Pokémon Mythology
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Pokémon: The Untold Tales.

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Pokémon: The Untold Tales.

Mensagem por Mason T. em Dom 15 Jul 2012 - 11:56

Hey, pessoas da Mythology! Bem, infelizmente não tive como continuar com a minha outra Fanfic por questões de tempo, mas devo estar colocando outros capítulos já escritos recentemente. No entanto, aqui estou com um novo texto com uma nova história e espero que vocês gostem da idéia.
Há alguns dias eu fui dar uma olhada em um velho save que eu tinha de Pokémon Fire Red e comecei a explorar algumas das "historinhas" que o jogo possuía. Histórias como a morte da mãe de Cubone em Lavender, o incêndio da Mansão Pokémon em Cinnabar, assim como a da criação de Mewtwo, entre outras. Relatos que tinham uma ótima base, mas pouco desenvolvimento nos jogos e eu pensei que seria interessante criar uma Fanfic que revisasse estes contos. Não apenas trazendo novas histórias, como também recontando mais detalhadamente as já mostradas.

Sobre o texto em si, quem conhece a minha outra Fanfic, sabe mais ou menos a minha forma de escrever. Flashbacks, um texto com bastantes diálogos e um detalhamento um pouco maior apenas de eventos mais importantes. É um texto simples, não esperem maravilhas de um escritor amador, haha! A minha principal base de escrita será os jogos. Uma observação importante: Green seré o "rival", não Blue como ficou nas versões americanas. Blue será a personagem feminina, que supostamente seria programada nas primeiras versões, mas acabou aparecendo apenas como Leaf (ou Fire? Eu não sei...) na geração III. Não os farei como os mesmos do mangá, por favor não confundam! É também importante comentar sobre o tempo em que a história se passa. Lembram-se que entre os enredos dos jogos da geração I (R/B/Y) e os da geração II (G/S/C) supostamente houve um intervalo de três anos que causou eventos como a mudança do líder do ginásio de Viridian, a destruição de Cinnabar, entre outros acontecimentos? É dentro deste intervalo que eu pretendo situar a história, a princípio. Algumas mudanças terão ocorrido, outras estão para se concretizar.

Enfim, sem mais delongas, o prólogo. Espero que gostem e boa leitura! Very Happy

*****


Capítulo 00: Prólogo.

“Dois jovens, ambos aparentando ter por volta dos 13 anos, encaravam-se enquanto um deles se dirigia a um dos lados da imensa plataforma rochosa que se apresentava naquele lugar. A região era belíssimo planalto, isolado de qualquer construção humana, de onde se viam apenas o céu, a terra, e um glorioso campo verde além dos limites daquela rígida formação.
– Enfim, você veio...! Não que eu duvidasse disto, meu rival deve ser forte para que eu continue treinando duro. – o primeiro começou o diálogo com um tom amigável, confiante. Havia uma seriedade intimidadora, mas ao mesmo tempo respeitosa.
– ... – o outro garoto ouvia silenciosamente.
– E foi o que eu fiz. Enquanto eu trabalhava para completar a Pokedéx, eu procurei por todo e qualquer tipo de Pokémon. Não bastando isto, eu construí uma equipe capaz de quebrar qualquer tática e derrotar qualquer treinador... Obtive as oito insígnias desta região em alguns meses e fiquei conhecido como um dos talentos mais promissores no que diz respeito ao treinamento e a batalha de Pokémon. No entanto...
– ...
– Ainda havia um que eu não tinha sido capaz de derrotar. Não fazia sentido, nunca fez! Eu sabia da minha capacidade, mas eu continuava sendo derrotado batalha após batalha, até que eu percebi que eu deveria reavaliar todo o meu treinamento. E assim eu também o fiz.
– ...
– Após ter passado mais um ano treinando a equipe perfeita, desafiei os mais fortes, derrotando cada um deles como nenhum outro jamais foi capaz. E agora... Eu sou o Campeão da Elite de Kanto, também conhecida como a mais poderosa dentre todas elas, se me permite dizer... Haha! – a voz agora tinha um tom de arrogância, – Você sabe o que isso significa, não sabe Red?
O silêncio tornou-se absoluto. Então, ele sorriu, e completou:
– Eu te digo! Eu sou o mais poderoso treinador do mundo!!”


