Pokémon Mythology
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A Pequena Luz na Escuridão

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A Pequena Luz na Escuridão

Mensagem por Bakujirou em Qua 14 Mar 2012 - 20:21

Boa noite, pessoal! Bom, faz algum tempo que eu tenho projetado e publicado esta história. Mas, como não possuo mais um escritório pra divulgação, enfim tive a coragem pra poder publicar uma coisa ou outra de minha autoria. E não, não sou do tipo que escreve uma fanfic constantemente, mas... Bom... Vamos ver no que dará. Este primeiro poste pode parecer ligeiramente diferente do que foi divulgado em forma de link, mas precisava adaptá-lo pra ser uma fanfic... Bom, aceito críticas (principalmente ao nome) pois não me veio muitas boas ideias pra títulos.


Prologue

Kanto, um continente onde foram construidas lendas e mitos. Um lugar onde foram surgindo jovens e inocentes treinadores em busca de um motivo que os leve a acreditar que esta terra possui segredos a serem desvendados.

Muito mais do que sair da segurança de sua casa, dos abraços e dos mimos de sua mãe pra ir atrás de fantásticas criaturas portáteis que possuem as mais diversas formas, tamanhos e cores. Sonham um dia, alcançar o posto de melhor treinador, uma vaga na formação da elite dos maiores treinadores da região inteira: a Elite dos 4 ou "E4".

Mas nesta terra, também temos pessoas que não são exatamente treinadores. Não buscam a fama de um membro da E4. E nem são tão ingênuos quanto os jovens treinadores. São pessoas que carregam dentro de si ambições muito maiores. Na busca pelo poder, fama, fortuna. Tudo isso pode ser atingido fácilmente com o mesmo recurso usado pelas crianças, mas sob um novo tratamento e treinamento condicionados: os monstrinhos de bolso, ou pokémon. Os mesmos monstrinhos que ora podem ser extremamente doces e inocentes; ora podem ser nefastos, negros, cruéis o suficiente pra reconhecer que não é uma criatura que possa ser subjugada por seres insignificantes (os homens).

E, esta história começa falando destes homens e de como as criaturas que são puras, podem virar um fruto podre e negro da crueldade. Fruto este gerado pela ganância atrás de riqueza e poder.
"A ambição é um sentimento poderoso. O suficiente pra trazer o caos ou revelar a força ocultada dentro de si."

A Equipe Rocket foi fundada pela Madame Boss, uma poderosa mulher que herdara uma fortuna e ela reuniu os mais habilidosos treinadores, prometendo-lhes riqueza em troca de fidelidade. Desde o princípio, alguns nomes se destacam exímiamente no primeiro grupo de agentes. Miyamoto e Giovanni, eram estes nomes, citados nas conversas dos agentes da organização. Mais tarde contarei sobre o dia em que eles foram oficialmente chamados pra se tornarem uma dupla.

~X~

A agente Miyamoto era uma membra extremamente eficaz, tanto em combate quanto em missões de rastreio e conseguiu sempre colecionar muitos elogios (pois, afinal das contas, era bela e malvada...). Mesmo fazendo tanto sucesso, não ganhava muito ou quase nada com as missões. Ela vivia com dificuldades até pra conseguir sustentar sua única filha, Jessie e seu amor de mãe era capaz de fazer de tudo para que sua filha tenha uma boa vida, com tanto dinheiro que não possa mais se preocupar com fome ou passar frio nas noites gélidas de inverno, na pequena cabana onde viviam...

O nome Giovanni era do filho da Madame Boss (naquela época, com apenas 12 anos de idade). A mãe era dedicada a ensinar ao filho, tudo o que precisava, pra se tornar um dia, o novo chefe da organização Rocket. E pra ser um líder precisa ser muito inteligente, tanto é que a Madame Boss forçava o filho a estudar durante horas diversas disciplinas complicadas e difíceis para um garoto de sua idade... E, por conta da constante supervisão da própria Madame Boss, Giovanni não se misturarava com os demais agentes.

Num certo dia, Giovanni estava estudando uma pequena pilha de livros na escrivaninha do escritório, sua mãe estava ensinando-o naquele momento. A janela do recinto estava anunciando o fim do dia, a chegada da noite estava deixando um frio característico deixado depois de uma intensa chuva. De repente, um som de batidas na porta tirou a concentração dos estudos. Madame Boss se levantou e se dirigiu à porta. Giovanni também se levantou, e curioso, tentou visualizar quem era a pessoa do outro lado da porta e viu Miyamoto entregando uma carta pra líder da organização. Mesmo vendo apenas de relance, ficou impressionado com a sua beleza (e a mãe reparou). Como reflexo, Madame Boss abriu a carta, dispensou a agente e fechou a porta. Em seguida, puxou o filho pelo braço e se puseram a andar apressadamente até à sala reservada das reuniões dentro da mansão. Depois da longa conversa com alguns dos cientistas da organização, ela dispensou todos os cientistas e então Miyamoto aparece novamente. Madame Boss anunciou de repente que Giovanni ia começar a treinar com um dos melhores agentes da organização e ele ficou muito surpreso quando indicou, à dedo e apresentou "Miyamoto". Ah, este dia foi um dos mais felizes pra ele. Mas não durou muito a felicidade. Poucos meses após à iniciação de Giovanni, Miyamoto foi chamada pra realizar a captura do mais raro dos pokémon conhecidos até então, Mew. Giovanni contestou o motivo da Madame Boss enviar apenas ela e não permitir acompanhá-la. Porém, a líder nada falou. Giovanni ficou frustrado e resolveu se trancar no quarto, pois ficou com muita raiva por não ter recebido permissão dela pra esta missão em particular e ele não conseguia entender porquê de mandá-la sozinha.


Última edição por Sir Bakujirou S. em Dom 23 Dez 2012 - 19:00, editado 5 vez(es) (Razão : editado)
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Re: A Pequena Luz na Escuridão

Mensagem por DarkZoroark em Qua 14 Mar 2012 - 20:54

Olá Sir Bakujirou S.
Nem sei por onde começar, pois esta é, sem dúvidas, uma das melhores fics que eu já tive o prazer de ler. Apesar do prólogo ser pequeno, foi ótimo. Descrição e Narração fora de série. Você é verdadeiramente um mestre das fanfics.
Os únicos erros que achei foi a grande repetição dos nomes de Giovanni e Miyamoto, algo que pode facilmente ser driblado.
Bom, é isso. Irei acompanhar cegamente esta fanfic. Aguardo seu primeiro capítulo.

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Re: A Pequena Luz na Escuridão

Mensagem por Bakujirou em Sab 21 Abr 2012 - 0:52

Boa noite, pessoal! Faz algum tempo que venho trabalhando na fanfic que esbocei e (já publiquei até o link da versão mais crua do trabalho). Porém, como toda fanfic precisa de algumas edições... Resolvi então, trabalhar mais um pouco e encorporá-la, pra dar mais ação na mesma. E, hoje de noite, consegui terminar de escrever (metade) do Chapter 1, mas acho que ela já será o suficiente...


Chapter #1: A Missão da Agente Rocket

Miyamoto recebeu a carta com o conteúdo da missão secreta, na qual, foi encarregada de cumprí-la.

"Miyamoto você foi selecionada pela Madame Boss pra realizar uma importante e secreta missão. Você irá capturar MEW, o lendário pokémon miragem. Mas, desta vez, deverá ir sozinha, até o ponto mais alto da Mt. Silver, num ponto remoto, aquém das terras do continente de Kanto. Ali você irá localizar, rastrear e capturar o raro pokémon. E não entre em contato com o seu parceiro, Giovanni. Você deverá viajar sozinha e Giovanni estará fora desta missão.
Líder da ER, Madame Boss"

- Nossa, essa era a oportunidade que tanto esperei! Mesmo que Giovanni não possa mais me acompanhar, esta é uma oportunidade de ouro! Mas antes, preciso resolver um assunto...

Miyamoto estava em seu dormitório, nas instalações dentro da base secreta da organização Rocket. Ela agarra um telefone móvel simples e digita alguns números.

- Boa tarde, chefia. Está muito ocupada? Eu posso trocar algumas palavras com você? - falava de modo apreensivo.
- Agente Miyamoto, o que precisa? Eu estou ocupada sim, mas estarei escutando.
- Bom, sabe... Madame Boss... É que eu tenho um pedido pra fazer pra você. Minha filha Jessie fará aniversário daqui a duas semanas. Será que eu poderia adiar a data da missão secreta?
- É verdade? A pequena Jessie fará aniversário?
- Sim, estou preparando um jantar especial pra este dia, quero que ela se sinta muito feliz pelo seu aniversário.
- Oh sim claro. Agente Miyamoto, tem a minha permissão pra poder ficar o tempo que precisar em sua casa, pra preparar a festa da pequena Jessie. Mas quero que receba um presentinho meu.
- Ótima notícia, fico muito grata pela generosidade, Madame Boss. Minha filhinha vai ficar realmente muito contente. E...
- Enviarei o presente agora mesmo. Um dos meus empregados lhe enviará a encomenda logo logo. E lembre-se de mandar um abraço na sua filha. Até mais! - Em seguida, o telefone ficou mudo.
- ... Boa noite...

Logo depois da conversa, Miyamoto aguardou no seu dormitório, até que um dos empregados da Madame Boss aparece com um pacote nas mãos, ali na frente da porta. Miyamoto pula da cama, vai até a porta e então examinou o conteúdo do pacote. Era uma pokébola contendo um belo espécime de Ekans. Miyamoto o reconheceu imediatamente, pois era o mesmo pokémon que ela criou cuidadosamente na enorme mansão da Madame Boss, há alguns meses atrás. Miyamoto ficou extremamente feliz com o presente.

