Pokémon Mythology
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Pirate's Skull's

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Prologo Epico?

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Pirate's Skull's

Mensagem por Happy em Sab 3 Mar 2012 - 19:41


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''A vida de piratas é simples? Reveja seus pensamentos''





Prologue - 00

Lá estava Londres, cidade bela, magnífica, ou não. Era noite, a rua seguia uma ladeira, era inclinada até o porto. Lá, no porto, barcos estavam parados, a madrugada era visível e os poucos postes estavam ainda sem luz, a espera do homem para acendê-los. O chão de madeira ia até o começo da rua, onde prédios de dois ou três andares estendiam-se nela. Postes de luz amarelados davam uma meia iluminação naquela viela, os próprios ainda estavam sendo acessos pelo “homem-acendedor-de-postes”

Havia algo diferente nela, ali, num dos prédios, havia um bar no “térreo”, havia gritaria e conversas altas então, um homem foi jogado contra a janela, a quebrando. Podia-se agora, ver, qualquer um que passa-se, tudo lá dentro. Pessoas e Pokémons, pokémons! Embebedados, com Rum ate os ouvidos, gritando, dançando, brigando. Enquanto algumas garçonetes e Cinccinos vestidas de avental servindo os bêbados.

Mais não era de Rum que era feito aquele bar. Ao lado dos balcões haviam 4 portas e uma escada, em duas das portas (as da esquerda) estava escrito em uma cor dourada pendurada em uma plaqueta de ferro: Poker I e Poker II. No outro lado, não tinham plaquetas. Uma das portas, bem, numa das entradas, não tinha porta, haviam sofás e algumas belas mulheres sentadas, acho que esperando algum “cliente”

Ao lado desta porta havia outra, sem plaqueta, trancada. Escura. Sem nenhuma voz ou som. Apenas... Nada.

E os bêbados ficaram ali, dançando e se embebedando ate não aguentar mais, ate que o dia chegou, e o dono do bar, com a ajuda de um Snorlax vestido com um colete Azul desbotado (de tanto rum que foi derramado nele) tirou todos do bar, alguns caíram pela calçada, ali ficaram, outros cambalearam ate a outra rua, e dormiram lá mesmo. Algum tempo se passou e o bar estava quase todo arrumado, passava-se das nove horas da manhã de domingo, tudo estava sossegado, ate que um homem entrou pela porta. Ele usava um roupão preto que se estendia ate o pescoço, então, encobrindo seu rosto estava um chapéu de palha. O homem entrou e um dos garçons pegou uma agenda do balcão e a folheou.

-Por aqui senhor, me acompanhe – Fez um gesto de mão a porta trancada do seu lado direito, fechando a agenda.

O homem foi para a porta, e o garçom bateu duas vezes no balcão e deu um pisão numa espécie de botão ao chão, então pode se ouvir um barulho na porta e esta abriu.

****


Dentro da sala, apenas a luz do dia iluminava por uma pequena fresta no teto. Bem no cantinho entre a parede e o teto. O resto era o completo breu. Podia-se ver duas cadeiras e uma mesa totalmente velha. Comida pelos cupins. Havia uma pessoa dormindo com os pés na mesa. O homem sentou-se na cadeira e começou a perguntar:

-Er... Senhora? – O homem estava um pouco envergonhado e tímido na frente das sombras a quem não podia ver.

Então se podia ouvir os pés da mulher saindo da mesa. Ela ligou uma pequena luminária, mostrando seu pálido rosto e seus cabelos negros escondidos em um chapéu com vários pingentes dourados.

-Príncipe Safir, eu presumo, esperava sua chegada. – Falou com um tom serio a mulher.

-Senhora Anabeth, ouvi falar muito bem de seus serviços, com o extermínio.

-Devo concordar que sou boa. – Falou Anabeth com um tom de sarcasmo.

-Preciso que elimine alguém – O homem se levantou rapidamente e tirou seu chapéu mostrando um rosto rosado, com cabelos azuis e cicatrizes no olho esquerdo, alias, seu olho era também azul. – Você!

O homem puxou a pistola e atirou em Anabeth, que, simplesmente empurrou sua cadeira para trás, a derrubando, ele então correu para ver se a tinha matado, mais não havia nenhum corpo ali. Então, Anabeth “subiu” do chão, erguendo sua adaga e golpeando o garoto sem nenhum ferimento de bala
-Não posso te matar, e você sabe porque! Agora me diga onde está o verdadeiro Safir? – O homem agora estava ajoelhado, com a faca ainda em seu corpo, com Anabeth a segurando.