O sol começava a nascer. Mas Green já estava acordado há algum tempo. Ultimamente o sono não era algo que ele conseguia obter facilmente. Estava inquieto, sentia como se sua vida tivesse se tornado monótona demais, o que para ele, era um tanto irônico. Lembrava-se do tempo no qual ele começara sua jornada... Tornara-se forte rapidamente, desafiara os mais fortes e vencera, obtendo o título mais almejado por treinadores do mundo inteiro, até que... Bem, ele se lembrava de cada momento daquela fatídica batalha. Ainda que a tivesse perdido, certamente aquela foi a maior de sua vida. E agora substituíra Giovanni como líder do Ginásio de Viridian. Não significava muito. Não era um desafio. Na verdade, àquele ponto, não significava nada. Será que aquilo era tudo o que restara dos dias de glória?
Levantou-se da cama. Saiu daquele enorme quarto, passou por um corredor levemente iluminado por alguns candelabros de ouro e desceu as escadas que levavam a um magnífico salão de piso de granito negro, tão polido que parecia brilhar. Ainda que passeasse por este mesmo lugar diariamente, nunca evitava o pensamento de que Giovanni era mesmo um excêntrico... Mas apreciava aquele lugar. Não apenas o salão, mas o prédio inteiro que agora tomava como casa. Era de bom gosto. Naquela manhã, no entanto, havia algo diferente ali. Olhou ao seu redor. Uma carta descansava ao lado da janela deixada aberta.

***

“Nevava serenamente quando ele chegou lá.
– Então este lugar é Argenthaven?
Pouquíssimas pessoas andavam pelas estreitas ruas. O ritmo da cidade parecia lento. Alguns olhares se direcionavam ao garoto que obviamente era a primeira novidade que aquela cidade via em anos. Red tentou andar um pouco por conta própria, mas o frio aumentava e ele precisava de algum abrigo. Então, perguntou a uma senhora que caminhava por ali:
– Com licença, a senhora poderia me dizer onde se localiza o Centro Pokémon deste lugar?
– Você não encontrará estes por aqui, meu jovem, mas há uma pensão ao final desta rua. Poderás se hospedar por lá.
E ela continuou caminhando, deixando uma fria impressão do comportamento local. Talvez ele só não estivesse acostumado... Continuou a caminhar até encontrar o lugar mencionado pela mulher. Bateu na porta. Ninguém atendeu, mas estava aberta. Entrou assim mesmo.
A porta rangeu.
E no momento no qual notou aquela conhecida silhueta, arrependeu-se amargamente por aquela simples atitude mal-educada.
E repentinamente o frio aumentou.
O garoto tentou sair, mas a neve estava ficando mais tempestuosa, e o frio logo se tornaria insuportável do lado de fora. Quase flutuou até o balcão, cobrindo o rosto com a gola do grosso casaco que vestia. Falou baixo, baixo demais quando se registrou na pousada e após pegar as chaves, subiu as escadas o mais rápido que conseguiu, e chegando ao quarto, trancou-se, aliviado por ter passado despercebido.
Estranhamente, a janela estava aberta.
O ar frio corria pelo quarto, e um pequeno bilhete acabou descolando-se da porta fechada há pouco. Red pegou o bilhete. Não precisou lê-lo para saber a mensagem. A letra fina e bem desenhada já falava bem mais do que ele precisava.”
“Olá, Red. Encontramo-nos novamente. --- Giovanni.”

***

Não havia nenhum texto “exato” na carta. Aparentemente se tratava de uma compilação de reportagens sobre acontecimentos passados em diversos lugares de Kanto e anotações experimentais. Green leu a primeira página do dossiê:
“5 de Julho de 1980 – Guiana, América do Sul – Um novo Pokémon foi descoberto na floresta. A equipe falhou na tentativa de captura, mas o desenhista foi capaz de registrar a aparência da recém-descoberta criatura. Aparentemente...”
O restante estava estranhamente embaçado. Era apenas uma cópia mal feita do documento original. “Talvez fosse proposital...” pensava o garoto.
– Mas que tipo de carta é esta...?
Acidentalmente, Green deixou cair uma das folhas mais próximas à que ele acabara de ler.
Era uma cópia do esboço da criatura. E uma pequena observação no canto da folha denotava: “Mew”.
– Mew...

