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Devil Summoner: Raidou Kuzunoha vs. King Shadow

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Devil Summoner: Raidou Kuzunoha vs. King Shadow

Mensagem por Mikh em Dom 29 Abr 2012 - 14:53

~Episódio 0: Teste

– Você tem certeza que consegue encarar isso, Invocador de Demônios? Você é só um garoto... Mas se quiser realizar o teste dos Kuzunoha... Tudo bem. Você tem o potencial, de fato... Mas muitos que vieram aqui morreram no meio do caminho... – Uma voz, vinda de uma estátua gigante de gato, começava a falar com Kannun. A voz era velha e longa, como se a pessoa que falasse da estátua fosse um velho, ou coisa parecida. Mas Kannun tinha pouco tempo para pensar. A estátua continuou a falar de novo. – Enfim, garoto... Você poderia me dizer seu nome, nesse contrato? Por favor.

Uma folha veio voando da boca do gato, e Kannun, por sorte, o pegou. Ele começou a lê-lo, rapidamente.

“Eu me responsabilizo por qualquer dano causado ao templo Kuzunoha,
E caso eu morra nesse templo, é totalmente minha culpa, não do mestre.
Caso eu sobreviva, terei o direito de pedir o título de próximo Raidou Kuzunoha XXI,
E seguir a vida honradamente com o mesmo título.

Assinado: ”


– É muito simples, não acha garoto? É só assinar aí. – A voz falava ansiosamente. Kannun pegou o papel, mas sem antes pensar em si mesmo.

Kannun Sousa – literalmente significando, “investigador de sorte”, em japonês. Ele gostava desse nome? Talvez sim. Ele era um garoto comum, que estudava numa escola chata na cidade. Ele se mudou para Inaba ontem, porém, seu pai foi para lá por um motivo – Ele descobriu dos poderes especiais do seu filho, o poder de invocar demônios. Por causa disso, o mandou para o templo Kuzunoha, para tentar ser o sucessor.

Ele era meio pálido. Cabelos pretos bem arrumados, e olhos roxos. Vestia as vestes da escola que ele vai entrar, junto com uma capa. Ele era calmo e sereno, e não se irritava com muita coisa. De fato, ele nem falava direito... Só raramente.

– Ei, garoto, ainda está vivo? Assine a droga do papel, ou vai embora! – Ele ficou irritado. Kannun pegou o papel rapidamente e começou a escrever seu nome, e deu para a estátua. – Muito obrigado... Kannun. Você está pronto para o teste?

A estátua foi para o fundo, e um grande corredor se abriu para Kannun. Vários monstros, mas nenhum demônio, não. Eram zumbis. Criaturas malignas, e que queriam o sangue puro de Kannun. Ele estava indefeso no momento, então foi andando lentamente para trás...

E caiu. Mas caiu num tijolo... E algo inesperado aconteceu. Uma espada e uma pistola vieram voando do céu, até cair nas mãos dele. Seria isso sorte? Mas Kannun não tinha tempo para pensar. Pegou a pistola e rapidamente atirou na cabeça de um... E de outro, e de outro.
O que era estranho, de fato, era que – Kannun nunca atirou na vida. Não era habilidade, de fato. Era instinto próprio. Após matar uns cinco ou seis, algo assustador aconteceu. Todos os zumbis se congelaram. Uma grande nevasca acontecera ali...

Kannun já sabia o que era – um demônio. Um dos fortes pro nível iniciante nele. Um pequeno homem de neve, com um chapéu azul e com um sorriso demoníaco no rosto. Ele falou imediatamente:

– Ho! Um humano... Prazer em matar você! Meu nome é Jack Frost, ho! Vamos lá, lute humano! – Disse o demônio... Ainda com seu sorriso. Ele não movia os lábios para falar, nem tinha nenhuma expressão. É meio assustador, de fato.

Jack Frost fez uma gigante nevasca, novamente, em todo o corredor. Kannun não conseguia ver nada... Ele ficou atirando aleatoriamente, até ouvir um “ow”. O demônio foi atingindo por uma bala, e acabou com a grande nevasca.

– Você me atingiu, humano?! Você é bom, ho! Mas não bom o bastante... Isso nem doeu, ho! – Jack falou, e logo, foi fazer outra magia... Mas uma diferente. Era uma névoa. Uma névoa densa, e que cegava Kannun. – Ho, ho, ho, humano! Não consegue me pegar agora, consegue?!

