Pokémon Mythology
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Pokémon Star & Scar

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Pokémon Star & Scar

Mensagem por GodFire em Ter 3 Abr 2012 - 21:57




personagens:


 Akira Kinomoto 



Akira é um garoto de 15 anos que
nasceu na cidade de New Bark (região de Jhoto).
Recebeu a tarefa do Prof. Elm de ir se encontrar com o Sr. Pokémon,
que teria uma grande novidade para mostrar.
No caminho acabou encontrando diversos desafios que terá que enfrentar!



Pokémons que possui:





Emily Yazawa



Emily
é uma garota alegre de 15 anos, amiga de infância de Akira, e que também nasceu
na cidade de New Bark. O seu melhor amigo e parceiro inseparável é o Marill,
que sempre anda com ela fora da PokéBall. A garota gosta de conversar com os
Pokémons, e consegue compreender o que estão pensando ou sentido.


Pokémons que possui:





Professor Elm



Elm é um pesquisador Pokémon da
região de Johto. Elm mora na cidade de New Bark e lá faz estudos sobre ovos e
reprodução de Pokémons. Elm faz amigos facilmente e é responsável por guiar os
treinadores jovens na região de Johto.


Pokémons iniciais que entrega aos treinadores:





 

Mago
Eusine



É um famoso mago que viaja por
todas as partes do mundo. Seu objetivo e ambição é um mistério.


Pokémons que possui:



 

Enfermeira Joy



Em toda cidade com Centro Pokémon
há uma Enfermeira Joy, que cuidam dos Pokémons feridos. Elas são todas
idênticas, por isso muitos pensam que ela é a mesma Joy que tinham visto antes.
Na verdade, elas pertencem à mesma família, e cada uma possui uma personalidade
diferente de ser.


Pokémons que possui:



Oficial Jenny



As policiais que estão presentes no mundo todo são chamadas Jenny. Elas
são todas idênticas, por isso muitos pensam que ela é a mesma Jenny que
tinham visto antes. Elas pertencem a mesma família, mas cada uma possui
uma personalidade diferente. Elas sempre estão aí para pegar bandidos como
a equipe Rocket.


mapa da região de Johto:

Cidade de New Bark: "Uma cidade onde o vento sopra e clama pela mudança iminente." É aqui que fica o laboratório do profº Elm, onde devem vir os treinadores que querem começar uma jornada nesta região.

Cidade de Cherrygrove: "Uma cidade onde você sentir o cheiro das flores pequenas e uma brisa do mar." Um lugar pacato, que tem como principal atração suas cerejas.

SUMÁRIO:
01 - New Bark!! O Começo de uma jornada!!
02 - A cidade de Cherrygrove e o Mago Eusine
03 - Rota 30 e uma velha estranha
04 - Revolução Utópica #9
05 - A batalha no laboratório!

CAPÍTULO UM:
NEW BARK‼ O COMEÇO DE UMA JORNADA‼





O sol começa a parecer no horizonte da cidade de New Bark, indicando o começo de mais um novo dia… Ainda com preguiça, olho pela janela e me deparo com um pontinho que aparece no céu. Por causa do brilho do sol, não consigo identificar muito bem o que é, sei apenas que vem em uma velocidade muito rápida… rápida até demais, eu diria‼! Quanto mais perto vem chegando, percebo que é uma criatura gigante que está voando! Ele passa sobre a minha casa voando bem rápido e em uma altura bem alta. Eu não tinha mais sono, estava completamente atordoado com a cena que acabei de ver. Visto minhas roupas e desço direto ir conversar com minha mãe.

— Bom dia, Akira.
— Bom dia, mãe.
— Acabei de preparar um ótimo café-da-manhã, venha comer!
Minha mãe serviu meu café e eu agradeci. Como eu estava muito curioso, perguntei:
— Mãe… a senhora não viu algo que passou voando bem rápido por cima de nossa casa? Eu acho que podia ser um Pokémon enorme…
— Um Pokémon? — falou minha mãe, tentando se lembrar. — Não, não vi nada… estava olhando televisão e acabei me distraindo. Mas, por falar em Pokémon, sua amiga Emily veio aqui faz um tempo procurando pelo seu Marill. E o nosso vizinho, o Prof. Elm, também anda lhe procurando, quer falar contigo.
Terminei meu café-da-manhã e quando eu estava saindo não encontrava meu boné. Fui perguntar para minha mãe para ver onde estava.
— Mãe, a senhora sabe onde está meu boné?
— Sei… — respondeu ela, voltando da sala e entregando meu boné. — E antes que você vá, eu também quero lhe entregar sua mochila nova. Assim você poderá carregar as suas coisas e será muito mais prático.
— Obrigado…
— Vai direto encontrar o Prof. Elm, que ele está lhe esperando no laboratório!
Com um sorriso ela se despede e volta para a sala.

Coloquei minha mochila e saí. Na porta de casa vi um Marill que apareceu vindo correndo em minha direção, parecendo muito agitado. No mesmo momento, vejo uma garota saindo da casa do vizinho junto de uma mulher e um garoto pequeno. Assim que o Marill vê a garota, sai correndo para encontrá-la. Eles se despendem da mulher e do garoto e vão embora. A mulher é a esposa do Prof. Elm e o garoto pequeno é o filho. Vou até eles para perguntar pelo professor.

— Meu marido está no laboratório — responde a esposa. — Espero que esteja bem. Quando começa uma investigação Pokémon se esquece até de comer…
— Quando for maior ajudarei meu pai! — fala o filho. — Vou ser um grande Professor Pokémon!
Eles se despedem e voltam a subir as escadas para o segundo andar da casa. No andar de baixo fica o laboratório, e em cima é onde eles realmente moram.

Quando eu ia entrando, percebo que tem um garoto ruivo espionando o laboratório pela janela.
— Este é o famoso laboratório do Elm… — falou ele em tom astuto para si mesmo. Assim que percebe minha presença, faz uma expressão arrogante e me pergunta: — O que está olhando?
— Nada… — respondi, tentando entender o que ele estava fazendo.
— Então cai fora! — falou ele rispidamente, me empurrando.
— Calma! — falei.

Saí dali um pouco aborrecido com o garoto. Quando entrei no laboratório, fui conversar com o professor.
— Akira, estava te esperando! — falou o Prof. Elm quando me viu. — Já conhecia meu laboratório?
— Ainda não…
O Laboratório Pokémon do Prof. Elm é bem grande, com prateleiras cheias de livros e alguns aparelhos bem curiosos.
— Hoje em dia é muito normal levar Pokémons dentro das PokéBalls — falou o Prof. Elm. — Mas antes de inventarem as PokéBalls, nós íamos a todo o lugar com o Pokémon ao nosso lado. Você sabia disso?
— Não…— respondi surpreso. Todo mundo sabia que as PokéBalls serviam para capturar Pokémons, e que quando capturados tinham que ficar dentro das PokéBalls. Eu nunca tinha ouvido falar de Pokémons capturados que andavam com treinadores. — Vocês andavam com os Pokémons sem PokéBalls?
— Isso mesmo, como a tua amiga Emily faz! — disse o professor, e então me lembrei de realmente ter visto a Emily caminhar com seu Marill fora da PokéBall. O professor continuou explicando: — Apesar de que levar dentro das PokéBalls seja muito mais prático, acredito que deixar o Pokémon caminhando contigo também pode trazer algo de positivo. Provavelmente influência em sua felicidade ou evolução…

O Prof. Elm ficou pensativo por um tempo, e então falou animado:
— Tenho uma idéia! Vou te dar um Pokémon! Quero que o leve contigo e observe se mostra algum sentimento ou vínculo especial com você!
— Você vai me dar um Pokémon? — perguntei sem acreditar.
— Sim! — respondeu o professor. — É só escolher entre as três PokéBalls que estão ali em cima.
Havia uma máquina com três PokéBalls em cima. Quando eu estava decidindo se devia ter ou não um Pokémon, o computador do professor apita.
— Veja! Recebi um e-mail! Vamos ver…

