda, pra frente, pra trás. E ainda mais eu, que tenho um ótimo senso de direção. Se continuarmos nesse ritmo vamos é bater no entulho lá de baixo!

Estávamos voando sem rumo. Pois... Eu lá sei onde fica Umichi? Espera um pouquinho aí. O TP tem um mapa daqui de Sydoria! Empolgada, comecei a comemorar “o sucesso” lá no alto, rebolando, sem pensar na sensação que os carinhas lá de baixo iriam sentir quando olhassem pra mim e vessem o desastre. Mas quem se importa? É a dança da vitória, oras.

Dei início à minha busca pela cidadezinha. De Torichi até lá são mais ou menos... 579 quilômetros?! Vamos demorar um século pra chegar lá, pelo amor do trio Regis! Eufórica, perguntei para Miki:
- Seu pai não teria um avião para emprestar para gente?
- Ter ele tem. Mas não vai dar pra fazer o que você está pensando. – respondeu-me ela. A pequena parecia estar satisfeita com o que tínhamos, diferente de mim.
- Por quê? – questionei-a novamente, afinal, eu estava super disposta a conseguir um meio de transporte um pouco mais... Macio!
- Ele tá de férias. – contestou.
- Quem? O avião ou o seu pai? – investiguei.
- É óbvio, né, Hayane! Nem eu que tenho míseros seis anos sou tão sem noção que nem tu! – gritou a garota, indignada. Parecia não se conformar com a minha “pouca” ingenuidade.
- Ah, agora compreendi. Mas... O que é que tem a ver tudo isso? – perguntei, um pouquinho enxeridamente.
- Que nem um, nem outro tá em casa. Ou vamos como estamos, ou não vamos. E aliás... Estamos indo buscar seus amigos, te garanto que não vai demorar. – contrapôs a menina, com razão.

Claro! Eu deslembrei que íamos buscar a galera. Dificultei tudo, afinal de contas. Precipitei-me ao achar que já estávamos indo ao porto. Porém, eu conheço tudo por essas bandas, vai ser fácil achar-nos, mesmo sem referências.
- Eu sabia, só que eu esqueci que eu sabia. – falei, dando minha justificativa. – Agora fica fácil. Vamos lá Hydreigon, direita, esquerda, trás e frente!

O bichano seguiu as ordens e saiu voando como um foguete lotado de combustível. Conforme tudo foi acontecendo, dei mais e mais direções para o dragão obedecer. E em questão de minutos, já estávamos no local. Era um lugarzinho como qualquer outro, agora. Mas antes fora uma excelente padaria.
- Desculpa a demora, turminha! Mas agora cheguei, e com carona para Hoenn! – justifiquei-me, alegre.
- Ufa, até que enfim. – suspirou Kameyo, aliviada.
- Pessoal, esta é a minha amiga, Marui Miki. – disse eu, apresentando a pequenina a todos.
- Prazer, fofa. Eu sou a Hayley, o loirinho ali é o Timmy, a de cabelo rosa é a Asami e a ---
- Senhorita Johnson pra você. Mas quem liga, haha. – riu.
- E-e-erm... A Hayane-san já disse meu nome. Esse bichinho aqui é o meu parceiro. Ele pode nos levar até onde vocês quiserem.
- Hmm. Parece bom. Queremos ir ao porto de Umichi. De lá, iremos para outro continente. – explicou a de gravatinha vermelha.
- Ei turma, vocês já sabem da gincana que vai rolar por lá? – questionei.
- Eu pelo menos não. – respondeu o guri de terninho, intrigado.
- Eu falo como é que é! É bem simples. Todos os anos aqui em Sydoria, temos uma espécie de festival de Halloween. Nele, há diversas coisas legais para se fazer. Liderando todo o evento, o mestre Kataskinowovskinotch organiza provas com vários temas. Dentre eles, Pokémon. São cerca de sete atividades diferentes para cada subcategoria. Podemos desfrutar da ocorrência por cinco dias. É uma ótima chance para relaxarmos e brincarmos com nossos pokémons. O período de inscrição começa no início de setembro e termina dia vinte e quatro de outubro, ou seja, depois de amanhã. Serão aceitas duas mil e quinhentas pessoas. Como o objetivo de todos que vão a esse porto é tomar um barco para fora do continente, tudo ocorre nos navios. Entretanto, apenas um deles tem o direito de sediar a sala do mestre. E o mesmo muda todo ano. – esclareceu Miki, roubando minha cena.
- E como sabe de tudo isso? – questionou a loira de mini blusa, curiosa.
- Minha família e eu vamos todos os anos a esse festival. As únicas coisas que mudam são as provas e o navio, como eu já disse.
- Hm... Acho que devemos ir partindo, pois não temos muito tempo. – sugestionou Asami.
- Então tá, vamos. O Hydreigon não vai aguentar todo mundo, então vou usar outro pokémon. Vá, Salamence! – gritou a garotinha, animada.
- Uau! Que bichão da hora! – impressionou-se Timmy.
- Obrigada. E então, quem vai em quem? – investigou.
- Eu e você vamos no primeiro, e o resto vai no segundo, beleza? – concluí, afim de facilitar as coisas.
- Por mim tudo bem. – concordou a de cabelos azuis, com um ar de tanto faz.