Algum tempo depois, a tão aguardada festa chegou, Jessie e sua mãe se divertiram muito neste dia especial. A menina ficou curiosa, quando a mãe lhe entregou o pacote de presente e o abriu, revelando a pokébola de Ekans. Antes da menina ir pra cama descansar, Miyamoto se deitou na beira da cama e contou pra filha que iria sair numa missão muito importante e que ficaria um bom tempo fora de casa. A menina ficou um pouco emburrada com a notícia, mas a mãe logo voltou a falar sobre o presente novo dela e a Jessie logo se animou. Em seguida, aguardou a a filha adormecer e se despediu dela com um pequeno beijo na testa. Daí, Miyamoto abriu a porta da casa e partiu naquela mesma madrugada.

... Um mês se passou e Miyamoto estava prestes a desistir de procurar. Porém, se espantou com uma estranha criatura cor-de-rosa pequena, voando à esmo em um desfiladeiro ali próximo. Aquele era o alvo. Entre as montanhas geladas e à constante nevasca que assoprava com força, Miyamoto busca a sua chance de obter a fortuna tão desejada pra deixar sua filha em extremo conforto e comodidade, que só um nobre poderia ter. Ela foi até o desfiladeiro onde viu a criatura e nada encontra. Enfim resolveu examinar o abismo que ficava entre as encostas do desfiladeiro, escavado por séculos da erosão do vento eregelante e pela neve incessante de Mt. Silver.

Mas, ela não conseguiria adivinhar que ia perigosamente, falhar em sua missão, quando o pokémon parece ter se materializado bem na sua frente. O aparecimento repentino causou um grito que culminou no início de uma avalanche devastadora. A pobre agente não tinha escapatória. Enquanto corria desesperadamente pra tentar escapar da avalanche, em questão de instantes depois, foi engolida pela imensidão branca que continuamente caíra sobre a superfície da Mt. Silver.

Dias após o ocorrido, todos na organização Rocket já deram a Miyamoto como desaparecida na missão em Mt. Silver, já que perderam contato com a mesma. Naquela tarde, Giovanni fora chamado mais cedo pra se preparar pra receber um cargo importante ao lado da sua mãe. Estava se dirigindo até a sala de reuniões, quando ouviu uma das conversas dos agentes da organização e só ali, naquele momento, ele soube que Miyamoto desapareceu, ele ficou furioso e culpava a mãe pelo o que aconteceu à sua parceira. Quando chegou ao salão onde ocorreria a reunião, Giovanni decidiu revogar a posse do cargo e ainda jogou vários insultos pra Madame Boss, pelo ocorrido e em seguida, saiu da sala, sem dar nenhuma explicação.

Naquele momento, Giovanni queria largar tudo até mesmo abandonar a sua mansão pra descobrir a verdade, tentar encontrar provas sobre o desaparecimento de Miyamoto e descobrir quem foi o responsável pelo seu sumiço. Além de fazer todos pagarem caro, pelo incidente dramático que culminou no desaparecimento de sua parceira de trabalho. Depois de pegar tudo o que precisava em sua longa e difícil jornada, pulou de uma das várias janelas da mansão e escapou dos guardas e vigias. Em seguida, pensou sobre um modo pra viajar tranquilamente, sem levantar suspeitas e nem ser notado. Enquanto corria imerso em pensamentos, ele percebeu que estava indo pra cidade de Pallet Town. Um local conhecido como pacífico e propício pra se conhecer um pouco mais sobre os pokémon que acercam o local.


Última edição por Sir Bakujirou S. em Qua 18 Jul 2012 - 10:23, editado 2 vez(es) (Razão : editado)
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Re: A Pequena Luz na Escuridão

Mensagem por Gabriel032 em Dom 6 Maio 2012 - 3:46

Como eu tinha dito, resolvi dar uma olhada aqui. Gostei muito da fanfic, a premise está ótima, parece que ela aborda vários aspectos do mundo pokémon, não só a perspectiva do treinador como muitas outras. Gosto também do foco no emocional dos personagens, já que o desenvolvimento de personalidades é algo que sinto estar faltando nas fics ultimamente.

Continue com o bom trabalho, espero pelo próximo cap.
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Re: A Pequena Luz na Escuridão

Mensagem por Tsurugi em Dom 6 Maio 2012 - 11:17

Como prometido, vim dar uma olhada na sua fanfic, Bakujirou!
O tema é bem original, já tinha visto uma ou duas fics assim no passado, em outro fórum de fanfics, que já não está mais entre nós.
Sua escrita é muito boa, não consegui notar nenhum erro. A única coisa que não gostei, foi você usar ''...'' para indicar outro local no começo do novo parágrafo. Você poderia usar [*center*] e um simples simbolo como este ''-X-'' ou apenas um traço longo ou curto, ficaria melhor na minha opinião.
Bom, é isso. Achei a fic muito boa no geral, e espero pelo próximo capítulo! Straight Face
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Re: A Pequena Luz na Escuridão

Mensagem por Bakujirou em Sex 8 Jun 2012 - 1:08

Boa noite, pessoal! Andei tão atarefado ultimamente... Achei que ia deixar a fic pra último plano terreno. Mas, por céus, ao menos, um chapter consegui transformar em fic. Acho que é tudo o que precisava fazer pra deixar esta parte da fic o mais próximo do modo como a concebi em minha mente.

Spoiler:
@Gabriel032 escreveu:... ela aborda vários aspectos do mundo pokémon, ... Gosto também do foco no emocional dos personagens, já que o desenvolvimento de personalidades é algo que sinto estar faltando nas fics ultimamente.

É que sou muito abstrato, chegou uma hora que precisava colocar isso pra fora. Virou uma fic, carregada de sentimentos... Valeu pela presença.

@Tsurugi escreveu:... A única coisa que não gostei, foi você usar ''...'' para indicar outro local no começo do novo parágrafo. Você poderia usar [*center*] e um simples simbolo como este ''-X-'' ou apenas um traço longo ou curto, ficaria melhor na minha opinião.
Bom, é isso. Achei a fic muito boa no geral, e espero pelo próximo capítulo! Straight Face

Olha, não é garantia minha, mas estou fazendo um esforço pra que eu não volte a usar reticências pra expremir uma passagem de tempo ou mudança de cenas. "Vou tentar".

Chapter #2: As Memórias Perdidas

Ele rapidamente pensou em usar uma portátil máquina que alterava os documentos de identidade. Depois de usar a geringonça, a máquina alterou dados importantes e o rebatizou de Havard. Um jovem sem nenhum histórico reconhecído, sem pais em seus registros.

Ao chegar na cidade de Pallet Town, conheceu um pesquisador muito experiente em pokémon, Samuel Carvalho (nos seus 45 e tão vívidos anos) e a jovem treinadora Dalva (com sua tenra idade de 18 anos) que estavam no meio da estrada de terra batida. No meio da conversa, Dalva o convida a acompanhá-la em sua jornada de treinamento e o jovem concordou. Samuel contudo, apenas deixou o jovem partir em jornada com um dos pokémon do laboratório.

~X~

Muitos anos se passam e Havard treinou acompanhado Dalva numa jornada por conhecimento e experiência em batalhas. Agora, Havard possuia por volta de 17 anos, Dalva tinha 23 e Samuel já apresentava seus 50 anos com o mesmo espírito jovial de um homem beirando aos 30 anos. Todos os três haviam se reunido em volta de uma fogueira, num acampamento à céu aberto, nas proximidades de Pallet Town. Harvard estava se preparando pra fazer um pedido muito difícil.

- Pessoal, minha próxima meta é chegar na Mt. Silver. E eu estarei sozinho nessa, acho que esta será nossa última expedição juntos.
- Mas Havard, não é um lugar muito perigoso pra você ir sozinho? O que tem de tão interessante e urgente assim pra ir pra lá? - Disse Dalva, aflita com a decisão repentina.
- Eu preciso chegar ao cume da montanha Silver. Subir a montanha será uma experiência única onde eu posso aplicar tudo o que aprendi durante todo este tempo.
- Porquê você não quer companhia? Já não estamos juntos desde o começo da sua jornada?
- Eu preciso fazer isso sozinho Dalva. Somente assim, poderei testar as minhas forças de treinador, sozinho, sem ajuda... - Havard estava decidido, não iria se deixar levar pelos seus sentimentos e durante anos, ele planejou esta viagem.

Já pela manhã seguinte, Dalva, Havard e também Samuel estavam instalados num novo acampamento próximo do pé da Mt. Silver.

- Agora é a hora de dizermos adeus. - Havard passou a olhar para o horizonte, dando às costas aos companheiros de viagem.
- Porquê? Por que não podemos ir junto? Você acha que não somos forte o suficiente? Que não poderemos ser úteis pra você?
- Dalva, entenda, isso não é nada do que está imaginando. Só preciso de um tempo livre. Preciso seguir minha viagem sozinho, senão não posso encontrar o que realmente desejo fazer de minha vida. Esta jornada é minha, só minha. - Havard virou-se de costas e abaixou a cabeça olhando para uma carta, que estava um pouco amassada.
- E, mesmo que eu não os veja novamente, não me procurem. Eu peço pra que não aguardem o meu retorno. Esta é a nossa despedida. Daqui pra frente, desejo que sigam suas jornadas, mas sem a mim. - Em seguida, ergue a cabeça e se dirige até Samuel Carvalho.
- Peço pra que cuide dela, caro amigo. Espero que nos reencontremos numa outra oportunidade.
- Você não precisa fazer isso, meu amigo. Isso não é seguro. Você tem certeza do que está dizendo, Havard?
- Sim... Como jamais na minha vida toda, tive certeza... - ele se aproxima de Dalva e a abraça. Algumas lágrimas rolam no rosto da jovem e então, Havard se afasta e ergue novamente o rosto dela pra observar novamente os seus olhos.
- Sei que estamos juntos a muito tempo, mas espero que isso lhe sirva como consolo. Eu quero que a abra, assim que chegar em Pallet novamente. - Em um curto movimento, retirou um envelope amassado do bolso de seu casaco.