O Prof. Elm lê o e-mail e depois volta a falar comigo.
— Escuta, conheço alguém chamado Sr. Pokémon. Sempre está investigando coisas estranhas e se emociona muitíssimo cada vez que descobre algo. Ele acabou de escrever um e-mail dizendo que desta vez possa ter descoberto algo bastante importante. Pode se tratar de um ovo Pokémon!
— Legal! — falei impressionado. — O senhor realmente deve estar bastante curioso para descobrir o que é… não é mesmo? — perguntei, achando um pouco de graça na felicidade do professor.
— Realmente, estou muito curioso — respondeu ele. — Em qualquer caso, o Sr. Pokémon não pode vir me ver porque está comandando uma investigação, já eu tenho um montão de trabalho…
Ele pareceu decepcionado por um momento, mas depois voltou a fazer uma expressão de felicidade.
— Já sei! Você pode ir descobrir o que é no meu lugar! — disse o professor, que mesmo percebendo a minha expressão preocupada insistiu. — Vamos, me faz esse favor! Primeiramente, escolhe um dos Pokémons que tem ali em cima!
Eu decididamente queria um Pokémon, e que hora melhor que essa para ganhar um?
— Quando toca a PokéBall você vê na tela da máquina que Pokémon tem dentro — explicou o professor.

Aproximei-me da máquina e toquei em uma das PokéBalls. Na tela da máquina apareceu a imagem de um Pokémon.


— Esta é a Chikorita — falou o professor. — Um Pokémon tipo Planta.
Toquei em outra PokéBall. A imagem de outro Pokémon apareceu.


— Este é o Totodile — explicou o professor. — Um Pokémon tipo Água.
Toquei na última PokéBall que estava na máquina. Mais um Pokémon diferente apareceu na tela.


— Este é o Cyndaquil — disse o professor. — Um Pokémon tipo Fogo. Qual dos três Pokémons você vai querer?
Eu gostei tanto da Chikorita, quanto do Totodile ou do Cyndaquil. Não consigo me decidir de qual Pokémon vou querer levar, os três são fantásticos. Pensei em decidir pela sorte, mas não achei uma boa idéia… Nossa, que difícil! Mas um dos três eu devo ter gostado mais…
— É só pegar a PokéBall correspondente ao Pokémon que você escolheu que ele será seu — disse o professor.

Olhei novamente a imagem do Cyndaquil, um Pokémon tipo fogo. Ele parecia ser legal, com aquelas chamas saindo de seu lombo. É isso, vou escolher o Cyndaquil! Peguei a PokéBall que estava o Cyndaquil dentro.

A PokéBall se abriu, de dentro saiu um brilho e então o Cyndaquil apareceu.
— Cynda… cyndaquil! — disse o Cyndaquil.
— Acredito que se você levar o Cyndaquil do teu lado vocês vão se entender muito bem! — falou o professor.
Olhei de novo para o Cyndaquil, que me encarava completamente imóvel.
— Agora… — começou a explicar o Prof. Elm. — O Sr. Pokémon vai a todos os lugares buscar raridades. Ele vive ao norte, por isso vocês vão ter que passar pela cidade de Cherrygrove. Boa sorte!

Quando eu saí do laboratório, encontrei a Emily brincando com seu Pokémon, o Marill. Assim que ela me viu veio conversar comigo.
— Akira, você escolheu o Cyndaquil! — falou ela, alegre. — Que bom! Ele é um Pokémon genial! E se você levá-lo fora da PokéBall ele vai gostar bastante e sentirá muito mais carinho por você!
— Sério? — perguntei.
— Com certeza! E também nunca é demais você conversar com ele de vez em quando. Assim você poderá saber o que ele está pensando, se está feliz ou triste e se gosta ou não de você.
O Cyndaquil ainda continuava escondido atrás de mim. Tentei conversar, mas ele não me respondia nada.
— Ele parece ainda estar receoso com o resto do mundo — disse Emily. — Mas calma… ele ainda é um Pokémon pequeno, não conhece muitas coisas, por isso pode estar um pouco assustado com tantas novidades!
— Você acha?
— Claro! Tenho certeza que daqui um tempo vocês estarão se comunicando muito bem. Assim como o Marill e eu!
— Mar… marill! — disse Marill, correndo em volta de Emily, sempre muito agitado.
— Você não vai mostrar para sua mãe que acabou de ganhar um Pokémon? — perguntou Emily. — Acho que ela vai ficar feliz quando descobrir. De qualquer maneira… tenho que ir. Nós voltaremos a nos falar!
Emily foi embora, mas então se lembrou do Pokémon:
— Marill, vamos!
Marill correu e alcançou Emily, juntos foram embora.

Voltei para casa para conversar com minha mãe, tenho tantas coisas para contar a ela.
— Oi, filho! Conversou com o Prof. Elm? — perguntou minha mãe, mas assim que ela viu o Cyndaquil ficou toda contente. — Que Pokémon mais lindo! Foi o Prof. Elm que te deu? Foi você que pediu?

Contei como tinha sido a conversa com o Prof. Elm no laboratório, que ele me deu o Cyndaquil e que havia me pedido para ir me encontrar com o Sr. Pokémon, pois ele havia descoberto um ovo misterioso.
— Oh, isso não vai ser nada fácil! — falou ela surpresa. — Mas se o professor confia em ti, deveria aceitar sua missão.

Eu resolvi aceitar a missão do Prof. Elm. Preparei-me para a viagem, mas quando eu estava saindo de casa minha mãe apareceu para falar comigo.
— Ah, quase que me esqueço! Quero lhe entregar isso.
Ela me entregou um aparelho digital.
— Este é o Pokémon Gear… ou PokéGear, seu nome mais curto — explicou ela. — Você pode usar o PokéGear para fazer ligações. É muito fácil de usá-lo. Todo treinador experto tem um!
— Obrigado mãe!

Despedi-me dela e depois de caminhar um pouco saí da cidade. Quando me virei para trás para dar uma última olhada na cidade, mal tive tempo de pensar quando voltaria a encontrar a minha mãe, ou o Prof. Elm, ou a Emily de volta. Estava pensando quando iria encontrar algum deles de novo e já havia encontrado. O Prof. Elm apareceu vindo correndo em minha direção.

Akira, espera!

Esperei o professor. Ele estava ofegante quando falou comigo.
— Eu vou te dar meu número de telefone — disse ele. — Caso precise de alguma coisa é só ligar!
Coloquei o número de telefone do Prof. Elm no meu PokéGear.
Despedi-me do professor e continuei o meu caminho pela Rota 29. Desta vez tendo certeza que a minha jornada estava começando.

CONTINUA...

preview:
Oi! Aqui é o Akira que está falando! Não vejo a hora de ter a minha primeira batalha Pokémon com o meu Cyndaquil! Estou muito animado! Também quero chegar logo na próxima cidade e conhecer novos lugares! Na verdade, acho que não é apenas o Cyndaquil que está um pouco assustado com tanta novidade, eu também estou! Mas, mesmo assim, não vou deixar de cumprir a missão para o Prof. Elm! Por isso, não percam o próximo capítulo! Até a próxima!


Última edição por Firewest_ em Qui 17 Maio 2012 - 17:52, editado 19 vez(es)
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Re: Pokémon Star & Scar

Mensagem por Nothermoraes em Qua 4 Abr 2012 - 14:13

O_O uau está simplismente incrível. Fiko ótimo, parecce até que estou jogando HG lendo o que fiz(tirando escolher Cyndaquil). Espero o próximo cap.
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Re: Pokémon Star & Scar

Mensagem por T. Waltz em Qui 5 Abr 2012 - 23:09

Não notei muitos erros de português. A história da fic está boa, com certeza vou acompanhar, e você consegue fazer algo que eu acho muito legal que é a narração usando verbos no presente, e em 1ª pessoa. =)

Boa sorte, e continue aprendendo e crescendo =D
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Re: Pokémon Star & Scar

Mensagem por roberto13 em Sex 6 Abr 2012 - 18:49

Oi!


