Pokémon Mythology
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Pokémon Age: The War Begins!

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Pokémon Age: The War Begins!

Mensagem por Nagre em Dom 22 Abr 2012 - 0:10

Pokémon Age: The War Begins!

Spoiler:

Notas do Autor: Estive trabalhando nessa história já faz algum tempo, se quiserem participar tem vaga, só preencher o formulario aqui no meu Escritório, contém violência e palavras de baixo calão. E eu preciso de um banner, se alguma alma caridosa se importar me mande uma mp

INDICE:
Prólogo
Garrik/Derik

Prólogo/Eyric:

-Ainda acho que deveríamos voltar – disse Hunbar olhando para os lados – tínhamos que investigar o que havia acontecido com o grupo de Kennen Servantine e sabemos que eles morreram.

- O que acha que vai acontecer se voltarmos para a Muralha Oeste sem saber o que aniquilou cinco Guardiões da Fronteira? – disse Sir Lauren Dracomite que estava comandando a missão – O Senhor Comandante vai arrancar nossas cabeças e colocar em um espeto.

- Mortos não falam e não temos nenhuma pista de quem matou o grupo do Servantine. – murmurou Hunbar

- Podem ter sido os povos selvagens ou podem ter sido os Rebeldes, temos que descobrir.

Eyric estava montado em seu Rapidash e ia um pouco mais atrás dos dois homens, ele sentia o temor no olhar de Hunbar e confiava no veterano que já tinha mais de cinquenta anos de Fronteira, afinal era sabido que Lauren Dracomite só tinha conseguido a missão porque o próprio Rei Kranos o tinha mandado para a Muralha Oeste.

- Verdade senhor, mas os povos selvagens nunca ligaram para o Reino Unido de Southris, com isso ficamos com os rebeldes ou os assassinos poderiam ser os Caídos. – falou Hunbar.

Eyric estremeceu ao ouvir aquele nome, os Caídos não eram vistos há cinco séculos, mas segundo os relatórios de batalha e lendas eles eram grandes, com olhos prateados, força descomunal, tinham cheiro de carne podre e eram mortos que tinham se levantado e segundo os mitos não era nada fácil derrubá-los novamente. Mas Sir Lauren riu da suposição do homem mais velho, olhou para Hunbar e falou:

- Ninguém vê os Caídos a mais de quinhentos anos, acho que eles caíram mesmo, mas eles não são o assunto – se virou para Eyric – você está montado em um Rapidash, então não deve sentir frio e também foi você quem encontrou Kennen Servantine morto, nos leve até lá novamente.

Era uma ordem do líder, tinha que obedecer mesmo que todo seu corpo desejasse voltar para a Muralha e ser punido por não ter investigado direito a causa da morte dos Irmãos Guardiões.

Hunbar desmontou de seu Meganium, pegou o cantil que estava junto à sela e bebeu virou toda a cerveja que tinha trazido da Muralha, o homem era grande, usava uma capa feita de pele de Espeon como todos os Guardiões da Fronteira do Oeste trajavam sob a cota de malha e trazia na cintura duas espadas. Eyric não gostou de o ver bebendo, afinal era difícil de ver aquele homem tão temeroso.

Cavalgaram por todo um dia até chegarem de volta aos corpos, o jovem guardião estava feliz por naquela região não nevar, pois quando a noite caiu estava fazendo muito calor.

- Foi por aqui não é Eyric? – perguntou Sir Lauren – Vamos procurar estes mortos logo.

- Sim senhor, eles estão empilhados naquela colina mais adiante.

Hunbar tinha caído de seu Meganium de tão bêbado que estava, então Sir Lauren bateu na cara do homem maior e ordenou:

- Você é uma vergonha! Terá sua punição quando voltarmos para a Muralha, por enquanto cuide dos nossos Pokémon, consegue fazer isto?

- Consigo possuir sua mãe, consigo matar um homem usando apenas as mãos, então sim, Lorde Desonrado, eu posso cuidar dos Pokémon.

Eyric viu as faces de Dracomite ficarem vermelhas, pois Rei Kranos o mandou para a Muralha por tentar seduzir sua filha mais nova que já é prometida ao filho de um antigo amigo do rei, por isso quando o jovem Sir chegou a Muralha conseguiu ganhar o apelido de Lorde Desonrado.