-Num barco, chega hoje. Vocês acreditaram mesmo que eu era ele.

Anabeth ouviu os passos de alguém vindo atrás, e, assim, chegou cinco pessoas vestidas de vermelho, cavaleiros da realeza. Anabeth então puxou sua faca e a guardou em sem roupão, com varias outras coisas juntas. Ela se virou para os guardas e deu um sorriso e uma piscada, então, Mismagius saiu das sombras e puxou Anabeth, para a escuridão, desaparecendo.

-Ela fugiu de novo! Droga! – Falou com um tom de tristeza um dos cavaleiros.

-Pobres idiotas, me ajudem, estou a derramar sangue nesse chão sujo!

-Desculpe senhor, vamos ajudá-lo.

****


Era alto mar, uma tempestade que passara deixaria as ondas mais agitadas. Um barco no meio de altas ondas. Madeira de cerejeira, forte. A própria madeira estava molhada da chuva que se passou. O céu já estava limpo, e os vários canhões do navio secos. Na ponta do navio, uma mulher talhada na madeira, segurando em seu peito, um objeto redondo cercado de agulhas. A mulher estava chorando.

Ao topo de sua cabeça havia um homem. Vestido com um roupão com vários objetos, adagas, baionetas, ate ampulheta havia ali, o pirata avistava o horizonte, uma porção de terra. Então ele se virou e gritou para todos que ouvissem:

-Bem vindos a Londres amigos! Local do nosso próximo grande furto!
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Re: Pirate's Skull's

Mensagem por ~Tiger em Sab 3 Mar 2012 - 22:01

Dae banana herp-

gostei muito do prólogo da sua fic, só não esquece do Seiya \o/

não vi erros de português... tópico supervisionado o/
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Re: Pirate's Skull's

Mensagem por #Shun em Sab 3 Mar 2012 - 22:33

Yo U! Well, vamos dizer que seu prólogo ficou mediano, mas como percebi você e iniciante na are de fanfics certo? Okay! Continuando, Percebi que você exagera nas virgulas, oque deixa sua fic demorada de ler, por que o leitor vai parara a cada virgula e tem muitas virgulas desnecessárias! Cuide isso Okay? Outro coisa que você pecou bastante foi na exclamação, varias partes do texto precisavam de exclamação e você colocou pontos ou virgulas!

-Príncipe Safir, eu presumo, esperava sua chegada. – Falou com um tom serio a mulher


O certo seria!

- Principe Safir, eu presumo! Já esperava sua chegada - Falou a mulher com um tom serio!

O motivo de eu ter trocado a parte em que no seu diz a palavra mulher no final e no meu diz primeiro e pelo simples fato do Hipérbato ser uma figura de linguagem que confunde muito os leitores e se torna desnecessário!

Achei outro erro aqui!

Comida pelos cupins. Havia uma pessoa dormindo com os pés na mesa. O homem sentou-se na cadeira e começou a perguntar

Bem! Como estamos em um mundo pokemon temos que pensar que não existem cupins! Portanto você deveria ter avisado no main poste que sua fanfic envolvem pokemons e animais!

Well! Tirando esses erros está tudo Okay! Agora vamos falar da estoria!

Eu gostei da estoria achei a mesma bem criativa, acho que você explorou bem sua criatividade, e não sei por que mas acho que me lembra um pouco one piece! Adorei a Anabeth! Fiquei imaginado a Miss bunny enquanto lia!

Vou acompanhar sua fic! Boa sorte!
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Re: Pirate's Skull's

Mensagem por Happy em Sex 23 Mar 2012 - 19:39

Spoiler:
@~Tiger escreveu:Dae banana herp-

gostei muito do prólogo da sua fic, só não esquece do Seiya \o/

não vi erros de português... tópico supervisionado o/

Vlw o/

#Shun escreveu:Yo U! Well, vamos dizer que seu prólogo ficou mediano, mas como percebi você e iniciante na are de fanfics certo? Okay! Continuando, Percebi que você exagera nas virgulas, oque deixa sua fic demorada de ler, por que o leitor vai parara a cada virgula e tem muitas virgulas desnecessárias! Cuide isso Okay? Outro coisa que você pecou bastante foi na exclamação, varias partes do texto precisavam de exclamação e você colocou pontos ou virgulas!

-Príncipe Safir, eu presumo, esperava sua chegada. – Falou com um tom serio a mulher


O certo seria!