“Um apagão.
– Isto deve resolver...
– O que exatamente você pretende queimando a rede elétrica?
– Desorientá-los. Deve apressar mais as coisas. Temos que chegar ao topo o quanto antes, e o mais importante, temos que encontrar o Red.
– Isto é sua prioridade...
– Encontrando Red, encontramos Giovanni e eu consigo o que eu quero.
– O que você quer?
– O que você não sabe...! – a garota sorriu discretamente.
– Hmph...
A garota pôs uns estranhos óculos e entregou um idêntico ao garoto que a acompanhava.
– Onde você conseguiu isso?
– Óculos de Visão Especial, para enxergar nesse breu...
– Companhia Silph de tecnologia... – disse o garoto, ao ler uma pequena etiqueta presa às lentes, – Espera um pouco, você os roubou?
– Não exatamente... Eu ganhei o meu de um senhor em Lavender, e o outro...
– O outro?
– Não importa. Enfim, eu estava pensando que poderíamos utilizar o poço do elevador para subirmos até a cobertura. Mas temos um problema... Eu não tenho um Pokémon voador que caiba lá.
– Não precisa ser voador. Precisa apenas nos fazer subir.
– Como assim?
– Vamos para o elevador.
Os dois moviam-se silenciosamente, até ouvirem uma conversa em uma sala por onde passavam.
– Droga! O prédio não possui um gerador reserva? – falou uma voz grossa, ríspida.
– Blue...! – sussurrou Green, – Ouça...!
– E possui, senhor! Eu não tenho idéia do que aconteceu, mas nessa escuridão não se pode fazer qualquer coisa! – respondeu outra, um tanto mais fina, feminina.
– Mas que droga! Giovanni quer aqueles relatórios para ontem. Eles têm de estar em algum lugar...
– O que são exatamente estes relatórios? Talvez eu pudesse ajudar mais se eu soubesse exatamente o que estamos procurando!
– Você mesmo disse que não se podia fazer qualquer coisa nessa escuridão! Mas se quer mesmo saber, eu te conto a história. Ou parte dela, eu mesmo não a sei muito bem...
– História? Não são apenas relatórios ou documentos...?
– “Apenas” é um eufemismo muito forte para o que estamos procurando...!
– Ah, provavelmente não estava no meu contrato...
– A historia que eu ouvi é de que anos atrás Giovanni estava fazendo experiências para clonagem de Pokémons. Aparentemente havia funcionado. No entanto, o clone recém-criado fugiu e o laboratório onde ele fazia os experimentos foi incendiado quando isto aconteceu, fazendo com que todos os estudos realizados até o momento fossem perdidos, e o pior de tudo... – o homem hesitou.
– O que aconteceu?!
– O chefe do projeto morreu no acidente. Eu ouvi dizer que o homem era um gênio! E também que Giovanni tentou repetir o experimento inúmeras vezes após o acidente, mas nunca conseguiu os mesmos resultados... Isso nos leva ao porquê de estarmos aqui.
Green e Blue ainda ouviam atentamente.
– Na época, extra-oficialmente, é claro, o Presidente da Silph fundeava parte das pesquisas. E parece que o cientista que morreu no incêndio passou uma cópia dos relatórios antes do incêndio para o velho. Relatórios os quais...
– Podem estar escondidos aqui! Se os acharmos poderíamos recomeçar a pesquisa e repetir os passos que funcionaram.
– Sim, sim... Mas o desgraçado não quer colaborar! E como não temos outra pista, temos que revirar o prédio inteiro! Hmph...!
– Mas eu achei que a invasão era...
– Haha! Isso é apenas para despistar os bobos... Não se divulga uma informação dessas para qualquer um. Apenas os envolvidos nesse projeto estão autorizados a serem informados.
– E isto também não estava no contrato...! Que novidade! – debochou a mulher.
– Metade do que fazemos não está...! Melhor se acostumar.
Acendeu-se uma vela.
– Mas... Qual era o interesse de Giovanni em clonagem Pokémon? Quero dizer... Não é bem uma das prioridades da Equipe Rocket.
– Entenda uma coisa, minha cara... Giovanni e a Equipe Rocket estão longe de possuírem um senso comum. Para falar a verdade, eu mesmo acredito que o homem vai acabar com tudo isso após conseguir o que quer aqui.
– E para quem exatamente nós trabalhamos?
– Para Giovanni, é claro. Mas que isto não passe desta sala! Não quero nem imaginar o que vai nos acontecer se alguém mais souber disto por nossa causa!
Fizeram-se alguns momentos de silêncio.
As luzes começaram a acender.
– Blue!! Você não tinha queimado a rede elétrica?! – Green sussurrava furiosamente.
– Eu tinha! Ou...
– Ou?!
– Bem, eu não duvidava que eles tivessem geradores aqui... É uma empresa bem grande! Eu só destruí a conexão com a rede elétrica urbana, mas aparentemente o prédio possui fonte elétrica própria... – Blue sorriu ingenuamente, – Desculpa...!
– Ah, droga!
– Vamos logo até o elevador e seguir com plano.
– Não, espere um pouco...
As luzes da sala ao lado se acenderam.
– Ah, até que enfim! Agora vamos... – exclamou o homem.
– Espere um momento, senhor! – interrompeu a mulher, – Uma última pergunta...
– Green! Eu estou ouvindo alguém chegando...! – sussurrou Blue.
– Um segundo...! – respondeu o garoto.
– Por que é tão importante para Giovanni retomar essa pesquisa?
– Pelo poder de Mew, minha cara, pelo poder de Mew...”


