Pokémon Mythology
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A Journey in Sydoria

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A Journey in Sydoria

Mensagem por Pikachuzinha em Sab 18 Ago 2012 - 23:03

Hey, jovenzinhos. Cheguei para aterrorizar vocês ("Muwahahahahahahahah")! Vou deixar nas mãos de vocês o perfil da fic:

A Journey in Sydoria

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Não recomendado para menores de 10 anos.
Contém: Violência leve.


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Prêmios da Fanfic/Autora




_

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Capítulos


~ Prólogo [RE-UPADO!]
~ Capítulo 1 - Aventuras e Desventuras! [RE-UPADO!]
~ Capítulo 2 - Um imprevisto destrutivo! [RE-UPADO!]
~ Capítulo 3 - Destruição Total! Vida ou Morte! (parte 1) [RE-UPADO!]
~ Capítulo 3 - Destruição Total! Vida ou Morte! (parte 2) [RE-UPADO!]
~ Capítulo 4 - Bang Boom! Hoenn e Sinnoh! [RE-UPADO!]
~ Capítulo 5 - Perigo com P maiúsculo! A Equipe Mortallys! [RE-UPADO!]
~ Capítulo 6 - O Quinteto da Bagunça! Vamos Viajar! [RE-UPADO!]
[!!!] Capítulo 7 - Halloween Sydoriano! É hora da Gincana Pokémon! [RE-UPADO!]
[!!!] Capítulo 8 - Kasumi e Hayane! Uma dupla flamejante! [RE-UPADO!]
[!!!] Capítulo 9 - Encrenca em dobro! Viagem a la problema! [RE-UPADO!]
[!!!] Capítulo 10 - I love you! [RE-UPADO!]




[!!!] = Capítulo especial. Confira abaixo a lista de cores e suas respectivas legendas:

Preto (~) = Capítulo comum
Laranja [!!!] = Capítulo especial de Halloween


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O que é Sydoria?:

Sydoria é o continente em que se passa a história. É um grande dependente da tecnologia , sendo que tudo por lá, depende dela. Composto por 39 cidades, Sydoria é um dos maiores continentes do mundo Pokémon. Se encontra muito longe dos outros continentes, por isso, a maioria das pessoas das outras regiões, não sabem da existência desse lugar. Apesar de ser longe, pokémons de todas as regiões habitam por Sydoria. Os treinadores por lá, só podem começar uma jornada com 12 anos. Cheio de castelos, torres fantasmas e casas abandonadas, o continente é muito temido por várias pessoas. E você? Vai encarar esse novo continente?

Origem do Nome:

Não sei ao certo, pode ser uma mistura de Sydoline (Administradora do Jogo Online Transformice) com Pastoria (Cidade do 5º Ginásio de Sinnoh). O “Ria” do final pode ter vindo de algumas ideias fracassadas minhas (Yumia, Sakuria, Yuramia, etc). Pensei também em Sydomia, mas ficaria muito esquisito, então ficou Sydoria mesmo.
Como se formou o Continente Sydoria?:

Devido à região onde Sydoria está atualmente ocorrer muitos maremotos, chuvas fortíssimas, nevascas e derretimento de geleiras próximas. Essas ocorrências foram o que formaram esse continente. Devido à alguns desses fatos, Sydoria é o continente mais frio do Mundo Pokémon. Por algumas décadas, Sydoria foi um continente inabitável. Dentro da fanfic, saiba como os humanos transformaram o continente em um lugar totalmente habitável!

Personagens Tek Tek Version:

>>> Nakano Hayane
>>> Yoshimitsu Hamine
>>> Tainaka Shirou
>>> Tainaka Ayumi
>>> Timmy Smith
>>> Hayley Smith
>>> Milly Kameyo Harumi Natsume Ishida Myasaki Johnson
>>> Kurosaki Asami
>>> Hayashi Kasumi
>>> Marui Miki

As Cidades:

Aqui estão os nomes das 39 cidades de Sydoria. Todas possuem terminação em “Chi” ou “Shi”. Achei que ficaria legal usar a terminação das palavras Machi/Toshi, pois ambas significam cidade e são palavras simples e fáceis de decorar.
OBS: “Chi” se pronuncia “Ti”.
1- Seichi Town (Sensei + Machi = Cidade do Professor, pois é a cidade do professor pokémon).
2- Torichi Town (Tooru + Machi = Cidade da passagem, afinal muitos treinadores de Seichi passam por lá).
3- Kawashi City (Kawa + Toshi = Cidade/capital dos rios, pois há lindos rios na cidade).
4- Okichi Town (Ookii + Ki + Machi = Cidade das árvores grandes, pois é repleta de grandes e lindas árvores).
5- Shizenchi Town (Shizen + Machi = Cidade da natureza, porque nela, a presença da natureza é grande).
6- Harushi City (Haru + Toshi = Cidade/capital da primavera, pois lá as flores são idolatradas e a primavera é motivo de festa).
7- Tsuchi Town (Tsuchi + Machi = Cidade da terra, porque a terra lá é um elemento considerado muito precioso, e é muito usado nas atividades do povo dessa cidade).
8- Furumochi Town (Furui + Mono + Machi = Cidade das coisas antigas, pois como o próprio nome já diz, existem muitos museus e coisas relacionadas à antiguidades nessa cidade).
9- Ishi City (Ishi + Toshi = Cidade/capital das pedras, pois a quantidade de pedras na cidade é imensa).
10- Kaimochi Town (Kaimono + Machi = Cidade das compras, pois a cidade possui muitas lojas e mercados, ocasionando um grande número de compras).
11- Misechi Town (Mise + Machi = Cidades das lojas, pois essa cidade possui um grande número de lojas).
12- Makeshi City (Maketo [Market] + Toshi = Cidade/capital dos mercados, pois Makeshi é capital de Sydoria, por essa razão, possui muitas lojas e mercados).
13- Korichi Town (Korii + Machi = Cidade do gelo, pois é uma cidade bem fria, e esse lugar é muito habitado por pokémons de gelo).
14- Samuichi Town (Samui + Machi = Cidade fria, pois é uma das cidades mais frias de Sydoria).
15- Yukishi City (Yuki + Toshi = Cidade/capital da neve, pois é a cidade mais fria do continente e também, possuidora das maiores nevascas).
16- Denwachi Town (Denwa + Machi = Cidade do telefone, pois aonde você vá, há pessoas falando no telefone, celular, seja o que for. Acho que sem dúvidas, é a cidade mais comunicativa de Sydoria).
17- Hanbaichi Town (Hanbai + Machi = Cidade da venda, por serem vendidos produtos de todas as categorias na cidade, e também pelo número de compras e vendas).
18- Sekaishi City (Sekai + Toshi = Cidade/capital do mundo, por ser uma cidade turística, recebe muitos visitantes estrangeiros, então possui vários tipos de casas, lojas, prédios e outros em homenagem aos visitantes do mundo todo).
19- Kyochi Town (Kyofu + Machi = Cidade do medo, pois essa cidade é bem deserta e bastante habitada por pokémons fantasmas. É possuidora de muitas histórias de terror).
20- Akumuchi Town (Akumu + Machi = Cidade do pesadelo, pois é uma cidade quase inabitada, pouco recebe da luz do sol e, os poucos habitantes sofrem de insônia. Não conseguem dormir por um fato já antigo, que será revelado na estória).
21- Reishi City (Rei + Toshi = Cidade do espírito, pois a cidade é assombrada por um espírito. Os segredos desse espírito serão revelados na estória).
22- Unchi Town (Un + Machi = Cidade da sorte, pois nessa cidade, são disputados muitos jogos de sorte, inclusive, é a cidade com o maior número de loterias de Sydoria).
23- Fuunchi Town (Fuun + Machi = Cidade do azar, devido à todas as pessoas de Unchi que não tem sorte virem morar aqui).
24- Hashi City (Hashi + Toshi = Cidade/capital da ponte, pois é a cidade que dá acesso ao lado leste de Sydoria, através de uma ponte).
25- Azuchi Town (Azuma + Machi = Cidade do leste, pois é a primeira cidade do lado leste de Sydoria).
26- Heichi Town (Heiwa + Machi = Cidade da paz, pois a cidade é calma e pacífica).
27- Nijishi City (Niji + Toshi = Cidade/capital do arco-íris, pois é muito colorida e divertida).
28- Kochi Town (Kooen + Machi = Cidade dos parques, pois é repleta de parques, tanto parques normais quanto de diversão).
29- Taichi Town (Taikutsu + Machi = Cidade do tédio, pois diferente de Kochi, não tem nenhum tipo de atração).
30- Iroshi City (Iro + Toshi = Cidade/capital das cores! É a cidade mais colorida que você já viu, tenho certeza)!
31- Umichi Town (Umi + Machi = Cidade do mar, pela vista bonita que ela proporciona aos visitantes, do mar).
32- Shimachi Town (Shima + Machi = Cidade da ilha, pois o número de ilhas é muito grande, e essa cidade possui conexão com Umichi pelo mar).
33- Hamabeshi City (Hamabe + Toshi = Cidade/capital das praias! Inteiramente tropical, Hamabeshi é uma cidade perfeita para os treinadores darem uma parada e relaxar).
34- Kajichi Town (Kajitsu + Machi = Cidade das frutas, pois é uma cidade com área de solo bom, perfeito para cultivo de frutas. As frutas tornaram a cidade popular e, hoje é um símbolo de comércio de comida pokémon).
35- Tabechi Town (Tabemono + Machi = Cidade da comida, pois é uma cidade com grande população tanto de humanos como de pokémons, principalmente Munchlax, um pokémon amante de comida).
36- Momoshi City (Momo + Toshi = Cidade/capital do pêssego, pois é uma cidade com um grande número de árvores de Pecha Berry [Fruta pêssego mais ou menos], e também é uma cidade bem frutífera, como Kajichi).
37- Dokuchi Town (Dokutsu + Machi = Cidade da caverna, pois dá acesso à maior caverna de Sydoria).
38- Renmeichi Town (Renmei + Machi = Cidade da liga, pois é nela que está localizada a Liga Pokémon).
39- Modoshi City (Modosu + Toshi = Cidade/capital do retorno, pois depois da liga, os treinadores retornam à sua cidade natal, através de um barco, para decidirem o futuro de sua jornada).
Gifs:



Openings:
Opening 1 - Relations Of The Free Way
(Rika Matsumoto)


OBS: Ignorem as legendas japonesas. Razz

Créditos

- Vocaloid
- Project Diva
- Arkardkyal
- Rika Matsumoto

Parceiros:









As Curiosidades:

*- A fanfic não contém nenhum tipo de plágio.
*- A fanfic não tem relação nenhuma com o Clã Lords Of Cydonia.
*- O nome da personagem "Kurosaki Asami" não faz referência ao moderador Kurosaki Lucas (Nero).
*- O nome da personagem "Kameyo Johnson" não faz referência à membra Kameyo Venin.
*- Todo final de capítulo, inclusive o prólogo e o epílogo, eu irei lançar uma votação e uma observação minha sobre o capítulo.
*- Deixarei o nome original dos personagens na ficha.
*- A ficha de cada personagem será revelada após a primeira aparição do mesmo.
*- A votação não tem como ser incluída no início do tópico, pois ela será diferente a cada capítulo.
*- Guarde os comentários desnecessários para você mesmo.
*- Não copie ideias da fic sem dar os créditos.
*- Os nomes das cidades são propriedade minha, por isso está PROIBIDA a utilização para fins individuais.
*- Créditos aos moderadores Empoleonmega1 e Mud pelas avaliações do prólogo antes do lançamento.
*- Créditos aos membros Jonatking e Hypno pelos banners e fan bars.
*- Qualquer dúvida sobre a fic, mande por MP que eu terei prazer em responder.
*- Espero que gostem da fic, comentários são bem vindos.