Kannun não conseguia ver nada. E havia bolas de neve rápidas vindo diretamente á ele. Ele foi atingindo múltiplas vezes, e ficou de joelhos. Não havia esperança para ganhar essa batalha? Até que uma voz ecoou na sua cabeça, e o lembrou o que o faria vencer a batalha.

As balas de fogo. Um presente dado por um amigo antigo dele. Ele recarregou sua arma, e num tiro de sorte, atirou. A bala atingiu, e Jack caiu no chão e ficou chorando, que nem um covarde. Era hora de capturar esse demônio. Kannun pegou seu tubo especial, dado á ele por seu pai. Esse tubo capturava demônios. Com pouco esforço, Jack Frost rendeu-se... E agora era parceiro de Kannun.

– HIHO! Eu sou Jack Frost, ho! Somos amigos agora... Kannun! – Falou Jack. O estudante ficou meio surpreso, por ele saber o nome dele, e ainda mais falá-lo. Mas ele ficou confiante – isso era um símbolo que eles estavam juntos nessa.

Então os dois continuaram avante no corredor, matando zumbis com a habilidade de Jack Frost – Bufu, que congelava os inimigos. Graças a isso, passar até o fim do corredor foi fácil. Mas até que algo fez Jack Frost e Kannun tremerem de medo. O grande cachorro de três cabeças, totalmente negro, e com a boca fervendo. Era o grande demônio, Cerberus.

– Ahn... Kannun? Ho, ho... Ele é muito forte... Mais forte até que eu... Ho... Você tem certeza que conseguirá ganhar essa... Ho...?

Jack, por pior que parecesse, tinha razão. Ele parecia um demônio poderoso, ou pior ainda, o demônio mais forte que Kannun já viu! Até ele mesmo estava tremendo de medo... Ganhar essa batalha seria impossível... ou será que um pouco de fé ainda resta ali?

– O que houve, senhor Invocador? – A voz velha e antiga, qual não falou até agora, voltou. Ela parecia intimidadora. – Não consegue derrotar um simples Cerberus? Você tem certeza que é digno do título Kuzunoha?

Isso ativou os instintos de Kannun. Por que ele estava ali, aliás? Não era por causa do título, e sim, por causa de seu pai insistente que queria que seu filho tivesse o famoso título de Kuzunoha. Mas, algo ecoou em sua mente.

“Irei mandar você para Inaba por um ano. No primeiro dia que chegar lá, vá ao templo Kuzunoha. Se você ganhar o título deles, você honrará essa família. Caso contrário, você será deserdado... E seu nome, Kannun Sousa, nunca mais será lembrado. Entendido?”

As memórias do pai dele, por mais que o machucavam, tinham que servir de algo. Ele tinha que vencer essa luta.

– Sim, Jack. Conseguiremos vencer essa luta. Nós temos que vencer. – Disse Kannun, confiante. Estava com os olhos brilhantes.
– Tanto faz... Vamos lá, ho!

Kannun pegou sua espada e pulou, tentando atingir Cerberus na cabeça. Porém, o cachorro desviou rapidamente, e atacou Kannun, o derrubando. Assim que o grande demônio planejava queimar o garoto vivo, Jack veio no caminho, e usou sua nova técnica, Bufu, para congelar o fogo de Cerberus por um tempo. Sousa se levantou, e atirou com sua arma na cabeça do grande demônio, mas nem o feriu... E sim, o deixou mais irritado. Ele latiu alto, e fogo saia de sua boca. Jack fazia seu máximo para proteger Kannun...

Mas uma hora, ele ficou muito cansado. Sua tensão crescia rápido... E essa tensão, passava para Kannun. Era como se os dois fossem conectados... E logo após, o bolso de balas do garoto brilhou azul. Era como se algo mudasse. Ele pegou as balas e viu – as balas de gelo, que provavelmente é conectada a tensão entre os dois. Mas ele ainda tinha que confirmar isso. Recarregou sua arma e atirou um tiro certeiro em Cerberus, e ele caiu.

Kannun avançou. Pegou seu tubo e tentou dominar Cerberus, com toda a sua força... Mas algo inesperado aconteceu. Ele foi forte o suficiente para quebrar a conexão entre os dois.

– Então... O pobre humano tenta me capturar, huh?! Haha... Eu não vou ser capturado tão facilmente por um fraco! – Disse Cerberus, gritando. – Vamos lutar mais um pouco, humano!