Finalmente, estávamos frente a frente com a nossa oportunidade de ouro! Fomos subindo um por um, no seu respectivo transporte. Fiquei feliz de ver todos se dando bem assim. Até a Kameyo, que não é lá essas coisas na hora de fazer amigos. O pessoal, incluindo eu, estava super animado. Íamos participar de um festival de feriado! Parecia tudo muito bem até que... Antes de levantarmos voo, um homem ridículo aparece com uma cara de alface morta, sabe? E pior, fica me olhando e fazendo bruxaria!
- Eu vou te matar, yaa! – gritou o zumbi.
- Hã? Você fuma alguma coisa? – perguntei, com cara de quem comeu e não gostou.
- O que você disse?! – interrogou ele, com raiva.

Espera aí... Eu reconheço isso de longe! Não é ele... E sim, ela! Kasumi e as bolas de basquete! Hum, digo... Seios.
- Que máscara ridícula, hein! – falei, rindo.
- Já sabe quem é, não é? Sinta a dor, sua bicha! – afirmou, pisando no meu pé.
- Nem sei quanto você pesa, mas sei que metade desse peso vem da parte de cima do seu corpo. São cinquenta quilos de banha pura! – berrei, com entusiasmo para começar o duelo.
- Se metade do meu peso vem de cima, o que vem de baixo é a outra metade, então ---
- Da parte de baixo são outros cinquenta! – interrompi, tirando sarro.
- Hayane-san, quem é a pera ambulante aí do seu lado? – questionou-me Miki, estranhando a situação.
- Ora se não é a pirralha de antes! Antes ser isso, do que ser mais baixinha que o Ozama Bin Laden! – concluiu a mimadinha.

E começa a batalha, yahoo! Acho que isso vai demorar para acabar, por isso fiquem ligados, bem aqui no canal PM, o número não sei!

Preview:
Oi, pessoal! Aqui quem fala é a Kasumi! E-eh, acho que eu e a babaca aqui vamos ficar na mesma cabine no navio... Talvez isso seja perigoso. Fiquei com dó dos vizinhos. Por isso, não perca o próximo capítulo: Capítulo 9 - Encrenca em dobro! Viagem a la problema!
Nota da Autora:
Acho que de todos, esse foi o meu capítulo mais engraçado. Sem mais comentários. ^^'
Votação:
Qual é o seu personagem preferido?
~ Hayane
~ Hamine
~ Hayley
~ Timmy
~ Kameyo
~ Asami
~ Kasumi
~ Shirou
~ Ayumi
~ Miki


Última edição por Pikachuziinhahsz em Seg 28 Jan 2013 - 17:24, editado 2 vez(es)
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Convidado em Qui 22 Nov 2012 - 23:44

579 quilômetros , caramba.Mais uma vez um ótimo capítulo , demorou um pouco , mas value a pena.E voto na Hayane.
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por DarkZoroark em Sex 30 Nov 2012 - 8:21

Olá Pikachuziinhahsz! ^^
Desculpa essa demora básica, mas estava de provas até semana passada, então ficava meio difícil de entrar aqui e fazer um comentário rolar. Bom, enfim, cá estou eu. Achei muito bom o capítulo. Sério, comédia é o que não falta em sua fanfic (uma das poucas relacionadas a Pokémon aqui no fórum que apresenta este tópico). A distância foi um tanto... longa, não? ^^' Já chama o pessoal do hospício que a Hayane está precisando de uns tempos por lá.
O único erro que achei no capítulo foi que não teve muita descrição. Descreva um pouco mais os ambientes, os locais, os Pokémons e as pessoas que aparecerem na fanfic, pois ajuda o leitor a se situar melhor na mesma. Espero pelo seu próximo capítulo.
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Kurosaki Mud em Ter 4 Dez 2012 - 12:26

Sinta a dor sua bicha xD
Olá Pikachuzinha, li os dois especiais de halloween, curti bastante e não vi erros comuns, isso é muito bom :3
Da última vez que vim aqui você não tinha patrocínios, e agora, OMG, tem bastante, o.o
Fico feliz que tudo esteja decorrendo para o caminho certo, espero que com aquele monte de cidades, dê para chegar no final com a fic xD
É isso, boa sorte e inté o/
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Pikachuzinha em Seg 24 Dez 2012 - 20:43

Acharam que eu não ia aparecer né... Bem, mas aqui estou eu. Só lembrando que embora amanhã seja Natal, o especial do próximo capítulo é de Halloween ainda. O especial de Natal virá daqui depois de uns três capítulos mais ou menos. Sem mais delongas, a resposta dos comentários!