Dalva estava soluçando, mas abriu lentamente a mão direita e então fechou a carta com as duas mãos. Os dois amigos de Havard o viram desaparecer no horizonte, entre as paredes escarpadas e erodidas da superfície da montanha.

~X~

Uma semana depois, Havard conseguiu chegar no ponto onde, 5 anos atrás, aconteceu o incidente onde Miyamoto desapareceu. Ele escavou rápidamente para localizar algum rastro e tal foi o esforço de que, só depois do anoitecer, conseguiu encontrar uma velha boina negra com o emblema do amaldiçoado "R" em vermelho escarlate. Ele examinou a peça e estava tão conservado que não pareceu que estava por lá durante todo este tempo. Quando obteve esta prova, ele não se satisfez. Ele precisava localizar o lendário Mew, provar de que ele poderia ter sim ter concluído a missão de sua parceira caso pudesse acompanhâ-la e fazê-lo sofrer, como ele sofrera. Mas, para a segurança daquele pokémon inocente, ele também fracassou.

~X~

Depois daquela expedição ao topo da montanha se passaram mais de 8 anos. Nenhum dos dois antigos companheiros de viagem de Havard tiveram notícias de seu paradeiro. Eles prosseguiram com suas vidas e agora, já abandonaram a carreira de treinadores pokémon pra passar a cuidar de outros assuntos corriqueiros.

Numa manhã (que aparentemente não teria nada de tão especial como qualquer outro dia), chegou uma notícia que informava uma pessoa inacreditavelmente talentosa que passou a ocupar o lugar do Gym Leader de Viridian, pois o antigo se aposentara a algum tempo. Enquanto viam a matéria jornalística na TV sobre o novo Gym Leader, reconheciam uma das expressões que o homem conhecido como Giovanni fez durante a resposta à uma das perguntas da repórter. Um atípico sorriso entrecortado pela metade. Os dois não poderiam desconfiar que este homem era o mesmo jovem que deixou pra trás, uma identidade falsa que estava encravado nas mentes de Samuel e Dalva.

Em honra à amizade de Havard, ambos se conformaram com o desaparecimento durante a expedição que aconteceu na Mt. Silver. Sequer falavam sobre o passado, pois ainda sentiam-se culpados de terem confiado no seu companheiro de jornada, confiavam que ele pudesse retornar vivo. O que eles não sabiam é que ele não desapareceu e assim como os seus companheiros, deixou de se tornar um simples treinador pra se tornar novamente um agente na organização Rocket.

Os agentes da organização Rocket, ao contrário, não estavam muito bem. Isso acontece porque depois de ver o filho da Madame Boss na TV, conquistando o título de Gym Leader, eles pensavam na antiga figura da líder Madame Boss enraizada na mente de muitos dali, naquela sala de operações e missões.

- Giovanni agora está muito diferente. Até parece com aqueles panacas que fazem pose de “um treinador de elite” apenas pra aceitar desafios de pirralhos e precisa dar uma de babá quando eles forem derrotados logo em seguida. - disse com desdém um dos executivos da organização.
- Ainda acho difícil de acreditar, mas eu tenho fé de que este Giovanni ainda cruze aquela porta ali e volte a se sentar no mesmo banco da nossa eterna chefia, Madame Boss... - Um dos agentes respondeu, ao comentário do colega, enquanto apontava a porta, com a sua mão esquerda e abaixando logo em seguida.
- Você ainda acha que isso vai acontecer? Ninguém soube explicar o que realmente aconteceu a nossa chefia! Ela sumiu, vendeu a mansão, pegou alguns poucos pertences. Dúvido que o Giovanni vá ter compaixão ou sentir-se culpado pelo o que aconteceu com ela ou não.

Não muito depois do comentário, um homem aparece no portão de entrada da organização, por onde se dá acesso ao banco da Madame Boss. A figura imponente de Giovanni estava lá, decidido a tomar pra si o seu cargo e se apoderar da maior organização criminosa.


Última edição por Sir Bakujirou S. em Qua 18 Jul 2012 - 9:48, editado 6 vez(es) (Razão : editado)
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Re: A Pequena Luz na Escuridão

Mensagem por Bakphoon em Sex 8 Jun 2012 - 11:54

Olá, Baku!

Estou eu aqui, um novato do fórum (porém já o acompanhava à alguns anos, mas nunca havia me registrado), para comentar na sua fanfic!

Realmente, uma coisa que se vê pouco hoje em dia é alguém com um vasto vocabulário e um bom conhecimento na utilização de pontuação e acentuação, etc. Está de parabéns, embora pude identificar alguns erros, mas nada de alarmante.

Ele rápidamente pensou em usar uma portátil máquina...
O que esse acento está fazendo ali?
... Havard passou a treinar...
Nenhum parágrafo pode começar com pontuação. Siga a sugestão dada por Tsurugi, e ficará muito melhor.
- Agora é a hora de dizermos adeus. - Virou-se de costas e abaixou a cabeça olhando para uma carta, que estava um pouco amassada.
Esta jornada é minha, só minha. - Havard virou-se de costas e abaixou a cabeça olhando para uma carta, que estava um pouco amassada.
Você repetiu a mesma frase, acredito que involuntariamente, isso me deixou um pouco confuso na hora.

CHEGA DE CITAR ERROS! Acho que só eu fiz quotes aqui, como sou reclamão Twisted Evil A história foi muito bem redigida, consegui imaginar perfeitamente o que se passa na mente do escritor, você fez jus ao seu título de Mega Mod do fórum e escreveu uma Mega Fan Fic! Aguardo anciosamente pelo terceiro cap! Very Happy
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Re: A Pequena Luz na Escuridão

Mensagem por Black~ em Sex 8 Jun 2012 - 11:59

Realmente, fanfic genial, história maravilhosa, narração épica, descrição muito boa, ortografia perfeita, você só errou aqui, mas não foi um erro ortográfico, foi um erro de concordância (eu acho).

Eu peço pra que não me aguardem o meu retorno.

O certo seria você pôr "Que aguardem o meu retorno" ou "Que não me aguardem".

Bom, é só.
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Re: A Pequena Luz na Escuridão

Mensagem por Ari Tasarov em Qua 20 Jun 2012 - 23:21

Simplesmente adorei sua fic! *-* Muito bem descrita, ótima narração e estou gostando do desenrolar! Realmente me "prendeu" na leitura, parabéns!Sua ortogafia também é muito boa, não consegui enxergar nenhum erro.

Só teve uma coisinha que me atrapalhou, que é o tamanho dos episódios! Fica aquele gostinho de quero mais... Tirando isso, muito bom! Não tenho palavras, só elogios mesmo! Aguardo o próximo!

Kisses! :*
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Re: A Pequena Luz na Escuridão

Mensagem por x-Kuma-x em Sex 22 Jun 2012 - 8:51

Uau! Que Fiction Incrível!
Eu realmente gostei muito de seu trabalho.
Possui grandes pontos em sua fic:
- Grámatica Excelente e Variada
- História Baseada, mas nada cliché.
- A Fiction não tem enrolação.

Muito Bom! Acompanhando! -Kuma
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Re: A Pequena Luz na Escuridão

Mensagem por -Murilo em Sex 22 Jun 2012 - 17:44

Olá! Finalmente ressuscitou dua fic. Eu já tinha lido o prólogo quando você postou e gostei muito! A sua história é bem original, quase real! Eu já tinha lido na PM umas biografias que contavam um pouco dessa história, mas a sua narração ficou perfeita! A ortografia, a gramática está tudo ok. O tamanho também, ainda mais você que é bem ocupado com o site/fórum, deve ficar sem tempo para escrever muito. Uma coisa que eu estranhei no segundo capitulo foi a rapidez como tudo foi ocorrendo. Cada parágrafo era uma fase nova de Geovanni! Mas é bom que assim vai direto ao assunto. Eu até achei que ele poderia realmente encontrar Miyamoto, mas não. Achei também que poderia rolar algum romance entre ele e Délia, trazendo assim aquela velha teoria de que ele poderia ser o pai de Ash, mas também não aconteceu. Mas quem sabe né? Agora que ele se tornou o líder da equipe rocket, tudo pode acontecer! Talvez a Délia até saiba disso. Mas enfim, gostei muito da sua fic, vou acompanhá-la. E por favor não desista dele. Boa sorte!!!
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Re: A Pequena Luz na Escuridão

Mensagem por Bakujirou em Dom 24 Jun 2012 - 1:27

Buenas noches pessoal. Fico eternamente agradecido pelos comments. Nunca saberia dizer o quão feliz é um autor que recebe novos posts em um trabalho que lhe custou um pouco de seu tempo. Pois é. Aqui, acho, finalmente trarei mais um Chapter da fic pronta. Eu fiquei editando ela por um tempo, mas não estava contente, acho que me faltava um pouco de inspiração. Mas né... Tudo bem.
OFF

Tenho mais um chapter já terminado. Acho que reservarei ele pra postar posteriormente. Mas em breve, será postado.


Spoiler:
@Bakphoon escreveu:Olá, Baku!

Realmente, uma coisa que se vê pouco hoje em dia é alguém com um vasto vocabulário e um bom conhecimento na utilização de pontuação e acentuação, etc. Está de parabéns, embora pude identificar alguns erros, mas nada de alarmante.

...