O garoto ficou em guarda. O cachorro, apesar de valente, estava fraco. As balas de gelo devem ter enfraquecido ele. Kannun pegou sua espada e tentou atacá-lo e como esperado, o cachorro fez uma tempestade de fogo, para tentar impedi-lo, mas foi lento... Muito lento. A espada conectou diretamente ao pescoço do pobre monstro, e ele ficou de joelhos.

– Humano... Eu não serei capturado... Nem tente... – Disse Cerberus, quase morto. – Vamos lá, termine com minha raça... Eu não sou de nada...

Kannun pegou sua espada, e andou lentamente a Cerberus. Ele recitou um poema antigo de sua família, e executou Cerberus, retirando sua cabeça. Logo após, as sombras o recolheu para o Mundo das Sombras, onde todos os demônios vão quando morrem, para se restaurar.

Após Kannun derrotar Cerberus, a estátua falou.

– Parabéns... Raidou Kuzunoha XXI... Você provou-se digno do título... E como tal, o será enviado... Suas obrigações nessa cidade serena, ainda agitada serão reveladas para o cliente que lhe espera fora desse templo... – A voz falava com orgulho, mas ainda tentando manter o tom de sabedoria. – Mas você não irá sozinho em sua jornada, Kuzunoha... O espírito do décimo quarto vive no corpo desse gato. Ele irá te acompanhar nessa jornada...
– Olá, novo Raidou. Meu nome... Eu não lembro direito. Mas pode me chamar de Gouto! – O gato sorriu. Ele parecia amigável, um parceiro de verdade. – Enfim. Vamos fazer como esse velho manda. Vamos lá fora, nosso primeiro cliente nos espera.

Ambos saíram lentamente do templo, enquanto Raidou se questionava muito. “Cliente? Raidou? Um gato falante?”. Todas as perguntas, porém, iam terminar rápido. Chegaram na porta do templo, e uma pessoa, que mais parecia uma sombra em pé, falou. Mas, Kuzunoha avaliou a sombra antes. Era uma garota. Uma de 18 aos 19 anos. Tinha cabelo comprido e usava a roupa de sua escola, pelo que parecia. E mesmo sem nunca ter visto a garota antes, ela parecia bem feliz.

– Olá, novo Raidou. Eu sou sua cliente... Qual o nome não importa agora. – Ela falava calmamente. – Inaba, depois do misterioso caso do mundo dentro da televisão, ficou serena até uma semana depois da saída dele. Um novo incidente aconteceu. As pessoas ficavam contaminadas por alguma estranha força... E os contaminava... – A voz continuava. Ela parecia tremer por um instante. – Fazendo assim uma nova série de incidentes. Só há uma vítima agora... Ela morreu de ataque cardíaco. Os médicos não encontraram nada errada com ela... Mas, eu sei que outro vai acontecer logo. Você deve resolver esse caso por completo. Eu conto com você, Kuzunoha... Para ajudá-lo, você irá para a Agência de Detetives Dojima, onde conhecerá seus parceiros nesse caso... Desejo-lhe boa sorte.

Assim, Raidou virou as costas, e seguiu para seu destino. Que tipo de caso misterioso haveria em Inaba esse ano?
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Re: Devil Summoner: Raidou Kuzunoha vs. King Shadow

Mensagem por cfox em Dom 29 Abr 2012 - 21:09

yay
Bom, a fic tá interessante e tal, não vi nenhum erro, então daora
Mas eu achei que a luta contra o Cerberus foi meio tosca, tipo, uma hora ele tá lá, todo fodão, tipo "você não pode me derrotar, humano fracassado" e um parágrafo depois ele tá de joelhos? Meio estranho isso ae, tem que alongar mais as luta pra dar mais suspense e emoção. E também achei que começou muito "do nada", espero que tenham mais explicações nos caps seguintes.
espero mais ae
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Re: Devil Summoner: Raidou Kuzunoha vs. King Shadow

Mensagem por Mikh em Sex 4 Maio 2012 - 13:31

Fox: Valeu ai pelo coment. O Cerberus desistiu bem fácil mesmo, eu fiquei com preguiça no meio da luta. ç.ç
O primeiro cap veio voando mesmo, mas acho que tudo vai ficar esclarecido enquanto a fic vai.