Não vou falar da história, porque pelo que vi é do game né? Então, sobra o português, que está ótimo. Porém, você pecou no pronome+verbo depois da vírgula. O certo é ,preocupei-me ao invés de ,me preocupei.

Tirando isso, o resto está ótimo. Só achei um pouco precário a descrição.

É isso!
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Re: Pokémon Star & Scar

Mensagem por Lady Kirlia em Seg 9 Abr 2012 - 9:59

Oii! SUa fic é bem interessante. Só acho que está igual demais ao jogo, mas percebe-se que voce escreveu todos os detalhes. Só espero que sejas criativo e torne a história interessante. O texto também tá otimo, só que tem muitas falas. Precisa narrar mais sobre o que tem ao redor. E como está escrevendo na primeira pessoa, isso pode ser mais dificl. Mas espero que voce se esforce e que sua fic seja um sucesso. Boa sorte!
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Re: Pokémon Star & Scar

Mensagem por GodFire em Ter 10 Abr 2012 - 10:06

Olá, pessoal! Postando mais um capítulo da minha fic, espero que estejam gostando até agora! Bem, respondendo os comentários...

comentários:
@Not: Obrigado por comentar! Sim, eu me inspirei nos jogos HG/SS (as minhas versões preferidas) para escrever a minha fanfic, por isso muito do que vai acontecer na história foram coisas que eu realmente fiz no jogo!

T. Waltz: Obrigado pelos elogios! =D Por incrível que pareça, escrever histórias em 1ª pessoa não é tarefa difícil para mim! Mas se vocês perceberem algum erro na escrita, comentem! Pois, como você mesmo falou, meu objetivo é melhorar cada vez mais!

roberto13: A história segue o enredo do game sim, mas nem se preocupe, não pretendo seguir tudo à risca, até por que se eu fizesse isso a fanfic não se tornaria original! Pretendo mudar muita coisa! Sobre o preocupei-me, pois é, eu tinha escrito correto, mas por alguma razão meu Word marcou como incorreto e pediu para eu mudar para Me preocupei, e na dúvida segui o comando do programa... mas a partir de agora tomarei mais cuidado! Também pretendo melhorar mais minha descrição daqui pra frente! Obrigado por comentar, e espero que curta o capítulo de hoje! (Que já tem uma mudança relevante com relação ao game...)

Lady Kirlia: Você veio!!! Muito obrigado por você ter comentado, você sabe que sua opinião é muito importante para mim! Sim, tomarei mais cuidado com o exagero de falas! (O que deve ter se repetido um pouco nesse capítulo, pois já estava praticamente pronto junto com o anterior) Um problema que veio tendo é a descrição, pois o game apresenta muitas informações, principalmente agora no começo, e para a fic não se tornar exageradamente grande acabo deixando ela pouco descritiva... Mas é algo que tomarei mais cuidado! Sobre a história, para a fic não ficar clichê e monótona, muita coisa que acontecer na fanfic será diferente do game: os diálogos, a ordem dos acontecimentos e inclusive a aparição de alguns personagens! Opa! Entreguei um pequeno spoiler... =X Espero que continue acompanhando, boa leitura!

Pokémon Star & Scar

CAPÍTULO DOIS
A CIDADE DE CHERRYGROVE E O MAGO EUSINE


Depois de uma caminhada não muito longa pela Rota 29, já consigo ver a entrada da cidade de Cherrygrove. Está é a primeira cidade da minha jornada que irei visitar. Para minha surpresa, quando eu estava chegando à cidade, um Pidgey selvagem apareceu voando, parecendo decidido a batalhar comigo.

— Cyndaquil, vai!
O Cyndaquil pulou na minha frente.
— Cynda… cyndaquil! — disse o Cyndaquil, preparado para batalhar.
— Cyndaqui, ataque Tackle!
O Cyndaquil atacou o Pidgey e o fez retroceder. Mas na mesma hora o Pokémon selvegem se recuperou e veio voando rápido na direção do Cyndaquil. O Cyndaquil não conseguiu desviar do ataque, e o Pidgey deu um rasante que o acertou em cheio.
— Cyndaquil, ataque de novo!
O Cyndaquil desta vez deu um ataque forte no Pidgey selvagem, que se debilitou e assim foi embora.
— Legal! Cyndaquil, você foi demais!
O Cyndaquil parecia muito feliz consigo mesmo, mas por causa do ataque do Pidgey selvagem, estava debilitado e muito cansado. Continuei meu caminho para chegar logo à cidade.

Assim que chego à cidade de Cherrygrove, levo um susto, pois um velho vem correndo em minha direção conversar comigo.
— Chegou faz pouco tempo, não é? Estou certo! — disse ele, antes que eu pudesse responder. — Está bem! Todo mundo é novato alguma vez! Não se preocupe, eu vou te ensinar algumas coisas. Siga-me!
O velho sai correndo me deixando para trás. Antes que eu pudesse entender o que estava acontecendo, o velho aparece correndo de volta para falar comigo.
— Oh, sinto muito! Não havia notado que você não tem Tênis de Corrida! Vamos, vou caminhar mais devagar para que possa seguir-me.
Ele caminhou um pouco rápido para que eu pudesse acompanhá-lo. Alcanço o velho parado na frente de um prédio.
— Este é o Centro Pokémon — explicou o velho. — Onde se curam Pokémons machucados. Vai precisar muito dele, por isso é necessário que o conheça muito bem!
Do lado do Centro Pokémon tinha um prédio azul, com uma placa enorme girando, que ele também não demorou a explicar:
— Este é o Poké-E-Mart. Aqui você poderá comprar PokéBalls para capturar Pokémon selvagens, além de encontrar outras coisas.

Caminhamos um pouco mais até chegar à saída da cidade, onde percebi que levava para uma rota.
— A Rota 30 é por aqui, onde os treinadores lutam entre eles com seus queridos Pokémons. Adiante, seguindo reto, está à casa do Sr. Pokémon.
— Você disse a casa do Sr. Pokémon? — perguntei, muito curioso.
— Sim — disse o velho —, você precisa encontrar ele?
— Isso mesmo — respondi —, a pedido do Prof. Elm.
— Bem, acho que você não se importa de conhecermos mais a cidade antes de você prosseguir sua jornada? — perguntou ele.
— Não me importo, estou curioso para saber mais sobre a cidade!
— Então está bem! — disse o velho, sorrindo.

Nós voltamos a caminhar. Eu percebi que Cherrygrove tinha uma ótima fragrância que vinha das várias flores espalhadas pela cidade. Quase todas as casas também tinham um canteiro de flores plantadas. A cidade é muito bem perfumada, mas logo senti o cheiro da brisa marinha também.
— Como pode ver, aqui é o mar — disse o velho. — Vários Pokémons são encontrados apenas na água.
Eu não fazia a menor idéia de que a cidade de Cherrygrove tivesse praia também. A cidade é realmente fantástica.

Continuei seguindo o velho, mas estava um pouco cansado, pois não conseguia seguir o ritmo rápido de caminhar dele. Queria saber como ele corria tão rápido mesmo estando naquela idade.
De repente ele parou de caminhar e eu também.
— E… está é minha casa! — falou o velho. — Por ter me seguido todo tempo sem reclamar, vou te dar os Tênis de Corrida. Então… coloca em teus pés!
Ele me entregou os Tênis de Corrida, mas fiquei sem saber o que dizer.
— Vamos, vamos! — disse o velho. — Não te preocupa, eles são novos!
Eu coloquei os Tênis de Corrida e guardei meu tênis antigo dentro da mochila.
— Nossa! Realmente eles são confortáveis! Muito obrigado!
— Sabia que ia gostar! — falou o velho. — Qualquer coisa, é só vir falar comigo aqui na minha casa. Adeus!
O velho entra em sua casa. Agora que conheço a cidade, vou aproveitar para dar um passeio. Mas primeiro vou levar o Cyndaquil ao Centro Pokémon.