CHEGA DE CITAR ERROS! Acho que só eu fiz quotes aqui, como sou reclamão Twisted Evil A história foi muito bem redigida, consegui imaginar perfeitamente o que se passa na mente do escritor, você fez jus ao seu título de Mega Mod do fórum e escreveu uma Mega Fan Fic! Aguardo anciosamente pelo terceiro cap! Very Happy

Eu só tenho a agradecê-lo, não por apenas elogiar-me mas por citar erros que eu não tinha reparado por fazer uma edição "expressa" e sem revisão. Todas corrigidas imediatamente após a sua postagem, mas claro, não poderia falar ou comentar nada SEM um chapter novo na fic. /hihi

Mr. Black escreveu:Realmente, fanfic genial, história maravilhosa, narração épica, descrição muito boa, ortografia perfeita, você só errou aqui, mas não foi um erro ortográfico, foi um erro de concordância (eu acho).

Corrigido, valeu pelo comment.

- Milley escreveu:Simplesmente adorei sua fic! *-* Muito bem descrita, ótima narração e estou gostando do desenrolar! Realmente me "prendeu" na leitura, parabéns!Sua ortogafia também é muito boa, não consegui enxergar nenhum erro.

Só teve uma coisinha que me atrapalhou, que é o tamanho dos episódios! Fica aquele gostinho de quero mais... Tirando isso, muito bom! Não tenho palavras, só elogios mesmo! Aguardo o próximo!

Kisses! :*

Nem se preocupe, já sei do que o povo quer e se depender de mim, escrevo MUITO mais (e olha que só a Beta dela é grande, imagina ela em formato fanfic). /.=."

@x-Kuma-x escreveu:
Uau! Que Fiction Incrível!
Eu realmente gostei muito de seu trabalho.
Possui grandes pontos em sua fic:
- Grámatica Excelente e Variada
- História Baseada, mas nada cliché.
- A Fiction não tem enrolação.

Muito Bom! Acompanhando! -Kuma

Valeu pelo comment.

Murilo_Marcos escreveu:Olá! Finalmente ressuscitou sua fic. Eu já tinha lido o prólogo quando você postou e gostei muito! A sua história é bem original, quase real! Eu já tinha lido na PM umas biografias que contavam um pouco dessa história, mas a sua narração ficou perfeita! A ortografia, a gramática está tudo ok. O tamanho também... Mas enfim, gostei muito da sua fic, vou acompanhá-la. E por favor não desista dele. Boa sorte!!!

Pod'ixar, non esquecerei da Fic tão cedo.


Chapter #3: Um Futuro de Trevas, Um Passado de Luz...

Logo após a retomada da liderança, ele estava aplicando uma das várias ações que movem cifras e mais cifras de PokéDollars na “Organização Rocket”. Um dos vários tipos de financiamentos feitos era no comércio negro de Pokémons.

O que pra muitos é visto como um trabalho desonesto e sujo, por envolver comercializar vida selvagem, pra experientes e àquelas pessoas que gostam de ter ou criar “bichos exóticos” este é um negócio interessante e, no mínimo, com uma freguesia tímida, mas fiel. Pra começo de história os pokémon ora são capturados selvagens; ora raptavam espécimes por conta da escassez ou dificuldade pra localizar eles no meio ambiente. Após a captura, já fica um pouco mais difícil de saber exatamente o destino final destes pokémon. O primeiro ponto a ser relevado é que o número de Pokémon era MUITO grande e boa parte deles provinha de pequenos raptos ou de furtos (isso era fácilmente explicável por conta da preferência ou obrigação de roubarem pokémon e os Rocket Grunts se divertiam cometendo assaltos e estavam cumprindo metas ou cotas pra “avaliarem a produtividade” nos furtos). Eles eram enviados ou pra grandes armazéns nas gaiolas gradeadas ou armazenadas em pokébolas dentro de sacolas ou caixas de papelão.

Os pokémon furtados tinham diversas funcionalidades, conforme a necessidade do momento ou da escolha dos Grunts: alguns se apoderavam dos poderes energéticos de pokémon elétricos pra gerar energia e alimentar dispositivos e aparatos elétricos; os do tipo fogo, eram tratados como um pedaço de carvão escarlate ambulante, passavam horas lançando chamas em fornalhas quentíssimas pra ajudar na fundição e derreter alguns metais em uma seção à parte da própria Quartel-General; outros tantos serviriam de cobaias de experimentos nos escuros laboratórios Rocket; havia ainda, outros que seriam avaliados e então, usados em testes de recrutamento e treino de Grunts novatos. Os poucos que eram obedientes por mais que passassem por quaisquer iniciação, eram domados pelos Rockets e dados como prêmio aos melhores agentes; além de tudo isso, ainda existia ainda, os que o próprio Rocket deveria domá-lo por sua própria conta (e risco) para permanecer com o Pokémon para facilitar na conclusão das missões.

Como anteriomente citei, as cotas de produtividade de roubos eram usados numa espécie de quadro-geral de pontuação, determinado pelo RANK de raridade dos pokémon e sua quantidade. Àqueles mais afortunados poderiam conseguir bonificações em dinheiro ou uma outro tipo de recompensa, desde que esteja dentro dos limites do que se poderia obter. Isso, de certa forma, gerava uma incentivação motivacional positiva entre os Grunts, da mesma forma como se motiva uma equipe de uma “linha de produção” de uma fábrica, através de algum desporte ou competição amistável. Claro que tudo isso só seria possível graças aos esforços do próprio líder da organização. E, esta cota não apenas significa uma bonificação, como também abre portas para que qualquer Rocket Grunt ganhe destaque e tenha possibilidade de adentrar nas esquadrões especiais.

~X~

Todo este trabalhoso e complicado serviço administrativo não custou muito tempo pra arrecadar muito dinheiro rápidamente. Como não suficiente com o dinheiro que recebia, ele resolveu tomar a dianteira nas pesquisas da empresa de equipamentos da nova tecnologia de Kanto, a Silph CO. Após concluir um acordo de parceria, ele implementou uma lista oficial de regras e de normas de comportamento que deveriam ser cumpridas por todos os trabalhadores (da Silph CO. ou da própria Organização Rocket). Um dos primeiros itens falava a cerca da nova era, que seria empregada pelo próprio Giovanni, na qual ele se tornaria o Imperador máximo que tomaria as decisões de toda a região por conta própria. Os demais itens falam sobre a forma de trabalho em que a Silph CO. abordaria. Ele restringia MUITO os horários de intervalo pra almoço, pausas pra descanso e também monitoravam todos os tipos de conversa entre os empregados. Pode ser que o Giovanni, “tenha sido bonzinho” ao avisar isso pra todo mundo, assim que fosse adotar a nova política de trabalho naquele prédio. Mas ele não vacilou quando descobriu pessoas que tinham intenções não muito interessantes de se ver e os demitiu de imediato, tudo em nome da produção da empresa e isso lhe deu reconhecimento no ramo de administração.

No fim de mais um dia de expediente, o executivo Giovanni, o dedicado e polido homem de paletó marrom e um dos administradores de maior sucesso estava adentrando em sua limosine rumo à sua mansão. Enquanto ele voltava, abria uma pasta avaliando os relatórios de um projeto importante que ele iniciara a pouco tempo e sorria enquanto lia em voz baixa, os progressos. O executivo estava compenetrado em um único objetivo durante anos.

Depois de chegar em sua mansão, já pela noite, fechou a maleta e pôs-se a andar em direção à escadaria que daria entrada pro portão grande de madeira maciça. Depois de seus leais mordomos darem as boas-vindas ao senhor da casa, o mesmo se dirigiu ao pequeno escritório mobiliado com várias peças de bom-gosto requintado. Em seguida, posicionou-se em sua poltrona favorita e começou a vasculhar alguns documentos numa pasta guardada na gaveta da escrivaninha. Ali estava uma das fotos e descrições sobre a aparição de um raríssimo pokémon, cor-de-rosa. A caçada em breve começaria.


Última edição por Sir Bakujirou S. em Qua 18 Jul 2012 - 10:13, editado 1 vez(es) (Razão : editado)
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Re: A Pequena Luz na Escuridão

Mensagem por -Murilo em Dom 24 Jun 2012 - 10:21

Olá! Que bom que postou rápido! Agora a história já se passa no período atual de Giovanni. Graças a sua história, consegui entender melhor como funciona a organização da Team Rocket. A sua narração foi muito boa. Só queria mostrar esse pequeno trecho:

Sir Bakujirou S. escreveu:O que pra muitos é visto como um trabalho desonesto e sujo, por envolver comercializar vida selvagem, pra experientes e àquelas pessoas que gostam de ter ou criar “bichos exóticos” este é um negócio interessante e, no mínimo, com uma freguesia tímida, mas fiel.

Eu senti um certo atropelo de vírgulas. Não sou nenhum perito em língua portuguesa, mas talvez ficasse melhor a compreensão se ficasse assim:

Murilo escreveu:O que para muitos é visto como um trabalho desonesto e sujo por envolver o comércio (ou envolver comercialização) de vida selvagem, para experientes e àquelas pessoas que gostam de ter ou criar "bichos exóticos", este é um negócio interessante, e, no mínimo, com uma freguesia tímida, mas fiél.

Mas isso vai de acordo com o que você quis passar com o texto. O resto está tudo ótimo.

