Pokémon Mythology
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Pokemon - Hunch Evil

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Pokemon - Hunch Evil

Mensagem por Andresinho157 em Sab 24 Mar 2012 - 15:16

~~Nota~~
"Bem, essa é minha nova fanfic: Pokémon Hunch Evil. A história se passa em uma cidade fictícia em Unova, onde uma onda de crimes começa a acontecer. Mas tudo isso se iniciou a muito tempo atrás como vocês verão no Capitulo 1. A história real começa no Capitulo 2 que será postado em breve."
- André Bodart, autor.

~~Logo~~
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~~Personagens~~
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~~Sumário~~
1 - Prólogo: A maldição negra de Fall Town. [Ok]
2 - O Crime Perfeito. [Ok]
3 - O Cupcake e aloja de doces [Ok]
4 - Rastros na Floresta [Em Breve]

Vamos para o primeiro episódio, que é apenas um prólogo para começar nossa verdadeira história.

~~Guest Starring on the episode #2~~
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~~Guest Starring on the episode #3~~
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~~Pokémon – Hunch Evil~~


1 – Prólogo: A maldição negra de Fall Town.

“Bem, antes de começar nossa história de verdade, quero contar-lhes como surgiu à cidade em que ela irá se passar. Com certeza, essa cidade é muito mais do que aparenta.”

Era uma tarde quente e seca nas proximidades do Desert Resort. A idade média estava em seu auge. O rei, Karurosu VI, estava no começo de seu reinado. O continente Perfugium – atual Unova – possuía poucas cidades, e ainda era pouco povoada em seu interior, concentrando população apenas no litoral.
O rei era de uma maldade visível em seus olhos. A população, em geral, era muito pobre, e o rei estava perseguido todos aqueles que estavam devendo dinheiro ao reino.
Com medo do rei, parte da população carente se refugiou para o interior do continente, que ainda era desabitado. Mil quinhentas e setenta e três, aproximadamente, fugiram para um vasto campo rodeado de florestas, montanhas, cavernas e cachoeiras. Era um local de difícil acesso. Dezenas de pessoas morreram no caminho.
Ali, começava a nascer a Refugium Village. Pequenos casebres foram sendo construídos. Grandes plantações começaram, e a população foi cada vez mais melhorando de vida.
...
Enquanto isso em King City – atual Castelia City – o rei estava cada vez mais furioso com sumiço dessas pessoas, e resolveu mandar procurá-los. Cinco anos se passaram, até que finalmente, o rei descobriu onde eles estavam. Imediatamente o rei foi em direção à vila.
Chegando lá, ele encontrou uma população feliz, festejando a colheita farta do ano. Quando a população viu o rei, eles ficaram completamente desnorteados e assustados: – Vocês... Seus traidores! – gritou o rei – Como ousaram fugir e se esconder de seu comandante?!
Furioso, o rei amaldiçoou aquela terra, com toda sua raiva:
– Que a ira do grande dragão, Zekrom, penetre nessa terra, e hei de destruir tudo o que nela brotar! E que todos que aqui viverem, hão de possuir vidas miseráveis de sofrimento e amargura. – após dizer isso, ele tiro uma semente negra do bolso e a jogou no chão – Que a semente das trevas destrua toda a felicidade que aqui surgir... E quando a semente despertar, que ela liberte seu ódio, matando todos que aqui viverem!
Quando a semente tocou o chão, uma luz negra, rápida, mas ofuscante, surgiu e logo desapareceu. O rei então foi embora.
Dali para frente foram dias terríveis de amargura e sofrimento. Toda a colheita apodreceu, os rios secaram e as pessoas foram morrendo. Os poucos que sobreviveram se refugiaram nas cavernas próximas, onde a magia negra não tinha controle.

20 anos depois...

Foram longos vinte anos de espera. Durante esses vinte anos, dois messias foram enviados a King City para espionar o rei, mas tudo isso estava para acabar agora. Julian, um dos messias, estava voltando para o povoado com uma informação valiosa. Correndo ele foi atravessando a floresta, até finalmente chegar às proximidades da caverna. Carl, o comandante do povoado ficou intrigado ao ver Julian:
– O que houve? – perguntou.
– Quando soube dessa notícia, vim o mais rápido que pude!
– Então nos conte!
– O rei, Karurosu VI, morreu nessa madrugada.
– Mas, morreu como? Ele estava doente? – perguntou uma senhora.
– Não. Ele foi encontrado morto em uma das salas do palácio. Testemunhas disseram que seu corpo estava seco e murcho.
– Você tem certeza?
– Sim!
“Todos começaram a comemorar a morte do rei, uma morte que por sinal, estava muito mal contada. Na verdade, vou contar-lhes como o rei morreu. Não foi de desidratação como a corte pensou. Tem algo muito maior por trás disso.”

...

