Pokémon Mythology
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Ensaio sobre a Escravidão

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Ensaio sobre a Escravidão

Mensagem por EtherealFay em Sex 6 Abr 2012 - 15:55

Saúdo-vos, caros companheiros de Fórum. Este é o meu primeiro trabalho publicado cá, e primeiro trabalhado após um hiatus de Pokémon da minha vida. Oh, bem-
Vamos à estória.

Nome: Ensaio sobre a Escravidão
Resumo: Imagine-se afastado de sua família, obrigado a trabalhar ser quaisquer retornos - sob o mais tórrido dos sóis, sob a mais intensa das chuvas, lutando por sua sobrevivência. A agonia de ficar preso em um local que supostamente você não cabe. O choro silencioso por seu desejo de ser livre mais uma vez. Pois é, essa é a vida de seus pokémons.
Observações: Gostaria de tirar como licença poética o uso de plural nas nomeações dos pokémons. Sinto-me inadequada não fazendo o uso do mesmo; O meu discurso no curso da estória soará hipócrita, visto que Pokémon é a minha série favorita de jogos, e é quase impossível eu largar os meus amados bichos; O prólogo é incrivelmente curto, contudo os outros capítulos são consideravelmente maiores.


Prólogo
Nasci no topo de uma montanha rochosa, num pequeno ninho com outros como eu: pequenos, vermelhos e com uma chama avermelhada na ponta de nossas caudas.

Éramos seis filhotes - raríssima ninhada para a nossa espécie - e nossos pais sentiam-se muito orgulhosos de todos.

Recebi o nome de Dohvsprim, algo que pode ser traduzido como Princesa dos Dragões.

Eu era a única fêmea do grupo, mas os meus irmãos nunca se segregaram de mim e brincávamos todos os dias com outros filhotes. Aqueles foram os melhores dias da minha vida.

Até que chegou o homem.

Eu havia alcançado meu quarto dia do nome, celebrando o nascimento com os meus irmãos, e estava entrando no quinto nível de poder (todas as vezes que completamos mais um ano, subimos mais um nível na escada hierárquica de nossa sociedade - já nascendo no primeiro).

As chamas de nossas caudas eram tão vivas, tão intensas naquele momento de euforia que acho que as vi azuis.

Então, chegou o homem e nada mais restou.

Um senhor montado num daqueles unicórnios flamejantes, Rapidash (acho que na minha língua eles se chamam Aunninkoh), aparentemente inofensivo, colocou pra fora as armas mais poderosas de seu arsenal e começou a atirá-las em nós.

Tão rápido quanto podia, ele capturou-nos com a sua arma, a Pokéball, e roubou-nos o que há de mais valioso - a liberdade.

Não mais éramos "Dragões em Treinamento" ou "Lagartos das Chamas", mas meros Charmanders. Enclausurados em uma bola de 15 centímetros de diâmetro.

Não que os nossos pais não tenham tentado nos salvar, eles morreram tentando. Lembro-me ainda, mesmo após tantos anos, que o Blastoise (ou Krasmett, que é o nome que eles se dão e significa Líder das Tartarugas) chorava enquanto atacava-nos.

"Desculpem-me, crianças" e chorava copiosamente.

A última coisa que me lembro antes de desmaiar foi a intensa luz vermelha e hipnotizante da Pokéball.

"Gotcha! CHARMANDER was caught"



Espero que tenham gostado e, se puderem, gostaria de francas opiniões para poder melhorar a minha prosa.
Au revoir.


Última edição por EtherealFay em Qui 12 Abr 2012 - 15:18, editado 1 vez(es)
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Re: Ensaio sobre a Escravidão

Mensagem por roberto13 em Sex 6 Abr 2012 - 18:04

Oi!

Nunca fui fã do tipo de Mystery Dungeon, mas o jeito que você abordou foi muito interessante. Só acho que o único ponto que você pecou foi não ter falado mais sobre como era dentro da pokébola. Se é um mundo novo ou um espaço negro ou etc... (se bem que o personagem desmaiou assim que foi capturado...)

O português está ótimo, não vi nenhum erro de gramatica e a propósito você é portuguesa? Geralmente brasileiros não acostumam usar a segunda pessoa (e quando usam, fazem-no de forma errada...)