Apesar de todos esses anos, Giovanni nunca esqueceu o Mew. Será que ele vai atras do pokémon pessoalmente, ou vai mandar algum dos seus grunts? Será que existe alguma possibilidade de Myamoto ainda está viva??? AGuardo a continuação da sua fic. Boa sorte^^
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Re: A Pequena Luz na Escuridão

Mensagem por A3 em Qua 27 Jun 2012 - 12:57

Assim, eu li até o #2 cap, e tem um defeitinho. A história aconteceu tudo rápido demais. Eu sei que a história "começa" mesmo é no #3 ~ #4 cap, mas eu achei o começo meio fraquinho. Ele foge, tem amigos, passam anos, depois passa 8 anos. Chexus!
Mas enfim, eu acompanharei, pois eu vejo que ficará bem legal. *-*
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Re: A Pequena Luz na Escuridão

Mensagem por Black~ em Qua 27 Jun 2012 - 13:09

Bom, o capítulo está bom, mas está pequeno, não ligo muito pra isso, mas devo dizer que eka está indo muito rápido, a narração está muito boa, assim como a descrição. Bom, sua ortografia é muito boa, não consigo achar nenhum erro. Naquela hora que você escreveu muito e rank, creio que não precisava ser todo em maiúsculo. Bom, é só e espero o próximo capítulo.
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Re: A Pequena Luz na Escuridão

Mensagem por Bakujirou em Sab 30 Jun 2012 - 15:17

Buenas tardes pessoal. Eu andei preocupado com o andamento da fic, pois parece que não está agradando tanto assim, mas não se preocupem, estarei trabalhando nisso nos próximos chapters e neste eu trouxe uma das batalhas que procurei transformá-la numa parte da história da fic... Mas bem, os comments deixarei pra falar mais tarde, com calma.

EDIT: TEM UM MINI-SPOILER AQUI. SOMENTE ABRA DEPOIS DE LER O CHAPTER #4 LOGO ABAIXO, AVISADOS!

Spoiler:
Murilo_Marcos escreveu:Olá! Que bom que postou rápido! Agora a história já se passa no período atual de Giovanni. Graças a sua história, consegui entender melhor como funciona a organização da Team Rocket. A sua narração foi muito boa.

Geralmente, você precisa parar pra pensar e ver se as pontas soltas poderiam explicar como um BANDIDO tomou parte na liderança da MAIOR EMPRESA DE TECNOLOGIA de Kanto, ima, Giovanni. E praticamente fazer isso sem ser pertubado por ninguém. Pois é. São detalhes, mas acho bem relevante revelá-los ou pensar sobre eles.

Murilo_Marcos escreveu:Só queria mostrar esse pequeno trecho:

Sir Bakujirou S. escreveu:O que pra muitos é visto como um trabalho desonesto e sujo, por envolver comercializar vida selvagem, pra experientes e àquelas pessoas que gostam de ter ou criar “bichos exóticos” este é um negócio interessante e, no mínimo, com uma freguesia tímida, mas fiel.

Eu senti um certo atropelo de vírgulas. Não sou nenhum perito em língua portuguesa, mas talvez ficasse melhor a compreensão se ficasse assim:

Murilo escreveu:O que para muitos é visto como um trabalho desonesto e sujo por envolver o comércio (ou envolver comercialização) de vida selvagem, para experientes e àquelas pessoas que gostam de ter ou criar "bichos exóticos", este é um negócio interessante, e, no mínimo, com uma freguesia tímida, mas fiél.

Mas isso vai de acordo com o que você quis passar com o texto. O resto está tudo ótimo.

Valeu, estava trabalhando durante a madrugada e eu faço estes tipos de erros escrevendo além do horário comum. /.-. não tinha revisto issow. Valeu a crítica.

...Aguardo a continuação da sua fic. Boa sorte^^

Agradecido de novo.

@A3 escreveu:Assim, eu li até o #2 cap, e tem um defeitinho. A história aconteceu tudo rápido demais. Eu sei que a história "começa" mesmo é no #3 ~ #4 cap, mas eu achei o começo meio fraquinho. Ele foge, tem amigos, passam anos, depois passa 8 anos. Chexus!
Mas enfim, eu acompanharei, pois eu vejo que ficará bem legal. *-*

Olha, tudo bem em não achor graça nenhuma no começo, mas não o prendo a querer abandonar a leitura desta fic. Se quiser, vá ler outra fanfic que te interesse.

A concepção inicial não era explicar a jornada de treinamento de um Jovem Giovanni com batalhas extra-longas ou sem necessidade de convertê-las em capítulos ou coisas do tipo. Mas sim, a saga do que Giovanni se tornou e como ele cresceu como Líder da ER. E nada mais do que isso. Além de envolver na história, uma explicação ou introdução a dois pokémon nunca apresentados em lugar algum, além do TCG, os Dark (que aqui chamarei de Shadow, por questões de mecânica de videogame e outras questões) e os Light e sua grande capacidade grandiosa de poderes...

Mr. Black escreveu:Bom, o capítulo está bom, mas está pequeno, não ligo muito pra isso, mas devo dizer que eka está indo muito rápido, a narração está muito boa, assim como a descrição. Bom, sua ortografia é muito boa, não consigo achar nenhum erro.

Agradecido novamente.


Chapter #4: Uma Fábula de Kanto: As Seafoam Islands

Este capítulo traz uma narrativa importante pra se explicar alguns pontos que virá nos demais capítulos à seguir. Na história de Kanto, há vários mitos e lendas. Os especialistas no assunto simplesmente desistem fácil destas crenças, pois seria um disperdício de tempo e de esforços procurar por contos-de-fadas que apenas crianças poderiam acreditar. Isso é enfatizado, pois as pessoas não buscam verdades ou histórias escondidas nas histórias infantis, simplesmente pra usá-los como uma encenação para ensinar alguma lição de moral de modo mais simples possível, onde crianças possam as enxergar.

Este conto fala muito sobre um pequeno pedaço de terra esquecido em Kanto e esta história veio se apagando na mente das pessoas. Nele fala um pouco de como surgiram os denominados Pokémon Sombrios e de Pokémon Iluminados, ambos lados opostos de forças energéticas e de auras distintas que existem escondidos e não foram encontrados estudos ou descobertas científicas que explicassem o fenômeno.

Conto: Seu Lado mais Brilhante

“Na terra, existiam pokémon fortes e também únicos. Não existiam espécies mais fracas ou que não demonstram poder excessivo como o destes Magikarps moribundos vistos atualmente e que não possui nem um resquício de sua antiga e temida força. São estes mesmos Pokémon que excedem por vezes, a capacidade de imaginação sobre os feitos fantásticos destes seres. Algumas civilizações veneravam tais pokémon, como se fossem deidades, o que de fato, eles talvez o FOSSEM.

Muito, muito tempo atrás, na era em que Kanto apenas era mais um pedaço do mundo, onde não existia preocupações ou confrontos contra outros povos, aconteceu um inacreditável fato que viria a ser eternizado pela mente e transmitido verbalmente dentro de gerações...

Numa tenebrosa manhã chuvosa, onde se podia ver nuvens escuras e carregadas de chuva, uma estranha energia começou a borbulhar do fundo dos mares, bem próximo de onde fica a região de Cinnabar. Após a energia se revelar, era possível identificar uma silhueta negra, que se lembra muito mais um estranho monstro marinho alado, com olhos de um intenso vermelho brilhante e vivo, sem dentes e a pele brilhosa e branca feito a de uma grande serpente, além de possuir uma cauda com duas escamas em "V" que eram estranhamente afiadas feito navalhas. Este foi chamado de Shadow Lugia, um ser nefasto que provocava terríveis sensações apenas por vê-lo de longe. Este ser invocara toda a sua ira sobre a humanidade, trazendo catástrofes sobre o planeta, trazendo tempestades sem fim e explosões de ar que, de tão poderosos que eram destruia desfiladeiros e montanhas em questão de minutos.

Os pokémon faziam de tudo pra acalmá-lo, mas nenhum teve sucesso. Até então, ninguém no planeta poderia travar uma luta ou parar aquela máquina insana de destruição, uma incorporação da ira da natureza contra a humanidade.

Até no momento em que ELE apareceu. Um grande Gyarados radiante EXPLODIU e, apararentava estar adormecido num local inusitado. Ele estava enclausurado num lago congelado, nas profundas câmaras internas de uma montanha (aliás, esta montanha era tão grande quanto qualquer outra). Este lago estava totalmente protegido de luz externa e tinha uma camada muito grossa de paredes rochosas e congeladas capaz de o proteger de uma intempérie, da radiação solar ou por algum evento geológico drástico, como um terremoto com grande intensidade. O lago se localizava no meio da montanha e ela ficava alguns quilômetros adentro de um complexo túnel de cavernas.

A principal razão dele ter saído de uma hibernação milenar, era uma das várias explosões de àr comprimido, lançado com muita bruscalidade no entorno da montanha localizada na baía do continente de Kanto. Ele imediatamente se dirigiu até a imensa fera e o enfrentou numa luta dramática, onde se podia escutar poderosos rosnados e grunidos que estavam intimidando o monstruoso Lugia. A luta perdurou por um dia inteiro nos céus de Kanto e já noite adentro, Gyarados lançou um feixe de luz azulado contra o nefasto agressor que não conseguia mais forças pra continuar a lutar e acabou desabando e seu corpo tombou perto da antiga morada da serpente azul-brilhante. Mesmo obtendo a vitória, ele não se conteve e foi de encontro com à antiga fera desacordada. Um raio de luz forte encobriu totalmente ambos.

A investida não era um golpe de misericórdia para eliminá-lo. Na verdade, Gyarados estava salvando a alma do monstro marinho atormentado. A grande serpente azulada estava anulando o desejo e fúria destrutiva que invadiu o corpo do Lugia e, logo após, Gyarados começou a desaparecer. O que este pokémon fez, era algo que poderia ser explicado únicamente como auto-sacrifício. Após recobrar os sentidos, Lugia despertou seu estado natural e então, criou uma cova na montanha em sua memória. A montanha de onde Light Gyarados estava aprisionado se chama, atualmente, Seafoam Islands. A mesma região das antigas paredes de gelo glacial e que comporta várias espécies de pokémon não-habituadas com o clima e temperatura elevada de Kanto.


Moral: sempre podemos dirigir nossos poderes para fazer milagres e promover o bem-estar dos outros. Por mais que isso signifique que será necessário oferecer algo muito precioso para poder ajudar alguém importante. Mas, mesmo doando o melhor de si mesmo para poder ajudar os outros, precisamos anular os desejos mais sombrios de dentro de cada um de nós, pois o pior inimigo é a nossa própria consciência. As palavras podem as vezes se confundirem com ações.”