“Era uma madrugada fria e quieta. O rei estava em uma das enormes salas de seu Palácio. Era decorada com o mais fino carpete, os móveis eram – da mais cara carpintaria – cobertos de ouro e alguns com detalhes em diamantes e pérolas. Haviam quadros por todos os lados na parede que era revestida de carpete vermelho. O rei estava ali, andando, de um lado, para o outro, pensando, ou talvez, refletindo. O fato é que ele estava preocupado com alguma coisa. Do relógio soou as duas badaladas. Eram duas horas da manhã, e o rei logo começou a falar:
– Pronto! Estou aqui não estou? O que quer comigo? – perguntou.
Uma voz sombria e profunda respondeu essas perguntas:
– Você sabe o que quero, sabe tão bem quanto eu...
– Mas, me perdoe! Eu só fiz meu papel de rei!
– Não... Você usou meu nome para condenar um povo singelo e feliz à morte!
Névoas começaram a encobrir a sala, e alguns raios roxos e pretos foram rodeando rei:
– Acabou para você! – disse a voz.
Nesse instante, os raios lentamente atravessaram as costas do rei, e como fantasmas, saíram pelos orifícios faciais, deixando o rei completamente seco e murcho. E então tudo desapareceu, sobrando apenas o rei, o carpete, e o silêncio mortal de uma noite sombria.”


...

“Após a morte do rei, algumas coisas mudaram...”
O rei não tinha filhos, e sim, uma filha – que já era casada – chamada Gabrielly, ou melhor, Lady Gabrielly. Por ser casada, ela pôde assumir o trono, junto a seu marido, Don Juan.
A nova rainha foi até o vilarejo onde estavam os fugitivos. Ao chegar lá, viu um vilarejo um tanto esquisito. A parte central da vila era onde estava a maldição, por isso, as construções, a agropecuária, etc. tiveram que ser feitos em volta dessa área. Ao ver a rainha, Carl foi tirar satisfações:
– O que está fazendo aqui?
– Vim ajudá-los! – respondeu.
– Se quer nos ajudar, porque não nos diz como retirar a maldição?
– Bem, a maldição que meu pai botou aqui, é baseada em uma semente que ele colocou nessa terra, ou seja, para retirar a maldição, é só retirá-la da terra e aprisioná-la em algum local, onde suas forças não possam fluir.
– Então faremos isso!
– Mas tomem cuidado – avisou – Aquele que tocar na semente será amaldiçoado e morrerá em até um mês!
No dia seguinte, o próprio Carl foi retirar a semente. Usou seu Excadrill para cavar até chegar à semente. Foram três dias de busca, até que finalmente, Carl a encontrou. Ele a pegou e quando estava a sair do buraco, tropeçou em uma pedra, deixando a semente cair, consequentemente, ele levantou e pegou a semente de novo, sem perceber que uma parte bem pequena da semente havia quebrado e continuado na terra.

...

“Após isso, apesar da pequena parte da semente ter ficado na terra, lá cresceu árvores e se tornou uma floresta. Parecia que aquele pedaço não fez diferença, mas na verdade, está prestes a fazer.”
“Nossa real história se passa 450 anos depois da ‘remoção’ da semente. A essa altura, a vila se chamava Fall Town, era bem povoada e crescida. O clima lá, normalmente era nublado e chuvoso. Era uma cidade tranquila, até certa noite, quando uma rápida, mas ofuscante luz negra brilhou. Não foram muitas pessoas que presenciaram a luz, mas as poucas pessoas que viram, tiveram suas vidas viradas de cabeça para baixo...”


Continua...

~~X~~

Espero que tenham gostado. O capitulo ficou meio pequeno por ser um Prólogo, os outros serão maiores. O Capítulo 2 será postado daqui a uma ou duas semanas. Elogiem, critiquem e comentem!


Última edição por Andresinho157 em Ter 3 Abr 2012 - 15:13, editado 2 vez(es)
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Re: Pokemon - Hunch Evil

Mensagem por Andresinho157 em Ter 27 Mar 2012 - 15:07

Bem, já que não teve nenhum comentário, vamos para o capitulo 2 que é quando nossa história realmente começa. Espero que gostem e comentem.


~~Pokémon – Hunch Evil~~


2 – O Crime Perfeito.

“Pocket Monsters, ou simplesmente Pokémon, são criaturas misteriosas com habilidades extraordinárias que vivem nesse mundo. No céu. Na água. Na terra. Em todo o mundo é possível vê-los. Muitos jovens iniciam uma jornada para capturá-los e fazer batalhas. Às vezes, achamos que esse mundo é completamente inocente e, cheio de paz. Pois é, estamos enganados...
Nossa história se passa em Fall Town e seus arredores, em Unova. Fall Town é uma cidade pequena, pacífica, pouco movimentada e pouco povoada. Seu clima, normalmente é nublado e chuvoso. É uma cidade rodeada de florestas, montanhas e cavernas. Também é onde se localiza a maior fábrica de Pokeballs do mundo, a ‘Fall’s Inc’. Bem, vamos deixar de conversa. Que comece nossa história.”


Fall Town, Unova.