Comments:
Empoleonmega1: Obrigada pelo comentário. ^^ E sim, tudo isso de quilômetros... xD E que bom que valeu a pena. (:
DarkZoroark: Primeiro de tudo, obrigada por estar sempre me aconselhando no que é melhor... Por ter me ajudado tanto à escrever essa fic... Espero que tenha tido um ótimo aniversário. ^^ Estou tentando melhorar um pouco mais na descrição... =/ E bem, é bem longe né? xD Obrigada pelo comentário e espero que continue acompanhando. :3
Mud: Mud-chan! :3 E é, realmente agora tem bastante patrocínio. ^^ E pretendo continuar até o fim com essa fic! Com força se vai a longe! u.u Obrigada pelo comment e espero que continue acompanhando. > o <
Votação:
Pessoal again... xD O meu até agora é o Timmy. :3



Capítulo 9 - Encrenca em dobro! Viagem a la problema!
(Timmy)


Oi, pessoal! É a primeira vez que conto uma história, então se acalmem. Posso parecer um idiota no meio de todo esse negócio que os autores chamam de roteiro. Deve ser complicado montar um e contar através de simples letrinhas. Eu não agito e fico falando bobeira igual a Hayane, mas acredito que isso aqui vai ser bastante humorístico. Como já sabem, eu e o pessoal estamos partindo para meu continente natal, Hoenn. Já temos o plano traçado, no entanto, não colocamos em prática ainda. Iremos até o porto de Umichi com os pokémons da Miki-chan, participaremos do festival de Halloween que vai ocorrer no navio e depois desembarcaremos. Vai ser legal, tenho certeza! Não acho que a nossa amiguinha protagonista esteja com paciência para narrar isso tudo que estou contando a vocês agora, afinal, ela está num duelo incrível. Pode parecer forçado, mas é o que está rolando por aqui neste momento. Uma garota, ou aparentemente a mulher fruta, está tirando sarro da cara da coitada, que não está gostando. Mas infelizmente, essa tal de Kasumi é dois anos mais velha, o que a torna mais experiente em xingamentos do que a Nakano-san. Tomara que isso acabe o quanto antes, quero partir logo! Briga de mulher é muito chato, viu! Queria que fossem iguais àquelas lá que passam na TV, só falta um arrancar a cabeça do outro! Mas é muito louco, assumam. Acho que vou ter que parar essa lutinha com um Hadouken. Sabe como é né, só pra agilizar.
- Sua cosplay de bichinha! – gritou a de cabelos rosados, irritada.
- Certeza? Acho que te vi fantasiada de bruxa na festa de Halloween do ano passado... Desperdiçou seu dinheiro, nem precisava da roupa. – retrucou a outra, vermelha que nem tomate.

Antes que elas pudessem continuar o falatório, entrei na frente e comecei a protestar, já que do jeito que a situação estava, íamos chegar é no mês que vem. Fiquei indeciso, se convidava ou não a rival da Hayane. Era uma boa forma de elas começarem a fazerem, nem que seja mínimo, um laço de amizade.
- Vamos, pô! Parem com isso, aqui não é um ringue de boxe! Vamos ir ao porto de Umichi ou não? – falei, a ponto de terminar o mal entendido.
- Tá bom, tá bom. Mas ela não vem! – berrou a adolescente de roupas escuras. Ela aparentava estar furiosa com a de shortinho. Até eu me assustei. É o poder da fúria, muahahahah!
- E você poderia me dizer por quê? Eu tenho direitos autoriais! – implica ela.
- É autorais. Autorais. E além do mais, que tanto vocês duas brigam, hein! Parecem Seviper e Zangoose! – disse a minha irmã. A mesma estava do meu lado. Percebi assim que ela piscou de leve para mim. Depois dessa, acho que as duas iam desativar o gravador.
- Ei, galera! Meus dragõezinhos não vão aguentar esperar tanto! Já estão todos aqui, só faltam vocês quatro. E as duas brigonas, favor embarcar em pokémons diferentes! – protestou a pequena Miki, cansada de ficar esperando o resto do pessoal, inclusive eu.
- Ok, já estou subindo! Kasumi, venha comigo no Salamence. Vocês duas aí vão no Hydreigon, beleza? – decidi, torcendo para que as meninas topassem.
- Tudo bem. Vamos lá, Hayley. - concordou a de fones, com um suspiro e já sem escolhas.

E então, finalmente levantamos voo! A nossa amiga protagonista contou-nos a distância que iríamos ter de enfrentar. Estávamos perto da divisa de Seichi com Torichi, uns 10 metros aproximadamente. Kameyo era a que liderava o Hydreigon, e eu, o Salamence. A Marui-san estava logo atrás de mim, seguida da mulher melão.

Com a velocidade elevada das criaturinhas na qual estávamos usando para se locomover através dos ares, em poucos minutos atravessamos praticamente duas cidades! Lá em baixo era possível ver rios bem grandes. Eram tão lindos! Uma placa azul enorme, no entanto amassada e empoeirada, dizia:

Mensagem da Placa escreveu:Kawashi City, a corrente aquática da felicidade.

Era uma pena tudo aquilo estar neste estado. Sydoria era um continente que tinha de tudo para prosperar. O céu estava se tornando cada vez mais escuro, afinal já era quase noite. Nesse ritmo não chegaríamos a tempo. Curioso, questionei à Hayane as horas. Ela era a única que estava com o TP na mão, então acho que minha pergunta não iria incomodar. Foi então que ela me respondeu:
- São quase dezoito horas. O barco da Hamine já saiu. Agora ela deve estar perto de Loofus, um pequeno continente perto daqui.
- Nunca ouvi falar. Mas não importa. Espero que sua prima esteja bem. – afirmei, positivo.
- Ela deve estar. E porque está tremendo tanto, senhorita Johnson? – interrogou a jovem de cabelo rosa.
- E-eu... Tenho medo de altura!! – gritou.