Prólogo

(Narrador)


Chovia, trovejava. O céu estava coberto de nuvens escuras. Do interior das mesmas saíam dúzias de raios e trovões ao mesmo tempo. A luz dos relâmpagos clareavam a cidade de Seichi, que estava completamente escura. Das casas, só se via as luzes acesas. Era tarde da noite, e dentro de um lindo sobrado branco, com telhado vermelho e um bonito jardim de violetas, dava para avistar uma linda garota da janela de cima. Ela estava sentada em uma cadeira giratória, na frente de uma escrivaninha branca com detalhes rosa, focada em um livro de capa vermelha, com o nome de “O Mistério da Torre”. Acima da cabeça da garota, havia uma luminária rosa, com detalhes da mesma cor, só que em tons mais fortes. A menina parecia nem piscar, estava muito concentrada no livro. O quarto onde ela estava era enorme, tinha piso de madeira e uma cama no canto superior direito. Do lado esquerdo da cama, havia uma janela, que ocupava uma grande parte da parede. A garota continuava com a cara no livro. Acho que não havia nada que pudesse tirar a atenção dela naquele momento. Ela parecia mais focada a cada minuto! Quando ela estava pronta para virar a página, como em um passe de mágica, a luminária se apaga. Queda de energia. A menina fica desapontada, afinal ela queria muito terminar o livro. O quarto escureceu por completo.

Não tinha o que fazer agora. O pai da garota trabalhava no período da noite, ou seja, ele não estava em casa. A mãe foi passar um final de semana com seus parentes, em outra cidade. A garota então esperou a luz dos relâmpagos clarear um pouco seu quarto, e deitou-se na cama. Estava prestes a dormir, quando olhou para a foto de sua tia. A fotografia estava em uma mesinha pequena, de cor branca, ao lado da cama. Ficava um pouco distante da escrivaninha. Uma lágrima escorreu do rosto da menina. A mesma então acariciou o pijama, que fora dado por sua tia 10 anos atrás. O pijama era composto por um short e uma blusa. Era de cor bege com ursinhos. Apesar de ele estar bem curto e apertado, a garota não queria saber de se livrar dele. Era a única coisa que tinha, além da foto, de lembrança da tia. Todos os dias ela usava o mesmo pijama. A família dela não sabe se a tia está com ou sem vida, se está bem ou mal. Tudo que se sabe é que ela desapareceu sem deixar pistas. A garota tinha esperanças de a tia estar viva. No momento, não havia muito o que fazer. A menina então fechou os olhos. Não estava dormindo, mas sim tentando dormir. Virou-se para o outro lado e abriu os olhos novamente. Começou a escutar alguns barulhos, pareciam vozes. Ela então levanta da cama e vai para a janela, ver o que está acontecendo. Avistou uns caras estranhos, mais ou menos uns cinco. Eles estavam com roupas vermelhas, de touca na cabeça. A estranha roupa vermelha tinha um “M” de cor preta no centro, que lembrava um desenho de montanhas. A touca tinha dois “chifres” cinza escuro e uma “bolinha” no meio.

Ela então começou a tentar escutar a conversa. O barulho dos trovões não queria deixar, e eles estavam falando em um tom de voz baixo. A garota então decide ir para o quarto de baixo, que tinha também uma janela, e talvez dela desse para escutar. Ela então sai, fecha a porta de seu quarto e começa a descer as escadas. Tentou fazer o mínimo de barulho possível, para que os esquisitos lá de fora não escutassem nada. A escada de madeira descia até um certo ponto, e depois virava para o lado esquerdo. Depois, se virasse para a esquerda havia um corredor que dava para um quartinho pequeno em baixo da escada. Se fosse para direita, o mesmo corredor dava para um quarto, não muito grande, era médio. Era o quarto de seus pais. Havia um computador no canto superior esquerdo, que estava em cima de uma mesa média de madeira, com uma cadeira de ferro com uma cor azul escura no estofado. No canto direito, um guarda-roupa do mesmo material da mesa, sem nenhum detalhe de outra cor. Na frente dele, tinha uma cama da mesma cor do guarda-roupa, com lençol azul-esverdeado. A janela ficava um pouco longe da cama. A garota se aproxima da janela, abre-a, e coloca a cabeça para fora para observar. Dava para escutar um pouco, pois o barulho dos trovões atrapalhava demais. Eles começam a andar para o lado direito, melhorando a visão. “Os caras estão na porta da minha casa!”, pensou a garota. A menina estava começando a achar que são ladrões. Ela estava atenta a todos os movimentos dos esquisitos. Um deles toma a conversa, e logo depois, todos os outros começam a rir. Uma mulher do grupo solta um berro alto, alto, tão alto que mesmo com o enorme barulho das trovoadas, deu para ouvir. Era algo do tipo “Calem a boca, otários!”. Os outros ficaram quietos, e a garota surpresa. A mulher então deu início a um discurso. Ela estava falando em um tom de voz baixíssimo, que talvez nem os outros estranhos conseguissem escutar. Passaram-se cerca de dois minutos, a moça então aumenta o tom de voz e diz algo como “Esse é o nosso objetivo...”. Depois, com um ato brusco, jogam uma bomba de fumaça, ocasionando uma névoa, que deu tempo suficiente de eles fugirem.



Nota da Autora:


A descrição está boa, o suspense não se manifestou muito, mas com o tempo o mistério dá lugar ao medo e ao já dito, suspense. Acho que deu para iniciar bem a história, mas a opinião de vocês é que conta. Enjoy Surprised !
Votação:


Qual será o nome da tal equipe "M"?

*- Matadora?
*- Mística?
*- Mortallys?
*- Magmatic?
*- Mortalle?

Deem suas opiniões! drunken

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Última edição por Pikachuziinhahsz em Seg 28 Jan 2013 - 16:54, editado 43 vez(es) (Razão : Re-up :3)
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Bubble Water em Sab 18 Ago 2012 - 23:38

Que garota curiosa hein U.U
Mas tá muito bom ^^
Voto em Mortallys ou Mortalle.
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por 2154 em Sab 18 Ago 2012 - 23:47

Muito bom o prólogo,escrita muito boa,e muita criatividade em criar tantas cidades,esperando os próximos capítulos. Smile
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Petruchio em Sab 18 Ago 2012 - 23:49

Eu achei que ficou tudo bem explicado. Os nomes das cidades são bem legais (confesso que não li todos, parei na 13° cidade)

Só que no "COMO SE FORMOU O CONTINENTE SYDORIA?", acho que repetiu algumas palavras demais, o que acabou deixando meio confuso pra mim.

No de mais esta legal, eu gostei do prologo, como já havia citado antes, bem explicada os detalhes, , já deu para notar que a protagonista é curiosa. Não teve tanto suspensa, mas foi legal.

Bem, é só isso que tenho a comentar não tenho muito que escrever já que essa não é minha área

Parabéns e sucesso :)

Ah! Bem, o nome da equipe vila, vou confessar que nenhum me agradou muito, mas eu fico com o "Mortallys", foi o que mais achei legal na pronuncia "Equipe Mortallys".


Última edição por jonatking em Dom 19 Ago 2012 - 0:12, editado 1 vez(es)
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por cocotinha_white124 em Dom 19 Ago 2012 - 0:02

Oi,não precisava ter mandado MP eu já tinha lido pichuzinhasz¬¬ bom gostei da história,tá fodinha,mas melhora a escrita,não que esteja ruim,mas você tem pontos fracos,seria melhor ter dividido em mais parágrafos,e além de tudo na parte que que a mina(talvez devesse nome-ala,mas não interferiu em nada) tá descendo as escadas,eu me perdi,pqp não entendi nada,você repetiu muito a palavra "virou",não repita isso novamente,e daria mais emoção se aparecesse as falas da equipe,como já disse você juntou muita coisa em poucos parágrafos,e ficou desgastante se tivesse colocado as falas daria uma adrenalina a mais,mas o mais a fanfic tá boa,boa sorte e melhore os pontos que te falei.

Voto em equipe mortadella mortalle,é mais like a sir.
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por BelphegorP em Dom 19 Ago 2012 - 10:16

Você não acha que é meio bem... ah,não encontro uma palavra amigável...tentar mandar MP pra todo mundo pra todos lerem? As pessoas tem que se interessar por si só. Eu entendo pessoas que me pedem críticas,mas não views.E também temos a regra de não poder responder os coments,só em outros caps. Ao ponto:
Era tarde da noite, e dentro de um lindo sobrado branco, com telhado vermelho e um bonito jardim de violetas, dava para avistar uma linda garota da janela de cima.
1-Toda a fic tem pelo menos um cap com erros gramaticais,os da sua estão bem escondidos,mas nada impossível de achar. Tenho uma maneira melhor de formular a frase acima:

Era tarde da noite, dentro de um lindo sobrado branco com telhado vermelho e um bonito jardim de violetas era possível ver uma linda garota da janela de cima.

Percebeu? O erro por falta de revisão perfurou fundo minhas emoções em relação a fic,teremos muito desses.
Espero que tenha percebido o D onde deveria ter um N

2-Repetição de palavras. Garota,garota,garota,menina,menina... toda hora! Eu aconselho uma revisão para ver esses erros. A parte ruim que tem como essa desculpa de não descrever os personagens.

3- Syndoria é o continente mais avançado,no prólogo não vimos absolutamente nada que apontasse para um continente avançado. Sobrado? Escrivaninha? Quarto de madeira? Ou essa garota mora aonde o Judas perdeu as meias ou a fic não vai ser fiel.

4-O prólogo não fez o papel que deveria,teve falta de conteúdo. Não tente fazer como a globo que para novela aonde não deve para ter audiência. Você deveria pelo menos ter esclarecido os personagens para o Cap.1 entrar na história. Não consigo pegar a base interessante da coisa,não peguei o suspense...

Enfim,espero que melhore,tem capacidade. Primeira fic,eh?

Mortallys parece mais legal que Matadora...
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por -Murilo em Dom 19 Ago 2012 - 10:33

Olá! Logo de cara adorei a organização da sua fic! Pelo título, acho que será uma fanfic de jornada, então provavelmente veremos a menina viajando o continente todo. Mas o diferenciado da sua fic, é que ela começou já dando destaque para a equipe vilã. Só que ainda não sabemos quais são seus objetivos, nem o que ela tem a ver com a menina lá. Enfim, a história está boa, um pouco confusa nesse começo, sem grandes revelações, mas vamos em frente, tentarei acompanhar. Sobre o texto, se essa for a sua primeira fanfic, está de parabéns. A narração é ótima e a descrição também, apesar de que eu não entendi muito bem a organização do quarto dos pais da menina, mas é só um detalhe. Vamos ver quando tiver os diálogos, pois no prologo não teve nenhum. Vou acompanhar a sua história. Boa sorte na sua fanfic^^

P.S. Voto em Mortallys
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Kurosaki Mud em Dom 19 Ago 2012 - 12:19

BOm, você conversou comigo por MP e decidimos analisar um a fic do outro. Vejo que espaçou como recomendei, ficou melhor assim. Acho que as descrições da cidade ficaram excelentes, você soube mesclar um Main Post com informação e conteúdo sem ficar cansativo. E gostei também do contato com o leitor, é fundamental.
Agora só falta patrocínio -qq. Bem, parabéns, continue assim o/


Última edição por Mud em Sex 24 Ago 2012 - 21:56, editado 1 vez(es)
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por MatsudaKurama em Dom 19 Ago 2012 - 16:39

Pikachuzinha. Esta Fanfic está ótima. Todo o mistério. Só descrevendo as coisas você conseguiu me fazer saber o que estava acontecendo. Eu imaginei um quarto escuro. Até pensei que ela era a Caitlin kkk. Ela ficou sensacional.
Essa equipe me lembrou a Team magma. Vou acompanhar.
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Black~ em Dom 19 Ago 2012 - 20:58

É boa a fic, só acho que pedir comentários é errado. Mas enfim.