~Episódio 1: A Garota Perdida


– Então você quer trabalhar conosco, garoto? – Disse Dojima, meio sonolento, mas também irritado – Qual é seu nome, em?
– Raidou. Raidou Kuzunoha. – Disse ele, calmo como sempre. – Ouvi dizer que tinha uma proposta para mim, então aqui estou eu.
– Ah, sim... O famoso Raidou Kuzunoha. Sim, temos uma proposta pra você sim. – Ele não olhava mais para Kuzunoha, estava procurando alguns papéis. – Shirogane, você viu os papéis de admissão?

Raidou olhou ao redor dessa agência. Havia duas pessoas lá, Ryotaro Dojima e Naoto Shirogane. Ryotaro parecia um homem sério, com cabelos cinzentos e olhos da mesma cor. Vestia um terno barato e uma gravata vermelha. Sua personalidade era bem irritada. Não aceitava brincadeiras e quer todos os casos resolvidos sem nenhum espaço para dúvida. Ele aparentemente saiu da polícia, por causa das restrições de lá.

Agora, Naoto Shirogane é quase o mesmo. É um garoto de 16 anos, por aí. Cabelos azuis, olhos azuis... Usava sua roupa do colégio, e um chapéu. Para garotos de sua idade, era muito pequeno. 1,55 metros por aí. Apesar de sua aparência infantil, é sério e preocupado em resolver todos os casos, além de ter uma mira impecável. É conhecido em Inaba como o “Príncipe Detetive”.

Esses dois, junto com Raidou Kuzunoha, formaram a Agência de Detetives Dojima, que apesar desses três ótimos membros, não pegou um caso até agora. E caso não peguem um caso até Dezembro desse ano, eles vão ser “eliminados”, por assim dizer.

– Kuzunoha. – Disse Naoto, sério. Ele olhava para Raidou como se fosse fritá-lo. – Você tem certeza que quer esse trabalho? Absoluta?

Ele já ia responder, mas meio tarde. O telefone tocou, e Dojima o atendeu imediatamente. Raidou tinha um sentimento que no outro lado da linha, haveria um caso... O primeiro caso dessa agência.

– Alô? Quem é? – Disse Ryotaro, preocupado e ansioso ao mesmo tempo.
– Olá... Aí é da Agência de Detetives Dojima? – A voz do outro lado parecia preocupada, mas ao mesmo tempo feminina. A chuva também não deixava ouvir bem. – Aqui é Minako Madoka. Eu preciso de sua ajuda. Venha a ponte Aoi a meia noite, para receberem meu caso.
– Tudo bem. Adeus. – Dojima desligou o telefone, e instantaneamente ficou alegre, feliz e tudo mais. – Finalmente, nosso primeiro caso. Mesmo sendo meio estranho... Tudo bem. Kuzunoha, Shirogane, se preparem. Vamos á ponte Aoi essa noite!

O tempo passa. Esperando a noite, todos vão para suas casas para uma noite de sono, e prometeram encontrar-se na ponte Aoi as meia noite, para seu primeiro caso. Raidou ficou pensando que tipo de caso seria... E o que diabos irá acontecer naquela ponte.

– Relaxe, Kannun. – Disse Gouto, em seu ombro. – Eu já tive um caso destes quando eu não era um gato. Foi divertido.

As palavras do gato vieram passando rápido. Raidou não ligava se ele já pegou um caso destes antes, ele se importava o que iria acontecer naquela ponte... Mesmo com essa ânsia, ele dormiu. E o tempo passa... E passa rápido. Onze e cinqüenta da noite, e Kuzunoha acorda. Ele veste sua típica roupa de colégio e capa, e vai para o destino – A ponte Aoi.

Muitos rumores dizem que essa ponte é assombrada. Todos que vão a ela de noite, acabam desaparecendo, e geralmente, para sempre. Nunca foi comprovado e de fato muitas pessoas têm que passar por ela. Os rumores surgiram recentemente, já que a ponte foi construída anteontem em Inaba.

Raidou não ligava. E no meio do caminho, encontrou Shirogane e Dojima. Eles não interagiram, só andavam com pressa até a ponte... E finalmente chegaram.

A garota que os ligou estava lá, de fato. Ela parecia no colegial, loira e de olhos azuis. Pelo o brasão no seu uniforme, aparentemente veio numa escola famosa. Ela estava meio desfocada do mundo, até ver os três.

– Ah... Finalmente. Olá, Dojima... Olá, Shirogane e olá, “seja lá quem você for”. – A garota sorriu. Ela não quis perguntar o nome de Raidou, e continuou falando. – Eu tenho um caso pra vocês. É muito simples, de falo.
– Fale logo, senhorita Madoka. – Disse Naoto, ansioso e ao mesmo tempo irritado. – Qual é o caso?
– É simples. Me matem. – Sua face se tornou pálida, do nada. Ela fechou os olhos, e deu um pequeno sorriso maligno. – Então? O que estão esperando? Só me matem de uma vez.