Era duas horas da madrugada, uma madrugada chuvosa e assustadora. No meio da cidade havia uma floresta, que nunca fora explorada, pelo menos é isso o que achamos. Nessa noite, um brilho negro muito forte aconteceu por lá. Quase ninguém viu. Sim, algumas pessoas viram o fato. O que eles não sabiam, é que isso iria mudar suas vidas.
Na cidade, havia uma mansão muito grande, porém velha. Cercada por grades baixas, mas pontudas. A mansão ficava em um morro, um pouco isolada do resto da cidade. Era tão grande, que poderia se pensar que lá viviam muitas pessoas. Quem pensou isso, estava equivocado. Lá moravam apenas três pessoas, uma mulher, seu filho, e uma empregada. Essa mulher foi uma das poucas pessoas que viu aquele fato.
A chuva não cessava, e dentro da mansão, a mulher foi dormir, mas antes foi dar um beijo em seu filho, Peter:
– Boa noite filho. A mamãe te ama e sempre vai te amar, não importa onde a mamãe estiver.
Ela levantou e foi dormir.
Algum tempo depois, diante dos corredores sóbrios da casa, uma sombra foi caminhando vagarosamente. Passava diante dos quartos, sempre procurando algo, ou, alguém. Continuou até chegar ao último andar, onde encontrou um quarto, onde a mulher estava deitada. Sorrateiramente, tirou uma faca do bolso, e se aproximou. Tampou a boca da mulher, sem que ela percebesse que estava sendo tocada, e rapidamente, perfurou seu pescoço com a faca, rasgando-o. A mulher nem teve tempo de gritar. Estava morta. A sombra fugiu sem deixar rastros. Deixou apenas um cupcake, e se foi, sobrando apenas, um silêncio mortal naquele quarto.

Na manhã seguinte

Diferente das outras, essa era uma manhã agitada. Policiais, curiosos e – obviamente – A empregada da família, Laura, com Peter, filho da assassinada:
– Mas, tia Laura, o que houve com a mamãe? – perguntou Peter, chorando.
– Nada não querido. – respondeu ela, quase sem conseguir falar – Ela vai ficar bem!
“Pelo menos era o que eu queria” – pensou, enquanto acariciava a cabeça de Peter.

...

– Sandra?! Diga ao Dylan para vir a minha sala imediatamente! – disse um homem ao telefone.
– Sim senhor! – respondeu a mulher, que estava do outro lado da linha.
Pouco tempo depois a porta se abriu. Entrou então, um jovem, com uma camisa de manga comprida azul; um casaco de manga média, fechado e verde; calça marrom, com cintos pretos; pele clara e cabelos castanhos:
– O que foi Senhor?
– Você tem uma missão, caro agente. Você deve viajar 2.000 km, para chegar a Fall Town, onde um crime aconteceu. Um crime aparentemente perfeito. Nossos correspondentes de lá, estão aguardando por você, então, seja rápido, pegue suas coisas e parta ainda hoje!
– Sim Senhor!

Algumas horas depois

– Vou sentir falta daqui! – disse Dylan ao se despedir de sua casa, trancando-a de chave.
Entrou no taxi, e foi em direção ao aeroporto.
Ao chegar lá, Jullie, sua fiel namorada, estava lhe esperando:
– O que faz aqui? – perguntou Dylan.
– O chefe falou para eu ir com você. – respondeu sorridente.
“Atenção passageiros do voo 1046, com destino à Castelia City, por favor, dirijam-se para o portão de embarque. O voo sairá em 20 minutos”
Foi o ponto inicial de uma jornada sem volta.
...
Chegaram ao aeroporto de Castelia por volta das 14h20min. Havia um carro da Policia Internacional que, obviamente estava disfarçado, iria levá-los até Fall Town.
Chegaram lá, e se hospedaram na pensão da Mrs. Ross, ou, como gosta de ser chamada, Anne – que é seu primeiro nome.
Após isso, foram até o quartel general da policia de Fall Town, onde foram recebidos por Paul, e pelo Dr. Seger:
– Olá, sou o Dylan!
– Muito prazer, Dylan! – disseram o Doutor e Paul, ao mesmo tempo.
– E eu sou a Jullie!
– Muito prazer, Jullie! – falaram juntos, novamente.
Foram até a sala do Dr. Seger, onde começaram a discutir o caso:
– Até o momento, o que sabem sobe o caso? – perguntou Dylan.
– Nada! – respondeu Paul – Estávamos esperando vocês para irmos até a mansão.
– Ok! Por mim, podemos ir agora! – exclamou Dylan.
– Por mim também! – concordou Jullie.
– Então, vamos! – disse Paul.
...
Chegaram até a mansão. A polícia ainda continha os curiosos. Dylan, Jullie e Paul entraram calados, sem falar com os repórteres. Caminharam vagarosamente entre o jardim de flores murchas.
“Pararam diante da mansão. Talvez o medo estivesse fazendo com que hesitassem. Ficaram ali durante um tempo. Observando a varanda. Algum sentimento os impediam de entrar. No meu ponto de vista, acho que o medo falou mais alto. Só que estavam em uma missão, e, não podiam falhar. Dylan abriu a porta, e entraram sorrateiramente.”
– Onde fica o quarto? – perguntou Dylan.
– No último andar! – respondeu Paul, murmurando.
Seguiram, passando pela sala repleta de quadros, pinturas, móveis, carpete. Subiram as escadas até chegaram a um imenso corredor. Avistaram o último quarto. Aproximaram-se e abriram a porta.
“A cena foi horrível. A cama estava toda ensanguentada. Sua cabeça estava descolada do pescoço. Jullie se agarrou em Dylan, em um gesto de medo. Analisaram tudo. Recolheram tudo o que foi suspeito. Mas havia algo que os deixaram intrigados:”
– Isso é... – iniciou Jullie.
–... Um cupcake! – completou Dylan.
Paul pegou o cupcake e analisou. Teve algo a mais que o intrigou:
– É da loja de doces da Mrs. Victória! – exclamou.
– Paul, guarde o cupcake. Mostraremos ao Dr. Seger. – disse Dylan – Enquanto isso pedirá que encaminhem o corpo ao IML.
Deixaram a mansão, e foram até o QG da polícia.
...
Estavam aguardando a chegada do Dr. Seger. A sala era de tamanho médio. Chão de madeira, lareira, estante com livros, e, uma porta de vidro, que dava em um jardim. Ali brincava uma pequena garotinha de cabelos loiros. Dylan estava observando a garotinha, com um olhar de pena. Ela brincava sozinha, com um olhar triste.
– E então, o que descobriram? – perguntou o Dr. Seger, que acabara de chegar.
– Nada de muito revelador. – disse Jullie.
– Apenas um cupcake. – disse Dylan, entregando-o ao Dr.
– Mas, é da loja de doces da Mrs. Victória! – exclamou Dr. Seger, completamente surpreso.
– Exatamente. – confirmou Paul.
– Bem, investigaremos isso amanhã! – disse o Dr. Seger – Enquanto isso descansem um pouco, pois daqui a pouco iremos interrogar a empregada da família e o filho da assassinada.
Todos deixaram a sala, menos Dylan:
– Doutor, preciso falar com o senhor.
– Do que se trata Dylan?
– Essa garotinha – disse apontando para o jardim – Quem é ela?
– O nome dela é Alice Fallinger. – disse o Doutor – Seus pais morreram em um acidente de carro, e como não possui parentes, nós cuidamos dela até que alguém a adote.
– Eu poderia ir lá falar com ela?
– Claro!
Dylan abriu a porta. Tirou uma Pokeball do bolso, e lançou um Pokémon:
– Vai Emolga! – sussurrou ele.
– Quem é você? – perguntou Alice.
– Sou Dylan, e esse é meu parceiro, o Emolga. Porque esta tão triste?
– E você queria que eu estivesse como? Não tenho pai, não tenho mãe, sou sozinha, sem ninguém!
“Aquela frase deixou Dylan arrasado. A garotinha realmente não tinha motivos para ser feliz.
Dylan ficou ali, durante um tempo brincando com ela e com o Emolga. Depois se despediu e foi para casa. Ao chegar à pensão, foi para seu quarto para descansar com Jullie”.