Ninguém conseguiu se segurar. Todos se puseram a rir. Ela do jeito que é, aparentava ser imortal... Imo tudo! Muito da hora a vida. Meu desejo é que nossa amizade continuasse dessa forma, firme e forte!

Até que estávamos indo rápido, no entanto talvez não o bastante. Lá de baixo não se via muita coisa. Só pedras e destroços. O céu estava repleto de nuvens, talvez chovesse hoje à noite.

Tudo havia passado tão depressa... Em menos de um dia, conheci novas pessoas, diversos pokémons, outras cidades... Era linda a sensação, fiquei literalmente maravilhado. Tudo ao meu redor era muito bonito, minha face sorria por conta própria. O nosso ritmo estava melhorando, e a situação, ficava cada vez mais interativa e divertida.

Ríamos bastante, Kameyo ficava contando-nos piadas esquisitas e sem pé nem cabeça, mas a gente acabava caindo na risada de um jeito ou de outro. Daqui a pouco já íamos ter que aterrissar, afinal, estávamos cansados. Digo o mesmo em relação ao Hydreigon e o Salamence. Carregar todo esse peso nas costas deve ser doloroso. A Hayane ficava informando nossa turma cada vez que entrávamos num novo município. O último aviso que ela deu foi que tínhamos chegado em Harushi. A paisagem aqui até que era legal, mas também fora abalada pelo terremoto. Era possível distinguir alguns vestígios das pedras, coisa que não era possível alguns quilômetros atrás. Flores mortas eram o símbolo do local agora. Decidimos fazer uma paradinha em Kaimochi, que não era tão longe daqui.

Asami parecia prestar atenção em tudo. Parece que finalmente ela estava querendo largar a timidez. Falava pouco, porém quando abria a boca não queria fechar mais. Ficamos alguns minutos em silêncio, esperando que alguém começasse um assunto. Mas ninguém o fez.

Estávamos perdendo um pouco de altitude, devido ao cansaço dos dragões. Da mesma forma, eles não aparentavam querer jogar a toalha. Faziam de tudo para nos ajudarem. Eram sem dúvidas, ótimos parceiros. A Miki-chan é muito sortuda, ter tudo isso e ainda muito mais...

Estávamos entrando na próxima cidade. Uma placa, ilegível e soterrada por pedras, parecia querer se despedir de nós. As pistas de Technotrans daqui estavam estilhaçadas e sujas, nem dava para contar se quer uma historinha. Meu desejo agora era parar e dormir lindo na barraca da Hayley, mas fiquei com vergonha de pedir para que acelerassem. Eu não comi nada durante este dia inteirinho, mas quem se importa. Ninguém ia ligar mesmo. E o que comeríamos nessa situação? Nem loja para comprar comida tinha por aqui, tudo foi completamente destruído.
- Chegamos à Furumochi. Só mais um pouquinho, aguentem firme. – falou Nakano-san, positiva. Normalmente, eu é que estaria assim.

Eu embora não admitisse, estava caindo morto de tão faminto, ainda que não me importasse com isso. Pena que se cairmos daqui não vai ser de fome, vai ser de cara mesmo.

Quem reparasse bem conseguiria ver o telhado do antigo museu que existia por aqui. Entretanto, ele também não se encontrava em estado reaproveitável. Aqui não ia ser diferente dos outros lugares.

Nosso caminho agora era completamente reto, sem curva alguma. Hayane e Asami revezavam com o TP, já que nem o modelo mais moderno tem tanta bateria assim, né. O mapa, mesmo que pequeno era muito útil. Graças a ele é que chegamos até aqui. Até esse ponto tinha sido fácil.

Quando acordei dos pensamentos, já era possível enxergar a divisão de municípios. Destino alcançado, afinal de contas. Agora só o que nos restava fazer era encontrar um lugar descente para a nossa hospedagem. Todos nós analisávamos o local, em busca do cantinho perfeito. Estava tudo na maior calma, até minha irmã gritar:
- Ei, pessoal! Que tal ali?

Todos nós topamos, já que não tínhamos muito que escolher. Aterrissamos calmamente no chão, que aparentemente, antes era um gramado. Kameyo e Hayley iniciaram uma pequena briguinha para ver quem ia ser a “proprietária” do nosso abrigo, já que as duas possuíam uma barraquinha inflável. Como a da oneechan era menor, acabaram optando pela outra. Em menos de cinco segundos, já estava tudo erguido. Era como mágica, era só jogar uma cápsula redonda no chão que o negócio aparecia! Fiquei fascinado e surpreso.

Comecei a acomodar minhas bagagens na casinha portátil, que por sinal era bem grande e sofisticada. Dentro, sacos de dormir espalhados pelo chão, todos ilustrados com estrelinhas. Fui o primeiro a entrar, estava curioso para explorar tudo. Os outros ainda estavam lá fora, descendo de seus respectivos dragões.

Embora eu quisesse já ir me arrumando para dormir, tinha de esperar os outros. Kasumi foi a segunda. Agora, ela parecia ter se acalmado. Jogou-se no sofá, que para aguentar aquele peso devia ser de ferro. Aqui, esse tipo de utensílio é bem popular, já que pode encolher objetos reais quando é ordenado a voltar a sua forma normal, uma cápsula. Nós dois fomos surpreendidos por Miki-chan e Kameyo, que vieram juntas. Logo atrás, veio o restante da turma. Finalmente teríamos um descanso! Ou pelo menos, era o que eu tinha pensado.
- Eu declaro guerra de travesseiros! – gritou Hayane, empolgada.