- Principe Safir, eu presumo! Já esperava sua chegada - Falou a mulher com um tom serio!

O motivo de eu ter trocado a parte em que no seu diz a palavra mulher no final e no meu diz primeiro e pelo simples fato do Hipérbato ser uma figura de linguagem que confunde muito os leitores e se torna desnecessário!

Achei outro erro aqui!

Comida pelos cupins. Havia uma pessoa dormindo com os pés na mesa. O homem sentou-se na cadeira e começou a perguntar

Bem! Como estamos em um mundo pokemon temos que pensar que não existem cupins! Portanto você deveria ter avisado no main poste que sua fanfic envolvem pokemons e animais!

Well! Tirando esses erros está tudo Okay! Agora vamos falar da estoria!

Eu gostei da estoria achei a mesma bem criativa, acho que você explorou bem sua criatividade, e não sei por que mas acho que me lembra um pouco one piece! Adorei a Anabeth! Fiquei imaginado a Miss bunny enquanto lia!

Vou acompanhar sua fic! Boa sorte!

:3 Sim, existem pokémons e animais. Obrigado por apontar os erros :3 Fico feliz por que irá acompanhar.

01 - Uma visita adorável.

O céu estava estranhamente azulado, estranhamente, pois a chuva que antecedera aquele dia fora forte, muito forte. O porto era magnífico, barcos, de todos os modelos e jeitos ancorados na beira do mar.

Havia, entre os barcos maiores, um que se destacava, com madeira de cerejeira molhada e andares de canhões. Talhada, na ponta, uma tristonha mulher segurando um objeto oval, cheio de agulhas. O barco era magnífico, havia detalhes em ouro e bronze em sua barcaça.

-A Princesa dos Mares – murmurou um dos homens que estavam sentados no banco do porto admirando o magnífico barco.

-Dizem que foi feito da madeira dos campos de Ésdeufos, o primeiro lar de Arceus.

No porto, havia vários comércios, mais o que se destacava eram os bares. Muitos deles em filas, virados para o mar. De um desses saiu um alto homem, magro, com os olhos e os cabelos castanhos, cabelos que eram bagunçados, ele aparentava uns 20 anos de idade, ou bem mais novo. Tinha trajes típicos de piratas, blusa branca e cinto de couro, escondidos por um roupão negro que cobriria toda a perna, com duas baionetas e uma espada na cintura e vários outros equipamentos pendurados á roupa. Segurava uma garrafa, possivelmente de vinho, ou de Rum. Estava um pouco cambaleante, mais conseguia falar e estava com consciência. Ele sentou entre os dois homens e começou a falar.

-Esse barco um dia foi de meu tataravô, que dei para meu bisavô que deu para meu avô que deu para meu pai, então, agora é meu faz uns anos.

-Então este e seu barco? Você é Luan? Luan D’Artaganan?

-Claro que sim!

Depois de ouvirem essas palavras os dois se levantaram e puxaram suas pistolas, assustado Luan deixou seu Rum cair e ficou na mira dos dois homens.

-Você está preso por vários roubos, e ainda é acusado de matar Olaf IV! – Gritou um dos homens.

-Sua pena? MORTE! – Gritou ainda mais alto o outro.

Rapidamente, um corpo que estava escondido em um pequeno barco branco, parecendo um iate nos dias de hoje, parado no porto, saiu das sombras, puxando de suas vestes duas adagas de platina e jogando na nuca dos dois homens, que caíram no chão, mortos. Logo depois, Anabeth saiu do barco e foi ao encontro de Luan.

-Se não fosse eu, você estava duplamente morto.

-A, qual é, sabe que não sou desses de morrer fácil!

Os dois então pegaram os corpos e jogaram ao mar, junto com uma pedra aos calcanhares. Então sentados no banco, Anabeth começou a falar.

-Eles estão se disfarçando agora, diferente de você. – Anabeth olhou para o pirata com um olhar fuzilador que apenas o fez murmurar algo que soava como “esculpen” algo que ela associou como desculpa.

-Bem, digamos que eu também não tomei muito cuidado – Anabeth começou a coçar a cabeça e se sentiu um pouco constragida.

-O que você fez?

-Eles me acharam, no bar, ai o Misdreavus chegou para me salvar, mais antes, eu tentei matar o nosso querido rei.

-Você está louca? Todos pensam que eu matei Olaf IV e você ainda tenta matar o Michelangelo? - Gritou Luan, que fez algumas pessoas do porto olharem para ele.