...
Eram 16h23min. Dylan e Jullie estavam indo em direção ao QG, quando Jullie perguntou:
– Vai perguntar para ele hoje?
– Sim! – respondeu espontaneamente.
– Mas antes, nós temos que conversar com ela, para sabermos se ela quer, ou não. – disse Jullie.
– Faremos isso, mas no momento certo.
Chegaram ao QG, e foram em direção à sala de interrogatório. Lá estava o Dr. Seger, Paul, e os interrogados: Peter e Leila.
O Dr. Seger chamou Leila para ser a primeira a prestar depoimento. Ela se sentou. Paul recebeu comandos do Dr. Seger para começar a escrever, e então o Doutor fez a primeira pergunta:
– O que você estava fazendo no momento do crime?
– Bem, quando o crime aconteceu, eu já tinha posto o Peter para dormir, e já havia ido dormir também.
– E a senhora não escutou nada?
– Não senhor. Não escutei ruídos, passos ou qualquer coisa do tipo.
– Quando percebeu que a Srª. Karol Morgan havia falecido?
– De manhã, quando fui ao quarto dela abrir as cortinas, e vi a cama ensanguentada. – disse, começando a chorar.
– Uma última pergunta: Vocês tiveram brigas, nesses últimos dias?
– Não senhor. Nós nunca brigamos. – respondeu, em um tom de cinismo.
Leila foi dispensada e foi para a sala de espera. O Dr. Seger chamou Peter, ele se sentou e as perguntas começaram, mas dessa vez, por parte do Dylan:
– Peter, sua mãe e a Leila brigaram recentemente?
– Sim. Foi a três semanas. – respondeu.
– Poderia descrevê-la?
– Não me lembro bem. Eu estava quase dormindo, quando ouvi os gritos da discussão. Levantei-me, e vi as duas falando palavras de baixo calão. Nunca vi a mamãe usando esse linguajar antes.
– E depois, o que houve?
– Nada. Cada uma foi para seu quarto, todas – obviamente – muito estressadas.
– Alguma pergunta que queira acrescentar, Dr. Seger? – perguntou Dylan.
– Apenas uma! – disse – A Leila costumava ser agressiva?
– Não. Pelo contrário, ela era até muito gentil!
– Ok. Muito obrigado, esta liberado.
Peter saiu da sala. Dylan virou-se para o Dr. Seger e disse:
– Você escutou o que eu escutei?
– Sim! – respondeu – Com toda certeza a Srtª Leila Parks mentiu em seu depoimento.
– Ela disse que não houve brigas recentemente... – disse Paul.
– Sendo que na verdade, houve! – completou Jullie.
– O que me intriga é: Que ligação pode haver entre Leila, e o Cupcake da loja da Mrs. Victória? – perguntou Dr. Seger.
– Bem, todos nós sabemos que a Mrs. Victória é muito velha e frágil para ser tão ágil, e cometer um crime assim – disse Paul.
– O Cupcake foi pego quando já estava assado, mas antes da colocação do granulado! – disse Dr. Seger.
– Como sabe disso? – perguntou Dylan.
– Simples! - disse o Doutor – Eu mesmo analisei o Cupcake, e foi colocado apenas um granulado, porque, se tivessem sido postos mais de um, e eles fosse retirados por alguém, haveria marcas de dedos, e dos próprios granulados!
– Então, o assassino teve acesso ao Cupcake durante seu preparo, ou seja, antes de ser posto à venda! – disse Jullie.
– Acontece que, quem quer que seja o assassino, é mais perigoso do que imaginei! – exclamou Dr. Seger – Agora, podem ir descansar.
Todos saíram da sala, menos Dylan, que recebeu um olhar de Jullie, como se ela dissesse: “Vai! Essa é a sua chance!”. Dylan, então, disse:
– Dr. Seger, preciso falar com você!
– Então diga!
– É sobre eu e a Jullie. – iniciou – Nós sempre sonhamos em ter um filho, ou, uma filha. Quando finalmente Jullie engravidou, mais exatamente, algumas semanas depois da descoberta da gravidez, nós sofremos um acidente de carro, e, Jullie teve uma hemorragia no útero e ficou em coma durante três meses. O bebê morreu, e Jullie não pode mais engravidar.
– E no que eu posso ajudar?
– Nós pensamos muito, e decidimos que queremos adotar a Alice.
Dr. Seger ficou surpreso. Levantou da cadeira, passou a mão no rosto e disse:
– Tem apenas um detalhe, que você não sabe sobre ela! – disse Dr. Seger – Quando os pais dela morreram no acidente de carro, ela também estava no carro, e teve lesões graves na região do crânio. Quando se recuperou e veio para cá, Alice vinha até mim e citava nomes de pessoas que eu ainda não havia apresentado a ela, e que ela não conhecia. Você entende, onde eu quero chegar?
– Não, senhor!
– Ela prevê o futuro, ou pelo menos sente o que vai acontecer. Tudo que ela me dizia, aconteciam algumas semanas depois. Ela previu o sumiço da minha esposa; o roubo do carro da Mrs. Maya; e, acredite ou não, a vinda de um garoto chamado Dylan.
– Ela previu a minha vinda?
– Sim. Ou então foi apenas coincidência. No que você acredita?
– Eu acredito que ela previu minha vinda, e isso me motivou ainda mais a querer adotá-la!
– Ótimo! – disse o Dr. Seger pegando um cartão – Se tem certeza disso, esse é o endereço do fórum judiciário de Castelia city. Vá até lá, e faça o pedido de adoção!
– Ok! É isso que vou fazer, mas antes vou falar com Alice!
Dylan foi em direção ao jardim. Abriu a porta, e se aproximou de Alice, ajoelhou-se e foi surpreendido:
– Eu sei o que quer! – disse ela.
– Sabe?
– Sei!
– E você também quer?
– Não sei.
– Como não sabe?
– Vai ser difícil para mim, me acostumar com uma nova família.
– Então, você quer ou não quer?
– Quero, mas me prometa que não vai me abandonar!
– Claro, querida, eu prometo!
Disse isso se levantando.
Dylan foi para casa e contou tudo a Jullie. Na verdade, ele não contou a ela sobre o dom de Alice. O que foi um grande erro, que no futuro, causará algumas tragédias:
– Então está tudo Ok! – disse Jullie.
– Então ta! Eu vou até Castelia City para fazer o requerimento judicial de adoção. – disse Dylan – Enquanto isso aguarde por notícias minhas!
Dylan entrou no carro e foi para Castelia, pegando uma estrada pouco movimentada.
Começou a chover, e uma grande neblina cobriu toda a estrada. A visibilidade de Dylan abaixou muito. Nesse momento ele viu uma grande luz vinda em sua direção, quando tudo se apagou. Em Fall Town, Alice gritara, como se tivesse sentido algo.