A partir disto, começamos a arremessá-los por toda parte. Tomei umas boas na cara, mas também meti bala. Acho que nunca tive a sensação de ter me divertido [/center]tanto assim! Antes que eu pudesse me manifestar de alguma forma, fui acertado por uma das “munições”.

Alguns outros objetos da sala da casinha também estavam sofrendo ataques peludos. Pouco a pouco, caíam tralhas e mais tralhas no chão. No entanto, nada aparentava estar quebrado.

Depois do incidente, meus cabelos estavam na boca, minha gravata nos pés, minha blusa nas pernas e meu short, na cabeça, respectivamente. Ficou tudo uma completa bagunça. Ainda bem que todos se ofereceram para ajudar, caso contrário não sei o que teria acontecido.

Com o auxílio da turma, acabamos rapidamente. Interroguei se alguém sabia cozinhar, mas a resposta foi negativa da parte de todos. Kameyo teve a ideia maluca de pedir pizza, mas o que ela não viu era que não existia mais loja alguma por essas bandas.

Decidimos arriscar a sorte, eu tinha miojo na mochila. Nem sei de que época é, deve estar mofado. Não tiro nada daqui de dentro, sou um preguiçoso mesmo. Por incrível que pareça, a casinha tinha uma cozinha e um fogão, tudo em perfeito estado. Mas devido à pressa, usamos o Emboar da Johnson-san para esquentar a comida. Pena que depois de uns dez segundos, estava tudo torrado. Jogamos aquele pozinho que vinha no saco e pronto. O ruim seria dividir aquilo.

Foi tenso, mas de um jeito ou outro o fizemos. Eu estava mortinho, não aguentava nem ficar de pé. Depois de comer, meus amigos e eu quisemos sair para ver as estrelas. Elas aparentavam estar tristes, não eram mais tão radiantes. Mas o céu estava bonito. Não havia nenhum ser humano na rua, estávamos a sós. Pensamos em madrugar essa noite, mas não estávamos muito firmes. A nossa única escapatória era dormir e acordar lá para as seis da manhã. Talvez assim conseguíssemos. Amanhã iria ser nosso último dia. Senão chegássemos ao porto de Umichi até esse período, já era, ficaríamos fora do festival.

Demos uma última olhadinha e entramos na barraca outra vez. Organizamos os sacos de dormir e demos boa noite uns aos outros. Deitamos-nos. Não demorou para que caíssemos no sono. Logo após apagarmos, iniciou-se uma chuva, mas não havíamos nem se quer notado, já que ninguém estava acordado.

Quando me dei conta, já era de manhã. Observei as horas no relógio, e... Estávamos atrasados! Mega atrasados! Gritei bem alto para que todos me ouvissem e despertassem, afinal, não tínhamos de onde tirar tempo! Todos levantaram assustados, pegaram suas mochilas e saíram da cabana. Kameyo retornou-a a sua forma normal e guardou-a na bolsa. Miki-chan tirou seus pokémons de suas respectivas esferas vermelhas e brancas, sem enrolação, os mesmos saíram de dentro delas, prontos para mais uma longa viagem.

Aprontamos-nos e montamos nas costas das criaturas, na mesma organização de antes. Hayane apanhou seu TP e preparou os mapas. Íamos precisar deles novamente. Levantamos voo. O céu estava limpo. O chão estava molhado, graças à chuva de ontem. Só havíamos percebido isto agora. Mas isso não importava-nos neste momento. As nossas “caronas” também não estavam com vontade de se distrair.

Mais tarde...

Estávamos ainda firmes, mas embora não fosse aparente, o cansaço tomava conta de nós. Entretanto, não tínhamos um pingo de vontade de desistir. O nosso atraso estava começando a fazer diferença. Dormir de mais... É bom nas férias, mas não aconselho a seguir este exemplo. Já havíamos chegado em Kyochi, para que parar agora? Era tudo amedrontador por aqui. Pela primeira vez, encontramos uma cidade habitada. Não por humanos, e sim, por pokémons. Era incrível a imensa quantidade de Gengars que moravam pelo local. Triste foi que tudo havia sido completamente destruído. Inúmeras criaturas tinham perdido seus lares, vagavam sem rumo por aí. Pena que não podíamos levar todas elas conosco. A paisagem desse lugar não era muito agradável... Mas não tinha jeito, tínhamos de passar por essa parte de Sydoria. Só se fossemos pelo leste de Loofus, mas ninguém aqui possuía um barco de bolso para atravessar a divisa marítima entre os continentes. Mas do jeito que estávamos estava bom, pelo menos para mim. Atravessávamos tranquilamente os municípios. Não tinha nada nem ninguém em nosso caminho. E acho que também não íamos ter que pedir passe pra trânsito aéreo, por favor né.

Kasumi só faltava se jogar dali para não ter mais que aturar essa viagem de meio milênio. Tudo bem que era cansativo, mas no fim eu sabia que ela não ia aguentar. Mulheres... Eu posso ser um século mais novo do que ela, mas garanto que sou muito mais resistente. Eu sou um homem! Só que não. Do mesmo jeito, ainda crescerei e me tornarei um, musculoso e bonitão.