É isso! Espero o primeiro capítulo (e que não desista logo nos primeiros caps como muitos...)
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Re: Ensaio sobre a Escravidão

Mensagem por Alyssa-Chan em Sex 6 Abr 2012 - 23:20

Nossa muito legal sua fic, com certeza vou ficar acompanhando, mas... agora me deu muita pena de capturar um pokemon '-'
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Capítulo Primeiro

Mensagem por EtherealFay em Qui 12 Abr 2012 - 15:14

Desculpai-me pela demora do primeiro capítulo - contudo possuo intenções de publicar semanalmente e, visto que o Prólogo veio a público na última quinta-feira... Bem, gostaria de agradecer pelo feedback positivo (embora apenas duas respostas, cada uma me é importante) e pedir mais uma vez desculpa aos moderadores pela transgressão na semana passada (uma resposta sem capítulo) e assegurar-vos que não repetirei tamanho erro.

Sem mais, a estória:



Capítulo Primeiro - O Galpão


Uma coisa que aprendi logo após ser capturada foi: eu seria usada em batalhas até a morte.

Ou desmaiar de dor, acho.

Após ser roubada de minha montanha, fui transportada por não-sei-quanto-tempo (mas acho que foi por quase duas semanas) para me encontrar em um ambiente completamente estranho e hostil, cujo nome descobri depois que era Academia Federal de Pokémon - Kanto (apelidada carinhosamente por seus alunos de A FdP de Kanto - piada que eu entenderia muito depois).

Eu seria objeto de estudo por um ano até ser levada por um treinador ou treinadora.

Minha espécie prefere a morte a este destino - mas eu na época tinha mais medo da morte do que qualquer sofrimento. Oh, bem...

Lembro-me de quando cheguei e fui solta da ínfima Pokéball, imediatamente colocaram em mim uma coleira. Olhei inquisitivamente para a mulher (aparentemente pesquisadora da Academia) que pôs aquele aparato em mim, porém fui ignorada. Quiçá ela achasse que eu sequer tivesse poder mental para compreender algo além dos comandos de batalha.

"Filha da-" murmurei, mas - surpreendentemente - a minha voz estava diferente. Não era um grunhido comum meu, mas algo mais próximo do nome da minha espécie, Charmander.

"Você se acostuma", disse uma voz atrás de mim

Olhei para onde vinha o som e vi um companheiro de gênero, um Dohvstoh (Guerreiro Dragão). Ou Charmeleon, na língua humana.

Ajoelhei-me em respeito a nossa hierarquia e ele sorriu.

"Estamos longe dos nossos domínios, minha querida, mas ainda é rejuvenescedor ver um novato que conhece os costumes." Ele se aproximou e alisou a minha cabeça "Olhe ao redor, não está mais nas montanhas".

Eu estava num galpão enorme. Várias espécies e gêneros de Pokémons espalhados (descobri que todos eram o que a humanidade chama de Pokémons Iniciais, dos tipos Grama, Fogo e Água por região) segredados por tipo e nível na hierarquia e uma larga estante com inúmeras Pokéballs contendo ainda outros exemplares.

"Estou no inferno, certo?" questionei-o

"Quem nos dera" e riu mais uma vez

Ficamos por silêncio por alguns momentos e resolvi retornar a conversar.

"Então... Poderias explicar-me, Sr. Dohvstoh, onde estamos?"

"Ah - Dovhstoh, como é bom ser chamado pelo título... Mas pode me chamar pelo nome, Dovhkull e - falando nisso - o seu nome é...?"

Dohvkull quer dizer Pequeno Dragão e geralmente dado ao menor filhote da ninhada ou a um lagarto muito pequeno se for o único do ninho. Isto explica a minha risadinha quando olhei para aquele Dohvstoh um pouco maior do que eu.

"Dohvsprim, a única fêmea da ninhada."

"Bem-vinda, Dohvsprim." Ele sorriu com todos os dentes "'Abandonai toda a esperança vós que entrais'"

Aquela frase dantesca me perseguiu durante toda a estadia.

============================================================================

Ainda faltavam duas semanas para o início das classes e Dohvkull me explicou muito.

"Seguinte, querida: seja obediente aos humanos (para você que nasceu livre será difícil, eu sei; também já fui) e não existirão punições. Em um ano, você vai embora e está livre deste lugar."

"E tu?"

Ele deu um sorriso triste (como ele adorava sorrir, mesmo com sentimentos tão mistos, e como eu amei cada um deles).

"Já vim como um Dohvstoh (opa, Charmeleon). Sou um objeto de estudo."

"Logo tu ou Dohvsmett não serão libertos?"

"É."