Quando eu chego ao Centro Pokémon, sou recepcionado por uma mulher jovem de cabelos cor de rosa andando com uma Blissey ao seu lado.
— Olá, eu sou a Enfermeira Joy! Seja bem-vindo ao Centro Pokémon! Aqui a tua equipe Pokémon se recupera por completo. Quer que eu cuide de seu Pokémon? — perguntou a mulher muito atenciosa.
Respondi que sim. Guardei o Cyndaquil dentro da PokéBall e entreguei a Enfermeira Joy.
— Isso pode levar algum tempo — disse a Enfermeira Joy.
Preferi esperar pelo Cyndaquil para ir dar o meu passeio. Depois de um tempo que não demorou muito, a Enfermeira Joy voltou e entregou a minha PokéBall.
— Seu Pokémon recuperou toda a sua energia — falou a Enfermeira Joy. — Volte quando quiser!
Saí do Centro Pokémon com o Cyndquil caminhando ao meu lado fora da PokéBall. Ele parecia muito bem depois dos cuidados da Enfermeira Joy.

O primeiro lugar que resolvi ir foi a uma loja que vendia doces, que tinha vários produtos que eram feitos com cerejas.
— Nossa! Vocês possuem vários doces que parecem ser deliciosos! — falei, olhando com água na boca.
— Ah, obrigada! — falou a vendedora bem simpática.
A loja vendia bolos, bombons, balas, entre outros doces, mas preferi comprar apenas um pote com cerejas.
— Muito obrigado! — falou a vendedora, contente. — Você sabia que Cherrygrove é famosa pelas suas cerejas que existem aqui? — perguntou ela animada.
— Não, eu não sabia — respondi com sinceridade.
— Sim, a cidade é bastante conhecida pelas suas deliciosas cerejas que só existem aqui, e não é à toa, por isso que a cidade recebeu o nome de Cherrygrove!
Parando para pensar, é meio óbvio.

Despedi-me da vendedora e assim que saí da loja, abri o pote e comi uma das cerejas que comprei.
Por um instante fiquei apenas sentindo o sabor da cereja, depois falei sorrindo:
— Elas são realmente suculentas e docinhas! Que delícia!
O Cyndaquil me fitou por um instante, ele também parecia estar querendo comer uma das cerejinhas.
— Cynda… — disse ele quando lhe entreguei uma cereja.
Ele colocou na boca e começou a provar.
— Cynda… cyndaquil! — falou, muito animado e contente. Ele parece ter gostado das cerejas assim como eu.

Continuamos a andar pela cidade, quando de repente nos deparamos com um grupo de pessoas que estavam reunidas para ver algo.
Nos aproximamos da multidão. Resolvi perguntar o que estava acontecendo para uma garota que parecia muito agitada.
— É o Mago Eusine, ele está aqui na cidade! — respondeu ela animada.
— Mago Eusine? Quem é esse?
Depois que fiz essa pergunta, a expressão da garota mudou de repente de alegre para uma de raiva.
— Como assim você não conhece o Eusine? — perguntou ela com indignação. — Ele é o maior mago do mundo inteiro! Suas mágicas são maravilhosas! — disse ela, parecendo apaixonada, mas então logo voltou a falar obstinada: — Não posso esquecer de contar também que o Mago Eusine é um ótimo treinador em batalhas!
— Eusine também participa de batalhas Pokémons? — perguntei, curioso.
— Sim, e é um dos melhores! — responde a garota.

“Nossa, um treinador famoso aqui na cidade!”, pensei comigo mesmo. “Eu preciso batalhar com ele!”

O Cyndaquil subiu nas minhas costas e juntos começamos a passar pela multidão, que empurrava, falando um monte e pedindo autógrafos. Com um pouco de sufoco, conseguimos chegar ao Mago Eusine.
— Eu o desafio para uma batalha! — falei imediatamente.
Todo mundo que estava ali, inclusive o Mago Eusine, me olhou com a expressão séria por um momento e então caíram na gargalhada.
Com muita raiva eu perguntei:
— O que vocês estão rindo, hein?
Uma garota que estava do meu lado falou:
— Ah, você acha que realmente pode derrotar o Mago Eusine? Poupe-me! Você devia voltar pra casa e ir treinar mais, sabia?
Eu estava bufando de raiva. Quando eu ia responder a garota o Mago Eusine perguntou a mim:
— Posso saber quem é você?
— Meu nome é Akira, sou um treinador Pokémon!
— Olá, Akira! Meu nome é Eusine — apresentou-se ele, segurando a ponta da capa e fazendo uma referência.

O Mago Eusine realmente se vestia de uma maneira muito diferente: usava um terno e calças da cor lilás, uma gravata borboleta vermelha, luvas e uma capa branca, além de ter um topete muito estiloso no cabelo.

— Estou muito lisonjeado com o seu pedido! Mas agora realmente estou com pouco tempo — explicou ele. — Mas com certeza um dia batalharemos, eu prometo!
Com um movimento rápido, o Mago Eusine jogou uma alguma coisa no chão que se transformou em fumaça. Todos olharam impressionados, e quando a fumaça baixou o Mago Eusine havia desaparecido!
Pouco a pouco as pessoas foram se dispersando e indo embora, lamentando que o famoso mago fez uma aparição muito curta.

Desta vez eu já me sentia confiante para continuar minha jornada, prosseguindo para a saída da cidade e indo para a rota 30.

Akira, espere!

Olhei para trás e notei que era aquele mesmo velinho que me mostrou a cidade, ele estava vindo correndo para falar comigo.
— Ah, ah, ah… Por fim te alcanço! Vou te dar mais uma coisa. Toma!
— O que é isso? — ele havia me dado uma pequena peça.
— Este é um chip, você deve colocar no seu PokéGear!
Abri o meu aparelho e coloquei o chip, uma imagem apareceu.
— Viu só, agora você pode consultar o mapa desta região na PokéGear!
— Muito obrigado! — falei contente.
— De nada! Inclusive você pode melhorar a PokéGear introduzindo mais informações como está — explicou ele. — Mas o que você vai fazer agora?
— Vou continuar seguindo a rota para chegar à casa do Sr. Pokémon.
— Tem certeza que você vai querer continuar sua jornada neste momento? Já está ficando muito tarde. Não é melhor ficar aqui na cidade e prosseguir amanhã?
— Não, eu vou continuar mesmo assim! — respondi animado. — Não posso demorar muito para descobrir o que o Sr. Pokémon quer mostrar!
Percebendo que não ia conseguir me convencer a ficar, o velho enfim disse:
— Bem… então muita sorte em sua aventura!
Eu me despeço do velhinho e continuo minha jornada.

CONTINUA...


preview:
Olá, aqui é o Akira que está falando de novo! Nossa, pela primeira vez eu conhece um Treinador de Pokémon famoso! Fiquei muito curioso para saber mais quem era esse tal de Eusine, pena que sua aparição foi tão rápida que sua saída! Mas eu tenho certeza que um dia ainda vou ter a oportunidade de enfrentá-lo, e com certeza vou vencê-lo! Mas primeiramente tenho que atravessar a Rota 30 para falar com o Sr. Pokémon, por isso não percam o próximo capítulo!

Queria apenas lembrar que a cada novo personagem que aparece, estarei atualizando o Main Post com as informações! Inclusive, agora que Akira ganhou o mapa na PokéGear,resolvi colocar o mapa da região de Jhoto em spoiler no Main Post também! Ou seja, a cada cidade que Akira visitar, atualizarei o mapa e falarei um pouco sobre cada lugar! Por fim, queria falar que o jogo HG/SS é bem grande, por isso é capaz da fic ter mais de um capítulo por um semana... Sei que nem todos vão conseguir comentar, mas se vocês lerem já estarei feliz! ^^ Bye! o/


Última edição por Firewest_ em Ter 24 Abr 2012 - 14:49, editado 1 vez(es)
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Re: Pokémon Star & Scar

Mensagem por GodFire em Ter 17 Abr 2012 - 16:26

Pokémon Star & Scar


CAPÍTULO TRÊS:
ROTA 30 E UMA VELHA ESTRANHA


Eu continuei meu caminho feliz com Cyndaquil pela Rota 30, mas estranhei que esse lugar era muito mais diferente que os anteriores. A floresta era escura, vazia e silenciosa, não apareceu nenhum Pokémon e nem treinadores que o velhinho da cidade Cherrygrove havia falado… Com muito receio continuei meu caminho.