Continua...

~~X~~

Espero que tenham gostado. Por favor, critiquem, elogiem... Enfim, comentem e digam o que acharam. Até a próxima
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Re: Pokemon - Hunch Evil

Mensagem por Colt em Ter 27 Mar 2012 - 16:05

Muito boa, adorei seu estilo de escrever.

Só acho que devia diminuir as falas, tem muitas...

Ganhou um leitor!
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Re: Pokemon - Hunch Evil

Mensagem por Andresinho157 em Ter 3 Abr 2012 - 15:14

Bem, hoje trago-lhes o capítulo 3, mas antes vamos ao comentário:
Zic escreveu:Muito boa, adorei seu estilo de escrever.

Só acho que devia diminuir as falas, tem muitas...

Ganhou um leitor!

Muito obrigado Zic, fico muito feliz que tenha gostado. Enquanto as falas, tentei diminuir o máximo possível, espero que goste!
Sem mais delongas, vamos ao capítulo:

~~Pokémon – Hunch Evil~~


3 – O Cupcake e a loja e doces.

Dylan entrou no carro e foi para Castelia, pegando uma estrada pouco movimentada.
Começou a chover, e uma grande neblina cobriu toda a estrada. A visibilidade de Dylan abaixou muito. Nesse momento ele viu uma grande luz vinda em sua direção, quando tudo se apagou. Em Fall Town, Alice gritara, como se tivesse sentido algo.