- Terá seu castigo quando voltarmos, só não o mato porque ainda preciso de você.

O mau-humorado Sir começou a se arrastar atrás de Eyric falando nomes nada bonitos, o jovem guardião andou rapidamente até a colina e quando chegou, constatou que os corpos não estavam mais lá.

- Deuses! – exclamou baixinho – Capitão, eles não se encontram mais aqui!

- Bobagem, os mortos não andam. – gritou Sir Lauren.

Então surgiu detrás das árvores um corpo com os olhos prateados, tinha uma hedionda cabeça de Ninetales presa ao peito e Eyric soube que aquilo era um Caído.
O morto sacou uma espada quebrada que reluzia sob o luar, Sir Lauren não soltou nenhuma exclamação, apenas sacou a espada e falou:

- Me mostre o que tem criatura.

Os dois correram com as espadas acima da cabeça e as colidiram fazendo um X no ar, Eyric estava paralisado de medo, só conseguiu ouvir a voz de Lauren:

- Corra, temos que noticiar o Reino. Os Caídos voltaram!

Então o Sir atacou visando a cabeça do morto-vivo, mas este desviou e deu um golpe na espada do Dracomite que se partiu em duas, vários estilhaços voaram nos olhos de Lauren, se aproveitando do momento de descuido o Caído segurou os cabelos do cavaleiro e o decepou, fazendo seu corpo cair no chão.

Eyric saiu correndo, pois tudo foi muito rápido e quando olhou para trás viu que o Caído ainda segurava a cabeça de Sir Lauren, mas também o viu dar um sorriso medonho, então o jovem guardião bateu em algo e caiu sentado no chão.

Olhou para cima e viu o corpo de Kennen Servantine de pé, olhando para ele com aqueles olhos prateados, imobilizado pelo medo a última coisa que o jovem Eyric dos Guardiões da Fronteira conseguiu ver foi o morto sacando a espada e a sentiu entrando no seu corpo.

Colocou a mão no peito e viu o sangue escorrer pela cota de malha, não sentiu nenhuma dor, apenas o frio e então o Caído sussurrou algo em outra língua e Eyric se levantou, com um buraco no peito e com os olhos prateados.


Última edição por Nagre em Qua 2 Maio 2012 - 17:06, editado 2 vez(es)
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Garrik/Derik

Mensagem por Nagre em Seg 30 Abr 2012 - 8:53

Garrik/Derik

A manhã de verão chegava quente e ensolarada, mas para Mestre Garrik Croconali o dia seria gasto vendo a execução de um desertor de um Guardião da Fronteira do Oeste, infelizmente ele não poderia faltar afinal era um Conselheiro Real.

Tinha acabado de se levantar da cama, morava no Castelo do Domínio junto com a Corte Real, seu quarto não era uma das melhores instalações, mas tinha uma cama imensa, uma grande estante com vários livros, uma escrivaninha com muitos pergaminhos, um guarda-roupa modesto e um pequeno “ninho” feito de palha para seu Krokorok.

Garrik vestiu sua túnica e o colar que representava que era um sábio formado pelas escolas da cidade de Velhavila, chamou Krokorok e juntos os dois se dirigiram até o local onde se realizaria a execução, montou em um Rapidash junto com seu crocodilo e juntos se dirigiram até o lugar

Cerca de vinte homens estavam reunidos para assistirem a Justiça do Rei, Garrik conseguiu identificar Sir Kilter Bugheon que já tinha trinta anos e era professor de esgrima para novatos e para os filhos de lordes, Sir Paulie Drakar um cavaleiro vindo de uma casa pequena, mas que já tinha provado seu valor em combate, seu primo Sir Namis Croconali e os dois filhos do rei: Kronos Llew e Hung Llew e na frente de todos estavam Kranos e o desertor.

- Eu, Kranos, Primeiro de meu nome, Rei dos Homens Livres de Southris e Protetor do Domínio, te sentencio a morte por ter desertado dos Guardiões da Fronteira. Tem suas últimas palavras?