Shirogane deu dois passos para trás. Dojima e Raidou, como se fosse um ato de imitar, também. Os três estavam muito assustados para falar algo. Por que essa garota tinha um súbito desejo de morte? Um real mistério, de fato, mas um mistério que não ia durar muito tempo. A garota começou a rir e rir. Mais alto a cada segundo... Até ela parar de parecer um ser humano.

– Hahahahahahaha! Vocês não conseguem me matar? Então ninguém conseguirá, droga! – Seus olhos, azuis, viraram amarelos. Uma aura misteriosa corria por ela. – Mas, se vocês não me matarem, eu não tenho coragem para fugir e nem esperança se eu ficar, droga! Me mate de uma vez, droga! Eu não preciso viver essa vida miserável... Por favor. – Ela olhou para o lago. Ela parecia mais deprimida e de fato mais humana. Talvez isso seja um truque?

Mas Naoto, pela sua cara, sabia muito bem o que era. Confuso, Raidou tentou pegar uma arma, mas conseguiu sentir algo também. A lua cheia o fazia ver a verdadeira forma da garota em sua frente e de Shirogane.

A garota era um demônio. Não exatamente um demônio, ela era uma pessoa normal. Mas aparentemente, estava contaminada por um. Raidou não conseguia ler ela direito. Ela estava contaminada, mas aparentemente, essa é ela de verdade. O que diabos é isso?

E Shirogane. Ela tinha um demônio, que nem Kuzunoha. Mas não era um demônio como Jack, era um bem mais poderoso. Ele vestia um terno branco e calças azuis. Sua cabeça era de jato, e possuía uma espada gigante em sua mão direita. Era Yamato-Takeru... O poderoso demônio de Naoto.

– Shirogane. Vamos conversar um pouco em particular, rápido. Por favor. – Disse Raidou, preocupado. Os dois se moveram um pouco atrás de Dojima e da garota estranha. – Eu consigo sentir. Você também tem um demônio, não? E você sente algo estranho com aquela garota...
– Me impressionei, Raidou. Você me leu como um livro. – Ele sorriu. – Sim, eu tenho um “demônio”, por assim dizer. E essa garota... Ela é um shadow... Os pensamentos interiores da Senhorita Madoka. – Ele falou, preocupado. Colocou a mão no braço e começou a falar mais. – Mas eles geralmente só aparecem no mundo da TV... Que diabos ele está fazendo aqui?

Os dois tinham pouco tempo pra falar. A garota começou a gritar baboseiras de novo.

– Hahahah... Vocês dois aí... Eu ouvi tudo. Então vocês dois querem me derrotar, huh? – Disse ela, com um gigante sorriso no rosto. – Só tentem!

A figura da misteriosa senhorita Madoka, se transformou em uma gigante máscara, com dois lados. Um lado continha as palavras “HOPE” e uma cara feliz e a outra, continha “COURAGE”, com uma cara triste. Logo após, um grande corpo, qual parecia um cadáver, caiu do céu e vestiu a máscara. Era um demônio... Um bem esquisito, por sinal.

- Eu sou um Shadow... O verdadeiro Eu. – Disse o cadáver – Vocês três também estão sem esperança e sem coragem para conseguir fugir, hm? Vamos ver se conseguiremos resolver isso...

O grande cadáver levantou sua mão, e atacou Dojima. Ele saiu voando e foi caiu no lago, e a luta saiu para Naoto e Raidou. Logo, a mão atacou novamente, diretamente em Raidou. Mas, Jack Frost tentou congelar a mão...

Mas falhou. O gelo foi destruído e a mão pegou Jack.

- Ho... Por favor, misericórdia... – Disse o pobre demônio, que perdeu seu sorriso, e estava quase derretido.
- Oh? Você quer misericórdia? Mas está tão divertido... – Disse a máscara. – Tão divertido que um acidente poderia acontecer... Como... Você explodindo!

A mão exprimiu Jack com toda sua força. E logo após, ele literalmente explodiu na mão do cadáver, e morreu. Raidou deu um passo para trás, assustado. Ele estava tremendo. Esse demônio era bem mais forte que Cerberus... E não ia desistir tão fácil quanto ele.