– O que foi Alice? – Perguntou Paul, enquanto corria na direção dela, para ampara-la.
– Paul, chame o tio Seger, por favor! – exclamou enquanto chorava.
– Sim querida!
Alguns minutos depois, Paul voltara com o Dr. Seger:
– O que foi querida? – perguntou.
– Tio Seger, eu vi um acidente!
– Um acidente? Como assim? – perguntou Paul.
– Eu vi névoas. Depois um carro com o símbolo da Polícia Internacional. Depois eu vi uma placa que dizia “Limite territorial de fronteiras entre Castelia City e Desert Resort.”. E então uma luz colidiu com esse carro.
– Castelia City? – Dr. Seger se espantou – Ó não! Será que... Dylan...
Dr. Seger saiu correndo e foi até seu carro. Entrou e deu partida e seguiu até a pensão da Mrs. Victoria, onde pegou Jullie e seguiu estrada. Foi em direção ao local do acidente.

“Vários sons puderam ser ouvidos por Dylan. Curiosos cochichando; o som da ambulância. Dylan estava parado, mas consciente. Sabia que houve um acidente, mas não conseguia se mexer. Por vários momentos, ele pensou na morte, que sua hora havia chegado. Será?”

Um carro se aproximou da multidão. Dele saíram o Dr. Seger e Jullie, correndo em direção à Dylan:
– Desculpe, mas a Srtª não pode se aproximar! – disse um médico.
– Mas ele é meu namorado!
– Acalme-se Jullie, ele sabe o que diz! – disse o Doutor – Para onde irão leva-lo?
– Para o Castelia Central Hospital. – respondeu o médico.
– Ok, estamos indo pra lá.
A ambulância partiu, e o carro do Dr. Seger foi logo em seguida. O carro de Dylan estava pouco amassado. Isso mostrava que a pancada foi leve, tanto que, o motorista, do caminhão que colidiu com o carro do Dylan, nem ficou ferido.
...
Dr. Seger e Jullie chegaram ao hospital meia hora depois da chegada da ambulância. Entraram e foram recebidos pelo médico:
– E ai doutor? Como ele esta? – perguntou Dr. Seger.
– Ele está bem, quebrou apenas um braço, mas vai se recuperar logo.
– E ele vai ficar aqui por quantos dias? – perguntou Jullie
– Nenhum. – respondeu – Já estamos terminando de engessar o braço e ele já poderá ir.
...
Passaram-se alguns minutos, e Jullie viu Dylan caminhando em sua direção. Jullie e o Dr. Seger o conduziram até o carro. Entraram e partiram:
– Dr. Seger, por favor, teria como o senhor parar no fórum. – pedir Dylan – Eu estava indo resolver aquele assunto.
Ele balançou a cabeça, dizendo que sim.
Alguns metros depois, Dr. Seger parou o carro. Acenou para Dylan olhar para o lado e lá estava escrito: “Fórum Judiciário de Castelia City”. Dylan saltou do carro, junto a Jullie, e eles foram até a recepção:
– Boa noite Senhor. – disse a recepcionista – Como posso ajuda-lo?
– Nós gostaríamos de fazer a adoção legal de uma criança.
– Ok. Por favor, me acompanhe até aquela sala.
Dylan e Jullie seguiram a recepcionista, mas ela impediu Jullie de entrar, avisando que apenas uma pessoa poderia entrar. Jullie sentou numa cadeira e aguardou
...
Algum tempo depois, Dylan sai da sala e corre em direção à Jullie dizendo que havia assinado um documento, e que em um prazo máximo de uma semana, um oficial da justiça iria visita-los, para avaliar se eles possuem condições legais de adotar, cuidar e criar uma criança:
– Só tem um problema! – disse Dylan – Para isso, nós precisamos ter uma casa própria.
– Mas nós temos. – disse Jullie.
– Sim, mas em Jotho. Nós precisamos ter uma casa aqui!
– Como vamos fazer isso?
– Simples! Irei até Jotho durante o final de semana e venderei nossa casa. Aproveitarei e mandarei todas as nossas coisas pra cá. Enquanto isso você vai até uma corretora e compra uma casa.
– Ok. Agora vamos pra casa que já esta tarde!
Eles saíram e foram até o Dr. Seger, que deu partida e eles foram para casa.

Pela Manhã...