Sim, ele se lembrava da primeira vez que, de fato, ouvira falar de Mew. Antes disso, tudo o que sabia não passava de boatos não muito confiáveis que se espalhavam rapidamente pela região. Talvez tenha descoberto mais após aquele dia, mas a verdade é que ninguém sabia muito sobre aquele Pokémon. Não. Havia alguém que sabia. Não era precisamente muito, mas certamente seria o suficiente para tirar proveito de todos aqueles papéis misteriosamente enviados a ele.
Green correu para fora do Ginásio.
Jogou uma bola ao alto.
– Pidgeot!
Da bola vermelha e branca saiu um enorme pássaro, de penas lisas e movimentos graciosos. O garoto montou na ave habilidosamente.
– Ilha de Cinnabar! – disse, e levantaram vôo.

***

“– Socorro!!
A enorme construção explodia em chamas. A grama ao redor rapidamente se incendiava, enquanto os bombeiros que acabavam de chegar tentavam, sem grandes resultados, extinguir o fogo. Ao mesmo tempo, uma enorme multidão curiosa se formava no lugar.
– Quem está lá? – perguntou um dos bombeiros à mulher que havia gritado anteriormente.
– Eu não sei! Eu estava apenas passeando quando ouvi uma explosão vinda da mansão e liguei imediatamente para os bombeiros! Eu não sei se há realmente alguém lá...
– Temos que entrar lá para revistar o lugar...!
No entanto, no momento em que os homens se dirigiam para a mansão em chamas, uma última explosão de fogo determinou que não havia nada a fazer além de tentar apagar o fogo antes que se espalhasse.
Ouviu-se um grito de dentro do lugar.
– Ai, céus! O que foi isso?! – novamente a mulher se desesperava.
– Não podemos fazer nada enquanto não diminuirmos o fogo...! Por favor, acalme-se! – respondia o bombeiro aflitamente, sem muito sucesso em acalmar a mulher.
– Deixem-me passar!! – gritava um homem que tentava desesperadamente atravessar a multidão.
– Acalme-se senhor, não posso deixá-lo entrar! – alertou o bombeiro.
– Como não pode?! Meu irmão pode estar lá dentro! Eu preciso fazer alguma coisa!!
Mas uma última explosão marcou definitivamente a tragédia.”


Última edição por Mason T. em Dom 15 Jul 2012 - 22:18, editado 1 vez(es)
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Re: Pokémon: The Untold Tales.

Mensagem por Black~ em Dom 15 Jul 2012 - 18:19

Bom, o prólogo ficou um tanto grande, mas isso não importa. Vi que os personagens são basicamente os do manga. Não percebi nenhum erro ortográfico. Só acho que o capítulo ficou com muitas falas e pouca narração, deixando-a assim, um pouco chata de se ler, mas enfim. É só e espero o próximo capítulo.
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