A fic está boa, mas não ta AQUELA maravilha, gostei muito do suspense (é uma coisa que me agrada bastante.)

Sua descrção, narração e ortografia são boas. Só vi um erro logo no começo:

Do interior das mesmas saiam dúzias de raios e trovões ao mesmo

O correto seria "saíam".

Bom, eu nem li as cidades e nem os outros bangues. É só e boa sorte com a fic
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Convidado em Seg 20 Ago 2012 - 18:51

Boa descrição do enredo e logo legal da Megurine Luka.
Boa sorte com o desenvolvimento da história.

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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Ari Tasarov em Seg 20 Ago 2012 - 19:23

Gostei muito de sua fic, parabéns! Não tenho muito a comentar pois é apenas o prólogo... Sobre erros, não achei nenhum, tanto por parte ortografica nem gramatical (acho que aí eu não poderia te ajudar, sou péssima com pontuações). D: O único "defeito" é a repetição de palavras, como já disseram... E eu me perdi em algumas partes.Tirando isso, está tudo perfect, amei! *--*

Adorei a organização, porém tenho uma dica: não coloque seus textos coloridos, no máximo em preto. Não sei se é apenas problema meu, mas não curto muito... Você sabe colocar aquele "mistério", coisa que me agrada muito! ^^

A história em si me parece ser bem legal, vou acompanhar! Sorte com a fic e até o primeiro capítulo! Ah, eu gostei mais de Magmatic!
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Pikachuzinha em Sex 24 Ago 2012 - 19:57

Olá, gente! Primeiramente aos comentários:

Comments:
Bubble Water: Sim... Ela é bem curiosa mesmo. Parece alguém que eu conheço (eu '-').

Rafael Santos: Obrigada pelo comment e espero que continue acompanhando ^^ !

Jonatking: A parte das cidades, foi demorado para fazer e confesso que é meio chatinha de ler. Quanto à parte de como se formou o continente Sydoria, vou editar. Agora que li de novo, nem eu estou entendendo mais Suspect .

Thelack: Sorry pela repetição de palavras... A parte da escada está meio repetitiva mesmo, vou tentar melhorar nessa parte. Não coloquei falas, pois eu acho que para um prólogo seria melhor usar o discurso indireto (sem falas). O próximo capítulo vai ter falas e descrição dos personagens, concerteza. A minha ideia foi revelar o mínimo possível no prólogo, pois lembre-se que ele não é considerado um capítulo.

BelphegorP: O comentário mais construtivo até agora, quanto às MP's vou parar. Acho que a fic pode ganhar leitores por si mesma. A parte dos errinhos, vou prestar mais atenção. Quanto à parte de Sydoria ser um continente avançado, vocês vão descobrir o porquê. Vocês também vão saber o porque dessas coisas do "passado" ainda existirem. E não é a primeira não, é a segunda Razz .

Murilo_Marcos: Sorry pela confusão lá na parte do quarto. Espero que acompanhe ^^.

Mud: Obrigada pelo comment, e desabilite a assinatura :/.

Otakurama: Obrigada pelo comment, e desabilite a assinatura :/.

Mr. Black: Quanto à parte dos comments, parei. Me informaram desse errinho, mas mó preguiça de arrumar =/. Obrigada pelo comment, e desabilite a assinatura :/.

Empoleonmega1: Obrigada pelo comment, espero que continue acompanhando ^^

- Milley: Obrigada pelo comment, e desabilite a assinatura :/. Quanto à parte das cores, acho que é bom, destaca o texto... Preto torna o texto menos chamativo.
Votação:
A votação, está encerrada. À seguir, os resultados:


Mortallys 4 votos
Mortalle 2 votos
Mística 0 votos
Matadora 0 votos
Magmatic 1 voto


Humph, o pessoal é bom de palpite. Podem festejar. A maioria acertou, a resposta certa é Mortallys!

Agora vamos conferir a ficha da "Garota Misteriosa" e da "Equipe M"!

Garota Misteriosa:

Nome: Nakano Hayane
Nome Original: Megurine Luka
Idade: 15 Anos
Descrição: É bem gulosa e curiosa. Tem pais ocupados, que quase sempre viajam ou saem à trabalho. É bem próxima da prima Hamine, que pelo visto é sua melhor amiga. Adora coisas novas. É fã da tecnologia. Apesar da idade, a garota ainda é um pouco ingênua, e não tem muito censo de direção. Ela gosta muito de pokémons elétricos, simbolizando a tecnologia. Seu sonho é ter um Pikachu, como o de Ash Ketchum, campeão da liga de Kamya. Também gosta de Joltiks. Ela detesta pokémons fantasmas, pois acredita que eles não são realmente bons parceiros. Ela tem o costume de cantarolar sempre que está "no tédio". Usa um fone de ouvido na cabeça, sinal de que ela adora música. Seu maior sonho é ver o lendário Celebi. Hayane é capaz de sacrificar a própria vida para ajudar os amigos. Ela sempre critica o que deve ser criticado, e sempre elogia o que deve ser elogiado. Com uma personalidade carinhosa, Hayane é muito amiga e defensora. Ela tem como sonho vencer a liga de Sydoria e partir para Kamya.

Equipe M:


Nome: Equipe Mortallys
Nome Original: Equipe Magma
Idade: Variada
Descrição: É a equipe vilã da história, cujo objetivo é sequestrar pokémons para uso próprio. Para a infelicidade da equipe, Hayane estará lá, para interferir em seus planos maléficos. Têm membros muito "infantis". Eles não pensam muito antes de agir, mas enfim. É uma gangue sem líder e normalmente, fica dividida em grupos de 2-5 membros por área.



Capítulo 1 - Aventuras e Desventuras!

(Narrador)



Hayane vendo que eles não estavam mais lá, sai do quarto de seus pais. Ela sobe as escadas com um pensamento estranho, entra em seu quarto e fecha a porta. A garota adormece assim que se deita na cama.

Amanhece...

O despertador anuncia as 6:30 da manhã. Era hora de levantar. Hayane desce da cama, com um ar de "se você fizer isso mais uma vez, você acorda sem vida". Ela vai para o banheiro e em seguida lava o rosto. A pia era bonita, era branca, brilhava de tão limpa. Ela se olha no espelho que estava logo acima e grita:
- Um zumbi!

Os cabelos de Hayane estavam parecendo um arbusto! Sua cara estava horrível, parecia um morto que levantou do túmulo! Uns quinze minutos depois, Hayane finalmente consegue ajeitar os cabelos. Ela então escova os dentes, logo depois troca de roupa. A garota caminha para a cozinha. Pega um saco de pão de forma, que estava em cima do armário branco que ocupava uma grande parte da parede do ambiente. Ela então abre-o, e coloca 4 pães na torradeira, que estava logo ao lado. Depois de alguns minutinhos, os pães saem torradinhos da máquina. Hayane pega geleia sabor Oran Berry da geladeira, que era o seu sabor preferido. Passa nos pães, e depois pega um prato do armário, na parte de cima. A menina põe os pães sobre ele e leva-os para a mesa. Arruma a bagunça em cima do armário, liga a televisão de HQT (diferente das nossas, que são de LED). A garota põe-se a comer. Antes que ela pudesse por o seu primeiro pedaço na boca, o Tecphone (o novo nome do telefone) toca. Ela sai correndo com um pão na boca, metendo o braço na mesa de madeira e a perna na cadeira.
- Já vai, droga de Tecphone! - diz a garota com o pão quase caindo da boca.
Ela corre para a sala, e tira o Tecphone da mesinha branca, de madeira.
- Olá, posso falar com a senhorita Hayane, por favor? – disse a pessoa da linha oposta.
- Sou eu mesma. – afirma Hayane.
- Sou eu, a Hamine! – diz a garota do outro lado da linha.
- Mascando chiclete logo de manhã, meu Deus, só você, Haya. – afirma Hamine, rindo.
- Não é chiclete não. – responde Hayane, mastigando o pão.
- Haha, é o que então, sua comilona? – diz Hamine, rindo ainda mais.
- Pão com geleia. – responde ela, terminando de comer.
- Tinha que estar comendo alguma coisa, sua gulosa. Além do mais, você vem comigo para o laboratório do professor ou você vai sozinha? – pergunta Hamine.
- Vou com você, passo aí às 8 horas. – responde Hayane.
- Ok, vou desligar. – afirma Hamine, encerrando a conversa.

Depois da conversa, a garota de cabelos rosados e fone de ouvido volta para a cozinha. Ela deu uma olhada de leve no programa que estava passando na TV e sentou-se na cadeira. Ela foi trocando de canal pela tela touch screen (as TV’s de Sydoria não contam mais com a presença do controle remoto, e sim com uma tela touch screen, que dá a possibilidade de fazer tudo com o toque da sua mão). Não havia canais interessantes, apenas jornais.

Hayane então desliga a televisão bruscamente. A menina deu uma olhada no relógio para conferir as horas. Ela se assusta ao ver que já havia se passado 1 hora. Hayane então devora o último pão em menos de 1 minuto! Parecia um Munchlax esfomeado. Mas enfim, Hayane sabia que sua prima não ia agilizar. Hamine era um tanto demorada para fazer as malas. Hayane sobe as escadas com uma rapidez incrível, parecia um Arcanine usando Extremespeed. Entra em seu quarto, abre o guarda roupa branco e pega uma mochila preta, que diferente das do passado, só pode ser aberta por meio de uma chave. A chave também é diferente. É parecida com um cartão, só que com um sensor laser em baixo. Quando ele se aproxima da mochila, ela reconhece o sinal e abre, a mesma coisa vale para o fechamento do objeto. Hayane então pega a chave que estava trancada dentro do seu porta-joias (que lugar legal para guardar isso hein, Hayane?). Coloca a mochila na cama, que era bem longe do guarda roupa, que por sinal ficava perto da porta. Abre-a, coloca suas roupas e depois, alguns recipientes de comida Pokémon que estavam guardados em seu guarda-roupa, esperando ser levados para a viagem.

Depois de aprontar sua mala, Hayane a fecha e então sai do quarto, fechando a porta. Desce as escadas mais uma vez, chegando ao andar inferior. Atravessa a sala, chegando à porta da frente. Tranca-a e guarda a chave na mochila, pois ela estava certa de que seus pais tinham uma cópia da chave, cada um. Abre o portão e sai, fechando-o novamente. Hayane se despede da casa, soltando uma frase de despedida:
- Adeus. Eu voltarei, prometo que algum dia voltarei. – afirma a garota, com certeza.

Hayane então caminha rumo à casa de Hamine, que dava aproximadamente uns 5 minutos do sobrado branco. A menina atravessa a rua e segue reto na calçada oposta, a calçada direita. Vira à direita e segue pela rua de terra. Era um caminho precário, já que Seichi era a única cidade do continente que não tinha infraestrutura suficiente para suportar uma pista de Technotrans*, dando lugar à antiga moda dos carros. Ao chegar a um cruzamento de quatro caminhos, Hayane toma o caminho esquerdo, subindo a rua. Era uma subida bem íngreme, tornando-a obviamente cansativa. A garota então passa para a calçada, para sair do caminho dos veículos. Havia uma bifurcação logo à frente, mas Hayane já sabia qual caminho seguir. Espera alguns veículos passarem e depois muda de calçada, da esquerda para a direita. Depois da bifurcação, a menina para em uma casa vermelha, de telhado preto, de número 89. Observa as lindas rosas do jardim, e depois toca a campainha. Ela havia chegado à casa de Hamine. Uma garota, bem parecida com Hayane atende a porta. Com uma voz bem doce, Hamine diz:
- Bom dia, Haya. – fala Hamine.
- Bom dia. – responde Hayane.
- Imagino que... – diz Haya, tentando iniciar uma conversa.
- Imagina o quê? – pergunta Hamine, impaciente.
- A-a-a, vo-você está de pijama! O laboratório abre daqui a alguns minutos e você está aí de pijama, sentada no sofá, comendo pipoca e tomando refrigerante!
- E daí? – conclui Hamine, com uma cara de “o que você tem a ver com isso”.
- E daí, que eu também quero. – fala Haya, segurando uma risada bem forte.