Dohvsmett era o título dado aos que alcançavam a última forma dos Lagartos das Chamas (Líder dos Dragões), Charizard na língua humana. Dohvsmett era do instituto e mãe de Dohvkull. Ela tinha perdido o marido e veio sem lutar para proteger o pequeno filhote. O nome dela também era Dohvsprim, mas era chamada de Dohvskaan por conta da experiência (embora tivesse apenas 45 anos, estava no nível 100 da Hierarquia), logo Rainha dos Dragões.

"Isso é injusto!" gritei, trazendo alguns pares de olhos em nossa direção, deixando-me desconfortável "Por que somente os 'iniciais' primários podem ir?"

"É!" gritaram uns outros dois que antes eram também livres, e não criados em cativeiro como a maioria.

"Pois não somos os mais baixos da hierarquia." disse Dohvkull "Temos treinamento suficiente para que não estejamos adequados aos olhos dos treinadores novatos."

Eu abracei meu irmão de gênero.

"Você é perfeito do jeito que é, meu amigo"

Não dissemos mais nada naquele dia.

============================================================================

Dois dias depois, resolvi conhecer os outros iniciais. Fogo primeiro, é claro. Amo o meu elemento.

"Com a vossa licença, é que eu sou nova cá e-"

"OH,MEUDEUS,VOCÊÉADOHVTIM(DRAGÃOFILHOTE)QUECHEGOUDIADESSES.EUSOUYORKSETH,QUALÉOSEUNOME?!"

Eu não entendi metade do que ele disse até refletir um pouco. Algo como: "Oh, meu Deus, você é a Dohvtim (Dragão Filhote) que chegou dia desses. Eu sou Yorkseth, qual é o seu nome?"

Yorkseth quer dizer Fogo Veloz, sendo Yorktim (Filhote do Fogo) a sua espécie. Ou um Cyndaquil.

"Dohvsprim, mas-"

"QUEPRAZER,PRINCESA.ÉMUITOBOMTERMOSUMADAMA,'CÊSABEQUEASMENINASSÃORARASNOSINICIAIS,NÉ?!SÓ12,5%DECHANCE!"

"Não tinha noção dis-"

"POISÉ,AGORA'CÊSABE.SEGUNDOUMVELHODITADO:'ACHAVEPARAABOABISBILHOTICEÉNÃOSERPEGO'!NÃO,ESPERA!É:SABERÉMETADEDABATALHA,SEGUNDOG.I.JOE!"

"O que é G.I-"

"OH,COMOSOUTOLO!UMASÉRIEDEDESENHOANIMADODOSHUMANOSCOMSOLDADINHOSE-"

"Chega, Yorkie. É informação demais para a nossa nova companheira." disse o Chimstim (Filhote das Tochas, ou Torchic).

"MAS-"

"Sem mas, Yorkie" ele olhou pra mim "Desculpe-nos, mas o nosso Yorkie é bem energético."

"Sem problemas" eu disse "Eu tinha um irmão com hiperatividade em casa."

"Hm." ele olhou para mim "Chimstroo (Pinto das Tochas), ao seu dispor."

"Dohvsprim." olhei ao redor, percebendo que outros de fogo se aproximavam "E vós?"

"Zehub" Zehub queria dizer Macaco Ágil, do gênero Zetim (Chimchar).

"Youteh" ou Javali Valente, que seria Youtim (Tepig).

"Prazer." eu disse "Então... como chegaram cá?"

"Youteh nasceu aqui" disse o próprio, enquanto eu olhava com estranheza por ele estar a se referir na terceira pessoa. "Youteh não conhece nada além dessas paredes de metal."

"Meus pêsames." suspirei.

"FUIROUBADODONINHOENQUANTOAINDAAMAMENTAVANAMINHAMÃEHÁUNSDOISANOS(OUSERÁQUEFORAMTRÊS?)EMOROAQUIDESDEENTÃO." senti pena do pobre hiperativo Yorkseth.

"Nasci aqui com o meu velh'amigo, Youteh. Somos até mei'irmãos, nosso pai era um Arcanine." revelou Zehub

Aquele foi o meu primeiro contato com híbridos, a surpresa foi enorme porque eu não conseguia conceber como pokémons completamente diferentes poderiam gerar herdeiros. Por experiência pessoal, minha concepção foi quebrada - mas, enfim...

"Das planícies de Hoenn, fui roubado do ninho, enquanto meus pais caçavam alguns insetos para meus dois irmãos e eu." Chimstroo suspirou "Não vejo a minha família há quatro semanas, e temo que nunca mais a veja. Mas fale-nos de você."