... Agora, nós poderemos voltar na narrativa da história, onde ela parou. Estamos no ápice da história sobre Giovanni e sua caçada ao Mew. Vamos enfim, saber o que aconteceu realmente...”


Última edição por Sir Bakujirou S. em Qua 18 Jul 2012 - 10:24, editado 2 vez(es) (Razão : editado)
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Re: A Pequena Luz na Escuridão

Mensagem por Ari Tasarov em Dom 1 Jul 2012 - 15:30

Baku õ/

Eu gosto muito de sua fic, narração/descrição ótimas, história que realmente consegue me prender... Sua ortografia é ótima e enfim, parabéns, tu é muito criativo man. *-* Sobre a história, comentando os episódios, o que aconteceu com Jessie? Você podia colocar ela em qualquer episódio, super interessante ela ter ganhado o Ekans da Madame. Eu ainda acho que a Miyamoto não morreu. Delia com 23 anos, criativo demais. Só tente aumentar um pouco o episódio, mas disso é você que sabe! Estou realmente gostando bastante, sem muito o que dizer, estou aguardando o próximo!


Última edição por - Milley em Ter 3 Jul 2012 - 14:47, editado 1 vez(es)
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Re: A Pequena Luz na Escuridão

Mensagem por -Murilo em Seg 2 Jul 2012 - 11:30

Olá! Esse capítulo foi muito interessante! Apesar de aparentemente não ser tigação com a história principal, eu gostei muito. Sempre fiquei intrigado com a história do Shadow Lugia. Com essa história então, fiquei ainda mais interessado. Nunca imaginei que um Gyarados poderia salvar o mundo pokémon. Mas de acordo com a história, ele está em Seafoam Islands, enquanto que Geovanni vai até o monte Silver, então por enquanto não há ligação. Mas imagino o que pode acontecer futuramente. Aliás, já imagino muita coisa. Será que Giovanni vai encontrar Myamoto? Talvez até Mew! Ou futuramente alguma pista do Light Gyarados. Enfim,só resta esperar. O seu texto, como sempre, está perfeito. Narração e descrição muito boas. Só as vezes que se atropela um pouco as virgulas, mas nada que prejudique o entendimento. Estou acompanhando sua fic! Boa sorte!
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Re: A Pequena Luz na Escuridão

Mensagem por Caio. em Qui 12 Jul 2012 - 0:35

Bem, como já comentei em suas OS, você escreve muito bem. O tamanho dos capítulos está bom, e não está tão clichê assim (porque, em partes, conheço a história dos Rockets). Só vale ressaltar o que o A3 disse: você às vezes passa as coisas muito rápido. Por exemplo, sobre a jornada dele... Tudo bem não querer escrever TODA ELA, mas poderia ter colocado isso como um flashback (em itálico e separado do resto do texto por um -X- centralizado em negrito no início e no fim do trecho), pois ficaria menos confuso.

Do resto, alguns errinhos aqui e acolá que você poderia ter facilmente localizado-os caso tivesse lido de novo (na boa, eu entendo sua preguiça man õ/), mas não atrapalhou muito o andamento da fic em si não.

Quero ver o que vai dar issae da busca pela mãe da Jessie :3

PS: Li só até o cap. 3, então -q
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Re: A Pequena Luz na Escuridão

Mensagem por Bakujirou em Qua 18 Jul 2012 - 10:20

Gente, não vou trazer um chapter novo neste post, mas estarei trabalhando pra poder postá-lo assim que possível!

Notas explicativas sobre o motivo do post:

  1. Necessidade de remover um nome relativo a um personagem de anime (Délia Ketchum foi removida, agora é Dalva). Não quero nem resquícios de que Ash Ketchum apareça nesta fic. Em breve, saberão de quem estou falando. E, o motivo disso é puramente histórico. Acho que mais tarde falarei com mais cautela sobre esta mudança principal.
  2. Foi refeita as passagens em alguns chapters anteriores (Prologue, Chapter 1, Chapter 2). Os Chapters 3 e 4 não precisaram de nenhuma reforma/revisão.

Spoiler:
- Milley escreveu:Baku õ/

Eu gosto muito de sua fic, narração/descrição ótimas, história que realmente consegue me prender... Sua ortografia é ótima e enfim, parabéns, tu é muito criativo man. *-* Sobre a história, comentando os episódios, o que aconteceu com Jessie? Você podia colocar ela em qualquer episódio, super interessante ela ter ganhado o Ekans da Madame. Eu ainda acho que a Miyamoto não morreu. Delia com 23 anos, criativo demais. Só tente aumentar um pouco o episódio, mas disso é você que sabe! Estou realmente gostando bastante, sem muito o que dizer, estou aguardando o próximo!

/mmmm Muito obrigado pelo comment. Realmente, eu não tinha preparado nenhuma cena ou explicação sobre o paradeiro dela, depois do sumiço da Miyamoto... talvez eu faça uma surpresa. /hihi

Murilo_Marcos escreveu:Olá! Esse capítulo foi muito interessante! Apesar de aparentemente não ser tigação com a história principal, eu gostei muito. Sempre fiquei intrigado com a história do Shadow Lugia. Com essa história então, fiquei ainda mais interessado. Nunca imaginei que um Gyarados poderia salvar o mundo pokémon. Mas de acordo com a história, ele está em Seafoam Islands, enquanto que Geovanni vai até o monte Silver, então por enquanto não há ligação. Mas imagino o que pode acontecer futuramente. Aliás, já imagino muita coisa. Será que Giovanni vai encontrar Myamoto? Talvez até Mew! Ou futuramente alguma pista do Light Gyarados. Enfim,só resta esperar. O seu texto, como sempre, está perfeito. Narração e descrição muito boas. Só as vezes que se atropela um pouco as virgulas, mas nada que prejudique o entendimento. Estou acompanhando sua fic! Boa sorte!

Agradecido pelo comment, mas acho que vou estragar a sua surpresa. O Light Gyarados se sacrificou no fim do conto, ele já tá mais do que mortinho. Virou esqueleto de Gyarados. /x0x"

Este chapter é um filler totalmente proposital. Porque ele fala do processo em que o pokémon passa a se tornar "um Shadow" e a destruição que ele provoca.

Mr. Perry escreveu:Bem, como já comentei em suas OS, você escreve muito bem. O tamanho dos capítulos está bom, e não está tão clichê assim (porque, em partes, conheço a história dos Rockets). Só vale ressaltar o que o A3 disse: você às vezes passa as coisas muito rápido. Por exemplo, sobre a jornada dele... Tudo bem não querer escrever TODA ELA, mas poderia ter colocado isso como um flashback (em itálico e separado do resto do texto por um -X- centralizado em negrito no início e no fim do trecho), pois ficaria menos confuso.

Do resto, alguns errinhos aqui e acolá que você poderia ter facilmente localizado-os caso tivesse lido de novo (na boa, eu entendo sua preguiça man õ/), mas não atrapalhou muito o andamento da fic em si não.

Quero ver o que vai dar issae da busca pela mãe da Jessie :3

PS: Li só até o cap. 3, então -q

Eu inicialmente estava cansado pra poder editar aquele chapter 2. Hoje acordei cedinho de manhã, li tudo desde o princípio e vi o fluxo das cenas ficar restrita e então sumir no chapter 2. /x0X#

Me desesperei, comecei a editar e aqui está. Refiz algumas cenas que eu ainda não tinha colocado na fic. Se alguém apetece reler o Chapter2 refeito, aproveite. Depois volte e me digam o que achou. /hihi

________________


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Re: A Pequena Luz na Escuridão

Mensagem por Tsurugi em Qua 18 Jul 2012 - 21:45

Desculpe pelos capítulos que não comentei, havia ficado inativo por um bom tempo. A história progrediu bastante, mesmo com os capítulos um pouco pequenos. Sua escrita melhorou bastante a partir do capítulo 3, que foi o meu preferido até agora.

Não encontrei erros ortográficos ou coisa do tipo, o que é muito bom. Espero que continue progredindo e melhorando consideravelmente à cada cap. Espero pelo próximo, Bakujirou. Até mais.

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Re: A Pequena Luz na Escuridão

Mensagem por A3 em Qui 19 Jul 2012 - 21:16

Noches manolo! :3
Vi que você editou o cap #2, e achei bem legal a diferença. Tipo, foi um "tampa buraco" sabe? você editou o que não tinha ficado muito bom, e add coisas novas.
^^

Sabe, estou acompanhando! mas acho que precisa de um pouco de mais ação. XD Mas isso vem com o desenrolar da história, certo?
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Re: A Pequena Luz na Escuridão

Mensagem por Mag em Sex 7 Set 2012 - 1:53

E aí, Baku, tudo bão?
Você deve se lembrar de mim, não é? haha Então, desde que você criou aquele tópico se referindo ao meu aniversário, me senti persuadido a voltar a frequentar o fórum. Duvido que consiga ser frequente como era antes, mas farei o possível (até mesmo por causa da paixão por pokémon, que esmaeceu com o tempo...).
Como você deve lembrar, a área de fics sempre foi a parte do fórum que eu mais frequentei, então não pensei duas vezes antes de vir aqui. Contudo, no tempo em que fiquei afastado do fórum, meu vício se voltou para os livros, por isso estou apreensivo - e com razão. Saí em busca de fics que eu era capaz de ler e que ainda estavam no início e acabei me deparando com a sua. Uma ótima oportunidade! Smile
Enfim, sem mais lenga-lenga, vou direto ao tópico.