As duas caíram na gargalhada. Principalmente Hamine, que é uma garota bem relaxada. A sala da casa da menina era marrom claro, com cortinas escuras. Abaixo das cortinas, uma poltrona bege, bem macia. A televisão ficava em um rack marrom escuro, com detalhes na mesma cor da poltrona. Ao lado dele, havia uma linda planta. Ao lado da poltrona, um sofá da mesma cor, o bege novamente.

As garotas continuam rindo, e o tempo passando... Hayane e Hamine ficando brincando de guerra de pipoca, enquanto o laboratório estava aguardando alguns minutinhos para ser aberto. O mesmo era aberto às 8:30, e o horário atual era de 8:26. Hamine é atirada do sofá, fazendo as duas pararem com a idiotice. As duas correm até o quarto de Hamine, entrando e batendo a porta com força. Haya grita para a prima, que estava pulando em cima da cama branca, fazendo uma bagunça com os lençóis. A garota pula-pula acerta acidentalmente o relógio, que se encontrava no criado-mudo ao lado direito da cama. Ele era branco, só branco. Tinha uma gavetinha, que não cabia muita coisa. Foi então, que as duas gritam:
- As horas! – gritam as duas, desesperadas.

Hayane sai puxando a prima pelo braço, abrindo a porta da frente com a outra mão. As duas saem correndo, já que o laboratório não era muito perto da casa de Hamine. Atravessam a rua feito duas loucas que acabaram de sair do hospício. Elas mal olhavam para os carros, saíam atropelando e o semáforo de pedestres, foi ignorado pelas garotas. Faltavam aproximadamente três minutos para o laboratório, quando as duas deram de frente com um garoto de blusa branca.
- Desculpa, o que você está fazendo no meio da rua? – pergunta Hayane, intrigada.
- Não foi nada. Eu estou na fila. – responde o garoto.
Hayane e Hamine ficam impressionadas. O garoto era lindo! Usava uma camisa branca, tinha lindos olhos castanho-claros e um cabelo da mesma cor dos olhos.
- A-a-a, fila de que? – pergunta Hayane com vergonha.
- Para entrar no laboratório, ué! Vai dizer que não sabia? – fala o garoto, com uma resposta e uma pergunta.
- Fila para entrar no laboratório? Nossa! – responde Hayane, ainda sem jeito.
- Ei, você é daqui de Seichi? – pergunta Hamine.
- Eu sou de Johto. – responde o garoto, com um olhar encantador.
- Joh... Quê? – pergunta Hamine, novamente.
- Johto, um continente distante daqui... – responde ele.
- Hm, eu e ela somos daqui mesmo. – afirma Hamine.
- Vamos, a fila começou a andar. – diz o menino.

As meninas ficaram fascinadas! Ele era o garoto mais bonito que elas já haviam visto! Elas iam iniciar outra conversa com ele, mas uma garotinha de cabelo marrom, com duas presilhas amarelas interrompe. Usava uma sainha curta, e uma blusa branca com outra por cima, na cor amarela. Antes que Hayane ou Hamine pudessem perguntar alguma coisa, a garota grita:
- Shirou-kuuuuuuun! – grita a garotinha, correndo na direção dos três.
- Ayumi-chan?! – grita o garoto, espantado.
- Shirooou... – diz a garotinha, abraçando o menino.
- A-a-ayumi, quantas vezes já disse para não fazer isso na frente dos outros! – grita o garoto.
- Oniichan*, por quê? – diz a garotinha, quase chorando.
- É que, é que... – fala o menino, com vergonha.
Hayane e Hamine ficaram morrendo de raiva. Quem seria essa garota? As duas ficaram se olhando, até que uma delas pergunta:
- Ei... Quem são vocês? – pergunta Hamine.
- Meu nome é Tainaka Shirou. E essa é minha irmãzinha, Tainaka Ayumi. – responde Shirou.
- Eu sou Yoshimitsu Hamine. – afirma Hamine.
- E eu sou Nakano Hayane. – diz Hayane, roubando a cena.
- Prazer. – diz Shirou, com uma voz bem doce.
As garotas se encantaram! Ele além de ser lindo, era muito educado. As duas ficam conversando em voz baixa, até que Shirou interrompe:
- Vamos, a fila começou a andar de novo. – avisa Shirou.
- Ok. – dizem as garotas, juntas.
- Será que falta muito, Oniichan? – pergunta a pequena Ayumi.
- Não sei, você pode ir até lá na frente dar uma olhada. – responde o irmão mais velho.
- Sério, Oniichan? – pergunta a pequena.
- Claro. – responde ele.
Então ela foi. Foi contando um por um, sem contar com ela, o irmão e as garotas. Depois de uns minutos caminhando e contando, ela volta para falar com o irmão.
- 43. – diz a garotinha.
- 43 pessoas?! – pergunta o garoto, espantado.
- É, isso mesmo. – responde ela.
- É, pelo visto vai demorar. – afirma o menino.
- Ah, Hamine, posso te fazer uma pergunta? – pergunta Shirou.
- Claro! – responde ela, feliz.
- Por que você está de pijama? – pergunta ele, novamente.
- A-a-a, por-porque a Ha-hayane, sa-saiu me pu-puxando de pi-pijama e tudo. – responde ela, toda vermelha.
- Claro né, porque você é muito devagar! – responde ela, com raiva.
- Devagar?! Antes devagar do que gulosa igual você! – retruca Hamine.
- Ei! Parem vocês duas! – grita Shirou.
- Olhem! Tem cinco treinadores saindo do laboratório! – avisa Ayumi.
- Verdade! Agora restam apenas 38! – diz Hayane.

A turminha espera ansiosamente para entrar no laboratório. O que irá acontecer? Qual Pokémon eles irão pegar? Descubra tudo no próximo capítulo!

1*- Technotrans são os novos meios de transporte. Parecem carros, mas não tem rodas, eles são flutuantes. Não andam em estradas de asfalto, mas sim em pistas especiais de vidro.
2*- Oniichan = Irmão mais velho em japonês.


Votação:
Que tipo de Pokémon Hayane irá pegar?

~ Água
~ Fogo
~ Grama
~ Elétrico
~ Gelo
~ Aço/Metálico
~ Noturno
~ Psíquico
~ Normal
~ Voador
~ Inseto
~ Lutador
~ Terra
~ Pedra
~ Veneno
~ Fantasma
~ Dragão
Nota da Autora:
Acho que a descrição não ficou lá das melhores. Muita coisa foi revelada, outras continuam secretas. Não coloquei o capítulo no main post, porque não sei como enviar link, ou como fazer para o capítulo virar link. Acho que vai rolar algo entre uma das garotas e o Shirou, mas aí só o tempo revela... Suspense? Ainda não. Medo? Quem sabe...


Última edição por Pikachuziinhahsz em Qua 23 Jan 2013 - 17:20, editado 9 vez(es) (Razão : Re-up :3)
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por BelphegorP em Sex 24 Ago 2012 - 20:33

Votação: Pokémon Psíquico

1-Personagem clichê,não tem absolutamente nada que faça o leitor se interessar por ela. E que rasa!

2-Sua casa é invadida e dane-se mundo,vamos dormir!

3-A garota diz ´´Já vai!´´ para o telefone? Não é um erro,mas eu ri.

4-Tá,eu sei que não é um erro...é uma inconsistência não citada. Bem,como a garota fala no telefone com fones?

5-Acho melhor controle remoto. Touch screen? Se levantar pra mudar de canal? Quem foi o gênio?

6-Você repete Hayane em algumas ocasiões,mas são bem poucas comparadas ao prólogo.

7-Mochila ou mala? Inconsistência mais uma vez por falta de atenção.

8-A saída dela para a casa foi rápida,rasa e sem aprofundamento. E espero que explique porque os pais dela não estavam lá detalhadamente.

Uma garota, bem parecida com Hayane atende a porta


9-Vírgula inútil,também podemos encontrar algumas outras,mas fica essa de exemplo.

10- Isso foge totalmente do que é um ''ser humano''. Elas estão animadas para a jornada,e ficam brincando? Desculpe,que ser é esse? Ah,poderia ter colocado a Hamine nos personagens.

11-Essas garotas não estudaram? Deveriam conhecer todos os continentes com 15 anos,mas isso não importa. Afinal,o continente que você criou,você pode mudar. E se seguir as regras dele de maneira correta teremos ótimos conceitos.

- Shirou-kuuuuuuun! – grita a garotinha, correndo na direção dos três.
12-É melhor não responder toques.

Boa sorte com a fic!

Obs: sem nenhum sentimento,a fic não nos deixa sentir nenhum. Espero que melhore e consiga passar oque quer passar.
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por cocotinha_white124 em Sab 25 Ago 2012 - 0:04

Bom,vim comentar,eu já irei dizer que estou começando a me decepcionar com a fic,por exemplo,aparentava ser de mistério mas agora virou jornadinha para vencer a liga.Irei citar o que não gostei,não falrei tanto como a BelphegorP mas citarei os erros e complementare os já cistadosi.

1 - Se a cidade não possue infraestrutura,porque equipamentos de última linha como os aparecidos no texto aparecem?Ficou estranho,parece que você só ajeitou isso por causa do que a BelphegorP falou no último capítulo.

2 - Shirou ficou mal descrito,enquanto Hamine e Nakano nem sequer possuem uma descrição,as fichas não adiantam,é dentro da fic que deve descrever,as fichas das personagens são só um adicional.

3 - A personagem é rasa como já dito acima,é clichê,de boa garota gulosa,personagens assim existem milhões,sem falar que essa aparenta ser a única característica,onde está o resto da personalidade.

4 - Shirou mal havia conhecido elas,não há motivos para ele ter acabado com a discussão,se é que podemos chamar de discussão,afinal elas só falaram das características uma da outra,que por sinal são a única característica de cada uma,se pelo menos a briga tivesse se intensificado seria mais real...

5 - Como já citado,seria impossivel elas com essa idade não conhecerem os continentes do mundo,se pelo menos fosse um país menor,é a mesma coisa que você não saber oque é Reino Unido.

5 - Já falei antes,o prólogo mostra uma fanfic de mistério e agora se tornou isto,não vou me precipitar,mas fanfics de jornada normais se não forem bem escritas e não tiverem clichê,e quando este aparecer for bem usado,geralmente acabam rápido.

6 - Concordo com a Milley,texto colorido fica feio,texto negro é mais formal.

7 -
- Shirou-kuuuuuuun! – grita a garotinha, correndo na direção dos três.
- Ayumi-chan?! – grita o garoto, espantado.
- Shirooou... – diz a garotinha, abraçando o menino.
- A-a-ayumi, quantas vezes já disse para não fazer isso na frente dos outros! – grita o garoto.
- Oniichan*, por quê? – diz a garotinha, quase chorando.
- É que, é que... – fala o menino, com vergonha.
Hayane e Hamine ficaram morrendo de raiva. Quem seria essa garota? As duas ficaram se olhando, até que uma delas pergunta:

Por qual santo motivo elas não saberiam quem era a menina,se a mesma já havia chamado Shirou de "oniichan",não saber os nomes deles tudo bem,mas não entender oque ela era de Shirou.