Era por volta das sete e meia da manhã. Dylan levantou e foi caminhar, como de costume. Estava uma manhã de sol, coisa rara em Fall Town. Apesar do braço quebrado e engessado, e a dor na perna, ele ainda conseguia correr.
Correu por quase toda Fall Town, mas teve um lugar que ele fez questão de parar.
...
– Bom dia Dylan. – disse Paul – Bom dia Jullie.
–Bom dia Paul! – disseram.
– Soube do que aconteceu com você Dylan, eu sinto muito.
– Ok, muito obrigado.
Estavam todos conversando e rindo, quando o Dr. Seger avisou:
– Todos na minha sala agora, por favor.
Todos se levantaram e foram até a sala dele. O doutor disse que seria nesse dia, que eles iriam investigar a loja de doces da Mrs. Victória, mas que tinha uma curiosidade sobre o Cupcake achado:
– Bem, como vocês sabem, eles foram pegos antes da colocação do granulado. Mas, não é só isso. – ele deu uma pausa – O Cupcake também foi pego antes de ser recheado, ou seja, antes de ser assado. O assassino teve acesso direto ao cupcake, antes dele ficar pronto, e assou por conta própria.
Todos se entreolharam e o Dr. Seger continuou:
– A missão de vocês, é ir separadamente à loja, e entrevistar ela, dizendo ser de jornais diferentes. O Yuri será o cinegrafista, e filmará tudo, como eu já combinei com ele.
–Ok Senhor! – responderam prontamente.
– Então todos aqui ao meio dia, para darmos início à missão de hoje!
E todos saíram.
Passaram-se alguns minutos. Dr. Seger estava organizando alguns papéis, quando Alice entra na sala:
– Tio Seger, como esta o Dylan?
– Ele está bem, querida. Só quebrou um braço, mas já vai melhorar.
– Que bom...
Alice deu as costas e foi caminhando em direção ao jardim, quando pôs as mãos na cabeça, deu um grito e caiu de joelhos. Dr. Seger levantou-se rapidamente e foi ampara-la:
– O que houve Alice?
– Eu vi alguém morrer.
– Você sabe o nome dela?
– Tyfanni. Tyfanni Finkle. – disse, começando a chorar.
– Isso não é bom! – disse Dr. Seger, virando-se – Maya venha aqui agora!
Maya – uma jovem assistente, de cabelos azuis, vestido um grande jaleco – entrou na sala rapidamente:
– O que foi Dr. Seger?
– Reúna a equipe Alpha aqui agora. Tenho uma missão para eles.
– Sim senhor! – disse ela, retirando-se da sala.
Dr. Seger pegou Alice no colo, e a levou até seu dormitório. Chegando lá, a botou na cama e perguntou:
– Alice, o que você sente, quando você grita assim?
– Eu sinto uma dor... Sinto como se algo houvesse morrido dentro de mim, quando tenho esses maus pressentimentos.
...
Passaram-se algumas horas. Era meio-dia em ponto, e todos chegaram ao QG para começar a missão:
– Estão prontos? – perguntou Dr. Seger.
– Sim! – todos responderam prontamente.
– Ok! E Paul, não se esqueça: a Mrs. Victória conhece você, então o Yuri irá com o Dylan e você irá com a Jullie, em horários diferentes. – todos acenaram dizendo que sim, e ele prosseguiu – Agora, Dylan e Yuri, já podem ir, enquanto Paul e Jullie aguardam.
– Sim senhor! – disseram.
Yuri e Dylan saíram da sala, entraram no carro e foram ate a loja de doces.
Demoraram uns 30 minutos até chegaram a Landscape Street, onde se encontra a Mrs. Victória’s candy store.
Logo ao entrarem, Mrs. Victória veio em direção a eles, e perguntou “como posso ajuda-los?”:
– Bem, nós viemos aqui para fazer uma entrevista com a Srª; sobre a produção de cupcake. Nós somos do canal JothoNews, e viemos direto de Jotho para entrevistar sua loja. – disse Dylan. – Ah, e meu nome é Dylan.
– Muito prazer Dylan! Então o que quer saber?
Nesse momento Yuri ligou a câmera e começou a gravar. Dylan iniciou as perguntas:
– Qual é o processo de fabricação dos cupcake?
– Bem... – iniciou – Primeiramente faz-se a massa. Depois de pronta colocamos a massa nas forminhas e a recheamos. Depois a colocamos para assar. Depois de assados, colocamos uma fina camada de cobertura de chocolate e enfim o granulado.
– Ok. E a senhora esta nesse ramo da gastronomia e quanto tempo?
– Bem, eu tenho 65 anos, e quando abri a loja, tinha apenas 25. Se eu ainda sei fazer contas, eu abri a loja a 40 anos atrás. – respondeu.
– A senhora tem filhos, ou mais alguém que entre em contato com os cupcake, antes de ele ser assado, com exceção dos seus funcionários?
– Sim! Tenho um filho, mas ele sofre de problemas neurológicos, e não entra em contato com a loja.
– Ok, Mrs. Victória, muito obrigado.
– De nada, volte sempre.
...
Chegaram ao QG, e o Dr. Seger logo perguntou:
– E ai, ela caiu?
– Sim! – respondeu Yuri – Ela respondeu todas as perguntas.
– Ótimo! – disse o Dr. Seger – Bem Paul e Jullie; é a vez de vocês.
E eles foram.
...
Jullie foi a primeira a entrar, seguida de Paul:
– Bom tarde, gostaríamos de falar com a Mrs. Victória! – disse Jullie.
Mrs. Victória saiu de trás de um balcão e disse:
– No que posso ajudar?
– Bem, eu sou a Jullie e esse é o Paul e nós somos do canal SinnohLand. Queremos fazer uma entrevista sobre a produção dos cupcake!