No meio do caminho, para minha sorte, encontrei uma casa, no mínimo, inusitada. Ela era pequena, tinha enormes janelas e havia uma cruz na ponta do telhado, também tinha uma espécie de torre na outra parte da casa. Um caminho de pedra levava até a porta, onde se encontrava uma linda jovem parada. Eu não sabia se devia ir lá conversar com ela ou não. Quando eu tinha resolvido continuar meu caminho, a moça me chamou.

— Espere, garoto! Você poderia me ajudar?
Eu ia responder que não podia ajudar, mas ela veio correndo falar comigo. Parou na minha frente, pude ver de perto a beleza que a garota de uns vinte e poucos anos podia ter…
— Eu queria que você me ajudasse a encontrar meu filho, ele deve estar batalhando com os amigos aqui pela rota mesmo… Se você encontrá-lo, podia pedir que voltasse para casa? É que já está anoitecendo… — explicou.
Eu não conseguia falar nada, então apenas balancei a cabeça concordando.

— Clarice, onde você está!
A moça se virou, e eu também olhei para a casa. Havia uma mulher idosa parada na porta, chamando a moça que veio conversar comigo.
— Estou aqui mamãe! — acenou a moça para a velha, depois se virando para falar comigo. — Aquela é minha mãe, vamos lá falar com ela?
Como percebi que não tinha como sair daquela situação, segui a moça até onde a velha estava.

— O que foi, mãe? — perguntou a moça.
— Eu fiquei preocupada, você havia sumido! E uma mulher na minha idade ficar sozinha…
— É que estou preocupada com o Daniel, ele ainda não voltou pra casa. Então pedi pra esse garoto se podia encontrá-lo e falar para que voltasse para casa!
A velha me olhou com um olhar agourento e perguntou:
— Quem é você?
Um pouco espantado respondi:
— Meu nome é Akira! Hã… olá!
— Mamãe, deixe de ser desconfiada das pessoas! — disse Clarice.
— Não, tudo bem, preciso seguir o meu caminho já! — falei rapidamente. — E não se preocupe, eu encontro o Daniel e peço para ele voltar pra casa!
— Muito obrigada, Akira! — disse Clarice sorrindo, um lindo sorriso.

Eu me virei e continuei seguindo pela rota, sem olhar para trás. Depois de um tempo encontrei dois garotos batalhando. Um deles acabou vencendo a batalha com um Pidgey. Cheguei aos garotos e falei:
— Oi, eu gostaria de saber quem de vocês é o Daniel!
— Sou eu! — disse um garoto que devia ter uns 10 anos de idade.
— Estou indo embora, tchau Daniel! — falou o garoto que perdeu a batalha, saindo decepcionado.
— Tchau! — disse Daniel, acenando para o garoto, e então voltou a falar comigo. — Quem é você? Quer ter uma batalha comigo?
— Olá, eu sou Akira, e não posso batalhar agora… — expliquei — na verdade tenho um recado da sua mãe para você!
— O que ela quer?
— Ela disse que é para você voltar agora para casa. Já está anoitecendo e ela está preocupada!
— Ah! Então tá! Eu já estava voltando mesmo!
O garoto saiu correndo na direção em que eu vim.
— Tchau, Akira! Obrigado por me dar o recado, um dia batalharemos!
Acenei pra ele. Por um momento pensei em continuar seguindo meu caminho, mas achei que seria perigoso demais Daniel voltar sozinho por essa rota.

Saí correndo para encontrar Daniel, mas ele devia estar muito na minha frente, pois eu não o vi. Será que estava tudo bem? Agora eu realmente estava preocupado. Fui até a casa dele, da Clarice a de sua avó, perguntar se estava tudo bem. A casa à noite parecia muito mais estranha do que já era, todas as luzes estavam acesas e o lugar estava completamente silencioso.

Bati na porta e avó apareceu. Rabugenta e desconfiada como antes, perguntou:
— O que você quer?
Ela parecia mais feia e horrorosa que nunca.
— Eu gostaria de saber se Daniel chegou bem em casa.
— Chegou — respondeu a velha —, e muito obrigado por dar o recado a ele!
Ela ia fechar a porta na minha cara quando eu não deixei. Alguma coisa estava realmente muito errada ali…
— Eu quero ver o Daniel e a Clarice!
A velha me olhava com raiva sem falar nada, mas então respondeu:
— Então tudo bem, eles estão jantando. Acompanhe-me.

A casa deles era maior por dentro do que aparentava por fora. Era simples, mas tinha uma atmosfera sombria e negativa. Queria saber como Daniel e Clarice podiam morar aqui junto com esta velha rabugenta. Subimos algumas escadas até chegar em frente a uma porta.

— Pode entrar, eles estão aí…

Com um pouco de receio por causa do tom de voz da velha, entrei no quarto. Estava mal iluminado, e antes que eu pudesse perceber, um monstro enorme me atacou.

Acabei desmaiando, e quando acordei percebi que estava amarrado e sentado no chão. Eu estava zonzo, mas ainda conseguir compreender o que estava acontecendo… e o que mais me impressionava, na verdade, foi o monstro que me atacou. Sua aparência medonha não parecia com a de nenhum Pokémon… Eu não posso acreditar no que eu vi!

— Acordou? — perguntou a velha, parecendo muito contente.

Eu olhei para ela com uma enorme raiva dentro de mim. O lugar desta vez estava completamente claro, olhei em todos os cantos para descobrir o que era, e percebi que se tratava de um laboratório. Preso e adormecido na frente da velha estava Daniel.

— Quem é você? E o que pretende fazer com Daniel?
— Você logo, logo irá descobrir… — respondeu ela, sorrindo.
Desta vez eu dei por falta de mais uma pessoa.
— Clarisse… cadê a Clarisse?! — esbravejei com a velha. — RESPONDE SUA VELHA LOUCA!
— Clarisse sempre esteve aqui junto de nós… — respondeu ela calmamente.
Com um excesso de raiva, levantei-me rapidamente, e quando ia avançar o mesmo monstro de antes apareceu.


Desta vez eu olhei precisamente para o rosto da criatura e meus piores temores se concretizaram. Eu caí no chão sentado. Meu corpo não se mexia, eu estava com tanto horror e medo, que não conseguia fazer mais nada. Eu olhava para baixo, evitando ver toda a crueldade que estava acontecendo. A criatura gigantesca voltou para perto de sua mãe.

— Eu não acredito no que você fez… você… você… — com muita coragem eu levantei a cabeça e encarei a velha que ria debochadamente — VOCÊ TRANSFORMOU SUA PRÓPRIA FILHA EM UM MONSTRO‼‼‼‼!

A velha ficou séria por um instante e abaixou a cabeça… mas um riso baixinho começou a aparecer, logo se tornou uma risada… e então um grito de escárnio!

CONTINUA...


Última edição por Firewest_ em Ter 24 Abr 2012 - 14:50, editado 2 vez(es)
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Re: Pokémon Star & Scar

Mensagem por Nothermoraes em Dom 22 Abr 2012 - 17:37

Agr nao fiko mt pareecido com o HGSS, mas de qualquer maneira fiko mt lgl. Bom, vamos observar:

Bom, gostei do jeito que fez o capítulo, mas achei pequeno e rápido, porque uns 2 segundos de Daniel correr já nao dava para o ver? Tbm nao descreveu mt como foi no quarto escuro, mas de resto gostei bastante do cap. Espero o proximo
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Re: Pokémon Star & Scar

Mensagem por GodFire em Ter 24 Abr 2012 - 18:45

Olá, pessoal! A trama do capítulo anterior acabou se estendendo mais do que devia, por isso ela não vai acabar agora, o encerramento memso vai ser depois! Por enquanto aproveitem esse capítulo, que já possui várias revlações. Boa leitura! =D

comentário:
@Not: Obrigado por ter comentado! Significa muito para mim saber que tem pessoas acompanhando a fanfic! ^^ A história vai ter um pouco de diferença sim com os jogos, mas espero não desapontá-lo! Já sobre o desaparecimento rápido e misterioso de Daniel, vou explicar tudo nesse capítulo!