Outra coisa que notei os gosteos da personagem são identicos aos seus,tudo bem que você coloque em suas personagens umas características suasmas deixar a personagem igual a você,e uma pergunta por qual razão uma votação para que tipo ela escolhe,se você já afirmou que ela gosta muito de elétricos,mas meu voto vai para Steel,pela razão que Dragon,Eletric,Fire,Water,etc estão muito manjados.


Bom espero um novo capítulo,espero não ter tirado uma conclusão precipitada e que sua fic vá longe,boa sorte.
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por -Murilo em Sab 25 Ago 2012 - 11:35

Olá! Infelizmente preciso dizer que a qualidade da fic caiu um pouco do prólogo para o primeiro capítulo. A descrição continua ótima, mas o excesso de falas deixou a fic muito estranha! Não vou falar da história porque eu já esperava que a menina lá começaria saindo em jornada pra depois investigar a equipe vilã. As suas personagens são legais, mas são muito parecidas uma com a outra. Já não basta o nome, ainda tem algumas características similares. Seria legal que cada uma tivesse uma característica bem única que desse pra distinguir uma da outra. A fic continua ótima, mas o excesso de falas estragou um pouco. Tomara que hayane pegue um tipo diferente de grama/fogo/água. Só isso. Boa sorte na fic^^
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Ari Tasarov em Seg 27 Ago 2012 - 21:17

Como disse o Murilo a qualidade da fic caiu um pouco desde o prólogo ao primeiro episódio... Se você não quer tirar a cor do texto, tudo bem, só disse que EU não gosto. Afins, não curti a organização, achei os parágrafos feios, sei lá, muito espaço. .-. Outra coisa que não me agradou foi o tamanho gigantesco dos parágrafos, no prólogo até ficou bonito, mas pra um capítulo ficou estranho.

Sua descrição como no prólogo continua muito boa, a narrativa também! ^^ Apesar das coisas terem acontecido um pouco rápido, consegui imaginar algumas cenas direitinho, parabéns! Sua ortografia também é ótima não vi erros!

Nada a falar da história ainda, acho que vai ser interessante! *-* Não vou tirar nenhuma conclusão agora. Mas minha última dica é que você repita menos os nomes das personagens, troca por "ela, a menina, a garota, tal", não repita tanto o nome delas... =/

Mas a fic ainda tem uma grande qualidade e acho que você tem uma bela história em suas mãos, faça uma jornada diferente, dê mais personalidade aos personagens, sei que tens um grande potencial!

Kisses! Boa sorte! õ/
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Pikachuzinha em Seg 3 Set 2012 - 0:29

Olá, pessoal! Desculpem o atraso, semana de provas é muito tenso =/... Vamos aos comments:


Comments:
BelphegorP: 1- Concordo que ficou meio raso o capítulo 1. Porém, eu usei-o para basicamente, introduzir alguns dos personagens principais; quanto ao clichê, a partir do capítulo 2, vai sumindo.
2- A casa de Hayane não foi invadida. Ela foi meio que, espionada, apesar que os M's nem estavam ligando para a casa dela.
3- Normal, expressa meio que "raiva" do telefone.
4- Esse passou bem despercebido na hora da digitação. Quanto a essa parte, creio que o leitor pode imaginar por si só que ela tirou os fones.
5- Outro detalhe que passou despercebido. Realmente, não ficou legal. Como as televisões não vão interferir na história, creio que pode-se deixar passar. Caso os leitores queiram também, imaginem um tipo de recurso que permite controlar a TV de longe. É legal a interação da história e o leitor. E usar a imaginação também não faz mal, né!
6- Tentarei melhorar nessa parte Laughing .
7- Acho que não é bem erro. Nessa situação, creio eu que podem ser usados como sinônimos.
8- Não tenho um bom senso de direção, tongue . Quanto aos pais dela, eles não vão interferir em quase nada na história. E os detalhes básicos já foram ditos no prólogo.
9- Vou prestar mais atenção nessas horas Wink
10- Essa não foi descuido. Acontece que Hamine é muito relaxada. Pode estar morrendo alguém que ela continua ali, normal, como se não estivesse acontecendo nada. E isso parece que é contagioso, porque Hayane acaba sendo levada pelo relaxamento da prima xD. Mas realmente, isso ultrapassa os 100% da tabela dos relaxados do IBGE (e essa tabela existe Suspect? ).
11- Imaginei que iam estranhar isso. Por isso já até preparei minha resposta. Elas estudaram sim. Mas tipo, é igual aula de história, se é descobrimento do Brasil, praticamente só fala do Brasil. Se menciona outros lugares, é bem rápido, não dando tempo de conhecê-los exatamente. E com o tempo, os lugares vão sumindo da memória. Simples assim.
12- Ok. Vou parar. Só vou utilizar narração nas falas que necessitarem.
Obrigada, espero que goste desse próximo capítulo!

Thelack: 1- Bem, Seichi não tem mesmo infraestrutura para fabricar esses produtos. Mas Torichi tem! E essa outra cidade fica bem perto de Seichi, ou seja, fica bem mais fácil transportar esse tipo de produto entre as cidades. E não pense que eu inventei isso na hora, já estava planejada essa parte Wink .
2- Esses detalhes se revelam com o tempo. Eu modifiquei a ficha com mais detalhes, e nesse capítulo de hoje, vão ser reveladas algumas coisas sobre o passado de Hayane. Ah, Nakano é o sobrenome dela. Tentei deixar a fic o mais próxima possível do Japão, pois muitos personagens falam japonês na história. Inclusive, nesse capítulo já tem! Obs: No Japão, o sobrenome vai antes do nome, isso explica o Nakano Hayane.
3- O clichê some com o tempo. E as características aparecem, conforme a história se passa.
4- Nem foi bem discussão, foi mais briguinha de criança. Shirou realmente foi intrometido nessa parte, porém se a tal briga continuasse, ia ocupar uma parte do capítulo que já estava reservada para outras situações.
5- Vide resposta número 11 da BelphegorP.
6- Olha, mesmo que fosse 1 capítulo para cada cidade, seria meio impossível a fic ter menos que 30 capítulos.
7- Queria revelar esse detalhe no capítulo 2, mas a verdade é que as duas garotas não sabem nada de japonês. E olha que a fic tem relações com coisas japonesas '-'.
Realmente, é parecida comigo. Mas não é igual. Eu não penso isso dos pokémons fantasmas, e a verdade é que tenho medo de insetos. Mas como "insetofobia" já se tornou clichê... Eu não sou muito defensora não, pode crer viu '-'. Por fim, parecida é, mas não é totalmente igual. Ah, o pokémon dela não vai ser elétrico cheers .
Murilo_Marcos: Sim, esse capítulo realmente teve excesso de falas. Mas a intenção era essa mesmo, pois esse capítulo foi mais para introduzir alguns dos personagens. Prólogo pra mim é pra não revelar. Capítulo sim, pode se soltar. Quanto a qualidade de uma fic, é sempre variada né alien .
- Milley: Obrigada pelo comment. Achei que foi doce da sua parte queen . De agora em diante, o texto vai ser em preto e em fonte Comic Sans Ms. Os parágrafos, não sei dar espaço menor, eu uso o centralizar, não achei outro jeito. Acho que boa parte do clichê some nesse capítulo. Mas, né, vamos ter que ver pra crer albino .


Agora, as fichas da Hamine, do Shirou e da Ayumi e também os resultados da votação passada:

Votação:
Bem, os resultados dessa votação ainda não serão divulgados pelo seguinte motivo: nesse capítulo a história se desvia um pouco da jornada, porém assim que tudo voltar ao normal, ele será divulgado normalmente.

Hamine:

Nome: Yoshimitsu Hamine
Nome Original: Kuonji Yume
Idade: 14 Anos

Descrição: Hamine é muito parecida com sua prima Hayane. Destaca-se pelos laços no cabelo, ao invés de fones. É preguiçosa e relaxada. O mundo pode estar acabando que ela continua ali, "de boa". Ela prefere os pokémons normais, por serem simplesmente, normais. Não gosta dos tipo pedra. Para ela, são pokémons perigosos. Adora subir em árvores e pegar berries. Gosta muito do pokémon Munchlax. Ao contrário da prima, Hamine não é muito curiosa. É medrosa e às vezes, pessimista.

Shirou:

Nome: Tainaka Shirou
Nome Original: ??? (Desconhecido, se alguém souber favor mandar MP)
Idade: 14 Anos
Descrição: Shirou é um garoto bonito e gracioso. Tem um sentimento interior por Hamine. Ele é totalmente inocente, não tem noção sobre as consequências dos seus atos. É educado e gentil com todos. Tem uma irmã chamada Ayumi. Ele protege-a e defende-a de tudo que possa ser perigoso. Para ele, todos os pokémons são bons. Por isso, não tem preferência por tipos.

Ayumi:

Nome: Tainaka Ayumi
Nome Original: Hirasawa Yui
Idade: 8 Anos
Descrição: Ayumi é uma garota de coração muito bom. É capaz de arriscar sua própria vida para salvar a de alguém. Está sempre com duas presilhas amarelas no cabelo. Tem um irmão mais velho chamado Shirou. Ela é muito apegada a ele. Assim como ele, é doce e também não tem preferência por tipo de pokémon.




Capítulo 2 - Um imprevisto destrutivo!
(Narrador)



Hayane estava intrigada. Como Shirou e sua prima poderiam estar se dando tão bem em tão pouco tempo? Era isso que Hayane queria saber. Os dois estavam prestes a se beijar. Ayumi estava torcendo para que isso acontecesse. Ela ia ver seu irmão encostar os lábios nos de uma garota pela primeira vez! Seu coraçãozinho palpitava desejando pelo acontecimento. Os olhos dela brilhavam, suas bochechas ficavam rosa e suas mãos, encolhidas. Hamine, embora não parecesse, estava morrendo de vergonha. Se beijar com um garoto que acabara de conhecer, na frente de um monte de pessoas? É, ela ainda não estava pronta para isso. Mas as palavras não saíam de sua boca.
O coração da garota batia forte, era uma sensação ansiosa. Hayane estava morrendo de raiva, havia perdido a chance de sua vida. Mas não queria atrapalhar o momento tão crucial da prima.

Caminhou para o canto da rua, onde havia um gramadinho e alguns bancos de madeira. Os bancos eram almofadados, com um dispositivo que se acionava apertando um botão no braço do banco. Ele continha um buraco para por copos e outro para colocar algo que você quisesse. Visto que não ia usar, Hayane aperta o botão novamente, com agressividade. Levanta-se e começa a olhar dentre as árvores. Ver, apenas um gramado, vasto, sem nada. Ouvir, uma música, que aparentava ser de algo interessante. Dava uma queda longa. Mas ela queria descer pra ver o que estava acontecendo lá em baixo. Arriscou-se, pulou e disse:
- Aí vamos nós!!

Hayane cai ligeiramente no chão. Havia ralado os joelhos e um pouco a palma da mão. Porém não se feriu. Começa a caminhar até conseguir ver um grupo de aproximadamente cinco pessoas se apresentando. Era um circo pokémon ao ar livre! Isso deixou a garota feliz. Seu coração começou a bater mais devagar. Ela estava calma, porém bem alegre. Esse momento trazia boas recordações de sua infância.

"Sete anos atrás, quando a suposta menina tinha apenas oito anos de vida. Apertava firmemente a mão de sua prima. Sua tia estava logo atrás. Seu coração faltava sair pela boca! Ela prestava muita atenção a cada ação que via. Ver pokémons pulando um arco de fogo, se equilibrando em outros pokémons... Era incrível! A sensação era maravilhosa! E as garotas pareciam adorar. Era a primeira vez que elas se sentiam tão felizes assim! Era difícil acreditar que um dia depois, a tia havia desaparecido..."