– Estranho! – exclamou a senhora – Já me entrevistaram sobre isso hoje.
Nesse momento Paul olhou para Jullie, e ela rapidamente falou:
– É que amanhã é o dia internacional dos cupcake!
– Porque não disseram logo? Vamos começar!
Paul ligou a câmera e Jullie começou as perguntas:
– Qual é o processo de fabricação dos cupcake?
– Bem... – iniciou – Primeiramente faz-se a massa. Depois de pronta colocamos a massa nas forminhas e a recheamos. Depois a colocamos para assar. Depois de assados, colocamos uma fina camada de cobertura de chocolate e enfim o granulado.
– Ok. E a senhora esta nesse ramo da gastronomia e quanto tempo?
– Bem, eu tenho 65 anos, e quando abri a loja, tinha apenas 25. Se eu ainda sei fazer contas, eu abri a loja a 40 anos atrás. – respondeu.
– A senhora tem filhos, ou mais alguém que entre em contato com os cupcake, antes de ele ser assado, com exceção dos seus funcionários?
– Sim! Tenho um filho, mas ele sofre de problemas neurológicos, e não entra em contato com a loja.
– Ok, Mrs. Victória, muito obrigado.
– De nada, volte sempre.
Paul e Jullie saíram, e voltaram ao QG.
...
Algumas horas haviam se passado, e todos os quatro estavam reunidos no QG. Dr. Seger já havia analisado as imagens e concluiu:
– Ela diz a verdade. A resposta dela nas duas entrevistas foi a mesma.
– E então? – perguntou Paul.
– Bem, agora teremos que investigar sobre o filho dela, que como ela mesma disse, sofre de problemas neurológicos, que nesse caso, chama-se esquizofrenia. – disse, fazendo com que todos ficassem chocados – Agora podem ir, e amanhã, vocês estão de folga.
Todos saíram menos Dylan:
– Dr. Seger, eu preciso fazer uma viagem!
– Sim, e para onde seria?
–Para Jotho, venderei minha casa em Ecruteak City e virei morar aqui, já que para concluir a adoção de Alice, eu preciso ter uma residência própria em Fall Town.
– E o Peter? – perguntou o Dr. Seger.
– Como assim?
– Ele passará a viver aqui a partir de amanhã! Não gostaria de adota-lo também?
– Grande ideia! – exclamou Dylan – Obrigado Dr. Seger, e até depois de amanhã! Tenho de me apressar para comprar as passagens de avião!
– Ok Dylan, boa viagem!
Dylan, com toda euforia possível, saiu correndo até chegar à pensão. Arrumou todas as suas coisas, se despediu de Jullie e foi para Castelia City.
Antes de viajar, Dylan passou no fórum e registrou o pedido de adoção de Peter. Logo depois seguiu para o aeroporto, onde ficou esperando pelo embarque.
...
Passaram-se trinta minutos:
– Atenção senhores passageiros do voo 2012 com destino à Ecruteak City, em Jotho, por favor, compareçam no terminal de embarque para darmos inicio ao check-in.
Dylan então embarcou, e seguiu rumo a Jotho, onde teria muitas surpresas.
...
Estava tudo silencioso no QG da polícia. Alice estava brincando alegremente, com algumas bonecas, quando um garoto entrou no quarto:
– Oi, meu nome é Peter, e morarei aqui agora!
Ela olhou para ele, e respondeu:
– Oi, eu sou a Alice! Muito prazer!
– O prazer é meu!
– Quer brincar? – perguntou a garotinha.
– Sim. Que ta se brincarmos de pega-pega?
– Por mim tudo bem!
E começaram a brincar. Corriam de um lado para o outro. Riam a todo o momento. Um amor, infantil e inocente, acabara de nascer. Pena que duraria pouco:
– Ah! – gritou Alice, ajoelhando-se.
– O que foi Alice? – perguntou Peter.
O doutor Seger veio correndo, e perguntou:
– O que foi querida?
– Tio Seger, eu vi um avião!
– E o que tem de assustador nisso? – perguntou o velho.
–Tio Seger, eu o vi caindo e explodindo com várias pessoas dentro. Entre elas, alguém que conhecemos!
Rapidamente, um flash passou na cabeça do Dr. Seger: “– Grande ideia! – exclamou Dylan – Obrigado Dr. Seger, e até depois de amanhã! Tenho de me apressar para comprar as passagens de avião!”:
– Essa não! – disse ele – Vá dormir Alice. Você e Peter, já ta na hora de dormirem.
– Ok Tio Seger, boa noite! – disse Peter.
Alice foi calada, sem expressar nada; apenas uma lágrima caiu do seu rosto, sem que ninguém percebesse.
...
Dylan estava quase dormindo dentro do avião, quando foi acordado:
– Senhor! Senhor!
– O que foi? – perguntou.
– Aqui esta seu lanche! – disse a aeromoça.
– Ok, obrigado.
– Atenção senhores passageiros, passaremos por uma área de turbulência em poucos minutos, estejam preparados!
Quando o copiloto terminou de falar, o avião começou a tremer. Não era uma turbulência qualquer. Dylan percebeu isso. Era tarde demais. O Avião começou a ir em direção ao chão. Tudo estava perdido. Ou não?
...
– Ah! – gritara Alice novamente levantando assustada.

Continua...

~~X~~

Bem pessoal, espero que tenham gostado. Elogiem, critiquem e comentem! Até breve!

@ Pepe Akemi Says: Fan Fic inativa por mais de um mês, logo que isso acontece ele é trancado, caso queria reabri-lo só mandar uma Mp a qualquer Fan Fic Moderador. Trancado.
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