- Não vou dizer que não mereço a morte, afinal prestei a merda do juramento, mas não vou negar o que vi. Senhores, eu vi os Caídos,enquanto estava escondido entre os arbustos já que Sir Lauren Servantine me considerava incompetente e me colocou para vigiar os Pokémon então vi tudo no meu esconderijo. Eram dois Caídos, um decepou o Sir e outro assassinou meu companheiro e o transformou em um deles. Morro com a consciência tranquila.

Garrik viu Kranos sacar sua espada, a Retalhadora, viu quando ele girou a arma e com um golpe decepou a cabeça do desertor e o sangue dele manchou a grama verdejante dos campos, os homens começaram a se dispersar e alguns continuaram junto ao rei, Croconali era um deles.

- Uma informação muito importante que o desertor nos deu, não é Vossa Graça?

- Oh, Garrik! Bom dia! Informações duvidosa, eu aposto o reino que ele não tinha visto os Caídos. Ele foi capturado porque estava caindo de bêbado e também porque se esqueceu de tirar sua capa de pele de Espeon, que o entregou.

- A Ama contava histórias de Guardiões honrados, que nos protegiam dos Rebeldes e dos povos selvagens. – disse Hung – não de bêbados mentirosos.

Garrik encarou o menino que tinha apenas onze anos e depois disse para seu rei:

- Vossa Graça eu quero investigar as Muralhas Oeste e Norte, por isso pretendo abdicar da minha posição do Conselho.

- Por causa do que um bêbado disse? – falou Kronos – Mestre Croconali, não vale a pena, afinal temos a plena certeza que o patrulheiro contou uma mentira para se safar da Retalhadora.

- A verdade começa nas mentiras, pense nisso jovem príncipe.

O rei estudou Garrik por uns momentos, mas o Mestre sabia que o soberano ia liberá-lo, afinal ninguém verificava as guarnições dos Guardiões da Fronteira havia muitos anos.

- Eu libero você Garrik Croconali, mas quero relatórios diários, então leve vários Pidgey e se alguma coisa der errado nas Muralhas eu conduzirei um exército para as fronteiras.

O sábio já sabia a resposta do rei, mas achou muito engraçado a reação dos dois herdeiros, Hung caiu do Rapidash e Kronos ficou boquiaberto olhando para o pai todo confuso, afinal para os garotos a informação que o desertor tinha dado não era nada mais do que uma mentira que não valia a pena ser investigada.

- Vamos filho, se levante do chão e Kronos só fique com a boca tão aberta quando uma garota muito bonita passar na sua frente. – olhou para o Mestre – Espero seus relatórios em breve Croconali.
_______________________________________________________________________

Enquanto Garrik se preparava para a expedição até as Muralhas, algo acontecia fora de Southris, no Reino-Além-do-Norte:

- Essa garota vai vir? Afinal ela será minha noiva e eu nunca a vi...

- Cala a boca Derik, você é o rei do povo livre, mas não somos como os imbecis de Southris que tem um respeito absurdo pelos seus governantes. Já falei para você, Farika é uma garota linda e depois que ela estiver esperando seu herdeiro vamos conquistar os Reinos Unidos. – disse um velho sentado no chão e ao seu lado estava seu fiel Crawdaunt.

Derik se segurou para não matar aquele velho, pois ele era um guerreiro muito respeitado entre o povo livre e também porque ele estava se esforçando para encontrar uma donzela para o Rei, se bem que no lugar que estavam: uma clareira cheia de montanhas ao redor, ninguém nunca iria encontrar o corpo do ancião.

- Lembre-se de mostrar respeito por mim, afinal eu conquistei meu direito de soberano quando matei o antigo rei.

- Então que tal uma lutinha? Se você é tão perigoso, me mostra.

Derik estava muito nervoso, já era cabeça-quente naturalmente e com aquele velho o chamando para a briga não tinha como evitar o confronto.

- Tyranitar, vamos ensinar uma lição para esse merdinha.

Um enorme monstro surgiu da montanha que estava por perto da clareira, o Ancião olhou para Crawdaunt meio preocupado, sacou sua espada e falou para seu Pokémon:

- Use o Sword Dance e depois Rock Smash.