Hayane começa a observar o grupo de pessoas e seus três pokémons; Pansear, Panpour e Pansage. Os três macaquinhos faziam acrobacias incríveis. Haviam três pokémons e, supostamente, três treinadores. A mágica possuía um cabelo curto, de cor roxa. Ele era um pouco enrolado, puxado para a frente. Suas sapatilhas eram bem simples e da mesma cor dos cabelos. Trajava uma calça roxa, uma blusa branca com detalhes em violeta. O equilibrista tinha um cabelo arrepiado, azul escuro. Trajava uma blusa vermelha, com detalhes em branco. Usava luvas azuis que cobriam a parte dos braços que ficava em aberto. Suas calças eram da mesma cor de seus cabelos e seus sapatos eram vermelhos, assim como a sua blusa. A acrobática tinha um cabelo azul escuro, preso. Usava uma blusa vermelha com detalhes mínimos na cor branca. Usava um short da mesma cor dos cabelos, e um meião que atingia os joelhos, também na cor azul escuro. Seus sapatos eram vermelhos e combinavam com a sua blusa.


O garoto se deita no chão, levanta os braços e as pernas para cima; em seguida, o macaquinho vermelho Pansear pula em seus braços. Ele começa a equilibrar o macaquinho nos braços e nas pernas, e logo depois ele se levanta lançando o macaco no ar. Depois da façanha, o Pansear aterrissa em sua cabeça. Hayane bate palmas até não poder mais. Era contagiante a alegria dos circenses. A mágica então põe-se no lugar do equilibrista. Mas antes que ela pudesse iniciar a apresentação, o chão começa a tremer.
- Terremoto!! - grita a mágica.

Hayane e os circenses começam a correr. O barranco era alto demais, não tinha como subir. Eles estavam presos. Hayane estava prestes a gritar por socorro, quando a acrobática pega uma pokébola de seu bolso e grita:
- Vai, Pidgeot!
- Subam em cima dele, rápido vocês três!

Os três então sobem no pássaro, que assim começa a voar. A acrobática fica no aguardo do pokémon voltar para buscá-la. Era possível ouvir gritos de pessoas por todo canto. O terremoto estava começando a se intensificar. Hayane estava preocupada com os amigos. Assim que o pokémon chega lá em cima, a garota pula de cima dele.
- Hamine, Shirou, Ayumi, vocês estão bem?
- Estamos, mas olhe, o barranco está desmoronando!
Ainda em cima do pokémon, o equilibrista grita:
- Mary!
Era tarde, Mary estava soterrada entre as pedras. Ayumi, com seu coração bom, se joga do barranco para tentar ajudar.
- Ayumi! Não!! - grita Shirou.

A garotinha não aguenta o impacto da queda. Quando Shirou viu, ela já estava caída no chão. Ele estava preocupadíssimo. Ele era capaz de fazer qualquer coisa pela irmãzinha agora. O irmão então pula de lá de cima. Assim que aterrissa, pega sua irmão no colo, e põe a mão no coração dela. Ela ainda estava viva. Mary estava logo ao lado, embaixo de um monte de pedras. Hamine e a prima que ainda estavam lá em cima pulam também. O terremoto estava ficando mais forte a cada minuto.
- Shirou, você está bem? - pergunta Hamine.
- Sim, mas eu não diria o mesmo para Mary e Ayumi.
Hayane então chama o Pidgeot, que estava lá em cima esperando ordens de sua treinadora.
- Leve-me até em cima!

Pidgeot sabia que Hayane não era sua treinadora, porém, obedeceu. Quando a garota finalmente chega aonde queria, ela começa a correr, na certa com algum rumo. Hamine não estava entendendo as intenções da prima, porém ela estava com um pensamento bom. O objetivo de Hayane era chegar ao CMS (Centro Médico de Seichi). Era bem perto do laboratório. Era só ir reto, para o sul. Faltava pouco, já dava para avistar o prédio branco. Ele tinha um telhado azul e uma porta automática de vidro. Em volta dele, havia um gramado com margaridas. A rua era simples, não tinha muito o que observar. Apenas algumas árvores e arbustos. Passava bastante gente naquela rua. Assim que Hayane chega, ela põe-se a falar com a recepcionista:
- Socorro, me ajude, por favor!
- Sinto muito, agora não dá! Saiam todos do prédio, ele pode desabar a qualquer instante! – grita a enfermeira.
Havia pessoas saindo do prédio loucamente. Hayane estava com medo. Ela já havia presenciado terremotos, mas nunca um tão forte.
- Vamos, vamos! O prédio não vai durar muito mais tempo do que isso! – diz a enfermeira.

Será que Hamine e Shirou estão bem? Será que Ayumi irá sobreviver?
Descubra tudo no próximo capítulo!



Nota da Autora:
Bem, acho que o tamanho diminuiu um pouco. A descrição na hora do terremoto deixou a desejar. Os fatos passaram-se rapidamente, porém acho que está acompanhável.

Votação:
O que acontecerá com Ayumi?

~ Ela vai morrer.
~ Vai dar tudo certo.
~ Ela vai ser ignorada pelo resto da história.
~ Não sei.


Última edição por Pikachuziinhahsz em Qua 23 Jan 2013 - 17:23, editado 6 vez(es) (Razão : Re-up :3)
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por cocotinha_white124 em Seg 3 Set 2012 - 20:17

Votação:Quero que ela morra. q


Um capítulo razoavel,deixou um pouco a desejar na descrição e ficou confuso:

1 - não é acrobática é acrobata.

2 - acho ruim colocar imagens nas fics.

3 - Hamine está interessada no Shirou e vice versa,mas não mostra nenhuma causa,o capítulo começa e do nada os leitores recebem a informação que eles se gostam,talvez teria sido melhor se "armasse o terreno" no capítulo anterior.

4 - Os personagens estão um pouco mais carismáticos,apesar de tudo Ayumi e Shirou me dão certa raiva,Hayane mostrou um pouco de carisma e Hamine(só pela descrição,não mostrou nada no cap) foi uma das minhas favoritas junto com Hayane.

5 -
Hayane começa a observar o grupo de pessoas e seus três pokémons; Pansear, Panpour e Pansage. Os três macaquinhos
faziam acrobacias incríveis. Haviam três pokémons e, supostamente, três treinadores. A mágica possuía um cabelo curto, de cor roxa. Ele era um pouco enrolado, puxado para a frente. Suas sapatilhas eram bem simples e da mesma cor dos cabelos. Trajava uma calça roxa, uma blusa branca com detalhes em violeta. O equilibrista tinha um cabelo arrepiado, azul escuro. Trajava uma blusa vermelha, com detalhes em branco. Usava luvas azuis que cobriam a parte dos braços que ficava em aberto. Suas calças eram da mesma cor de seus cabelos e seus sapatos eram vermelhos, assim como a sua blusa. A acrobática tinha um cabelo azul escuro, preso. Usava uma blusa vermelha com detalhes mínimos na cor branca. Usava um short da mesma cor dos cabelos, e um meião que atingia os joelhos, também na cor azul escuro. Seus sapatos eram vermelhos e combinavam com a sua blusa.

Você usou três vezes a palavra trajava sendo que poderia ter escrito trajava/vestia/usava.


Boa sorte :3
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Pikachuzinha em Ter 18 Set 2012 - 21:57

Olá, gente Wink . A área de fanfics morreu? A BelphegorP, Murilo_Marcos, - Milley não estão comentando mais aqui na área Neutral ... Bem, vamos aos comments:

Comments:
Thelack: 1- É, sabia que eu ia confundir isso... Mas acho que dá pra entender, né Wink .
2- Eu também não gosto muito, mas acho que personagens que vão ter certa importância na história por mais de um capítulo, não precisam de ficha. Compensa mais por uma imagem para deixar mais clara a aparência deles.
3- É... O terreno já havia sido descrito no capítulo 1. Mas Hamine já demonstrou que gostava do Shirou, né? Assim como Hayane. Então achei que seria interessante iniciar o capítulo baseado nessa informação.
4- Coitados pale . Confesso que meus personagens preferidos da história ainda estão por vir Razz . Como eu já disse, a personalidade dos personagens vai aparecer com o tempo. Sinceramente, prefiro a Hayane do que a Hamine.
5- Nossa, e se pensar que a minha intenção era evitar esse tipo de coisa Embarassed ... Vou prestar ainda mais atenção alien .

Obrigada ^^.

Novidades:
Novidades, pessoal! Vou fazer um evento, envolvendo os personagens principais! Será uma distribuição dos Trainer Card's deles! Sei que qualquer um pode pegar e fazer, mas nada como um feito do próprio autor do personagem né ^^.

Votações:
Well, fiquei de responder as últimas votações né. A 1ª, dos tipos de pokémon, no qual os leitores tinham de escolher o tipo que eles achavam que Hayane iria escolher. E a resposta era... Venenoso! Por enquanto o "pokémon misterioso" da Hayane ainda não vai aparecer. Porém, eu já sei qual vai ser ^_^. O pessoal já sabe o tipo, falta o poké agora né Wink . A votação da Ayumi, a resposta certa era a número três. Ela vai ser ignorada por uns tempos, porém retornará a aparecer, junto com o seu irmão.




Capítulo 3 - Destruição Total! Vida ou Morte! (parte 1)
(Narrador)




Seichi estava se transformando em um mar de pedras. Hayane estava muito triste. A cidade onde ela viveu todo esse tempo estava virando um monte de entulho. Infelizmente, ela não podia fazer nada. Talvez seus amigos estivessem em apuros. Se o desastre tiver afetado toda Sydoria, Hayane teria de deixar seu continente natal. Mas para onde ela iria? A garota estava boiando em pensamentos pessimistas. Ela se assusta friamente quando a porta automática cai na sua frente. Ela teve que fazer o impossível para desviar dos cacos de vidro. O balcão se despedaçava pouco a pouco. O piso do chão estava ficando arranhado. Antes que pudesse dar conta, Hayane estava presa dentro do centro médico.

Ela grita por socorro, mas ninguém atende ao pedido. Ela estava bem encrencada. Então ela vê algo que pode salvá-la. As escadas! Não era longe, mas as pedras dificultavam a passagem. O corrimão era vermelho e branco. O piso da escada era bege, assim como o do chão. Antes da escada, havia uma mesinha pequena de acrílico, com quatro cadeiras. Realmente, era muito difícil de passar. A quantidade de entulho era significativa, sem falar que o chão tremia muito, e as paredes podiam desabar. Hayane então tem uma ideia. Era só pular em cima da mesa, que dava para chegar! Mas como ela iria fazer isso? É, outra ideia em vão. Sem falar que o objeto tremia muito. Ela podia pular em cima dele, mas em compensação os riscos da mesa cair eram grandes. Arrastar as pedras com os pés também não ia adiantar, pois elas eram pesadas demais. A situação estava ficando séria. Todas as pessoas já haviam saído do lugar, porém a garota ficou para ver se conseguia algum atendimento. Foi uma atitude estranha, pois já que não tinha ninguém no centro médico, o que adiantaria ficar lá, né? Os vestígios que sobraram do balcão foram soterrados pelas rochas. O lustre da sala de atendimento balançava muito e estava sujeito a cair. As paredes tremiam fortemente, e o chão também. Se não saísse agora, era para não sair nunca. O piso do chão rachava.