Mas de qualquer forma, faltava pouco a esta altura do campeonato. Menos de dez cidades. Havíamos passado entre algumas, agora estávamos em... Hashi. Não, não os pauzinhos, esse é o nome do lugar mesmo. Atravessamos os outros recintos rapidamente, já que os mesmos não eram tão grandes. Havia uma ponte amarela aqui, deveria ser um símbolo local. Pena que não tive a chance de visitar este continente antes, tudo devia ser lindo!

Horas? Hm, quinze horas e trinta e cinco minutos. As inscrições para a Gincana Pokémon se encerravam às dezoito, então ainda tínhamos algum tempo. Decidimos apertar o passo para que chegássemos mais cedo, e sem riscos de perder as vagas.

2 Horas depois...

Estamos em Iroshi, Iroshi!! Só mais um pouco e chegaríamos na tão esperada cidade de Umichi! O nosso tempo era curto, apenas vinte e cinco minutinhos restantes. Ah... Ter se atrasado dessa forma... Que raiva! Mas também não foi nossa culpa, havíamos tido um dia e tanto ontem. Não é a toa que não escutamos o barulho do despertador. Ficamos nos entreolhando, apenas os pokémons estavam olhando para frente. Antes que nos déssemos conta, uma placa gigantemente gigante estava cara a cara com a gente! Se a mesma não estava destruída era sinal de que... Ótimo, o terremoto não tinha atingido esta região! Fiquei muito contente, sorria sem parar. Entretanto, não me era muito estranho, já que se esta cidade estivesse destruída, não iriam sair navios do porto. O cartão de boas vindas do lugar era bem legal: era todo enfeitado com desenhos de coqueiros e algumas praias. Tudo era incrivelmente fascinante! Conseguimos desfrutar de pelo menos um pouco da vista do litoral sydoriano.

Decidimos aterrissar e ir andando, afinal, o porto daqui era pertinho. Ver casas e gente passando na rua era extremamente bom para nós. Não só porque não estávamos mais a sós, mas por muitas outras coisas também. Viajar de navio ia ser como um tranquilizante, conversaríamos com os outros, interagiríamos com outros pokémons e pessoas... Ia ser demais!

Corríamos, no entanto, ninguém ficava fora do grupo, com medo de se perder, já que essa era a nossa primeira vez por aqui. Se localizávamos graças à um mapa específico da cidade, pelo TP da Hayane. Havia alguns prédios com letreiro em neon. Era tudo tão colorido e animador... Eu não conseguia tirar essa vista linda da cabeça!

Assim que localizamos nosso destino, apertamos o passo para chegarmos rapidamente à ele. O local era bem legal: possuía uma ponte de tábuas de madeira envernizadas, que dava num lugar que servia de “parada” para cada barco. Cada um possuía sua própria estação. Era tudo tão planejado e bonito... Placas brancas indicavam o local na qual cada transporte ia. Quando localizamos a de Hoenn, fomos em direção à ela. Um homem de terno azul nos parou, dizendo que precisávamos das passagens, já que ali já era embarque. Já que não sabíamos como adquiri-las, o interrogamos. O mesmo respondeu que era só dar o dinheiro correspondente que já ganharíamos as nossas, com passes grátis para o festival. Pagamos com a ajuda de Kameyo, que estava carregada de notas de cem poké-ienes. Logo atrás de nós, chegava outro pessoal, preenchendo o restante de vagas que havia.

Caminhamos até a entrada do navio. Mostramos nossas passagens à um funcionário e entramos. Um telão mostrava as devidas “parcerias de quarto” de cada um. Hayane havia caído com Kasumi, o que não me cheirava muito bem... Eu não conhecia ninguém dos meus parceiros. Eu era o último do meu quadrinho. Havia duzentas e cinquenta cabines, na qual em cada um ficavam dez pessoas. Bem, e que o festival comece!

Os Parceiros de Quarto de Timmy:




Preview:
O festival finalmente começou! Quase não conseguimos ver uns aos outros, já que não caímos no mesmo quarto... Mas do mesmo jeito está sendo demais, e essas provas são... Extraordinariamente legais! Por isso, não percam o próximo capítulo: Capítulo 10 - I love you!
Nota da Autora:
Bem, de todos esse foi meu maior capítulo até agora. Deram quase sete páginas de Word... Foi meio chato de escrever, mas está aí né. Desculpem a demora, e fica como presente de Natal. ^^ Espero que gostem. :3
Votação:
Você queria viajar em um navio desses?

~ Sim, claro!
~ Nem... Coisa de criança.
~ Quem sabe. Pode ser legalzinho.


Última edição por Pikachuziinhahsz em Seg 28 Jan 2013 - 17:19, editado 1 vez(es)
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Convidado em Sab 29 Dez 2012 - 16:50

Ótimo capítulo mais uma vez , estou ansioso para saber o que vai acontecer no navio.