Pokémon Star & Scar

CAPÍTULO QUATRO:
REVOLUÃO UTÓPICA #9




Eu pensava em um jeito de sair rapidamente deste lugar tenebroso e salvar Daniel, mas não encontrava nenhuma maneira de me soltar da corda que estava me amarrando! Sem falar que não sei onde está meu Cyndaquil… eu havia recolhido ele alguns momentos antes de voltar a casa dessa velha, e agora não consigo encontrar sua PokéBall! Já a velha, depois de delirar na minha frente, voltou sua atenção para mim novamente, encarando-me com seu olhar sério e agourento.

— Sabe, Akira, eu sempre suspeitei que você seria uma tremenda ameaça para os meus planos… percebi isso quando Clarice foi chamar por você…

Eu estava com muito medo, se eu era uma ameaça, comecei a ficar preocupado com o que ela pudesse tentar fazer comigo! No entanto a velha não fez nada… e apenas continuou sua explicação:

— Logo que você saiu em busca do Daniel, tratei de acelerar tudo o que eu pretendia fazer hoje à noite… — eu escutava atentamente, tentando não imaginar o que a velha ia contar a seguir. — Clarice e eu estávamos sozinhas aqui em casa, por isso pedi a ela que subíssemos para a parte mais alta da torre. De começo ela ficou surpresa, pois até hoje eu nunca havia a deixado ir até a última parte da torre, eu falava que era apenas um cômodo sem importância. No entanto, hoje era extremamente necessário que ela me obedecesse… a convenci de ir comigo dizendo que precisava encontrar uma coisa.

A velha fez comigo o mesmo que havia feito antes com Clarice, e convencer sua própria filha a ajudar uma senhora de idade não deve ter sido muito difícil.

— Conforme pedi, fomos até o cômodo do ponto mais alto da torre. Estava tudo completamente escuro, por isso pedi a Clarice que ligasse a luz, e quando tudo ficou claro ela ficou completamente espantada com esse enorme laboratório que ela nem sabia que existia… Mas pouco importou o que Clarice viu ou deixou de ver, isso era o de menos importância, pois rapidamente corri em sua direção e segurei em seu rosto — neste momento a velha estava com as duas mãos estendidas para frente, como se estivesse segurando uma cabeça invisível, e olhava com enorme satisfação. Com um olhar mais e mais maligno… mas rapidamente ela volta de seu devaneio. — Bem, como posso dizer… em questão de segundos eu havia criado a criatura perfeita.

Ela alisou o pêlo cinzento do enorme monstro ao seu lado. Metade besta, metade humana. Na verdade a única coisa que tinha de humana era a cabeça de Clarice, monstruosamente deformada. Seu corpo parecia a de um Entei, tinha asas nas costas e uma enorme coleira com uma corrente quebrada.

Um sentimento de raiva e medo se mesclava em mim quando olhava para a criatura, mas percebi que sentia mais raiva do que medo, então esbravejei com a velha:

— ELA ERA SUA FILHA, COMO PÔDE?

— Bem… isso é uma outra história, uma parte obscura do meu passado, que também nunca contei a ninguém… — respondeu ela. — Poucas pessoas sabem… mas quando eu era jovem fazia parte da Equipe Rocket…

— Equipe Rocket? — perguntei sem entender.

— A Equipe Rocket foi uma poderosa facção criminosa do passado, que tinha o intuito de dominar o planeta de várias maneiras. Eu era uma cientista muito importante na facção, pois era responsável por várias experiências que dariam mais poder a organização. Entre os vários projetos que eu participava, um deles se chamava Revolução Utópica #9, que tinha a magnífica idéia de criar quimeras. É claro que um tempo depois tudo foi anulado, e tive que continuar a pesquisa sozinha…

Quimeras? — perguntei, não reconhecendo o termo.

— Quimeras são criaturas híbridas poderosas que possuem o corpo de uma mistura de partes de dois ou mais Pokémons — explicou a velha. — Para conseguirmos tal criatura, primeiramente estudamos o DNA de vários Pokémons. Depois disso, escolhemos os genes corretos e então começamos a “montá-los”. Não demorou muito e conseguimos projetar uma máquina que pudesse fazer tudo isso sozinha. Bastava apenas conseguir os Pokémons necessários e então programar a máquina com a quimera que queríamos. Tivemos nossa primeira quimera em questão de pouco tempo, foi impressionante! E conforme íamos avançando com os resultados da experiência, logo percebi que esse acabou se tornando o meu projeto preferido!

— Mas porque o nome Revolução Utópica #9? — perguntei curioso.

— Digamos que se conseguíssemos realmente criar uma quimera, seria uma grande revolução na área da ciência e da genética. Já utópica vem da idéia de que seria praticamente impossível conseguirmos tal feito, ou seja, um sonho distante… Já o #9 é do número de tentativas de experiência que fizemos até dar certo. Todas as oito quimeras que conseguimos criar morreram precocemente um tempo depois, no entanto, na nossa 9ª tentativa, tudo havia dado certo, e a criatura conseguiu sobreviver.

— Eu… eu não acredito‼ Você sacrificou a vida de vários Pokémons apenas para criar outra criatura mais forte, isso é uma coisa abominável‼ — falei com toda a minha raiva voltando, a velha nem comentou nada. Eu estava pensativo sobre o que ela acabou de falar, então perguntei: — Mas o projeto foi bem tão sucedido assim? Então por que foi anulado? O que aconteceu?

— Sim, o projeto realmente foi muito bem sucedido, pelo menos até o ponto que queríamos. No entanto, depois de um plano de invasão na cidade de Saffron, tudo começou a dar errado… A Equipe Rocket acabou sendo dizimada nesta invasão. Vários membros foram presos, outros tentavam fugir, a organização perdeu seu dinheiro, e então todos os projetos que eu estava participando foram cancelados. Você não faz idéia do enorme ressentimento que tive de ver o projeto da minha vida acabando assim… eu precisava continuar… precisava fazer alguma coisa!

— Você fez o que em seguida?

— Fugi — respondeu simplesmente a velha. — Fugi como a maioria, mas eu não continuei mais na região de Kanto. Eu precisava de um lugar seguro para continuar minhas pesquisas, onde ninguém desconfiaria o que eu estivesse fazendo. Quando cheguei a Jhoto, conheci um homem na cidade de Cherrygrove que morava aqui na Rota 30, justamente nesta casa. Nós nos apaixonamos e então nos casamos, viemos morar aqui e depois de um tempo tivemos Clarice. Eu estava levando uma vida muito feliz, por um momento até pensei em desistir da pesquisa Revolução Utópica #9, mas o que me impediu de ter desistido foi a morte do meu marido.

— O que houve depois disso?

— Eu continuei criando a Clarice sozinha, mas quando ela ainda era pequena, construí a torre nesta parte da casa. Comecei a montar secretamente meu laboratório aqui, eu ainda tinha muito dinheiro da época em que eu era membro da Equipe Rocket. A partir deste momento a motivação da minha vida passou a ser a continuação do projeto. É claro que fiz isso tudo secretamente, pois ninguém da família descobriu.

— Você nunca se importou realmente com sua família! Você apenas criou Clarice para que virasse sua cobaia um dia‼ — falei com ódio.

— De certa maneira é verdade, nunca acompanhei realmente a vida de Clarice, ela cresceu, casou-se e teve seu próprio filho, Daniel. Sem falar que não me lembro de tê-la apoiado em nenhum destes momentos. O que eu pensava, na verdade, é que caso ela fosse embora e me deixasse sozinha, eu não conseguiria continuar minha pesquisa. Por isso criei muita briga entre ela e o marido, até que se separaram.

— Eu acho que me enganei… na verdade o verdadeiro monstro aqui é VOCÊ!