Hayane estava em um pequeno “quadrado” de piso na frente do balcão, que um dia, foi um objeto. A parede tinha inúmeras rachaduras. A direita estava quase se quebrando, de tão forte que era o tremor. A garota estava com medo, seus amigos poderiam estar em situações piores. Gritos de socorro davam para ser escutados por toda cidade. Hayane gostaria muito de atender, pelo menos um deles. Mas seu coração batia tão forte a essas alturas... Seu maior desejo era sair daquele lugar. Por mais que a garota fosse contra, era o fim do lugar, que um dia foi chamado Cidade de Seichi. Ela queria muito saber como estava a situação do resto do continente. Mas era uma pergunta irrespondível no momento. Os cidadãos agora só pensavam em fugir. Certamente, para alguma outra região distante. Hayane estava assustada. Nunca havia visto a cidade de um jeito tão inquieto. Árvores caíam, pessoas fugiam e casas desabavam. Essa era a vista da cidadezinha agora. O coração de Hayane estava um tanto acelerado. Sua mente pensava em coisas horríveis. Seichi estava na beira da desgraça.

Os pais de Hayane talvez pudessem ter se salvado. Eles saíram para outra cidade, antes do incidente. Mas com a intensidade do terremoto, certamente deveria ter afetado mais algum lugar. Hayane estava desprevenida. Qualquer parede ou objeto que ameaçasse que cair, ou caísse, poderia acertá-la. Sua atenção agora estava na família. Se o terremoto afetasse Sydoria inteira, certamente, as chances de se obter notícias sobre sua tia seriam quase inexistentes. Seus pais agora poderiam estar vivos, ou mortos. 50% de chance para cada opção. A garota então acorda dos pensamentos submersos. A parede esquerda estava cedendo ao terremoto. A mesa de acrílico foi destruída pelas pedras e a parede direita tremia muito, sem dar sinais de trégua. A situação piorava a cada segundo, mas não havia jeito de sair.

Hayane estava atenta aos movimentos, já que um descuido agora era capaz de lhe tirar a vida. O chão estava tremendo demais, a ponto de desequilibrar a garota. A parede esquerda então, não resistiu. Caiu friamente no chão. Felizmente, ela estava mais perto da direita. Os restos da parede não chegaram a atingi-la, mas chegaram perto. Ela pensou em fugir pelo buraco que tomou o lugar da parede, mas ele se encontrava muito longe da garota. Lágrimas tomaram o rosto de Hayane. Mas ela devia ser forte. Para ela, perder a cidade de Seichi seria como perder parte do coração. Ela era muito apegada a esse lugar. Estava prestes a perder as esperanças, quando um garotinho de aproximadamente seis anos passa da frente do prédio em que ela estava. Dava para ver muito bem pelo buraco em que ficava a porta automática, que havia alguém lá dentro. E o garoto lá fora olhava para Hayane de um jeito bom. Parecia que ele queria ajudar.

- Ei garota! Espera aí que eu já volto! – diz o garotinho lá fora.

Hayane estava assustada demais para ouvi-lo. Seu coração batia rápido demais. O garotinho então volta, com um pequeno Taillow nos ombros.



O que será de Hayane? Quem será esse garotinho? O que acontecerá com Hamine, Ayumi e Shirou? Descubra tudo na próxima parte do capítulo!


Preview:
Preview

Oi gente! Sou eu, a Hayane! Finalmente consegui sair do prédio, mas a situação continua ruim. Meus amigos não estão mais onde estavam, para onde será que eles foram? Vou estar acompanhada de um garoto chamado ...!

Nota da Autora:
Nota da Autora


Sinceramente, não curti muito esse capítulo. Confesso que estou meio sem tempo pra fic, mas não vou desistir! A opinião de vocês é que conta, então Enjoy Surprised !

Votação:
Votação


Qual você acha que será o nome do garotinho?

~ Jimmy
~ Kaoru
~ Timmy
~ Tim


Última edição por Pikachuziinhahsz em Seg 28 Jan 2013 - 16:57, editado 5 vez(es) (Razão : Re-up :3)
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Drawin em Ter 18 Set 2012 - 22:43

Olá, Pika Girl! Posso dizer que a sua fic não me interessou muito, mas não faz mal comentar algo toda a semana para ajudar os novatos fic writers. Desculpe se sair um wall post.

Antes de tudo... Se não tem tempo para fics, porque diabos escreve uma fic?

Agora é sério:
Seichi estava se transformando em um mar de pedras. Hayane estava muito triste.
Um dos erros mais comuns: troca de vírgula por ponto!
´´Seichi estava se transformando em um mar de pedras, Hayne estava muito triste´´
Cuidado com isso. Agora vou encher o saco citando mais em negrito! Vírgulas inúteis também! Ah, eu não quero dizer o certo em tudo que está errado, daria um post MUITO grande, então se quiser que no próximo cap eu diga e faã mais um belo wall post, só dizer.
Se o desastre tiver afetado toda Sydoria, Hayane teria de deixar seu continente natal.
A garota estava boiando em pensamentos pessimistas. Ela se assusta friamente quando a porta automática cai na sua frente.
O balcão se despedaçava pouco a pouco. O piso do chão estava ficando arranhado.
O corrimão era vermelho e branco. O piso da escada era bege, assim como o do chão
Então ela vê algo que pode salvá-la. As escadas!
Ah, aqui merece: em vez do ponto é um :
Era só pular em cima da mesa, que dava para chegar!
Foi uma atitude estranha, pois já que não tinha ninguém no centro médico, o que adiantaria ficar lá, né?
Hayane estava em um pequeno “quadrado” de piso na frente do balcão, que um dia, foi um objeto.
Parei que isso daqui já ficou grande demais. Para outras críticas. E que lembre que ainda tem mais problemas de vírgulas, só quero dar uma noção

50% de chance para cada opção
Yep, isso tá estranho. De onde vem isso de 50%? Está óbvio que afetou o resto do país, então porque temos tantas chances? Não temos base para mais ou menos, então essa afirmação... Não está certa.

Parece que não escreve no Word e sim no bloco de notas. Temos as vírgulas e também as várias repetições. Sim, isso só pode ser eliminado se você revisar algumas vezes, só uma vez nunca dá certo =x

Cap bem pequeno: ele foi somente para passar a emoção (muito bem construída, palmas para você Pika Girl, está realmente ótimo) e nada mais. Além de minúsculo temos todas essas falhas. Uma pena, estava bem escrito, poderia ser bem melhor.Fora isso achei fora de lugar o sprite do Taillow. Em um capítulo cheio de emoção e tensão colocar aquilo ali meio que ''quebra''.

Voto para Kaoru <3 Boa sorte com a fic, vou acompanhar!
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por DarkZoroark em Sab 22 Set 2012 - 1:05

Olá Pik
Já estou querendo comentar aqui faz duas semanas, mas minha "santa" professora de literatura passou quatro livros do Dom Casmurro para minha turma, ler, analisar, e criar uma resenha sobre cada um destacando aspectos culturais e fisiológicos daquela época. Resultado, passei esse tempo lendo livros do tempo de Matusalém (não me leve a mal, adoro os livros, mas podiam lançar uma releitura com um vocabulário mais atual). Enfim, vamos parar de falar da minha vida e falar sobre sua fic.
O tema da sua fanfic é bastante interessante. Sempre me interesso por fanfics com Fan-continents, pois, na minha modesta opinião, precisam de um maior planejamento por parte do autor para coordenar todas as características da região. Infelizmente a fanfic está um tanto ruim. A Darwin já destacou todos os erros que consegui encontrar nesse capítulo, mas esqueceu de dois detalhes importantes: Descrição e narração.

Narração - Está relativamente boa, mas acho que você pode dar uma aprofundada nos detalhes. Eu também tenho problemas nessa área, mas aprendi desde cedo que só na tentativa e erro conseguimos progredir nesse quesito.

Descrição - Acho que você a está centrando muito esteticamente e deixando de fora as emoções e sentimentos que os personagens possuem. Isso é algo bastante comum na verdade, que, como a narração, só melhora com a prática. Vou dar um exemplo com a única fala do seu último capítulo:

- Ei garota! Espera aí que eu já volto! – diz o garotinho lá fora.
Acho que aqui você poderia ter posto assim

- Ei garota! Espera aí que eu já volto! – diz o garotinho lá fora, assustado ao ver que a desconhecida estava passando por dificuldades. Queria correr e avisar o quanto antes alguém sobre isso, mas também não desejava deixar a garota pensar que se tratava de um covarde.

Além de deixar o capítulo mais bonito, dá um gosto maior para o leitor ler ao identificar-se com personagem x ou y. O único outro problem que encontrei em sua fanfic foi a repetição de palavras. Isso deixa a leitura mais massante. Use alguns dicionários de sinônimos (o Word possuí um excelente) pra evitar isso, e sua fanfic concerteza melhorará bastante. Aguardo seu próximo capítulo.
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Pikachuzinha em Dom 7 Out 2012 - 22:10

Oi gente... Desculpe o atraso... O grande atraso. É que o meu computador foi pro céu e o capítulo foi junto. Tive de refazer tudo =/. Mas well né...

Comments:
Drawin: Primeiramente, não é que não tenho tempo. É que eu estava sem tempo. E eu sei que cometo esses erros inúteis ^^'. O capítulo foi pequeno porque... É a metade, oras! Parte um... Parte dois... O negócio do 50% era pra representar metade, ou seja, probabilidades... E agora o que vem de mais importante na minha resposta: eu não escrevo no bloco de notas. Só o que eu faço é responder os comentários pela caixa de resposta da PM e.e'. As fichas tem vezes que faço aqui, outras faço lá. Mas os capítulos são feitos no Word (exceto os títulos '-'). E outra coisa que você pode perceber, é que as respostas aos comments são bem informais. Ah, o sprite do Taillow eu só coloquei porque muitas pessoas começaram no Pokémon com o Black/ White, então eles não conhecem os pokémons de Hoenn. Realmente não ficou boa a posição, mas não tinha outro jeito.

DarkZoroark: Eu não sabia dessa do dicionário de sinônimos, mas agora que você falou passarei a usar. Acho que captei bem o negócio da emoção dos personagens. Eu gosto de descrever a estética do lugar e na maioria das vezes, me baseio em lugares reais. Como exemplo, a casa de Hamine. Eu usei o apartamento da minha avó como base. Já a de Hayane eu não vou falar que base eu usei se não vocês vão rir de mim XD. Eu espero que goste desse capítulo. ^^

Votação:
A resposta certa é... Timmy! Realmente eu não tinha pensado em por um nome americano na história. Mas então, lembrei que ele e a irmã dele são originários de outro continente, cujo nome vai ser mostrado nesse capítulo. Concluímos então que: se eles são estrangeiros, o nome deles obviamente tem de ser também.


Agora a ficha do nosso fofinho Timmy:

Timmy:

Nome: Timmy Smith
Nome Original: Kagamine Ren
Idade: 8 anos
Descrição: É um garoto gentil, porém como qualquer outro menino de sua idade gosta de aprontar. Detesta pokémons de água, por causa de um trauma de infância. É muito apegado à Hayane. É originário de Hoenn e possui uma irmã chamada Hayley. É bem divertido e é também um bom companheiro.




Capítulo 3 - Destruição Total! Vida ou Morte! (parte 2)

(Narrador)





- Taillow, ajude-a! – gritou o menino, com uma expressão um tanto confiante.

A pequena ave se dirige até Hayane. O garoto olhava atentamente a cena. O vento bagunçava os seus cabelos loiros. Enquanto isso, o passarinho se esforçava ao máximo para tentar salvar a menina. O tremor agora estava fraco, quase não dava para sentir. Mas do mesmo jeito, os restos de objetos atrapalhavam muito, a ponto de derrubá-los ou feri-los.

O guri do lado de fora torcia. O pokémon estava conseguindo, porém Hayane era um pouco pesada. Os dois se encontravam na metade do caminho. O pássaro segurava a blusa da adolescente pelo bico.
- Vamos, vamos! Só mais um pouco... – murmurou o guri, com pensamentos positivos.