– Persona! – Gritou Naoto, que estava no lado de Raidou. – Vamos lá, Yamato-Takeru. Use Megidalon!

Uma grande bomba roxa veio do céu, e em alta velocidade, caiu no cadáver. Ele foi esmagado por ela, e logo após, uma gigante explosão, que fez Naoto e Raidou voarem pelos ares, explodiu a ponte Aoi, junto com o cadáver.

Porém, mesmo depois de derrotar o demônio, algo sobrava naquela ponte...
A garota. Para onde ela foi? Com esses pensamentos, Raidou desmaiou. E a chuva começou a bater em Inaba... E terminou esse dia maluco.
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Re: Devil Summoner: Raidou Kuzunoha vs. King Shadow

Mensagem por Dusknoir em Sex 4 Maio 2012 - 13:44

Mikh!

Belo capítulo bem como o prólogo, só achei as passagem da luta com o coitado do cerberus muito rápida, você poderia tê-las descrito mais.

Nesse capítulo sim eu vi uma luta melhor descrita, mesmo que contendo alguns erros de gramática a leitura me agrada, tal qual, o tema.

Continue assim que eu estarei acompanhando!
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Re: Devil Summoner: Raidou Kuzunoha vs. King Shadow

Mensagem por cfox em Seg 7 Maio 2012 - 1:13

Eae
Daora o cap Mikh, achei bem legal esses demônios novos que apareceram.
o boneco de neve que fala HO morreu, sofri
Eu não vi erros ortográficos, apenas um, em que você escreveu "as meia-noite". O correto seria "à meia-noite". Mas a fic tá bem interessante e tal.
Só uma dúvida, essa fic é de Persona? O carinha lá gritou isso
Espero o próximo
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Re: Devil Summoner: Raidou Kuzunoha vs. King Shadow

Mensagem por Mikh em Dom 20 Maio 2012 - 17:07

~Fox e Dusk: Valeu pelos comments :3 A luta vai melhorar durante os caps.


~Episódio 2: “Red Velvet”

Raidou acordou com uma sensação estranha. Estava muito confortável, confortável de mais depois de uma ponte explodir em pedaços. Algo parecia errado, e abrindo seus olhos, viu sua localização – A Agência de Detetives Dojima. Um lugar bom para ficar, de fato, mas o que aconteceu para ele chegar ali?

– Ah, você finalmente acordou. – Disse Dojima, sentado em sua mesa e lendo alguns papéis – Aleluia. Pensei que você ia dormir para sempre. Mas enfim. O caso da ponte da noite passada... Precisa de trabalho. Você e Shirogane vão trabalhar para encontrar a garota novamente. – Ele parou de ler, e olhou para Raidou seriamente, como se quisesse iniciar um confronto agora mesmo. – Enfim. Ele está lhe esperando lá fora. Vá logo.

Kuzunoha se levantou do sofá e viu que já estava com as roupas dele. Então, só se retirou da agência e como esperado, Naoto o estava esperando lá fora.

– Finalmente. – Disse ele, com um sorriso sarcástico no rosto. – Já que a Bela Adormecida finalmente acordou, vamos começar a investigar.
– Por onde começaremos? – Perguntou Raidou.
– Simples. O “Red Velvet”. Iremos para lá.

Ah, sim. O “Red Velvet”, quais muitos falam. É um famoso restaurante que inaugurou recentemente em Inaba, e é um sucesso absoluto. Apesar de ser inaugurado recentemente, já ganhou os títulos de melhor restaurante dessa cidade. Dizem que a comida de lá é chique e barata.

– Por que lá? – Raidou estava confuso e de fato, cansado. Ele não conseguia pensar direito naquela situação.
– Simples. – O sorriso sarcástico de Naoto retornou novamente – O dono deste restaurante é ninguém mais que Mitsumo Madoka... Pai de Minako Madoka. Ele deve saber de mais coisas sobre ela que nos pode ajudar.

Apesar de tudo fazer sentido agora, Raidou só balançou a cabeça dizendo que entendeu, e os dois seguiram caminho. A cidade, que estava bem mais movimentada que o normal estava ao mesmo tempo bem tranqüila. Como se algum mal fosse eliminado de lá.

Como a cidade é pequena, os dois chegaram ao tão chamado restaurante rápido. Uma grande casa, totalmente vermelha, e com as escritas “RED VELVET” em letras maiúsculas e enormes no teto da casa, deixava bem óbvio que lá era o lugar onde eles tinham que ir. Naoto abriu a porta calmamente e Raidou o seguiu.