Li só o prólogo e apenas iniciei a leitura do primeiro capítulo por alto, depois continuarei a leitura (sono ta pegando). Eu gostei da ideia da sua fic, além de você escrever muito bem, se comparado a grande maioria. Com relação ao prólogo, achei que foi excessivamente corrido, acredito que você poderia ter parado, respirado e então explorado mais o texto e os personagens apresentados com mais calma. Os primeiros parágrafos, onde você apresentava a trama que provavelmente está relacionado ao desenrolar da história, foram os mais interessantes. Mas num deles, enquanto lia animado, fiquei meio perdido. Veja:

Sir Bakujirou S. escreveu:Mas nesta terra, também temos pessoas que não são exatamente treinadores. Não buscam a fama de um membro da E4. E nem são tão ingênuos quanto os jovens treinadores. São pessoas que carregam dentro de si ambições muito maiores. Na busca pelo poder, fama, fortuna.
Aproveitei a oportunidade para quotar o referido parágrafo. Observe-o e verá que ficou bastante confuso. Você disse que existem pessoas que não buscam a fama de um membro da E4; são pessoas mais ambiciosas que buscam... poder, fama e fortuna? O problema é que isso soa exatamente como aquilo que os treinadores que querem alcançar a E4 buscam. Quando chegou nesta parte, eu reli para ver se tinha entendido corretamente e me decepcionei. Pensei que essas eram pessoas com coisas realmente além de fortuna e fama enchendo suas cabeças.

Sir Bakujirou S. escreveu:"A ambição é um sentimento poderoso. O suficiente pra trazer o caos ou revelar a força ocultada dentro de si."
Desculpe, eu não quero ficar com cara de gente enjoada, mas percebi que essa é uma frase para fazer com que os leitores reflitam. Só vou dar uma dica que a deixará mais 'poética', infligindo maior impacto sonoro. Faça o teste: Leia da maneira como está, depois leia excluindo o artigo O antes de suficiente. Fica com uma sonoridade melhor. É coisa mais à toa mesmo, mas caso goste, use. : )

Sir Bakujirou S. escreveu:A Equipe Rocket foi fundada pela Madame Boss, uma poderosa mulher que herdara uma fortuna e ela reuniu os mais habilidosos treinadores
Esse é um daqueles errinhos normais mesmo. Só troque por que "reuniu...".

Sir Bakujirou S. escreveu:e seu amor de mãe era capaz de fazer de tudo para que sua filha tenha uma boa vida
Essa correção eu não tenho certeza, conjugação verbal as vezes pode ser complicado, com suas regras e exceções. Mas "tivesse" estabelece melhor concordância verbal nesse contexto aí, apesar de eu não ter conhecimento suficiente para afirmar que esse tenha esteja errado. Leia usando os dois e veja qual fica realmente melhor.

Sir Bakujirou S. escreveu:A mãe era dedicada a ensinar ao filho, tudo o que precisava, pra se tornar, um dia, o novo chefe da organização Rocket.
Este último caso que citei, na realidade é um erro que eu vi que você cometeu mais de uma vez, mas não vou sair quotando tudo. É com relação ao uso da vírgula. As vezes você a usa separando sujeito de predicado, o que é errado e faz soar estranho. Veja, no quote acima, que aquele " , um dia, " que eu deixei entre virgulas provavelmente é a única parte que pode ser usada vírgula nessa frase, mas somente antes e depois, para intercalar uma informação complementar - e até desnecessária, já que quem se torna, o faz algum dia. Porém pode ser mantido sem problema, pois é interessante para deixar a leitura mais pausada e contundente, apenas concerte a pontuação.

Eu até gostaria de ler os outros capítulos agora, mas estou com sono e As Crônicas de Gelo e Fogo não saem da minha cabeça.
Então, Baku, boa sorte com a sua fic! Apesar de ser o Hiper Mod do fórum (de verdade mesmo - eu quem o diga! Dava o maior trabalho com meus comentários e vinha com minhas terríveis contestações contra suas criticas xD), espero que você arranje um tempo para continuar a fic.
Até!

PS: Espero que não tenha problema "ressuscitar" esse post.


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Re: A Pequena Luz na Escuridão

Mensagem por Bakujirou em Dom 23 Dez 2012 - 4:09

Buenas noches pessoal! Sobreviveram a mais um fim-de-mundo? E como foi a experiência de vocês? Eu agradeço muito pelos posts de comentários feitos pelos users acima, sendo que alguns eu já insisti bastante pra que eles lessem. /hihi Bom, aproveitando os lançamentos de algumas matérias do Robert sobre o Mewtwo, me animei pra tentar trazer de volta esta fic do cemitério perdido... Eu geralmente não faço narrativas de lutas, porque as acho muito... irrelevantes, então prefiro fazer a narrativa descritiva dos fatos. Ao menos, não encontrei um modo melhor pra apresentar a fic, a não ser usando esta narrativa... Tem muita coisa pra comentar também, mas continuem a ler a fic. Talvez eu consiga continuá-la caso o Google Drive possa deixar de frescuras.

Chapter #5: Concentrando o Poder na Palma das Mãos...

Giovanni ainda permanecia examinando os documentos espalhados na sua escrivaninha pessoal, dentro da mansão de sua família. Fotos antigas, pedaços de jornal recortados e algumas anotações estavam ali presentes no meio da bagunça. E também estava ali, um “documento oficial” de um texto. Aquele texto, era o conto sobre a Seafoam Island. Ele pegou o texto e se pôs a ler pela segunda vez. Agora vamos fazer uma pequena pausa, enquanto ele lê o texto pra explicar alguns fatos:

1. Giovanni conheceu o conto pela primeira vez, quando era apenas uma criança. Sua mãe, Madame Boss sempre acreditou que estes pokémon poderosos estavam apenas se escondendo pra evitar que se transformem em armas de grande poder destrutivo, como o que aconteceu ao Shadow Lugia, por isso todos eles são meros boatos ou histórias infantis, ninguém nunca os viu ou conseguiu provar que eles existam (e se alguma pessoa conseguiu um exemplar destes pokémon lendários, nunca revelam para ninguém). Já o seu filho à principio, nunca levou a sério esta história.
2. Mas, com o passar dos anos e especialmente logo depois do desaparecimento de Miyamoto, ele mudou seu modo de pensar e finalmente entendeu um detalhe que não havia percebido antes.
3. Ele desenvolveu um grande fascínio em desvendar o mecanismo que levou Lugia a sucumbir ao lado negro, apenas pelo puro sentimento ancestral e mais primitivo que existe dentro de cada pokémon. Ele vinha trabalhando numa forma de conseguir esta transformação durante vários anos de pesquisa, mesmo durante a jornada ao lado de Dalva e Samuel, ele realizava algumas anotações em secreto da vista dos dois.
4. E, fosse para o que fosse se preparar, ele estava na lideraça da maior e mais competente elite de agentes Rocket que fariam qualquer tipo de serviço, apenas esperando uma participação de planos maiores. A equipe de Elite era mais terrível do que qualquer lenda de monstro marinho. Após terminar de ler pela segunda vez, ele foi tomado por uma forte sensação de insegurança, já que tudo o que pode fazer é imaginar o poder que um pokémon antigo poderia ter. E se a sua equipe seria capaz de detê-lo.
5. Mesmo vendo tão envolvido com os assuntos envolvendo a empresa Silph Co. e as ações a tomar na organização Rocket, muitos Rockets enxergavam nele a mesma presença que sua mãe Madame Boss exercia e logo todos reconheciam que ele fez por merecer este cargo e isso faria sua mãe muito orgulhosa, onde quer que esteja.
6. Giovanni recentemente resolveu tirar um antigo projeto arquivado nas pastas de relação de missões importantes: capturar um exemplar do pokémon miragem, Mew. Ele estava convicto de que conseguindo um exemplar do Mew, ele conseguiria descobrir uma maneira de controlar o mundo inteiro.

Agora, retornaremos ao local onde Giovanni enfim terminou de ler o texto, em sua bancada do escritório.

Apressou-se para guardar toda a papelada espalhada numa única pasta e se dirige à sala de jantar onde ele poderia enfim, por em ordem os seus pensamentos e formular bons argumentos para os projetos que está trabalhando. Semana passada, firmou um acordo com cientistas renomados em genética molecular num dos maiores laboratórios de pesquisa de Kanto pra ajudá-lo a elucidar um mecânismo de captura eficaz de uma pokébola que IMEDIATAMENTE captura qualquer pokémon. Estes estudos provocaram interesse dos olhares atentos dos presidentes da Silph Co. que propuseram uma parceria de investimentos nas pesquisas feitas até então e o protótipo estaria sob o nome e licença de uso da Silph Co. A reunião com os presidentes seria no dia seguinte. Mas pra fechar o acordo, os presidentes queriam ter certeza de que ele teria o dinheiro suficiente pra bancar as pesquisas e em todos os equipamentos necessários para os testes. Depois de finalizar o jantar na sua mesa de madeira refinada, dirigiu-se na sua suíte.

Na manhã seguinte, no escritório da presidência da Silph Co...

Giovanni distribuia algumas papeladas de frente para cada um dos presidentes e começou a falar sobre os saldos positivos da organização Rocket.