— Não me importo com suas ofensas, Akira, pois eu já consegui o que queria. Quando você saiu em busca de Daniel hoje, mandei a minha quimera recém-criada ir buscá-lo, na esperança de que o encontrasse. Infelizmente você o encontrou antes e lhe entregou o recado. O que você não sabe é que minha quimera estava à espreita, assim que vocês se separaram, ela atacou Daniel e trouxe-o para mim.

— Por isso que estranhei como Daniel chegou tão rapidamente em casa, foi a quimera que o trouxe! E a velocidade da quimera é muito maior do que a de um Pokémon normal… — falei, compreendendo tudo agora. No entento, outra coisa me preocupou. — Mas, se a quimera realmente o atacou… ele ainda está vivo, não é mesmo?

— É claro que sim! — respondeu rispidamente a velha. — Seres que estejam mortos não servem para fazer quimeras!

Por um instante fiquei pensando no que a velha acabou de falar… e então percebi quais eram realmente suas intenções.

— Eu não acredito! Você quer transformar seu único neto em uma quimera também! EU NÃO IREI PERMITIR ISSO‼

Voltei a me levantar, e sem nem pensar duas vezes avancei contra a velha novamente. E como antes, a quimera deu um pulo e avançou contra mim.


Caí deitado no chão, e desta vez a quimera não me largou, continuou com suas patas em cima de mim, impedindo-me de fazer qualquer coisa.

— Neste tempo que estive aqui sozinha fazendo pesquisas no laboratório — falou ela —, aperfeiçoei a idéia de como criar uma quimera.

— Sim, você passou a usar pessoas em suas experiências! — falei sem medo.

— Digamos que as primeiras experiências que fiz aqui em casa foram feitas realmente com Pokémons aqui da Rota 30. Eu capturava vários deles e trazia aqui para o laboratório, até que quando começaram a sentir minha presença quando eu andava pelos matinhos e fugiam. Em pouco tempo nenhum Pokémon que habitava aqui perto de casa.

Ela deu uma risada alta de deboche de gelar a alma, eu não conseguia entender como a velha podia sentir prazer em ver o medo e sofrimento dos outos.

— Você é uma psicopata! — gritei.

— É claro que o motivo para eu começar a pesquisa de quimeras com pessoas não foi a falta de Pokémons — disse ela, parecendo ainda achar um pouco de graça no que acabou de falar. — Eu sabia perfeitamente como fazer a experiência, mas o problema de quimeras com Pokémons era a inteligência. Eles não obedeciam, agiam impulsivamente e podiam ser um risco para todos, inclusive para os seus criadores. Percebi que a melhor maneira de criar quimeras obedientes era usar a inteligência de humanos.

— Você fez então a coisa mais abominante do mundo…

— Abominante? — repetiu ela sem acreditar. — Isso é o que a maioria diria, mas eu não acho. Eu sei que estou certa, e vou mostrar isso para você neste exato momento…

Ela começou a se aproximar de mim com as duas mãos estendidas. No mesmo momento percebi o que ela ia fazer… eu sou a próxima quimera que ela quer criar! Tentei escapar da criatura que me prendia contra o chão, mas não conseguia. Eu queria muito que o Cyndaquil estivesse aqui, mas mesmo assim acho que seria difícil ele lutar contra com essa quimera enorme.

— Você acha realmente que o tempo inteiro que estive aqui era apenas uma tentativa de recriar uma experiência que eu sabia fazer? — perguntou ela. — Não mesmo, eu aperfeiçoei em muitas maneiras! Inclusive uma delas é que agora eu não preciso de máquinas para criar quimeras, posso fazer isso por mim mesma.

Olhei diretamente para cada mão dela, havia uma esfera de ferro em sua palma.

— Eu mesmo fui cobaia das minhas próprias experiências. E agora eu sou como um Deus… posso criar criaturas que eu desejar a qualquer hora.

Quando ela chegou perto de mim, mandou a quimera me soltar e então eu fiquei sentado. Antes que eu pudesse fazer algo, ela segurou com força minha cabeça com as duas mãos. Eu encarei seus rosto, e o mesmo olhar maligno de antes resplandecia em sua face. Era o fim, por mais que eu tentava me soltar dela não conseguia.

As mãos velhas e enrugadas começaram a brilhar, fechei com força os olhos temendo o que ia acontecer. Eu ouvi um estrondo e percebi que as mãos da velha haviam me soltado. Eu ouvi uma voz masculina alta que falou:

— Cheguei no momento certo para salvá-lo!

Abri os olhos, a velha estava caída a certa distância de mim. Olhei para o meu corpo e percebi que ainda não havia virado meio Pokémon, então fiquei aliviado; depois olhei na direção da voz masculina que havia falado, e encontrei o Mago Eusine junto de seu Electrode parado em um enorme buraco feito no teto da torre… Mas a sensação de que estava tudo bem durou por poucos instantes, pois logo a enorme quimera veio em minha direção.

— Electrode, não deixa a quimera tocar em Akira! — ordenou o Mago.

O Pokémon avançou rapidamente contra a quimera e lhe diferiu um golpe forte direto na cabeça, que a fez recuar vários passos. Eusine pulou a meu lado e perguntou:

— Você está bem?

— Sim, estou — respondi. — Mas apenas não sei onde está meu Cyndaquil, ele estava dentro da PokéBall… E também tem o Daniel, precisamos salvá-los.

— Sim, vamos salvar todos, mas antes vou te soltar — o Mago Eusine me desamarrou da corda e então disse: — Precisamos nos eliminar deste monstro primeiramente.

— Esse monstro é uma quimera, a velha usou Clarice, sua própria filha, para criá-la! — expliquei a ele.

— Eu não acredito na monstruosidade que essa mulher fez… — disse ele, olhando a quimera com desgosto.

— Nem eu! Mas tem como salvar Clarice? Fazê-la voltar ao normal? — perguntei.

Ele olhou para minha expressão preocupada, e ficou uns segundos quieto, refletindo se deveria ou não me dar a resposta.

— Akira, eu acho melhor não esconder nada de você… Mas provavelmente Clarice nunca mais poderá voltar ao normal — respondeu ele.

Eu fiquei chocado com a resposta. Mas eu comecei a ficar mais preocupado é com Daniel, como contaríamos a ele o que aconteceu?

Certa distância a nossa frente, a velha maluca começava a se levantar. Nos olhamos em sua direção e então ela disse:

— Vocês já brincaram mais do que o suficiente… Não deixarei que ninguém escape daqui!

CONTINUA...
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Re: Pokémon Star & Scar

Mensagem por ~Yui em Ter 24 Abr 2012 - 20:27

Uau! Incrível o capítulo!
Achei muito diferente você colocar uma quimera em uma Fanfic sobre Pokémon. E diferente é bom!
Não achei erros de português e estou esperando o próximo capítulo!
Ganhou uma leitora!
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Re: Pokémon Star & Scar

Mensagem por GodFire em Qua 16 Maio 2012 - 16:00

Pokémon Star & Scar


Pessoal, me desculpem pela demora do capítulo, era pra eu ter postado semana passada, mas acabei ficando doente, e por isso acabei não postando. Bem, no capítulo de hoje se encerra a trama do capítulo anterior, e também já se inicia outra trama! Boa leitura! ^^

comentário:
Jessica Heap: Uma nova leitora, seja muito bem-vinda! Obrigado por estar gostando da história até agora, a idéia de quimeras realmente foi bem legal, e achei que ia dar certo! Ainda bem que gostou, continue lendo, você ainda vai ter muitas surpresas!

CAPÍTULO CINCO:
A BATALHA NO LABORATÓRIO!


A velha maluca chamou a atenção da quimera, que veio obediente até ela. Com uma agilidade impressionante, a mulher subiu em cima da quimera e ambas vieram em alta velocidade em minha direção e do Mago Eusine.

— Electrode, use Thunder Wave! — Ordenou o Mago Eusine.

O Pokémon começou a brilhar, e jogou uma energia contra a quimera. Foi impressionante como um monstro daquele tamanho e com aquela velocidade parou no mesmo momento. O monstro rugiu, mas não avançou mais.

— Você conseguiu! — falei alegre para o Mago Eusine, mas de repente ele me deu um empurrão que me jogou longe.