Derik ficou surpreso, pois quando tinha estudado sobre golpes dos Pokémon nunca tinha visto nenhum Rock Smash* e também estava surpreso ao ver que o ancião comandava seu Pokémon diferente de todos os outros cavaleiros que ensinavam golpes, mas não davam nenhum comando. Afinal um embate de cavaleiros funcionava com o humano atacando o humano e o “animal” atacando o “animal”.

O monstro de Derik estava soltando um Hyper Beam, enquanto o rei sacava sua espada e partia para cima do velho, que estava bloqueando todos os ataques do seu soberano com facilidade, e o Pokémon dele estava avançando para o Tyranitar indefeso com as garras brilhando. Derik ao ver que seu parceiro estava em perigo falou:

- Eu desisto. Você venceu, Tyranitar volte para o ninho.

O ancião guardou a espada e desatou a gargalhar.

- Não se fazem mais batalhas como antigamente, isso é tudo o que tem? Sugiro que treine mais, ou vamos ser despedaçados em Southris. Vou esperar você no Rio Guadebeber para treinos diários.

O Tyranitar já tinha voltado para seu ninho nas montanhas e neste momento chegou uma comitiva de dez selvagens estavam trazendo uma bela garota. O Rei nunca tinha posto os olhos em uma mulher tão linda, era morena, com os olhos verdes e estava usando lindas roupas para alguém que era do povo livre. Deu um cutucão no ancião e sussurrou:

- Velhote, é essa daí que é a minha noiva?

- Sim, e não fique a encarando ou ela vai te achar um tarado.

- Cedo ou tarde ela vai descobrir que eu sou...

O velho deu um cutucão nas costas de Derik para ele se calar e todos se ajoelharam diante do rei, que não desgrudava os olhos da sua noiva.

- Vossa Graça, é um prazer em conhecê-lo. – disse Farika

- Ugladagaafa – conseguiu responder o rei todo nervoso.

- O Rei quer dizer que está encantado com a senhorita e que o povo livre não usa essas formalidades de “Vossa Graça”, chame o pelo que ele é, eu o chamo de retardado e você pode chamá-lo de Derik. – falou logo o velho que tinha que corrigir os erros de seu soberano.
Derik sentiu o rosto ficando mais vermelho do que o casco de Crawdaunt, viu que seu respeito estava caindo e anunciou rapidamente:

- Agora que conheci minha bela noiva, eu, o Ancião Guerreiro e Farika podemos nos dirigir até Kratestor para um banquete. – olhou para os subordinados que estavam escondendo risinhos – Os senhores podem voltar para seu comandante.
____________________________________________________________________

Após meia-hora de caminhada, Farika perguntou para seu noivo enquanto o Ancião estava se aliviando no mato.

- Senhor, eu ainda não sei de uma coisa. Porque temos que arranjar este casamento às pressas?

- Realmente não sabe? Pois bem, todo rei precisa de um herdeiro caso morra, assim seu filho primogênito assumirá o reinado. E talvez eu não sobreviva por muito tempo.

- Como assim?

- Como sabe, o povo livre foi expulso de Southris a muito tempo porque se negavam a servir um Rei e perder toda a liberdade.

- Eles servem a você...

- Não por obrigação e sim por vontade própria, mas continuando. Os southrianos usurparam as terras do nosso povo e desde este dia a missão de todo Rei do Povo Livre é tentar reconquistar nossas terras...

- Ainda não explica o motivo do nosso casamento. – disse ela interrompendo Derik.

- Não tinha chegado lá ainda, tenha calma donzela. Preciso de um herdeiro, pois em breve vamos invadir o Reino Unido para reclamar o que é do povo e se eu morrer na tentativa, a missão cai para meu herdeiro.

Então houve um estrondo e o Ancião Guerreiro chegou correndo:

- Esconda a Farika e se prepare, pois tem três Caídos chegando aí!

* - Lembrando que estamos na era medieval e os Pokémon não aprendem TM ou HM, então rola um segredinho do velho... E sim, o pessoal do povo livre não respeita seu rei, apenas o usam para atingirem seu objetivo
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