A atmosfera dentro era bem chique e moderna. As mesas estavam bem arrumadas, e um grande tapete vermelho cobria todo o chão. Algumas luzes chinesas estavam no teto, e as mesas eram separadas por algum tipo de tela. O balcão qual um jovem, com cabelos vermelhos e olhos negros, e um terno chique os esperava, estava bem limpo.

Havia também muitos clientes, mesmo sendo plena luz do dia. O homem no balcão falou para Raidou e Naoto.

– Posso ajudá-los? – Disse ele, com um sorriso no rosto.
Naoto, do nada, ficou vermelho, mas logo se recompôs. O que diabos aconteceu ali, Raidou não sabe.

– Nós estamos trabalhando no caso da senhorita Madoka. Onde está o chefe? – Disse Naoto, sério. Parece que ele voltou a ser ele mesmo.
– Sim, sim. Ele está lá na cozinha.

Raidou estava prestes a se mover, mas uma mulher os aproximou. Vestia um chapéu branco, e um vestido normal, branco também. Seus sapatos eram brancos... Tudo era bem branco nela, exceto seus cabelos e olhos negros. Ela aproximou com um microfone para Raidou, e um homem a seguia com uma câmera.

– Olá, aqui é Tae Nakamura – disse ela, olhando para a câmera e sorrindo – E estamos entrevistando o “Príncipe Detetive” e seu leal assistente! Eles estão trabalhando num caso ao vivo bem aqui, no “Red Velvet”!
– Não isso de novo... – Naoto parecia chateado. – Olá. Desculpe, mas estamos investigando agora.
– E eu não sou nenhum “leal assistente”... – Raidou sussurrou pra si mesmo.

A repórter aparentemente ficou meio chateada, e coçou a cabeça. Ela parecia querer mesmo essa entrevista.

– Por favor, Shirogane... Só dessa vez... – Ela estava quase chorando. Literalmente implorando por uma entrevista.
– Está bem... Raidou. Vá falar com o chefe sem eu. Eu já volto.

Kuzunoha andou e ignorou a barulheira da jornalista. Abriu as portas do chefe meio irritado, mas foi surpreendido – não era nenhuma sala de chefe comum. Uma sala inteiramente azul, com um homem sentado num sofá do outro lado. Ele tinha um nariz enorme e vestia um terno chique. Seus olhos eram gigantes e ele parecia que não dormia á dias.

E ao lado dele, uma mulher linda, com longos cabelos loiros, olhos amarelos e uma roupa inteiramente azul. O homem começou a falar.

– Bem vindo ao Velvet Room, meu caro visitante... – Disse o homem, com um largo sorriso no rosto. Seus lábios não se moviam quando ele falava. – Oh, um novo visitante. Tempos que não recebemos um aqui...
– O que é isso? Onde está a sala do chefe?
– Esse lugar existe entre a imaginação e a realidade... Você nos está imaginando, mas ao mesmo tempo é a realidade... Mas na sua “realidade”, o tempo está totalmente parado... – Ele continuava com seu sorriso. Ele não tem outras expressões?
– Isso está muito confuso. Quem é você?
– Ah! Perdoe meus modos... Eu sou Igor. – E logo após, ele apontou para a moça. – E essa é...
– Madrimo. Prazer em conhecê-lo, senhor Raidou.

Logo após a garota falar “Raidou”, ele colocou a mão na cabeça, e sentiu algo estranho... Algo misterioso. Uma forte dor de cabeça... Achava ele.

– Enfim. Fomos informados, senhor Raidou, que mesmo sendo um Invocador de Demônios, você não possui nenhum demônio... O pobre Jack Frost morreu, não? – O seu tom era de tristeza. Ele parecia bem conectado a ele. – Enfim. Nós resolvemos seus problemas demoníacos, e você precisará de um em breve. Então... Daremos dois.

A mulher pegou um livro, e começou a lê-lo em voz alta. Alguma espécie de ritual em latim, ou coisa assim. Logo após, duas cartas apareceram no céu, Arcanas, pelo que Raidou pode notar.

– Ah, sim, o Arcana do Mágico e o Arcana do Carro... Dois poderosos... Eles certamente irão te ajudar...

Logo após a frase dele, dois demônios surgiram na frente de Raidou. O primeiro tinha uma cabeça de abobora, e dois olhos e um sorriso demoníaco, como se fosse feito no Hallowen. Por baixo, vestia uma capa azul, e duas mãos seguravam uma lanterna.