Eu não entendi o que estava acontecendo, mas quando olhei melhor percebi que a velha havia avançado por contra própria contra o Mago.

— Akira, fique bem longe! — Disse ele.

— Podem ter conseguido deter a minha quimera, mas vocês não vão conseguir escapar! — Gritava a velha.

— Você realmente é insistente, não é mesmo? — falou o Mago, tentando evitar que as duas mãos da velha encostassem em sua cabeça.

Eu estava impressionado com a força da velha lutando contra o Mago, mas por um segundo de descuido, ela conseguiu tocar com uma das mãos a cabeça, e depois colocou a outra. No mesmo instante, o Electrode veio ajudar seu dono, mas foi atacado pela quimera, que parece ter perdido o efeito da paralisia do ataque Thunder Wave. Havia começado duas batalhas, Electrode contra a quimera e a velha maluca contra o Mago Eusine. O pior de tudo é que eu não podia fazer nada!

Do outro lado do laboratório, vi o corpo caído de Daniel perto da batalha da quimera contra o Electrode, corri com muito cuidado para perto dele e o arrastei para um canto junto comigo, antes que fosse acertado por algum ataque. Percebi que a batalha do Mago Eusine com a velha emitia uma grande rajada de luz, e prestei atenção ao que estava acontecendo. Então percebi que a velha gritava:

— Você não vai conseguir resistir por muito tempo, logo será meu e fará parte da minha coleção de quimeras!

— Eu não vou deixar! — disse o Mago Eusine em resposta.

A luz era emitida das mãos da velha em tentativa de transformar o Mago em uma quimera, mas por algum motivo não estava dando certo. O Mago Eusine deu um grito e então segurou os dois braços da velha.

— O que você está fazendo? — perguntou ela, começando a se preocupar. — Não‼

A velha deu um último grito e então uma grande onda de energia de luz vindo do Mago causou uma explosão, jogando ela longe, justamente em cima da quimera. Ambas avançaram com uma velocidade incrível contra a parede, e então não se mexeram mais.

O Mago Eusine estava completamente esfarrapado e cansado, parecendo que sentia muita dor. Ela caiu de joelhos no chão, estava completamente esgotado. Corri em sua direção para saber se ele estava bem.

— Sim, estou bem. — Respondeu ele. — E o Daniel?

— O Daniel também está bem, mas continua desacordado. O que vamos fazer? — perguntei, olhando para o corpo desmaiado da quimera e da velha.

— Essa daí não vai acordar tão cedo. — Explicou o Mago. — E quando acordar já estará na prisão. Uma prisão muito bem protegida para que não fuja e não transforme mais pessoas em quimeras! Mas primeiramente, vamos descer e levar o Daniel para algum lugar seguro, e você comece a procurar a PokéBall do Cyndaquil!

— Ah, ok! — respondi, e comecei a vasculhar o laboratório por todas as partes. — Achei!

— Então venha até aqui comigo e me ajude a levar o Daniel até lá embaixo. — Falou o Mago.

Juntos, levamos Daniel até a primeira parte da casa, enquanto o Electrode ficava de vigia para ver se não acontecia mais nenhuma reação com a velha e a quimera. Quando chegamos à porta da casa, percebemos que havia um velhino (o mesmo que me apresentou a cidade de Cherrygrove) parado olhando preocupado junto de uma mulher de cabelos azuis.

— Eu sou a Oficial Jane, e exijo agora que vocês me contem o que ocorreu aqui! — disse a mulher, mostrando um distintivo policial.

— O que aconteceu aqui, bem, é uma longa história… — Disse o Mago, então soltando um gemido de dor, parecia estar ferido. — Mas se você realmente quer ajudar, Daniel precisa de um médico.

— Ah, olá Akira… Eu ouvi o barulho de uma grande explosão vindo desta direção, e então resolvi chamar a polícia — explicou o velhinho. — Mas desculpe se não agi certo.

— O quê? Vocês já se conhecem? — perguntou a Oficial.

Bem, no final das contas nós acabamos contando toda a história para a Oficial Jane, que ficou muito espantada e preocupada ao mesmo tempo. Ela disse que ia tomar precauções agora mesmo, chamou uma ambulância para o Daniel e mais reforço de policiais para cuidarem da quimera e da velha. Tudo parecia estar se resolvendo, então resolvi perguntar algo ao Mago Eusine.

— Mago Eusine, naquele momento em que aquela velha maluca estava tentando te transformar em quimera, de onde você tirou todo aquele poder para conseguir detê-la? — perguntei meio encabulado para ele.

— Aquilo foi o poder da mente. — Explicou simplesmente o Mago.

— Poder da mente? — Perguntei, sem entender.

— Você um dia poderá entender, e aprender também! — Explicou o Mago. — Mas acho que você tem coisas mais importantes para fazer até lá. Como por exemplo ir ao encontro do Sr. Pokémon.

— É mesmo! — Falei, me lembrando agora. — É que tantas coisas acontecerão está noite, que até havia me esquecido!

Fui falar com a Oficial Jane para ver se ela me deixava ir.

— Bem… ao que tudo indica tudo foi resolvido aqui. — explicou a Oficial. — Você pode já pode ir sim! Mas não quer que eu vá te levar de carro?

— Não, muito obrigado! A casa do Sr. Pokémon está perto mesmo… — expliquei.

Liberei o Cyndaquil da Pokéball, que veio correndo preocupado em minha direção.

— Calma, já está tudo bem agora! — Acalmei o Pokémon. — O perigo já passou, não há mais motivos para se preocupar!

Despedi-me de todos, e continuei o caminho pela Rota 30. Estava completamente escuro, afinal, já era noite. Mas não demorou muito e eu já avistei outra casa. Segui até a porta e dei umas batidas. Um homem abriu a porta.

— Boa noite, quem é você?

— Eu sou Akira, e você é o Sr. Pokémon? — perguntei ansioso.

— Sou sim! Então você é o enviado do Prof. Elm? — perguntou o Sr. Pokémon surpreso. — Muito prazer em conhecê-lo, por favor, entre!

Entrei dentro da casa do Sr. Pokémon, e percebi que outro homem estava ali.

— Akira, este é o Prof. Carvalho! — disse o Sr. Pokémon.

— Muito prazer em conhecê-lo — disse o Prof. Carvalho.

Eu fiquei sem fala por alguns instantes, eu não podia acreditar que estava conhecendo o Prof. Carvalho, famoso pesquisador Pokémon.

CONTINUA...


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Ainda bem que tudo acabou bem com o Daniel e o Mago Eusine, e com o Cyndaquil e comigo também! Aquela velha vai pagar por todas as maldades que fez! Já o futuro da quimera ainda é incerto, fico triste quando lembro do Daniel, mas tenho certeza que vou reencontrá-lo de novo! Mas agora realmente estou feliz em ter encontrado o Sr. Pokémon, e ao mesmo tempo surpreso por ele conhecer o Prof. Carvalho. Estou muito ansioso para saber o que eles vão mostrar para mim!


Última edição por Firewest_ em Qui 17 Maio 2012 - 17:51, editado 1 vez(es)
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Re: Pokémon Star & Scar

Mensagem por Black~ em Qui 17 Maio 2012 - 15:26

Sua fic é boa, legal, interessante e talz. Você escreve bem, eu li o começo e gostei mesmo sendo o jogo narrado, eu tava gostando e talz, o cara tem o Cyndaquil. Mas eu só li até o capítulo 3, depois quando vi a quimera, sem chance de ler, sério cara não gostei da quimera em uma fic de Pokémon, ainda mais uma velha desconhecida, que tem uma filha que surge do nada e pede para um cara que ela nem conhece achar seu filho e a velha a transforma em quimera. Hein? Tirando esses detalhes sua fic promete ter futuro.

@ Pepe Akemi Says: Fan Fic inativa por mais de um mês, logo que isso acontece ele é trancado, caso queria reabri-lo só mandar uma Mp a qualquer Fan Fic Moderador. Trancado.
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Re: Pokémon Star & Scar

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