Resposta da votação: Sim, claro!.
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Pikachuzinha em Seg 28 Jan 2013 - 16:48

Saudades de mim, né? AJIS está de volta das cinzas (quase um mês sem movimento algum)... Anyway, voltei com um capítulo novinho e uma novidade para dar. ^^ Agora nossa querida e amada fanfic tem opening! Sim, aquela musiquinha que toca no começo dos animes, dos desenhos animados... Para quem quiser conferir, todos os capítulos antigos, inclusive este, estão com ela no começo do post. O nome dela é Relations Of The Free Way (originalmente Free Way, cantada por Rika Matsumoto). Avisando que, a cada dez capítulos a opening será substituída por uma nova. Ou seja, no capítulo onze esta opening será trocada. O vídeo de todas as openings estará presente também no main post, com os devidos créditos. Também foi adicionada a categoria gifs, que como o próprio nome diz, são gifs, obviamente. A única diferença dele para os outros, é que envolvem algum personagem da fanfic e todos eles foram feitos por mim mesma. Também há no início do tópico agora uma seção de prêmios da fanfic/autora. E pessoal, avisando que, o único especial que teremos será o de Halloween, já que Natal, Páscoa e esses outros feriados não tem muito a ver com a fic. Bem, espero que gostem do capítulo e é só. :3

Comments:
Empoleonmega1: Hihi, que bom. ^^ Vai ser meio superficial ainda, rs. Mas vamos ter que ler para descobrir. :3
Votação:
Resposta pessoal. >.<

Capítulo 10 - I love you!
(Timmy)



Depois da suposta cerimônia de abertura, aqui estava eu. Pedi permissão à minha irmã para ir direto para meu quarto. Espero que o bando de malucos não sobre pra mim, né. O navio era chique, não tínhamos que subir escada alguma, meio que éramos obrigados a escolher ir de elevador para todos os andares. Eram duzentas e cinquenta cabines, que acomodavam dez pessoas cada, divididas em uma dezena de pisos. Aqui cada um era denominado “floor”. O meu ficava no quinto deles, na sétima porta. Caminhei até chegar ao elevador, que por sinal estava lotado. Duas moças estavam descendo do mesmo, dando um pouquinho de espaço para mim, para a minha sorte. Ele era branco por dentro e os botões tinham uma pequena luz dourada em volta. Um espelho dava destaque a um dos lados dele. Sentia a sensação de ele estar subindo, devagar. Chegava a ser um pouquinho confortante. Finalmente, havia chegado ao quinto floor, já que tínhamos dado uma paradinha no terceiro também, o que nos atrasou um bocadinho. Bem, até que foi rápido. Fiquei impressionado com aquele andar, as paredes eram incrivelmente bonitas, coloridas num tom leve de bege. O chão, nem se fala, um tapete vermelho esplêndido. Tímido, bati na porta, com esperança de que algum parceiro meu já tivesse chegado. Uma garota de cabelos marrons e blusa verde me atendeu. Não tive tempo de reagir, ela saiu me puxando para dentro, animada e sorridente. Quando ela finalmente largou de meu braço, me joguei em um dos beliches. Mas logo a menina toma outra reação inusitada, começando a se apresentar do nada.
- Oi! Chamo-me Mariana Miller. – dizia, ofegante. - E você, quem é?
- Timmy. Timmy Smith. – respondi, com um suspiro.

Essa aí não parecia ser muito normal, mas acredito que íamos nos dar bem. Além de mim e dela, um garotinho loiro de kimono branco estava deitado em silêncio numa cama isolada no canto do quarto. Parecia não querer ser incomodado. A sala possuía duas triliches e dois beliches. Sendo assim, caberia todo mundo. As camas duplas ficavam mais para frente, uma de cada lado. Já as triplas eram localizadas mais para o fundo. Uma delas tinha a vista da piscina lá de baixo. Eu queria esta, mas pelo visto já estava reservada. Mas espere, todas elas estavam reservadas! A equipe do navio deve ter escolhido os lugares por nós. Eu teria que dividir a cama com uma tal de Asuka. Não faço ideia de quem seja, mas quem liga. Mariana havia ficado com um cara chamado Ryuusuke e uma outra, Chihiro. Ótimo, devem ser uns estranhos mesmo.

Só Mariana, o guri de kimono e eu estávamos no quarto. A ansiedade estava tomando conta de mim. O que eu mais queria agora era conhecer esse pessoal que acabei de chamar de estranhos.

Distraído, acabei tomando um baita susto com o barulho do chute que haviam dado na porta. Um jovem ruivo, emburrado entrou em nosso quarto ligeiramente.
- Idiotas. Por que não abriram essa porcaria? – perguntou ele, encarando-nos.
- Como iriamos saber que você estava aí? Nem um sinal de vida você deu. – implicou minha mais nova amiga, querendo defender-nos.
- Um verdadeiro ninja iria perceber. Rápido como as águas, frio como o gelo, resistente como o aço e persistente como o fogo, sou eu, Yamada Ryuusuke! – contestou.
- Criativo ele é, pelo menos. – riu a garota de blusa verde. Seu sorriso era muito bonito de se ver.
- O que disse, garotinha? – interrogou o ruivo, agarrando minha parceira pela blusa.
- Solte-a, agora! – berrei, confiante de que iria espantá-lo.

Bruscamente, ele a soltou, fazendo-a cair no chão. Ajudei-a a se levantar e comecei a defendê-la. Já vi que esse tal de Ryuusuke ia ser um problema.