"Eu e meus cinco irmãos estavámos comemorando o nosso quarto dia do nome, quando um homem chegou e com um Krasmett matou meus pais. Tenho esperança de encontrar Dohvkull, Dohvhub (Dragão Ágil), Dohvteh (Dragão Valente), Dohvkom (Primeiro Dragão, nome dado ao primogênito) e Dohvgot (Dragão Brilhante, visto que ele era o que os humanos chamam de Shiny) novamente."

Ficamos em silêncio por instantes até que-

"SEJABEMVINDAPRINCESA,ACHOQUEVOCÊVAIGOSTARDAQUI-BEM,TALVEZNÃOPORQUEOSHÔMISÃOSEVEROSCONOSCOQUANDOFAZEMOSALGOERRADO,MASAINDAÉLEGAL!EI,VOCÊGOSTADEBRINCARDEESCONDE-ESCONDE?VAMOSBRINCAR,BORA?"

Bem, acho que este foi o início de uma bela amizade.

============================================================================

No dia seguinte, fui me encontrar com os iniciais da grama.

"Bom dia." eu estava de bom humor, tinha conseguido umas boas amizades no dia anterior "Sou Dohvsprim, novata por aqui e queria conhecer-vos, companheiros de prisão."

Uns três deles olharam para mim com um... digamos, olhar vago.

"Vééééi, na boa." disse o Gohrstim (Filhote das Ervas, Bulbasaur)

"Na booooooooua, véi" concordou o Klohtim (Filhote d'Árvore, Treecko)

"Manolos, acho que 'tô vendo uma fogo ambulante." disse o Strokim (Filhote da Terra, Turtwig)

"Caraaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaai, acho que 'cê 'tá certo." os outros concordaram

Aquela conversa era tão estranha, mas quando fui perguntar algo aos outros dois iniciais sobre esses rapazes, eles haviam se escondido.

Acho que tinham medo da chaminha da minha cauda, mas respeito-os por isso.

"Quando estiverem a vontade para falar, podem vir até a mim"

E sai ao ouvir um tímido "Tudo bem, Dohvtim"

=============================================================================

Imediatamente, resolvi visitar os aquáticos, embora incerta.

"Er-olá." cinco pares de olhos viraram-se para mim "Eu sou nova cá e-"

Recebi um jato de água na cara e caí para trás.

Apenas o Tro-qua-tim (Totodile) ria de sua própria piada. Os outros olharam torto e o Tik-qua-tim (Mudkip) ajudou-me a levantar.

"Obrigada" murmurei

"Sem problemas" ele sussurrou de volta, depois falou "Sou Tik-qua-teh (Valente Terreno-Aquático) e é um prazer conhecer você"

"Igualmente, meu caro."

Então, tão logo eu soube que o Tro-qua-tim era Tro-qua-von (Poderoso Crocodilo Aquático), que o Krastim (Squirtle) era Krasfuh (Tartaruga Serena), que o Bahtim (Oshawott) era Bahton (Lontra Gorducha, mas era chamado de Chocolate por conta do doce homônimo) e a Dahtim (Piplup) era Dahsjan (Condessa dos Penguins).

Gostei de quase todos, mas o meu favorito foi aquele que me ofereceu a pata para me levantar.

Não foi à toa que ele se tornou o meu melhor amigo.
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Re: Ensaio sobre a Escravidão

Mensagem por roberto13 em Qui 12 Abr 2012 - 16:42

Oi!

Apesar de não ter ocorrido tantos "acontecimentos", eu gostei do cap. Acho muito interessante essa "criação de títulos e uma linguagem" de pokémon. Só que os nomes são muito complicados hahah. Só acho que você errou ao colocar em um dos parenteses "Pokémons Iniciais, dos tipos Grama, Fogo e Água", ao meu ver não era para estar em letra maiúscula.

Um conselho é retirar as aspas e trocar por -. Não que esteja certo as aspas, mas acredito que a maioria acostumou com o "travessão". Outro é trocar os parenteses por - - ou ,. Novamente não está errado, mas pro leitor é mais conveniente.

Não ligue para falta de comentários, aqui é assim mesmo haha...

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Re: Ensaio sobre a Escravidão

Mensagem por Nagre em Sex 13 Abr 2012 - 21:14

bravo, muito bom mesmo.
A escrita, criação de novos nomes (díficil decorar todos) e a visão do ser que está sendo domado é simplismente é perfeito.
Continue com esse excelente trabalho e eu vou estar acompanhando


@ Pepe Akemi Says: Fan Fic inativa por mais de um mês, logo que isso acontece ele é trancado, caso queria reabri-lo só mandar uma Mp a qualquer Fan Fic Moderador. Trancado.
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Re: Ensaio sobre a Escravidão

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