Eles já estavam se aproximando da porta. A garota estava com medo, seu coração aparentava acelerar mais a cada segundo. O garotinho percebeu que ela não estava se sentindo muito bem, então, decidiu encorajá-la:
- Vamos! Eu sei que você consegue. – dizia ele, com uma expressão alegre.
- E-e-eu... Não consigo. – afirmou Hayane, amedrontada.
- Sim, você consegue! Vamos, só falta um pouquinho! Pule daí logo! – disse ele, impaciente.
- O-o-ok. Um... Do-do-dois... – falava a menina, gaguejando. A sensação ruim de pavor estava dominando o seu corpo.
- Três... Pula! – gritou o menino.

Ela então salta. A guria conseguiu! O menininho então a aplaudiu. Com o coração batendo forte, a garota ainda estava assustada.
- Parabéns, você conseguiu! – gritou o pequeno, que estava ofegante e um bocado alegre.
- O-o-obrigada. Você salvou minha vida. – afirmou ela, agradecida.
- Agradeça ao Taillow, foi ele quem fez o trabalho. – disse o guri.
- Taillow... Obrigada por me salvar. – agradeceu Hayane, tímida.

O pokémon então sorriu. Sentiu-se gratificado, afinal, acabara de salvar uma vida.
- Hey. Meu nome é Timmy Smith, e o seu? – questionou o garotinho, curioso.
- Nakano Hayane. – responde ela, ainda meio tímida.
- Prazer. Você é daqui mesmo, não é? – perguntou Timmy.
- Sim... Por quê?
- O sotaque. – respondeu ele.

Eles então começaram a bater papo. Eram coisas bem da juventude. Embora o menino fosse bem mais novo, era interessante conversar com ele. O terremoto havia parado, porém os vestígios deixados por ele ainda estavam espalhados pela cidade de Seichi.

- Timmy, de que continente você veio? – questionou Hayane.
- De Hoenn. Eu e a Hayley. – respondeu ele, com um suspiro.
- Quem é essa moça? – perguntou ela, com uma expressão inocente.
- Minha irmã. Ela estava comigo até o tremor começar. Aí ela me mandou sair e ajudar quem precisasse. Desde então não a vi mais. – contrapôs o pequeno.
- Ela deve estar bem... – disse a garota, fingindo ter certeza.

Hayane não estava com toda a confiança do mundo em si mesma, porém torcia para que Timmy encontrasse a irmã. Ela estava na dúvida do que fazer, afinal também precisava de algum contato com a prima Hamine. Mas do mesmo jeito, ela havia criado a imagem de um plano que talvez pudesse dar certo.
- Tive uma ideia. – afirmou ela, com pensamentos positivos.
- Pois então diga!
- A Hayley tem Tecphone portátil, não tem?
- Tem sim, por quê? – perguntou ele, que parecia não entender nada.
- Porque eu estou com o meu aqui na mochila! Podemos obter contato com ela! – gritou ela, alegre.
- É verdade... Ela deve estar com o dela também. – afirmou o pequeno, meio na dúvida.
- Você sabe o número dela? – perguntou Hayane.
- Sei. 9502-8913. – respondeu o garoto, com uma expressão aparentemente normal.
- Ok, vou ligar pra ela. – disse a garota, tirando um aparelho rosa e branco da bolsa. Ele era muito moderno e bonito.

Preview:
Oi, pessoal! Aqui quem fala é o Timmy. A ligação está ruim, mas sem dúvida não é a minha irmã no telefone... Quem será essa pessoa? Descubra tudo no Capítulo 4 - Bang Boom! Hoenn e Sinnoh!
Nota da Autora:
Well, primeiramente, peço desculpas pelo atraso do capítulo. A minha satisfação já foi dada no início do post. Depois, me desculpo novamente pelo tamanho "aleatório" dos parágrafos. Mas realmente, não faço ideia de um critério diferente. Acho que o capítulo expressou bem as emoções dessa vez, mas isso não importa pra mim, o que importa é que eu estou viva e graças a Deus tenho mãos para escrever. Espero que eu tenha melhorado. OBS: Se algum sortudo tiver o mesmo número que a Hayley favor me avisar Laughing
Votação:
A ideia de Hayane vai obter sucesso?

~ Sim, tenho certeza.
~ Não, ainda não sei.



Mr. Black: Comentário do Pokaabu apagado por ser considerado flood.


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yo o/

Mensagem por Levizinho_PokemonMaster em Dom 7 Out 2012 - 23:46

\o/ Eaee, gostei muito da sua fanfic... ^^ Tem um clima meio de supense. Estou aguardando para ler a continuação viu
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Re: A Journey in Sydoria

Mensagem por Pikachuzinha em Qui 11 Out 2012 - 17:19

Oi, gente! Cheguei mais cedo Very Happy . Achei muito lindo esse capítulo ^^. Mas antes... Os comments!

Comments:
Levizinho_PokemonMaster: Muito obrigada! Espero que continue acompanhando... E a continuação chegou drunken .
Votação:
A resposta é... Não! .-.'. Mas você não sabe porque a resposta é negativa... Então, vamos ter que ler para descobrir! tongue



Capítulo 4 - Bang Boom! Hoenn e Sinnoh!

(Narrador)





Hayane e Timmy olhavam firmemente para o TP (Tecphone portátil). A garota discava o número na pequena tela touch screen. Sucesso! O aparelho o aceitou, agora só faltava Hayley atender. Ele fazia o barulho típico de qualquer telefone.

- Alô. – disse um homem do outro lado da linha. Sua voz era bem grossa e discreta.
- O-oi. Po-posso falar com a mi-minha i-irmã? – gaguejou o garotinho, ofegante.

O cara do lado da linha oposta então desligou. Na certa, não era Hayley. Timmy ficou assustado. Ele não sabia o que fazer, já que a sua irmã não emprestaria o TP pra qualquer um.

- Hey, Hayane. Não era ela! Tenho certeza! Alguma coisa está errada. – afirmou o guri, irritado com a situação.
- É mesmo. Será que alguém roubou o Tecphone dela? – questionou a jovem.
- Hum, não faço ideia. O jeito é sairmos pra procurá-la. Tomara que ela não tenha ido longe. – disse ele, sem escolha.
- Sim. Também tenho uns amigos “perdidos” pela cidade. – falou a garota.
- Quem? Quem? – perguntou o pequeno, curioso.
- Minha prima Hamine e meus outros companheiros Shirou e Ayumi. – respondeu, com um suspiro triste.
- Sua situação está pior do que a minha então... – afirmou Timmy, um bocado triste pela amiga.
- Digamos que sim. Mas não podemos desistir! Temos de ser fortes e continuar. Eles na certa precisam da gente agora, não podemos abandoná-los. – falou ela, com razão.
- É mesmo... Sabe o que eu estava pensando? Que tal quando encontrarmos todo mundo, irmos juntos para Hoenn? – sugestionou o menino, esperançoso.
- Não sei... Acho que irei continuar em Sydoria. – afirmou a garota, que aparentava não ter certeza do que disse.

Timmy se calou. Não sabia o que dizer agora, já que a sua nova amiga não havia gostado de sua ideia. Hayane não estava certa do que acabara de dizer, já que as condições do continente agora estavam horrorosas. Estava tudo em ruínas. Todos os habitantes estavam indo para outros lugares. Principalmente Hoenn e Sinnoh.

- Vou ver o que está passando na TV... – falou a adolescente, que parecia não estar muito feliz.
- Hey! Está tudo destruído, como vai pegar sinal?! – alertou-a o guri.
- Ah, é mesmo... Velhos tempos em que essa região tinha o melhor sinal de televisão. – suspirou a jovem.
- A essa altura o único sinal que eu queria encontrar é o de vida. – riu o menininho, tirando um pouco de sarro da situação. Parecia querer alegrar sua companheira.
- Creio que essa não é uma boa hora para brincadeiras. – afirmou Hayane, meio deprimida.

O garotinho suspirou desanimado. Realmente, não havia jeito de alegrá-la. Ela estava muito magoada com o que acabara de acontecer com sua cidade natal. Foi tudo tão rápido... A menina não teve tempo de entender tudo o que havia ocorrido. Mas de uma coisa ela estava certa: virou tudo uma era da pedra. Porém ficar assim não ia adiantar.

- Hey, se anima! Já a situação melhora. – disse Timmy, na esperança de ver um sorriso no rosto da parceira.
- Eu não teria tanta certeza. – falou ela, ainda com a mesma expressão abalada.
- Hmm. É melhor irmos andando, não? Ficar parada aí não vai mudar em nada. – concluiu o guri, pronto para partir.
- Para onde? Nossos amigos não estão aqui. Estamos sem rumo. – afirmou a garota, infeliz.
- Vamos procurá-los, oras! O que você espera fazer aí, abatida? – gritou o menino, tentando convencê-la novamente.
- Ok, ok. Vamos. – disse Hayane, triste.

Timmy ficou feliz. Embora não conseguisse fazê-la sorrir, ele a convenceu. Porém não tinha ideia do que fazer. Eram quatro os “perdidos” no total. Por onde começar a procurar? Alguém poderia estar soterrado, ou até morto. Era uma sensação horrível. Seu corpo ficou arrepiado.

- Vamos nos dividir. Vai ser mais fácil assim. – falou a adolescente.
- Sim. Quem procura quem? – questionou ele, com boas intenções.
- Você procura sua irmã e eu minha prima. Meus amigos na certa estarão com ela. – respondeu ela, séria.
- Ok. Eu vou pelo leste e você pelo oeste, tá bom? – perguntou ele, com uma expressão gentil no rosto. Parecia muito querer ajudar.
- Beleza, então. Encontramos-nos bem aqui, neste ponto. – concluiu a jovem.
- Ok! – berrou o garoto, animado.

Hayane foi andando calmamente pela direção escolhida. Enquanto isso, o menino corria alegremente pelo lado oposto. A cidade estava silenciosa. Os vestígios do incidente eram visíveis por toda parte. O caminho de Timmy levava para Torichi, enquanto o da garota dava em uma torre, conhecida pelo nome de Lyunia.
- Eu vou te encontrar, Hayley! – gritou o garoto, alegre e positivo como sempre.

A passagem para o lado do guri era estreita, afinal as rochas cobriam-na. Porém nada que um pequeno esforço não resolvesse. Já para a direção oposta, ou seja a da garota, era mais larga. Por aquelas bandas não havia muitas habitações, por isso os destroços eram em menor quantidade.

Ela caminhava normalmente, até que sentiu sua mochila vibrar. Era o TP. Mandaram uma mensagem! Era Hamine. Hayane começou a ler o texto, que era mais ou menos assim:

Mensagem da Hamine escreveu:Oi! Sei que você deve estar desesperada a minha procura. E eu digo o mesmo! Também estava te procurando loucamente pela cidade. Porém a situação da Ayumi não está boa, então ela teve de ser transferida para um hospital em Sinnoh. Como eu não podia abandonar Shirou numa situação dessas, tive que ir junto. Os circenses também estão conosco. Estamos indo de ambulância para Umichi, para pegar um barco lá no porto. E você, vai ficar em Sydoria mesmo? Vou sentir saudades, Haya. Mas amigos vêm e vão, é a vida. Vemos-nos algum dia.

Beijos, Hami
Ela ficou chocada. Sua prima tinha ido para outro continente! Agora, se ela não fosse para Hoenn com Timmy e sua irmã, ela ia ficar rondando a só pelo mundo! Ela olhou para trás para ver se conseguia ver o garoto, porém não obteve sucesso. Ele já estava longe.

Preview:
Oi, gente. Sou eu, Timmy. Estou procurando minha irmã... Ei, espera! Quem são esses caras? Descubra no Capítulo 5 - Perigo com P maiúsculo! A Equipe Mortallys!
Nota da Autora:
Eu gostei desse capítulo. Espero que vocês também. Achei muito lindo o Timmy tentando convencer a Hayane *-*.
Votação:
Você gostou do Timmy e seus amigos?

~ Sim.
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