- O custo pra iniciar este projeto é muito alto - um dos presidentes afirmou. - O aluguel de equipamentos, o prédio e as instalações onde poderiam ser realizadas as pesquisas, gera no total, uma despesa mensal de (no mínimo) P$ 1.000.000.000!
- Tenho certeza de que este será um projeto único, jamais feito por ninguém no mundo todo! Pessoas vão querer pagar por fortunas, pra se ter apenas um exemplar deste protótipo! - disse Giovanni, instigando os presidentes sobre o seu projeto. Ele estava determinado a iniciar o projeto. Todos os presentes na sala, aceitaram sem pestanejar. Mesmo que a Pokébola “Mestra” possa funcionar é impossível criar pokébolas dotadas de um sistema que incapacita a possibilidade de o pokémon mostrar resistência ao equipamento, libertando-se da rede de captura. Giovanni fez a sua tréplica e mostrou alguns dos estudos que desenvolveu durante alguns anos enquanto esteve revendo as papeladas deixadas pela sua mãe, Madame Boss. No final da reunião, três dos presidentes conversavam via telefone, sobre o audacioso plano de Giovanni:

- Aquele cara me dá calafrios, será mesmo que ele conseguiria arcar com aquela despesa alta demais que oferecemos a ele? Afinal das contas, ele é nosso “sócio”, só pra relembrar a sua memória Rondor. Não poderemos perder a nossa filiação com a Organização Rocket! - dizia assim a voz do outro lado da linha. O homem de paletó verde estava sentado em sua escrivania e apoiava seus pés sobre a bancada de sua mesa.
- Ainda não temos como afirmar isso, caro Mudder. Mas, percebi que ele estava falando sério sobre o projeto. Não estou bem confortável sobre o assunto, embora que o Giovanni esteja escondendo algo por trás desta pokébola “mestra”.
- Então, assim que este projeto fosse terminado, teremos de forçá-lo a nos entregar todas as suas pesquisas e então, desapareceremos com cada parte importante dela. Todos sabem que a capturar de pokémon pode ferir a dignidade deles. (Pensa um pouco e responde em seguida) Você se lembra daquela história que eu te contei de meu Ponyta? Desde que eu o separei do seu hábitat, ela nunca mais voltou a me obedecer e sempre encontra uma forma de fugir do estábulo de minha fazenda. Talvez seja interessante capturar pokémon sem falhar, mas e as consequências disso? - dizia Rondor.
- Não saberemos isso até arriscarmos. Eu sempre quis saber como ter um pokémon lendário, sem me preocupar em lutar contra ele e nem de vê-lo fugindo da Pokébola. Vai ser algo fascinante, vai com toda a certeza, mudar o mundo com esta maravilha.

Depois daquela conversa, reuniram-se novamente Giovanni e seus sócios da Silph Co. pra dar um veredito final do projeto, onde todos os presidentes aprovaram o acordo do projeto Pokébola Mestra.


Giovanni estava prestes a cumprir uma de suas metas, a captura de um poderoso pokémon poderá traze-lo uma fortuna no mercado! Seus investimentos enfim, seriam recompensados e ele terá o maior exército de treinadores de elite e governaria o mundo!

Não demorou muito tempo. Um ano após o começo do projeto, saiu um modelo totalmente funcional.
- "Porém possuia um defeito muito PECULIAR...", Dissera um cientista com terceira-idade (beirando aos 49 anos), observando a Pokébola estranha reagindo com a força do pokémon cobaia, um Onix.
- "Esta Pokébola foi projetada pra anular TODAS as forças de vontade do pokémon. Mas é um processo que inclue forçar o pokémon a sofrer muito, durante o ato da captura. Ele recebe uma descarga elétrica de correspondente a 1.000 Volts, numa frequencia muito rápida. Isso faz com que, qualquer movimento mínimo do corpo do Pokémon, resulta na descarga elétrica como resposta. É tudo muito rápido. Mas, além dos choques elétricos, a pokébola causa um efeito no pokémon que não compreendemos porque acontece..."
- "E o que seria exatamente este tipo de efeito misterioso, caro Doutor Balmont?" - Dizia a figura de Giovanni.
- "A rede de captura tem um tipo de carga negativa muito grande. Não sei explicar direito. É como se a rede sugasse toda a pureza e todos os sentimentos do pokémon. É como se ele tivesse perdido parte de sua racionalidade e de seu bom-senso. Estava deixando de ser um pokémon, como foi criado pela natureza. Passava a se tornar algo muito selvagem, perigoso. Trata-se de um pokémon de instintos como os do Primal Lugia, dos contos infantis." - explicara.

Foi assim que nasceu o protótipo chamado Master Ball D004. Na semana seguinte, após a conclusão do projeto da Pokébola promissora, Giovanni iniciou a caçada ao Mew, na Mt. Silver. Envia todos os seus agentes em todas as partes do globo, atrás de tal criatura que a todos chamam de “pokémon miragem”. Giovanni estava ancioso e mal conseguia se conter de aflição pra ter nas mãos um fortíssimo e raro pokémon. Enquanto isso, numa pequena cidade bem afastada de todo o caos... Red saia de casa, atrás de seu primeiro pokémon no laboratório do já conhecido mundialmente, Professor Oak. Red pegou um Bulbasaur do professor e o seu rival decidiu escolher um Charmander e, não muito depois, os dois decidem iniciar o embate que consolidaria a rivalidade de ambos os treinadores no futuro. A luta foi intensa, mas Red sequer conseguiu vencer o rival, não pela desvantagem de tipos mas sim por experiência em combate... Depois desta batalha, ele inicia a jornada na Route 1, capturando os pokémon que encontrava e os treinava rigorosamente...

Dois meses se passam desde o começo da jornada de Red. Um grupo da organização Rocket estava no meio de uma expedição pra uma das misteriosas ilhas ao sul de Kanto (Sevii Islands), pois conseguiram localizar indícios do pokémon miragem (pois, ninguém teve êxito em encontrar o Mew nas cordilheiras da Mt. Silver e resolveram investigar prováveis localidades onde o Mew passe uma determinada época do ano).

O grupo era formado por 3 pessoas: dois cientistas Fudge Blaine, Balmont Fuji acompanhados de um dos treinadores de elite da Equipe Rocket, o grande Koga. O grupo fazia uma atravessia perigosa, numa floresta de mata virgem e tinha muitos ramos e cipós atrapalhando a trilha. Não foi preciso dizer que eles ficaram perdidos, quando viram não apenas um Mew, mas TRÊS. Sim, eram TRÊS raríssimos Mews. Um deles um pouco mais enegrecido, com uma aura roxa, um outro tinha aspecto gentil e possuia uma aura graciosa e rosa e um terceiro... Azul, possuia uma estranha aura branca. A visão de três pokémon totalmente diferentes entre si, deixou eles petrificados e não pensaram em outra coisa ah não ser, perseguí-los até capturar um deles. Os pokémon fizeram poucas piruetas enquanto "brincavam" de escapar das pokébolas que eram atiradas. Nenhum deles tinha percebido que "a brincadeira" era uma ameaça à vida deles. Foi só quando o Mew enegrecido foi capturado que os outros dois Mews começaram a perceber que os humanos não eram pessoas com boas intenções.

... Imediatamente após verem o seu companheiro sofrer dentro da estranha bola de metal, eles forçaram a trava da capsula e o libertaram. Mas já era tarde demais. O Mew ficou exposto, tempo o suficiente pra ser submisso a qualquer ordem do treinador (o Koga). Ele imediatamente ordenou que trancasse os dois Mews numa redoma de poder psíquico, impedindo-os de se mover e foram imediatamente capturados. E o sonho de Giovanni estava se concretizando.

Giovanni conseguiu obter não um, mas TRÊS espécimes de Mew. Mas, seu fascínio, caíra sobre um Mew com aura ROXA. Os outros dois, ele imediatamente ordenou que fossem trancafiados em suas pokébolas e que não fossem abertos de maneira nenhuma. Ninguém tinha direitos para pegar neles. Ninguém ousava contrariar o seu chefe após a captura. Depois de uma pequena demonstração do poder de golpes do Mew, todos ficam assombrados e com medo. Giovanni partia pra arrumar mais e mais exemplares de pokémon e os capturava com facilidade, Mew não deixava nenhum pokémon chegar perto o suficiente ou tocar nele com golpes especiais.

Mesmo não acreditando em lendas infantis, os presidentes ficaram abismados com o poder do pokémon dele. E, mesmo quando pensavam em destruir as pesquisas da pokébola “mestra”, Giovanni era teleportado diante da face dos presidentes e logo acena para que o Mew impeça-os de se mover. Mesmo com todos os planos prosseguirem perfeitamente bem, ele se viu ameaçado por um treinador jovem que logo estava prestes a chegar na cidade de Saffron. As lendas não nascem de profecias apenas, elas também nascem por pessoas que influenciam o mundo ao seu redor, pelos atos de coragem que ela toma e das decisões acatadas por cada ação. Se esta lenda morre, ela pode ser recontada várias e várias vezes, como se as mesmas páginas de um livro velho, fossem reviradas novamente, por uma pessoa que não conhecia sua história.


Última edição por Sir Bakujirou S. em Dom 23 Dez 2012 - 4:10, editado 1 vez(es) (Razão : editado)

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Re: A Pequena Luz na Escuridão

Mensagem por Ragna em Ter 25 Dez 2012 - 16:53

Baku, quanto tempo...
Enfim, acabei de ler os caps e achei a idéia original... A Team Rocket sob comando da Madame Boss, Giovanni sendo partner da Miyamoto, conhecendo a Delia e o Professor Oak... Uma das coisas que não gostei e que a narração está muito corrida, você está fazendo muitos anos passarem em algumas palavras e isso não é muito bom, várias vezes o Giovanni toma um decisão (tipo vou pra lua, aí em duas linhas ele já está na lua tem 6 anos e convive bem com todos ali), tente mudar isso daqui pra frente e tente descrever um pouco mais as situações.

Exemplos: Podia ter falado o caminho que ele fez no Mt.Silver, o que viu e o que não viu, etc

A descrição está ok, nada que estender um pouco os fatos não resolva. Quanto a Jessie... Seilá, você pulou completamente ela, espero que volte em algum momento pra ela.

Só mais uma coisinha que não consegui pegar, o Giovanni já é Gym Leader, se sim como ? Do nada? E como ele tá como Rocket Boss denovo? Só isso mesmo, bá sorte.
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Re: A Pequena Luz na Escuridão

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