Já o outro, era literalmente uma vírgula vermelha. E parecia sempre emburrado... Ele se mexia pra lá e pra cá, e sempre reclamava.

– Ho! Prazer em encontrá-lo, Raidou! Eu sou Pyro Jack! – Disse o demônio do Halloween. – Irmão de Jack Frost, conhece? Espero que tenhamos um belo contrato juntos, ho!
– Então é esse tolo que eu tenho que eu tenho que proteger... – A vírgula só ficava mais irritada. Parecia que ia explodir. – Tanto faz! Eu sou Ara Mitama, seu humano tolo! Faça bom uso! Ngrow!

Os dois logo entraram nos tubos de Raidou, e foram colocados no bolso dele.

– Aparentemente, não temos mais tempo. Você virá aqui mais tarde no seu próprio acorde, então... Até nos encontrarmos de novo...

Raidou logo viu a sala real do chefe, e ficou de joelhos. Estava muito cansado para olhar detalhes, mas notou que era uma cozinha comum, como qualquer outro. O cheiro de frango era bem forte.

Um cozinheiro ajudou Raidou a levantar, e logo após, o mostrou direção ao senhor Madoka. Será que ele ouviu a conversa lá fora? Não interessa. Os dois andaram até o fim da sala, onde um homem gordo, e com uma barba italiana loura e um grande chapéu de “chef”. Olhos azuis...

Não havia dúvida. Esse homem era Mitsumo Madoka, pai de Minako Madoka...

– Olá, caro jovem. Como deve saber, sou um homem muito ocupado. – Ele não olhava para Raidou. Só para seus cozinheiros. – Então, o que você quer?
– Eu sou o detetive que está no caso da sua filha desaparecida. Poderia me contar mais sobre ela?
– Contar sobre Madoka? Por favor, filho... O que você precisa saber? – Ele olhava sério para Raidou. Não queria contar de jeito nenhum. – Agora, se me dá licença...

Logo após isso, o bolso do Raidou começou a gritar. Bem, não gritar, mas sim, chamar Kuzunoha.

– Ho, Raidou... Você pode me invocar. Eu farei ele falar. – Disse Pyro Jack, animado – Relaxe. Humanos comuns não podem ver nós, demônios. É só deixar comigo.

Não é como se ele tivesse uma escolha aqui. Ele tinha que fazer o homem falar, para chegar mais perto da verdade. Secretamente, invocou Pyro Jack. Ele estava na frente de Mitsumo, mas ele não parecia notar. Logo após, Pyro pegou sua lanterna e colocou fogo nas roupas do chefe.

– Ah! – O chefe gritou em agonia. – Tire isso de mim, tire isso de mim! – Ele ficou correndo para lá e para cá. Nenhum cozinheiro parecia notar nada de errado... E ninguém veio ajudá-lo.
– Hehe. O fogo é invisível pros outros humanos. É um belo truque. Vá ser um herói agora, Raidou! – Ele disse, antes de voltar para o seu tubo.
– Eu lhe ajudo se você me contar mais sobre Madoka. – Disse Raidou, frio. Apesar de ser cruel, ele precisava disso para resolver esse caso. – Então?
– Está bem, está bem! Só me ajude!

Raidou pegou um balde cheio de água e apagou o fogo. O chefe parecia bem aliviado, e então, estava disposto a contar tudo.

– Olha garoto... Você me assusta ás vezes... Mas tudo bem. – Ele suspirava e suspirava. – Madoka é minha filha... Ela não é tão querida no colégio dela, Yasogami. Alguém de lá deve saber alguns rumores...

Talvez se Raidou perguntasse sobre ela para algumas pessoas de Yasogami, essa informação poderia ser útil.

– Mas enfim. Aqui uma foto dela, talvez você possa mostrar isso para alguém e ele vai conseguir falar sobre isso... – Ele parecia bem sincero. Afinal, não queria pegar fogo de novo. – Mas enfim, isso é tudo com que posso lhe ajudar, me deixe em paz agora!

Com a foto, e com a informação que ela não é tão querida no colégio dela, pode ajudar em alguma coisa? O misterioso caso da garota ainda estava longe de ser fechado, mas um pequeno passo para frente foi dado.


@Miss Zero: Fanfic tranca por inatividade. Caso queira re-abrila, mande uma MP a qualquer FFM.
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Re: Devil Summoner: Raidou Kuzunoha vs. King Shadow

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