-Fale mais alto, para todos ouvirem – Sussurrou ao ouvido de Luan. – Não estamos seguros aqui, vamos embora de Londres.

Anabeth já ia se levantando do banco e indo ao barco quando Luan a parou.

-Não posso, tem um cara que eu trouxe para cá, ele quer conhecer a cidade.

Ao lado do bar de onde Luan saiu tinha uma loja de conveniência do passado, com uma vidraça e algumas canecas e coisas do tipo “Eu cheguei á Londres e não peguei ninguém, então trouxe isso pra você amor.” Ou coisas do tipo barquinho de madeira ou cadeiras de madeira, e outras coisas, de madeira claro. Lá, saiu um belo homem com um turbante na cabeça, era moreno e tinha olhos verdes esmeralda, vestia uma espécie de colete branco, mostrando seus músculos do peito. Sua calça era larga e também branca, em sua cintura uma Cimitarra com punhal de Ouro reluzente. Ele foi em direção aos dois com umas coisas na mão.

-Bom dia senhorita – Dirigiu o olhar para Anabeth e fez um gesto com a cabeça, algo como, “Olá” – Senhor, poderíamos partir? Recebi uma pista em uma ilha.

-Claro, Anabeth, quero que conheça o Príncipe Safir, estou navegando com ele em busca de um tesouro, ele fugiu de seu reino e me achou bêbado na praia lá das arábias, ai eu disse que tenho uma tripulação e um barco e ele disse que quando achar o tesouro iríamos dividi-lo, então, bem, acho que já podemos ir.

Safir então entregou um papel que estava segurando para Luan, era uma espécie de desenho de uma ilha, com 3 Vulcões e uma mata fechada.

-Está brincando? A ilha dos três dragões? Ela é logo ali! Vamos embarcar o mais rápido possível, vou chamar a tripulação, Anabeth, você vem conosco.

Passou se então algum tempo e o sol já estava se pondo, alguns tripulantes ainda estavam entrando no barco, podiam-se ver alguns Machokes carregando caixas e vinha um grupo de pessoas e pokémons trazendo um enorme caixote, eram garrafas de rum para viagem.

O barco então saiu, estava já de noite, mais as luzes dos postes do porto ainda estavam apagadas, uma hora perfeita para uma fuga, e o princesa dos mares saiu rumo ao breu.

*****
A madrugada era fria e a névoa densa. Parecia que estávamos andando nas nuvens, o princesa era rápido, já estariam na metade do caminho se brincassem, mais mesmo assim nada parava, era um silencio completo, mais todos estavam trabalhando. Menos Safir, que ficou em sua cabine, escondido, quieto, silencioso.

Então, na escura noite se ouviu um ruído, uma musica um violino! Era uma bela musica, e o barco, sozinho, seguia em direção a ela. Estava hipnotizado, não os tripulantes, mais o barco! E ele seguia, e a musica iria ficando mais forte.

-Não pode ser... – Luan estava paralisado, perto de sua cabine olhando para o breu, tentando ver algo.

-Essa musica... – Anabeth estava ao seu lado, estava lendo um livro chamado “Técnicas com Adagas, Nível XX”

Então o som parou, e uma sombra chegou aos olhos do capitão. Estava ali, dentro do navio, uma mulher, pálida como um fantasma, bela como uma esmeralda reluzindo ao sol. Parecia ser feita de nevoa, seu longo vestido branco-transparente chegava a tocar no chão e depois então desaparecia nas nevoas. Ela estava com seu violino, branco, na mão, parecia ter uns poucos anos, vinte no máximo.

Todos do navio estavam na parte de cima do próprio, olhando a beleza da mulher. Então, com uma metálica voz a mulher quebrou o silencio.

“O caminho certo estão a seguir;
E no final todos terão seus desejos;
A morte, o traidor e o justo seguiram caminho juntos;
Para encontrar então;
O maior tesouro do mundo;
E no final todos conseguiram, falhar;
Miseravelmente, o manto escuro encontraram.
A historia se revelará.
“E, por Arceus, estou a contar demais.”

Ela então se transformou em nevoa, e assim, todos ficaram em silencio por alguns minutos, ate que Luan cortou o silencio profundo.

-O oráculo nós disse o que veio dizer. E no final, olha só que beleza, iremos morrer!


@ Pepe Akemi says: A pedido do membro por uma Mp, ele diz que é para trancar a fic por motivos escolares e pessoais, então trancado. Caso queria reabri-la so mandar uma Mp pedindo para barir novamente para um FFM.Trancado.
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