Pouco a pouco, o pessoal ia chegando. Conhecemos uns aos outros rápido e facilmente. Minha parceira Asuka era muito linda. Seus cabelos loiros e vivos, como uma Sitrus Berry e uma roupa que lembrava muito as minhas. Sinal de que, ela também deveria ter participado da Escola de Treinadores de Hoenn. Ótimo! Ela também estava indo para lá, aliás, todos estavam. Vários amigos numa questão simples de tempo... Hmm.

Fiz amizade com quase todo mundo, exceto o ruivinho problemático. O mesmo só queria ficar parado na cama, quieto, pensando na vida. O estilo dele me lembrava a Kasumi. E falando nisso, como será que a Nakano-san está indo com as coisas? Ela e os seus parceiros devem estar se divertindo muito também. E se não, pelo menos alguém daquele pessoal ela conhece.

Estávamos todos curiosos para saber quando o festival ia começar. Provavelmente o diretor deve estar esperando todos se acomodarem, que óbvio. Saí a solta pelo corredor. Estava vazio, mas ainda sim conseguia escutar o barulho das pessoas conversando. Era nitidamente perceptível.

Havia um grande alto-falante preto no local. Com certeza era para avisar a gente caso algo acontecesse. Decidi descer e dar uma explorada no navio. Aparentava ser interessante, a final de contas. Havia algumas abóboras espalhadas, morceguinhos de brinquedo e coisas do tipo também. Ia ser simplesmente incrível. Assim espero.

No exato momento que o elevador chegou, senti uma presença familiar. Era a Hayley! Ela estava com um bikini muito bonito. E quem disse que eu não posso reparar no bikini da minha irmã?!

De certo, ela também estaria dando uma volta. Com um abraço de leve, ela me recebeu. Escolhemos como destino o térreo. Não havia mais ninguém no elevador.
- Oneechan, você vai dar uma nadadinha na piscina também, não é? – questionei, com feição alegre, embora que superficial.
- Óbvio, né. E você, o que vai fazer? – respondeu-me.
- Nada mesmo... Só dar um pequeno passeio.

Assim que nosso destino fora alcançado, descemos, dando lugar a novos passageiros. Nos separamos, já que as direções não eram as mesmas. Fiquei meio perdido naquele monte de gente. De repente, ouço um barulho estrondoso vindo do alto-falante principal. Era o diretor. Acho que finalmente iria começar!
- Olá a todos, yahoo! Vamos finalmente dar início ao festival, yahoo, yahoo! Preparem-se para muita adrenalina, muita alegria e muitas outras coisas, yahoooooooo! – gritava o homem, empolgado.

Eu, juntamente do pessoal, gritamos yahoo como cumprimento à ele também. Certamente todos deveriam estar vindo a este andar. Me espantei com a presença inesperada de Asuka ali no meio.

Seu rosto ficara vermelho e, sem que eu percebesse, o meu havia ficado assim também. O que estaria acontecendo comigo? Será que é febre?

Ela começou a puxar conversa comigo, mas eu estava sem ideias do que dizer. Logo, o diretor começa à anunciar a primeira prova. Tínhamos que... Encontrar uma chave? Não, mas não qualquer uma. Tinha que ser uma que batesse com a cor do pequeno pedaço de cartolina colorido deixado na porta de seu dormitório. Mas... Espere. Eu não havia percebido que havia um negócio desses por lá!

Teríamos que voltar ao ponto de partida, sétimo andar, aqui vamos nós outra vez. Ansioso para descobrir o que vai acontecer, não é? Então não perca o próximo capítulo! Sem prévias desta vez, muahahahaha!

Nota da Autora:
Bem, não tenho muito o que dizer. Apenas que... A menina loira da opening é a Asuka. =) Só peço desculpas pela demora. =/
Votação:
De que cor vai ser a cartolina do quarto de Timmy?

- Azul-marinho.
- Verde-água.
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Convidado em Seg 28 Jan 2013 - 17:43

Adorei o capítulo, legal a ideia de abertura. Resposta da Votação, Azul-marinho.

E adoro essa música, tenho ela no celular.
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por DarkZoroark em Ter 26 Fev 2013 - 22:48

Quanto tempo, Pikachuziinhasz
Antes de qualquer coisa quero me desculpar por não ter comentado no capítulo anterior e também por ter demorado quase um mês para comentar este. Havia saído duas semanas de férias e quando voltei demorei um pouco até voltar ao ritmo - ficou mais fácil mantê-lo agora que estou em aulas. Mas depois de MUITO tempo, voltei aqui para dar meu parecer. Acho que antes tarde do que nunca, não? ^^'
Achei o Yamada bastante convencido de si mesmo e suas "habilidades ninja". Imagino que isso deva ser um tanto chato de se aguentar (sei disso por experiência própria. Meu primo pode ser o maior mala quando quer). Achei o Timmy um tanto imaturo, mas acho que isso se deve a idade dele. Afinal, confundir amor com febre me parece coisa de criança, mas ainda assim bem kawaii.
Quanto a votação, apesar de gostar mais de verde-água acho que azul marinho irá proporcionar um desafio bem mais interessante. Erros eu não achei nenhum, mas posso ter deixado alguma coisa passar.
Bom, é isso. Vou ficar aguardando pelo seu próximo capítulo. ninja
PS: Adorei a abertura da fanfic ^^


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Re: A Journey in Sydoria

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